Este guia destina-se exclusivamente ao piso térreo do palácio, zona dos aposentos privados da família real, na segunda metade do século XlX.

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1 GUIA DE VISITA PARA O PISO TÉRREO DOS 6 AOS 12 ANOS Na impossibilidade de responder pessoalmente a todos os pedidos de visita guiada, o Serviço Educativo elaborou este guião, com o objectivo de apoiar de forma imediata o professor e alunos, numa visita ao Piso Térreo deste museu. Este guia destina-se exclusivamente ao piso térreo do palácio, zona dos aposentos privados da família real, na segunda metade do século XlX. Por ser demasiado extensa, a visita aos dois andares do palácio não deve ser realizada no mesmo dia; tal implica a transmissão de informação excessiva; o que é pouco conveniente para as crianças desta faixa etária. Aconselhamos o professor a: Fotografia do Rei D. Luís e D. Maria Pia 1862 preparar os alunos antes da visita, pois é meio caminho andado para o êxito da mesma; dar tempo para uma observação atenta das salas e dos ambientes, antes de transmitirem a informação. Uma boa maneira de conduzir essa observação é lançar uma ou outra pista, sugeridas aliás neste guião. que a visita não exceda 1h30m e sobretudo que a duração respeite a capacidade de concentração e interesse das crianças (no geral, 1h). Sejam bem vindos ao maravilhoso e romântico Século XIX! 1

2 O palácio que hoje vão visitar foi, há mais de cem anos, no século XlX, a residência de um dos últimos reis de Portugal D. Luís I, O Popular - que para aqui veio viver em Nesta visita, vão fazer uma viagem no tempo... ao tempo da monarquia. Se olharem atentamente para os objectos que vos rodeiam, ao longo das salas, vão saber como vivia a família real portuguesa no seu dia - a - dia. Vamos a isso então... Quando D. Luís se tornou rei de Portugal em 1861, tinha 23 anos. Um ano mais tarde, o rei pensou em casar. Retrato de D. Luís Michele Gordigiani c De entre várias princesas estrangeiras solteiras, escolheu uma, filha do rei da Itália, chamada D. Maria Pia de Sabóia, que veio para Portugal com apenas 15 anos de idade. Retrato de D. Maria Pia Michele Gordigiani c Sabiam que? Maria Pia fez uma longa viagem de barco de Itália para Portugal. Ao desembarcar em Lisboa a 6 de Outubro de 1862, no Terreiro do Paço, tinha apenas 15 anos. Os portugueses acharam-na na muito bonita, especialmente pela cor dos seus belos cabelos: eram ruivos. 2

3 No ano seguinte, em 28 de Setembro de 1863, nasceu neste palácio um príncipe real: D. Carlos. Foi sempre muito bom aluno e tinha talento para o desenho. Esperava-o uma missão importante: ser rei de Portugal. Fotografia do Príncipe Real D. Carlos 1872 Dois anos mais tarde, nasceu o infante D. Afonso, o príncipe mais novo. Era muito brincalhão e traquinas. A rainha foi sempre uma mãe muito próxima dos filhos, cuidando deles pessoalmente, o que não era comum entre as rainhas. Também passeava de carruagem com os seus filhos, por exemplo pelo Chiado, como qualquer outra mãe. Fotografia do Infante D. Afonso

4 E se recuássemos 100 anos? Iriam ficar espantados ao ver como Lisboa era diferente. Reparem nas imagens; como as pessoas se faziam transportar......e como se vestiam: Vista do Paço da Ajuda Litografia colorida sobre papel 2ª metade do século XIX Fotografia da rainha D. Maria Pia 1862 Fotografia do rei D. Luís 1865 Vamos então começar a visita e conhecer as salas que foram habitadas por D. Luís e pela sua família... 4

