Boletim de informação e atualização da Sociedade Brasileira de Infectologia Ano III Nº 9 Janeiro/Fevereiro/Março de 2005

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1 sbi Boletim de informação e atualização da Sociedade Brasileira de Infectologia Ano III Nº 9 Janeiro/Fevereiro/Março de 2005 CAPACITAÇÃO SBI implanta Programa de Educação Continuada NESTA EDIÇÃO EDITORIAL SBI dará prioridade à capacitação profissional no ano de 2005 Pág. 2 ASociedade implantará no decorrer do mês de abril o site do Programa de Educação Continuada PEC, junto à página da internet da Sociedade. Trata-se de um ambiente destinado à permanente atualização e capacitação de médicos infectologistas e profissionais de saúde filiados à SBI. O PEC foi concebido para oferecer aos membros da instituição contato com os mais recentes avanços e descobertas em termos de diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças infecciosas. O PEC constitui-se em um espaço para o compartilhamento, entre todos os associados da SBI, das pesquisas e estudos científicos, consensos e diretrizes de tratamento, artigos e outros tipos de publicações, dentro das diversas patologias que integram o campo da Infectologia. Será possível, ainda, atualizar-se de forma dinâmica a partir de aulas e exposições ilustradas sobre diferentes temas, além de um espaço para o esclarecimento de dúvidas e troca de experiências e informações. O PEC está estruturado em áreas temáticas, que congregam as indicações de materiais para atualização e capacitação feitas pelos 16 Comitês Científicos da SBI. Uma das principais metas de uma sociedade científica é a valorização de seus integrantes. Um dos mecanismos para alcan- çar essa meta é buscar a participação ativa de profissionais de elevado nível científico nas ações de atualização em infectologia, avalia o Dr. Eduardo Medeiros, Coordenador Científico da SBI. Os Comitês Científicos são constituídos por sócios envolvidos nas linhas de pesquisa relacionadas ao O envolvimento nos programas de treinamento e de atualização em Infectologia e a participação nas decisões técnicas da diretoria da SBI estão entre os propósitos dos Comitês Científicos, criados pela atual gestão da Sociedade. HIV/AIDS Guido C. Levi INFECÇÃO HOSPITALAR Eduardo Medeiros BACTERIOLOGIA CLÍNICA Antonio Carlos C. Pignatari TUBERCULOSE E MICOBACTERIOSES Olavo Leite Munhoz HEPATITES VIRAIS Roberto Focaccia IMUNIZAÇÕES Marta Heloisa Lopes MICOLOGIA CLÍNICA Arnaldo Colombo HTLV Aluísio Segurado Comitê e que estarão, entre outras atribuições, encarregados de desenvolver atividades de educação continuada e reciclagem. Eles têm como missão apoiar a diretoria da SBI na realização de eventos, na produção de pareceres técnicos e diretrizes, na elaboração de programas de educação continuada, entre outras ações. Conheça os coordenadores dos comitês científicos Eles são constituídos por, no máximo, quatro sócios, que desenvolvem suas atividades na linha de pesquisa relacionada ao Comitê. A seguir, estão relacionados os nomes dos coordenadores de cada um dos 16 Comitês Científicos da SBI: ANTIMICROBIANOS Antônio Nicodemo DOENÇAS EMERGENTES Wellington Mendes PARASITOLOGIA CLÍNICA Vicente Amato Neto MEDICINA DOS VIAJANTES Sylvia Hinrichsen SEPSE / PACIENTE GRAVE Adão Machado INFECÇÕES EM TRANSPLANTES Mauro Salles BIOLOGIA MOLECULAR Celso Granato EPIDEMIOLOGIA CLÍNICA Marília Turchi ANTI-RETROVIRAIS SBI manifesta-se em relação à falta de medicamentos no país Pag. 3 SAÚDE PÚBLICA Infecção pelo HTLV terá atenção do Programa Nacional de DST/Aids Pág. 4 ESPAÇO MÉDICO Revalidação de título de especialistas Pág. 5 PUBLICAÇÕES Filiação de residentes à SBI Lançamento de livros Pág. 6 ATUALIZAÇÃO Congresso Brasileiro da SBI, Conferência da IAS, e outros eventos Pág. 7 ENTREVISTA Jarbas Barbosa da Silva Júnior, Secretário de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde Pág. 8

2 EDITORIAL Educação continuada é o carro-chefe da SBI O ano de 2005 está permitindo que a SBI dê passos marcantes, rumo ao fortalecimento da nossa entidade e da Infectologia. Assim, é com muita satisfação que lançamos em abril o Programa de Educação Continuada (PEC-SBI) on line, conectado ao nosso Portal na Internet. A partir da produção e seleção de conteúdo realizada pelos 16 Comitês Científicos da SBI iremos disponibilizar um vasto arsenal de informações e temas médico-científicos. Reforçamos, com a iniciativa, o compromisso assumido pela SBI de investir na capacitação dos infectologistas, considerando o aumento da velocidade de renovação do conhecimento e as dificuldades de acesso de todos os colegas aos cursos, congressos, e publicações. Uma das metas da SBI é possibilitar, cada vez mais, a reciclagem profissional de alta qualidade, sem que os médicos tenham necessariamente que sair do seu consultório, hospital ou residência. O PEC-SBI antecipa-se como instrumento que será útil à nova realidade acerca dos títulos de especialistas, que passarão a ser revalidados a cada cinco anos, conforme resolução do Conselho Federal de Medicina. Cursos à distância, aulas virtuais e provas teóricas on line, são algumas das possibilidades a serem implementadas, visando a certificação periódica. Com o mesmo propósito de promover a capacitação, em breve, a Biblioteca Virtual do site da SBI disponibilizará assinaturas de revistas renomadas, normalmente fechadas para não assinantes, mas que estarão abertas gratuitamente para os sócios da SBI, uma vez que efetuamos a assinatura coletiva. 