SER BILINGUE NA ERA DA GLOBALIZAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO

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1 SER BILINGUE NA ERA DA GLOBALIZAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO Mestranda Aline Gomes da Silva (UFG) 1 RESUMO: Esta pesquisa, de orientação qualitativa, procura compreender os sentimentos de cinco indivíduos bilíngues em relação ao bilinguismo na era da globalização e em que medida esses sentimentos podem contribuir para a (re)construção de suas identidades enquanto bilíngues. Para isso, faço uso de instrumentos de pesquisa de natureza etnográfica tais como anotações, questionários e entrevistas com integrantes de uma comunidade de norte-americanos localizada a 96 km de Goiânia. As entrevistas foram gravadas em áudio e posteriormente transcritas e analisadas. Os dados revelam que os participantes reconhecem o status da língua inglesa no mundo atual, mas também reconhecem que este lugar poderá ser ocupado futuramente por outras línguas. Os dados também revelam que os participantes consideram essencial ser bilíngues porque atualmente aqueles que dominam mais de uma língua conseguem ultrapassar fronteiras. PALAVRAS-CHAVES: bilingüismo; globalização; motivação. ABSTRACT: This qualitative study seeks to understand how the five participants of this study feel about being bilingual in the globalization age and how these feelings can contribute to build up their identities as bilingual people. Ethnographic research instruments such as field notes, questionnaires and interviews were used to collect data in an North-American community located about 96 km from Goiania. The interviews were audio-recorded, transcribed and then analyzed. Data also reveal that the participants recognize the status of English in the world, but they also recognize that this place can be occupied by other languages in the future. Data also reveal that the participants think being a bilingual person is essential because nowadays those who are competent in more than one language can surpass boundaries. KEY-WORDS: bilingualism; globalization; motivations. 1. INTRODUÇÃO O estudo que aqui relato é resultado de uma pesquisa sobre como os indivíduos bilíngues de uma comunidade de origem norte-americana, situada no interior do estado de Goiás, compreendem o bilingüismo na era da globalização, quais são suas crenças em relação a ser bilíngüe nos dias de hoje e quais fatores contribuíram para a motivação em aprender uma nova língua. Esta pesquisa envolveu cinco participantes de origem americana e brasileira que vivem na comunidade há cerca de 2 a 13 anos. As perguntas de pesquisa que orientam este estudo são: (a) O que significa ser bilíngue na era da globalização e em que medida este fenômeno contribuiu ou poderá contribuir para 1 Possui graduação em Licenciatura Plena em Letras pela Universidade Estadual de Goiás (2003), Especialização em Gestão Educacional pela Universidade Estadual de Goiás (2005) e em Língua Inglesa pela UniEvangélica (2005). Está cursando pós-graduação em Letras em Linguistica / mestrado pela Universidade Federal de Goiás sob a orientação da professora doutora Heloísa Augusta Brito de Mello. Atualmente é professora da Faculdade Anhanguera de Anápolis, da Universidade Estadual de Goiás e do Practical English Course.

2 identidades individual e social? (b) Quais são suas percepções em relação ao inglês como língua franca mundial? O artigo está organizado em duas partes. Na primeira, apresento a definição de alguns termos e conceitos relevantes para a análise dos dados como os dois pontos de vista sobre globalização e suas conseqüências (GIDDENS, 2000; KUMARADIVELU, 2006; HELD e MCGREW, 2001), os Englishes (CRYSTAL, 2005) e o indivíduo bilíngue suas atitude linguísticas e motivação (GARDENER E LAMBERT, 1972). Na segunda parte, apresento o contexto e discuto os resultados da pesquisa com base na análise do questionário e das entrevistas. 