O USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO INSUMO À TOMADA DE DECISÃO NA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CONSÓRCIO TRANSPOSIÇÃO

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1 FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO VINÍCIUS DYÊGO BARROS DE ARAÚJO O USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO INSUMO À TOMADA DE DECISÃO NA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CONSÓRCIO TRANSPOSIÇÃO Paulo Afonso / BA Julho / 2011

2 2 VINÍCIUS DYÊGO BARROS DE ARAÚJO O USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO INSUMO À TOMADA DE DECISÃO NA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CONSÓRCIO TRANSPOSIÇÃO Monografia apresentada à Banca Examinadora do Curso de Graduação da FASETE Faculdade Sete de Setembro, como exigência para a obtenção do título de Bacharel em Sistemas de Informação. Orientador: Prof. Esp. Salomão David Vergne Cardoso. Paulo Afonso - Bahia Julho / 2011

3 3 Dedico este trabalho principalmente a DEUS, pois sem ele nada seria possível.

4 4 AGRADECIMENTOS Agradeço a DEUS que deu oportunidades únicas na vida, como a possibilidade de ter feito um curso superior ao qual sempre tive vontade. Também por ter me ajudado a agüentar as viagens diárias de Petrolândia para Paulo Afonso. A realização deste trabalho, só possível graças à contribuição e dedicação do meu orientador Salomão David Vergne Cardoso. E ao professor Ricardo Porto, por ter me proporcionado informações que me ajudaram a direcionar a elaboração do trabalho, e me tirou diversas dúvidas durante a elaboração do mesmo. Aos meus pais, Valdomiro da Silva Araújo e Maria Auxiliadora Barros Silva, principais responsáveis por eu estar aqui. A minha noiva, Glenda Emília Menezes de Oliveira, quem me ajudou de todas as formas durante todo o curso, e que não me deixou desistir em momento algum. Agradeço também aos meus colegas de turma, Josimar, Mário, Paula, Cícero, Alan, Adonel, Anailton, Ivanilson, Jovino, Edvagno, Caique e aos outros que fiz amizade durante o curso. A todos os professores: Igor Medeiros, Eloy Lago, Juliana Mota, Ricardo Porto, Leobson, Antônio Henrique, Silas Félix, Esdriane Cabral, César França, Ryan e demais professores do curso de Sistemas de Informação, obrigado pela dedicação de todos. A todos os colegas do ônibus, em especial a Josimar, Hebinho, Paulinha, Milene, Aurélio, Pedro e outros que ajudaram a diminuir a distancia das viagens diárias. A todos que fazem o Consórcio Transposição, que me ajudaram a concluir este projeto.

5 5 Só existe opção quando se tem informação. Ninguém pode dizer que é livre para tomar o sorvete que quiser se conhecer apenas o sabor limão. Gilberto Dimenstein

6 6 RESUMO ARAÚJO, Vinícius Dyêgo Barros. O uso da Tecnologia da Informação como insumo à Tomada de Decisão na empresa de construção Consórcio Transposição Monografia de graduação em Sistemas de Informação. FASETE. Paulo Afonso Bahia. Com o aumento na demanda por obras civis em todo o Brasil, as empresas de construção civil se fragmentam em diversas filiais, e essas filiais responsáveis pelas obras, necessitam de um modelo de gestão que não seja voltado apenas para a engenharia e produção, mas sim para todo o contexto da empresa. Dessa forma, esta monografia tem como intuito verificar se a informação fornecida pelos Sistemas de Informação (SI) é tratada como insumo fundamental para a tomada de decisão na empresa de construção civil Consórcio Transposição. Para se obter esta análise, foram realizados estudos bibliográficos em fontes primárias, sobre temas que fazem parte do contexto do trabalho. A partir daí, foi realizada uma pesquisa in loco contendo questionários que foram prontamente respondidos. Os resultados alcançados com base na análise dos dados obtidos confirmam que o Gestor da Empresa utiliza sim as informações fornecidas pelos SI como base principal à tomada de decisão gerencial. Palavras Chave: Informação, Qualidade, Tomada de Decisão.

