Comité da Protecção Social. Relatório sobre indicadores no domínio da pobreza e da exclusão social. Outubro de 2001

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1 Comité da Protecção Social Comité da Protecção Social Relatório sobre indicadores no domínio da pobreza e da exclusão social Outubro de 2001

2 Relatório sobre indicadores no domínio da pobreza e da exclusão social Na sequência do mandato do Conselho Europeu de Lisboa, os Estados-Membros e a Comissão procuraram desenvolver abordagens comuns e coerentes em matéria de indicadores. Estes trabalhos têm sido conduzidos pelo Comité da Protecção Social e pelo subgrupo "Indicadores", que se reuniu pela primeira vez em Fevereiro de Designadamente, o subgrupo tinha como missão melhorar os indicadores no domínio da pobreza e da exclusão social. Esta preocupação vem na sequência do acordo político obtido no Conselho Europeu de Nice, que define objectivos adequados para o combate à pobreza e à exclusão social e convida os Estados-Membros e a Comissão a desenvolverem indicadores de comum acordo. No Conselho Europeu de Estocolmo, em Março de 2001, os Chefes de Estado e de Governo conferiram ao Conselho o mandato de adoptar um conjunto de indicadores comuns de inclusão social até ao final do corrente ano. Estes indicadores deverão permitir aos Estados-Membros e à Comissão acompanhar os progressos na prossecução da meta definida no Conselho Europeu de Lisboa de dar um passo decisivo na erradição da pobreza até 2010, melhorar o entendimento dos fenómenos da pobreza e da exclusão social no contexto europeu e identificar e trocar boas práticas. Ao seleccionar os indicadores, o Comité da Protecção Social considerou todas as principais áreas a abranger e atendeu à importância que cada Estado-Membro atribui a domínios diversos. É importante que o conjunto de indicadores da UE seja considerado colectivamente como representativo das preocupações sociais da Europa e, como tal, os indicadores propostos devem ser vistos como um todo e não como indicadores individuais. No conjunto de indicadores sugeridos, o Comité da Protecção Social concordou em concentrar-se em indicadores que dêem conta de resultados em matéria social, em detrimento dos meios para os atingir. O Comité da Protecção Social acordou os seguintes princípios metodológicos: um indicador deverá captar a essência do problema e prestar-se a uma interpretação normativa clara e comummente aceite; um indicador deverá ser sólido e validado estatisticamente; um indicador deverá reagir a intervenções políticas sem, no entanto, ser sujeito a manipulação; um indicador deverá ser comparativamente mensurável nos Estados-Membros, e permitir a comparação com as normas aplicadas internacionalmente; um indicador deverá estar disponível atempadamente e ser susceptível de revisão; a quantificação de um indicador não deverá impor demasiados encargos aos Estados-Membros, às empresas ou aos cidadãos da União; o conjunto de indicadores deverá ser equilibrado abrangendo diferentes dimensões; 2

3 os indicadores deverão ser coerentes entre si e o peso de indicadores individuais no conjunto deverá ser proporcional; o conjunto de indicadores deverá ser tão transparente e acessível quanto possível para os cidadãos da União Europeia. É necessária uma vasta série de indicadores para avaliar devidamente a natureza pluridimensional da exclusão social. O Comité da Protecção Social sugere que estes indicadores devem ser hierarquizados em três níveis. Indicadores primários - trata-se de uma série restrita de indicadores principais que abrangem os domínios considerados os elementos mais importantes conducentes à exclusão social; Indicadores secundários - sustentam os indicadores principais e descrevem outras dimensões do problema. Nestes dois níveis incluem-se os indicadores definidos de comum acordo, utilizados pelos Estados-Membros na próxima série de Planos de Acção Nacional em matéria de Inclusão Social e pela Comissão e os Estados-Membros no Relatório Conjunto sobre Inclusão Social. Poderá ainda ser considerado um terceiro nível de indicadores que os próprios Estados-Membros decidem incluir nos respectivos Planos Nacionais de Acção em matéria de Inclusão Social, para destacar especificidades em áreas particulares e ajudar a interpretar os indicadores primários e secundários. Estes indicadores não serão harmonizados a nível da UE. Com base nos anteriores princípios, o Comité da Protecção Social acordou os seguintes indicadores de exclusão social: Indicadores primários 1. Nível de baixos após, correspondendo o limiar inferior a 60% do rendimento mediano (com repartição por sexo, idade, situação na actividade principal, tipo de agregado familiar e regime de ocupação; como exemplos ilustrativos, os valores de agregados familiares típicos); 2. Distribuição do rendimento (rácio dos quintis de rendimento) 3. Persistência de baixos 4. Disparidades de baixos medidos pela mediana 5. Coesão regional 6. Taxa de desemprego de longa duração 7. Pessoas que vivem em agregados familiares sem emprego 8. Abandono escolar precoce sem continuação de ensino ou formação 9. Esperança de vida à nascença 10. Saúde declarada Indicadores secundários 3

