A TRAJETÓRIA DO ANTI-HUMANISMO PRAGMATISTA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A TRAJETÓRIA DO ANTI-HUMANISMO PRAGMATISTA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS LÚCIA APARECIDA VALADARES SARTÓRIO A TRAJETÓRIA DO ANTI-HUMANISMO PRAGMATISTA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA OS PROGRAMAS DE ENSINO NO ESTADO DE SÃO PAULO E NOS MUNICÍPIOS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO E DIADEMA ( ) SÃO CARLOS 2010

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS LÚCIA APARECIDA VALADARES SARTÓRIO A TRAJETÓRIA DO ANTI-HUMANISMO PRAGMATISTA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA OS PROGRAMAS DE ENSINO NO ESTADO DE SÃO PAULO E NOS MUNICÍPIOS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO E DIADEMA ( ) Tese apresentada à Banca Examinadora no Programa de Pós- Graduação em Educação da Universidade Federal de São Carlos, área de Fundamentos da Educação, como exigência parcial para obtenção de título de DOUTOR em Educação, sob a orientação do Prof. Dr. João dos Reis Silva Jr. SÃO CARLOS 2010

3 Ficha catalográfica elaborada pelo DePT da Biblioteca Comunitária/UFSCar S251ta Sartório, Lúcia Aparecida Valadares. A trajetória do anti-humanismo pragmatista na educação brasileira : os programas de ensino no estado de São Paulo e nos municípios de São Bernardo do Campo e Diadema ( ) / Lúcia Aparecida Valadares Sartório. -- São Carlos : UFSCar, p. Tese (Doutorado) -- Universidade Federal de São Carlos, Educação. 2. Individualidade. 3. Sociedade. 4. Trabalho. 5. Humanismo. 6. Fundamentos da educação. I. Título. CDD: 370 (20a)

4 BANCA EXAMINADORA Prof. Dr. João dos Reis Silva Junior Prof Drª Maria Eliza Brefere Arnoni Prof" Drª Vera Lucia Vieira Prof. Dr. Luiz Bezerra Neto Prof. Dr. Eduardo Pinto e Silva

5 Aos revolucionários do século XX, que dedicaram suas vidas à luta pela liberdade e realização plena de todos os indivíduos, e a todos aqueles que guardam dentro de si a beleza deste mundo e, por isso, a paixão pela vida e pela humanidade, razão que os move a rasgar horizontes de futuro. A J. Chasin (in memoriam), pela força do seu pensamento profundamente crítico e humanista, que nos instiga a insatisfação com este mundo e a busca de novos horizontes à humanidade. Por sua defesa do retorno a Marx, da busca pela vida autêntica e, portanto, da luta contra todas as formas de estranhamento e da máxima compreensão da realidade em suas múltiplas determinações a sociabilidade que evidencia a estreita relação entre indivíduo e gênero e seu desejo de transformá-la.

6 AGRADECIMENTOS Ao Prof. João dos Reis Silva Jr., por ter aceitado a orientação desta pesquisa. Sua interlocução foi muito significativa, por incentivar a busca da materialidade histórica na identificação das categorias que compõem o universo do cotidiano escolar. Bem assim, aos integrantes do Grupo de Pesquisa: Economia da Educação e Formação Humana, pelo diálogo estabelecido. Aos professores Luiz Carlos Barreira e Luiz Bezerra Neto pelas ricas discussões e sugestões realizadas no Exame de Qualificação e aos professores Eduardo Pinto e Silva e Vera Lúcia Vieira pelos instigadores questionamentos realizados no momento da defesa. À Profª. Carmem Silvia Fullin, por ter incorporado o Grupo de Iniciação Científica Direito, Sociedade e Educação à Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, em Aos estudantes do curso de direito e às professoras Nancy Romanelli, Cacilda Amaral, Márcia Rita Dalcin, Marjorie Minchev Nobre e Denise Corrêa da Silva, cujas contribuições neste grupo impulsionaram as reflexões aqui desenvolvidas. À Ester Vaisman e aos integrantes do Grupo de Marxologia da UFMG, cujas pesquisas vêm aprofundando a compreensão das relações sociais e do processo de individuação. Ao Rago, pela luta. Ao Ibaney Chasin, pelas perspectivas de futuro que se abrem com os seus estudos sobre o humanismo. À Profª. Maria Izabel do Nascimento, ao Prof. Claudinei Lombardi e ao Prof. Dermeval Saviani, por compartilharem debates em torno de diferentes produções teóricas relacionadas à pesquisa em educação realizados através do HistedBr. Aos amigos: Rosana Monteiro, Carlos Henrique Ferreira Magalhães, Gláucia Fornazari, Maria Eci e Angel Rodriguez, Márcia Kay, Carlos Alberto Gasparini, Ângela Maria de Souza e Vânia Noeli Ferreira de Assunção, pelo apoio e leituras críticas deste trabalho. Aos professores e profissionais que gentilmente concederam entrevistas, contribuindo significativamente para a interpretação das fontes primárias. À minha filha Júlia e à minha família pelas lições de carinho e amizade e pelos laços cultivados no decorrer dos anos. Ao Nilo e a todos os amigos que, de alguma forma, fazem parte da minha vida, dando sentido à minha existência.

