Conteúdo. 14 AMB participa do I Encontro dos Conselhos de Medicina. 15 Seção Gota a Gota. 16 Deliberativo e Plena reunidos em Fortaleza

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Conteúdo. 14 AMB participa do I Encontro dos Conselhos de Medicina. 15 Seção Gota a Gota. 16 Deliberativo e Plena reunidos em Fortaleza"

Transcrição

1 Conteúdo 2 Editorial 3 Mensagem do presidente 4 Entrevista com o presidente da ANS, Fausto Pereira dos Santos 6 Convênio AMB/ANS beneficiará saúde suplementar 9 AMB e Hospitalar celebram parceria 10 Científico elege representantes para o Conselho Deliberativo 11 AMB lança programa inédito de Educação Continuada 12 Nova tentativa do governo para revalidar diplomas cubanos 13 Comissão auxilia trabalho do MEC 14 AMB participa do I Encontro dos Conselhos de Medicina 15 Seção Gota a Gota 16 Deliberativo e Plena reunidos em Fortaleza 18 Política - Eleuses Paiva assume como deputado Federal 22 Agenda Parlamentar da Saúde disponível na internet 23 Diretores da AMB reunidos com Tião Viana 24 CNCD reúne Comissões Estaduais de Honorários 25 CBHPM: Câmara Técnica aprova alterações 26 Imposição de diretrizes autogeradas por planos de saúde 27 Pró-Sus: Comissão prepara mobilização em maio 28 Câmara Técnica/Curtas 29 Jurídico: o Direito nas escolas de Medicina 30 Internacional 31 Coluna do sócio/ética Médica 32 Diretrizes/Cadastro 33 Federadas 34 Especialidades 35 Agenda do Presidente/ Diretoria 36 Livros/Títulos/Nova ortografia Foto: Márcio Arruda / CSM MARÇO/ABRIL

2 EDITORIAL Associação Médica Mundial DIRETORIA Presidente José Luiz Gomes do Amaral Primeiro Vice-Presidente José Carlos Raimundo Brito (licenciado) Segundo Vice-Presidente Newton Monteiro de Barros Vice-Presidentes José Luiz Dantas Mestrinho, Moacyr Basso Junior, Carlos David Araújo Bichara, Gutemberg Fernandes de Araújo, Wilberto Silva Trigueiro, Cléber Costa de Oliveira, Jésus Almeida Fernandes, Celso Ferreira Ramos Filho, Jurandir Marcondes Ribas Filho, Murillo Ronald Capella Secretário-Geral Aldemir Humberto Soares 1º Secretário Luc Louis Maurice Weckx 1º Tesoureiro Florisval Meinão 2º Tesoureiro Amilcar Martins Giron Diretores Acadêmico José Luiz Weffort Atendimento ao Associado Jane Maria Cordeiro Lemos Científico Edmund Chada Baracat Comunicações Elias Fernando Miziara Cultural Hélio Barroso dos Reis DAP Robson Freitas de Moura Defesa Profissional Roberto Queiroz Gurgel Economia Médica Marcos Bosi Ferraz Marketing Geraldo Ferreira Filho Proteção ao Paciente Wirlande Santos da Luz Relações Internacionais Miguel Roberto Jorge Saúde Pública Florentino de Araujo Cardoso Filho. Diretor Responsável Elias Fernando Miziara Editor Responsável Aldemir Humberto Soares Conselho Editorial Amilcar M. Giron, Edmund C. Baracat, José L. Gomes do Amaral, Luc M. Weckx, Florisval Meinão, José Carlos R. Brito (licenciado), Hélio Barroso dos Reis Editor Executivo César Teixeira (Mtb ) Colaboração Natália Cesana, Helena Fernandes Diagramação, Editoração e Arte Sollo Comunicação Depar tamento Comercial Fone (11) /6801 Tiragem exemplares Periodicidade Bimestral Impressão Duograf Filiado à ANATEC Redação e Administração Rua São Carlos do Pinhal, São Paulo SP Tel. (11) Fax (11) Assinatura Anual R$ 60,00; avulso R$ 10,00 Fone (11) , ramal 130 Circulação ABRIL/2009 A comunicação entre a classe médica A comunicação sempre foi a primeira preocupação de todas as entidades profissionais. Nos tempos atuais ela pode ser feita de uma série de maneiras, porém, a impressa continua a liderar a preferência, não só pela praticidade de poder ser levada e lida a qualquer lugar e tempo, como pela credibilidade de que é portadora. O jornal e a revista impedem alterações posteriores, logo são sempre feitos com maior rigor e cuidado. A AMB, desde sua fundação, dedicou ao seu jornal toda atenção no sentido de poder levar ao médico brasileiro as informações mais adequadas sobre os rumos da profissão e as ações tomadas por nossas lideranças em defesa da classe e da população. Nos últimos anos foram feitos significativos investimentos para consolidar a posição do nosso informativo, com a criação de uma diretoria de comunicações e a montagem de uma equipe própria de jornalismo, que vem se aperfeiçoando e especializando nos diversos movimentos da classe médica. O JAMB tem sido conduzido no sentido de mostrar não só as atividades desenvolvidas pela diretoria e pelos departamentos, mas, principalmente, a atuação em defesa do médico brasileiro e da qualidade da assistência à saúde da população. É pelo nosso jornal que se pode acompanhar o andamento da consolidação da CBHPM, a unificação das especialidades médicas entre AMB, CFM e CNRM, o crescimento do projeto diretrizes, a busca de um plano de cargos e carreiras dentro do serviço público, a defesa do ato médico, a necessidade de reajuste na tabela do SUS, a campanha contra a abertura indiscriminada de faculdades de medicina e muitas outras frentes de luta, apoio e defesa do médico brasileiro. Porém, para alcançar nossos objetivos é necessário que o jornal seja lido, comentado e criticado por aqueles a quem se destina e constituem o seu público. Por ser distribuído apenas aos sócios da AMB, você pode fazer ainda mais: mostrar o jornal a seus colegas, principalmente aos mais jovens que ainda não entenderam a necessidade do trabalho associativo e, ainda, levar às salas dos médicos nos hospitais e centros de saúde. Sem a conscientização de todos, as diretorias das entidades permanecerão lutando sozinhas e os resultados serão muito mais difíceis e, infelizmente, mais demorados. Aldemir Humberto Soares Editor Responsável 2 MARÇO/ABRIL 2009

3 mensagem do PRESIDENTE O futuro da assistência médica compartilhar tarefas Em março, na cidade de Reykjavik, Islândia, tive a oportunidade de discutir, ao lado de representantes das associações médicas de diversos países, políticas de saúde pública, em particular, a proposta sobre desvio de função (Task Shifiting) da Organização Mundial da Saúde (OMS). O desvio de função refere-se à transferência de incumbências específicas de profissionais mais qualificados na área de saúde para outros com menor ou nenhuma qualificação. Esta definição foi proposta pela OMS com a ideia original de promover a assistência a populações acometidas pelo HIV/Aids em países que enfrentavam falta de profissionais na área sanitária. Esta política, no entanto, também passou a ser largamente empregada em regiões desenvolvidas como Austrália, Estados Unidos, Reino Unido da Grã Bretanha e Irlanda do Norte. A equivocada ideologia do desvio de função encerra o conceito de ampliação, a curto prazo, do conjunto de habilidades e conhecimentos já existentes de quadros menos qualificados em substituição aos muitos anos despendidos no treinamento de médicos e enfermeiros. A proposta é equivocada, pois não é possível assegurar a qualida- de dos cuidados com a saúde sem garantir os melhores padrões de educação. Aceitar o desvio de função significa aprovar formalmente um duplo padrão de atenção: formação completa nos países desenvolvidos e ampliação das atribuições dos quadros técnicos nas regiões mais pobres. Ao teorizar sobre esta prática, a OMS ressalva que os países deveriam garantir que o desempenho do conjunto de habilidades e conhecimentos dos profissionais de saúde possa ser avaliado diante de papéis definidos, níveis e padrões de competência. Infelizmente, as autoridades sanitárias favoráveis à adoção do desvio de função são, em geral, relutantes em aceitar a definição de papéis, níveis e padrões de competência. Definilos impõe limites qualitativos e transparência para as práticas de saúde, requisitos essenciais para identificar responsabilidades e conferir segurança à assistência. Também em nosso país não são infrequentes as tentativas da aplicação da política de desvio de função. Para justificá-la, atribuem-lhe o sucesso de algumas das políticas de saúde como o programa brasileiro de combate à Aids. Os resultados atingidos no controle, entretanto, independem do desvio de função, pois são decorrentes de pressão efetiva da sociedade por ações concretas; financiamento de todos os aspectos do cuidado médico, incluindo o fornecimento de drogas antirretrovirais; recrutamento e treinamento de profissionais da saúde para cuidar dos pacientes infectados; adaptação das instalações hospitalares e organização das equipes de profissionais da saúde em suas respectivas áreas. Um futuro melhor é possível mesmo para os países pobres. Não será alcançado com a transferência de competência, mas por meio de compartilhamento de recursos, atenção e cuidados. Somente assim nos será dado compartilhar melhores resultados. José Luiz Gomes do Amaral Presidente da Associação Médica Brasileira MARÇO/ABRIL

4 entrevista Diretrizes AMB/ANS: Impacto na qualidade da assistência Divulgação/ANS Formado em Medicina pela Universidade Federal de Goiás, com especialização em Medicina Preventiva e Social pela Universidade Federal de Minas Gerais, Fausto Pereira dos Santos é, desde 2004, diretorpresidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Antes de ocupar o cargo, atuou como diretor de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde. Foi ainda secretário municipal de Saúde de Ipatinga (MG) e secretário adjunto da Secretaria de Saúde de Belo Horizonte. Nesta entrevista, Fausto fala sobre a TUSS, CBHPM como referencial para o setor de saúde suplementar e revisão do Rol de Procedimentos. Qual a importância das diretrizes AMB/ANS para o sistema de saúde suplementar? A correta tomada de decisão em situações clínicas, aliada à utilização de tecnologias seguras e efetivas para o diagnóstico e tratamento das doenças, tem um impacto crucial na qualidade da assistência à saúde, especialmente quando aliada ao estímulo e à realização de ações que sejam eficazes na promoção da saúde e na prevenção de doenças. Além da melhoria da qualidade assistencial, estas ações trazem como resultado a alocação mais eficiente de recursos. Por que a ANS decidiu implementar diretrizes clínicas? Há hoje um consenso em âmbito internacional de que a implementação de diretrizes para a prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação de doenças, definidas a partir das melhores evidências científicas disponíveis acerca da eficácia e efetividade de intervenções, produz melhores resultados na população assistida que a sua não utilização. Desta forma, inúmeras organizações em diversos países do mundo têm se dedicado à sistematização de diretrizes para a assistência à saúde. Como estas diretrizes serão implementadas no sistema? A ANS exigirá sua obrigatoriedade? A forma de implementação dessas diretrizes ainda está sendo avaliada, mas com certeza existem inúmeras formas de fazê-la. A discussão perpassará um Seminário Internacional, no Rio de Janeiro, e contará com experiências do Chile, Colômbia e Portugal. Esse seminário vem sendo formulado em conjunto com a AMB e a OPAS e visa, entre outras coisas, avaliar formas de implementação de Diretrizes Clínicas em outros países. 4 MARÇO/ABRIL 2009