2. GLOBALIZAÇÃO: VISÃO CÉTICA X VISÃO GLOBALISTA Segundo Giddens (2000), nossa época é caracterizada como uma época de mudança geral de perspectivas e de inovações sociais, econômicas e tecnológicas que nos afetam de forma direta ou indireta em vários setores de nossa vida. Para esse autor, o mundo que agora vivemos, ao invés de estar cada vez mais dominado por nós, parece totalmente descontrolado: um mundo virado do avesso. Há uma desregularidade nas crenças e valores mundiais e esse descontrole faz com que os indivíduos fiquem em choque, em conflito e desorientados. Em decorrência da globalização vivemos em um mundo de transformações que afetam praticamente quase tudo o que fazemos. Sem perceber, estamos em interação com uma ordem global e mesmo que não a compreendamos, recebemos seus efeitos, quer sejam eles positivos ou negativos. Mas será que o mundo no qual vivemos, neste século XXI, é realmente tão diferente do que foi em outras épocas? Giddens (2000) afirma que temos boas e objetivas razões para pensar que estamos vivendo em período histórico de transição muito importante porque as mudanças podem ser vistas e sentidas por todos nós elas não estão confinadas em uma única parte do globo terrestre. Kumaradivelu (2006: 131) salienta que a fase atual da globalização é dramaticamente diferente de seus períodos anteriores em intensidade, mas não em intenção. Devido à esta fase da globalização, as fronteiras estão desaparecendo. As distâncias espacial e temporal estão diminuindo, gerando, assim, uma interligação mais intensa e imediata entre as pessoas, suas vidas econômicas e culturais. Conforme acrescenta o autor, o conceito de globalização também possui significados diferentes e varia de pessoa para pessoa conforme a época na qual ela viveu. Segundo Giddens (2000) e Held e McGrew (2001), o conceito de globalização pode ser definido por meio de dois outros conceitos contraditórios, por eles denominados concepção dos cépticos e concepção dos globalistas ou radicais. Para os céticos, a globalização é tão antiga quanto a própria humanidade e o mundo atual é o mesmo independentemente dos benefícios, riscos, preocupações ou dificuldades proporcionados pela globalização. Os céticos acreditam que durante muito tempo ao longo da história humana, as pessoas passaram sua vida numa rede de culturas locais e mesmo com a formação e a expansão das grandes religiões mundiais e dos impérios prémodernos que pregavam suas idéias e crenças através das fronteiras deixando marcas profundas no mosaico fragmentado das culturas locais não conseguiram alterar basicamente em nada a vida e as rotinas cotidianas da maioria das pessoas. Ou seja, os céticos acreditam que a economia global não é tão diferente da que já existiu

3 antigamente. Para eles, os governantes continuam a ter capacidade para controlar a vida econômica e manter intactos os benefícios do estado-providência. Os céticos também acreditam que a expansão das indústrias de comunicação gera uma consciência da diferença, isto é, da diversidade de estilos de vida e de orientações de valores existentes no mundo, devido ao inacreditável avanço das tecnologias de comunicação e informação a exemplo da internet. Essa consciência do diferente, da diversidade não implica necessariamente que as pessoas irão trocar seus valores, crenças, padrões de comportamento e a própria linguagem por aqueles oferecidos pela mídia. Ao contrário, os céticos acreditam que a diversidade serve de contraponto para que as pessoas possam dar sentido a sua vida e a sua cultura. Para os céticos não existe um modo de pensar global comum e nem tampouco uma história universal capaz de unir todas as pessoas do mundo, apesar da força dos fluxos de informação e do trânsito das pessoas por todo o mundo. Há, portanto, poucos sinais de uma possível formação cultural universal ou global. O que existe é somente um conjunto plural de sentidos e sistemas políticos através do qual qualquer nova consciência global tem de lutar para sobreviver. Em contrapartida, para os globalistas ou radicais, a globalização é uma realidade vista pelo seu lado destrutivo. Produtos da sociedade americana como coca-cola, McDonald, CNN, por exemplo, são interpretados como símbolos não benignos do sistema capitalista que chega até nós devido a globalização. Esses símbolos não são bem aceitos pelos globalistas porque por trás deles estão embutidas ideologias capazes de destruir as culturas locais, fazendo com que as nações percam uma boa parte da soberania e com que os políticos percam muito da sua capacidade de influenciar os acontecimentos. Giddens (2000: 26) afirma que para os pessimistas [globalistas ou radicais] a globalização é vista unicamente como uma maneira de destruir as culturas locais, de aumentar as desigualdades do mundo e de piorar a sorte dos empobrecidos. Os globalistas também não veem com bons olhos a difusão acelerada das tecnologias do rádio, da televisão, da internet, dos digitais e dos satélites que possibilitam uma comunicação mundial instantânea porque acreditam que dessa maneira, as pessoas de toda parte do mundo estão expostas, como nunca, aos valores de outras culturas, perdendo assim, seus próprios valores. Para eles