7 7 ABSTRACT ARAÚJO, Vinicius Dyêgo Barros. Use of Technology Information as input to decision making in business construction Consórcio Transposição Graduation monograph in Information Systems. FASETE. Paulo Afonso - Bahia. With the increase in demand for civil works in Brazil, the construction companies are fragmented into several branches, and those branches responsible for the works, need a management model that is not only designed for engineering and production, but to the entire context of the company. Thus, this monograph has the intention to verify the information provided by Information Systems (IS) is treated as a key input for decision making in the construction company Consórcio Transposição. To achieve this analysis, bibliographic studies on primary sources on topics that are part of the work context. Thereafter, a survey was conducted "in loco" containing questionnaires that were answered promptly. The results based on analysis of data confirmed that the Manager of the Company but uses the information provided by SI as the primary basis for management decision making. Keywords: Information, Quality, Decision Making

8 8 LISTA DE ABRVIATURAS E SIGLAS TI Tecnologia da Informação SI Sistemas de Informação TIC Tecnologia da Informação e Comunicação ERP Sistemas de Gestão Empresarial Integrada VOIP Voz Sobre IP (sistema de telefonia via internet) SAD Sistema de Apoio à Decisão SIG Sistema de Informação Gerencial ISO Organização Internacional de Padronização ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas

9 9 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO CONSIDERAÇÕES INICIAIS DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA HIPÓTESES OBJETIVOS GERAIS GERAIS JUSTIFICATIVA METODOLOGIA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO TEORIA GERAL DE SISTEMAS CARACTERÍSTICAS TIPOS DE SISTEMAS SISTEMAS E SUBSISTEMAS DE INFORMAÇÃO TIPOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RELAÇÃO ENTRE AS EMPRESAS E OS S.I QUALIDADE DE SOFTWARE QUALIDADE DE SOFTWARE QUALIDADE DO PROCESSO ORGANISMOS NORMATIVOS CONFIABILIDADE DE SOFTWARE TOMADA DE DECISAO TOMADA DE DECISÃO DADOS E INFORMAÇÃO PROCESSO DECISÓRIO INCERTEZA E RISCO AUSÊNCIA DE ESTRUTURA... 26

10 10 5. ANÁLISE DOS DADOS RESULTADO DA ANÁLISE DO QUESTIONÁRIO APLICADO AO GESTOR DA EMPRESA RESULTADO DA ANÁLISE DO QUESTIONÁRIO APLICADO AO GESTOR DE TIC CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICES APÊNDICE A: QUESTIONÁRIO APLICADO AO GESTOR DA EMPRESA APÊNDICE B: QUESTIONÁRIO APLICADO AO GESTOR DE TIC... 43

11 11 1. INTRODUÇÃO O presente capítulo apresenta o contexto no qual o restante do trabalho se insere, nele serão apresentados os principais pontos abordados no decorrer da proposta. 1.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Com o crescimento da economia no Brasil nas últimas décadas, o país necessita cada vez mais de investimento em infra-estrutura para atender toda a logística das indústrias e do comércio. Logísticas estas, que vão desde dar o suporte necessário para o escoamento da produção agropecuária, o aumento do consumo da energia elétrica, o avanço das telecomunicações entre outros motivos. Tudo isso fez aumentar a demanda por obras civis de todas as naturezas, em todas as regiões do Brasil, colocando em evidência o crescimento da indústria da construção civil. E este crescimento demanda de investimento em informatização e uma melhor gestão da comunicação, para auxiliar a organização dessas empresas. A construção civil é um setor com características próprias, principalmente pela alta fragmentação e a grande quantidade de empresas de pequeno e médio porte (VILLAGARCIA, 1999). Com relação à fragmentação, esta dificulta a comunicação podendo causar problemas futuros tanto na execução da obra quanto no projeto de um empreendimento. Para MEDEIROS, PARENTE & MIDORA (2007), a TI pode servir como base para novos modelos empresariais, processos de negócios e modelos de compartilhamento de informações. Sendo assim, a TI não oferece suporte apenas as operações já existentes no negócio, como também, possibilita a viabilização de novas estratégias empresariais. De acordo com os autores LAUDON & LAUDON (2004), a TI é um conjunto de processos e soluções, que funciona baseada em recursos de computação que auxiliam a criação de informações que servem de base para a tomada de decisão.

