Sistema de tela galvanizada em aço de alta resistência fixada por chumbadores na rocha. É mais interessante com espessuras de solo de até 1,5 m a 2 m.

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1 Mens /09/2011 Prezados colegas, Falou-se dias atrás em contenção de taludes. Vale a pena conhecer o processo de tecnologia de contenção de taludes da Geobrugg. Sistema de tela galvanizada em aço de alta resistência fixada por chumbadores na rocha. Vejam no site: O interessante é que a aparência resulta um talude gramado, onde a água permeia sem aplicar empuxos na vedação. É mais interessante com espessuras de solo de até 1,5 m a 2 m. Atenciosamente, Milton Emílio Vivan 02/09/2011 Re: [calculistas] Sistema TECCO Geobrugg Caro Vivan Obrigado. Ja aplicamos o sistema da geobrugg em algumas obras. Best regards -- DAVID OLIVEIRA PhD, MIEAust, CPEng Senior Associate Geotechnical Engineer Coffey Geotechnics 8/12 Mars Road Lane Cove West NSW 2066 Australia T F M Honorary Lecturer/Research Fellow Centre for Geomechanics and Railway Engineering Faculty of Engineering - University of Wollongong On 24/09/2011, at 1:50, "Vivan Engenharia" wrote:

2 /09/2011 Prezados David e Watanabe, Dias atrás citei o método de contenção de taludes idealizado pela Geobrugg, empresa suíça, denominado Sistem Tecco. É composto por uma tela de aço galvanizado de alta resistência conforme foto a seguir e ancorado à rocha com tirantes com pouca carga, (quase chumbadores) fixados superficialmente por placas de ancoragem que prendem o chumbador à tela. Vi algumas aplicações em taludes até íngremes quase como o da foto e é muito usado quando o cobrimento de solo é da ordem de até 1,5 a 2 m. Após a aplicação joga-se sementes de grama e a aparência final resulta a de uma superfície gramada, totalmente permeável à ação da água. É uma solução alternativa com muitas vantagens técnicas e ambientais quando comparada ao concreto projetado. Necessário comparar custos. Faz tempo que não tenho contato com o pessoal da Geobrugg, mas continuo apreciando a solução. Atenciosamente, Milton Emílio Vivan 23/09/2011 Vivan Engenharia Prezado colega Roberto Massaru Watanabe Por favor não tome como uma ofensa a voce, mas sim um alerta de que o negocio é serio quando recomendo procurar um geotecnico. Sim, sou PhD com muito muito orgulho e suor pois alem dos anos praticos com gente muito experiente no ramo, se foram 7 anos entre mestrado, especialização e doutorado so na area de geotecnia, alem dos 5 anos de engenharia civi, ou seja so de estudos foram 12. Tudo isso para que se chegar a 10% do que o tambem Dr. Prof. Milton Vargas sabia, me considerar um bom geotecnico.

3 Interessante é compararmos com os medicos. Quantos anos ao todo eles levam so de estudo incluindo a residencia para serem especialistas? Sim, ignorante é aquele que acha que sabe tudo. Assim todos sempre temos algo a aprender. Por isso participo da comunidade e so de arquivos e s de colegas que ja guardei com coisas que aprendi, devo chegar perto de um giga, incluindo os seus sempre cheio de otimas fotos e videos. Grande abraço. Best regards -- DAVID OLIVEIRA PhD, MIEAust, CPEng Senior Associate Geotechnical Engineer Coffey Geotechnics 8/12 Mars Road Lane Cove West NSW 2066 Australia T F M Honorary Lecturer/Research Fellow Centre for Geomechanics and Railway Engineering Faculty of Engineering - University of Wollongong On 23/09/2011, at 0:42, "Roberto Massaru Watanabe" wrote: ï»

4 Prezado colega de trabalho David Oliveira Phd. Obrigado pelas colocações. Aprendi muitas coisas. Jà dizia um velho ditado chinês que o universo é infinito e sempre haverá alguma coisa nova para aprender. Abraços Roberto Massaru Watanabe Engenheiro Civil - CREA Tel (11) site: Original Message From: David Oliveira To: Sent: Thursday, September 22, :03 AM Subject: Re: [calculistas] RES: [comunidadetqs] Muro de Arrimo em Alvenaria - Contribuição. [3 Anexos] Caro Watanabe