com essa difusão acelerada nos dias de hoje, o que realmente impulsiona a globalização cultural não são os países, mas sim as empresas. Na perspectiva dos globalistas, nem mesmo o fato de existirem milhares de línguas distintas pode deter o fluxo das idéias e culturas, visto que a língua inglesa vem se tornando tão dominante que fornece uma infra-estrutura linguística de poder igual ao de qualquer sistema tecnológico para transmitir idéias e culturas (Held e McGrew, 2001 p.45). Para os globalistas, a existência de novos sistemas globais de comunicação está transformando as relações entre os locais físicos e as circunstâncias sociais, rompendo o elo tradicional entre o ambiente físico e a situação social. Com a comunicação eletrônica, a internet criou forças e tornou-se o traço mais distintivo da fase atual da globalização. Sem a internet que para os globalistas, é a responsável por gerar a comunicação global o crescimento econômico e a mudança cultural não teriam ocorrido de maneira tão veloz. Segundo Kumaradivelu (2006), a língua inglesa também é outra responsável por gerar a comunicação global, visto que as indústrias de todas as partes do mundo possuem grandes interesses no ensino do inglês. O inglês passa, então, a ser considerado a língua franca mundial por excelência, cujo papel seria o de representar as diversas

4 linguagens e de traduzir as informações dos cidadãos locais em conhecimentos globais. O inglês, desse modo, não é mais visto como unicamente pertencente ao mundo anglosaxão, mas como um idioma plural que possibilita o acesso a várias culturas e à comunicação entre os povos. Na visão globalista, muitas vezes, este idioma não é bem aceito devido a fatores socioeconômicos e políticos. Atualmente, a língua inglesa possui status de língua dominante e/ou de língua de privilégio que está disponível apenas para a elite que pode arcar com os custos de uma educação bilíngue. Esta posição de língua dominante gera um sentimento de menor prestígio nas outras línguas consideradas inferiores. Este sentimento de inferioridade pode fazer com que as pessoas falantes de línguas minoritárias se rotulem como pessoas de status inferior, acarretando, em muitos casos, o abandono de suas línguas em favor da língua dominante para inserir no contexto social de maior prestígio. Como afirmam Mello e Mesquita (2007: 55), o fato é que a história do inglês sempre foi mais marcada pelo poder e dominação, do que pela inclusão e participação. Giddens (2000) tende a concordar com os globalistas, por ele denominados radicais, porém o autor afirma que ambas as visões estão equivocadas, pois cometem o erro de tratar a globalização apenas como um fenômeno de natureza econômica. Para esse autor, a globalização está próxima do indivíduo, tornando-se assim um fenômeno interior que influencia aspectos íntimos e pessoais das nossas vidas. Em conseqüência, a globalização também é de natureza política, tecnológica e cultural e fortemente influenciada pela comunicação. Nesse sentido, entendemos a globalização como uma rede complexa e não como uma simples troca de poder ou de influência das comunidades locais ou das nações para a arena global. Para Giddens (2000: 24), a globalização é muito mais: é a razão que leva ao reaparecimento das identidades em diversas partes do mundo. 3. THE ENGLISHES E O INDIVÍDUO BILÍNGUE: SUAS ATITUDES LINGÜÍSTICAS E MOTIVAÇÃO Segundo Crystal (2005), já no século XVIII, a língua inglesa era reconhecida como uma forte candidata para desempenhar um papel global, porém esta possibilidade era incerta. Apenas após aproximadamente 200 anos, na década de 1990, a língua inglesa veio à tona, ocupando seu espaço na cultura, no lazer e principalmente na economia. Sobre o status de língua global pode-se destacar dois aspectos principais. O primeiro aspecto a ser considerado é que uma língua somente obtém um status genuinamente global se desempenhar um papel importante que seja reconhecido em todos os países. Desta forma, uma língua, para obter semelhante status, tem de ser usada por vários países do mundo e obter um lugar especial dentro de suas comunidades, mesmo que esta não seja a língua mais falada pelos nativos. Atualmente, o inglês alcançou este status. De acordo com Crystal (2005) há cerca de um bilhão e quatrocentos milhões de pessoas que usam o inglês, seja como primeira língua, segunda língua ou língua estrangeira. O segundo aspecto defende que é natural e necessário que haja uma língua comum, ou seja, uma língua franca. Mas, a partir daí, uma questão se levanta: Por que o inglês ocupa este lugar?

