LÍNGUA FRANCA NO BRASIL: INGLÊS, GLOBÊS OU INGLÊS BRASILEIRO?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LÍNGUA FRANCA NO BRASIL: INGLÊS, GLOBÊS OU INGLÊS BRASILEIRO?"

Transcrição

1 Hudson Marques Silva Graduado em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru - FAFICA (2006). Especialista em Linguística Aplicada ao Ensino da Língua Inglesa pela Faculdade Frassinetti do Recife - FAFIRE (2008). Professor de Língua Portugesa, Inglesa e suas Literaturas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco - IFPE - Campus Belo Jardim. LÍNGUA FRANCA NO BRASIL: INGLÊS, GLOBÊS OU INGLÊS BRASILEIRO? R E S U M O Este trabalho propõe uma reflexão acerca dos motivos que levaram o inglês a se tornar uma língua mundial, as relações entre inglês e globês (Globish) como língua franca, as variedades do inglês no mundo, além de apresentar alguns exemplos da variedade do inglês falado no Brasil (inglês brasileiro). Concluímos que uma língua torna-se mundial pelo poder (militar, econômico, científico, cultural etc.) das pessoas que a falam. Todavia, assim como com qualquer outra língua, o inglês tem apresentado características (fonológicas, lexicais e gramaticais) que variam de acordo com cada região. Portanto, não existe um modelo uniforme de língua franca, mas variedades dela, que no Brasil chamaremos de inglês brasileiro como língua franca. Palavras-Chave: Língua mundial. Inglês. Globês. A B S T R A C T This work proposes a reflection on the reasons that turned English a world language, the relationships between English and Globish as a lingua franca, the varieties of the English in the world, besides presenting some examples of Brazilian spoken English variety (Brazilian English). It is concluded that a language becomes a world language due to the (military, economic, scientific, cultural etc.) power of people who speak it. However, as any other language, English has presented its (phonological, lexical and grammatical) varieties which accord to each region. Therefore, there is not a singular model of lingua franca, but varieties of it, which in Brazil will be called Brazilian English as a lingua franca. Keywords: Worldwide language. English. Globish.

2 Língua franca no brasil: inglês, globês ou inglês brasileiro? Nos últimos anos, o estudo da língua inglesa tem angariado considerável visibilidade, passando a fazer parte do cotidiano de estudantes no Brasil e no mundo, pois esse idioma tem representado, sobretudo com a globalização, um instrumento de comunicação mundial. Muitos países já o adotam como primeira língua estrangeira, ao mesmo tempo em que ele é utilizado como língua franca na produção de trabalhos científicos e na comercialização internacional. Por essa e outras razões, a grande maioria das escolas públicas e privadas brasileiras adota o inglês, na educação básica, como língua estrangeira moderna, cabendo ainda ressaltar que o número de cursos de idiomas instalados no país vem crescendo em ritmo acelerado face às novas exigências do mercado nacional. Partindo de uma perspectiva crítica, estudiosos das ciências humanas como a sociologia, a antropologia, a história, entre outras, tendem a levantar questionamentos (bastante pertinentes) quanto às vantagens e desvantagens trazidas pela inserção da língua inglesa no cotidiano de países culturalmente distintos. Esse fenômeno pode ser encarado como uma imposição (ou invasão) político-cultural dos países que possuem o inglês como língua nativa, o que pode acarretar na padronização de práticas culturais tidas como modelos ideais (etnocentrismo) a serem seguidos em detrimento das variedades culturais de cada povo. Por outro lado, do ponto de vista da linguística, tal fenômeno é visto como um processo que vem ocorrendo com as línguas ao longo da história. O grego representou a língua da globalização cultural helênica na antiguidade, o latim foi utilizado como língua de comunicação internacional durante o domínio do império romano e da igreja católica na idade média, o francês já foi uma língua internacional, chegando ao seu ponto máximo no século XVII, período em que era a língua utilizada em quase toda a Europa. Diferentemente da tradição gramatical, que tem a língua como algo estático, a lingüística a encara como um instrumento comunicativo dinâmico, portanto, volátil. Nessa ótica, o processo de mundialização pelo qual determinada língua pode p a s s a r d e ve s e r v i s t o n o â m b i t o d a internacionalização de um instrumento capaz de facilitar as inter-relações entre diversos povos. Com efeito, não se considera a noção de língua certa e errada, uma vez que não devem existir hierarquias, em que um idioma (ou uma variedade dele) é considerado melhor, mais correto ou mais bonito do que o outro. A partir dessas premissas, este trabalho discute sobre as possíveis razões que levaram a língua inglesa a se tornar uma língua mundial, representando a língua mais utilizada em eventos internacionais, bem como na internet. Para tanto, serão levados em consideração fatores lingüísticos e históricos. Em seguida, serão propostas reflexões e definições sobre as relações entre o inglês e o globês (Globish) como línguas francas, as variedades da língua inglesa no mundo e serão apresentados alguns exemplos 35

3 (fonológicos, lexicais e gramaticais) da variedade do inglês brasileiro. 1 POR QUE O INGLÊS TORNOU-SE UMA LÍNGUA MUNDIAL? O termo língua mundial é empregado neste trabalho para caracterizar um idioma falado por uma grande quantidade de pessoas em todo o mundo que o utiliza como um meio de efetiva comunicação internacional, o que faz com que seja adotado como primeira língua estrangeira a ser ensinada nas escolas. Nessa perspectiva, a língua inglesa tem se adequado a essa definição, uma vez que [...] aproximadamente um quarto da população mundial é capaz de se comunicar em um nível eficaz do inglês. 1 (CRYSTAL, 2006, p. 425, tradução nossa). Esse dado constata que nunca uma língua foi falada por tantas pessoas como tem ocorrido com o inglês nos últimos tempos. No que diz respeito aos motivos que levaram o inglês a alcançar essa posição, uma opinião um tanto desatenta, mas que tem sido frequentemente difundida, é a de que se trata de uma língua fácil, simples por apresentar poucas flexões (variações nas terminações das palavras). Como se sabe, o inglês não apresenta desinências para adjetivos, artigos, pronomes demonstrativos, entre outras palavras, concordarem em gênero e número com os substantivos (concordância nominal), pois tais palavras permanecem invariáveis. As flexões verbais também se mostram bastante reduzidas, chegando a apresentar apenas uma forma para todos os sujeitos em alguns tempos verbais, o que supostamente levaria falantes de outras línguas a aprendê-la com rapidez e facilidade. Todavia, a língua latina, diferentemente do inglês, possui uma enorme quantidade de flexões nas palavras. Em latim, além da enorme variedade de flexões verbais, que concordam com cada sujeito, os substantivos e os adjetivos recebem diferentes desinências de acordo com sua função na frase, isto é, para indicar se é um sujeito, um objeto direto, um objeto indireto, um adjunto, e assim por diante. Contudo, o latim já foi uma língua mundial, como destaca Barros (2005): [...] o latim começa a espalhar-se por toda a Europa dominada pelos romanos para se tornar a língua da cultura cristã no Ocidente. O latim era a língua oficial da Igreja Católica Romana, da literatura e das ciências. O pensamento dos grandes cérebros da Idade Média operou por séculos em latim e fixou-se em obras escritas na língua latina. Todas as obras importantes da Filosofia e da Ciência, entre 800 e 1700, em todo o Ocidente, foram escritas em latim. Se isso é verdadeiro, que razão teria levado uma língua tão complexa quanto o latim a alcançar tamanha repercussão? Esse questionamento remete-nos às palavras do lingüista britânico David Crystal (2005, p. 23) que diz: Uma língua se torna 36 1 Original: [...] approximately one in four of the world's population are now capable of communicating to a useful level in English.

