Nossa Homenagem. Dr. Walter Silva Machado I 20/02/1922 > 13/01/2006

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2 Nossa Homenagem Dr. Walter Silva Machado I 20/02/1922 > 13/01/2006 Em 13 de janeiro de 2006 faleceu no Rio de Janeiro o Dr. Machado sócio número 184, admitido em 05 de novembro de Obteve o TEA e TSA em 1961, sendo Membro Ativo. Benemérito por inúmeros serviços prestados à SBA. Fez parte da Diretoria entre 1963 e 1967 como Diretor Tesoureiro, além de ter participado como membro das comissões de Relações Públicas, Finanças, Temporária para compra de nova Sede da SBA, assim como, do Conselho Econômico. Foi Presidente da SAEG (hoje SAERJ) no biênio O Dr. Walter Silva Machado sempre teve grande preocupação em cultivar a história da SBA, mostrando a importância da preservação desta memória. Seu trabalho, perseverança e dedicação estão registrados nesta história. Partiu, deixando grande marca e muitas saudades...

3 Expediente Anestesia em revista é uma publicação da Sociedade Brasileira de Anestesiologia Departamento de Anestesiologia da Associação Médica Brasileira Nesta Edição Rua Professor Alfredo Gomes, 36 Botafogo - Rio de Janeiro - RJ CEP: Tel.: (21) Fax: (21) Conselho Editorial: João Aurílio Rodrigues Estrela Ismar Lima Cavalcanti Carlos Eduardo Lopes Nunes Sergio Luiz do Logar Mattos Nádia Maria da Conceição Duarte Jurandir Coan Turazzi Luiz Antônio Vane Diretor Responsável: Nádia Maria da Conceição Duarte Programação Visual: Ito Oliveira Lopes DRT/RJ Wellington Luís Rocha Lopes Equipe Editorial: Marcelo Marinho Rodrigo Matos Mercedes Azevedo José Bredariol Jr Marcelo Sperle Impressão e Acabamento: MasterGraph Tiragem: exemplares Distribuição gratuita IMPORTANTE: Cadastre seu na SBA Visite o site da SBA na Internet: Publicidade R.V.Assessoria e Marketing Ltda. Representações de Veículos Científicos Revistas e Jornais Ronaldo Viana Telefax: (21) e Calendário Científico 4 Editorial História e Saudade 5 SBA Responde 6 Divulgação Nova Diretoria do CREMEB e II Seminário sobre Responsabilidade Médica 9 Nova Diretoria CREMESP 10 Novos Eventos Aprovados pela CNA e seus Respectivos Pontos 11 Modelo de Lista de Presença para envio à CNA 11 37ª Jornada de Anestesiologia Brasil Central 12 Carta ao Editor Peso e Massa 14 Programação da 40ª JASB 15 Cooperativas - Novas Diretorias 16 Artigo Científico Previsão de Intubação e Ventilação Difícil 17 Novos Membros 20 Informação Jurídica O Código do Consumidor e a Classe Médica 22 Anestesia em revista - março/abril,

4 Calendário Científico Sociedade Brasileira de Anestesiologia 2006 MAIO 3º Congresso Paulista da Anestesiologia - COPA 1º Congresso Paulista da Dor - COPADOR 18 a 21 de maio de 2006 São Paulo - SP JUNHO Euroanesthesia a 06 de junho de 2006 Madrid - Espanha JULHO 40ª JASB Jornada de Anestesiologia do Sudeste Brasileiro 20 a 22 de julho de 2006 Vitória - ES AGOSTO Jornada Paraibana de Anestesiologia 04 e 05 de agosto de 2006 João Pessoa - PB XVI Jornada Norteriograndense de Anestesiologia IX Jornada de Anestesiologia de Mossoró 18 e 19 de agosto de 2006 Mossoró - RN Jornada de Anestesiologia do Brasil Central 24 a 26 de agosto de 2006 Bonito - MS SETEMBRO IV ALAGIPE -Encontro dos Anestesiologistas dos Estados de Alagoas e Sergipe 01 a 02 de setembro de 2006 Maceió - AL XVII Jornada Mineira de Anestesiologia - JOMA 01 a 03 de setembro de 2006 Poços de Calda - MG XVII Jornada de Anestesiologia do RS 07 a 09 de setembro de 2006 Santana do Livramento - RS XIV Jornada de Anestesiologia do Estado de Pernambuco Jornada de Anestesiologia do Interior de Pernambuco 15 e 16 de setembro de 2006 Recife - PE 20ª JORBA - Jornada Baiana de Anestesiologia 21 a 23 de setembro de 2006 Salvador - BA 40ª Jornada Paulista de Anestesiologia - JOPA 28 de setembro a 01 de outubro 2006 Estância de São Pedro - SP OUTUBRO ASA Annual Meeting 14 a 18 de outubro de 2006 Chicago - USA NOVEMBRO 53º Congresso Brasileiro de Anestesiologia 3º Congresso de Dor da SBA 2º Congresso de Ressuscitação e Reanimação da SBA 18 a 22 de novembro de 2006 Rio de Janeiro - RJ 2007 ABRIL 28 a 30-42a JOSULBRA Curitiba - PR NOVEMBRO 10 a 14-54º Congresso Brasileiro de Anestesiologia Natal - RN 2008 MARÇO 02 a th World Congress of Anaesthesiologists Cape Town South Africa INTERNET: NOVEMBRO 15 a 19-55º Congresso Brasileiro de Anestesiologia São Paulo - SP 2009 NOVEMBRO 56º Congresso Brasileiro de Anestesiologia Salvador - BA 2010 NOVEMBRO 57º Congresso Brasileiro de Anestesiologia Gramado - RS 2011 NOVEMBRO 58º Congresso Brasileiro de Anestesiologia Fortaleza - CE 2012 NOVEMBRO 59º Congresso Brasileiro de Anestesiologia A DEFINIR 2013 NOVEMBRO 60º Congresso Brasileiro de Anestesiologia Aracaju - SE Curso Norte-Nordeste de Preparação para Prova Escrita do TSA Fortaleza - CE - 06 a 11 - Agosto Módulo 1 Dia 06/08/2006 SNC e Anestesia Regional Módulo 2 Dia 07/08/2006 Cardiovascular e Renal, Ambulatorial Módulo 3 Dia 08/08/2006 Anestesia na Especialidade Módulo 4 Dia 09/08/2006 Miscelânia Módulo 5 Dia 10/08/2006 Pós Op e Terapia Intensiva Módulo 6 Dia 11/08/ Anestesia em revista - março/abril, 2006