12 12 Segundo SILVA (2007), para se obter sucesso no uso dos recursos de TI algumas condições básicas são essenciais, tais como: utilização de sistemas de informação (SI), hardware adequado as necessidades e finalidades desejadas, além de um fator que pode ser considerado como um dos principais, pessoal capacitado, pois, sem este último, todo o investimento e o planejamento não trarão retorno nenhum. O investimento em TI pode trazer diversas vantagens para os diferentes setores de uma organização. Porém, para que essas vantagens sejam obtidas se faz necessário um estudo detalhado sobre a implantação da tecnologia, para que possa garantir a eficácia deste investimento. Com a introdução da TI na indústria da construção civil, as empresas deste setor se tornam cada vez mais dependentes dos seus recursos. É notável que a TI tenha se adaptado bem a estas empresas, auxiliando nos processos internos, na melhoria da qualidade do serviço e solucionando problemas diversos que surgem constantemente e podem atrapalhar todo o trabalho da empresa. NEWTON (2002) O uso da TI na construção civil tem a capacidade de integrar os diversos setores de um mesmo projeto ou uma mesma obra. Além disso, oferece apoio no desenvolvimento de projetos e na troca de informações entre os envolvidos. Mesmo com todos os benefícios oferecidos pela informatização, existem empresas que optam por investir em infra-estrutura de TI sem o devido planejamento se deixando levar pelo barateamento de recursos de hardware e software, e acabam tendo que amargar perdas consideráveis e resultados insatisfatórios. Talvez essa resistência a tecnologia seja devido à falta de capital para investir, ou simplesmente por existir resistência por parte do empresário em relação a TI. De acordo com REZENDE & ABREU (2009), a informação desempenha papéis importantes tanto na definição quanto na execução de uma estratégia. Ela ajuda na identificação das ameaças e das oportunidades para a empresa e cria o cenário para uma resposta competitiva mais eficaz. Atualmente, em diversos tipos de organizações, a informação é algo de muito valor, pois elas dependem de informação de qualidade, criada e difunda com

13 13 responsabilidade. Pois a má administração da informação pode causar prejuízos às empresas. No caso de empresas de construção, que geralmente apresenta um alto índice de fragmentação, isso deve ser tratado como prioridade, senão, pode comprometer o funcionamento de toda a organização. O presente projeto visa realizar uma análise na empresa de construção civil Consórcio Transposição, empresa esta criada para realizar a implementação do lote 9 do projeto de integração da bacia hidrográfica do rio São Francisco com as bacias do Nordeste Setentrional. Esta análise busca avaliar se o Gestor da Empresa utiliza as informações fornecidas pelos SI como insumo principal para tomar decisões, ou se se baseia na experiência própria ou na intuição para fazer suas escolhas. 1.2 DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA A utilização de SI nas empresas de construção civil como de qualquer outro segmento, apresentam diversas vantagens, e a principal delas é a capacidade de fornecer informações que possam ajudar os gestores na tomada de decisão. Baseado nisso, surgem às seguintes questões: Até que ponto as informações obtidas através da utilização de SI influenciam a tomada de decisão na empresa estudada? Qual o valor da informação para a empresa estudada? Que tipo de prejuízos ou problemas uma má gestão da informação podem trazer a empresa? Existe um setor responsável pela manutenção dos SI? A estrutura tecnológica da empresa estudada é adequada à empresa? 1.3 HIPÓTESES O Gestor da Empresa utiliza a informação fornecida pelos SI como base fundamental para a tomada de decisão. O Gestor da Empresa não trata a informação gerada pelos SI como insumo principal à tomada de decisão, mas sim, a própria experiência como o fator determinante.

14 14 Todas as informações geradas pelos SI são utilizadas apenas na obra, e não utilizadas pela matriz da empresa. A tecnologia implantada na empresa atualmente é perfeitamente adequada à empresa. A empresa possui diversos SI para auxilio a gestão, e outros aplicativos para comunicação. 1.4 OBJETIVOS Geral Realizar uma análise sobre o uso da Informação obtida através da utilização de SI como insumo à tomada de decisão da empresa Consórcio Transposição Específicos Analisar o quanto as informações demonstradas através do uso da tecnologia são levadas em consideração no momento da tomada de decisão feita pelo Gestor da Empresa; Avaliar juntamente com o Gestor de TIC e com o Gestor da Empresa, qual o valor da informação para a empresa; Verificar quais são os possíveis problemas ou prejuízos que a má gestão da informação dentro da organização pode causar; Averiguar se a empresa possui algum SI ou algum outro tipo de aplicativo para auxiliar a gestão da empresa; Verificar se existe um setor exclusivo para gestão da estrutura de TIC da empresa; Identificar e demonstrar quais os pontos positivos e negativos da tecnologia implantada na empresa estudada. 1.5 JUSTIFICATIVA A TI é indispensável, atualmente, em qualquer ambiente organizacional, pois, ela proporciona as organizações um melhor controle das suas informações, informações estas que são importantes para auxiliar a administração da empresa.

