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1 Universidade Federal de Lavras Ciência da Computação Programa de Pós - Graduação Administração de Sistemas de Informação Erwin Alexander Uhlmann Sistema de Informação para o Ensino Sistema de Informação Acadêmico, Administrativo e Social para escolas do Ensino Fundamental e Médio LAVRAS - MG 2010 i

2 ERWIN ALEXANDER UHLMANN Sistema de Informação Acadêmico, Administrativo e Social para escolas do Ensino Fundamental e Médio Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Administração de Sistemas de Informação, para a obtenção do título de especialização. Orientador Prof.. LAVRAS MINAS GERAIS - BRASIL 2010 ii

3 ERWIN ALEXANDER UHLMANN Sistema de Informação Acadêmico, Administrativo e Social para escolas do Ensino Fundamental e Médio Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Administração de Sistemas de Informação, para a obtenção do título de especialização. APROVADA em de de. Prof.. Prof.. Prof. UFLA (Orientador) LAVRAS MINAS GERAIS - BRASIL 2010 iii

4 Dedicatória Aos professores que me ensinaram, aos meus pais Mirtes M. O. Uhlmann e Günter W. Uhlmann que guiaram meus caminhos e à minha esposa Kátia J. de Miranda Uhlmann, que me incentivou, compreendeu minha ausência, cobrou e me tornou melhor. iv

5 Agradecimentos À direção do colégio, e em especial, aos alunos, que anonimamente contribuíram grandemente para este pequeno trabalho que pretende contribuir com o crescimento das instituições de ensino, a tecnologia e nossos futuros alunos. v

6 Sumário Lista de tabelas... i Lista de figuras... ii Lista de abreviaturas... iii Resumo... iv Abstract... v 1. INTRODUÇÃO Contextualização e motivação Objetivos e estrutura do trabalho REFERENCIAL TEÓRICO Fundamentos de Administração e Informática Hardware Tecnologia incorporada Software Tecnologia não incorporada Peopleware pessoas Sistemas de Informação Redes Meios físicos Interface Homem Máquina (IHM) Condução Carga de trabalho Controle explícito Adaptabilidade Gestão de erros Homogeneidade/consistência Significado de códigos e denominações Compatibilidade Segurança em SI Segurança em redes sem fio Software mal-intencionado: vírus, worms, cavalos de Tróia e spywares Sistemas Integrados Banco de Dados Gestão do Conhecimento METODOLOGIA i

7 3.1. Tipo de pesquisa Procedimentos metodológicos RESULTADOS E DISCUSSÃO Fundamentos de administração Diagnóstico da administração na organização Discussão e proposta de estratégia ou intervenção Sistemas de Informação Diagnóstico do sistema de informação Discussão e proposta de estratégia Redes Diagnóstico das redes do colégio Discussão e proposta de estratégia Interface Homem Máquina (IHM) Diagnóstico da interface homem máquina Discussão e proposta de estratégia Segurança em SI Diagnóstico da segurança em sistema de informação Discussão e proposta de estratégia Sistemas Integrados Diagnóstico da administração na organização Discussão e proposta de estratégia ou intervenção Banco de Dados Diagnóstico do Banco de Dados Discussão e proposta de estratégia ou intervenção Gestão do Conhecimento Diagnóstico da organização Discussão e proposta de estratégia CONCLUSÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SITES APÊNDICES ANEXOS ii

8 Lista de tabelas Tabela 1 - SIM - Adaptado de LAUDON & LAUDON (2007) Tabela 2 - SIMP - Adaptado de LAUDON & LAUDON (2007) Tabela 3 - SIFC - Adaptado de LAUDON & LAUDON (2007) Tabela 4 - SIRH - Adaptado de LAUDON & LAUDON (2007) Tabela 5 - Estágios de Informatização. Adaptado de Laurindo e Rotondaro Tabela 6 - Relação de softwares e máquinas - Administração Tabela 7 - Relação de softwares e máquinas - Laboratório de Informática Tabela 8 - Desempenho dos BDs - adaptado de 45 Tabela 9 - APÊNDICE 1 CRONOGRAMA DAS AULAS E ANOTAÇÕES Tabela 10 - APÊNDICE 2 - ENTREVISTA SOBRE O SITE i

9 Lista de figuras Figura 1 Sistema adaptado de côrtes (2008)... 5 Figura 2 Dados transformados em informações pelo sistema adaptado de côrtes (2008) 6 Figura 3 - Dados transformados em informação e Feedback adaptado de laudon & laudon (2007)... 7 Figura 4 - Modelo de SI (ERP) - Adaptado de CÔRTES(2008)... 8 Figura 5 Arquitetura ponto a ponto. adaptado de CORREIA, SANTOS, MACEDO e SANTOS(2007)... 9 Figura 6 - Arquitetura cliente servidor. adaptado de CORREIA, SANTOS, MACEDO e SANTOS(2007)... 9 Figura 7 - Firewall corporativo. adaptado de LAUDON & LAUDON(2007) Figura 8 - Componentes do ERP da DAtaSUL, fonte: 18 Figura 9 - Estrutura típica de funcionamento de um sistema ERP. Adaptado de DAVenport, Figura 10 - BD e SGBD Adaptado de Turban e Efraim (2004) Figura 11 - MER de um BD Figura 12 - Conversão do conhecimento. adaptado de Nonaka & takeuchi (1997) Figura 13 - Distribuição do número de alunos por ano (série) Figura 14 - Alunos / salário de professor Figura 15 - Projeto I do site do colégio Figura 16 - Acessibilidade ao site, Rede social e Wiki Figura 17 - Tele do usuário da wiki. Facilidade, usabilidade e boa IHM Figura 18 - Área de ciscussão da wiki. Sem necessidade de conhecimentos técnicos Figura 19 - Diagrama de rede do colégio Figura 20 - Modelo do sistema integrado Figura 21 - MER (modelo de entidade relacional) proposto para a primeira fase Figura 22 - MER (modelo de entidade relacionamento) para primeira fase Figura 23 - Vistas internas do laboratório e do Roteador Figura 24 - Questionários da diretoria ii

10 Lista de abreviaturas BD: Banco de Dados. CPU: Central Proccess Unit. EDI: Eletronic Data Interchange. ERP: Enterprise Resource Planning. IHC: Interface Homem Computador. IHM: Interface Homem Máquina. LAN: Local Area Network. MAN: Metropolitan Area Network. MER: Modelo de Entidade Relacional. PLM: Product Lifecycle Management. SaaS: Software as a Service. SC: Sistema de Conhecimento. SI: Sistema de Informação. SIM: Sistema de Informação em Marketing. SIMP: Sistema de Informação de Manufatura e Produção. SIFC: Sistema de Informação Financeiros e Contábeis. TRH: Teoria das Relações Humanas. WAN: Wide Area Network. WEP: Wired Equivalent Privacy. Wi-Fi: Wireless Fidelity. WPA: Wi-Fi Protected Access. iii

11 Resumo O objetivo deste trabalho é demonstrar como um sistema de informação eficaz pode transformar e influenciar o sistema de educação para escolas do ensino fundamental e médio, ao agregar valor para os stakeholders de um colégio e no atendimento de suas necessidades, seja dos alunos, responsáveis, profissionais do colégio e direção. O método utilizado para seu desenvolvimento foi a pesquisa empírica vivenciada em sala de aula com uso de técnicas de questionários e exercícios práticos. Os resultados aqui discutidos demonstram que uma nova metodologia de ensino, apoiada pela informação com uso adequado da tecnologia podem agregar maior valor de aprendizado aos alunos, munir de informações os professores, direção e os responsáveis no auxílio à tomada de decisão. Concluímos que nesta Era da informação e do conhecimento, o simples fornecimento de destes itens para o educando não bastam, pois o conseguem facilmente com a Internet. Com o uso da gestão do conhecimento é que se torna possível a aplicação desta nova metodologia. Palavras-chave: Sistema de Informação, Sistema de Gestão, Gestão do Conhecimento, Educação e Tecnologia. iv

12 Abstract The objective is to demonstrate how an effective information system can transform and influence the education system for elementary schools and high school, by adding value to the stakeholders of a college and meet their needs, whether students, officers, the college and professional direction. The method used for its development was the empirical research experienced classroom techniques with the use of questionnaires and practical exercises. The results discussed here demonstrate that a new teaching methodology, supported by information with appropriate use of technology can add greater value of learning to students, equip teachers for information, direction and responsibility in assisting in the decision-making. We conclude that in this era of information and knowledge, the mere provision of these items for the student not enough because the Internet can easily. With the use of knowledge management is that it is possible to apply this new methodology. Keywords: Information System, Management System, Knowledge Management, Education and Technology. v

13 1. INTRODUÇÃO 1.1. Contextualização e motivação Este trabalho pretende demonstrar com o estudo de caso colégio XBrito de Guarulhos, São Paulo, como os Sistemas de Informação (SI) contribuem para a gestão do conhecimento e a tomada de decisão no ensino. O Colégio XBRITO de Guarulhos, funcionando desde 1988, em substituição ao colégio Claretiano de Guarulhos (fundado em 1949), era ligado a principal universidade da cidade. Sua filosofia é de permitir a total participação do aluno no processo de ensino-aprendizagem, transformando-o em um elemento ativo que consiga criar, questionar, discutir e desenvolver assuntos de interesse, paralelamente ao conteúdo programático das disciplinas. Sua missão é: Ser o principal colégio de ensino fundamental e médio do município de Guarulhos, com firme propósito de manter a solidez no processo de ensinoaprendizagem. A visão: Tornar-se, em cinco anos, a melhor instituição privada provedora de qualidade no ensino fundamental e médio do município. Seus valores: Igualdade: Todos são iguais perante a sociedade, com os mesmos direitos e deveres e serão possuidores do melhor conhecimento. Qualidade: O ensino e a vivência escolar são conduzidos de modo a criar as melhores oportunidades para que os alunos desenvolvam-se culturalmente, politicamente, socialmente, humanisticamente e profissionalmente no futuro. Na Era da informação e do conhecimento a criação de sistemas colaborativos para a disseminação dos dados e das informações individuais pode se tornar um dos maiores diferenciais para o conhecimento coletivo, em especial no ambiente 1

14 educacional, considerando que um dos motivadores para a busca do conhecimento e o crescimento deste são o conteúdo e a objetividade com que se obtém. Nesta Era, a variável é o acesso à informação, o que leva as pessoas irem diretamente ao ponto de busca e não mais ao conhecimento aprofundado do assunto. Os mecanismos de busca da Internet providenciam a informação direta ao ponto procurado e com a facilidade de busca textual, encontrar o desejado é rápido e direto, levando obviamente à leitura independente da ordem de escrita, mas na ordem de interesse. Com o ensino que parte da teoria para a prática, sua absorção é baixa e na maioria dos casos pode nem haver compreensão dos ensinamentos, e como proposta, a elaboração de um sistema que permita a pesquisa direcionada do conhecimento desejado e o próprio aluno poderá contribuir com novos conhecimentos. Como será demonstrada, a proposta é a construção de um sistema de informação que combine com a filosofia, missão, visão e valores do colégio, para que a cultura organizacional tenha rápida adaptação e aceitação, bem como faça com que a tradição do colégio perdure e não se perca o foco nem seus valores conhecidos Objetivos e estrutura do trabalho O objetivo deste trabalho é auxiliar na compreensão da influência dos sistemas de informação na tomada de decisão, administração organizacional e dos alunos e responsáveis, e auxiliar ao ensino propondo uma metodologia diferenciada, ao incentivar o aluno com uso do SI na busca de informações construídas por profissionais do ensino e complementada pelos alunos. No capítulo 2 é apresentado o embasamento teórico para melhor compreensão dos termos apresentados, bem como base para a discussão apresentada no capítulo 4, onde os resultados obtidos poderão ser analisados. O foco do capítulo 3 é a descrição da metodologia da pesquisa e finalmente, no capítulo 5 as conclusões obtidas com o trabalho. 2

