INICIO : TÉRMINO : Prazo Contratual : Mai/2003. Set/1998. Meta ECOVIAS : Dez/2002

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1 INICIO : Set/1998 TÉRMINO : Prazo Contratual : Mai/2003 Meta ECOVIAS : Dez/2002

2 Extensão Total : 20,23 km, sendo : 4,99 km trecho de Planalto 11,48 km trecho de Serra 2,11 km trecho Baixada diretriz 1,65 km trecho Baixada alças

3 Construção de 3 túneis TD ,0 m TD ,0 m TD-3/ ,0 m - totalizando: 8,23 km

4 Construção de 9 viadutos VD1-263,0 m - Balanços VD2-191,0 m - Balanços VD3-602,0 m - Balanços VD4-211,0 m - Balanços VD5/6-74,0 m - Pré-Moldadas VD ,0 m - Balanços VD8-724,0 m - Empurradas VD9-390,0 m - Pré-Moldadas VD10-565,0 m - Empurradas

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6 TÚNEIS CARACTERÍSTICAS GERAIS Seção de escavação em solo : 165 m2 em rocha : 122 m2 Pé direito do túnel da escavação : em solo : 10,9 a 12,4 m em rocha : 10,7m Largura da seção de escavação : em solo : 14,5 a 15,5 m em rocha : 14,3 a 14,5 m

7 Revestimento dos túneis : Espessura do concreto em solo: 50 a 125 cm Espessura do concreto em rocha: média de 35 cm Cobertura máxima nos túneis em relação ao greide do pavimento : 250m Largura da plataforma : 13,05m

8 VIADUTOS : FUNDAÇÕES Foram executados : Tubulão : Ø 120 a 280 cm comprimento até 25m Estacas escavadas : Ø 120 a 150 cm comprimento até 35m Estacas raiz : Ø 31 cm comprimento de 15 a 20m Micro-estacas : Ø 6 (12 a 15m) c/tubo SCH 40 Ø 4 Nas regiões de talus, os tubulões estão protegidos com anéis de concreto, afastados 1 metro do contorno do fuste, chegando a 15 metros de profundidade. Profundidade máxima de fundação : 35m no VD-10

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10 Tubulão Estaca Raiz Micro-Estacas

11 PILARES Processo executivo : formas deslizantes ou trepantes; Para altura até 25m : forma de lâmina dupla, com espessura de 0,75 a 1,00m e largura de 7,00m cada lâmina; Para altura maior que 25m : as lâminas engastam-se em pilares celulares de dimensões externas de 5,00 por 7,00m.

12 Maior altura de Pilar : 54 metros. Maior altura de Viaduto : 85 metros Até 25 metros Acima 25 metros

13 TABULEIROS Para a construção dos viadutos, foram utilizadas 3 diferentes metodologias construtivas para os tabuleiros BALANÇOS SUCESSIVOS Os avanços variam de 2,00 a 4,50m (módulos). O ciclo de concretagem de cada módulo é de aproximadamente de 7 a 10 dias.

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16 PONTE EMPURRADA A superestrutura empurrada, consiste em se deslizar sobre os pilares, os módulos de 25 metros do tabuleiro previamente moldados, encabeçados por um nariz metálico

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19 VIGAS PRÉ-MOLDADAS

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28 Mapa de Localização

29 Vista geral da pista existente

30 Dados Básicos da Obra Extensão Total m Planalto 4.990m Serra m Baixada 3.760m Trecho em Túnel 8.231m Número de Túneis 3 Trecho em Viaduto 4.275m Número de Viadutos 9 Mão-de-Obra Total (pico) 4000 Período de Execução AGO/1998 a DEZ/2002

31 Pista existente ( Ascendente ) Vista geral

32 As Etapas do Processo de Otimização Ambiental Ajuste do Projeto Básico durante a fase de licenciamento de instalação. Adequação do Planejamento de Obra. Adequação dos Procedimentos / Tecnologias de Execução de Obra. Rendimensionamento dos Programas de Revegetação Compensatória

