VÍCIOS PROCESSUAIS E SOLUÇÕES EFICAZES. por Glaucia Yunes

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1 SEMINÁRIO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SISTEMA CONFEA/CREA VÍCIOS PROCESSUAIS E SOLUÇÕES EFICAZES por Glaucia Yunes Assessora da Comissão de Ética Profissional/CREA-RJ

2 LEGISLAÇÃO Lei Federal nº 5.194/1966, que regula o exercício das profissões de Engenheiro e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras providências. Lei Federal nº 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal; Resolução nº 1.002/2002 do Confea, que aprova o Código de Ética Profissional; Resolução nº 1.004/2003 do Confea, que aprova o Regulamento para a Condução do Processo Ético Disciplinar; Decisão Normativa nº 094, de 31 de julho de 2012, que aprova o Manual de Procedimentos para a Condução dos Processos de Ética Profissional, visando ordenar e uniformizar os procedimentos administrativos para a condução dos processos de infração ao CEP. Lei nº 6.838, de 29 de outubro de 1980, que dispõe sobre o prazo prescricional para a punibilidade de profissional liberal.

3 Resolução nº 1.004/2003 Art. 81. Nos casos omissos aplicar-se-ão, supletivamente ao presente regulamento, a legislação profissional vigente, as normas do direito administrativo, do processo civil brasileiro e os princípios gerais do Direito. Art. 2º A apuração e condução de processo de infração ao Código de Ética Profissional obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse publico e eficácia.

4 PESQUISA DE DECISOES / PORTAL DO CONFEA NULIDADE - VÍCIO - ÉTICA Procurando por: legislação(ões) tipo Decisão Plenária, palavra(s)-chave(s) "nulidade e vício e ética" no texto Decisão Plenária Nº 0364/2012 Decisão Plenária Nº 0565/2011 Decisão Plenária Nº 0699/2013 Decisão Plenária Nº 1164/2010 Decisão Plenária Nº 1211/2010 Decisão Plenária Nº 1543/2012 Decisão Plenária Nº 1894/2008 Decisão Plenária Nº 2267/2012 Decisão Plenária Nº 0130/2010 Decisão Plenária Nº 0131/2010 Decisão Plenária Nº 0131/2011 Decisão Plenária Nº 0418/2012 Ementa: Restitui os autos ao Crea para a devida apreciação pela Comissão de Ética do Crea, a fim de que se proceda à instrução adequada, com averiguação dos fatos apontados como indícios de falta ética, subsidiando posterior análise nas instâncias cabíveis, nos termos da Resolução nº 1.004, de 2003, notadamente no que se refere ao cumprimento dos prazos de tramitação. Decisão Plenária Nº 0492/2013 Decisão Plenária Nº 0697/2013 Decisão Plenária Nº 0699/2013 Decisão Plenária Nº 1033/2013 Decisão Plenária Nº 1700/2010 Decisão Plenária Nº 1713/2008 Decisão Plenária Nº 1887/2008 Decisão Plenária Nº 2243/2009 Decisão Plenária Nº 2406/2012

5 NULIDADES - ABSOLUTA: vício insanável Se na norma prevalecem os fins ditados pelo interesse público, a violação provoca nulidade absoluta, sendo insanável o ato. Vício dessa ordem deve ser declarado de ofício e qualquer das partes o poderá invocar. Ex.: falta de citação, prescrição... - RELATIVA: vício sanável Se a norma desrespeitada tutelar, de preferência, o interesse da parte, o vício do ato é sanável. Surgem aqui as figuras da nulidade relativa e anulabilidade. A nulidade relativa depende de prejuízo e da manifestação em primeira oportunidade do interessado. Ex.: indeferimento de perguntas formuladas à testemunha; se não intimada a parte para manifestação sobre juntada de provas pela outra, e nada reclama a seu respeito, ocorre a preclusão, o que exclui a possibilidade do juiz declarar a nulidade. Não há nulidade se os fins da justiça do processo forem alcançados; não há nulidade se realizada a finalidade do ato processual; não há invalidade sem prejuízo (pas de nullité sans grief).