5 Inicialmente a parceria prevê a elaboração de 80 diretrizes. No entanto, a AMB já produziu mais de 300. As demais também não poderiam ser integradas ao sistema? Sem dúvida. A ideia de se produzir novas diretrizes ou atualizar algumas existentes pretende viabilizar uma implementação mais fácil e rápida destas no sistema de saúde suplementar, mas as diretrizes já produzidas também respondem a importantes perguntas do sistema e já são utilizadas não somente pela ANS, como também por operadoras e prestadores. A ANS tem trabalhado junto à AMB também em relação à implantação dos códigos e nomenclatura da CBHPM dentro do sistema de saúde suplementar. Como está sendo este processo? O Sr. entende que usar a CBHPM como referencial para a TUSS representa um avanço para os usuários dos planos de saúde no sentido de receber assistência de qualidade? O COPISS (Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar) entendeu que a lista mais adequada para servir de base para a TUSS seria a CBHPM, por ser a nomenclatura de uso habitual por parte dos profissionais e prestadores hospitalares no país. A partir desta definição, a ANS, junto com a AMB, realizou o trabalho de compatibilização entre a TUSS/CBHPM e o Rol de Procedimentos, uma vez que há casos em que procedimentos iguais recebem denominações diferentes nas duas tabelas. Isto representou um avanço, pois evita que ocorram dúvidas e mal-entendidos quando o procedimento é pedido desta ou daquela forma. É importante deixar claro que a CBHPM lista procedimentos que, apesar de realizados pela medicina no país, não fazem parte da cobertura assistencial na Saúde Suplementar, tais como procedimentos de Medicina Legal e de Medicina do Esporte. O rol da ANS passará a ser revisado periodicamente, após realização de consulta pública a cada dois anos. Depois de terminado o prazo de envio das sugestões, como os trabalhos vão se desenrolar? Haverá tempo para reunir todas as propostas, analisá-las, acrescentar ao rol e republicá-lo? Estamos prevendo que a consulta pública aconteça no meio deste ano, e que a Resolução Normativa seja publicada no fim do ano. Desta forma teremos alguns meses para avaliar as sugestões da Consulta Pública e modificar o que for necessário. De todo modo, desde a Consulta Pública anterior, realizada em 2007, e durante todo o tempo de vigência da RN 167, temos recebido diversas sugestões e, desde o final do ano passado, as estamos estudando de forma mais sistemática. Assim, é provável que boa parte das sugestões recebidas pela consulta já tenham sido avaliadas antes mesmo do seu término. É importante destacar também o Grupo Técnico formado para esta discussão, que realizará seis reuniões para avaliação deste tema e que conta com a participação da AMB. Qual a avaliação que a ANS faz da implantação da TISS? Quando implantada de forma plena, a TISS representará um grande avanço, eliminando processos de trabalho que, além de desnecessários ou trabalhosos, são fontes frequentes de erros na troca de informações. Como ocorre com todo sistema novo, há um momento inicial em que as pessoas precisam aprender a utilizá-lo e se familiarizar com ele, até que efetivamente sua utilização venha a facilitar os processos. Além disso, algumas falhas do sistema só podem ser percebidas e corrigidas a partir do início do seu funcionamento. A AMB tem recebido muitas reclamações dos médicos de que muitas empresas ainda não colocaram à disposição dos profissionais as guias eletrônicas. Como a ANS pode ajudar a solucionar a questão? Esta questão tem sido objeto de discussão nas últimas reuniões do COPISS. Outra exigência de alguns planos é que os profissionais preencham tanto a guia de papel como a eletrônica. Isso não pode ser revisto? Naturalmente, não faz sentido que seja desta forma. A ideia é que a troca de informações se dê exclusivamente por meio eletrônico. Estes problemas têm ocorrido de forma localizada, e podem ser atribuídos ao período inicial de adaptação ao novo sistema, mas temos trabalhado, junto com o COPISS, para saná-los. E quanto à portabilidade dos planos de saúde. Como está sendo a receptividade por parte do usuário. A ANS está acompanhando esse processo? Apesar de já publicada, a RN nº 186/2009, que trata da portabilidade, só tem vigência a partir de meados de abril. Após o início, as operadoras ainda terão mais 20 dias para concluírem os processos. Assim, em termos operacionais ainda não há uma percepção do processo sob a ótica do beneficiário. Recebemos poucos questionamentos até o momento e a maioria deles versando sobre o preenchi mento dos requisitos mínimos para a portabilidade estabelecidos na RN nº 186/2009. MARÇO/ABRIL

6 SAÚDE SUPLEMENTAR Fotos: César Teixeira AMB e ANS: convênio beneficiará usuário da saúde suplementar Os resultados de duas ações recentemente desenvolvidas junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) trouxeram significativos ganhos para a classe médica e recolocaram a AMB numa posição de destaque no quadro da qualificação da saúde suplementar. A utilização da CBHPM como referencial de procedimentos médicos no Sistema de Saúde Suplementar e o acordo AMB/ANS para a elaboração de diretrizes clínicas para a saúde privada são ações que há muito eram buscadas pela entidade. Foi no dia 12 de fevereiro que a AMB e a ANS assinaram convênio estabelecendo a elaboração de diretrizes clínicas voltadas para o sistema suplementar. José Luiz Gomes do Amaral, presidente da AMB, e Fausto Pereira dos Santos, diretor-presidente da ANS, formalizaram, na sede da AMB (foto), o acordo que prevê a elaboração de 80 diretrizes até Com este convênio, os que aplicam as diretrizes e os que as regulam agora estão dentro do Programa. À medida que cada diretriz for implementada, atenderemos às expectativas de todos os autores, explicou Gomes do Amaral. Ele disse ainda que o objetivo do trabalho é otimizar a assistência em favor dos pacientes, tornando-a previsível e viável. Já Fausto Pereira dos Santos ressaltou a importância das diretrizes dentro do sistema de saúde. Queremos que elas estejam coladas à prática clínica. Parâmetros para a boa prática é o que todos querem, disse. Após a assinatura do contrato, Martha Oliveira, gerente-geral Técnico Assistencial de Produtos da ANS, explicou a importância das diretrizes para o trabalho que a Agência vem desenvolvendo em relação à atenção à saúde. 6 MARÇO/ABRIL 2009

7 As diretrizes contribuirão não para uma, mas para diversas ações dentro do sistema, disse. Wanderley Bernardo, coordenador do Programa Diretrizes da AMB/CFM, traçou histórico das atividades desenvolvidas desde 2000, ano de criação do projeto. De 2002 a 2005, foram elaboradas 120 diretrizes; de 2006 a 2007, mais 120; e de 2008 até agora, outras 120. Esse trabalho contou com a participação de 47 Sociedades de Especialidade. Desde o começo trabalhamos para capacitar e produzir diretrizes em linguagem única, baseada em evidências científicas. Estava faltando disseminar este material, disse. Existe hoje uma tendência mundial pela utilização de diretrizes na assistência à saúde. A AMB e o CFM já haviam vislumbrado essa propensão em 2000, quando deram início ao projeto diretrizes. A assinatura deste convênio é o reconhecimento à importância deste trabalho, se observado por sua relevância no sentido de auxiliar o médico em sua prática diária. Também refletirá positivamente na remuneração profissional com a definição parâmetros para sua implementação. Isso, sem dúvida, trará enorme impacto na qualidade da assistência, afirma Akira Ishida, professor titular do departamento de Ortopedia da Unifesp e diretor de Associação da Paulista de Medicina. Akira Ishida: Convênio refletirá na remuneração profissional Fausto Pereira (esq.) e José Luiz Gomes do Amaral assinam convênio inédito CBHPM: referencial Desde o dia 31 de março a nomenclatura e a codificação da CBHPM estão sendo utilizadas no âmbito da saúde suplementar. Essa decisão é resultado do processo decorrente da implantação da TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar), quando tornou-se necessária a padronização das informações no sistema de saúde suplementar, pois cada operadora de saúde utilizava referencial próprio, com nomenclatura e codificação distintas. Em função disso, a ANS decidiu elaborar uma listagem na qual constam procedimentos médicos e de outros profissionais de saúde, que recebeu o nome de Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS). A CBHPM foi escolhida como referencial para os procedimentos médicos na TUSS. Para isso, foi necessário um ajuste técnico para compatibilizá-la com o rol da ANS e com as diferentes tabelas utilizadas pelas operadoras de planos de saúde. Este ajuste foi finalizado após quase um ano de trabalho, resultando também na quinta edição da CBHPM, que incorporou novos procedimentos e descartou outros poucos que já não vinham sendo praticados. Findo este trabalho a ANS divulgou a Instrução Normativa nº 30 de 9/9/08, que determina em seu Art.1º que as operadoras de planos privados de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde deverão obrigatoriamente adotar a TUSS, conforme proposto pela AMB, para codificação de procedimentos médicos. O Art. 2º determina a data de entrada em vigor da Normativa: a partir de 31 de março de Devemos lembrar que na década de 90, após o lançamento da Tabela AMB 92, que não foi aceita por algumas operadoras de saúde, perdemos o domínio sobre os honorários profissionais. Perdemos também o referencial de nossa atividade, já que muitas operadoras passaram a trabalhar com tabelas próprias, incorporando ou não, sem a participação da classe médica, novos procedimentos. Em função disso é que a AMB lançou, em 2003, a CBHPM, mecanismo que nos fez recuperar o domínio sobre o referencial de nossa atividade, diz Florival Meinão, coordenador da Comissão Nacional de Consolidação e Defesa da CBHPM. Por sua vez, o Comitê de Padronização de Informações da Saúde Suplementar da ANS (CO- PISS) decidiu também que: a) Será responsabilidade da Associação Médica Brasileira definir a codificação e os termos que constituirão a Terminologia Unificada da Saúde Suplementar; b) A AMB será responsável pela manutenção, atualização e divulgação da TUSS referente a procedimentos médicos, e suas propostas serão encaminha- MARÇO/ABRIL

8 ESCOLAS SAÚDE SUPLEMENTAR MÉDICAS das à ANS por meio do COPISS; C) A AMB manterá, para este trabalho, uma Câmara Técnica em caráter permanente, sob sua coordenação, composta por representantes nacionais das entidades médicas, das sociedades de especialidade e das entidades representativas de planos de saúde. Esta decisão é de enorme importância para a classe médica, pois concede à AMB, e por extensão às Sociedades de Especialidade, a prerrogativa de incorporação de novos procedimentos na prática médica. Além de retomarmos esse direito, a CBHPM passa também a ser o único referencial para o setor de saúde suplementar, comemora Meinão, que também representa a AMB no COPISS. Oficinas AMB/ANS Após a assinatura do convênio com a ANS, a AMB iniciou os trabalhos previstos no acordo. Entre fevereiro e março foram organizadas seis oficinas, estabelecidas pelo acordo para representantes de Sociedades de Especialidade. Participaram do processo Administração em Saúde, Alergia e Imunologia, Angiologia e Cirurgia Cardiovascular, Cirurgia da Mão, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia Digestiva, Citopatologia, Coloproctologia, Gastroenterologia, Genética Médica, Geriatria, Ginecologia e Obstetrícia, Homeopatia, Infetologia, Mastologia, Medicina de Família e Comunidade, Medicina de Tráfego, Medicina do Esporte, Medicina Física e Reabilitação, Nefrologia, Neurocirurgia, Neurologia, Nutrologia, Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Patologia, Pediatria, Pneumologia, Psiquiatria, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Reumatologia e Urologia. Wanderley Bernardo, coordenador do Programa Diretrizes, conduziu as aulas. O contrato também estabelece a realização de três oficinas para o grupo técnico da ANS. No dia 19 de fevereiro, Wanderley Bernardo coordenou o primeiro encontro, no Rio de Janeiro. Até maio de 2010, a AMB deve realizar ainda 12 oficinas em Congressos, cinco oficinas regionalizadas de capacitação de médicos para utilizar as diretrizes e outras cinco regionalizadas de monitorização e avaliação do uso das diretrizes. Rol de procedimentos No dia 11 de fevereiro, Amilcar Giron, 2º tesoureiro e representante da AMB na ANS, participou da primeira reunião com o grupo técnico de trabalho que cuidará da nova revisão e confecção do Rol de Procedimentos da ANS. Foram apresentados os objetivos deste trabalho e o cronograma de atividades no primeiro semestre. A última está prevista para 8 de julho, quando deverá ser apresentada a proposta para revisão do novo Rol. Durante os meses de agosto e setembro, deverá ser colocada em consulta pública, com previsão de publicação em novembro. O material revisado terá validade a partir de Já existem muitas solicitações para discutir, pois na última consulta pública foram inscritas 30 mil demandas, explicou Giron. COPISS discute TISS O grupo COPISS reuniu-se nos dias 3 e 4 de março, na ANS, para tratar basicamente do sistema TISS. Um dos itens da pauta foi a simplificação das diversas guias utilizadas pelos médicos e o representante da AMB, Florisval Meinão, apresentou protesto formal devido ao fato de que muitas empresas não colocaram ainda à disposição dos médicos as guias eletrônicas. O que tem acontecido é que algumas empresas têm exigido que os médicos encaminhem os formulários pela via eletrônica, mas ainda Foto: Divulgação ANS não disponibilizaram essas guias. Isso obriga muitos a a adquirirem softwares específicos, explicou Meinão. A ANS concordou com a posição da AMB e prometeu providências. Outro ponto questionado pela AMB diz respeito à exigência feita por alguns planos de saúde em preencher tanto a guia de papel como a eletrônica. 8 JANEIRO/FEVEREIRO MARÇO/ABRIL

