LAUDO TÉCNICO RETIFICADOR

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1 1 EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP Processo nº FÁBIO COSTA, Engenheiro Civil, devidamente registrado no Crea sob nº /D, Perito Judicial, louvado e compromissado nos autos da PROCEDIMENTO ORDINÁRIO que JAIME ALVES DA SILVA E OUTRA promove em face de EDUARDO GALERA DA SILVA E OUTRA, tendo procedido às diligências necessárias ao cumprimento de sua missão, vêm apresentar à V.Exa. o resultado de seu trabalho, fundamentado no presente LAUDO TÉCNICO RETIFICADOR São Paulo, 07 de maio de FÁBIO COSTA Engenheiro Civil CREA /D Membro do IBAPE N 793

2 2 Í N D I C E I. Preliminares... 3 II. vistoria... 4 III. LOCALIZAÇÃO... 5 IV. DO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO TÉCNICO... 6 V. RELATÓRIO FOTOGRÁFICO... 7 VI. danos de construção civil: enfoque sob a ótica da engenharia legal VI.1. Classificação dos danos segundo a origem: VII. dos danos existentes no imóvel OBJETIVADO VII.1. DAS ANOMALIAS OBSERVADAS: VIII. CONCLUSÕES IX. QUESITOS FORMULADOS PELO AUTOR ÀS FOLHAS 268/ X. Encerramento... 31

3 3 I. PRELIMINARES Trata-se o presente Laudo Oficial da AÇÃO DE INDENIZAÇÃO que JAIME ALVES DA SILVA E SUA ESPOSA promove em face de EDUARDO GALERA E SUA ESPOSA, autos do processo ora em epígrafe. Conforme vem no R. Despacho de folha 365 e 368, o D. Juízo nomeia este signatário a fim de dar prosseguimento a perícia, onde cuidará para analisar as críticas formuladas pelos assistentes técnicos, complementando ou retificando o laudo, se o caso, podendo também realizar vistoria caso entenda pessoalmente necessário na eventualidade da faltarem elementos na investigação já constante dos autos. Cabente a prova pericial, foi o signatário nomeado perito às fls. 368 assumindo o compromisso de, bem e fielmente, sem dolo nem malícia, apresentar seu parecer sobre a lide ora focalizada, o que o faz por meio do presente LAUDO TÉCNICO RETIFICADOR. O requerente apresentou quesitos a serem respondidos pelo signatário ás fls. 268 e constituindo Assistente Técnico o engenheiro Jorge Takashi Noda. O requerido formulou quesitos às folhas 263, porém constituiu Assistente Técnico o engenheiro Roberto de Moraes Reina.

4 4 II. VISTORIA Após o estudo acurado da matéria, procedeu ao signatário à vistoria dos imóveis objetos da lide, tanto do autor quanto do réu, quando então buscou observar seus dimensionamentos, características aparentes e demais detalhes de interesse a mais completa e perfeita elucidação da matéria. A vistoria foi realizada pelo signatário no dia 28/03/2012. Na vistoria, houve presença do signatário e seu auxiliar Sidney Machado, além das presenças dos autores e réus, bem como seus respectivos assistentes técnicos e o patrono do autor. Os convites aos assistentes técnicos (via patronos das partes) foram enviados por e confirmados conforme segue em anexo 01. Ressalta o técnico que o exame pericial se aterá aos documentos existentes nos autos bem como aqueles colhidos por ocasião da vistoria empreendida. Após a vistoria e envio de solicitando novos elementos de compreensão (anexo 02), este signatário recebeu diversos documentos que serão relacionados a seguir e fazem parte integrante deste laudo técnico complementar: Documentos fornecidos pelo A.T. do autor: anexos 04, 05, 06 e 07; Fotos fornecidas pelo réu: anexo 03; Documentos fornecidos pelo A.T. do réu: anexo 08;

5 5 III. LOCALIZAÇÃO O imóvel objetivado situa-se na Rua Geldartes Wilson nº 238, do Condomínio Sunset, no Bairro Jardim Aquarius, Município de São José dos Campos, Estado de São Paulo.

