PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL DA SERRA DO MAR. Estudos Comparativos para Definição do Acesso ao Bairro Cota 200 RELATÓRIO FINAL

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1 PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL DA SERRA DO MAR Estudos Comparativos para Definição do Acesso ao Bairro Cota 200 RELATÓRIO FINAL

2 1 OBJETO 4 2 DESCRIÇÃO DA METODOLOGIA 5 3 ASPECTOS OPERACIONAIS 6 4 ASPECTOS GEOLÓGICOS GEOLOGIA REGIONAL CONDICIONANTES GEOLÓGICO-GEOTÉCNICOS 7 13 CONSIDERAÇÕES HIDROLÓGICAS 15 ÍNDICE PLUVIOMÉTRICO ADOTADO 15 DESCRIÇÃO DAS ALTERNATIVAS 17 ACESSO POR VIADUTO ACESSO PELA ENTREVIAS ACESSO PELO CAMINHO DO PARQUE DRENAGEM 26 DRENAGEM SUPERFICIAL E OBRAS DE ARTE CORRENTE E DRENAGEM PARTICULARIDADES DA ALTERNATIVA ENTREVIAS TERRAPLENAGEM 31 ALTERNATIVA ACESSO POR VIADUTO ALTERNATIVA ENTREVIAS ATERNATIVA CAMINHO DO PARQUE ALTA 5,00 M ALTERNATIVA CAMINHO DO PARQUE ALTA - 3M ATERNATIVA CAMINHO DO PARQUE BAIXA 5,00 M ATERNATIVA CAMINHO DO PARQUE BAIXA 3,00 M OBRAS DE ARTE ESPECIAIS 41 CONSIDERAÇÕES GERAIS QUANTO À SEGURANÇA ESTRUTURAL E DAS FUNDAÇÕES CONCEPÇÕES ESTRUTURAIS PARA AS OAE ELEMENTOS NORTEADORES PARA A ESCOLHA DAS SOLUÇÕES ESTRUTURAIS ELEMENTOS DE CONTENÇÃO 49 OBRAS DE CONTENÇÕES DA ALTERNATIVA ACESSO POR VIADUTO OBRAS DE CONTENÇÕES DA ALTERNATIVA ENTREVIAS CONTENÇÕES DA ALTERNATIVA CAMINHO DO PARQUE - ALTA 5M CONTENÇÕES DA ALTERNATIVA CAMINHO DO PARQUE - ALTA 3M CONTENÇÕES DA ALTERNATIVA CAMINHO DO PARQUE - BAIXA 5M CONTENÇÕES DA ALTERNATIVA CAMINHO DO PARQUE - BAIXA 3M PAVIMENTO 54 PARÂMETROS CONSIDERADOS DIMENSIONAMENTO ESTRUTURA PROPOSTA E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO

3 CUSTOS 57 ALTERNATIVA ACESSO POR VIADUTO ALTERNATIVA ENTREVIAS ATERNATIVA CAMINHO DO PARQUE ALTA 5,00 M ATERNATIVA CAMINHO DO PARQUE ALTA 3,00 M ATERNATIVA CAMINHO DO PARQUE BAIXA 5,00 M ATERNATIVA CAMINHO DO PARQUE BAIXA 3,00 M RESUMO DO CUSTO DAS ALTERNATIVAS CONCLUSÃO 60

4 1 Objeto O objeto do presente trabalho é o fornecimento a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo - CDHU subsídios na escolha da melhor alternativa técnica e econômica para acesso ao bairro denominado Cota 200 do município de Cubatão, pela via Anchieta, respeitando-se todos os condicionantes operacionais da Ecovias e Artesp Agência de Transportes do Estado de São Paulo. Os estudos contemplaram as seguintes alternativas: Construção do viaduto e alças de acesso conforme ante-projeto fornecido pela CDHU; Utilização da área denominada Entrevias (localizada entre as pistas norte e sul da via Anchieta) para construção do acesso; Utilização de antiga estrada de serviço utilizada na construção da via Anchieta iniciando-se no km 52,5 lado norte da rodovia até o bairro Cota 200.

