Anexo I (A) SIS Sistema de Informação em Saúde. Documento de Visão

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Anexo I (A) SIS Sistema de Informação em Saúde. Documento de Visão"

Transcrição

1 Anexo I (A) SIS Sistema de Informação em Saúde Documento de Visão

2 Histórico da Revisão Data Descrição Autor 14-24/08/2006 Criação do Documento Adriana Lanes 05/09/2006 Revisão pelo Gestor do Projeto Sylvia Yano 06/09/2006 Revisão dos itens 10, 11 e 12 Adriana Lanes 05-10/10/2006 Análise do documento pelos regionais envolvidos DRs 19-20/10/2006 Revisão pelo Gestor do Projeto Sylvia Yano 25/10/2006 Ajustes na arquitetura do modelo proposto Adriana Lanes 26/10/2006 Ajustes solicitados pelo grupo participante do SP1 em workshop ocorrido em Brasília Grupo técnico do SP1 07/02/2007 Ajustes nas fontes e nas bases de dados a serem utilizadas, Adriana Lanes inclusão de indicadores. 03/04/2007 Inclusão da definição final dos indicadores, fontes, bases e Adriana Lanes variáveis resultado do workshop em Salvador 16/04/2007 Inclusão do inventário da Saúde como fonte interna Adriana Lanes 10/05/2007 Ajustes resultantes de uma reunião de fechamento do Adriana Lanes Documento de Visão com a UNISAUDE e ACTI 25 a Ajustes resultantes de uma reunião de revisão do documento Adriana Lanes 30/10/2007 com a UNISAUDE (Sylvia e Alessandro) e ACTI incluindo a alteração do nome do projeto que passa a ser mais abrangente e abordar temas de saúde de um modo geral e não somente SST. 03/12/2007 Ajustes no escopo do projeto. Sandra Rebouças 20/02/2008 Ajustes e complementações no documento Renato Rosalino Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página i de 32

3 Índice Erro! Indicador não definido. } Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página ii de 32

4 Documento de Visão 1. Introdução 1.1. Finalidade do documento O Documento de Visão fornece uma base de alto nível delimitando o escopo - para futuro detalhamento dos requisitos do projeto. O Documento de Visão captura restrições de design e requisitos de alto nível para que o leitor possa compreender o sistema a ser desenvolvido. Ele fornece informações para o processo de aprovação do projeto e, portanto, está intrinsecamente relacionado ao serviço a ser entregue. Ele comunica os principais questionamentos relacionados ao projeto e funciona como um regulador, com base no qual todas as decisões futuras deverão ser validadas Finalidade e Benefícios do Projeto O projeto SIS Sistema de Informação em Saúde, começou a ser desenhado como o projeto SISST Sistema de Informação em Segurança e Saúde do Trabalho. O projeto SISST faz parte de um projeto mais abrangente denominado Fortalecimento da Segurança e Saúde do Trabalho para a Indústria Brasileira (FSSTIB), feito por uma parceria brasileiro-canadense financiada pelo Fundo de Transferência de Tecnologia Canadá-Brasil CIDA- ABC. Esse projeto abordaria somente informações sobre SST. O projeto SIS é uma visão mais abrangente do SISST, trabalhando não só as informações de SST mas também as informações de Saúde como um todo FSSTIB - Fortalecimento da Saúde e Segurança no Trabalho para a Indústria Brasileira O projeto FSSTIB se propõe a fortalecer a capacidade das pequenas e médias empresas (PMEs), nos setores selecionados dos Estados participantes, para que integrem a saúde e a segurança do trabalho à sua cultura organizacional, às metas de desempenho e aos sistemas de gestão, bem como para reduzir doenças, lesões e óbitos para todos os trabalhadores. Além disso, o projeto visa melhorar a capacidade das indústrias participantes e dos Departamentos Regionais do SESI para que possam efetivamente enfrentar os desafios do desenvolvimento, da implementação e da avaliação dos serviços e programas de SST para todos os participantes do local de trabalho. Transversalmente, o projeto FSSTIB visa contribuir para atingir uma maior eqüidade de gênero, raça e deficiência dentre os trabalhadores industriais brasileiros dos setores selecionados em seis estados brasileiros nas Regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sul participantes do projeto (Pernambuco, Bahia, Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Resultados Esperados do Projeto Os principais resultados do projeto FSSTIB são: Ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros para os trabalhadores brasileiros, nos setores industriais selecionados dos Estados participantes; Um número mais elevado de indústrias, especialmente PMEs nos Estados participantes, implementando programas efetivos e eficientes de SST, que obedeçam à legislação brasileira de SST e aos padrões internacionais; Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 4 de 32

5 A criação do Sistema de Informação em Saúde do SESI, para identificar as necessidades, estabelecer as prioridades e avaliar os programas da indústria e manter o SESI informado dos indicadores levantados, para que este possa lidar com os problemas identificados de SST, inclusive acidentes, mortes e doenças relacionados ao local de trabalho; Fortalecimento da capacidade dos homens e das mulheres, nos setores industriais brasileiros selecionados, de reconhecer globalmente o direito fundamental dos trabalhadores de ter conhecimento; Maior atenção a questões de saúde e segurança, com visão e eqüidade de gênero, nas indústrias participantes; Capacitação dos trabalhadores e uma melhor comunicação e cooperação entre a gerência e os trabalhadores, por meio de uma maior consciência e educação em SST, juntamente com a formação de comitês de SST nas indústrias participantes; e, Desenvolvimento de novos e melhores programas sustentáveis em SST do SESI, voltados às PMEs, que possam ser usados como base para a expansão dos serviços de SST em outros setores e Estados, em seguida a esta fase de cooperação Canadá Brasil, financiada pela CIDA. Objetivo Geral do Projeto Contribuir para uma maior eqüidade no Brasil, através da melhoria das condições de saúde e segurança no trabalho para os industriários brasileiros. Objetivos Específicos Este projeto tem três objetivos principais: Desenvolvimento de Data Marts que comporão o SIS, gerenciado pelo SESI (SUBPROGRAMA 1) Desenvolvimento e Utilização de um Portal Web de Informação sobre SST do SESI (SUBPROGRAMA 2) Melhoria das Práticas e Implementação de Sistemas de Gestão de SST nas pequenas e médias empresas - PMEs (SUBPROGRAMA 3) Parceiros O projeto FSSTIB foi elaborado conjuntamente pelo SESI e pelo Consórcio Canadense em Saúde e Segurança no Trabalho (CCSST), o qual é composto por organizações do setor público e privado e coordenado pela Universidade Ryerson, em Toronto, no Canadá, em acordo com as principais partes interessadas SIS SESI. A parte referente ao projeto SIS é o desenvolvimento de data marts, a ser gerenciado pelo No Brasil, temos diversos sistemas de informação em SST com pouca ou nenhuma integração entre eles e com problemas na qualidade dos dados, representando uma grande limitação para a produção de informações que subsidiem a tomada de decisões. A finalidade do projeto é integrar as diversas bases de dados relativas a SST, a fim de minimizar as redundâncias de dados, disponibilizando às equipes de SST do Sistema SESI um sistema que permita a análise da situação de SST no país, com dados sumarizados ou detalhado por UF, CNAE, etc. Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 5 de 32