15 2. REFERENCIAL TEÓRICO Neste capítulo serão apresentadas as teorias referentes a cada área de estudo como administração auxiliada por SI, SI nas instituições de ensino fundamental e as redes para elas, Interface Homem Máquina (IHM) para escolas, Segurança em SI escolar, Sistemas Integrados de Administração Acadêmica, Banco de Dados escolar e Gestão do Conhecimento escolar Fundamentos de Administração e Informática Segundo CHIAVENATO (2003) a palavra Administração vem do latim ad (direção) e minister (subordinação) e significa àquele que realiza uma função sob comando de outra pessoa, isto, presta serviço a outro, ainda segundo este autor, é também considerado o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar recursos para obtenção de um objetivo organizacional, porém, seu conceito varia de autor para autor, e de acordo com a escola ou teoria considerada. Segundo FERREIRA (1988), administração é a ação de administrar. Gestão de negócios públicos ou particulares. Governo, regência. Conjunto de princípios, normas e funções que têm por fim ordenar os fatores de produção e controlar sua produtividade e eficiência, para se obter determinado resultado. Administrar é o ato de trabalhar com e por meio de pessoas para realizar os objetivos tanto da organização quanto de seus membros (FERREIRA, 1988). No entanto, existem vários autores que conceituaram administração, conforme segue: Para FOLLET apud CHIAVENATO (2003), Administração é A arte de se conseguir que as pessoas façam as coisas, já para CHIAVENATO (2003), Administração é A condução racional das atividades de uma organização, seja ela lucrativa ou não, FAYOL apud CHIAVENATO (2003) define como A atividade de prever, organizar, comandar, coordenar e controlar. Procura-se aqui a definição de administração desde a estrutura, sua lógica de funcionamento e as pessoas, que para a Visão das Teorias Comportamentais define Administração como Alcançar objetivos através das pessoas e com as pessoas. (CHIAVENATO 2003). Entende-se essa definição como a mais abrangente, pois engloba as demais. São as pessoas que constituem as organizações e quando falamos em condução 3

16 racional estamos falando em conduzir pessoas de forma racional. Estas pessoas irão operacionalizar os ativos, as máquinas e os equipamentos; elas irão lidar com os clientes e demais elementos do sistema maior no qual se insere a empresa. O administrador lida e se confronta com dilemas entre necessidades humanas e organizacionais face aos seus interesses conflitantes, age, portanto como mediador no afã de atingir os objetivos da organização, do sistema pelo qual responde. Segundo SOUKI e ZAMBALDE (2007), os sistemas de informação podem ser definidos como um conjunto inter-relacionado de componentes (hardware, software e pessoas) trabalhando para coletar, armazenar e processar dados, com o objetivo de gerar, analisar e distribuir informações úteis para controlar, coordenar e dar suporte às decisões, tanto em nível de organizações quanto de cadeias produtivas, assim sendo, podemos adaptar as teorias administrativas para explicar os componentes de um sistema de informações Hardware Tecnologia incorporada A Teoria da Contingência (busca flexibilidade e agilidade) baseia-se na premissa da inexistência de um modelo que se adapte a todas as empresas em todas as circunstâncias, pois as mudanças ocorrem nos sistemas em função do impacto de determinados tipos de ocorrências. As organizações precisam ser sistematicamente ajustadas às condições ambientais (CHIAVENATO 2003) Software Tecnologia não incorporada A Gestão do Conhecimento é um processo onde a organização consciente e sistematicamente captura, organiza e compartilha o conhecimento. Em se tratando de empresas de software, geralmente o objetivo está ligado a inovação e criatividade no desenvolvimento de novos produtos, a agilidade no desenvolvimento e a qualidade do produto final gerado. A Gestão do Conhecimento contribui para alcançar os objetivos de negócio definidos pelas estratégias organizacionais da empresa (CHIAVENATO 2003). 4

17 Peopleware pessoas A Teoria das Relações Humanas visa humanizar a empresa, dando importância aos grupos. O comportamento humano é influenciado pelas atitudes e normas informais existentes nos grupos dos quais participa, porém, segundo a TRH os elementos emocionais não planejados e irracionais do comportamento humano merecem especial atenção (CHIAVENATO 2003) Sistemas de Informação Um sistema de informação pode ser definido tecnicamente como um conjunto de elementos inter-relacionados que coletam (ou recuperam), processam armazenam e distribuem informações destinadas a apoiar a tomada de decisões, à coordenação e ao controle, esses sistemas também auxiliam os gerentes e trabalhadores a analisar problemas, visualizar assuntos complexos e criar novos produtos. Laudon & Laudon (2007). Para ALBERTÃO (2005) apud CÔRTES (2008), é um sistema de elementos ou componentes inter-relacionados, numa ordem específica que coletam (entrada), manipulam (processamento), disseminam (saída) os dados e informações e fornecem um mecanismo de feedback (retroalimentação). Essas informações são então utilizadas pelos usuários para a tomada de decisões. Veja a figura 1. Entrada Dados Processamento Classificar, filtrar e organizar. Saída Informações FIGURA 1 SISTEMA ADAPTADO DE CÔRTES (2008) A partir dessas definições, é possível então perceber como é um sistema de informação, no entanto ainda é preciso definir o que são dados e informações, sendo que para CÔRTES (2008) os dados São uma sucessão de fatos brutos, que não foram organizados, processados, relacionados, avaliados ou interpretados, representando apenas partes isoladas de eventos e informação é Quando os dados passam por algum relacionamento, avaliação, interpretação ou organização, como demonstrado na figura 2 a síntese de dados, informação e sistema de informação. 24⁰ 28 de Setembro São Paulo/SP 10 h 17 min. Entrada Dados Processamento Classificar, filtrar e organizar. 5 Saída Informações Em São Paulo, no dia 28 de Setembro, às 10 h e 17 min estava fazendo 24⁰.

18 FIGURA 2 DADOS TRANSFORMADOS EM INFORMAÇÕES PELO SISTEMA ADAPTADO DE CÔRTES (2008) No capítulo 2.4, irá demonstrar sobre Interface homem máquina, mas para tanto, é preciso conhecer um pouco sobre os atributos da informação. CÔRTES (2008) afirma que os sistemas podem fornecer informações de diferentes qualidades e isso pode implicar na qualidade do sistema e seu sucesso no uso por seus usuários, como veremos: Nível de utilização: atributo que indica a quantidade de vezes que a informação é utilizada; Facilidade de acesso: qual a facilidade de encontrar uma determinada informação; Velocidade: a informação deverá ser fornecida na velocidade necessária à resolução de um problema ou tomada de decisão; Qualidade: característica superior ou atributo distintivo positivo que faz uma informação ou um sistema de informações se sobressair em relação a outros. Atualidade: a informação apresentada é atual ou condizente com o momento presente; Exatidão: que não contém erro, transmitindo fatos com rigor; Precisão: capacidade de lidar com valores numéricos tais como eles se apresentam originalmente; Economia: a informação deve conter apenas o que for importante, suprimindo o que for desnecessário; Integralidade: a informação deverá conter tudo o que for necessário à tomada de decisão; Inteligibilidade: uma informação deverá ser compreensível ao usuário; Como é possível notar, um SI precisa obedecer estes atributos da informação. Ao observar os itens economia e integralidade, quase opostos, pode-se interpretar como a informação deve ser disponibilizada em partes, sendo assim, o usuário deverá ter a informação do estritamente desejado para a tomada de decisão e caso haja necessidade, acesso a informação integral. Outro ponto importante é a 6

19 inteligibilidade da informação, pois a informação deve estar em linguagem compreensível ao usuário. Numa escola do ensino fundamental, a linguagem utilizada deve ser a do aluno, assim sendo, os textos devem ser diretos ao ponto de busca e simples de compreender por estes. Como é apresentado no capítulo 2.8 (Gestão do conhecimento escolar), para que se construa o conhecimento, é preciso que o sistema tenha um meio de controle, ou feedback, que segundo LAUDON & LAUDON(2007), é a saída que retorna a determinados membros da organização para ajudá-los a avaliar ou corrigir o estágio de entrada.. Veja como os dados se transformam em informações e o feedback pode retro-alimentar um sistema na figura Detergente 1, Café 2, Maçã 2, Detergente 1, Sorvete 9, Detergente 1,30 Feedback Nº Item: 331 Descrição: Detergente Unid. vendidas: R$: 9.302,80 Vendas da loja: R$ ,62 Contribuição: 0,02% FIGURA 3 - DADOS TRANSFORMADOS EM INFORMAÇÃO E FEEDBACK ADAPTADO DE LAUDON & LAUDON (2007) Ao transformar dados em informações e retro-alimentar os dados com as interpretações das informações, instantaneamente obtêm-se novo dados e de valor agregado o que poderá criar um sistema gerador de conhecimento pois realizará a combinação entre dados diferentes e informações distintas. Neste caso, o feedback poderá ser realizado não apenas na própria área como também em áreas distintas, corroborando com os autores LAUDON & LAUDON. A figura 4 demonstra um modelo de Sistema Integrado. 7

20 FIGURA 4 - MODELO DE SI (ERP) - ADAPTADO DE CÔRTES(2008) Como é possível analisar a partir do modelo e das afirmações de LAUDON & LAUDON(2007), a transformação dos dados em informações e o feedback destas em outras áreas é que podem transformar um Sistema Integrado (SI) em um Sistema de Conhecimento (SC). Finalmente, a partir de CÔRTES (2008) e BEAL (2007), conhecimento é o discernimento entre várias informações e também se acrescentam dados históricos, é a combinação de informação contextual, experiência, insight. São difíceis de 8

21 estruturar, de capturar em máquinas e de difícil transferência. A interpretação dos dados geram informações, retro-alimentar os dados com essas informações e relacioná-los dentro de diferentes pontos da organização geram conhecimento Redes O que é uma rede de computadores? Segundo LAUDON & LAUDON(2007), um rede consiste em um ou mais computadores conectados. A partir de CORREIA, SANTOS, MACEDO e SANTOS(2007), as redes serviam não apenas para interligar computadores, mas também para compartilhamento de recursos lógicos como processamento e físicos, como armazenamento, impressão e outros periféricos. Para estas redes, segundo MATTOS (2005), As duas maneiras mais comuns de ligar computadores entre si por meio da arquitetura cliente-servidor e da arquitetura ponto a ponto como mostrado nas figuras 5 e 6. FIGURA 5 ARQUITETURA PONTO A PONTO. ADAPTADO DE CORREIA, SANTOS, MACEDO E SANTOS(2007) FIGURA 6 - ARQUITETURA CLIENTE SERVIDOR. ADAPTADO DE CORREIA, SANTOS, MACEDO E SANTOS(2007) Existem vários tipos de redes, sendo que para CORREIA, SANTOS, MACEDO e SANTOS(2007) podem ser classificadas quanto ao tamanho ou escala: 9

22 LAN (Local Area Network) são redes privadas que contêm apenas alguns quilômetros de extensão; MAN (Metropolitan Area Network) são redes que possuem a extensão de uma cidade podendo ser públicas ou privadas; WAN (Wide Area Network) é a rede geográficamente distribuída, abrange uma grande área geográfica, como um país ou um continente. Ainda para estes autores, um protocolo é um conjunto de regras sobre o modo de como se dará a comunicação entre as partes envolvidas. Entre diversos protocolos, aqui serão estudadas duas arquiteturas de protocolos, o TCP/IP e o WAP. Segundo LAUDON & LAUDON (2007), protocolo é um conjunto de regras e procedimentos que comanda a transmissão de informações entre dois pontos de uma rede., Hoje, porém, as redes corporativas casa vez mais utilizam um padrão único, universal e comum chamado Transmission Control Protocol/Internet Protocol (TCP/IP). Ainda segundo os últimos autores, O TCP/IP usa um conjunto de protocolos, sendo os principais deles o TCP e o IP[...] O TCP estabelece uma conexão entre os computadores, sequencia a transferência de pacotes e reconhece os pacotes enviados[...] O IP é o responsável pela entrega dos pacotes e inclui a desmontagem e a remontagem dos pacotes durante a transmissão. Segundo DIAS(2000), O datagrama de WAP protocolo (WDP) é a camada de transporte que envia e recebe mensagens por qualquer rede de portador disponível. Os meios de transmissão utilizados podem ser por meio guiado como cabos e fibras ópticas e não guiados como rádio e sistemas celulares, conforme CORREIA, SANTOS, MACEDO e SANTOS(2007). Com a disseminação cada vez maior dos celulares, principalmente no meio estudantil, alguns problemas são enfrentados, nos casos de privacidade e segurança. Os celulares ao serem detectados pela rede podem ter seu conteúdo exposto e permitir a troca de informações indesejáveis, principalmente durante provas e trabalhos, que será amplamente demonstrado no capítulo 2.5, Segurança em SI. Além do estudo da segurança, estabelecer corretamente os meios de transmissão é fundamental para que se alcance as metas do colégio e que se crie um meio propício para um ambiente tecnológicamente avançado, como visa a 10