4 Língua franca no brasil: inglês, globês ou inglês brasileiro? mundial por uma razão apenas o poder das pessoas que a falam. Isto é, assim como o grego, o latim e o francês um dia já foram línguas mundiais, o inglês angariou tais dimensões pelo poder militar, econômico, científico, cultural etc. que esses povos atingiram. Além das colonizações, que levaram o inglês como primeira língua a países como a Nova Zelândia, a África do Sul, alguns países do Caribe, a Austrália e a uma variedade de outros territórios; a globalização (comercial, cultural e tecnológica) fez com que muitos países utilizassem esse idioma como meio de comunicação internacional. O grande primeiro passo para o inglês tornarse uma língua mundial foi a Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra no século XVIII, quando o inglês era a língua usada pelos criadores dessa revolução e por todos os envolvidos no trabalho que, mais tarde, seria proliferado em outros países. Em seguida, houve a forte ascensão econômica (capitalista) e cultural (música, cinema, TV, entre outros) dos Estados Unidos da América, a partir do final do século XIX e durante o século XX. Como 2 exemplo disso, Crystal (2006, p. 430) sublinha que: Quando em 1877 Thomas A. Edison projetou a vitrola, a primeira máquina que podia tanto gravar quanto reproduzir som, as primeiras palavras a serem gravadas foram 'What God hath wrought', [...] Todas as grandes gravadoras de música popular tiveram origens da língua inglesa, começando com a empresa americana Columbia (de 1898). (tradução nossa). Portanto, uma língua não se torna mundial simplesmente por ser considerada adquirível com facilidade, mas pelas relações de poder impostas pelos povos que a falam, o que faz da língua, também, um sinal de imperialismo. Entretanto, assim como se sabe que o latim foi se modificando estrutura e fonologicamente com o passar do tempo, apresentando tamanha variedade que deu origem a outras línguas as línguas neolatinas: o francês, o espanhol, o italiano e o português, a língua inglesa, por sua vez, também tem apresentado características peculiares variáveis de acordo com cada região, como será discutido nas seções seguintes. 2 INGLÊS OU GLOBÊS COMO LÍNGUA FRANCA? Com o intuito de facilitar a comunicação internacional, foram muitas as tentativas (frustradas) de tornar o esperanto (língua artificial criada pelo filólogo Ludwik Lejzer Zamenhof em 1887) a língua franca do século XX. Entretanto, por relações de poder, como visto na seção anterior, foi o inglês que acabou recebendo essa função. A expressão língua franca é utilizada para se referir a [...] uma língua para a comunicação rotineira entre (grupos de) pessoas que possuem línguas maternas diferentes. 2 Original: When in 1877 Thomas A. Edison devised the phonograph, the first machine that could both record and reproduce sound, the first words to be recorded were 'What God hath wrought', [ ]All the major recording companies in popular music had English-language origins, beginning with the US firm Columbia (from 1898). 37

5 3 (CARTER; NUNAN, 2005, p. 223, tradução nossa). Essa definição também é corroborada por Jenkins 4 (2006, p. 160, tradução nossa).: [ ] em seu aspecto mais legítimo, o inglês como língua franca é definido como uma língua usada para a comunicação apenas entre falantes de línguas diferentes. Uma questão que surge é: a língua inglesa, utilizada por tantos falantes estrangeiros como língua franca seria uniforme, ou seja, tratar-se-ia de uma mesma língua? Trabalhando nos Estados Unidos, o francês Jean-Paul Nerrière percebeu que, ao se comunicar com falantes não-nativos da língua inglesa, conseguia estabelecer uma melhor comunicação do que com os próprios nativos, uma vez que a variedade linguística falada por eles diferenciava-se do inglês-nativo (tanto na pronúncia quanto na estrutura). A partir de então, Nerrière notou que a língua que falavam não era o inglês (tal qual o falado pelos nativos), mas uma outra língua parecida, a qual ele chamou de globês ( Globish). Essa terminologia ( Globish, que vem de globo, global) é usada para identificar a variedade do inglês falada por estrangeiros para a comunicação global. Suas principais características são: a) a comunicação através das 1500 palavras mais freqüentes da língua inglesa e b) uma pronúncia baseada na inteligibilidade (conseguir entender e ser entendido), e não na perfeição (GRZEGA, 2006). As idéias de Nerrière são divulgadas em seu livro Don't speak English, parlez Globish (ainda sem tradução em por tuguês) ou pelo site nos quais ele sugere o globês como língua franca. Nessa proposta, o vocabulário apresenta-se um tanto limitado, havendo substituições de expressões como the son of my brother (o filho do meu irmão) no lugar de my nephew (meu sobrinho), that thing where we wash the hands (aquela coisa com a qual lavamos as mãos) no lugar de faucet (torneira) e assim por diante. Esse seria um caminho para realizar a comunicação, mesmo que o falante não retenha um vocabulário vasto ou específico. De qualquer modo, assim como a língua inglesa tendeu a se modificar entre os falantes estrangeiros, formando, assim, uma outra língua (o globês), o mesmo fenômeno deve ocorrer com esta, pois a tentativa de uma língua universal uniforme parece ser sempre frustrada, já que as línguas, como veremos a seguir, variam de acordo com as necessidades de cada região. 3 VARIEDADES DO INGLÊS NO MUNDO Um fenômeno que comumente ocorre com qualquer língua ao longo do tempo é chamado de variedade linguística. Trata-se das diferenças que surgem tanto na pronúncia quanto na estrutura de uma língua, a qual varia de acordo com cada comunidade lingüística. Esse fenômeno acontece porque As palavras novas tendem com freqüência a Original: [ ] a language for routine communication between (groups of) people who have different L1s. Original: [...] in its purest form, ELF is defined as contact language used only among non-mother tongue speakers.

