GERAM como arquitetura de referência para um ERP livre de código aberto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GERAM como arquitetura de referência para um ERP livre de código aberto"

Transcrição

1 GERAM como arquitetura de referência para um ERP livre de código aberto Carlos Magno Ferreira da Silva (UENF) Renato de Campos (FEB/UNESP) Rogério Atem de Carvalho (CEFET Campos) José de Souza Rodrigues (FEB/UNESP) Resumo ERPs livres de código aberto, podem trazer economias e vantagens competitivas para as empresas, que poderão adaptar módulos do software conforme suas reais necessidades. Porém, a construção/adaptação desses softwares sem estar apoiadas em padrões e em uma adequada documentação de modelos (de processos de negócios e de softwares), além da falta de uma metodologia de desenvolvimento, pode inviabilizar a utilização desses ERPs na prática. Isto implica na utilização de uma arquitetura de referência para o desenvolvimento de aspectos metodológicos relacionados com este projeto. Este artigo destaca a necessidade do estabelecimento de adequadas técnicas e ferramentas para a definição de requisitos do negócio e para o desenvolvimento e adaptação de códigos de ERPs. Assim, apresenta a metodologia e arquitetura de referência GERAM, proposta para ser utilizada no desenvolvimento dos componentes necessários para o desenvolvimento do sistema ERP5. Palavras-chave: GERAM, ERP, Arquitetura de referência. 1. Introdução Uma organização pode ser considerada como um conjunto de processos de negócios realizados por agentes ou entidades funcionais (pessoas, máquinas ou software) e que devem comunicar-se entre si, para atingir algum objetivo. Por exemplo, em um ambiente de escritório (processos administrativos) as atividades dos processos são realizadas por pessoas normalmente distantes fisicamente, necessitando de modelos e ferramentas computacionais para a integração dessas atividades. Ainda, grande parte desses processos é repetitivo ou rotineiro, possível de se modelar e automatizar (CRUZ, 2000). Então, atualmente os processos (ou fluxo de trabalho) extrapolam o domínio de uma empresa, fazendo com que negócios, com outras empresas ou com o cliente final, venham a ser realizados e integrados através da Tecnologia de Informação TI (DAVENPORT, 1994). ERP (Enterprise Resources Planning), Workflow e E-Business são recentes aplicações de Tecnologia da Informação surgidas nos últimos anos com potencial para a melhoria do desempenho e integração de empresas (CORREA et al., 2000). Apesar dos progressos com a TI, um adequado modelo de gestão contemplando todos os requisitos do negócio torna-se um pré-requisito (KALPIC e BERNUS, 2002; MERTINS e JOCHEM, 2005). Ao mesmo tempo, cresce, principalmente no Brasil, o desenvolvimento de softwares de código aberto, inclusive com a existência de propostas de ERPs para a gestão de empresas. Devido a possibilidade de diminuição de custos de utilização, Pequenas e Médias Empresas (PMEs) são candidatas à utilização desses sistemas, visando um aumento de competitividade. Algumas iniciativas de desenvolvimento de ERPs com código aberto tem sido realizadas e as PMEs podem se beneficiar dessa oportunidade, não só pelo menor custo de implantação como 1

2 também pela menor dependência com relação a fornecedores de softwares proprietários (DREILING et al., 2005). Com o ERP livre de código aberto, as empresas poderão desenvolver ou adaptar módulos do software conforme suas reais necessidades. Porém, a construção desses softwares sem estar apoiadas em padrões e em uma adequada documentação de modelos (de processos de negócios e de softwares), além da falta de uma metodologia de desenvolvimento (incluindo a implantação), pode inviabilizar a utilização do ERP livre de código aberto na prática. Isto implica na utilização de uma arquitetura de referência para engenharia de sistemas de empresa, como a GERAM (Generalized Enterprise Reference Architecture and Methodology). Este artigo tem como objetivo descrever sucintamente o projeto ERP5 e apresentar a arquitetura GERAM, a ser utilizada para o desenvolvimento de técnicas e ferramentas para o desenvolvimento de sistemas ERPs, em específico o ERP5. Ao final, são tecidas algumas considerações. 2. ERP5 Atualmente existem algumas propostas de ERPs livres e que permitem a alteração de seus códigos, como o caso da Compiere (www.compiere.com.br) e do projeto ERP5 (wiki.erp5.org). Este último é um projeto de ERP de código livre que visa oferecer uma solução de alta tecnologia e baixo custo. O Sistema ERP5 é desenvolvido atualmente por um grupo de empresas e instituições de ensino e pesquisa da França e Brasil. Este sistema utiliza a plataforma Zope e é totalmente baseado em objetos, workflow e tecnologias Web. Seu principal objetivo é desenvolver e projetar um grupo compreensível de componentes de software para ERP e fornecer informações suficientes para permitir a todos, entender e implementar ERPs, principalmente em pequenas e médias empresas, permitindo que as organizações tenham liberdade para alterar a forma de funcionar do sistema da maneira que melhor lhe convier. Em conseqüência as PMEs terão à disposição uma solução de baixo custo e cuja tecnologia se manterá atual por vários anos. O ERP5 é baseado em cinco conceitos com alto nível de integração. São eles (SMETS-SOLANES e CARVALHO, 2003): - Muti: o sistema é multi-usuário, multi-organização, multi-linguagem, multi-moeda, multicusto e multi-cenário, isto é, linguagem e moeda são itens parametrizáveis e o sistema pode lidar com vários usuários, unidades de produção, cenários e itens de custo, simultaneamente, em uma mesma instalação; - Meta: oferece vários níveis de detalhe para um mesmo processo de gestão e, graças à notação de meta-recurso e meta-nó, ele permite definir níveis de detalhamento pertinentes ao processo de negócio executado por um usuário que possui determinado papel; - Distribuído: utiliza um mecanismo de sincronização avançado que permite a distribuição e compartilhamento de dados por diferentes instalações, sem que haja a necessidade de uma conexão permanente de rede; - Baseado em Objetos: o emprego de um banco de objetos (ZODB) permite modelar e implementar sistemas complexos de suporte à gestão da produção, incluindo processos, dados estruturados e não estruturados. Por ser baseado em objetos o ERP5 é uma solução muito mais poderosa e flexível; - Livre: ele é licenciado nos termos da GNU PUBLIC LICENSE (GLP), bem como toda a informação gerada, tecnologias e metodologias desenvolvidas pelos membros do projeto são livremente disponibilizadas. O ERP5 está baseado num novo modelo de objeto de gestão de empresa, que é capaz de 2

