Redes IP. M. Sc. Isac Ferreira Telecomunicações e Redes de Computadores: Tecnologias Convergentes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Redes IP. M. Sc. Isac Ferreira isac.colares@estacio.br. Telecomunicações e Redes de Computadores: Tecnologias Convergentes"

Transcrição

1 Redes IP M. Sc. Isac Ferreira Telecomunicações e Redes de Computadores: Tecnologias Convergentes

2 Lista de Controle de Acesso (ACL) Uma ACL, no contexto dos produtos Cisco, é um recurso do IOS que permite filtrar determinados pacotes, exatamente como um firewall faria, porém de uma maneira muito mais simplificada e com menos recursos. A utilização de ACLs permite filtrar tentativas de conexões indo/vindo de/para hosts específicos.

3 Lista de Controle de Acesso (ACL) Pode-se bloquear completamente um determinado protocolo antes de tal requisição entrar na sua rede ou sair dela, por exemplo. É necessário que se estabeleça um controle de quais tipos de pacotes podem passar de uma rede para outra; quais hosts externos podem se comunicar com os nossos; quais são os hosts confiáveis para nos enviar atualizações de rotas, etc.

4 Lista de Controle de Acesso (ACL) Roteadores (e também alguns outros tipos de dispositivos) são capazes de fazer um filtro básico dos pacotes que passam por ele. Isto chama-se ACL Access Control Lists (Listas de Controle de Acesso).

5 Lista de Controle de Acesso (ACL) Obedecida de forma sequêncial a cada instrução; Aplicada a cada interface e sentido do tráfego; Última linha do filtro está sempre negando serviços implicitamente; Filtra hosts ou redes (usando máscara curinga); Posicionamento correto é o mais próximo da origem do tráfego.

6 Tipos de ACLs ACLs standard Esta é a lista mais básica, com menos funcionalidades. Filtram apenas através do endereço IP de origem. Os números de identificação deste tipo de ACL vão de 1 a 99 e de 1300 a 1999.

7 Tipos de ACLs ACLs extended Além de filtrarem através dos endereços de IP de origem e destino, também permitem que se filtre o tráfego através de portas e protocolos. Os números de identificação deste tipo de ACL vão de 100 a 199 e de 2000 a 2699.

8 ACLs named Tipos de ACLs ACLs named (ou nomeadas) têm as mesmas características que ACLs extended, e permitem que você use um nome mais intuitivo para a ACL como permite_dp_out, nega_ti_in, etc. Este tipo de ACL também oferece modos de edição mais avançados facilitando a vida do administrador. Os nomes utilizados para identificar este tipo de ACL não podem conter espaços ou pontuação e devem começar com uma letra.

9 Tipos de ACLs Remark Utilizada para nomear uma regra Exemplo: access-list 1 remark Permitindo o host do chefe

10 Fluxos de Dados Não basta apenas criar uma ACL para que o tráfego passe a ser corretamente filtrado. É preciso definir a direção e a interface onde esta ACL será aplicada. Mas como assim direção? Existem duas direções de tráfego em roteadores:

11 Fluxos de Dados inbound Todo o tráfego vindo da rede e entrando no roteador através de uma de suas interfaces de roteamento. outbound Todo o tráfego saindo de alguma interface do roteador e indo para a rede.

12 Fluxos de Dados

13 Wildcard Masks Neste tipo de máscara, um bit 0 quer dizer que o octeto tem que casar exatamente e um bit 1 é ignorado (pode ser qualquer coisa). Ou seja, exatamente o contrário do que se faz quando se usa uma máscara de sub-rede normal. Porém, o valor dos bits continua o mesmo: da esquerda para a direita eles valerão 128, 64, 32, 16, 8, 4, 2, 1, respectivamente.

14 Wildcard Masks Exemplo 01 Digamos que seja necessário bloquear o acesso da rede com máscara Usando-se wildcard, ficaria: Os três primeiros 0s indicam que é obrigatório que esteja presente no endereço IP do pacote sendo analisado. O.255 indica que naquele octeto qualquer número é válido.

15 Wildcard Masks Exemplo 02 Digamos que seja necessário permitir o acesso da sub-rede com máscara Usando-se wildcard, ficaria: Quais IPs terão acesso?

16 Wildcard Masks Exercício proposto 01 Qual a Wildmask card para bloquear apenas um IP?

17 Wildcard Masks Exercício proposto 02 Digamos que seja necessário permitir o acesso da sub-rede com máscara Usando-se wildcard, ficaria... E quais os IPs teriam acesso permitido?

18 ACL standard Exercício Prático: bloquear o IP No roteador 2911, digite os comandos abaixo: enable configure terminal access-list 1 deny

19 ACL standard 1: ACLs standard têm que ser numeradas de 1 a 99 ou de 1300 a (Escolhida aleatoriamente) deny: esta é a ação que será tomada com o pacote que casar com a regra da ACL. Neste caso, o pacote será negado pelo roteador : este é o IP de origem e a wildcard mask, que neste caso casa apenas com este host específico.

