Projeto Pedagógico 2014/2015 PROJETO PEDAGÓGICO. Educar com Arte e pela Arte CRECHE

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1 PROJETO PEDAGÓGICO Educar com Arte e pela Arte CRECHE Ano letivo

2 Conteúdo 1.Introdução Caraterização do espaço Espaço interior da creche Pessoainhas...1 No Hall de entrada...1 Sala polivalente...2 Copa...2 Casa de banho - adultos...2 Casa de banho - crianças...2 Sala das educadoras...3 Sala de arrumos Espaço exterior da creche Pessoainhas...3 Recursos materiais do espaço exterior Rotina do acolhimento...3 Objetivos gerais:...3 Conteúdos prioritários a desenvolver:...4 Metodologias e estratégias de intervenção: Rotina da alimentação...4 Objetivos gerais:...4 Conteúdos prioritários a desenvolver:...4 Metodologia e estratégias de intervenção: Rotina da higiene...4 Objetivos gerais:...4 Conteúdos prioritários a desenvolver:...4 Metodologias e estratégias de intervenção: Rotina do descanso...5 Objetivos gerais:...5 Conteúdos prioritários a desenvolver:...5 Metodologias e estratégias de intervenção:...5 1

3 3.Contextualização Período a que se reporta Caracterização: faixas etárias e grupo...5 Caracterização das faixas etárias...5 Aptidões Sociais...6 Sala dos Bebés...6 Sala de 1 Ano...6 Sala de 2 Anos...6 Linguagem...6 Sala dos Bebés...6 Sala de 1 Ano...6 Sala de 2 Anos...6 Independência...7 Sala dos Bebés...7 Sala de 1 Ano...7 Sala de 2 Anos...7 Aptidões físicas...7 Sala dos Bebés...7 Sala de 1 Ano...7 Sala de 2 Anos...7 Caracterização do grupo de crianças Constituição da Equipa Salas de atividades Definição dos objetivos operacionais e estratégias (4 meses a aquisição de marcha)...9 Objetivos gerais...9 Conceitos a desenvolver...9 Objetivos específicos / estratégias...10 Desenvolvimento sensório-motor...10 Objetivos:

4 Estratégias:...10 Desenvolvimento social/emocional...10 Objetivos...10 Estratégias...11 Desenvolvimento intelectual...11 Objetivos...11 Estratégias...11 Plano de Atividades Sociopedagógicas...12 Atividades para desenvolver no berçário Definição dos objetivos operacionais e estratégias (aquisição de marcha aos 24 meses)...13 Área da Formação Pessoal e Social...13 Competências:...13 Objetivos:...13 Estratégias:...13 Objetivos...13 Estratégias:...14 Objetivos:...14 Estratégias...14 Área da Expressão e Comunicação...14 Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita...14 Competências...14 Objetivos:...15 Estratégias:...15 Domínio da Matemática...15 Competências:...15 Objetivos:...15 Estratégias:...15 Domínio da expressão motora

5 Competências...16 Objetivos:...16 Estratégias:...16 Objetivos:...16 Estratégias:...17 Domínio da Expressão Plástica...17 Competências...17 Objetivos:...17 Estratégias:...17 Objetivos:...18 Estratégias:...18 Objetivos...18 Estratégias:...18 Domínio da expressão musical...18 Competências...18 Objetivos:...18 Estratégias:...18 Domínio da Expressão Dramática...19 Competências...19 Objetivos:...19 Estratégias:...19 Área do conhecimento do mundo...19 Competências:...19 Objetivos:...19 Estratégias:...20 Plano de atividades sociopedagógicas...20 Como pensamos explorar?...20 Área da formação pessoal e social