4 11. Dispersão em torno do limiar de baixos (60% do rendimento mediano) 12. Taxa de baixos num dado momento 13. Taxa de baixos antes das 14. Distribuição de rendimento (coeficiente de Gini) 15. Persistência de baixos (com base em 50% do rendimento mediano) 16. Proporção do desemprego de longa duração 17. Taxa de desemprego de muito longa duração 18. Indivíduos com baixos níveis de instrução As definições exactas dos indicadores acordados encontram-se em anexo. Ainda que o Comité da Protecção Social não esteja em condições de apresentar uma proposta de indicador comum sobre a importante dimensão da habitação, os seus membros acordaram na seguinte metodologia: os Planos de Acção Nacionais deverão conter informações quantitativas que abranjam três questões: (1) condições de habitação dignas, (2) custos de habitação, (3) sem-abrigo e outras condições de habitação precárias. O Comité de Protecção Social congratula-se com os progressos alcançados em 2001, na medida em que, com este primeiro conjunto de indicadores, os Estados-Membros e a Comissão serão capazes de avaliar, de forma comparativa, vários aspectos fundamentais do fenómeno pluridimensional da pobreza e exclusão social. Contudo, o CPS está plenamente consciente de que a anterior lista não pondera equitativamente todas as dimensões relevantes. Por conseguinte, recomenda o prosseguimento em 2002 dos trabalhos sobre indicadores de pobreza e exclusão social: Analisar a possibilidade de desenvolver outros indicadores comuns num conjunto de domínios reconhecidos como pertinentes para a exclusão social: condições de vida, incluindo participação social, pobreza recorrente e ocasional, acesso a serviços essenciais públicos e privados, questões territoriais e indicadores a nível local, pobreza e trabalho, endividamento, dependência de prestações e prestações familiares. Considerar formas de apreender e medir de modo mais satisfatório a dimensão de género da pobreza e da exclusão social. O Comité recomenda ainda que, por forma a melhorar a exactidão e a comparabilidade, sejam circunstanciadamente analisados do ponto de vista técnico os seguintes aspectos: aperfeiçoamento das informações comparáveis e notificação sobre a dignidade das habitações, custos de habitação e os sem-abrigo. Desenvolvimento de indicadores de literacia e numeracia e de acesso à educação. 4

5 No domínio da saúde, consideração de medidas para a definição de um indicador de esperança de vida ajustada por critério de qualidade, mortalidade prematura por situação socioeconómica e, tal como proposto pela Task Force sobre Estatísticas sobre Rendimento e Condições de Vida (EU-SILC), acesso a cuidados de saúde. Incidência em grupos que não vivem em "agregados privados", em especial os sem-abrigo e os que vivem em instituições (lares de terceira idade, prisões, orfanatos, etc.) Não obstante, o trabalho ainda a desenvolver não deve limitar-se à procura de acordo quanto a uma série de indicadores comuns, com base nos dados actuais. Pese embora as claras melhorias efectuadas nas bases de dados da UE nos últimos anos, são ainda muito poucos os dados comparáveis disponíveis e muitos deles não o são atempadamente. A fim de assegurar o acompanhamento do processo de inclusão social nas suas múltiplas dimensões, é crucial desenvolver a capacidade estatística, ao mesmo tempo que se explora plenamente os dados disponíveis. As EU-SILC constituirão uma importante fonte de dados comparáveis no futuro. Por este motivo, há que cumprir estritamente o actual calendário exacto. Por último, o Comité da Protecção Social reconhece a importância de aumentar a participação das pessoas excluídas no processo de desenvolvimento de indicadores, bem como a necessidade de explorar os meios mais eficazes de dar uma voz aos excluídos. 5