9 hospitalar AMB e Hospitalar celebram parceria Foto: César Teixeira Na noite de 18 de março, foi anunciada a parceria entre a AMB e a Hospitalar. Com a assinatura do contrato, a AMB passa a apoiar oficialmente a feira. A cerimônia ocorreu no Bar des Arts, em São Paulo. A solenidade de boas-vindas foi aberta com o discurso da presidente da feira, Waleska Santos. Na comemoração de 16 anos da Hospitalar, temos como presente a chegada da AMB. Ter a entidade como apoiadora disposta a partilhar seu conhecimento conosco é um fato que nos enche de orgulho. A presença da AMB qualifica ainda mais o nosso trabalho, nos honra e desafia. É o nosso selo de qualidade, é a nossa ISO, disse. Cláudio Lotemberg, presidente do Hospital Albert Einstein, fez um relato sobre sua experiência e participação na feira, ressaltando o peso do apoio. A AMB dá à Hospitalar aquilo que estava faltando. Coloca-se no eixo da discus- são a comunidade médica. Franco Palamolla, presidente da Associação Brasileira da Indústria Médico-Odontológica (Abimo), destacou a importância da parceria. Era absolutamente fundamental um clamor de todas as entidades aqui presentes, que a AMB se juntasse a nós. A entidade é a segurança que nos próximos anos teremos discussões necessárias. O presidente da Confederação Nacional de Saúde (CNS), José Carlos Abrahão, também saudou a chegada da AMB. Faltava a origem médica, que foi dada pela chancela da AMB, disse. No encerramento, José Luiz Gomes do Amaral, presidente da AMB, fez um breve discurso sobre a tarefa de reunir tantas pessoas e fazê-las trocar experiências. A missão da AMB confunde-se com os propósitos da Hospitalar e de todos que a apoiam. É uma enorme satisfação fazer parte do grupo de pessoas que pensam a saúde do nosso país, disse. Entrevista Waleska Santos Como surgiu a idéia de criar a Hospitalar? Foi no início da década de 90 que o projeto começou a virar realidade. Desenvolvemos um modelo de evento que reunisse negócios, intercâmbio de experiências e tecnologias, mas que também funcionasse como um fórum de debates para gestão hospitalar e formulação de políticas setoriais. A primeira edição da HOSPITALAR ocorreu em 1994 e a feira já nasceu com o objetivo de se transformar numa grande convenção da saúde e um ponto de encontro de profissionais para atualização e relacionamento. Quais foram os desafios encontrados para realizar esse evento? A maior dificuldade em projetos pioneiros é conquistar respeito e confiança. Nesses 16 anos construímos um lastro de credibilidade e seriedade em todas as nossas ações. E é justamente pelos grandes desafios que nós trabalhamos, tentando nos superar e surpreender os nossos expositores, visitantes, parceiros e seguidores. Cada edição da feira é um desafio à nossa missão de democratizar o acesso dos profissionais da saúde a todo o tipo de produtos, equipamentos, serviços e principalmente informação. Quais as expectativas de crescimento para os próximos anos? O setor de saúde não tem limites e estamos crescendo na medida da demanda. Existe uma carência grande em alguns setores, aos quais estamos dedicando atenção especial, como a diagnóstica, farmácia e reabilitação, que por si só poderiam ser eventos independentes. Mas nossa preocupação é muito mais qualificar o evento, do que simplesmente crescer. Somos a segunda mais importante feira de saúde do mundo; porque não sonhar em ser a maior e a melhor? Qual o significado da parceria com a AMB e qual importância da Hospitalar para os médicos? A união da AMB ao grupo de entidades apoiadoras da Hospitalar representa uma grande oportunidade para que a classe médica possa discutir assuntos que vão além das enfermidades. Temos idéia de criar eventos específicos para os médicos, trazendo informações voltadas à gestão de sua carreira e sinalizando novos nichos para aplicar suas competências. Pretendemos desenvolver esse trabalho em conjunto à AMB. A presença da AMB qualifica ainda mais o nosso trabalho, nos honra e nos desafia a fazer ainda melhor. Esta parceria é a nossa iso, o nosso selo de qualidade! MARÇO/ABRIL

10 científico Científico elege representantes para Conselho Deliberativo Em 19 de março, as especialidades médicas que compõem o Conselho Científico escolheram os 14 presidentes de Sociedades que, pelo estatuto, devem representar o grupo dentro do Conselho Deliberativo da AMB. As especialidades eleitas foram: Anestesiologia, Cirurgia Geral, Coloproctologia, Ginecologia e Obstetrícia, Ortopedia e Traumatologia, Otorrinolaringologia, Oftalmologia, Cardiologia, Clínica Médica, Infectologia, Pediatria, Reumatologia, Patologia Clínica e Patologia. São sete vagas para as especialidades cirúrgicas, cinco para as clínicas e duas para a área de diagnóstico. Dezenove Sociedades se inscreveram, dentro do prazo, para o processo eleitoral (oito cirúrgicas, oito da área clínica e três de diagnóstico). É muito importante que os eleitos participem ativamente das reuniões do Deliberativo, que é o Conselho mais importante da AMB, disse Edmund Baracat, diretor científico da AMB. As Sociedades que não foram escolhidas passarão a ser convidadas para as reuniões. Além do pleito, Wanderley Bernardo, coordenador do Programa Diretrizes, apresentou detalhes do convênio firmado entre a AMB e a ANS, que trata da elaboração de diretrizes clínicas para a saúde suplementar. É importante que a diretriz seja submetida ao sistema de saúde para identificarmos os problemas e onde precisa de mais detalhamento, explicou Bernardo. Foi comunicado ainda que a AMB pensa em modificar, com o auxílio das Sociedades, a normativa de regulamentação do exame de suficiência para obtenção de título de especialista ou certificado de área de atuação. De acordo com o diretor científico, será marcada futuramente uma reunião específica para tratar do tema. Durante a reunião, foi decidido montar um grupo de trabalho que discutirá a esterilização de materiais endoscópicos e apresentará quais medidas administrativas deverão ser tomadas. Ao final, o presidente da AMB, José Luiz Gomes do Amaral, colocou em pauta a questão dos cursos preparatórios para obtenção de título de especialista. O tema voltará à pauta na próxima reunião do Conselho. Fotos: César Teixeira Reunião do Conselho Científico definiu as especialidades com direito a voto no Deliberativo 1 0 MARÇO/ABRIL 2009

11 ESCOLAS EMC MÉDICAS AMB lança programa inédito de Educação Continuada Um método inédito de educação médica continuada está sendo colocado à disposição dos médicos paulistas: o convênio assinado entre a Associação Médica Brasileira, Associação Paulista de Medicina e Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo oferecerá ensino à distância combinado com aulas práticas presenciais, metodologia pioneira no ensino médico no Brasil. O primeiro curso programado abrangerá Emergências Médicas, e seu o objetivo é a formação de instrutores e atualização de médicos emergencistas. O curso on line, oferecido gratuitamente para os médicos, está à disposição da categoria desde 30 de março. Para participar basta o profissional efetuar cadastro no site da AMB (www.amb.org.br) acessando a área destinada à Educação Médica Continuada, no menu ao lado direito. Ao final deste curso on line e ter obtido aproveitamento do percentual mínimo exigido de 70%, o médico estará apto a se inscrever para o curso prático/presencial, explica Leonardo da Silva, coordenador do Programa de Educação Médica Continuada da AMB. É importante salientar que há limitação de vagas no curso prático/presencial, por isso é obrigatória inscrição prévia, sendo respeitada a sua ordem. O curso presencial será realizado sempre aos finais de semana, a partir de 9 de maio, na sede da Associação Paulista de Medicina, em São Paulo. Ao seu final, o participante receberá, além de certificado, um livro-texto sobre Emergências Médicas, publicado pela AMB e impresso pela Editora Manole. Mais informações (11) ou com Luciane. Recertificação O curso de emergências também vale pontos para obtenção do Certificado de Atualização Profissional (CAP). Instituído pela Resolução nº 1772 do Conselho Federal de Medicina, o CAP é um documento padronizado, emitido pela Associação Médica Brasileira e Sociedades de Especialidade, que atesta os novos conhecimentos do médico, habilitando-o ao exercício de sua especialidade. Sua validade é de cinco anos. Os médicos que obtiveram Título de Especialista ou Certificado de Área de Atuação a partir de janeiro de 2006 têm de obter o CAP a cada cinco anos, sob pena de perda do registro desses documentos. Os especialistas anteriores a 2006 também podem acumular pontos para efeito de atualização profissional, porém para eles não é obrigatória a certificação. Para obter o CAP, o médico especialista tem de acumular 100 pontos ao longo de cinco anos, participando de diferentes atividades de atualização, devidamente credenciadas pela Comissão Nacional de Acreditação. Para efeito de certificação, será considerado apenas o máximo de 40 pontos por ano. Saiba mais sobre recertificação no site MARÇO/ABRIL

12 ensino médico Nova tentativa do governo para revalidar diplomas cubanos No dia 25 de fevereiro, foi publicado no Diário Oficial da União portaria conjunta dos Ministérios da Saúde e da Educação, instituindo a Subcomissão de Revalidação de Diplomas para aprimorar o processo de revalidação de diplomas expedidos por instituições de ensino estrangeiras, especificamente do curso de medicina. De acordo o artigo 4º, a Subcomissão de Revalidação desenvolverá um projeto piloto tendo como público-alvo inicial os alunos brasileiros formados em medicina na Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM) de Cuba. A Frente Parlamentar da Saúde agiu rápido: o coordenador, deputado Rafael Guerra (PSDB-MG), apresentou o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1380/09 na tentativa de barrar a portaria dos ministérios da Saúde e da Educação. Essa portaria foi feita na véspera do carnaval e publicada na quarta-feira de cinzas, o que deixa no ar uma suspeita de má intenção. É um atropelo e um desrespeito ao Legislativo, diz Rafael Guerra. A revalidação está prevista no Ajuste ao Acordo de Cooperação Cultural e Educacional entre Brasil e Cuba, assinado em 2006, mas ainda não está ratificado pelo Congresso. Segundo Rafael Guerra, tal Ajuste é polêmico, pois privilegia os médicos formados em Cuba. Há muitos brasileiros que estudaram na Bolívia, Argentina, Canadá, Europa ou Estados Unidos, que querem trabalhar no Brasil e precisam ter os seus diplomas revalidados sem nenhum tipo de privilégio, ressalta. Guerra defende a realização de um exame nacional, anualmente, para legitimar os diplomas de todos os brasileiros formados em medicina no exterior. Sobre o assunto, a AMB emitiu nota oficial, aprovada em reunião do Conselho Deliberativo (ao lado). nota oficial Título de médico exige responsabilidade social A Associação Médica Brasileira vem a público lamentar mais uma tentativa do governo federal de facilitar a revalidação de diplomas de médicos do nosso país formados na Escola Latino-Americana de Medicina, em Cuba; a primeira tentativa de revalidação automática dos diplomas de brasileiros formados em Cuba foi sob a forma do Projeto de Decreto Legislativo 346/2007, banido no Legislativo após rejeição nas Comissões de Educação e Cultura e de Seguridade Social e Família da Câmara Federal. Contrariamente à decisão da Câmara Federal, a revalidação especial para estes médicos renasceu no dia 19 de fevereiro, sob forma da Portaria Interministerial nº 383, do Ministério da Saúde e da Educação, instituindo a Subcomissão de Revalidação de Diplomas expedidos por instituições de ensino estrangeiras. Inicialmente, para medicina, a Subcomissão desenvolverá um projeto piloto, exatamente com os alunos brasileiros formados em Cuba. O atual sistema de validação do diploma de brasileiros formados em medicina em instituições estrangeiras tem de comprovar, por meio de avaliação de equivalência curricular e mediante exame de conhecimento, se os candidatos têm competência ou não para cuidar da saúde da população brasileira. Em vista desta portaria discriminatória, que visa beneficiar 227 estudantes de Cuba, a AMB manifesta apoio irrestrito ao Projeto de Decreto Legislativo nº 1380/2009, protocolado na mesa da Câmara no último dia 10 de março, pelos deputados Rafael Guerra (PSDB-MG) e Lelo Coimbra (PMDB-ES). O objetivo é sustar a Portaria Interministerial. Iremos nos empenhar junto à Câmara Federal contra manobras que nos escandalizam e que terão consequências irreversíveis no tratamento médico da população brasileira. José Luiz Gomes do Amaral Presidente do Conselho Deliberativo da AMB 1 2 MARÇO/ABRIL 2009