2 - Boletim SBI Ressalta-se que este ano será especialmente relevante para a Infectologia brasileira. A Conferência de Aids da International Aids Society (IAS), da qual a SBI participa da organização em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro e o Programa Nacional de DST/Aids trará, em julho, ao Rio de Janeiro mais de pesquisadores e profissionais do mundo inteiro. Quanto ao Congresso Brasileiro de Infectologia, que acontecerá em novembro de 2005, em Belo Horizonte/MG, destacamos a particularidade de coincidir com o ano em que a SBI completa 25 anos. Assim, além das jornadas científicas, esperamos que ocorra um grande encontro marcado pela confraternização e valorização da nossa Sociedade. Outra meta da SBI que vem sendo implementada com muitos resultados positivos é a atuação junto aos órgãos governamentais na construção de políticas públicas de saúde. Neste sentido, reforçamos nossa parceria com o Programa Nacional de DST/Aids: a SBI estará à frente da organização de Oficinas de Manejo Clínico do Tratamento em HIV/Aids, em nível básico e avançado, nas diversas regiões do país, a começar pelo Norte-Nordeste. Esse compromisso de compartilhar nosso conhecimento técnicocientífico estende-se à realização, com a participação efetiva do Comitê de Hepatites Virais da SBI, das Oficinas de Manejo Clínico voltadas para Hepatites B e C, com ênfase nos co-infectados, em São Paulo e em nível nacional. Mas o ano de 2005 não ficará marcado somente por boas notícias. O recente desabastecimento de medicamentos anti-retrovirais levou a SBI a posicionar-se firmemente. Ao mesmo tempo em que reconhecemos os esforços e avanços que alçaram a política brasileira de combate à Aids à condição de programa exemplar para os países em desenvolvimento, chamamos a atenção do Exmo. Sr. Ministro da Saúde de que a falta de medicamentos e a interrupção de tratamentos podem colocar em risco a saúde e a vida de centenas de pacientes. Na condição de membro da Comissão Nacional de Aids, a SBI também aderiu, juntamente com outras 25 instituições, ao documento enviado ao Presidente da República, solicitando todas as providências para que a falta de anti-retrovirais não volte a ocorrer. Apontamos que os investimentos em pesquisa científica e tecnológica no setor farmacêutico e a emissão da licença compulsória, prevista em lei, são algumas das medidas concretas para chegarmos a uma solução mais duradoura. João Silva de Mendonça Presidente Boletim de informação e atualização da Sociedade Brasileira de Infectologia Filiada à AMB CONSELHO EDITORIAL DIRETORIA Presidente João Silva de Mendonça Vice-Presidente Denise Vantil Marangoni 1º Secretário Juvencio José Duailibe Furtado 2º Secretário Érico Antônio Gomes de Arruda 1º Tesoureiro Roberto Márcio da Costa Florim 2º Tesoureiro Flávio de Queiroz Telles Filho Coordenadores Divulgação: Thaís Guimarães Informática: Vera M. C. de Moraes Científico: Eduardo A. S. Medeiros PRESIDÊNCIA DAS SOCIEDADES FEDERADAS DE INFECTOLOGIA Raquel Guimarães (AL), Eucides Batista da Silva (AM), Fernando Sérgio da Silva Badaró (BA), Anastácio Queiroz de Sousa (CE), Eliana Lima Bicudo dos Santos (DF), Carlos Urbano Gonçalves Ferreira Jr. (ES), Luiz Antônio Zanini (GO), Graça Viana (MA), Antonio Carlos de C. Toledo Jr. (MG), Andréa de Siqueira C. Lindenberg (MS), Raimundo Nonato Q. Leão (PA), Francisco Orniudo Fernandes (PB), Martha Maria Romeiro (PE), Kelsen Dantas Eulálio (PI), Alceu Fontana Pacheco Júnior (PR), Ralph Antonio Xavier Ferreira (RJ), Kleber Giovanni Luz (RN), André Luis de Freitas Alves (RO), Paulo Renato P. Behar (RS), Silvia Cristina de C. Flores (SC), Angela Maria da Silva (SE), Hamilton Antonio Bonilha de Moraes (SP), Hertz Ward de Oliveira (TO). SUGESTÕES Sociedade Brasileira de Infectologia R. Domingos de Moraes, 1061 cj. 114 CEP São Paulo - SP Tel/Fax (11) / Editores: Mário Scheffer e Fernando Fulanetti (MTb ) Arte e diagramação: José Humberto de S. Santos Secretaria: Givalda Guanás Visite nosso Portal na Internet Janeiro/Fevereiro/Março de 2005

3 HIV/AIDS SBI marca posição contra a falta de medicamentos anti-hiv Carta do Presidente da SBI, João Silva de Mendonça, ao Ministro da Saúde Humberto Costa, marca posição da instituição diante do desabastecimento de medicamentos antiretrovirais para o tratamento do HIV/ Aids. No documento, Mendonça aler- São Paulo, 18 de março de Excelentíssimo Sr. Dr. Humberto Costa M.D. Ministro da Saúde C/c Sr. Dr. Pedro Chequer M.D. Coordenador Programa Nacional de DST/Aids Muito prezado Sr. Ministro, O programa nacional de AIDS, pela sua elevada qualificação, tem sido internacionalmente reconhecido como exemplar, constituindo assim motivo de orgulho para todos os brasileiros. Ainda recentemente, foi anunciada a breve disponibilização de valiosas ações assistenciais adicionais, tais como os procedimentos para correção estética das lipodistrofias e a fertilização in vitro para casais discordantes, visando ampliar e qualificar ainda mais o programa. Em contradição a isto, no entanto, passamos a enfrentar nas últimas semanas séria crise de desabastecimento de vários medicamentos antiretrovirais, alguns