O uso dos materiais naturais na Arquitetura

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O uso dos materiais naturais na Arquitetura"

Transcrição

1 O uso dos materiais naturais na Arquitetura Arquiteto Francisco Lima Arquiteto Edoardo Aranha archidomus arquitetura e design

2 Roteiro: Introdução Abordagem histórica Utilização Sustentável dos materiais naturais Tecnologias de construção com Bambu Tecnologias de construção com Terra Crua Bibliografia

3 Introdução O que são materiais naturais de construção? Diferentes abordagens nos desafiam a conceituar este tema, por exemplo: Uma lâmina de vidro é um material natural? Se analisarmos pelo ponto de vista da origem de sua matéria prima poderemos afirmar que sim, pois vem de um certo tipo de areia rica em sílica, outro exemplo: uma placa de piso cerâmico é um material natural? Também sob a ótica da origem da matéria prima que é a argila podemos obter uma resposta afirmativa, mas em ambos os casos esta matéria prima foi transformada por um processo e no caso das maiorias dos vidros e cerâmicas a matéria original foi transformada por um processo industrial, que demandou energia, consumiu água, gerou resíduos sólidos, líquidos e gasosos, deslocamentos da extração da matéria prima ao parque industrial ou aos parques industriais e depois foi deslocada a uma rede complexa de distribuição, após todo este processo este material já é considerado um material industrializado, assim como aqueles materiais de origem petroquímica como plásticos em geral e a maioria das tintas e vernizes. Então trataremos como materiais naturais aquelas matérias primas de origem natural que não passaram por um processo de industrialização ou passaram por um beneficiamento de modo artesanal ou semi-industrial. Abordagem histórica Encontram-se na cultura gravetiana do sul da Rússia (paleolítico superior) os primeiros traços de abrigos artificiais de planta ovalada, cada qual com sua lareira, isolados ou conjugados com outros, cujo chão se situa em nível ligeiramente inferior ao do solo circundante. No sítio mesolítico de Campigny (cerca de a. C.), encontram-se os mais antigos tipos de habitações semisubterrâneas, com pilares de madeira forquilhados que suportam um madeiramento horizontal de troncos e barrotes. O conjunto é coberto por paus roliços mais finos, e estes são recobertos com terra. No centro há um orifício por onde escapa a fumaça. Casas desse tipo são vistas também na Sibéria e na cultura pré-histórica de Mogollon, nos Estados Unidos. No neolítico, as construções já

4 são de adobe ou, como no Egito, de palha trançada, em forma ogival, e planta circular. As aldeias neolíticas de Köln-Lindenthal, na Alemanha, e da idade do ferro, na Polônia, são de "casas grandes", moradias coletivas do tipo de pau-a-pique. A casa construída tem existência mais recente e sua configuração depende de fatores como os materiais disponíveis, as técnicas de construção dominadas por certo grupo e suas concepções de planejamento e arquitetura, em função das atividades econômicas, do gênero de vida e dos padrões culturais. É na habitação rural que as influências geográficas se apresentam com maior nitidez, não só porque no campo as comunidades humanas têm contato direto com a natureza, mas também por constituírem grupos menos aparelhados tecnicamente e mais presos à tradição. Além disso, a habitação rural é abrigo e também, muitas vezes, local de trabalho e de armazenamento de produtos, de tal forma que revela nitidamente as atividades e necessidades de seus ocupantes. As mais simples utilizam material vegetal praticamente sem elaboração. (LUCAS, Claudinei. Habitação) Para fazermos uma leitura das tradições ancestrais e vernaculares de construir veremos que estas são o resultado do lugar onde estão, a geografia deste, seu clima, vegetação, relevo, solo... estas condições junto aos materiais e os recursos disponíveis para as construções, e as condições climáticas à serem satisfeitas, resultou nas tecnologias que esses povos tiveram que desenvolver (o saber fazer) para trabalhar estes materiais do lugar e as soluções arquitetônicas que foram encontradas para adequar os abrigos ao clima. Desde o início da civilização humana até meados do século XIX a humanidade construiu seus abrigos quase exclusivamente com os materiais naturais, a maiorias das teorias da Arquitetura foram escritas utilizando estes materiais desde Vitrúvio a Ledoux, mesmo o cimento utilizado pelos romanos, o CAEMENTUM era feito basicamente de argila pozolânica de origem vulcânica, o recente fenômeno industrial ampliou as opções de materiais a serem utilizados, mas com o tempo principalmente influenciado pelo valor do capital e a depreciação do trabalho manual e artesanal frente aos produtos industrializados reduziu drasticamente a utilização dos materiais naturais, restringindo estes aos povos que continuam a viver suas tradições, como os povos indígenas ou à aquelas pessoas que não tem nenhum recurso financeiro, que desamparados por profissionais ( Arquitetos, Engenheiros e Técnicos) e de uma evolução