13 ensino médico Comissão auxilia trabalho do MEC Presidido pelo ex-ministro Adib Jatene, grupo de especialistas comprometidos com excelência no ensino médico tem vistoriado escolas de medicina em todo o País. Nesta entrevista, Jatene fala sobre o trabalho que vem sendo realizado pela Comissão. 1) No início de dezembro de 2008, o MEC suspendeu a realização do vestibular e decretou a diminuição do número de vagas em três faculdades de medicina. Sobre esse assunto, o ministro Fernando Haddad comentou meses antes que a avaliação dos cursos de medicina seria intensificada. Essa determinação do MEC já pode ser entendida como o início das ações prometidas? O que falta para o processo de fechamento e interrupção de novas aberturas começar a funcionar? Adib Jatene - A avaliação está sendo intensificada. Os 17 cursos que tiveram nota menor que três no ENADE, dos quais quatro federais, estão sendo submetidos a procedimentos de ajuste, que incluem suspensão de vestibular e redução de vagas, entre outras medidas. Quanto à autorização de novos cursos, foi incluída a exigência de complexo médico hospitalar e ambulatorial, com caráter de referência regional, e com número de leitos pelo menos igual a quatro vezes o número de vagas oferecidas e não compartilhadas. 2) Em fevereiro de 2008 foi anunciada a criação de uma comissão de especialistas, presidida pelo senhor. Como ela funciona e quem a compõe? Ela é formada apenas por médicos? Adib Jatene - A Comissão tem 14 membros, e é composta por professores de medicina, comprometidos com o ensino médico, sendo que cinco são ex-presidentes da Associação Brasileira de Ensino Médico. 3) Como têm sido as atividades deste grupo? Alguma decisão já foi tomada em relação ao fechamento de escolas com insuficiências de ensino inaceitáveis? Adib Jatene - Os membros da Comissão fizeram avaliação local dos 17 cursos, cujos alunos tiveram desempenho insatisfatório, o que resultou em suspensão do vestibular, redução do número de vagas, e termo de compromisso de correção de irregularidades contestadas. 4) Qual a autonomia desta Comissão dentro do Ministério? Adib Jatene - A Comissão atua como Assessoria Especializada da Secretaria de Ensino Superior, que é o órgão competente para aplicar as medidas propostas. 5) Mais da metade dos alunos sextanistas que fizeram a prova do Cremesp em novembro de 2008 foram reprovados. E esse índice vem aumentando ao longo dos anos (31% em 2005, 38% em 2006, 56% em 2007, e 61% em 2008). Por que os alunos estão cada vez menos preparados? Adib Jatene - Há um conflito entre a enorme tecnologia incorporada com diferenciação em especialidades e subespecialidades e a formação de um médico com habilidades que têm de ser apreendidas. O conflito fica entre ensinar especialidades, objeto da pós-graduação, e ensinar de cada especialidade aquilo que todo médico tem de saber, incluindo treinamento em urgência e emergência, objeto da graduação. O exame exige o conhecimento geral de todas as áreas, e o ensino por especialidades deixa deficiências que o exame detecta. Finalmente, apenas um exemplo das dificuldades: Foto: foi proposta pelo presidente da Associação Tocantinense, Antonio Carlos, um curso de medicina em Garanhuns, autorizado pelo Conselho Estadual de Educação. Legalmente, não poderia fazê-lo, pois essa autorização é competência exclusiva do MEC. Com vestibular marcado para um sábado, o MEC solicitou liminar para impedir o exame, o que lhe foi concedido. No final do expediente de sexta-feira, um desembargador do Tribunal de Justiça cassou a liminar e o exame foi realizado. O MEC entrou no Supremo Tribunal para impedir o início do curso. A liminar solicitada não foi concedida, sob o argumento de que não poderia prejudicar a expectativa dos alunos, e a Escola já realizou novo vestibular neste ano. Veja que o MEC está atuando, mas encontra obstáculos de toda ordem, especialmente nas áreas jurídica e política. César Teixeira MARÇO/ABRIL

14 ESCOLAS encm MÉDICAS AMB participa do I Encontro dos Conselhos de Medicina Fotos: César Teixeira A AMB teve participação em duas mesas durante o I Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina (I ENCM 2009), realizado de 10 a 13 de março, em Fortaleza, no Ceará. O secretário-geral, Aldemir Humberto Soares, foi um dos coordenadores do debate Remuneração Médica Mesa de debate '' Remuneração médica no SUS'' José Luiz Gomes do Amaral: discussões sobre ensino médico no Sistema de Saúde, que contou com palestras da diretora do Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde, do Ministério da Saúde, Maria Helena Machado; do deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), membro do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar da Saúde; do ex-presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Helvécio Miranda Magalhães Júnior e da procuradora regional do trabalho, Hilda Pinheiro. Geraldo Luiz Guedes e Eduardo Santana representaram o Conselho Federal de Medicina e Federação Nacional dos Médicos, respectivamente. No evento, o representante da Fenam entregou à AMB e CFM cópia do PCCS Plano de Carreira, Cargos e Salários, desenvolvido pelas três entidades em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Soares destacou a importância da CBHPM para o SUS. Se o sistema precisa de um modelo de tabela, ele já está pronto e à disposição: é a CBHPM. Referencial hierarquizado, ético e que auxiliará a solucionar os principais problemas do SUS, afirmou. O presidente da AMB, José Luiz Gomes do Amaral, integrou a mesa que encerrou o evento, cujo tema foi Escolas Médicas. Ele debateu o assunto juntamente ao presidente do Conselho Federal de Medicina, Edson Andrade, o deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) e o representante do Ministério da Educação, Frederico Normanha Ribeiro de Almeida, da Coordenação- Geral de Supervisão da Educação Superior do MEC. Com firmeza, Amaral defendeu avaliações rigorosas nas escolas de medicina. Os médicos jamais se furtarão a participar do processo de avaliação das escolas médicas. E quando se encerra um curso de medicina ou se bloqueia o vestibular, ou se avalia o egresso, não queremos punir ninguém, apenas preservar a segurança do cidadão brasileiro e a nossa profissão, destacou. 1 4 MARÇO/ABRIL 2009

15 GOTA A GOTA G a s t o s e m s a ú d e O Ministério da Saúde informa que em 2008 gastou R$ 52 milhões, resultado de ações judiciais para a aquisição de medicamentos, o triplo do valor gasto em Em três anos, o aumento dos custos com a judicialização foi de quase 2.000%. Segundo o Ministério, 60% dos pacientes que ingressam com ações poderiam ser tratados com remédios similares, disponíveis no SUS. Os outros 40% pedem drogas de última geração, algumas das quais não estão aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). C é d u l a d e i d e n t i d a d e O Conselho Federal de Medicina informa que a nova Cédula de Identidade Médica não deve ser plastificada para não comprometer a imagem latente, um dos itens de segurança de suma importância deste documento. O alerta foi distribuído aos Conselhos Regionais de Medicina de todo o país por meio da Circular nº 9, de 16 de janeiro de E s t e r i l i z a ç ã o Visando reduzir o número de infecções provocadas por micobactérias nos hospitais e clínicas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a esterilização líquida de artigos médicohospitalares por meio de imersão. A proibição é válida para os artigos invasivos (em que há penetração da pele, mucosas ou tecidos) usados em cirurgias por vídeo, cirurgias abdominais e pélvicas convencionais, mamoplastias e cirurgias plásticas como a lipoaspiração. A partir de agora, a esterilização desses artigos deverá ser feita por meio de outros métodos, como o uso de autoclaves, máquinas que esterilizam por meio do calor úmido, sob pressão. Entre 2000 e 2008, houve casos confirmados de infecção, 80% deles na rede privada de saúde do país. B e x i g o m a Inexiste nos dicionários. Configura gíria médica para indicar repleção, globo, distensão vesical ou, simplesmente, bexiga cheia, expressões cientificamente mais adequadas. Por ser de vasto uso O m é d i c o & v o c ê Encontra-se em fase de distribuição a 2ª edição da revista Médico &Você, veículo de comunicação da AMB dirigido ao público leigo. A revista tem como tema principal os malefícios do sedentarismo, porém assuntos como obesidade infantil, câncer, idoso, fibromialgia, hanseníase, saúde do homem e da mulher, entre outros, também conquistaram espaço na edição. A publicação é distribuída gratuitamente em todos os consultórios médicos do país. na comunidade médica, bexigoma constitui fato da língua e, assim, não pode ser considerado erro o seu uso, particularmente no registro coloquial. Contudo, parece bom senso fugir a críticas e eleger, para nosso uso, opções não-censuráveis. Simônides Bacelar P r o c e s s o s Levantamento feito pelo Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo) aponta que a lipoaspiração lidera os processos contra médicos da área estética. Dos 289 processos registrados no Cremesp entre 2001 e 2008, 33,5% se referem à lipo. P l a n o s d e S a ú d e Balanço da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostra que 54 empresas, com um milhão de clientes do setor, estão sob intervenção do órgão governamental por causa de problemas econômicos e na assistência prestada aos usuários. Segundo o órgão regulador, entre 2007 e 2008 o número de intervenções saltou de 24 para 47, um crescimento de 96%, atribuído principalmente ao aperto da fiscalização. E s t e r o i d e s Informações do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) demonstram que o uso de anabolizantes vem crescendo entre jovens. H i s t ó r i a d a m e d i c i n a Seu interesse pela história da medicina continua em alta? Uma boa sugestão é o relato sobre a luta de dois homens contra o Cólera da Londres vitoriana. Trata-se do livro O mapa fantasma, da Editora Zahar. Excelente dica para leitura de relaxamento. Agradecemos a Moisés Goldbaum pelo exemplar do livro. Praticamente triplicou nos últimos anos, o que fez a ciência destinar mais pesquisas ao estudo das substâncias. Os resultados revelam até a ligação do produto com a violência. Em 2001, 540 mil brasileiros admitiram o uso desses produtos, número que passou para 1,2 milhão nos últimos dados do Cebrid, colhidos em 108 cidades com mais de 200 mil habitantes. C o r a ç ã o Uma pesquisa feita nos EUA com adultos concluiu que o risco de apresentar problemas cardíacos é maior entre aqueles que possuem pescoço mais grosso, incluindo pessoas com cintura relativamente fina. Para cada 3 cm a mais de pescoço, os homens tiveram 2,2 mg/dl a menos de colesterol HDL ( bom ) no sangue, e as mulheres, 2,7 mg/ dl. Ter pescoço largo não influenciou no mau colesterol, mas elevou os níveis de glicose presente no sangue. D i á l i s e De 2000 a 2008, o número de pacientes que fazem diálise no Brasil cresceu 84%. Os dados, de um censo feito pela SBN (Sociedade Brasileira de Nefrologia) com metade das 684 unidades de nefrologia do país, refletem o aumento no número de casos de doença renal crônica, decorrentes, especialmente, da maior incidência de hipertensão e diabetes. Segundo o estudo, 87 mil pessoas fizeram o procedimento em 2008, enquanto em 2000 eram 42,7 mil. Em 35,8% dos casos, o que levou à insuficiência renal foi a hipertensão. O diabetes está em segundo lugar, com 25,7% dos casos. A glomerulonefrite (inflamação em certas estruturas renais), que já foi a principal responsável por doenças renais crônicas, aparece com 15,7%. MARÇO/ABRIL

16 DELIBERATIVO ESCOLAS MÉDICAS Deliberativo e Plena em Fortaleza O primeiro encontro do ano, reunindo o Conselho Deliberativo e a Diretoria Plena da AMB, teve lugar na cidade de Fortaleza (CE), no dia 12 de março. Na pauta das reuniões constavam os principais temas que integram a plataforma de lutas das entidades médicas nacionais: SUS, ensino médico, TISS/TUSS, CBHPM, entre outros. O Deliberativo foi aberto com um relatório detalhado das ações desenvolvidas pelo presidente da AMB, José Luiz Gomes do Amaral. Citou assuntos que estiveram em pauta nos eventos internacionais em que representou a AMB no último mês: o Congresso Médico de Angola, Congresso da Comunidade Médica de Língua Portuguesa, em Lisboa, visitas à faculdades de medicina em várias cidades portuguesas e a primeira reunião do ano da Associação Médica Mundial, na Islândia. Um assunto em evidência nestes eventos foi a crise de recursos humanos na saúde e o desvio da função médica. A desculpa para isso é aumentar o acesso, mas na prática o que se pretende é a redução de custos. E isso afeta indistintamente todas as especialidades, portanto deve merecer nossa especial atenção, disse Amaral. Em seguida, o Conselho Deliberativo aprovou proposta do 1º secretário, Luc Weckx, para distribuição de nota oficial condenando ação dos Ministérios da Saúde e Educação, que editaram portaria interministerial, favorecendo estudantes de medicina formados em Cuba (pág. 12). O secretário-geral, Aldemir Soares, apresentou detalhes do Projeto Diretrizes AMB/ANS, que proporcionará a elaboração de diretrizes para implementação no sistema suplementar de saúde. Até 2010 deveremos produzir 80 diretrizes partindo de 200 temas prevalentes previamente estabelecidos, explicou Soares. Já o 1º tesoureiro, Florisval Meinão, falou sobre o andamento da implantação da TISS/ TUSS, processo que visa siste- Fotos: César Teixeira Deliberativo e Diretoria Plena: primeira reunião do ano 1 6 MARÇO/ABRIL 2009