15 15 Considerando o inevitável caminho de mudanças que a TI tem apresentado, identificar o atual estágio de utilização da tecnologia da informação no setor da construção civil e divulgar sua potencialidade é o primeiro passo para sua popularização e maior utilização. A necessidade de se obter informação faz com que as organizações busquem maneiras de arrecadar e tratar os dados de diversas fontes. Portanto, é importante que esses dados sejam claros, válidos e seguros para assegurar que as decisões que forem tomadas pelos gestores sejam altamente confiáveis. Afinal, a qualidade da decisão depende das informações que estejam disponíveis no momento em que ela é tomada. Para CHIAVENATO (2000), a tomada de decisão é o processo de análise e escolha, entre várias alternativas disponíveis, no curso de ação que a pessoa deverá seguir. Portanto, as informações desatualizadas e sem validade, irão afetar no processo decisório e podem também ocasionar problemas operacionais futuros na empresa. Diante destas afirmações, torna-se oportuno a elaboração deste trabalho que enfatiza a importância das informações obtidas através do uso de SI como principal apoio a tomada de decisão. 1.6 METODOLOGIA Esta seção demonstra os métodos utilizados no trabalho de pesquisa, a forma de coleta e análise das informações. A metodologia adotada para elaboração deste projeto baseia-se no estudo dos conceitos de: Informação, Tomada de decisão e Qualidade de software, para que seja possível realizar uma análise na empresa de construção civil Consórcio Transposição, sobre como as informações provenientes do uso da Tecnologia da Informação, servem de base à tomada de decisão por parte da gerencia da empresa. Na análise, foram realizados questionários com questões abertas, com fundamentação bibliográfica sobre os temas já citados. Segundo REIS & MENDES

16 16 (2005) a pesquisa só é bibliográfica quando tem base em material já publicado, principalmente livros, artigos e atualmente com material disponibilizado na internet. Quanto à coleta, a mesma foi realizada através de entrevistas e a aplicação de questionário. Estes questionários foram aplicados ao Gestor da Empresa e ao Gestor de TIC, por se tratar de pessoas que ocupam funções estratégicas na empresa estudada, e que possuem informações relevantes sobre o tema estudado. A elaboração das perguntas do questionário foi feita com pleno foco e ligação com o tema estudado. O questionário foi respondido corretamente pelos entrevistados. Roesch (2005, p.154), afirma pesquisa qualitativa "como algo independente do paradigma positivista, mais como algo que precede o teste de hipóteses. Seus métodos de coleta e analise de dados são apropriados para uma fase exploratória da pesquisa". O método aplicado à pesquisa foi qualitativo, os questionários foram compostos por questões abertas para que a pergunta fosse respondida abertamente. 2. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.1 TEORIA GERAL DE SISTEMAS A teoria de sistemas pode ser aplicada a qualquer área de conhecimento, seja ela ciência humana ou da natureza. Os primeiros relatos de uma teoria de sistemas surgiram com os estudos do biólogo alemão Ludwig Von Bertalanffy, o mesmo fora responsável pela produção de teorias e formulações conceituais para aplicações na realidade empírica. Um sistema pode ser entendido como um conjunto de elementos interdependentes ou um grupo de unidades combinadas que formam um todo organizado. Sendo assim, um Sistema pode ser definido como conjunto ou combinações de coisas ou partes, formando um todo complexo ou unitário. (CHIAVENATO, 2000)