5 Editorial Sociedade Brasileira de Anestesiologia História e Saudade DRA. NÁDIA DUARTE Diretora do Departamento Administrativo da SBA Fundada em 25 de fevereiro de 1948, a Sociedade Brasileira de Anestesiologia é uma árvore que dá bons frutos já há 58 anos. Nasceu da garra e dos ideais de um grupo de jovens médicos na cidade do Rio de Janeiro, inserindo o país no pequeno e seleto grupo de Sociedades de Anestesiologia que existiam até então no mundo afora 14 ao todo. Naquele mesmo ano realizaram-se Assembléias Gerais, que definiram o Estatuto e o símbolo representativo da nova Sociedade. As reuniões científicas, chamadas Reuniões Ordinárias Mensais, eram organizadas no Hospital dos Servidores, no Rio de Janeiro. Desde então com alto nível técnico e científico, intercâmbio entre profissionais renomados de diversas áreas da saúde, e grande troca de experiências sobre os sucessos e dificuldades encontrados no cotidiano de cada um, estas reuniões atraíram o interesse de anestesiologistas de outras regiões do país, engrossando o quadro associativo da entidade. A partir da concepção das reuniões mensais, evolui-se para as reuniões anuais, realizadas no Rio de Janeiro em 1948, 1949 e 1951; em 1950 foi pela primeira realizada em outra cidade no Recife, seguida por São Paulo e Belo Horizonte, respectivamente, em 1952 e Estas reuniões foram, na verdade, o embrião dos nossos Congressos Brasileiros de Anestesiologia (CBA) que, com este nome, ocorreu pela primeira vez, concomitantemente com o II Congresso Latino Americano de Anestesiologia em 1954, na cidade de São Paulo. A partir do seu nascimento, na metade do século passado, muitos outros grandes projetos foram implementados com sucesso, como a fundação das Sociedades Regionais, afiliadas à SBA, a criação da RBA e da Anestesia em Revista, a instituição da política de ensino, com a formação e regulamentação dos Centros de Ensino e Treinamento, do Título de Especialista (TEA/ SBA) e do Título Superior em Anestesiologia (TSA/SBA). Ainda poderia incluir aqui muitas outras frentes desbravadas pela nossa Sociedade, como a estruturação da sua sede, os caminhos percorridos na esfera da Ética e da Defesa Profissional, o crescimento no âmbito internacional, sendo hoje a terceira maior Sociedade de Anestesiologia da World Federation of Societies of Anesthesiologists. Mas, certamente, mesmo acrescentando estes tópicos, eu ainda falharia, deixando muito de importante a ser descrito. Porém, a maior e mais absurda lacuna que vou me permitir deixar neste editorial é a omissão dos nomes. Nomes de homens e mulheres que fizeram esta história toda, e continuam fazendo ainda hoje. Tenho a dizer em minha defesa, no entanto, que esta matéria não suportaria a enorme responsabilidade de descrever, pois citar seria apenas mais um crime, a sequência de realizações de cada um dos grandes nomes da SBA, dos fundadores aos atuais fazedores de História. Muitos dos que carregam consigo as lembranças e as honrarias de terem participado daqueles primórdios da Anestesiologia Brasileira ainda circulam entre nós. São motivo de orgulho e verdadeiras fontes de sabedoria nas quais deveríamos nos inspirar e buscar as suas bênçãos. Outros, a nosso muito contragosto, resolveram partir desta arena telúrica e travar outras batalhas, reinventar outras histórias, quem sabe até fundar outras Sociedades, como uma outra versão da SBA, novinha em folha, quem sabe... Eu não diria que os perdemos, porque partiram, pois como se pode perder algo ou alguém quando os mantemos sempre vivos em nossas mentes e corações? Gente como Dra. Marlene Paulino dos Reis (SP), Dr. Antônio Marcos Machado Nunes (SP), Dr. Raul Cavalcanti Guimarães (PE), Dr. Walter Silva Machado (RJ), entre tantos outros, muitas saudades, e a convicção de que eles estão por aí, orquestrando alguma coisa muito boa e bonita da qual, um dia, todos nós vamos poder também participar. Anestesia em revista - março/abril,

6 SBA Responde Sociedade Brasileira de Anestesiologia Certificado eventos CNA Solicito orientação quanto à confecção dos certificados dos eventos credenciados pela Comissão Nacional de Acreditação. SBA responde Na RESOLUÇÃO CFM Nº 1772/ 2005, nada consta a respeito da confecção dos certificados dos eventos credenciados pela CNA. No entanto, estamos agendando uma Reunião Extraordinária da CEC para solicitar a CNA a definição sobre vários assuntos pertinentes a esta Resolução, na qual incluiremos este assunto. No momento, a orientação é dada pelo Artigo 4º do anexo a Resolução: 9º - Os certificados dos eventos somente poderão ser entregues aos participantes ao final dos trabalhos, ficando a comprovação de participação sob a responsabilidade das instituições promotoras, com possibilidade de auditoria in loco determinada pela CNA Os organizadores dos cursos ou eventos estão obrigados a encaminhar à CNA, no prazo de até 30 (trinta) dias após o encerramento dos mesmos, a relação dos participantes que tenham cumprido a carga horária mínima estabelecida. Caso isto não ocorra no prazo estipulado, a organização ficará sujeita à punição pela CNA Para eventuais consultas posteriores, os organizadores dos eventos devem manter o registro dos participantes por 5 (cinco) anos. Sem mais para o momento, espero ter esclarecido tais questionamentos. Atenciosamente, Dr. Airton Bagatini Presidente da CEC Dúvidas-Certificação de Atualização Profissional Estava verificando a Resolução Nº 1772 do Conselho Federal de Medicina sobre a certificação de atualização profissional. Pelo que entendi cada sociedade tem uma certa autonomia para imposição de regras e pontuações. Gostaria de me informar como isso será abordado pela SBA. A princípio isso só seria obrigatório para quem obtivesse seu título de especialista a partir de janeiro/2006. É necessária a inscrição na Comissão Nacional de Acreditação para quem não tem essa obrigatoriedade ou só o fato de publicações científicas e inscrições em cursos/jornadas/congressos já nos faz obter esses pontos de forma automática? O fato de não obter esses pontos invalida o título de especialista? SBA responde Questão 1 Cada sociedade tem uma certa autonomia para imposição de regras e pontuações? Resposta: Não. As regras como as pontuações são claras e definidas pela Resolução. Questão 2 Como isso será abordado pela SBA? Resposta: Seguiremos a Resolução CFM nº 1772/2005. Questão 3 A princípio isso só seria obrigatório para quem obtivesse seu título de especialista a partir de janeiro/2006? Resposta: Os portadores dos títulos de especialista e certificados de áreas de atuação emitidos a partir de 1 o /1/2006 terão o prazo de até 5 (cinco) anos para se submeterem obrigatoriamente ao processo de certificação de atualização profissional, sob pena de perda do registro desses títulos e/ou certificados. Os portadores dos títulos de especialista e certificados de áreas de atuação emitidos até 31/12/2005 poderão aderir a este processo de certificação de atualização profissional, ficando sob a égide das normas e regulamentos estabelecidos nesta resolução. Questão 4 É necessária a inscrição na Comissão Nacional de Acreditação para quem não tem essa obrigatoriedade ou só o fato de publicações científicas e inscrições em cursos/jornadas/ congressos já nos faz obter esses pontos de forma automática? Resposta:Não é necessária a inscrição na CNA até o momento. Mas a recertificação não se dará de forma automática, deverá seguir os Artigos 12 e 13 da Resolução: Art Esse profissional deverá encaminhar à CNA, para crédito dos pontos, os comprovantes de suas respectivas participações e atividades, excetuando-se os cursos e eventos credenciados pela CNA. Art. 13º- Deverá manter os documentos comprobatórios originais de sua participação em eventos e realização de demais atividades que somam créditos, apresentando-os quando requisitados. Questão 5 O fato de não obter esses pontos invalida o título de especialista? Resposta: Segundo o Art. 1º da Resolução: 2º Os portadores dos títulos de especialista e certificados de áreas de atuação emitidos a partir de 1 o /1/2006 terão o prazo de até 5 (cinco) anos para se submeterem obrigatoriamente ao 6 - Anestesia em revista - março/abril, 2006