5 Esta era a entrada principal de todos os dias da família real e dos visitantes de maior importância. É a sala dos archeiros do rei. Aqui estavam, de manhã à noite, esses guardas reais, sempre muito bem fardados, com a sua alabarda na mão. Não era o rei, nem a rainha ou os príncipes que vinham receber à porta os visitantes! (Descubram na sala a fotografia de um desses guardas) Armas da Monarquia Portuguesa Reinado de D. Luís I Por estarmos na entrada de um palácio Real, há muitos escudos com a coroa (um dos símbolos do poder real). Quantos escudos conseguem encontrar na sala? R: São 17, não contando com os das alabardas expostas nos armeiros. Foram representados em superfícies ou materiais diferentes... Descobrem quais? R: em madeira, vidro, e no estuque do tecto. Fotografia de um Archeiro da Casa Real c.1900 Maquete do Real Paço da Ajuda Projecto dos Arq. José da Costa e Silva e Francisco Xavier Fabri (datado de 1802) Atelier «Portugal dos Pequeninos» 1999 Ao centro da sala, uma maquete ou modelo, do projecto de 1802 do paço da Ajuda. Apenas foi construída a terça parte do que estava previsto. Conseguem descobrir na maquete as duas janelas desta sala? Passem para a próxima sala. 5

6 O porteiro da cana, que se vestia como vêem neste desenho, recebia e encaminhava todos os visitantes do palácio que tinham um encontro marcado com Suas Magestades o Rei ou a Rainha. Segurava na mão uma vara branca, a cana, e com ela batia no chão duas vezes, antes de anunciar, em voz alta, o nome do visitante. Simulem que um de vós é o porteiro da cana e que vai anunciar um senhor e uma senhora que vêm visitar o rei. Porteiro da Cana Desenho de Laura Carmo Costa Tal como há cem anos, vão seguir o percurso até à Sala Grande de Espera. 6

7 Os visitantes esperavam aqui até à hora da recepção. Não deixavam certamente de observar as tapeçarias que cobrem as paredes da sala. Foram fabricadas em...(nosso país vizinho). Contam-nos histórias, são quase como uma banda desenhada. Observem atentamente e encontrem as cenas, todas passadas no campo, uma a uma, da vossa frente para a direita: as caçadas, o baile, uma dança, um jogo de cartas, o baloiço e a merenda. Todas elas representam cenas de diversão, ao ar livre. Sabiam que? As tapeçarias são panos fabricados para revestir as paredes destas grandes salas, Aquecem e enfeitam. Estas em concreto foram tecidas num tear e são de lã e seda. De onde se extrai a lã? E a seda? R: das ovelhas e do casulo do bicho da seda Reconstituição da Sala Grande de Espera Aguarela da Laura Carmo Costa Sigam até à próxima sala. 7

8 Animais de caça Aguarelas de Laura Carmo Costa Observem o tecto... Ali estão pintados vários animais que nos indicam um dos passatempos favoritos do rei D. Luís... Adivinham qual era? R: A caça. Quando a salinha dos cães acabar de ser arranjada, estará aqui exposta a escultura que lhe deu o nome, a que representa dois da raça Basset. E nas paredes estão a ser colocadas tapeçarias, presas com velcro, sobre a esquadria de madeira que agora se pode ver. Essas tapeçarias contam episódios da vida de Aquiles; já ouviram falar nesse herói? Esta era a última fronteira até que as portas se abrissem de par em par e se chegasse à presença de Sua Magestade o rei D. Luís. Componham-se então e imaginem que ele está à vossa espera. Sabem como se cumprimentava os reis? Façam uma vénia (as senhoras/meninas dobram um pouco os joelhos) e digam: - Bom dia / boa tarde, Vossas Magestades. Agora que já ensaiaram, repitam o cumprimento na próxima sala, onde podem ver os retratos dos reis sobre a mesa. Avancem para a sua sala de trabalho mais importante. 8