5 tecnológica utiliza estes materiais longe de suas reais potencialidades. O uso dos materiais naturais foi sendo gradativamente estigmatizado como associado à pobreza ou ao exótico (empreendimento turísticos, por exemplo), o que nos impõe uma pergunta: Qual o sentido em falar do uso dos materiais naturais na Arquitetura Contemporânea? Veremos isso adiante. Utilização Sustentável dos materiais naturais de construção Frente à atual crise sócioambiental, a crise energética, o aquecimento global e outros fatores a utilização de materiais de construção mais ecoeficientes e de menor impacto ambiental começa sim a ter um sentido ou melhor uma necessidade, visto que a indústria da construção civil é um dos setores mais poluentes do Planeta, outro fator que releva o uso dos materiais naturais é o cultural, principalmente ligado ao patrimônio histórico, onde várias tecnologias de construção estão sendo esquecidas, a utilização dos materiais naturais podem apresentar as seguintes características que auxiliam a sustentabilidade das construções: minimizar o consumo de recursos não renováveis utilizar recursos renováveis e retornáveis minimizar os desperdícios racionalizar o uso da água e energia criar um ambiente saudável e não tóxico valorizar as pessoas, os materiais e a cultura local resgatar a memória do construir

6 Estes fatores têm que ser observados ao utilizarmos um material natural, pois se utilizamos, por exemplo, uma madeira de uma árvore centenária que atravessou o país queimando combustível para chegar até nossa construção apesar de ser um material natural este uso não foi nada sustentável, outro exemplo, se utilizamos outra madeira desta vez de reflorestamento, mas a área de plantio desta substituiu uma mata nativa e seus processos de extração e tratamento utilizam produtos tóxicos também não temos nenhum ganho sustentável, ainda se utilizamos uma pedra que também atravessou alguns estados e causou um grande impacto ambiental da onde foi retirada também este uso não foi sustentável, então para utilizarmos com consciência os materiais de construção temos que avaliar seu ciclo de vida, da onde veio, como veio, etc., pois muitas vezes apesar de estarmos utilizando um material natural para construir não estamos acrescentando nenhum fator ecológico positivo e muitas vezes pode ser negativo. Estudaremos a seguir alguns dos materiais naturais de alta performance de sustentabilidade.

7 Tecnologias de construção com Bambu Pavilhão Colômbia Arquiteto Simon Velez O bambu é uma gramínea de crescimento rápido originária do final do período Cretáceo, um pouco antes do início da era Terciária, quando surgiu o homem. Material ecológico, leve, resistente, versátil e com excelentes características físicas, químicas e mecânicas. Inúmeras razões fazem com que o bambu seja uma planta de características específicas e peculiares que o transforma numa grande solução para problemas sociais, econômicos e ambientais. Podemos destacar algumas:

8 1) O bambu é a planta de crescimento mais rápido do planeta. Ele cresce um terço mais rápido que a árvore que ocupa a segunda colocação em rapidez de crescimento. Algumas espécies podem crescer até um metro por dia! Há quem diga que pode-se praticamente "assistí-lo crescer". Este padrão de crescimento deixa-o facilmente acessível num pequeno espaço de tempo. Os tamanhos vão de miniaturas até torres de 30 metros. 2) O bambu é considerado um elemento crítico no balanceamento entre oxigênio e dióxido de carbono na atmosfera. Com seu rápido crescimento, ele tem a capacidade de mais rapidamente reflorestar áreas devastadas pelo desmatamento, além de gerar mais oxigênio que as demais lenhosas. Ele diminui ainda a intensidade de luz e protege contra os raios ultravioletas, atuando como um purificador atmosférico e dos solos. 3) O bambu é um recurso natural resistente. Ele pode ser colhido (cortado) anualmente. O bambu foi responsável pelo primeiro reflorestamento em Hisroshima depois da devastação causada pela bomba atômica em ) O bambu é uma opção viável para a madeira. Ele é um dos materiais mais resistentes para construção. A força de tensão do bambu é cerca de 20% superior a do ferro. Nos países tropicais é possível se construir uma casa inteira estruturada por bambus. 5) O bambu é versátil por seu curto ciclo de crescimento. Existem mais de 1200 espécies de bambu em todo planeta. A sua diversidade faz com que o mesmo se adapte a vários meio ambientes. Ele pode ter seu primeiro corte entre 3 a 5 anos de seu plantio. As lenhosas levam, dependendo da espécie, de 10 a 20 anos para poderem ser cortadas. O bambu tolera ainda altos índices de precipitações pluviométricas.

9 6) O bambu pode ter extremo impacto na economia. Este, junto às indústrias ao qual está ligado, já proporciona renda, alimentação e moradia para mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo. Governos como os da Índia e China possuem juntos reservas florestais de aproximadamente hectares de bambu e começaram a forçar a atenção nos aspectos econômicos da produção de bambu. 7) O bambu é uma fonte renovável para produtos agroflorestais. Ele é um recurso natural de alto rendimento e aproveitamento: compensados de bambu são utilizados em paredes e pisos como revestimentos; sua polpa serve como matéria-prima na produção de papel e celulose; o caule em si pode ser utilizado na construção de casas. 8) O bambu é uma ferramenta para conservação dos solos. Suas propriedades anti-erosivas, através de seu sistema radicular, criam uma eficiente defesa ao "custura" os solos deixando-os compactados e coesos ao longo das frágeis margens de rios, áreas desmatadas e em lugares propícios a terremotos e deslizamentos de terra. O bambu reduz significativamente a evasão das águas das chuvas, o que previne a erosão do solo. 9) Importante para matas ciliares, áreas de erosão e contensão de encostas. 10) Designada como mata 1 (início de reflorestamento). Tem raízes superficiais, sementes de outras plantas que caem, nascem por baixo da raiz do bambu ocupando seu espaço e removendo posteriormente o bambu da área em questão.

10 O bambu no Mundo - No mundo existem cerca de 1200 espécies de bambu, divididas em cerca de 90 gêneros. - Os tons de cor são variados: preto, vermelho, azul, violeta, tendo o verde e o amarelo como principais. - São encontrados em altitudes que variam de zero até 4800 metros principalmente na faixa do Equador. - Resistem a várias temperaturas: Abaixo de zero (principalmente os leptomorfos ou 'runners' de colmos espaçados); Temperaturas tropicais (principalmente os paquimorfos ou 'clumpers' de colmos bem juntos). - Crescem como pequenas gramíneas ou chegam a extremos de 40 metros de altura. Oscar Hidalgo Lopes da Colômbia escreveu verdadeiros tratados sobre as técnicas empregadas na construção com bambu. Simon Vélez, também colombiano, é responsável pela criação de muitas casas de fazendas e galpões em bambu, além de pavilhão da Colômbia na exposição do ano 2000 em Hanover. Na Ásia temos os exemplos vivos mais antigos da arquitetura com bambu, em templos japoneses, chineses e indianos. O Taj Mahal teve sua abóbada estruturada por metal recentemente, quando substituíram a estrutura milenar de bambu. A construção de pontes de bambu na China é algo espetacular, com vãos enormes e tensionadas com cordas de bambu.

