Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto"

Transcrição

1 Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Alojamento no ensino superior Bruno Pereira João Costa Marcelo Leite Miguel Morais Pedro Querido Pedro Oliveira Relatório do Trabalho Prático realizado no âmbito da Unidade Curricular Projecto FEUP do Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores

2 Resumo Este relatório aborda o tema Alojamento no ensino superior. Visando principalmente a situação dos estudantes da UP e mais concretamente da FEUP, foi possível verificar que a UP dispõe de dez residências distribuídas por três pólos. Estas residências têm capacidade conjunta para acolher 1216 estudantes, sendo que estudantes com situações sócioeconómicas e demográficas desfavoráveis são considerados prioritários por parte do sistema de alojamento. Analisando os dados que resultaram dos inquéritos efectuados, pode-se depreender que os alunos que habitam nestas residências encontram-se, em geral, satisfeitos. Em alternativa ao alojamento disponibilizado pela UP, é possível encontrar uma vasta gama de ofertas no sector privado de habitação. A gama de escolha disponível é elevada e os estudantes que optam por não ficar alojados numa das residências da UP ou que vêem a sua candidatura rejeitada por falta de vagas, podem encontrar aqui uma alternativa que satisfaça as suas necessidades. É importante notar que, embora normalmente satisfeitos com as condições do local onde se encontram, o valor muitas vezes excessivo do aluguer é um dos pontos negativos que os estudantes apontam frequentemente a este tipo de alojamento. Índice 1. Introdução 3 2. Residências Universitárias Localização e Condições Pólo I Pólo II Pólo III Critérios de elegibilidade e Preço Opinião dos residentes Sugestão de melhorias 7 3. Residências Privadas 3.1. Localização e Condições Critérios de elegibilidade e Preço Opinião dos residentes Sugestão de melhorias 9 4. Inquéritos/Sondagem 9 5. Conclusões Referências 11 2

3 1. Introdução No âmbito da unidade curricular Projecto FEUP, do Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores, o nosso grupo, entre outros, foi incumbido de realizar várias tarefas alusivas ao tema Alojamento no ensino superior. Entre essas tarefas consta a realização de uma palestra para a comunidade educativa, a execução de um poster alusivo ao nosso tema e, finalmente, a produção de um relatório. Relativamente a este último, o nosso grupo procederá à caracterização e comparação de algumas residências públicas e privadas das quais os estudantes residentes no Porto podem usufruir, nomeadamente os estudantes da UP. Iremos analisar mais especificamente os alojamentos relativos a estudantes da FEUP, avaliar o grau de satisfação dos mesmos e os critérios de elegibilidade adoptados, finalizando com algumas sugestões que podem contribuir para melhorar a situação actual. 2. Residências Universitárias A Universidade do Porto possui dez residências universitárias com capacidade para alojar 1216 estudantes e que se encontram divididas por três pólos Localização e Condições Pólo I O Pólo I é constituído por três residências: Residência São João de Brito: Masculina; 21 camas, repartidas por 7 quartos individuais e 7 quartos duplos; WC partilhado; Uma cozinha, uma sala de estudo, uma sala de convívio e uma lavandaria selfservice; Rua da Boa Hora, 28, Porto. Residência da Bandeirinha: Masculina; 52 vagas, distribuídas por 25 quartos duplos e um de casal; Cozinha em todos os pisos; Sala de convívio e lavandaria self-service comuns a todos os pisos; Rua da Bandeirinha, 66, Porto. Residência Aníbal Cunha: Feminina; 28 camas, repartidas por 10 quartos duplos e 8 quartos individuais; WC partilhado; 3

4 Uma cozinha, uma sala de estudo, uma sala de convívio e uma lavandaria selfservice; Rua Aníbal Cunha, 94, Porto. Fig.1 - Localização aproximada das residências constituintes do Pólo I. O marcador cor salmão corresponde à localização da Residência Aníbal Cunha, o marcador roxo à localização da Residência São João de Brito e o marcador amarelo à localização da Residência da Bandeirinha (Google Maps 2010) Pólo II O Pólo II é constituído por duas residências: Residência de Paranhos: 4 Blocos com 33 quartos individuais, sendo dois blocos femininos, um masculino e um misto, normalmente ocupado por estudantes de programas de mobilidade internacional e pós-graduação; Uma cozinha e uma sala de estudo por piso; Uma sala de convívio e uma lavandaria self-service comuns a todos os blocos; Rua Dr. Manuel Pereira da Silva, Porto. Residência Jayme Rios de Sousa: 199 camas distribuídas por noventa quartos duplos, quatro quartos quádruplos e um quarto triplo; Uma sala de estudo por piso; Uma cozinha, uma sala de convívio e uma lavandaria self-service comuns a todos os pisos; Rua Joaquim Kopke, 112, Porto. 4

5 Fig.2 - Localização aproximada das residências constituintes do Pólo II. O marcador verde corresponde à localização da Residência de Paranhos enquanto o marcador amarelo corresponde à localização da Residência Jayme Rios de Sousa (Google Maps 2010) Pólo III O Pólo III é constituído por cinco residências: Residência Campo Alegre I: 156 camas distribuídas por treze apartamentos de onze quartos individuais e um apartamento de treze quartos; Um WC partilhado por apartamento; Uma cozinha e uma sala por apartamento; Uma sala de convívio e uma lavandaria self-service comuns a todos os apartamentos; Rua do Campo Alegre, 1395, Porto. Residência Alberto Amaral: 220 vagas para estudantes de licenciatura e 113 vagas para estudantes de pósgraduação e estudantes de Programas de Mobilidade Internacional; As camas que se destinam aos estudantes de licenciatura estão distribuídas por apartamentos de onze camas, com WC comum, cozinha e sala. As camas destinadas aos restantes estudantes estão distribuídas por 22 quartos individuais, 39 quartos duplos e seis quartos de casal, todos com WC e frigobar; Rua D. Pedro V, 223, Porto 5

6 Residência Universitária Campo Alegre: 48 camas distribuídas por 38 quartos individuais, dois quartos duplos e três quartos de casal; Telefone em cada quarto; Os quartos duplos e de casal possuem kitchnette e os individuais possuem um frigobar; Uma lavandaria self-service comum; Rua do Campo Alegre, 695, Porto. Residência Universitária Campo Alegre 2010: Dez vagas distribuídas por seis quartos individuais e dois duplos; Uma cozinha, uma sala de convívio e uma lavandaria self-service comum a todos os utentes; Rua do Campo Alegre, 555, Porto. Residência José Novais Barbosa: 48 camas distribuídas por 38 quartos individuais, dois quartos duplos e três quartos de casal; Telefone em cada quarto; Os quartos duplos e de casal possuem kitchnette e os individuais possuem um frigobar; Lavandaria self-service comum a todos os utentes; Rua do Campo Alegre, 555, Porto. Fig.3 - Localização aproximada das residências constituintes do Pólo III. O marcador cor salmão corresponde à localização da Residência José Novais Barbosa, o marcador roxo à localização da Residência Alberto Amaral e o marcador azul à localização da Residência Universitária Campo Alegre Por sua vez, o marcador verde corresponde a à localização 6