9 Na sala do Despacho, o rei reunia-se e trabalhava com os seus ministros, para tratarem dos assuntos de Estado. Aqui decidiam, por exemplo, onde iriam ser construídas novas escolas, para onde iria avançar o caminho de ferro e as estradas, escolhiam novos ministros, entre outros muitos assuntos importantes. Os móveis dourados, as tapeçarias e toda a decoração dão um aspecto luxuoso à decoração. Que sorte a do rei, poder trabalhar todos os dias num lugar tão bonito! Sabiam que? Naquela época não havia electricidade. Não bastava carregar num botão para acender as luzes! Já pensaram no que seria, acender todos os dias, antes do pôr-do-sol, os lustres das salas deste andar? Que trabalhão!! Completem as frases : Os moços das luzes eram os empregados responsáveis pela... do palácio. Nessa época tinham de acender as do grande lustre. R: Iluminação. Velas. Aguarela da Sala do Despacho Enrique Casanova 1888 Mas também era aqui que a rainha organizava as festas de Natal dos príncipes, oferecidas aos seus amigos. A mesa de trabalho do rei era retirada e surgia então uma enorme árvore de Natal, cheia de velas - e não luzes eléctricas-, com presentes à volta, que seguidamente eram distribuídos. Há cem anos, os brinquedos eram diferentes: cavalinhos de madeira, bonecas de porcelana, Lembram-se de outros brinquedos antigos? Podem ver muitos no Museu do Brinquedo, em Sintra. Já o visitaram? soldadinhos de chumbo, cavalos de pau, e muitos outros. No seu dia a dia, o rei gostava de ouvir música. Vão até à Sala da Música e ficarão a saber como se passavam os serões no paço. 9

10 Nessa época, ainda não tinham sido inventados nem os aparelhos de rádio, nem o CD ou o MP3. Para poder ouvir música, era preciso tocá-la. O rei tocava o seu instrumento favorito: o violoncelo, instrumento que aprendeu a tocar desde os 8 anos de idade. A rainha preferia o piano. Descubram o violoncelo de D. Luís na sala. Mas, há outros instrumentos musicais! Conseguem identificá-los? R: Uma harpa, um piano e na vitrine ao fundo um bandolim e um violino.. Imaginem que estão a tocar cada um desses instrumentos e façam os gestos! Podem ver neste desenho como eram passados os serões na Ajuda naquela época; os convidados ficavam bem próximos dos músicos. Sabiam que? Entre os artistas, estavam muitas vezes o rei, que cantava (tinha voz de barítono) e tocava o seu violoncelo, e a rainha, que tocava o piano e tinha uma voz muito afinada. Todos dançavam até altas horas da noite. Que serões divertidos!!! Reconstituição da Sala da Música Desenho de Laura Carmo Costa Mesmo ao lado da Sala da Música ficava o quarto do rei. Sigam até lá! 10

11 No tempo em que o rei aqui vivia, o seu quarto não era como agora o vemos. Observem este desenho: D. Luís mandou dividir este grande quarto em quatro partes; quarto de cama, gabinete de trabalho, casa de banho e W.C. uma grande novidade na altura. Foi preciso fazer, com uma lona, um tecto falso, mais baixo. A pintura do tecto esteve, por isso, escondida durante muitos anos. Como esteve assim protegida da luz solar, as suas cores mantiveram-se bastantes mais vivas que as dos restantes tectos. Já no século XX, desmanchou-se tudo e o quarto ficou como está. Reconstituição do Quarto de D. Luís Desenho de Laura Carmo Costa Descubram, sem ser nas paredes, uma pequena pintura com o retrato de D. Maria Pia muito jovem vestida com uma das suas cores preferidas, o cor-de-rosa. Foi o retrato que enviou de Itália a D. Luís, antes do noivado! Será que o rei a achou bonita? R: Sim. Sigam para a Sala Azul ( a outra cor preferida da rainha). 11