5 Desculpe-me discordar. Isso é pura questão de semantica. Arrimo e contençao tem o mesmo significado de suporte, arrimo, apoio. Pode-se ter uma contenção em cortina atirantada tanto em corte como aterro. Quanto a solução por você apontada chama-se de solo grampeado e trabalha de forma completamente passiva, sem pre-tensionamento, portanto as barras nao são tirantes e sim grampos. Alem disso a face nao tem objetivo estrutural nenhum, a nao ser conter/arrimar o solo entre os grampos somente perto da face, alem de protwção contra erosão, exceto se esta tiver sido feita muito rigida. Com relação ao talude rompido, me parece a principio que os grampos era bem curtos talvez nao reforçando o solo da forma que deveria. Talvez tambem projetado por alguem que encare solo como uma coisa simples e que livros e duas cadeiras na escola são suficentes sem precisar de nenhuma experiencia pratica com alguem ou em alguma empresa mais experiente. Quanto a ser implacavel, tambem tenho que discordar. Apesar dessa ser a solução ideia, ninguem tem como obrigar o cliente a lhe contratar na construção. Como ficam aqueles projetos executados quando ainda nem se tem o construtor definido? Ate onde sei existem o contrato e a ART estabelecem as obrigações. Quanto a ART o nome ja diz isso. Se ficalização/supervisão nao faz parte e for comprovado erro de execução, acho muito dificil que um juiz decente aceite esse seu argumento. Quanto a pergunta inicial do colega, ele que me perdoe, mas ainda tem outros colegas que a acham que nao se deva recomendar um geotecnico. Entender geotecnia é muito mais que "Coesão, Angulo de Atrito Interno e índices como o de Plasticidade e Liquidez." É saber quando o solo se comporta de forma não-drenada ou drenada, conhecer como poropressoes são geradas, tensão vs deformação, como interage com a estrutura, como o processo executivo afeta o comportamento e muito mais. É ai que da realmente para ser implacavel quando algo da errado mesmo que tenha acompanhado a obra 24 horas por dia, 7 dias por semana. Abraços Best regards

6 -- DAVID OLIVEIRA PhD, MIEAust, CPEng Senior Associate Geotechnical Engineer Coffey Geotechnics 8/12 Mars Road Lane Cove West NSW 2066 Australia T F M Honorary Lecturer/Research Fellow Centre for Geomechanics and Railway Engineering Faculty of Engineering - University of Wollongong On 22/09/2011, at 22:47, "Bruno Rebello - Cavalari" wrote: Prezado Roberto Watanabe, Sou ouvinte do grupo e acompanho suas contribuições. Meus parabéns pelo elevado nível de suas mensagens. Até agora não apaguei nenhuma de suas mensagens. Grande abraço, Eng. Bruno Rebello Cavalari Engenharia, Topografia e Comércio Ltda (17) De: Em nome de Roberto Massaru Watanabe Enviada em: quinta-feira, 22 de setembro de :14 Para: Assunto: Re: [comunidadetqs] Muro de Arrimo em Alvenaria - Contribuição.

7 Prezado colega Rafael. É importante ter em mente as diferenças entre Muro de Arrimo e Muro de Contenção. O Muro de Contenção é aquele que a gente faz "antes" para conter um aterrro que será construído "depois". Como o aterro será "confeccionado" então poderemos ter o controle total das solicitações que o aterro fará sobre o muro. Empuxo, Pressão Neutra, Percolação da água da chuva, drenagem, etc. tudo é facilmente controlável e a gente pode ter a certeza sobre o que vai solicitar o muro e suas ordens de grandeza. Nestas condições é fácil calcular o muro e o mesmo pode ser de pedra de mão, de tijolo de barro, etc. O Muro de Arrimo é aquele que a gente faz "depois" que cortamos um terreno em aclive resultando num talude (que pode ser vertical ou inclinado). O muro é como se fosse uma "escora" que instalamos para "segurar", "arrimar" o talude. Um talude formado numa situação dessas vai produzir em seu interior o "Alívio de Tensões", isto é, as partículas do solo que foram adensados, de forma natural, ao longo de milhões de anos vai ter uma parte removida. As partículas do solo que permaneceram no local irão redistribuir as tensões internas. Ocorre que calcular essa redistribuição é tarefa complexa pois não existe solo homogêneo em que seja possível aplicar as mesmas propriedades em todas as partículas. Além disso será muito difícil ter o controle sobre o comportamento das solicitações. Qual será a rede de percolação das águas pluviais? Qual será a capacidade drenante do solo? Então nestas condições de insegurança, resultam, para muros altos, sempre soluções de muro com placas de concreto atirantadas (calculadas como se fossem lajes). O que é muito comum são Muros de Arrimo feitos de concreto projetado sobre tela e ancorados com tirantes tipo monobarra. Mais detalhes em Como vocês sabem, vivo de vistorias, e tenho sido chamado para sinistros em muros com essas características. Veja um caso em que eu tirei a foto de dentro do buraco formado depois do rompimento do talude. Veja pedaços da tela, os tubos de PVC para a confecção do tirante tipo monobarra.