20 ACL estendida numerada Criando a ACL estendida numerada como 101 router(config)# access-list 101 permit tcp host host eq 80 router(config)# access-list 101 permit icmp host host router(config)# access-list 101 permit ip host host Entrando na interface mais próxima da origem do tráfego a ser filtrado router(config)# interface FastEthernet0/0 Aplicando a ACL na interface desejada router(config-if)# ip access-group 101 in Visualizando acessos pela lista de acesso router# show access-lists 101

21 ACL estendida numerada Criando a ACL estendida nomeada como RedesIP router(config)# ip access-list extended RedesIP router(config)# permit tcp host host eq 80 router(config)# permit icmp host host router(config)# permit ip host Entrando na interface mais próxima da origem do tráfego a ser filtrado router(config)# interface FastEthernet0/0 Aplicando a ACL na interface desejada router(config-if)# ip access-group RedesIP in Visualizando acessos pela lista de acesso router# show access-lists RedesIP

22 Obrigado! Dúvidas? Até a próxima! SEGURANÇA EM AMBIENTES LINUX

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento Capítulo 11 - Listas de Controle de Acesso (ACLs( ACLs) 1 Objetivos do Capítulo Descrever as diferenças entre ACLs estendidas; Explicar as regras de

Leia mais

Capítulo 9: Listas de Controle de Acesso

Capítulo 9: Listas de Controle de Acesso Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Capítulo 9: Listas de Controle de Acesso Roteamento e switching Academia Local Cisco UNISUL Instrutora Ana Lúcia Rodrigues Wiggers Presentation_ID 1

Leia mais

Atividade PT 5.3.4: Configurando ACLs estendidas Diagrama de topologia

Atividade PT 5.3.4: Configurando ACLs estendidas Diagrama de topologia Diagrama de topologia All contents are Copyright 2007-2009 Cisco Systems, Inc. All rights reserved. This document is Cisco Public Information. Página 1 de 8 Tabela de endereçamento Dispositivo Interface

Leia mais

Listas de Controlo de Acesso (ACLs)

Listas de Controlo de Acesso (ACLs) ISEP - Administração de Sistemas 2007/2008 1/9 Listas de Controlo de Acesso (ACLs) Permitem filtrar tráfego (efectuam testes aos pacotes de dados. Ex: negam ou permitem em função do endereço ou tipo de

Leia mais

Listas de Acesso (ACL).

Listas de Acesso (ACL). Raphael Guimarães Gonçalves raphagg@cbpf.br Nilton Alves Jr. naj@cbpf.br http://mesonpi.cat.cbpf.br/naj. Resumo Neste trabalho serão apresentadas as Listas de Acesso, que são uma ferramenta que existem

Leia mais

Administração de Sistemas

Administração de Sistemas Administração de Sistemas Orlando Sousa Aula 6 Listas de controlo de acesso (ACLs) NAT Listas de controlo de acesso Permite filtrar tráfego (efectua testes aos pacotes de dados. Ex: nega ou permite em

Leia mais

Nova visão de Listas de Acesso Cisco CBAC e ZPF

Nova visão de Listas de Acesso Cisco CBAC e ZPF Roteiro Nova visão de Listas de Acesso Cisco e Prof.Celso Rabelo M Pinto Centro Universitário da Cidade 27/02/2012 Prof. Celso Rabelo Semana Acadêmica 1/26 Roteiro 1 2 ACL Padrão ACL Estendida 3 Exemplo

Leia mais

Laboratório 11.2.2b Listas de acesso simples e estendidas

Laboratório 11.2.2b Listas de acesso simples e estendidas Laboratório 11.2.2b Listas de acesso simples e estendidas 262-294 CCNA 2: Roteadores e Roteamento, Conc. Básicos v 3.1 - Laboratório 11.2.2b Copyright 2003, Cisco Systems, Inc. Objetivo Situação Neste

Leia mais

Os protocolos de encaminhamento têm como objectivo a construção e manutenção automática das tabelas de encaminhamento.

Os protocolos de encaminhamento têm como objectivo a construção e manutenção automática das tabelas de encaminhamento. - Encaminhamento dinâmico (EIGRP e OSPF) - Redistribuição de rotas - Filtragem (ACLs) Administração de Sistemas Informáticos (ASIST) 2009/2010 Aula Prática Laboratorial 2 Os protocolos de encaminhamento

Leia mais

Packet Tracer - Configurando ACLs Estendidas - Cenário 1

Packet Tracer - Configurando ACLs Estendidas - Cenário 1 Topologia Tabela de Endereçamento R1 Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de Sub-Rede Gateway Padrão G0/0 172.22.34.65 255.255.255.224 N/A G0/1 172.22.34.97 255.255.255.240 N/A G0/2 172.22.34.1 255.255.255.192

Leia mais

Parte 2 Usando o CLI do Roteador

Parte 2 Usando o CLI do Roteador Parte 2 Usando o CLI do Roteador O acesso à CLI Comand Line Interface, é feita pelo usuário no roteador com um terminal ou remotamente. Quando acessamos um roteador, devemos efetuar login nele antes de

Leia mais

Laboratório 11.2.3b Listas de acesso estendidas para DMZ simples

Laboratório 11.2.3b Listas de acesso estendidas para DMZ simples Laboratório 11.2.3b Listas de acesso estendidas para DMZ simples Objetivo Situação Neste laboratório, será explorado o uso de listas de acesso estendidas para criação de uma Zona Desmilitarizada (DMZ).

