LIVY MARIA REAL COELHO UMA BREVE COMPARAÇÃO ENTRE LÍNGUAS ÉLFICAS E PROTO-INDO- EUROPÉIAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LIVY MARIA REAL COELHO UMA BREVE COMPARAÇÃO ENTRE LÍNGUAS ÉLFICAS E PROTO-INDO- EUROPÉIAS"

Transcrição

1 LIVY MARIA REAL COELHO UMA BREVE COMPARAÇÃO ENTRE LÍNGUAS ÉLFICAS E PROTO-INDO- EUROPÉIAS CURITIBA

2 LIVY MARIA REAL COELHO UMA BREVE COMPARAÇÃO ENTRE LÍNGUAS ÉLFICAS E PROTO-INDO- EUROPÉIAS Monografia apresentada à disciplina Orientação Monográfica II como requisito parcial à obtenção Do bacharelado em Letras- Grego do Setor de Ciências Humanas, Letras e artes, Univerdiade Federal do Paraná. Orientadora: Profa. Dra. Adelaide H. P. Silva CURITIBA

3 Acadêmicos Adelaide, Márcio, Lígia, Théo, Jorge. Afetivos Vó, Larissa, Marina, Érica, Felipe. Num sei, num sei... Mara e Álvaro. Financeiros Maricler S/A e Fundação Araucária Tabela 0: Agradecimentos Dedicado a cinqüentona mais linda do mundo... 3

4 SUMÁRIO 0. Introdução Proposta Justificativa...04 I. História Real...07 II. História Ficcional Metodologia Aspectos Fonológicos...15 I. Vogais...17 II. III. Oclusivas...19 Alofonia Aspectos Morfológicos...24 I.Língua de Caso II.Marcação de Número III.Marcação de Gênero IV.Artigos V.Morfologia Verbal Outros Aspectos Conclusão Referências

5 0. INTRODUÇÃO Talvez seja o descontentamento com o mundo que leve tantos homens a buscarem alternativas à realidade. Alguns criam novas formas de governo e, estando no poder, aniquilam o outro. Outros, quiçá, mais sensatos ou apenas menos poderosos, criam fantásticos mundos literários. Esse segundo parece ser o caso de dois jovens amigos do início do século XX: Lewis e Tolkien. Ambos criaram realidades alternativas à nossa; curiosamente nenhuma é perfeita, livre do mal ou se doenças. Essa tentativa de brincar de deus também está presente em XXX de Jorge Luis Borges. Neste conto uma sociedad secreta y benévola (...)surgió para inventar um país. No entanto, acabam criando, ficcionalmente, através de verbetes enciclopédicos, todo um mundo,m com sua geografia, línguas, História, etc. Borges, assim como os jovens ingleses, cria um mundo com padrões e valores bem diferentes dos nossos. Em seu planeta, Uqbar, as pessoas não entendem a realidade como o curso dos objetos no tempo e no espaço e sim como uma serie heterogênea de actos independientes. Es sucesivo, temporal, no espacial. Curiosa é a relação que esta visão de mundo tem com a estrutura da língua de Uqbar. Considerando que Borges conhecia algo da hipótese Humboldt-Sapir- Whorh, a língua e a maneira de perceber a realidade se mesclam e se espelham: se não há espaço, só tempo, não há a necessidade de substantivos, não há como fazer referência a algo que é, porque não este algo. O que há são ações e estados que acabam. Há verbos impessoais. Não há Luna, há a ação de lunecer ou de lunar. Se há a necessidade de referência a um determinado objeto, isto é feito através do acúmulo de adjetivos que a coisa trazia naquele momento: Luna poderia ser aéreo-claro sobre oscuro-redondo. Essa empreitada de Borges levada às últimas conseqüências poderia resultar num trabalho como o de Tolkien: a criação não só de uma língua, mas de toda uma família lingüística, a criação não só de um mundo ficcional, mas de toda a sua história e mitologia. 5

6 Enquanto no conto de Borges o planeta foi criado para demostrar al Dios no existente que los hombres mortales son capaces de concebir um mundo, Tolkien, muito religioso, criou um mundo onde línguas extremamente belas pudessem ser faladas. Para ele, o interessante era criar estruturas lingüísticas harmoniosas e a partir disso, um mundo onde estas criações existiriam. 1 Não só pela extensão mas por sua complexidade, este mundo tolkieniano merece ser visto, afinal à pergunta PONTO VIRADO Quiénes inventaram a Tlön? El plural es inevitable, porque lá hipótesis de un solo inventor de un infinito Leibniz obrando en la tiniebla y en la modestia- ha sido descartada unánimamente. Poderia ser respondida como nome do criador de O Senhor dos Anéis. 1. PROPOSTA O presente trabalho busca uma comparação entre línguas élficas e línguas naturais. Por línguas élficas entende-se o conjunto de idiomas criado por John Ronald Reuel Tolkien ( ) que serve de linguagem para os elfos de sua literatura. Elfos são criaturas da mitologia européia (germânica, nórdica e celta) que aparecem com diferentes traços em cada uma das narrativas que habitam. Na obra de Tolkien os elfos são criação de Illúvatar, que os fez para serem a raça mais bela e sábia do mundo. Eram imortais, mas não eternos, podendo ser mortos através do aço de guerra, do fogo, de uma grande tristeza ou assassinados, porém não conheciam a velhice e as doenças. A estrutura de um elfo é semelhante à dos homens; são, no entanto, mais fortes de membros e espírito. Outro nome para elfos é Quendi, os "que falam com vozes". Era assim que os 1 Curiosamente, Tolkien rompe com o mundo real na criação deste universo, como a sociedadesecreta ao criar Uqban, a terra média de Tolkien e o planeta de Borges são universos desligados da nossa realidade. Lewis, no entanto, nunca se afasta totalmente deste mundo:alice vive no mundo real e tomas pastilhas para poder conhecer o fantástico; os irmãos Penvensie entram em um guarda-roupas mágico para conhecer Nárnia. 6

7 elfos se auto-entitulavam, pois teriam ensinado a fala às demais raças na Terramédia. Tolkien, o autor da famosa trilogia O Senhor dos anéis, foi um importante filólogo para seu século e deu aulas de Inglês Médio em Oxford. Criou como passatempo, uma família de línguas de acordo com suas preferências pessoais relativas, por exemplo, à sonoridade ou à estrutura sintática. O autor acreditava que as língua deveriam ser belas e seu critério de beleza era seu próprio gosto. Assim, criou línguas que, para ele, soavam bem e possuíam estruturas morfossintáticas especiais. Nota-se quais eram as preferências de Tolkien ao adentrar no universo das línguas: é gritante o uso de nasais e liquidas e de estruturas não canônicas como o dual. Dentro da criação de Tolkien encontram-se 12 línguas com pelo menos algum tipo de fragmento ou indicação de sua estrutura, das quais duas, o Quenya e o Sindarin, são completas a ponto de se poder falar ou escrever nelas. Existem outras línguas que Tolkien apenas nomeou, mas não chegou a desenvolvê-las. Neste trabalho, opto por abordar especialmente o Élfico Primitivo (doravante EP) e o Quenya. Minha escolha é baseada na estrutura da família élfica criada por Tolkien: o EP é a hipotética língua-mãe que teria originado todas as outras, tal qual é o Proto-Indo-Europeu (PIE) para a família das línguas proto-indo-européias, como o grego e o latim. Tolkien criou antes as línguas faladas no Senhor dos Anéis e a partir delas montou o que seria sua proto-língua. O próprio filólogo asteriscava as formas do EP, dado que, tomando a família élfica como real, o EP teria um estatuto diferente das demais, seria não atestado. Tolkien registrava suas línguas em diversos artigos, mas nunca chegou a publicar um livro sobre isso. Essas referências são hoje encontradas em reuniões publicadas por ser filho, como o Letters e o Etymologies. Minha outra opção, o Quenya, é explicada em razão da quantidade de informações que temos sobre essa língua. Em Quenya, temos dados de todos os níveis lingüísticos, diferente do EP que tem raros dados sintáticos disponíveis. 7

