Motricidade ISSN: X Desafio Singular - Unipessoal, Lda Portugal

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1 Motricidade ISSN: X Desafio Singular - Unipessoal, Lda Portugal Vagetti, G.C.; Oliveira, V.; Barbosa Filho, V.C.; Moreira, N.B.; Campos, W. Predição da qualidade de vida global em idosas ativas por meio dos domínios do WHOQOL-BREF e do WHOQOL-OLD Motricidade, vol. 8, núm. Supl. 2, 2012, pp Desafio Singular - Unipessoal, Lda Vila Real, Portugal Disponível em: Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto

2 Motricidade FTCD/FIP-MOC 2012, vol. 8, n. S2, pp Suplemento do 1º EIPEPS Predição da qualidade de vida global em idosas ativas por meio dos domínios do WHOQOL-BREF e do WHOQOL-OLD Predicting overall quality of life in active elderly women through the domains of the WHOQOL-BREF and WHOQOL-OLD G.C. Vagetti, V. Oliveira, V.C. Barbosa Filho, N.B. Moreira, W. Campos ARTIGO ORIGINAL ORIGINAL ARTICLE RESUMO O presente estudo objetivou analisar a capacidade dos domínios da Qualidade de Vida (QV) em predizer a QV global em idosas ativas. A amostra foi composta por 53 idosas ativas (69.43 ± 5.7 anos), selecionadas por conveniência, participantes do programa Idoso em Movimento, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL) de Curitiba, Paraná, Brasil. Os questionários WHOQOL-BREF e WHOQOL-OLD foram utilizados para identificar a QV global e os seus domínios (Físico, Meio ambiente, Relações sociais, Psicológico, Funcionamento dos sentidos, Autonomia, Atividades passadas, presentes e futuras, Participação social, Morte e morrer, Intimidade e Escore geral). A análise dos dados apropriou-se da estatística descritiva, correlação de Pearson e regressão linear Stepwise, adotando-se nível de significância de 5%. As idosas apresentaram QV global média de 71.46%. Apenas três domínios da QV não estiverem significativamente correlacionados com a QV global (Funcionamento dos sentidos, Autonomia e Morte e morrer). Entretanto, somente os domínios Psicológicos (WHOQOL-BREF) e Participação social (WHOQOL-OLD) contribuíram significativamente na predição da QV global, explicando 28.7% da variância nesta variável nas idosas ativas. Em conclusão, a promoção do envolvimento social e da satisfação psicológica deve ser estimulada em programas de atividade física para contribuir positivamente na perceção de QV em idosas. Palavras-chave: qualidade de vida, atividade motora, idoso, estudos transversais ABSTRACT This study aimed to analyze the ability of the domains of Quality of Life (QOL) in predicting overall QOL in active elderly. The sample consisted of 53 elderly active (69.43 ± 5.7 years), selected for convenience, participants of Idoso em Movimento program from de Municipal Secretary of Sports and Recreation in Curitiba, Paraná, Brazil. The questionnaires WHOQOL-BREF and WHOQOL-OLD was used to identify overall QOL and its domains (physical, environmental, social relationships, psychological, sensory abilities, autonomy, past, present and future activities, social participation, death and dying, intimacy and overall score). The data analysis appropriated the descriptive statistics, Pearson correlation and Stepwise linear regression model, adopting a significance level of 5%. The elderly women showed overall average QOL of 71.46%. Only three domains were not significantly correlated with overall QOL (sensory abilities, autonomy and death and dying). However, only the psychological (WHOQOL-BREF) and social participation (WHOQOL-OLD) domains contributed significant in predicting overall QOL, explaining 28.7% of the variance in this variable in the active elderly. In conclusion, promoting social involvement and psychological satisfaction should be encouraged in physical activity programs to contribute positively to the perception of QOL in elderly women. Keywords: quality of life, motor activity, elderly, cross-sectional studies Submetido: Aceite: Gislaine Cristina Vagetti, Valdomiro de Oliveira, Valter Cordeiro Barbosa Filho, Natália Boneti Moreira, Wagner de Campos. Centro de Pesquisa em Exercício e Esporte; Universidade Federal do Paraná, Curitiba, Paraná, Brasil. Endereço para correspondência: Gislaine Cristina Vagetti, Rua-Monsenhor Manoel Vicente n.544 ap.501, CEP Curitiba-Paraná, Brasil.