17 matizar a troca de informações no sistema suplementar. A decisão da ANS em adotar a nomenclatura da CBHPM como referencial em seu rol de procedimentos e agora o recente convênio para a adoção de diretrizes volta a colocar a AMB numa posição favorável e central na qualificação da saúde suplementar, comemorou Meinão. O vice-presidente da região Leste-Nordeste, Cléber Oliveira, fez um minucioso relatório da situação em que se encontram os médicos conveniados ao SUS em Alagoas, cuja paralisação já ultrapassou 11 meses. Em seguida, o espaço foi aberto para o relato das Federadas e Sociedades de Especialidade. No encontro da Diretoria Plena, realizado na parte da manhã, foram debatidos temas que integram a pauta de ações da diretoria para a atual gestão: a elaboração do livro que contará os 60 anos da entidade, cujo tema esteve a cargo do diretor Cultural, Hélio Barroso; a regulamentação dos anúncios a serem veiculados nos órgãos de comunicação da AMB, debatido pelo diretor de Comunicações, Elias Miziara; a introdução ao curso de economia médica, que será coordenado pelo diretor de Economia Médica, Marcos Bosi Ferraz. A proposta da AMB para avaliação de escolas médicas foi apresentada pelo diretor Acadêmico, José Luiz Weffort. O MEC conta com critérios bem definidos para aberturas de novas escolas, o que falta, porém, é fiscalização, disse Weffort ao detalhar a proposta aos demais membros da diretoria. Outra ação prevista para ser realizada pela entidade é o Fórum de Defesa Profissional, proposto pelo diretor da área, Roberto Gurgel. Vamos debater temas ligados ao SUS, saúde suplementar, política médica e suas perspectivas, e para isso pretendemos reunir diretores de Defesa Profissional das entidades médicas ligadas à área médica, explicou Gurgel. Temos uma série de ações preparadas e o sucesso delas dependerá da capacidade de a AMB se estruturar, da efetividade como vamos desenvolver o nosso trabalho, disse o presidente da AMB, José Luiz Gomes do Amaral. MARÇO/ABRIL

18 Política Eleuses Paiva assume como deputado federal O ex-presidente da Associação Médica Brasileira, Eleuses Vieira de Paiva, assumiu, no dia 22 de abril, em Brasília, o cargo de deputado federal pelo DEM/SP. A cerimônia de posse aconteceu em sessão plenária realizada na Câmara, na qual Paiva fez o tradicional juramento dos deputados que assumem a cadeira federal. Eleuses Paiva passa a ocupar a vaga deixada pelo deputado Jorge Tadeu Mudalen, convidado para atuar na Secretaria Especial de Articulação Metropolitana, recém-criada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Nascido em Santos e formado pela Faculdade de Medicina de Itajubá, Eleuses Paiva tem 55 anos. É médico do Instituto de Radiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, professor da Faculdade de Medicina de Rio Preto, e especialista em Medicina Nuclear pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Exerceu o cargo de vice-presidente da Comissão de Ética Profissional do Colégio Brasileiro de Radiologia. Foi diretor da Sociedade Brasileira de Biologia e Medicina Nuclear e hoje é membro titular do Colégio Brasileiro de Radiologia. Durante os últimos 15 anos, presidiu algumas das mais importantes entidades médicas do País. Iniciou sua carreira associativa presidindo a Sociedade de Medicina e Cirurgia de São José do Rio Preto, de 1993 a 1995, passando depois, em dois mandatos, pela Associação Paulista de Medicina, de 1995 a 1999, encerrando, também com dois mandatos, na presidência da Associação Médica Brasileira, de 1999 a Nas eleições de 2006 concorreu a uma das vagas a deputado federal, Eleuses Paiva faz juramento durante a cerimônia de sua posse recebendo votos. Sua campanha teve o slogan O Brasil tem cura, e foi quase que totalmente baseada no setor de saúde. Dentre os vários pontos de sua plataforma podem ser destacados: financiamento adequado e ampliação da capacidade de atendimento do SUS; recuperação de hospitais filantrópicos e Santas Casas; desenvolvimento de política de medicamentos; resgatar o conceito do servidor público com a criação de um plano de cargos, carreiras e salários voltado a todas as categorias de saúde; incentivo de programas de educação permanente e continuada aos profissionais de saúde; formulação de política interministerial voltada à indústria nacional de produtos e equipamentos de saúde; rediscussão da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar quanto à sua finalidade em regular a relação entre prestadores, médicos e operadoras; revisão da atual política de ensino superior na área de saúde, garantindo a formação de profissionais qualificados; reconhecimento da Residência Médica como melhor instrumento de complementação da formação médica; redução de impostos para estimular o desenvolvimento e promover justiça tributária aos cidadãos; garantia de transparência na arrecadação e no investimento social dos tributos, dentre outros. Os anseios da população na área da saúde sempre tiveram respaldo da classe médica. Então, o nosso trabalho na Câmara será sempre direcionado em defesa da oferta de assistência digna e de qualidade à população, pela valorização do trabalho médico e dos demais profissionais de saúde, resume o mais novo deputado federal do DEM/SP, Eleuses Paiva. Para contatar o deputado federal Eleuses Paiva (DEM/SP), o endereço é Câmara dos Deputados Anexo 4 - Gabinete 538 Cep Brasília DF. Telefone (61) ou (61) (fax) MARÇO/ABRIL 2009

19 Diretores da AMB estimulam Eleuses Paiva Com sua experiência, capacidade de articulação e liderança, Eleuses Paiva é a certeza de lutas e esperança de um novo tempo para as principais questões do setor de saúde do país. José Luiz Gomes do Amaral Presidente Fruto de sua experiência no associativismo médico, Eleuses conhece profundamente os problemas que afligem a profissão e as questões relacionadas à saúde do nosso país. Com o seu exemplo de conduta séria e correta ganham o parlamento, os médicos e a população brasileira. Newton Barros 2º Vice-presidente A posse de Eleuses Paiva é a garantia de uma defesa séria e competente dos médicos e da saúde do país pela sua capacidade técnica de liderança, articulação e credibilidade. Jane Lemos Diretora de Atendimento ao Associado A Câmara Federal ganha força e capacidade de articulação, assim como a classe médica terá um legítimo e grande representante, contumaz defensor de uma saúde de qualidade para o povo do Brasil. Parabéns meu amigo Eleuses e sucesso nessa nova empreitada! Florentino Cardoso Diretor de Saúde Pública Com sua experiência, competência, senso crítico e sobretudo visão de futuro, temos certeza de que Eleuses continuará na Câmara Federal lutando por uma saúde mais digna para população, como fez quando dirigiu a AMB. Carlos David Araújo Bichara Vice-presidente Norte A posse do colega Eleuses Paiva representa um avanço há muito esperado pela classe que o apoiou intensamente no último pleito, com possibilidade de estabelecer um canal direto em defesa dos projetos de interesse da Saúde e a perspectiva de ser o catalizador das forças do conjunto atuante na Frente Parlamentar da Saúde. Elias Fernando Miziara Diretor de Comunicações Eleuses tem qualidades de sobra, como capacidade e bons costumes, para representar a classe médica nessa nova empreitada. Sucesso. José Luiz Weffort Diretor Acadêmico A carreira, o trabalho e a postura ética do nosso colega Eleuses Paiva demonstram sua total competência para representar a classe médica na Câmara Federal. Amilcar Giron 2º Tesoureiro Seu histórico de lutas em prol da saúde no Brasil o qualifica como um legítimo representante da classe médica. Não tenho dúvida de que teremos muito mais que um deputado competente em Brasília, mas um deputado comprometido com a saúde do povo brasileiro. Aldemir Humberto Soares Secretário- Geral É um grande ganho para a Câmara dos Deputados e para a sociedade brasileira. Eleuses tem uma posição muito firme a respeito das necessidades do sistema de saúde, é íntegro e, certamente, dará sua contribuição para o país. Para a classe médica, em particular, tem um valor maior ainda porque ele identifica-se com os princípios do exercício da medicina. Florisval Meinão 1º Tesoureiro O Eleuses conseguiu, com sabedoria, inteligência e peculiar política, a união com o Conselho Federal de Medicina. Para nós é uma satisfação muito grande, uma honra e um privilégio ver um dos nossos na Câmara dos Deputados. José Luiz Dantas Mestrinho Vice-presidente Centro Nos dois mandatos como presidente da AMB, o trabalho do Eleuses foi muito importante, de uma liderança muito clara. A situação da saúde no país nos preocupa, em especial a questão da assistência médica mais do que epidemiologia ou prevenção. Uma pessoa com a experiência, energia e determinação dele na Câmara Federal, certamente, é uma excelente notícia. Celso Ferreira Ramos Filho Vice-presidente Leste-Sul É uma vitória para a classe médica ter um representante do quilate e da experiência associativista dele. Acredito que estaremos bem representados no Congresso Nacional. Desejo a ele vitória com as bênçãos do Espírito Santo. Hélio Barroso Diretor Cultural Eleuses está realizando o sonho de todos nós que sempre foi ter um representante real e verdadeiro da classe médica no Congresso Nacional. Sabemos que há muitos médicos lá, mas a grande maioria se elege por questões pessoais. Não é o caso de Eleuses. Parabéns por essa vitória. Robson Freitas de Moura Diretor de Assistência e Previdência Eleuses representa uma das maiores lideranças médicas no Brasil nos últimos anos. É uma pessoa que tem todas as condições de desempenhar uma atividade política que somente engrandecerá o país e, principalmente, o Congresso Nacional no momento em que essa instituição está carente de pessoas da estirpe e da qualidade dele. Roberto Gurgel Diretor de Defesa Profissional A ida de Eleuses Paiva para a Câmara Federal irá incrementar as políticas públicas de saúde tão necessárias para o nosso país. Edmund Chada Baracat Diretor Científico A posse do Eleuses é um ganho enorme para a classe médica e para a sociedade, pois ele conhece o sistema de saúde, as necessidades da saúde pública e dos profissionais do setor. Wirlande Santos da Luz Diretor de Proteção ao Paciente As Associações Paulista e Brasileira (APM e AMB) deram um enorme salto em representatividade política e na qualidade de suas atividades científicas sob a presidência de Eleuses Paiva. Nós, médicos, reavivamos nesse momento nossas esperanças de melhoria da atenção à saúde com sua posse como deputado federal. Miguel R. Jorge Diretor de Relações Internacionais Participei da gestão de Eleuses Paiva e sou testemunha do seu espírito público e determinação na defesa dos interesses da saúde do povo brasileiro, em consonância com a prática ética, científica e humana da medicina que ele sempre defendeu. Geraldo Ferreira Filho Diretor de Marketing Eleuses é, foi e sempre será um defensor intransigente dos direitos dos médicos e de um sistema de saúde no qual a população brasileira tenha acesso público, gratuito e universal. Com Eleuses no Congresso Nacional, os médicos e a saúde pública dos brasileiros sempre terão um amigo em suas defesas. Jésus Almeida Fernandes Vice-presidente Leste-Centro Como homem da classe e político de rara habilidade, com certeza empunhará a bandeira da busca de melhores condições de trabalho para os médicos deste país, sempre com o objetivo de salvaguardar e melhorar a saúde do povo brasileiro. Será um digno e respeitado representante de nossa categoria no Congresso Nacional. Murillo R. Capella Vice-presidente Sul Congratulo o Eleuses por essa vitória e desejo muita sorte nessa nova etapa. Que ele continue trabalhando pela valorização da classe médica e a melhoria da assistência à população. Moacyr Basso Júnior Vice-presidente Centro-Oeste É uma grande aquisição para a Câmara Federal ter um deputado da qualidade de Eleuses. Qualidade não só como homem ou profissional, mas como caráter. Certamente, ele trabalhará muito não só pela classe médica, mas pela população brasileira. Wilberto Silva Trigueiro Vice-presidente Nordeste A classe médica brasileira ganhou o seu mais legítimo representante no Congresso Nacional. A classe médica sente-se ainda mais representada no Parlamento brasileiro. Do ponto de vista classista, para mim, é a principal notícia do ano. Jurandir Marcondes Ribas Filho Vice-presidente Centro-sul A posse de Eleuses é muito importante para a comunidade médica, pois trata-se de um profissional conhecedor de todos os desafios médicos que o sistema de saúde hoje enfrenta. Sem dúvida, a sua participação no âmbito legislativo tem um potencial enorme para conseguir melhorias. Marcos Bosi Ferraz Diretor de Economia Médica Com a presença de Eleuses a Câmara Federal nunca mais será a mesma, pois todos nós conhecemos as suas qualidades de grande líder e articulador. Esperamos que com outros parlamentares médicos ele possa contribuir com as entidades médicas na efetiva melhoria das condições de saúde do povo brasileiro. Luc Louis Maurice Weckx 1º Secretário O trabalho de Eleuses Paiva à frente da AMB, a sua capacidade de convencimento e aglutinação e o carisma que lhe é peculiar, o credencia para representar a categoria médica em defesa dos interesses da saúde. Cléber Costa de Oliveira Vice-presidente Leste- Nordeste Eleuses tem tudo que um representante do povo precisa: uma grande ideia, traduzida pela fé naquilo que acredita; e é um homem de muito trabalho. Não tenho dúvida de que corresponderá à altura das nossas expectativas e necessidades. Gutemberg Fernandes de Araújo Vice-presidente Norte-Nordeste MARÇO/ABRIL