33 O Projeto Básico Recebido pela Ecovias

34 RIBEIRÃO DAS ANTAS ACESSO IMIGRANTES-ANCHIETA VA 1-2 VA-3 TA-1 VA-4 TA-2 VA-5 VA-6 EST DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ. BASICO VA-7 TA VA-8 TA-5 VA-9 TA-6 VA-10 RIO PASSAREUVA TA-7 EST DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ.BASICO VA-11 ~ RIO MARCOLINO VA-12 VA-13 TA-9 VA-15 TA-12 ESTACAO, ~ DE TRATAMENTO DE AGUA ~ TA-13 TA-14 EST DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ.BASICO VA-19 VA VA VA-21 Pontos Críticos do Traçado do Projeto Básico SÃO PAULO RIBEIRAO KAGADO TD-0 2 TD-0 3 VA-16 2 VIA ANCHIETA TA TD-04 VIA ANCHIETA VA RIO PILOES IMIGRANTES EST DA ALTERNATIVA= ESṬ DO PROJ.BASICO 1 RIO CUBATÃO TD-0 1 Km 0 EST DO PROJ. BASICO ESṪ DA ALTERNATIVA = 3 1. Trecho em Viaduto paralelo ao VA Viadutos a montante da ETA Pilões. 3. Viaduto VD-01.

35 Setor de Instabilidade do VA-19 Vista do setor a montante da ETA Pilões

36 Traçado previsto do VD-01 no Projeto Básico Perfil Longitudinal do VD-01

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38 RIBEIRÃO DAS ANTAS ACESSO IMIGRANTES-ANCHIETA VA 1-2 VA-3 TA-1 VA-4 TA-2 VA-5 VA-6 VA-7 TA VA-8 TA-5 VA-9 TA-6 VA-10 RIO PASSAREUVA TA-7 EST DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ.BASICO VA-11 ~ VA-12 VA-13 TA-9 VA-15 TA-12 ~ ESTACAO, DE TRATAMENTO DE AGUA VA-16 TA-13 TA-14 EST DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ.BASICO VA-19 VIA ANCHIETA VA VA VA-21 O Projeto Otimizado RIO MARCOLINO SÃO PAULO RIBEIRAO KAGADO TA VIA ANCHIETA VA RIO PILOES ~ ESṪ DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ.BASICO RIO CUBATÃO IMIGRANTES Km 0 TD-01 TD-01 TD-02 TD-03 TD-04 TD-02 TD-04 ESṪ DO PROJ. BASICO ESṪ DA ALTERNATIVA = EST DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ. BASICO TÚNEL VIADUTO TERRAPLENAGEM

39 Resumo dos Ganhos Ambientais Resultantes da Adequação do Projeto Básico. Foto da erosão com local da Pista Descendente

40 Resumo dos Ganhos Ambientais Resultantes da Adequação do Projeto Básico. Redução do número de túneis de 5 para 3 e consequentemente do número de emboques ( de 10 para 6 ). Emboques da pista ascendente Eliminação do trecho em viaduto na região instável do VA-19. Fundação com anel protetor

41 Resumo dos Ganhos Ambientais Resultantes da Adequação do Projeto Básico. Aumento do vão padrão entre pilares ( de 45m para 90m ) mediante uso do sistema de balanços sucessivos. Redução do número total de pilares, de 63 para somente 23. Redução do número de pilares em situação de difícil acesso a partir da estrada de serviço existente ( de 33 para somente 11). Fundação de difícil acesso

42 Resumo dos Ganhos Ambientais Resultantes da Adequação do Projeto Básico. Minimização das interferências em superfície a montante da ETA Pilões, eliminando-se o viaduto VD-06 e reduzido-se a extensão do VD-05. Foto com vista geral do VD-05 em obras Redução das necessidades de desmatamento e da conseqüente instabilização das encostas da Serra do Mar. Quantificação da vegetação a ser suprimida FITOFISIONOMAIA ÁREA A SER SUPRIMIDA (ha) A B C D Vegetação Herbácea Vegetação em Estágio Pioneiro Mata em Estágio Inicial de Regeneração Mata em Estágio Médio de Regeneração Total de Supressão Florestal TOTAL (A+B+C+D) 8,94 11,26 4,52 5,82 10,34 30,54 Redução de mais de 50% com relação ao desmatamento previsto para o Projeto Básico. Com relação ao desmatamento realizado para as obras da Pista Ascendente ( existente ), o desmatamento será 40 vezes menor.