6 Área da expressão e comunicação...21 Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita...21 Domínio da Matemática...21 Domínio da Expressão Motora...21 Domínio da Expressão Plástica...21 Domínio da Expressão Musical...21 Domínio da Expressão Dramática...21 Área do Conhecimento do Mundo Definição dos objetivos operacionais e estratégias (24 aos 36 meses)...23 Área de Formação Pessoal e Social...23 Competências:...23 Autonomia...23 Objetivos...23 Estratégias...23 Área de Expressão e Comunicação:...24 Expressão Motora...24 Competências...24 Motricidade global:...24 Motricidade fina:...24 Objetivos:...24 Estratégias:...24 Expressão Dramática...25 Competências:...25 Objetivos:...25 Estratégias:...25 Expressão Plástica...25 Competências:...25 Objetivos:...26 Estratégias:

7 Expressão Musical...26 Competências:...26 Objetivos:...26 Estratégias:...27 Linguagem oral e abordagem à escrita...27 Competências:...27 Objetivos:...27 Estratégias:...28 Domínio da Matemática...28 Competências:...28 Objetivos:...28 Estratégias:...28 Área do Conhecimento do Mundo...29 Competências:...29 Objetivos:...29 Estratégias:...29 Plano de atividades sociopedagógicas...29 Como pensamos explorar?...29 Área da expressão e comunicação...30 Área de formação pessoal e social...40 Área do conhecimento do mundo Plano de formação e informação Recursos a afetar a implementação...48 Humanos...48 Materiais Calendarização...49 Anual Rotina diária (integrada na programação semanal de atividades) Metodologia de divulgação e avaliação do projeto Bibliografia

8 1. Introdução O da Creche Pessoainhas foi elaborado com a intenção de responder de um modo contextualizado aos interesses e necessidades das crianças que frequentam a instituição. Assim, é fundamental que exista um fio condutor no processo de ensino/aprendizagem, com estratégias, princípios e objetivos bem definidos. O conhecimento do contexto socioeconómico e sócio afetivo em que a criança se insere, bem como, o seu desenvolvimento psicológico, permite uma melhor intervenção no âmbito da ação educativa, com o grupo de crianças com quem interagimos/trabalhamos. Na sequência deste conhecimento, o nosso projeto pedagógico desenvolve-se em várias vertentes, entre as quais: a contextualização do meio de intervenção, os recursos disponíveis (físicos, humanos e funcionais), a organização do espaço, dos materiais e do tempo, a caraterização sociológica e psicológica do grupo de crianças e as interações sociais existentes. Todos os projetos necessitam que se estabeleça uma estratégia global de ação, onde são delineados os objetivos e as estratégias que visam dar resposta às necessidades e interesses das crianças. Assim, ao longo deste projeto, iremos propor objetivos e estratégias, globais e individuais, direcionados para o desenvolvimento da criança. A avaliação representa um papel fundamental no desenvolvimento de todo este processo, uma vez que nos permite compreender se os objetivos propostos estão, ou não, a ser atingidos, permitindo assim, avaliar e reajustar os métodos de intervenção inicialmente delineados. O projeto pedagógico, apresenta um carácter flexível, reflexivo e recetivo às diferentes características do contexto em que se envolve, tornando-o assim, suscetível a possíveis alterações, durante todo o processo da sua implementação. O presente projeto centra-se no tema: Educar com Arte e pela Arte. Onde iremos trabalhar a arte com as crianças, claro que tendo sempre em conta os seus sentimentos, os seus sentidos e tudo o 7