8 Concluindo, para você que está começando, recomendo prudência. Mais tranquilo é o projeto de Muro de Contenção, que pode até ser de tijolo de barro, mas você vai ter que "ficar em cima" para que a empreiteira tome todos os cuidados que você vai deixar escrito nos desenhos do projeto. Se você orçar R$ para fazer o projeto, então coloque mais R$ para fazer o acompanhamento da execução. Jamais aceite fazer um projeto de Muro de Contenção se você não tiver garantias reais de que vai poder acompanhar a confecção do muro. Se eu for chamado quando o muro cair, serei implacável com o projetista e não adianta alegar que "só fez o projeto" e que o empreiteiro não executou direito. Por enquanto, não aceite, fazer projeto de Muro de Arrimo, já que na sua faculdade esse assunto não foi bem explicado. No meu caso eu tive muita sorte pois, na faculdade, meu professor de Mecânica dos Solos foi o Dr. Milton Vargas, recentemente falecido. O primeiro projeto de talude que eu participei foi a Barragem de Terra da Margem Direita da UHE de Ilha Solteira. Veja uma foto minha da visita que realizei recentemente defronte o talude que ajudei a dimensionar em 1973: Prezado Rafael. Como conselho final, já que você é "apaixonado" por essa área, recomendo fazer um estágio em algum laboratório de solos (IPT, CESP, etc.) para conhecer bem as propriedades como Coesão, Angulo de Atrito Interno e índices como o de Plasticidade e Liquidez. Poderás ser um especialista nesta área e ao ficar velho como eu ficar fazerndo "serviço leve" de vistorias. Abraços Roberto Massaru Watanabe Engenheiro Civil - CREA Tel (11) site: Original Message From: Rafael Foglia Dinallo To: Sent: Wednesday, September 21, :10 PM Subject: [comunidadetqs] Muro de Arrimo em Alvenaria Boa noite pessoal, me formei recentemente em engenharia civil, sou apaixonado pela area de calculo estrutural, estou tentando aprofundar nos estudos ja que na faculdade

9 não vemos boa parte dessa área, estou procurando algum material que mostre como calcular muros de arrimo em alvenaria comum intercaladas com cintas de concreto armado, estou a dias procurando mais não encontro nada, até comprei o livro do moliterno,mais este só trata de muros de concreto maciços, se alguem puder me ajudar ficarei muito grato. Caro Watanabe Desculpe-me discordar. Isso é pura questão de semantica. Arrimo e contençao tem o mesmo significado de suporte, arrimo, apoio. Pode-se ter uma contenção em cortina atirantada tanto em corte como aterro. Quanto a solução por você apontada chama-se de solo grampeado e trabalha de forma completamente passiva, sem pre-tensionamento, portanto as barras nao são tirantes e sim grampos. Alem disso a face nao tem objetivo estrutural nenhum, a nao ser conter/arrimar o solo entre os grampos somente perto da face, alem de protwção contra erosão, exceto se esta tiver sido feita muito rigida. Com relação ao talude rompido, me parece a principio que os grampos era bem curtos talvez nao reforçando o solo da forma que deveria. Talvez tambem projetado por alguem que encare solo como uma coisa simples e que livros e duas cadeiras na escola são suficentes sem precisar de nenhuma experiencia pratica com alguem ou em alguma empresa mais experiente. Quanto a ser implacavel, tambem tenho que discordar. Apesar dessa ser a solução ideia, ninguem tem como obrigar o cliente a lhe contratar na construção. Como ficam aqueles projetos executados quando ainda nem se tem o construtor definido? Ate onde sei existem o contrato e a ART estabelecem as obrigações. Quanto a ART o nome ja diz isso. Se ficalização/supervisão nao faz parte e for comprovado erro de execução, acho muito dificil que um juiz decente aceite esse seu argumento. Quanto a pergunta inicial do colega, ele que me perdoe, mas ainda tem outros colegas que a acham que nao se deva recomendar um geotecnico. Entender geotecnia é muito mais que "Coesão, Angulo de Atrito Interno e índices como o de Plasticidade e Liquidez." É saber quando o solo se comporta de forma não-drenada ou drenada, conhecer como poropressoes são geradas, tensão vs deformação, como interage com a estrutura, como o processo executivo afeta o comportamento e muito mais. É ai que da realmente para ser implacavel quando algo da errado mesmo que tenha acompanhado a obra 24 horas por dia, 7 dias por semana.