43 E W Resumo dos Ganhos Ambientais Resultantes da Adequação do Projeto Básico. Segregação da drenagem de pista e drenagem de infiltração nos túneis, viabilizando a retenção de eventuais vazamentos de cargas perigosas em dispositivos nos emboques de jusante. Condução controlada da drenagem dos trechos em pistas e em viaduto até o talvegue natural mais próximo. O= (GI) L= O= O= O= N= E S T R A D A D E S E R V I C O E E CANALETA L= 0.60 h= O= 1.50 O= E DA CANALETA L= 0.40 h= 0.25 E= L= 0.15 L= GALERIA L= 2.90 PROF= 1.35 GALERIA EXISTENTE GALERIA L= 2.32 W (CONCRETO) MURO DE ARRIMO ESTACAS (EROSAO) CANALETA L= 1.00 P= 0.30 N= (AREA ERODIDA) DESCIDA D'ÁGUA EM DEGRAUS E= N= E= Escada hidráulica a jusante da grande erosão

44 Adequação do Planejamento de Obra Racionalização da Infra-Estrutura de Apoio Racionalização da Logística de Obra Planejamento Detalhado de cada Frente de Trabalho

45 RIBEIRÃO DAS ANTAS ACESSO IMIGRANTES-ANCHIETA VA 1-2 VA-3 TA-1 VA-4 TA-2 VA-5 VA-6 VA-7 TA VA-8 TA-5 VA-9 TA-6 VA-10 RIO PASSAREUVA TA-7 EST DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ.BASICO VA-11 ~ RIO MARCOLINO VA-12 VA-13 TA-9 VA-15 TA-12 ~ ESTACAO, DE TRATAMENTO DE AGUA VA-16 TA-13 TA-14 EST DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ.BASICO VA-19 VIA ANCHIETA VA VA VA-21 Racionalização da infra-estrutura de Apoio O Projeto Básico proposto no EIA/RIMA previa 16 canteiros distribuídos no interior do Parque Estadual da Serra do Mar. A infra-estrutura principal passou a ser concentrada em duas áreas principais sendo uma em cada externo da obra ( Planalto e baixada ). SÃO PAULO RIBEIRAO KAGADO TD-0 3 TD-02 TD-04 TA VIA ANCHIETA VA RIO PILOES ~ ESṬ DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ.BASICO RIO CUBATÃO IMIGRANTES TD-01 ESṪ DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ. BASICO ESṪ DO PROJ. BASICO ESṬ DA ALTERNATIVA = O Canteiro Central do Planalto inclui: Acampamento Escritórios Oficinas e almoxarifado Central de Britagem Central de Concreto Estação de Tratamento de Efluentes ( ETE ) O Canteiro da Baixada inclui: Oficinas e almoxarifado Central de Concreto

46 Racionalização da Infra-Estrutura de Apoio Toda a infra-estrutura principal foi implantada em áreas previamente degradadas e sem cobertura florestal. Canteiro Planalto Canteiro Baixada

47 Racionalização da Infra-Estrutura de Apoio Infra-estrutura Secundária distribuida estrategicamente nas própias frentes de obra com mínima necessidade de desmatamento adicional, incluindo: Contêineres de frente de obra ( Almoxarifados / escritórios / etc. ) Centrais móveis e silos de concreto Central auxiliar de britagem Estoques de material escavado ( bota-esperas ) Instalações sanitárias Outras Contêiner de frente de obra Bota-espera

48 Racionalização da Infra-Estrutura de Apoio Transformação do bota-foras em aspectos positivos da obra Vista geral do Bolsão 9 ( bota-fora da Baixada) sendo habilitado para posterior urbanização com fins de habilitação popular. Vista da grande vossoroca recuperada como parte integrante do aproveitamento do local como bota-fora do Planalto.

49 Racionalização da Logística de Obra Reaproveitamento de materiais bota-espera de rocha Janela Intermediária do Túnel TD-01 avanço em quatro frentes

50 Racionalização da Logística de Obra Localização estratégica da infra-estrutura secundária ao longo dos pontos de maior demanda da obra e sempre em áreas previamente degradadas Infra-estrutura secundária Minimização das interferências da obra com o sistema viário em operação Aproveitamento dos períodos de suspensão de tráfego na Rodovia Anchieta para transportes de materiais de escavação e outros transportes de obra Recuperação prévia da Estrada de Serviço

51 Racionalização da Logística de Obra Recuperação prévia dos Passivos Ambientais pré-existentes estabilização de áreas instáveis e outros fatores de risco para aobra