6 6 IV. DO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO TÉCNICO Após vistoria em ambos os imóveis no dia aprazado, do autor e réu, este signatário partiu para elucidação do feito. No entanto após análise do laudo do colega perito anteriormente nomeado Tácito Brito de Macedo às folhas 310/333 e dos pareceres técnicos dos Assistentes do autor às folhas 339/353 e do réu às folhas 360/362, bem como os documentos existentes no processo e aqueles recebidos a posteriori que fazem parte dos anexos deste trabalho técnico, resultará em um laudo técnico RETIFICADOR. Mais detalhes do imóvel poderão ser apreciados pelas fotos do Relatório Fotográfico do presente Laudo Oficial do presente trabalho.

7 7 V. RELATÓRIO FOTOGRÁFICO 1 FOTOS 1, 2 Eis os imóveis sob júdice. À esquerda acima foto imóvel do autor e direita do réu. Em diversos ângulos de visão. 3 6 FOTOS 3, 4, 5, 6, 7, 8 Eis aqui algumas patologias recorrentes mesmo após o reparo efetuado pelo autor. Todas se pronunciaram na lateral direita do imóvel do autor, onde indicado.

8 FOTOS 9, 10, 11, 12, 13, 14 As duas primeiras fotos mostram a situação do pavimento superior em relação à churrasqueira (não há anomalias). As demais fotos mostram fissuras não tratadas da época do ocorrido no pavimento térreo (lateral direita do imóvel), onde indicado. 15 FOTOS 15, 16, 17 As fotos mostram que o imóvel do autor e réu não estão em área alagadiça. Foto tirada dos fundos da casa do autor.

9 9 18 FOTO 188 A foto mostra com detalhe a trinca longitudinal na parede externa da casa veja detalhe. Esta trinca não foi consertada pelo autor, quando efetuou reparo nas trincas aparentes e no piso, tudo na lateral direita do imóvel (olhando o imóvel de frente da rua). 19 FOTOS 19, 20, 21 As fotos acima mostram ausência de patologia no muro do réu na ocasião da vistoria.

10 10 VI. DANOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL: ENFOQUE SOB A ÓTICA DA ENGENHARIA LEGAL Para a completa e perfeita conceituação dos danos existentes no imóvel à época da vistoria empreendida, entende o signatário por uma breve análise dos dados construtivos comuns na engenharia civil, trazendo à baila os ditames da Engenharia Legal. Existem duas abordagens possíveis para a classificação dos danos: a classificação GENÉTICA (baseada na origem) e a classificação MORFOLÓGICA (baseada em aspectos geométricos). suas origens, conforme segue. A Engenharia Legal privilegia a caracterização dos danos segundo VI.1. Classificação dos danos segundo a origem: segue: Os danos, segundo suas gêneses, podem ser classificados conforme Origem Endógena (fatores da própria edificação); Origem Exógena (fatores extrínsecos à edificação); Naturais (englobam as situações de caso fortuito e força maior);

11 11 Por outro lado, a engenharia de manutenção considera problemas construtivos decorrentes de mau uso, desgaste natural e falhas de manutenção como anomalias funcionais. Funcionais (fatores de uso); Nesse tocante, fica evidenciado que a relação origem/responsabilidade, em geral, resulta no seguinte quadro: ORIGEM Endógenas Exógenas Naturais Funcionais RESPONSÁVEL Incorporador e Construtor; Terceiros (vizinhos, concessionárias, etc.); (apurar) previsível, evitável ou inevitável. Contemplam as situações de caso fortuito e força maior ( Acts of God ); Condomínio, morador. Mostra-se cabente também, no presente caso, a apreciação de forma sintética acerca das definições e conceitos básicos constantes na norma NBR PERÍCIAS DE ENGENHARIA NA CONSTRUÇÃO CIVIL, a qual se apresenta como importante instrumento elucidativo. A referida normalização classifica os vícios, defeitos construtivos e danos deles decorrentes do seguinte modo:

12 12 a) Vícios: anomalias que afetam o desempenho de produtos ou serviços, ou os tornam inadequados aos fins a que se destinam, causando transtornos ou prejuízos materiais ao consumidor. Podem decorrer da falha de projeto, ou da execução, ou ainda da informação defeituosa sobre sua utilização ou manutenção; b) Vícios Redibitórios: são os vícios ocultos que diminuem o valor da coisa ou a tornam imprópria ao uso a que se destina, e que, se fossem do conhecimento prévio do comprador, ensejariam pedido de abatimento do preço pago, ou inviabilizariam a compra; c) Defeitos: são também anomalias, que podem causar danos efetivos ou representar ameaça potencial de dano à saúde ou segurança do consumidor; d) Danos: conseqüências dos vícios e/ou defeitos, que, na construção civil, afetam a própria obra, ou imóvel vizinho, ou bens, ou as pessoas nele situadas ou que por ali transitavam, etc.