5 De acordo com Crystal (2005) uma língua se torna franca por apenas uma única razão o poder das pessoas que a falam. Este poder pode envolver várias áreas, tais a política, a tecnológica, a econômica e a cultural. Todas estas formas de poder, de certa forma, influenciaram o crescimento do inglês em épocas diferentes, fazendo com que esta língua ganhasse espaço em dez diferentes domínios, tais como na política, na economia, na imprensa, na propaganda, na radiodifusão, no cinema, na música popular, em viagens internacionais e segurança, na educação e na comunicação. Entretanto, será que o inglês vai continuar perpetuamente na posição atual ou no futuro outra língua assumirá o papel de língua franca? Vale ressaltar que a língua é uma instituição democrática, assim, todos os usuários da língua inglesa têm, de certa forma, uma parcela de responsabilidade no futuro da mesma. Quanto mais uma língua se espalha e se mistura, mais ela muda. Quando um país adota uma nova língua e esta é usada em todas as áreas da vida da população, acaba gerando inevitáveis adaptações lexicais, sintáticas e semânticas. A língua inglesa não é exceção a esta regra. Cada país que a adota, acaba desenvolvendo seu próprio inglês chamado de Novos Ingleses ou Englishes. Os Englishes refletem novas crenças e valores no mundo que afetam os indivíduos. Seus efeitos contribuem para que estes indivíduos, por diversas razões, prefiram usar apenas sua própria língua ou se motivem a aprender/adquirir uma outra língua, tornando-se bilíngues. Estudos sobre motivação e atitudes linguística ganham destaque a partir dos trabalhos de Gardner e Lambert (1972). Esses autores apresentam grande interesse na relação língua-atitudes-motivação. Para eles, o comportamento linguístico do indivíduo bilíngue é afetado não apenas pelas suas reações individuais, mas principalmente pela repercussão que o seu comportamento tem no meio social. Desta maneira, seu comportamento também sofre influência social. Assim, ao focalizamos o bilinguismo individual na sua interface com o social, precisamos considerar dois fatores relevantes que fazem parte deste processo: as atitudes das pessoas em relação ao uso das línguas e aos seus falantes; e a motivação do indivíduo para a aprendizagem/uso da língua-alvo. Segundo Gardner e Lambert (1972), as atitudes estão relacionadas ao modo como o falante se julga ou é julgado pelos seus pares como referência ao seu comportamento linguístico. Já a motivação está relacionada ao desejo ou ao impulso 2 que move a ação do indivíduo para atingir um objetivo específico. A partir daí, os autores identificaram quatro tipos de motivação: a) as motivações intrínseca e extrínseca; b) as motivações integrativa e instrumental. A motivação intrínseca diz respeito às recompensas que se originam da atividade em si, isto é, está relacionada com os fatores internos ou aos aspectos da personalidade do indivíduo. Já a motivação extrínseca se refere às recompensas obtidas das consequências dessas atividades, portanto, está associada aos fatores externos ou variáveis sociais e culturais. 2 De acordo com Maisto e Morris (2004) há uma teoria chamada de redução de impulsos. Esta teoria afirma que as necessidades corporais criam um estado de tensão ou estimulação chamado de impulso. Esses impulsos são divididos em duas categorias: a) Os impulsos primários: impulsos inatos, encontrados em todos os animais inclusive no ser humano que motivam comportamentos vitais para a sobrevivência de um indivíduo ou espécie; b) os impulsos secundários: são adquiridos por meio da aprendizagem. Assim, acredita-se que ninguém nasça com um determinado impulso, porém muitas pessoas são motivadas pelo dinheiro, pelo desejo de obter boas notas na escola e sucesso na carreira, etc.