8 Ressalto aqui ainda que o Quenya não é ancestral imediato do EP, e sim é a evolução do Eldarin Comum, esta sim, língua que surge diretamente do EP. Em relação às línguas naturais também não trabalho com ancestrais diretos. Compararei a evolução do EP para o Quenya com a evolução do PIE ao Grego. Usarei aqui, na maior parte do tempo (quando não, explicitarei através de notas ou comentários) o Grego Clássico, ou Ático, dialeto ateniense do século V a.c. Antes do PIE se tornar Grego Clássico passou por um número incerto de estágios, como o Jônico Antigo, o dialeto Homérico. Assim nem o Quenya é descendente direto do EP, nem o Grego Ático do PIE. Com essa comparação preten analisar o grau de complexidade das línguas tolkienianas e, principalmente, o quanto elas se assemelham às naturais. 2. JUSTIFICATIVA Tendo em vista a formação de Tolkien como filólogo e o aparente cuidado que teve para criar suas línguas, este trabalho, como já dito, se propõe a compará-las com línguas naturais, em especial o Grego, para não só reconhecer o mérito do autor, como também para verificar se de fato suas invenções têm um embasamento consistente proveniente das línguas naturais. Para Tom Shippey, professor de literatura medieval e Inglês médio em Oxford: "Está claro que os idiomas que Tolkien criou foram criador por, vocês sabem, um dos mais completos filólogos de nosso tempo, de modo que deve haver então algo de interessante neles, e eu também penso que neles está derramado muito do seu pensamento e conhecimento profissional, (...) Freqüentemente tenho reparado que realmente existem observações muito valiosas sobre o que Tolkien pensava sobre a filologia real enterrada na ficção. E eu não ficaria de maneira alguma surpresa se houvesse valiosas observações enterradas nos idiomas inventados. então deve haver, de fato, algo que surja deles. 2 2 Entrevista realizada durante um simpósio Arda, em Oslo, de 3-5 de abril de 1987, publicada no jornal Angerthas, edição 31. 8

9 Claro que este estudo não se sustentaria se seu objetivo fosse apenas buscar uma possível reflexão de Tolkien sobre falas reais durante o processo inventivo de língua, como defende acima Tom Shippey 3, porém talvez esse tenha sido um dos resultados finais obtidos com essa investigação. 4 Vejo na concepção de lingüística do próprio Tolkien um motivo para estudar suas línguas: Nenhum idioma é apenas estudado meramente como um auxílio a outros propósitos. Ele realmente servirá melhor a outros propósitos, filológicos ou históricos, quando for estudado por amor, por si mesmo." (The Monsters and the Critics and other essays (1997), p189). Da mesma forma que Tolkien, segundo seu filho Christopher (Sauron Defeated, 1992, p440), criou idiomas sem fins específicos, acredito que um estudo de sua criação possa ser desinteressado em um fim prático. No entanto, essa proposta, infelizmente, não é a que sigo. Entendo que é importante estudar essas línguas em especial por dois motivos: 1) seu papel gigantesco na obra do próprio Tolkien (obra tão grandiosa e famosa que me desobrigaria a justificar seu estudo); 2) a grande qualidade que as línguas élficas aparentam ter, sobretudo se comparada a outros idiomas inventados. Quanto à primeira, Tolkien diz (...)o que eu penso é um 'fato' primordial sobre o meu trabalho, que é todo da mesma espécie, e fundamentalmente lingüístico em inspiração.(...) isso não é um 'hobby', no sentido de alguma coisa totalmente diferente do meu próprio trabalho usado como válvula de escape. A invenção de idiomas é a base. as 'histórias' foram feitas especialmente para fornecerem um mundo para os idiomas, não o contrário. Para mim um nome vem primeiro e a história sucede-o. Eu deveria ter preferido escrever em 'élfico'. Mas, claro, uma obra como o Senhor dos Anéis tem sido editada e deixada apenas com a quantidade de 'idioma' que eu pensei que seria agradável aos leitores. (Eu agora descubro que muitos teriam gostado de mais). (...) Isso é para mim, de qualquer 3 Também professor de Inglês Antigo em Oxford e famoso estudioso de literatura inglesa medieval. 4 Adiante comentarei sobre isso, em especial na questão das oclusivas do PIE. 9

10 forma, em grande parte um ensaio em 'estética lingüística, como eu às vezes digo às pessoas que me perguntam sobre o que é isso tudo". (Letters, p219) Depois de tal afirmação fica evidente que se as línguas não são sua criação mais relevante, são, no mínimo, a origem para todas as outras. Assim, até mesmo em busca de uma interface lingüística-literatura, a produção de Tolkien merece ser estudada. Há 5 quem acredite inclusive que a produção inventiva de Tolkien deva ser considerada parte se sua produção como filólogo, o que aumentaria ainda mais o crédito dado a um estudo sobre isso. No entanto, não uso isso como justificativa, porque entendo que, como a produção literária e as críticas de um estudioso da literatura devam ser consideradas distintamente embora não seja impossível e nem irrelevante traçar paralelos entre elas o trabalho filológico de Tolkien e suas criações também devam ser vistas, ao menos num primeiro momento, como estudos distintos. Já a segunda justificativa, sobre a qualidade da criação de Tolkien, se sustenta no olhar para outras línguas não-naturais, como o Esperanto. O Esperanto, língua criada em 1887 por Ludwik Lejzer Zamenhof para servir como língua universal, é extremamente simples e, por isso, distante das naturais. Claro que essa simplicidade era objetivada por Zamenhof, filólogo e oftalmologista. Porém, essa língua, falada, no ano 2000, por aproximadamente 1,6 milhão de pessoas, já apresenta variações dialetais conforme a região em que é falada. Esse fato mostra que é comum às línguas não só a complexidade, como também a irregularidade. E disso Tolkien cuidou muito bem, suas línguas tem uma complexidade compatível com uma língua natural e apresenta também irregularidades. "Tolkien tentou propositalmente tornar seus idiomas naturais ; em conseqüência,há alguns verbos irregulares e similares(...). (Fauskanger, p27). O próprio Tolkien, em Letters, compara as línguas élficas ao Esperanto, contrastando a existência de uma mitologia/história que embasa as suas criações, ao contrário da língua de Zamenhof, que foi criada apenas com fins práticos. 5 Como Helge Kåre Fauskanger, Cand. filólogo. (correspondente a um mestrado) em idiomas nórdicos, autor do Curso de Quenya. 10

11 Além dos pontos apresentados, penso como os lingüistas suecos do grupo Mellonath Daeron6: "os idiomas de Tolkien já são dignos de estudo apenas pelos seus altos valores estéticos. (...) o conhecimento desses idiomas é a chave para uma apreciação completa da beleza da subcriação de Tolkien, seu mundo, Arda." (Fauskanger, p17) Acredito que para uma compreensão mais abrangente deste trabalho, seja necessária uma abordagem sobre como Tolkien criou essas línguas e, em especial, sobre como se deu a evolução histórica dessas línguas no mundo fictício da Terra Média. I. História Real Tolkien, já quando criança, se dedicava a línguas não reais. Em seu ensaio Um Vício Secreto, publicado em The Monsters and the Critics and other essays (1997, p ), o autor conta que quando criança falava Animálico. Tal língua, baseada na inversão dos significados das palavras, trocava nomes de coisas por nomes de animais. Tem-se, então, o seguinte exemplo: cachorro rouxinol picapau quarenta ; "você é um asno". Passados alguns anos, Tolkien também se tornou falante de Nevbosh. Desta última língua, Tolkien já participou da criação de seu vocabulário. A estrutura do Nevbosh baseava-se na mistura de palavras distorcidas de língua inglesa, francesa e latina, e.g., Dar fys ma vel gom co palt 'hoc pys go iskili far maino woc?, Havia um velho que disse 'Como/ eu posso, quiçá, carregar minha vaca?. Pode-se notar por esta frase a mistura de palavras latinas, como hoc e alemãs meine woc, e sua distorção: hoc (este) é usado como como, meine (meu) é transformado em maino. Após essas brincadeiras juvenis, Tolkien estudou línguas clássicas e filologia, conheceu diversas línguas, dentre elas: Latim, Grego, Galês e Finlandês. Cito essas porque, aparentemente, são as que ele se baseou para construir suas 6 Parte dos trabalhos desse grupo de estudos sobre línguas tolkienianas pode ser encontrado em 11