Leia mais

Laboratório 5.5.1: Listas de controle de acesso básico

Laboratório 5.5.1: Listas de controle de acesso básico Diagrama de topologia Tabela de endereçamento Dispositivo Interface Endereço IP R1 R2 R3 Máscara de sub-rede Gateway padrão Fa0/0 192.168.10.1 255.255.255.0 N/A Fa0/1 192.168.11.1 255.255.255.0 N/A S0/0/0

Leia mais

Laboratório 11.2.1a Configuração de listas de acesso padrão

Laboratório 11.2.1a Configuração de listas de acesso padrão Laboratório 11.2.1a Configuração de listas de acesso padrão Objetivo Configurar e aplicar uma ACL padrão, para permitir ou negar tráfego específico. Testar a ACL, para determinar se os resultados desejados

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONTROLE QUALIDADE DE SERVIÇOS QOS

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONTROLE QUALIDADE DE SERVIÇOS QOS INSTRUÇÃO NORMATIVA CONTROLE QUALIDADE DE SERVIÇOS QOS Dispõe acerca de normas referentes à segurança da informação no âmbito da CILL Informática S/A. Goiânia-Go, novembro de 2015 Política de Segurança

Leia mais

Endereçamento IP. Cálculo do endereço de rede. Sérgio Teixeira. Cálculo do endereço de rede

Endereçamento IP. Cálculo do endereço de rede. Sérgio Teixeira. Cálculo do endereço de rede Endereçamento IP Cálculo do endereço de rede Professor: Sérgio Teixeira Cálculo do endereço de rede Toda vez que um pacote IP chega no roteador ele precisa ser roteado. Para isso, o roteador precisa saber

Leia mais

Semestre 4 do CCNA Prova final baseada em habilidades Treinamento do aluno Diretrizes para o instrutor Visão geral e administração da prova

Semestre 4 do CCNA Prova final baseada em habilidades Treinamento do aluno Diretrizes para o instrutor Visão geral e administração da prova Semestre 4 do CCNA Prova final baseada em habilidades Treinamento do aluno Diretrizes para o instrutor Visão geral e administração da prova Esta prova deve ser utilizada nas aulas regulares do CCNA ministradas

Leia mais

9.5.2. Preparando um esquema de endereçamento de sua rede

9.5.2. Preparando um esquema de endereçamento de sua rede Guia Internet de Conectividade - Cyclades - Endereçamento IP - página 1 9.5. Identificação dos Hosts em uma rede Todo sistema ou host que você quiser conectar em sua rede deve ter uma única identificação

Leia mais

Firewalls. O que é um firewall?

Firewalls. O que é um firewall? Tópico 13 Firewall Ferramentas de defesa - Firewall. Princípios de projeto de firewall. Sistemas confiáveis. Critérios comuns para avaliação de segurança da tecnologia da informação. 2 Firewalls O que

Leia mais

Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host

Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host Topologia Objetivos Parte 1: Acessar a tabela de roteamento de host Parte 2: Examinar as entradas da tabela de roteamento de host IPv4 Parte

Leia mais

Suporte de NAT para conjuntos múltiplos utilizando mapas de rota

Suporte de NAT para conjuntos múltiplos utilizando mapas de rota Suporte de NAT para conjuntos múltiplos utilizando mapas de rota Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Informações de Apoio Abordagem de lista de acesso Método de

Leia mais

Arquitetura de Rede de Computadores

Arquitetura de Rede de Computadores TCP/IP Roteamento Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 4. Roteamento i. Máscara de Rede ii. Sub-Redes iii. Números Binários e Máscara de Sub-Rede iv. O Roteador

Leia mais

Handson Policy Based Routing

Handson Policy Based Routing Handson Policy Based Routing Esquema de Rede Esquema Endereçamento Nome Interface IP Máscara Descrição PBR Serial 0/0/0 10.0.0.1 /30 Protected Connection Serial 0/0/1 10.0.0.5 /30 Free Connection FastEthernet

Leia mais

Introdução a Sub-redes

Introdução a Sub-redes Sub Redes Introdução a Sub-redes Sub-redes de uma rede significa usar a máscara de sub-rede para dividir a rede e quebrar uma grande rede em segmentos menores, mais eficientes e gerenciáveis, ou sub-redes.

Leia mais

OS endereços IP v.4 consistem em 4 octetos separados por pontos. Estes endereços foram separados

OS endereços IP v.4 consistem em 4 octetos separados por pontos. Estes endereços foram separados Endereçamento IP V.4 e Roteamento Estático Pedroso 4 de março de 2009 1 Introdução OS endereços IP v.4 consistem em 4 octetos separados por pontos. Estes endereços foram separados em 5 classes, de acordo

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Antes de começar a configurar o seu switch, você deve estabelecer suas conexões. Existem dois tipos de conexões: através da porta de console e através da porta Ethernet. A porta

Leia mais

Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Roteadores Estaticos

Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Roteadores Estaticos Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Roteadores Estaticos Professor Rene - UNIP 1 Introdução do capitulo Função do roteador Roteamento estático O roteador é um computador com uma finalidade

Leia mais

REDES PARA TODOS RIP. Renê Furtado Felix. rffelix70@yahoo.com.br

REDES PARA TODOS RIP. Renê Furtado Felix. rffelix70@yahoo.com.br REDES PARA TODOS RIP rffelix70@yahoo.com.br Operação RIP RIP V.01 O RIP usa dois tipos de mensagem especificados no campo Command: Mensagem de solicitação e Mensagem de resposta. Redes e Roteamento RIP