6 Resolução nº 1.004/2003 DA NULIDADE DOS ATOS PROCESSUAIS CAPÍTULO XIV DA NULIDADE DOS ATOS PROCESSUAIS Art. 62. Nenhum ato será declarado nulo se da nulidade não resultar prejuízo para as partes. Art. 63. Os atos do processo não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente a exigir, considerando-se válidos os atos que, realizados de outro modo, alcançarem a finalidade sem prejuízo para as partes. Art. 64. A nulidade dos atos processuais ocorrerá nos seguintes casos: I - por impedimento ou suspeição reconhecida de um membro da Comissão de Ética Profissional, câmara especializada, Plenário do Crea ou do Plenário do Confea, quando da instrução ou quando do julgamento do processo; II - por ilegitimidade de parte; ou III - por falta de cumprimento de preceitos constitucionais ou disposições de leis. Art. 65. Nenhuma nulidade poderá ser argüida pela parte que lhe tenha dado causa ou para a qual tenha concorrido.

7 Resolução nº 1.004/2003 DA NULIDADE DOS ATOS PROCESSUAIS Art. 66. As nulidades deverão ser argüidas em qualquer fase do processo, antes da decisão transitada em julgado, a requerimento das partes ou de ofício. Art. 67. As nulidades considerar-se-ão sanadas: I - se não forem argüidas em tempo oportuno, de acordo com o disposto no art. 66 deste regulamento; ou II - se, praticado por outra forma, o ato tiver atingido seu fim. Art. 68. Os atos processuais, cuja nulidade não tiver sido sanada na forma do artigo anterior, serão repetidos ou retificados. Parágrafo único. A repetição ou retificação dos atos nulos será efetuada em qualquer fase do processo. Art. 69. A nulidade de um ato, uma vez declarada, causará a nulidade dos atos que dele, diretamente, dependam ou sejam conseqüência. Art. 70. Dar-se-á o aproveitamento dos atos praticados, desde que não resulte prejuízo ao denunciado.

8 Da farta prova carreada aos autos, conclui-se pela inexistência de qualquer cerceamento de defesa ou de violação ao devido processo legal no âmbito disciplinar, pois devidamente notificado, o autor apresentou defesa prévia, requereu provas, deferidas e produzidas, juntou diversos documentos em vários momentos, e interpôs vários recursos.

9 RESOLUÇÃO 1.004, de 27 de junho de O Regulamento para a condução do processo administrativo disciplinar estabelece procedimentos para: - instauração; - instrução e - julgamento dos processos administrativos. - aplicação das penalidades relacionadas à apuração de infração ao Código de Ética Profissional.

10 INSTAURAÇÃO DO PROCESSO COMPETÊNCIA: - Conselho Federal; - Creas e - Câmaras. Comissão de Ética Profissional: é o órgão auxiliar das câmaras especializadas, constituída de acordo com o regimento do Crea. (Atribuições previstas no Art. 4º do Regulamento) LOCAL DA INFRAÇÃO FORMA: - Por Representação e - De ofício.

11 Lei nº 5.194/66 TÍTULO I - Do Exercício Profissional da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia TíTULO II - Da fiscalização do exercício das profissões CAPíTULO I - Dos órgãos fiscalizadores Art. 24. A aplicação do que dispõe esta lei, a verificação e fiscalização do exercício e atividades das profissões nela reguladas serão exercidas por um Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA) e Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), organizados de forma a assegurarem unidade de ação. CAPíTULO II - Do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia Art. 26. O Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, (CONFEA), é a instância superior da fiscalização do exercício profissional da engenharia, da arquitetura e da agronomia. Art. 27. São atribuições do Conselho Federal: e) julgar em última instância os recursos sôbre registros, decisões e penalidades impostas pelos Conselhos Regionais; n) julgar, em grau de recurso, as infrações do Código de Ética Profissional do engenheiro, arquiteto e engenheiro-agrônomo, elaborado pelas entidades de classe; (Resolução nº 1.002, de 26 de novembro de 2005, que adota o Código de Ética Profissional)