dos quais entre os mais utilizados pelos pacientes brasileiros. Desnecessário dizer, a falta dos mesmos traz consigo enorme e preocupante gravidade potencial. Na atualidade, é opinião largamente predominante entre os especialistas que a interrupção do tratamento, mesmo que transitória, apenas venha a ocorrer dentro de protocolos de investigação clínica e com monitorização cuidadosa, não configurando assim uma rotina assistencial. Acresce ainda que complexos aspectos farmacocinéticos, em particular dos medicamentos da classe dos ITRNNs (também dos mais empregados entre nós), exigem conhecimentos técnicos que venham a minimizar os riscos de emergência de resistência, quando da interrupção do esquema tríplice de tratamento. Em vista do anteriormente exposto, a Sociedade Brasileira de Infectologia, que congrega especialistas da área por todo o território nacional, e que de forma ativa e solidária, colabora para a implantação cuidadosa do nosso programa de terapia anti-retroviral, vem à presença de V.Excia. encarecer que sejam envidados os maiores esforços cabíveis para a correção desta temerária situação, como também para a prevenção de episódios semelhantes no futuro, capazes de causar sérios prejuízos para a saúde de nossos pacientes e para a credibilidade do PN-DST/Aids, tão merecedor de elogios e um dos maiores sucessos da saúde pública brasileira. Finalmente, receba Sr. Ministro os nossos melhores votos de consideração. Atenciosamente, Dr. João Silva de Mendonça Presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia ta para os riscos que a interrupção da terapia pode causar aos pacientes, destacando que o Ministério deve fazer os esforços necessários para a normalização da situação e para que seja evitada a sua repetição. Conheça, a seguir, a íntegra do carta: CARTA DA SBI AO MINISTRO DA SAÚDE Documento da CNAids cobra solução duradoura e eficiente Com a assinatura da SBI, entre outras 26 instituições, foi encaminhada pela Comissão Nacional de Aids (CNAids) ao Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, solicitação de que providências adequadas sejam tomadas para a regularização do abastecimento dos antiretrovirais contra o HIV/Aids. Na carta ao presidente, a Comissão alerta para a possibilidade de que novos desabastecimentos possam ocorrer, sugerindo que o Brasil busque a auto-suficiência na pro- A Sua Excelência O Senhor Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Brasília, DF, 16 de fevereiro de 2005 Senhor Presidente, Ao tempo em que o cumprimentamos cordialmente, submetemos a elevada consideração de Vossa Excelência a nossa enorme preocupação e perplexidade com o desabastecimento de medicamentos essenciais de combate a AIDS fornecidos pelo Governo Federal. A garantia de acesso aos medicamentos é um direito constitucional e está assegurado pela Lei 9.313/96. A persistência dessa situação resultará em perda de vidas humanas, além de imensuráveis danos à saúde dos pacientes, acarretando ainda elevação dos gastos públicos com aumento das internações hospitalares, das demandas por benefícios previdenciários e perda de horas de trabalho. Ressaltamos que o Brasil tem sido reconhecido e premiado internacionalmente por suas ações de promoção, atenção, assistência e reabilitação das pessoas portadores de HIV/AIDS, sendo, inclusive, signatário das Metas do Milênio. Finalmente, reivindicamos a implementação imediata de medidas eficazes com finalidade de assegurar o abastecimento. Alertamos que mesmo vencida a atual crise, novos desabastecimentos são previsíveis até que o Brasil atinja a auto-suficiência na produção verticalizada de medicamentos anti-retrovirais, hoje limitada a sete itens de um total de dezessete. Investimentos em pesquisa científica e tecnológica no setor farmacêutico e emissão da licença compulsória, prevista em Lei, são medidas concretas no caminho para uma solução duradoura e eficiente. Certos da pronta anuência de Vossa Excelência à nossa preocupação, Atenciosamente, Comissão Nacional de AIDS - CNAIDS dução de medicamentos antiretrovirais. Investimentos em pesquisa científica e tecnológica no setor farmacêutico e emissão da licença compulsória, prevista em Lei, são medidas concretas no caminho para uma solução duradoura e eficiente, assinala a Comissão. O documento foi elaborado em 16 de fevereiro, com a participação do Dr. Juvencio José Dualibe Furtado, representante da Diretoria da SBI na CNAids. Veja a íntegra da carta a seguir: Janeiro/Fevereiro/Março de 2005 Boletim SBI - 3

4 SAÚDE PÚBLICA Infecção pelo HTLV exige maior atenção do Ministério da Saúde A Mesa de abertura do 8º Simpósio sobre HTLV s infecções causadas pelos vírus linfotrópicos de células T humanas dos tipos I (HTLV-I) e II (HTLV-II) representam importante problema de saúde pública em nosso país. Esses vírus podem ser transmitidos pela via sexual, pelo aleitamento materno prolongado, pelo compartilhamento de agulhas e seringas e pela transfusão de sangue. Embora a maioria dos indivíduos infectados não apresente sintomas, uma parcela dos portadores de HTLV-I pode no futuro desenvolver quadros neurológicos degenerativos ou mesmo manifestar alterações sangüíneas como leucemia ou linfoma. As questões relacionadas à transmissão desses agentes virais, suas manifestações clínicas, bem como as estratégias de prevenção