9 que flui de forma natural vinda de si, valorizando tudo o que ela nos traz, sendo este o ponto de partida para o educador, ou seja, para a Equipa Pedagógica da própria sala. E, porque nestas idades as crianças são significativamente suscetíveis a tudo aquilo que as rodeia, a importância da creche e das primeiras aquisições que nela se realizam é de extrema importância para o seu desenvolvimento global, devendo ser um local que permite e facilite uma estabilidade afetiva e uma facilitação de aprendizagens significativas, encaradas numa perspetiva continuada e sempre inacabada. Tendo em conta as caraterísticas das crianças com quem trabalhamos, este projeto baseia-se nos seguintes princípios: Globalidade: porque é o modo natural de conhecer a criança. Ela capta a realidade como um todo, pondo em funcionamento os aspetos afetivos, cognitivos, comunicativos, psicomotores, criativos, etc. Atividade: porque nesta fase a criança descobre e conquista o mundo que a rodeia através da sua própria ação, fundamentalmente corporal. Por isso, temos que proporcionar à criança ocasiões para manter ativo o seu corpo, com inúmeras e diversificadas experiências que ela possa levar a cabo e com iniciativas próprias. Afetividade: uma vez que, principalmente nesta idade, as crianças dependem completamente do adulto e precisam de se sentir seguras do afeto e da atenção deste, de forma a avançar, positivamente, no seu desenvolvimento. Diversidade: dado que cada criança é única e, como as diferenças são aquilo que as carateriza, devem respeitar-se as suas potencialidades e limitações, a sua maneira de ser e ritmo de aprendizagem, para que assim, possam formar o seu carácter da forma mais equilibrada possível e seguras de si mesmas. Socialização e convivência: uma vez que se encontra no processo de socialização, potenciar-se-á o trabalho cooperativo e favorecer-se-á o trabalho de grupo em curtos períodos de tempo, tendo em consideração as diferentes culturas e situações sociais e oferecendo a possibilidade de que cada uma se expresse livremente. Proporcionar-se-á um ambiente que permita às crianças desenvolver as relações entre os seus pares e com os adultos, estabelecendo algumas regras, com a finalidade de facilitar a convivência. 8

10 Aprendizagem: uma vez que cada criança é a construtora do seu desenvolvimento, transformando e ampliando as aprendizagens que já adquiriu, o educador deve: o Intervir a partir daquilo que a criança já adquiriu através dos seus interesses e das suas motivações; o Apresentar os novos conhecimentos de forma prática, através das experiências; o Ajudar a verbalizar o que já sabem e o que estão a fazer. A prática pedagógica procura, assim, incutir valores humanos, sociais e morais que ajudem a criança a conviver em grupo, a respeitar e a treinar relações interpessoais. Valores como, a partilha, a solidariedade e o amor são e sempre serão valorizados pela nossa instituição e, por isso, incutidos às nossas crianças no seu dia-a-dia. Neste projeto pedagógico visamos esclarecer e clarificar o trabalho a ser desenvolvido por cada uma das salas da creche ao longo do ano, bem como as preocupações pedagógicas adequadas a cada fase do desenvolvimento da criança. 2. Caraterização do espaço O espaço é organizado, para oferecer segurança, salubridade e conforto, de forma a proporcionar um ambiente acolhedor e de bem-estar às crianças. As crianças necessitam de espaços para pôr em prática as suas atividades, sejam de brincadeira, ou não, é necessário que se movimentem livremente, para estarem à vontade e se sentirem capazes nas suas conquistas. De seguida, apresentamos as caraterísticas da creche Pessoainhas, dividindo em espaço interior e exterior. 2.1 Espaço interior da creche Pessoainhas Relativamente ao espaço interior da creche, este, é composto da seguinte forma: Hall de entrada e receção; 9

11 Sala polivalente, onde funciona o refeitório das salas todas e também espaço livre para atividades motoras. É também utilizado para o acolhimento da manhã; Copa de apoio ao refeitório; Casa de banho para adultos; Berçário 4 meses-aquisição de marcha; Sala de atividades Aquisição de marcha 24 meses; Sala de atividades meses; Casa de banho para crianças; Sala das educadoras; Sala para arrumos. Relativamente aos recursos materiais nas referidas divisões, a creche está equipada: No Hall de entrada Cacifos individuais para cada criança Bancos para sentar, com arrumação para o calçado (troca de calçado) Secretária Computador 10

12 Armário de apoio Cadeira Mesa redonda com quatro cadeiras Sala polivalente 2 Mesas redondas 1 Mesa retangular Cadeiras Cadeiras de papa Armário para colocar material de apoio à expressão motora Tapete Televisão DVD Rádio Copa Frigorífico Louça para refeições das crianças (copos, pratos, tigelas, talheres) 11

13 Material para as refeições (guardanapos) Casa de banho - adultos Sanita Lavatório Suporte papel higiénico Suporte papel secar mãos Cesto para papel Casa de banho - crianças 4 Sanitas 5 Lavatórios Armário com espaços divididos para cada criança Espelho Polibans Pia de despejos Cesto para papel Suportes papel higiénico 12