12 Lei nº 5.194/66 CAPíTULO III - Dos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia SEçãO I - Da instituição dos Conselhos Regionais e suas atribuições Art. 33. Os Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA) são órgãos de fiscalização do exercício das profissões de engenharia, arquitetura e agronomia, em suas regiões. Art. 34. São atribuições dos Conselhos Regionais: d) julgar e decidir, em grau de recurso, os processos de infração da presente lei e do Código de Ética, enviados pelas Câmaras Especializadas; e) julgar em grau de recurso, os processos de imposição de penalidades e multas; f) organizar o sistema de fiscalização do exercício das profissões reguladas pela presente lei;

13 Lei nº 5.194/66 CAPíTULO IV - Das Câmaras Especializadas SEçãO I - Da Instituição das Câmaras e suas atribuições Art. 45. As Câmaras Especializadas são os órgãos dos Conselhos Regionais encarregados de julgar e decidir sôbre os assuntos de fiscalização pertinentes às respectivas especializações profissionais e infrações do Código de Ética. Art. 46. São atribuições das Câmaras Especializadas: a) julgar os casos de infração da presente lei, no âmbito de sua competência profissional específica; b) julgar as infrações do Código de Ética; c) aplicar as penalidades e multas previstas;

14 DOS IMPEDIMENTOS E DA SUSPEIÇÃO Lei nº , que regula o processo administrativo, Arts. 18 a 21 c/c Resolução , Arts. 78 e 79: Art. 78. É impedido de atuar em processo o conselheiro que: I tenha interesse direto ou indireto na matéria; II tenha participado ou venha a participar como perito, testemunha ou representante; III haja apresentado a denúncia; ou IV seja cônjuge, companheiro ou tenha parentesco com as partes do processo até o terceiro grau. 1º O conselheiro que incorrer em impedimento deve comunicar o fato ao coordenador da Comissão de Ética Profissional, câmara especializada ou plenário, conforme o caso, abstendo-se de atuar. 2º A omissão do dever de comunicar o impedimento constitui falta grave, para efeitos disciplinares. Art. 79. Pode ser argüida a suspeição de conselheiro que tenha amizade íntima ou inimizade notória com alguma das partes ou com os respectivos cônjuges, companheiros, parentes e afins até o terceiro grau.

15 DOS IMPEDIMENTOS E DA SUSPEIÇÃO Art. 31. Apresentada a manifestação das partes, o coordenador da câmara especializada indicará um conselheiro para relatar o processo. Parágrafo único: O relator indicado não poderá ter participado da fase de instrução do processo como membro da Comissão de Ética Profissional, nem ter sido o autor da denúncia. Art. 38. Recebido o recurso e manifestação da outra parte, o presidente do Crea designará conselheiro para relatar o processo em plenário. Parágrafo único: O relator indicado não poderá ter participado da fase de instrução do processo como membro da Comissão de Ética Profissional ou membro da câmara especializada que julgou o denunciado em primeira instância, nem ter sido o autor da denúncia."

16 Resolução nº 1.004/2003 INSTAURAÇÃO DO PROCESSO Art. 7º O processo será instaurado após ser protocolado pelo setor competente do Crea em cuja jurisdição ocorreu a infração, decorrente de denúncia formulada por escrito e apresentada por: I instituições de ensino que ministrem cursos nas áreas abrangidas pelo Sistema Confea/Crea; II qualquer cidadão, individual ou coletivamente, mediante requerimento fundamentado; III associações ou entidades de classe, representativas da sociedade ou de profissionais fiscalizados pelo Sistema Confea/Crea; ou IV pessoas jurídicas titulares de interesses individuais ou coletivos. 1º O processo poderá iniciar-se a partir de relatório apresentado pelo setor de fiscalização do Crea, após a análise da câmara especializada da modalidade do profissional, desde que seja verificado indício da veracidade dos fatos.