3 representar qualquer processo de gerenciamento usando somente cinco classes fundamentais. São elas (Figura 1) (SMETS-SOLANES e CARVALHO, 2003): - Resource (Recurso): descreve um recurso abstrato em um processo de negócio (ex. uma habilidade de um indivíduo, uma matéria-prima, um produto). Relações entre recursos permitem a definição de listas de materiais bem como protótipos de produtos; - Node (Nós): um Node é um lugar que pode receber e enviar quantidades de recursos, podendo ser relativos a entidades físicas ou abstratas. Ações são um tipo de Nó. Meta-nodes (Meta-nós) são nós que contém outros nós. Uma empresa é um meta-nó; - Movement (Movimento): descreve um movimento de recursos entre nós, em um dado instante, por uma dada duração; - Path (Caminho): descreve uma forma que um nó acessa recursos dos quais precisa. Preços e perfis comerciais podem ser anexados a um Path para definir o preço padrão de um determinado recurso dado por um fabricante. Um Path também pode definir o modo como um inventário obtém recursos de uma ação. Um Path tem uma data de começo e uma data de fim; - Item: descreve uma instância física de um recurso. Um Movement pode ser ampliado em uma série de Movements rastreáveis por Item. Permitem definir como uma determinada quantidade de recursos foi transportada (ex. encomenda, números de série de artigos em cada container, etc.). Figura 1 - Classes do Núcleo do ERP5 (Fonte: SMETS-SOLANES; CARVALHO, 2002). 3. Necessidade de uma arquitetura de referência para o ERP5 Foi abordada a possibilidade de ERPs de código aberto e livre, em específico o ERP5, serem usados pelas PMEs. Assim, desenvolvedores poderão desenvolver e/ou adaptar e reusar códigos já desenvolvidos por outros (TIJUNELIS e BARRELLA, 2003, CAMEIRA et al., 2003). Porém, para o desenvolvimento, adaptação ou manutenção de qualquer software, são necessárias técnicas e ferramentas de suporte. A disponibilização de conhecimento associado ao desenvolvimento, adaptação e manutenção de sistemas de software se torna ainda mais importante quando se supõe a possibilidade das PMEs permanecerem o máximo possível independentes de desenvolvedores, e consultores especialistas. O desenvolvimento baseado em padrões e a existência de uma documentação, tanto do código do software, como dos processos os quais são suportados, sendo que conceitos de modelagem 3

4 e integração de empresas realiza um papel essencial para o projeto dos negócios e respectivo sistema de informação. A integração de negócios trata da integração completa da empresa, isto é, coordenação de processos de negócios e compartilhamento de conhecimento. Para obtê-la é necessária uma análise detalhada das operações, regras e estrutura da empresa em termos de funções, sistemas de informações, recursos, aplicativos e unidades de organizações (VERNADAT, 2000). Portanto, para atingir esta integração, é necessário incorporar o nível de conhecimento da empresa, isto é, entender sua organização e como os processos de negócios devem ser realizados, modelá-los e integrá-los. Em suma, para o desenvolvimento e documentação dos processos, informações, recursos e organização da empresa considerada, é necessária uma arquitetura de referência proporcionando metodologias, modelos parciais e ferramentas para a modelagem do sistema, conseqüentemente, facilitando a integração os negócios (ODEH e KAMM, 2003; SHEN et al., 2004; MERTINS e JOCHEM, 2005). Assim se espera facilitar a implantação desses sistemas aos requisitos particulares de cada empresa. A seguir é apresentada a metodologia e arquitetura de referência GERAM, proposta para o projeto ERP5. 4. Metodologia e Arquitetura de Referência de Empresa Generalizada A arquitetura GERAM Generalized Enterprise Reference Architecture and Methodology (IFIP-IFAC, 1999; NORAN, 2003) é uma generalização da GIM, da PERA e da CIMOSA, que se utiliza das melhores partes dessas arquiteturas, com o intuito de servir como referência para todos os envolvidos na área de engenharia e integração de empresa. GERAM fornece uma descrição de todos os elementos recomendados na engenharia e integração de empresas e assim prepara o padrão para a coleção de ferramentas e métodos da qual qualquer empresa se beneficiaria com mais sucesso ao cuidar do projeto de integração, ou um processo de mudança que pode acontecer durante o tempo de vida operacional da empresa. Ela não impõe uma coleção de ferramentas ou métodos em particular, mas define critérios a serem satisfeitos por qualquer coleção de ferramentas e métodos selecionados. GERAM considera modelos de empresas como um componente essencial para a integração e engenharia de empresas; isto inclui várias técnicas formais de descrição de projetos como modelos computacionais, textuais e gráficos para representações do projeto. Ela é constituída por componentes considerados como essenciais para a integração de empresas, que são apresentadas a seguir (Figura 2) (IFIP-IFAC, 1999): - GERA (Generic Reference Architecture) - EEMs (Enterprise Engineering Methodology) - EMLs (Enterprise Modeling Languages) - EMs (Enterprise Models) - EOSs (Enterprise Operational Systems) - EETs (Enterprise Engineering Tools). - GEMCs (Generic Enterprise Modeling Concepts) - PEMs (Partial Enterprise Models) - EMOS (Enterprise Modules) - EOSs (Enterprise Operational Systems). GERA define os conceitos genéricos de empresas recomendados para uso em projetos de integração e engenharia de empresas. Estes conceitos podem ser classificados como: 4

5 a) Conceitos Orientados a Humanos: descrevem o papel de humanos como uma parte integrante da organização e operação de uma empresa; e apóiam os humanos durante o projeto, a construção e a mudança da empresa; b) Conceitos orientados a processo para uma descrição dos processos de negócios da empresa; c) Conceitos orientados a tecnologia para a descrição do processo empresarial que apóia a tecnologia envolvida na operação da empresa e nos esforços de engenharia da empresa (apoio usado na modelagem e no modelo). GERA Arquitetura de Empresa Generalizada Identifica conceitos de integração de empresas EEM Metodologia de Engenharia de Empresas Descreve processos de engenharia de empresas EMLs Linguagens de Modelagem de Empresas Fornece construtores de modelagem para modelagem de funções humanas, processos e tecnologias PEMs Modelos Parciais de Empresas Fornece modelos de referência reutilizáveis e projeta funções humanas, processos e tecnologias. emprega GEMCs Conceitos Genéricos de Modelagem de Empresas (Tecnologias e Definições) Define o objetivo dos construtores de modelagem de empresas apóia utiliza Implementado em EETs Ferramentas de Engenharia de Empresas Apóia a engenharia de empresas usada para construir EMOs Módulos de Empresa Fornece módulos implementáveis de profissões humanas, processos operacionais e tecnologias. EMs Modelos de Empresa Projeta empresas e modelos para apoiar análises e operações usada para implementar EOS Sistemas Operacionais de Empresas Apóia a operação de empresas em particular Figura 2 - Componentes de GERAM (Adaptado de IFIP-IFAP, 1999). GERA provê uma estrutura de análise e modelagem que é baseada no conceito de ciclo-devida e identifica três dimensões para definir o escopo e o conteúdo da modelagem de empresa, semelhante à de CIMOSA (ver Figura 3): Dimensão Ciclo-de-vida: sustentando o processo controlado de modelagem de entidades de empresa de acordo com as atividades do ciclo-de-vida; 5

6 Dimensão Generalidade: sustentando o processo controlado de particularização (instanciação) do genérico e parcial para o particular; Dimensão Vista: sustentando a visualização controlada de vistas específicas da entidade de empresa. Vistas Genéric a Parcial Particular acordo com a generalidade Instalação Identificação Conceito Requisitos Projeto preliminar Projeto Projeto detalhado Implementação Operação Serviço ao Cliente Gestão e Controle Software Hardware Recurso Organização Informação Função acordo com a proposta de atividade acordo com a manifestação física acordo com o conteúdo do modelo Retirada Máquina Humano acordo com os objetivos da implementação Fases do Ciclo-de-vida Arquitetura de Referência Arquitetura Particular Figura 3 - Estrutura de Modelagem GERA com Vistas de Modelagem (Adaptado de IFIP-IFAC, 1999). A estrutura GERAM identifica em seu componente mais importante GERA os conceitos básicos a serem usados na integração e engenharia de empresas (por exemplo, entidades de empresa, ciclos-de-vida e histórias de vida de entidades de empresa). GERAM faz distinção entre as metodologias para engenharia de empresas (EEMs) e as linguagens de modelagem (EMLs) que são usadas pelas metodologias para descrever e modelar, a estrutura, conteúdo e comportamento das entidades de empresas em questão. Estas linguagens permitirão a modelagem da parte humana na operação da empresa assim como partes dos processos da empresa e suas tecnologias de suporte. O processo de modelagem produz modelos de 6