3 710 G.C. Vagetti, V. Oliveira, V.C. Barbosa Filho, N.B. Moreira, W. Campos O aumento da expectativa de vida proveniente dos avanços tecnológicos e científicos relacionados à saúde, assim como das adequações nas condições de urbanização, alimentação, higiene, moradia e trabalho (Mendes, Gusmão, Faro, & Leite, 2005) têm contribuído para o crescimento da população idosa de diversos países, inclusive no Brasil. Até 2025, o Brasil será o sexto país do mundo em número de idosos (World Health Organization [WHO], 2008). Atualmente os idosos representam apenas 8.6% da população brasileira, um contingente de quase 15 milhões de pessoas com 60 anos ou mais; contudo, em 2025, os idosos representarão 15% da população nacional (Gai, Gomes, Nóbrega, & Rodrigues, 2010; Organização Pan-Americana da Saúde [OPAS], 2005). Diante disso, é crescente também a preocupação da sociedade brasileira e internacional com a Qualidade de Vida (QV) de indivíduos nesta faixa etária, visto que o aumento do número de anos de vida deve ser acompanhado pela melhoria ou manutenção das condições de saúde e da QV (OPAS, 2005). O termo QV surgiu pela primeira vez na literatura médica na década de 30 (Seidl & Zannon, 2004) e começou a ser utilizado em estudos das condições da população envelhecida a partir de 1975 (Lansey & Lansey, 2001). Desde então, tem-se observado o acentuado crescimento de esforços para o amadurecimento conceitual e metodológico do termo QV na utilização científica (Seidl & Zannon, 2004). Atualmente, a QV ainda vem sendo interpretada e conceituada de muitas maneiras diferentes. O World Health Organization Quality of Life Group (Whoqol Group, 2006) conceitua a QV como a percepção do indivíduo quanto à sua posição na vida, no contexto da cultura e do sistema de valores em que vive, levando em conta suas metas, expectativas, padrões e preocupações. Para Nahas (2010), o conceito de QV é diferente de autor para autor, de pessoa para pessoa e pode mudar ao longo da vida de cada um. Contudo, existe um consenso de que a QV deve ser considerada como um fator multidimensional, enfocando componentes como o físico, psicológico, social, ambiental e espiritual, e incluindo elementos positivos e negativos (Whoqol Group, 2006). Um modelo adotado na literatura que contribui para a interpretação da QV e dos domínios relacionados a esta variável, é o modelo hierárquico de Spilker (1990). Este modelo sugere que a QV deve ser analisada e interpretada a partir de três níveis, partindo do nível mais geral ao mais específico. O primeiro nível trata da QV global individual, ou seja, o estado de satisfação geral do individuo com a vida e uma percepção geral de bem-estar. No segundo nível, podem ser observados os domínios separados da QV, agrupando fatores específicos que influenciam na QV individual; por exemplo, fatores como estresse e depressão compõem o domínio psicológico da QV, bem como a satisfação com o local onde vive está relacionada aos fatores ambientais. O agrupamento em domínios da QV é relevante para elucidar e quantificar quais os tipos de fatores estão influenciando positiva ou negativamente na percepção de QV. Por fim, no terceiro nível, encontram-se os fatores específicos que contribuem para a formação de cada domínio. Com a identificação dos níveis da QV a partir do modelo de Spilker (1990), a análise de quais domínios estão mais fortemente relacionados com a QV global tem sido realizada em estudos prévios (Arnold et al., 2004; Pereira et al., 2006). O estudo realizado por Arnold et al. (2004) buscou identificar quais os domínios da QV melhor predizem a perceção da QV global em idosos com diferentes condições de saúde (indivíduos saudáveis e com condições como hipertensão, diabetes, problemas osteomusculares e cardiorrespiratórios, entre outros), e verificou que a percepção da QV global e dos domínios da QV é moderada pela condição de saúde e apontou que domínios psicológicos, sociais e físicos como relevantes para a perceção de QV global. Contudo, o nível de atividade física dos idosos, que seria uma variável que poderia mediar ou moderar os resultados, não foi mensurado neste estudo. Outra investigação que contribui para a