Leia mais

O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br

O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br O IP e a Máscara de Sub-Rede O IP se baseia em duas estruturas para efetuar o roteamento de datagramas:

Leia mais

Aula 06 Revisão Endereçamento IP Subnetting / VLSM / CIDR

Aula 06 Revisão Endereçamento IP Subnetting / VLSM / CIDR Disciplina: Dispositivos de Rede I Professor: Jéferson Mendonça de Limas 3º Semestre Aula 06 Revisão Endereçamento IP Subnetting / VLSM / CIDR 2014/1 Roteiro de Aula Endereçamento IP Segundo Filippetti

Leia mais

A máscara de sub-rede pode ser usada para dividir uma rede existente em "sub-redes". Isso pode ser feito para:

A máscara de sub-rede pode ser usada para dividir uma rede existente em sub-redes. Isso pode ser feito para: Fundamentos: A máscara de pode ser usada para dividir uma rede existente em "s". Isso pode ser feito para: 1) reduzir o tamanho dos domínios de broadcast (criar redes menores com menos tráfego); 2) para

Leia mais

O endereço de sua estação de trabalho é 201.252.203.107, e você esta usando a máscara de subrede: 255.255.255.248.

O endereço de sua estação de trabalho é 201.252.203.107, e você esta usando a máscara de subrede: 255.255.255.248. Cálculo de endereços de rede Quais os hosts da rede 10.12.148.0 IP: 00001010.00001100.100101xx.xxxxxxxx Mask:11111111.11111111.11111100.00000000 Rede:00001010.00001100.10010100.00000000 Assim, podemos

Leia mais

Aula pratica 4 Testar Conexões TCP/IP em Redes Industrias Usando os comandos Ping e Net View (1.a Parte)

Aula pratica 4 Testar Conexões TCP/IP em Redes Industrias Usando os comandos Ping e Net View (1.a Parte) 1 Aula pratica 4 Testar Conexões TCP/IP em Redes Industrias Usando os comandos Ping e Net View (1.a Parte) Objetivo: Esta aula tem como objetivo apresentar aos alunos como testar a conectividade de uma

Leia mais

QoS em roteadores Cisco

QoS em roteadores Cisco QoS em roteadores Cisco Alberto S. Matties 1, André Moraes 2 1 Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Rua Gonçalves Chaves 602 96.015-000 Pelotas RS Brasil 2 FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC

Leia mais

Capítulo 11: NAT para IPv4

Capítulo 11: NAT para IPv4 Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Capítulo 11: NAT para IPv4 Roteamento e Switching Academia Local Cisco UNISUL Instrutora Ana Lúcia Rodrigues Wiggers Presentation_ID 1 Capítulo 11 11.0

Leia mais

Consulte a exposição. Qual declaração descreve corretamente como R1 irá determinar o melhor caminho para R2?

Consulte a exposição. Qual declaração descreve corretamente como R1 irá determinar o melhor caminho para R2? 1. Que duas declarações descrevem corretamente os conceitos de distância administrativa e métrica? (Escolha duas.) a) Distância administrativa refere-se a confiabilidade de uma determinada rota. b) Um

Leia mais

CST em Redes de Computadores

CST em Redes de Computadores CST em Redes de Computadores Dispositivos de Rede I AULA 06 VLSM / CIDR / Sumarização de Rotas Prof: Jéferson Mendonça de Limas Endereçamento IP Segundo Filippetti (2008), endereço IP é um identificador

Leia mais

Capítulo 5: Roteamento Inter-VLANS

Capítulo 5: Roteamento Inter-VLANS Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Capítulo 5: Roteamento Inter-VLANS Roteamento e Comutação Academia Local Cisco UNISUL Instrutora Ana Lúcia Rodrigues Wiggers 1 Capítulo 5 5.1 Configuração

Leia mais

Compreenda como a característica automática da atualização de assinatura do ips Cisco trabalha

Compreenda como a característica automática da atualização de assinatura do ips Cisco trabalha Compreenda como a característica automática da atualização de assinatura do ips Cisco trabalha Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Requisitos de Rede Processo

Leia mais

Tecnologia de Redes de Computadores - aula 3

Tecnologia de Redes de Computadores - aula 3 Tecnologia de Redes de Computadores - aula 3 Prof. Celso Rabelo Centro Universitário da Cidade 1 Objetivo 2 3 Subrede Exemplo 1 Exemplo 2 4 Concietos Exemplo Máscara de Redes 5 Objetivo Objetivo Apresentar

Leia mais

SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA A INTEGRAÇÃO DOS AGENTES AOS CENTROS DE OPERAÇÃO DO ONS

SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA A INTEGRAÇÃO DOS AGENTES AOS CENTROS DE OPERAÇÃO DO ONS X EDAO ENCONTRO PARA DEBATES DE ASSUNTOS DE OPERAÇÃO SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA A INTEGRAÇÃO DOS AGENTES AOS CENTROS DE OPERAÇÃO DO ONS Jamil de Almeida Silva ONS Brasília-DF Jean Carlos Borges Brito ONS