7 empresas (EMs) que representam todas ou parte das operações da empresa, incluindo suas tarefas de produção ou de serviço, sua organização e seu gerenciamento, e seu controle e sistemas de informação. Estes modelos podem ser usados para guiar a implementação de sistemas operacionais da empresa (EOSs) assim como melhorar a habilidade da empresa para avaliar alternativas operacionais ou organizacionais (por exemplo, por simulação), e assim aumentar seu desempenho atual e futuro. A metodologia e as linguagens usadas para a modelagem de empresas são apoiadas por ferramentas de engenharia de empresas (EETs). A semântica das linguagens de modelagem pode ser definida através de ontologias, meta modelos e vocabulários que são coletivamente chamados conceitos de modelagem de empresas genéricos (GEMCs). O processo de modelagem é aprimorado pela utilização de modelos parciais (PEMs) que são modelos reutilizáveis de funções humanas, processos e tecnologias. O uso operacional de modelos de empresa é apoiado através de módulos específicos (EMOS) que fornecem produtos pré-fabricados como perfis de habilidades humanas para profissões específicas, procedimentos empresariais comuns (por exemplo regras de imposto ou de contabilidade) ou seus serviços de infra-estrutura, ou qualquer outro produto que pode ser usado como um componente na implementação do sistema operacional (EOSs). Potencialmente, todas arquiteturas de referência e metodologias propostas podem ser caracterizadas em GERAM de forma que desenvolvedores de arquiteturas particulares poderiam tirar vantagens se forem capazes de se referir comumente às capacidades de suas arquiteturas, sem ter que reescrever seus documentos por completo para obedecer à GERAM. Usuários destas arquiteturas se beneficiariam da GERAM porque as definições da GERAM lhes permitiriam identificar o que eles podem (e o que eles não podem) esperar de qualquer arquitetura particular escolhida em conjunto com uma metodologia de integração de empresas seus componentes de apoio propostos (IFIP-IFAC, 1999) (NORAN, 2003). 5. Considerações finais ERPs podem fornecer uma vantagem competitiva às empresas. Porém, o alto custo, a complexidade e a difícil implantação dos ERPs, criam obstáculos para sua adoção pelas PMEs, o que as prejudica ainda mais em termos competitivos. Esses fatos acabaram por motivar a criação de um ERP de código aberto e livre, através do projeto ERP5, que oferece uma série de vantagens que buscam reduzir os problemas, conforme apresentados anteriormente. No caso do ERP5, espera-se que, através de GERAM, possam ser definidas arquiteturas particulares (e respectivos componentes associados) conforme as necessidades específicas de usuários e desenvolvedores, obtendo assim uma economia de esforço na pesquisa e (re)definição de tudo aquilo que é requisito para o projeto de sistemas de empresas. Com relação aos componentes particulares para o desenvolvimento e adaptação do ERP5, algumas questões já estão sendo definidas, como a utilização da UML (BOOCH et al., 2000; OMG, 2005) como linguagem de modelagem e a definição de uma metodologia baseada no UP (Unified Process) (JACOBSON et al., 1999; ERIKSSON; PENKER, 2000) para o desenvolvimento de sistemas. Também, algumas ferramentas de modelagem e desenvolvimento estão sendo experimentadas. Aplicações devem ser feitas com o ERP5, visando principalmente as PMEs. Os futuros usuários ou desenvolvedores do ERP5 podem usar os componentes propostos, ou adotar aquelas que julgam, por um motivo ou outro, mais adequados para eles. Destaca-se o aspecto exploratório de algumas questões neste projeto, em função de não existir uma quantidade significativa de trabalhos relativos a ERPs livres de 7

8 código aberto, incluindo o emprego de arquiteturas de referências de empresas. Outro ponto importante que norteia o trabalho para a definição dos principais componentes a serem desenvolvidos para o ERP5, é que a arquitetura de referência GERAM é uma proposta considerada um padrão internacional (ISO) (KOSANKE, 2002), e baseada no que existe de melhor em outras arquiteturas de referência de empresas. Isto pode cria facilidades e melhor aceitação relativo aos possíveis usuários. Referências BOOCH, G.; RUMBAUGH, J. & JACOBSON, I. UML Guia do Usuário.Rio de Janeiro: Ed.Campus, CAMEIRA, F. R.; CHALLHOUB, F. & VICENTE, L. Engenharia de Processos e Engenharia de Sistemas: construindo Arquiteturas Integradas de Sistemas Componentizados a partir da concepção dos processos de negócio com uso de UML, Ouro Preto MG. ENEGEP, CORRÊA, H. L., GIANESI, I. G. N. & CAON, M. Planejamento, Programação e Controle da Produção - MRPII/ERP: Conceitos, Uso e Implantação, São Paulo, Ed. Atlas, CRUZ, T. Workflow: A tecnologia que vai revolucionar os processos. São Paulo: Editora Atlas, DAVENPORT, T. H. Reengenharia de Processos: como inovar a empresa através da Tecnologia de Informação, Rio de Janeiro, Editora Campus, DREILING, A.; KLAUS, H.; ROSEMANN, M.; WYSSUSEK, B. Open Source Enterprise Systems: Towards a Viable Alternative, in Proc. 38 th Annual Hawaii Inter. Conference on System Sciences, Hawaii ERIKSSON, H. E.; PENKER, M. Business Modeling with UML. New York: John Wiley & Sons, IFIP IFAC. GERAM: Generalized Enterprise Reference Architecture and Methodology, IFIP IFAC Task Force on Architectures for Enterprise Integration, JACOBSON, I.; BOOCH, G. & RUMBAUGH, J. The Unified Software Development Process. Addison Wesley, KALPIC, B. e BERNUS, P. Business process modelling in industry - the powerful tool in enterprise management, Computers in Industry, v. 47, p , KOSANKE, K.; NEIL, J. G. Standardisation in ISO for Enterprise Engineering and Integration, Computers in Industry, vol. 40, n. 2, pp , MERTINS, K. & JOCHEM R. Architectures, methods and tools for enterprise engineering, International Journal of Production Economics, V. 98, N. 2, P , NORAN, O. An analysis of the Zachman framework for enterprise architecture from Geram perspective, Annual Reviews in Control, v. 27, p , ODEH, M.; KAMM, R. Bridiging the gap between business models and system models, Information and Software Technology, v. 45, p , OMG UML 2.0 Superstructure Specification, OMG Standard, SHEN, H.; WALL, B.; ZAREMBA, M.; CHEN, Y. & BROWNE J. Integration of business modelling methods for enterprise information system analysis and user requirements gathering. Computers in Industry, v.54, n. 3, p , SMETS-SOLANES J-P.; CARVALHO R. A. ERP5: A Next-Generation, Open-Source ERP Architecture, IEEE IT Professional, vol. 5, pp , Jul SMETS-SOLANES J-P.; CARVALHO R. A. An Abstract Model for An Open Source ERP System: The ERP5 Proposal, in Proc. 8 th International Conference on Industrial Engineering and Operations Management, Curitiba, Brazil, TIJUNELIS, P. & BARRELLA, W.D. Adaptação de ERPs, Anais do XXIII Encontro Nacional de Engenharia de Produção, Ouro Preto MG,