5 2 Descrição da Metodologia Foram levados em conta os aspectos operacionais do Sistema Anchieta - Imigrantes englobando as necessidades e a segurança dos moradores do bairro Cota 200, os aspectos geológicos com vistas à segurança das estruturas dos corpos estradais e dos elementos de contenção, os aspectos hidrológicos, os aspectos de mobilidade e acessibilidade, e os custos de implantação.

6 3 Aspectos Operacionais A rodovia SP-150, via Anchieta, em conjunto com a rodovia dos Imigrantes provê a ligação entre São Paulo e o litoral operando com características variáveis em função da demanda do tráfego. Estas operações são de conhecimento público e denominadas, nas suas modalidades mais comuns, como operação subida e operação descida. Entretanto, há que se considerar que sua complexidade extrapola referidas operações. Por força da idade e estado da frota brasileira de caminhões tais veículos são impedidos de utilizar a pista sul da rodovia dos Imigrantes. Assim, todo o tráfego descendente de carga é obrigatório que seja feito pela via Anchieta, quer seja pela pista sul, que é sua operação cotidiana, quer seja pela pista norte quando os procedimentos operacionais assim o exigem. Ao demais há que se levar em conta a má qualidade dos acessos atuais ao bairro pelas suas características geométricas que aliado ao tráfego de carga compromete ainda mais a segurança dos moradores e do próprio tráfego da via Anchieta.

7 4 Aspectos Geológicos Neste item estão apresentadas as características geológicas gerais referentes ao local de implantação do viaduto de acesso ao bairro designado como cota 200 e à trilha na mata que liga os bairros Cota 100 e Cota 200, na cidade de Cubatão SP, ladeando a via Anchieta conforme ilustrado na figura 1. Para elaboração deste documento foi consultada a bibliografia especializada, como livros, páginas da Internet, teses de mestrado e doutoramento bem como as cartas geológicas disponíveis da região. Além da consulta bibliográfica foi realizado um mapeamento de campo no dia 24 de julho de 2012 onde foi possível confirmar e visualizar as características e condicionantes geológicos locais. Figura Geologia Regional A Serra de Cubatão é constituída predominantemente de rochas metamórficas de médio a alto grau e está subdividida em duas grandes unidades litoestratigáficas que são delimitadas pelo grande falhamento transcorrente dextral de direção NE-SW denominado Falha de Cubatão. A unidade norte é representada pelo Complexo Embu enquanto ao sul ocorre o Complexo Costeiro ambos de idade Neo-proterozóica com litologia englobando gnaisses, gnaisses graníticos, xistos, filitos, milonitos, quartzitos, e calciosilicatadas. Na região podem ser encontradas estruturas regionais e locais como dobramentos, falhamentos e foliações que no geral têm direções semelhantes à Falha de Cubatão, N 50º - 60º, com mergulhos variando de 70º a verticais, para ambos os quadrantes. Conforme pode ser observado na figura 2 a região de estudo está inserida no contexto de 5 litologias descritas sucintamente abaixo:

8 Acm Migmatitos diversos, incluindo estromatitos, metatexitos, diatexitos, biotita gnaisse granitóides e granito gnáissico, anfibolitos e serpentinitos subordinados, localmente migmatizados; PSem Migmatitos heterogêneos essencialmente estromatíticos, com paleossoma xistoso, gnáissico ou anfibolítico, migmatitos homogêneos variados predominando os de natureza homofânica, oftalmítica e facoidal; PSax Micaxistos, quartzo micaxistos, subordinamente quartzitos micáceos e gnaisses; PSas Calciossilicatadas; Qa Depósitos Aluviais, areias e argilas, conglomerados na base; Qm Sedimentos Marinhos e lagunares indiferenciados, incluindo areias, argilas de mangues e areias litorâneas. Figura 2 Na figura 3 abaixo é apresentado o mapa geológico (Sadowski, 1974, 1992 Apud Machado Filho, 2000) onde pode ser observado que o local das alternativas estudadas está diretamente relacionado com 3 unidades, que são descritas sucintamente abaixo.