4 Qualidade de vida global em idosas ativas 711 identificação dos domínios (físico, meio ambiente, relações sociais e psicológico) associados à percepção geral de QV foi realizado por Pereira et al. (2006) com idosos brasileiros da cidade de Teixeira, Sudeste do Brasil. Neste estudo, verificou-se que o domínio físico, seguido do ambiental e do psicológico, foram os que mais contribuíram para a QV global, demonstrando a importância do domínio físico para a promoção da QV em idosos. Contudo, assim como o estudo de Arnold et al. (2004), o estudo com idosos brasileiros não identificou o nível de atividade física dos indivíduos. Foram estudados somente os domínios da QV identificados pelo questionário abreviado do grupo WHOQOL (WHOQOL-BREF), sem tratar de certos domínios específicos da QV em idosos que podem contribuir para a perceção da QV (funcionamento dos sentidos, autonomia, participação social, entre outros). Diante destas evidências, percebe-se que o domínio físico tem sido destacado na predição da QV global em indivíduos em condições específicas de saúde (hipertensos, doenças pulmonares) e saudáveis, contudo, a importância deste e dos demais domínios da QV não tem sido tratada em indivíduos ativos. Não obstante, identificar quais domínios da QV melhor predizem a QV global, incluindo domínios específicos da perceção e dos interesses referentes aos idosos, pode ser relevante para elucidar os principais componentes da QV que devem ser focados em intervenções que buscam melhorar a QV global desse segmento da população. Partindo desta premissa, o presente estudo objetivou identificar a contribuição dos domínios da QV, identificados por meio dos questionários WHOQOL-BREF e WHOQOL- OLD, na perceção da QV global de idosas ativas. MÉTODO Amostra A presente investigação, de corte transversal, foi realizada com uma amostra não-probabilística de 53 idosas ativas, com idades de 60 a 81 anos (69.43 ± 5.7 anos), participantes de uma das sedes do programa Idoso em Movimento, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL) no município de Curitiba, Paraná, Brasil. Como este programa de atividade física é, em sua maioria, constituído por mulheres, optou-se por estudar somente os indivíduos deste gênero. Todas as participantes no grupo supramencionado, presentes no dia da coleta e que não tivessem problemas neurológicos que impossibilitassem a entrevista, foram incluídas na pesquisa. As idosas tomavam medicamentos regularmente, contudo, o histórico familiar de doenças cardiovasculares e psiquiátricas não foi avaliado no presente estudo. Os dados foram coletados nos meses de março e abril de 2011, seguindo-se os princípios éticos apontados pela resolução n 196/1996, do Conselho Nacional de Saúde (registro n ). Todos os sujeitos que participaram do estudo assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido. O cálculo do poder estatístico da amostra foi realizado a posteriori, mediante a utilização do programa G*Power v.3.0. A amostra de 53 idosas permite identificar o valor de predição da QV global de 28%, para o nível de confiança de 5% (α =.05) e o poder estatístico de 80% (β =.20). Instrumentos e Procedimentos A coleta dos dados compreendeu o preenchimento dos questionários, por meio de entrevistas individualizadas, realizadas por um único avaliador treinado, durante o horário das atividades do programa. Informações referentes ao estado civil (solteira, casada, separada e viúva) e à ocupação (aposentada, pensionista, dona de casa e outra) foram reportadas pelas idosas. Três idosas participantes do presente estudo não reportaram estas duas informações. A condição econômica das idosas foi avaliada por meio do questionário da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP, 2008), que visa estimar o poder de compra das pessoas e famílias e o grau de instrução do chefe da família, separando nas classes econômicas de A (mais alta) a E (mais baixa). As classes