23 escola. O desempenho da rede é de grande importância para o sucesso da proposta, assim, deve-se conhecer sobre a Banda Passante e a Latência dela. Conforme CORREIA, SANTOS, MACEDO e SANTOS(2007), a Banda Passante também é conhecida como largura de banda, esta medida é dada em função do número de bits que pode ser transmitido sobre a rede em um certo período de tempo. A Latência, ainda segundo aqueles autores, corresponde a quanto tempo uma mensagem leva para ser transferida de um lado para outro da rede. [...] O desempenho de uma rede é função da latência e da largura de banda rede. A importância individual de cada parâmetro depende logicamente de sua aplicação Meios físicos Toda rede depende de um meio de transmissão, seja por cabos, rádio, fibra óptica ou outros, o que determina a escolha é a capacidade de transmissão, ou seja, o estudo da necessidade de velocidade de resposta da rede, como demonstrado em Largura de Banda e Latência. Para a comunicação, os meios aqui estudados serão o par trançado e os meios de transmissão sem fio. Segundo LAUDON & LAUDON (2007), par trançado é um meio de transmissão mais antigo que consiste em fios de cobre trançados aos pares. e A transmissão sem fio baseia-se em sinais de rádio de frequência variada. Ainda é necessário saber sobre as topologias de rede. Para LAUDON & LAUDON(2007), Na topologia estrela, todos os dispositivos da rede estão conectados a um único hub. Na topologia barramento, uma estação transmite sinais que viajam em ambas direções ao longo de um único segmento de transmissão. Todos os sinais são transmitidos em ambas as direções para toda rede. E a topologia anel, conecta os componentes de rede em um círculo fechado. As mensagens passam de um computador para outro em uma única direção ao longo do círculo, e apenas uma estação de cada vez pode transmitir dados Interface Homem Máquina (IHM) 11

24 Para ZAMBALDE e ALVES(2007), interface homem-máquina (IHM) compreende os comportamentos do usuário (ser humano) e as características e facilidades do sistema (desenvolvimento ou design e documentação), do equipamento (hardware) e do ambiente (aspectos físicos e impactos da informatização). Para SOUZA(1999) apud ZAMBALDE e ALVES(2007), é necessário analisar os seguintes pontos de estudo do IHM: projeto (design) e desenvolvimento de componentes de hardware e software: equipamentos de entrada e saída, softwares básicos, ambientes gráficos e virtuais; estudo do usuário: capacidades e limitações físicas e cognitivas; desenvolvimento de sistemas interativos: novos modelos no processo de desenvolvimento de softwares interativos e baseados em hipermídia; análise de domínio e de aspectos sociais e organizacionais: impactos sobre o indivíduo e a organização, comportamentos organizacionais, impactos sobre o ambiente de tarefas; engenharias: engenharia de software, engenharia cognitiva, engenharia semiótica, engenharia de sistemas e engenharia de produção. Além da IHM, é necessário estudar a usabilidade, pois além da interface, o modus operandi do usuário deve atender a uma maioria para se obter o sucesso so sistema. Para CYBIS, BETIOL e FAUST (2007), Usabilidade é a qualidade que caracteriza o uso dos programas e aplicações. Assim ela não é uma qualidade intrínseca de um sistema, mas depende de um acordo entre as características de seus usuários ao buscarem determinados objetivos, ou seja, entende-se que o usuário é a primeira peça que deve opinar sobre a usabilidade de uma interface. Para NIELSEN(1994) apud CYBIS, BETIOL e FAUST (2007), é preciso seguir 10 princípios heurísticos do IHC (Interface Homem-Computador), que seguem: visibilidade do estado do sistema; mapeamento entre o sistema e o mundo real; liberdade e controle ao usuário; consistência e padrões; 12

25 prevenção de erros; reconhecer em vez de relembrar; flexibilidade e eficiência de uso; design estético e minimalista; suporte para o usuário reconhecer, diagnosticar e recuperar erros; ajuda e documentação. Para BASTIEN & SCAPIN (1993) apud CYBIS, BETIOL e FAUST (2007), eles propuseram um conjunto de oito critérios ergonômicos principais. O objetivo de tal sistema é o de minimizar a ambiguidade na identificação e classificação das qualidades e problemas ergonômicos do software interativo. Seus principais pontos são: Condução A condução visa favorecer principalmente o aprendizado e a utilização do sistema por usuários novatos. Neste contexto, a interface deve aconselhar, orientar, informar e conduzir o usuário na interação com o sistema Carga de trabalho Este critério principal se aplica a um contexto de trabalho intenso e repetitivo, no qual os profissionais que operam o sistema precisarão de interfaces econômicas sob o ponto de vista cognitivo e motor, isto é, que lhes economizem leitura e memorização desnecessárias, assim como deslocamentos inúteis e repetição de entradas Controle explícito Este critério se aplica em particular às tarefas longas e sequenciais e nas quais os processamentos sejam demorados. São situações delicadas, nas quais a falta de controle do usuário sobre as ações do sistema pode implicar perda de tempo e de dados. Quando os usuários definem explicitamente suas entradas, e quando estas estão sob controle, os erros e as ambiguidades são limitados Adaptabilidade 13

26 A adaptabilidade é uma qualidade particularmente esperada em sistemas em que o público-alvo é vasto e variado. Nestes casos, fica evidente que uma única interface não pode atender plenamente a todos os diferentes tipos de usuários Gestão de erros Este critério se aplica em todas as situações, em particular quando as ações dos usuários estiverem sujeitas a erros de grande responsabilidade, envolvendo a perda de dados, dinheiro ou colocando em risco a saúde de pessoas. De maneira geral, pode-se dizer que as interrupções provocadas pelos erros têm consequencias negativas sobre a atividade do usuário, prolongando as transações e perturbando o planejamento. Quanto menos erros acontecerem, menos interrupções ocorrerão e melhor será o desempenho do usuário Homogeneidade/consistência Este é um critério que se aplica de forma geral, mas em particular quando os usuários são novatos ou intermitentes. Diante de uma tela desconhecida, eles tentarão empregar estratégias desenvolvidas na interação com outras telas de um mesmo software Significado de códigos e denominações Assim como o critério anterior, este se aplica de forma geral, mas são os usuários novatos ou intermitentes que mais tirarão proveito de códigos e denominações bem escolhidos. Os mais experientes podem já ter se acostumado aos problemas de linguagem das interfaces (conhecer seus significados por experiência própria) Compatibilidade O critério compatibilidade favorece tanto o aprendizado como a utilização eficiente do sistema por usuários experientes em suas tarefas. Embora este critério não preveja subdivisões pelos seus autores, pode ser mais bem entendido a partir de três perspectivas de compatibilidade: a compatibilidade com o usuário, a compatibilidade com a tarefa (ou a maneira como ele realiza a tarefa) e a 14

27 compatibilidade com o ambiente (com outros sistemas rodando em um mesmo ambiente operacional) Segurança em SI Para BATISTA(2006), Os computadores, normalmente, tornam algumas vulnerabilidades da organização mais acentuadas em comparação ao processo manual, A segurança é necessária em todo e qualquer computador que possibilite, ou não, acesso a redes externas, é imposta para minimizar os prejuízos da organização por paralizações não esperadas, garantir a qualidade dos dados inseridos e das informações geradas [...] uma política de segurança para as informações da organização normalmente está associada à preocupação de ataques externos, essa preocupação apesar de válida, não representa o maior perigo relacionado a problemas com seu patrimônio virtual. Segundo a Módulo Security Solutions S.A., 53% dos problemas com segurança da informação nas empresas são causados por funcionários insatisfeitos. Para LAUDON & LAUDON (2007), Política de segurança é uma declaração que estabelece uma hierarquia para os riscos de informação e identifica metas de segurança aceitáveis, assim como os mecanismo para atingí-las. Para ALVES e ZAMBALDE(2007), Uma importante questão no fornecimento de segurança vem do fato de que as proteções necessárias para sua garantia demadam recursos financeiros. Assim, para oferecer segurança, usando recursos financeiros de forma eficaz, é preciso considerar certos fatores, como valor, ameaça, vulnerabilidade, impacto e riscos (RAMOS et al., 2006). Além das ações humanas, é necessário conhecer sobre as ações dos programas, códigos e técnicas maliciosas. Para isto, existem diversas ferramentas que auxiliam na segurança, que para LAUDON & LAUDON(2007), seguem: ferramentas de controle de acesso: entenda-se todo o conjunto de políticas e procedimentos que uma empresa usa para evitar acesso indevido a seus sistemas por pessoas não autorizadas dentro e fora da organização; firewalls: firewall é uma combinação de hardware e software que controla o fluxo de tráfego que entra ou sai da rede; 15

28 sistemas de detecção de invasão e software antivirus: são ferramentas de monitoração contínua instaladas nos pontos mais vulneráveis de redes corporativas, a fim de detectar e inibir invasores; Software antivírus e antispyware: é projetado para verificar sistemas de informação e drivers, a fim de detectar a presença de vírus de computador; Interne Firewall externo Firewall interno rede regras 16

29 FIGURA 7 - FIREWALL CORPORATIVO. ADAPTADO DE LAUDON & LAUDON(2007) Segurança em redes sem fio Como demonstrado no capítulo 2.3. Redes, a rede é a comunicação entre no mínimo 2 computadores e a tecnologia sem fio é o meio de comunicação entre eles, que neste caso é via rádio. Neste caso, a segurança, para LAUDON & LAUDON(2007), o protocolo WEP(Wired Equivalent Privacy) oferece alguma margem de segurança se os usuários de Wi-Fi se lembrem de ativá-lo. Os fornecedores de equipamento Wi-Fi vêm desenvolvendo padrões de segurança novos e mais sólidos. O grupo setorial denominado Wi-Fi Alliance lançou uma especificação de Acesso Protegido a Wi-Fi (Wi-Fi Protected Access WPA) que funcionará com futuros produtos de LAN sem fio e poderá atualizar os equipamentos que usam o b. O WPA melhora a criptografia de dados, pois substituti as chaves criptográficas estáticas usadas no WEP por chaves mais longas, de 128 bits, que mudam continuamente, sendo dessa forma mais difíceis de serem quebradas. Para reforçar a autenticação do usuário, o WPA oferece um mecanismo baseado no Protocolo de Autenticação Extensível (Extensible Authentication Protocol EAP) que funciona com servidores de autenticação central, os quais autenticam cada usuário antes que ele possa conectar-se à rede Software mal-intencionado: vírus, worms, cavalos de Tróia e spywares Para LAUDON & LAUDON(2007), Programas de software mal-intencionado são designados malwares e incluem uma variedade de ameaças, tais como vírus de computador, worms e cavalos de Tróia.. Vírus de computador é um programa de software espúrio que se anexa a outros programas de software ou arquivos de dados a fim de ser executado, normalmente, os vírus passam de computador para computador quando os humanos executam determinada ação, podendo ser benígnos ou malígnos. Os worms são programas de computador independentes que copiam a si mesmos de um computador para outro por meio de uma rede, destroem dados e programas, assim como prejudicam e até interrompem o funcionamento de redes de computadores. Cavalo de Tróia é um software que parece benigno, mas depois faz algo diferente do esperado. O Cavalo de Tróia em si não é um vírus, porque não se replica, mas é muitas vezes uma porta para que vírus ou outros códigos mal-intencionados entrem no sistema. Os spywares instalam-se 17

30 nos computadores para monitorar a atividade do internauta e usar as informações para fins de marketing Sistemas Integrados Sistemas integrados para LAUDON & LAUDON(2007), integram múltiplos processos de negócios, já para MATTOS(2005), Os Sistemas Integrados receberam o pomposo nome de ERP (enterprise resource plannig), isto é, Planejamento dos Recursos da Empresa. Mas, na realidade, quem faz o planejamento dos recursos são as pessoas, e não as máquinas, de outro lado, Sistema Integrado ou ERP para SOUZA (2004), é um termo genérico para um conjunto de atividades executadas por um software multi-modular, que tem por objetivo auxiliar o fabricante ou gestor de uma empresa nas importantes fases do seu negócio, Tipicamente, um sistema ERP usa ou está integrado a uma base de dados relacional. E por fim, para Gartner Group apud CÔRTES(2007), os sistemas ERP deveriam incluir módulos de contabilidade, finanças, vendas e distribuição, recursos humanos, gerenciamento de materiais, dentre outros, todos eles trabalhando de maneira integrada. Então, pode-se concluir que um Sistema Integrado ou ERP é um sistema integrador de dados e processos. FIGURA 8 - COMPONENTES DO ERP DA DATASUL, FONTE: 18