6 O projeto SIS tem como objetivos principais: Fortalecer a capacidade do SESI de coletar, registrar e analisar os dados sobre acidentes, lesões, doenças e mortes nos ambientes de trabalho da indústria brasileira. Desenvolver a capacidade de utilizar essa base de dados para dar subsídios às efetivas práticas e programas em SST na indústria brasileira, especialmente nas PMEs, nos seis Estados participantes. Os resultados esperados são: Criação de uma base de dados integrada, composta por Data Marts contendo informações de Saúde do SESI que seja efetivo, eficiente e que atenda às variadas necessidades da indústria, dos epidemiologistas, dos profissionais de SST, dos planejadores e dos legisladores. Capacidade do Departamento Nacional e dos Departamentos Regionais do SESI de gerar e utilizar informações derivadas do sistema para elaborar novos produtos/serviços e prestar os serviços de SST voltados à indústria brasileira, especialmente às PMEs, nos setores industriais e estados selecionados, com previsão de expansão para os demais estados. O projeto SIS faz parte de uma visão global da UNISAUDE mostrada na figura a seguir, onde espera-se, entre outros resultados, poder classificar o ambiente de trabalho e os trabalhadores de acordo com graus de risco. Analisando o grau de risco de uma empresa e/ou de seus trabalhadores, o SESI poderá oferecer soluções adequadas à Indústria com o melhor custobenefício. Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 6 de 32

7 Indústria Soluções adequadas à Indústria com o m elhor custo-benefício DRs Seguros Não seguros Baixo Médio Alto Am bientes de trabalho Riscos avaliados Em presas não diagnosticados Em presas diagnosticadas Segurança do trabalho nas indústrias Saudável Risco Leve Moderado Grav e Não diagnosticados Diagnosticados Saúde dos Trabalhadores DN DW Indústria Saudáv el Registro de Produção SESI Screening população SST Histórico PBM CID Exam es Hospitalar Outros laboral INSS Fontes Externas MS - SUS Operadoras planos de saúde MTE IBGE ANS Outras fontes externas Sistemas de pro dução SST Sistemas de produção Saúde Geral Sistemas de produção Prom oção de Saúde Sistemas de produção outras áreas SESI Fontes Internas (DRs) Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 4 de 32

8 1.3. Alinhamento com o Mapa da Indústria Sistema Objetivos Estratégicos De que forma Sistema Indústria Sistema SESI Foco no Cliente: Identificar as necessidades atuais e futuras da Indústria Foco na Atuação: Ampliar a oferta dos serviços de saúde para a Indústria Negócio: Fortalecer o atendimento às indústrias Tecnologia: Assegurar a integração da informação do SESI Foco nos Negócios: Assegurar a adequação do portfolio de produtos às necessidades dos clientes Foco nos Negócios: Promover soluções e serviços de alto valor agregado Integridade Sistêmica: Fortalecer a marca SESI e sua identidade institucional Eficiência Organizacional: Maximizar resultados por meio do uso eficaz dos recursos Ser reconhecido como provedor de soluções sociais para a Indústria, contribuindo para a qualidade de vida dos trabalhadores e seus dependentes 1.4. Objetivos a serem alcançados Através de informações mais precisas dos problemas enfrentados pela indústria e seus trabalhadores, podendo atacá-los mais diretamente através de diagnósticos mais precisos. Conhecendo melhor seus clientes, o SESI poderá desenhar produtos e serviços que ataquem efetivamente suas necessidades. Conhecendo melhor seus clientes, o SESI poderá fortalecer o atendimento às indústrias e oferecer um atendimento mais personalizado. Hoje, as informações do SESI estão espalhadas pelos sistemas DN, sistemas DR e informações oriundas de bases externas. O projeto visa integrar essas bases de dados, gerando informações reais e que subsidiem a tomada de decisão. Conhecendo melhor seus clientes e seus problemas, o SESI poderá desenhar produtos e serviços que ataquem efetivamente suas necessidades, adequando seu portfólio. Através de informações mais precisas dos problemas enfrentados pela indústria e seus trabalhadores, o SESI poderá atacá-los mais diretamente através de diagnósticos mais precisos e através de produtos e serviços desenhados/adaptados para suas necessidades. Os regionais poderão atuar mais efetivamente nas empresas, fortalecendo a marca SESI. O Sistema SESI terá uma visão mais detalhada de sua clientela, sendo possível priorizar as necessidades e o atendimento, o desenho de novos produtos e serviços e o mapeamento dos problemas existentes e como atacá-los. O Sistema SESI terá uma informação mais precisa dos problemas enfrentados pela indústria e seus trabalhadores, podendo oferecê-los diagnósticos mais precisos e atendimentos mais personalizados. Nº. Objetivo Indicador 1 Fortalecer a capacidade do SESI de coletar, registrar e analisar os dados sobre condições sócio-demográficas, de Saúde e de SST nas empresas da indústria brasileira (acidentes, lesões, doenças, mortes, faixa etária, sexo, raça, escolaridade, etc.) 2 Classificar os ambientes de trabalho e os trabalhadores de acordo com níveis de risco. 3 Desenvolver, nos regionais, a capacidade de utilizar essa base de dados em SST para dar subsídios a efetivas práticas e programas de SST na indústria brasileira. Pelo menos um relatório anual com as informações sobre as condições de SST nas empresas. Através de relatórios, utilizando os níveis de riscos pré-definidos pela UNISAUDE. Produtos/serviços ofertados às empresas resultantes das análises provenientes do sistema. Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 4 de 32

9 2. Descrição dos Envolvidos 2.1. Envolvidos (retirar do documento a ser publicado?) Envolvidos Papéis Nome Telefone Responsabilidades Cliente Usuário Patrocinador Fernando Coelho (61) Gestor(es) do Projeto Usuários Especifica dores Sylvia Yano (61) Sylvia Yano - DN (61) Alessandro Gomes - DN (61) Bettina Poggi - PE (81) Lívia Aragão - BA (71) Alessandra Stefan - MT (65) Sandra Moreno - PR (41) br Andreia Cristina - SC (48) João Carlos Araujo - RS (51) Jean-Claude Martin - IRSST François Hébert - IRSST poste Prover os recursos necessários - Aprovar o escopo do projeto - Financiar o projeto - Intervir sempre que necessário - Definir e homologar as regras de negócio - Definir e homologar as funcionalidades do sistema - Prover os materiais necessários para o levantamento das necessidades do sistema - Acompanhar e gerenciar os riscos do projeto - Aprovar toda alteração envolvendo o sistema - Realizar a homologação do sistema - Identificar as necessidades - Efetuar testes - Sugerir mudanças corretivas e evolutivas - Ser multiplicador do treinamento recebido Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 5 de 32

10 ACTI Analistas responsáveis Gerente Responsável Sandra Rebouças Adriana Lanes (61) (61) Renato Rosalino (61) Fornecedor Consultor(es) A definir Gerenciar o desenvolvimento do projeto. - Conduzir os trabalhos junto aos Gestores - Responder, perante os envolvidos, pelos prazos, resultados e benefícios do Projeto. - Reportar periodicamente o andamento dos trabalhos - Identificar as regras do negócio - Identificar as funcionalidades e as necessidades do sistema - Acompanhar o desenvolvimento do sistema - Realizar testes no sistema - Realizar a implantação do sistema - Solicitar a correção de erros do sistema - Realizar treinamento inicial conforme definido nos planos de treinamento. - Supervisionar as atividades realizadas pela ACTI no projeto - Aprofundar o detalhamento das funcionalidades e das necessidades levantadas do sistema - Realizar validação dos requisitos definidos - Criar o modelo multidimensional - Criar as rotinas de extração, transformação e carga dos dados - Automatizar a carga dos dados - Criar os relatórios pré-definidos - Realizar a implantação do sistema - Realizar a correção de erros do sistema Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 6 de 32