5 712 G.C. Vagetti, V. Oliveira, V.C. Barbosa Filho, N.B. Moreira, W. Campos econômicas foram agrupadas em classe alta (A+B) e classe baixa (C+D+E). Para a avaliação do nível de atividade física foi utilizado o International Physical Activity Questionnaire (IPAQ, versão 8, forma curta), validado para a população brasileira em estudo prévio (Matsudo et al., 2001). Neste questionário, as idosas reportaram frequência e duração da realização de atividades físicas (caminhada e atividades físicas moderadas e vigorosas) durante os sete dias anteriores à pesquisa. Todas as idosas foram consideradas ativas, segundo recomendação internacional de 150 minutos de atividade física na semana (American College of Sports Medicine - ACSM, 2009). A QV das idosas foi avaliada mediante a utilização da versão brasileira dos questionários WHOQOL-BREF e WHOQOL-OLD, desenvolvidos pelo grupo WHOQOL. Estes questionários foram testados em estudos prévios e apresentaram propriedades psicométricas satisfatórias na investigação da QV em idosos brasileiros (Fleck et al., 2000, 2006). O WHOQOL-BREF é composto por 26 questões, sendo duas questões de domínio geral (QV global) e as demais representam cada uma das 24 facetas que compõe o instrumento original (WHOQOL-100). Os domínios são compostos por questões, cujas pontuações das respostas variam entre 1 e 5. A partir disso, os escores finais de cada domínio são calculados por uma sintaxe, com base nos critérios propostos pelo grupo WHOQOL (2006), que classifica a QV global e os domínios da QV (Físico, Meio ambiente, Relações Sociais e Psicológico) com escores percentuais que variam de 0 a 100. Quanto mais próximo de 100, melhor é a QV do avaliado. O questionário WHOQOL-OLD foi desenvolvido visando à validação de um instrumento que atendesse aos idosos e que acrescentasse facetas adicionais aos instrumentos genéricos utilizados para adultos (WHO, 2008). Desta forma, foram feitos diversos estudos para desenvolvimento e validação de um instrumento, concluindo com a versão final do questionário WHOQOL-OLD. Este questionário é composto por 24 questões, divididos em seis domínios: i) Funcionamento dos sentidos; ii) Autonomia; iii) Atividades passadas, presentes e futuras; iv) Participação social; v) Morte e morrer; e vi) Intimidade. A pontuação deste questionário também segue a sintaxe proposta pelo grupo WHOQOL. Análise Estatística A análise dos dados apropriou-se da estatística descritiva, por meio de indicadores de frequência simples, frequência relativa, média, desvio padrão, valor mínimo e valor máximo. O coeficiente de correlação de Pearson foi calculado para identificar a inter-relação da QV global com os domínios do WHOQOL-BREF (Físico, Meio ambiente, Relações sociais e Psicológico) e do WHOQOL-OLD (Funcionamento dos sentidos, Autonomia, Atividades passadas, presentes e futuras, Participação social, Morte e morrer, Intimidade e Escore total). Modelos de regressão linear múltipla (Stepwise) foram construídos para verificar a predição da QV global por meio desses domínios. Todos os resultados foram analisados pelo SPSS 15.0, sendo adotado p <.05 como valor de significância estatística. RESULTADOS A caracterização da amostra relacionada às variáveis sociodemográficas pode ser observada na Tabela 1. O presente estudo teve maior participação de idosas da faixa etária de 60 a 69 anos de idade (50.9%), viúvas (41.5%), de classe econômica alta (56.6%) e pensionista (34.0%). Os valores de média, desvio padrão, valor mínimo e máximo da QV global e dos domínios do WHOQOL-BREF e do WHOQOL- OLD estão apresentados na Tabela 2. As idosas apresentaram QV global média de 71.46%. O domínio do WHOQOL-BREF com menor valor médio foi o Relações sociais (61%), enquanto o maior escore médio foi observado no domínio Físico (72.37%). Nos domínios do WHOQOL-OLD verificou-se que Funcionamento dos sentidos e Mor-