12 Quando D. Maria Pia entrou pela primeira vez no Palácio da Ajuda, achou-o pouco moderno e desconfortável. Resolveu então decorar a seu gosto as salas. A sala azul é um bom exemplo desta vontade da rainha.. - Nem esfregando os olhos encontrarão a cor azul... é que a seda que forra as paredes e estofos perdeu a cor. O que a terá feito desaparecer? Lembrem-se do tecto do quarto do rei. R: A luz do sol, e também a má qualidade deste pigmento azul. - Para que servia esta sala? R: Servia para ler, conversar, jogar e onde o rei fazia caricaturas de algumas pessoas presentes. Era pois a sala-de-estar da família real. - Descubram os retratos pintados do rei e da rainha (que estão nas paredes) e dos príncipes esculpidos em bébés! Aguarela da Sala Azul Enrique Casanova, 1888 Esta era a sala-de-estar da família real. Aqui passavam o tempo livre, à noite e nas tardes chuvosas, a conversar, a ver revistas, ou a comentar as últimas viagens, a última ópera ou peça de teatro estreadas em Lisboa. Já repararam na grande janela de cristal, que a rainha mandou colocar na parede? Através dela podia ver as plantas da Sala de Mármore, onde há um jardim dentro de casa. Muito original! Passem pela próxima salinha ( a sala de fumo do rei) e vão até lá. 12

13 No século XIX, tornou-se moda trazer a Natureza para dentro de casa. Neste jardim de Inverno existiam plantas exóticas, a água jorrava da fonte... De que são revestidas as paredes e o tecto? R: De pedra, neste caso, uma pedra egípcia chamada alabastro. E o chão, será todo de alabastro? R: Não, tem o que sobrou do alabastro e o resto é mármore. A rainha organizava os lanches de aniversário dos príncipes na sala de mármore. Que bons deviam ser os docinhos que mandava colocar na mesa, à volta da fonte! As janelas da varanda eram abertas de par em par. Grandes correrias e brincadeiras por aqui. Devia ser bem divertido! Fechem os olhos e tentem transportar-se para esse tempo... o chilrear dos pássaros, o barulho da água a correr, o verde das plantas. Sabiam que? O rei D. Luís tinha uma verdadeira paixão pela sua colecção de pássaros exóticos. Encomendava-os de países longínquos, como o Brasil e São Tomé. Alguns, colocava nas gaiolas que podem observar nesta sala. Reconstituição da Sala de Mármore Desenho de Laura Carmo Costa A rainha ficaria com pena se não conhecessem os seus aposentos. Gostam de colecções? Qual a vossa colecção favorita? Na próxima sala vão ver qual era a de D. Maria Pia 13

14 Aqui reuniu a sua colecção favorita: a de peças em porcelana uma loiça muito fina e delicada. Podem encontrar por todo o lado flores, figuras e animais feitos nesta cerâmica Conseguem descobrir alguns desses animais? R: Pássaros diversos, gatos, cães, borboletas... Quem descobre o relógio? As paredes foram forradas de veludo de seda cor de rosa. É uma decoração muito feminina. Relógio de Chaminé (peça da colecção de Saxe, Áustria, 2ª metade do século XIX) Aguarela de Laura Carmo Costa D. Maria Pia mandou pintar no tecto paisagens do seu país, a Itália, e também de Portugal. Conseguem encontrar nas pinturas do tecto um conhecido monumento de Lisboa? R: A Torre de Belém. Os pássaros, as borboletas e as flores da colecção de D. Luís, também foram aqui representados. Na próxima sala, a sala de trabalho da rainha, encontrarão toda a família real. 14

15 Na grande pintura, encontram a família real reunida, perto do Palácio de Queluz: o rei D. Luís I, a rainha D. Maria Pia, o príncipe D. Carlos e o infante D. Afonso. Esta pintura conta-vos uma história: Era uma vez... um rei que viveu há mais de cem anos e que passava muitas vezes férias no campo com a sua família...esse rei gostava muito de... Contem em voz alta o resto da história, observando atentamente a grande pintura... Família Real Portuguesa pintada em Queluz Layraud 1878 Mas, há outra pintura que representa outro momento importante na vida dos reis. Procurem: O casamento de D. Luís e de D. Maria Pia na igreja de São Domingos. Atravessem agora a salinha encarnada (agora cor de-rosa), até ao quarto da rainha. 15