14 Dispensadores de Sabão Suportes papel secar mãos Muda fraldas 2 Prateleiras, com kit s de higiene oral Sala das educadoras 1 Mesa 4 Cadeiras Armário para colocar material de apoio às salas (tintas, tesouras, cartolinas, papeis diversos, placards) Sala de arrumos Catres para dormir Armário alto com materiais básicos de limpeza 2.2 Espaço exterior da creche Pessoainhas Proporciona uma grande diversidade de situações e aprendizagens que podem ser momentos educativos intencionais, ou não, que são tão importantes como as aprendizagens que se realizam dentro da sala, para além de permitir uma quebra na rotina diária. Recursos materiais do espaço exterior Equipamento de plástico, constituído por: 13

15 Escorrega Casinha Triciclos Arcos Bola Rotinas diárias As rotinas diárias deverão ser vistas, como experiências de aprendizagem de máxima importância que ajudarão a criança a tornar-se mais competente e independente. No dia-a-dia da creche, criar-se-ão rotinas que, para além de serem momentos educativos, irá permitir que as crianças se sintam seguras de si mesmas, uma vez que passarão a conhecer e a identificar, por exemplo, os momentos de refeição, a hora do descanso e a hora de regresso a casa. 2.3 Rotina do acolhimento Na rotina de acolhimento, serão desenvolvidos: Objetivos gerais: Que a criança se integre na dinâmica do grupo e se sinta membro pertencente; Que a criança se sinta acolhida, como pessoa individual; Que a criança perceba uma continuidade entre a casa e a creche. 14

16 Conteúdos prioritários a desenvolver: Aceitação da separação; Identificação das pessoas e da organização da sala; Interesse pela relação afetiva; Adaptação aos ritmos e rotinas da sala; Respeito pelo ritmo de cada criança; Manifestações das necessidades. Metodologias e estratégias de intervenção: Acolher as crianças com alegria, mostrando satisfação em revê-las. Sentir e mostrar afeto real por cada uma das crianças do grupo; Deverá haver jogos e/ou brincadeiras livres para as crianças que aguardam a chegada da educadora. 2.4 Rotina da alimentação Na rotina da alimentação serão igualmente desenvolvidos: Objetivos gerais: Aprender a ter autonomia nas refeições; Respeitar o ritmo de cada criança; 15

17 Expressar as suas necessidades. Conteúdos prioritários a desenvolver: Sentar-se bem à mesa e não se distrair; Comer sozinha a fruta. Metodologia e estratégias de intervenção: Incentivar a criança a comer sozinha a fruta, dando-lhe o menos possível de ajuda; Estarem sentados à mesa corretamente, distraindo-se o menos possível com o barulho ou movimentos que possam ocorrer noutros locais. 2.5 Rotina da higiene Na rotina de higiene, estão previstos: Objetivos gerais: Fazer um controle dos esfíncteres, respeitando o tempo de cada criança; Respeitar a higiene de cada criança; Fazer com que a criança se sinta segura e feliz neste momento tao íntimo que é mudar a fralda. Conteúdos prioritários a desenvolver: Controle dos esfíncteres (respeitando o tempo de cada criança); 16

18 Cooperação da criança no ato de vestir e despir. Metodologias e estratégias de intervenção: Incentivar a criança a cooperar na rotina. 2.6 Rotina do descanso Por fim, na rotina de descanso, pretendemos desenvolver: Objetivos gerais: Respeitar o ritmo de cada criança; Utilizar os objetos pessoais (objetos de transição) para acalmar e adormecer; Saber estar em silêncio quando acordada; Respeitar as outras crianças, adormecer com menos possível de apoio dos adultos; Utilizar música adequada ao momento e para crianças. Conteúdos prioritários a desenvolver: Fazer o menos barulho possível caso não queira dormir, para respeitar o sono dos outros. Metodologias e estratégias de intervenção: O local onde está a dormir deverá ser sempre o mesmo ate ao final do ano. 17