e controle da disseminação dessas infecções e o cuidado com os portadores foram objeto de discussão de especialistas do país e convidados do exterior presentes ao 8 o Simpósio Internacional sobre HTLV no Brasil. O evento, promovido pelo Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP, ocorreu em São Paulo no mês de janeiro, e teve entre as instituições apoiadoras a SBI. Para o especialista em HTLV e presidente do congresso, Dr. Aluisio Contrim Segurado, há um desconhecimento geral da população como um todo e mesmo da comunidade da saúde, e espantosamente, até de médicos, sobre o assunto. E mesmo na Infectologia, num ambiente de especialistas, ainda há muita desinformação. Segundo ele, é grande a confusão que se faz entre a infecção pelo HTLV e o HIV, embora existam semelhanças quanto às vias de transmissão. Diferentemente do HIV, em geral 95% ou mais das pessoas infectadas pelo HTLV têm uma infecção assintomática. Elas vão viver a vida toda com esse vírus e nunca vão ter doença nenhuma, afirma. Dois retrovírus Esta infecção pode ser causada por dois vírus: HTLV-1 e HTLV-2. Os 5% de portadores que vão desenvolver a doença estão quase que totalmente concentrados no HTLV-1. São raríssimos os casos de doenças associadas ao HTLV-2 que já foram descritos até hoje no mundo inteiro, informa Segurado. Segundo ele, um dos grandes problemas é que, embora não cause a doença, o portador do vírus pode estar transmitindo para outras pessoas. Muitos adquiriram o HTLV por transfusão de sangue no Brasil antes de 1993, quando não havia obrigatoriedade de testagem nos doadores e bancos de sangue. Outro sério problema desta infecção é que, embora raramente cause doença, quando ocorrem elas são em geral bastante sérias. Uma delas é a uma neoplasia hematológica que pode aparecer sob a forma de leucemia ou linfoma. A outra é uma patologia neurológica, degenerativa, que leva o paciente a uma fraqueza motora, principalmente dos membros inferiores, podendo causar algum grau de paralisia. Não podemos mascarar o problema. Porque se a pessoa tem o vírus e não sabe, ela pode transmitir para outras pessoas e a propagação da infecção persiste. E caso venha a aparecer uma doença, ela pode ser relativamente grave, alerta Segurado. As estimativas de prevalência da infecção são baseadas principalmente em inquéritos feitos em bancos de sangue. Elas variam em todo o Brasil, sendo mais elevadas na região nordeste. No Estado em São Paulo, está na faixa de 0,2% (2 em cada doadores). Na Bahia, esse índice pode chegar a mais de 1%. Na opinião de Segurado, um inquérito baseado apenas em doadores de sangue não traduz o que está acontecendo na população. Na opinião de Segurado, se fosse feito um inquérito na população, é provável que se obtenha números mais altos do que esses. Embora a prevalência de 0,2% pareça baixa, ela é cerca de 50 vezes maior do que a observada na Europa e nos EUA. O Brasil é considerado uma região endêmica dessa infecção, afirma. O sul do Japão, a região central da África, o Caribe e o norte da América do Sul são as regiões onde se concentram as prevalências mais altas no mundo. Estratégias de prevenção A testagem dos doadores de sangue é uma das principais estratégias para impedir a disseminação do vírus. Ela já obrigatória no país desde Na opinião de Segurado, seria importante uma política de Divulgação prevenção em todos os usuários de drogas injetáveis, algo como redução de danos, por exemplo. A estratégia para evitar a transmissão sexual é as pessoas usarem medidas de barreira, sexo seguro. Ações de prevenção feitas para barrar a transmissão do HIV via compartilhamento de seringas e por contágio sexual acabam, de certa forma, prevenindo a disseminação do HTLV. Mas ele faz ressalvas: se o sexo seguro tivesse sido absorvido pela população como uma precaução universal, isso estaria contemplado, mas não é bem assim. Para Segurado, a grande diferença com o HIV é que os profissionais de saúde e médicos não estão adequadamente preparados para lidar com esse problema. No contexto dos retrovírus, o HIV monopolizou as atenções de todo mundo, e o HTLV ficou para trás. Será que ele está sendo incluído nos currículos médicos, na formação dos especialistas? Na verdade, também não chamou a atenção dos gestores de saúde, pelo menos como deveria. No simpósio, o Programa Nacional de DST/Aids assumiu o compromisso de estabelecer uma política nacional de manejo de HTLV. Segundo Segurado, na última mesa-redonda do evento, a Dra. Denise Arakaki, do Ministério da Saúde, apresentou as metas do programa em relação ao HTLV. Uma delas será a ampliação de centros de referência em todo o país que vão acolher os portadores do HTLV. Também serão padronizados os testes diagnósticos e as condutas terapêuticas para tratar os portadores no SUS. Essas seriam talvez as três principais medidas prometidas para esse ano de E nós vamos ficar vigilantes quanto ao cumprimento, afirma Segurado. Leia mais no site da SBI 4 - Boletim SBI Janeiro/Fevereiro/Março de 2005