9 Figura 3 - Mapa Geológico Local - Editado de Sadowski (Sadowski, 1974, 1992 Apud Machado Filho, 2000) PEX Granada Clorita Biotita Xistos. Filitos. Mármores e filonitos cataclasados. Faixas miloníticas nos contatos; PEQ Quartizitos Sacaróides associados à falha de Cubatão; QT Depósitos de Tálus. No geral, ambas as alternativas de acesso ao bairro Cota 200 estão situadas numa área onde predominam em superfície os depósitos de tálus (QT), com cerca de 40m de espessura o que deve ser devidamente confirmado com novas investigações esses depósitos estão assentados sobre rochas xistosas (PEX). Nestas condições as fundações dos viadutos deverão atravessar este material deposicional (QT) e apoiadas no substrato rochoso local ou em solo com resistência compatível com as cargas requeridas. As sondagens consultadas nas proximidades dos locais supracitados indicaram, aproximadamente, um corpo de tálus escorregado sobre o substrato in situ, cortando as duas pistas da via Anchieta na região designada como Entrevias, onde deverão ser posicionadas as alternativas de acesso. Portanto, considerando a heterogeneidade do terreno para a definição das fundações das obras de artes especiais e outros elementos de contenção, é necessária a execução de investigação específica por ocasião da elaboração do projeto executivo para a confirmação da fundação de cada estrutura. Considerando que o tálus é um material escorregado, portanto, equilibrado parcialmente e estável na condição em que se encontra, vale ressaltar que qualquer movimentação nessa massa poderá

10 desestabilizá-lo, provocando nova movimentação ou deslizamento. Portanto, os serviços de terraplenagem utilizando-se de corte e aterro ou qualquer outra escavação deverão ser devidamente acompanhados e analisados do ponto de vista geológico-geotécnico, sob pena de graves conseqüências ao corpo estradal da via Anchieta. Para a alternativa Caminho do Parque que liga os bairros Cota 200 e Cota 100 foi realizado o mapeamento de campo na data de 24 de julho de 2012, onde se pode confirmar os dados apresentados no mapa acima. Conforme explicitado na figura 4, partindo da Cota 100 em direção à Cota 200, observou-se um nítido domínio de um quartzito que apresenta característica bastante friável e sacaroidal. Figura 4 - Traçado da trilha com mapeamento geológico. Os solos de alteração dessa rocha têm composição essencialmente de uma areia fina a média de coloração branca conforme pode ser observado na foto 1 a seguir.

11 Foto 1 - Solo de alteração de Quartizito Note-se o aspecto sacaroidal e friável. Prosseguindo pela trilha nota-se a ocorrência de transição das rochas quartizíticas para intercalações de rochas xistosas com gnaisses milonitizados que ocorrem até o final da trilha como pode ser observado nas fotos 2 e 3.

12 Foto 2 - Afloramento de Rochas xistosas Note-se lineação bem marcada.

13 Foto 3 - Gnaisse milonitizado. Ainda foram observadas em diversas regiões da trilha muitas evidências de escorregamentos antigos na forma corpos de tálus de composição litológica bastante variável, bem como depósitos aluvionares nas vertentes principais. Geralmente esses depósitos aluvionares carregam blocos de diversos tamanhos, variando de grãos de areia a matacões, como pode ser visto na foto 4. Foto 4 - Curso de água em uma das vertentes Notem-se blocos rolados (matacões) de diversos tamanhos. 4.2 Condicionantes Geológico-Geotécnicos No geral, para qualquer alternativa a ser adotada, existem as seguintes condicionantes geológicogeotécnicos, que podem ser subdivididas em:

14 Depósitos de tálus: é o principal condicionante local não só recobrindo a superfície da região dos acessos a Cota 200 a partir da via Anchieta, como também o traçado pela estrada de serviço. A sua estabilidade deve ser analisada caso a caso, dependendo do tipo de obra a ser implantada, para evitar a reativação de sua movimentação na superfície do terreno. Depósitos de blocos rolados: ocorrem somente recobrindo as vertentes principais no início da estrada de serviço próximo à cota 200. Podem apresentar espessuras consideráveis que devem ser devidamente identificadas. Xistos ocorrem como substratos das fundações dos viadutos a serem implantados na Entrevias. A sua confirmação não foi constatada pelas sondagens antigas executadas na área, portanto, deverá ser objeto de nova campanha de investigações. Gnaisses milonitizados: a partir da cota 200, na parte superior do traçado, indicando uma região de tálus. O seu conhecimento em maior detalhe minimizará problemas que poderão ocorrer em escavações das fundações dos muros bem como na execução dos cortes. Quartzitos: no final do percurso da estrada, junto à cota 100, associados a depósitos de tálus. Este local apresentou indícios de instabilidade. Esta região é crítica para qualquer tipo de intervenção. Para a continuidade do projeto a sua delimitação deve ser devidamente conhecida e delimitada dados os enormes riscos de instabilidade associadas a esta formação. Para a continuidade do projeto, todos os elementos acima indicados deverão ser devidamente identificados através de refinamento do mapeamento de superfície e de investigações de sub-superfícies para a obtenção de parâmetros geológico-geotécnicos.

15 5 Considerações Hidrológicas O presente item apresenta os critérios e metodologia utilizados para quantificar o projeto de drenagem das alternativas de acesso ao Bairro Cota 200, localizado em Cubatão, SP situado na latitude 23º50' a 23º55' Sul e na longitude 46º30' Oeste de Greenwich. Ocupa uma área de 148 quilômetros quadrados e situa-se a 57km da capital paulista e a 16km de Santos. Dista aproximadamente 25km de São Bernardo do Campo e Santo André tendo como ponto de referência os limites municipais. Limita-se com os municípios de São Bernardo do Campo, Santo André, Santos e São Vicente. O clima predominante em Cubatão é o tropical com suas variações quente e úmido. Verifica-se também a existência de variações climáticas de acordo com as características geográficas do relevo, como o clima da serra, o clima das áreas industrializadas, do sopé da serra e dos manguezais. Nos terrenos baixos e planos, cobertos de mangue, impera o forte calor que produz grande evaporação. Na encosta da Serra do Mar, onde chegam a se condensar os ventos marítimos, cheios de umidade, têm-se fortes e constantes precipitações. A umidade relativa do ar é superior a 80%, o que se coaduna com a alta taxa pluviométrica: média anual de mm. A temperatura é variável, constatando-se 36ºC como média das temperaturas máximas e 12ºC como média das temperaturas mínimas. 5.1 Índice Pluviométrico Adotado Na ausência de um estudo hidrológico, adotaram-se os dados da estação pluviométrica denominada Piaçaguera. Identificada pelo DAEE pelo prefixo E3-038R, localizada sob as coordenadas geográficas Latitude S; Longitude W, altitude 5m e apresenta dados dos períodos: ; (24 anos) Relação intensidade duração período de retorno A relação intensidade duração período de retorno para Cubatão foi calculada através da seguinte equação: it,t = 25,1025(t+20)-0, ,4266(t+20)-0,7050.[-0,4772-0,9010.ln.ln(T/T-1)] para 10 t Onde: i = intensidade de chuva, correspondente à duração t e período de retorno T (mm/min);

16 t = duração da chuva (minutos); T = período de retorno (anos). A Tabela 3.1 apresenta a previsão de máximas intensidades de chuvas. Duração t (minutos) ,9 111,5 89,7 75,8 53,2 34,9 26,6 16,4 9,9 7,4 5, ,6 147, ,8 71,1 47,0 36,0 22,4 13,7 10,2 8, ,6 171,1 138,3 117,3 83,0 55,0 42,3 26,3 16,1 12,1 9,8 Período de retorno T (anos) ,8 221,4 229,6 184,3 193,7 200,9 149,2 156,9 162,8 126,7 133,2 138,2 89,7 94,4 98,0 59,5 62,6 65,1 45,8 48,2 50,1 28,6 30,1 31,3 17,5 18,5 19,3 13,1 13,8 14,4 10,7 11,3 11, ,9 223,1 180,9 153,7 109,1 72,6 56,0 35,1 21,6 16,2 13, ,0 245,2 198,9 169,1 120,2 80,0 61,7 38,7 23,9 17,9 14, ,0 267,2 216,8 184,4 131,2 87,4 67,5 42,4 26,2 19,6 16,0

