SUMÁRIO 1. Considerações iniciais 2. Bacia do rio Macaé 3. Bacia do rio das Ostras 4. Bacia da lagoa de Imboacica 5.

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1 ESTUDOS E INVENTÁRIO QUALITATIVO DAS ÁGUAS SUPERFICIAIS SUMÁRIO 1. Considerações iniciais 2. Bacia do rio Macaé 3. Bacia do rio das Ostras 4. Bacia da lagoa de Imboacica 5. Próximas etapas

2 1 - Considerações iniciais Diagnóstico feito com base em: Estudos realizados por pesquisadores vinculados as universidades locais, o que permitiu a composição de um visão geral da região. Foi dentro desta perspectiva maior, que a análise foi enriquecida com dados secundários de alguns poucos pontos de monitoramento que foram ou são operados até o presente. Por fim, a partir de dados primários, obtidos na primeira campanha de campo realizada dentro deste trabalho na região, a análise foi complementada. Dividiu-se, a RH VIII em três bacias: Macaé, das Ostras e Lagoa Imboacica.

3 2. Bacia do rio Macaé Foram identificados os seguintes estudos realizados nesta bacia: Estudo da dinâmica da região estuarina da foz do rio Macaé (Amaral, Karen 2003); Estudo de qualidade das águas ao longo do rio Macaé, expressa em termos de IQA e classes de usos d água do CONAMA 357/2005 (Pinheiro, Mariana 2008); Estudo envolvendo o monitoramento das águas do rio Macaé, antes e depois do lançamento dos efluentes da UTE Mário Lago (Matos, Adriana 2008); e, Estudo de avaliação da rede de monitoramento existente, e proposição de melhorias, no rio Macaé (Benassully, Carolina 2009).

4 2. Bacia do rio Macaé Foram identificados dois programas de monitoramento em andamento na bacia: Programa de monitoramento do INEA (dois pontos codificados como MC002 no rio Macaé, e SP0050 no rio São Pedro); e, Programa de monitoramento da UTE Norte Fluminense, realizado em dois pontos de monitoramento, localizados o primeiro (M20) a 20 metros a montante da captação de água da usina no rio Macaé, e o outro (J200) a 200 metros a jusante da mesma captação.

5 2. Bacia do rio Macaé Programa de monitoramento do INEA Freqüência de ocorrência das classes de CONAMA 357/2005, para os pontos MC002 e SP0050, em percentagem (%) Pontos de Amostragem Classe 1 Classe 2 Classe 3 Classe 4 MC002 (rio Macaé) 4,8 3,6 48,8 42,8 SP0050 (rio São Pedro) 11,8 7,8 43,1 37,3

6 2. Bacia do rio Macaé Programa de monitoramento do INEA

7 2. Bacia do rio Macaé Programa de monitoramento da UTE Norte Fluminense Freqüência de ocorrência das classes de CONAMA 357/2005, para os pontos M20 e J200, em percentagem (%) Ponto de Amostragem Classe 1 Classe 2 Classe 3 Classe 4 M20 - rio Macaé 20 m a montante da captação UTE 36,1 30,5 27,8 5,6 J200 -rio Macaé 200 m a jusante da captação UTE 30,6 19, Embora os percentuais de ocorrências das classes do CONAMA 357/2005, estejam bem mais equilibrados, do que ocorre para os pontos do INEA (MC002 e SP0050), aínda são coliformes fecais e fósforo total, os responsáveis pelas classes 3 e 4. Os demais parâmetros determinados neste monitoramento, tanto a montante quanto a jusante, para os quais a resolução Conama 357/05 apresenta padrões de qualidade, ficaram dentro dos padrões da classe 2, alguns bem abaixo do limite de detecção, em ambos os pontos de coleta.

8 2. Bacia do rio Macaé Campanha de monitoramento em maio passado, incluindo um total de 11 pontos de amostragem, ao longo do rio Macaé, desde Macaé de Cima até a sua foz na cidade de Macaé. A partir dela, determinaram-se as classes das águas para cada ponto de amostragem, e os IQA-CETESB correspondentes. Distribuição dos pontos de amostragem de água superficial no rio Macaé.