11 2.2. Público Alvo Público SESI - Departamento Nacional Departamentos Regionais Necessidades - Traçar o perfil sócio-demográfico dos trabalhadores da indústria - Conhecer profundamente, as condições de Saúde e de SST nas empresas industriais, seus impactos na saúde do trabalhador, seus custos, etc. - Identificar situações problemáticas, priorizá-las e desenvolver estratégias e produtos/serviços para solucioná-las. - Coletar, tratar e analisar os dados sócio-demográficos sobre acidentes, lesões, doenças, custos dos benefícios e mortes nos ambientes de trabalho da indústria brasileira. - Possuir subsídios a efetivas práticas e programas em Saúde e em SST na indústria brasileira Deverão existir diferentes níveis de acesso para usuários do Departamento Nacional e Departamentos Regionais. Esses níveis serão detalhados pela unidade de Saúde. Um regional não terá acesso aos dados segmentados de outros regionais, por exemplo, ele não terá acesso ao nome da empresa e ao nome do funcionário. Deverá, apenas, ter acesso aos dados consolidados. Em um nível local, é importante a possibilidade de identificar o perfil de cada empresa, no entanto, para outros Departamentos Regionais, cabe somente a visão agregada. Os DRs terão acesso ao dado consolidado de todo o país, permitindo a comparação da situação do seu estado com a de outro(s) estado(s). Interessa saber, por exemplo, por CNAE, qual a quantidade de pessoas de um determinado sexo, de uma determinada raça, de uma determinada faixa etária e que apresentaram um determinado tipo de doença. Qual a quantidade de acidentes de trabalho por setor da indústria. Qual a quantidade de empresas de um determinado setor, de um determinado porte, de um regional qualquer e que tipo de perigos essas empresas apresentaram. Informações que identificam cada empresa ou cada pessoa interessam apenas ao regional que atende o cliente e não serão utilizadas para efeitos de comparações por outros regionais. 3. Cenário Atual 3.1. Contextualização Estratégica do Problema O problema de afeta cujo impacto é Existirem, no Brasil, diversos sistemas de informação em Saúde e em SST com pouca ou nenhuma integração entre eles e com problemas na qualidade dos dados, representando uma grande limitação para a produção de informações consistentes Todo o Sistema SESI, principalmente profissionais da área de Saúde e de SST e planejadores. - Perda de oportunidades de serviços - Falta de competitividade - Elevada redundância de dados - Falta de conhecimento da real situação de Saúde e de SST nas empresas - Impossibilidade de priorizar os problemas da clientela - Impossibilidade de desenvolver novos produtos/serviços - Impossibilidade de priorizar produtos/serviços Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 7 de 32

12 uma boa solução seria Criar uma base de dados sobre Saúde e SST, capaz de integrar as fontes de dados existentes em um único ambiente de forma integrada, organizada, padronizada, eficiente e ágil, possibilitando a disseminação de conhecimento para todo o público alvo Detalhamento do Problema Fontes Internas Descrição do Problema Tratamento Atual Possuímos poucos dados sistematizados proveniente das fontes internas, não tendo como trabalhá-los para gerar informações relevantes para o negócio. Há um grande trabalho sendo feito para incentivar o uso do Modelo SESI em SST (sistematizado pelo S4), produzindo, assim, dados padronizados, desagregados e de qualidade em todos os regionais. Além do S4, existem outros sistemas nos regionais com dados de Saúde e de SST Diagnóstico Descrição do Problema Tratamento Atual Não existe um diagnóstico detalhado das condições de trabalho nas empresas e de seus trabalhadores, possibilitando um conhecimento mais profundo da clientela. O diagnóstico, quando existe, é baseado em informações agregadas Indicadores de Saúde e de SST Descrição do Problema Tratamento Atual Possuímos um mapeamento dos indicadores desejados (internos e externos), mas as fontes internas não possuem dados suficientes para gerá-los. Já os indicadores com fontes externas estão num nível muito agregado, sendo muito difícil obter um indicador no nível de desagragação desejado (por exemplo, por CNAE, sexo, raça e faixa etária, pessoa com deficiência, etc.) Os indicadores disponibilizados pela Internet de fontes oficiais são fechados, trabalhando apenas dados agregados Visão Geral da Situação das Empresas e de seus Trabalhadores Descrição do Problema Tratamento Atual Não existe uma visão detalhada da situação das empresas e de seus trabalhadores. Por exemplo, sabe-se que o maior número de acidentes acontece no ramo de bebidas e alimentos, mas aonde especificamente? Em que sub-setor? Os acidentes acontecem mais em mulheres ou em homens? Que tipos de acidentes? Não se tem uma informação precisa para atacar o problema. Tem-se apenas uma noção geral. Hoje, existe apenas uma visão geral da situação das empresas e de seus trabalhadores Produtos e Serviços Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 8 de 32

13 Descrição do Problema Tratamento Atual Sem informação detalhada não é possível desenhar novos produtos e serviços nem priorizá-los. Por exemplo, não se sabe qual sub-setor atacar, qual a clientela específica, qual o público mais atingido (público mais jovem ou mais idoso, público feminino ou masculino, público que atua nessa atividade ou naquela atividade, etc). Hoje, trabalha-se para atender a população macro e não para atacar diretamente o problema, oferecendo produtos e serviços específicos. Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 9 de 32

14 3.3. Ambiente do usuário Descrição do ambiente Número de usuários Acessos simultâneos Computadores Internet Os usuários realizam seu trabalho em estações nos regionais ou em seus notebooks, com acesso a Internet. Internos: aproximadamente 5 com acessos diários Externos: - Primeira fase: aproximadamente 60 usuários (20 com acessos diários e 40 com acessos esporádicos) * considerando 3 acessos diários e 7 esporádicos por regional. Primeira fase: aproximadamente 20 acessos Internos: Pentium 4 (2,8 GHz), 1 Gb de RAM com 40 Gb de HD Usuários externos: Diversos Internos: Conexão banda larga a 100 Mbps Externos: Diversas Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 10 de 32