7 da Residência Universitária Campo Alegre e o marcador rosa indica a localização da Residência Campo Alegre I (Google Maps 2010) Critérios de elegibilidade e Preço De acordo com os Serviços de Acção Social da Universidade do Porto (SASUP), as residências universitárias que anteriormente foram mencionadas destinam-se a alunos da Universidade do Porto que por razões de ordem sócio-económica e geográfica, necessitam de alojamento. Alunos bolseiros do SASUP são tidos como prioridade por parte da entidade responsável pelo alojamento. O valor a pagar pelo alojamento é uniforme e é de 63.90, de acordo com tabela de preços em vigor a 31 de Agosto de 2010 (SASUP 2010) Opinião dos residentes De acordo com os utentes das residências universitárias, nomeadamente das visitadas durante o desenvolvimento do trabalho (Residência de Paranhos e Residência Jayme Rios de Sousa), as vantagens de viver nestes estabelecimentos superam em grande quantidade as desvantagens. Alguns dos aspectos positivos e negativos mais significativos são apresentados a seguir (mais informações podem ser consultadas na secção 4, Inquéritos/Sondagem ): Tabela 1 Aspectos negativos e positivos apontados pelos residentes dos estabelecimentos visitados. Aspectos positivos: Aspectos negativos: o Convívio; o Ruído; o Funcionários prestáveis e afáveis; o Falta de quartos individuais em algumas residências. o Existência de salas de estudo; o Preço acessível Sugestão de melhorias Como facilmente se pode depreender partindo da Tabela 1, o ruído, muitas vezes algo incomodativo, e uma certa falta de privacidade, resultante da escassez de quartos individuais em algumas residências, são aspectos a melhorar no futuro. O primeiro aspecto, sendo da responsabilidade da entidade que aloja os estudantes é também responsabilidade dos alunos alojados, uma vez que uma atitude consciente e respeitosa para com os outros colegas pode fazer a diferença. Já o segundo aspecto, é, como é óbvio, assunto a resolver por parte dos serviços de acolhimento dos estudantes, uma vez que os estudantes pouco ou nada podem fazem para melhorar esta situação. 7

8 3. Residências Privadas Como a capacidade das residências públicas abrange apenas uma pequena parte do total de alunos deslocados para estudar na Universidade do Porto, a procura de alojamento no sector privado é um imperativo para muitos destes Localização e Condições Este tipo de habitações encontra-se disperso um pouco por toda a cidade do Porto, Vila Nova de Gaia e áreas envolventes, verificando-se, no entanto, maior densidade perto dos estabelecimentos de ensino superior. Quanto às condições que os estudantes podem encontrar, estas são também muito variadas e dependem bastante da situação económica de cada um. Desde apartamentos a moradias, passando por quartos individuais e duplex, pode ser encontrado, muitas vezes após uma procura exaustiva, uma oferta que vá de encontro às necessidades de cada aluno Critérios de elegibilidade e Preço Os critérios de elegibilidade são, salvo algumas excepções, definidos pelo proprietário do imóvel, sendo por isso possível encontrar uma vasta variedade de critérios. No entanto, levada a cabo uma breve sondagem telefónica, que abrangeu 21 inquiridos, podemos concluir que o sexo (feminino ou masculino) do estudante é o principal requisito imposto logo à partida por parte dos possíveis senhorios. De facto, 76% dos contactados referem que apenas alugam a sua habitação a pessoas de um dos sexos. Relativamente aos preços, ainda que seja possível encontrar os mais diversos valores, estes tendem a ser um pouco exagerados tendo em conta aquilo que são as reais possibilidades dos estudantes. O seguinte excerto prova isso mesmo: Há estudantes que desembolsam 300 euros, mensalmente, por um quarto no Porto só com direito a casa-de-banho e nada mais. A renda de um T1 pode ultrapassar os 500 euros. E, muitas vezes, nem sequer têm direito a contrato nem a recibo pelo arrendamento Alguns milhares estão deslocados e esticam o orçamento para pagar um espaço sem as condições adequadas de habitabilidade. (Luz 2010) Opinião dos residentes Os estudantes que recorrem a este tipo de alojamento encontram-se, regra geral, satisfeitos, embora apontem sempre o factor económico como um ponto negativo de elevado peso. Alguns dos aspectos positivos e negativos mais significativos são apresentados a seguir (mais informações podem ser consultadas na secção 4, Inquéritos/Sondagem.): Tabela 2 Aspectos negativos e positivos apontados pelos residentes do sector arrendatário. Aspectos positivos: Aspectos negativos: o Grande variedade de oferta; o Custo elevado; o Privacidade. o Distância a transportes públicos e outras questões de logística. 8

9 3.4. Sugestão de melhorias O maior contra deste género de alojamento consiste, como já foi referido, no elevado custo adjacente. O investimento por parte do serviços públicos de alojamento na expansão das residências universitárias, ou a atribuição de uma ajuda financeira significativa aos estudantes que se vêem obrigados a recorrer a esta solução, são possíveis soluções para este problema. 4. Inquéritos/Sondagem De forma a compreender melhor a opinião dos estudantes, que se deslocaram para poderem estudar na UP, relativamente às condições de habitação que encontraram tanto no sector público como no sector privado, foram realizados 50 inquéritos, 25 a habitantes de residências públicas e os restantes a habitantes de residências privadas. Esta recolha de opinião, feita no local, abrangeu utentes da Residência de Paranhos, da Residência Jayme Rios de Sousa e também moradores de várias habitações privadas. Abaixo são apresentados os gráficos obtidos a partir do tratamento de dados efectuado pelo grupo. O primeiro gráfico, intitulado Proximidade da Faculdade, apresenta a opinião dos estudantes relativamente à proximidade entre a faculdade que frequentam e o local onde habitam. O gráfico Qualidade das instalações e serviços apresenta a opinião dos estudantes relativamente a este parâmetro nas residências onde habitam, enquanto que o gráfico Grau de satisfação dá a conhecer o grau de satisfação dos estudantes. Nestes dois gráficos, o nível 1 corresponde à classificação mais baixa (grande descontentamento com a situação actual). Por outro lado, o nível 5 expressa um grande agrado com a situação actual Proximidade da Faculdade Jayme Rios de Sousa Paranhos Privada Perto Longe Gráfico 1 Opinião dos estudantes quanto à proximidade da faculdade que frequentam em relação ao local onde habitam. Os dados encontram-se apresentados em termos percentuais. 9