5 ESPAÇO MÉDICO Especialistas terão que revalidar títulos a cada cinco anos Em 31 de março de 2005, o Conselho Científico da Associação Médica Brasileira (AMB) aprovou as normas de regulamentação para revalidação de Títulos de Especialista e Certificados de Área de Atuação. Publicada no dia 14 de dezembro de 2004, a Resolução nº 1755/04 do Conselho Federal de Medicina instituiu o processo de revalidação. A exigência entra em vigor em 2005 e os profissionais deverão passar pelo processo a cada cinco anos. As normas aprovadas foram colocadas em consulta pública nos sites da AMB e do CFM na primeira semana de abril. Em maio serão consolidadas as contribuições recebidas, e em junho está prevista a publicação da resolução com a regulamentação definitiva sobre o assunto. O mês de setembro será a data limite para que as Sociedades de Especialidade enviem, para análise da Comissão Nacional de Acreditação, as atividades para pontuação de créditos a partir do próximo ano. Em janeiro de 2006 terão Já está no ar, no site da AMB, a consulta pública para envio de sugestões. Em relação aos créditos necessários à revalidação, a proposta é que cheguem a 100, a serem acumulados ao longo de cinco anos. Caso não acumule os 100 pontos, o especialista terá a opção de realizar uma nova prova para Revalidação do Título. Dentre as atividades que serão consideradas para pontuação, destaca-se a freqüência em congressos, jornadas e simpósios na especialidade, que podem variar de 5 a 20 pontos por evento. Os programas de educação à distância serão pontuados por ciclo, mas a pontuação de cada curso dependerá de avaliação prévia. As publicações científicas valerão de 5 pontos (arti- início as atividades de acumulação de créditos. A Comissão composta por três representantes da AMB e três do CFM deverá coordenar todo o processo de revalidação junto às sociedades de especialidades. O processo de revalidação deverá ser feito por um sistema de acumulação de créditos, ao longo de cinco anos, como por exemplo a participação em congressos, cursos, publicação de trabalhos, entre outros. As formas de avaliação podem variar de acordo com a especialidade, pois algumas desenvolvem mais uma atividade do que outras, destaca Fábio Jatene, diretor científico da AMB e membro da comissão. O principal objetivo da medida é a atualização do médico, completou. Segundo Jatene, cerca de um terço das sociedades de especialidades já fazem a revalidação dos títulos, mas cada uma à sua maneira. Gostaríamos que o processo atingisse todas as sociedades de forma homogênea e com critérios mínimos. O objetivo é criar a consciên- Abril/05 Maio/05 Junho/05 Até 30/set/05 01/jan/06 31/mar/06 Consulta pública cia de que a revalidação é fundamental. A atualização é uma necessidade e o conhecimento novo deve ser buscado por todos. O fato de o médico estar na atividade há mais tempo não significa que ele não precisa se atualizar, afirma o integrante da comissão. A revalidação periódica dos títulos vem sendo exigida cada vez mais no mundo, em função do ritmo dos avanços científicos que demandam a atualização constante do médico. É uma tendência mundial que está mais fundamentada nos países anglo-saxônicos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, afirma o cardiologista e conselheiro do Cremesp, Bráulio Luna Filho. Segundo ele, na maioria dos países o tempo médio para revalidação é de cinco anos, baseado também na comprovação de freqüência em cursos e congressos, por meio da análise de uma carga horária mínima de atividade teórica. Em algumas especialidades, os médicos são submetidos à prova prática. Consulta pública gos de relatos de casos) a 20 pontos (artigos originais em revistas indexadas). Também valerão pontos a participação como conferencista (mesaredonda, colóquios, simpósios, cursos, aulas etc.) e apresentação de temas livres em congressos; a atuação como membro de banca examinadora, em residência médica, estágio, mestrado, doutorado, livre docência e concurso para professor titular; títulos acadêmicos na Especialidade; atuação como coordenadorde programa de Residência Médica e Preceptor oficial de Programa de Residência Médica; atividades de assessoria e consultoria (Ministério da Saúde, fontes financiadoras, câmaras técnicas etc.). CRONOGRAMA PARA IMPLANTAÇÃO Consolidação das contribuições recebidas Publicação de resolução com a regulamentação definitiva Data limite para envio de atividades para análise da CNA para créditos a partir de 2006 Início das atividades de acumulação de créditos. Data limite para envio de atividades para análise da CNA, para créditos no 2º semestre de Nova regra para diplomas estrangeiros O Conselho Nacional de Educação (CNE) irá modificar a regra de revalidação de diplomas de cursos de pós-graduação realizados por meio de convênios entre instituições brasileiras e estrangeiras. A portaria permitirá que essa revalidação volte a ser feita por qualquer universidade brasileira com curso de mestrado na área, reconhecido pelo sistema educacional. A novidade é que deverá haver uma nova defesa da tese ou dissertação que originou o título. Atualmente, há cerca de 10 mil casos de brasileiros com diplomas estrangeiros que não obtiveram reconhecimento. Mobilização derrubou MP 232 O Plenário da Câmara dos Deputados decidiu sepultar a Medida Provisória 232/04, que corrige a tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e aumenta tributos dos prestadores de serviços. Os médicos que atuam por meio de pessoa jurídica seriam diretamente afetados. De cada nota fiscal de R$ 1.000,00 seriam pagos R$ 392,00 de impostos. A SBI esteve ao lado das entidades médicas nacionais na mobilização pela derrubada da MP 232. Em defesa da lei da CBHPM Continua tramitando em regime de urgência na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 3.466/ 04, de autoria do deputado Inocêncio Oliveira (PFL-PE), que referencia a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) no sistema suplementar de saúde em âmbito nacional. Para enviar mensagem aos deputados, pela aprovação, acesse o site A quarta edição da CBHPM deve ser publicada em junho de 2005, já com alterações solicitadas por diversas especialidades médicas. Janeiro/Fevereiro/Março de 2005 Boletim SBI - 5