52 O= 0.80 O= 0.80 E= E= E= E= E= E= E= E= E= E= P1 EIXO SÃO PAULO SÃO PAULO 0 P EIXO RODO V RODOV V D-03 N VIADOSIMIGRANTES IADUTOVD-03 N IADOSIMIGRANTES EIXO P3 9 RODOVIA DOS IMIGRANTES 10 GABIÃO RODOVIA DOS IMIGRANTES E2 CANALETA CANALETA 12 N N CANALETA EIXO CANALETA 13 E P4 EIXO ESCADA DE DISSIPACAO RALO EIXO P5 Planejamento Detalhado de cada Frente de Trabalho Fundações com acesso direto Fundações com acesso por rampa ascendente ou descendente Fundações com acesso a partir de guindaste ou grua torre Fundações com acesso somente pedestre N= N= N= (ESTRADA INVADIDA PELA MATA) N= N= EIXO 5,0 PLATAFORMA P/ GUINDASTE EIXO PEDESTRES PEDESTRES BOTA ESPERA Nº 1 VIADUTO VD-03 N= N= N= (ESTRADA INVADIDA PELA MATA) N= N= EIXO PLATAFORMA P/ GUINDASTE PEDESTRES 45 BOTA ESPERA Nº 1 VD-03 Estudos de alternativas de acesso aos emboques e às fundações de todos os pilares dos viadutos

53 GALERIA 420 ASFALTO Planejamento Detalhado de cada Frente de Trabalho Estudos de delimitação prévia das áreas de intervenção necessárias, considerando: Área ocupada pela obra permanente Área ocupada por acessos e outras intervenções necessárias (galerias, caixas de decantação, plataforma para gruas e guindastes, etc.) Área para infra-estrutura secundária (contêineres de frente, bota-esperas, estoques externos, energização, etc.) N= N= N= N= CACHOEIRA 20% 400,00 GUINDASTE MURO DE CONTENÇÃO CANALETA L = 0,40 395,00 GUINDASTE GABIÃO 395 GALERIA GABIÃO TD-2 SANTOS -> GALERIA GABIÃO ESTRADA DE SERVIÇO ,00 E3 GUINDASTE EMBOQUE SP TD - 02 GABIÃO P1 MÓDULO FRENTE DE OBRA 395,00 E2 395, GUINDASTE GABIÃO PROLONGAMENTO GABIÃO DA GALERIA ESTRADA DE SERVIÇO Delimitação de Frente de Obra

54 Adequação dos Procedimentos / Tecnologias de Execução de Obra Instrução de Controle Ambiental das Obras (como parte integrante do Requerimento de Licença de Instalação) Orientação e treinamento ambiental Procedimentos de controle do desmatamento Sinalização, demarcação e vigilância de obra Monitoramento e manejo de fauna Controle da erosão e assoreamento Controle da contaminação do solo Saneamento, limpeza e gestão de resíduos nas frentes de obra Controle de impactos na qualidade das águas (Classe I) Controle de impactos na qualid ade do ar Procedimentos de desativação e recuperação posterior Manual de Monitoramento e Documentação Ambiental Divulgação das Instruções de Controle Ambiental segundo pertinente a cada nível hierárquico e frente de trabalho Assessoria na adequação das Instruções a situações pontuais Produção de prova documental do atendimento a todos os compromissos assumidos Documentação detalhada de todas as alterações ambientais Avaliação estatística do desempenho ambiental em cada frente de obra Informes de evolução ambiental d a obra - Sistema de Registros Ambientais

55 Orientação e Treinamento Ambiental Treinamento admissional Orientações pontuais periódicas em cada frente de obra

56 Procedimentos de Controle do Desmatamento Delimitação prévia das áreas de corte Orientação da queda de árvores para o interior da clareira

57 Procedimentos de Controle do Desmatamento Manutenção do horizonte orgânico e do banco de sementes Picotagem e reaproveitamento de resíduos florestais

58 Sinalização, Demarcação e Vigilância de Obra limites de intervenção Não caçar Sinalização de restrição

59 Sinalização, Demarcação e Vigilância de Obra Sinalização orientativa Lixo Fogo

60 Sinalização, Demarcação e Vigilância de Obra Vigilância e controle de acesso às frentes de obras Controle de acesso à Estrada de Serviço