6 Língua franca no brasil: inglês, globês ou inglês brasileiro? ser usadas dentro da comunidade local, exatamente porque elas dizem respeito a noções distintas ali. (CRYSTAL, 2005, p. 38). Cada região possui palavras específicas para nomear plantas, animais, comidas, costumes, política, esportes, dentre outros elementos que são próprios da cultura local. Nessa perspectiva, O termo idioma designa com muita precisão a língua como algo que reflete os traços próprios de uma comunidade (o grego idioma já tinha o sentido de 'costume especial'). (SAUSSURE, 2006, p. 221). Com efeito, não poderia ser diferente com a língua inglesa. Mesmo sendo legítima a observação de Narrière segundo a qual a língua falada por ele e seus interlocutores estrangeiros não era o inglês dos nativos, essa variedade que ele chamou de globês ( Globish) também não se apresenta de modo uniforme. A partir daí, pode-se dizer que não existe o inglês ou o globês como língua franca, mas ingleses ou globeses. O que acontece quando um grande número de pessoas adota o inglês em um país? Elas desenvolvem um inglês próprio. Existem agora muitas variedades novas de inglês falado se desenvolvendo ao redor do mundo, em países como Índia, Cingapura e Gana. (CRYSTAL, 2005, p. 35). Portanto, a língua inglesa não é mais o idioma da Inglaterra ou dos Estados Unidos, uma vez que Quanto mais uma língua se torna nacional, depois internacional e por fim global, mais ela cessa de ser propriedade dos que a originaram. (CRYSTAL, 2005, p. 56). Assim, o inglês tornou-se uma língua franca (léxica e gramaticalmente variável) que pertence a todo o mundo. Nesse aspecto, a língua não deveria ser encarada como um meio de dominação ou imposição dos países hegemônicos, mas, sobretudo, como um instrumento dinâmico que pode facilitar a comunicação e relações entre os países, inclusive de línguas distintas. Dentro de um ponto de vista lingüístico, trata-se de um processo natural que ocorre e sempre ocorrerá com qualquer língua ao longo da história. No que tange às variedades do inglês, Crystal (2008) nos traz alguns exemplos de como as variedades locais do inglês podem influenciar na sua compreensão. No inglês da África do Sul, é natural uma frase como The bakkie had to stop at a red robot (O caminhão teve que parar no sinal vermelho), em que foram utilizadas as palavras bakkie no lugar de truck (caminhão) e robot no lugar de trafficlight (sinal, semáforo), que são mais comuns em outras variedades do inglês. Milhares de palavras como essas são apresentadas no Dictionary of South African English (Oxford) de Jean e William Branford. Para compreender uma frase como His watch was more Petticoat Lane than Bond Street (O relógio dele estava mais para Petticoat Lane do que para Bond Street) faz-se necessário conhecer um pouco sobre Londres e saber que Petticoat Lane é uma rua onde os relógios são mais baratos e, provavelmente, falsificados, enquanto Bond Street trata-se de um centro de compras muito caro. Tais fenômenos ocorrem em qualquer variedade do inglês no mundo. Por isso que Os professores e seus alunos, muitos já concordam, 39

7 precisam aprender não (uma variedade do) inglês, mas ingleses, suas semelhanças e diferenças, questões ligadas à inteligibilidade, o forte elo entre língua e identidade, e assim por diante. (JENKINS, , p. 173, tradução nossa). 4 O INGLÊS BRASILEIRO O linguista Carl James (1988) chamou de Brazilianisms (brasilianismos) a maneira como a língua portuguesa interfere no inglês falado no Brasil (também chamado de interlíngua), ou seja, as peculiaridades que caracterizam a variedade do inglês brasileiro causadas pela interferência fonológica e estrutural da língua portuguesa. A maioria dos exemplos que serão apresentados foi extraída dos resultados da pesquisa desse autor e estão divididos em: Fonologia: tendência de substituir os sons de vogais puras como em sheep (/ i: p/) por ship (/ Ip/), pool (/pu: l/) por pull (/pul/), pat (/pæt/) por pet (/pet/) e assim sucessivamente. Substituição de sons nos ditongos como em hair (/heůr/) por he (/hi:/) e fear (/fiůr/) por fee (/fi:/). A palatização, que confunde o som de palavras como dear (/diůr/) por jeer (/dziůr/) e tease (/ti: z/) por cheese (/t i: z/), além da nasalização das vogais antes de ' m' e ' n' como em home (/hůum/), que é pronunciada /hům/ e phone (/fůun/), pronunciada /fůn/. Vocabulário: o emprego de falsos cognatos (palavras aparentemente semelhantes, mas diferentes no significado) como college (faculdade) por colégio, expert (especialista) por esperto, library (biblioteca) por livraria, parents (pais) por parentes etc. A polissemia divergente faz com que o inglês possa ter duas ou três palavras com o mesmo significado ou com significados diferentes enquanto o português possui somente uma como em rob/ steal (roubar); as/ like/ as if (como); till/ until/ by/ as far as (até) e assim por diante. Gramática: omissões de termos como em The study of (the) English language is hard (O estudo da língua inglesa é difícil) e I want (to) go now (Eu quero ir agora), nas quais o artigo definido ' the' e a partícula de infinitivo ' to' são omitidos. Há também a redundância, como nas frases Niteroi is (more) cleaner than Rio (Niteroi é mais limpa que o Rio), em que o comparativo de superioridade ' more' não precisaria ser utilizado por já se encontrar na desinência ' er' em ' cleaner' e We changed (of) place quickly (Nós mudamos de lugar rapidamente), em que a preposição ' of' já está implícita no verbo ' changed'. Troca na ordem das palavras como em What would have Adam thought? (O que Adam teria pensado?) e Will be my wife chosen by my family? (Minha esposa será escolhida por minha família?) nas quais os verbos ' have' e ' be' deveriam aparecer após os sujeitos ' Adam' e ' my wife'. Essas foram apenas algumas características 40 5 Original: Teachers and their learners, it is widely agreed, need to learn not (a variety of) English, but about Englishes, their similarities and differences, issues involved in intelligibility, the strong link between language and identity, and so on.

8 Língua franca no brasil: inglês, globês ou inglês brasileiro? do inglês brasileiro, que consiste na língua franca que está sendo utilizada no Brasil. No que se refere aos aspectos fonológicos, o linguista Luiz Paulo da Moita Lopes (2006, p. 130) acredita que Partindo dessa perspectiva, os falantes e estudantes do inglês brasileiro deveriam ter como principal objetivo o aprendizado da leitura e escrita (inglês instrumental), pois o autor completa que: [...] os únicos exames formais de LE, em nível de graduação e pós-graduação, envolvem nada mais que o domínio de habilidades de leitura. (LOPES, 2006, p. 131). De certo modo, a observação de Moita Lopes é verdadeira, porém, esse cenário certamente será modificado, tendo em vista a rápida propagação das variedades do inglês como língua franca em torno do mundo. Em um futuro breve, o inglês brasileiro provavelmente será mais utilizado no âmbito oral. Por isso, não se deve abandonar o desenvolvimento das várias habilidades da língua (leitura, escrita, fala, audição, diferenças culturais, variedades linguísticas, dentre outras). 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS [...] só uma pequena minoria da população terá a chance de usar i n g l ê s c o m o m e i o d e comunicação oral tanto dentro como fora do país. Além disso, não há empregos (de intérpretes, recepcionistas etc.) suficientes no mercado brasileiro para os quais o desempenho em habilidades orais em LE seja necessário. Este trabalho propôs uma reflexão sobre a língua inglesa e suas variedades como língua franca. Verificamos que o poder (militar, político, econômico, cultural, entre outros) imposto pelos povos representa um fator decisivo para a utilização de um idioma como língua mundial. Esse fato tem ocorrido com a língua inglesa, que, em princípio, representava a língua dos Estados Unidos e da Inglaterra, mas que, com a sua vasta utilização e variedades ao redor do mundo, deixa de pertencer àqueles que a originaram. Um exemplo disso é que o número de não-nativos falantes do inglês no mundo é maior que dos próprios nativos. Embora haja uma crítica (fundamentada) contra a imposição do inglês como língua franca, representando um sinal do imperialismo, a lingüística mostra que há uma tendência natural na modificação das línguas, a qual afetará (e já tem afetado) o inglês de tal forma que dará origem a outras línguas. Esse mesmo fenômeno ocorreu com várias outras línguas como o sânscrito, o latim, línguas germânicas (das tribos Angle e Saxon que originaram o próprio inglês) etc. Constatamos que o inglês utilizado como língua franca por falantes estrangeiros do mundo inteiro não é o inglês-nativo nem o globês, como sugeriu Narrière, mas variedades da língua inglesa que atendem às necessidades próprias de cada região, oferecendo um léxico específico para elementos culturais locais e uma pronúncia influenciada pela língua materna de cada comunidade. Essas variedades são como espécies de dialetos locais que 41