17 6 Descrição das Alternativas As alternativas estudadas para acesso ao bairro Cota 200 foram: 6.1 Construção do viaduto e alças de acesso na altura do km 50 da via Anchieta; Utilização da área denominada Entrevias para construção do acesso; Utilização de antiga estrada de serviço utilizada na construção da via Anchieta, denominada neste estudo como Caminho do Parque. Acesso por Viaduto Descrição Esta alternativa é constituída de 5 ramos e 2 viadutos: O ramo 400 provê acesso ao bairro Cota 200 para o tráfego originário de Cubatão através da pista norte da via Anchieta; O ramo 500 provê acesso à pista norte da via Anchieta para o tráfego originário do bairro com direção a São Paulo; O tráfego do bairro com direção a Cubatão é atendido pelos ramos 100 e ramo 300; O tráfego originário de São Paulo com destino ao bairro é atendido pelos ramos 200 e 100; O viaduto V-1 está localizado entre as estacas ,00m e ,00m do ramo 200 totalizando 50 metros de extensão; O viaduto V-2 está localizado entre as estacas ,50m e ,50m do ramo 100 totalizando 35 metros de extensão. A seguir o detalhamento dos ramos: Ramo Est. Inicial Est. Final ,508m 426, ,711m 212, ,094m 38, ,205m 282, ,895m 243,895 Extensão total: Extensão (m) 1.203,413

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19 6.1.2 Características Técnicas A geometria deste acesso permite a utilização de veículos leves, veículos de carga com no máximo 2 eixos, o que inclui ônibus urbano. 6.2 Extensão: 1.203,41m; Largura da plataforma: 9,00m; Área de Pavimento: 7.313,00m2; Raio mínimo: 20,00m; Rampa máxima: 14,21%; Comprimento da OAE 1: 50,00m; Comprimento da OAE 2: 35,00m; Áreas das OAEs: 765m2. Acesso pela Entrevias Descrição Esta alternativa é constituída de 5 ramos e 1 viaduto. Cabe enfatizar que todo o tráfego originário do bairro Cota 200 é previsto ser incorporado ao tráfego da via Anchieta, tanto pela pista sul quanto pela pista norte, pelas suas faixas de velocidade, isto é, pelas faixas esquerdas. Este procedimento, embora usual em alguns países, notadamente nos Estados Unidos da América do Norte, não é comum no Brasil e deverá ser submetido ao crivo e aprovação da Artesp. O ramo 500 provê acesso ao bairro Cota 200 através do complexo Entrevias para todo tráfego, tanto de origem quanto de destino; O tráfego originário tanto de Cubatão com destino ao bairro quanto o tráfego originário do bairro com destino a São Paulo é atendido pelo ramo 100; O tráfego originário tanto de São Paulo com destino ao bairro quanto o tráfego originário do bairro com destino a Cubatão é atendido pelo ramo 200; Os ramos 300 e 400 fazem a ligação entre os ramos 100 e 200 e, igualmente, fazem a coleta e distribuição do tráfego com destino ou origem no bairro através do ramo 500; O viaduto V-1 está localizado entre as estacas ,00m e ,00m do ramo 500 totalizando 100 metros de extensão. A seguir o detalhamento dos ramos:

20 Ramo Est. Inicial Est. Final ,926m 917, ,529m 773, ,352m 70, ,713m 67, ,184m 315,184 Extensão total: Extensão (m) 2.144,704