9 VERNADAT, F. B. Enterprise Modeling and Integration (EMI): current status and research perspectives, Annual Reviews in Control, v. 26, pg 15-25,

PROPOSTAS PARA O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA ERP5

PROPOSTAS PARA O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA ERP5 ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& PROPOSTAS PARA O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO

Leia mais

ESTUDO DE CONCEITOS E TÉCNICAS DE MODELAGEM DE EMPRESAS: PROPOSTA DE UMA ARQUITETURA DE REFERÊNCIA PARA O ERP5. CARLOS MAGNO FERREIRA DA SILVA

ESTUDO DE CONCEITOS E TÉCNICAS DE MODELAGEM DE EMPRESAS: PROPOSTA DE UMA ARQUITETURA DE REFERÊNCIA PARA O ERP5. CARLOS MAGNO FERREIRA DA SILVA ESTUDO DE CONCEITOS E TÉCNICAS DE MODELAGEM DE EMPRESAS: PROPOSTA DE UMA ARQUITETURA DE REFERÊNCIA PARA O ERP5. CARLOS MAGNO FERREIRA DA SILVA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE UENF CAMPOS DOS

Leia mais

2 CONGRESSO BRASILEIRO DE SISTEMAS RIBEIRÃO PRETO SP ÁREA TEMÁTICA: ABORDAGEM SISTÊMICA NAS ORGANIZAÇÕES

2 CONGRESSO BRASILEIRO DE SISTEMAS RIBEIRÃO PRETO SP ÁREA TEMÁTICA: ABORDAGEM SISTÊMICA NAS ORGANIZAÇÕES 2 CONGRESSO BRASILEIRO DE SISTEMAS RIBEIRÃO PRETO SP ÁREA TEMÁTICA: ABORDAGEM SISTÊMICA NAS ORGANIZAÇÕES NECESSIDADE DE ADAPTAÇÃO DE METODOLOGIAS E LINGUAGENS DE MODELAGEM DE EMPRESAS PARA A GESTÃO AMBIENTAL

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ERP LIVRE NO BRASIL, MODELOS DE REFERÊNCIA E ARQUITETURAS DE MODELAGEM DE EMPRESAS

O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ERP LIVRE NO BRASIL, MODELOS DE REFERÊNCIA E ARQUITETURAS DE MODELAGEM DE EMPRESAS ISSN 1984-9354 O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ERP LIVRE NO BRASIL, MODELOS DE REFERÊNCIA E ARQUITETURAS DE MODELAGEM DE EMPRESAS Ailton da Silva Ferreira (UFF) Denise Cristina de Oliveira (UCAM) Patricia

Leia mais

MODELAGEM E ARQUITETURAS DE UM PROJETO DO ERP5

MODELAGEM E ARQUITETURAS DE UM PROJETO DO ERP5 MODELAGEM E ARQUITETURAS DE UM PROJETO DO ERP5 Ailton da Silva Ferreira (UENF) Mestre em Engenharia de Produção (UENF) Pós-Graduado em Tecnologia de Petróleo (UNESA) ailton@unef.br Renato Campos (UENF)

Leia mais

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Louis Albert Araujo Springer Luis Augusto de Freitas Macedo Oliveira Atualmente vem crescendo

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE O MAPEAMENTO ENTRE AS CLASSES DO ERP5 E A LINGUAGEM CIMOSA

UM ESTUDO SOBRE O MAPEAMENTO ENTRE AS CLASSES DO ERP5 E A LINGUAGEM CIMOSA 31 de Julho a 02 de Agosto de 2008 UM ESTUDO SOBRE O MAPEAMENTO ENTRE AS CLASSES DO ERP5 E A LINGUAGEM CIMOSA Angela Teresa Rochetti (UNESP) angela.rochetti@yahoo.com.br Renato de Campos (UNESP) rcampos@feb.unesp.br

Leia mais

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS / INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio Professor: Clarindo Isaías Pereira

Leia mais

Table 1. Dados do trabalho

Table 1. Dados do trabalho Título: Desenvolvimento de geradores de aplicação configuráveis por linguagens de padrões Aluno: Edison Kicho Shimabukuro Junior Orientador: Prof. Dr. Paulo Cesar Masiero Co-Orientadora: Prof a. Dr. Rosana

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE ENGENHARIA DE BAURU ANGELA TERESA ROCHETTI

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE ENGENHARIA DE BAURU ANGELA TERESA ROCHETTI UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE ENGENHARIA DE BAURU ANGELA TERESA ROCHETTI PROPOSTA DE UMA ESTRUTURA CONCEITUAL DE MODELAGEM DE EMPRESAS PARA IMPLEMENTAÇÃO DO ERP5 BASEADA

Leia mais

UMA ESTRATÉGIA PARA GESTÃO INTEGRADA DE PROCESSOS E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ATRAVÉS DA MODELAGEM DE PROCESSOS DE NEGÓCIO EM ORGANIZAÇÕES

UMA ESTRATÉGIA PARA GESTÃO INTEGRADA DE PROCESSOS E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ATRAVÉS DA MODELAGEM DE PROCESSOS DE NEGÓCIO EM ORGANIZAÇÕES UMA ESTRATÉGIA PARA GESTÃO INTEGRADA DE PROCESSOS E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ATRAVÉS DA MODELAGEM DE PROCESSOS DE NEGÓCIO EM ORGANIZAÇÕES Andréa Magalhães 1, Cláudia Cappelli 1, Fernanda Baião 1,2, Flávia

Leia mais

Modelagem de Arquiteturas Organizacionais de TI Orientadas a Serviços

Modelagem de Arquiteturas Organizacionais de TI Orientadas a Serviços Modelagem de Arquiteturas Organizacionais de TI Orientadas a Serviços João Paulo A. Almeida Núcleo de Estudos em Modelagem Conceitual e Ontologias (NEMO) Departamento de Informática Universidade Federal

Leia mais

Uma Arquitetura de Linha de Produto Baseada em Componentes para Sistemas de Gerenciamento de Workflow

Uma Arquitetura de Linha de Produto Baseada em Componentes para Sistemas de Gerenciamento de Workflow Uma Arquitetura de Linha de Produto Baseada em Componentes para Sistemas de Gerenciamento de Workflow Itana M. S. Gimenes 1 itana@din.uem.br Fabrício R. Lazilha 2 fabricio@cesumar.br Edson A. O. Junior

Leia mais

A Integração Entre a Bpmn e a Uml

A Integração Entre a Bpmn e a Uml A Integração Entre a Bpmn e a Uml Meire Helen Batista Dias meirehelenbdias@bol.com.br FATEC ZL Cristina Corrêa de Oliveira crisolive@ig.com.br FATEC ZL Jair Minoro Abe jairabe@uol.com.br UNIP Resumo:Para

Leia mais

Transformação de um Modelo de Empresa em Requisitos de Software

Transformação de um Modelo de Empresa em Requisitos de Software Transformação de um Modelo de Empresa em Requisitos de Software Fábio Levy Siqueira 1 and Paulo Sérgio Muniz Silva 2 1 Programa de Educação Continuada da Poli-USP, São Paulo, Brazil 2 Escola Politécnica