10 Abraços Best regards -- DAVID OLIVEIRA PhD, MIEAust, CPEng Senior Associate Geotechnical Engineer Coffey Geotechnics 8/12 Mars Road Lane Cove West NSW 2066 Australia T F M Honorary Lecturer/Research Fellow Centre for Geomechanics and Railway Engineering Faculty of Engineering - University of Wollongong On 22/09/2011, at 22:47, "Bruno Rebello - Cavalari" wrote: Prezado Roberto Watanabe, Sou ouvinte do grupo e acompanho suas contribuições. Meus parabéns pelo elevado nível de suas mensagens. Até agora não apaguei nenhuma de suas mensagens. Grande abraço, Eng. Bruno Rebello Cavalari Engenharia, Topografia e Comércio Ltda (17) De: Em nome de Roberto Massaru Watanabe Enviada em: quinta-feira, 22 de setembro de :14 Para:

11 Assunto: Re: [comunidadetqs] Muro de Arrimo em Alvenaria - Contribuição. Prezado colega Rafael. É importante ter em mente as diferenças entre Muro de Arrimo e Muro de Contenção. O Muro de Contenção é aquele que a gente faz "antes" para conter um aterrro que será construído "depois". Como o aterro será "confeccionado" então poderemos ter o controle total das solicitações que o aterro fará sobre o muro. Empuxo, Pressão Neutra, Percolação da água da chuva, drenagem, etc. tudo é facilmente controlável e a gente pode ter a certeza sobre o que vai solicitar o muro e suas ordens de grandeza. Nestas condições é fácil calcular o muro e o mesmo pode ser de pedra de mão, de tijolo de barro, etc. O Muro de Arrimo é aquele que a gente faz "depois" que cortamos um terreno em aclive resultando num talude (que pode ser vertical ou inclinado). O muro é como se fosse uma "escora" que instalamos para "segurar", "arrimar" o talude. Um talude formado numa situação dessas vai produzir em seu interior o "Alívio de Tensões", isto é, as partículas do solo que foram adensados, de forma natural, ao longo de milhões de anos vai ter uma parte removida. As partículas do solo que permaneceram no local irão redistribuir as tensões internas. Ocorre que calcular essa redistribuição é tarefa complexa pois não existe solo homogêneo em que seja possível aplicar as mesmas propriedades em todas as partículas. Além disso será muito difícil ter o controle sobre o comportamento das solicitações. Qual será a rede de percolação das águas pluviais? Qual será a capacidade drenante do