7 processo de certificação de atualização profissional, sob pena de perda do registro desses títulos e/ ou certificados. Dr. Airton Bagatini Presidente da CEC SAVA 1 - Solicito informação sobre o SAVA. A metodologia é semelhante ao ATLS? A prova após o curso é teórica e oral? Quais temas são abordados? 2 - Para revalidação do título de especialista tem validade os cursos de ATLS, ACLS, PALS e SAVA realizados anteriormente ou terão que ser realizados novamente para contagem de pontos? SBA responde 1 - O curso SAVA/SBA é dividido em módulos teóricos e práticos com carga horária de 12h por dia, em 2 dias consecutivos de curso; envolvendo temas relacionados a emergências cardiológicas, respiratórias e correlatas relacionadas ao Suporte Avançado de Vida em Anestesiologia. Para fins de revalidação do Título de Especialista só valerão os cursos pontuados pela CNA. Dr. André Luiz Braga das Dores Coordenador do SAVA 2 - Apenas os cursos cadastrados na CNA até o dia 15 de novembro de 2005 e realizados no primeiro semestre de 2006 terão validade para a recertificação (contagem de pontos). A partir de agora, todos os cursos deverão ser cadastrados por semestre, e só estes terão validade para a recertificação. Dr. Airton Bagatini Presidente da CEC Anestésicos injetados por enfermeiros Sou enfermeira e solicito ajuda de V. Sas. para esclarecer algumas dúvidas quanto a anestesia: 1 - É permitido ao anestesiologista solicitar a enfermagem que injete anestésicos na veia do paciente durante a anestesia? Caso positivo, onde poderemos checar a administração desse medicamentos, já que não fazemos registros na ficha anestésica? 2 - Quanto a medicamentos (ocitócitos, antibióticos, entre outros) e hemoderivados, quem poderá administrá-lo durante o ato anestésico: somente o anestesista ou tb a enfermagem? 3 - De quem é a responsabilidade de puncionar a veia do paciente para a anestesia? 4 - Existe um Código de Ética específico para Anestesiologia? Caso positivo como poderei obtê-lo? Agradeço a colaboração e reitero que estes esclarecimentos serão de grande valia para nossa equipe já que solicitamos dessas informações com urgência SBA responde Atendendo sua solicitação, procuraremos emitir nossa opinião sobre as questões formuladas. Vale ressaltar que as respostas serão dadas levando apenas em consideração as normas emanadas do Conselho Federal de Medicina e do Código de Ética Médica. Não estamos levando em consideração para resposta as normas emanadas do Conselho Federal de Enfermagem. 1 - O anestesiologista deverá contar com auxílio de profissional da enfermagem para realização do ato anestésico. É permitido que o anestesiologista solicite o auxílio para a administração de medicações, sempre sobre sua supervisão e responsabilidade. Deverá haver uma ficha específica para anotações dos atos de enfermagem. 2 - A enfermagem poderá fazêlo, porém sempre com a supervisão do anestesiologista e sua autorização, pois poderá haver interação com o procedimento anestésico, além das reações adversas potenciais dos fármacos citados e hemoderivados. 3 - A punção de veia periférica superficial pode ser realizada por pessoal de enfermagem, os quais tem treinamento para a mesma. Diferentemente da punção de veia central, a qual é ato privativo do médico, devido ao potencial para complicações relevantes. 4 - A atividade do médico anestesiologista é regida pelo Código de Ética Médica e resoluções específicas da anestesiologia. Os mesmos podem ser consultados no site do Conselho Federal de Medicina. ( ) Dr. Jurandir Coan Turazzi Dir. do Dep. de Defesa Profissional da SBA/2006 Consulta Pré-anestésica Sou medico anestesiologista e temos um ambulatório de pré anestésico o qual disponibilizamos um anestesista para fazer as consultas. Vários planos de saúde não pagam esta consulta, pois dizem que a avaliação anestesia é responsabilidade do anestesista (esta avaliação é feita mesmo que o pacienta não tenha ido ao pré anestesico antes de começar a cirurgia) podemos cobrar a consulta dos pacientes que o plano de saúde não paga? e mais isso seria uma consulta e não uma avaliação como os planos de saúde enfatizam, pois se o plano de saúde não cobre esta consulta poderíamos cobra-la particular. como acontece com cirurgias plásticas que o plano não cobre são feitas particular. SBA responde A visita pré-anestésica, tal qual o enunciado da Classificação Bra- Anestesia em revista - março/abril,

8 sileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos, em suas instruções específicas da anestesiologia item 1, faz parte do ato anestésico, não cabendo remuneração. Ela normalmente é realizada já com o paciente internado (véspera da cirurgia) ou momentos antes do ato anestésico. Sem dúvida alguma necessária, até por determinação da Resolução do Conselho Federal de Medicina número 1363 de Esta avaliação trás muitos inconvenientes, dentre os quais citamos: necessidade de internação horas antes do ato anestésico, ou mesmo na véspera do procedimento, acarretando ocupação desnecessária de leito hospitalar, com seus custos correspondentes. Maior solicitação de exames pré-operatórios, com maior custo, pois geralmente são solicitados pelo cirurgião, de forma rotineira e não levando em consideração a avaliação préanestésica minuciosa e direcionada para o ato anestésico quando realizada pelo anestesiologista e com antecedência suficiente para que o mesmo solicite apenas aqueles exames que julgar necessários. Maior incidência de suspensão de cirurgias em cima da hora devido ao não preparo adequado pelo anestesiologista. O Dr. José Abelardo Garcia de Menezes em resposta ao processo consulta do CFM número / 98 emitiu parecer de número 5556/ 1999 no qual afirma: A avaliação pré-anestésica é direito do paciente e dever do médico anestesiologista. As consultas anestesiológicas realizadas em consultórios e/ou ambulatórios devem ser remuneradas, mantendo tratamento isonômico com os demais médicos. Portanto, não vemos razão para que operadoras de planos de saúde deixem de remunerar a consulta pré-anestésica realizada com antecedência em consultório ou ambulatório próprio. Ressaltamos que diversas operadoras a remuneram, podendo citar: Bradesco Saúde, Unimed, Unidas e muitos outros. Dr. Jurandir Coan Turazzi Dir. do Dep. de Defesa Profissional da SBA/2006 Início da anestesia e presença do cirurgião O Conselho Técnico da Unimed de Londrina gostaria de informações sobre o referido assunto: Para que seja realizada uma anestesia em um paciente é necessário a presença do cirurgião? O procedimento de anestesia deve ser iniciado em qual momento? SBA responde Em resposta ao seu questionamento transcrevemos parecer extraído nos autos do Processo Consulta /86, homologado na 1378ª Reunião Plenária do CREMESP, realizada em , que em seu item 1 afirma: A anestesia só deve ser iniciada na presença do cirurgião evitando, assim, a possibilidade do paciente ser anestesiado e a cirurgia não ocorrer devido a ausência do cirurgião, por razões de força maior. Quanto ao melhor momento para o início da anestesia, este deverá ser definido de modo soberano pelo anestesiologista responsável pelo caso. Resolução do Conselho Federal de Medicina: Art. 1º - Determinar aos médicos que praticam anestesia que: I - Antes da realização de qualquer anestesia é indispensável conhecer, com a devida antecedência, as condições clínicas do paciente a ser submetido à mesma, cabendo ao anestesista decidir da conveniência ou não da prática do ato anestésico, de modo soberano e intransferível; Dr. Jurandir Coan Turazzi Dir. do Dep. de Defesa Profissional da SBA/2006 COOPANEST-PE não pagará COFINS Um acordão foi proferido pelo Tribunal Regional Federal da 5º Região, dando provimento ao recurso de Apelação e decretando a não incidência da COFINS sobre o faturamento da COOPANEST-PE, decisão esta publicada no Diário da Justiça da União em 30 de março de A COOPANEST-PE já apresentou expediente aos seus diversos convênios, Recomendando não mais proceder a retenção da COFINS em suas faturas, assim Como também ingressou com petição perante o Juizo da 12º Vara Federal, Requerendo o depósito judicial efetivado no período de Dez/1999 a Dez/2003, em ação declaratória de sua não incidência. A Fazenda Nacional deverá recorrer desta decisão, que tem entendimento idêntico embasado pelo STJ, no RESP nº RJ, tendo como relatora a Eminente Ministra Eliane Calmon. A matéria também está pacificada perante O Supremo Tribunal Federal, através de sua composição plena, em acórdãos Proferidos nos RE nº PR, RS e MG. Entendimento Semelhante sobre isenção de PIS e COFINS sobre os atos cooperativos típicos teve a Ministra do STJ, Dra. Denise Arruda, como relatora, em julgamento Do RE nº interpretando que, das atividades praticadas pelas entidades albergadas na Lei 5764/71, não decorrem receita ou faturamento sendo, portanto, isentos da cobrança do PIS e COFINS. 8 - Anestesia em revista - março/abril, 2006