19 3. Contextualização Este documento pretende dar a conhecer o programa flexível, específico e abrangente que a Creche Pessoainhas irá seguir durante o ano letivo de 2014/ Ao estruturar este projeto, a educadora da sala está a organizar todo o tipo de recursos e meios com que irá trabalhar e, dessa forma, delinear estratégias e definir a metodologia a ser utilizada. Neste documento, estão patentes um conjunto de estratégias de concretização e desenvolvimento, do Currículo Nacional e do Projeto Curricular de Escola. O processo educativo baseia-se nas seguintes fases: observação, planificação, ação e avaliação por parte do educador, realizada ao longo de todo o ano. Em termos de conteúdos, está incluído neste projeto o que educador considera adequado para trabalhar, desenvolver e rentabilizar o processo de aprendizagem de cada uma das suas crianças. 3.1 Período a que se reporta Este projeto irá ser desenvolvido durante o ano letivo 2014/ A creche funcionará durante todos os meses do ano com exceção dos feriados e dos dias 24 e 31 de dezembro. 3.2 Caracterização: faixas etárias e grupo Caracterização das faixas etárias A criança, em contexto creche, apresenta características específicas ao longo do seu desenvolvimento, uma vez que, estas são muito particulares em cada uma das etapas e, por uma questão de organização, optamos por apresenta-las sucintamente. Assim, as diferentes aquisições ficarão representadas por cada etapa de desenvolvimento, nomeadamente, nas aptidões sociais, na linguagem, na sua independência e nas aptidões físicas. Assim: 18

20 Aptidões Sociais Sala dos Bebés Fica aborrecido quando o deixam sozinho; Fica entusiasmado e ri quando lhe fazem festas; Sorri e reconhece as pessoas que lhe são familiares; Cria laços afetivos com as pessoas que cuidam dele; Começa a ter medo das pessoas desconhecidas; Fica receoso em locais estranhos; Para se o adulto diz não. Sala de 1 Ano Diz adeus e imita expressões; Gosta de fazer o adulto rir; Chama a atenção do adulto puxando-lhe a roupa ; Exprime alegria e frustração, podendo mostrar ciúme; Gosta de brincar com as outras crianças, mas não brinca no imediato com elas; Prevê atos (p.e.: estica os braços quando vê o casaco). 19

21 Sala de 2 Anos Imita os que conhece e gosta; Sente-se o centro do mundo (egocentrismo). Tem dificuldade em partilhar e colocar-se no lugar do outro (por vezes bate ou morde só para ver a reação que provoca). Linguagem Sala dos Bebés É capaz de articular sons, característicos da linguagem que ouve. Contudo estes não têm real significado ( mama, dada, ); O balbuciar começa a ter a entoação da fala. Sala de 1 Ano Emite os sons que fazem parte da linguagem que ouve; Emite as primeiras palavras (a partir dos 8 meses). Refere-se, por norma a palavras familiares ( mamã, papá, cão, gato, papa ); A partir dos 15 meses, aproximadamente, acrescenta palavras ao seu vocabulário, com um ritmo irregular (numas semanas surgem muitas palavras novas e noutras, não surge nenhuma). Sala de 2 Anos Começa a juntar palavras e a formar frases simples de duas palavras popó aqui ; Começa a dizer mim, eu, tu ; Percebe mensagens/instruções do adulto; 20

22 Ouve histórias simples e repete palavras-chave da mesma. Independência Sala dos Bebés Fica por instantes a brincar sem a participação do adulto; Começa a comer autonomamente: inicialmente com as mãos e, de seguida, com a colher. Sala de 1 Ano Brinca sozinha; Experimenta alimentar-se sozinha, apesar de se sujar. Sala de 2 Anos Utiliza a escova dos dentes sozinha/com pouca ajuda; Começa a ser hábil a almoçar; Começa a vestir-se sozinha; Brinca sem precisar de tanta orientação; Ganha autonomia na casa de banho (pode precisar de ser lembrada quando está ocupada). 21