Leia mais

DIRETRIZES PARA O PROJETO DE UM AMBIENTE PARA SIMULAÇÃO E GESTÃO DA PRODUÇÃO

DIRETRIZES PARA O PROJETO DE UM AMBIENTE PARA SIMULAÇÃO E GESTÃO DA PRODUÇÃO DIRETRIZES PARA O PROJETO DE UM AMBIENTE PARA SIMULAÇÃO E GESTÃO DA PRODUÇÃO Gustavo Lopes Olivares Universidade Estadual do Norte Fluminense LEPROD/CCT/UENF Av. Alberto Lamego, 2000, Horto, Campos dos

Leia mais

Fase 1: Engenharia de Produto

Fase 1: Engenharia de Produto Fase 1: Engenharia de Produto Disciplina: Análise de Requisitos DURAÇÃO: 44 h O objetivo principal da disciplina é realizar uma análise das necessidades e produzir um escopo do produto. Representará os

Leia mais

ANÁLISE E PROJETO ORIENTADO A OBJETOS. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com

ANÁLISE E PROJETO ORIENTADO A OBJETOS. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com ANÁLISE E PROJETO ORIENTADO A OBJETOS Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com Análise Descrição do problema a ser implementado Descrição dos objetos e classes que fazem parte do problema, Descrição

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DO AMBIENTE EXPSEE SEGUNDO O MÉTODO CATALYSIS

ESPECIFICAÇÃO DO AMBIENTE EXPSEE SEGUNDO O MÉTODO CATALYSIS ESPECIFICAÇÃO DO AMBIENTE EXPSEE SEGUNDO O MÉTODO CATALYSIS RESUMO Este artigo apresenta a especificação de um sistema gerenciador de workflow, o ExPSEE, de acordo com a abordagem de desenvolvimento baseado

Leia mais

Engenharia de Ontologias Seminário UPON

Engenharia de Ontologias Seminário UPON Engenharia de Ontologias Seminário UPON Núcleo de Estudos em Modelagem Conceitual e Ontologias Bruno Nandolpho Machado Vinícius Soares Fonseca Professor: Ricardo de Almeida Falbo Agenda RUP Método UPON

Leia mais

Introdução a UML. Hélder Antero Amaral Nunes haanunes@gmail.com

Introdução a UML. Hélder Antero Amaral Nunes haanunes@gmail.com Introdução a UML Hélder Antero Amaral Nunes haanunes@gmail.com Introdução a UML UML (Unified Modeling Language Linguagem de Modelagem Unificada) é uma linguagem-padrão para a elaboração da estrutura de

Leia mais

UML - Unified Modeling Language

UML - Unified Modeling Language UML - Unified Modeling Language Casos de Uso Marcio E. F. Maia Disciplina: Engenharia de Software Professora: Rossana M. C. Andrade Curso: Ciências da Computação Universidade Federal do Ceará 24 de abril

Leia mais

Engenharia de Software: Introdução. Mestrado em Ciência da Computação 2008 Profa. Itana Gimenes

Engenharia de Software: Introdução. Mestrado em Ciência da Computação 2008 Profa. Itana Gimenes Engenharia de Software: Introdução Mestrado em Ciência da Computação 2008 Profa. Itana Gimenes Programa 1. O processo de engenharia de software 2. UML 3. O Processo Unificado 1. Captura de requisitos 2.

Leia mais

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade;

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; 1 ARQUITETURA E DESIGN DE SOFTWARE O que é Arquitetura? do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; do dicionário: Arte de projetar e construir prédios,

Leia mais

MODELAGEM DE PROCESSOS

MODELAGEM DE PROCESSOS MODELAGEM DE PROCESSOS a a a PRODUZIDO POR CARLOS PORTELA csp3@cin.ufpe.br AGENDA Definição Objetivos e Vantagens Linguagens de Modelagem BPMN SPEM Ferramentas Considerações Finais Referências 2 DEFINIÇÃO:

Leia mais

Spider-PM: Uma Ferramenta de Apoio à Modelagem de Processos de Software

Spider-PM: Uma Ferramenta de Apoio à Modelagem de Processos de Software Spider-PM: Uma Ferramenta de Apoio à Modelagem de Processos de Software Renan Sales Barros 1, Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira 1 1 Faculdade de Computação Instituto de Ciências Exatas e Naturais (ICEN)

Leia mais

MRedPN tt : Metodologia para Redesenho de Processos de Negócios com Transferência Tecnológica - Versão 1.1

MRedPN tt : Metodologia para Redesenho de Processos de Negócios com Transferência Tecnológica - Versão 1.1 MRedPN tt : Metodologia para Redesenho de Processos de Negócios com Transferência Tecnológica - Versão 1.1 Prof. Dr. Jorge Henrique Cabral Fernandes (jhcf@cic.unb.br) Departamento de Ciência da Computação

Leia mais

Modelagem OO com UML. Vítor E. Silva Souza (vitorsouza@inf.ufes.br) http://www.inf.ufes.br/ ~ vitorsouza

Modelagem OO com UML. Vítor E. Silva Souza (vitorsouza@inf.ufes.br) http://www.inf.ufes.br/ ~ vitorsouza Modelagem OO com UML Vítor E. Silva Souza (vitorsouza@inf.ufes.br) http://www.inf.ufes.br/ ~ vitorsouza Departamento de Informática Centro Tecnológico Universidade Federal do Espírito Santo Modelos Maneira

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistemas ERP. Enterprise Resource Planning ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Unirio/PPGI SAIN

Sistemas ERP. Enterprise Resource Planning ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Unirio/PPGI SAIN Sistemas ERP Enterprise Resource Planning ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Definições Sistemas de informações que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema

Leia mais

Em Busca de uma Arquitetura de Referência para Frameworks de Aplicação Dirigidos por Modelos para Sistemas de Informação

Em Busca de uma Arquitetura de Referência para Frameworks de Aplicação Dirigidos por Modelos para Sistemas de Informação Em Busca de uma Arquitetura de Referência para Frameworks de Aplicação Dirigidos por Modelos para Sistemas de Informação Valdemar Vicente GRACIANO NETO 1 ; Juliano Lopes DE OLIVEIRA 1 1 Instituto de Informática

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA)

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Engenharia de Software Orientada a Serviços

Leia mais

MODELANDO PROCESSOS DE NEGÓCIO COM UML

MODELANDO PROCESSOS DE NEGÓCIO COM UML MODELANDO PROCESSOS DE NEGÓCIO COM UML Sanderson César Macêdo Barbalho Universidade de São Paulo SEM/EESC Av. Trabalhador São Carlense, 400, São Carlos/SP, e_mail scmb@sc.usp.br Henrique Rozenfeld Universidade

Leia mais

Definição de requisitos de software baseada numa arquitetura de modelagem de negócios

Definição de requisitos de software baseada numa arquitetura de modelagem de negócios Definição de requisitos de software baseada numa arquitetura de modelagem de negócios DELMIR PEIXOTO DE AZEVEDO JUNIOR Universidade Petrobras RENATO DE CAMPOS UNESP Resumo Não é uma tarefa fácil definir

Leia mais

Visão Geral (problema resolvido)