61 Sinalização, Demarcação e Vigilância de Obra Demarcação física da obra em trechos com uso urbano Ordenamento e controle das travessias de obra

62 Monitoramento e Manejo de Fauna Cercas perimétricas nas áreas de maior riscodeinterferênciacom fauna Adequação das cercas fio liso nas fileiras inferiores

63 Monitoramento e Manejo de Fauna Monitoramento constante de trilhas e transectos acompanhamento estatístico da presença de fauna no entorno Resgate de fauna nas frentes de obra e reinserção em outras áreas do Parque Estadual da Serra do Mar

64 Controle da Erosão e Assoreamento Princípios gerais: Orientação do sentido do escoamento Controle da velocidade do escoamento Minimização de áreas instáveis Medidas de proteção superficial Proteção de cursos d'água Medidas de adequação programática Dispositivos de retenção de sedimentos a jusante N =24650 N = N = N SANTOS -> TD-2 LEGENDA ESTRUTURAS PERMANENTES DE CONTENÇÃO SENTIDO DO ESCOAMENTO LIMITE DA ÁREA A SER DESMATADA PROCEDIMENTOS DE ESTABILIZAÇÃO DE ENCOSTA ESTACAS (CCP OU PRANCHA) SOLO GRAMPEADO + JATEAMENTO GABIÃO SOLO GRAMPEADO GRAMA EM PLACAS HIDROSSEMEADURA P1 375 DISPOSITIVOS DE DRENAGEM PROVISÓRIA DISPOSITIVOS DE AMORTECIMENTO CAIXA DE RETENÇÃO DE SEDIMENTOS SEÇÃO FILTRANTE EM GABIÃO CANALETAS DE DESVIO DE CRISTA CANALETAS DIVERSAS GALERIA DE PROTEÇÃO (A IMPLANTAR OU PROLONGAR) DISSIPADOR Projetos detalhados de drenagem provisória obra permanentemente preparada para receber chuva

65 Controle da Erosão e Assoreamento Platôs sempre com inclinação contrária à saia Lábios nas bordas de acessos de forma a evita o escoamento sobre a encosta

66 Controle da Erosão e Assoreamento Aproveitamento provisório de estruturas de drenagem pré-existentes

67 Controle da Erosão e Assoreamento Estabilização prévia de área de trabalho com contenção de gabião a jusante Rampa de acesso e contenção prévia com gabião

68 Controle da Erosão e Assoreamento Formação de platô com gabião perimétrico Contenção de gabião a jusante da área de trabalho em encosta íngreme

69 Controle da Erosão e Assoreamento Proteção de encostas com sacaria de material escavado Proteção provisória de encostas com forração plástica

70 Controle da Erosão e Assoreamento Proteção de encostas com sacaria de material escavado em locais de difícil acesso, eliminando a necessidade de abertura de rampas para retirada do material

71 Controle da Erosão e Assoreamento Gabiões e sacaria para proteção drenagem

72 Controle da Erosão e Assoreamento Antecipação da forração vegetal de saias e taludes Forração plástica e vegetal implantadas conjuntamente no Trecho Baixada

73 Controle da Erosão e Assoreamento Dispositivos de redução da velocidade de escoamento sobre áreas em solo exposto

74 Controle da Erosão e Assoreamento Proteção contra turbidez e assoreamento em obra sobre leito fluvial (estiagem) Limpeza corretiva de sedimentação (pó de pedra) em leito fluvial

75 Controle da Erosão e Assoreamento Proteção de curso d'água mediante gabião em conjunto com by-pass entubado Aproveitamento de bueiro desativado para formação de bacia de decantação de sedimentos dentro da própria frente de obra

76 Controle da Erosão e Assoreamento Dispositivos de retenção de sedimentos nos limites de jusante das frentes de obra

77 Controle da Erosão e Assoreamento Adequação da programação de obras - aceleração dos trabalhos em áreas de elevada instabilidade

78 Controle da Contaminação do Solo Diques de contenção em torno de tanques elevados de posição fixa

79 Controle da Contaminação do Solo Proteção adequada de produtos químicos e materiais inflamáveis

80 Controle da Contaminação do Solo Dispositivos de contenção de vazamentos em equipamentos móveis Acondicionamento seguro de produtos químicos em todas as posições nas frentes de obra