13 13 VII. DOS DANOS EXISTENTES NO IMÓVEL OBJETIVADO Em vistoria empreendida no imóvel do autor, pode o jurisperito constatar os danos que acometiam o mesmo. Observando que o autor efetuou reparos em vários pontos na lateral direita do seu imóvel, quais sejam piso da churrasqueira parcial e parede, bem como todo o piso no corredor lateral direito (de quem da rua olha o imóvel) os quais seguem identificados e descritos a seguir. VII.1. DAS ANOMALIAS OBSERVADAS: Pode o jurisperito constatar a ocorrência de várias anomalias da construção, dentre elas estão trincas e fissuras nas paredes e tetos, umidade e umidade ascendente por capilaridade que serão mostrados no relatório fotográfico. Sem maiores delongas, passaremos a expor conclusão substanciada no conhecimento, observação e documentação pertinente. Informo que os quesitos serão respondidos, porém a conclusão suprirá o entendimento dos mesmos.

14 14 VIII. CONCLUSÕES Apresenta, o signatário a seguir as conclusões alcançadas no presente Laudo Oficial, consubstanciadas em todo o exposto: O Jurisperito elaborará sua tese em face das anomalias observadas no imóvel do autor: Inicialmente, o autor recebeu deferimento para construir mediante a Prefeitura de São José dos Campos em 01/12/2.000 conforme documento à folha 328, quando após esta data iniciou sua edificação/projeto mais precisamente em 20/01/2001 conforme documento em anexo 07; Conforme declaração colhida pelo signatário aos autores, os mesmos declararam que não havia nenhuma patologia da construção (trincas e fissuras) no seu imóvel antes da edificação do imóvel do réu; E para conferir essa declaração, o perito observou as fotos fornecidas pelo réu, que são encaminhadas em anexo 03 e será alvo de análise a seguir;

15 15 A foto acima mostra o terreno do réu sendo limpo, ou seja, sem nenhuma obra iniciando, somente limpeza superficial. Nota-se ao fundo que havia bolsão de água parada sobre a superfície do solo. Podemos concluir em face do volume de água retido na superfície que se trata de tipo de solo argiloso, de difícil drenagem. Outro detalhe desta mesma foto (apontada com circulo vermelho) é que algumas anomalias já eram visíveis na região da churrasqueira do autor, mais precisamente na parte externa da parede, onde mostrada a seguir:

16 O detalhe ao lado mostra visivelmente mancha decorrente de umidade e reparos executados pelo autor (tubulação de água fria para abastecimento da churrasqueira). A seta 01 mostra fissura horizontal decorrente de reparos efetuados pelo autor. A seta 02 mostra outra mancha mais acentuada e logo abaixo desta, a existência de uma mancha de maiores proporções. Nota-se que nesta ocasião não havia nenhum tipo de construção no terreno do réu. A seguir, utilizamos método para leve escurecimento da foto a fim de propiciar as informações acima declaradas, mostrar fissuras horizontais e manchas.

17 17 No dia da vistoria, foi observada fissura na parede do depósito, local situado após a churrasqueira. Observa-se fissura onde apontado. Perito: As fotos a seguir demonstram de forma clara o demonstrado anteriormente pelo

18 Nesta foto acima, enumeraremos as diversas patologias existentes no imóvel antes do início das obras do réu: 1 Fissura/trinca na parede do autor, mostrando mancha decorrente de infiltração, tal fissura horizontal na base da alvenaria é decorrente por efeito da umidade do solo.