Visão Geral (problema resolvido) 1 Trabalho: Elaborar uma sintese do artigo sôbre o papel e natureza de uma arquitetura empresarial e comparar com o que esta sendo apresentado no curso arquitetura de informação Solução : Visão Geral (problema

Leia mais

TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS UTILIZADAS NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS GERENCIAIS

TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS UTILIZADAS NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS GERENCIAIS TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS UTILIZADAS NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS GERENCIAIS Janderson Fernandes Barros ¹, Igor dos Passos Granado¹, Jaime William Dias ¹, ² ¹ Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI PROJETO DE PESQUISA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI PROJETO DE PESQUISA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI PROJETO DE PESQUISA IMPLEMENTAÇÃO DE SOLUÇÃO PARA AUTOMATIZAR O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE UTILIZANDO A LINGUAGEM C#.NET

Leia mais

RUP. Evolução. Principais Características do RUP. Principais Características do RUP RUP

RUP. Evolução. Principais Características do RUP. Principais Características do RUP RUP RUP Rational Unified Process ( Unificado de Desenvolvimento da Rational) Conjunto de passos que tem como objetivo atingir uma meta de software na ES, processo que visa a produzir o software - de modo eficiente

Leia mais

O que é a UML? Introdução a UML. Objetivos da Modelagem. Modelos. A UML não é. Princípios da Modelagem. O que é um modelo?

O que é a UML? Introdução a UML. Objetivos da Modelagem. Modelos. A UML não é. Princípios da Modelagem. O que é um modelo? O que é a UML? Introdução a UML Linguagem Gráfica de Modelagem para: Visualizar Especificar Construir Documentar Comunicar Artefatos de sistemas complexos Linguagem: vocabulário + regras de combinação

Leia mais

Fasci-Tech SISTEMA ERP: FATORES CRÍTICOS PARA O SUCESSO DE UMA IMPLANTAÇÃO

Fasci-Tech SISTEMA ERP: FATORES CRÍTICOS PARA O SUCESSO DE UMA IMPLANTAÇÃO SISTEMA ERP: FATORES CRÍTICOS PARA O SUCESSO DE UMA IMPLANTAÇÃO Jorge Luiz Maria Junior 1 Profa. MSc. Rosangela Kronig 2 Resumo Através dos sistemas de informação, as organizações mundiais buscam práticas

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS

SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS Lilian R. M. Paiva, Luciene C. Oliveira, Mariana D. Justino, Mateus S. Silva, Mylene L. Rodrigues Engenharia de Computação - Universidade de Uberaba (UNIUBE)

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser:

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser: CONCEITOS INICIAIS O tratamento da informação precisa ser visto como um recurso da empresa. Deve ser planejado, administrado e controlado de forma eficaz, desenvolvendo aplicações com base nos processos,

Leia mais

UML 2.0 - Modelo Casos de Uso

UML 2.0 - Modelo Casos de Uso UML 2.0 - Modelo Casos de Uso Márcia Ito ito@mind-tech.com.br Julho/2004 Pensamento Inicial Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele

Leia mais

REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com

REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com Software Sequencia de Instruções a serem seguidas ou executadas Dados e rotinas desenvolvidos por computadores Programas

Leia mais

Modelagem do Processo de Gerenciamento da Configuração de Software para um Ambiente Integrado

Modelagem do Processo de Gerenciamento da Configuração de Software para um Ambiente Integrado Modelagem do Processo de Gerenciamento da Configuração de Software para um Ambiente Integrado Martha A. D. Abdala Centro Técnico Aeroespacial (CTA) martha@iae.cta.br Resumo Os processos utilizados na engenharia

Leia mais

SISTEMATIZAÇÂO DOS TIPOS DE INFORMAÇÂO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EMPRESARIAL E DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÂO E COMUNICAÇÂO

SISTEMATIZAÇÂO DOS TIPOS DE INFORMAÇÂO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EMPRESARIAL E DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÂO E COMUNICAÇÂO SISTEMATIZAÇÂO DOS TIPOS DE INFORMAÇÂO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EMPRESARIAL E DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÂO E COMUNICAÇÂO Danilo Freitas Silvas Sistemas de informação CEATEC danilofs.ti@gmail.com Resumo:

Leia mais

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

A história de UML e seus diagramas

A história de UML e seus diagramas A história de UML e seus diagramas Thânia Clair de Souza Vargas Departamento de Informática e Estatística Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Florianópolis, SC Brazil thania@inf.ufsc.br Abstract.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DE SISTEMAS ERP NAS EMPRESAS DE MÉDIO E PEQUENO PORTE

A IMPORTÂNCIA DE SISTEMAS ERP NAS EMPRESAS DE MÉDIO E PEQUENO PORTE REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - ISSN 1807-1872 P UBLICAÇÃO C IENTÍFICA DA F ACULDADE DE C IÊNCIAS J URÍDICAS E G ERENCIAIS DE G ARÇA/FAEG A NO II, NÚMERO, 03, AGOSTO DE 2005.

Leia mais

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas.

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas. UTILIZAÇÃO DA UML NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE CONTROLE DE VENDAS E ESTOQUE GILBERTO FRANCISCO PACHECO DOS SANTOS Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas JACKSON LUIZ ARROSTI Discente

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - MÓDULO 3 - MODELAGEM DE SISTEMAS ORIENTADA A OBJETOS COM UML 1. INTRODUÇÃO A partir de 1980, diversos métodos de desenvolvimento de sistemas surgiram para apoiar o paradigma orientado a objetos com uma

Leia mais

www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br

www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Outras Apostilas em: www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Centro Universitário Geraldo di Biase 1. Enterprise Resouce Planning ERP O ERP, Sistema de Planejamento de Recursos

Leia mais

Novo ponto de vista na criação de sistemas com aplicação de modelos de qualidade para software

Novo ponto de vista na criação de sistemas com aplicação de modelos de qualidade para software Novo ponto de vista na criação de sistemas com aplicação de modelos de qualidade para software Danillo Leal Belmonte (CEFET-PR/PG) belmonte@pg.cefetpr.br Prof. Dr. Luciano Scandelari (CEFET-PR) luciano@cefetpr.br

Leia mais

Uma Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas de Informações em Empresas de Pequeno e Médio Porte

Uma Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas de Informações em Empresas de Pequeno e Médio Porte Uma Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas de Informações em Empresas de Pequeno e Médio Porte Autoria: Denis Silveira, Eber Schmitz Resumo: Este artigo apresenta uma Metodologia Rápida de Desenvolvimento

Leia mais

Evolução dos sistemas ERP nas empresas

Evolução dos sistemas ERP nas empresas Evolução dos sistemas ERP nas empresas Aloísio André dos Santos (ITA) aloisio@mec.ita.br João Murta Alves (ITA) murta@mec.ita.br Resumo Os sistemas ERP são considerados uma evolução dos sistemas de administração

Leia mais

Processos de Software

Processos de Software Processos de Software Prof. Sandro Bezerra (srbo@ufpa.br) Adaptado a partir de slides produzidos pelo Prof. Dr. Alexandre Vasconcelos 1/27 Processo Ação regular e contínua (ou sucessão de ações) realizada

Leia mais

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil Elicitação de Requisitos a partir de Modelos de Processos de Negócio e Modelos Organizacionais: Uma pesquisa para definição de técnicas baseadas em heurísticas Marcos A. B. de Oliveira 1, Sérgio R. C.