12 solo? Então nestas condições de insegurança, resultam, para muros altos, sempre soluções de muro com placas de concreto atirantadas (calculadas como se fossem lajes). O que é muito comum são Muros de Arrimo feitos de concreto projetado sobre tela e ancorados com tirantes tipo monobarra. Mais detalhes em Como vocês sabem, vivo de vistorias, e tenho sido chamado para sinistros em muros com essas características. Veja um caso em que eu tirei a foto de dentro do buraco formado depois do rompimento do talude. Veja pedaços da tela, os tubos de PVC para a confecção do tirante tipo monobarra. Concluindo, para você que está começando, recomendo prudência. Mais tranquilo é o projeto de Muro de Contenção, que pode até ser de tijolo de barro, mas você vai ter que "ficar em cima" para que a empreiteira tome todos os cuidados que você vai deixar escrito nos desenhos do projeto. Se você orçar R$ para fazer o projeto, então coloque mais R$ para fazer o acompanhamento da execução. Jamais aceite fazer um projeto de Muro de Contenção se você não tiver garantias reais de que vai poder acompanhar a confecção do muro. Se eu for chamado quando o muro cair, serei implacável com o projetista e não adianta alegar que "só fez o projeto" e que o empreiteiro não executou direito. Por enquanto, não aceite, fazer projeto de Muro de Arrimo, já que na sua faculdade esse assunto não foi bem explicado. No meu caso eu tive muita sorte pois, na faculdade, meu professor de Mecânica dos Solos foi o Dr. Milton Vargas, recentemente falecido. O primeiro projeto de talude que eu participei foi a Barragem de Terra da Margem Direita da UHE de Ilha Solteira. Veja uma foto minha da visita que realizei recentemente defronte o talude que ajudei a dimensionar em 1973: Prezado Rafael. Como conselho final, já que você é "apaixonado" por essa área, recomendo fazer um estágio em algum laboratório de solos (IPT, CESP, etc.) para conhecer bem as propriedades como Coesão, Angulo de Atrito Interno e índices como o

13 de Plasticidade e Liquidez. Poderás ser um especialista nesta área e ao ficar velho como eu ficar fazerndo "serviço leve" de vistorias. Abraços Roberto Massaru Watanabe Engenheiro Civil - CREA Tel (11) site: /09/2011 Prezado Engº. Civil Marcos Carnaúba moderador do Grupo Bahia, Prezado colega David, Prezados demais colegas, Na tentativa de colaborar no esclarecimento da dúvida do Eng. Marcos Carnaúba a respeito do Sistema Tecco encaminho este e outros s em seguida com material técnico, após um esclarecimento inicial a seguir. Apesar de ser engenheiro especializado em estruturas de concreto, com 40 anos de vida profissional, meu interesse pelo Sistema Tecco da Geobrugg (empresa com representantes em mais de 24 países todos os continentes) surgiu em uma palestra proferida numa quinta feira no Instituto de Engenharia de São Paulo, dia comumente reservado a assuntos estruturais. Provavelmente pelo interesse demonstrado e como havia uma probabilidade de utilizar o sistema numa obra que estava projetando, fui convidado pelo expositor da Geobrugg para fazer um curso na Suiça. Como estava indo a Portugal para uma visita técnica, aceitei de pronto o convite. O curso foi dado em abril de 2005 na sede da Geobrugg em Romanshorn na Suíça, cidade vizinha à Alemanha. Lá aprendi os conceitos do Sistema e a utilizar o programa de cálculo Ruvolum que define o diâmetro, comprimento e espaçamento dos chumbadores que na verdade são tirantes com pouca carga. Verifiquei os equipamentos de ensaios que dão subsídio ao processo de cálculo e a fábrica das telas. O Eng. Daniel Flum da Geobrugg levou-me a visitar diversas obras na parte alemã da Suiça e algumas em Liechtenstein. Ao final atravessamos os Alpes em túnel com o carro dentro de um trem protegido por uma carcaça metálica e voltamos de carro por cima, num passeio maravilhoso, observando algumas obras de contenção de avalanches de neve. Ao voltar ao Brasil acabei me interessando também por solo grampeado que utilizei em uma recuperação estrutural de fundação de conduto forçado na Bahia. Na Alemanha ou Suiça utilizam apenas barras de dureza natural. Não recomendam barras encruadas a frio...