31 FIGURA 9 - ESTRUTURA TÍPICA DE FUNCIONAMENTO DE UM SISTEMA ERP. ADAPTADO DE DAVENPORT, Um sistema integrado pode também ser conhecido como sistema de informação. Para LAUDON & LAUDON (2007) as empresas investem em sistemas de informação para atender aos seguintes objetivos organizacionais: Atingir a excelência operacional (produtividade, eficiência e agilidade); Desenvolver novos produtos e serviços; Estreitar o relacionamento com o cliente e atendê-lo melhor; Melhorar a tomada de decisão (em termos de precisão e velocidade); Promover a vantagem competitiva; Assegurar a sebrevivência. Existem diversos tipos de sistemas de informação e ainda segundo os últimos autores, Nenhum sistema isolado consegue fornecer todas as informações de que uma organização necessita. Abaixo são demonstrados alguns tipos de sistemas de informação, nas tabelas de 1 a 4. Sistemas de Informação em Marketing (SIM) Sistema Descrição Grupos atendidos Processamento de pedidos Análise de preços Previsão de tendências de vendas Registra, processa e acompanha pedidos Determina preços para produtos e serviços Prepara previsões quinquenais de vendas TABELA 1 - SIM - ADAPTADO DE LAUDON & LAUDON (2007) Gerência operacional Gerência média Gerência sênior Sistemas de Informação de Manufatura e Produção SIMP 19

32 Sistema Descrição Grupos atendidos Controle de maquinário Controla os movimentos Gerência operacional das máquinas e equipamentos Planejamento de Decide quando e em que Gerência média produção quantidade os produtos devem ser produzidos Localização de instalações Decide onde montar novas instalações industriais Gerência sênior TABELA 2 - SIMP - ADAPTADO DE LAUDON & LAUDON (2007) Sistemas de Informação Financeiros e Contábeis SIFC Sistema Descrição Grupos atendidos Contas a receber Relaciona as contas a Gerência operacional receber Orçamento Prepara orçamento de Gerência média curto prazo Planejamento de lucros Planeja lucros de longo prazo Gerência sênior TABELA 3 - SIFC - ADAPTADO DE LAUDON & LAUDON (2007) Sistemas de Informação de Recursos Humanos SIRH Sistema Descrição Grupos atendidos Treinamento e Acompanha a Gerência operacional desenvolvimento capacitação, as habilidades e as avaliações de desempenho dos funcionários Análise de remuneração Monitora as faixas e a Gerência média distribuição das comissões, dos salários e dos benefícios Planejamento de recursos Planeja as necessidades Gerência sênior 20

33 humanos de longo prazo da organização quanto aos recursos humanos TABELA 4 - SIRH - ADAPTADO DE LAUDON & LAUDON (2007) Para LAURINDO E ROTONDARO (2008), as organizações possuem os seguintes estágios de informatização: Iniciação Contágio Controle Integração Estágio Administração de dados Maturidade Característica Os primeiros computadores são adquiridos. O que caracteriza esta fase é a mecanização dos processos. Diversas áreas aderem o uso dos computadores. As características desta fase são os altos e descontrolados gastos da área de TI, muitas vezes inexistentes. Definição de processos e softwares adequados à organização. As características desta fase são o estabelecimento da área de TI e suas políticas, bem como orçamentos e processos rígidos. Conversão de processos em Banco de Dados. Adoção de ERPs em que cada função por ele controlada. Resultados claros dos processos de informatização e economias, tempo, qualidade e outros itens ligados, mensuráveis. Uso estratégico dos ERPs, transações on-line, co-responsabilidade entre usuários e TI, participação dos usuários na construção do software. TABELA 5 - ESTÁGIOS DE INFORMATIZAÇÃO. ADAPTADO DE LAURINDO E ROTONDARO Para TURBAN e EFRAIM (2004), É inviável criar uma empresa do século 21 eficiente aplicando-se tecnologia de computador do século 20, que é orientada para a funcionalidade, pode-se entender como tecnologia do século 20, as empresas que estejam na fase até de Controle descrito por Laurindo e Rotondaro na tabela 10. Ainda segundo TURBAN e EFRAIM (2004), Sistemas funcionais, às vezes, não permitem que departamentos diferentes se comuniquem em uma linguagem comum Entende-se então como a passagem destas empresas ou organizações para a integração, administração de dados e maturidade. 21

34 2.7. Banco de Dados Para BROOKSHEAR (2005), O termo banco de dados (BD) refere-se a uma coleção de dados que é multidimensional, no sentido de conter ligações internas entre seus elementos, de modo que sua informação é acessível de várias perpectivas. Em outra visão, TEOREY, LIGHTSTONE e NADEAU (2007), banco de dados é uma coleção de dados armazenados inter-relacionados, que atende as necessidades de múltiplos usuários; uma coleção de tabelas no modelo relacional. Ainda segundo estes últimos autores, uma tabela é em um banco de dados relacional, a coleção de linhas (ou registros) de um único tipo (semelhante a um arquivo). E um arquivo é uma coleção de registros do mesmo tipo. Para TURBAN e EFRAIM (2004), Um banco de dados é um agrupamento lógico e organizado de arquivos inter-relacionados. Como é possível notar, as definições são semelhantes com pequenas distorções, TURBAN e EFRAIM (2004) complementam, Em um banco de dados, os dados são integrados e relacionados de tal forma que um conjunto de programas fornece acesso a todos os dados, eliminando muitos dos problemas associados com o ambiente de arquivos e concluem com Dessa forma, a redundância, o isolamento e inconsistência dos dados são minimizados e estes podem ser compartilhados por todos os usuários. No entanto, é preciso pensar que um banco de dados, conforme vimos no item 2.4, para um usuário acessar os dados de um banco de dados é preciso de um Sistema de Gerenciamento de Dados (SGBD), conforme TURBAN e EFRAIM (2004). O SGBD permite à empresa centralizar dados, gerenciá-los eficientemente e fornecer acesso aos dados armazenados através dos programas aplicativos. Veja a figura 10. Secretaria Programas de disciplinas Contabilidade Educação Física Programas de contabilidade Programas de esportes Sistema de gerenciamento de banco de dados FIGURA 10 - BD E SGBD ADAPTADO DE TURBAN E EFRAIM (2004) 22 Banco de Dados Arquivo das disciplinas/contab ilidade/esportes

35 Os primeiros bancos de dados eram em cascata, o segundo modelo, adotado nos sistemas integrados aqui mencionados, são os BDs relacionais, que para TURBAN e EFRAIM (2004), O modelo relacional é baseado nesse conceito simples de tabelas para tirar vantagem das características das linhas e colunas de dados, ainda, Em um banco de dados relacional, as tabelas são chamadas em relações, e o modelo é baseado na teoria matemática dos conjuntos e relações. Nesse modelo cada linha é equivalente a um registro e cada coluna de dados é equivalente a um campo. Na figura 11 é possível analisar um Modelo de Entidade Relacional (MER) de um BD. FIGURA 11 - MER DE UM BD Existem diversos programas, ou softwares, SGBDs como o Oracle Database 10g Express Edition, gratuito ou o Oracle Database Software, o Microsoft SQL Server 2008, MySQL, SQLite, entre outros, sendo que cada um tem seu objetivo e funções específicas, desde pequenos SGBDs para atendimento a pequenas empresas, como uma agenda ou cadastro de clientes, SGBDs para grandes empresas, para sistemas integrados e SGBDs para web. O que há em comum em 23

36 grande parte deles é a linguagem, neste caso, a SQL ou Structured Query Language. Um BD para estar em conformidade com o item 2.4 é preciso de um SGBD e a partir deste o desenvolvedor poderá criar uma interface para os usuários com linguagens de mais alto nível, como exemplo o site do Google, em que os usuários interagem com o BD através de um SGBD Gestão do Conhecimento são: Para CÔRTES (2008), as definições de dados, informação e conhecimento Dados: São sucessões de fatos brutos, que não foram organizados, processados, relacionados, avaliados ou interpretados, representando apenas partes isoladas de eventos, situações ou ocorrências. Constituem as unidades básicas, a partir das quais informações poderão ser elaboradas ou obtidas; Informação: Quando os dados passam por algum tipo de relacionamento, avaliação, interpretação ou organização, tem-se a geração de informação. A partir do momento que os dados são transformados em informações, decisões podem ser tomadas; Conhecimento: E a partir deste autor, pode-se entender que conhecimento é o discernimento entre informações. Conforme BUKOWITZ (2002), a gestão do conhecimento é o processo pelo qual a organização gera riqueza, a partir do seu conhecimento ou capital intelectual. Riqueza representada pelo benefício econômico, social, político ou ambiental conferido a um grande número de pessoas. Frequentemente o termo valor é usado com o mesmo significado. BUKOWITZ (2002) também destaca que o capital intelectual ou conhecimento é qualquer coisa valorizada pela organização que esteja contida nas pessoas, ou seja, derivada de processos, de sistemas e da cultura organizacional conhecimento e habilidades individuais, normas e valores, base de dados, metodologias, softwares, know-how, licenças, marcas e segredos comerciais. 24

37 Para ZABOT (2002), conhecimento é o ativo de produção mais importante diante dos ativos tradicionais de mão-de-obra, capital e tecnologia. Se antes o valor central era a produção em massa de mercadorias, valorizadas em sua materialidade, hoje o lugar central é ocupado pelas idéias, informações e códigos digitais, valorizados em sua imaterialidade produtora de inovação, criatividade e serviço. Terra (2003) entende que a gestão do conhecimento envolve necessariamente transdisciplinaridade: algo muito difícil de acontecer tanto no ambiente acadêmico como no empresarial. É preciso capacidade de abstração pra enxergar processos invisíveis de criação e uso de conhecimento. Para ele, a Gestão do Conhecimento deve se apoiar, idealmente, em sistemas inteligentes que serão acionados conforme as necessidades das pessoas e que também terão a capacidade de registrar e relacionar os aprendizados individuais à medida que estes ocorrem e são aplicados na prática, favorecendo verdadeiro aprendizado coletivo e o desenvolvimento de organizações estruturadas a partir dos pressupostos e requisitos da Era do Conhecimento. Para McFadden et al. (1999); Watson (1998) apud TURBAN e EFRAIM (2004), No contexto da tecnologia da informação, conhecimento é diferente de informação e dados. Enquanto que os dados são uma coleção de fatos, parâmetros e estatísticas, a informação são dados organizados ou processados, precisos e fornecidos no momento oportuno (ou seja, conclusões tiradas a partir de dados dentro do prazo de validade) e precisos (ou seja, com relação aos dados originais). Para TURBAN e EFRAIM (2004), Apesar de o conceito não ser recente [...], a gestão do conhecimento é uma nova forma de computação colaborativa. Para HIBBARD (1977) apud ZAMBALDE (2008), É o processo de busca e organização da experiência e do saber individual e coletivo da organização, em qualquer lugar em que se encontre, e de sua distribuição para onde houver maior retorno, e para BECKMAN (1999) apud ZAMBALDE (2008), É a formalização das experiências, conhecimentos e saberes individuais e coletivos, de forma que se tornem acessíveis para a organização e seus colaboradores, e estes possam criar novas competências, alcançar desempenho superior, desenvolver e utilizar novas tecnologias, promover a inovação e criar valor para os clientes. 25