7 À Capes, sem a qual não teria sido possível levar adiante o desenvolvimento e conclusão desta pesquisa. Aos mestres que passaram pela minha vida abrindo meus horizontes para o mundo, dando o exemplo e despertando o interesse pela educação. Ao diretor José Luiz Cuerda, que, pela sua sensibilidade, fez o resgate da relação que existia entre professores e alunos e a vivência na sala de aula, despertando a atenção para o modo como a educação era realizada. A língua das mariposas nos remete aos meados da década de 1930, período em que a escola ainda trazia vivamente um dos seus principais objetivos: o espaço de descoberta e desvendamento do mundo das leis da natureza e da sociedade, de estímulo à curiosidade, interpretação de poesias, do encantamento pela vida, pautada por relações de respeito e carinho. Mas o final d A língua das mariposas retrata o início da Guerra Civil Espanhola e as indicações do que se transformaria o século XX. Suas ressonâncias recaem sobre nós e só são superáveis se desejarmos dar os primeiros passos. Imagem do filme A língua das mariposas, de Jose Luis Cuerda, disponível em: Cineplayers: <

8 RESUMO Esta tese foi desenvolvida com o objetivo de identificar os fatores que têm provocado o baixo rendimento escolar nas escolas públicas. Para tornar possível a realização desta tarefa, recorreu-se à reconstituição da história da educação, tomando-se como referência a rede pública de ensino dos municípios de São Bernardo do Campo e Diadema e do estado de São Paulo, dedicando atenção especial ao currículo e aos programas de ensino entre 1930 e Ao se analisar as fontes primárias e secundárias, verificou-se a influência bem marcante de duas correntes teóricas na composição do currículo: de um lado, o ensino tradicional, influenciado pelas diversas correntes do humanismo, e de outro, a Escola Nova, influenciada pelo pragmatismo. Mais recentemente, o ideário desta última foi revigorado pelo construtivismo. Para serem expostos adequadamente os resultados desta pesquisa e análises desenvolvidas, a tese está dividida em cinco capítulos, nos quais realizamos a exposição dos fatos históricos e análise dos documentos encontrados, referentes ao atual modelo de educação e às políticas educacionais realizadas entre as décadas de 1930 e Além disso, também realizamos análises teóricas referentes ao ideário que norteou as reformas nas políticas educacionais no período retratado análise dos pressupostos pragmatismo e do construtivismo e desenvolvemos uma reflexão crítica tomando como parâmetro as bases do humanismo e os propósitos do neopositivismo. Na conclusão foi ressaltada a predominância do ideário pragmatista nas políticas educacionais, sob o viés da pedagogia das competências e da formação do profissional reflexivo, em detrimento da formação científica, cultural e humanística, como uma causa da baixa qualidade do ensino. Palavras-chave: Formação; Individualidade; Sociedade; Trabalho; Humanismo; Fundamentos da Educação.

9 ABSTRACT This thesis was developed with the objective of elucidating the factors that has caused the low academic performance in public schools. To make possible this achievement of this job was used to reconstruct the history of education with reference to public school in the municipalities of São Bernardo do Campo, Diadema and São Paulo state; dedicated special attention to curriculum and teaching program between 1930 and Analyzing the primary and secondary sources, was identified and marked the influence of two meaningful theoretical perspectives on the composition of the curriculum: one the one hand the traditional teaching influenced by many currents of humanism, and others, the New School, influenced pragmatism, more recently the ideas of the New School was revived by constructivism. To be properly exposed the results of this research and analysis developed the thesis has been separated into five chapters that is concerned with the exhibition of historical facts and analysis the documents founded relative to the current model of education and education policy accomplish between the decade of 1930 and 1990, and to expose the theoretical analysis for the ideal that guided reforms in educational policy in the period portrayed analysis of philosophical principles of pragmatism and constructivism and the facility of taking a critical parameter as the basis of humanism and purpose of new positivism. In conclusion it was emphasized the predominance of pragmatist ideal in education policy under slopingly the pedagogy sphere and reflect professional development in prejudice of scientific, cultural and humanistic development, as a cause of low quality of education. Key words: Formation; Individuality; Society; Work; Humanism; Foundations of Education.

10 LISTA DE QUADROS Quadro 1: Hipóteses de escrita das crianças de seis anos Quadro 2: Diagnóstico de leitura e escrita Quadro 3: Objetivos e conteúdos de escrita da terceira e quarta séries.. 67 Quadro 4: Gêneros discursivos ao Ciclo II Quadro 5: Matriz Curricular Linguagem crianças de 6 anos Quadro 6: Matriz Curricular Linguagem Crianças de 10 anos Quadro 7: Projeto Ler e Escrever atividade de Matemática Quadro 8: Projeto Ler e Escrever atividade Língua Portuguesa Quadro 9: Projeto Ler e Escrever Nosso Corpo Quadro 10: Secretaria de Educação do estado de São Paulo em Quadro 11: Programa de Ensino Quadro 12: Ciclo I Curso Ginasial Quadro 13: Avaliação do aproveitamento escolar Quadro 14: Programa de Ensino Quadro 15: Subsídio para prfessores SBC Quadro 16: Sugestão de atividades Educação Infantil Quadro 17: Programa de Ensino Educação Infantil Quadro 18: Organograma Estrutura da Secretaria de Educação em Quadro 19: Secretaria de Educação do Estado de São Paulo Quadro 20: Departamento de Educação, Cultura, Esporte e Lazer - Diadema Quadro 21: Planejamento: Comunicação e Expressão e Meio Físico e Social Quadro 22: Raciocínio Lógico e Matemático e Meio Físico e Social Quadro 23: Planejamento: Raciocínio Lógico e Matemático Quadro 24: Secretaria de Educação, Cultura e Esportes São Bernardo do Campo Quadro 21: Secretaria de Estado de Educação São Paulo Quadro 22: Secretaria de Educação, Cultura e Esportes São Bernardo do Campo