15 4. Necessidades 4.1. Lista de Necessidades Integração das fontes de dados em Saúde e em SST Descrição da Necessidade Situação Atual Solução Proposta Problema Atendido Integrar as fontes de dados em Saúde e em SST (externas e internas) As bases estão dispersas e não há integração. Criar uma base de dados sobre Saúde e SST capaz de integrar as fontes de dados existentes, em um único ambiente, de forma integrada, organizada, padronizada, eficiente e ágil, possibilitando o tratamento e análise para a produção de informação e a disseminação de conhecimento para todo o público alvo. - Fontes Internas Análise da situação de Saúde e SST Descrição da Necessidade Situação Atual Solução Proposta Problema Atendido Permitir acompanhar e analisar a situação sócio-demográfica e de Saúde e SST nas empresas do regional (estado), da região e do Brasil como um todo. Não se aplica Gerar gráficos, quadros e relatórios com dados de Saúde e de SST extraídos do cruzamento de dados das bases integradas Diagnóstico Indicadores de Saúde e de SST Descrição da Necessidade Situação Atual Solução Proposta Problema Atendido Gerar indicadores em Saúde e em SST propostos usando as fontes internas (S4 e Inventário). Possuímos a listagem dos indicadores desejados, mas não temos dados para gerá-los. Permitir a geração de indicadores em Saúde e em SST. Alguns indicadores já estão definidos. Os demais deverão ser definidos durante a fase de Refinamento de Requisitos. Indicadores de Saúde e de SST Situação das empresas e de seus trabalhadores Descrição da Necessidade Situação Atual Solução Proposta Problema Atendido Relatórios que mostrem a situação das empresas e de seus trabalhadores, incluindo relatórios pontuais para uma determinada empresa, cruzando informações internas e externas, oferecendo ao DR um retrato da empresa. Não se aplica Gerar relatórios que mostrem a situação das empresas e de seus trabalhadores de acordo com o corte solicitado (ex. por porte, por setor, por faixa etária, por sexo, etc.). - Visão Geral da Situação das Empresas e de seus Trabalhadores - Produtos e Serviços Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 11 de 32

16 Informações Sócio-demográficas Descrição da Necessidade Situação Atual Solução Proposta Problema Atendido Informações sobre renda, estado civil, sexo, idade, raça, número de trabalhadores, escolaridade, PIB, etc - por setor, estado, região, Brasil, etc - permitindo comparações Não se aplica Relatórios e indicadores com as informações desejadas - Visão Geral da Situação das Empresas e de seus Trabalhadores - Produtos e Serviços 4.2. Prioridades Necessidade Integração das fontes de dados em Saúde e em SST 0 Análise da situação de Saúde e SST 1 Indicadores de Saúde e de SST 1 Situação das empresas e de seus trabalhadores 1 Informações Sócio-demográficas 1 Prioridade de Negócio Quanto maior importância para o cliente mais alta a prioridade. Os graus são: 0 Altíssima Prioridade 1 Alta prioridade 2 Baixa Prioridade 3 Não Prioritário Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 12 de 32

17 5. Características do Produto Proposto 5.1. Visão Geral do Produto Proposto A base de conhecimento a ser criada se propõe a integrar algumas fontes de dados em Saúde e em SST. Através dessa integração, espera-se minimizar as redundâncias de dados e a falta de padronização, disponibilizando às equipes do Sistema SESI um sistema que permita a análise da situação de Saúde e SST no país. As bases a serem integradas são: Inventário Base de Conhecimento S4 Estudos, Análises, Trabalhos, Indicadores, Estatísticas, etc. Sistema SESI em Segurança e Saúde do Trabalho S4: o S4 foi desenvolvido para suportar o Modelo SESI em Segurança e Saúde do Trabalho para a Indústria. Este modelo propõe um redirecionamento das ações realizadas pelos Departamentos Regionais em SST, objetivando responder às exigências legais dos diferentes órgãos governamentais (MTE, MPS, MS,...) e promover gestão da SST na empresa. Com essa iniciativa, aborda-se em conjunto as questões de segurança e saúde no trabalho utilizando-se um padrão único. Os dados coletados pelo S4 estão hospedados nos próprios regionais em bancos de dados SQL Server SGRSI (Sistema Inventário ): Sistema de Gestão Risco Saúde da Indústria. SESI PRIMEIRA FASE S4 Sistema SESI de Segurança e Saúde do Trabalho SGRSI (Inventário) Sistema de Gestão Risco Saúde da Indústria ARQUITETURA DA SOLUÇÃO PROPOSTA A solução proposta consiste em uma base de dados centralizada, contendo informações na forma mais detalhada possível, alimentada de maneira periódica e automática, conforme a disponibilidade dos sistemas-fonte. Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 13 de 32

18 A base de dados principal deverá permitir a recuperação de dados atuais e dados históricos. Recomenda-se que a granularidade do sistema deverá ser tal que permita o maior detalhe, evitando-se agregações que não possam ser reconstruídas a partir do dado detalhado. O modelo de dados da base principal deverá ser completo e integrado, abrangendo todos os assuntos desejados e permitindo o relacionamento das informações disponíveis, de forma a responder as perguntas de negócio que serão levantadas na fase de concepção da solução, mas sem se restringir as essas perguntas. O ambiente poderá contar com bases de dados parciais, data marts, desde que os mesmos sejam sempre alimentados pela base de dados principal. O acesso aos dados poderá ser feito diretamente a base de dados principal ou através dos data marts, sempre que possível utilizando uma ferramenta de acesso e análise específica para este fim. No modelo proposto, está previsto uma área de barramento para as tabelas (segmentos) em comum para os demais Data Marts que venham a ser desenvolvidos. O modelo deverá ser flexível para que possa evoluir, sem grandes impactos para o projeto, permitindo a inclusão de novas bases. Também deverá contemplar um total alinhamento com o DW-SESI, que está sendo estruturado. Essa base de dados será alimentada por rotinas de ETL - Extração, Transformação e Carga (relacional e multidimensional), por meio de ferramentas específicas definidas no item 9.2, bem como por rotinas desenvolvidas para automação da carga. Dentre as atividades de ETL, deverá ser feita a conversão do CNAE (Código Nacional das Atividades Econômicas), de versões das bases de dados antigas para a versão em vigor bem como a construção de rotinas de automação das cargas. Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 14 de 32

19 O processo de extração dos dados será realizado da seguinte forma: Os dados oriundos das bases externas terão a periodicidade de envio, o formato dos arquivos, layout dos dados e a forma de envio (via FTP/CD/ ou outro meio) definidos durante negociação entre SESI e Ministérios e organizações externas. Os dados relativos às bases do S4 serão fornecidos à TI, numa periodicidade mensal, através de web service. O sistema S4, implantado nos Departamentos Regionais, irá prover o web service, implementado através de um serviço que gere um arquivo XML com um formato pré-determinado. Este arquivo possuirá todos os atributos e dados de um conjunto de tabelas. Um aplicativo, localizado no SESI-DN, importará esses dados carregando em um banco de dados para limpeza e tratamento. Essa solução traz como vantagens: manutenção, flexibilidade e independência de tecnologias. A carga do OLAP (Essbase) ocorrerá sempre que houver novos dados disponíveis no Oracle. Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 15 de 32

20 5.2. Características Funcionais Característica Descrição Necessidade Cubos multidimensionais Atende a todas as necessidades de negócio, pois as mesmas necessitam de um banco integrado para cruzamento de dados. Atende às necessidades Indicadores SST e Informações Sóciodemográficas Atende às necessidades Análise da situação de SST, Situação das empresas e de seus trabalhadores e Informações Sóciodemográficas Quadros, tabelas e relatórios prédefinidos Relatório Panorama SST no Brasil Relatórios indicadores da e Gerar cubos multidimensionais para criação de gráficos, quadros e relatórios livres, a partir do cruzamento de dados das bases integradas Gerar os indicadores de Saúde e de SST definidos e mapeados no documento Indicadores, Quadros e Tabelas (em anexo) Gerar os quadros, tabelas e relatórios pré-definidos e mapeados no documento Indicadores, Quadros e Tabelas (em anexo) Subsidiar, entre outros, o relatório Panorama da SST no Brasil, que é gerado anualmente. Possibilitar que o usuário possa gerar novos relatórios, quadros, gráficos e indicadores por sua própria conta utilizando dados de Saúde e SST extraídos do cruzamento de dados das bases integradas. pré- Indicadores definidos Atende às necessidades Análise da situação de SST, Situação das empresas e de seus trabalhadores e Informações Sóciodemográficas Atende às necessidades Análise da situação de SST, Situação das empresas e de seus trabalhadores e Informações Sóciodemográficas 5.3. Características Não Funcionais Características Descrição Necessidade Exportação de Relatórios Acesso ao Sistema Identidade visual Alta disponibilidade Todos os relatórios deverão ter a possibilidade de gerar um arquivo pdf e Excel. Cada usuário terá seu acesso individualizado, podendo acessar partes específicas ou dados específicos do sistema, de acordo com seu perfil. A identidade visual deverá ser diferenciada pelo perfil do usuário. Quando se tratar de regional, o sistema e os relatórios deverão ter a logo e o layout padrão do regional. A base de dados deverá ofertar alta disponibilidade aos usuários, com o menor tempo possível de paradas planejadas ou não planejadas. Relatórios em geral Acesso ao Sistema Acesso ao Sistema Acesso ao Sistema Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 16 de 32