17 INSTAURAÇAO DO PROCESSO X DA DECISÃO DE ADMISSIBILIDADE DA DENÚNCIA REQUISITOS PARA ADMISSIBILIDADE: Art. 7º 2º A denúncia somente será recebida quando contiver o nome, assinatura e endereço do denunciante, número do CNPJ Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas, se pessoa jurídica, CPF Cadastro de Pessoas Físicas, número do RG Registro Geral, se pessoa física, e estiver acompanhada de elementos ou indícios comprobatórios do fato alegado. Art. 8º Caberá à câmara especializada da modalidade do denunciado proceder a análise preliminar da denúncia, no prazo máximo de trinta dias, encaminhando cópia ao denunciado, para conhecimento e informando-lhe da remessa do processo à Comissão de Ética Profissional. Leia-se: MOTIVO(S) DO RECEBIMENTO DA DENÚNCIA E CITAÇAO

18 DA DECISÃO FUNDAMENTADA Portanto, entende-se que a análise preliminar da denúncia, através de decisão fundamentada da Câmara Especializada da modalidade do profissional denunciado deverá: - Indicar o nome, CPF e registro do profissional denunciado; - Descrever a suposta conduta anti-ética (os fatos); - Apontar os indícios da suposta infração (as provas documentais) e - Enquadrar a conduta conforme Código de Ética Profissional (o direito material).

19 DA DECISÃO FUNDAMENTADA ATENÇÃO: Na análise preliminar (chamada decisão de admissibilidade), há que se falar, tanto no relatório e voto fundamentado, quanto na decisão da câmara especializada, apenas de indícios, possível falta ética, não apontando a pena, restringindose à fundamentação e ao enquadramento. Na dúvida, a Câmara Especializada deverá solicitar, ao Denunciante, comprovação mínima dos fatos alegados, sob pena de arquivamento do processo. Não compete à Comissão Permanente de Ética Profissional CEP produzir provas sobre suposta infração ética disciplinar sem que a denúncia tenha sido feita com conteúdo probatório mínimo da veracidade dos fatos. O profissional Denunciado terá direito de exercer em sua plenitude a ampla defesa e o contraditório no Crea-RJ somente após análise preliminar da denúncia efetuada pela Câmara Especializada da modalidade do profissional (leia-se: Denúncia Admitida), quando restará identificada a conduta que ensejará apuração de possível falta ética, bem como o enquadramento mínimo da suposta infração ética, conforme dispositivos do Código de Ética Profissional.

20 DA DECISÃO FUNDAMENTADA - Crea-SP Nos casos em que o relator identificar violaçao a legislaçao profissional, nas quais a multa é a penalidade cabível, nao cabe o encaminhamento à CPEP. Em análise preliminar de denúncia, o relator deve identificar claramente o objeto da suposta falta ética, indicando qual o preceito do Anexo da Res do Confea estaria sendo infringido de forma a nortear os trabalhos da Comissao, para a competente instruçao do processo. Em análise preliminar de denúncia, emitir decisoes cujo texto ja aponte para uma condenaçao, pode caracterizar pré-julgamento. Portanto, o relator nao deve recomendar pena no voto referente à Análise Preliminar da Denúncia.

21 DA DECISÃO FUNDAMENTADA Exemplo de Deliberação Câmara Especializada incorreta: A Câmara Especializada de (Modalidade - SIGLA), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia Crea-RJ, reunida em (Data), após analisar a denúncia em epígrafe. Considerando o Relatório e Voto Fundamentado do Conselheiro Relator. Deliberou Acatar a Denúncia, e encaminhar à Comissão de Ética Profissional para instrução do processo, face a denúncia apresentada contra o (nome do profissional), e os indícios de infração ao Código de Ética Profissional.

22 Exemplo de Relatório e Voto incorreto: Relatório: Trata-se de denúncia do Engº (nome do denunciante) contra o Engº (nome do Denunciado). Após relatório da ação fiscalizadora, ficou evidente, claro e transparente a atuação do denunciado como executor de projeto, executor de obra e licenciador pela Prefeitura dos projetos por ele executados. Além disto, o profissional não recolheu corretamente a ART, profissionalmente. Voto: Pelo encaminhamento à Comissão de Ética para verificar e apurar a possibilidade de infração ética. (grifos nossos)