9 Divulgação Sociedade Brasileira de Anestesiologia Nova diretoria do Cremeb empossada em solenidade Após a posse formal, em sessão plenária, no dia 31 de março, a nova diretoria do Cremeb participou da transmissão de cargos na solenidade de abertura do II Seminário de Responsabilidade Médica, no dia 6 de abril. Várias autoridades estiveram na cerimônia, no Salão Itapoã do Bahia Othon Palace Hotel, entre elas o representante da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Wedner Souza da Costa, o secretário municipal de Saúde, Luís Eugênio Portela, e o presidente da Ordem dos Advogados da Bahia (OAB), Dinailton Nascimento de Olveira. A liderança médica baiana e brasileira se fez presente no evento por meio do presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), José Luiz Amaral; do presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Héder Borba; do presidente da Associação Bahiana de Medicina (ABM), José Carlos Brito, e do presidente do Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindimed), Alfredo Boa Sorte Júnior. O conselheiro do Cremeb Antônio Jesuíno Netto representou a Academia de Medicina da Bahia, e dois ex-presidentes do Cremeb, José de Souza Costa e Carlos Souza Moreira, prestigiaram a festa. A eleição para a nova diretoria do Cremeb foi realizada internamente, no dia 14 de março, entre os 42 conselheiros, e deu a cadeira da presidência a Jorge Raimundo de Cerqueira e Silva, que era o vicepresidente na gestão encabeçada por Jecé Brandão. O seu antigo lugar, agora, é ocupado pelo conselheiro e ex-corregedor José Abelardo Meneses. O 1º secretário, José Márcio Villaça Maia, e a 2ª secretária, Nedy Cerqueira Neves, permanecem na mesma posição. A composição do quadro de membros do Conselho contou com mais outras mudanças, tendo Marco Antônio Cardoso de Almeida, Luís Carlos Cardoso Borges e Otávio Marambaia assumido, respectivamente, os cargos Dr. José Abelardo Meneses Dr. Aber de corregedor, tesoureiro e vicecorregedor. Tentarei cumprir com excelência as obrigações que me incumbem e dar continuidade ao processo de conquista do respeito da sociedade baiana, afirmou o novo presidente na sessão plenária do dia 31 de março. Em seu discurso de posse, Jorge Cerqueira prestou homenagens a Jecé Brandão, que permaneceu dois anos na presidência do Cremeb. Essa gestão se caracterizou por aumentar e expandir a união entre todas as entidades médicas, as quais se encontram em completa identidade de propósitos e ações, disse. E isso veio em proveito de todos os médicos, completou. II Seminário Sobre Responsabilidade Médica reuniu mais de 400 pessoas Auditório parcialmente lotado, expoentes da Medicina e do Direito e discussão às vezes temperada pela polêmica respeitosa de temas que estão na ordem do dia. Este era o quadro que se podia encontrar nos três dias do II Seminário Sobre Responsabilidade Médica, realizado pelo Cremeb, na semana passada, no Bahia Othon Palace Hotel. A exemplo do que ocorreu no ano passado, o evento reuniu médicos, juristas, advogados e representantes do setor acadêmico para debater temas ligados às duas profissões. A responsabilidade médica, civil, penal e ética foi discutida à exaustão, sob vários aspectos. Coordenado pelo ex-corregedor e hoje vice-presidente do Cremeb, o conselheiro José Abelardo Meneses, o seminário colocou em pauta questões como a exigência ou não do consentimento informado por escrito. Defendendo pontos de vista diferentes, estavam o ex-presidente do Cremeb, Jecé Brandão, e o desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia, Paulo Furtado. A Interrupção da gestação por anomalia fetal, tema de uma das mesas-redondas, foi comentada, à luz do Direito, pelo advogado e professor de Direito Penal Gamil Foppel. Outro tema polêmico, fonte de dúvidas especialmente entre os operadores do Direito, a inadequação do Código de Defesa do Consumidor à atividade médica foi tratada pelo desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná Miguel Kfouri Neto. O II Seminário de Responsabilidade Médica trouxe, ainda, a Salvador, o corregedor do Conselho Federal de Medicina (CFM), o conselheiro Roberto Luis d Ávila, que falou sobre Epidemiologia das Infrações ao Código de Ética Médica. O evento foi encerrado com uma palestra do ministro e vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o baiano Francisco Peçanha Martins, que comentou o conceito de dano e reparação na responsabilidade médica. Anestesia em revista - março/abril,

10 CREMESP Dr. Desiré Carlos Callegari Tomou posse a nova Diretoria do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo para o biênio 2006/2007, contando com a participação de dois anestesiologistas, estando um deles, o Dr. Desiré Carlos Callegari na Presidência desse egrégio Conselho. Desejamos profícua gestão. Presidente Desiré Carlos Callegari Anestesiologista Vice Presidente Luiz Alberto Bacheschi 1º Secretário Henrique Carlos Gonçalves 2º Secretário Renato Azevedo Júnior 1º Tesoureira Marli Soares 2º Tesoureiro Nacime Salomão Mansur Diretor da Fiscalização João Ladislau Rosa Corregedor Krikor Boyaciyan Corregedor Suplente Ruy Tanigawa Diretor Jurídico Gaspar de Jesus Lopes Coordenador Delegacias Interior Kazuo Uemura Anestesiologista Coordenador Delegacias Capital Rui Telles Pereira Diretor de Comunicação Antonio Pereira Filho Comenda da Ordem do Mérito Anhanguera O Governo do Estado de Goiás, por indicação do Governador do Estado Sr. Marconi Perilo, condecorou o Dr. Antônio Fernando Carneiro, no dia 22 de março de 2006, com a Comenda da Ordem do Mérito Anhanguera. Para nós anestesiologistas brasileiros esta homenagem é motivo de grande orgulho. Parabéns colega! Diretoria da SBA 10 - Anestesia em revista - março/abril, 2006