19 19 2 O detalhe 02 ao lado mostra trinca na junção entre parede do corredor e corpo principal da casa do autor. Tal trinca é decorrente da falha de amarração entre peças e/ou principalmente serem executadas em datas distintas sem a devida amarração estrutural. Nota-se que se trata da lateral direita da casa do autor (de quem da rua olha o imóvel), onde faz divisa com o réu. Outra anomalia observada: 3

20 20 O detalhe 03 acima mostra marcas de infiltrações e tais infiltrações escorrem através de trincas/fissuras, trincas/fissuras horizontal na base da alvenaria por efeito da umidade do solo. Nota-se o escorrimento de material esbranquiçado se trata de lixiviação, ou seja, A Patologia denominada lixiviação do cimento, é um processo patológico em que o cimento é dissolvido pela água e é carregado para fora da peça (alvenaria, concreto, etc.). Perdendo cimento, o concreto ou a peça que se utilizada de cimento vira, com o tempo, só areia. Então as peças coladas ou aplicadas começam a se soltar ou enfraquecer, alterando o seu estado de origem (colagem, assentamento, etc.). Essa lixiviação está localizada no corredor do imóvel do autor. 3 E finalmente, o detalhe 04 será alvo de análise:

21 21 O detalhe ao lado mostra visivelmente mancha decorrente de umidade e fissuras na horizontal (seta vermelha). A seta preta mostra reparo na parede que o autor efetuou para trazer água fria para a churrasqueira. O pontilhado mostra outro reparo vertical executado pelo autor em toda extensão da parede da churrasqueira. A existência de mancha de maiores proporções denota infiltração. Nesta outra foto, antes de executar o arrimo ao redor do terreno do réu, se nota a mesma patologia citado anteriormente na região da garagem, porém com alguns detalhes importantes para a perícia.

22 22 O detalhe da foto acima mostra outra fissura horizontal na cota do piso do corredor e da garagem, além daquela citada anteriormente na região da garagem. Mostra trinca horizontal na base da alvenaria por efeito da umidade do solo, devido impermeabilização dos alicerces serem mal executados. Os componentes de alvenaria que estão em contato direto com o solo absorvem sua umidade, apresentando movimentações diferenciadas em relação às fiadas superiores que estão sujeitas à insolação direta e a perda de água por evaporação. Essas trincas quase sempre são acompanhadas por eflorescência, que é o caso, o que auxilia o diagnóstico.

23 23 Nesta foto acima, vamos analisar as anomalias que se apresentaram após o lançamento de terra sobre o terreno do réu (sem executar o muro de arrimo de periferia), na qual se trata de grande volume de terra e consequentemente de sobrecarga sobre o terreno. Tal lançamento ocasiona outro fenômeno, que chamamos de bulbo de pressão, que será mostrado oportunamente. Patologias /reparos préexistentes Patologias apresentadas após o lançamento de terra pelo réu. A foto acima mostra outras anomalias que não se apresentavam no imóvel do autor e outras pré-existentes.

24 24 Enfim, constatou o jurisperito que o imóvel objetivado possui uma série de danos oriundos de vícios exógenos; Com base nos exames efetuados por ocasião da vistoria, consigna o jurisperito que os mencionados danos no imóvel do autor são decorrentes de VÍCIOS DE ORIGEM EXÓGENAS (EXECUÇÃO DA OBRA VIZINHA/TERCEIROS), decorrentes de falha de execução por parte do réu; ORIGEM Endógenas Exógenas Naturais Funcionais RESPONSÁVEL Incorporador e Construtor; Terceiros (vizinhos, concessionárias, etc.); (apurar) previsível, evitável ou inevitável. Contemplam as situações de caso fortuito e força maior ( Acts of God ); Condomínio, morador. O aparecimento de trincas e fissuras no imóvel do autor após o lançamento de terra sobre o terrapleno do réu proveniente da construção vizinha deu origem ao efeito bulbo de pressão (ORIGEM EXÓGENA); Quando o réu iniciou a sua obra, o imóvel do autor já havia sido construído, ou seja, ocorreu edificação de porte por parte do réu sem tomar cuidado de alguns procedimentos. Dentre eles destacamos a drenagem do seu terreno antes do terrapleno (aterro) e após se deu origem nova acomodação do solo no terrapleno executado pelo réu a ocorrência do fenômeno de bulbo de pressão. A título de exemplificação do ocorrido no terreno do réu em relação ao imóvel do autor, cópia da apostila de mecânica dos solos;

25 25 A tese defendida pelo signatário nesta questão é que o réu logo após o lançamento de terra sobre o nível do terreno sobrecarregou o imóvel do autor com cargas horizontais que não estavam devidamente conhecidas pelas fundações do imóvel do autor. Que por sua configuração original (estaca) não possuem suporte de carga horizontal (só se forem dimensionadas para isso, coisa que não foi dimensionada para receber carga horizontal). Neste diapasão, somente uma faixa do imóvel do autor sofreu com as tensões do solo, que vai da garagem até o depósito/churrasqueira. Ou seja, a tensão difundida pelo solo encontra as peças estruturais do imóvel do autor, que por não