6 PUBLICAÇÕES Médicos com até três anos de formação têm desconto para filiação à SBI A s alterações no Estatuto da SBI, que entraram em vigor em dezembro de 2004, prevêem novas categorias de associados, além das quatro já existentes fundadores, efetivos, participantes e beneméritos. A partir de agora, há mais duas possibilidades de filiação à Sociedade: os membros honorários e os aspirantes, cujos deveres fundamentais serão os mesmos dos associados. A categoria de membros aspirantes destina-se aos médicos Doenças infecciosas Este livro está estruturado em 160 capítulos e conta ainda com 11 artigos especiais redigidos de forma objetiva, enfocando aspectos relevantes das doenças infecciosas e parasitárias, com ênfase em situações práticas vividas no dia-a-dia. É dirigida ao estudante de Medicina e ao residente, bem como ao médico da linha de frente. Rotinas de Diagnóstico e Tratamento das Doenças Infecciosas e Parasitárias Walter Tavares Luiz Alberto Carneiro Marinho Editora Atheneu, páginas Inform.: com menos de três anos de formados e que estejam realizando formação em infectologia, seja por estágio, residência ou curso de pós-graduação (mestrado ou doutorado na área). Eles poderão permanecer nesta condição pelo prazo máximo de cinco anos, devendo passar a associado efetivo ou participante, de acordo com a qualificação obtida e mediante indicação da Diretoria da Federada correspondente ou da Diretoria da SBI. Os membros aspirantes con- Resistência bacteriana De autoria de Flávia Rossi e Denise B. Andreazzi, a obra aborda o uso racional de antibióticos, uma das metas definidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para o século XXI. Vinculadas ao Laboratório de Microbiologia Clínica do Hospital das Clínicas da FMUSP, as autoras realizam uma ampla revisão bibliográfica, aliada a comentários de uma vivência profissional de 15 anos. Resistência Bacteriana: Interpretando o Antibiograma Flávia Rossi e Denise Andreazzi Editora Atheneu, 2005 Informações: (11) , ou tribuem, nos três primeiros anos de filiação, com taxa anual correspondente a 30% do valor da anuidade paga pelos associados, e de 50% nos dois anos subseqüentes. As propostas para admissão de membros aspirantes deverão ser encaminhadas à Diretoria, acompanhadas da qualificação e títulos dos candidatos. Desde que estejam em situação regular com as obrigações perante a SBI, terão todos os direitos dos associados, com exceção ao de participar das eleições internas. Publicações recentes em Infectologia Biossegurança Esta publicação interessa a todos os profissionais envolvidos no dia-a-dia de um hospital. Além do atendimento ao público, cabe às instituições hospitalares proteger seus funcionários, racionalizar custos e manter uma qualidade de excelência em suas atividades. O livro reúne a extensa experiência profissional e acadêmica da autora nesta área. Biossegurança e Controle de Infecções: Risco Sanitário Hospitalar Sylvia Lemos Hinrichsen Editora Medsi, 2004, 896 páginas Informações: (21) ou Revista BJID da SBI tem novo editor O Dr. Anastácio de Queiroz Sousa foi indicado para o cargo de Editor-chefe do Brazilian Journal of Infectious Diseases, publicação de caráter científico da Sociedade Brasileira de Infectologia. A nomeação foi oficializada pelo presidente da SBI, João Silva de Mendonça em 25 de janeiro, a partir de decisões da reunião do Conselho Diretor realizada em 11 de outubro de 2004 e de posterior consulta realizada aos membros do atual Conselho Deliberativo. Durante o primeiro semestre deste ano, o atual Editor-chefe Dr. Roberto Badaró permanecerá no cargo, procedendo à transição das atividades pertinentes à publicação para o Dr. Anastácio, que assumirá o cargo em definitivo no início de julho. Com periodicidade bimestral, o The Brazilian Journal of Infectious Diseases foi criado com o intuito de fornecer à comunidade científica brasileira um veículo para a publicação e ampla disseminação das pesquisas realizadas nesse campo do conhecimento. Os artigos publicados pelo BJID devem ser relevantes em todos os aspectos da microbiologia, infectologia e resposta imunológica aos agentes infecciosos. Projeto Diretrizes terá novos protocolos O terceiro volume impresso do Projeto Diretrizes, que reúne protocolos clínicos e consensos terapêuticos, estava previsto para ser lançado no dia 28 de abril, em Brasília, durante o Fórum Diretrizes Clínicas e o Sistema de Saúde no Brasil, organizado pelo Conselho Federal de Medicina, Associação Médica Brasileira e Ministério da Saúde. O Projeto alcançará a marca de 120 protocolos impressos, total que deve ser ampliado em 2005, de acordo com o convênio entre a AMB e o CFM. 6 - Boletim SBI Janeiro/Fevereiro/Março de 2005