11 Na África também se encontram muitas habitações populares construídas com bambu. Mapa de localizações de principais mananciais de bambu no mundo. TAXONOMIA Entre tantas variedades algumas são mais comuns e deverão dar uma visão geral, veremos aqui o Bambusa Vulgaris, o Philostachys Áurea bambu mirim, o Phyllostachys pubescens Moso, o Dendrocalamus Asper Gigante e finalmente o Guadua Angustifólia: Bambusa Vulgaris O gênero Bambusa possui apenas bambus de rizomas paquimorfos (colmos bem juntos). É usado como polpa de papel além de fonte de bebida alcoólica.

12 De colmos verdes em sua origem Japonesa desenvolveu uma variedade no Brasil, o Bambusa Vulgaris Vitata. (Bambu-Brasil, Imperial, Verde-Amarelo) Phyllostachys Áurea: - Aqui chamado de "bambu-mirim" e cana-da-índia, e lá fora de "Golden Bamboo", "Fishing pole Bamboo" entre outros. - Ele é um bambu de rizomas leptomorfos, (colmos separados) por isso mais adaptado ao clima temperado. - Vemos no Brasil muitos bambus que nos parecem ser desta espécie, e com mais de 5 centímetros de diâmetro. - É usado para varas de pescar, estruturas, móveis e trançados pela sua grande resistência. O gênero Phyllostachys é o mais variado, tendo grande número de espécies. Neste gênero temos o Moso: Phyllostachys pubescens, Phyllostachys Edulis ou ainda Phyllostachys heterocycla "Pubescens", muito usado na China para obtenção de brotos comestíveis. É o bambu usado nos laminados de bambu para piso e painéis (Plyboo).

13 P. nigra P. nigra P. pubescens P. pubescens (Yakko) (Boryana) (Moso) "Kikko" Todas as 4 fotos Copyright Bambouseraie de Prafrance Dendrocalamus Asper O gênero Dendrocalamus é originário da Ásia também, e encontramos muitos espécimes da espécie Dendrocalamus asper no Rio de Janeiro - RJ - e em Campo Grande - MS. Esta espécie costuma ser chamada de "bambu-balde", pela sua grossura. Podem chegar a 25 centímetros de diâmetro e cerca de vinte e cinco metros de altura. Seus brotos são comestíveis. Quando jovens estes bambus apresentam penugem áspera marrom, quase dourada. O maior bambu de todos é o da espécie Dendrocalamus giganteus.

14 Colmos altos Colmos grossos Colmo jovem Colmos de Dendrocalamus asper no Sítio do Professor, em Teresópolis - RJ. Fotos de Raphael Vasconcellos Guadua angustifolia Os bambus do gênero Guadua têm uma importância crucial na economia de Equador e Colômbia. É uma espécie conhecida dos nativos há pelo menos 5000 anos. Anteriormente incluídos no gênero Bambusa, este bambu nativo da América possui espécies com tremenda resistência, o Guadua angustifolia, sendo notadamente tido como um excelente material de construção. Sua característica mais chamativa são os nós brancos. No Brasil existem vastas florestas naturais de Guadua na Amazônia. Encontramos Guaduas em grande parte do território brasileiro, do sul a norte.

15 Guadua angustifolia Guadua angustifolia Guadua angustifolia 'less thorny' Fotos de Robert Saporito, do capítulo da Flórida e Caribe da ABS Sistema de raízes Os rizomas reproduzem-se dos rizomas e permanecem conectados entre si. Nesta interconexão, todos os indivíduos de um mesmo grupo são descendentes (clones) do rizoma primordial, e são, até um certo ponto, interdependentes e solidários. Os brotos utilizam as reservas de um grupo para crescerem e brotarem. Os bambus do centro do grupo são os mais velhos, e os da orla os mais jovens. Uma forma generalizada de identificar o bambu maduro é observar a ocorrência de manchas e sujeiras, além de sua rigidez. Os bambus jovens serão mais brilhantes, podendo ainda estar envoltos pelas folhas caulinares, e mais flexíveis e húmidos internamente. Os bambus velhos estão podres ou secos. As pontas dos rizomas são o ponto de crescimento, e elas são envoltas por folhas caulinares muito apertadas, que morrem rapidamente para dar lugar ao entrenó crescido, e assim por diante.