Leia mais

Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O

Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O Í n d i c e Considerações Iniciais...2 Rede TCP/IP...3 Produtos para conectividade...5 Diagnosticando problemas na Rede...8 Firewall...10 Proxy...12

Leia mais

Arquitetura de Rede de Computadores

Arquitetura de Rede de Computadores Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 2. TCP/IP i. Fundamentos ii. Camada de Aplicação iii. Camada de Transporte iv. Camada de Internet v. Camada de Interface

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Sumário 1. Fundamentos e Infraestrutura de Redes de Computadores... 5 1.1. Laboratório 01 IP... 6 1.2. Laboratório 02 IP... 8 1.3. Laboratório 03 DHCP... 10 1.4. Laboratório 04 NAT... 13 1.5. Laboratório

Leia mais

** Distance Vector - Trabalha com a métrica de Salto(HOP),. O protocolo que implementa o Distance Vector é o RIP.!

** Distance Vector - Trabalha com a métrica de Salto(HOP),. O protocolo que implementa o Distance Vector é o RIP.! Laboratório wireshark Número de sequencia: syn syn ack ack Cisco Packet Tracer Roteador trabalha em dois modos de operação: - Modo Normal - símbolo > - Modo Root - símbolo # ##################################################################

Leia mais

Endereçamento IP (Internet Protocolo)

Endereçamento IP (Internet Protocolo) Endereçamento IP (Internet Protocolo) Conceitos Host Qualquer dispositivo que possui placa de rede; IP Internet Protocol TCP Transmission Control Protocol 11-01-2005 Rui Morgado - TEC 2 Endereçamento IP

Leia mais

Firewall. Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Disciplina: Serviços de Redes. Campus Cachoeiro Curso Técnico em Informática

Firewall. Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Disciplina: Serviços de Redes. Campus Cachoeiro Curso Técnico em Informática Firewall Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Disciplina: Serviços de Redes Campus Cachoeiro Curso Técnico em Informática Firewall (definições) Por que do nome firewall? Antigamente, quando as casas

Leia mais

Laboratório - Configuração de NAT dinâmico e estático

Laboratório - Configuração de NAT dinâmico e estático Topologia Tabela de Endereçamento Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de Sub-Rede Gateway padrão Objetivos Gateway G0/1 192.168.1.1 255.255.255.0 N/A S0/0/1 209.165.201.18 255.255.255.252 N/A ISP

Leia mais

Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página

Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento IP 1 História e Futuro do TCP/IP O modelo de referência TCP/IP foi desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD). O DoD exigia

Leia mais

Resumo. Palavras-chave: CBPF-NT-004/99. Leonardo Ferreira Carneiro leo@cbpf.br. Nilton Alves Júnior naj@cbpf.br http:/mesonpi.cat.cbpf.

Resumo. Palavras-chave: CBPF-NT-004/99. Leonardo Ferreira Carneiro leo@cbpf.br. Nilton Alves Júnior naj@cbpf.br http:/mesonpi.cat.cbpf. Leonardo Ferreira Carneiro leo@cbpf.br Nilton Alves Júnior naj@cbpf.br http:/mesonpi.cat.cbpf.br/naj Resumo Esse trabalho tem como objetivo abordar determinados aspectos relativos a roteadores e segurança

Leia mais

CARLOS RAFAEL GUERBER EXERCÍCIOS ROTEADOR

CARLOS RAFAEL GUERBER EXERCÍCIOS ROTEADOR CARLOS RAFAEL GUERBER EXERCÍCIOS ROTEADOR Mafra 2009 Exercício 1 Utilizando o bloco de endereços 200.0.0.0/24, proponha uma solução para configurar os IP s da rede abaixo: 1 2 3 4 10.0.0.1/24 10.0.0.2/24

Leia mais

Laboratório - Configuração de NAT Dinâmico e Estático

Laboratório - Configuração de NAT Dinâmico e Estático Topologia Tabela de Endereçamento Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de Sub-rede Gateway padrão Objetivos Gateway G0/1 192.168.1.1 255.255.255.0 N/A S0/0/1 209.165.201.18 255.255.255.252 N/A ISP

Leia mais

Capítulo 4 TCP/IP FIREWALLS.

Capítulo 4 TCP/IP FIREWALLS. Capítulo 4 TCP/IP FIREWALLS. O que é uma firewall? É um router entre uma rede privada e uma rede pública que filtra o tráfego com base num conjunto de regras. GRS - Capitulo 4 1/1 Arquitecturas de redes

Leia mais

Aula 4. Pilha de Protocolos TCP/IP:

Aula 4. Pilha de Protocolos TCP/IP: Aula 4 Pilha de Protocolos TCP/IP: Comutação: por circuito / por pacotes Pilha de Protocolos TCP/IP; Endereçamento lógico; Encapsulamento; Camada Internet; Roteamento; Protocolo IP; Classes de endereços

Leia mais

O conteúdo Cisco Networking Academy é protegido e a publicação, distribuição ou compartilhamento deste exame é proibida.