11 TEA - RECERTIFAÇÃO Novos Eventos Aprovados pela CNA e seus Respectivos Pontos VII Simpósio de Anestesiologia do Hospital Felício Roxo - Anestesia e Transplantes com início em 26/05/2006, foi aprovado para Certificação de Atualização Profissional com um total de 4.5 pontos. Anestesia no Obeso Mórbido com início em 02/03/2006 foi aprovado para Certificação de Atualização Profissional com um total de 10.0 pontos. Manejo de Via Aérea Difícil com início em 01/02/2006, foi aprovado para Certificação de Atualização Profissional com um total de 2.0 pontos. VI Simpósio de Anestesiologia do Hospital Felíco Roxo - Medicina Peroparatória com início em 10/03/2006, foi aprovado para Certificação de Atualização Profissional com um total de 4.5 pontos. XXI Sábado da Raquianestesia, em 13/05/2006, Porto Alegre-RS, foi aprovado para Certificação de Atualização Profissional, com um total de 4.0 pontos. XXII Sábado da Raquianestesia, em 03/06/2006, Campina Grande-PB, foi aprovado para Certificação de Atualização Profissional, com um total de 3.0 pontos. Modelo de lista de Presença dos Inscritos nos Eventos Científicos para envio à CNA A RESOLUÇÃO CFM Nº 1.772/2005 (Publicada no D.O.U. de , Seção I, p ), que instituiu o sistema de acreditação nas especialidades médicas, reza: 12 -: Os organizadores dos cursos ou eventos estão obrigados a encaminhar à CNA, no prazo de até 30 (trinta) dias após o encerramento dos mesmos, a relação dos participantes que tenham cumprido a carga horária mínima estabelecida. Caso isto não ocorra no prazo estipulado, a organização ficará sujeita à punição pela CNA. Para auxiliar os Responsáveis pelo curso a cumprirem esta determinação a SBA criou este modelo. Modelo para o envio da: Lista de Participantes nos Eventos Creditados pela CNA. Seguir os seguintes passos: 1. Entrar no Portal da AMB e em seguida na CNA É possível entrar diretamente no site da CNA. 2. O segundo passo é a escolha do item- Modelo para envio do arquivo de participantes 3. Será aberto a seguinte página: Manutenção de Eventos e Atividades cadastradas ATENÇÃO: você está acessando uma área restrita a usuários autorizados o seu endereço mostrado no rodapé sera gravado em nosso servidor Usuário senha envia 4. É só digitar usuário e senha. Caso não possua esta senha, esta deverá ser obtida no item: Como credenciar Eventos Irá aparecer a seguinte frase: Para o preenchimento dos formulários é necessário que o responsável seja previamente cadastrado, se voce não for cadastrado clique aqui para se cadastrar 5. Estando na área restrita, irá aparecer no final da página: Download - Layout e modelo do arquivo para envio da listagem de participantes dos eventos 6. O modelo do arquivo é em excel. Depois de seguir as instruções e preencher o arquivo, enviá-lo para: Atenciosamente, Pedro Thadeu Galvão Vianna Representante da SBA na Câmara Técnica da CNA Anestesia em revista - março/abril,

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14 Carta ao Editor Sociedade Brasileira de Anestesiologia Peso e Massa Avaliando alguns trabalhos, inclusive meus, observei que estamos cometendo um erro primário no que diz respeito aos dados demográficos, quando nos referimos ao peso. Assim, gostaria de fazer alguns comentários e, ao final, uma sugestão: Massa Inercial Ao tentarmos modificar o estado inercial de qualquer corpo, este resistirá a esta modificação. A inércia é a propriedade da matéria relacionada com a tendência de um corpo permanecer em repouso ou em movimento uniforme. Massa é o termo usado para medir inércia. Quanto maior a massa (m) de um corpo menor será sua aceleração sob ação de uma força aplicada. Por exemplo: se determinada força atuando sobre um corpo de 3 kg provoca uma aceleração de 4 m/s², a mesma força, aplicada a uma massa de 6 kg provocará uma aceleração de 2 m/s². É importante assinalar que massa não pode ser confundida com peso. O peso de um corpo é igual a força da gravidade que atua sobre o corpo e varia com sua localização. Por outro lado, a massa de um corpo é sempre a mesma, qualquer que seja o lugar onde se encontre. Um corpo com massa de 10 kg na terra também terá massa de 10 kg na lua. Massa é uma propriedade inerente a um corpo e independe das vizinhanças do corpo e também do método adotado para medida, sendo uma grandeza escalar. Como a massa é uma grandeza que obedece as leis ordinárias da aritmé- tica, várias massas podem ser combinadas de maneira numérica simples. Peso A força exercida pela terra sobre um corpo é o peso do corpo (P). Essa força se direciona para o centro da terra. Quando um corpo em queda livre tem uma aceleração g dirigida para o centro da terra, ao aplicarmos a segunda lei de Newton, temos: P = mg Aceleração(a)= g( aceleração da gravidade) e F g (força gravitacional) = P(peso) Assim, sendo dependente de g, o peso varia com a localização geográfica. O peso, portanto, diferentemente da massa, não é uma propriedade inerente invariável de um corpo. Não é possível, por isso, confundir peso com massa. Por exemplo: uma bola de boliche com uma massa de 10 kg pesa 98 N(Newtons=kg.m/s²) na terra, mas pesaria apenas 17 N na lua. A massa é a mesma na terra e na lua, mas a aceleração de queda livre na lua é de apenas 1,7 m/s² e na terra 9,8 m/ s²(nível do mar-linha do equador). Sugestão: Que seja feita a correção para massa quando utilizamos o grama e múltiplos já que peso é uma medida de força(vetorial) e a sua grandeza é mensurada em N (Newtons), dina ou libra. Referências Associado SBA Dr. Rogean R Nunes - TSA/SBA* Halliday D, Resnick R, Walker J Fundamentos de Física, Volume 1, 6ª edição, Rio de Janeiro, LTC Editora,2002; Serway RA Física Para Cientistas e Engenheiros, Volume 1, 3ª Edição, Rio de Janeiro, LTC Editora, 1996; Nunes RR Peso e massa. Rev Bras Cir Cardiovasc, 2004; 19(3): 327. * Mestre em Cirurgia-FM-UFC Graduando em Engenharia Eletrônica Membro da Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica Chefe do Serviço de Anestesiologia do Hospital São Lucas Temos recebido dos Correios um grande número de devoluções de correspondências por motivo de mudança de endereço. Caso não esteja recebendo suas publicações, consulte a área reservada aos associados e confira no seu cadastro se existe devolução cadastrada. MANTENHA SEU CADASTRO ATUALIZADO Anestesia em revista - março/abril, 2006