16 As verdadeiras raízes do bambu crescem dos anéis dos rizomas, sendo mais finas que estes e captando água e nutrientes do solo ao redor. Segundo o americano Tydyn Rain St. Clair, citando McClure, os bambus podem ser divididos basicamente em seis tipos diferentes de rizomas, sendo os dois primeiros seguintes os principais: Rizomas - PAQUIMORFOS (clumper / cespiteux) São os rizomas com formas de bulbo, tendo os entrenós muito curtos e compactos. A ponta está geralmente orientada para cima, e dela sai o colmo do bambu, mais fino que o bulbo. As gemas encontradas nos nós do rizoma são de onde saem novos rizomas. A cada ano pode ser produzido um novo rizoma do original. O crescimento deste tipo de bambu é em touceiras ou 'tufos', onde não se consegue caminhar normalmente por dentro deles. Eles crescem lateral e radialmente, afastando-se muito pouco uns dos outros. Podem ter pescoços curtos, médios ou longos. São encontrados, em geral, nas espécies tropicais, como as do gênero Bambusa e Guadua, porém podem ser encontrados também em espécies temperadas.

17 Estrutura subterrânea do bambu de rizoma paquimorfo de pescoço curto Distribuição radial e genealógica Touceira / moita de bambus paquimorfos

18 Rizomas - LEPTOMORFOS (runner / traçant) São os rizomas alongados e finos, tendo os entrenós longos e espaçados. A ponta está geralmente orientada horizontalmente, e ela é muito dura e conquista espaço. As gemas encontradas nos nós do rizoma são de onde saem novos rizomas e colmos (brotos). Os colmos são mais grossos que o rizoma. Algumas vezes a ponta do rizoma pode seguir para cima e se tornar um colmo novo, mas é mais comum o aparecimento de colmos nos lados do rizoma, alternados entre esquerdo e direito. O crescimento deste tipo de bambu é em florestas, onde se consegue caminhar normalmente por dentro deles. Eles crescem lateral e radialmente, afastando-se linearmente uns dos outros. São bambus de hábitos invasivos. São encontrados, em geral, nas espécies de clima temperado, como as do gênero Phyllostachys. Estrutura subterrânea do bambu de rizoma leptomorfo

19 Distribuição radial e genealógica Bosque / floresta de bambus leptomorfos Rizomas ANFIMORFOS Possuem rizomas paquimorfos e leptomorfos no mesmo sistema (esta versão é de McClure, diferente da versão de Keng). Ex: Chusquea fendleri LEPTOMORFOS com colmos agrupados possuem rizomas leptomorfos, porém alguns deles congestionam-se, formando grupos que superficialmente lembram os originários de rizomas paquimorfos. Contudo este bambu não é anfimorfo, pois não possui verdadeiros rizomas paquimorfos, todos sendo ocos e da mesma grossura dos colmos. McClure chamou este fenômeno de eixo de metamorfose 1. Existem espécies com rizomas deste tipo nos gêneros Pleioblastus, Pseudosasa, Indocalamus e Sasa, entre outros. PAQUIMORFOS de pescoço longo com colmos agrupados possuem rizomas paquimorfos de pescoço longo, e são análogos ao sistema anterior. Superficialmente aparentam ser anfimorfos, porém não

20 possuem rizomas leptomorfos. Este tipo de rizoma é característico do gênero Yushania. PAQUIMORFOS de pescoço muito longos com rizomas ao longo do pescoço possuem rizomas paquimorfos normais com pescoços muito longos, e destes originam-se novos rizomas paquimorfos em grupos. McClure chamou este fenômeno de eixo de metamorfose 2. Característico do gênero Vietnamosasa. Mr. Tydyn sugere que leiamos o trabalho de McClure, "Bamboos - a fresh perspective", para obter maiores explicações do autor. Propriedades físicas do bambu: Fibras Guadua foto microscópica de corte transversal / fibras de bambu Dr. Grosser / Munique Things of Bamboo