O conteúdo Cisco Networking Academy é protegido e a publicação, distribuição ou compartilhamento deste exame é proibida. O conteúdo Cisco Networking Academy é protegido e a publicação, distribuição ou compartilhamento deste exame é proibida. 1 Quando protocolos sem conexão são implementados nas camadas mais inferiores do

Leia mais

Aplicando segurança em redes locais através de gerenciamento de ativos de rede. Edson Venicius Jung, Ricardo Rafael Pellis

Aplicando segurança em redes locais através de gerenciamento de ativos de rede. Edson Venicius Jung, Ricardo Rafael Pellis Aplicando segurança em redes locais através de gerenciamento de ativos de rede Edson Venicius Jung, Ricardo Rafael Pellis Pós-graduação em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

Curso de extensão em Administração de Redes

Curso de extensão em Administração de Redes Curso de extensão em Administração de Redes Italo Valcy da Silva Brito1,2 1 Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia 2 Ponto de Presença

Leia mais

Redes de Computadores II INF-3A

Redes de Computadores II INF-3A Redes de Computadores II INF-3A 1 ROTEAMENTO 2 Papel do roteador em uma rede de computadores O Roteador é o responsável por encontrar um caminho entre a rede onde está o computador que enviou os dados

Leia mais

IP significa Internet Protocol. A Internet é uma rede, e assim como ocorre em qualquer tipo de rede, os seus nós (computadores, impressoras, etc.

IP significa Internet Protocol. A Internet é uma rede, e assim como ocorre em qualquer tipo de rede, os seus nós (computadores, impressoras, etc. Endereços IP Endereços IP IP significa Internet Protocol. A Internet é uma rede, e assim como ocorre em qualquer tipo de rede, os seus nós (computadores, impressoras, etc.) precisam ter endereços. Graças

Leia mais

Endereçamento IP. Figura 1 Estrutura hierárquica do endereço IP

Endereçamento IP. Figura 1 Estrutura hierárquica do endereço IP Endereçamento IP 1. Introdução: A partir da segunda metade dos anos 90, a Internet se tornou uma rede muito diferente daquela existente em sua concepção no início dos anos 80. Hoje, a Internet tornou-se

Leia mais

Endereços Lógicos, Físicos e de Serviço

Endereços Lógicos, Físicos e de Serviço Endereçamento IP O IP é um protocolo da Camada de rede É um endereço lógico único em toda a rede, portanto, quando estamos navegando na Internet estamos utilizando um endereço IP único mundialmente, pois

Leia mais

Serviço de datagrama não confiável Endereçamento hierárquico. Facilidade de fragmentação e remontagem de pacotes

Serviço de datagrama não confiável Endereçamento hierárquico. Facilidade de fragmentação e remontagem de pacotes IP Os endereços IP são números com 32 bits, normalmente escritos como quatro octetos (em decimal), por exemplo 128.6.4.7. A primeira parte do endereço identifica uma rede especifica na interrede, a segunda

Leia mais

Interconexão de Redes. Aula 03 - Roteamento IP. Prof. Esp. Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br

Interconexão de Redes. Aula 03 - Roteamento IP. Prof. Esp. Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br Interconexão de Redes Aula 03 - Roteamento IP Prof. Esp. Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br Revisão Repetidor Transceiver Hub Bridge Switch Roteador Domínio de Colisão Domínio de Broadcast

Leia mais

Cisco IOS Internetwork Operating System. Serviços de Comunicações IOS Internetwork Operating System

Cisco IOS Internetwork Operating System. Serviços de Comunicações IOS Internetwork Operating System Configuração de routers Cisco Cisco IOS Internetwork Operating System 1 IOS Internetwork Operating System O IOS é um sistema operativo de rede proprietário, utilizado na maior parte dos Equipamentos de

Leia mais

prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores

prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores Apresentação do professor, da disciplina, dos métodos de avaliação, das datas de trabalhos e provas; introdução a redes de computadores; protocolo TCP /

Leia mais

Roteiro para Prática 01 GNS e comandos da Cisco

Roteiro para Prática 01 GNS e comandos da Cisco Ponto de Presença da RNP na Bahia PoP-BA/RNP Universidade Federal da Bahia Departamento de Ciência da Computação Curso de Extensão em Administração de Redes Instrutor: Italo Valcy Roteiro para Prática

Leia mais

Veja abaixo um exemplo de um endereço IP de 32 bits: 10000011 01101011 00010000 11001000

Veja abaixo um exemplo de um endereço IP de 32 bits: 10000011 01101011 00010000 11001000 4 Camada de Rede: O papel da camada de rede é transportar pacotes de um hospedeiro remetente a um hospedeiro destinatário. Para fazê-lo, duas importantes funções da camada de rede podem ser identificadas:

Leia mais

Sub-redes: 25 perguntas práticas

Sub-redes: 25 perguntas práticas A P Ê N D I C E G Sub-redes: 25 perguntas práticas Este apêndice apresenta 25 perguntas avulsas, que lhe pedem para achar o número de sub-rede, o endereço de broadcast e a faixa de endereços IP válidos.