38 A estruturação do conhecimento permite a resolução eficaz e eficiente de problemas, aprendizado dinâmico, planejamento estratégico e tomada de decisão. A gestão do conhecimento coloca a ênfase na identificação do conhecimento explicando-o de tal forma que possa ser compartilhado de modo formal e assim ter sei valor alavancado devido a sua reutilização. O sistema que torna a gestão do conhecimento disponível para toda a empresa chama-se sistema de gestão do conhecimento (KMS). (TURBAN e EFRAIM, 2004). As empresas criadoras de conhecimento, segundo Nonaka & Takeuchi (1997), são aquelas que criam, sistematicamente, novos conhecimentos, disseminando-nos pela organização inteira e os incorporam, rapidamente, a novas tecnologias e produtos. Tudo isso ocorre segundo um modelo de comprometimento pessoal e por meio de processos de conversão entre o conhecimento implícito e o explícito, envolvendo o indivíduo, o grupo, a organização e o ambiente. (ZAMBALDE, 2008). Polanyi (1958) foi o primeiro a conceituar e fazer uma distinção entre o conhecimento tácito e o conhecimento explícito de uma empresa. O conhecimento tácito geralmente está na área do aprendizado subjetivo, cognitivo e experimental. Já o conhecimento explícito lida com o conhecimento mais objetivo, racional e técnico [...] e é extremamente pessoal e difícil de ser formalizado. (Nonaka & Takeuchi apud TURBAN e EFRAIM, 2004). Conhecimento Tácito De Conhecimento Explícito Conhecimento tácito para conhecimento explícito Socialização Internalização Externalização Combinação FIGURA 12 - CONVERSÃO DO CONHECIMENTO. ADAPTADO DE NONAKA & TAKEUCHI (1997) Para TURBAN e EFRAIM (2004), Há séculos a relação mestre-aprendiz, devido à sua natureza experimental, tem sido uma forma lenta, mas segura de transferir conhecimento tácito de uma pessoa para outra. Quando as pessoas saem de uma empresa, elas levam seu conhecimento consigo. 3. METODOLOGIA 26

39 3.1. Tipo de pesquisa Para SEVERINO (1996), a pesquisa empírica se resume na trabalho de campo ou pesquisa em laboratório, com base na vivência. Ainda segundo este autor, o método é a compreensão mais ampla do raciocínio e técnica a mais restrita, a operacionalização, assim sendo, utilizou-se neste projeto a metodologia da pesquisa empírica, com uso da técnica descritiva a partir dos fenômenos observados Procedimentos metodológicos O procedimento adotado foi a aplicação de exercícios práticos anotados no anexo I, com uso da metodologia empírica, dentro do paradigma didático-positivista, durante as aulas de Processamento de Dados no Ensino Fundamental II (6º ao 9º anos), especificamente nos alunos do 7º ano A e B do Colégio XBRITO de Guarulhos, São Paulo, no período de 29/01/2009, no início do ano letivo à 02/12/2009, no fim do ano letivo. O 8º ano foi escolhido, pois possuía um volume grande de alunos, que permitia a criação de grupos e estudo de seus comportamentos. Os demais anos (6º, 7º e 9º) não foram escolhidos devido aos seguintes aspectos: Os alunos do 6º ano ainda estão com uma mentalidade próxima do Ensino Fundamental I, em que não se argumenta o estudo; O programa do 7º ano e a proposta de estudo não permitiria a conclusão do trabalho, pois ainda são pouco argumentativos; e Os alunos do 9º ano estão numa fase em que poderiam argumentar e encontrar meios de não realizar o estudo da forma proposta, comprometendo a qualidade do trabalho. Durante o período de pesquisa, ao ministrar as aulas, estas foram pensadas no início do ano letivo com o foco do ensino da matéria estabelecida e nos resultados de melhores práticas de ensino com uso da tecnologia. Os resultados 27

40 foram sendo anotados, também no apêndice 1, e revisados conforme as necessidades foram detectadas. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 4.1. Fundamentos de administração Conforme pudemos ver nos itens 1.1, 1.2, 2.1 e no apêndice 1, para se tornar um dos principais colégios de Guarulhos, é preciso a busca não só de qualidade nos mesmos itens que seus concorrentes, mas de um diferencial competitivo. Transformar o colégio em uma referência em tecnologia pode ser um diferencial, e para tanto, conforme descrito pelos autores citados, administrar e alcançar os objetivos, por meio de pessoas, lidar com os dilemas das pessoas e da organização. Durante o referido período de ensino, pode-se notar que as pessoas, os alunos, possuem uma nova necessidade que difere da forma tradicional de ensino. Por diversas anotações, os alunos, seja por influência dos pais, tecnologia e as características da sociedade, conforme descrito por Prescott (2008) afirma que a geração Y é contemplada pelos nascidos de 1977 a 1997, são dinâmicos, cresceram navegando na internet em busca de diversos conteúdos, fazem várias tarefas ao mesmo tempo, não tem paciência para atividades muito longas, trabalham melhor em equipe, anseiam por feedback constante, flexibilidade, mobilidade e reconhecimento instantâneo. Toda organização é regida por normas e leis que tem por princípio resguardá-la, ou seja, no ambiente de trabalho, entra a padronização e sai a liberdade de escolha. Quando se ministram aulas da forma tradicional, ou seja, da teoria para a prática, os alunos pesquisados se tornam desmotivados, irritadiços ou dispersos. A questão analisada não é a metodologia de ensino em si, mas a forma como atender esta geração batizada no próprio periódico Information Week, Geração Y. A discussão estabelecida então é como atender a demanda dos clientes e conseguir atender os objetivos da organização, e ainda contar com as benesses e vieses da tecnologia, seja por poder contar com ela no ensino e não poder contar com ela, com computadores, celulares, mini-games e relógios, que durante a avaliação não podem ser utilizados. Os alunos aprendem com o uso da tecnologia e 28

41 são avaliados sem poder contar com ela e no ensino das disciplinas basilares, como Matemática, Português, História entre outras, a tecnologia ainda encontra muitas barreiras no uso, ou mesmo, como fazer com que os alunos aprendam melhor com o uso da tecnologia e possam ser avaliados com ela? Durante a pesquisa foi possível notar que o interesse dos alunos está diretamente ligado não mais ao aprendizado, mas sim ao como solucionar problemas. Os dados e as informações podem ser transmitidos com o uso da tecnologia, assim, os alunos, professores, pessoal de back-office e direção precisam trabalhar em conjunto para que se um sistema de gestão de conhecimento seja construído e consultado. Neste ponto é que se pode conseguir um dos diferenciais competitivos da escola. Atender os anseios dos alunos e conseguir qualidade em todos os pontos das outras escolas e um diferencial competitivo. Para se conseguir com que os alunos busquem informações num Banco de Dados (BD), é preciso primeiro alimentá-lo com dados e informações básicas, que devem ser feitas pelos professores e pelo administrativo, e os alunos, não poderão ser somente meros espectadores da informação, devem também participar da construção deste sistema, interagir, modificar e construir com dados e informações e premiá-lo para tanto, estabelecendo pontuações específicas, para criação de conteúdo, edição, contestação e importância. Outro ponto a ser estudado é a previsão de situações, geração de dados ao longo do ano e previsão do desempenho do aluno e funcionários, organizar o histórico de atividades e armazená-los num BD, comandar e direcionar as aulas para a coordenação do curso controlar. Conforme foi observado e anotado no apêndice 1, na aula 37 de 11/11/2009, com o uso de um sistema será possível controlar as atividades dos alunos, até mesmo dos alunos que não possam estar presentes, por poderem acessá-lo via web Diagnóstico da administração na organização O colégio trabalha com o sistema de cooperativa de funcionários, e seu quadro é composto por: Direção: o Direção Geral; 29

42 o Direção financeira; o Direção pedagógica. Secretaria: o 2 funcionárias fixas e 1 volante (atende diversas funções administrativas). 3 monitores de alunos; 3 funcionários de limpeza; 42 professores; 473 alunos. Em 15/06/2008; 5 salas da pré-escola; 7 do ensino fundamental I; 12 do ensino fundamental II; 3 do ensino médio. A distribuição dos alunos nos anos (séries) é demonstrado na figura 13. Como é possível notar, o colégio é caro nos primeiros anos e nos últimos, pois o número de alunos por professor é muito baixo, enquanto que esta relação no Ensino Fundamental (EF) II é alta, o que sobrecarrega o professor e diminui a qualidade do ensino Série Nº de alunos 0 pré 1 pré 2 pré 3 pré 4 pré 5 EFI - 1 EFI - 2 EFI - 3 EFI -EFI- EFII EFII - 7 EFII - 8 EFII - 9 EM - 1 EM -EM- 2 3 FIGURA 13 - DISTRIBUIÇÃO DO NÚMERO DE ALUNOS POR ANO (SÉRIE) A situação ideal segundo a direção financeira do colégio é a manutenção do número de alunos, para tanto, a proposta é que somente o colégio pode ter um 30

43 planejamento de longo prazo do aluno. Se compararmos o salário do professor por aluno, é possível detectar a sobrecarga ou a disparidade salarial, conforme a figura 14 demonstra Cargasalarial do professor por aluno (R$/aluno) Série1 Série2 50 R$ por aluno 0 pré 1 pré 2 pré 3 pré 4 pré 5 EFI - 1 EFI - 2 EFI - 3 EFI -EFI- EFII EFII - 7 EFII - 8 EFII - 9 EM - 1 EM -EM- 2 3 FIGURA 14 - ALUNOS / SALÁRIO DE PROFESSOR Como os gráficos de gastos por aluno é inversamente proporcional ao número de alunos por série, o sistema poderá demonstrar qual sala deverá contar com promoções para atrair mais alunos e qual sala deverá reduzir os custos. É claro que como diz UHLMANN (1997) No mundo ocidental, de vocação capitalista entendemos como propósito das empresas o ganho, o lucro, maximizar os lucros, ganhar qualidade e diminuir custos é a pretensão que este trabalho tem Discussão e proposta de estratégia ou intervenção A proposta é o desenvolvimento de um sistema integrado que além de gerir o conhecimento e dados dos alunos e funcionários, cada funcionário tenha desenhado no sistema suas atribuições de trabalho normais e acesso às áreas em que possa atuar caso outro não esteja presente. Como as pessoas podem ser substituídas e seu conhecimento não deve ser perdido, ou mesmo na ausência desta, a empresa ou seus problemas não podem ficar sem solução, conforme esclarece TURBAN e EFRAIM, no item 2.8. O ponto de discussão é a falta de habilidade de outros funcionários solucionarem as tarefas que ficam pendentes, caso da ausência de um funcionário. Para NETTO citado por LAURINDO E ROTONDARO (2008) Somente criando valor para o cliente a empresa irá criar valor para o acionista e obter 31

44 vantagem competitiva, dessa forma interligando estratégia competitiva, valor ao cliente e objetivos da organização. Para tanto uma equação simples pode auxiliar para expressar o valor ao cliente: Valor = (Qualidade x Serviços associados) / (Custo x Tempo de ciclo) Para compreendermos melhor a equação acima, precisamos entender o que é qualidade, que segundo a norma ISO, citado por VIEIRA (2007) Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências, serviços associados são serviços que agreguem valor, mas não sejam o próprio objetivo à ser prestado, custo é o numerário, tempo ou energia desprendido para construção de tal objetivo e tempo de ciclo, podemos citar a partir do PLM (Product Lifecyle Management) citado por SORDI apud UHLMANN (2007) O propósito de soluções PLM é realizar a gestão do ciclo de vida do produto, seguindo as seguintes etapas: Detectar as necessidades dos clientes; Definir o projeto (A partir deste ponto entra o ciclo da vida do produto); Manufaturar o produto; Monitorar o desempenho; Identificar os ajustes; Alterar o projeto; Descartar o produto. Devemos criar qualidade, que nada mais é que além de fazer um bom produto e prover um bom serviço, acompanhar o que o cliente valoriza, para NETTO citado por LAURINDO e ROTONDARO (2008). Os serviços associados, o colégio oferece atualmente o atendimento integral e segundo levantamento feito com os próprios alunos, uma minoria inferior a 1% dos alunos não possui computador e internet, e pelo menos 25% destes não possuem conexão ADSL. A proposta é de oferecer no próprio site do colégio uma base de dados para pesquisa e estudo, os alunos terem um para comunicação oficial e ferramentas de rede social e wiki. A wiki é uma ferramenta com o funcionamento de enciclopédia eletrônica, no entanto, os professores criarão o conteúdo mínimo para as pesquisas dos alunos, e estes, incentivados por notas, criarão novos conhecimentos que poderão ser revisados pelos professores e pelos próprios alunos. 32