11 LISTA DE SIGLAS ABCD Paulista: Conjunto de cidades que circundam a Capital paulista Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano e Diadema Apeoesp: Associação dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo APM: Associações de Pais e Mestres Arena: Aliança Renovadora Nacional ATP: Assistente Técnico Pedagógico (Município de Diadema e Estado de São Paulo) ATPCE: Assessoria Técnica de Planejamento e Controle Educacional Bird: Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Banco Mundial) Capes: Coordenação e Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Cedem: Centro de Documentação e Memória da Universidade Estadual Paulista Unesp Cefam: Centro de Formação e Aperfeiçoamento do Magistério CEI: Coordenadoria de Ensino do Interior Cenp: Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas Ceose Colóquios Estaduais sobre a Organização dos Sistemas Educacionais CIA: Central de Inteligência dos Estados Unidos COGSP: Coordenadoria de Ensino da Região Metropolitana da Grande São Paulo CPC: Centro Popular de Cultura CPDoc-FGV: Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil e da Fundação Getúlio Vargas DRE: Divisão Regional de Ensino Emeb: Escola Municipal de Educação Básica Emip: Escola de Iniciação Profissional Município de São Bernardo do Campo Finep: Financiadora de Estudos e Projetos Fiesp: Federação das Indústrias do Estado de São Paulo Fundap: Fundação de Amparo a Pesquisa do estado de São Paulo HTP: Horário de Trabalho Pedagógico IDH: Índice de Desenvolvimento Humano Ipea: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada LDB: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nebas Necessidades Básicas de Aprendizagem

12 OMC: Organização Mundial do Comércio OEA: Organização dos Estados Americanos ONU: Organização das Nações Unidas PAP: Plano de Ações Pedagógicas (Diadema) PAP: Professor de Apoio Pedagógico (São Bernardo do Campo) PCB: Partido Comunista Brasileiro PCdoB: Partido Comunista do Brasil PCN: Parâmetros Curriculares Nacionais PIB: Produto Interno Bruto PIC: Projeto Intensivo do Ciclo I (do Programa Ler e Escrever do Estado de São Paulo) PMDB: Partido do Movimento Democrático Brasileiro PPS: Partido Popular Socialista PRP: Partido de Representação Popular Profa: Programa de Formação de Professores Alfabetizadores Profic: Programa de Formação Integral da Criança Promac: Programa Municipal de Alfabetização e Cidadania PSDB: Partido da Social-Democracia Brasileira PSD: Partido Social Democrata PT: Partido dos Trabalhadores PTB: Partido Trabalhista Brasileiro RMSP: Região Metropolitana de São Paulo Saresp: Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo Secel: Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer Município de Diadema Sedesc: Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania S. Bernardo do Campo UE: Unidade Escolar UDN: União Democrática Nacional Unesco: Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura Unicef: Organização das Nações Unidas para a Infância e a Adolescência Usaid: Agência Internacional de Desenvolvimento (United States Agency for International Development)

13 SUMÁRIO LISTA DE QUADROS LISTA DE SIGLAS INTRODUÇÃO I A EDUCAÇÃO NO INÍCIO DO SÉCULO XXI Prática educativa: objetivos e conteúdos estabelecidos para a educação infantil e o ensino fundamental ( ) A rede municipal de ensino de São Bernardo do Campo A rede municipal de ensino de Diadema A rede estadual de ensino de São Paulo Programas de ensino: a concepção de prática social e pedagógica a ideia implícita de infância e de indivíduo São Bernardo do Campo Diadema O Construtivismo e a Pedagogia das Competências de Philippe Perrenoud O modelo de empresa na educação: o toyotismo e o professor reflexivo em SBC II O PROCESSO DE ESTRUTURAÇÃO DO ENSINO BÁSICO ( ) E OS DISCURSOS PROPOSITIVOS NAS REFORMAS As perspectivas para a educação sob as condições político-econômicas Os movimentos educacionais no primeiro governo Vargas As posições de Anísio Teixeira: ajuste da educação aos novos tempos O Manifesto dos pioneiros e as políticas educacionais dos anos A prática educativa: os objetivos e os conteúdos estabelecidos nas escolas estaduais de São Paulo nos anos 1940 e As posições de Fernando de Azevedo: a educação para fins práticos III O CORTE ESTRUTURAL NO ENSINO REALIZADO PELA DITADURA MILITAR Os fatos que antecederam o golpe