6 Qualidade de vida global em idosas ativas 713 te e morrer foram os domínios com maiores escores médios (76.65% e 76.17%, respetivamente); Participação social foi o domínio com menor valor (57.16%). A média do escore geral do WHOQOL-OLD foi de 74.52%. Tabela 1 Caracterização da amostra Variáveis n % Faixa etária anos anos Estado civil Solteira Casada Separada Viúva Classe econômica A+B C+D+E Ocupação Aposentada Pensionista Dona de casa Outra Os valores dos coeficientes de correlação de Pearson obtidos entre a QV global e os domínios do WHOQOL-BREF e do WHOQOL- OLD, bem como os indicadores de predição da QV global por meio dos domínios, estão apresentados na Tabela 3. Com as exceções dos domínios Funcionamento dos sentidos, Autonomia e Morte e morrer, todos os domínios do WHOQOL-BREF e do WHOQOL-OLD apresentaram correlações significativas com a QV global (p <.05). Os valores dos coeficientes de correlação variaram entre (Morte e morrer) e.500 (Psicológico). Os dois domínios da QV que tiveram valores significativos na predição da QV global foram domínio Psicológico (WHOQOL-BREF) e Participação social (WHOQOL-OLD), sendo responsáveis por explicar 28.7% da variância da QV global das idosas. Os demais domínios não tiveram contribuição estatisticamente significativa na predição da QV global das idosas participantes do presente estudo (p >.05). DISCUSSÃO A QV é uma das dimensões humanas mais desejadas e perseguidas por todos os indivíduos, desde o nascimento até a morte (Hortelão, 2004). Alencar, Bezerra e Dantas (2009) colocam que a QV é um fator diretamente ligado ao contexto do envelhecimento, sendo uma das responsáveis pelo aumento ou diminuição da longevidade da população. No presente estudo, verificou-se que idosas ativas apresentam elevados valores médios em grande parte dos domínios da QV, o que indica uma boa perceção de QV nesta população. Vale destacar os domínios Físico e Meio ambiente como os mais elevados entre os componentes do WHOQOL-BREF. Entretanto, foram domínios do WHOQOL-OLD (Funcionamento dos sentidos, Morte e morrer e Escore geral) que obtiveram os escores médios mais elevados entre todos os domínios. Estudos demonstram que idosos envolvidos na prática frequente de atividade física têm melhores escores em todos os domínios da QV, se comparados aos idosos sedentários (Alencar, Ferreira, Bezerra, Vale, & Dantas, 2009; Alencar, Souza Junior, Aragão, Ferreira, & Dantas, 2010). Em um estudo utilizando o WHOQOL-OLD com idosas praticantes de dança, musculação, meditação e um grupo de idosas sedentárias, Castro et al. (2009) constataram que idosas participantes das atividades físicas obtiveram valores significativamente maiores em diversos domínios da QV (Funcionamento dos sentidos, Autonomia, Atividades passadas, presentes e futuras e Participação social). Outros estudos também verificaram que idosos mais ativos fisicamente apresentam melhor percepção da QV global e dos seus domínios (Koltyn, 2001). Como destaca Paskulin, Vianna e Molzahn (2009), com a participação do idoso em atividades físicas, aumenta sua satisfação e capacidade para a realização das atividades diárias, o

7 714 G.C. Vagetti, V. Oliveira, V.C. Barbosa Filho, N.B. Moreira, W. Campos Tabela 2 Valores de média, desvio padrão, mínimo e máximo da QV global e dos domínios do WHOQOL-BREF e do WHOQOL-OLD em idosas ativas Domínios da QV Média DP Mínimo Máximo QV Global WHOQOL-BREF Físico Psicológico Relações sociais Meio ambiente WHOQOL-OLD Funcionamento dos sentidos Autonomia Atividades passadas, presentes e futuras Participação social Morte e morrer Intimidade Escore geral Nota: DP = desvio padrão; QV = qualidade de vida Tabela 3 Coeficiente de correlação de Pearson entre a QV Global e os domínios do WHOQOL-BREF e do WHOQOL-OLD, bem como os indicadores de predição da QV global por meio destes domínios, em idosas ativas Domínios da QV Coeficiente de Pearson Valores β t p WHOQOL-BREF Físico.483* Psicológico.500* * Relações sociais.299** Meio ambiente.396* WHOQOL-OLD Funcionamento dos sentidos Autonomia Atividades passadas, presentes e futuras.357* Participação social.454* ** Morte e morrer Intimidade.421* Escore geral.354* Nota * p <.01; ** p <.05; Percentual de explicação de variância após ajustamento para tamanho da amostra e variáveis independentes (R 2 ajustado) = 28.7%.