9 certamente tornar-se-ão tão distintos entre si que deixarão de ser entendidos. Portanto, apresentamos a variedade do inglês falado no Brasil, à qual chamamos de inglês brasileiro. Defendemos a idéia de que o principal foco da língua consiste na comunicação. Sendo assim, o inglês brasileiro deve ser baseado na inteligibilidade (conseguir entender e ser entendido) e não na reprodução fiel de padrões americanos ou ingleses. Muitas escolas de idiomas oferecem cursos de inglês com o equivocado slogan de que lá se ensina inglês americano ou britânico, quando de fato o que se aprende é o inglês brasileiro, uma vez que até o inglês falado nos Estados Unidos e na Grãbretanha apresenta uma enorme variedade fonológica, lexical e estrutural. Nessa perspectiva, os falantes e estudantes do inglês brasileiro deveriam se concentrar na utilização de um inglês brasileiro eficaz, que seja capaz de se inter-relacionar com falantes de todo o mundo, atentando para as diferenças socioculturais e estabelecendo um melhor entendimento para a construção de um mundo melhor para todos. REFERÊNCIAS BARROS, Carmen Dolores Branco do Rego. As línguas através dos tempos. Rio de Janeiro: PUC, D i s p o n í v e l e m : <http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/cgibin/prg_0599.exe/7211_3.pdf?nrocosis=20 572&CdLinPrg=pt> Acesso em: 06 Set speakers of other languages. Cambridge: CUP, CRYSTAL, David. A revolução da linguagem. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, English worldwide. In: HOGG, R.; DENISON, D. (Eds.) A history of the English language. Cambridge: CUP, p Local Englishes. Disponível em: <http://www.davidcrystal.com/dc_articles/engli sh123.pdf > Acesso em: 06 Set GRZEGA, Joachim. Globish and basic global English (BGE): two alternatives for a rapid acquisition of communicative competence in a globalized world? Journal for EuroLinguistiX 3, Disponível em: <http://www1.ku- eichstaett.de/slf/engluvglsw/elix/grzega- 061.pdf> Acesso em: 06 Set JAMES, Carl. What's wrong with Brazilian English? Niteroi, RJ: UFF, JENKINS, Jennifer. Current perspectives on teaching world Englishes and English as a lingua franca. TESOL Quartely, v. 40, n. 1, p , mar LOPES, Luiz Paulo da Moita. Oficina de lingüística aplicada: a natureza social e educacional dos processos de ensino/aprendizagem de línguas. São Paulo: Mercado das Letras, SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüística geral. 27 ed. São Paulo: Cultrix, CARTER, Ronald; NUNAN, David. (Eds.) The Cambridge guide to teaching English to

Relatório completo de proficiência da língua inglesa

Relatório completo de proficiência da língua inglesa Relatório completo de proficiência da língua inglesa 1 2 Entenda a avaliação Nesta avaliação de proficiência de inglês como língua estrangeira, quantificamos e identificamos o nível e perfil atual do candidato,

Leia mais

Andrew is an engineer and he works in a big company. Sujeito Predicado (e) Suj. Predicado

Andrew is an engineer and he works in a big company. Sujeito Predicado (e) Suj. Predicado Inglês Aula 01 Título - Frases básicas em Inglês As orações em Inglês também se dividem em Sujeito e Predicado. Ao montarmos uma oração com um sujeito e um predicado, montamos um período simples. Estas

Leia mais

AS VARIEDADES DA LÍNGUA INGLESA E O SEU STATUS DE LÍNGUA MUNDIAL 1 THE VARIETIES OF THE ENGLISH LANGUAGE AND ITS STATUS OF WORLD LANGUAGE

AS VARIEDADES DA LÍNGUA INGLESA E O SEU STATUS DE LÍNGUA MUNDIAL 1 THE VARIETIES OF THE ENGLISH LANGUAGE AND ITS STATUS OF WORLD LANGUAGE AS VARIEDADES DA LÍNGUA INGLESA E O SEU STATUS DE LÍNGUA MUNDIAL 1 THE VARIETIES OF THE ENGLISH LANGUAGE AND ITS STATUS OF WORLD LANGUAGE Kátia Cristina Galatti 2 RESUMO Este artigo pretende destacar as

Leia mais

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS 7.PROJETO PEDAGÓGICO 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA EMENTA: Conceitos Fundamentais; Principais Escolas do Pensamento; Sistema Econômico; Noções de Microeconomia; Noções de Macroeconomia;

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL. Planificação a longo prazo para o 7º ano de escolaridade. Língua Estrangeira I

PLANIFICAÇÃO ANUAL. Planificação a longo prazo para o 7º ano de escolaridade. Língua Estrangeira I PLANIFICAÇÃO ANUAL Agrupamento de Escolas de Santo André, Santiago do Cacém - 135513 Escola Secundária Padre António Macedo Grupo Disciplinar / Disciplina: Ano Letivo: 2014-2015 Ciclo de Ensino: Ano de

Leia mais

Prova Escrita de Inglês

Prova Escrita de Inglês EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Inglês 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Continuação bienal Prova 0/2.ª Fase Páginas Duração da Prova: 120 minutos.

Leia mais

O AUXÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA

O AUXÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA O AUÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA Ana Beatriz Miranda Jorge UFCG/ beatrizjmiranda@gmail.com Bruna Melo do Nascimento UEPB/ bruna.melo.nascimento@gmail.com Isabelle Coutinho Ramos Benício

Leia mais

A gente em relações de concordância com a estrutura pronome reflexivo + verbo na variedade alagoana do PB 1

A gente em relações de concordância com a estrutura pronome reflexivo + verbo na variedade alagoana do PB 1 A gente em relações de concordância com a estrutura pronome reflexivo + verbo na variedade alagoana do PB 1 Ahiranie Sales Santos Manzoni 2 Renata Lívia de Araújo Santos 3 RESUMO: Este artigo analisa a

Leia mais

O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa

O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa ARTIGO...Letrônica v. 3, n. 1, p.153, julho 2010 O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa Luciane Guimarães de Paula Introdução O presente artigo 1 relata um recorte dos resultados de

Leia mais

Relatório completo de proficiência da língua inglesa

Relatório completo de proficiência da língua inglesa Relatório completo de proficiência da língua inglesa 1 2 Entenda a avaliação Nesta avaliação de proficiência de inglês como língua estrangeira, quantificamos e identificamos o nível e perfil atual do candidato,

Leia mais

Você sabe fazer perguntas em Inglês? Em primeiro lugar observe as frases abaixo: Afirmativo: Ele é estudante Interrogativo: Ele é estudante?