12 línguas. Os sons do Quenya se assemelham muito aos do Finlandês, enquanto os do Sindarin, ao do Galês. Quanto às estrutura e evolução, parece-me que ele seguiu as línguas clássicas, até porque, muitas vezes, essas são a base de estudo de um filólogo O próprio Tolkien diz que na família das línguas élficas, o Quenya teria o mesmo papel que o Latim tem hoje: é uma língua antiga, morta, mas que é preservada, muitas vezes em sinal de erudição. O idioma arcaico de tradição [Quenya] é tido como um tipo de latim élfico e, ao transcrevê-lo em uma ortografia muito parecida com a do latim (exceto pelo fato de que o y é usado apenas como uma consoante, como o y na palavra [inglesa] Yes), a semelhança com o latim aumentou a olhos vistos. (Letters:176) Tolkien, então, a partir do conhecimento desses idiomas passou a criar suas próprias línguas, tendo em vista sempre que estas deviam soar de maneira agradável. One thing was important to Tolkien. Languages should be beautiful. Their sound should be pleasing. 7 No entanto foi durante a Primeira Guerra Mundial que as construções lingüísticas de Tolkien tomaram a forma dos idiomas élficos. Em 1916, Tolkien, numa carta à sua mulher, diz estar trabalhando em seu "absurdo idioma das fadas - para seu aperfeiçoamento. Freqüentemente desejo trabalhar nele e não me permito a isso, porque embora eu adore muito isto, me parece um passatempo maluco!" Nesta mesma época o Silmarillion 8 começa a ser escrito. Para Tolkien, a criação do Silmarillion era absolutamente necessária à criação de suas línguas, já que tinha a idéia de língua intrinsecamente ligada à idéia de uma cultura e pátria. A criação de um idioma e uma mitologia são funções relacionadas, observa Tolkien em Um Vício Secreto. "Sua construção de um idioma irá gerar uma mitologia". E ainda após a publicação do Senhor dos Anéis: "a invenção de idiomas é a fundação. As 'histórias' foram criadas para fornecer um mundo para os 7 Uma coisa era importante para Tolkien. Línguas deveriam ser bonitas. Seus sons deveriam ser agradáveis. In 8 Este é um livro não tão conhecido, que, no entanto, serve como Gênesis da obra ficcional de Tolkien, tento inclusive uma linguagem absurdamente parecida com a bíblica. O livro conta como surgiu o mundo fictício extremamente complexo onde se passam as aventuras narradas. 12

13 idiomas e não o contrário. Para mim, um nome vem antes e a história o segue. (Letters, p ) "Ninguém acredita em mim quando digo que meu longo livro é uma tentativa para criar um mundo no qual uma forma de idioma agradável à minha estética pessoal pudesse parecer real, mas é verdade". ( Letters, p264.) Tolkien então criou suas línguas e a partir delas, a gigantesca mitologia presente em sua obra literária. O autor diz que sentia falta de uma mitologia bela como a germânica e a greco-latina para seu país, a Inglaterra, e também por isso sentiu necessidade de criar tais histórias. Sabemos também que seu primeiro livro, O Hobbit, foi escrito para seus filhos, ainda sem o objetivo de servir de base para suas línguas. El Hobbit, que llegaría a ser uma obra famosa y fundacional, no fue um trabajo concebido para ser publicado em forma de libro. De hecho, el comienzo del trabajo tolkieniano se refirió espcíficamente a una forma de vida familiar, a las lecturas que desarrolló para entretener a sus cuatro hijos. (...) Por tanto, estaban alejados del interés mitológico mayor del autor inglés, reflejado por ejemplo en su trabajo El Silmarillion, comenzado en los años de la Primera Guerra Mundial, pero en realidade nunca acabado. 9 Tolkien, então depois de começar a criar seus idiomas, não parou com o que ele não mais classificava por passatempo, mas sim por exercício de estética. Criou em torno de 12 idiomas, e nunca deu nenhum deles por finalizado. Mesmo o Sindarin e o Quenya, idiomas tão completos quanto um natural, receberam mudanças até o fim da vida de Tolkien. II. História Ficcional Chamarei de História Ficcional, a mitologia criada por Tolkien para embasar suas línguas. Veremos que até mesmo a existência de diferentes dialetos são explicadas por Tolkien através desta ficção. 9 San Francisco in LARIOS, 2005, p20. 13

14 O Élfico Primitivo surgiu com os primeiros elfos criados por Ilúvatar 10. Não foi a primeira língua a ser criada na mitologia de Tolkien. É posterior ao Valarin, idioma dos Valar 11, e ao Khuzdul 12, dos anões. No entanto é a primeira da família das línguas élficas. A partir do ÉP, tem-se o Eldarin Comum. O Eldarin Comum surgiu já no início da Marcha a Eldar 13 e uma de suas principais distinções em relação ao EP é a perda de vogais finais breves 14. A Marcha a Eldar foi o primeiro fator que criou as diferenças entre línguas: pela primeira vez os elfos se separavam e assim a língua de cada grupo evolui de maneira distinta. Tendo o EP evoluído para o Eldarin Comum, este evolui para o Quenya na fala dos elfos que chegaram a Arda. No entanto, acredita-se que por algum tempo 10 Ilúvatar: ou Eru é O Um, O que é só. É o criador de todo o universo, Ea, e do mundo onde se passam as narrativas, Arda. É interessante notar que em alemão Erde é terra e é também o nome da deusa-mãe germânica. 11 Valar: Ilúvatar concebeu os Ainur, os sagrados, um povo que vivia com ele entoando belas canções. Quando os Ainur foram para Arda desejando criar um mundo belo e perfeito como suas canções - tornaram-se, de acordo com seu poder, Valar, os mais fortes, ou Maiar. 12 A criação do Khuzdul é anterior ao EP, porém o Khuzdul não foi falado antes do EP Isso se dá porque o criador dos os anões, o Valar Aule, foi obrigado por Ilúvatar a fazer com que os anões permanecessem dormindo até o despertar dos Primogênitos, os Elfos, raça que Ilúvatar escolheu para ser a primeira de Arda. 13 Eldar é um refúgio, um recanto criado pelos Valar para que os elfos saíssem da escuridão e do domínio de Melkor, um poderoso e funesto Valar. A viagem para Eldar se deu em três partes, tendo os elfos também se dividido de acordo com o tempo de sua travessia. Se dividiram em Vanyar, Noldor e Teleri. Cada grupo tinha um Valar protetor e passou por diferentes dificuldades durante a viagem. Os Teleri, o último grupo que caminhou para Eldar, tiveram uma travessia tão difícil que muitos desistiram ou se perderam. Em Eldar, os Vanyar e os Noldor viviam juntos em sua cidade Tirion, enquanto os Teleri viviam em Alqualonde, o Porto do Cisnes. 14 Essa perda de vogais finais breves pode ser vista através do exemplo: (EP) kwene > (Eldarin Comum) kwēn (pessoa). 14

15 estas línguas foram mutuamente inteligíveis (como latim e os romanços), por guardarem ainda muitas semelhanças. O Quenya surgiu em Arda e era a fala comum a todos a Vanyar, Noldor 15 e Valar. Logo os Valar abandonaram seu idioma, o Valarin, e passaram a usar o Quenya também entre si. "De fato é dito que com freqüência os Valar e Maiar podiam se ouvidos falando quenya entre eles mesmos" (The War of Jewels (1994), p305). O Quenya também foi o primeiro idioma com registros escritos: Aconteceu então que os noldor foram os primeiros a quem ocorreu a idéia das letras, e Rúmil de Tirion foi o nome do estudioso que conseguiu adequar sinais ao registro da fala e da música(...) 16 No entanto, durante a Primeira Era, houve a Rebelião dos Noldor, a maior parte deste clã deixou a terra dos Valar e voltou para a Terra-média. Em seu retorno, os Noldor, falantes de Quenya, tiveram contanto com os outros elfos que continuavam na Terra-média. O primeiro grupo com o qual se relacionaram foi os Sindar, Teleri que haviam desistido de ir para Eldar. Estes foram o povo que mais se desenvolveu na Terramédia e falavam Sindarin. No Sindarin muitas mudanças 17 ocorreram, porém era ainda notável seu parentesco com o Quenya, em função do seu ancestral comum: o Eldarin Comum. Logo, os Noldor, menos numerosos, aprenderam o Sindarin. O uso do Quenya foi proibido entre os elfos em função de atrocidades que os Noldor tinham cometido em sua travessia para Eldar. Assim, (...) os Exilados [Noldor que saíram de Eldar] adotaram o idioma sindarin em todos os seus usos correntes; e alta-fala 15 Vanyar/ Noldor: Dos elfos criados por Ilúvatar surgiram dois grupos: Eldamar e Avari. Os primeiros deixaram a Terra-média em busca do Eldar. Os Vanyar foi o primeiro grupo dentro os Eldamar a buscar Eldar. 16 Silmarillion, Veremos o Quenya mais adiante, mas as maiores diferenças estavam na morfologia o Sindarin já não usava mais o sistema de casos e na fonologia o Quenya tinha um alto uso de vogais, enquanto o Sindarin usava oclusivas sonoras em grande quantidade. 15