10 Qualidade das instalações e serviços Jayme Rios de Sousa Paranhos Privado Gráfico 2 Opinião dos estudantes quanto à qualidade das instalações e serviços do local onde habitam. Os dados encontram-se apresentados em termos percentuais. Grau de satisfação Jayme Rios de Sousa Paranhos Privado Gráfico 3 Grau de satisfação dos estudantes. Os dados encontram-se apresentados em termos percentuais. Analisando os três gráficos apresentados anteriormente é possível constatar o seguinte: Gráfico 1: Quanto à Residência Jayme Rios de Sousa, é possível verificar uma divisão entre a opinião dos estudantes. Esta divisão pode ter duas razões subjacentes: por um lado, é natural que os habitantes desta residência 10

11 frequentem diferentes faculdades, o que implica distâncias diferentes. Por outro lado, esta é uma avaliação de elevado cariz subjectivo. Os habitantes da Residência de Paranhos e das habitações privadas consideram maioritariamente que a sua faculdade se encontra próximo do local onde residem. Gráfico 2: Relativamente à qualidade das instalações e serviços, apenas uma minoria em torno dos 5% (toda pertencente a habitantes do sector privado), atribui classificação negativa à sua habitação, sendo que os habitantes da Residência de Paranhos são os mais agradados no que toca aos elementos avaliados neste parâmetro. Gráfico 3: Analisando o gráfico Grau de satisfação, é possível observar que nenhum residente, tanto das habitações públicas como das habitações privadas, se declara insatisfeito com as condições do local onde habita. 5. Conclusões Após a leitura dos dados apresentados neste relatório, dados esses que foram recolhidos junto de entidades acreditadas e de indivíduos que neste momento se encontram deslocados para estudar na UP, é possível chegar a um determinado conjunto de conclusões: Os utentes das residências universitárias encontram-se globalmente satisfeitos com o serviço que lhes é prestado; As principais vantagens de se viver numa residência universitária consistem no convívio e no preço acessível; A principal desvantagem de se viver numa residência universitária consiste na falta de espaço pessoal ; O número de vagas nas residências universitárias é insuficiente para acolher o número de estudantes deslocados; Os estudantes que habitam em residências privadas, embora satisfeitos com as condições dos locais onde habitam, apontam o factor económico como o grande ponto negativo deste tipo de alojamento; O auxílio económico a alunos que são forçados a habitar no sector imobiliário privado é essencial para que estes possam prosseguir a sua vida académica tranquilamente. 6. Referências Google Maps (accessed September 12, 2010). SASUP (Serviços de Acção Social da Universidade do Porto) (accessed September 12, 2010). Luz, Carla Há estudantes a pagar 300 euros só por um quarto. Jornal de Notícias.(September).http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto &Concelho=Porto&Option=Interior&content_id= (accessed September 2010). 11

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Alojamento no ensino superior - Oferta de alojamento nas residências universitárias

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Alojamento no ensino superior - Oferta de alojamento nas residências universitárias Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Alojamento no ensino superior - Oferta de alojamento nas residências universitárias António José Mendes Cruz de Sousa João Miguel Senra Lopes Rui Filipe

Leia mais

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Alojamento no ensino superior: oferta de alojamento nas residências universitárias

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Alojamento no ensino superior: oferta de alojamento nas residências universitárias Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Alojamento no ensino superior: oferta de alojamento nas residências universitárias Ana Carolina Janeiro Hugo Magalhães Júlio Andrade Manuel Mourato Paulo

Leia mais

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Alojamento no Ensino Superior

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Alojamento no Ensino Superior Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Alojamento no Ensino Superior Francisco Campos José Pedro Conde José Rodrigues Miguel Fernandes Miguel Silva Rafael Cardoso Relatório do Trabalho Prático

Leia mais

INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO ESTUDO IMIGRANTES E IDENTIDADES

INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO ESTUDO IMIGRANTES E IDENTIDADES 1 INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO ESTUDO IMIGRANTES E IDENTIDADES O presente inquérito por questionário foi elaborado no âmbito do Estudo Imigrantes e Identidades, que está a ser desenvolvido pela Divisão de

Leia mais

Certificado energético e medidas de melhoria das habitações Estudo de opinião. Junho 2011

Certificado energético e medidas de melhoria das habitações Estudo de opinião. Junho 2011 Certificado energético e medidas de melhoria das habitações Estudo de opinião Junho 2011 Objectivos Avaliar se os indivíduos que habitam em casas já certificadas, conhecem o respectivo certificado energético

Leia mais

Mobilidade na FEUP Deslocamento Vertical

Mobilidade na FEUP Deslocamento Vertical Mobilidade na FEUP Deslocamento Vertical Relatório Grupo 515: Carolina Correia Elder Vintena Francisco Martins Salvador Costa Sara Palhares 2 Índice Introdução...4 Objectivos...5 Método...6 Dados Obtidos...7

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E BIBLIOTECA

AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E BIBLIOTECA Divisão do Centro de Documentação e Biblioteca 214 AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E BIBLIOTECA REALIZAÇÃO MARIA JOÃO T.M.BARREIRO COORDENAÇÃO NATÉRCIA GODINHO APOIO

Leia mais

Relatório de Avaliação da Acção de Formação

Relatório de Avaliação da Acção de Formação Relatório de Avaliação da Acção de Formação Este relatório resulta da análise de um questionário online administrado a todos os formandos de forma anónima. O questionário continha questões fechadas, que

Leia mais

Caraterização da Área de Reabilitação Urbana Edificado e População Fonte: Censos 2011

Caraterização da Área de Reabilitação Urbana Edificado e População Fonte: Censos 2011 Caraterização da Área de Reabilitação Urbana Edificado e População Fonte: Censos 211 Cristina Maria Magalhães Dinis Técnica Superior de Sociologia Julho de 213 Gabinete de Reabilitação Urbana Departamento

Leia mais

Bolseiros Gulbenkian. Inquérito aos bolseiros dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor-Leste

Bolseiros Gulbenkian. Inquérito aos bolseiros dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor-Leste Bolseiros Gulbenkian Inquérito aos bolseiros dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor-Leste 2000-2013 Inquérito aos bolseiros dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor-Leste

Leia mais

PROJETO NÓS PROPOMOS! 2014-2015 Cidadania, Sustentabilidade e Inovação na Educação Geográfica

PROJETO NÓS PROPOMOS! 2014-2015 Cidadania, Sustentabilidade e Inovação na Educação Geográfica Página1 Projeto A degradação da rede rodoviária na União de Freguesias de Pedroso-Seixezelo Agrupamento de Escolas de Carvalhos Curso de Línguas e Humanidades Geografia A 11 11.º D Catarina Meira Miguel

Leia mais

ESTUDO DE AVALIAÇÃO DO GABINETE DE AÇÃO SOCIAL 2013

ESTUDO DE AVALIAÇÃO DO GABINETE DE AÇÃO SOCIAL 2013 ESTUDO DE AVALIAÇÃO DO GABINETE DE AÇÃO SOCIAL 2013 RELATÓRIO Realização: Alexandre Boavida Vicente Ana Cristina Santos Ana Paula Fontinha Bruno Miguel Ramos Coordenação: Alexandra Tavares de Moura 1)