14 3.2 A violência institucionalizada As produções teóricas que deram amparo às reformas educacionais As posições de Durmeval Trigueiro: contribuições às reformas educacionais As propostas educacionais de Jean Piaget divulgadas pela Unesco O documento de Furter e Buitron sobre educação permanente para a Unesco O programa da escola primária de São Paulo em 1968: sobrevida da formação humanista e integral do indivíduo O acordo MEC/Usaid e a Lei 5.692/71: a instauração da educação tecnicista O discurso remissivo de Jarbas Passarinho A estruturação das redes municipais de ensino de São Bernardo do Campo e Diadema nas décadas de 1960 e Prática educativa: objetivos e conteúdos em São Bernardo do Campo entre as dácadas de 60 e A formação da rede municipal de ensino de Diadema IV CRISE EDUCACIONAL E O PROCESSO DE DESMONTE DA TRANSMISSÃO DO CONHECIMENTO A PARTIR DA DÉCADA DE Sucateamento das condições de ensino: o resultado das reformas educacionais na ditadura militar A breve retomada da formação integral do indivíduo e a interrupção ao processo de redemocratização no estado de São Paulo ( ) O Projeto Ipê: o afrouxamento no processo de ensino e aprendizagem As atividades desenvolvidas nas escolas estaduais e nas Emei: a incorporação do construtivismo e da psicolinguística no final dos anos A flexibilização da grade curricular nas escolas estaduais de São Paulo A proposta Por uma escola crítica e criativa em Diadema (1987) A nova proposta curricular de 1992 em São Bernardo do Campo A municipalização das escolas estaduais em

15 4.3.5 Os resultados da incorporação da psicolinguística e do construtivismo nas escolas públicas estaduais e municipais em São Bernardo do Campo e Diadema O pensamento de Piaget e a crítica de Lev Vigotski e Georges Snyders A transição política pelo alto em meio a globalização e suas consequências sobre a educação As políticas educacionais na segunda metade dos anos 90: expansão do construtivismo e do pragmatismo O governo Covas e a desestruturação do currículo A LDB, os PCN e o atual modelo de educação As propostas da Unesco para o mundo Reflexões histórico-filosóficas sobre o currículo V OS FUNDAMENTOS DO PRAGMATISMO E APONTAMENTOS PARA NOVAS PROSPECTIVAS As bases teóricas do currículo na atualidade: o pragmatismo de Dewey e Donald Schön Crítica ao esvaziamento da vida e a importância das ciências e das humanidades na formação dos indivíduos A crítica marxista ao neopositivismo CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICES: A: Referências sobre o humanismo B: Questões das entrevistas...448

16 16 INTRODUÇÃO O objeto de pesquisa desta tese girou em torno das políticas educacionais direcionadas ao currículo e aos programas de ensino, no qual dedicamos atenção especial às redes públicas de ensino do estado de São Paulo e, particularmente, dos municípios de São Bernardo do Campo e Diadema entre os períodos de 1930 e Tivemos como objetivo identificar o grau de relação entre as estruturas de ensino, as finalidades estabelecidas à educação, os movimentos filosóficos predominantes e suas implicações sobre a formação intelectual do indivíduo. Este interesse surgiu pela nossa profunda insatisfação com o modelo educacional vigente e o nível de formação oferecido aos estudantes, resultado das diversas reformas educacionais realizadas desde a ditadura militar, período que se constituiu como um divisor de águas na história da educação brasileira, tanto no que se refere à ruptura com os princípios humanistas que nortearam a educação até aquele momento, quanto ao aprofundamento daquelas reformas pelos governos civis posteriores. Situando a contraposição entre a escola ativa e a educação humanista A compreensão sobre estas questões, entretanto, envolve uma infinidade de fatores, pois nós nos encontramos diante de uma realidade bastante complexa, em decorrência do aprofundamento das contradições sociais que se manifestam na exacerbação da concentração da riqueza concomitante ao empobrecimento da classe trabalhadora, também pelo intenso movimento ideológico direcionado a consolidar a atual formatação social por meio da sua obnubilação. Mas o obscurecimento das reais condições de existência também é dado pelo suporte teórico que norteia as práticas de ensino orientadas por aqueles que conduzem as políticas educacionais, pois fazem por efetivar no modelo educacional vigente uma direção completamente oposta às perspectivas que vinham sendo construídas desde o Renascimento, cujas propostas foram amadurecidas e sistematizadas por pensadores iluministas no percurso da Revolução Francesa. A escola pública nasceu neste contexto e em torno dela um conjunto de discussões e propostas foram disseminadas no decorrer do século XX.