21 No entrenó Resistência a tensão: 2.636kg/cm2 No nó kg/cm2 Máxima Mínima Elasticidade de tensão: Resistência a compressão: Elasticidade de compressão: kg/cm kg/cm2 863 kg/cm2 562 kg/cm kg/cm kg/cm2 Resistência a flexão: kg/cm2 763 kg/cm2 Elasticidade de flexão: kg/cm kg/cm2 Esses dados revelam os valores médios obtidos em ensaios de várias espécies de bambu. A resistência das fibras varia de acordo com a sua posição na parede do bambu, sendo mais forte as fibras da capa externa que as da interna. Resistência das fibras: Parte externa Parte Interna Flexão: kg/cm2 949 kg/cm2 Tensão: kg/cm kg/cm2

22 TRATAMENTOS Segundo botânicos e mateiros, o primeiro tratamento oferecido ao bambu é seu corte. O corte vem a ser nossa primeira e maior preocupação. Atenção à forma e hora da colheita. O Corte Como colher: O corte deve ser feito sem rachar o pé da vara a ser cortada logo acima do segundo nó, para que não ocorra acúmulo de água e com isso traga o apodrecimento à raiz e com isso a touceira inteira. Quando colher: No inverno o bambu guarda uma maior parte de suas reservas nas raízes (rizomas), o momento antes do aparecimento dos novos brotos. Neste momento obtemos um bambu com menos açúcar. O açúcar é o alimento (e atrativo) dos insetos e fungos que se alimentam do bambu, e estes aparecem menos no inverno. No Brasil e no Hemisfério Sul esta época acontece no meio do ano. Por isso a cultura popular brasileira afirma que são os meses sem a letra "r": maio, junho, julho e agosto. Após este período começa a geração de novos brotos. Há testes que podem ser feitos para determinar a quantidade de açúcar que determinada vara contém.

23 Outra atenção especial a ser tomada é a idade do bambu. Para tecelagem ou cestaria usam-se os bambus jovens e imaturos, pela sua flexibilidade. Para construção devem-se usar os bambus maduros, mas não podres, com cerca de 3 a 4 anos, quando atingiram sua resistência ideal. A Fase da Lua: Estando na época certa do ano deve-se escolher a fase adequada da lua, a lua minguante. A razão científica para este fato ainda está sendo investigada, mas é corroborado pela cultura popular e pela experiência. A Lua influi diretamente na quantidade de água das varas, estas na fase minguante da Lua estão mais secas ou seja menos suscetível a rachar posteriormente ao corte diminuindo as chances de uma infestação. Após o corte aconselha-se deixar o bambu em pé no local de colheita, ainda apoiado nos vizinhos, por cerca de 2 a 3 semanas. Neste tempo ele secará, mas ainda nos estados de temperatura, pressão e umidade em que sempre viveu. O Tratamento em si O tratamento visa garantir maior qualidade e durabilidade para a peça a ser executada. Pensando desde o ponto correto de maturação das varas, momento do corte, assim como seu preparo para resistir aos ocupantes naturais do bambu. Tirando-se logicamente os Koalas, ursos que se alimentam de brotos de bambu, temos outros também famosos entre bambuseiros. O Dinoderus Minuto (broca), por exemplo, é um inseto extremamente decidido a permanecer em seu modo de vida que compromete nosso trabalho.

24 Atraídos principalmente pelo açúcar no bambu, temos basicamente duas saídas: 1- Bloquear o açúcar Neste caso nos preocupamos em isolar o açúcar do contato para atrativo das pragas do bambu. 2- Eliminar o açúcar Aqui pensamos em como lavar ou transformar o açúcar. ÁGUA - Afogamento Troca da seiva ou Lavagem O bambu pode ser tratado apenas pela permanência em água parada (piscina ou tanque) por 03 semanas logo após o corte das varas, porém precisará passar por um processo de secagem demorado após o banho. Pode-se banhar também em água corrente (riachos). Fervura/cocção Um modo muito utilizado para tratamento de bambu é ferver o bambu em água. Aconselham-se períodos de 15 a 60 minutos para cada grupo. Os fornecedores de bambu da região serrana do Rio de Janeiro costumam passar um pano molhado de óleo diesel no bambu antes de ferver. A soda cáustica é outra forma recomendada de tratamento, e deve-se misturar à