8 Qualidade de vida global em idosas ativas 715 que pode contribuir para melhoria na perceção de QV. Mazo (2008) também comenta sobre a importância da atividade física para o desenvolvimento em aspectos biológicos, psicológicos e sociais na população idosa. Diante destas evidências, percebe-se que a prática de atividade física tem papel fundamental para a promoção da QV dos idosos, e que a realização de atividades físicas habitualmente pode contribuir para melhoria da perceção de saúde e de bem-estar desta população. Quanto à relação entre os domínios do WHOQOL-BREF e do WHOQOL-OLD com a QV global, foi evidenciado que grande parte dos domínios está correlacionada com a percepção geral de QV. Os maiores valores de correlação foram encontrados para os domínios Psicológico (r =.500), Físico (r =.483) e Participação social (r =.454). Contudo, quando os domínios do WHOQOL-BREF e WHOQOL- OLD foram inseridos no modelo de regressão linear para identificar a contribuição dos mesmos na predição da QV global, foi demonstrado que os domínios Psicológico (WHOQOL- BREF) e Participação social (WHOQOL-OLD) tiveram a maior capacidade de explicar a perceção de QV global, com valores de predição ajustado em torno de três décimos da variação da QV global. Os demais domínios do WHO QOL-BREF e do WHOQOL-OLD não contribuíram significativamente para a predição da perceção geral de QV. Segundo a revisão da literatura realizada para a presente investigação, ainda não existem estudos com idosos analisando a predição da QV global através dos domínios do WHOQOL- OLD. Pereira et al. (2006), ao utilizar os domínios do WHOQOL-BREF, observaram que o domínio Físico, seguido do Meio Ambiente e do Psicológico, foram capazes de predizer cerca de 36% da variação da QV global em idosos. Já o estudo de Arnold et al. (2004), que avaliou a perceção da QV global em idosos com diferentes condições de saúde (indivíduos saudáveis e com condições como hipertensão, diabetes, problemas osteomusculares e cardiorrespiratórios, entre outros) por meio do Short- Form General Health Survey (SF-20) e da escala de satisfação com a vida de Cantril (Cantril, 1965), apontou os domínios Psicológico, Social e Físico, respetivamente, como os mais relevantes para a perceção de QV global. Os resultados dos estudos anteriormente mencionados, assim como no presente estudo, destacaram o domínio Psicológico como importante na predição da QV global da população idosa. Contudo, deve ser ressaltado que o domínio Participação social, com características específicas para os idosos (WHOQOL-OLD), também contribuiu significativamente para a QV global na amostra do presente estudo, inclusive com maior participação do que domínios da QV destacados em estudos prévios, como o Físico e Meio Ambiente. Estes resultados demonstram a importância de se estudar fatores específicos dos idosos, sobretudo relacionamentos à participação social desta população, para compreender a perceção geral de QV. O domínio Participação social do WHO QOL-OLD envolve oportunidades para participação em atividades da comunidade, satisfação com o nível de atividade diária e com a utilização do tempo. A literatura tem destacado que idosos consideram de fundamental importância manter os relacionamentos interpessoais, gostam de manter fortalecidos em número e qualidade os vínculos com a família, contribuindo se possível com a educação de filhos e netos, bem como estendendo a vizinhos e amigos, solidificando sua rede de suporte social (Vecchia, Ruiz, Bocchi, & Corrente, 2005). Com os resultados do presente estudo, evidencia-se que os melhores escores nas facetas do domínio Participação social estiveram relacionados a melhor perceção de QV global nas idosas ativas. Contudo, de forma peculiar, foi o domínio Participação social que apresentou a menor média entre todos os domínios (57.16 ± 13.2%). Isso pode estar relacionado à maioria da amostra avaliada ser viúva e aposentada/ pensionista, subgrupos populacionais com menores oportunidades de exposição a relaciona-