45 O custo é baixo, principalmente se for contar com a própria estrutura do colégio e o tempo de ciclo é anual e na área da administração, a proposta é a administração por processos, que ainda para NETTO (2008) a gestão por processos é o enfoque sistêmico de projetar e melhorar continuamente os processos organizacionais, por pessoas potencializadas e trabalhando em equipe, combinando capacidades tecnológicas emergentes e sob uma postura filosófica para a qualidade, objetivando a entrega de valor ao cliente. Quanto aos objetivos da gestão por processos, podem-se enumerar: Aumentar o valor do produto/serviço na percepção do cliente; Aumentar a competitividade, deslocando a concorrência via formas e condições inovadoras de negócios; Atuar segundo a estratégia competitiva considerada mais relevante: custos, qualidade, confiabilidade de entregas, velocidade de fluxo, flexibilidade e/ou outras que agreguem valor ao cliente; Aumentar sensivelmente a produtividade, com eficiência e eficácia; Simplificar processos, condensando e/ou eliminando atividades que não acrescentem valor ao cliente. Para se implantar eficiente e eficazmente a Gestão por Processos, primeiro é preciso pensar e desenhar todos os processos, como o ensino, a avaliação, o ensino e a metodologia utilizada, o consumo na cantina, uniformes, livros, cadernos, canetas e definir os processos para que se possa transferir a responsabilidade de materiais, livros e cadernos para o colégio, assim, agregando-se valor ao cliente, que neste caso é o responsável pelo aluno. Ainda para NETTO (2008), alguns importantes princípios sobre a gestão por processos são: Organizar em função das saídas, não das tarefas; Deixar aqueles que usam as saídas do processo executarem o processo; Embutir o trabalho de processamento da informação no trabalho que produz a informação; Tratar recursos dispersos geograficamente como se eles estivessem centralizados; Ligar atividades paralelas, ao invés de integrar seus resultados; 33

46 Colocar o ponto de decisão onde o trabalho é realizado e embutir o controle no processo; Tomar um enfoque sistêmico dos processos; Criar responsáveis dos processos. Como o principal serviço no colégio é o ensino e durante este, não há muitos pontos de decisão, a implantação de quiosques para consulta de notas, faltas e comunicados com os pais, o professor, o aluno, o pessoal de apoio técnico e os próprios alunos poderão acessar os dados necessários para a tomada de decisão nos próprios corredores e salas de aula do colégio, como comportamento do aluno em outras disciplinas, matérias correlatas e observações feitas pelos pais sobre seus filhos Sistemas de Informação Diagnóstico do sistema de informação O colégio conta com um sistema de administração acadêmica, o Win SIGAA disponível em: (22/07/2009). O sistema é subutilizado, servindo para controle de pagamentos, cadastro de alunos e responsáveis, lançamento de notas e faltas, duas funcionárias sabem utilizar o sistema, sendo que cada uma numa área diferente; financeiro e acadêmico. As outras funcionalidades não são utilizadas, até para pequenos erros seja no programa ou no uso, as funcionárias recorrem ao suporte técnico, que gera custo e demanda tempo, ou para o atendimento do suporte ou por espera do serviço dependente da solução do problema. O laboratório de informática possui 20 computadores com, em média, 4 anos de uso, sistema operacional Windows XP que foram instalados por um técnico contratado, suíte de produção Microsoft Office 2003, softwares de proteção, antivírus, firewall e antispyware gratuitos, não possui política de segurança, os alunos e funcionários podem instalar softwares e tem acesso livre à Internet. Até o presente, o site do colégio se encontra fora do ar por problemas de nomenclatura, mas em processo de normalização Discussão e proposta de estratégia 34

47 Com o correto e amplo uso do sistema existente, treinamento e implantação do sistema no site do colégio, os alunos, responsáveis e professores poderão respectivamente consultar notas, comunicados e tarefas, e para os docentes, o lançamento das notas, faltas, e as tarefas que os alunos poderão fazer em casa e responder diretamente no site, sem riscos de esquecimentos ou perdas, bem como evitar que o aluno carregue material. Para tanto as tecnologias utilizadas foram: Site: Desenvolvimento interno segundo as necessidades levantadas junto à direção, professores e alunos. Veja apêndice 2. Wiki: Wiki Média: Mediawiki, disponível em: O software mediawiki funciona como um WikiWiki onde os usuários podem editar facilmente os artigos e serve para criar sites do tipo Wikipedia ( Web 2.0), onde os usuários é que fazem o site. Rede Social: Desenvolvido internamente, temático, e com possibilidade de supervisão dos responsáveis e da direção do colégio. Como é possível observar nas figuras 15 e 16, o site está em fase inicial de criação e implantação e nas figuras 17 e 18 a integração com a wiki, que a partir do site terá acesso. FIGURA 15 - PROJETO I DO SITE DO COLÉGIO 35

48 FIGURA 16 - ACESSIBILIDADE AO SITE, REDE SOCIAL E WIKI É claro que o sistema tem limitações e poderá ser ampliado com a associação à funcionalidades que deverão ser desenvolvidas no site do colégio, como a wiki, descrita no item 4.1.2, uma rede social comum aos alunos e que outros poderão participar, para promover o interesse de outros pelo site e sistema do colégio com a intenção clara de atrair mais alunos. FIGURA 17 - TELE DO USUÁRIO DA WIKI. FACILIDADE, USABILIDADE E BOA IHM 36

49 FIGURA 18 - ÁREA DE CISCUSSÃO DA WIKI. SEM NECESSIDADE DE CONHECIMENTOS TÉCNICOS Em conformidade e corroboração com o item 4.1.2, com a criação da referida rede social, deve-se criar valor aos usuários. Isto pode ser conseguido com a elaboração de emprego de um tema. Os alunos devem criar trabalhos que podem ser consultados por todos na Internet e os mais acessados, identificados, com autorização dos responsáveis deixarão de ser apenas estudantes para ser produtores de conhecimento, o que leva ao crescimento e não somente ao aprendizado por obrigação que os alunos relatam, mas sim objetivado, assim como os vestibulares e concursos públicos empregam, a solução de problemas e não somente a decoração de textos Redes Diagnóstico das redes do colégio O colégio conta com uma rede tipo estrela, com roteador wireless para atender o laboratório de informática com 20 PCs conforme figura 19 e a secretaria. O sinal da Internet que alimenta esta rede vem por meio de um cabo de par trançado e é ligado ao roteador principal que fica na secretaria, junto ao modem do provedor de Internet de banda larga. 37

50 O roteador que atende os dois computadores da secretaria, da direção geral, coordenação e sala dos professores, utiliza o cabo de par trançado para comunicação. A rede do laboratório é dependente da rede da administração, conforme figura 19. FIGURA 19 - DIAGRAMA DE REDE DO COLÉGIO Discussão e proposta de estratégia Criar uma rede única com repetidores de sinal wireless e determinar as regras de acesso e navegação para o laboratório e para o grupo da secretaria sem comprometer a segurança, conforme descrito nos itens e Isto permitirá a utilização de netbooks (notebook de dimensões e funcionalidades reduzidas) nos laboratórios, o que impactará positivamente na qualidade e no espaço físico, assim como na facilidade de manutenção e de data-shows em salas. A aquisição de tais equipamentos pode ser feita com a equalização dos gastos apresentados no item 4.1.1, na figura 14, e a implantação do ensino médio para o ensino fundamental I e fariam o que é recomendado no item 4.1.2, de levar a decisão onde o trabalho é realizado. 38

51 4.4. Interface Homem Máquina (IHM) Diagnóstico da interface homem máquina O colégio como um todo não possui uma interface ou mesmo uma identidade visual única, as cores do colégio, roxo e amarelo, desde a fundação não se alteraram e são repetidas em alguns itens como a capa dos livros de informática, que possuem as core e o logotipo, o uniforme e alguns móveis, que são apenas roxos. O site antigo, que foi retirado do ar, não obedecia qualquer padrão de usabilidade, acessibilidade, cores e padrões. O laboratório de informática não possui nenhum padrão, todos os computadores são do tipo desktop, com teclado padrão ABNT, mouse, monitor CRT (Monitor de tubo) e LCD (Monitor de cristal líquido fino). A CPU fica sobre a mesa de trabalho ocupando espaço e são dispostos, no máximo, dois alunos por mesa. O que por um lado, a relação alunos/máquina é boa, a disposição é apertada e prejudicada pela CPU. Para o professor a disposição é interessante, pois todos os computadores são dispostos no perímetro da sala e não em fileiras, assim o professor, no centro da sala, pode ter a visão de todos monitores e os alunos são obrigados a ouvir, raciocinar e fazer sem ter de olhar para uma lousa. O sistema Win SIGAA, relatado no item 4.1.1, não é intuitivo, não possui fácil navegação e seus relatórios são simplórios, ou seja, apenas um cabeçalho identifica do que se trata o relatório e os metadados são do mesmo tamanho, cor e fonte utilizado nos dados e a documentação é técnica e descritiva, o que para o usuário comum encontrar as respostas é complicado e demorado Discussão e proposta de estratégia A proposta é a criação de padrões que abranjam todo o colégio. As placas de identificação das salas, fontes, cores e nomes, assim como o site que poderá se conectar ao sistema. Pelo fato do sistema ser comprado, não há possibilidade de alteração da IHM. Para o site, a proposta é a criação de um menu de navegação disponível em todo ele, disposto do lado esquerdo, e os nomes dos links não se alterarão, como é demonstrado nas figuras 15 e

52 O site seguirá as cores do colégio e as fontes seguem o padrão da logo marca, o mesmo se aplicará para a wiki e para a rede social. Construído de forma dinâmica, a área de consulta de notas e comunicados, os responsáveis, alunos, professores e administração poderão montar a página de uso restrito, conforme necessidade, sempre seguindo os padrões estabelecidos. Com o uso de linguagens dinâmicas client side com o javascript, caso a inserção de dados seja errada ou não obedeça a algum padrão, o sistema evitará a inclusão dos dados e retornará um aviso solicitando a correção. Criado para ser simples e focado no objetivo, o site será minimalista e com suporte simplificado para que ao encontrar alguma dificuldade de operação o usuário, com um suporte escrito no próprio site, poderá executar a auto-ajuda Segurança em SI Diagnóstico da segurança em sistema de informação Como o colégio tem o foco no ensino e a disciplina de Processamento de Dados é vista como uma disciplina de ensino e não faz parte da administração do colégio, o hardware e o software do colégio não estão preparados para suportar a exigência feita pelos alunos e resistir aos ataques provocados por estes, conscientemente ou não, e as investidas externas de softwares mal intencionados ou ações de hackers. Na administração, os sistemas operacionais não são atualizados regularmente, sendo que um destes sequer é atualizado. Os softwares de proteção como antivírus, antispyware e firewall, também seguem o padrão de falta de atualização. Na máquina em que se encontra instalado o Win SIGAA (veja item 4.1.1), o firewall não está instalado, pois impede o funcionamento do software. As máquinas não seguem um padrão de software, veja tabela 7: Máquina Setor Sistema Antivírus Antispyware Firewall Obs.: Operacional 1 Secretaria Windows XP Avira AntiSpyware Sygate Todos Gratuitos Desatualizados 2 Secretaria Windows XP AVG 7.5 Não possui Não Todos gratuitos possui Desatualizados 3 Direção Windows XP AVG 7.5 Não possui Não Todos gratuitos 40

53 possui Desatualizados 4 Coordenação Windows XP Avast! Avast! Sygate Todos gratuitos Desatualizados TABELA 6 - RELAÇÃO DE SOFTWARES E MÁQUINAS - ADMINISTRAÇÃO No laboratório de informática a situação se repete, veja tabela 8: Máquina Sistema Operacional 1 Windows XP 2 Windows XP Antivírus Antispyware Firewall Obs.: Não Possui PC Tools Antivirus 3 à 6 Windows XP AVG 8 7 Windows XP Avira / ThreatFire 8 à 11 Windows XP AVG 8 Não Possui Spyware Doctor (PC Tools) Arovax AntiSpyware Spyware Terminator Arovax AntiSpyware 41 Não Possui PC Tools Firewall Plus Sygate Comodo Firewall Sygate 12 Windows XP AVG 8 Não Possui Não Possui 13 e 14 Windows XP Avira 15, 16, 17 e 19 Arovax AntiSpyware Sem sistema Windows XP Avira 20 Windows XP Avira Arovax AntiSpyware Spyware Doctor (PC Tools) Sygate Sygate PC Tools Firewall Plus TABELA 7 - RELAÇÃO DE SOFTWARES E MÁQUINAS - LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Sem conexão com a Internet Todos gratuitos. Sistema operacional desatualizado. Todos gratuitos. Sistemas operacionais desatualizados. Todos gratuitos. Sistema operacional desatualizado. Todos gratuitos. Sistemas operacionais desatualizados. Sem conexão com a Internet Todos gratuitos. Sistemas operacionais desatualizados. Computador não funciona Todos gratuitos. Sistema operacional desatualizado. Todos gratuitos. Sistema operacional desatualizado. Como é possível notar, todas as máquinas têm a segurança comprometida e que implantar um sistema de segurança dependerá de uma ação conjunta entre as redes, além da proteção das máquinas, como descrito no item 4.3 (Redes), a invasão da rede wireless é fácil e detectável fora dos limites do colégio. Para se conseguir invadir a rede e o sistema do colégio não é necessária a tomada de nenhuma engenharia social, como descrito por LAUDON & LAUDON (2007) em que se recorre ao usuário por persuasão a obtenção de dados para se conectar a rede.