23 Aptidões físicas Sala dos Bebés Até atingir a postura ereta, vai sendo capaz de segurar a cabeça por algum espaço de tempo (curto), aguentar o peso do seu corpo com as pernas/pés, rebolar, sentar-se, gatinhar e, por fim, vai-se segurar de pé e depois vai andar. Sala de 1 Ano Consegue andar em diferentes sentidos (frente, trás, para os lados); Puxa por um brinquedo com um fio; Empurra e desloca-se em cima de um carrinho; Talvez já corra, mas ainda cai com frequência; Sobe e desce escadas com a ajuda de um adulto. Sala de 2 Anos Corre, pula e salta; Sobe e desce escadas com um pé de cada vez, agarrando-se ao corrimão; Brinca numa estrutura simples de escalar; Pára para apanhar um brinquedo sem cair; Empurra e puxa brinquedos com rodas. 22

24 Caracterização do grupo de crianças Relativamente a este ponto iremos apresentar os dados consoante as matriculas (2014/ 2015) efetivadas até ao momento. Número de crianças por idade Nº de Crianças Bebés 2 1 Ano 4 2 Anos 6 Distribuição das crianças entre ambos os sexos Sexo Masculino Sexo Feminino Bebés Ano Anos 4 2 Habilitações literárias dos Pais Ensino Básico Ensino Secundário Ensino Superior Constituição da Equipa Nas salas da creche existem: duas educadoras de infância, três técnicas de Ação Educativa; uma auxiliar de serviços gerais. 23

25 4.Salas de atividades 24

26 SALA DOS MÚSICOS (DOS 4 MESES À AQUISIÇÃO DE MARCHA) Educar com a arte e pela arte - Explorar 25

27 4.1 Definição dos objetivos operacionais e estratégias (4 meses a aquisição de marcha) Objetivos gerais Conceitos a desenvolver Estabelecer parceria com a família de forma a ter informações sobre o bebé, com vista à planificação do trabalho, tendo sempre em consideração o especial interesse da criança; Proporcionar o desenvolvimento do sentimento de inclusão, através do respeito mútuo e de relações afetivas e recíprocas entre a criança e os adultos; Compreender a forma como a criança aprende, promovendo um ambiente que facilite a brincadeira, a interação, a exploração, a criatividade e a resolução de problemas; Proporcionar ao máximo o desenvolvimento das capacidades de cada um; Pensar na criança como um aprendiz afetivo e ativo, que gosta de aprender; Criar um ambiente flexível e responsável que possa ser adaptado aos interesses e necessidades de cada criança, promovendo o acesso a um leque de oportunidades de escolhas e que lhe permita crescer confiante e com iniciativa; Estabelecer uma rotina diária consistente que reforce e valorize a continuidade, para que a criança desenvolva um sentimento de pertença a um ambiente que podem prever no seu quotidiano; Dinamizar oportunidades para que a criança possa comunicar os seus sentimentos e pensamentos. 26

28 Objetivos específicos / estratégias Desenvolvimento sensório-motor Objetivos: Estimular a desenvolver a motricidade fina; Favorecer a estimulação sensorial; Estimular e desenvolver a motricidade grossa; Fomentar a tomada de consciência do próprio corpo e sentido de equilíbrio do bebé; Iniciar esquemas corporais desenvolvendo a lateralidade e o sentido de orientação. Estratégias: Atividades de chão, como agarrar, girar, seguir, criar situações de causa efeito: Caixas pequenas para guardarem objetos; Jogos de encaixe; Tocar, mostrar livros tácteis de diferentes texturas; Introdução de comida sólida; Alcançar, empurrar, puxar, gatinhar, deslocar-se, rolar, trepar; Estimular a criança a sentar-se, levantar-se e andar; Caixotes de cartão para se meterem lá dentro; 27