Você sabe fazer perguntas em Inglês? Em primeiro lugar observe as frases abaixo: Afirmativo: Ele é estudante Interrogativo: Ele é estudante? Do you know how to ask questions in English? Você sabe fazer perguntas em Inglês? Em primeiro lugar observe as frases abaixo: Afirmativo: Ele é estudante Interrogativo: Ele é estudante? Note que tanto

Leia mais

Carmen Dolores Branco do Rego Barros

Carmen Dolores Branco do Rego Barros Carmen Dolores Branco do Rego Barros Inglês, a língua global dos dias atuais Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao programa de Pós-graduação em Letras da PUC-Rio como requisito parcial para

Leia mais

3. O projeto LINDSEI-BR: apresentação e composição

3. O projeto LINDSEI-BR: apresentação e composição DIFICULDADES INERENTES À COMPILAÇÃO DE UM CORPUS ORAL DE INFORMANTES BRASILEIROS APRENDIZES DE INGLÊS PARA O PROJETO LINDSEI-BR 1. Introdução Predomina, atualmente, a utilização de corpora de falantes

Leia mais

TALKING ABOUT PLACES IN TOWN

TALKING ABOUT PLACES IN TOWN Aula2 TALKING ABOUT PLACES IN TOWN META Apresentar a estrutura gramatical there be a qual representa o verbo haver em português - bem como trabalhar os adjetivos possessivos e vocabulário de suporte aos

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA

PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA SÉRIE: 8ºs anos PROFESSOR:

Leia mais

1 A Internet e sua relação com a linguagem na atualidade: algumas informações introdutórias

1 A Internet e sua relação com a linguagem na atualidade: algumas informações introdutórias 1 A Internet e sua relação com a linguagem na atualidade: algumas informações introdutórias Objetivamos, com esse trabalho, apresentar um estudo dos processos de importação lexical do português que ocorrem

Leia mais

Conteúdo Programático Anual

Conteúdo Programático Anual INGLÊS 1º BIMESTRE 5ª série (6º ano) Capítulo 01 (Unit 1) What s your name? What; Is; My, you; This; Saudações e despedidas. Capítulo 2 (Unit 2) Who s that? Who; This, that; My, your, his, her; Is (afirmativo,

Leia mais

INGLÊS INSTRUMENTAL: PRÉ-REQUISITO INDISPENSÁVEL À FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO QUÍMICO

INGLÊS INSTRUMENTAL: PRÉ-REQUISITO INDISPENSÁVEL À FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO QUÍMICO INGLÊS INSTRUMENTAL: PRÉ-REQUISITO INDISPENSÁVEL À FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO QUÍMICO Adriana Recla Pós-graduada em Língua Inglesa e Língua Portuguesa Professora da Faculdade de Aracruz - UNIARACRUZ Professora

Leia mais

CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE

CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE Marrine Oliveira Sousa (UFG) Tatiana Diello Borges (UFG) marrine_@hotmail.com tatiana.diello@gmail.com 1. Introdução No exterior,

Leia mais

01-A GRAMMAR / VERB CLASSIFICATION / VERB FORMS

01-A GRAMMAR / VERB CLASSIFICATION / VERB FORMS 01-A GRAMMAR / VERB CLASSIFICATION / VERB FORMS OBS1: Adaptação didática (TRADUÇÃO PARA PORTUGUÊS) realizada pelo Prof. Dr. Alexandre Rosa dos Santos. OBS2: Textos extraídos do site: http://www.englishclub.com

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA LOGOTIPO MACMILLAN BRASIL Utilização colorido; preto/branco e negativo Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA I C/H 102 (2358) intermediário de proficiência

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS ANEXO II DA RESOLUÇÃO CEPEC nº 680 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DISCIPLINAS DA ÁREA DE PORTUGUÊS: Introdução aos estudos da Linguagem Panorama geral dos fenômenos da linguagem e suas abordagens científicas.

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Turismo Disciplina: Língua Inglesa Carga Horária Semestral: 40 h/a Semestre do Curso: 5º Semestre 1 - Ementa (sumário, resumo) Compreensão de texto básico. Revisão

Leia mais

A QUESTÃO INTERCULTURAL NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA: DESENVOLVENDO A SENSIBILIDADE INTERCULTURAL

A QUESTÃO INTERCULTURAL NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA: DESENVOLVENDO A SENSIBILIDADE INTERCULTURAL A QUESTÃO INTERCULTURAL NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA: DESENVOLVENDO A SENSIBILIDADE INTERCULTURAL Daniel de Lima Goulart 1 Neuda Alves do Lago 2 Maria Cristina Faria Dalacorte Ferreira

Leia mais

Guião A. Descrição das actividades

Guião A. Descrição das actividades Proposta de Guião para uma Prova Grupo: Ponto de Encontro Disciplina: Inglês, Nível de Continuação, 11.º ano Domínio de Referência: Um Mundo de Muitas Culturas Duração da prova: 15 a 20 minutos 1.º MOMENTO

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA

PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA SÉRIE: 6ºs Anos PROFESSORA:

Leia mais

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA Neide Cesar CRUZ Universidade Federal de Campina Grande Resumo: Este estudo de pequeno porte focaliza as crenças que graduandos

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL Ferreira, Aparecida de Jesus Unioeste/Cascavel A língua Inglesa sem dúvida é, hoje, a língua mais falada e utilizada no mundo como língua

Leia mais

O ensino de língua inglesa para crianças

O ensino de língua inglesa para crianças O ensino de língua inglesa para crianças Débora Leffa Dimer 1 Adriana Soares 2 Resumo: No presente artigo, iremos analisar como ocorre o aprendizado de uma língua estrangeira, no caso, a Língua Inglesa,

Leia mais

Língua(gem), Tecnologia e Informação

Língua(gem), Tecnologia e Informação Língua(gem), Tecnologia e Informação Língua, Tecnologia e Informação A Ciência da Informação estuda vários aspectos sobre o acesso ao registro, acesso ideal de maneira eficiente e eficaz O registro de

Leia mais

Equivalência da estrutura de uma frase em inglês e português

Equivalência da estrutura de uma frase em inglês e português 1 Equivalência da estrutura de uma frase em inglês e português A partir do momento que você souber de cor a função de cada peça do nosso jogo de dominó, você não terá mais problemas para formular frases,

Leia mais

LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER

LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER Duas explicações da Origem do mundo palavra (a linguagem verbal) associada ao poder mágico de criar. Atributo reservado a Deus. Através dela ele criou as

Leia mais

Lesson 6 Notes. Eu tenho um irmão e uma irmã Talking about your job. Language Notes

Lesson 6 Notes. Eu tenho um irmão e uma irmã Talking about your job. Language Notes Lesson 6 Notes Eu tenho um irmão e uma irmã Talking about your job Welcome to Fun With Brazilian Portuguese Podcast, the podcast that will take you from beginner to intermediate in short, easy steps. These

Leia mais

CRONOGRAMA ESPANHOL 2º ano 1º Bimestre 2014

CRONOGRAMA ESPANHOL 2º ano 1º Bimestre 2014 CRONOGRAMA ESPANHOL 2º ano 2014 Professor(a): Lígia Martins de Matos Total de aulas previstas: +- 10 aulas OBJETIVO GERAL : Oferecer ao aluno, as condições de ensino-aprendizagem para que ele desenvolva

Leia mais

MARIA ELAINE MENDES LET S SPEAK ENGLISH

MARIA ELAINE MENDES LET S SPEAK ENGLISH MARIA ELAINE MENDES LET S SPEAK ENGLISH Campos Belos 2015 Vicente Pereira de Almeida Reitor Claudecir Gonçalves Pró-Reitor de Administração e Planejamento Elias de Pádua Monteiro Pró-Reitor de Desenvolvimento

Leia mais

DEPARTAMENTO DE LETRAS INGLÊS TÉCNICO E CIENTÍFICO PROFESSOR: WELLINGTON BORGES

DEPARTAMENTO DE LETRAS INGLÊS TÉCNICO E CIENTÍFICO PROFESSOR: WELLINGTON BORGES Palavras cognatas, palavras repetidas e marcas tipográficas UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ DEPARTAMENTO DE LETRAS INGLÊS TÉCNICO E CIENTÍFICO PROFESSOR: WELLINGTON BORGES Fatos: A língua inglesa teve origem

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1

DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1 DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1 OLIVEIRA, Vinícius. O. 2 MACIEL, Adriana. M. N. RESUMO: O

Leia mais

Unidade: Os Níveis de Análise Linguística I. Unidade I:

Unidade: Os Níveis de Análise Linguística I. Unidade I: Unidade: Os Níveis de Análise Linguística I Unidade I: 0 OS NÍVEIS DE ANÁLISE LINGUÍSTICA I Níveis de análise da língua Análise significa partição em segmentos menores para melhor compreensão do tema.