17 17 Não se trata de realizarmos neste trabalho o retorno à polêmica escola ativa (ou Escola Nova) versus escola humanista (ou tradicional), embora seja necessário reconstituir o modo como este embate transcorreu no decorrer do século XX, mas de compreender quais são os princípios e os fins que fundamentam as duas correntes teóricas. Pois, a questão maior com a qual nos deparamos se remete a todas as conquistas humanas adquiridas ao longo de 25 séculos e as possibilidades que se abriram para objetivamente alcançar a mais ampla expansão das individualidades através do processo de individuação. Todavia, as conquistas humanas vêm sendo subvertidas por um movimento intitulado pragmatismo que, erigido no final do século XIX, vem incessantemente disseminando ideias no sentido de desmontar a transmissão da cultura e do conhecimento para propiciar o amalgamamento dos indivíduos ao organismo social, sob o argumento de que a humanidade alcançou a maturidade, o patamar mais elevado de desenvolvimento 1 a sociedade industrial. Por isso, o que está em jogo não é a opção pela escola ativa ou tradicional, mas a história da humanidade e o destino que pretendemos construir para nossas vidas, o que desejamos ser como indivíduos questão que, irremediavelmente, passa pelo papel que a educação exerce sobre os homens, meio pelo qual a humanidade realiza a transmissão e o aprendizado das técnicas culturais que são as técnicas de uso, produção e comportamento, mediante as quais um grupo de homens é capaz de satisfazer as suas necessidades, proteger-se contra a hostilidade do ambiente físico e biológico e trabalhar em conjunto, de modo mais ou menos ordenado e pacífico. Como o conjunto dessas técnicas se chama cultura, uma sociedade humana não pode sobreviver se sua cultura não é transmitida de geração para geração; as modalidades ou formas de realizar ou garantir essa transmissão chamam-se educação (ABBAGNANO, 1998, p. 305). Werner Jaeger reitera esta posição ao tratar da educação em seu sentido pleno ressaltando o significado da Paideia, como um conjunto de produções realizadas pelo povo grego, meio pelo qual adquiriu consciência de si e pôde obter reconhecimento de uma dada forma de educação, como o autor esclarece: 1 Esta concepção está relacionada ao pensamento de Auguste Comte que, para se contrapor à dialética de Hegel fundamentada no movimento da história marcada por contradições que levam à transformação da sociedade, criou sua filosofia positiva, justificada numa concepção de evolução linear da história acompanhada de uma organização do método científico. Assim, a Antiguidade foi definida por ele de infância da humanidade, na qual foi desenvolvido o pensamento teológico; a Idade Média foi qualificada de período da adolescência da humanidade, na qual se desenvolveu o pensamento metafísico. A formação da sociedade industrial e, portanto, capitalista, foi considerada por Comte o período de maturidade, o ponto culminante de desenvolvimento social, marcado pela filosofia positiva (Cf COMTE, 1991; ANDERY, 2000).

18 18 Todo povo que atinge um certo grau de desenvolvimento sente-se naturalmente inclinado à prática da educação. Ela é o princípio por meio do qual a comunidade humana conserva e transmite a sua peculiaridade física e espiritual. Com a mudança das coisas, mudam os indivíduos, o tipo permanece o mesmo. Homens e animais, na sua forma de existência social e espiritual por meio das forças pelas quais a criou, quer dizer, por meio da vontade consciente e da razão (JAEGER, 2003, p. 3). Werner Jeager identifica nos gregos uma perspectiva inteiramente voltada ao desenvolvimento e realização da individualidade, no qual foi desencadeado um processo de autoconstrução do indivíduo, como ressalta: Uma educação consciente pode até mudar a natureza física do homem e suas qualidades, elevando-lhes a capacidade a um nível superior. Mas o espírito humano conduz progressivamente à descoberta de si próprio e cria, pelo conhecimento do mundo exterior e interior, formas melhores de existência humana. A natureza do Homem, na sua dupla estrutura corpórea e espiritual, cria condições especiais para a manutenção e transmissão da sua forma particular e exige para organizações físicas e espirituais, ao conjunto das quais damos o nome de educação. Na educação como o Homem a pratica, atua a mesma força vital, criadora e plástica, que espontaneamente simples todas as espécies vivas à conservação e propagação do seu tipo. É nela, porém, que essa força atinge o mais alto grau de intensidade, através do esforço consciente do conhecimento e da verdade, dirigida para a consecução de um fim (JAEGER, 2003, p. 3). Jaeger ressalta a capacidade do homem grego de se lançar em busca de sua própria consciência sem perder a referência do lugar em que se encontrava: A tendência do espírito grego para a clara apreensão das leis do real, tendência patente em todas as esferas da vida pensamento, linguagem, ação e todas as formas de arte, radica-se nesta concepção do ser como estrutura natural, amadurecida, originária e orgânica (JAEGER, 2003, p. 11). Segundo Jaeger, os gregos constituíram-se no primeiro povo a desenvolver uma orgânica social, que levou, consequentemente, à explicitação da individualidade, ao abrir canais para a escolha de alternativas individuais, e dessa forma, a possibilidade dos indivíduos lutarem para construir os seus destinos. O humanismo que surgiu entre os gregos foi retomado e desenvolvido com intensidade no Renascimento, momento em que artistas e pensadores dedicaram-se a compreender o próprio homem, sua subjetividade e atividade, e não dissociados dela. Como ressalta Heller, Um lugar-comum corrente nas discussões sobre o Renascimento consiste em afirmar que, nessa época, o homem se transformou no centro de interesse. Mas seria igualmente verdadeiro dizer que a natureza se transformou no centro do pensamento. No entanto, o problema não reside de fato aqui, mas sim na pergunta: como interpretar no Renascimento a relação entre a natureza e o homem (ou a sociedade)? Em primeiro lugar, a noção de que o homem pode conquistar alguma coisa à natureza, criando uma segunda natureza a partir da primeira, data do Renascimento. O reconhecimento da conquista