29 Jogo do avião; Jogo do elevador; Interagir com o bebé mostrando-lhe diferentes partes do corpo; Utilizar o espelho. Desenvolvimento social/emocional Objetivos Estabelecer relações e vínculos afetivos com o bebé; Ultrapassar o medo perante uma situação nova; Desenvolver aquisição de confiança em si mesmo e nos outros; Trabalhar o reconhecimento das imagens que o rodeiam. Estratégias Sentar o bebé ao nosso colo, brincar com as mãos, sorrir-lhe e acariciá-lo; Jogo de baloiço; Jogo de cavalinho; Mostrar-lhe fotografias suas e de pessoas que o rodeiam; Utilizar fantoches de dedos. 28

30 Desenvolvimento intelectual Objetivos Estimular a sensibilidade tátil e visual; Ajudar no reconhecimento das relações causa-efeito; Desenvolver a capacidade de classificar; Desenvolver a linguagem; Iniciar o sentido do ritmo e sua relação com o movimento. Estratégias Utilizar luzes para que as possam seguir; Brincar e chapinhar na água; Brincar com caixas de cartão de diferentes tamanhos; Falar, ouvir, observar; Cantar, escutar, movimentos ritmados. 29

31 Plano de Atividades Sociopedagógicas Na sala dos músicos, um dos princípios orientadores é explorar, para que a criança se sinta bem quando entra na sala e sinta esta como sua. Cabe aos adultos de referência proporcionar e promover momentos de afeto, brincadeira e descobertas valorizando cada conquista, incentivando a criança pela positividade e criando nela a vontade de explorar ainda mais. Educar pela arte é partilhar com as crianças universos sensoriais e promover as suas múltiplas linguagens expressivas (Maria Cristina Grilo) Iremos contar muito com a família para o desenvolver desta temática, uma vez que as crianças nesta idade são completamente dependentes do adulto e a família são a referência maior para eles. Assim, observar, proteger, cuidar da saúde, da higiene e da alimentação; dar atenção ao crescimento e desenvolvimento (individualização de cada criança); brincar e divertir, educar e ensinar; abertura ao imaginário são alguns dos conteúdos que compõem o dia-a-dia do berçário. Atividades para desenvolver no berçário Estimular a criança a sentar-se, levantar-se e andar; Brincar com bolas; Estímulos visuais e auditivos (mobiles, sons, música, ); Cantar e mimar; Lengalengas; Amachucar papéis; Fazer sessões de movimento; 30

32 Brincar e explorar blocos de espuma forrados; Passear; Canções com gestos; Apresentação de figuras de cartão plastificado; Caixas de música (com garrafas de plástico e boiões de iogurte); Pacotes de bolacha vazios para amachucar; Garrafas de água com bolas coloridas lá dentro; Livros cartonados com imagens; Leitura de histórias; Jogos de encaixe; Sentar à mesa; Jogar ao esconde-esconde. 31

33 SALA DOS PINTORES (DA AQUISIÇÃO DE MARCHA AOS 24 MESES) Educar com arte e pela arte - Brincar 32

34 4.2 Definição dos objetivos operacionais e estratégias (aquisição de marcha aos 24 meses) Área da Formação Pessoal e Social Competências: Ser autónomo; Ser capaz de resolver problemas diários; Ser capaz de conviver em grupo; Ser capaz de partilhar objetos e espaços. Autonomia Objetivos: Ser capaz de comer e beber sozinho; Saber lavar as mãos sozinho; Ser capaz de limpar a boca; Ser capaz de se deslocar sozinho dentro da sala; Ser capaz de arrumar alguns objetos nos seus lugares; Fazer o controlo dos esfíncteres. 33

35 Estratégias: Estimular a criança a alimentar-se sozinha; Incentivar à marcha; Incentivar ao uso da casa de banho; Realizar jogos que envolvam a arrumação da sala; Identidade e/ou autoconceito Objetivos Identificar e nomear as diferentes partes do seu corpo; Conhecer o seu nome; Reagir ao seu nome; Desenvolver a construção do Eu ; Distinguir Eu dos outros; Reconhecer o outro como ser diferente; Saber reconhecer as suas capacidades e limitações; Reconhecer os seus objetos pessoais; Reconhecer-se como membro de um grupo; 34