Leia mais

Um modelo é uma simplificação da realidade. Construímos modelos para compreender melhor o sistema que estamos desenvolvendo.

Um modelo é uma simplificação da realidade. Construímos modelos para compreender melhor o sistema que estamos desenvolvendo. UML - Motivação - O que é um modelo? Um modelo é uma simplificação da realidade. Construímos modelos para compreender melhor o sistema que estamos desenvolvendo. O que é um modelo? O que é um modelo? O

Leia mais

Sistema de Apoio ao Ensino de Modelagem de Software Uma extensão para o editor de programação BlueJ

Sistema de Apoio ao Ensino de Modelagem de Software Uma extensão para o editor de programação BlueJ IV Encontro de Pesquisa PUCSP/TIDD 2011 Sistema de Apoio ao Ensino de Modelagem de Software. Uma extensão para o editor de programação BlueJ Autor: Luciano Gaspar - E-mail: tigaspar@hotmail.com Orientador:

Leia mais

Modelagem de Processos. Prof.: Fernando Ascani

Modelagem de Processos. Prof.: Fernando Ascani Modelagem de Processos Prof.: Fernando Ascani Bibliografia UML Guia de consulta rápida Douglas Marcos da Silva Editora: Novatec UML Guia do usuário Grady Booch James Rumbaugh Ivair Jacobson Editora: Campus

Leia mais

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Ricardo Terra 1 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Campus da Pampulha 31.270-010

Leia mais

Modelagem Flexível para Processos de Negócio. Resultados de um Estudo Experimental

Modelagem Flexível para Processos de Negócio. Resultados de um Estudo Experimental Modelagem Flexível para Processos de Negócio Resultados de um Estudo Experimental Fabiane Albino Aluna Mestrado Prof. Ricardo Massa Orientador Cenário Atual Modelagem de Processos de Negócio de maneira

Leia mais

Um Componente de Gerenciamento de Execução de Workflow Segundo a Abordagem de Linha de Produto de Software

Um Componente de Gerenciamento de Execução de Workflow Segundo a Abordagem de Linha de Produto de Software Um Componente de Gerenciamento de Execução de Workflow Segundo a Abordagem de Linha de Produto de Software Itana M. S. Gimenes 1 itana@din.uem.br Radames J. Halmeman 1 radames@cm.cefetpr.br Fabrício R.

Leia mais

Uma proposta de um processo prático para apoiar o reuso de software

Uma proposta de um processo prático para apoiar o reuso de software Uma proposta de um processo prático para apoiar o reuso de software Rosangela Kronig (UNIP) rkronig.mes.engprod@unip.br Ivanir Costa (UNIP) icosta@unip.br Mauro Spínola (UNIP) mspinola@unip.br Resumo A

Leia mais

FERRAMENTA DE WORKFLOW DE DOCUMENTOS PARA O AMBIENTE COLABORATIVO ARCASE

FERRAMENTA DE WORKFLOW DE DOCUMENTOS PARA O AMBIENTE COLABORATIVO ARCASE FERRAMENTA DE WORKFLOW DE DOCUMENTOS PARA O AMBIENTE COLABORATIVO ARCASE Marcello Thiry thiry@univali.br Ana Frida da Cunha Silva anafrida@univali.br Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI Campus São José

Leia mais

Reuso. Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior

Reuso. Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior Reuso Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior Reutilização de Software Na maioria das áreas de engenharia de software, sistemas são desenvolvidos

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br BPMN

Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br BPMN Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br BPMN Benefícios da modelagem Em uma organização orientada a processos, modelos de processos são o principal meio para medir o desempenho

Leia mais

Documentação de um Produto de Software

Documentação de um Produto de Software Documentação de um Produto de Software Versão 3.0 Autora: Profª Ana Paula Gonçalves Serra Revisor: Prof. Fernando Giorno 2005 ÍNDICE DETALHADO PREFÁCIO... 4 1. INTRODUÇÃO AO DOCUMENTO... 6 1.1. TEMA...

Leia mais

Visões de Negócio / Visão de Negócio

Visões de Negócio / Visão de Negócio Visões de Negócio / Visão de Negócio Bibliografia Eriksson, H-E; Penker, M. Business Modeling with UML: Business Patterns at work, John Wiley, 2000 Prof.: Clarindo Isaías Pereira da Silva e Pádua Gestus

Leia mais

COMO MODELAR PROCESSOS DE NEGÓCIOS UTILIZANDO DIAGRAMA DE ATIVIDADES DA UNIFIED MODELING LANGUAGE (UML)

COMO MODELAR PROCESSOS DE NEGÓCIOS UTILIZANDO DIAGRAMA DE ATIVIDADES DA UNIFIED MODELING LANGUAGE (UML) COMO MODELAR PROCESSOS DE NEGÓCIOS UTILIZANDO DIAGRAMA DE ATIVIDADES DA UNIFIED MODELING LANGUAGE (UML) Ursulino Pereira Dias 1, Celso Luis. Z. Faria 2 RESUMO: Todo trabalho realizado nas empresas faz

Leia mais

Aplicação de Métodos baseado em Processos de Negócio para Desenvolvimento de Serviços

Aplicação de Métodos baseado em Processos de Negócio para Desenvolvimento de Serviços Aplicação de Métodos baseado em Processos de Negócio para Desenvolvimento de Serviços Luan Lima 1, Ricardo Diniz Sul 1,2, Leonardo Guerreiro Azevedo 1,2,3 1 Departamento de Informática Aplicada (DIA) Universidade

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Pólo de Viseu Instituto Universitário de Desenvolvimento e Promoção Social

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Pólo de Viseu Instituto Universitário de Desenvolvimento e Promoção Social UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Pólo de Viseu Instituto Universitário de Desenvolvimento e Promoção Social DISCIPLINA Controlo Informático da Gestão LICENCIATURA Informática

Leia mais

build UNIP Sistemas de Informação Análise Essencial de Sistemas 3 Prof.Marcelo Nogueira A produção de Software é uma atividade build and fix.

build UNIP Sistemas de Informação Análise Essencial de Sistemas 3 Prof.Marcelo Nogueira A produção de Software é uma atividade build and fix. UNIP Sistemas de Informação Análise Essencial de Sistemas Prof.Marcelo Nogueira Análise Essencial de Sistemas 1 Introdução A produção de Software é uma atividade build and fix. Análise Essencial de Sistemas

Leia mais

Uma análise de aspectos relacionados ao desenvolvimento e adoção de Enterprise Resources Planning livre de código aberto

Uma análise de aspectos relacionados ao desenvolvimento e adoção de Enterprise Resources Planning livre de código aberto Uma análise de aspectos relacionados ao desenvolvimento e adoção de Enterprise Resources Planning livre de código aberto Resumo Rogério Atem de Carvalho Renato de Campos Sistemas Integrados de Gestão ou

Leia mais

Especificação de um Sistema Gerenciador de Workflow de Acordo com a Abordagem de Desenvolvimento Baseado em Componentes

Especificação de um Sistema Gerenciador de Workflow de Acordo com a Abordagem de Desenvolvimento Baseado em Componentes Especificação de um Sistema Gerenciador de Workflow de Acordo com a Abordagem de Desenvolvimento Baseado em Componentes Edson Alves de Oliveira Junior 1, Itana Maria de Souza Gimenes 1 1 Departamento de