16 do oeste [o Quenya] era usada apenas pelos senhores dos noldor entre si. Ela sobreviveu, porém, para sempre como a língua de tradição, não importa onde morasse qualquer indivíduo daquele povo" (Silmarillion, p159) O Quenya, então, passou por pouquíssimas transformações visto que a língua não era usada no dia-a-dia. No entanto, ainda é possível notar algumas diferenças, como a perda de casos, entre o Quenya usado em Eldar e o Quenya usado na Terra-média na 3 a Era. Ainda permaneceu o fato de que "o quenya não era uma língua falada em Númenor. Era conhecido apenas dos eruditos e das famílias de alta linhagem, a quem se ensinava no início da adolescência. Era usado em documentos oficiais destinados a serem preservados, tais como as Leis, e no Pergaminho e nos Anais dos Reis (...), e freqüentemente em obras de tradição mais recônditas. Também se usava largamente na nomenclatura: os nomes oficiais de todos os lugares, regiões e acidentes geográficos da terra tinham forma Quenya (se bem que tinham também nomes locais, geralmente com o mesmo significado, em sindarin ou adûnaico). Os nomes pessoais, e especialmente os nomes oficiais e públicos, de todos os membros da casa real, e da Linhagem de Elros 18 em geral, eram dados em forma quenya" (Complete History (1992): Homens que viviam em Númenor. Esta ilha foi um presente dos Valar aos homens que se mantiveram fiéis a eles durante os conflitos da Primeira Era. 16

17 Segue abaixo uma estrutura que representaria as mais representativas línguas de Tolkien: Valarin Élfico Primitivo K Telerin Eldarin comum Avarin E Sindarin Antigo Nandorin Antigo Quenya Taliska Doriathrin Sindarin Orkish Nandorin 17 Aduânico

18 3. METODOLOGIA Então, para comparar estas línguas, defini determinados materiais para embasar as informações estruturais de cada língua. Isso porque, em especial, quanto ao EP e ao PIE, muitas das informações que temos são contraditórias. Pelo fato do EP ser uma língua hipotética, as teorias concorrentes discordam em determinados pontos de sua gramática (como, por exemplo, a questão das vogais proto-indo-européias). Aqui adotamos a leitura de Calvert Watkins (2002). Watkins apresenta uma estrutura para a língua que não é a mais tradicional e aborda também algumas questões como a hipótese glotálica, mesmo que faça isso de forma mais rápida e concisa. Não entramos na questão da formação do PIE neste trabalho também para fugir das várias hipóteses que há, como a da árvore genealógica ou a Wellentheorie 19 Assim, tomamos como base a reconstrução de Calvert Watkins (2001). Para dar tratamento às línguas élficas, usei o material que Fauskanger, autor do curso básico de Quenya (2004), disponibiliza na internet e o próprio curso básico traduzido para o português. Não pude cotejar seus apontamentos com todas as obras de Tolkien (em especial com o Etymologies e o Letters, que não são de fácil acesso para brasileiros 20 ) e muitas vezes discordo de seu tratamento dado às línguas. Apontarei no corpo do texto, quando discordar do autor. O trabalho iniciou-se com a leitura dos textos de Fauskanger e um levantamento de traços relacionáveis com a gramática do Grego. Após algumas leituras, inclui no estudo o PIE, em razão da posição ocupada pelo EP dentro da família élfica. Então as hipóteses de comparação passaram a abranger também o PIE e a evolução que gerou o Grego. 19 Teoria das ondas, J. Schmidt (1987) in Villar. 20 O Letters foi traduzido este ano para o português, no entanto, quando foi publicado já não havia mais tempo para que eu pudesse comparar as informações de Fauskanger com a fonte. 18

19 4. ASPECTOS FONOLÓGICOS Antes de iniciar qualquer tipo de investigação fonológica específica, acho relevante apontar os sistemas das línguas com as quais trabalharemos. PIE 21 EP Grego Quenya [a] [a] [a] [a] [a:] [a:] [a:] [a:] [e] [e] [e] [e] [e:] [e:] [e:] [ε:] [i] [i] [i] [i] [i:] [i:] [i:] [i:] [o] [o] [o] [o] [o:] [o:] [o:] [ɔ:] [u] [u] [u] [u] [u:] [u:] [u:] [u:] [y] [y] [y] [y] [y:] [b] [b] [b] [b] [d] [d] [d] [d] [g] [g] [g] [g] [ g w ] [ g w ] [g h ] [g h ] [ g j h ] [ g wh ] [ g j ] 21 Aqui não inserimos as laringais saussurianas por estas serão controversas na literatura protoindo-europeista. Para uma discussão sobre o assunto, vide Watkins (1998). 19

20 [b h ] [d h ] [p] [p] [p] [p] [t] [t] [t] [t] [k] [k] [k] [k] [ k j ] [k w ] [p h ] [p h ] [t h ] [t h ] [k h ] [k h ] [f] [s] [s] [s] [s] [zd] [l] [l] [ l ] [ l [ [ r] [r] [r] [r ] [m] [m] [m] [m] [n] [n] [n] [n] [ks] [w] [w] [w] [w] [j] [j] [j] [j] [x] [h] [ps] [ŋ] Tabela 1: Sistema Fonológico das Línguas 20

21 I. Vogais O primeiro aspecto que abordarei será a distribuição das vogais nos sistemas fonológicos das línguas. Note o quadro abaixo somente com as vogais de cada língua: PIE EP Quenya Grego [a] [a] [a] [a] [a:] [a:] [a:] [a:] [e] [e] [e] [e] [e:] [e:] [e:] [e:] [i] [i] [i] [i] [i:] [i:] [i:] [i:] [o] [o] [o] [o] [o:] [o:] [o:] [ɔ:] [u] [u] [u] [u:] [u:] [u:] [u:] [u] [y] [y:] [ε:] Tabela 2: Sistema Vocálico das línguas em questão É notável que das línguas trabalhadas, somente o Grego tem seu sistema vocálico diferenciado. Outras línguas do período, como o Latim, também tinham seu sistema vocálico baseado em 5 vogais com a contraposição longa/breve, assim era esperado que Tolkien preferisse utilizar o padrão mais regular em suas línguas, até porque tal padrão é o mais comum nas línguas do mundo. 21

22 Já no século IV d.c., o sistema vocálico do Grego já tinha se simplificado a ponto de ter apenas as cinco vogais, sem distinção de quantidade. Tal sistema ocorre também no Latim Tardio e em algumas línguas élficas, como no Avarin 22. Note a realização das vogais abaixo: PIE EP QUÊNIA A /alb h o/ (branco) /ereqa/ (isolado) /ela/ (veja) A: /sa:lo/ (salgado) /erja:/ (sozinho) /na:/ (é) E /nem/ (dar) /elen/ (estrela) /me/ (nós) E: /we:do/ (molhado) /stambe:/ (quarto) /callie:re/ (brilhou) I /nisdo/ (toca) /ninkwi/ (branco) /amil/ (mãe) I: /wi:so/ (veneno) /khi:na:/ (criança) /ki:ra/ (navegar) O /g j onu/ (joelho) /kwentro/ (narrador) /ambo/ (colina) O: /g j o:nwih/ (canto) /moroko:/ (urso) /xo:n/ (coração) U /putlo/ (menino) /kelun/ (rio) /amu/ (para cima) U: /mu:s/ (rato) /ndu:ne:/ (pôr-do-sol) /antu:lien/ (retornou) Tabela 3: Ocorrências das vogais em EP e PIE 22 O Avarin possui apenas as vogais breves: (EP) kwendī > (Avarin) kindi (elfos). 22

Unidade: Os Níveis de Análise Linguística I. Unidade I:

Unidade: Os Níveis de Análise Linguística I. Unidade I: Unidade: Os Níveis de Análise Linguística I Unidade I: 0 OS NÍVEIS DE ANÁLISE LINGUÍSTICA I Níveis de análise da língua Análise significa partição em segmentos menores para melhor compreensão do tema.