9 716 G.C. Vagetti, V. Oliveira, V.C. Barbosa Filho, N.B. Moreira, W. Campos mentos afetivos/sociais. Entretanto, necessitase de estudos futuros para identificar adequadamente por que o domínio Participação Social apresentou os menores valores médios, em comparação aos demais domínios. É necessário considerar as alterações psicológicas e de inserção social pelas quais passam os indivíduos idosos, de forma a minimizar os efeitos dessas transformações decorrentes da idade na QV desses indivíduos. Para isso as avaliações e intervenções voltadas à promoção de QV em idosos devem focar o que acontece ao sujeito em suas diferentes etapas do envelhecimento, desde mudanças físicas até a possível desvalorização social decorrente da aposentadoria, considerando qual o seu entendimento e sentimento dessas situações, suas perdas e ganhos psicológicos, suas aspirações e frustrações (Pereira et al., 2006). Não obstante, a participação e a continuidade em programas de atividade física podem proporcionar maior proximidade com outras pessoas, possibilitando novos relacionamentos afetivos e sociais. Com esses resultados, percebe-se que os domínios explicam em parte a perceção de QV global, mas alterações em um ou mais domínios, sobretudo o Psicológico e Relacionamento Social, podem implicar em alterações na QV global. De acordo com Pereira et al. (2006), a QV global e os domínios da QV parecem ser duas maneiras diferentes de se avaliar a QV de idosos. Essa informação é importante para o delineamento de futuras pesquisas, uma vez que a medida a ser utilizada irá depender dos objetivos da pesquisa, podendo avaliar a QV com um todo (domínio global) ou especificamente alguns aspectos desta variável (domínios da QV). Este estudo possibilitou identificar, mediante os diferentes domínios do WHOQOL- BREF e WHOQOL-OLD, as facetas da QV que contribuem mais especificamente para a perceção da QV de idosas ativas. Contudo, algumas limitações devem ser destacadas. Primeiro, é fator de limitação do estudo o baixo número amostral e a seleção não-probabilística, o que pode ter influência na interpretação destes resultados para a população idosa e ativa. Outra característica que dificulta a extrapolação dos resultados foi a composição da amostra por um grupo bem específico da população idosa (somente mulheres idosas e ativas). Desta forma, estimula-se a realização de estudos futuros para identificar a contribuição de diferentes domínios do WHOQOL- BREF e do WHOQOL-OLD na predição da QV global, incluindo idosos do sexo masculino e com diferentes níveis de atividade física. CONCLUSÕES Os resultados do presente estudo indicaram elevada perceção de QV global em idosas ativas, bem como, foram verificados elevados escores médios em importantes domínios do WHOQOL-BREF (Físico e Meio ambiente) e em boa parte dos domínios específicos da QV em idosos (Funcionamento dos sentidos, Morte e morrer e Escore geral do WHOQOL-OLD). O modelo de regressão apontou que os domínios Psicológico e Participação Social foram os principais componentes na predição da perceção da QV global em idosas ativas. Estes achados podem contribuir de maneira positiva ampliando as alternativas de promoção da saúde e da QV por meio de uma intervenção mais específica, englobando os domínios considerados importantes pelas idosas, principalmente promovendo uma maior socialização e envolvimento psicológico, bem como a aceitação do processo de envelhecimento. Contudo, os domínios analisados não explicam totalmente a variância do domínio global da QV. Desse modo, destaca-se a necessidade de realização de novos estudos, com o objetivo de verificar que outras variáveis podem influenciar na QV global do idoso. Agradecimentos: Nada a declarar. Conflito de Interesses: Nada a declarar.