Leia mais

Daniel Fernando Rodrigues 1. Introdução

Daniel Fernando Rodrigues 1. Introdução O PERFIL DE ALUNOS DE LÍNGUA INGLESA INGRESSANTES NO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS: DELIMITANDO EXPECTATIVAS E METAS PARA A COMPETÊNCIA 1 RESUMO: Este artigo apresenta o perfil dos alunos de inglês de

Leia mais

Com base no texto acima, a língua espanhola, no contexto atual, é. De acordo com o texto acima, assinale a opção correta. A B

Com base no texto acima, a língua espanhola, no contexto atual, é. De acordo com o texto acima, assinale a opção correta. A B Un/ESPE SEU/E 8 QUESTÃO 31 O processo de ensino-aprendizagem da língua espanhola no rasil é uma realidade nos dias atuais, porém foram diversos fatores que fizeram que o espanhol tivesse a importância

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais

Estratégias de Aprendizado da Língua Estrangeira 1. Introdução

Estratégias de Aprendizado da Língua Estrangeira 1. Introdução Estratégias de Aprendizado da Língua Estrangeira Gedeon Santos de Medeiros Gerley Machado de Oliveira 1. Introdução A escolha de determinadas experiências de aprendizagem em qualquer contexto educacional,

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

Línguas estrangeiras no Brasil: um histórico ao longo dos anos

Línguas estrangeiras no Brasil: um histórico ao longo dos anos 82 Línguas estrangeiras no Brasil: um histórico ao longo dos anos Giovana Rodrigues da Silva 1 Adriana Soares 2 Resumo: O ensino das Línguas Estrangeiras tem ganhado a importância que anos antes lhe havia

Leia mais

Welcome to Lesson A of Story Time for Portuguese

Welcome to Lesson A of Story Time for Portuguese Portuguese Lesson A Welcome to Lesson A of Story Time for Portuguese Story Time is a program designed for students who have already taken high school or college courses or students who have completed other

Leia mais

Inglês Instrumental. / NT Editora. -- Brasília: 2013. 75p. : il. ; 21,0 X 29,7 cm.

Inglês Instrumental. / NT Editora. -- Brasília: 2013. 75p. : il. ; 21,0 X 29,7 cm. Autor José Ricardo Moreira Pós graduado em Literatura e autor de literatura para jovens de todas as idades, como prefere classificar as narrativas alinhadas com os grandes temas da atualidade. Em meados

Leia mais

GRAMÁTICA E MODALIDADE UMA ANÁLISE DE VERBOS MODAIS EM DUAS GRAMÁTICAS DE LÍNGUA INGLESA

GRAMÁTICA E MODALIDADE UMA ANÁLISE DE VERBOS MODAIS EM DUAS GRAMÁTICAS DE LÍNGUA INGLESA GRAMÁTICA E MODALIDADE UMA ANÁLISE DE VERBOS MODAIS EM DUAS GRAMÁTICAS DE LÍNGUA INGLESA Camila Nunes de Souza 1 Grande parte das gramáticas apresenta os verbos modais como unidades, fragmentando, definindo

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Março 2015 REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA

Leia mais

Prova Escrita de Inglês

Prova Escrita de Inglês Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Inglês 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Continuação bienal Prova 0/1.ª Fase 6 Páginas Duração da Prova: 120

Leia mais

A presença do português na escrita do aprendiz de inglês: um estudo sobre o emprego lexical

A presença do português na escrita do aprendiz de inglês: um estudo sobre o emprego lexical Kelly Cristina Gonçalves Barros A presença do português na escrita do aprendiz de inglês: um estudo sobre o emprego lexical Dissertação apresentada ao Programa de Pós-graduação em Letras da PUC-Rio como

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL APRESENTAÇÃO Segundo as Diretrizes Curricular o ensino da Língua Estrangeira na Educação Básica esta pautado

Leia mais

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio Disciplina: Língua Portuguesa Nome da professora: Cleidil do C. G. A. Peixoto tipos de substantivos adjetivos e locuções adjetivas. tempos e modos verbais pontuação tipos de pronomes. uso do porquê artigos

Leia mais

LICENCIATURA DUPLA EM INGLÊS E PORTUGUÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS

LICENCIATURA DUPLA EM INGLÊS E PORTUGUÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS LICENCIATURA DUPLA EM INGLÊS E PORTUGUÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS Curso 1/20B Ingresso a partir de 2007 NÍVEL I Introdução à Pesquisa em Letras Codicred: 1216A-02 Ementa: Compreensão da linguagem como

Leia mais

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Paula Botelho Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da UFMG. Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos (GEPES),

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE INGLÊS 5.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE INGLÊS 5.º ANO DE INGLÊS 5.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO No final do 5.º ano o aluno deve ser capaz de: compreender e usar expressões familiares e quotidianas, assim como enunciados muito simples, que visam

Leia mais

METAS CURRICULARES DE INGLÊS 5.º Ano Nível A1

METAS CURRICULARES DE INGLÊS 5.º Ano Nível A1 METAS CURRICULARES DE INGLÊS 5.º Ano Nível A1 Os objetivos e descritores indicados devem, sempre que necessário, continuar a ser mobilizados em anos subsequentes. Domínio de referência: Compreensão Oral/

Leia mais

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Planificação Anual 2013-2014 INGLÊS 5º ANO MATRIZ DE CONTEÚDOS E DE PROCEDIMENTOS

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS S DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGUE DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Leitura e compreensão de textos. Gêneros textuais. Linguagem verbal e não verbal. Linguagem

Leia mais

PROVA COMENTADA E RESOLVIDA PELOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO

PROVA COMENTADA E RESOLVIDA PELOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO COMENTÁRIO GERAL DOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO Uma prova, para avaliar tantos candidatos deve ser sempre bem dosada como foi a deste ano. Houve tanto questões de interpretação (6) como de gramática

Leia mais

ACFES MAIORES DE 23 ANOS INGLÊS. Prova-modelo. Instruções. Verifique se o exemplar da prova está completo, isto é, se termina com a palavra FIM.

ACFES MAIORES DE 23 ANOS INGLÊS. Prova-modelo. Instruções. Verifique se o exemplar da prova está completo, isto é, se termina com a palavra FIM. ACFES MAIORES DE 23 ANOS INGLÊS Prova-modelo Instruções Verifique se o exemplar da prova está completo, isto é, se termina com a palavra FIM. A prova é avaliada em 20 valores (200 pontos). A prova é composta

Leia mais

48 QUESTÕES E RESPOSTA DISCUTIDAS A PARTIR DO LIVRO LÍNGUA DE EULÁLIA. BAGNO, Marcos. A língua de Eulália novela sociolinguística. Ed. Contexto, 1998.