23 AC - APELAÇÃO CIVEL TRF PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR. CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ACRE - CRM/AC. ABERTURA DE SINDICÂNCIA E DE PROCESSO ÉTICO- PROFISSIONAL. INOBSERVÂNCIA DAS NORMAS CONTIDAS NA RESOLUÇÃO CFM N.º1.464/94 E INOBSERVÂNCIA DO DEVIDO PROCESSO LEGAL. NULIDADE TANTO DA SINDICÂNCIA COMO DO PROCESSO ÉTICO- PROFISSIONAL. SENTENÇA MANTIDA. 1 - Extrai-se dos autos que tanto a Sindicância n.º 001/97 como o Processo Ético- Profissional n. 001/97 foram corretamente anulados pelo magistrado, uma vez que em ambos os casos não foram observados o devido processo legal no processo administrativo disciplinar, já que algumas disposições contidas na Resolução CFM n.º 1.464/96 (Código de Processo Ético-Profissional vigente à época) não foram observadas pelo réu, em prejuízo do direito de defesa da parte autora.

24 2 - No caso, dentre um dos vícios detectados, é que a sindicância foi instaurada com base em matéria jornalística publicada no Jornal "A Tribuna" (fls. 22), em afronta ao art. 4º, da Resolução CFM n.º 1.464/96, que dispõe que a sindicância será instaurada: Inciso I - ex-officio, por deliberação do Conselho, ao tomar conhecimento de denúncia formulada por Conselheiro; Inciso II - mediante denúncia por escrito, ou tomada a termo, na qual conste o relato dos fatos e a identificação completa do denunciante; Inciso III - pela Comissão de Ética Médica, Delegacia Regional ou Representação que tiver ciência do fato com supostos indícios de infração ética, devendo esta informar, de imediato, tal acontecimento ao Conselho Regional; após apuração dos fatos, deve ser remetido um relatório circunstanciado ao Presidente do Conselho, o qual designará um Conselheiro para apresentar relato em Plenário, no prazo de 30 (trinta) dias, concluindo pela existência ou inexistência de indícios de infração ética. Logo, o Presidente do Conselho Regional de Medicina do Acre - CRM/AC, não poderia, com base em matéria jornalística veiculado em jornal local instaurar de ofício sindicância em desfavor do autor, tendo em vista que tal situação não se enquadra em nenhuma das hipóteses previstas pela norma supracitada.

25 3 - Outro vício existente na sindicância n.º 001/97 consiste no seu relatório, pois foi apreciado e julgado pelo Presidente do Conselho Regional de Medicina do Acre - CRM/AC, ao invés de ter sido apreciado e julgado em Sessão Plenária, conforme dispõe o art. 6º, da Resolução CFM n.º 1.464/96: Concluído o relatório da sindicância, o mesmo deve ser apresentado ao Presidente do Conselho, que designará a inclusão em pauta de Sessão Plenária para apreciação do fato. Dessa forma, houve usurpação de competência do Plenário do Conselho por parte do seu Presidente, que competia incluir, obrigatoriamente, o relatório da sindicância na pauta para apreciação em Sessão Plenária do Conselho, ao invés disso, determinou a instauração do Processo Ético- Profissional.

26 4 - Há também nulidades tanto na Portaria CRM/AC n.º 09/97 (fls. 98), a qual deu início ao processo Ético-Profissional, bem como na notificação do sindicado (fls. 112) para apresentar defesa prévia naquele procedimento, pois em ambos os documentos não há menção dos fatos considerados como possíveis infrações ao Código de Ética Médica e nem a sua capitulação, infringindo o art. 9º, 1º, da Resolução do CFM n.º 1.464/96: Art. 9º - O Conselheiro Instrutor promoverá, ao denunciado, notificação para apresentar defesa prévia no prazo de 30 (trinta) dias, assegurandolhe vistas do processo na secretaria do Conselho. 1º A notificação deverá indicar os fatos considerados como possíveis infrações ao Código de Ética Médica e sua capitulação. Ademais, tais omissões constituem clara violação ao art. 5º, LV, da CF/88, tendo em vista que impossibilitou o sindicado de conhecer a acusação que lhe fora imputada, o que viola os princípios do contraditório e da ampla defesa 5 - Apelação e remessa oficial improvidas.