10 Qualidade de vida global em idosas ativas 717 Financiamento: Nada a declarar. REFERÊNCIAS Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa. (2008). Critério de classificação econômica Brasil. São Paulo: Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa. American College of Sports Medicine ACSM (2009). Exercise and physical activity for older adults. Medicine & Science in Sports & Exercise, 41(7), Alencar, N. A., Bezerra, J. C. P., & Dantas, E. H. M. (2009). Evaluation of the levels of physical activity, functional autonomy and quality of life of elderly women members of the family health program. Fitness and Performance Journal, 8(5), Alencar, N. A., Ferreira, M. A., Bezerra, J. C., Vale, R. G. S., & Dantas, E. H. M. (2009). Levels of physical activity and quality of life in elderly women practitioners of formal and non-formal physical activities. Acta Medica Lituanica, 16(3-4), Alencar, N. A., Souza Junior, J. V., Aragão, J. C. B., Ferreira, M. A., & Dantas, E. H. M. (2010). Nível de atividade física, autonomia funcional e qualidade de vida em idosas ativas e sedentárias. Revista Fisioterapia em Movimento, 23(3), Arnold, R., Ranchor, A. V., Sanderman, R., Kempen, G. I., Ormel, J., & Suurmeijer, T. P. (2004). The relative contribution of domains of quality of life to overall quality of life for different chronic diseases. Quality of Life Research, 13(5), Cantril, H. (1965). Discovering people s aspirations: the method used. New Jersey: Rutgers University Press. Castro, J. C., Bastos, F. A. C., Cruz, T. H. P., Giani, T. S., Ferreira, M. A., & Dantas, E. H. M. (2009). Níveis de qualidade de vida em idosas ativas praticantes de dança, musculação e meditação. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 12(2), Fleck, M.P., Chachamovich, E., & Trentini, C. (2006). Development and validation of the Portuguese version of the WHOQOL-OLD module. Revista Saúde Pública, 40(5), Fleck, M.P., Louzada, S., Xavier, M., Chachamovich, E., Vieira, G., & Santos, L. (2000). Aplicação da versão em português do instrumento abreviado de avaliação da qualidade de vida WHOQOL- Bref. Revista Saúde Pública, 34(2), Gai, J., Gomes, L., Nóbrega, O. T., & Rodrigues, M. P. (2010). Fatores associados a quedas em mulheres idosas residentes na comunidade. Revista da Associação Médica Brasileira, 56(3), Hortelão, A. P. S. (2004). Envelhecimento e qualidade de vida: Estudo comparativo de idosos residentes na comunidade e idosos institucionalizados na região de Lisboa. Servir, 3(52), Koltyn, K. F. (2001). The association between physical activity and quality of life in older women. Women s Health Issues, 11(6), Lassey, W., & Lassey, M. (2001). Quality of life for older people: An international perspective. New Jersey: Prentice Hall. Matsudo, S. M., Araújo, T. L., Matsudo, V. K. R., Andrade, D., Andrade, E.,... Oliveira, L. C. (2001). Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ): Estudo de validade e reprodutibilidade no Brasil. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, 6(2), Mazo, G. Z. (2008). Atividade física, qualidade de vida e envelhecimento. Porto Alegre: Sulina. Mendes, M. R. S., Gusmão, J. L., Faro, A. C. M., & Leite, R. C. B. O. (2005). A situação social do idoso no Brasil: Uma breve consideração. Acta Paulista de Enfermagem, 18(4), Nahas, M. V. (2010). Atividade física, saúde e qualidade de vida: Conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo (5ª edição). Londrina: Midiograf. Organização Pan-Americana da Saúde (2005). Envelhecimento ativo: Uma política de saúde. Brasília: World Health Organization. Paskulin, L., Vianna, L., & Molzahn, A. E. (2009). Factors associated with quality of life of Brazilian older adults. International Nursing Review, 56(1), Pereira, R. J., Cotta, R. M. M., Franceschini, S. C. C., Ribeiro, R. C. L., Sampaio, R. F.,... Priore, S. E. (2006). Contribuição dos domínios físico, social, psicológico e ambiental para a QV global de idosos. Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, 28(1), Seidl, E., & Zannon, C. (2004). Qualidade de vida e saúde: Aspectos conceituais e metodológicos. Caderno de Saúde Pública, 20(2), Spilker, B. (1990). Quality of life assessments in clinical trials. New York: Raven Press.

11 718 G.C. Vagetti, V. Oliveira, V.C. Barbosa Filho, N.B. Moreira, W. Campos Vecchia, D. R., Ruiz, T., Bocchi, S. C. M., & Corrente, J. E. (2005). Qualidade de vida na terceira idade: Um conceito subjetivo. Revista Brasileira de Epidemiologia, 8(3), World Health Organization WHO (2008). Manual WHOQOL-OLD - Versão português. Organização Mundial da Saúde. Recuperado em 30 de outubro de 2010, de WHOQOL-OLD%20Manual%20POrtugues.pdf World Health Organization - WHO (2010). The world is fast ageing. Organização Mundial da Saúde. Recuperado em 15 de junho de 2010, de World Health Organization Quality of Life Group WHO (2006). A cross-cultural study of spirituality, religion and personal beliefs as components of quality of life. Social Science and Medicine, 62(6), Todo o conteúdo da revista Motricidade está licenciado sob a Creative Commons, exceto quando especificado em contrário e nos conteúdos retirados de outras fontes bibliográficas.

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