6 A motivação integrativa está relacionada ao desejo do indivíduo de aprender uma língua para se tornar um potencial membro do outro grupo social e de ser aceito nesta nova cultura. Por outro lado, com a motivação instrumental, o aprendiz é movido simplesmente pelo desejo ou a necessidade de aprender/usar uma segunda língua para um determinado propósito, tais como acadêmicos ou ocupacionais. Conforme afirma Lambert (1972), independentemente da motivação que impulsionou um indivíduo a se tornar bilíngue, quanto mais proficiente ele for nesta segunda língua, maior será a possibilidade deste indivíduo se afastar do seu próprio grupo social e de se interagir ao outro grupo linguísticocultural podendo gerar sentimentos contraditórios, pois a integração na cultura do outro pode também significar a perda da sua cultura. 4. O CONTEXTO DE PESQUISA A comunidade onde este estudo foi desenvolvido está localizada em uma cidade do interior do estado de Goáis, a 96 quilômetros da capital. Trata-se de uma comunidade religiosa bilíngue de origem norte-americana cujos membros veem ao Brasil com o objetivo de além de ensinar a Palavra de Deus aos índios na sua própria língua, atuar nas áreas de assistência social tais como: saúde, educação e desenvolvimento comunitário. A língua tida como majoritária na comunidade é a inglesa, outras línguas, como o português, são consideradas línguas minoritárias e são utilizadas apenas em situações esporádicas, dentro da comunidade e fora, quando os membros precisam interagir com os cidadãos da cidade onde a comunidade se situa. Sua estrutura é muita ampla, composta por diversas casas que abrigam os missionários e seus familiares, alojamentos masculino e feminino, lavanderia, creche, área de lazer, salão de eventos e uma escola bilíngüe, que segue o calendário escolar de modelo norte-americano, onde os filhos dos missionários estrangeiros estudam. 5. SOBRE OS PARTICIPANTES Foram escolhidos, de forma aleatória, cinco participantes que se dispuseram a discutir sobre os seguintes temas: a) o inglês como língua da globalização; b) ser bilíngue na era da globalização. Segue abaixo uma tabela com alguns dados dos participantes. Participante Sexo Idade Naturalidade Nacionalidade Tempo de residência no Brasil 1 Feminino 36 Cocur d Alene Americana 8 anos 2 Feminino 15 Pará Canadense, Brasileira Americana e 12 anos

7 3 Feminino 18 Pittsburgh Brasileira e Americana 4 Masculino 40 Estados Unidos Norte americana 5 Feminino 42 Estados Unidos Norte americana 18 anos 7 anos 2 anos 6. METODOLOGIA Como esta pesquisa qualitativa trata de um estudo de caso, demos vozes apenas a cinco membros bilíngues da comunidade através do relato de suas histórias de vida. Queiroz (1998) afirma que as histórias de vida constituem apenas uma espécie dentro de outras formas de informação que também são captadas oralmente. Assim, se assemelham às histórias de vida: as entrevistas, os depoimentos pessoais, as autobiografias, as biografias. Segundo a autora, tudo quanto se narra oralmente é história, seja história de alguém, seja a história de um grupo, seja história real, seja ela mítica. Os discursos dos narradores estão sempre relacionados com o sistema sócio-cultural de sua sociedade. Assim a história de vida é definida como o relato de um narrador sobre sua existência através do tempo, tentando reconstituir os acontecimentos que vivenciou e transmitir a experiência que adquiriu. Narrativa linear e individual dos acontecimentos que nele considera significativos, através dela se delineiam as relações com os membros de seu grupo, de sua profissão, de sua camada social, de sua sociedade global, que cabe ao pesquisado desvendar. (QUEIROZ 1998: 21) Para que se pudesse avaliar como um indivíduo bilíngue se sente em relação a ser bilíngue na era da globalização, como este fenômeno contribuiu ou poderá contribuir enquanto ser individual e social, quais são os sentimentos em relação ao inglês, a língua materna dos participantes, ser a língua da franca no mundo, e quais fatores motivaram o aprendizado e aquisição de uma segunda língua, fiz anotações e gravação em áudio das entrevistas e apliquei um questionário composto por quatro questões abertas. As questões foram baseadas no artigo de Kumaravadivelu (2006), A linguística aplicada na era da globalização. Optei por elaborar questões em inglês por esta ser a língua majoritária na comunidade. 1. Tell your opinion about this statement: English is the language of globalization. (KUMARAVADIVELU, 2006: 131). 2. Tell your opinion about this statement: There s great interest in business teaching English all around the world. (KUMARAVADIVELU, 2006: 135). 3. How important it is to be bilingual in the age of globalization? 4. What motivated you to learn/study a second language?