Leia mais

(124) Planeamento urbano para a integração de imigrantes

(124) Planeamento urbano para a integração de imigrantes A análise dos grupos profissionais da população activa portuguesa e estrangeira residente na Área Metropolitana do Porto, de acordo com o concelho é a seguinte: Figura 25. Repartição da população activa

Leia mais

Base de Dados para Administrações de Condomínios

Base de Dados para Administrações de Condomínios Base de Dados para Administrações de Condomínios José Pedro Gaiolas de Sousa Pinto: ei03069@fe.up.pt Marco António Sousa Nunes Fernandes Silva: ei03121@fe.up.pt Pedro Miguel Rosário Alves: alves.pedro@fe.up.pt

Leia mais

PREÇO VS. SERVIÇO. Imagem das Agências de Viagens

PREÇO VS. SERVIÇO. Imagem das Agências de Viagens Análise Imagem das Agências de Viagens PREÇO VS. SERVIÇO Os portugueses que já recorreram aos serviços de uma Agência de Viagens fizeram-no por considerar que esta é a forma de reservar viagens mais fácil

Leia mais

O JORNAL DE PAREDE E O SEU IMPACTO EDUCATIVO NA COMUNIDADE ESCOLAR Carina Barbosa Nádia Amorim Olga Dias Jorge Pimenta Sandra Cardoso

O JORNAL DE PAREDE E O SEU IMPACTO EDUCATIVO NA COMUNIDADE ESCOLAR Carina Barbosa Nádia Amorim Olga Dias Jorge Pimenta Sandra Cardoso O JORNAL DE PAREDE E O SEU IMPACTO EDUCATIVO NA COMUNIDADE ESCOLAR Carina Barbosa Nádia Amorim Olga Dias Jorge Pimenta Sandra Cardoso. UM JORNAL DE PAREDE NUMA COMUNIDADE ESCOLAR É certo que faz parte

Leia mais

Cursos de Formação em Alternância na Banca Relatório de Follow-up 2010-2013 Lisboa e Porto

Cursos de Formação em Alternância na Banca Relatório de Follow-up 2010-2013 Lisboa e Porto Cursos de Formação em Alternância na Banca Relatório de Follow-up 2010-2013 Lisboa e Porto Outubro de 2015 Índice 1. Introdução... 3 2. Caraterização do Estudo... 4 3. Resultado Global dos Cursos de Lisboa

Leia mais

GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS

GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Respostas Sociais População

Leia mais

Observatório da Criação de Empresas. Observatório da Criação de Empresas

Observatório da Criação de Empresas. Observatório da Criação de Empresas Observatório da Criação de Empresas O Observatório da Criação de Empresas é um projecto desenvolvido pelo IAPMEI, com a colaboração da Rede Portuguesa de Centros de Formalidades das Empresas (CFE), que

Leia mais

Inquérito de Empregabilidade

Inquérito de Empregabilidade Inquérito de Empregabilidade / Qual a situação face ao emprego dos nossos diplomados do ano letivo 2012/2013? Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Índice I. O que é o Relatório de Empregabilidade...2

Leia mais

A PENSAR EM SI. MONTEPIO RESIDÊNCIAS. Serviços de Saúde

A PENSAR EM SI. MONTEPIO RESIDÊNCIAS. Serviços de Saúde A PENSAR EM SI. MONTEPIO RESIDÊNCIAS Serviços de Saúde Residência Montepio Breiner, cidade do Porto. COMO SOU ASSOCIADA DO MONTEPIO TENHO CONDIÇÕES ESPECIAIS. MAS, QUALQUER PESSOA PODE ESCOLHER VIVER NO

Leia mais

OS CURSOS NA FEUP FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO

OS CURSOS NA FEUP FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO OS CURSOS NA FEUP Dulce Campos (ee12134); Flávio Dantas (ee12153); João Neves (ee12035); João Espírito Santo (ee12057); Miguel Costa (ee12091); 0 1MIEEC07_3

Leia mais

BOLSA DE ALOJAMENTO 2015-2016

BOLSA DE ALOJAMENTO 2015-2016 BOLSA DE ALOJAMENTO 2015-2016 Descrição: Quarto equipado com qualidade Localização: Junto à estação da CP Devesas Condições Especiais: Apartamento constituído por sala, cozinha e loiça, lavandaria com

Leia mais

Situações de emergência de incêndio na FEUP

Situações de emergência de incêndio na FEUP RELATÓRIO Situações de emergência de incêndio na FEUP MIEEC - ELE305 Hugo Ribeiro (090503141) Jorge Corujas (090503045) Mafalda Machado (090503057) Ricardo Coelho (090503084) Sérgio Moreira (090503125)

Leia mais

INFORMAÇÃO Nº 010/2012 ASSUNTO: MAPA COMPARATIVO DA LEGISLAÇÃO ESTRUTURA RESIDENCIAL PARA PESSOAS IDOSAS

INFORMAÇÃO Nº 010/2012 ASSUNTO: MAPA COMPARATIVO DA LEGISLAÇÃO ESTRUTURA RESIDENCIAL PARA PESSOAS IDOSAS INFORMAÇÃO Nº 010/2012 ASSUNTO: MAPA COMPARATIVO DA LEGISLAÇÃO ESTRUTURA RESIDENCIAL PARA PESSOAS IDOSAS Exmas. Associadas, Na sequência da comunicação efetuada por esta União, no passado dia 21 de março,

Leia mais

PATRIMÓNIO DE HABITAÇÃO SOCIAL PROPRIEDADE DO INSTITUTO DE GESTÃO FINANCEIRA DA SEGURANÇA SOCIAL, IP SITO EM ÉVORA

PATRIMÓNIO DE HABITAÇÃO SOCIAL PROPRIEDADE DO INSTITUTO DE GESTÃO FINANCEIRA DA SEGURANÇA SOCIAL, IP SITO EM ÉVORA 1/26 PATRIMÓNIO DE HABITAÇÃO SOCIAL PROPRIEDADE DO INSTITUTO DE GESTÃO FINANCEIRA DA SEGURANÇA SOCIAL, IP SITO EM ÉVORA ESTUDO SÓCIO-ECONÓMICO Évora, 19 de Outubro de 2007 2/26 ÍNDICE 1. Introdução...