17 CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS Para CHIAVENATO (2000), os sistemas possuem características próprias, que não são encontradas em nenhum dos elementos do sistema analisado isoladamente. De acordo com o mesmo autor, as características básicas de um sistema são: Propósito ou objetivo todo sistema tem um ou alguns propósitos ou objetivos; Globalismo ou Totalidade os sistemas possuem uma natureza orgânica, pela qual uma ação que implique em alguma mudança em uma das unidades do sistema, cause um impacto em todas as suas outras unidades do sistema; Os sistemas são abertos cada sistema existe dentro de um meio ambiente constituído por outros sistemas. É como um sistema celular, células existem dentro de tecidos, moléculas existem dentro de células, átomos dentro de moléculas etc. 2.3 TIPOS DE SISTEMAS Para TONSIG (2003) existem diversos tipos de sistemas e os mesmos podem ser classificados de acordo com o ambiente, a constituição ou pela natureza. A. Quanto ao ambiente, os sistemas podem ser: Sistemas biológicos São sistemas encontrados em seres vivos como, por exemplo, os seres humanos. Como exemplo existe o sistema digestivo, sistema respiratório, sistema excretor etc. Sistemas de informação ou de ciência da computação Em ciência da computação e ciência da informação, sistema podem ser também uma função ou um algoritmo. Sistemas em pesquisa operacional e ciência do gerenciamento Em pesquisa operacional e desenvolvimento organizacional, as organizações são vistas como sistemas humanos (sistemas conceituais) compreendidos de componentes interativos como subsistemas, processos e estruturas organizacionais.

18 18 B. Quanto a sua constituição, os sistemas podem ser físicos ou abstratos. Sistemas Físicos quando composto por equipamentos, máquinas, objetos ou coisas reais e palpáveis. Por exemplo: o hardware. Sistemas Abstratos quando composto por conceitos, idéias, planos ou simplesmente a lógica. Por exemplo: o software. No caso dos Sistemas Abstratos, existe a interdependência entre os sistemas físicos e abstratos, no exemplo citado, o software precisa de um hardware para poder funcionar, e o hardware sem o software também não tem utilidade real. C. E com relação à natureza, eles podem ser fechados ou abertos. Sistemas Abertos são sistemas que tem como característica o poder de se relacionar com o ambiente, através de entradas e saídas. Eles podem trocar informações, energia, matéria etc. e tem a capacidade de se adaptar ao ambiente. Sistemas Fechados é exatamente o oposto do sistema aberto. Pois não realiza troca de informação com o ambiente ou com outros sistemas. 2.4 SISTEMAS E SUBSISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas de informação (SI) podem ser definidos segundo os autores LAUDON & LAUDON (2004), como um conjunto de componentes inter-relacionados que coleta (ou recruta), processa, armazena e distribui informações destinadas a apoiar a tomada de decisões, a coordenação e o controle de uma organização. Um SI é composto de um subsistema social e um automatizado. O primeiro inclui as pessoas, processos, informações e documentos. O segundo consiste dos meios automatizados (máquinas, computadores, redes de comunicação) que interligam os elementos do subsistema social. As pessoas, juntamente como os processos que executam e com as informações e documentos que manipulam, também fazem parte do SI. Sendo assim, o SI é algo maior que um software, pois além de incluir o hardware e o software, também inclui os processos (e seus agentes) que são executados fora das máquinas.

19 TIPOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Para LAUDON & LAUDON (2004), e CHURCHMAN (1976), entre os Sistemas de Informação e Computação existem diversas categorias, os principais são: Sistemas de Informação Rotineiros são os mais simples e os mais comuns nas organizações. Eles apóiam as funções operacionais da organização realizadas no dia-a-dia. Por isso, são facilmente identificados no nível operacional da organização. Sistemas de Gestão Empresarial Integrada (Enterprise Resource Planning - ERP) São sistemas que unem e integram os diversos sistemas rotineiros ou transacionais de uma organização, permitindo assim, haver uma integração entre os diversos departamentos de uma organização. Sistemas de Gestão de Suprimentos São sistemas que controlam a compra de produtos, peças e matéria prima, ou gerenciam o estoque de todo o fluxo de materiais da cadeia produtiva. Sistemas de Informações Gerenciais (Management Information Systems - SIG s ou MIS) O objetivo desses sistemas, é fornecer informações diretamente a gerencia da empresa, são sistemas que atuam no nível estratégico da empresa. Sistemas de Apoio à Decisão (Decision Support Systems - SAD s ou DSS) São sistemas que fornecem informações que auxiliam a tomada de decisão gerencial, oferecendo aos tomadores de decisão uma análise das consequências de cada opção. 2.6 RELAÇÃO ENTRE AS EMPRESAS E OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Os sistemas de informação são ferramentas que auxiliam praticamente todos os tipos de rotinas administrativas, ajuda na organização do fluxo de tarefas, automatiza processos, e com isso, gera informação que apóia a decisão gerencial. Da perspectiva de uma empresa, o SI é uma solução organizacional e administrativa baseada na TI para enfrentar um desafio proposto pelo ambiente (LAUDON & LAUDON, 2004). O administrador precisa conhecer bem sua empresa, e as