48 QUESTÕES E RESPOSTA DISCUTIDAS A PARTIR DO LIVRO LÍNGUA DE EULÁLIA. BAGNO, Marcos. A língua de Eulália novela sociolinguística. Ed. Contexto, 1998. 48 QUESTÕES E RESPOSTA DISCUTIDAS A PARTIR DO LIVRO LÍNGUA DE EULÁLIA BAGNO, Marcos. A língua de Eulália novela sociolinguística. Ed. Contexto, 1998. 1) Comentar a citação inicial de William Labov. R:

Leia mais

PROGRAMA DO 7ª SÉRIE / 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II - 2014 I UNIDADE

PROGRAMA DO 7ª SÉRIE / 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II - 2014 I UNIDADE COORDENAÇÃO COLÉGIO OFICINA 1 PROGRAMA DO 7ª SÉRIE / 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II - 2014 I UNIDADE DISCIPLINA CONTEÚDO COMPETÊNCIAS E HABILIDADES LÍNGUA PORTUGUESA REDAÇÃO OFICINA DE LEITURA ARTES EDUCAÇÃO

Leia mais

Esperamos que este pequeno material seja esclarecedor e que possa levar mais gente a se interessar pela língua que falamos.

Esperamos que este pequeno material seja esclarecedor e que possa levar mais gente a se interessar pela língua que falamos. Apresentação Será que a Língua Portuguesa é mesmo difícil? Por que é comum ouvir brasileiros dizerem que não sabem falar português? Será que a experiência escolar com o ensino de Língua Portuguesa causa

Leia mais

Conhecer o conteúdo programático do componente Língua Portuguesa e desenvolver habilidades de compreensão, interpretação e produção de textos orais e

Conhecer o conteúdo programático do componente Língua Portuguesa e desenvolver habilidades de compreensão, interpretação e produção de textos orais e Conhecer o conteúdo programático do componente Língua Portuguesa e desenvolver habilidades de compreensão, interpretação e produção de textos orais e escritos à maneira adequada do padrão da língua materna;

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE INGLÊS 7º ANO BÁSICO Name: Nº Class

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE INGLÊS 7º ANO BÁSICO Name: Nº Class ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE INGLÊS 7º ANO BÁSICO Name: Nº Class Date: / / Teacher: Mark: ( ) Neste bimestre, sua média foi inferior a 6,0 e você não assimilou os conteúdos mínimos necessários. Agora, você

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROGRAD

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROGRAD LETRAS CURRÍCULO 4 Matriz Curricular 2014/2 Mariana Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) LICENCIATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA CÓDIGO DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS PRÉ-REQUISITO PER LET701 Estudos Clássicos

Leia mais

O ENSINO DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA INGLESA COM BASE NA

O ENSINO DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA INGLESA COM BASE NA O ENSINO DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA INGLESA COM BASE NA GRAMÁTICA DA LÍNGUA PORTUGUESA EM SALA DE AULA Michael Gouveia de Sousa Júnior Universidade Estadual da Paraíba E-mail: mikesousajunior@gmail.com Dione

Leia mais

Young Learners English

Young Learners English University of Cambridge ESOL Examinations Young Learners English Starters Informações para os Candidatos Informações para os candidatos YLE Starters Prezados pais, Nós da Cambridge ESOL agradecemos seu

Leia mais

Letra da música Gypsy da Lady Gaga em Português

Letra da música Gypsy da Lady Gaga em Português Letra da música Gypsy da Lady Gaga em Português Letra da música Gypsy da Lady Gaga em Português Cigana Às vezes uma história não tem fim Às vezes acho que nós poderíamos ser apenas amigos Porque eu sou

Leia mais

MÉTODOS E ABORDAGENS DE ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E PROCESSOS DE ENSINO / APRENDIZAGEM

MÉTODOS E ABORDAGENS DE ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E PROCESSOS DE ENSINO / APRENDIZAGEM MÉTODOS E ABORDAGENS DE ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E PROCESSOS DE ENSINO / APRENDIZAGEM Katharine Dunham Maciel- (UFRJ) Ingeborg Hartl- (UFRJ) Os métodos apontam um caminho para o professor, fornecem-lhe

Leia mais

SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA

SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA Gabriel de Ávila Othero 1 gabnh@terra.com.br... o tempo altera todas as coisas; não existe razão para que a língua escape a essa lei universal. Ferdinand de Saussure 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA

PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA SÉRIE: 9º ano PROFESSOR:

Leia mais

FALAR INGLÊS É DIFÍCIL? SPEAKING ENGLISH: IS IT DIFFICULT? Elisa Probst Hausmann. Diva Rangel Martinelli

FALAR INGLÊS É DIFÍCIL? SPEAKING ENGLISH: IS IT DIFFICULT? Elisa Probst Hausmann. Diva Rangel Martinelli FALAR INGLÊS É DIFÍCIL? SPEAKING ENGLISH: IS IT DIFFICULT? Elisa Probst Hausmann Mestre em Educação pela Universidade Regional de Blumenau (FURB) Professora de Língua Inglesa do Departamento de Letras

Leia mais

Crenças sobre pronúncia na formação de professores de língua inglesa

Crenças sobre pronúncia na formação de professores de língua inglesa Crenças sobre pronúncia na formação de professores de língua inglesa Thaíse Jordania Porto Dos Santos 1 Resumo: Diante de todos os avanços tecnológicos e em meio a tempos de total globalização, o Inglês

Leia mais

Seu Tempo é Precioso. Volume I. Charlles Nunes

Seu Tempo é Precioso. Volume I. Charlles Nunes APRENDA INGLÊS EM CASA Seu Tempo é Precioso Volume I Charlles Nunes Aprenda Inglês em Casa ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 3 LESSON 1... 5 LESSON 2... 10 LESSON 3... 16 LESSON 4... 21 2 Charlles Nunes APRESENTAÇÃO

Leia mais

Inglês 05 The Present.

Inglês 05 The Present. Inglês 05 The Present. O Presente Simples expressa uma ação que acontece rotineiramente, em contraste com o Continuous, que expressa, entre outras coisas, uma ação que esta se processando no momento. He

Leia mais

3. VARIAÇÃO E NORMALIZAÇÃO LINGUÍSTICA

3. VARIAÇÃO E NORMALIZAÇÃO LINGUÍSTICA 3. VARIAÇÃO E NORMALIZAÇÃO LINGUÍSTICA Uma língua viva, apesar da unidade que a torna comum a uma nação, apresenta variedades quanto à pronúncia, à gramática e ao vocabulário. Chama-se variação linguística

Leia mais

PLANIFICAÇÃO INGLÊS 6º ANO MANUAL: WIN! ANO LETIVO 2014/2015

PLANIFICAÇÃO INGLÊS 6º ANO MANUAL: WIN! ANO LETIVO 2014/2015 ESCOLA E.B. 2,3 D. AFONSO III PLANIFICAÇÃO INGLÊS 6º ANO MANUAL: WIN! ANO LETIVO 2014/2015 UNIDADES / TÓPICOS 1ºPeríodo +/- 38 aulas STARTER UNIT (Direitos humanos / Dimensão Europeia da Educação) Personal

Leia mais

UNOESTE Universidade do Oeste Paulista, FACLEPP Faculdade de Ciências, Letras e Educação de Presidente Prudente. E MAIL: cintiacf@unoeste.