Leia mais

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA)

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Definições O Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades irá conter um programa das intenções necessárias para assegurar a acessibilidade física

Leia mais

RESULTADOS DO INQUÉRITO AOS NOVOS ALUNOS

RESULTADOS DO INQUÉRITO AOS NOVOS ALUNOS 1. Taxas de resposta RESULTADOS DO INQUÉRITO AOS NOVOS ALUNOS 21% 29% 79% 71% Responderam Não responderam Responderam Não responderam Gráfico nº 1 - Frequência percentual de respostas dos novos alunos

Leia mais

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Turistas

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Turistas Avaliação da Satisfação dos Turistas Entidade Promotora Concepção e Realização Enquadramento Avaliação da Satisfação dos Turistas Índice RESUMO EXECUTIVO... 03 1. INTRODUÇÃO... 06 2. METODOLOGIA... 07

Leia mais

INQUÉRITO REDES SOCIAIS

INQUÉRITO REDES SOCIAIS INQUÉRITO REDES SOCIAIS Inquérito Redes Sociais Resultados No âmbito do Programa FAÇA SE JUSTIÇA 2011/12, os alunos das turmas do 12º. IG/CGM1, realizaram um inquérito subordinado ao tema das REDES SOCIAIS,

Leia mais

Decreto Regulamentar n.º 1/2006de 25 de Janeiro

Decreto Regulamentar n.º 1/2006de 25 de Janeiro Decreto Regulamentar n.º 1/2006de 25 de Janeiro A actual fase de desenvolvimento da rede pública de casas de apoio para mulheres vítimas de violência, criada pela Lei n.º 107/99, de 3 de Agosto, e os cinco

Leia mais

Prova Escrita de Matemática Aplicada às Ciências Sociais

Prova Escrita de Matemática Aplicada às Ciências Sociais EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Matemática Aplicada às Ciências Sociais 10.º/11.º anos ou 11.º/12.º anos de Escolaridade Prova 835/1.ª Fase

Leia mais

INTERCÂMBIO DE ESTUDANTES AO ABRIGO DE ACORDOS DE COOPERAÇÃO. Candidaturas para o Ano Académico 2009/2010

INTERCÂMBIO DE ESTUDANTES AO ABRIGO DE ACORDOS DE COOPERAÇÃO. Candidaturas para o Ano Académico 2009/2010 INTERCÂMBIO DE ESTUDANTES AO ABRIGO DE ACORDOS DE COOPERAÇÃO Candidaturas para o Ano Académico 2009/2010 Serviço de Cooperação com os Países Lusófonos e Latino-Americanos SCPLLA Endereço Reitoria da Universidade

Leia mais

PERFIL DOS ESTUDANTES QUE INGRESSARAM PELA 1ª VEZ, NO 1º ANO NA ESEL ANO LETIVO 2013/2014

PERFIL DOS ESTUDANTES QUE INGRESSARAM PELA 1ª VEZ, NO 1º ANO NA ESEL ANO LETIVO 2013/2014 PERFIL DOS ESTUDANTES QUE INGRESSARAM PELA 1ª VEZ, NO 1º ANO NA ESEL ANO LETIVO 2013/2014 Realização: Ana Paula Fontinha Ana Cristina Santos Disponibilização de Dados Estatísticos: Bruno Ramos Coordenação:

Leia mais

Que comparação se pode fazer entre esta situação e a situação das mulheres europeias, nos respectivos países? (quer justificar)

Que comparação se pode fazer entre esta situação e a situação das mulheres europeias, nos respectivos países? (quer justificar) TESTEMUNHO CADERNO ESPECIAL JAMILA MADEIRA EURODEPUTADA Enquanto mulher, mas também deputada, como vê a presença feminina na Ciência em Portugal? A participação das mulheres nas várias vertentes da sociedade

Leia mais

Inquéritos de Empregabilidade aplicados aos Diplomados

Inquéritos de Empregabilidade aplicados aos Diplomados Escola Superior de Educação de Almada Inquéritos de Empregabilidade aplicados aos Diplomados Ciclos de Estudo de Mestrado Apresentação de Resultados Departamento para a Garantia da Qualidade Fevereiro,

Leia mais

Bolsa de Inovação da Secção Regional de Lisboa DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGRAS DE ATRIBUIÇÃO

Bolsa de Inovação da Secção Regional de Lisboa DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGRAS DE ATRIBUIÇÃO A Direcção da Secção Regional de Lisboa da Ordem dos Farmacêuticos, reunida em sessão de 18 de Julho de 2012, deliberou instituir uma Bolsa, destinada a apoiar projectos de investigação e projectos profissionais

Leia mais

O PLANO DE COMUNICAÇÃO INTERNA

O PLANO DE COMUNICAÇÃO INTERNA O PLANO DE COMUNICAÇÃO INTERNA O plano de Comunicação Interna è a tradução operacional da estratégia. É um instrumento de gestão cujo objectivo é traduzir a política de comunicação interna da empresa num

Leia mais

OBSERVATÓRIO DO PERCURSO PROFISSIONAL DOS DIPLOMADOS DA UTAD

OBSERVATÓRIO DO PERCURSO PROFISSIONAL DOS DIPLOMADOS DA UTAD OBSERVATÓRIO DO PERCURSO PROFISSIONAL DOS DIPLOMADOS DA UTAD UTAD 2011 OBSERVATÓRIO DO PERCURSO PROFISSIONAL DOS DIPLOMADOS DA UTAD (2003-2007) O. Enquadramento As políticas públicas de ensino superior

Leia mais

INTERCÂMBIO DE ESTUDANTES AO ABRIGO DE ACORDOS DE COOPERAÇÃO. Candidaturas para o Ano Académico 2011/2012

INTERCÂMBIO DE ESTUDANTES AO ABRIGO DE ACORDOS DE COOPERAÇÃO. Candidaturas para o Ano Académico 2011/2012 INTERCÂMBIO DE ESTUDANTES AO ABRIGO DE ACORDOS DE COOPERAÇÃO Candidaturas para o Ano Académico 2011/2012 Serviço de Cooperação com os Países Lusófonos e Latino-Americanos SCPLLA Endereço Reitoria da Universidade

Leia mais

Serviços de Acção Social da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Bolsas de Estudo e Novas Regras

Serviços de Acção Social da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Bolsas de Estudo e Novas Regras Serviços de Acção Social da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Bolsas de Estudo e Novas Regras Missão dos SASUTAD Apoios Directos Apoios Indirectos Núcleo de Apoio ao Estudante (NAE) Sector de

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

2.1 Plano do inquérito Frequência do inquérito: Anual; Período do inquérito: De 2 de Janeiro a 28 de Fevereiro de 2014.

2.1 Plano do inquérito Frequência do inquérito: Anual; Período do inquérito: De 2 de Janeiro a 28 de Fevereiro de 2014. Fundo de Pensões Relatório Final do Inquérito do Grau de Satisfação dos Serviços Prestados no âmbito do Regime de Aposentação e Sobrevivência, referente ao ano de 2013 1. Objectivos do Seguindo os conceitos

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA DO CONSUMIDOR OBSERVATÓRIO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

S I A T (SISTEMA DE INQUÉRITOS DA AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA) AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES 2011 (canal internet)

S I A T (SISTEMA DE INQUÉRITOS DA AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA) AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES 2011 (canal internet) S I A T (SISTEMA DE INQUÉRITOS DA AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA) AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES (canal internet) Março 2012 Índice 1 ENQUADRAMENTO...5 2 INTRODUÇÃO... 6 3 IDENTIFICAÇÃO E