9 2. Bacia do rio Macaé 1ª. Campanha de Monitoramento

10 2. Bacia do rio Macaé 1ª. Campanha de Monitoramento Dados de qualidade da água dos pontos de amostragem na Bacia do Rio Macaé Parâmetos MACAE 01 MACAE 02 MACAE 03 MACAE 04 MACAE 05 MACAE 06 MACAE 07 MACAE 08 MACAE 09 MACAE 10 MACAE 11 Temperatura da Água ( o C) 14 16,2 16,2 16, ,6 24,1 24, Cor (mg Pt/L) Turbidez (NTU) Sólidos Totais (mg/l) ph 7,3 7,2 7,2 7,1 7,1 7,1 7,1 6,8 7,2 6,7 6,3 Condutividade Elétrica da Água (ms/cm -1 ) Oxigênio Dissolvido OD (mg O 2 /L) 4,8 4,8 4,8 10 9,4 8,6 8,8 4,3 3,8 3,7 1,7 Demanda Bioquímica de Oxigênio - DBO (mg 0 2 /L) Nitrogênio Amoniacal Dissolvido (mg N/L) 0,01 0,01 0,01 0,02 0,01 0,02 <0,01 0,06 0,07 0,05 0,74 Orto-fosfato (mg/l) 0,02 0,03 0,03 0,02 0,03 0,02 0,03 0,02 0,01 0,02 0,06 Fósforo Total (mg P/L) 0,03 0,04 0,04 0,04 0,04 0,05 0,06 0,03 0,03 0,05 0,13 Colitormes Termotolerantes (NMP/100mL) Densidade de Cianobactérias (células/l) Classe Conama 357/05 CLASSE 1 CLASSE 2 CLASSE 2 CLASSE 3 CLASSE 3 CLASSE 2 CLASSE 1 CLASSE 3 CLASSE 4 CLASSE 3 <CLASSE 3 Tipo de Água Doce Doce Doce Doce Doce Doce Doce Doce Doce Salobra Salina IQA Classe IQA REGULAR REGULAR REGULAR BOM REGULAR BOM BOM REGULAR REGULAR

11 2. Bacia do rio Macaé 1ª. Campanha de Monitoramento

12 2. Bacia do rio Macaé (conclusões) O rio Macaé possui em geral uma boa qualidade, principalmente em seus trechos superior e médio. No trecho inferior a qualidade da água piora devido a maior urbanização, a influência dos manguezais e da salinidade das marés. A salinidade foi evidenciada pelos parâmetros cloretos e condutividade atingindo seu máximo no ponto mais perto da foz do rio Macaé. No entanto, a sua influência se fez sentir até a confluência dos rios Macaé e São Pedro. As chuvas são marcantes, determinando uma piora na qualidade das águas superficiais. No alto Macaé, é nítida a influência dos conglomerados urbanos na qualidade das suas águas, evidenciando a necessidade de um tratamento adequado dos efluentes urbanos.

13 2. Bacia do rio Macaé (conclusões) Coliformes termotolerantes e densidade de cianobactérias revelaram-se os principais parâmetros para a qualidade das águas da bacia, ambos crescendo em direção à foz. Baseados nos seus programas de monitoramento, aparentemente, nem a UTE Mario Lago e, nem a UTE Norte Fluminense, causam maiores problemas a qualidade das águas do rio Macaé. O monitoramento pelo INEA, nos rios Macaé e São Pedro, sugere a presença de contaminação agroindustrial de montante (fenóis, metais, e agrotóxicos).

14 3. Bacia do rio das Ostras Poucos estudos foram encontrados nesta bacia. Dentre eles, foi relatada, e analisada, uma dissertação de mestrado que apresenta uma análise ambiental do rio das Ostras, realizada através do levantamento das características físicas, bióticas e antrópicas da macrorregião onde está localizada a bacia hidrográfica, a partir de estudos prévios (Prioste, Mauro 2007). Não foram identificados programas de monitoramento em andamento nesta bacia. Juntamente com a campanha de campo de maio (já comentada anteriormente rio Macaé), foram coletadas amostras em quatro pontos de amostragem na bacia dos rios das Ostras. Também foram determinadas classes e IQAs.

15 3. Bacia do rio das Ostras MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA SUPERFICIAL DO RIO DAS OSTRAS: Em maio passado, juntamente com o monitoramento do rio Macaé, foi realizada uma campanha de monitoramento de quatro pontos na bacia do rio das Ostras. Da mesma forma que para o rio Macaé, também determinaram-se as classes das águas para cada ponto de amostragem, e os IQA-CETESB correspondentes.