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA SISTEMA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA SISTEMA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA SISTEMA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE 1. OBJETO 1.1. Contratação de empresa especializada na construção de Data Warehouse/Data Marts, culminando na criação do SIS - Sistema de Informação

Leia mais

Júlio Coutinho Consultor Web Webdesign & Joomla! SEO for Joomla! Joomla! Security Web development. http://www.juliocoutinho.com.br

Júlio Coutinho Consultor Web Webdesign & Joomla! SEO for Joomla! Joomla! Security Web development. http://www.juliocoutinho.com.br Júlio Coutinho Consultor Web Webdesign & Joomla! SEO for Joomla! Joomla! Security Web development WEB E WEB APPLICATION CMS JOOMLA PROPOSTA WEBSITE Página:1 Índice Tópico Página 1. Introdução 3 1.1 Finalidade

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

O sistema operacional onde a solução será implementada não foi definido.

O sistema operacional onde a solução será implementada não foi definido. Respostas aos Questionamentos Nº Itens Pergunta Resposta 1 R T-1. 2. 4. 4; R T-1.3.2. 2; R T-1.3.3. 3; RT-2. 2.8; RT-5.7; RT-1.2.4. 3; RT-1. 3.2.1; RT-1. 3. 3. 2; R T- 2. 1. 2; R T-2. 2. 11; O sistema

Leia mais

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA Levantamento da Gestão de TIC Cotação: 23424/09 Cliente: PRODABEL Contato: Carlos Bizzoto E-mail: cbizz@pbh.gov.br Endereço: Avenida Presidente Carlos

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA MANUTENÇÔES EVOLUTIVAS NO SITE PRO-SST DO SESI

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA MANUTENÇÔES EVOLUTIVAS NO SITE PRO-SST DO SESI ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA MANUTENÇÔES EVOLUTIVAS NO SITE PRO-SST DO SESI 1. OBJETO 1.1. Contratação de empresa especializada para executar serviços de manutenção evolutiva, corretiva, adaptativa e normativa

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

PROJETOS IV. Plano do Projeto Exportação da Bebida Voltz Equipe Style Project (07/10/2009)

PROJETOS IV. Plano do Projeto Exportação da Bebida Voltz Equipe Style Project (07/10/2009) PROJETOS IV Plano do Projeto Exportação da Bebida Voltz Equipe Style Project (07/10/2009) Assinaturas de Aprovação Responsabilidade Organizacional Assinatura Data Gerente de Projeto 07/10/2009 Líder de

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 Reestrutura as unidades vinculadas à Secretaria de Tecnologia da Informação SETIN do Tribunal Superior do Trabalho.

Leia mais

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens Academia de Tecnologia da IBM White paper de liderança de pensamento Novembro de 2010 Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens 2 Proteção da nuvem: do desenvolvimento da estratégia

Leia mais

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1.

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1. ARCO - Associação Recreativa dos Correios Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Versão Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor Página

Leia mais

Contrato de Suporte End.: Telefones:

Contrato de Suporte End.: Telefones: Contrato de Suporte Contrato de Suporte Desafios das empresas no que se refere à infraestrutura de TI Possuir uma infraestrutura de TI que atenda as necessidades da empresa Obter disponibilidade dos recursos

Leia mais

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS. Lílian Simão Oliveira

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS. Lílian Simão Oliveira LEVANTAMENTO DE REQUISITOS Lílian Simão Oliveira Níveis de erros Fonte: imaster.com um software São as características e funcionalidades que um software tem Engenharia de Requisitos O que é? Quem faz?

Leia mais

Plano de Projeto G Stock. G Stock. Plano de Projeto. Versão 1.0

Plano de Projeto G Stock. G Stock. Plano de Projeto. Versão 1.0 Plano de Projeto G Stock Plano de Projeto G Stock Versão 1.0 Histórico das Revisões Data Versão Descrição Autores 10/09/2010 1.0 Descrição inicial do plano de projeto Denyson José Ellís Carvalho Isadora

Leia mais

Diretoria de Informática TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Brivaldo Marinho - Consultor. Versão 1.0

Diretoria de Informática TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Brivaldo Marinho - Consultor. Versão 1.0 TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Brivaldo Marinho - Consultor Versão 1.0 CONTROLE DA DOCUMENTAÇÃO Elaboração Consultor Aprovação Diretoria de Informática Referência do Produto

Leia mais

Data Warehousing Visão Geral do Processo

Data Warehousing Visão Geral do Processo Data Warehousing Visão Geral do Processo Organizações continuamente coletam dados, informações e conhecimento em níveis cada vez maiores,, e os armazenam em sistemas informatizados O número de usuários

Leia mais

Excelência em Metodologia de Helpdesk

Excelência em Metodologia de Helpdesk Excelência em Metodologia de Helpdesk O IntraDesk foi desenvolvido com base nas melhores práticas conhecidas de Helpdesk, indicadas por organizações como o Gartner Group e o Helpdesk Institute, que, aliadas

Leia mais

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS PDS - DATASUS Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS Coordenação Geral de Arquitetura e Engenharia Tecnológica Coordenação de Padronização e Qualidade de Software Gerência de Padrões e Software

Leia mais

Nome da Empresa. Plano de Desenvolvimento de Software. Versão <1.0>

Nome da Empresa. <Nome do Projeto> Plano de Desenvolvimento de Software. Versão <1.0> Nome da Empresa Plano de Desenvolvimento de Software Versão Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 2/7 Índice Analítico 1. Objetivo

Leia mais

Sistema de Armazenamento de Dados Eleitorais - SisElege

Sistema de Armazenamento de Dados Eleitorais - SisElege Faculdade de Tecnologia Senac DF Sistema de Armazenamento de Dados Eleitorais - SisElege Documento de Visão Versão 4.0 Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor 05/09/2014 1.0 Versão Inicial do

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO INTEGRADA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA - PMIMF MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA ATORES DA REDE DE INOVAÇÃO 2 O MODELO CONTEMPLA: Premissas e diretrizes de implementação Modelo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II. Primeiro Trabalho

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II. Primeiro Trabalho UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II Primeiro Trabalho Descrição do trabalho: Escrever um Documento de Visão. Projeto: Automatização do sistema que