8 7. VOZES DOS PARTICIPANTES Iniciamos a entrevista perguntando-lhes suas opiniões em relação à afirmação feita por Kumaravadivelu (2006: 131): O inglês é a língua da globalização. Todos os participantes da pesquisa acreditam que a língua inglesa realmente seja a língua da globalização. Entretanto, vários aspectos em relação à permanência do inglês como língua franca e o fato de ela ser indispensável para todos que vivem no mundo globalizado foram apontados. Um dos participantes afirma que o inglês realmente seja a língua da globalização porque ela é muito importante e indispensável para os estrangeiros que pretendem trabalhar na América do Norte ou na Inglaterra. Porém, este participante enfatiza dizendo que a língua inglesa, por outro lado, não é necessária para a maioria das pessoas que vivem em países não falantes de inglês. E ainda acrescenta, dizendo que devido o declínio da economia americana e a ascendência da economia chinesa, futuramente é possível que o chinês seja a língua mais necessária no mundo. I believe that English is very important for foreigners who are planning to work in America or England. However, I do not believe it is needed for most people in countries that do not speak English. In fact, with the American economy falling and Chinas economy rising, I have heard that Chinese should be once of the more needed languages. (Entrevista individual, 19/06/2008) A segunda pergunta feita ao grupo foi se eles acreditam que há um grande interesse por parte dos negócios em ensinar a língua inglesa em todas as partes do mundo, conforme mencionado por Kumaravadivelu (2006: 131). Para os participantes, como atualmente a língua inglesa é a língua franca, ela tornou-se consequentemente a principal língua dos negócios e isto faz com que, sem margem de dúvida, há um grande interesse em adotá-la ou ensiná-la a outros países, visto que comunicação é muito importante em todas as áreas de nossas vidas, principalmente onde a carreira profissional e o dinheiro estão em jogo. I would imagine there is an interest in business teaching English in other countries. Communication is very important in all areas of life, but crucial in business where money and careers are at stake. (Entrevista individual, 19/06/2008) Os participantes também acreditam que, quando se é bilíngue, fica mais acessível obter empregos de maiores prestígios e mais remunerados, devido a um número maior de oportunidades. Para eles, as oportunidades não estão diretamente relacionadas ao inglês, mas sim à questão de ser bilíngue independente de qual seja a segunda língua. Um dos participantes relatou que ao voltar aos Estados Unidos, sua terra natal, será mais fácil adquirir um bom emprego por ser, agora, fluente em Português. English already is the main business language. There are so much more opportunities finding a good job, if you are bilingual. (Entrevista individual, 19/06/2008) A terceira pergunta foi qual é a importância em ser um indivíduo bilíngue na era a globalização. Os participantes concordaram unanimente que ser bilíngue nos dias de hoje é muito importante. Para eles, a partir do momento em que as pessoas vão tendo

9 acesso ao mundo, elas adquirem maiores responsabilidades e necessidade em aprender outras línguas a fim de compreender mais e melhor o que está acontecendo em todas as partes do mundo. Para eles, ser bilíngue só traz benefícios. Em nenhum momento foi relatado um ponto negativo em relação ao bilinguismo. Very important. Since people have more access to the world, they have more responsibility learn other languages. (Entrevista individual, 19/06/2008) A última pergunta feita ao grupo foi sobre o que os motivou a aprender ou a estudar uma segunda língua. Dois participantes disseram que foram forçados a aprender uma segunda língua para sobreviver em um ambiente onde eles não tinham nenhum acesso a sua língua materna. Outro participante disse que se dispôs a aprender uma segunda língua devido à necessidade de fazer amigos. O quarto participante disse que comunicação é tudo, por isso se dispôs a aprender uma outra língua, para poder se comunicar com pessoas de diferentes lugares do mundo. O quinto participante disse que se motivou a aprender português, sua segunda língua, porque ele e sua família não estão no Brasil a passeio, mas sim com propósitos religiosos. Por ser um missionário, sua missão é se relacionar e ajudar as pessoas tanto nas áreas espiritual como material, desta forma, aprender a língua oficial do país onde está atuando é primordial. I was motivated to learn Portuguese so that my family and I would live in Brazil not as just tourists but as missionaries interested in having relationships and