14 Após alguns meses fui convidado pela Geobrugg para analisar a viabilidade de estabilizar a encosta do Morro dos Barbosas em São Vicente, SP com o sistema TECCO. A consultoria geológico geotécnica foi de geólogos do IPT. Um grande problema que constatamos tinha origem na drenagem. Tecnicamente a solução parecia ser viável, mas não houve viabilização financeira em face do custo de importação da tela (não sei se as taxas agora diminuíram). A Geobrugg tem representante no Brasil na cidade do Rio de Janeiro (Malta Soares). Tenho notícias de que algumas obras já foram feitas com o sistema aqui no Brasil. A representante do sistema é bastante ativa e presente em muitos simpósios de estabilização de taludes. O Sistema é reconhecido internacionalmente. Inclusive na Austrália o colega David já informou que o utilizam. Depois disso, fui convidado pela Geobrugg a proferir uma palestra sobre o PROGRAMA RUVOLUM em Simpósio sobre Obras de Contenção em Salvador em julho de 2005 (transparências em anexo) e outra em seguida em Workshop em São Paulo com o mesmo material. Os compromissos com a Vivan Engenharia (www.vivan.com.br) me impediram de assumir outras atividades de consultoria em projetos do Sistema Tecco. Lembro-me de uma última consulta em obra de contenção na Nuclebrás, mas que tive que declinar em face de estar elaborando simultaneamente o projeto de 3 PCHs. Mas continuo apreciando muito o Sistema Tecco. Mas seria muito útil se as telas fossem fabricadas no Brasil. Quanto aos curiosos comentários dos profissionais consultados em outro grupo de debates, necessário esclarecer que para o dimensionamento do Sistema Tecco, além de conhecimentos de estática ou estabilidade de estruturas e do programa Ruvolum que é um programa de verificação, é essencial a consultoria de geólogos experientes, certamente como os profissionais consultados, que são responsáveis pelo plano de investigação das sondagens em quantidade e profundidade e por fornecer as características geológicas do maciço que interessam e são necessárias para o projeto. Como disse o colega David o Sistema Tecco não resolve todo e qualquer problema. O sistema é particularmente indicado para qualquer situação em que a rocha sirva como ancoragem do tirante-chumbador e que a camada de solo seja da ordem de até 2 m. Se a rocha não tiver essa capacidade, é mais do que óbvio que o Sistema não é indicado se não é viável aumentar o comprimento dos tirantes chumbadores até uma região mais propícia à ancoragem. Mas para tecer comentários a respeito do Sistema é necessário conhecê-lo, o que espero que com este e- mail e anexos possa colaborar. Por outro lado, não pretendo impor qualquer opinião a respeito, mas tenho um material escaneado com 24 MB que pode ser útil e complementar ao entendimento do Sistema Tecco. Com certeza a representante no Brasil (Malta Soares) disporá de material mais atualizado. Segue em anexo em próximo , dados técnicos complementares à contenção em Helgoland apresentada no que enviei ontem. Exatamente esse exemplo foi analisado na

15 época do aprendizado sobre o Sistema. Em seguida envio também outras aplicações do Sistema Tecco em outros países. Não há porque apenas no Brasil ser inviável. Talvez o problema não foi bem colocado ou a culpa é da macaca... Se for necessário para maiores esclarecimentos não será difícil fornecer justificativas detalhadas de como o Sistema Tecco funciona nesse específico caso. Certamente Geólogos Alemães não menos cuidadosos do que os Brasileiros analisaram o problema com o rigor e a profundidade necessária, como lá é hábito fazer, subsidiando o projeto do Sistema Tecco de modo a que os moradores das residências que estão protegidas pelo Sistema Tecco possam dormir em paz. Caso sejam necessários esclarecimentos adicionais, continuo à disposição. Apreciaria comentários dos consultados de outro grupo pelo Eng. Marcos Carnaúba, a quem copio neste . Atenciosamente, Milton Emílio Vivan 23/09/2011 De: Em nome de Marcos Carnaúba Enviada em: sexta-feira, 23 de setembro de :30 Para: Assunto: [calculistas] Sistema TECCO Geobrugg - COMENTÁRIOS DE ESPECIALISATAS Caros Assuntos que não domino a contento busco ajuda como aprendizado. Estou copiando o texto original que enviei a um outro grupo, na busca de opiniões. Estou juntando em uma só mensagem os comentários recebidos.abraços caetés Eng.º Civil Marcos Carnaúba Crea 3034 D -PE/FN Tels Maceió - Alagoas - Brasil