81 Saneamento, Limpeza e Gestão de Resíduos nas Frentes de Obra Instalações sanitárias em todas as frentes de obra

82 Saneamento, Limpeza e Gestão de Resíduos nas Frentes de Obra Coleta de lixo nas frentes de obra Organização e limpeza das frentes de trabalho

83 Controle de Impactos na Qualidade das Águas Estação de tratamento de efluentes sanitários (ETE) do canteiro principal no Planalto Tanques elevados no centro da rede de valas de infiltração

84 Controle de Impactos na Qualidade das Águas Controle da lavagem de betoneiras Sistema de tratamento das águas de lavagem em circuito fechado

85 Controle de Impactos na Qualidade das Águas % GUIA CX. SEPARADORA DE ÓLEO 28,15 (CF) GUIA ÁREA PARA LAVAGEM DE CAÇAMBA 1% 28,60 (CS) 27,05 (CF) SEDIMENTAÇÃO CX. DE RESERVATÓRIO DE NALCO SULFATO DE ALUMÍNIO (CS) 28,68 GUIA DEMOLIR DECANTAÇÃO FLOCULADOR RETORNO 1.50 DECANTAÇÃO DECANTAÇÃO CONJ. MOTO-BOMBA Planta tipo do sistema de lavagem de betoneiras em circuito fechado

86 RIBEIRÃO DAS ANTAS ACESSO IMIGRANTES-ANCHIETA VA 1-2 VA-3 TA-1 VA-4 TA-2 VA-5 VA-6 VA-7 TA VA-8 TA-5 VA-9 TA-6 VA-10 RIO PASSAREUVA TA-7 EST DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ.BASICO VA-11 RIO MARCOLINO VA-12 VA-13 TA-9 VA-15 TA-12 ~ ESTACAO, DE TRATAMENTO DE AGUA VA-16 TA-13 TA-14 EST DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ.BASICO VA-19 VIA ANCHIETA VA VA VA-21 Controle de Impactos na Qualidade das Águas SÃO PAULO ~ RIBEIRAO KAGADO TA VIA ANCHIETA VA RIO PILOES ~ ESṪ DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ.BASICO RIO CUBATÃO IMIGRANTES TD-0 1 TD-0 1 TD-0 2 TD-0 3 TD-0 4 TD-0 2 TD-0 4 Km 0 EST DA ALTERNATIVA= EST DO PROJ. BASICO ESṬ DO PROJ. BASICO EST DA ALTERNATIVA = Localização das 5 etas dos túneis

87 Controle de Impactos na Qualidade das Águas Vistas gerais da ETA das águas de infiltração que saem pela janela do Túnel TD-01

88 Controle de Impactos na Qualidade das Águas Planta tipo das Estações de Tratamento das Águas de Infiltração

89 Controle de Impactos na Qualidade das Águas Condição de saída das águas de infiltração dos túneis (sem tratamento) Aspecto das águas de infiltração após tratamento na ETA Pelicano

90 Controle de Impactos na Qualidade do Ar Umectação constante das áreas de solo exposto em épocas de pouca chuva Sistemas de exaustão de gases e poeira em suspensão dos túneis

91 Controle de Impactos na Qualidade do Ar Controle de pó fugitivo nas Centrais de Concreto Controle de pó fugitivo na Central de Britagem

92 Procedimentos de Desativação e Recuperação Todas as áreas não ocupadas pela obra permanente serão revegetadas no final das obras Diversos processos de colonização natural por vegetação encontram-se em curso graças aos procedimentos de desmatamento adotados Colonização natural em curso no entorno do emboque do Túnel TD-03/04

93 Procedimentos de Desativação e Recuperação A recomposição vegetal vem sendo adotada com sucesso como estratégia de controle de impacto da obra em diversos pontos críticos

94 Redimensionamento dos Programas de Revegetação Compensatória Os compromissos de revegetação compensatória subscritos pela ECOVIAS totalizam 213 hectares, equivalentes a mais de 20 vezes a área com cobertura de porte florestal de fato desmatada para implantação das obras de duplicação Todas as áreas degradadas como decorrência da implantação da Pista Ascendente serão recuperadas

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101 Meio Ambiente 1 a. Concessionária Rodoviária no Mundo com Certificação ISO 14001

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(VERSÃO ORIGINAL COM EXCLUSÃO DE NOMES E IMAGENS DE PESSOAS)

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