36 Reconhecer laços de pertença social e cultural. Estratégias: Promover a realização de atividades estimulem a imitação, a comunicação e a expressão; Promover atividades com as outras salas da creche, facilitando o contacto com crianças de outras idades; Favorecer e apoiar a criança para que esta se sinta encorajada a ajudar o adulto em pequenas tarefas e atividades. Socialização Objetivos: Saber estar sentado à mesa; Participar em grupos; Esperar pela sua vez; Brincar e relacionar-se com o outro; Respeitar o outro; Aprender várias regras e normas de conduta social; Participar democraticamente na vida do grupo; Partilhar os brinquedos; 35

37 Ser capaz de resolver conflitos sem recorrer a violência. Estratégias Incentivar a criança para que esta exprima os seus interesses; Promover atividades em grupos pequenos incentivando o trabalho em conjunto e a partilha de materiais; Promover o diálogo, facilitando a resolução de conflitos. Área da Expressão e Comunicação Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita Competências Ser capaz de se expressar; Ser capaz de identificar imagens; Ser capaz de compreender; Desenvolver a produção e compreensão da linguagem oral Objetivos: Ser capaz de repetir palavras; Ser capaz de realizar pequenos diálogos; Identificar e nomear objetos; 36

38 Compreender ordens simples; Articular corretamente as primeiras palavras; Manifestar interesse em comunicar. Estratégias: Recorrer a leitura de imagens reais; Incentivar a criança a comunicar situações vividas em casa e com a família; Promover atividades de jogo simbólico para incentivar ao diálogo e à comunicação. Domínio da Matemática Competências: Ser capaz de agrupar objetos; Ser capaz de se localizar no espaço; Ser capaz de construir. Objetivos: Agrupar objetos tendo em conta um atributo; Distinguir os objetos grandes e pequenos; Conhecer as posições dos objetos (em cima/em baixo; dentro/fora); 37

39 Localizar objetos e lugares num contexto próximo; Realizar jogos de encaixe simples; Realizar construções. Estratégias: Promover atividades que incentivem ao raciocínio lógico; Realizar atividades em pequenos grupos. Domínio da expressão motora Competências Ser capaz de folhear um livro; Ser capaz de fazer encaixes; Ser capaz de pegar nos instrumentos de pintura de forma correta; Ser capaz de controlar o seu corpo; Ser capaz de utilizar diferentes formas de locomoção; Ser capaz de reconhecer o seu corpo. Desenvolver o processo de destreza ou coordenação óculo-manual Desenvolver a motricidade fina 38

40 Objetivos: Utilizar o agarrar em pinça; Folhear as páginas de um livro; Encaixar peças de um puzzle; Ser capaz de pegar e manusear carimbos, peças e objetos diversos; Ser capaz de realizar alguns trabalhos de expressão plástica como: carimbagem, desenhos, modelagem; Ser capaz de manusear objetos mais pequenos encaixar/desencaixar, empilhar/desempilhar. Estratégias: Promover a realização de atividades de expressão plástica; Promover atividades que envolvam diversos materiais; Incentivar ao uso dos dedos em pinça; Promover atividades como a rasgagem e o encaixe de peças; Realizar atividades que favoreçam o desenvolvimento das habilidades motoras. Objetivos: Utilizar e controlar os movimentos do corpo; Utilizar diferentes formas de locomoção; 39

41 Tomar consciência dos diferentes segmentos do corpo, das suas possibilidades e limitações; Ser capaz de se equilibrar; Ser capaz de se levantar sem apoio; Ser capaz de andar alguns passos para trás; Ser capaz de contornar obstáculos, primeiro com apoio e depois sem; Ser capaz de rebolar; Ser capaz de pontapear; Ser capaz de se pôr de cócoras; Ser capaz de fazer o movimento de marcha com apoio e posteriormente sem apoio; Ser capaz de reproduzir movimentos e gestos propostos com ou sem música (bater palmas, bater com as mãos nas pernas, bater com os pés no chão, dizer adeus, atirar beijinhos); Ser capaz de passar por cima e por baixo de obstáculos; Ser capaz de saltar; Ser capaz de subir e descer obstáculos. Estratégias: Promover atividades que desenvolvam a atividade motora; 40

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