15 Programação da 40 a JASB Jornada de Anestesiologia do Sudeste Brasileiro QUARTA-FEIRA - DIA 19/07/06 - SAVA QUINTA FEIRA DIA 20/07/06 WORKSHOP / SAVA - ABERTURA SALA A SALA B Via aérea difícil Verificação, testes e armadilhas do aparelho de anestesia Bloqueios Regionais Ventilação em anestesia - modos Raquianestesia: Ventilação em anestesia - Hipo - Iso - Hiper monitoração ECG para o anestesiologista Monitoração hemodinâmica SEXTA FEIRA DIA 21/07/06 SALA A SALA B Anestesia regional no paciente ambulatorial: Ecocardiografia transesofágica intraaplicações e considerações na alta operatória para o anestesiologista Anestesia ambulatorial no paciente pediátrico Isquemia miocárdica peri-operatória: diagnóstico e tratamento Anestesia no prematuro: dificuldades e soluções Reanimação cardiopulmonar Novas recomendações Transporte intra-hospitalar Arritmias e Anti-arritmicos Intubação brônquica - técnicas Inotrópicos e vasopressores Mesa Redonda Anestesia para Transplantes Anestesia para Cirurgia Bariátrica Transplante renal: (doador e receptor) Avaliação pré-operatória Transplante de fígado Hidratação e Fámacos Transplante de coração Controle da dor pós-operatória e RPA Transplante de pulmão Mesa Redonda Ventilação em Anestesia Proteção de Órgãos Ventilação monopulmonar: Controle da Ventilação Neurocirurgia Ventilação em anestesia pediátrica Renal Lesão pulmonar causada pelo ventilador Cardiovascular SÁBADO DIA 22/07/06 SALA A SALA B Controle da glicemia peri-operatória Fisiologia da dor Medicina sem Sangue: Os limites da transfusão Farmacologia no tratamento da dor Reposição volêmica (colóides cristalóides) Controle da dor pós-operatória no paciente adulto O risco do uso de ervas e suplementos dietéticos Controle da dor pós-operatória no paciente pediátrico Complicações peri-operatórias Analgesia pós-operatória de longa permanência Mesa Redonda Anestesia em Obstetrícia Adjuntos dos anestésicos locais nos bloqueios periféricos: - Qual e Quando usar? Anestesia na gestante para cirurgia não obstétrica Modalidades de tratamento da dor lombar Anestesia para cesariana - Bloqueio Epidural Dor neuropática: O que há de novo? Anestesia para cesariana - Raquianestesia Tratamento da dor no câncer Anestesia para cesariana Acupuntura - Bloqueio Epidural X Raquianestesia Mesa Redonda Segurança em Bloqueios Cefaléias Material de uso único Complicações no tratamento da dor Coagulação e anestesia regional Toxicidade dos anestésicos locais: os novos e os velhos -diagnóstico, prevenção e tratamento Anestesia em revista - março/abril,

16 Cooperativas - Novas Diretorias Sociedade Brasileira de Anestesiologia Presidente: Drª Maria Célia Ferreira da Costa Vice-presidente: Dr. José Renato Gomes Cabral 1º Tesoureiro: Dr. José Antonio de Freitas Netto 2º Tesoureiro: Dr. Francisco José Antunes de Brito Secretário Geral: Dr. Valdir Cavalcanti Rizzuto Presidente: Dr. João Carlos Machado Lisboa Dir. Financeiro: Dra. Rosângela Massuia de Amorim Dir. Secretário: Dra. Rita de Cássia M. Fonseca 1 Conselheiro: Dr. Teotônio Correia 2 Conselheiro: Dra. Marta Mª Cunha de Carvalho Presidente: Dr. Carlos Eduardo Aragão de Araujo Vice-Presiente: Dr. Danilo Gil de Menezes Secretário Geral: Dr. José Siquara Rocha Filho Primeiro Secretário: Dra. Lucia Pereira Nascimento Segundo Secretário: Dra. Maria Jucinalva Lima Costa Primeiro Tesoureiro: Dr. Roque José Arcanjo dos Santos Segundo Tesoureiro: Dra. Onsly Fernandes Canedo Biênio 2006/2008 Biênio 2006/2009 Bienio 2006/2009 Presidente: Dr. Cassiano Franco Bernardes Secretário: Dr. Marcos Aurélio Mattozo Berriel Tesoureiro: Dr. Paulo Antônio de Mattos Gouvêa Presidente Dr. Albertino Guedes Henrique Diretor-tesoureiro Dr. Antonio José Marquesi Chavantes Diretor Secretário Dr. José Antonio Costa 02 a 06/OUTUBRO/2006 Biênio 2006/2007 Biênio Congresso FASA 2006 La Paz - Bolívia O Comitê Organizador do IX Congresso Sulamericano de Anestesiologia - FASA/2006, através de seu Comitê Científico convida os colegas anestesiologistas brasileiros a participarem do Congresso da FASA, a realizar-se no período de 02 a 06 de outubro de 2006, no Hotel Radisson, na cidade de La Paz / Bolívia. INSCRIÇÕES até após 31/05/2006 Maio de 2006 Anestesiologistas afiliados $us $us Anestesiologistas não afiliados $us $us Médicos em geral não Anestesista $us $us Residentes $us 80.- $us 80.- Acompanhantes $us $us Dr. Jose Maria Ortiz Coordenador Geral IX Congresso Sulamericano de Sociedades de Anestesiologia Dr. Mauricio Duchen Presidente SBARD La Paz 16 - Anestesia em revista - março/abril, 2006

17 Artigo Científico Previsão de intubação e de ventilação difíceis Sociedade Brasileira de Anestesiologia E xistem situações associadas a dificuldade na intubação traqueal como trauma de vias aéreas ou face, instabilidade da coluna cervical, pequena abertura da boca, boca pequena, pescoço curto e musculoso, seqüelas de queimaduras, anormalidades congênitas, tumores, abcessos, trismo, história de intubação difícil, etc.. Entretanto, há pacientes nos quais a dificuldade não é tão óbvia mas a intubação poderá ser difícil, inesperada (se não foi prevista), eventualmente complicada por dificuldade de ventilação tornando a situação ainda mais dramática 1 e com maior possibilidade de aspiração pulmonar 2. Mallampati e col. 3 em 1985 mostraram que naqueles pacientes nos quais em posição sentada, boca totalmente aberta e língua totalmente protraída, não são visíveis a úvula e os pilares amigdalianos (mas apenas o palato mole), a intubação provavelmente será difícil ao contrário daqueles nos quais estas estruturas são facilmente visíveis. O observador deve estar de frente para o paciente e ao nível de seus olhos. Samsoon e Young 4 em 1987 propuseram 4 classes para o teste de Mallampati que estão na Figura 1: a) classe I palato mole, fauce, úvula e pilares visíveis; b) classe II palato mole, fauce e úvula visíveis; c) classe III - palato mole e base da úvula visíveis; d) classe IV - palato mole totalmente não visível. Ezri e col. conceituaram a classe zero no teste de Mallampati quando se visualizava qualquer parte da epiglote. A incidência foi de 1,18%, somente em pacientes do sexo feminino e a laringoscopia foi fácil 5. O Dr. Antonio V. Ortenzi* autor do presente texto relatou um caso no sexo masculino ilustrado na Figura 2 6. O índice de Wilson e col. 7 leva em conta peso (menor que 90 ou maior que 110 kg), movimento da cabeça e pescoço, movimento da mandíbula, retração ou não da mandíbula, dentes protrusos ou não. O índice de Arné e col. 8 considera prévio conhecimento de intubação difícil, patologias associadas com intubação difícil, sintomas clínicos de patologia de vias aéreas, distância entre os incisivos e luxação de mandíbula, movimento máximo de cabeça e pescoço, classe no teste de Mallampati. Se com a cabeça totalmente estendida, a distância entre o bordo inferior do mento e a proeminência da cartilagem tireóide, também chamada de espaço mandibular 9, 10, for menor que 6 cm (aproximadamente a largura de 3 dedos 9 ) ou a distância entre o bordo inferior do mento e o bordo superior do esterno, com a cabeça totalmente estendida e boca fechada, for de 12,5 cm ou menor 13, provavelmente a intubação será difícil. Classe I Classe II Classe III Classe IV Figura 1 - Classificação de Samsoon e Young para o teste de Mallampati Anestesia em revista - março/abril,