19 19 da natureza é paralelo à descoberta do conceito de humanidade, que por sua vez é inseparável da ideia de desenvolvimento da humanidade (HELLER, 1982, p. 17). As referências do movimento renascentista explicitavam todas as esferas relacionadas ao próprio homem, à valorização da subjetividade e do desenvolvimento de potencialidades, o impulso para o desenvolvimento da razão, propiciando aos homens as bases para o desvendamento das leis da natureza e compreensão do movimento da história. O Renascimento expressou o humanismo em sua amplitude e ecoou o sentido da liberdade e da própria vida dos homens: dedicaram-se ao seu próprio desenvolvimento e realização, à criação de novas formas estéticas inspiradas no ideário grego, ao fixar as bases artísticas e antropológicas do homem como construtor do seu destino. A atividade estava vivamente relacionada à produção da própria vida dos homens em sua forma subjetiva e objetiva. Engendraram um amplo movimento de ideias centrado no humanismo, na busca do alargamento pleno das subjetividades, da capacidade humana de sentir e amar, reconhecendo a educação não apenas como meio para apropriação do conhecimento, mas também como formação do caráter, isto é, como formação da interioridade e da sensibilidade. O mesmo se pode dizer das posturas de alguns pensadores iluministas, pois o Iluminismo se constituiu num momento em que as possibilidades de realização dos indivíduos e desenvolvimento pleno da individualidade foram colocadas também como concretização dos ideais burgueses, quando embuídos de posições progressistas. É possível afirmar que os princípios da paideia apareceram entre os pensadores iluministas na medida em que tomaram como parâmetro para produção de suas obras o movimento renascentista. Segundo Garin. D Alambert, ao apresentar, em 1751, a Enciclopédia, agradecia ao Renascimento italiano por ter dado à humanidade, as ciências (...) as belas artes e o bom gosto, e inúmeros modelos de perfeição (1991, p. 16), e desse modo, o que se estabelece como objetivo são a própria realização humana e o desenvolvimento da individualidade. Esses princípios humanistas balizaram o pensamento de Marx que, numa posição crítica à barbárie, explicitou com radicalidade o humanismo e repôs o sentido do humano, ao afirmar que A teoria é capaz de se apossar das massas ao demonstrar ad hominem, e demonstra-se ad hominem logo que se torna radical. Ser radical é agarrar as coisas pela raiz. Mas, para o homem, a raiz é o próprio homem (MARX, 1989, p. 86). A raiz não são as coisas, o universo das mercadorias, mas a vida dos homens, e todas as

20 20 possibilidades do desenvolvimento pleno de suas individualidades, o reconhecimento de pertencerem à comunidade humano-social. Marx foi o primeiro filósofo a tratar do trabalho como atividade humana sensível e dissecar o seu significado enquanto modo de ser do homem e romper com a tradição filosófica ancorada no naturalismo, cujo princípio consiste em conceber as relações sociais como extensão das leis da natureza, no qual indentificam os homens como seres isolados movidos pelo egoísmo racional. Numa direção completamente distinta, o filósofo alemão tomou o homem pela raiz e reconstituiu o processo de desenvolvimento humano, rompeu com a concepção de homem natural e a identificou a íntima relação entre homem e sociedade. Marx apreende o trabalho como exteriorização da subjetividade, meio pelo qual transforma a natureza, cria objetos, sempre no sentido de adequar o mundo às suas necessidades dando forma humana à natureza. Desse modo, é através da interatividade que se desenvolve a sociabilidade, levando o homem a alcançar as formas mais complexas de produção e, consequentemente, do próprio desenvolvimento humano. Por isso, Marx distingue a sociabilidade humana como um ser eminentemente social ao fundamentar que: Pode-se distinguir os homens dos animais pela consciência, pela religião, pelo que se queira. Eles mesmos começam a se distinguir dos animais tão logo começam a produzir os seus meios de vida, um passo condicionado pela sua organização corporal (...) O modo pelo qual os homens produzem os seus meios de vida depende inicialmente da constituição mesma dos meios de vida encontrados aí a ser produzidos. Este modo da produção não deve ser considerado só segundo o aspecto de ser a reprodução da existência física dos indivíduos (...) Os indivíduos são assim como manifestam a sua vida. O que eles são coincide portanto com o que produzem quanto também com o como produzem. Portanto, o que os indivíduos são depende das condições materiais da sua produção (MARX, 1984, p. 187). A sociabilidade humana é eminentemente social pois, os homens, ao se apropriarem dos seus meios de subsistência, enveredam pelo caminho da produção de si mesmos e do mundo. O que os homens são é revelado nesse modo de agir e se apropriar dos meios de existência. A subjetividade humana é e se transforma, inserida nas relações sociais sempre mais complexas e ampliadas, porque também tornam-se complexos e ampliados o modo de apropriação e transformação da natureza. Marx traz para o centro da discussão não apenas a existência do mundo sensível, mas também o esclarecimento de que o mundo sensível é transformado pelos homens através da sua atividade permanente. O trabalho constitui, assim, categoria fundamental no processo do desenvolvimento social, e consequentemente, do processo de individuação. Em O Capital, ressalta a peculiaridade do trabalho, distinguindo-o das outras espécies animais:

A TRAJETÓRIA DO ANTI-HUMANISMO PRAGMATISTA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

A TRAJETÓRIA DO ANTI-HUMANISMO PRAGMATISTA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS LÚCIA APARECIDA VALADARES SARTÓRIO A TRAJETÓRIA DO ANTI-HUMANISMO PRAGMATISTA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA OS PROGRAMAS DE ENSINO NO ESTADO DE SÃO PAULO E NOS MUNICÍPIOS DE

Leia mais

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo)

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Os ideais e a ética que nortearam o campo da educação Comenius: A educação na escola deve

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

A verdade é como o ninho de cobra. Se reconhece não pela vista mas pela mordedura. (Mia Couto).

A verdade é como o ninho de cobra. Se reconhece não pela vista mas pela mordedura. (Mia Couto). O TRABALHO DOCENTE E A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO Uma análise de sua historicidade Maria Ciavatta* A verdade é como o ninho de cobra. Se reconhece não pela vista mas pela mordedura. (Mia Couto). SEMINÁRIO

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL. De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica.