16 Skype: marcarnauba De: Marcos Carnaúba Enviada em: sexta-feira, 23 de setembro de :27 Para: Stélio Ricardo Silveira Castro; Álvaro Rodrigues dos Santos; Moacyr Schwab Menezes Assunto: [calculistas] Sistema TECCO Geobrugg Caros amigos Com é da área de vocês gostaria de receber contribuições para repassá-las aos grupos. Abraços caetés Eng.º Civil Marcos Carnaúba Crea 3034 D -PE/FN Tels Maceió - Alagoas - Brasil Skype: marcarnauba Caros, É impressionante como hoje não se fala mais dos fenômenos/problemas enfrentados, os quais deveriam fundamentalmente inspirar as soluções a serem adotadas. A tônica é sobre soluções mágicas que teoricamente podem (ao menos esse é o desejo dos fabricantes) ser aplicadas a qualquer tipo de fenômeno/problema. Como já temos o médico de bula, agora temos nossos geotécnicos de catálogo. Por exemplo, essa contenção por tela só se aplica a fenômenos associados à possibilidade de desprendimentos de pequenos e médios blocos superficiais soltos. No caso da possibilidade de uma ruptura rochosa mais profunda, ou por combinação de planos estruturais ou por qualquer outro motivo, vem talude, tela e tudo para baixo. Infelizmente não vêm também o fabricante e o panaca que indicou a solução. Tenho visto abundantes absurdos por aí, soluções que não têm absolutamente nada a ver com o fenômeno esperado. A raiz desse problema está no planejado esvaziamento tecnológico dos órgãos públicos, que hoje, em sua grande maioria, não sabem mais contratar, não sabem fiscalizar. Puseram o cabrito para tomar conta da horta. Desculpem-me o rancor, mas hoje estou com a macaca.

17 Abrações e bom final de semana para os amigos. Álvaro Geól. Álvaro Rodrigues dos Santos ARS Geologia Ltda São Paulo - SP Caro Marcos: Estou copiando para o Álvaro, porque acabei de ver a resposta dele, com a qual concordo em grande parte, de modo que economizo o que ele já falou. Em suma, ele aponta um risco que deve ser analisado com profundidade porque as possibilidades (concretas) que ele levanta equivalem a amarrarmos o escaler ao navio, mas não ancorarmos firmemente o navio ao porto. Realmente aí pode ir tudo ao sabor das vagas (mas acontece também com obras de contenção convencionais). Permitir-me-ia, portanto, completar dizendo que a tela ancorada é um equipamento semelhante a outros: se for mal escolhido por deficiências de diagnóstico, não funcionará, e aí poderemos ter uma contradição curiosa, mas às vezes de resultados trágicos: O acidente ficar maior com a obra que sem ela. Essas telas são de fato muito usadas nos Alpes, onde o gelo congelando em fendas tende a deslocar os blocos rochosos, situação ambiental a que a solução pode estar mais afeiçoada. Embora eu tenha sugerido duas ou três vezes, como alternativa a remoção, acho extremamente importante a chamada do Álvaro: Não podemos tratar os instrumentos tecnológicos da engenharia geotécnica como se eles fossem semelhantes a commodities minerais ou agrícolas comercializadas em Shangai ou em Chicago. Já comentei com o Álvaro um viés complicado da tecnologia, que é tornarmo-nos às vezes muito arrogantes diante da natureza. Concordo inteiramente com o diagnóstico institucional do Álvaro. Abraços. Em tempo: Agradeço o comentário sobre o artigo. Edézio Teixeira de Carvalho Geolurb - Geologia Urbana e de Reabilitação Ltda (31) ; Meu caro Álvaro, pode considerar-me aliado em amarguras e rancores. Também ando de saco cheio de ver propostas de soluções sem pé nem cabeça.