18 Figura 2 Mallampati 0 (neste caso, no sexo masculino) Lewis e col. 10 recomendam que a visualização das estruturas da orofaringe seja feita com fonação, ao contrário de outros autores, e a distância tireomentoniana seja medida entre a cartilagem tireóide e a parte interna do mento. O algoritmo de via aérea difícil da American Society of Anesthesiologists (ASA) começa com a avaliação pré-operatória e reconhecimento da via aérea difícil. A tabela 1 apresenta 11 exames pré-operatórios rotineiros e essenciais de via aérea e os achados não desejáveis. Esta avaliação não necessita de equipamento, é totalmente não invasiva e leva menos de um minuto para ser realizada. O exame focaliza inicialmente os dentes (itens 1 a 4), depois dentro da boca (itens 5 e 6), o espaço mandibular (itens 7 e 8) e, finalmente, o pescoço (itens 9 a 11) 9, 14. Nenhum destes 11 exames pode ser considerado infalível na previsão de intubação difícil e vários estudos mostram que quanto maior o número de exames, melhor será a previsão. Usualmente é a combinação/ integração dos achados que determina o índice de suspeição de dificuldade de via aérea; apenas ocasionalmente um achado isolado do exame da via aérea é tão anormal que, sozinho, resulta em diagnóstico de via aérea difícil. Além disto, a presença de uma situação patológica (neoplasia, infecção, sangramento, etc.) bem como de barba, mamas grandes e obesidade são importantes determinantes da dificuldade de intubação e ventilação sob máscara 9. Idealmente estes testes devem ter alto grau de sensibilidade (identificar os casos difíceis) e de especificidade (baixo índice de falsos positivos). Os testes aqui descritos foram estudados basicamente em adultos 11. Os pacientes pediátricos se apresentam em todos os tamanhos e, muitos deles, têm o tamanho de um adulto. Não há evidências que permitam extrapolar os achados em adultos para crianças de maior idade. A observação das estruturas da faringe durante o choro pode dar uma idéia do tamanho da língua 11. A previsão de intubação difícil deve ser realizada em todos os pacientes mesmo que a anestesia proposta não seja geral. Estes métodos de previsão são incapazes de detectar problemas intratorácicos das vias aéreas (estenose, compressão de traquéia) ou condições ocultas (cisto de epiglote). Langeron e col. identificaram cinco variáveis (presença de barba, índice de massa corporal maior que 26 Tabela 1 - Avaliação pré-anestésica das vias aéreas e achados não desejáveis (adaptada de Practice guidelines for the management of the difficult airway, 2003) PARÂMETRO ACHADOS NÃO DESEJÁVEIS 1) Comprimento dos incisivos superiores Relativamente longos 2) Relação entre incisivos maxilares e mandibulares Arcada superior protrusa (incisivos maxila durante o fechamento normal da mandíbula res anteriores aos mandibulares) 3) Relação entre incisivos maxilares e mandibulares Paciente não consegue trazer os incisivos durante protrusão voluntária da mandíbula mandibulares adiante (ou em frente) dos incisivos maxilares 4) Distância inter-incisivos Menor que 3 cm 5) Visibilidade da úvula Não visível quando a língua é protraída com o paciente em posição sentada (ex.: classe Mallampati maior que II) 6) Conformação do palato Altamente arqueado ou muito estreito 7) Complacência do espaço mandibular Firme, endurecido, ocupado por massa, ou não elástico 8) Distância tireo-mentoniana Menor que a largura de 3 dedos médios 9) Comprimento do pescoço Curto 10) Largura do pescoço Grosso 11) Extensão do movimento de cabeça e pescoço Paciente não consegue tocar a ponta do queixo no tórax, ou não consegue estender o pescoço 18 - Anestesia em revista - março/abril, 2006

19 kg/m 2, ausência de dentes, idade maior que 55 anos e história de ronco) que quando duas ou mais estiverem presentes provavelmente a ventilação sob máscara será difícil 15. Há evidências na literatura de que os pacientes obesos portadores de apnéia obstrutiva do sono são, em geral, mais difíceis de intubar 16. Na dúvida, sedar levemente o paciente e fazer a laringoscopia antes da indução e do relaxamento muscular. Referências: 1 - McIntyre JWR - The difficult tracheal intubation. Can J Anaesth, 1987; 34: Larson Jr CP - Evaluation of the patient and preoperative preparation, em: Barash PG, Cullen BF, Stoelting RK - Clinical Anesthesia, 2 nd Ed. Philadelphia, J B Lippincott, 1992; Mallampati SR, Gatt SP, Gugino LD et al - A clinical sign to predict difficult tracheal intubation. Can Anaesth Soc J, 1985; 32: Samsoon GLT, Young JRB - Difficult tracheal intubation: a retrospective study. Anaesthesia, 1987; 42: Ezri T; Warters RD, Szmuk P et al - The Incidence of Class Zero Airway and the Impact of Mallampati Score, Age, Sex, and Body Mass Index on Prediction of Laryngoscopy Grade. Anesth Analg, 2001; 93: Ortenzi AV, Cavalca AE Mallampati class zero in man: case report. CD-Rom 13 th World Congress of Anaesthesiologists. Paris, 2004:CD Wilson ME, Spiegelhalter D, Robertson JA et al - Predicting difficult intubation. Br J Anaesth, 1988; 61: Arné J, Descoins P, Fusciardi J et al Preoperative assessment for difficult intubation in general and ENT surgery: predictive value of a clinical multivariate risk index. Br J Anaesth, 1998; 80: Benumof JL The ASA difficult airway algorithm: new thougts/considerations. ASA Annual Refresher Course Lectures, 1999: Lewis M, Keramati S, Benumof JL et al - What is the best way to determine oropharyngeal classification and mandibular space length to predict difficult laryngoscopy? Anesthesiology, 1994; 81: Gregory GA, Riazi J - Classification and assessment of the difficult pediatric airway. Anesth Clin N Am, 1998; 16: Patil VU, Stehling LC, Zauder HL - Fiberoptic endoscopy in anesthesia. Year Book Medical Publishers, Chicago, Savva D - Prediction of difficult tracheal intubation. Br J Anaesth, 1994; 73: Practice guidelines for management of the difficult airway. Un update report by the American Society of Anesthesiologists Task Force on Management of the Difficult Airway. Anesthesiology, 2003; 98: Langeron O, Masso E, Huraux C et al - Prediction of difficult mask ventilation. Anesthesiology, 2000; 92: Benumof JL Obesity, sleep apnea, the airway, and anesthesia em Schwartz AJ ASA Refresher Courses, vol. 30. Philadelphia, Lippincott, 2002; chapter 3. * Professor Assistente Doutor, Coordenador do Ambulatório de Avaliação Pré-Anestésica - Departamento de Anestesiologia - Faculdade de Ciências Médicas - UNICAMP; Título Superior em Anestesiologia (TSA) SBA- AMB; Instrutor do Núcleo de Via Aérea Difícil SAESP; Certificado de Atuação na Área de Tratamento da Dor SBA-AMB; Título de Especialista em Acupuntura (TEAC) AMB-Colégio Médico de Acupuntura. Errata Anestesia em Revista 01/2006 No Anestesia em Revista no 01/ pág. 10 publicamos a composição da no Diretoria da SAEAL Esclarecemos que esta publicação foi equivocada, uma vez que na correspondência recebida pela secretaria da SBA, mencionava apenas a composição da Diretoria da SAEAL, informando que haveria eleição em outubro deste ano. Diante do exposto, desculpamo-nos pelo ocorrido e solicitamos desconsiderar tal publicação. Diretoria/SBA Associado SBA A SBA com o intuito de prestar ao associado serviços cada dia mais ágeis e eficientes, tem intensificado as comunicações via , de endereço exclusivo para divulgações - Não bloqueie este e- mail como SPAM. Sendo endereço exclusivo para envio de mensagens virtuais, não é verificado pela secretaria da SBA, assim sendo, não deve ser encaminhado nenhum tipo de mensagem como reply. Mantenha seu endereço eletrônico atualizado. Ele é sua maior fonte de informação. Anestesia em revista - março/abril,