ENSINO FUNDAMENTAL. De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica. ENSINO FUNDAMENTAL De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica. Art. 32 "o Ensino Fundamental, com duração mínima de oito

Leia mais

FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA

FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA Marta Marques 1 O livro Leituras sobre John Dewey e a educação, do Prof. Dr. Altair

Leia mais

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA SPINELLI, Mônica dos Santos IE/PPGE/UFMT RESUMO O texto apresenta resultados parciais da pesquisa teórica sobre categorias conceituais em

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA Andrelino Costa FERREIRA (UEPB/SEE-PB) Priscila Raposo ANANIAS (CESED/SEE- PB) Profª Drª Francisca Pereira

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014 A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 006 E 014 Resumo Eduardo Marcomini UNINTER 1 Ligia Lobo de Assis UNINTER Grupo de Trabalho Políticas

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

O EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO BÁSICA PÚBLICA

O EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO BÁSICA PÚBLICA O EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO BÁSICA PÚBLICA Genilson José da Silva Universidade Federal da Paraíba genilsonjos27@gmail.com Maria das Graças de Almeida Baptista Universidade Federal da Paraíba - mgabaptista2@yahoo.com.br

Leia mais

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu GTT: Escola O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu Almir Zandoná Júnior 1 Fernando Henrique Silva Carneiro 2 Justificativa/Base teórica A entrada da Educação

Leia mais

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO AS PERSPECTIVAS POLÍTICAS PARA UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Professor Doutor Carlos Henrique Carvalho Faculdade

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum.

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum. 1º ano A Filosofia e suas origens na Grécia Clássica: mito e logos, o pensamento filosófico -Quais as rupturas e continuidades entre mito e Filosofia? -Há algum tipo de raciocínio no mito? -Os mitos ainda

Leia mais

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s)

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) Kálita Tavares da SILVA 1 ; Estevane de Paula Pontes MENDES

Leia mais

Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP

Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP Prof.ª Dra. Vera Mariza Regino Casério e-mail: veracaserio@bauru.sp.gov.br Prof.ª Esp. Fernanda Carneiro Bechara Fantin e-mail: fernandafantin@bauru.sp.gov.br

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES Marcia Regiane Miranda Secretaria Municipal de Educação de Mogi das Cruzes marcia.sme@pmmc.com.br

Leia mais

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a questão da alfabetização como conceito presente nas políticas educacionais que

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

Considerando esse documento, a política da educação deve alcançar dois objetivos. São eles:

Considerando esse documento, a política da educação deve alcançar dois objetivos. São eles: 8 PROVADECONHECIMENTOSPEDAGÓGICOS Cargos89a99 QUESTÃO 11 O relatório Delors considera que a educação é um bem coletivo que deve ser acessível a todos e não pode ser objeto de uma simples regulação do mercado.

Leia mais

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Luis Ricardo Silva Queiroz Presidente da ABEM presidencia@abemeducacaomusical.com.br

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais)

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) UFPR SETOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) 1º ANO

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda DISCIPLINA: Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA: 06/02/2012. CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br QUESTÕES DE VESTIBULAR e-mail: especifico@especifico.com.br Av. Rio Claro nº 615 Centro

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

Palavras-chave: Política de formação; Reformas educacionais; Formação de professores;

Palavras-chave: Política de formação; Reformas educacionais; Formação de professores; A POLÍTICA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO BÁSICA PARFOR: O PAPEL DOS FÓRUNS ESTADUAIS PERMANENTE DE APOIO A FORMAÇÃO DOCE Edinilza Magalhães da Costa Souza UFPA Resumo

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE O I Seminário Internacional de Educação Superior na Comunidade de Países de Língua

Leia mais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA Seção I Das Disposições Gerais Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: o programa COOPERJOVEM em turmas da EJA na Escola Municipal Maria Minervina de Figueiredo em Campina Grande-PB

COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: o programa COOPERJOVEM em turmas da EJA na Escola Municipal Maria Minervina de Figueiredo em Campina Grande-PB COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: o programa COOPERJOVEM em turmas da EJA na Escola Municipal Maria Minervina de Figueiredo em Campina Grande-PB Monaliza Silva Professora de ciências e biologia da rede estadual

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO COTIDIANO ESCOLAR

OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO COTIDIANO ESCOLAR OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO COTIDIANO ESCOLAR Alex Vieira da Silva 1 RESUMO O presente artigo pretende discutir os princípios da gestão democrática no contexto educacional, visando perceber

Leia mais

PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE

PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE RESUMO Leandro Pedro de Oliveira José Rubens de Lima Jardilino (orientador) Este trabalho

Leia mais

Balanço DA Política Educacional Brasileira (1999-2009) ações e programas

Balanço DA Política Educacional Brasileira (1999-2009) ações e programas Balanço DA Política Educacional Brasileira (1999-2009) ações e programas ESTA OBRA FOI IMPRESSA EM PAPEL RECICLATO 75% PRÉ-CONSUMO, 25 % PÓS- CONSUMO, A PARTIR DE IMPRESSÕES E TIRAGENS SUSTENTÁVEIS. CUMPRIMOS

Leia mais

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento PNE PME LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento locais e nacionais (prova Brasil e IDEB) 10% do