18 Nesta sugestão abaixo não há uma só referência à necessária concepção de solução e a parâmetros geológicos/geotécnicos que norteiem sua aplicação. Coisa de vendedor de xarope em bang-bang de segunda, daqueles que fogem na cala da noite, depois de tomarem o dinheiro da população ingênua. Imagine um cristão utilizar-se disto em regiões da Serra do Mar, por exemplo. Embuste, tapeação, papo de vendedor. Geotecnia não é isto. Abraços a todos e bom fim de semana, Stélio Re: [calculistas] Desculpas Caro Carnaúba Fique tranquilo quanto ao seu posicionamento dentro do grupo. Espero que permaneça como moderador substituto. Aliás, as opiniões divergentes acontecerão sempre e sempre existirá o risco de um termo mais exaltado (ou impróprio) fugir do controle do Moderador. Particularmente, reputo o maior respeito a você, inclusive guardo até hoje os apontamentos do seu (ainda) futuro livro, disponibilizados por você ao grupo. Gostei, principalmente dos capítulos referentes aos blocos de coroamento. Parabéns. Um abraço Alberto Nogueira Borges Engenheiro Civil - Rio --- Em seg, 26/9/11, Marcos Carnaúba escreveu: De: Marcos Carnaúba Assunto: [calculistas] Desculpas Para: Data: Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011, 20:59 Caro Moderador Titular Antônio Carlos Reis Laranjeiras Salvador-BA Peço-lhe desculpas, assim como aos demais colegas, se gerei qualquer constrangimento por ter repassado cópias de mensagens recebidas de um seleto grupo de geólogos e geotécnicos que considero amigos, pertinentes à mensagem enviada pelo Engenheiro Milton Emílio Vivan contendo informações sobre o Sistema Tecco Geobrugg.

19 Peço desculpas, também, aos amigos que envolvi repassando, sem lhes pedir autorização, os textos de mensagens recebidas. Não é do meu feitio usar subterfúgios, nem embutir maldades em minhas mensagens. Não tive tempo de formar opinião sobre o assunto porque me ausentei de Maceió como sempre faço nos finais de semana. Ao retornar ontem de tarde encontrei mensagens duplas emitidas pelo Engenheiro Milton Emílio Vivan, enviadas ao Grupo Calculistas da Bahia - com alcance de 1365 associados - onde estão disponíveis no endereço - e para o meu endereço pessoal. Tece comentários sobre a impropriedade de, como Moderador Adjunto, ter repassado textos grosseiros, e cita estar certo o meu Guru Bruno Contarini que desconheço onde entrou na história. Confesso não ter alcançado nenhuma impropriedade nas mensagens repassadas e, por esta razão, deixei de registrar o "não estou Moderador do Grupo". Solicito reconsiderar a minha permanência na função de Moderador substituto, evitando, assim, eventuais conflitos, mesmo se gerados de forma não intencional. Abraços caetés Eng.º Civil Marcos Carnaúba CREA 3034 D-PE/AL Tels Skype: marcarnauba /09/2011 Prezados Colegas, APENAS PARA A FORMAÇÃO DOS MAIS JOVENS Um dos sócios de meu escritório, Pedro que é um jovem e muito promissor engenheiro acompanhou a discussão sobre o Sistema Tecco da Geobrugg e perguntou-me como funciona e quais as defesas que uma empresa ou uma pessoa pode ter frente a

20 manifestações se não apropriadas. Apreciou a explicação e por essa razão torno-a pública no Grupo válida para a formação dos mais jovens. Todos sabem que deve-se ter cuidado ao se manifestar sobre uma empresa ou sobre outra pessoa. Apesar de termos a liberdade de dizermos o que quisermos, todos sabem também que podemos estar sujeitos a consequências. Mas nem todos sabem quais são as consequências ou sabem diferir um caso de outro. Quando a manifestação atinge uma pessoa jurídica, o autor pode ser processado por danos morais, inclusive danos à imagem. Os valores podem ser bastante elevados e levar o falastrão completamente à falência. Quando a manifestação atinge uma pessoa física, além de danos morais, o autor pode ser processado nos seguintes casos: - por injúria: quando trata-se de ofensa à dignidade ou decoro de alguém; - por difamação: se trata-se de imputar a alguém fato concreto e circunstanciado, ofensivo à reputação, conquanto não definido como crime e - calúnia: falsa imputação a alguém de um fato definido como crime. No caso, réu confesso é aquele que aceita ter participado do crime. Então às vezes até desculpas vc pode estar impedido de pedir porque pode configurar uma confissão. Portanto mesmo sendo do bem, de boa índole e da paz, deve-se ter o máximo cuidado para não expor empresas e pessoas. Atenciosamente, Milton Emílio Vivan 28/09/ /9/26 Vivan Engenharia /09/2011 Prezado Moderador Adjunto Eng. Marcos Carnaúba, É fato conhecido que mensagens que não são de s cadastrados de membros do Grupo Bahia não são aceitas nem divulgadas aos 6000 associados.

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