UNOESTE Universidade do Oeste Paulista, FACLEPP Faculdade de Ciências, Letras e Educação de Presidente Prudente. E MAIL: cintiacf@unoeste. Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1162 INGLÊS INSTRUMENTAL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES AUTÔNOMOS Cintia Camargo Furquim Caseiro UNOESTE Universidade

Leia mais

www.souvestibulando.com.br MÓDULO DE INGLES

www.souvestibulando.com.br MÓDULO DE INGLES 1 MÓDULO DE INGLES ASSUNTO: AULA 01 THE SIMPLE PRESENT TENSE Esta aula é composta pelo texto da apostila abaixo e por um link de acesso à AULA VIRTUAL gravada. Estude com atenção o texto antes de acessar

Leia mais

Subsídios para elaboração de um exame de proficiência para professores de inglês

Subsídios para elaboração de um exame de proficiência para professores de inglês Subsídios para elaboração de um exame de proficiência para professores de inglês Teresa Helena Buscato Martins ( Comunicação apresentada no I SEMAPLE. ) A falta de preparo profissional adequado do professor

Leia mais

Present Simple Exercises

Present Simple Exercises Present Simple Exercises Antes de fazer as atividades, você pode querer ler as dicas dos links abaixo. Nelas você encontra explicações sobre os usos e as conjugações dos verbos no Present Simple. Ø www.bit.ly/psimple1

Leia mais

LÍNGUA INGLESA I LÍNGUA INGLESA II LÍNGUA INGLESA III LÍNGUA INGLESA IV LÍNGUA INGLESA V EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO

LÍNGUA INGLESA I LÍNGUA INGLESA II LÍNGUA INGLESA III LÍNGUA INGLESA IV LÍNGUA INGLESA V EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO 1. CONTEÚDOS BÁSICOS PROFISSIONAIS LÍNGUA INGLESA I Ementa: Consolidação do estudo das estruturas simples da Língua Inglesa I em seus aspectos

Leia mais

Cursos de Licenciatura

Cursos de Licenciatura DLLM Cursos de Licenciatura 2009-2010 1 Cursos de Licenciatura 2009/2010 1º Ciclo Bolonha DLLM Departamento de Línguas e Literaturas Modernas 2 Cursos de Licenciatura 2009-2010 DLLM DLLM Cursos de Licenciatura

Leia mais

Guião M. Descrição das actividades

Guião M. Descrição das actividades Proposta de Guião para uma Prova Grupo: Inovação Disciplina: Inglês, Nível de Continuação, 11.º ano Domínio de Referência: O Mundo do trabalho Duração da prova: 15 a 20 minutos 1.º MOMENTO Guião M Intervenientes

Leia mais

GUIÃO A. What about school? What s it like to be there/here? Have you got any foreign friends? How did you get to know them?

GUIÃO A. What about school? What s it like to be there/here? Have you got any foreign friends? How did you get to know them? GUIÃO A Prova construída pelos formandos e validada pelo GAVE, 1/7 Grupo: Chocolate Disciplina: Inglês, Nível de Continuação 11.º ano Domínio de Referência: Um Mundo de Muitas Culturas 1º Momento Intervenientes

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º LE733- COMPREENSÃO E PRODUÇÃO DE TEXTO EM LÍNGUA PORTUGUESA Fórmula: LE003 LE003- LINGUA PORTUGUESA 3 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS. ANÁLISE DE ESTRUTURAS BÁSICAS DA LÍNGUA PORTUGUESA. SINTAXE

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE INGLÊS 8º Ano

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE INGLÊS 8º Ano PLANIFICAÇÃO ANUAL DE INGLÊS 8º Ano Manual: Your Turn 8, Oxford Objetivos Conteúdos Vocabulário - Tópicos/Itens Lexicais Gramática Domínio Intercultural Avaliação 1º P - No final deste 1ª período, os alunos

Leia mais

ACTIVE VOICE X PASSIVE VOICE

ACTIVE VOICE X PASSIVE VOICE www.blogpensandoemingles.com www.facebook.com/pensandoeminglesblog O que é? ACTIVE VOICE X PASSIVE VOICE Active Voice ( Voz Ativa): Ocorre quando o sujeito pratica a ação, e é chamado de agente. Ex: Robert

Leia mais

Ano: 2012 Turma: 7.1 e 7.2

Ano: 2012 Turma: 7.1 e 7.2 COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Programa de Recuperação Paralela 3ª Etapa 2012 Disciplina: Inglês Professora: Viviane Ano: 2012 Turma: 7.1 e 7.2 Caro aluno, você está recebendo o conteúdo de recuperação.

Leia mais

rio,gramática e funções a partir de textos em inglês DISAL Editora / Mark G. Nash & Willians R. Ferreira (2010) Sejam bem-vindos!

rio,gramática e funções a partir de textos em inglês DISAL Editora / Mark G. Nash & Willians R. Ferreira (2010) Sejam bem-vindos! Sejam bem-vindos!.:: DISAL / São Paulo, 18 de junho, 2010 ::. Estrutura da apresentação: 1) Contexto de produção de Real English 2) Apresentação do livro 3) Destaques 4) Sugestões de como melhor explorar

Leia mais

ESPAÑOL, POR EXEMPLO RESUMO

ESPAÑOL, POR EXEMPLO RESUMO TERRA E CULTURA, ANO XX, Nº 38 173 ESPAÑOL, POR EXEMPLO *Otavio Goes de Andrade **Geane Maria Marques Branco Sanches RESUMO O presente texto tem por objetivo fazer uma resenha a respeito da obra Español,

Leia mais

A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras

A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras Luciana Virgília Amorim de Souza¹ RESUMO O trabalho busca questionar os métodos ensinados para praticar a Língua Inglesa nas escolas. O inglês, no Brasil,

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos LÍNGUA PORTUGUESA EM MOÇAMBIQUE Fátima Helena Azevedo de Oliveira 35 fatimavernaculas@yahoo.com.br CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL A República de Moçambique

Leia mais

BRASIL E ESTADOS UNIDOS: relações comerciais e linguístico-culturais

BRASIL E ESTADOS UNIDOS: relações comerciais e linguístico-culturais BRASIL E ESTADOS UNIDOS: relações comerciais e linguístico-culturais Autor(a): João Corcino Neto Coautor(es): Suzana Ferreira Paulino Email: jcn1807iop@gmail.com Introdução As relações comerciais entre

Leia mais

Licenciatura em Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa (AL/EC) NÍVEL I. Introdução à Pesquisa em Letras

Licenciatura em Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa (AL/EC) NÍVEL I. Introdução à Pesquisa em Letras Licenciatura em Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa (AL/EC) Curso 1/20C Ingresso a partir de 2007 NÍVEL I Introdução à Pesquisa em Letras Codicred: 1216A-02 Ementa: Compreensão da linguagem

Leia mais

16 Pronúncia do Inglês

16 Pronúncia do Inglês Este livro tem por objetivo central apresentar os sons do inglês aos falantes do português brasileiro. Pretende-se, ainda, indicar algumas diferenças de pronúncia entre variedades do inglês falado em diferentes

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS ÁREA DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS ÁREA DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS ÁREA DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS LTA004 LÍNGUA ESPANHOLA I A Língua Espanhola do ponto de vista histórico, geográfico e linguístico. A sua unidade e diversidade.

Leia mais