54 Discussão e proposta de estratégia A proposta é a adoção de softwares pagos, que permitirão a custos relativamente baixos a proteção eficaz da rede e dos sistemas, de forma padronizada e planejada, para tanto é pensar que as máquinas devem ser capazes de suportar os softwares propostos. Um dos itens de maior atenção é a engenharia social, que permite a terceiros a descoberta de dados dos alunos, do colégio e ter acesso ao Banco de Dados e computadores, para tanto, é preciso ter maior cuidado com as senhas e permitir aos alunos acessar somente dados relevantes à vida escolar, sem dados como endereços, telefones, s e outros que permitam descobrir mais detalhes sobre os alunos, diferente do sistema dos responsáveis que permite acesso a muito mais dados. A segurança deve ser aplicada em três níveis: Hardware Um dos pontos mais vulneráveis é o laboratório de informática, onde os alunos acessam diversos sites. Neste ponto a rede deve possuir um bloqueio de acesso à rede administrativa, com roteador e firewall Software Instalação de softwares como firewall, antivírus e antispywares, como descrito anteriormente, podem não garantir a segurança, pois diversas ameaças surgem diariamente, a proposta é a padronização dos softwares e adoção de diferentes níveis de segurança na rede Peopleware Criação de políticas de segurança claras para que os alunos entendam e sigam e proteção dos dados para que eles não os forneçam e sejam vítimas Sistemas Integrados Diagnóstico da administração na organização O colégio conta com o WIN SIGAA descrito no item 4.1.1, no entanto seu funcionamento está ligado à digitação de notas para emissão de relatórios para os 42

55 alunos e responsáveis e controle de pagamentos. Apesar de ser possível sua instalação em outras máquinas, as dificuldades da falta de padrão e estabelecimento de regras de segurança para firewall, faziam com que o software não funcionasse corretamente e de forma igualitária em todas as máquinas, sendo que apenas uma possuía o funcionamento pleno desde que se desabilitasse momentaneamente o firewall e no restante, ou o software não funcionava, ou o módulo de leitura da base de dados, ou ainda não era possível conectar com a central do WIN SIGAA, via Internet, para ações de backup. O software permite, existe uma rede estabelecida, mas por falta de padrão e correta configuração dos softwares e de sua padronização, a integração do sistema fica deficitária e em apenas uma máquina Discussão e proposta de estratégia ou intervenção Para que haja uma transição entre o sistema atual e o novo sistema, a proposta de intervenção no primeiro momento é a unificação dos softwares, conforme descrito no item para o correto funcionamento do sistema, o novo sistema anteriormente citado é o desenvolvimento de um software on-line, como SaaS (Software as a Service), numa tradução livre, Software como Serviço, seja com tecnologia própria, desenvolvida internamente, ou adquirida, como o próprio WIN SIGAA oferece. Com a aplicação de um sistema on-line, atendem-se os itens e 4.2.2, pois assim leva-se a decisão até o ponto, no caso, qualquer computador da secretaria, para a direção, seja na escola ou fora dela, para os professores, inserir notas e diário de sala seja no laboratório do colégio ou em qualquer outro local e para os alunos e responsáveis, a consulta das notas e comunicados pela Internet. Conforme descrito no item 4.3.2, com a implantação da rede de forma eficaz, tendo seu funcionamento pleno e os softwares alinhados, instalar o sistema em todo o colégio é caro, pois demandará mão de obra para a realização de tal tarefa, bem como para a manutenção. A escolha por um sistema on-line permitirá todos os benefícios demonstrados anteriormente, além de permitir a integração futura com o sistema de avaliação on-line e o sistema de ensino à distância. É claro que não se pretende discutir as metodologias de ensino, nem interferir na atual metodologia do colégio, porém criar uma ferramenta integrada de controle, avaliação, estudo, 43

56 relacionamento e gestão, cabendo aos entendidos de cada área as devidas contribuições e a este trabalho a proposta da técnica. Como o site pertence a uma das propostas deste trabalho, item 4.1.2, a integração do sistema a esta mídia permitirá a integração direta de dados e processos, sem a necessidade de criação de EDIs (Eletronic Data Interchange) ou criação de processos manuais de transposição dos dados. Veja o modelo na figura 20: Site do colégio Rede social Sistema de gestão Wiki FIGURA 20 - MODELO DO SISTEMA Este modelo demonstra que a partir do site o usuário terá acesso as quatro áreas, e a partir destas, suas áreas administrativas, onde será possível interagir com os dados do Banco de Dados, descrito no item e A integração de dados e processos do sistema de gestão com o site do colégio terá o propósito de atender a visão e missão do colégio, bem como agregar valor aos pais e alunos. Para os pais será fornecida uma senha para que possam acompanhar o desempenho dos alunos, ocorrências, notas, tarefas e faltas e os dados serão gerados em diversos pontos, desde a sala de aula, diretamente com o professor até a secretaria, conforme descrito no item Para os alunos, a possibilidade de acessar as tarefas de casa, interagir com o site, com outros colegas e construir conhecimento com o sistema wiki. Para o colégio, a disponibilização dos dados em tempo integral para os responsáveis, sem a necessidade de tantas reuniões in loco Banco de Dados Diagnóstico do Banco de Dados O WinSIGAA possui um banco de dados interno, que armazena tudo sobre a vida acadêmica do aluno, porém é subutilizado. O que há de notável é a seção de cadastro dos alunos e responsáveis, pois os cadastros ativos estão atualizados, no 44

57 entanto, os cadastros antigos faltam dados e estão desatualizados. A tecnologia de BD utilizada é o Firebird, livre e disponível para qualquer sistema operacional, ideal para instalação em ambientes web Discussão e proposta de estratégia ou intervenção A proposta para o Banco de Dados é a substituição do sistema legado por MySQL, de forma gradual e em etapas, por possui maior velocidade para uso no ambiente web, conforme tabela 9. MySQL Oracle Firebird Postgres Oracle - Inserindo Firebird - Inserindo Postgres - Inserindo apenas um registro: apenas um registro: apenas um registro: 801ms 611ms 300ms 831ms 440ms 241ms 841ms 460ms 250ms 812ms 451ms 301ms 811ms 460ms 311ms ,2ms 484,4ms 280,6ms Mysql - Inserindo apenas um registro: 320ms 293ms 301ms 290ms 300ms ,8ms Mysql - Inserindo 1000 registros: 681ms 691ms 701ms 731ms 701ms ms Oracle - Inserindo 1000 registros: 5307ms 5598ms 5828ms 5408ms 5378ms ,8ms Firebird - Inserindo 1000 registros: 14541ms 13069ms 13790ms 13018ms 13669ms ,4ms 45 Postgres - Inserindo 1000 registros: 31425ms 30914ms 30414ms 30614ms 30074ms ,2ms TABELA 8 - DESEMPENHO DOS BDS - ADAPTADO DE ORACLE-FIREBIRD-15-POSTGRES.HTML Como é possível notar, para um ambiente simples, em que se faça apenas uma inclusão, o Postgres pode se apresentar mais ágil, no entanto, para um ambiente que terá o número de acessos previstos, seja para consulta a notas, mas também para inserção de dados seja na wiki ou na rede social, o MySQL se apresenta muito mais rapidamente. Veja a figura que ilustra o modelo de entidade relacional proposto para o BD do colégio. Para a fase de implantação da wiki, posterior ao site, o BD será o fornecido pelo software Media Wiki (http://www.mediawiki.org/wiki/mediawiki), descrito no item e para a rede social será desenvolvido quando de sua implantação, na terceira fase.

58 FIGURA 22 - MER (MODELO DE ENTIDADE RELACIONAMENTO) PARA PRIMEIRA FASE Gestão do Conhecimento Diagnóstico da organização Como a metodologia de ensino no colégio é a clássica, não existem sistemas constituídos para a gestão do conhecimento. Para ESTENDER, SANTOS, FONSECA e FONSECA (2005) a seguinte pergunta cabe ao estudo de caso: o que a virtualização dos relacionamentos habilitados pelo desenvolvimento da tecnologia da informação (TI) pode trazer de específico a ser levado em conta nas análises estratégicas pela ótica relacional? Para se considerar o relacionamento virtual, os sites de relacionamentos poderão ser citados como uma das fontes explicativas para a questão. Tendo em vista os relacionamentos virtuais, a capacidade cognitiva real pode estar sendo gradativamente substituída pela capacidade de busca de respostas? 46

59 Segundo levantamento realizado e demonstrado no apêndice 1, os alunos se demonstraram muito mais aptos a busca de respostas do que a construção de raciocínio e interpretação de problemas. O acesso fácil às informações que se encontram disponíveis na Internet e a forma de busca textual, com uso de linguagem natural, encontra-se facilmente o objeto de busca o que leva a falta de necessidade de se entender minimamente dos conceitos basilares, isto faz com que o aluno tenha paciência de aprender um conceito mínimo e queira desenvolver mais do que aprender, como descrito sobre a geração Y, no item 4.1. Também observado no estudo de caso, o acesso às redes sociais é um dos motivadores ao baixo desempenho dos alunos em laboratório, por se tratar de um assunto de maior interesse e pelas características desta geração Discussão e proposta de estratégia Conforme se pode notar, a transdisciplinaridade é um dos fundamentos para a gestão do conhecimento, isto significa que cada professor deve estar ciente de toda a disciplina e em que ponto está o ensino que depende do desempenho de cada sala cada professor se encontra, ou seja, ou planeja-se e procura-se ao máximo manter o controle para se ter as garantias de qualidade antes do semestre começar ou a aplicação da transdisciplinaridade pode ser falha, confundir ou até mesmo não agregar valor aos alunos. É neste ponto que a informática e seus meios de comunicação podem atuar. Ao longo deste trabalho, algumas ferramentas foram sugeridas e propostas e, justamente estas ferramentas é que poderão auxiliar a obtenção dos resultados desejados. Como descrito no item 4.1.2, se levarmos a informação onde ela é gerada, ganharemos tempo, qualidade e poder de decisão, o que gera valor ao aluno. Dispor de computadores com os planos de ensino e material de apoio ao professor em sala de aula, com acesso via rede ao servidor da escola para que professor possa ter acesso e decidir o rumo da aula, gerando valor ao aluno e agregando maior conhecimento. Para atendimento aos alunos, criar um sistema simples em que, com o uso da wiki, o aluno gera conhecimento, é auditado pelos professores, os próprios alunos 47

60 contribuem para gerar mais conhecimento e o aluno que gerar conhecimento é avaliado pelos próprios alunos e pelos professores, agregando assim, mais valor e possibilitando o aumento do conhecimento. Para o colégio, na parte administrativa, o controle para garantir maior qualidade do ensino com o uso da ferramenta para mensurar a qualidade do ensino e da aprendizagem dos alunos. 5. CONCLUSÕES Na Era da Informação, as pessoas, em especial os alunos que tratamos aqui, possuem uma grande facilidade de acesso à informação. Isto torna o ensino um novo desafio às instituições de ensino fundamental e médio por não poderem mais atuar como ambientes em que se passam informações para o aluno. Construir o conhecimento é o fundamental. Como não se deve pensar pontualmente no aluno ou no ensino, um sistema de informação deve atender outras dimensões como a administração que deve atender o objetivo do colégio e gerar receita, e os responsáveis que são quem escolhe a instituição de ensino. Para a tomada de decisão deve-se poder contar com uma série de informações de diversas fontes como as notas do aluno, suas faltas, comportamento, perfil psicológico, acompanhamento dos responsáveis e o ambiente de negócio, o colégio. Para gerar tantas informações é necessário criar meios para tanto no momento e local onde a informação acontece. Dentro de sala, nos corredores, na secretaria e na residência dos alunos e professores. Criar um sistema de respostas rápidas, confiável e de tal abrangência geográfica é possível com uso das tecnologias de rede, Internet, Banco de Dados e sistemas gratuitos é uma solução que pode ser feita com o apoio de todos os stakeholders de forma simples, com a colaboração, e de resultados mensuráveis com relatórios gerados pelo próprio sistema. O processo de aprendizagem está muito mais voltado a como utilizar as informações do que o acesso à informação, o ensino pode ser mais fácil e interessante se solicitar respostas do que fornecê-las e ainda poder criar e modificar, interagir com a informação para a criação de novos conhecimentos. O construtivismo. 48