Leia mais

Laboratório 1.1.4b Configuração do PAT

Laboratório 1.1.4b Configuração do PAT Laboratório 1.1.4b Configuração do PAT Objetivo Configurar um roteador para que use PAT (Port Address Translation, tradução de endereços de porta) para converter endereços IP internos, normalmente privados,

Leia mais

Endereçamento IP. Resolvendo as questões da prova

Endereçamento IP. Resolvendo as questões da prova Endereçamento IP Cálculo do endereço de rede Professor: Sérgio Teixeira Resolvendo as questões da prova Informações para ajudar nas contas Máscara Sub-redes = 2 = 4 = 8 = 16 = 32 = 64 = 128 = 256 Fazendo

Leia mais

Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Características Roteamento

Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Características Roteamento Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Características Roteamento Professor Rene - UNIP 1 Roteamento Dinâmico Perspectiva e histórico Os protocolos de roteamento dinâmico são usados

Leia mais

Jeandervall. Roteamento

Jeandervall. Roteamento Roteamento Configurar um roteador parece um tanto quanto complicado, porem não é uma tarefa impossível. O detalhe é que é preciso tomar muita a atenção na ora de configurar as rotas. Recomenda-se que antes

Leia mais

1 TCI/IP... 3 1.1 MODELO TCP/IP... 3 1.1.1 Camada de Aplicação... 4

1 TCI/IP... 3 1.1 MODELO TCP/IP... 3 1.1.1 Camada de Aplicação... 4 TCP/IP Brito INDICE 1 TCI/IP... 3 1.1 MODELO TCP/IP... 3 1.1.1 Camada de Aplicação... 4 1.1.1.1 Camada de Transporte... 4 1.1.1.2 TCP (Transmission Control Protocol)... 4 1.1.1.3 UDP (User Datagram Protocol)...

Leia mais

Faculdades NDA Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Questionário de apoio ao Capítulo 4

Faculdades NDA Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Questionário de apoio ao Capítulo 4 Faculdades NDA Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Questionário de apoio ao Capítulo 4 1) O que é NAT? Explique o seu funcionamento. 2) Quais são os dois tipos de roteadores? Explique

Leia mais

Projeto e Instalação de Servidores Estrutura da Internet e do TCP/IP

Projeto e Instalação de Servidores Estrutura da Internet e do TCP/IP Projeto e Instalação de Servidores Estrutura da Internet e do TCP/IP Prof.: Roberto Franciscatto TCP/IP, endereçamento e portas TCP/IP? Dois protocolos TCP = Transfer Control Protocol IP = Internet Protocol

Leia mais

CISCO PACKET TRACER. Kelvin Lopes Dias Diego dos Passos Silva (kld/dps4@cin.ufpe.br)

CISCO PACKET TRACER. Kelvin Lopes Dias Diego dos Passos Silva (kld/dps4@cin.ufpe.br) CISCO PACKET TRACER Kelvin Lopes Dias Diego dos Passos Silva (kld/dps4@cin.ufpe.br) INTRODUÇÃO Packet Tracer v5.3 é um simulador de redes desenvolvido pela Cisco Systems ; Capaz de simular o funcionamento

Leia mais

Uma combinação de hardware e software que protege redes mediante a análise do tráfego de entrada e saída

Uma combinação de hardware e software que protege redes mediante a análise do tráfego de entrada e saída Sistemas de Firewall Luiz Henrique Barbosa luiz@oluiz.com Firewalls Um Firewall é um método de proteger hosts e redes conectados a outros computadores e redes contra ataques como: tentativas de obter acesso

Leia mais

L A B O RATÓRIO DE REDES

L A B O RATÓRIO DE REDES L A B O RATÓRIO DE REDES TRÁFEGO, ENQUADRAMEN TO, DEFAU LT G A TEWA Y E ARP. VALE 2,0 P ONT OS. INTRODUÇÃO AO LABORATÓRIO Nosso laboratório é composto de três hosts Linux, representados pelo símbolo de

Leia mais

ENDEREÇO IP ENDEREÇO IP 13/04/2015

ENDEREÇO IP ENDEREÇO IP 13/04/2015 ENDEREÇO IP ENDEREÇO IP PROF. FABRÍCIO ALESSI STEINMACHER Os endereços IP identificam cada host na rede. A regra básica é que cada host deve ter um endereço IP diferente e devem ser utilizados endereços

Leia mais

Fundamentos dos protocolos internet

Fundamentos dos protocolos internet Fundamentos dos protocolos internet - 2 Sumário Capítulo 1 Fundamentos dos protocolos internet...3 1.1. Objetivos... 3 1.2. Mãos a obra...4 Capítulo 2 Gerenciando... 14 2.1. Objetivos... 14 2.2. Troubleshooting...

Leia mais

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia,

Leia mais

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Divisão em Sub-redes

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Divisão em Sub-redes Tecnologia em Redes de Computadores Redes de Computadores Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com Classes de Endereços IP: Para criar a estrutura de sub-redes, os bits do host devem ser reatribuídos

Leia mais

Segurança em Sistemas de Informação Tecnologias associadas a Firewall

Segurança em Sistemas de Informação Tecnologias associadas a Firewall Algumas definições Firewall Um componente ou conjunto de componentes que restringe acessos entre redes; Host Um computador ou um dispositivo conectado à rede; Bastion Host Um dispositivo que deve ser extremamente

Leia mais

Laboratório 1.2.3 Revisão da Configuração Básica do Roteador com RIP

Laboratório 1.2.3 Revisão da Configuração Básica do Roteador com RIP Laboratório 1.2.3 Revisão da Configuração Básica do Roteador com RIP Objetivo Cabear e configurar as estações de trabalho e os roteadores Configurar um esquema de endereçamento IP usando redes classe B

Leia mais

O que é uma firewall? É um router entre uma rede privada e uma rede pública que filtra o tráfego com base num conjunto de regras.