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22 6.3 Acesso pelo Caminho do Parque O Caminho do Parque liga a passagem inferior da via Anchieta localizada no acesso ao bairro Cota 100 ao bairro Cota 200 através da antiga trilha localizada à direita da pista norte da via Anchieta. Esta alternativa está inserida no Parque Estadual da Serra do Mar. Esta alternativa surgiu de anseio da comunidade e poderá proporcionar uma série de benefícios já descritos em capítulos anteriores, embora trazendo grandes dificuldades técnicas. A primeira diz respeito a travessia de profundos talvegues sujeitos em épocas de chuvas a vazões pluviométricas torrenciais com o carreamento de blocos rochosos. A segunda principal dificuldade diz respeito à existência visível de rastejamento o que implica na necessidade de obras de contenção onerosas. Foram estudadas as seguintes alternativas para este acesso: Alternativa Alta; Alternativa Baixa A alternativa Alta tem seu início no bairro Cota 200, estaca 300, e seu final na estaca ,85m e mais o ramo 100 para encaixe no sistema viário existente com início na estaca ,00m e final na estaca ,00m. A alternativa Baixa tem seu início na estaca 0 e seu final na estaca ,61m. Igualmente esta alternativa tem o mesmo ramo 100 para encaixe no sistema viário. Ambas as alternativas são comuns a partir das estacas ,00m na Alta e ,00m na Baixa até seus respectivos finais. Destaque-se que a seleção de qualquer uma destas alternativas obrigará a construção dos ramos 400 e 500 da alternativa Acesso por Viaduto porquanto o acesso a caminhões de maior porte bem como carro de bombeiros e outros veículos de serviço de infraestrutura terão dificuldades em vencer as modestas características técnicas impostas pela situação geográfica do local. Adicionalmente, para essas cada uma dessas duas alternativas foram estudadas duas larguras de plataforma: Largura da plataforma acabada = 3,00 metros. Largura da plataforma acabada = 5,00 metros; A diminuição da largura da plataforma, embora comprometendo a circulação da via, buscou diminuir a agressão ao maciço e conseqüentemente diminuir as obras de arrimo e contenção Características Técnicas da Alternativa Alta Extensão: 1.463,85m;

23 Largura da plataforma: 3,00 m ou 5,00m; Raio mínimo: 20,00m; Rampa máxima: 23,16%; Comprimento da OAE: 40,00m; Áreas da OAE: 120,00 m2 ou 200,00m Características Técnicas da Alternativa Baixa Extensão: 1.158,61m; Largura da plataforma: 3,00 m ou 5,00m; Raio mínimo: 17,50m; Rampa máxima: 23,16%. Alternativa Alta com plataforma de 3,00m Alternativa Alta com plataforma de 5,00m

24 Alternativa Baixa com plataforma de 3,00m Alternativa Baixa com plataforma de 5,00m

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26 7 Drenagem O traçado da drenagem foi gerado a partir do projeto geométrico, considerando como dispositivos de drenagem e quantificação dos mesmos, os padrões e metodologia do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo DER/SP. A vazão máxima de projeto foi estimada pelo Método Racional, largamente utilizado para pequenas bacias (até 2 km²), através da seguinte equação. Q=CiA Onde: Q = Vazão máxima (m³/s); C = Coeficiente de escoamento (adimensional); i = Índice de precipitação pluviométrica (mm/h); A = área de contribuição (m²). Coeficiente de escoamento (C): a) Para áreas pavimentadas C = 0,90; b) superfícies em taludes C = 0,70. Para a determinação do tempo de concentração, utilizou-se a fórmula de Kirpick: tc = 0,95.((L3).S)0,385 Onde: tc = tempo de concentração (horas); L = comprimento do escoamento (km); S = declividade (m/m). A partir dos resultados obtidos, adotou-se um tempo de concentração igual à 5 minutos para a drenagem superficial e 10 minutos para a drenagem de obras correntes. Período de retorno: a) para dispositivos de drenagem superficial, TR = 10 anos; b) para bueiros e canalizações de talvegues, TR = 25 anos, com verificação para TR = 100 anos.