20 política A capacidade de transformação depende da nossa firmeza de caráter Seu mandato vai até quando? Eleuses Paiva Estamos assumindo com mais da metade da atual legislatura transcorrida. Ou seja, teremos quase um ano e meio para fazer o mesmo trabalho que os meus colegas de parlamento fizeram com mandato integral de quatro anos. Porém, isso será só mais um desafio como muitos outros que enfrentamos em nossa vida associativa. Com alianças, entusiasmo, dedicação, trabalho firme e superação vamos concretizar neste pouco espaço de tempo as esperanças daqueles que depositaram nas urnas a confiança em nossas propostas. Qual será a sua primeira providência ao assumir o cargo? Eleuses Paiva Vamos iniciar articulações no sentido de colocar em prática os pontos defendidos durante nossa campanha que, resumidamente, constam de financiamento adequado e ampliação da capacidade de atendimento do SUS; recuperação de hospitais filantrópicos e Santas Casas; desenvolvimento de política de medicamentos; resgate do conceito do servidor público com a criação de um Fotos: César Teixeira plano de cargos, carreiras e salários para todas as categorias de saúde; incentivo de programas de educação permanente e continuada aos profissionais de saúde; formulação de política interministerial voltada à indústria nacional de produtos e equipamentos de saúde; rediscussão da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar quanto à sua finalidade em regular a relação entre prestadores, médicos e operadoras; revisão da atual política de ensino superior na área de saúde, garantindo a formação de profissionais qualificados; reconhecimento da residência médica como melhor instrumento de complementação da formação médica; redução de impostos para estimular o desenvolvimento e promover justiça tributária aos cidadãos; garantia de transparência na arrecadação e no investimento social dos tributos, dentre outros. E, como médico, também não poderei deixar de me inscrever na Frente Parlamentar da Saúde e aliar-me à luta dessa entidade em defesa de melhores condições de assistência à população brasileira. Como será a sua rotina semanal para desenvolver esse trabalho? Como conseguirá se dividir entre Brasília, S. Paulo e S. José do Rio Preto, onde mora? Eleuses Paiva - Não é fácil manter o tripé parlamento, profissão e família. Precisarei estar em Brasília às terças, quartas e quintas-feiras, já que nesses dias haverá sessões e não pretendo me ausentar do plenário, trabalhar na clínica e na universidade e dar assistência à minha família. Tenho três filhos adolescentes que sempre me questionaram se dava a eles a mesma atenção que dispensava aos médicos brasileiros. O domingo com a família, muitas vezes, será substituído por viagens a trabalho, porém tudo isso é inevitável quando se está envolvido em uma questão essencial para o bem-estar da sociedade. O que torna válido todo esse sacrifício pessoal é a possibilidade de colaborar na consolidação de um sistema de saúde de qualidade à população. E as suas atividades como médico? Eleuses Paiva Eu sou médico, sempre serei e vou continuar exercendo minha profissão normalmente. A diferença neste momento é que agora estarei político. Portanto, vou continuar a exercer a minha profissão, mas também me dedicarei a honrar os compromissos assumidos perante aqueles confiaram em mim nas eleições. O Sr. tem consciência da enorme confiança que os quase 350 mil médicos brasileiros depositam em seu trabalho na esperança de ver suas principais reivindicações atendidas? Eleuses Paiva A ideia de buscar a eleição por São Paulo sempre foi incentivar e abrir espaço para que lideranças médicas comprometidas com o movimento da saúde e com a categoria também se candidatassem, reforçando a nossa luta no Congresso Nacional. Quanto mais pessoas envolvidas com essas causas, mais rapidamente conseguiremos transformar tristes realidades existentes em nosso país. Como ex-presidente da AMB e interado aos principais pontos de lutas das entidades médicas, qual será a sua prioridade na Câmara? Eleuses Paiva Pretendo me reunir com os presidentes das três principais entidades médicas nacionais: a 2 0 MARÇO/ABRIL 2009

Quem vou ser daqui a 20 anos Público. Privado. Assistencial Acadêmica Gestão. Assistencial Acadêmico Gestão Autônomo

Quem vou ser daqui a 20 anos Público. Privado. Assistencial Acadêmica Gestão. Assistencial Acadêmico Gestão Autônomo Dr Milton Glezer Quem vou ser daqui a 20 anos Público Assistencial Acadêmica Gestão Privado Assistencial Acadêmico Gestão Autônomo Mudanças nos planos de saúde- melhorar cada vez mais o funcionamento dos

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192)

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192) Página 1 de 17 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.666/2003, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 *****

Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 ***** Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 ***** Ementa: Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM n.º 1.634/2002, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INFORMAÇÕES GERAIS 1 - A Residência em Medicina constitui modalidade de ensino de pós-graduação, destinada

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002 Dispõe sobre convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina CFM, a Associação

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE RESOLUÇÃO CFM Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, n. 81, 29 abr.2002. Seção 1, p. 265-66 Alterada pela Resolução CFM nº 1666/03 (Anexo II) O CONSELHO

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 004 Médico - Alergia e Imunologia

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.116/2015

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.116/2015 RESOLUÇÃO CFM Nº 2.116/2015 (Publicada no D.O.U. de 04 de fevereiro de 2015, Seção I, p. 55) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 2.068/2013, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços RN nº 267/2011

Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços RN nº 267/2011 Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços RN nº 267/2011 Instrução Normativa sobre a divulgação da qualificação Primeira reunião do GT de Divulgação 07/02/2012 Quem divulgar? Todos

Leia mais

Conselho Resolução Situação Ementa

Conselho Resolução Situação Ementa CFM 1845/2008 Integra Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.785/2006, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina

Leia mais

Fiscalização do Cremesp aponta falhas e irregularidades no Programa Mais Médicos na capital

Fiscalização do Cremesp aponta falhas e irregularidades no Programa Mais Médicos na capital Fiscalização do Cremesp aponta falhas e irregularidades no Programa Mais Médicos na capital Mais de um terço dos intercambistas do Programa Mais Médicos ou 35,7% deles - nunca teve contato com seu tutor,

Leia mais

QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA MÉDICOS, PSICÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS E DEMAIS PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS

QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA MÉDICOS, PSICÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS E DEMAIS PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA MÉDICOS, PSICÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS E DEMAIS PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS O objetivo deste questionário é analisar as atividades

Leia mais

Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos

Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos Câmara dos Deputados (PL 3466/2004) PL 3466/2004 Deputado Inocêncio de Oliveira (PR/PE) Autor do projeto Banco de images / Câmara FOTO: BANCO

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 09/2014-EBSERH/HU-UFMS ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 17 DE ABRIL DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 09/2014-EBSERH/HU-UFMS ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 17 DE ABRIL DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 09/2014-EBSERH/HU-UFMS ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 17 DE ABRIL DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 801 802 Médico Alergia e

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 1/2014-EBSERH/HUSM-UFSM ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 1/2014-EBSERH/HUSM-UFSM ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 1/2014-EBSERH/HUSM-UFSM ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 801 Médico Alergia

Leia mais

PROCESSO SELETIVO UNIFICADO DE RESIDÊNCIA MÉDICA/BAHIA 2015 COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA CEREM / BA EDITAL DE MATRÍCULA

PROCESSO SELETIVO UNIFICADO DE RESIDÊNCIA MÉDICA/BAHIA 2015 COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA CEREM / BA EDITAL DE MATRÍCULA PROCESSO SELETIVO UNIFICADO DE RESIDÊNCIA MÉDICA/BAHIA 2015 COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA CEREM / BA EDITAL DE MATRÍCULA A Comissão Estadual de Residência Médica - CEREM/BAHIA, no uso de suas

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 03/2015-EBSERH/HU-UFJF ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 06 DE MARÇO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 03/2015-EBSERH/HU-UFJF ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 06 DE MARÇO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 03/2015-EBSERH/HU-UFJF ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 06 DE MARÇO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 006 Médico - Anestesiologia

Leia mais

Pacto Nacional pela Saúde. Mais hospitais e unidades de saúde Mais Médicos Mais Formação

Pacto Nacional pela Saúde. Mais hospitais e unidades de saúde Mais Médicos Mais Formação Pacto Nacional pela Saúde Mais hospitais e unidades de saúde Mais Médicos Mais Formação 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Conheça mais: Programa Mais Médicos Faltam médicos no Brasil De 2003 a 2011, o número de postos

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar. Visão dos Prestadores

IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar. Visão dos Prestadores IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar Visão dos Prestadores HISTÓRICO 2003 TISS 2004 OFICINAS ANS TISS Porto Alegre: Importância do tema = 95,2% importante / muito importante

Leia mais

HOSPITAL CENTRAL ROBERTO SANTOS 201 Clínica Médica Recredenciado 02 anos 10 02 08 101 Cirurgia Geral Recredenciado 02 anos 10 00 10

HOSPITAL CENTRAL ROBERTO SANTOS 201 Clínica Médica Recredenciado 02 anos 10 02 08 101 Cirurgia Geral Recredenciado 02 anos 10 00 10 PROCESSO SELETIVO UNIFICADO DE RESIDÊNCIA MÉDICA DA BAHIA 2008 C O M U N I C A D O A CEREM COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA, comunica a alteração das vagas disponibilizadas para 2008, com base nas

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA 1 de 26 16/11/2010 18:54 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1845/2008 (Publicada no D.O.U. de 15 Jul 2008, Seção I, p. 72) (Republicada com anexo no D.O.U. 16 Jul 2008, Seção I, p.164-168) (Modificada

Leia mais

SELEÇÃO PARA COOPERAÇÃO DE MÉDICOS Edital n. 01/2009. ACUPUNTURA Código 101. Gabarito

SELEÇÃO PARA COOPERAÇÃO DE MÉDICOS Edital n. 01/2009. ACUPUNTURA Código 101. Gabarito ACUPUNTURA Código 101 Questão 01: D Questão 19: B Questão 37: D Questão 55: D Questão 02: D Questão 20: D Questão 38: B Questão 56: B Questão 03: D Questão 21: A Questão 39: C Questão 57: A Questão 04:

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

Residência Médica. Equivalência da Residência Médica com Curso de Especialização e Título de Especialista

Residência Médica. Equivalência da Residência Médica com Curso de Especialização e Título de Especialista Residência Médica A Residência Médica foi instituída no Brasil pela Lei nº. 6.932 de 07 de julho de 1981 e regulamentada pelo Decreto nº. 80.281, de 05 de setembro de 1977. Equivalência da Residência Médica

Leia mais

Propostas aprovadas no XII Enem

Propostas aprovadas no XII Enem Propostas aprovadas no XII Enem Tema I Formação Médica Ensino Médico 1. Exigir como requisitos mínimos para reconhecimento e revalidação dos cursos de Medicina: hospital próprio com quantidade suficiente

Leia mais

POLÍTICA DE QUALIFICAÇÃO MÉDICA Edição: 24/10/2013 NORMA Nº 650

POLÍTICA DE QUALIFICAÇÃO MÉDICA Edição: 24/10/2013 NORMA Nº 650 Página: 1/36 1- OBJETIVO Garantir a segurança do paciente e da Instituição, através da definição dos requisitos básicos que permitem ao médico exercer o ato médico no Sistema de Saúde Mãe de Deus (SSMD).