O que é uma firewall? É um router entre uma rede privada e uma rede pública que filtra o tráfego com base num conjunto de regras. Capítulo 4 TCP/IP FIREWALLS O que é uma firewall? É um router entre uma rede privada e uma rede pública que filtra o tráfego com base num conjunto de regras. Arquitecturas de redes com firewall Simples:

Leia mais

Administração de Sistemas Operacionais

Administração de Sistemas Operacionais Diretoria de Educação e Tecnologia da Informação Análise e Desenvolvimento de Sistemas INSTITUTO FEDERAL RIO GRANDE DO NORTE Administração de Sistemas Operacionais Serviço Proxy - SQUID Prof. Bruno Pereira

Leia mais

Laboratório 1.1.4a Configuração do NAT

Laboratório 1.1.4a Configuração do NAT Laboratório 1.1.4a Configuração do NAT Objetivo Configurar um roteador para que use tradução de endereços de rede (NAT) para converter endereços IP internos, normalmente privados, para endereços públicos

Leia mais

Na Figura a seguir apresento um exemplo de uma "mini-tabela" de roteamento:

Na Figura a seguir apresento um exemplo de uma mini-tabela de roteamento: Tutorial de TCP/IP - Parte 6 - Tabelas de Roteamento Por Júlio Cesar Fabris Battisti Introdução Esta é a sexta parte do Tutorial de TCP/IP. Na Parte 1 tratei dos aspectos básicos do protocolo TCP/IP. Na

Leia mais

Laboratório 3.2.1 Configurando o Roteamento EIGRP

Laboratório 3.2.1 Configurando o Roteamento EIGRP Laboratório 3.2.1 Configurando o Roteamento EIGRP Objetivo Configurar um esquema de endereçamento IP para a rede. Configurar e verificar o funcionamento do EIGRP (Enhanced Interior Gateway Routing Protocol);

Leia mais

Laboratório 3.2.3 Verificando a Configuração Básica de EIGRP

Laboratório 3.2.3 Verificando a Configuração Básica de EIGRP Laboratório 3.2.3 Verificando a Configuração Básica de EIGRP Objetivo Configurar um esquema de endereçamento IP para a rede. Configurar e verificar o funcionamento do EIGRP (Enhanced Interior Gateway Routing

Leia mais

Máscaras de sub-rede. Fórmula

Máscaras de sub-rede. Fórmula Máscaras de sub-rede As identificações de rede e de host em um endereço IP são diferenciadas pelo uso de uma máscara de sub-rede. Cada máscara de sub-rede é um número de 32 bits que usa grupos de bits

Leia mais

Endereçamento de IP e colocação em sub-rede para novos usuários

Endereçamento de IP e colocação em sub-rede para novos usuários Endereçamento de IP e colocação em sub-rede para novos usuários Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Informações adicionais Convenções Entendendo endereços IP Máscaras de

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Redes e Sub-redes Altair M. Souza IP Endereçamento (relembrar) Classe A: Começa com os bits 0xxxxxxx: Primeiro octeto de 1 até 126 (em decimal). Classe B: Começa com os bits 10xxxxxx:

Leia mais

Cisco ASA Firewall Guia Prático

Cisco ASA Firewall Guia Prático Cisco ASA Firewall Guia Prático 2014 v1.0 Renato Pesca 1 Sumário 2 Topologia... 3 3 Preparação do Appliance... 3 3.1 Configurações de Rede... 7 3.2 Configurações de Rotas... 8 3.3 Root Básico... 9 3.4

Leia mais

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - I I

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - I I APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - I I 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 2. ENDEREÇOS IP... 3 3. ANALISANDO ENDEREÇOS IPV4... 4 4. MÁSCARA DE SUB-REDE... 5 5. IP ESTÁTICO E

Leia mais

Relató rió. Gestão de equipamento activo de rede

Relató rió. Gestão de equipamento activo de rede Relató rió INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO Gestão de equipamento activo de rede Trabalho realizado por: Tiago Conceição Nº 11903 Tiago Maques Nº 11904 Paulo Martins

Leia mais

Aula 5 Cálculo de máscara e de subredes

Aula 5 Cálculo de máscara e de subredes 1 Aula 5 Cálculo de máscara e de subredes 5.1 Conceitos Quando um host se comunica com outro usa o endereço de enlace dele. Os endereços de hardware das placas de rede, ou MAC Address, são constituídos

Leia mais

Laboratório 2.3.4 Configurando a Autenticação OSPF

Laboratório 2.3.4 Configurando a Autenticação OSPF Laboratório 2.3.4 Configurando a Autenticação OSPF Objetivo Configurar um esquema de endereçamento IP para a área OSPF (Open Shortest Path First). Configurar e verificar o roteamento OSPF. Introduzir a

Leia mais

Configuração de Roteadores e Switches CISCO

Configuração de Roteadores e Switches CISCO Configuração de Roteadores e Switches CISCO Introdução ao CISCO IOS Endereçamento IPV4 - CIDR Módulo - II Professor do Curso de CISCO Prof. Robson Vaamonde, consultor de Infraestrutura de Redes de Computadores

Leia mais