7 ATUALIZAÇÃO Congresso Brasileiro da SBI será em novembro, em BH De 26 a 30 de novembro de 2005, Belo Horizonte irá sediar o 14º Congresso Brasileiro de Infectologia, presidido pelo Prof. Antonio Carlos C. Toledo Jr., também presidente da Sociedade Mineira de Infectologia. A Comissão Científica Consultiva, presidida pelo Prof. Dirceu Bartolomeu Greco e formada por 54 profissionais de 40 instituições nacionais e internacionais, já definiu a programação prévia. Serão 80 sessões científicas: 11 conferências, 8 cursos pré-congressos, 36 mesas-redondas, 7 sessões interativas, 18 miniconferências e 18 apresentações de temas livres. FIQUE ATENTO ÀS DATAS: Dentre as novidades do Congresso estão as sessões interativas, associação entre apresentação de temas livres, miniconferências e inscrição de trabalhos científicos por área. Para maiores informações, acessar 5/03/2005 a 15/09/2005 Inscrição de trabalhos científicos 15/03/2005 a 15/10/2005 Pré-inscrições no Congresso e nos Cursos Pré-Congresso Até 31/10/2005 Divulgação dos trabalhos selecionados 26/11/2005 Cursos Pré-Congresso 26/11/2005 Abertura solene 27/11/2005 Assembléia Geral da Sociedade Brasileira de Infectologia Conferência da IAS recebe mais de trabalhos A 3ª Conferência sobre Patologia e Tratamento do HIV da IAS, que acontecerá no Rio de Janeiro, de 24 a 27 de julho de 2005, já recebeu a inscrição de trabalhos, 10% a mais que na Conferência anterior ocorrida em Paris, em 2003, quando reuniu participantes de 169 países. Realização da International Aids Society (IAS) em parceria com a SBI Sociedade Brasileira de Infectologia, a Universidade Federal do Rio de Janeiro e o Programa Nacional de DST/Aids, a conferência representará uma oportunidade para pesquisadores e profissionais compartilharem e discutirem os mais recentes avanços em pesquisas, tratamento e prevenção do HIV/Aids. O conteúdo e a programação do evento, que tem os infectologistas Celso Ramos, representando a SBI, e Mauro Schechter, da UFRJ, como copresidentes, já estão disponíveis no site org. Simpósio discute pesquisa em Aids Colaborar com o desenvolvimento da pesquisa em HIV/Aids no país e dar continuidade aos avanços alcançados nessa área a partir das edições anteriores do evento, são os objetivos do VI Simpósio Brasileiro de Pesquisa em HIV/Aids, que acontece entre 28 de abril e 1º de maio em Ouro Preto, Minas Gerais. Os simpósios anteriores incentivaram a formação de novos grupos de pesquisa e facilitaram colaborações nacionais e internacionais com os propósitos do evento. Entre os principais temas em discussão incluem-se os avanços nas pesquisas de vacinas anti-hiv, as novidades em termos de prevenção e do tratamento anti-retroviral, bem como os estudos voltados à caracterização das cepas virais existentes no Brasil. O formato da programação científica, com temas de amplo interesse, favorece a participação de profissionais de diferentes áreas de pesquisa. Estão previstas conferências, mesas-redondas, apresentação de temas livres e painéis. Além da participação de pesquisadores brasileiros, estarão presentes especialistas dos EUA e Europa. Informações: EVENTOS 23 e 24/04 IV Simpósio Internacional de Infectologia em Otorrinopediatria da IAPO Sociedade de Pediatria de São Paulo Tel. (11) / e 14/05 II Fórum Internacional de Sepse Hotel Golden Tulip, São Paulo/SP Tel. (11) a 11/06 XIV International HIV Drug Resistance Workshop Basic Principles & Clinical Implications Quebec, Canadá 22 a 25/06 3rd International Symposium on Intensive Care and Emergency Medicine for Latin America. Hotel Transamérica São Paulo/SP 24 a 27/07 3th IAS Conference on HIV on Pathogenesis and Treatment Rio de Janeiro - RJ 26 a 31/08 9º Congresso Internacional de Terapia Intensiva Buenos Aires, Argentina 21 a 24/09 45th ICAAC New Orleans, Louisiana/EUA 25 a 28/09 10º Simpósio Internacional sobre Esquistossomose Belo Horizonte / MG 06/10 a 09/10 43rd Annual Meeting da Infectious Diseases Society of America (IDSA) San Francisco, EUA 26 a 30/11 14º Congresso Brasileiro de Infectologia Minascentro - Belo Horizonte - MG Organização: Suporte Eventos Telefone: (31) Janeiro/Fevereiro/Março de 2005 Boletim SBI - 7

8 ENTREVISTA Vamos investigar os casos de novas doenças em 24 horas O médico, epidemiologista e Secretário de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde Jarbas Barbosa da Silva Júnior falou ao Boletim da SBI sobre os desafios no controle das doenças emergentes, o desabastecimento de antiretrovirais, o combate à dengue e às hepatites virais. SBI - Quais são hoje os principais desafios epidemiológicos do país? Jarbas Barbosa: Continuar a manter programas, como os da tuberculose e hanseníase, e enfrentar as doenças emergentes. Vamos começar a construção de um novo laboratório nacional de saúde pública, sediado em Brasília, voltado exclusivamente para a vigilância, coordenando essa rede de laboratórios que há no Brasil. Iremos fornecer respostas rápidas. Se aparecer hoje uma doença desconhecida, em menos de 24 horas tem que estar lá o nosso epidemiologista de campo, junto com a equipe de laboratório, sem perda de tempo. Temos que garantir a continuidade dos programas que estão sendo vitoriosos, como por exemplo, o programa de imunizações, o de dengue, o de DST/Aids. Precisamos também ampliar o