Leia mais

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Meditação Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 03/03/2013 PROFESSORA: A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Versículos para decorar: 1 - O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida. (Jó 33:4)

Leia mais

A MORFOLOGIA EM LIBRAS Flancieni Aline R. Ferreira (UERJ) flan.uerj@hotmail.com

A MORFOLOGIA EM LIBRAS Flancieni Aline R. Ferreira (UERJ) flan.uerj@hotmail.com XVIII CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA A MORFOLOGIA EM LIBRAS Flancieni Aline R. Ferreira (UERJ) flan.uerj@hotmail.com RESUMO Neste trabalho, discutiremos sobre o estudo morfossintático da

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática 1 Sumário Introdução...04 O segredo Revelado...04 Outra maneira de estudar Inglês...05 Parte 1...06 Parte 2...07 Parte 3...08 Por que NÃO estudar Gramática...09 Aprender Gramática Aprender Inglês...09

Leia mais

/z/ depois [+vozeado] Além disso As crianças generalizam automaticamente com base em traços elas não aprendem primeiro de uma base fonema por fonema

/z/ depois [+vozeado] Além disso As crianças generalizam automaticamente com base em traços elas não aprendem primeiro de uma base fonema por fonema Fonética e Fonologia 24.900: Introdução à Linguagem anotações das aulas: semana de 04 de Março de 2002 Conjunto de Problemas # 4: Para Segunda-feira, 11/03/02 Apostila sobre o principal para a identificação

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

O AUXÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA

O AUXÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA O AUÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA Ana Beatriz Miranda Jorge UFCG/ beatrizjmiranda@gmail.com Bruna Melo do Nascimento UEPB/ bruna.melo.nascimento@gmail.com Isabelle Coutinho Ramos Benício

Leia mais

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães 1 Guia do Professor Episódio Conhecendo a Cidade Programa Vozes da Cidade Apresentação Como já vimos nos trabalhos desenvolvidos para

Leia mais

PONTUAÇÃO EXERCÍCIO. Há quatro sinais que são empregados: 1) Vírgula (, ): como na nossa gramática (,);

PONTUAÇÃO EXERCÍCIO. Há quatro sinais que são empregados: 1) Vírgula (, ): como na nossa gramática (,); PONTUAÇÃO 11 Há quatro sinais que são empregados: 1) Vírgula (, ): como na nossa gramática (,); 2) Ponto Final (. ): semelhante ao nosso ponto (.); 3) Ponto Medial ( ): acima da linha e pode tanto ser

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

CAPÍTULO 9: CONCORDÂNCIA DO VERBO SER

CAPÍTULO 9: CONCORDÂNCIA DO VERBO SER CAPÍTULO 9: CONCORDÂNCIA DO VERBO SER Vejamos os exemplos de concordância do verbo ser: 1. A cama eram (ou era) umas palhas. Isto são cavalos do ofício. A pátria não é ninguém: são todos. (Rui Barbosa).

Leia mais

Memória de um Letrado. Daniel Vinícius Ferreira Ronque

Memória de um Letrado. Daniel Vinícius Ferreira Ronque Memória de um Letrado Daniel Vinícius Ferreira Ronque Memórias de um Letrado Homo sum humani a me nihil alienum puto Publio Terêncio Afro Dedicatória Dedico esse livro a todos que ajudaram-me para elaboração

Leia mais

ABREVIATURAS. ac. acusativo adj. adjetivo adv. advérbio aor. aoristo art. artigo definido

ABREVIATURAS. ac. acusativo adj. adjetivo adv. advérbio aor. aoristo art. artigo definido SUMÁRIO Abreviaturas...009 Introdução...011 01. O alfabeto...013 02. Letras maiúsculas, acentos, pontuação, proclíticas, enclíticas e o iota subscrito...023 03. Os casos...033 04. O artigo definido...039

Leia mais

Inglesar.com.br. asasasadsddsçlf

Inglesar.com.br. asasasadsddsçlf 1 Sumário Introdução...04 Passo 1...04 Passo 2...05 Passo 3...05 É possível Aprender Inglês Rápido?...07 O Sonho da Fórmula Mágica...07 Como Posso Aprender Inglês Rápido?...09 Porque isto Acontece?...11

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

Inglês. Curso de Áudio

Inglês. Curso de Áudio Inglês Curso de Áudio Sobre a Autora ingressou na Universidade do Norte de Iowa em 1998, em dois cursos: pedagogia e espanhol. Após se mudar para Indianápolis, estado de Indiana, em 1999, ela passou a

Leia mais

A EDUCAÇÃO DOS SURDOS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO-CRÍTICA RESUMO

A EDUCAÇÃO DOS SURDOS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO-CRÍTICA RESUMO A EDUCAÇÃO DOS SURDOS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO-CRÍTICA Mayara Cordeiro da Silva ( UFAL) Mayaracordeiro4@gmail.com Rebecca Thamyres de Missena Costa( UFAL) rebecca.ufal@gmail.com RESUMO Muito vem sendo discutido

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04 A INTERCULTURALIDADE E SEUS REFLEXOS NA PRODUÇÃO DE TEXTOS DE ALUNOS DESCENDENTES DE POMERANOS Tatiani Ramos (UFES) tateletras@yahoo.com.br INTRODUÇÃO Segundo Costa Val (1997), o texto é uma unidade de

Leia mais

Na sala de aula com as crianças

Na sala de aula com as crianças O CD Rubem Alves Novas Estórias, volume 3, abre novas janelas de oportunidade para quem gosta da literatura. Através do audiolivro podemos apreciar encantadoras histórias e deixar fluir a imaginação. Rubem

Leia mais

ESCOLA BÁSICA FERNANDO CALDEIRA Currículo de Português. Departamento de Línguas. Currículo de Português - 7º ano

ESCOLA BÁSICA FERNANDO CALDEIRA Currículo de Português. Departamento de Línguas. Currículo de Português - 7º ano Departamento de Línguas Currículo de Português - Domínio: Oralidade Interpretar discursos orais com diferentes graus de formalidade e complexidade. Registar, tratar e reter a informação. Participar oportuna

Leia mais

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade 1 Guia do Professor Episódio Conhecendo a Cidade Programa Vozes da Cidade Apresentação Como já vimos nos trabalhos desenvolvidos para o episódio 1, os trabalhos para o episódio 2 também trazem várias questões

Leia mais

Tia Pri Didáticos Educação Cristã PROIBIDA REPRODUÇÃO,CÓPIA OU DISTRIBUIÇÃO POR QUALQUER MEIO tiapri@tiapri.com (47) 3365-4077 www.tiapri.

Tia Pri Didáticos Educação Cristã PROIBIDA REPRODUÇÃO,CÓPIA OU DISTRIBUIÇÃO POR QUALQUER MEIO tiapri@tiapri.com (47) 3365-4077 www.tiapri. Tia Pri Didáticos Educação Cristã PROIBIDA REPRODUÇÃO,CÓPIA OU DISTRIBUIÇÃO POR QUALQUER MEIO tiapri@tiapri.com (47) 3365-4077 www.tiapri.com Página 1 1. HISTÓRIA SUNAMITA 2. TEXTO BÍBLICO II Reis 4 3.

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

GUIA PARA ESCREVER MELHOR. Saiba que erros evitar para ter um bom desempenho na prova de redação

GUIA PARA ESCREVER MELHOR. Saiba que erros evitar para ter um bom desempenho na prova de redação GUIA PARA ESCREVER MELHOR Saiba que erros evitar para ter um bom desempenho na prova de redação Í N D I C E Capítulo 1 Não exagere nos adjetivos Capítulo 2 Evite o queísmo Capítulo 3 Não seja intrometido(a)

Leia mais

Indice. Bullying O acaso... 11

Indice. Bullying O acaso... 11 Indice Bullying O acaso... 11 Brincadeira de mau gosto. Chega! A história... 21 O dia seguinte... 47 A paixão... 53 O reencontro... 61 O bullying... 69 9 Agosto/2010 O acaso Terça-feira. O sol fazia um

Leia mais

RECADO AOS PROFESSORES

RECADO AOS PROFESSORES RECADO AOS PROFESSORES Caro professor, As aulas deste caderno não têm ano definido. Cabe a você decidir qual ano pode assimilar cada aula. Elas são fáceis, simples e às vezes os assuntos podem ser banais

Leia mais

Como conseguir um Marido Cristão Em doze lições

Como conseguir um Marido Cristão Em doze lições Como conseguir um Marido Cristão Em doze lições O. T. Brito Pág. 2 Dedicado a: Minha filha única Luciana, Meus três filhos Ricardo, Fernando, Gabriel e minha esposa Lúcia. Pág. 3 Índice 1 é o casamento

Leia mais

BIOLOGIA IACI BELO. Como duas espécies distintas podem evoluir para formas idênticas?