27 INSTRUÇAO DO PROCESSO ATENÇÃO: Mencionados os indícios de infração ao Código de Ética Profissional pela câmara especializada, mediante decisão fundamentada, a Comissão de Ética Profissional - CEP procederá a instrução do feito, destinada à apuração dos fatos. Caso contrário, a Comissão de Ética devolverá o processo à Câmara Especializada indicando a ausência de decisão fundamentada e conseqüente nulidade do processo. Tal conduta é necessária, também, para se evitar o envio de processos à Comissão de Ética Profissional, que não dizem respeito a comportamento infracional ao Código de Ética Profissional. A câmara especializada, entendendo que o processo não está devidamente instruído pela CEP, através de despacho fundamentado, poderá restituí-lo à CEP para complementação da instrução.

28 JULGAMENTO DO PROCESSO Depois de recebido o processo, a câmara especializada encaminhará (para conhecimento) às partes (denunciante e denunciado) o relatório da CEP, visando à apresentação de manifestação no prazo de 10 (dez) dias. = Defesa Prévia ao Julgamento O conselheiro relator analisará os autos e apresentará relatório e voto fundamentado, demonstrando suas convicções, diante da análise do processo. Em caráter excepcional, o conselheiro relator poderá requerer diligência, alertando para que se cumpra o prazo estabelecido para a elaboração do RVF e a data marcada para a realização da reunião da câmara especializada, visando a complementar informações julgadas relevantes para a elucidação dos fatos. A câmara especializada julgará a culpabilidade do denunciado, tendo em vista a instrução processual, observada a gravidade da falta. No caso de julgar culpado o denunciado e, para fins de penalidade, deve levar em consideração a eventual reincidência, os antecedentes e a conduta social e profissional, os motivos, as circunstâncias e as conseqüências da infração.

29 Atos processuais: Decisão de Admissibilidade da denúncia: - com os elementos que evidenciaram irregularidades no procedimento adotado pelo profissional denunciado que pudessem enquadrá-lo no Código de Ética Profissional - tipificação conforme Código de Ética Profissional Meios de comunicação dos atos processuais (intimação): Na forma da legislação atual há dois meios de comunicação dos atos processuais: Citação: ato mais solene, inicial, em que se convoca o demandado a participar do processo. Intimação: mais informal, diz respeito a todos os atos do processo.

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31 Meios de comunicação: Citação: 1. Pelo correio; 2. Por oficial de justiça; 3. Por edital ou 4. Por meio eletrônico. Intimação: Regra geral, as partes devem ser intimadas de todos os atos do processo, a fim de prestigiar a garantia constitucional do contraditório. 1. Publicação na imprensa oficial; 2. Por via postal; 3. Por meio de oficial de justiça; 4. Pessoalmente em cartório ou na própria audiência e 5. Por edital ou com hora certa.

32 Meios de comunicação: Intimação em cartório / apresentação de recurso ao plenário: As partes estando presentes no julgamento da câmara especializada, considerar-se-ão notificadas a apresentar recurso ao plenário do Crea, do que lhes deverá ser dado conhecimento por escrito. Ausente do julgamento por parte da câmara especializada, as partes serão notificadas para apresentar recurso ao plenário do Crea no prazo de 60 (sessenta) dias. Art. 34. estando as partes presentes no julgamento, considerar-se-ão intimadas desde logo da decisão, dando-lhes conhecimento, por escrito, do inicio da contagem do prazo para recurso. Art. 35 Ausentes as partes no julgamento, serão intimadas da decisão da câmara especializada por meio de correspondência encaminhada pelo correio com aviso de recebimento, ou por outro meio legalmente admitido, cujo recibo de entrega será anexado ao processo.

33 ALEGAÇÃO DE CERCEAMENTO DE DEFESA: INTIMAÇÃO PARA A PRÁTICA DE ATOS ADMINISTRATIVOS: ADMINISTRATIVO E CONSTITUCIONAL. PROCESSO ADMINISTRATIVO. TRIBUNAL DE ÉTICA E DISCIPLINA DA OAB/MG. IMPOSIÇÃO DE PENALIDADE DE SUSPENSÃO A ADVOGADO. ALEGAÇÃO DE OFENSA AOS PRINCÍPIOS DA AMPLA DEFESA E DO CONTRADITÓRIO, TENDO EM VISTA IRREGULARIDADE NA INTIMAÇÃO PARA PRÁTICA DE ATOS. VÍCIOS NÃO COMPROVADOS. APELAÇÃO DESPROVIDA.