controle de algumas doenças, como, por exemplo, a raiva transmitida por animais domésticos. Tivemos em 2004 o menor número de casos já registrados de raiva humana. Esse ano, só tivemos cinco casos raiva transmitida por cachorros e gatos, o que é um ótimo patamar. No final dos anos 90, o número de casos dessa doença ficava em torno de 27 por ano. Foi uma redução muito importante. Tétano neonatal é uma doença para a qual já cumprimos o compromisso internacional quanto à média do Brasil, mas queremos ir além. Queremos, em 2005, vacinar todas as mulheres em idade fértil do Norte e Nordeste, para que não tenhamos mais casos de tétano neonatal no país. SBI - Por que, afinal, faltaram medicamentos anti-aids? Jarbas: Houve descumprimento do cronograma de entrega dos medicamentos por parte dos laboratórios oficiais, por causa de dificuldades na aquisição de matéria-prima da Índia, além de problemas administrativos. Mesmo diante desses fatos, é importante deixar claro as potencialidades da produção nacional, que abastece não só o Brasil, mas também reforça o tratamento de portadores do vírus em outros países com os quais temos acordo de cooperação. No ano passado, os recursos destinados para esse fim foram ampliados em 122% - de R$ 36 milhões em 2003 passaram para R$ 80 milhões em Já temos a grade de distribuição até maio de 2006 de vários desses medicamentos. Além disso, o Governo Federal encaminhou uma carta no dia 14 de março aos laboratórios internacionais solicitando o licenciamento voluntário de outros medicamentos (Efavirenz, Lopinavir + Ritonavir e Tenofovir). Caso não haja negociação, a opção é decretar o licenciamento compulsório. Com essas medidas, esperamos que o problema não se repita e não ocorram mais transtornos aos pacientes. SBI - Como explicar os recentes casos de Doença de Chagas? Jarbas: Tratou-se de uma situação inusitada e isolada, que foi detectada precocemente e completamente controlada com a rapidez necessária para evitar que danos maiores ocorressem. Não se trata de negligência ou falta de recursos. Trabalhamos para concluir a certificação da interrupção da transmissão vetorial da doença de Chagas, ou seja, a transmissão da doença de Chagas pelo barbeiro. Nesse ponto, já certificamos, internacionalmente, dez estados, faltando apenas Paraná, Rio Grande do Sul e Bahia. SBI: O controle das hepatites poderá ter a mesma atenção dada ao combate à Aids? Jarbas: Temos dados que evidenciam um aumento da morbi-mortalidade por hepatite C no Brasil nos últimos anos. Tendo em vista o impacto individual e coletivo das hepatites, as propostas e ações do Ministério da Saúde nessa área são a elaboração de campanha de esclarecimento sobre formas de transmissão e medidas de controle das hepatites virais para a população em geral, que será lançada em 2005; a inserção da testagem e aconselhamento para o diagnóstico das hepatites virais nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA); a estruturação da rede de biologia molecular em hepatites virais; e as capacitações para as equipes multiprofissionais dos CTA, para os profissionais de saúde dos serviços especializados em média complexidade, para os médicos patologistas (em parceria com a Sociedade Brasileira de Patologia), para os profissionais dos Laboratórios de Saúde Pública (Lacen) e para os profissionais que atuam na vigilância epidemiológica dos estados e municípios, entre outras. SBI: A dengue corre o risco de voltar, como ocorreu em 2002? Jarbas: O Programa Nacional de Controle da Dengue é um exemplo de efetividade. Depois da grande epidemia de 2002, quando foram notificados mais de 750 mil casos, obtivemos, já em 2003, um resultado muito positivo, com uma redução de 57% das notificações. Melhoramos ainda mais em 2004, reduzindo o número de casos em 74% em relação a 2003 e em 92%, comparando com Além dessa importante redução, implantamos novas metodologias, como o Levantamento Rápido do Índice de Infestação (LIRa). O percentual de localidades situadas em uma faixa considerada segura de infestação pelo mosquito, nos municípios de alto risco, cresceu de 35% em 2003 para 43% em E, além disso, tivemos uma excelente campanha publicitária para o Dia D da Dengue. Novas iniciativas para envolver comunidades e empresários estão sendo organizadas. SBI: O país está preparado para enfrentar doenças emergentes, como os surtos de hantavirose e de febre maculosa em 2004? Jarbas: Novas doenças estão surgindo em decorrência de mudanças tais como as ambientais, os desmatamentos, novos hábitos da população e maior contato com ambientes silvestres, entre outras. Além disso, no mundo de hoje, milhões de pessoas viajam entre continentes e países, sendo improvável a efetividade de barreiras exclusivamente nos aeroportos, uma vez que é possível circular entre países dentro do período de incubação da doença, sem ainda apresentar nenhum sintoma. Qualificamos um número importante de epidemiologistas com alta capacidade para investigar e organizar respostas à surtos de doenças de origem desconhecida. Nos últimos quatro anos, obtivemos três das mais importantes premiações internacionais. Mais de 50 investigações de surtos foram concluídas pelas tropas de elite da SVS em todo o país. 8 - Boletim SBI Janeiro/Fevereiro/Março de 2005

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