Leia mais

SENADO FEDERAL Comissão de Assuntos Sociais

SENADO FEDERAL Comissão de Assuntos Sociais SENADO FEDERAL Comissão de Assuntos Sociais AUDIÊNCIA PÚBLICA REALIZADA NA COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS EM 28 DE JUNHO DE 2006 PARA INSTRUIR O PROJETO DE LEI DO SENADO Nº25, DE 2002, QUE DISPÕE SOBRE O

Leia mais

DIAMANTE V7.2.2 www.pacotediamante.com.br (Compatível com a versão 9 do PRODOCTOR) Primeira instalação do DIAMANTE

DIAMANTE V7.2.2 www.pacotediamante.com.br (Compatível com a versão 9 do PRODOCTOR) Primeira instalação do DIAMANTE SERVIDOR DIAMANTE V7.2.2 www.pacotediamante.com.br (Compatível com a versão 9 do PRODOCTOR) Primeira instalação do DIAMANTE Opção A O Prodoctor foi instalado de forma padrão, no disco C do servidor. C:\Prodoctor9

Leia mais

MENSAGEM Nº, de 2008.

MENSAGEM Nº, de 2008. MENSAGEM Nº, de 2008. = Tenho a honra de submeter à elevada consideração de Vossas Excelências o projeto de Lei anexo, que objetiva criar o Conselho Municipal Antidrogas COMAD. Um dos mais graves problemas

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.973/2011 (Publicada no D.O.U. de 1º de agosto de 2011, Seção I, p. 144-147) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.845/08, que celebra

Leia mais

Programas de pós-graduação do médico estrangeiro - Resolução: 1669 de 13/6//2003 *****

Programas de pós-graduação do médico estrangeiro - Resolução: 1669 de 13/6//2003 ***** Programas de pós-graduação do médico estrangeiro - Resolução: 1669 de 13/6//2003 ***** Dispõe sobre o exercício profissional e os programas de pós-graduação no Brasil do médico estrangeiro e do médico

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 30/6/2014, Seção 1, pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 30/6/2014, Seção 1, pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 30/6/2014, Seção 1, pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso

Leia mais

TEM QUE MELHORAR MUITO

TEM QUE MELHORAR MUITO Confira gráficos, tabelas, críticas e sugestões sobre o convênio médico na ZF revelados em levantamento feito pelo Sindicato Comprovado: convênio médico na ZF TEM QUE MELHORAR MUITO Um levantamento feito

Leia mais

Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal;

Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal; SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 211, DE 15 DE JUNHO DE 2004 O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições; Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui

Leia mais

Ofício nº 0110-08/DIR-CFP Brasília, 9 de junho de 2008. Assunto: Encaminhamentos da APAF acerca do tema Saúde Suplementar

Ofício nº 0110-08/DIR-CFP Brasília, 9 de junho de 2008. Assunto: Encaminhamentos da APAF acerca do tema Saúde Suplementar Ofício nº 0110-08/DIR-CFP Brasília, 9 de junho de 2008. Aos Senhores PRESIDENTES Conselho Regional de Psicologia Assunto: Encaminhamentos da APAF acerca do tema Saúde Suplementar Senhor Presidente, 1.

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003 Página 1 de 27 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003 Ementa: Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.634/2002, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre

Leia mais

Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da FMRPUSP

Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da FMRPUSP Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da FMRPUSP Conteúdo DISPOSIÇÕES GERAIS 3 APOIO AO APRIMORAMENTO DE RECURSOS HUMANOS 4 Participação em congressos e eventos científicos

Leia mais

Na verdade são 4130 candidatos mas alguns se inscreveram para mais de uma área. Especialidade ou Área de atuação- Entrada pre-requisito Candidato s

Na verdade são 4130 candidatos mas alguns se inscreveram para mais de uma área. Especialidade ou Área de atuação- Entrada pre-requisito Candidato s Estatísticas referentes ao PSU para 2010 Relação candidato/vaga Especialidade entrada direta Candidatos Vagas Cand/vaga Clínica Médica 1147 131 8,8 Cirurgia Geral 804 76 10,6 Anestesiologia 458 32 14,3

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE RESIDÊNCIA MÉDICA - 2013 FACULDADE DE MEDICINA - HOSPITAL DE CLÍNICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA EDITAL Nº.

PROCESSO SELETIVO DE RESIDÊNCIA MÉDICA - 2013 FACULDADE DE MEDICINA - HOSPITAL DE CLÍNICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA EDITAL Nº. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA COREME Av. Pará, 1.720 Bloco 2H Sala 13 Campus Umuarama Fone/Fax: (034) 3218-2329 - e-mail: sinvaldo@umuarama.ufu.br

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 02/2015 EBSERH/HE-UFPEL EDITAL N 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA NÍVEL SUPERIOR - MANHÃ

CONCURSO PÚBLICO 02/2015 EBSERH/HE-UFPEL EDITAL N 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA NÍVEL SUPERIOR - MANHÃ Gabarito Preliminar CONCURSO PÚBLICO 02/2015 EBSERH/HE-UFPEL EDITAL N 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA NÍVEL SUPERIOR - MANHÃ MÉDICO - ALERGIA E IMUNOLOGIA D A B E C D D C A B C C E A E E B B E B D A C D A MÉDICO

Leia mais

DIAMANTE V11.00.03 www.pacotediamante.com.br (Compatível com a versão 11 do PRODOCTOR)

DIAMANTE V11.00.03 www.pacotediamante.com.br (Compatível com a versão 11 do PRODOCTOR) DIAMANTE V11.00.03 www.pacotediamante.com.br (Compatível com a versão 11 do PRODOCTOR) SERVIDOR ATENÇÃO Esta operação só poderá ser efetuada no servidor, e com todas as estações do PRODOCTOR DESLIGADAS.

Leia mais

DIAMANTE PLUS-CORP Versão 1.00.01 (Compatível com o PRODOCTOR PLUS e PRODOCTOR CORP)

DIAMANTE PLUS-CORP Versão 1.00.01 (Compatível com o PRODOCTOR PLUS e PRODOCTOR CORP) DIAMANTE PLUS-CORP Versão 1.00.01 (Compatível com o PRODOCTOR PLUS e PRODOCTOR CORP) Esta orientação é para clientes que vão iniciar a utilização do DIAMANTE PLUS CORP. SERVIDOR Acesse o site www.pacotediamante.com.br.

Leia mais

CONVÊNIO CELEBRADO ENTRE O CFM, A AMB E A CNRM

CONVÊNIO CELEBRADO ENTRE O CFM, A AMB E A CNRM CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.973, DE 14 DE JULHO DE 2011 Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM Nº 1.845/08, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades

Leia mais

SELEÇÃO UNIFICADA PARA RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO CEARÁ SURCE 2012 ADITIVO AO EDITAL Nº 02/2011

SELEÇÃO UNIFICADA PARA RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO CEARÁ SURCE 2012 ADITIVO AO EDITAL Nº 02/2011 SELEÇÃO UNIFICADA PARA RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO CEARÁ SURCE 2012 ADITIVO AO EDITAL Nº /2011 A Coordenação Geral do Grupo Gestor da SURCE e a Coordenação de Ensino e Pesquisa dos Hospitais Universitários

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia CREMEB III Fórum de Publicidade Médica 24 de agosto de 2012 Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia CREMEB Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos

Leia mais

As novidades da Saúde Suplementar e seus Impactos. Erimar Carlos Brehme de Abreu

As novidades da Saúde Suplementar e seus Impactos. Erimar Carlos Brehme de Abreu As novidades da Saúde Suplementar e seus Impactos Assistência Farmacêutica, Qualificação de Prestadores, Ouvidoria, CNS e Pagamento por Pacotes Erimar Carlos Brehme de Abreu Águas de Lindóia 13/09/2012

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA REGULAÇÃO E DA CONTRATUALIZAÇÃO EM SAÚDE SUPLEMENTAR. Comissão Nacional de Convênios e Credenciamentos (CNCC)

A IMPORTÂNCIA DA REGULAÇÃO E DA CONTRATUALIZAÇÃO EM SAÚDE SUPLEMENTAR. Comissão Nacional de Convênios e Credenciamentos (CNCC) 1 A IMPORTÂNCIA DA REGULAÇÃO E DA CONTRATUALIZAÇÃO EM SAÚDE SUPLEMENTAR 2 CONCEITOS 3 SAÚDE SUPLEMENTAR: atividade que envolve a operação de planos privados de assistência à saúde sob regulação do Poder

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM nº 1634/2002

RESOLUÇÃO CFM nº 1634/2002 Página 1 de 11 Imprimir RESOLUÇÃO CFM nº 1634/2002 Dispõe sobre convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina CFM, a Associação Médica Brasileira - AMB

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO No- 2.116, DE 23 DE JANEIRO DE 2015

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO No- 2.116, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO No- 2.116, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 2.068/2013, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades

Leia mais

Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00

Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00 Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00 1 Resumo e considerações* A reunião apresentou bastante debate, e deliberações importantes. Alguns pontos

Leia mais

ANEXO I CARGOS, VAGAS, VENCIMENTO INICIAL, CARGA HORÁRIA, REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS, E TAXA DE INSCRIÇÃO. Vencimento Inicial em reais.

ANEXO I CARGOS, VAGAS, VENCIMENTO INICIAL, CARGA HORÁRIA, REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS, E TAXA DE INSCRIÇÃO. Vencimento Inicial em reais. ANEXO I CARGOS, VAGAS, VENCIMENTO INICIAL, CARGA HORÁRIA, REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS, E TAXA DE INSCRIÇÃO. Cód. Cargo 1 Ajudante de Carga e Descarga Vagas Vagas Reservadas Deficientes Vencimento Inicial

Leia mais

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem?

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? SAIBA TUDO SOBRE O ENEM 2009 Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os

Leia mais

Relatório de. Gestão

Relatório de. Gestão Relatório de Gestão Sumário Apresentação... 2 Serviços Ofertados... 3 Recursos Humanos... 4 Análise Operacional... 5... U RGÊNCIA E EMERGÊNCIA... 5... A MBULATÓRIO... 6... I NTERNAÇÃO... 7... D ESEMPENHO

Leia mais

N OVA D I R E T O R I A T O M A P O S S E N O T E AT R O M U N I C I PA L

N OVA D I R E T O R I A T O M A P O S S E N O T E AT R O M U N I C I PA L Jornal da Associação Médica Brasileira novembro/dezembro 2011 Ano 52 nº 1375 N OVA D I R E T O R I A T O M A P O S S E N O T E AT R O M U N I C I PA L JORNAL DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA NOVEMBRO/DEZEMBRO

Leia mais

UNIDAS. Angélica Villa Nova de Avellar Du Rocher Carvalho Gerente-Geral de Análise Técnica da Presidência Brasília, 28 de abril de 2014

UNIDAS. Angélica Villa Nova de Avellar Du Rocher Carvalho Gerente-Geral de Análise Técnica da Presidência Brasília, 28 de abril de 2014 UNIDAS Angélica Villa Nova de Avellar Du Rocher Carvalho Gerente-Geral de Análise Técnica da Presidência Brasília, 28 de abril de 2014 Saúde no Brasil Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado,

Leia mais

SELEÇÃO PARA COOPERAÇÃO DE MÉDICOS UNIMED MACEIÓ EDITAL DE ABERTURA

SELEÇÃO PARA COOPERAÇÃO DE MÉDICOS UNIMED MACEIÓ EDITAL DE ABERTURA SELEÇÃO PARA COOPERAÇÃO DE MÉDICOS UNIMED MACEIÓ EDITAL DE ABERTURA O Conselho de Administração da UNIMED MACEIÓ torna público que estão abertas as inscrições de candidatos ao Processo Seletivo para preenchimento

Leia mais

Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde

Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Rede Sentinela Desde 2011, 192 hospitais da Rede Sentinela monitoram

Leia mais

Programa Nacional de Segurança do Paciente: estado da arte e perspectivas

Programa Nacional de Segurança do Paciente: estado da arte e perspectivas Programa Nacional de Segurança do Paciente: estado da arte e perspectivas Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE RESIDÊNCIA MÉDICA - 2015 FACULDADE DE MEDICINA - HOSPITAL DE CLÍNICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA EDITAL Nº.