20 20 informações que o SI podem oferecer. Este conhecimento amplo dos sistemas e da empresa é fundamental para os gestores, já os funcionários ou usuários propriamente ditos dos sistemas, faz-se necessário apenas saber utilizar os sistemas e entender seu processo. Neste capitulo foram vistos algumas definições, características e exemplos de sistemas de informações, e sobre a teoria geral de sistemas. Além disso, foi exposta também a forma com que as organizações utilizam os sistemas para auxilio à administração da empresa. 3. QUALIDADE DE SOFTWARE 3.1 QUALIDADE DE SOFTWARE Para que um SI realmente forneça o suporte necessário aos administradores fornecendo informações seguras e confiáveis, é necessário que durante seu desenvolvimento sejam respeitados os preceitos de qualidade de software, e as características e especificações da empresa, pois o que pode ser qualidade para uma realidade, pode não ser para outra. A revista ENGENHARIA DE SOFTWARE MAGAZINE (2007) citou que a Engenharia de Software visa à criação de produtos de software que atendam as necessidades de pessoas e instituições e, portanto, tenham valor econômico. Para isso, usa conhecimentos científicos, técnicos e gerenciais. Ela atinge seus objetivos de produzir software com alta qualidade e produtividade quanto é praticada por profissionais treinados e bem informados, utilizando tecnologias adequadas, dentro de processos que tirem proveito tanto da criatividade quando da racionalização do trabalho. Segundo ROCHA (2003), qualidade de software é um conjunto de características que devem ser alcançadas em um determinado grau para que o produto (software) atenda às necessidades de seus usuários e dos administradores da organização.

21 21 PRESSMAN (2002.p.736) diz que qualidade de software é definida como: Conformidade a requisitos funcionais e de desempenho explicitamente declarados, a padrões de desenvolvimento claramente documentados e a características implícitas que são esperadas de todo software profissionalmente desenvolvido. Segundo a norma ISO 9000 (versão 2000), a qualidade é o grau em que um conjunto de características inerentes a um produto, processo ou sistema cumpre os requisitos inicialmente estipulados para estes. Estas características ou requisitos segundo McCALL (1997) são: Confiabilidade capacidade de realizar sua função pretendida com a precisão exigida. Eficiência a quantidade de recursos de computação e de código necessário para que o programa execute sua função pretendida. Flexibilidade o esforço exigido para se modificar um programa operacional. Testabilidade o esforço exigido para testar um programa a fim de garantir que ele execute sua função pretendida. Portabilidade facilidade de se utilizar o software em outros tipos de dispositivos ou de sistemas operacionais. Usabilidade capacidade de o usuário aprender a utilizar o sistema de maneira fácil. Reusabilidade facilidade de reusar um programa ou partes de um programa em outras aplicações. Interoperabilidade capacidade de integrar o software a outros sistemas. No desenvolvimento de software, a qualidade do produto está diretamente relacionada à qualidade do processo de desenvolvimento, desta forma, é comum que a busca por um software de maior qualidade passe necessariamente por uma melhoria no processo de desenvolvimento.