34 TJ/PE Ementa: DIREITO ADMINISTRATIVO. PROCESSO CIVIL. SERVIÇO DE ARMAZENAMENTO E MOVIMENTAÇÃO DE CONTEINERS. PRELIMINAR DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO DE ORIGEM. REJEITADA. PRIMEIRO APELO: ABANDONO DA PARTE. EXTINÇÃO SEM INTIMAÇÃO PRÉVIA (ART. 267, 1º, DO CPC ). ERROR IN PROCEDENDO. TENTATIVA DE SANAR O VÍCIO NO SEGUNDO GRAU. INTIMAÇÃO FRUSTRADA. MUDANÇA DE DOMICÍLIO NÃO COMUNICADA. FALTA DE INTERESSE PROCESSUAL DEMONSTRADA. PRIMEIRO APELO NÃO CONHECIDO. SEGUNDO APELO: CONTRAPRESTAÇÃO. NATUREZA DE PREÇO PÚBLICO. CONTROLE DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA. NECESSIDADE. IMPOSIÇÃO DA TABELA DE VALORES MÁXIMOS DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SUAPE. POSSIBILIDADE. 1. Por força do art. 39, II, do CPC, o não atendimento pela parte do dever de comunicar em juízo qualquer mudança de endereço demonstra falta de interesse de agir.

35 TJ-ES Ementa: EMENTA APELAÇAO CÍVEL. DIREITO ADMINISTRATIVO E CONSTITUCIONAL. PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO. INTIMAÇAO EDITALÍCIA. ILEGALIDADE. AUSÊNCIA DE DILIGÊNCIA ANTERIORES. CERCEAMENTO DIREITO DE DEFESA. NULIDADE DO ATO INTIMATÓRIO EM DIANTE. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. I - Observandose, primeiro, que o auto de infração lavrado, não fora assinado pelo responsável pelo pessoa jurídica autuada; Segundo, que inexistem nos autos do processo administrativo tributário, qualquer prova sequer de que tentou-se intimar a Empresa por outro meio que não o edital; e por fim, que o endereço constante dos cadastros da Fazenda Estadual é o mesmo endereço em que atualmente se encontra a pessoa jurídica autuada, tanto que regularmente encontrada para receber a citação da execução fiscal movida pelo estado, há de ser declarada nulidade a intimação editalícia para ciência do processo administrativo tributário. II - Não há cerceamento de defesa por nulidade de notificação por edital, se esta foi precedida de adequadas diligências nos endereços indicados pelo contribuinte".

36 DA PRESCRIÇÃO TIPOS DE PRESCRIÇÃO ADMINISTRATIVA: 1. Prescrição da Punibilidade de Profissional Liberal - prazo de 5 (cinco) anos 2. Prescrição Administrativa - prazo de 3 (três) anos A aplicação do prazo prescricional se dá em conformidade com a Lei nº 6.838, de 29 de outubro de 1980, que Dispõe sobre o prazo prescricional para a punibilidade de profissional liberal, por falta sujeita a processo disciplinar, a ser aplicada por órgão competente.