16 3. Bacia do rio das Ostras 1ª. Campanha de Monitoramento

17 3. Bacia do rio das Ostras 1ª. Campanha de Monitoramento Dados de campo das Estações Amostrais na Bacia do Rio das Ostras. Parâmetros OSTRAS 01 OSTRAS 02 OSTRAS 03 OSTRAS 04 Temperatura da Água ( o C) ,3 25,9 Cor (mg Pt/L) Turbidez (NTU) Sólidos Totais (mg/l) ph 5,7 6,6 6,9 7 Condutividade Elétrica da Água (ms/cm -1 ) Oxigênio Dissolvido OD (mg O 2 /L) 4, ,2 Demanda Bioquímica de Oxigênio - DBO (mg 0 2 /L) Nitrogênio Amoniacal Dissolvido (mg N/L) 0,08 0,9 0,6 0,18 Orto-fosfato (mg/l) 0,01 0,01 0,01 0,01 Fósforo Total (mg P/L) 0,02 0,05 0,1 0,07 Colitormes Termotolerantes (NMP/100mL) Densidade de Cianobactérias (células/l) Classe Conama 357/05 CLASSE 3 CLASSE 4 CLASSE 3 CLASSE 3 Tipo de água Doce Doce Salobra Salina IQA Classe IQA REGULAR RUIM

18 3. Bacia do rio das Ostras 1ª. Campanha de Monitoramento

19 3. Bacia do rio das Ostras (conclusões) O rio das Ostras tem seu curso praticamente em uma região de planície litorânea, com sua calha praticamente retilínea, modificada para promover a drenagem de banhados e áreas de inundação naturais. O efeito de maré atinge desde a foz até mesmo a montante da confluência dos rios Iriri e Jundiá, com indicação da presença de lingua salina. Existem indicações de que o rio Jundiá contribui com a maior parte da poluição doméstica, quando comparado com o rio Iriri, incluindo DBO e nitrogênio. Os estudos concordam com um aumento do ph da direção de jusante, característico de regiões estuarinas. Os estudos aquí descritos classificam as águas da bacia nas classes 3 e 4 (p/ águas doces) e classe 3 (p/ águas salobras e salinas) motivados pela DBO, OD, Coliformes termotolerantes e densidade de cianobactérias. Sólidos totais crescem na direção de jusante, atingindo o máximo na foz. Por outro lado, a turbidez num primeiro momento cresce na direção de jusante, diminuindo junto a foz, o que poderia ser explicado pelo processo de floculação que ocorre pela salinização das águas.

20 4. Bacia da lagoa de Imboacica Como no caso da bacia do rio das Ostras, foram encontrados poucos estudos contemplando aspectos de qualidade de água desta lagoa. Um trabalho digno de registro foi uma dissertação de mestrado que abordou o tema da utilização de instrumentos de planejamento ambiental, para a gestão dos recursos hídricos desta bacia (Barreto, Guilherme 2009). Nesta bacia, o INEA possui 3 pontos de monitoramento, dentro da Lagoa Imboacica: IB0010; IB0020; e o IB0030. Os poucos dados existentes no banco de dados do INEA, foram obtidos e analisados.

21 4. Bacia da lagoa de Imboacica Pontos do INEA localizados dentro da Lagoa Imboacica

22 4. Bacia da lagoa de Imboacica (conclusões) O nível de cloretos dentro da lagoa classificam as suas águas como salobras (salinidade entre 0,5 0/00 e 30,0 0/00). Nestes pontos, a qualidade das águas se enquadraram nas classes 1 e 2, do CONAMA 357/2005 p/ águas salobras, com predominância da primeira. Quando ocorreu classe 2, esta foi causada por poluição por coliformes Termotolerantes A qualidade das águas foi entendida como de boa a regular (IQA-CETESB) na sua maior parte (mais de 80% da área da bacia é de uso rural). Exceções ocorrem em duas seções de amostragem do estudo relatado (localizadas a jusante de áreas com ocupação residencial e comercial Os dados do estudo (BARRETO, G., 2009) e do monitoramento do INEA (Lagoa), no trecho incluido no estudo, apresentam águas classe 3 e 4, causadas pelas concentrações de OD, Coliformes termotolerantes, DBO e fósforo. Cuidado deve ser tomado ao tentar classificar as águas da Lagoa, pelas mesmas serem lênticas e salobras.

23 5. Próximas etapas Duas campanhas de amostragem adicionais, uma de águas baixas (agosto/setembro), e outra de águas altas (dezembro/janeiro). Nestas campanhas, serão contempladas as 3 bacias (Macaé, Ostras e Imbocica). Na bacia do Macaé deverão permanecer os 11 pontos amostrados na primeria campanha. Na bacia do Ostras, além dos pontos já amostrados, será incluido mais um a ser locado no rio Iriri, antes da confluência com o Jundiá. Portanto, serão 5 pontos no total. Na bacia da lagoa de Imboacica, serão contemplados 4 pontos assim distribuidos: 2 pontos no rio Imboacica, um a montante da área urbana e outro a montante da entrada da Lagoa de Imboacica; 1 ponto dentro da lagoa de Imboacica; e 1 ponto na lagoa do Iriry.

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