Leia mais

Especificação de Uma Abordagem para Desenvolvimento Distribuído de Software Utilizando SPEM

Especificação de Uma Abordagem para Desenvolvimento Distribuído de Software Utilizando SPEM Especificação de Uma Abordagem para Desenvolvimento Distribuído de Software Utilizando SPEM Gislaine Camila Lapasini Leal, Elisa Hatsue Moriya Huzita Tania Fatima Calvi Tait e César Alberto da Silva Universidade

Leia mais

Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura

Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura Juliano Hammes (FAHOR) jh000697@fahor.com.br Gustavo Gerlach (FAHOR) gg000675@fahor.com.br Édio Polacinski (FAHOR) edio.pk@gmail.com.br Resumo

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Conceitos de Software Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti.br Objetivo da aula Depois desta aula você terá uma visão sobre o conceitos

Leia mais

Uma Abordagem para Modelagem de Processos através de um ERP

Uma Abordagem para Modelagem de Processos através de um ERP Uma Abordagem para Modelagem de Processos através de um ERP Alberto Kenji Ogura (Universidade Estadual Paulista) al_ogura@yahoo.com.br Fernando Augusto Silva Marins (Universidade Estadual Paulista) fmarins@feg.unesp.br

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO PARA GESTÃO DOS PROJETOS DE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL

PROPOSTA DE UM MODELO PARA GESTÃO DOS PROJETOS DE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL PROPOSTA DE UM MODELO PARA GESTÃO DOS PROJETOS DE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL Álvaro Augusto Neto 1, Germano de Souza Kiembaum 2, Antônio Wellington Sales Rios 3, Clayton Martins

Leia mais

Arquitetura de Software: Uma Central para Gestão da execução de serviços

Arquitetura de Software: Uma Central para Gestão da execução de serviços Arquitetura de Software: Uma Central para Gestão da execução de serviços ADILSON FERREIRA DA SILVA Centro Paula Souza São Paulo Brasil afs.software@gmail.com Prof.a. Dr.a. MARILIA MACORIN DE AZEVEDO Centro

Leia mais

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1 Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii Parte I - Empresa e Sistemas, 1 1 SISTEMA EMPRESA, 3 1.1 Teoria geral de sistemas, 3 1.1.1 Introdução e pressupostos, 3 1.1.2 Premissas

Leia mais

Levantamento de Requisitos.

Levantamento de Requisitos. FACULDADES INTEGRADAS MATO-GROSSENSES DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS RESUMO Levantamento de Requisitos. Leandro Cícero da Silva Mello. Prof. Jeanine Ferrazza Meyer Metodologia e Técnica de Pesquisa- Levantamento

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC DCC Departamento de Ciência da Computação Joinville-SC

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC DCC Departamento de Ciência da Computação Joinville-SC CURSO: Bacharelado em Ciência da Computação DISCIPLINA: ANPS Análise e Projeto de Sistemas AULA NÚMERO: 3 DATA: PROFESSOR: Murakami Sumário 1 APRESENTAÇÃO...1 2 DESENVOLVIMENTO...1 2.1 Revisão...1 2.1.1

Leia mais

Introdução ao ERP Microsiga Protheus da Totvs

Introdução ao ERP Microsiga Protheus da Totvs Por Edilberto Souza Introdução ao ERP Microsiga Protheus da Totvs Agenda Introdução a alguns conceitos de ERP; Noções sobre o mercado de ERP; Arquitetura do Microsiga Protheus; Visão geral do ambiente

Leia mais

Processo Unificado (RUP)

Processo Unificado (RUP) Fases do Desenvolvimento Processo Unificado (RUP) Ulf Bergmann ulf@ime.eb.br Domínio do Problema Objetos Objetos do do Mundo Mundo real real Modelo Semântico Domínio da Solução Aplicação Interface Serviços

Leia mais

PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL

PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL Universidade Federal de Santa Maria Sistemas de Informação ELC1093 Modelagem de Processos de Negócio PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL Profa. Lisandra Manzoni Fontoura Objetivos da Aula: Processos

Leia mais

ETAPAS PARA IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EMPRESARIAL (ERP)

ETAPAS PARA IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EMPRESARIAL (ERP) ETAPAS PARA IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EMPRESARIAL (ERP) Leandro Roberto Baran 1 1 Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR Ponta Grossa Brasil leandro.baran@pr.senai.br Ademir

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS

DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS Emanuel M. Godoy 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil godoymanel@gmail.com,

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

Uma Proposta de Utilização de UML na Implantação de Sistemas ERP

Uma Proposta de Utilização de UML na Implantação de Sistemas ERP Uma Proposta de Utilização de UML na Implantação de Sistemas ERP Rodrigo Franco Gonçalves, Marcelo Schneck de Paula Pessôa, José Pacheco de Almeida Prado Abstract-- This paper analysis the use of UML as

Leia mais

Advanced Planning and Scheduling

Advanced Planning and Scheduling Advanced Planning and Scheduling Por Soraya Oliveira e Raquel Flexa A importância do planejamento Uma cadeia de suprimentos é composta por diversos elos conectados que realizam diferentes processos e atividades

Leia mais

Planejamento e Gerenciamento Iterativo de Projetos de Software

Planejamento e Gerenciamento Iterativo de Projetos de Software Planejamento e Gerenciamento de Projetos de Software Hermano Perrelli hermano@cin.ufpe.br Objetivos desta parte Discutir uma metodologia de desenvolvimento iterativa e incremental Apresentar atividades

Leia mais

CAPÍTULO 2 Processos de negócios, informação e sistemas de informação 39

CAPÍTULO 2 Processos de negócios, informação e sistemas de informação 39 Sumário Introdução 17 PARTE I OsSIG evocê 21 CAPÍTULO 1 A importância do SIG 23 1.1 Existem aplicativos de negócios para Facebook e Twitter que ofereçam uma boa relação custo-benefício? 25 1.2 Como conquistar

Leia mais

ANÁLISE DA ADEQUAÇÃO DE UM ERP LIVRE A UMA EMPRESA BRASILEIRA

ANÁLISE DA ADEQUAÇÃO DE UM ERP LIVRE A UMA EMPRESA BRASILEIRA ANÁLIE DA ADEQUAÇÃO DE UM ERP LIVRE A UMA EMPREA BRAILEIRA Rafaela Mantovani Fontana (UFPR) rafaelafontana@onda.com.br Luis Claudio Moreira de Lima (UFPR) llcclaudio@yahoo.com.br Fabio Pacheco Machado

Leia mais

Modelagem de Processos de Software. Pato Branco, 85501-970, Paraná, Brasil

Modelagem de Processos de Software. Pato Branco, 85501-970, Paraná, Brasil Modelagem de Processos de Software André L. STOROLLI 1, Gislaine I. ZANOLLA 2, José E. GUIDINI 3, Beatriz T. BORSOI 4 1,2,3,4 Coordenação de Informática, grupo de pesquisa GETIC, Universidade Tecnológica

Leia mais

Sistemas ERP como instrumento de integração entre as disciplinas de um curso de graduação em Engenharia de Produção

Sistemas ERP como instrumento de integração entre as disciplinas de um curso de graduação em Engenharia de Produção Sistemas ERP como instrumento de integração entre as disciplinas de um curso de graduação em Engenharia de Produção José Roberto de Barros Filho (UNISUL) jroberto@unisul.br Ana Regina Aguiar Dutra (UNISUL)

Leia mais