20 Novos Membros Sociedade Brasileira de Anestesiologia ADJUNTO Antonio Gilson Sampaio Coelho Elisangela Faviana F.Sivieiro José Moraes Brito Nelio Pontes da Cunha Oswaldo Luis Galhardo Michelutti Rafael Augusto Mendes Rocha ASPIRANTE Alessandro Massayuki Fujita Alexandre Sturm Alfredo Guilherme Haack Couto Alynne Kelly Freitas Rodas Ana Claudia Souza Tagawa Ana Virgínia Tomaz Portella Andrea Coelho Magalhães Arnaldo Maia de Melo Augusto Zottis de Deus Vieira Bárbara Xavier Santos Bráulio Fortes Mesquita Bruno Henrique da Silva Bruno Lucena de Souza Pires Caio Alexandre de Souza Póca Pereira Caio Flavio Ramos Mercio de Martins Camila Alves de Andrade Camila de Carvalho Teixeira Camila de Figueiredo Nóbrega Camila Maria Lopes Ramos Cândida da Silva Viana Carla Kubiak Caroline Martinello Caroline Ribeiro Brandão Cinthia Christiane Vitorino Cintia Reina Grisan Tomal Cristiane de França Dantas Cristiano Garcia Gonçalves Cristiano Hiroshi Vieira Horiguchi Daniel Sergio de Melo Daniel Varoni Schneider Daniela Cristina Ikeda Daniela Maria Rosário Marques Danielle Cavalcanti Mesquita da Silva David Luiz Ramos Brandão Débora Assis Melo Diana Souza Canuto dos Anjos Diogo Folgoso Sasaki Diogo Pinheiro Sampaio Edson Rodrigues Júnior Eduardo Bianchini Fabiana Bezerra da Fonsêca Fabiano Tadashi Shiohara Fabio Branco da Costa Fábio de Souza Carvalho Fabio Goulart Maron Fabio Maciel Rosa Pereira Fábio Rocha Cargnin Fabíola Alves de Souza Leão Fabrícia Caovila Werneck Felipe Silveira Rodrigues Fernanda de Castro Rincon Fernanda dos Reis Meireles Fernanda Fonseca Rodrigues Fernanda Sztiler Fernando Arduini Flávia Florentino Pereira Flávia Vieira Sá Francisco Sidney Lopes Correia Gabriela Calado Xavier Gilson Pereira dos Santos Junior Gisela Magnus Giselli Santos Azevedo Graziela Flávia Xavier de Oliveira Graziele Dornellas Camargo Gustavo Antunes França Gustavo Bachtold Gustavo Bertoni de Toledo Gustavo Brandalise Lazzarotto Gustavo Hennemann Igor Lopes da Silva Ivan Sales Rolim Filho Jaime Garcia Pinto Janine Ribeiro Junqueira de Moraes Joana Barreto Pereira João Paulo Martinez Matos João Ricardo Pinho Martins José Cristóvão Ferreira José Daniel Braz Cardone José Ricardo Paz Juliana Arruda Godoy Santos Juliana Camila Gomes Siqueira Juliana Fonseca da Cunha e Mello Juliana Piechnik Laura Cristina Ely Zibétti Leandro Aurélio da Silva Santana Leandro Balthazar da S. Gomes Silva Leandro Bueno Mamari Leandro Ferreira Guimarães Leonardo Amaro Castelan Leonardo Gonzaga de A. dos Santos Leonardo Terrozo de Souza Letícia Ferreira de Souza Livia Helena Canno Lívia Pessanha da Silva Loreany Rubira dos Santos Luciano Partata Borges Lúcio Antonio Garcia Dias Luis Gustavo Manfredi Maiumy Balsan Marcelo Nardy de Avila Marcelo Pena Moreira de Oliveira Marcio Cardoso Pires Marcondes Rogério Pereira Marcos Grijó Pitangui Marcus Alcadipani Marcus Vinicius Anequini de A. Meyer Maurício Teixeira Martins da Costa Fo. Neise Apoliany Martins Núbia Campos de Faria Olívia Oliveira Ribeiro Guimarães Osvaldo Macedo Junior Paloma Rincón Tamanini Patrícia Teixeira da Silva Marçal Patrícia Wajnberg Gamermann Patrícia Zeni Diniz Patrick Dubugras Barone Paulo Edwalter Truvilho Giancoli Paulo Ricardo Rabello de Macedo Costa Rafael Batista Graça Rafael Frasson Pinheiro Rafael Leitão de Almeida da S. Pereira Rebeca Maria Bastos e Santos Ricardo Bittencourt Ricardo Borges Hueb Roberta Oricchio Begueldo Roberta Veloso Sobreira Roberto de Andrade Ferreira Rodolfo de Morais Araújo Rodrigo de Almeida Chinelli Rodrigo de Andrade Mattos Generoso Rodrigo Dias Suñé Rubens Cunha Tavares Sabrina Tiradentes Ferreira Selma Westphal Rodrigues Silvana Maria da Costa Albuquerque Silvio Antonio Fernandes Filho Simone de Andrade Curado Taveira Taísa Blum Lopes Tatiana SpivaK Thiago José Fernandes Thiago Marqus Tourinho Valesca Costa Guedes Víctor Rocha da Silva Araújo Vinicius Chauke Rezende Vinicius Montez Vianna Viviane Alves Teixeira Viviane Mello Brasil 20 - Anestesia em revista - março/abril, 2006

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