Leia mais

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre Sumário I. Apresentação do Manual II. A Prevenção de Acidentes com Crianças III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre IV. Como a Educação pode contribuir para a Prevenção de Acidentes no Trânsito V. Dados

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE 1930 Jorge Eschriqui Vieira PINTO Alberto Torres foi um intelectual vanguardista entre

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

História da Educação Cumprimentos

História da Educação Cumprimentos História da Educação Cumprimentos Burguesia Passagem da Idade Moderna para a Idade Contemporânea Fins do século XVIII Início do século XIX Ascensão dos ricos burgueses ao poder Burguesia Revoluções Burguesas

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS John Dewey (1859-1952) FERRARI, Márcio. John Dewey: o pensador que pôs a prática em foco. Nova Escola, São Paulo, jul. 2008. Edição especial grandes pensadores. Disponível

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos)

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton Silveira de Pinho Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES abril / 2003 Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO Fátima Aparecida Queiroz Dionizio UEPG faqdionizio@hotmail.com Joseli Almeida Camargo UEPG jojocam@terra.com.br Resumo: Este trabalho tem como

Leia mais

CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE. Palavras-chave: Curso Normal Superior (CNS), perfil, pretensões e motivações.

CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE. Palavras-chave: Curso Normal Superior (CNS), perfil, pretensões e motivações. 24 CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE Profª Ms Angela Maria Venturini Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro/ISERJ RESUMO O Curso Normal Superior (CNS) do Instituto Superior de Educação

Leia mais

Ciências Sociais Profª. Cristiane Gandolfi. Sociologia da Educação. Objetivo. Sociologia da educação

Ciências Sociais Profª. Cristiane Gandolfi. Sociologia da Educação. Objetivo. Sociologia da educação Ciências Sociais Profª. Cristiane Gandolfi Sociologia da Educação Objetivo Compreender a escola a partir da teoria sociológica do funcionalismo. Analisar a função social da escola na sociedade de classe

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL 1 Pesquisas e Práticas Educativas ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL DANIELA DE JESUS LIMA FACED/UFBA INTRODUÇÃO - O presente

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA RESUMO Alba Patrícia Passos de Sousa 1 O presente artigo traz como temática o ensino da língua inglesa na educação de jovens e adultos (EJA),

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA Q U E S T Õ E S E R E F L E X Õ E S Suraya Cristina Dar ido Mestrado em Educação Física, na Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo, SP, 1987 1991 Doutorado em

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Secretaria Municipal de Educação SP. 144 Assessor Pedgógico. 145. Consultar o Caderno Balanço Geral da PMSP/SME, l992.

Secretaria Municipal de Educação SP. 144 Assessor Pedgógico. 145. Consultar o Caderno Balanço Geral da PMSP/SME, l992. PAULO FREIRE: A GESTÃO COLEGIADA NA PRÁXIS PEDAGÓGICO-ADMINISTRATIVA Maria Nilda de Almeida Teixeira Leite, Maria Filomena de Freitas Silva 143 e Antonio Fernando Gouvêa da Silva 144 Neste momento em que

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO LINHA DE PESQUISA TEORIA E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PROJETO IDENTIDADE E A PRÁTICA PEDAGÓGICA

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS

EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS Círculo de Cultura: Eixo 1 - A educação que emancipa frente às injustiças, desigualdades e vulnerabilidades. EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS Cezar Luiz De Mari

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DO GRANDE

Leia mais

Universidade Brasileira: Desafios e Perspectivas. Naomar de Almeida Filho Universidade Federal da Bahia

Universidade Brasileira: Desafios e Perspectivas. Naomar de Almeida Filho Universidade Federal da Bahia Universidade Brasileira: Desafios e Perspectivas Naomar de Almeida Filho Universidade Federal da Bahia Funções da Universidade Cultura & Educação Artes & Técnicas (formação profissional) Pesquisa & Criação

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80 Disciplina: Metodologia Científica SERVIÇO SOCIAL Ementa: Finalidade da metodologia científica. Importância da metodologia Número âmbito das ciências. Metodologia de estudos. O conhecimento e suas formas.

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Paraná Centro de Teologia e Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em Educação. Teoria da Educação

Pontifícia Universidade Católica do Paraná Centro de Teologia e Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em Educação. Teoria da Educação Pontifícia Universidade Católica do Paraná Centro de Teologia e Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em Educação Teoria da Educação Prof. Dra. Pura Lucia Oliver Martins SEMINÁRIO ANÍSIO TEIXEIRA

Leia mais

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica Shirleiscorrea@hotmail.com A escola, vista como uma instituição que historicamente sofreu mudanças é apresentada pelo teórico português

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 01. Diretrizes Curriculares Nacionais são o conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos na Educação Básica, expressas pela Câmara

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio a Gestão Educacional

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio a Gestão Educacional Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio a Gestão Educacional Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa Slides produzidos a partir do caderno: Currículo no ciclo de

Leia mais

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO CAMILA SONALY QUEIROZ TITO¹ MAÍSE RODRIGUES LÚCIO² O presente artigo tem por objetivo levar educadores da Educação Infantil a repensar sobre as concepções e metodologias

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento

Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento S. M. R. Alberto 38 Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento Solange Maria Rodrigues Alberto Pedagoga Responsável pelo

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 RESUMO Aila Catori Gurgel Rocha 1 Rosana de Sousa Pereira Lopes 2 O problema proposto

Leia mais