61 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES, R. M., ZAMBALDE, A. L. Segurança da Informação: UFLA/FAEPE: Lavras/MG, BATISTA, E. de O. Sistemas de Informação: o uso consciente da tecnologia para o gerenciamento: São Paulo/SP: Saraiva, BEAL, A. Gestão Estratégica da Informação: como transformar a informação e a tecnologia da informação em fatores de crescimento e de alto desempenho nas organizações: Atlas: São Paulo/SP, BROOKSHEAR, J. G. Ciência da computação: uma visão abrangente. Bookman: Porto Alegre, BUKOWITZ, Wendi R, WILLIAMS, Ruth. Manual de gestão do conhecimento: ferramentas e técnicas que criam valor para a empresa. Porto Alegre: Bookman, CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações 7ª. ed. ver. e atual.: Rio de Janeiro/RJ, CORREIA, L. H. A., SANTOS, A. B. dos, MACEDO, D. F. e SANTOS, A. L dos. Redes de computadores. 2ª edição: UFLA/FAEPE: Lavras/MG, CÔRTES, P. L. Administração de sistemas de informação: Saraiva: São Paulo/SP, CYBIS, W., BETIOL, A. H., FAUST, R. Ergonomia e usabilidade: conhecimentos, métodos e aplicações: Novatec: São Paulo/SP, DIAS, A. de S. WAP Wireless Application Protocol: A Internet sem fios: Ciência Moderna: Rio de Janeiro, DUARTE, G. Dicionário de Administração. Fortaleza / CE: Conselho Regional de Administração do Ceará CRA/CE e Realce Editora e Indústria Gráfica Ltda., ESTENDER, A. C., SANTOS, F. R., FONSECA, H., FONSECA, S. U. L. A gestão do conhecimento no processo de integração organizacional: o caso da Votorantim 49

62 Cimentos. São Paulo. SIMPEP, Disponível em: Estender_AC_A.pdf FERREIRA, A. B. de H. Dicionário Aurélio Básico da Língua Portuguesa: Editora Nova Fronteira S/A: Rio de Janeiro/RJ, LAUDON, K. C. e LAUDON, J. P. Sistemas de Informações Gerenciais: Pearson Prentice Hall: São Paulo/SP, LAURINDO, F. J. B., ROTONDARO, R. G. Gestão Integrada de processos e da tecnologia da informação: Atlas: São Paulo, MATTOS, A. C. M. Sistemas de informação: uma visão executiva. Saraiva: São Paulo/SP, PRESCOTT, Roberta. Geração Y. Information Week, ano 10, nº 202, p , SEVERINO, A. J., Metodologia do Trabalho Científico. 20ª edição, ed. Cortez, São Paulo, SOUKI, G. Q. e ZAMBALDE, A. L. Fundamentos de Administração e Informática. 2ª. ed. Centro de Editoração/FAEPE: Lavras/MG, SOUZA, R. F. Sistemas integrados e comércio eletrônico: UFLA/FAEPE: Lavras/MG, TEOREY, T., LIGHTJSTONE, S. e NADEAU, T. Projeto e modelagem de banco de dados. Elsevier: Rio de Janeiro: TERRA, José Cláudio Cyrineu (org.) et al. Gestão do conhecimento e E-learning na prática: 39 casos. Rio de Janeiro: Elsevier, TURBAN, E., EFRAIM, E. M. e WETHERBE, J. Tecnologia da informação para gestão, 3ª. Ed. Bookman: Porto Alegre: UHLMANN, E.A. A utilização do PLM para a construção da imagem de empresas que invistam no Terceiro Setor. Revista Científica do Terceiro Setor, vol. 3, nº 1, ano Disponível em: São Paulo,

63 UHLMANN, G. W. Administração: das teorias administrativas à administração aplicada e contemporânea. FTD: São Paulo: VIEIRA, Marconi Fábio. Gerenciamento de projetos de tecnologia da informação, 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, ZAMBALDE, A. L. e ALVES, R. M. Gestão do conhecimento, tecnologia e inovação: UFLA/FAEPE: Lavras/MG, ZAMBALDE, A. L. e ALVES, R. M. Interface homem-máquina e ergonomia: UFLA/FAEPE: Lavras/MG, ZABOT, João Batista M, SILVA, L. C. Mello da. Gestão do conhecimento: aprendizagem e tecnologia, construindo a inteligência coletiva. São Paulo: Atlas, SITES DATASUL: Visitado em 30/11/2009. Win SIGAA: Visitado em 22/07/2009. Site do colégio: Ambiente de desenvolvimento. Desde 30/01/ APÊNDICES Aula Data Tema da aula Anotações 1 29/01/2009 Apresentação da matéria, objetivos e metodologia de avaliação. 2 05/02/2009 Apresentação do MS Sala com relativo interesse e Windows XP, teclas conhecimento das principais funções de de atalho e ajuda. uso do dia-a-dia. 3 12/02/2009 MS Windows. Desinteresse por assuntos "teóricos". Janelas, teclas de atalho, área de trabalho, atalhos. 4 19/02/2009 Carnaval. 5 26/02/2009 MS Windows. Maior interesse com assuntos práticos. Windows Explorer, pastas, arquivos, lixeira, extensões. 6 04/03/2009 MS Windows. Procurar um firewall na Internet, baixar e Acessórios, painel de instalar. Configurar. O mais alto 51

64 controle, hardware e software e calculadoras. 7 11/03/2009 Revisão de todas as atividades. 8 18/03/2009 MS Word. Ortografia e gramática. 9 25/03/2009 Exercício de digitação /04/2009 Avaliação trimestral 11 08/04/2009 Avaliação trimestral 12 15/04/2009 Negrito, itálico e sublinhado. Fontes, formatações, bordas, margens, folhas e formatos /04/2009 Exercício de digitação de números /04/2009 Exercício de digitação de textos /05/2009 Trabalho em sala. Pesquisa da história do computador /05/2009 Trabalho em sala. Pesquisa da história do computador. Sistemas operacionais /05/2009 Trabalho em sala. OpenOffice /05/2009 Numeradores e marcadores, alinhamento, parágrafos, espaçamento /06/2009 Corpus Christi 20 10/06/2009 Revisão de todas as atividades /06/2009 Avaliação trimestral 22 24/06/2009 Avaliação trimestral 23 05/08/2009 Retorno às aulas. Revisão do trimestre anterior /08/2009 Inserir figuras, imagens e objetos. 52 interesse. Lançamento de desafio. Procurar um antivírus free. Baixar e instalar. Alto interesse pelo desafio. Os alunos se ajudam. Desinteresse por assuntos "teóricos". Exercício de competição. Alto interesse. Quem digita mais rápido sem olhar os números. Interesse mediano. Alunos com teoria mesclada a atividades lúdicas. Criar uma carta com as ferramentas aprendidas com um tema cômico. Competição de velocidade de digitação. Alto interesse. Competição de velocidade de digitação. Alto interesse. Baixo interesse em assuntos de história, alto interesse em imagens. Baixo interesse pelo novo. Baixo interesse pelo novo. Interesse por assuntos técnicos somente pelos alunos mais estudiosos. Competição: Quem responde mais rápido a revisão. Alto interesse no começo, cansaço no fim. Os alunos do mesmo grupo se ajudam. Baixo interesse nas aulas. Interesse de cerca de 2/3 da sala. Assunto técnico + imagens. Ver aula 15.

65 25 19/08/2009 Quebra de página e de sessão /08/2009 MS Power Point. Apresentação do software e principais funções /09/2009 MS Power Point. Trabalho em sala /09/2009 MS Power Point. Trabalho em laboratório /09/2009 Apresentação do trabalho /09/2009 Atividade em laboratório /09/2009 Atividade em laboratório /10/2009 Atividade em laboratório /10/2009 Power Point. Slide, estruturas, botões, âncoras, slide mestre /10/2009 Atividade em laboratório /10/2009 Atividade em laboratório /11/2009 Confecção do trabalho em laboratório /11/2009 Entrega dos trabalhos e revisão. 53 Interesse por assuntos técnicos somente pelos alunos mais estudiosos. Baixo interesse. Bons conhecimentos das bases do Power Point. Proposta de criação de um jogo com uso do Power Point. Criar o jogo em sala, depois no Power Point. Em grupo. Um grupo só poderia ajudar o outro com dicas por bilhetes. Confecção do jogo. Mesmas regras. Alunos altamente motivados, colaborativos, interessados e engajados. Cada grupo deverá jogar o jogo de outro grupo. Competição. Ajuda somente por bilhetes. Alto interesse. Fusão das funções do Power Point e MS Word. Os alunos deverão produzir uma apresentação com convites para uma festa usando o Power Point e uma função desconhecida (não ensinada) do MS Word, mala direta. Interesse mediano. Se não há uma pequena demonstração de como fazer, os alunos se perdem. Falta de maturidade, de conhecimento, de como buscar ou cansaço? Pesquisa de como funciona a mala direta. Baixo interesse. Assunto teórico? Desinteresse geral. Assunto conhecido. Alunos fazem mediante "recompensa" com liberação para jogos e Internet no fim da aula. Confecção de um trabalho sobre Sistemas operacionais (Windows, Macintosh, Solaris e Linux), e suítes Office (MS Office, Open Office, Google Docs, Think Free entre outros). Baixo interesse. Adesão do componente premiação: O melhor trabalho será publicado na Internet. Alto interesse. Interesse reduzido. Trabalhos longos perdem o interesse. Imediatismo. Foco no objetivo. Cerca de metade da sala não entregou os trabalhos. Um quarto não tinha quase nada feito. Sem controle não há qualidade /11/2009 Avaliação trimestral. Quase todos entregaram na semana da

66 prova. Trabalhos ruins /11/2009 Avaliação trimestral. Fim do ano. Nem todos entregaram com apoio e reclamação dos pais. "O trabalho era muito extenso..." /12/2009 Exame /12/2009 Recuperação /12/2009 Recuperação. TABELA 9 - APÊNDICE 1 CRONOGRAMA DAS AULAS E ANOTAÇÕES Entrevista de levantamento de necessidades para o site do Colégio XBRITO Brito. A pesquisa foi feita dentro do período de desenvolvimento, de forma anônima e com base nos sites: ORKUT (www.orkut.com), Haboo (www.habbo.com.br) e o software MS Messenger. Alunos entrevistados: 25 do 6º ao 9º ano. A pesquisa quantitativa foi intuitiva, sem que o entrevistado soubesse da intenção nem dos objetivos. Perguntas Você gostaria de um site informativo de notas, faltas, matérias, ocorrências e comunicados? Você gostaria de um site com dicas para estudos, materiais, matérias, dicionário e base de pesquisa? Você gostaria de um site com uma rede social (Orkut) do colégio? Você gostaria de um site com uma wiki (Wikipedia) para as matérias do colégio? Você gostaria de um site que pudesse lançar as notas, conteúdo dada e comunicados? Você gostaria de um site que emitisse o boleto para pagamento? Você gostaria de um site com comunicação com o professor? Você gostaria de um site com jogos e diversão para os alunos? Você gostaria de um site que todos pudessem ver você e seus Direção Geral Direção Pedagógica Direção Financeira S S S S S S S S S S S S Alunos Professores 18 S 7 N 21 S 4 N 25 S 0 N 25 S 0 N S S S X 10 S 0 N 10 S 0 N 8 S 2 N 7 S 3 N 4 S 6 N N N N X X S S S N S S N N S 24 S 1 N 25 S 0 N 25 S 0 N 2 S 8 N 6 S 4 N 7 S 3 N 54

67 comentários? Você gostaria de um site com as câmeras mostrando o interior e os alunos no colégio? S S S S = Sim, N = Não, Não Sei / Não se aplica = X TABELA 10 - APÊNDICE 2 - ENTREVISTA SOBRE O SITE 12 S 13 N 5 S 5 N FIGURA 23 - VISTAS INTERNAS DO LABORATÓRIO E DO ROTEADOR 55

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