22 QUALIDADE DO PROCESSO Melhorando o processo de criação do software, espera-se que a qualidade do produto também seja melhorada de forma correspondente. Segundo SOMMERVILLE (2003), a melhoria de processo se baseia na suposição de que o principal fator que influencia a qualidade do produto é o processo de desenvolvimento deste produto. Melhorar o processo de desenvolvimento de software não quer dizer que seja necessário apenas adotar ferramentas, métodos ou paradigmas específicos, ou que já tenham sido utilizados em situações parecidas. Apesar de haver características parecidas entre negócios do mesmo tipo, existem fatores locais organizacionais, padrões ou procedimentos que influenciem o processo. Para os produtos de software existem quatro fatores que podem afetar diretamente a sua qualidade, são eles: tecnologia utilizada para o desenvolvimento, qualidade técnica do pessoal envolvido no projeto, cumprimento do custo e do prazo, e, qualidade do processo. SOMMERVILLE (2003) De acordo com o mesmo autor, a importância de cada um desses fatores depende do tamanho do projeto. Para sistemas grandes, com módulos diversos, o mais importante é o processo do software, devido as dificuldades de integração, do gerenciamento do projeto e da comunicação. Para pequenos projetos, contudo, a qualidade da equipe empenhada no projeto é mais importante do que o processo em si, pois se o pessoal possui um alto nível de capacitação e experiência, provavelmente o produto final será de qualidade. Segundo SOMMERVILLE (2003), para avaliação da qualidade do processo de construção de um software, o Instituto de Engenharia de Software da Carnegie- Mellon University (Software Engineering Institute - SEI), instituto criado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criou o Modelo de Maturidade de Capacitação de Software, que propõe cinco níveis de maturidade, sendo eles:

23 23 Nível 1, inicial nesse nível, uma empresa de desenvolvimento não possui procedimentos eficazes de gerenciamentos ou planos de de projeto. Nível 2, repetível a organização já possui os procedimentos de gerenciamento, mas, elas com sucesso, repetem os projetos do mesmo tipo. Contudo, não existe um processo formal. Nível 3, definido nesse nível, uma organização determinou seu processo e, assim, tem um embasamento para a sua melhoria qualitativa de processo. Nível 4, gerenciado uma organização nesse nível tem seu processo definido e um programa formal de coleta de dados quantitativos. Nível 5, otimizado as organizações que estão nesse nível, estão empenhadas em obter melhorias contínuas no seu processo. Esta melhoria é orada e planejada, e é uma parte integrante do processo da organização. Esses níveis de maturidade foram criticados por serem muito imprecisos. Depois de serem testados, um modelo revisado foi lançado. Nesse novo modelo, os cinco níveis permanecem, porém, eles foram mais bem definidos, e separados em áreas chave de processo. SOMMERVILLE & SAWYER (1997) 3.3 ORGANISMOS NORMATIVOS As normas internacionais de qualidade são criadas a partir do estudo realizado por diversos especialistas, a fim de padronizar o desenvolvimento de produtos ou serviços. Existem diversos órgãos internacionais que funcionam como reguladores da qualidade, tais como: ISO (International Organization for Standardization), IEEE (institute of Electrical and ElectronicsEngineers), ISA (International Federation of the National Standardizing Associations) e a UNSCC (United Nationas Standards Cordinating Committee). A ISO nasceu a partir da união entre a ISA e a UNSCC durante uma conferência em Londres no mês de outubro de Segundo SOMMERVILLE (2003) a ISO é a organização que mais produziu documentos ou recomendações para a padronização de serviços ou produtos. A ISO juntamente com a IEC (International Eletrotechinical Commission) o JTC1 (Joint Techinical Committee 1). Esta sendo a primeira comissão formada para a

24 24 criação de normas relacionadas a Tecnologia da Informação e Comunicação, algumas vezes abreviada como TI, TIC ou IT como referência ao inglês Information Technology. No Brasil, a ABNT é o órgão responsável por normas de qualidade. Ela representa, no Brasil, a ISO e a IEC. E a equipe responsável pela área de engenharia de software e portabilidade de software é denominada de Comitê CONFIABILIDADE DE SOFTWARE Não há duvida de que a confiabilidade é a principal característica de garantia da qualidade de software, pois se um programa deixar de funcionar com frequência, pouco importa se as outras características que garantem a qualidade estejam atendidas. A confiabilidade de software é definida como a probabilidade de o sistema operar sem falhas em um ambiente específico e em um determinado tempo. PRESSMAN (2002) Neste capítulo foram vistos as definições de qualidade de software, as características básicas para que um sistema possa ser de qualidade. Além disso, foram citados alguns organismos normativos que desenvolveram modelos de desenvolvimento de software de avaliação da qualidade. Foram também demonstrados e explicados os níveis de maturidade e capacitação de desenvolvimento de software modelos criados pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

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