PROCESSO SELETIVO DE RESIDÊNCIA MÉDICA - 2015 FACULDADE DE MEDICINA - HOSPITAL DE CLÍNICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA EDITAL Nº. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA Av. Pará, 1.720 - Bloco 2H - Sala 13 - Campus Umuarama Fone/Fax: (034) 3225-8626 e-mail: sinvaldo@umuarama.ufu.br

Leia mais

Site da Comissão Estadual de Honorários Médicos do Rio Grande do Sul: www.cehm-rs.org.br

Site da Comissão Estadual de Honorários Médicos do Rio Grande do Sul: www.cehm-rs.org.br Site da Comissão Estadual de Honorários Médicos do Rio Grande do Sul: www.cehm-rs.org.br RELAÇÃO MÉDICO X OPERADORA X USUÁRIO QUEM GANHA, QUEM PERDE? Respostas até abril de 2013: 928 A Comissão Estadual

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA 1 1. APRESENTAÇÃO Esta política estabelece os princípios e práticas de Governança Cooperativa adotadas pelas cooperativas do Sistema Cecred, abordando os aspectos de

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

Por que criar um padrão?

Por que criar um padrão? Tópicos Abordados Por que padronizar O que regulamenta Prazos Responsabilidades Entendendo a norma Webservices Mensagens TUSS Demonstração de uso de Webservices TISS Por que criar um padrão? Para colocar

Leia mais

CONTROLE DA INFECÇÃO HOSPITALAR É DEFICIENTE EM MAIS DE 90% DOS HOSPITAIS DE SÃO PAULO

CONTROLE DA INFECÇÃO HOSPITALAR É DEFICIENTE EM MAIS DE 90% DOS HOSPITAIS DE SÃO PAULO CONTROLE DA INFECÇÃO HOSPITALAR É DEFICIENTE EM MAIS DE 90% DOS HOSPITAIS DE SÃO PAULO 13/04/2009 Levantamento inédito sobre a situação do controle da infecção hospitalar realizado pelo Conselho Regional

Leia mais

Art. 77 O Curso terá duração determinada pela AMB/CFM...

Art. 77 O Curso terá duração determinada pela AMB/CFM... Cursos de Especialização em Oftalmologia Normas para Credenciamento de Cursos de Especialização em Oftalmologia Art. 75 Para obter o credenciamento do CBO para ministrar Curso de Especialização em Oftalmologia,

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.772/2005 (Publicada no D.O.U. de 12.08.2005, Seção I, p. 141-142) Revogada pela Resolução CFM nº 1984/2012 Institui o Certificado de Atualização Profissional

Leia mais

PLANOS DE SAÚDE: CONHEÇA SEUS DIREITOS CONTRA ABUSOS E ARMADILHAS

PLANOS DE SAÚDE: CONHEÇA SEUS DIREITOS CONTRA ABUSOS E ARMADILHAS PLANOS DE SAÚDE: CONHEÇA SEUS DIREITOS CONTRA ABUSOS E ARMADILHAS PLANOS DE SAÚDE: CONHEÇA SEUS DIREITOS CONTRA ABUSOS E ARMADILHAS Direito de todos e dever do Estado! Como determina a Constituição Federal

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO X ENEM (maio de 2003)

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO X ENEM (maio de 2003) PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO X ENEM (maio de 2003) CBHPM ESCOLAS MÉDICAS ATO MÉDICO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA (PSF) PLANO DE CARREIRA, CARGOS E SALÁRIOS (PCCS) CBHPM HISTÓRICO CBHPM HISTÓRICO Planejamento

Leia mais

I SEMINÁRIO NACIONAL DO PROGRAMA NACIONAL DE REORIENTAÇÃO DA FORMAÇÃO PROFISIONAL EM SAÚDE PRÓ-SAÚDE II

I SEMINÁRIO NACIONAL DO PROGRAMA NACIONAL DE REORIENTAÇÃO DA FORMAÇÃO PROFISIONAL EM SAÚDE PRÓ-SAÚDE II Ministério da Educação Secretaria de Ensino Superior Diretoria de Hospitais Univ ersitários e Residências em Saúde A articulação da Graduação em Saúde, dos Hospitais de Ensino e das Residências em Saúde

Leia mais

Empresa / Turma: Curso: Aluno (a): Declaro ter recebido, estar ciente e concordar com as normas estabelecidas pela documentação abaixo citada.

Empresa / Turma: Curso: Aluno (a): Declaro ter recebido, estar ciente e concordar com as normas estabelecidas pela documentação abaixo citada. Empresa / Turma: Curso: Aluno (a): Declaro ter recebido, estar ciente e concordar com as normas estabelecidas pela documentação abaixo citada. Regulamento Acadêmico dos cursos do FGV in company Código

Leia mais

DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001

DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001 DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001 Dispõe sobre a organização do ensino superior, a avaliação de cursos e instituições, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições

Leia mais

LUTA MÉDICA ENTREVISTA: JORGE SOLLA Entrevista publicada na Revista Luta Médica nº 02 (janeiro/fevereiro de 2007)

LUTA MÉDICA ENTREVISTA: JORGE SOLLA Entrevista publicada na Revista Luta Médica nº 02 (janeiro/fevereiro de 2007) LUTA MÉDICA ENTREVISTA: JORGE SOLLA Entrevista publicada na Revista Luta Médica nº 02 (janeiro/fevereiro de 2007) Médico Pesquisador do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da Universidade Federal da Bahia.Ex-Coordenador

Leia mais

Pesquisa da relação entre. médicos, dentistas e fisioterapeutas. com planos de saúde

Pesquisa da relação entre. médicos, dentistas e fisioterapeutas. com planos de saúde Pesquisa da relação entre médicos, dentistas e fisioterapeutas Abril / 2013 Objetivo Conhecer a opinião dos médicos especialistas, cirurgiões-dentistas e fisioterapeutas sobre a relação com os planos ou

Leia mais

Veículo de Comunicação da AHERJ. Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro Ano XIII Nº 100 Julho / Agosto de 2011

Veículo de Comunicação da AHERJ. Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro Ano XIII Nº 100 Julho / Agosto de 2011 N 991219341-0/2010 DR/RJ Veículo de Comunicação da AHERJ. Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro Ano XIII Nº 100 Julho / Agosto de 2011 Marketing na Saúde Como utilizar o Marketing na área

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO FINAL DA SELEÇÃO PÚBLICA PARA ADMISSÃO DE MÉDICOS COMO COOPERADOS NA UNIMED JUIZ DE FORA 01/2012

CLASSIFICAÇÃO FINAL DA SELEÇÃO PÚBLICA PARA ADMISSÃO DE MÉDICOS COMO COOPERADOS NA UNIMED JUIZ DE FORA 01/2012 34288 Acupuntura 59 aprovado 3 45210 Alergia e Imunologia 56,5 aprovado 5 42926 Anestesiologia 62,5 aprovado 48867 Anestesiologia 60,5 aprovado 48235 Anestesiologia 59 aprovado 9 48302 Anestesiologia 56

Leia mais

MUNICÍPIO DE MORRINHOS Estado de Goiás

MUNICÍPIO DE MORRINHOS Estado de Goiás LEI Nº 2.547, DE 18 DE SETEMBRO DE 2009. CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / / Autoriza a doação de lote pertencente ao Município de Morrinhos para

Leia mais

HOSPITAL GERAL DE VILA PENTEADO HOSPITAL GERAL DOUTOR JOSÉ PANGELLA DE VILA PENTEADO MÉDICO (ÁREA: ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA) PROCESSO SELETIVO Nº

HOSPITAL GERAL DE VILA PENTEADO HOSPITAL GERAL DOUTOR JOSÉ PANGELLA DE VILA PENTEADO MÉDICO (ÁREA: ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA) PROCESSO SELETIVO Nº HOSPITAL GERAL DE VILA PENTEADO HOSPITAL GERAL DOUTOR JOSÉ PANGELLA DE VILA PENTEADO MÉDICO (ÁREA: ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA) PROCESSO SELETIVO Nº 004 / 08 EDITAL Nº 026 / 08 O Hospital Geral Doutor José

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Texto compilado Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de

Leia mais

Conhecimentos em Clínica Médica.

Conhecimentos em Clínica Médica. ANEXO II PROGRAMAS DA PROVA ESCRITA s com Acesso Direto Acupuntura Anestesiologia Cirurgia Geral Dermatologia Infectologia Medicina da Família e Comunidade Medicina Nuclear Neurocirurgia Neurologia Conhecimentos

Leia mais

Histórico das ações sobre Carga Horária de psicólogos no município do Rio de Janeiro pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro - CRP/05

Histórico das ações sobre Carga Horária de psicólogos no município do Rio de Janeiro pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro - CRP/05 Histórico das ações sobre Carga Horária de psicólogos no município do Rio de Janeiro pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro - CRP/05 Dezembro/2003 - A discussão sobre carga horária para

Leia mais

LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas

LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas APRESENTAÇÃO A Federação Baiana de Hospitais e a Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia, cumprindo com a função de orientar e assessorar hospitais,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO HOSPITAL SANTA HELENA

REGIMENTO INTERNO DO HOSPITAL SANTA HELENA 20//2013 1 REGIMENTO INTERNO DO HOSPITAL SANTA HELENA CAPÍTULO I Princípios e Objetivos ARTIGO 1 O regimento interno do corpo clínico visa disciplinar a constituição, ações, relações, avaliações e direção

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO APRESENTAÇÃO A Casa de Saúde São José foi fundada em 1923 e tem como missão Servir à Vida, promovendo Saúde. É uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, católica,

Leia mais

PESQUISA INÉDITA DO CREMESP. 93% dos médicos recebem brindes e benefícios das empresas farmacêuticas e de equipamentos

PESQUISA INÉDITA DO CREMESP. 93% dos médicos recebem brindes e benefícios das empresas farmacêuticas e de equipamentos PESQUISA INÉDITA DO CREMESP 93% dos médicos recebem brindes e benefícios das empresas farmacêuticas e de equipamentos 80% dos médicos recebem visitas de representantes da indústria de medicamentos Estudo

Leia mais

Educação Médica no Brasil. Graduação, Especialização & Educação Médica Continuada

Educação Médica no Brasil. Graduação, Especialização & Educação Médica Continuada Educação Médica no Brasil Graduação, Especialização & Educação Médica Continuada Educação Médica no Brasil Escola Médica Especialização (especialidades e áreas de atuação) Residência Médica Estágios credenciados

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº, DE DE DE 2010.

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº, DE DE DE 2010. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº, DE DE DE 2010. Institui o programa de incentivo à qualificação de prestadores de serviços na saúde suplementar. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar

Leia mais

Leis Federais. LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências

Leis Federais. LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado

Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia Belo Horizonte - MG, setembro de 2013. Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado Patricia Fernanda Toledo Barbosa

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

Diagnóstico da realidade médica no país

Diagnóstico da realidade médica no país Diagnóstico da realidade médica no país Médicos por mil habitantes Peru 0,9 Chile 1,0 Paraguai 1,1* Bolívia 1,2* Colômbia 1,4* Equador 1,7 Brasil 1,8 Venezuela 1,9* México 2,0 Canadá 2,0 Estados Unidos

Leia mais

PROCESSO ELETRÔNICO PADRÃO TISS. Agosto/2014

PROCESSO ELETRÔNICO PADRÃO TISS. Agosto/2014 PROCESSO ELETRÔNICO PADRÃO TISS Agosto/2014 PADRÃO DE TROCA DE INFORMAÇÕES NA SAÚDE SUPLEMENTAR Padrão TISS Histórico e Consulta Pública nº 43 Padrão TISS - Versão 3.0 3 Histórico RN 305 09/10/2012 - Termo

Leia mais

no Brasil O mapa da Acreditação A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais

no Brasil O mapa da Acreditação A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais O mapa da Acreditação no Brasil A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais metodologias Thaís Martins shutterstock >> Panorama nacional Pesquisas da ONA (Organização

Leia mais

Pró-residência 2013 e formação de especialistas

Pró-residência 2013 e formação de especialistas Pró-residência 2013 e formação de especialistas Médicos por 1.000 habitantes Peru 0,9 Chile 1,0 Paraguai 1,1* Bolívia 1,2* Colômbia 1,4* Equador 1,7 Brasil 1,8 Venezuela 1,9* México 2,0 Canadá 2,0 Fonte:

Leia mais

HOSPITAL SÃO RAFAEL TUDO É POSSÍVEL A QUEM CRÊ

HOSPITAL SÃO RAFAEL TUDO É POSSÍVEL A QUEM CRÊ HOSPITAL SÃO RAFAEL TUDO É POSSÍVEL A QUEM CRÊ Origem A preocupação com as questões sociais fez com que o professor e sacerdote italiano D. Luigi Maria Verzé chegasse ao Brasil, em 1974, através do Monte

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LIG Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão

Leia mais