helping people in spiritual and material areas. (Entrevista individual, 19/06/2008) 8. CONCLUSÃO Neste trabalho, procurei compreender como os cinco participantes, membros de comunidade bilíngue situado a 96 quilômetros da capital goiana, se sentem em ser bilíngue na era da globalização e como este fenômeno contribuiu ou poderá contribuir enquanto ser individual e social. Também procurei compreender quais são seus sentimentos em relação ao inglês, sua língua materna, ser atualmente a língua franca no mundo e quais fatores os motivaram a aprender/adquirir uma segunda língua. Para isso, tomei como referência os relatos de suas histórias de vida. Usei como instrumento de pesquisa um questionário composto por quatro questões abertas, anotações e gravação em áudio das entrevistas. Os resultados sugerem que todos os participantes se sentem em uma posição confortável, pois, mesmo alguns tendo uma resistência no início, agora gozam do prestígio de ser bilíngues fator que os capacita a interagir e fazer amizades com outras pessoas não falantes de sua língua materna, conseguir melhores trabalhos, possuir mais informação a respeito de acontecimentos mundiais e alcançar outros objetivos, como por exemplo, fazer missões religiosas. Embora os participantes acreditem que o status atual da língua inglesa possa não ser eterno, eles reconhecem os dez domínios nos quais o inglês se tornou preeminente. Para os participantes o inglês está presente na radiodifusão, na propaganda, na imprensa e na política internacional que opera em vários níveis e de muitas formas diferentes. Um protesto político pode aparecer sob forma de uma pergunta oficial a um ministro de governo, de uma manifestação de paz em frente a uma embaixada, de um conflito de rua ou de uma bomba. Quando as câmeras de televisão mostram o

10 acontecimento para uma audiência mundial, é notável a frequência com que as mensagens em inglês podem ser vistas em faixas ou cartazes como parte do evento. Qualquer que seja a língua materna dos manifestantes, eles sabem que sua causa ganhará maior impacto se for expressa por meio do inglês (CRYSTAL, 2005: 24). Segundo Crystal (2005: 25) havia na economia uma metáfora principal que dizia: O dinheiro fala e a língua que ele mais fala era o inglês. Atualmente o inglês também está presente neste domínio: a economia. Enquanto indivíduos bilíngues, os participantes afirmam que é necessário saber o inglês para obter melhores trabalhos financeiramente falando, devido ao fato de a economia está diretamente ligada a língua inglesa. Outro domínio apontado pelos participantes através de seus relatos foi a educação que envolve aspectos culturais, tais como o cinema, a música popular e as viagens internacionais. Para eles, o inglês é veículo de grande parte do conhecimento mundial, especialmente em áreas como educação, ciência e tecnologia. De acordo com Crystal (2005: 31), quando investigamos porque tantas nações recentemente fizeram do inglês língua oficial ou o escolheram como língua estrangeira principal nas escolas, uma das razões mais importantes é sempre a educacional no sentido mais amplo. O último domínio discutido pelos participantes foi o da comunicação. Para eles, a comunicação é indispensável em qualquer área de nossas vidas e ser bilíngue, independente do fator que os motivaram, é ter acesso ilimitado a novas culturas, informações e conhecimento devido à grande variedade de tecnologias de comunicação e informação. 9. REFERÊNCIAS AGAR, Michael. The professional Stranger: an informal introduction to ethnography. New York: Academic Press, ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de. Etnografia da prática escolar. Campinas, SP: Papirus, BAKER, C. Introduction to bilingualism and bilingual education. Clevedon, England: Multilingual Matters, BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. 6. ed. São Paulo: Hucitec, CALVET, Louis-Jean. Sociolingüísitica: uma introdução crítica. São Paulo: Parábola, CAVALCANTI, M. C. Estudos sobre educação bilíngüe e escolarização em contextos de minorias lingüísticas no Brasil. D.E.L.T.A., v. 15, n. especial, p , CRYSTAL, David. A revolução da linguagem. Tradução de Ricardo Quintana. Consultoria de Yonne Leite. Rio de Janeiro: Jorge Azhar, ERICKSON, F. Qualitative methods in research on teaching. In: WITTROCK, M. C. (Ed.). Handbook of research on teaching. 3. ed. New York: Macmillan Publishing Company, p ERICKSON, F. Qualitative methods in research on teaching. The Institute for Research on Teaching Michigan State University (Occasional Paper, 81), ERICKSON, F. Some approaches to inquiry in school-community ethnography. In:

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