BIOLOGIA IACI BELO. Como duas espécies distintas podem evoluir para formas idênticas? BIOLOGIA IACI BELO www.iaci.com.br ASSUNTO: EVOLUÇÃO CONVERGENTE Série: 3EM Como duas espécies distintas podem evoluir para formas idênticas? por Joshua Clark - traduzido por HowStuffWorks Brasil Há cerca

Leia mais

Content Area Grade Quarter Língua Portuguesa 6ª Serie Unidade I

Content Area Grade Quarter Língua Portuguesa 6ª Serie Unidade I Content Area Grade Quarter Língua 6ª Serie Unidade I Texto: parágrafos: descritivo/comparativo; reconto; resenha crítica, anedota, cartum, revista em quadrinhos Linguística: comunicação: elementos/códigos;

Leia mais

Muito prazer Curso de português do Brasil para estrangeiros

Muito prazer Curso de português do Brasil para estrangeiros Modo: indicativo O modo indicativo expressa um fato de maneira definida, real, no presente, passado ou futuro, na frase afirmativa, negativa ou interrogativa. Presente Presente Passado (=Pretérito) Pretérito

Leia mais

Curso de Quenya. Helge Kåre Fauskanger (helge.fauskanger@nor.uib.no) Tradução Gabriel Tilion Oliva Brum (tilion@terra.com.br)

Curso de Quenya. Helge Kåre Fauskanger (helge.fauskanger@nor.uib.no) Tradução Gabriel Tilion Oliva Brum (tilion@terra.com.br) Curso de Quenya Helge Kåre Fauskanger (helge.fauskanger@nor.uib.no) Tradução Gabriel Tilion Oliva Brum (tilion@terra.com.br) Prefácio O curso não pressupõe conhecimento de lingüística; mesmo os termos

Leia mais

CONTEÚDO PREVISTO/2015 6º ANO

CONTEÚDO PREVISTO/2015 6º ANO CONTEÚDO PREVISTO/2015 6º ANO DISCIPLINA 1º BIMESTRE 2º BIMESTRE 3º BIMESTRE 4º BIMESTRE GRAMÁTICA Cap. 1 Uso do dicionário. Alfabeto Cap. 2 Fonema e letra. Encontros vocálicos Cap. 3 Estudo da sílaba

Leia mais

PORTUGUÊS CIDA BISPO

PORTUGUÊS CIDA BISPO TIPO 1 PORTUGUÊS CIDA BISPO 7º UNIDADE IV Orientações: Não será aceita a utilização de corretivo; não será permitido o empréstimo de material durante a avaliação; use somente caneta esferográfica azul

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE A LÍNGUA KAXARARI DA FAMÍLIA PANO: ANÁLISE DE ALGUNS ASPECTOS FONOLÓGICOS

UM ESTUDO SOBRE A LÍNGUA KAXARARI DA FAMÍLIA PANO: ANÁLISE DE ALGUNS ASPECTOS FONOLÓGICOS UM ESTUDO SOBRE A LÍNGUA KAXARARI DA FAMÍLIA PANO: ANÁLISE DE ALGUNS ASPECTOS FONOLÓGICOS Priscila Hanako Ishy 1 ; Gláucia Vieira Cândido 2 ; Lincoln Almir Amarante Ribeiro3 1 Bolsista PBIC /CNPq, graduanda

Leia mais

PROVA BIMESTRAL Língua portuguesa

PROVA BIMESTRAL Língua portuguesa 7 o ano 2 o bimestre PROVA BIMESTRAL Língua portuguesa Escola: Nome: Turma: n o : Sotaque mineiro: é ilegal, imoral ou engorda? Gente, simplificar é um pecado. Se a vida não fosse tão corrida, se não tivesse

Leia mais

Objetivo. Letras. Análise Linguística? Em que consiste? Estruturas fonológicas da língua portuguesa. Prof a : Dr a. Leda Cecília Szabo

Objetivo. Letras. Análise Linguística? Em que consiste? Estruturas fonológicas da língua portuguesa. Prof a : Dr a. Leda Cecília Szabo Letras Prof a : Dr a. Leda Cecília Szabo Estruturas fonológicas da língua portuguesa Objetivo Entrar em contato com as características da análise fonológica. Conhecer os fonemas consonantais e vocálicos

Leia mais

16 Pronúncia do Inglês

16 Pronúncia do Inglês Este livro tem por objetivo central apresentar os sons do inglês aos falantes do português brasileiro. Pretende-se, ainda, indicar algumas diferenças de pronúncia entre variedades do inglês falado em diferentes

Leia mais

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Paula Botelho Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da UFMG. Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos (GEPES),

Leia mais

LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER

LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER Duas explicações da Origem do mundo palavra (a linguagem verbal) associada ao poder mágico de criar. Atributo reservado a Deus. Através dela ele criou as

Leia mais

PONTUAÇÃO: é preciso saber usar a vírgula!

PONTUAÇÃO: é preciso saber usar a vírgula! PONTUAÇÃO: é preciso saber usar a vírgula! Bete Masini A pontuação é, sem dúvida, um dos principais elementos coesivos do nosso texto. Certamente, não podemos crer no que muitos já falaram (e ainda falam):

Leia mais

VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE

VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE É Preciso saber Viver Interpretando A vida na perspectiva da Espiritualidade Cristã Quem espera que a vida seja feita de ilusão Pode até ficar maluco ou morrer na solidão É

Leia mais

Bíblia para crianças. apresenta O SÁBIO REI

Bíblia para crianças. apresenta O SÁBIO REI Bíblia para crianças apresenta O SÁBIO REI SALOMÃO Escrito por: Edward Hughes Ilustradopor:Lazarus Adaptado por: Ruth Klassen O texto bíblico desta história é extraído ou adaptado da Bíblia na Linguagem

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

>> VEJA OS FATOS. 2008 Para os mortais foi a crise da bolsa de valores de NY. Mas para nós Olimpianos foi a grande guerra contra Cronos de NY.

>> VEJA OS FATOS. 2008 Para os mortais foi a crise da bolsa de valores de NY. Mas para nós Olimpianos foi a grande guerra contra Cronos de NY. Graças a semideuses e muita investigação, o Jornal do Olimpo e o fã clube Alguma Olimpiana trouxeram as respostas para o que está por vir no dia 21 de Dezembro. Só aqui você poderá sabe quem está por trás

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto de Vida MACHADO, Nilson José. Projeto de vida. Entrevista concedida ao Diário na Escola-Santo André, em 2004. Disponível em: .

Leia mais

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

Disciplina de Leitura Pessoal Manual do Aluno David Batty

Disciplina de Leitura Pessoal Manual do Aluno David Batty Disciplina de Leitura Pessoal Manual do Aluno David Batty Nome Data de início: / / Data de término: / / 2 Leitura Pessoal David Batty 1ª Edição Brasil As referências Bíblicas usadas nesta Lição foram retiradas

Leia mais

CAPÍTULO 5: O EMPREGO DE: Este, Esse ou Aquele

CAPÍTULO 5: O EMPREGO DE: Este, Esse ou Aquele CAPÍTULO 5: O EMPREGO DE: Este, Esse ou Aquele Em português existem três pronomes demonstrativos com suas formas variáveis em gênero e número e invariáveis [isto, isso, aquilo]. Eles assinalam a posição

Leia mais

Conhecer o conteúdo programático do componente Língua Portuguesa e desenvolver habilidades de compreensão, interpretação e produção de textos orais e

Conhecer o conteúdo programático do componente Língua Portuguesa e desenvolver habilidades de compreensão, interpretação e produção de textos orais e Conhecer o conteúdo programático do componente Língua Portuguesa e desenvolver habilidades de compreensão, interpretação e produção de textos orais e escritos à maneira adequada do padrão da língua materna;