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL

ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL 1 SUMÁRIO DIAGNÓSTICO GERAL...3 1. PREMISSAS...3 2. CHECKLIST...4 3. ITENS NÃO PREVISTOS NO MODELO DE REFERÊNCIA...11 4. GLOSSÁRIO...13 2 DIAGNÓSTICO GERAL Este diagnóstico é

Leia mais

CATÁLOGO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DO SISP

CATÁLOGO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DO SISP SERVIÇOS DE CONSULTORIA EIXO TEMÁCO: GOVERNANÇA DE Implantação de Metodologia de Elaborar e implantar uma metodologia de gerenciamento de projetos no órgão solicitante, com a finalidade de inserir as melhores

Leia mais

Projeto de Redes Top-Down

Projeto de Redes Top-Down Projeto de Redes Top-Down Referência: Slides extraídos (material de apoio) do livro Top-Down Network Design (2nd Edition), Priscilla Oppenheimer, Cisco Press, 2010. http://www.topdownbook.com/ Alterações

Leia mais

BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert:

BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert: BRAlarmExpert Software para Gerenciamento de Alarmes A TriSolutions conta com um produto diferenciado para gerenciamento de alarmes que é totalmente flexível e amigável. O software BRAlarmExpert é uma

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTO ECOSYS EPC. Soluções para controle de custos de todo o ciclo de vida de projetos

CATÁLOGO DE PRODUTO ECOSYS EPC. Soluções para controle de custos de todo o ciclo de vida de projetos CATÁLOGO DE PRODUTO ECOSYS EPC Soluções para controle de custos de todo o ciclo de vida de projetos ECOSYS EPC EcoSys EPC é uma solução de softwares de última geração para planejamento e controle de custos,

Leia mais

PSQT Prêmio SESI Qualidade no Trabalho

PSQT Prêmio SESI Qualidade no Trabalho ANEXO II PSQT Prêmio SESI Qualidade no Trabalho Manutenção Evolutiva Modelo: 4.0 Sistema Indústria, 2008 Página 1 de 18 Histórico da Revisão Data Descrição Autor 06/12/2007 Necessidades para atualização

Leia mais

TEMPLATES DE REFERÊNCIA PARA PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE INVESTIMENTO

TEMPLATES DE REFERÊNCIA PARA PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE INVESTIMENTO TEMPLATES DE REFERÊNCIA PARA PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE INVESTIMENTO Estratégia & Desempenho Empresarial Gerência de Análise e Acompanhamento de Projetos de Investimento Março 2010 SUMÁRIO 1. Introdução...

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI 1. PI06 TI 1.1. Processos a serem Atendidos pelos APLICATIVOS DESENVOLVIDOS Os seguintes processos do MACROPROCESSO

Leia mais

Partner Network. www.scriptcase.com.br

Partner Network. www.scriptcase.com.br www.scriptcase.com.br A Rede de Parceiros ScriptCase é uma comunidade que fortalece os nossos representantes em âmbito nacional, possibilitando o acesso a recursos e competências necessários à efetivação

Leia mais

Escritório de Gerenciamento de Projetos de Mato Grosso TAP. Oficina de Elaboração de Termo de Abertura de Projetos

Escritório de Gerenciamento de Projetos de Mato Grosso TAP. Oficina de Elaboração de Termo de Abertura de Projetos EGP MT Escritório de Gerenciamento de Projetos de Mato Grosso TAP Oficina de Elaboração de Termo de Abertura de Projetos SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO CARTILHA DE ELABORAÇÃO DE TERMO DE ABERTURA

Leia mais

Especificação Técnica

Especificação Técnica Pág. 1/8 CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÃO SMS Pág. 2/8 Equipe Responsável Elaboração Assinatura Data Divisão de Padrões de Tecnologia DIPT Aprovação Assinatura Data Departamento de Arquitetura Técnica DEAT Pág.

Leia mais

Documento de Visão. Sistema de Ponto Eletrônico A2MEPonto. Versão 1.0

Documento de Visão. Sistema de Ponto Eletrônico A2MEPonto. Versão 1.0 Documento de Visão Sistema de Ponto Eletrônico A2MEPonto Versão 1.0 HISTÓRICO DE REVISÕES Data Versão Descrição Autor 23/10/2010 #1 Elaboração do documento. Eduardo Neto Versão 1.0 Documento de Visão A2ME

Leia mais

Exame de Fundamentos da ITIL

Exame de Fundamentos da ITIL Exame de Fundamentos da ITIL Simulado A, versão 5.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Todas as respostas devem ser assinaladas na grade de respostas fornecida.

Leia mais

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia P ORTFÓ FÓLIO Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia versão 1.1 ÍNDICE 1. A EMPRESA... 3 2. BI (BUSINESS INTELLIGENCE)... 5 3. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS... 6 3.1. PRODUTOS

Leia mais

Interatividade aliada a Análise de Negócios

Interatividade aliada a Análise de Negócios Interatividade aliada a Análise de Negócios Na era digital, a quase totalidade das organizações necessita da análise de seus negócios de forma ágil e segura - relatórios interativos, análise de gráficos,

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 13/06/2014 14:08:02 Endereço IP: 177.1.81.29 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

FACSENAC. SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO DRP (Documento de Requisitos do Projeto de Rede)

FACSENAC. SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO DRP (Documento de Requisitos do Projeto de Rede) FACSENAC SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO Versão: 1.2 Data: 25/11/2011 Identificador do documento: Documento de Visão V. 1.7 Histórico de revisões Versão Data Descrição Autor 1.0 03/10/2011 Primeira Edição

Leia mais

Número do Recibo:83500042

Número do Recibo:83500042 1 de 21 06/06/2012 18:25 Número do Recibo:83500042 Data de Preenchimento do Questionário: 06/06/2012. Comitête Gestor de Informática do Judiciário - Recibo de Preenchimento do Questionário: GOVERNANÇA

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Plano de Gerência de Configuração

Plano de Gerência de Configuração Plano de Gerência de Configuração Objetivo do Documento Introdução A aplicação deste plano garante a integridade de códigos-fonte e demais produtos dos sistemas do, permitindo o acompanhamento destes itens

Leia mais

WEB E WEB APPLICATION CMS JOOMLA PROPOSTA WEBSITE. Índice. Página:1

WEB E WEB APPLICATION CMS JOOMLA PROPOSTA WEBSITE. Índice. Página:1 WEB E WEB APPLICATION CMS JOOMLA PROPOSTA WEBSITE Índice Tópico Página Página:1 1. Introdução 3 1.1 Finalidade do documento 3 1.2 Metodologia 3 1.3 Modelo do Ciclo de vida do projeto 3 1.4 Finalidade e

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 12/06/2014 13:58:56 Endereço IP: 200.252.42.196 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO

RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO Documento 7.1 RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICIPIOS DO ESTADO DA BAHIA TCM-BA SALVADOR BAHIA MARÇO / 2010 1/10 1. Introdução Este documento faz parte do escopo do

Leia mais

Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento dos sistemas e demais aplicações informatizadas do TJAC.

Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento dos sistemas e demais aplicações informatizadas do TJAC. Código: MAP-DITEC-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Sistemas Aprovado por: Diretoria de Tecnologia da Informação 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento

Leia mais

I - Configurações mínimas da máquina, internet e Browser para acesso ao Sinan Online

I - Configurações mínimas da máquina, internet e Browser para acesso ao Sinan Online MINISTÉRIO DA SAÚDE Esplanada dos Ministérios, Edifício Sede, 1º andar, Sala 131 CEP 70.058-900 NOTA TÉCNICA N.º 03/2010 GT-SINAN/CIEVS/DEVEP/SVS/MS, CGPNCD/DEVEP/SVS/MS, CDESS/CGAM/DATASUS/MS e DEVEP/SVS/MS

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA APLICADA PARA AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE TELEFONIA IP

PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA APLICADA PARA AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE TELEFONIA IP Ministério Público do Estado do Paraná PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA APLICADA PARA AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE TELEFONIA IP ALEXANDRE GOMES DE LIMA SILVA CURITIBA - PR 2012-2013 Ministério

Leia mais

Tópico 28 e 29 Política de Segurança da Informação. Política de Segurança da Informação

Tópico 28 e 29 Política de Segurança da Informação. Política de Segurança da Informação Tópico 28 e 29 Política de Segurança da Informação Política de segurança da Informação. Metodologia de levantamento da política de segurança. Objetivos e responsabilidades sobre a implementação. Métodos

Leia mais

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA 1 APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes foi elaborado para orientar a aquisição de equipamentos

Leia mais

(Publicada no DOU de 27/4/2005, Seção 2, pág. 131)

(Publicada no DOU de 27/4/2005, Seção 2, pág. 131) PORTARIA- Nº 105, DE 25 DE ABRIL DE 2005 Aprova a realização do projeto de Implementação do Processo de Educação a Distância - Pégaso e designa seu gestor. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO,

Leia mais

Metodologia de Gestão e Desenvolvimento de Software. Coordenação Geral de Tecnologia da Informação

Metodologia de Gestão e Desenvolvimento de Software. Coordenação Geral de Tecnologia da Informação Metodologia de Gestão e Desenvolvimento de Software Coordenação Geral de Tecnologia da Informação 2 Índice 1. Processos Organizacionais... 7 1.1. A gestão da demanda... 7 1.2. e Responsabilidades... 7

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Desenvolvendo o Plano de Gerenciamento do Projeto. Coletando Requisitos. Declarando

Leia mais

Anexo IA. DBM SESI Database Marketing. Documento de Visão

Anexo IA. DBM SESI Database Marketing. Documento de Visão DBM SESI Database Marketing Documento de Visão Data: 6/7/2009 Anexo IA DBM SESI Database Marketing Documento de Visão Fases de contratação e execução da construção do DBM do SESI: 1ª Fase Diagnóstico e

Leia mais

1. Documento: 23330-2015-2

1. Documento: 23330-2015-2 1. Documento: 23330-2015-2 1.1. Dados do Protocolo Número: 23330/2015 Situação: Ativo Tipo Documento: Termo de Abertura do Projeto Assunto: Planejamento estratégico - Metas Unidade Protocoladora: DADM

Leia mais

SISTEMA DE GERÊNCIA - DmView

SISTEMA DE GERÊNCIA - DmView Sistema de Gerenciamento DmView O DmView é o Sistema de Gerência desenvolvido para supervisionar e configurar os equipamentos DATACOM, disponibilizando funções para gerência de supervisão, falhas, configuração,

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA

MINISTÉRIO DA FAZENDA MINISTÉRIO DA FAZENDA Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PGFN Departamento de Gestão Corporativa - DGC Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação - CTI CATÁLOGO DE SERVIÇOS DE TECNOLOGIA Infraestrutura

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PROJETO NOVAS FRONTEIRAS DECLARAÇÃO DE TRABALHO TREINAMENTO STATEMENT OF WORK Preparado por Nelson Azevedo Membro do Time Versão 1 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto 28/11/2010 Propósito

Leia mais

HOEPERS USA TECNOLOGIA PARA QUEBRAR PARADIGMAS E OBTER GERENCIAMENTO TOTAL DAS DEMANDAS DA ORGANIZAÇÃO

HOEPERS USA TECNOLOGIA PARA QUEBRAR PARADIGMAS E OBTER GERENCIAMENTO TOTAL DAS DEMANDAS DA ORGANIZAÇÃO HOEPERS USA TECNOLOGIA PARA QUEBRAR PARADIGMAS E OBTER GERENCIAMENTO TOTAL DAS DEMANDAS DA ORGANIZAÇÃO Perfil A Hoepers S.A se posiciona no mercado como uma das três maiores empresas de recuperação de

Leia mais

Ponto Secullum 4 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS FUNCIONALIDADES FICHA TÉCNICA. Ficha Técnica

Ponto Secullum 4 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS FUNCIONALIDADES FICHA TÉCNICA. Ficha Técnica ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Ponto Secullum 4 Sistema Operacional: compatível com Windows 98 ou superior Banco de Dados: Access, SQL Server ou Oracle; Computador Requerido: Processador com 500Mhz, Memória Ram

Leia mais

Business Intelligence

Business Intelligence 1/ 24 Business Intelligence Felipe Ferreira 1 Nossa empresa Jornal O Globo Jornais Populares Parcerias Grupo Folha Grupo Estado 2 1 Fundada em 1925 3100 funcionários 2 Parques Gráficos e SP Globo: 220

Leia mais

Gestão de Contextos Visão Calandra Soluções sobre Gestão da Informação em Contextos White Paper

Gestão de Contextos Visão Calandra Soluções sobre Gestão da Informação em Contextos White Paper Gestão de Contextos Visão Calandra Soluções sobre Gestão da Informação em Contextos White Paper ÍNDICE ÍNDICE...2 RESUMO EXECUTIVO...3 O PROBLEMA...4 ILHAS DE INFORMAÇÃO...4 ESTRUTURA FRAGMENTADA VS. ESTRUTURA

Leia mais

Administration Kit. Parte de Kaspersky Business Space Security Kaspersky Enterprise Space Security Kaspersky Total Space Security

Administration Kit. Parte de Kaspersky Business Space Security Kaspersky Enterprise Space Security Kaspersky Total Space Security Administration Kit Parte de Kaspersky Business Space Security Kaspersky Enterprise Space Security Kaspersky Total Space Security O Kaspersky Administration Kit é uma ferramenta de administração centralizada

Leia mais

Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal

Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Histórico de Revisões Data Versão Descrição 30/04/2010 1.0 Versão Inicial 2 Sumário 1. Introdução... 5 2. Público-alvo... 5 3. Conceitos básicos...

Leia mais

SIMULADO: Simulado 3 - ITIL Foundation v3-40 Perguntas em Português

SIMULADO: Simulado 3 - ITIL Foundation v3-40 Perguntas em Português 1 de 7 28/10/2012 16:47 SIMULADO: Simulado 3 - ITIL Foundation v3-40 Perguntas em Português RESULTADO DO SIMULADO Total de questões: 40 Pontos: 0 Score: 0 % Tempo restante: 55:07 min Resultado: Você precisa

Leia mais

SOLUÇÕES AMBIENTE SEGURO SEUS NEGÓCIOS DEPENDEM DISSO!