27 7.1 Drenagem Superficial e Obras de Arte Corrente e Drenagem A drenagem das alternativas foi concebida utilizando os projetos já padronizados da série H07 do DER/SP, onde foram consideradas valetas de proteção de crista corte e pé de aterro, descidas d água, caixas coletoras, estruturas de dissipação de energia, bueiros de talvegue e canais. As quantidades dos dispositivos de drenagem utilizados foram determinadas conforme descrito a seguir: Sarjetas, canaletas e valetas Quantificadas por metro linear: Valeta de proteção de Corte - DR 3A-1 (revestida com grama); Valeta de proteção de Aterro - DR-3B-4 (revestida em concreto); Valeta de canteiro central - revestimento de concreto - DR 2B-1; Valeta de proteção trapezoidal - revestimento de concreto - DR-3B Meios-fios e sarjetas Foram considerados meios-fios pré moldados e sarjetas moldadas in loco, quantificadas por metro linear; Bueiros: Bueiros celulares consideradas as dimensões de 1,20 x 1,20m. Bueiros tubulares considerados diâmetros comerciais e classes de tubos variando de acordo com a carga de aterro sobre o mesmo, sendo utilizado: 70% dos tubos na classe PA2; 30% dos tubos na classe PA3. Foram utilizados berços de 1ª classe para tubos classe PA-2 e PA-3. Bocas de bueiros em concreto armado nas dimensões 0,40 e 0,60m. Para as quantidades, foram considerados os seguintes parâmetros: A largura (L) da vala foi definida segundo os critérios abaixo: Bueiros Celulares: largura da vala largura total do bueiro, acrescido de 0,50m para cada lado da base. Tubulares: largura da vala considerada a largura do berço em função do diâmetro do tubo, acrescido de 0,50m para cada lado da vala.

28 A altura (h) de escavação variou conforme a seção dos bueiros e cota do terreno e cota de assentamento dos mesmos Escavação VALAS PARA ASSENTAMENTO DE BUEIROS Volumes Vvertical B L h L A Vtalude B h 2 Onde: V = volume de escavação; B, L = dimensões da base da vala; A = base maior da vala; h = altura média da vala Escoramento Foi adotado nos casos onde não foi possível a execução de valas dotadas de taludes.

29 7.1.6 Caixas As alturas foram estimadas em função dos diâmetros dos bueiros e alturas de aterro, para a largura de escavação considerou-se 0,50m a partir da parede externa da caixa. ALTURAS DE CAIXAS Descidas d água de Aterro Foram adotadas as do tipo rápido - DR - 11A Descidas d água em Corte Foram adotadas as do tipo escada (armado) - DR - 13B Dreno de Pavimento Utilizado somente na alternativa Entrevias 60% cego; 40% tubo.

30 Dissipador de Energia para Valetas ou Canaletas Foram adotadas as do tipo DR-10-1 com Pedra Argamassada Dissipador de Energia para Bueiros Foram adotadas as do tipo DR-10B - 1 com Pedra Argamassada 7.2 Particularidades da Alternativa Entrevias A alternativa Entrevias propõe uma via de acesso paralela a rodovia existente. Devido às características topográficas da referida alternativa, a drenagem proposta considerou valetas, travessias, dissipadores de energia e transposições de talvegues. A exemplo do muro existente nas proximidades da estaca ,00 local mais adequado para a passagem da caixa do bueiro celular. Deverá ser considerada a compatibilização da execução deste celular com a geometria do muro. Em outros pontos haverá necessidade de interligação ou deságue em dispositivos de drenagem existentes. Neste caso, ressalta-se a necessidade da verificação hidráulica e estado de conservação desses dispositivos.