Leia mais

SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA

SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA Gabriel de Ávila Othero 1 gabnh@terra.com.br... o tempo altera todas as coisas; não existe razão para que a língua escape a essa lei universal. Ferdinand de Saussure 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO OBEDUC RANIÉRE ANDRÉ FERNANDES.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO OBEDUC RANIÉRE ANDRÉ FERNANDES. UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO OBEDUC RANIÉRE ANDRÉ FERNANDES. ANÁLISE DAS MEMÓRIAS DOS PROFESSORES DA ESCOLA MUNICIPAL DE TEMPO INTERGRAL JARDIM

Leia mais

1ª Série do Ensino Médio/ 2 Trimestre SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES

1ª Série do Ensino Médio/ 2 Trimestre SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES Sem limite para crescer! Resumo das aulas de Filosofia 1ª Série do Ensino Médio/ 2 Trimestre SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES Esses três filósofos foram os inauguradores da filosofia ocidental como a que

Leia mais

EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS (6º ANO)

EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS (6º ANO) EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS (6º ANO) ADJETIVO 1. Leia. Escreva o substantivo que dá nome ao animal citado no texto. 2. De acordo com a ilustração, escreva esse substantivo e uma palavra que atribua característica

Leia mais

A Música No Processo De Aprendizagem

A Música No Processo De Aprendizagem A Música No Processo De Aprendizagem Autora: Jéssica Antonia Schumann (FCSGN) * Coautor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: O presente trabalho tem por objetivo investigar sobre a importância em

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA I C/H 102 (2358) intermediário de proficiência

Leia mais

A Linguística Formal e sua relação com o ensino e com a pesquisa. Prof. Dr. Aline Lorandi Prof. Doutoranda Taíse Simioni UNIPAMPA Bagé Março/2011

A Linguística Formal e sua relação com o ensino e com a pesquisa. Prof. Dr. Aline Lorandi Prof. Doutoranda Taíse Simioni UNIPAMPA Bagé Março/2011 A Linguística Formal e sua relação com o ensino e com a pesquisa Prof. Dr. Aline Lorandi Prof. Doutoranda Taíse Simioni UNIPAMPA Bagé Março/2011 Ementa A Linguística formal se dedica ao estudo da estrutura

Leia mais

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE)

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) SÓCRATES (469-399 a.c.) CONTRA OS SOFISTAS Sofistas não são filósofos: não têm amor pela sabedoria e nem respeito pela verdade. Ensinavam a defender o que

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA.

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. Rosângela de Fátima Cavalcante França* Universidade Federal de Mato Grosso do Sul RESUMO Este texto apresenta de forma resumida

Leia mais

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. Tema 2012: Flora Brasileira Araucária

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. Tema 2012: Flora Brasileira Araucária HINÁRIO O APURO Tema 2012: Flora Brasileira Araucária Francisco Grangeiro Filho 1 www.hinarios.org 2 01 PRECISA SE TRABALHAR Marcha Precisa se trabalhar Para todos aprender A virgem mãe me disse Que é

Leia mais

CURSO: TRIBUNAL REGULAR ASSUNTOS: CONCORDÂNCIA NOMINAL / CONCORDÂNCIA VERBAL SUMÁRIO DE AULA DÉCIO SENA

CURSO: TRIBUNAL REGULAR ASSUNTOS: CONCORDÂNCIA NOMINAL / CONCORDÂNCIA VERBAL SUMÁRIO DE AULA DÉCIO SENA CURSO: TRIBUNAL REGULAR ASSUNTOS: CONCORDÂNCIA NOMINAL / CONCORDÂNCIA VERBAL SUMÁRIO DE AULA DÉCIO SENA PRIMEIRA PARTE: CONCORDÂNCIA NOMINAL I. Regra Geral II. Casos Particulares I) Regra Geral: Exemplo:

Leia mais

ESTUDO 1 - ESTE É JESUS

ESTUDO 1 - ESTE É JESUS 11. Já vimos que Jesus Cristo desceu do céu, habitou entre nós, sofreu, morreu, ressuscitou e foi para a presença de Deus. Leia João 17:13 e responda: Onde está Jesus Cristo agora? Lembremo-nos que: Jesus

Leia mais

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 3 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA POLO: UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO CCE LETRAS-LIBRAS BACHARELADO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA POLO: UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO CCE LETRAS-LIBRAS BACHARELADO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA POLO: UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO CCE LETRAS-LIBRAS BACHARELADO Joaquim Cesar Cunha dos Santos ATIVIDADE 07 DISCIPLINA:

Leia mais

Homens. Inteligentes. Manifesto

Homens. Inteligentes. Manifesto Homens. Inteligentes. Manifesto Ser homem antigamente era algo muito simples. Você aprendia duas coisas desde cedo: lutar para se defender e caçar para se alimentar. Quem fazia isso muito bem, se dava

Leia mais

Amar Dói. Livro De Poesia

Amar Dói. Livro De Poesia Amar Dói Livro De Poesia 1 Dedicatória Para a minha ex-professora de português, Lúcia. 2 Uma Carta Para Lúcia Querida professora, o tempo passou, mas meus sonhos não morreram. Você foi uma pessoa muito

Leia mais

Histórias de. Comunidade de Aprendizagem. Histórias de Comunidade de Aprendizagem 1

Histórias de. Comunidade de Aprendizagem. Histórias de Comunidade de Aprendizagem 1 Histórias de Comunidade de Aprendizagem Histórias de Comunidade de Aprendizagem 1 Introdução O projeto Comunidade de Aprendizagem é baseado em um conjunto de atuações de êxito voltadas para a transformação

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS PROVAS / ATIVIDADES PEDAGÓGICAS Processo Seletivo 2016 para Ensino Fundamental e Ensino Médio

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS PROVAS / ATIVIDADES PEDAGÓGICAS Processo Seletivo 2016 para Ensino Fundamental e Ensino Médio / ATIVIDADES PEDAGÓGICAS 1º Ano do Ensino Fundamental (Alunos concluintes do 2º Período da Educação Infantil) Escrita do nome completo; Identificar e reconhecer as letras do alfabeto; Identificar e diferenciar

Leia mais

A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA. Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br

A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA. Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br Resumo: o presente trabalho cujo tema é a Evolução do desenho da criança teve por objetivo identificar o processo

Leia mais

1676 TÓPICO C Este ensaio filosófico tem como tema central a legitimidade moral da eutanásia. Face a este problema, destacam-se dois autores dos quais conseguimos extrair dois pontos de vista relacionados

Leia mais

1. Você escolhe a pessoa errada porque você espera que ela mude após o casamento.

1. Você escolhe a pessoa errada porque você espera que ela mude após o casamento. 10 Maneiras de se Casar com a Pessoa Errada O amor cego não é uma forma de escolher um parceiro. Veja algumas ferramentas práticas para manter os seus olhos bem abertos. por Rabino Dov Heller, Mestre em

Leia mais

POR QUE SONHAR SE NÃO PARA REALIZAR?

POR QUE SONHAR SE NÃO PARA REALIZAR? POR QUE SONHAR SE NÃO PARA REALIZAR? Como Encontrar a Verdadeira Felicidade Rosanne Martins Introdução Este livro foi escrito com o intuito de inspirar o leitor a seguir o sonho que traz em seu coração.

Leia mais

AULA 4 O MESSIAS: SATISFAÇÃO DEFINITIVA, ADORAÇÃO VERDADEIRA E EVANGELIZAÇÃO SEM FRONTEIRAS TEMA: A PRIORIDADE DA EVANGELIZAÇÃO TEXTO: JOÃO 4.

AULA 4 O MESSIAS: SATISFAÇÃO DEFINITIVA, ADORAÇÃO VERDADEIRA E EVANGELIZAÇÃO SEM FRONTEIRAS TEMA: A PRIORIDADE DA EVANGELIZAÇÃO TEXTO: JOÃO 4. AULA 4 O MESSIAS: SATISFAÇÃO DEFINITIVA, ADORAÇÃO VERDADEIRA E EVANGELIZAÇÃO SEM FRONTEIRAS TEMA: A PRIORIDADE DA EVANGELIZAÇÃO TEXTO: JOÃO 4.1-42 INTRODUÇÃO A narrativa da Mulher Samaritana se desenvolve

Leia mais

Vencedores! Ideias de Negócio. Passos para criar. Descubra como criar ideias com potencial lucrativo, alinhadas com suas habilidades pessoais!