SOLUÇÕES AMBIENTE SEGURO SEUS NEGÓCIOS DEPENDEM DISSO! SOLUÇÕES AMBIENTE SEGURO SEUS NEGÓCIOS DEPENDEM DISSO! O ambiente de Tecnologia da Informação (TI) vem se tornando cada vez mais complexo, qualquer alteração ou configuração incorreta pode torná-lo vulnerável

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA TÍTULO: Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD. GECOQ Gerência de Controle e Qualidade 1/9

TERMO DE REFERÊNCIA TÍTULO: Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD. GECOQ Gerência de Controle e Qualidade 1/9 TÍTULO: ASSUNTO: GESTOR: TERMO DE REFERÊNCIA Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD DITEC/GECOQ Gerência de Controle e Qualidade ELABORAÇÃO: PERÍODO: GECOQ Gerência de Controle e

Leia mais

GUIA DE CURSO. Tecnologia em Sistemas de Informação. Tecnologia em Desenvolvimento Web. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

GUIA DE CURSO. Tecnologia em Sistemas de Informação. Tecnologia em Desenvolvimento Web. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas PIM PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO COM O MERCADO GUIA DE CURSO Tecnologia em Sistemas de Informação Tecnologia em Desenvolvimento Web Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnologia em Sistemas

Leia mais

ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS MACROPROCESSO DE GESTÃO DO PORTFÓLIO

ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS MACROPROCESSO DE GESTÃO DO PORTFÓLIO ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS MACROPROCESSO DE GESTÃO DO PORTFÓLIO 05.11.2015 SUMÁRIO INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO DE PORTFÓLIO CENÁRIO NEGATIVO DOS PORTFÓLIOS NAS ORGANIZAÇÕES GOVERNANÇA

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-012-R00 GESTÃO DE SISTEMAS DA SIA

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-012-R00 GESTÃO DE SISTEMAS DA SIA MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SIA-012-R00 GESTÃO DE SISTEMAS DA SIA 10/2015 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2 09 de outubro de 2015. Aprovado, Leandro Costa Pereira Crispim de Sousa Fabio Faizi Rahnemay

Leia mais

METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO INFOECIA. Introdução

METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO INFOECIA. Introdução Introdução O objetivo deste documento é descrever de uma forma simplificada, o processo implantação de sistemas corporativos da Infoecia. Neste documento é apresentado o ciclo de vida padrão dos projetos

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 A capacidade dos portais corporativos em capturar, organizar e compartilhar informação e conhecimento explícito é interessante especialmente para empresas intensivas

Leia mais

Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança

Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança Questionário básico de Segurança da Informação com o objetivo de ser um primeiro instrumento para você avaliar, em nível gerencial, a efetividade

Leia mais

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC Incentivar a inovação em processos funcionais Aprendizagem e conhecimento Adotar práticas de gestão participativa para garantir maior envolvimento e adoção de soluções de TI e processos funcionais. Promover

Leia mais

MDMS-ANAC. Metodologia de Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas da ANAC. Superintendência de Tecnologia da Informação - STI

MDMS-ANAC. Metodologia de Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas da ANAC. Superintendência de Tecnologia da Informação - STI MDMS-ANAC Metodologia de Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas da ANAC Superintendência de Tecnologia da Informação - STI Histórico de Alterações Versão Data Responsável Descrição 1.0 23/08/2010 Rodrigo

Leia mais

Prova de Valor (SIB) Instruções e exemplos para o planejamento e especificação

Prova de Valor (SIB) Instruções e exemplos para o planejamento e especificação Prova de Valor (SIB) Instruções e exemplos para o planejamento e especificação 1. CLIENTE Neste item serão fornecidas informações gerais sobre o cliente, tais como, nome, setor de atuação, local e período

Leia mais

Data Warehouse. Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda

Data Warehouse. Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda Agenda Introdução Contexto corporativo Agenda Introdução Contexto corporativo Introdução O conceito de Data Warehouse surgiu da necessidade de integrar dados corporativos

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE PORTFOLIO DE SERVIÇOS

APRESENTAÇÃO DE PORTFOLIO DE SERVIÇOS APRESENTAÇÃO DE PORTFOLIO DE SERVIÇOS Versão 1 2010 A SIX SIGMA BRASIL apresenta a seguir seu portfolio de capacitação e consultoria de serviços de gerenciamento de projetos, processos (lean e seis sigma)

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO Secretaria de Tecnologia da Informação

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO Secretaria de Tecnologia da Informação TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO Secretaria de Tecnologia da Informação REGIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE TI MAPEAMENTO DE PROVIDÊNCIAS INICIAIS Março/2014 V 1.1 REGIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE TI MAPEAMENTO

Leia mais

Request For Proposal (RFP) Desenvolvimento de um Web Site para a Varella Vídeo

Request For Proposal (RFP) Desenvolvimento de um Web Site para a Varella Vídeo Request For Proposal (RFP) Desenvolvimento de um Web Site para a Varella Vídeo OBJETIVO O objetivo deste documento elaborado pela Varella Vídeo é fornecer as informações necessárias para que empresas cuja

Leia mais

Exame de Fundamentos ITIL v.3

Exame de Fundamentos ITIL v.3 Exame de Fundamentos ITIL v.3 Exame de Fundamentos ITIL v.3: Exame simulado A, versão 3.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Não existem perguntas capciosas.

Leia mais

Implantação do Gerenciamento de Projetos no Processo de Expansão de Alta Tensão da CEMIG-D: Os Desafios da Mudança Cultural

Implantação do Gerenciamento de Projetos no Processo de Expansão de Alta Tensão da CEMIG-D: Os Desafios da Mudança Cultural Implantação do Gerenciamento de Projetos no Processo de Expansão de Alta Tensão da CEMIG-D: Os Desafios da Mudança Cultural Júlio César Marques de Lima Agenda O Processo de Expansão AT da CEMIG-D. Cronograma

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil José Monteiro Lysandro Junior Light Serviços de Eletricidade S/A jose.monteiro@light.com.br

Leia mais

PLANO DE GERANCIAMENTO DO RELEASE Release: 515.05

PLANO DE GERANCIAMENTO DO RELEASE Release: 515.05 Release: 515.05 Versão Data Descrição da Versão Autor 1.0 28/02/15 Versão inicial dos Produtos PRONIM Roberto Bonanomi 1.1 18/03/15 Atualizado Riscos, texto abaixo das entregas do GP e Correção data de

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE QUALITY MANAGEMENT PLAN Preparado por Mara Lúcia Menezes Membro do Time Versão 3 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto 15/11/2010

Leia mais

POLÍTICA DE PARCERIA

POLÍTICA DE PARCERIA POLÍTICA DE PARCERIA VISÃO GERAL A modernização tributária se tornou realidade para a iniciativa privada. Cada vez mais documentos fiscais (nota fiscal eletrônica, conhecimento de transporte eletrônico,

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Declaração do Escopo do Projeto. SysTrack

Declaração do Escopo do Projeto. SysTrack Declaração do Escopo do Projeto SysTrack Nome do Projeto: SysTrack Versão do Documento: 1.0 Elaborado por: André Ricardo, André Luiz, Daniel Augusto, Diogo Henrique, João Ricardo e Roberto Depollo. Revisado

Leia mais

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução Gestão do Conteúdo 1. Introdução Ser capaz de fornecer informações a qualquer momento, lugar ou através de qualquer método e ser capaz de fazê-lo de uma forma econômica e rápida está se tornando uma exigência

Leia mais

ANEXO V - Mapa do Trabalho Industrial

ANEXO V - Mapa do Trabalho Industrial ANEXO V - Mapa do Trabalho Industrial 1. Caracterização e Escopo do Mapa do Trabalho Industrial Para viabilizar a construção das informações a partir do Mapa do Trabalho Industrial, e a conseqüente comparação

Leia mais