Leia mais

INQUÉRITO REALIZADO A ALUNOS LABORATÓRIO DE CÁLCULO. Trabalho realizado por Lucília Rodrigues Macedo

INQUÉRITO REALIZADO A ALUNOS LABORATÓRIO DE CÁLCULO. Trabalho realizado por Lucília Rodrigues Macedo INQUÉRITO REALIZADO A ALUNOS LABORATÓRIO DE CÁLCULO 2010 Trabalho realizado por Lucília Rodrigues Macedo ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. METODOLOGIA... 3 3. APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS... 4 1. RESULTADOS

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA DO CONSUMIDOR OBSERVATÓRIO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

Relatório - Inquérito info-ciências digital

Relatório - Inquérito info-ciências digital Relatório - Inquérito info-ciências digital Elaborado por: Rebeca Atouguia e Miguel Cardoso Gabinete de Planeamento e Controlo da Gestão Núcleo de Planeamento, Avaliação e Gestão da Qualidade Maio 11 Índice

Leia mais

TIPOLOGIA SÓCIO-ECONÓMICA DA ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA

TIPOLOGIA SÓCIO-ECONÓMICA DA ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA Informação à Comunicação Social 3 de Fevereiro de 2000 TIPOLOGIA SÓCIO-ECONÓMICA DA ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA Introdução Este estudo procura caracterizar as estruturas territoriais na Área Metropolitana

Leia mais

ASSISTÊNCIA. AUFLA foi uma das instituições mapeadas ESTUDANTIL

ASSISTÊNCIA. AUFLA foi uma das instituições mapeadas ESTUDANTIL ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL AUFLA foi uma das instituições mapeadas por uma pesquisa realizada em 2010 pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que resultou

Leia mais

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação das Atitudes e Conhecimentos dos Residentes sobre a Qualidade. Enquadramento.

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação das Atitudes e Conhecimentos dos Residentes sobre a Qualidade. Enquadramento. Avaliação das Atitudes e Conhecimentos dos Residentes sobre a Qualidade 2011 Entidade Promotora Concepção e Realização Enquadramento Vice-Presidência Avaliação das Atitudes e Conhecimentos dos Residentes

Leia mais

Dados Pessoais. Nome: Apelido: Morada: Localidade: Código Postal - E - mail: Outros contactos:

Dados Pessoais. Nome: Apelido: Morada: Localidade: Código Postal - E - mail: Outros contactos: Errata Dados Pessoais Nome: Apelido: Morada: Localidade: Código Postal - Telefone: Telemóvel: E - mail: Outros contactos: 1 Edição Instituto da Segurança Social, I.P. Coordenação e Supervisão Técnica Departamento

Leia mais

E R A S M U S Guia do Estudante ERASMUS. Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Guia do Estudante

E R A S M U S Guia do Estudante ERASMUS. Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Guia do Estudante ERASMUS Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa Guia do Estudante Normas Gerais A mobilidade de estudantes, uma das acções mais frequentes do Programa, inclui duas vertentes de actividade: realização

Leia mais

ESTUDO DE SATISFAÇÃO DOS UTENTES DO SISTEMA DE SAÚDE PORTUGUÊS. Departamento da Qualidade na Saúde

ESTUDO DE SATISFAÇÃO DOS UTENTES DO SISTEMA DE SAÚDE PORTUGUÊS. Departamento da Qualidade na Saúde ESTUDO DE SATISFAÇÃO DOS UTENTES DO SISTEMA DE SAÚDE PORTUGUÊS Departamento da Qualidade na Saúde Maio 2015 Ficha Técnica Relatório elaborado pelo Departamento da Qualidade na Saúde Ano: 2015 Condução

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE PAMPILHOSA DA SERRA ACTA Nº 10

CÂMARA MUNICIPAL DE PAMPILHOSA DA SERRA ACTA Nº 10 DE PAMPILHOSA DA SERRA ACTA Nº 10 DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA 03/05/2002 (Contém folhas) Estiveram presentes os seguintes membros: Presidente: Hermano Manuel Gonçalves Nunes de Almeida (PSD)

Leia mais

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1 Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas João Varajão 1, Daniela Santana 2, Manuela Cunha 3, Sandra Castro 4 1 Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Engenharias, Universidade

Leia mais

Os Diplomados e o Emprego na UL

Os Diplomados e o Emprego na UL Os Diplomados e o Emprego na UL NOTA PRÉVIA A Universidade de Lisboa (UL) foi pioneira no estudo da empregabilidade dos diplomados saídos dos cursos que oferece. Em 2000 e em 2005 publicaram-se dois relatórios,

Leia mais

Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados

Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados Cursos de Formação em Alternância na Banca Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados Relatório Cursos terminados entre 2006 e 2009 Projecto realizado em parceria e financiado pelo Instituto de Emprego

Leia mais

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Turistas

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Turistas Avaliação da Satisfação dos Turistas 2011 Entidade Promotora Concepção e Realização Enquadramento Vice-Presidência Avaliação da Satisfação dos Turistas 2011 Índice SÍNTESE... 03 1. INTRODUÇÃO... 05 2.

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DO PLANO DE EMERGÊNCIA SOCIAL DO CONCELHO DE MIRANDELA

REGULAMENTO MUNICIPAL DO PLANO DE EMERGÊNCIA SOCIAL DO CONCELHO DE MIRANDELA REGULAMENTO MUNICIPAL DO PLANO DE EMERGÊNCIA SOCIAL DO CONCELHO DE MIRANDELA Página 1 de 6 Regulamento Municipal do Plano de Emergência Social do Concelho de Mirandela PREÂMBULO A lei n.º 169/99, de 18

Leia mais

Recursos Humanos. Hotelaria: gestores portugueses vs. estrangeiros

Recursos Humanos. Hotelaria: gestores portugueses vs. estrangeiros Esta é uma versão post print de Cândido, Carlos J. F. (2004) Hotelaria: Gestores Portugueses vs. Estrangeiros, Gestão Pura, Ano II, N.º 7, Abril/Maio, 80-83. Recursos Humanos Hotelaria: gestores portugueses

Leia mais

RESULTADOS DO INQUÉRITO À COMUNIDADE GEOGRÁFICA

RESULTADOS DO INQUÉRITO À COMUNIDADE GEOGRÁFICA RESULTADOS DO INQUÉRITO À COMUNIDADE GEOGRÁFICA A Associação Portuguesa de Geógrafos (APG) promoveu um inquérito online entre 5 de Novembro e 21 de Dezembro de 2009 com o objectivo de auscultar a comunidade

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CENTRO DE DIA CAPÍTULO I

REGULAMENTO INTERNO DO CENTRO DE DIA CAPÍTULO I REGULAMENTO INTERNO DO CENTRO DE DIA CAPÍTULO I NATUREZA E FINS ARTIGO 1º Definição 1. O Centro de Dia, situado na Quinta das Acácias, é uma das respostas sociais da Santa Casa da Misericórdia de Ferreira