26 26 dimensionamento destas peças para carga horizontal, se amoldam e alteram sua forma de suporte. A prova está na contratação pelo autor de profissional na área estrutural conforme comprova documento à folha 36, na qual o mesmo dimensiona e posteriormente o autor executa o projeto de reforço lateral que abrange a extensão do corredor do imóvel do autor conforme folhas 37/44 e fotos às folhas 135/140, demonstrando assim a fragilidade da fundação do autor sem o devido suporte horizontal. Construção do autor Construção do vizinho Tensões no solo decorrem cargas horizontais

27 27 Os imóveis se encontram regular frente às posturas Municipais; Cabe esclarecer que diante da tese demonstrada, este signatário entende que a forma executiva do aterro por parte do réu está equivocada e possibilitou a sobrecarga horizontal (tensões no solo). No entendimento deste antes de lançar o aterro, deveria ser executado o muro de arrimo de periferia, sua impermeabilização e drenagem; Pois o lançamento precoce do solo sobre terrapleno possibilitou a origem das anomalias no imóvel do autor, como já discutido no corpo do laudo técnico; Cabe salientar que o bolsão de água contido no terreno do autor já foi adquirido pelo réu desta forma, ou seja, se entendermos que o bolsão de água tenha alguma responsabilidade nos danos causados no imóvel do autor pode classificar como passivo adquirido pelo réu quando da aquisição dos terrenos; Neste caso, assim mesmo o réu seria o responsável pela situação de fato originada no seu terreno, ou seja, existência de um bolsão de água parada, devendo ser drenado para execução do aterro; Encerra o tópico. A seguir serão respondidos os quesitos formulados pelas partes. Ocorre que ao efetuar leitura nos quesitos ofertados pelo réu às folhas 263, foi observado se tratar de relação de documentos e não de quesitos, portanto deixo de responder os quesitos, que na realidade se trata de relação de documentos, onde vários documentos estão sendo encartados no presente laudo e outros foram encartados no laudo do perito anterior.

28 28 IX. QUESITOS FORMULADOS PELO AUTOR ÀS FOLHAS 268/270 1) Resposta do Perito: Sim. Sim. 2) Resposta do Perito: Sim, pois a topografia existente mostra a forma de escoamento natural. 3) Resposta do Perito: Não, outras poucas anomalias foram observadas no imóvel do autor, vide item conclusão deste trabalho técnico.

29 29 4) Resposta do Perito: Sim, foi constatado reclamação dos proprietários dos imóveis lindeiros ao réu. 5) Resposta do Perito: Sim, em termos. Vide item conclusão deste trabalho técnico. 6)

30 30 Resposta do Perito: Não, não é possível declarar tão situação sem possuir os relatórios do estaqueamento e sondagem. A capacidade declarada em projeto do autor é de 20 ton. 7) Resposta do Perito: Logicamente o lado esquerdo do imóvel do autor seria o que possui maior carga para conter. 8) Resposta do Perito: Não. Vide item conclusão deste trabalho técnico.

31 31 X. ENCERRAMENTO Dada por encerrada a missão, apresento o presente Laudo Técnico Oficial em 31 (trinta e uma) folhas, todas numeradas e rubricadas no anverso, à exceção da primeira e desta última que vão assinadas e datadas. Seguem 08 (oito) anexos. São Paulo, 07 de maio de FÁBIO COSTA Engenheiro Civil CREA /D Membro do IBAPE N 793

32 32 ANEXO 01

33 33 ANEXO 02

34 34 ANEXO 03

35 35 ANEXO 04

36 36 ANEXO 05

37 37 ANEXO 06

38 38 ANEXO 07

39 39 ANEXO 08

Para o desenvolvimento dos trabalhos e elaboração do presente laudo, foram executados os seguintes passos:

Para o desenvolvimento dos trabalhos e elaboração do presente laudo, foram executados os seguintes passos: 1. PRELIMINARES 1.1 Objetivo Constitui objetivo do presente trabalho a constatação do estado de conservação do Apartamento n 82 do Edifício Vivien Tereza, situado à Rua Domingos de Moraes, nº 348, Vila

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