6 Anexo: Lista de Indicadores INDICADORES PRIMÁRIOS 1a 1b 1c 1d Indicador Definição Fonte dos dados + ano mais recente disponível Taxa de baixos após com repartição por idade e sexo Taxa de baixos após com repartição por actividade mais frequente Taxa de baixos após com repartição por tipo de família Taxa de baixos após com repartição por regime de ocupação Percentagem de indivíduos a viver em agregados com inferiores a 60% da mediana nacional. Escalões etários: , , , , Repartição por sexo para todos as escalões + total Pessoas com 16+ anos de idade que vivem em agregados com inferiores a 60% da mediana nacional. Actividade mais frequente: 1. trabalhador, 2. independente, 3. desempregado, 4. reformado, 5. outros inactivos. Repartição por sexo para todas as categorias + total Percentagem de indivíduos a viver em agregados com inferiores a 60% da mediana nacional família de 1 pessoa, com menos de 30 anos família de 1 pessoa, com anos família de 1 pessoa, com 65+ anos adultos sem criança a cargo; pelo menos uma pessoa com adultos sem criança a cargo; ambos com menos de 65 anos outras famílias sem crianças a cargo famílias monoparentais com pelo menos 1 criança a cargo 8.8.2adultos,1criançaacargo 9.9.2adultos,2criançasacargo adultos, pelo menos 3 crianças a cargo outras famílias com crianças a cargo 12. Total Percentagem de indivíduos a viver em agregados com inferiores a 60% da mediana nacional. 1. Proprietário ou que não paga renda 2. Inquilino 3. Total 6

7 1e Limiar de baixos (valores ilustrativos) 2. Distribuição de rendimento 3. Persistência de baixos 4. Mediana relativa das disparidades entre baixos Valor do limiar de baixos (60% da mediana nacional) em PPC, euros e moeda nacional para: 1. família de 1 pessoa famílias com 2 adultos e 2 crianças a cargo S80/S20: Rácio entre a quinta parte da população com o rendimento mais alto e a quinta parte com o rendimento mais baixo. Pessoas a viver em famílias com rendimento inferior a 60% da mediana nacional no ano "n" e (pelo menos) dois anos de n-1, n-2, n-3. Rendimento mediano das pessoas que vivem abaixo do limiar de baixos em percentagem do limiar de baixos 5. Coesão regional Coeficiente de variação das taxas de emprego a nível NUTS Taxa de Total da população no desemprego de longa desemprego de duração (=12 meses; definição da OIT) em % longa duração da população activa total; Repartição por sexo 7. Pessoas que vivem em agregados familiares sem emprego 8. Abandono escolar precoce de alunos que não participam em acções de ensino ou formação 9. Esperança de vida à nascença 10. Saúde declarada por nível de rendimento +total Do número de pessoas que vivem em agregados elegíveis, as do escalão etário 0-65 anos (0-60) que vivem em agregados familiares onde ninguém tem emprego Agregados elegíveis são todos à excepção daqueles onde todos os membros integram uma das seguintes categorias: - idades inferiores a 18 anos - entre os anos no ensino e inactivos (60+) sem trabalhar Proporção da população total de anos que atingiu, no máximo, o nível 2 ISCED e não participa em qualquer acção de ensino ou formação. Número de anos que uma pessoa pode esperar viver, começando nos 0 anos de idade, homens e mulheres. Rácio das proporções nos grupos de quintis superior e inferior (por rendimento equivalente) da população com 16 anos ou mais e que se auto-classificam como estando num estado de saúde precária ou muito precária segundo a definição da OMS. Estatísticas Demográficas, Eurostat 7

8 8

9 INDICADORES SECUNDÁRIOS 11. Dispersão em torno do limiar de baixos 12. Taxa de baixos num dado momento 13. Taxa de baixos antes das 14. Coeficiente de Gini 15. Persistência de baixos (inferiores a 50% do rendimento mediano) 16. Proporção do desemprego de longa duração 17. Taxa de desemprego de muito longa duração 18. Indivíduos com baixos níveis de instrução Pessoas a viver em famílias onde o rendimento total equivalente é inferior a 40, 50 e 70% da mediana nacional Ano de base ECHP Taxa relativa de baixos em (=indicador 1) 2. Taxa relativa de baixos em 1995 multiplicada pelo facto da inflação em 1994/96 Taxa relativa de baixos onde o rendimento é calculado da seguinte forma: 1. Rendimento excluindo todas as sociais2. Rendimento incluindo pensões de reforma e de sobrevivência. 3. Rendimento após todas as sociais (=indicador 1) Relação entre as partes cumulativas da população em função do nível de rendimento e a parte cumulativa do rendimento total recebido por essas pessoas. Pessoas a viver em famílias com rendimento inferior a 50% da mediana nacional no ano "n" e (pelo menos) dois anos de n-1, n-2, n-3. Total da população no desemprego de longa duração ( 12 meses; definição da OIT) em % do total da população desempregada; Total da população no desemprego de muito longa duração ( 24 meses; definição da OIT) em % da população activa total; Repartição por sexo + total Taxa de instrução do nível e ISCED ou inferior para educação de adultos por grupo etário (25-34, 35-44, 45-54, 55-64). 9

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