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO E DESIGN MULTIMÉDIA

AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO E DESIGN MULTIMÉDIA AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO E DESIGN MULTIMÉDIA Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos de Comunicação e Design Multimédia

Leia mais

Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada. Avaliação do Impacto da SCUT na Ilha de São Miguel

Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada. Avaliação do Impacto da SCUT na Ilha de São Miguel Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada Avaliação do Impacto da SCUT na Ilha de São Miguel O u t ubro de 2012 1. NOTA INTRODUTÓRIA O presente relatório visa analisar em detalhe o resultado da avaliação

Leia mais

Estudo sobre os diplomados pelo ISCTE-IUL. Perspectiva das Entidades Empregadoras

Estudo sobre os diplomados pelo ISCTE-IUL. Perspectiva das Entidades Empregadoras Estudo sobre os diplomados pelo ISCTE-IUL Perspectiva das Entidades Empregadoras Julho 2011 Ficha Técnica ISCTE Instituto Universitário de Lisboa Edição Gabinete de Estudos, Avaliação, Planeamento e Qualidade

Leia mais

Classes sociais. Ainda são importantes no comportamento do consumidor? Joana Miguel Ferreira Ramos dos Reis; nº 209479 17-10-2010

Classes sociais. Ainda são importantes no comportamento do consumidor? Joana Miguel Ferreira Ramos dos Reis; nº 209479 17-10-2010 Universidade Técnica de Lisboa - Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas Ciências da Comunicação Pesquisa de Marketing Docente Raquel Ribeiro Classes sociais Ainda são importantes no comportamento

Leia mais

RELATÓRIO DA PESQUISA DA QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE DE ARACRUZ.

RELATÓRIO DA PESQUISA DA QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE DE ARACRUZ. RELATÓRIO DA PESQUISA DA QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE DE ARACRUZ. Apresentação Este relatório contém os resultados da 1ª pesquisa de Qualidade de Vida na cidade de Aracruz solicitada pela FACE. O objetivo

Leia mais

CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Centro

Leia mais

(Docentes, Não-Docentes, Alunos e Encarregados de Educação) NOTA IMPORTANTE Esta apresentação não dispensa e leitura do Relatório da Função Manuel Leão. Tendo como preocupação fundamental a procura da

Leia mais

A procura dos cursos da Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril triplicou

A procura dos cursos da Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril triplicou Pág: 12 Área: 18,37 x 22,86 cm² Corte: 1 de 5 Entrevista ALEXANDRA PEREIRA Directora da Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril A procura dos cursos da Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril triplicou

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES 2013 (canal internet)

AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES 2013 (canal internet) AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES 2013 Março 2014 AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES 2013 Autoridade Tributária e Aduaneira Ministério das Finanças Classificação: 010.10.01 Rua da Prata nº

Leia mais

Bolseiros Gulbenkian 2000-2013. Inquérito aos bolseiros de Licenciatura e de Pós-graduação

Bolseiros Gulbenkian 2000-2013. Inquérito aos bolseiros de Licenciatura e de Pós-graduação Bolseiros Gulbenkian 2000-2013 Inquérito aos bolseiros de Licenciatura e de Pós-graduação 2000-2013 Inquérito aos bolseiros de Licenciatura e de Pós-graduação 2000-2013 TíT ulo Inquérito aos bolseiros

Leia mais

Mercados informação sectorial

Mercados informação sectorial Mercados informação sectorial Xangai Mobiliário Breve Apontamento Junho 2010 Índice 1. Distribuição 3 1.1 Lojas de Mobiliário Importado de Gama Alta 3 1.2 Centros Comerciais com Mobiliário Importado 4

Leia mais

INTERCAMPUS Inquérito a Turistas Maio de 2015 EVENTOS DE SURF. Com o apoio de:

INTERCAMPUS Inquérito a Turistas Maio de 2015 EVENTOS DE SURF. Com o apoio de: EVENTOS DE SURF 1 Com o apoio de: Índice 2 1 Análise Síntese 4 2 Resultados 7 1. Caracterização da amostra 8 2. Satisfação 15 4. Regressar e recomendar 20 3 Metodologia 23 Contextualização do Projecto

Leia mais

A relação dos portugueses com o dinheiro e o crédito. 2 de Abril de 2008

A relação dos portugueses com o dinheiro e o crédito. 2 de Abril de 2008 A relação dos portugueses com o dinheiro e o crédito 2 de Abril de 2008 Caracterização dos inquiridos Sexo 37% 63% Feminino Masculino Idade 12% 18-25 anos 18% 26-35 anos 36-45 anos 54% 16% > de 45 anos

Leia mais

Visitas às Eco-Escolas. Auditorias de Qualidade do Programa. - Guião de preenchimento do inquérito -

Visitas às Eco-Escolas. Auditorias de Qualidade do Programa. - Guião de preenchimento do inquérito - Visitas às Eco-Escolas Auditorias de Qualidade do Programa - Guião de preenchimento do inquérito - NOTAS PRÉVIAS O presente documento serve de guião à aplicação da ficha de visita às Eco-Escolas fornecendo

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013

FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013 FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Especialização em Gestão de Projectos Nível 1 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER Este curso constitui

Leia mais

Grupo Pestana. suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O Cliente

Grupo Pestana. suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O Cliente Grupo Pestana suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O trabalho de consolidação de informação permitiu desde logo abrir novas possibilidades de segmentação, com base num melhor conhecimento

Leia mais

Avaliação. As avaliações são realizadas, de acordo com os métodos que melhor se adequam ao imóveis em causa.

Avaliação. As avaliações são realizadas, de acordo com os métodos que melhor se adequam ao imóveis em causa. Apresentação A Real Consul uma empresa portuguesa, com uma estrutura de capital inteiramente nacional, que se dedica à consultoria e avaliação imobiliária desde 1995. A empresa combina um alto nível de

Leia mais

IN STITU TO N A C IO N A L D E ESTA TISTIC A CABO VERDE DOCUMENTO METODOLÓGICO ESTATÍSTICAS DO TURISMO

IN STITU TO N A C IO N A L D E ESTA TISTIC A CABO VERDE DOCUMENTO METODOLÓGICO ESTATÍSTICAS DO TURISMO IN STITU TO N A C IO N A L D E ESTA TISTIC A CABO VERDE DOCUMENTO METODOLÓGICO ESTATÍSTICAS DO TURISMO 1999 I. ÁREA ESTATÍSTICA / LINHAS GERAIS DA ACTIVIDADE ESTATÍSTICA NACIONAL 1998-2001 O Conselho Nacional