37 PRESCRIÇÃO DA PUNIBILIDADE DE PROFISSIONAL LIBERAL Lei n o 6.838, de 29 de outubro de 1980, que dispõe sobre o prazo prescricional para a punibilidade de profissional liberal, por falta sujeita a processo disciplinar, a ser aplicada por órgão competente. Art 1º A punibilidade de profissional liberal, por falta sujeita a processo disciplinar, através de órgão em que esteja inscrito, prescreve em 5 (cinco) anos, contados da data de verificação do fato respectivo. Art 2º O conhecimento expresso ou a notificação feita diretamente ao profissional faltoso interrompe o prazo prescricional de que trata o artigo anterior. Resolução nº 1.004, de 27 de junho de 2003, do Confea, que aprova o Regulamento para a Condução do Processo Ético Disciplinar. Art. 72. A punibilidade do profissional, por falta sujeita a processo disciplinar, prescreve em cinco anos, contados da verificação do fato respectivo. Art. 73. A intimação feita a qualquer tempo ao profissional faltoso interrompe o prazo prescricional de que trata o art. 72. Parágrafo único. O conhecimento expresso ou a notificação de que trata este artigo ensejará defesa escrita ou a termo, a partir de quando recomeçará a fluir novo prazo prescricional. Parágrafo único. A intimação de que trata este artigo ensejará defesa escrita a partir de quando recomeçará a fluir novo prazo prescricional.

38 PRESCRIÇÃO DA PUNIBILIDADE DE PROFISSIONAL LIBERAL O prazo prescricional contar-se-á do seguinte modo: a) inicia-se na data da denúncia e prescreve em 5(cinco) anos contados a partir desta data. b) a notificação expressa do denunciado acerca da denúncia interrompe o prazo prescricional, o qual recomeça a fluir a partir da manifestação escrita do profissional denunciado e não mais se interrompe. c) não havendo manifestação do denunciado, o recomeço da contagem do prazo dar-se-á a partir da data do encerramento do prazo de manifestação previsto na notificação. Obs.: Termo de declaração de interrupção do prazo prescricional Termo de declaração de recomeço de contagem de novo prazo prescricional

39 O termo a quo da prescrição quinquenal prevista no caput do artigo 43, da Lei 8.906/94, é a constatação oficial do ato qualificado como infração disciplinar, o que ocorreu em 09 de abril de ALEGAÇÃO DE CONSTRANGIMENTO ILEGAL Alegou o impetrante, em suma, que a autarquia, ao instaurar procedimento de apuração de crime de ameaça "pretensamente" sofrida por seus funcionários, violou os princípios do juiz natural, competência e legalidade (artigos 5º, XXXVII e LIII, e 37, CF); aduzindo estar extinta a punibilidade, vez que instaurado, em 01/09/2004, "até hoje", data da impetração (27/08/2010), não foi proferido julgado, acarretando constrangimento ilegal.

40 AC , Rel. Juiz Conv. SÉRGIO TEJADA, D.E. 03/02/2010 "ADMINISTRATIVO. PROCESSO DISCIPLINAR. OAB. INFRAÇÃO COMETIDA. PRESCRIÇÃO. DATA INICIAL DA CONTAGEM. AUTARQUIA. CONHECIMENTO DO FATO. Incide a prescrição qüinqüenal à ocorrência de punição em razão de infrações disciplinares efetivadas, tendo como dies a quo o da constatação oficial do fato pelo administrador, podendo ser interrompida pela instauração de processo disciplinar ou através da notificação válida feita diretamente ao representado. In casu, inocorrente o pretendido lapso prescricional."

41 2 - "Cientificado o Conselho Regional de Medicina do Acre, em 10/12/2002, dos fatos legitimadores do processo ético-profissional ocorridos em 23/11/1998, instaurado o aludido processo em 1º/12/2003 e notificado o Apelante em 18/5/2004, não se verificou o decurso do prazo prescricional." (AMS nº /DF - Rel. Juiz Federal Wilson Alves de Souza (Convocado) - 3ª Turma - Unânime - D.J. 31/7/2003.) 3 - As normas que regem a punibilidade de profissional liberal por falta ético-profissional são específicas ao regular a prescrição, prevendo que o seu termo inicial é a data de VERIFICAÇÃO do fato respectivo, ou seja, do momento em que o órgão disciplinar de classe VERIFICA a ocorrência da infração, tomando ciência dela, diversamente do que ocorre com o Direito Penal. Consequentemente, ao preceituar que o prazo prescricional inicia-se com o CONHECIMENTO do fato pelo Conselho Regional de Medicina, o art. 60 da mencionada Resolução não extrapolou o dispositivo legal pertinente (Lei nº 6.838/80, art. 1º), mesmo porque, sendo específica a regra, o art. 109 do Código Penal é inaplicável à espécie.

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