Vencedores! Ideias de Negócio. Passos para criar. Descubra como criar ideias com potencial lucrativo, alinhadas com suas habilidades pessoais! Por Rafael Piva Guia 33 Prático Passos para criar Ideias de Negócio Vencedores! Descubra como criar ideias com potencial lucrativo, alinhadas com suas habilidades pessoais! Que bom que você já deu um dos

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 4CCHLADLEMPLIC04 OBSERVAÇÃO EM SALA DE AULA E/LE Bruna Mikaele Siquiera (1) María del Pilar Roca (3) Centro de Ciências Humanas, Artes e Letras/ Departamento de Letras Estrangeiras Modernas RESUMO Esse

Leia mais

Autor (a): Januária Alves

Autor (a): Januária Alves Nome do livro: Crescer não é perigoso Editora: Gaivota Autor (a): Januária Alves Ilustrações: Nireuda Maria Joana COMEÇO DO LIVRO Sempre no fim da tarde ela ouvia no volume máximo uma musica, pois queria

Leia mais

Unidade 01- Estamos apenas começando Deus criou, eu cuidarei

Unidade 01- Estamos apenas começando Deus criou, eu cuidarei Olhando as peças Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 01- Estamos apenas começando Deus criou, eu cuidarei O velho testamento está cheio de histórias que Deus nos deu, espantosas e verdadeiras.

Leia mais

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil Documento do MEJ Internacional Para que a minha alegria esteja em vós Por ocasião dos 100 anos do MEJ O coração do Movimento Eucarístico Juvenil A O coração do MEJ é a amizade com Jesus (Evangelho) B O

Leia mais

3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas. Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão

3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas. Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão 3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão ACADEMIA DE PLATÃO. Rafael, 1510 afresco, Vaticano. I-Revisão brevíssima

Leia mais

Exercícios de gramática do uso da língua portuguesa do Brasil

Exercícios de gramática do uso da língua portuguesa do Brasil Sugestão: estes exercícios devem ser feitos depois de estudar a Unidade 1 por completo do livrotexto Muito Prazer Unidade 1 - I Pronomes pessoais Eu Tu 1 Você 2 / ele/ela A gente 3 Nós Vós 4 Eles/ elas

Leia mais

A língua inglesa a serviço da interação Uma experiência de uso prático de projetos pedagógicos no ensino de língua estrangeira

A língua inglesa a serviço da interação Uma experiência de uso prático de projetos pedagógicos no ensino de língua estrangeira A língua inglesa a serviço da interação Uma experiência de uso prático de projetos pedagógicos no ensino de língua estrangeira Quando falávamos em projetos nas cadeiras teóricas da faculdade não conseguia

Leia mais

Para início de conversa 9. Família, a Cia. Ltda. 13. Urca, onde moro; Rio, onde vivo 35. Cardápio de lembranças 53

Para início de conversa 9. Família, a Cia. Ltda. 13. Urca, onde moro; Rio, onde vivo 35. Cardápio de lembranças 53 Rio de Janeiro Sumário Para início de conversa 9 Família, a Cia. Ltda. 13 Urca, onde moro; Rio, onde vivo 35 Cardápio de lembranças 53 O que o homem não vê, a mulher sente 75 Relacionamentos: as Cias.

Leia mais

INTRODUÇÃO. A fragilidade do cristal não é fraqueza, mas pureza. Frase do filme Na natureza selvagem

INTRODUÇÃO. A fragilidade do cristal não é fraqueza, mas pureza. Frase do filme Na natureza selvagem INTRODUÇÃO A fragilidade do cristal não é fraqueza, mas pureza. Frase do filme Na natureza selvagem Quero tocar as estrelas Mas já sei Que não poderei Senti-las Pois a viagem É sem volta. Nash Ngaïve,

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

Meu pássaro de papel

Meu pássaro de papel ALUNO (A): ANO: 3º TURMA: (A) (C) PROFESSOR (A): VALOR DA AVALIAÇÃO: 40 pontos DATA: CENTRO EDUCACIONAL SAGRADA FAMÍLIA 22 / 08 / 2013 TRIMESTRE: 2º NOTA: COMPONENTE CURRICULAR: LÍNGUA PORTUGUESA ENSINO

Leia mais

A.JOSÉ C.COELHO JOSEPH SHAFAN. Baratas em fabelas e Filosofias fabulosas

A.JOSÉ C.COELHO JOSEPH SHAFAN. Baratas em fabelas e Filosofias fabulosas A.JOSÉ C.COELHO JOSEPH SHAFAN Baratas em fabelas e Filosofias fabulosas J OSEPH S HAFAN Baratas em fabelas e Filosofias fabulosas 2005 A.José C.Coelho. Todos os direitos reservados. E-book Caprice lelahel.aj@uol.com.br

Leia mais

PROEX Assessoria de Ações Inclusivas Encontro dos NAPNEs: por um IFRS Inclusivo

PROEX Assessoria de Ações Inclusivas Encontro dos NAPNEs: por um IFRS Inclusivo PROEX Assessoria de Ações Inclusivas Encontro dos NAPNEs: por um IFRS Inclusivo Pergunta 01 Quais termos você usa para identificar uma pessoa surda? A Deficiente auditivo B Surdo-Mudo C Surdo D Mudinho

Leia mais

Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido.

Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido. Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido. Assim que ela entrou, eu era qual um menino, tão alegre. bilhete, eu não estaria aqui. Demorei a vida toda para encontrá-lo. Se não fosse o

Leia mais

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. www.hinarios.org 01 PRECISA SE TRABALHAR 02 JESUS CRISTO REDENTOR

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. www.hinarios.org 01 PRECISA SE TRABALHAR 02 JESUS CRISTO REDENTOR HINÁRIO O APURO Tema 2012: Flora Brasileira Araucária Francisco Grangeiro Filho 1 www.hinarios.org 2 01 PRECISA SE TRABALHAR 02 JESUS CRISTO REDENTOR Precisa se trabalhar Para todos aprender A virgem mãe

Leia mais

Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: PARA QUEM CURSA O 5 Ọ ANO EM 2014. Disciplina: PoRTUGUÊs UMA IDEIA TODA AZUL

Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: PARA QUEM CURSA O 5 Ọ ANO EM 2014. Disciplina: PoRTUGUÊs UMA IDEIA TODA AZUL Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 5 Ọ ANO EM 2014 Disciplina: PoRTUGUÊs Prova: desafio nota: UMA IDEIA TODA AZUL Um dia o Rei teve uma ideia. Era a primeira da vida

Leia mais

As questões a seguir foram extraídas de provas de concurso.

As questões a seguir foram extraídas de provas de concurso. COMENTÁRIO QUESTÕES DE PORTUGUÊS PROFESSORA: FABYANA MUNIZ As questões a seguir foram extraídas de provas de concurso. 1. (FCC)...estima-se que sejam 20 línguas. (2º parágrafo) O verbo flexionado nos mesmos

Leia mais

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Estrutura de um projeto de pesquisa: 1. TEMA E TÍTULO DO PROJETO 2. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA 3. INTRODUÇÃO 4. RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA 5. OBJETIVOS

Leia mais

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa.

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Encontro com a Palavra Agosto/2011 Mês de setembro, mês da Bíblia 1 encontro Nosso Deus se revela Leitura Bíblica: Gn. 12, 1-4 A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Boas

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

Letras. Objetivo. Aspectos das Conexões Sintáticas. Prof a. Dr a. Leda Szabo

Letras. Objetivo. Aspectos das Conexões Sintáticas. Prof a. Dr a. Leda Szabo Letras Prof a. Dr a. Leda Szabo Aspectos das Conexões Sintáticas Objetivo Diferenciar o objeto de estudo da análise de base sintática do objeto de estudo da análise do discurso. Compreender a diferença

Leia mais

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ Entrevista com DJ Meu nome é Raul Aguilera, minha profissão é disc-jóquei, ou DJ, como é mais conhecida. Quando comecei a tocar, em festinhas da escola e em casa, essas festas eram chamadas de "brincadeiras

Leia mais

A 9ª Sinfonia de Beethoven e a Maçonaria

A 9ª Sinfonia de Beethoven e a Maçonaria A 9ª Sinfonia de Beethoven e a Maçonaria Eduardo José Gomes No ano de 2004 nasceu entre mim e o valoroso Irmão Gilmar Fernandes da Silva, da Loja Mensageiros da Liberdade, a idéia da criação de um trabalho

Leia mais