Leia mais

Lic. Marketing e Publicidade. Marketing 1º Ano/2º Semestre Pós laboral

Lic. Marketing e Publicidade. Marketing 1º Ano/2º Semestre Pós laboral Lic. Marketing e Publicidade Marketing 1º Ano/2º Semestre Pós laboral Trabalho realizado por: Maria Marques, 7005 Docente: Dr. Fernando Gaspar SANTARÉM Licenciatura em Marketing & Publicidade 1 de 10 2007/2008

Leia mais

CONDOMÍNIOS VERTICAIS RESIDENCIAIS NA CIDADE DE SÃO PAULO (2000-2008): CONDOMÍNIOS - CLUBE

CONDOMÍNIOS VERTICAIS RESIDENCIAIS NA CIDADE DE SÃO PAULO (2000-2008): CONDOMÍNIOS - CLUBE O gráfico das porcentagens do grau de importância da característica para a compra do imóvel revela que os consumidores levam em conta fatores diversos para efetuação desta. Gráfico 9: Percentual do grau

Leia mais

unicipal de Vila Pouca d Gabinete Acção Social

unicipal de Vila Pouca d Gabinete Acção Social unicipal de Vila Pouca d Gabinete Acção Social BANCO DE ECURSOS' REGULAMENTO DO BANCO DE RECURSOS DO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR PREÂMBULO Ao abrigo do quadro legal de atribuições e competências

Leia mais

PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES

PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES [MULTI-BENEFICIÁRIOS] III. 1 - Definições Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção

Leia mais

11º8 - Geografia A Professor Luís Gomes

11º8 - Geografia A Professor Luís Gomes 11º8 - Geografia A Professor Luís Gomes Projecto desenvolvido por: Beatriz Delgado, nº4 Leonor Evangelista, nº17 Rita Soromenho Sequeira, nº25 Sofia Velosa da Silva, nº28 Tatiana Malheiros, nº29 4 de Maio

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS DO INESC PORTO

REGULAMENTO DE BOLSAS DO INESC PORTO REGULAMENTO DE BOLSAS DO INESC PORTO I - DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º (Finalidade da atribuição das bolsas) 1. O INESC Porto - Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto, com o objectivo

Leia mais

INQUÉRITO AOS ESTUDANTES DO IST QUE REALIZARAM UM PERÍODO DE ESTUDOS FORA DA ESCOLA. Área de Estudos e Planeamento (AEP) Alexandra Sevinate Pontes

INQUÉRITO AOS ESTUDANTES DO IST QUE REALIZARAM UM PERÍODO DE ESTUDOS FORA DA ESCOLA. Área de Estudos e Planeamento (AEP) Alexandra Sevinate Pontes INQUÉRITO AOS ESTUDANTES DO IST QUE REALIZARAM UM PERÍODO DE ESTUDOS FORA DA ESCOLA INQUÉRITOS AOS ESTUDANTES EM MOBILIDADE histórico Designação interna Objetivos População alvo Serviço Modalidade Responsável

Leia mais

CONTRIBUTOS PARA ELABORAÇÃO E CONCRETIZAÇÃO DE UM PROJECTO DE PESQUISA CIENTÍFICA 1. Marcos Olímpio Gomes dos Santos 2

CONTRIBUTOS PARA ELABORAÇÃO E CONCRETIZAÇÃO DE UM PROJECTO DE PESQUISA CIENTÍFICA 1. Marcos Olímpio Gomes dos Santos 2 CONTRIBUTOS PARA ELABORAÇÃO E CONCRETIZAÇÃO DE UM PROJECTO DE PESQUISA CIENTÍFICA 1 Marcos Olímpio Gomes dos Santos 2 RESUMO O autor sistematiza neste texto alguns contributos para a elaboração de um projecto

Leia mais

SUMÁRIO. Localidades da pesquisa, amostra e entrevistas realizadas por Área de Planejamento AP s 2. Caracterização do entrevistado sem carteira 04

SUMÁRIO. Localidades da pesquisa, amostra e entrevistas realizadas por Área de Planejamento AP s 2. Caracterização do entrevistado sem carteira 04 Pesquisa de Opinião Pública sobre as Campanhas Educativas para o Trânsito & da I m a g e m I n s t i t u c i o n a l da CET- RIO Relatório de Pesquisa 2008 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 03 PRINCIPAIS RESULTADOS

Leia mais

RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.

RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE. Procº de insolvência n.º 7.091/11.7 TBVNG 2º Juízo Cível Insolventes: ARMINDO JOSÉ SILVA LOPES E MARIA EMILIA ANDRADE TAVARES LEITE FERNANDES Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

RELATÓRIO. Os Comboios em Portugal

RELATÓRIO. Os Comboios em Portugal RELATÓRIO Os Comboios em Portugal Comboios de Mercadorias Grupo CIV212: Ana Correia José Henriques Luís Moreira Miguel Cunha Miguel Seixas Nuno Pereira 1 Resumo Sendo o tema do projecto Os Comboios em

Leia mais

Análise do Questionário aos Utentes Internet 2005/2006 Resumo

Análise do Questionário aos Utentes Internet 2005/2006 Resumo Análise do Questionário aos Utentes Internet 2005/2006 Resumo À semelhança de 2005, a Administração Fiscal encontra-se a realizar um diagnóstico da sua relação com os utentes, cidadãos e empresas, com

Leia mais

Avaliação do inquérito de satisfação ao Centro de Documentação Técnica e Científica

Avaliação do inquérito de satisfação ao Centro de Documentação Técnica e Científica Direção de Gestão de Informação e Comunicação Centro de Informação e Conhecimento Avaliação do inquérito de satisfação ao Centro de Documentação Técnica e Científica Lisboa, janeiro de 2015 Introdução

Leia mais

SUMÁRIO EXECUTIVO DO PROJECTO

SUMÁRIO EXECUTIVO DO PROJECTO SUMÁRIO EXECUTIVO DO PROJECTO A Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa - APCL propõe-se desenvolver um projecto, designado CLEAN, que consiste na criação de um Centro de Limpeza Ecológica de Automóveis

Leia mais

Acta da reunião ordinária da Câmara Municipal do Concelho de Vila Velha de Ródão levada a efeito no seis de Março de dois mil e três Acta º5

Acta da reunião ordinária da Câmara Municipal do Concelho de Vila Velha de Ródão levada a efeito no seis de Março de dois mil e três Acta º5 FL 21 ACTA DE / /20 Acta da reunião ordinária da Câmara Municipal do Concelho de Vila Velha de Ródão levada a efeito no seis de Março de dois mil e três Acta º5 --------Aos seis dias do mês de Março de

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ARTE E DESIGN

AVALIAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ARTE E DESIGN AVALIAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ARTE E DESIGN Novembro ÍNDICE 1. Introdução 4 2. População e Amostra 4 3. Questionário de Satisfação dos Alunos 5 3.1. Caracterização dos inquiridos 5 3.2. Apresentação

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 53 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com ROI - Retorno do Investimento OPINIÃO IDC Os anos 90 permitiram a inclusão das tecnologias

Leia mais

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005 Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Senhor Presidente da ALRAA Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo

Leia mais