31 8 Terraplenagem O projeto de terraplenagem levou em consideração a definição dos volumes a serem movimentados, quais sejam: escavação (cortes e empréstimos), aterros e bota-foras; empolamento; a classificação dos materiais a serem escavados; a verificação da estabilidade dos taludes e das fundações dos aterros e o cálculo do momento de transporte. A seguir são apresentados os resumos dos movimentos de terra por alternativa estudada. 8.1 Alternativa Acesso por Viaduto Volume de Corte Estaca Corte Inicial Final Ramo 100 Volume Total 3 m 1.212,25 C , , ,23 C , ,000 37,39 C , ,000 0,26 C , ,508 5,37 Ramo ,97 C , , ,88 C , ,711 0,09 Ramo 400 C , , ,285 Ramo , ,77 C , , ,50 C , ,895 0,27 Total dos Cortes 4.218, Volume de Aterro Estaca Corte Inicial Final Ramo 100 A-01 Volume Total 3 m , , , ,33

32 Estaca Corte Volume Total 3 m Inicial Final A , , ,49 A , , ,80 Ramo 200 A , , ,711 Ramo 400 A , , ,285 Ramo 500 A , , , , ,895 Total dos Aterros 313, , Compensação Lateral Estaca Corte Inicial Final Ramo 100 Volume Total 3 m 149,60 CL , , ,82 CL , ,000 27,14 CL , ,000 0,26 CL , ,508 2,38 Ramo ,54 CL , ,089 23,45 CL , ,711 0,09 Ramo 400 CL , , ,285 Ramo ,01 154,58 CL , , ,31 CL , ,895 0,27 Total Compensado 1.127,73

33 8.2 Alternativa Entrevias Volume de Corte Estaca Corte Inicial Final Ramo 100 Volume Total 3 m 8.453,68 C , ,000 9,72 C , , ,45 C , , ,51 Ramo ,03 C , , ,43 C , , ,99 C , ,529 9,61 Ramo 300 C , , ,352 Ramo ,16 288,23 C , , ,06 C , ,714 49,17 Ramo ,27 C , , ,56 C , ,184 44,71 Total dos Cortes , Volume de Aterro Estaca Corte Inicial Final Ramo 100 Volume Total 3 m 5.376,59 A , ,000 80,95 A , , ,13 A , , ,45 A , ,926 13,06

34 Estaca Corte Inicial Final Ramo 200 Volume Total 3 m 3.008,88 A , , ,70 A , , ,18 Ramo 300 5,37 A , ,000 2,22 A , ,352 3,15 Ramo 400 A , , ,714 Ramo , ,54 A , , ,43 A , , ,41 A , , ,70 Total dos Aterros , Compensação Lateral Estaca Corte Inicial Final Ramo 100 Volume Total 3 m 146,68 CL , ,000 0,09 CL , ,000 17,12 CL , ,000 42,82 CL , ,000 57,69 CL , ,000 17,84 CL , ,926 11,12 Ramo ,87 CL , , ,68 CL , ,000 63,93 CL , ,000 41,20 CL , ,529 7,06 Ramo 300 5,37

35 Estaca Corte Volume Total 3 m Inicial Final CL , ,000 2,22 CL , ,352 3,15 Ramo 400 8,56 CL , ,000 1,19 CL , ,714 7,37 Ramo ,08 CL , ,000 23,58 CL , ,000 7,11 CL , ,184 5,39 Total Compensado ,56 Aternativa Caminho do Parque Alta 5,00 m Volume de Corte Estaca Corte Volume Total 3 m Inicial Final C , , C , , C , , Total dos Cortes Volume de Aterro Estaca Corte Volume Total 3 m Inicial Final A , , A , , A , , A , , A , , A , ,

36 Estaca Corte A-07 Volume Total 3 m Inicial Final , , Total dos Aterros Compensação Lateral Estaca Corte Volume Total 3 m Inicial Final CL , , CL , , CL , ,500 7 CL , , CL , , CL , , CL , , CL , , Total Compensado Alternativa Caminho do Parque Alta - 3m Volume de Corte Estaca Corte Volume Total 3 m Inicial Final C , , C , , C , , Total dos Cortes Volume de Aterro Estaca Corte A-01 Inicial Final 300+0, ,500 Volume Total 3 m 655

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