16 Já visitaram o quarto do rei e estão agora no quarto de D. Maria Pia, que também serviu de quarto de casal. A decoração do quarto da rainha é um bom exemplo da moda desse tempo. Reparem que está todo forrado a seda azul, com desenhos a fio de prata; a seda e os móveis vieram de França; eram o último grito da moda e foram encomendados por D. Luís antes do casamento. A rainha gostou muitíssimo do seu quarto novo, até escreveu essas impressões no seu diário. Procurem na cama elementos que nos indiquem que foi fabricada especialmente para a rainha de Portugal! R: As armas de Portugal e a coroa, na cama e no dossel. Olhem para o chão e vejam o que vos olha fixamente...cuidado, não apanhem um susto! Cama da rainha D. Maria Pia Aguarela de Laura Carmo Costa Procurem um enorme espelho na próxima sala. 16

17 Encontraram o espelho? Podem imaginar a azáfama neste quarto de vestir, todos os dias. A rainha fazia muitas saídas e visitas e, por isso, era obrigada a mudar de traje mais do que uma vez por dia. Como os vestidos eram compridos e com muita roda, era complicado colocá-los sozinha. O espelho, dividido em três partes, permitia-lhe observar-se a toda a volta! Espelho da rainha D. Maria Pia Desenho de Laura Carmo Costa Sabiam que? Para vestir todos os acessórios e roupa, a rainha tinha a ajuda das suas retretas, que eram as damas de serviço no toilette. Naquele tempo, as senhoras das camadas mais altas vestiam-se sempre com ajuda. Junto do toilette, a casa-de-banho; uma novidade na altura. Como podem ver, já havia água quente o que era um grande avanço e luxo! Sigam até à salinha de passagem após a Sala Verde. 17

18 Apesar desta salinha nunca ter pertencido aos príncipes, mostramos aqui como seria uma parte dos seus aposentos, neste caso uma sala-de-estar de D. Carlos e de D. Afonso. Na vitrine da esquerda, podem ver os horários de estudo dos príncipes. Nenhum deles ia à escola, ambos tinham as suas lições no palácio, com professores (os preceptores) cuidadosamente escolhidos pelo rei e pela rainha. Uff! Tantas horas de estudo! Sabiam que? Há cem anos atrás, os rapazes usavam vestido, por vezes até aos 7 anos de idade! Procurem uma moldura oval com o retrato do príncipe real D. Carlos. Também podem ver aguarelas e desenhos de barcos feitos por este príncipe em jovem. Gnomos (conjunto de oito grupos) Alemanha, século XIX E os gnomos? São pequenas criaturas que estão rodeadas de muitas histórias e fazem parte dos antigos contos de fadas. Diz-se que vivem debaixo da terra, escondidos nas grandes florestas ou guardando grutas de diamantes... Retrato do Príncipe Real D. Carlos Michele Gordigiani c Procurem qual foi a cadeirinha que, antes de pertencer a D. Carlos e a D. Afonso, foi de seu mãe, em criança! Vão até à Sala-de-Jantar. 18

19 Não é difícil imaginar a família real tomando as suas refeições nesta sala. Havia sempre convidados e pessoas que estavam de serviço no paço, à mesa dos reis, que está posta tal como nesse tempo. Em todos os lugares eram colocadas ementas em francês a língua das cortes nessa altura - com os pratos do dia. Cada refeição era composta por quatro ou cinco pratos. D. Luís comia, todos os dias, o seu prato preferido: canja de galinha, prato muito apreciado por todos os Braganças. Sabiam que? Naquele tempo as crianças tomavam refeições à parte. Assim, Ementa poderiam estar Papel impresso e manuscrito à vontade e não incomodavam os adultos Em cada lugar estão quatro copos. Conseguem fazer corresponder cada bebida ao seu copo? Muitas vezes, depois de uma boa refeição, para além de fumar um charuto, o rei gostava de jogar o bilhar (mas não gostava nada de perder...).vejam a sala do lado. A visita acaba aqui. Esperamos que se tenham divertido nesta viagem pelo tempo do rei D. Luís. Voltem Sempre! 19

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