25 água na proporção de 10 (água) para 1 (soda cáustica), mantendo o tempo de cocção de aproximadamente 15 minutos. Câmara de vapor O bambu passa algumas horas em uma câmara sob pressão constante acima de 82 recebendo vapor e temperatura para a transformação do açúcar. 0 C Defumação Há experimentos um com defumação 5 horas outro com 15 horas, com Bambus na horizontal e vertical, temperatura de 70 a 80 C. Sistema BOUCHERIE Um modo de tratar quimicamente o bambu é fazer passar, sob pressão, a solução química através dos colmos e fibras do bambu. Usa-se uma bomba de ar comprimido para dar pressão, e mangueiras adaptadas nas extremidades do bambu.

26 Bomba de ar comprimido e sistema de mangueiras boucherie - Bamboo Brasil Design / Edson Sartori e Rubens Cardoso É importante salientar que o uso indevido dessas substâncias químicas muito tóxicas pode ocasionar a intoxicação grave e até a morte do operador, além de contaminar o solo ou a água no local de despejo. Construções com Bambu O Sistema de encaixes conhecidos como Bocas de peixe que utiliza barras rosqueadas e parafusos é um dos principais itens de uma boa e segura construção com BAMBU, assim como a escolha do bambu correto (espécie, tratamento e espessura) e um bom dimensionamento garantem construções de casas, galpões e até edifícios.

27 Encaixes Bocas de Peixe

28 Galpão no TIBÁ RJ estrutura construída em 03 dias de curso

29 Mural do Parque Severo Gomes-SP com teto verde de meia tonelada Archidomus Arquitetura

30 Construção de residência Monte Alegre-SP Archidomus Arquitetura Construção de residência Monte Alegre-SP Archidomus Arquitetura

31 Centros de pesquisa que vêm se dedicando ao bambu SEBRAE Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro (engenheiro e professor Khosrow Ghavami). Desenvolve pesquisas com materiais e tecnologias tradicionais em alguns núcleos de trabalho. Universidade Estadual Paulista, campus de Bauru (SP), Projeto Bambu, (Marco Antonio dos Reis Pereira, docente do Departamento de Engenharia Mecânica da FE). Universidade de Kassel, Alemanha (professor e pesquisador alemão Gernot Minke). Pesquisa a cerca de 20 anos as aplicações da terra e do bambu em diversas áreas com seguidores por todo o mundo. UNICAMP - FEAGRI Campinas Centro Nacional de Desenvolvimento Sustentado das Populações Tradicionais [CNPT/Ibama] Projeto Taboca - Seringueiros da região de Assis Brasil, a 320 quilômetros de Rio Branco, no Acre, estão participando, de uma oficina de capacitação, em Brasília, para aprender a fabricar móveis, edificações e objetos a partir da taboca, uma espécie de bambu típica da Amazônia. Universidade Federal de Alagoas (UFAL) Bambuzeria Cruzeiro do Sul [Bamcruz], (coordenador geral - Lúcio Ventania). Em Santo Antônio do Leverger e Chapada dos Guimarães, a Bambuzeria Cruzeiro do Sul, UFAL, SEBRAE (Alagoas) e outros parceiros institucionais e privados, estão constituindo o Instituto do Bambu, de forma a pesquisar e desenvolver tecnologias adequadas. Projeto destinado inicialmente a

32 cerca de 200 pessoas, entre jovens, adultos, mulheres, homens e adolescentes, uma profissão. Foram ali criados 84 postos de trabalho, em menos de seis meses, a um custo unitário inferior à R$1.000 (mil) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Departamento de Engenharia Hidráulica do campus Pampulha, professor Luís Eustáquio Moreira, do departamento de Engenharia de Estruturas da Escola de Engenharia, que coordena a pesquisa. UNESP - Irrigação com bambu. A irrigação é sempre um investimento pesado, especialmente por conta de tubulações e bombas, mas a Unesp desenvolveu um sistema em que as tubulações são substituídas por bambu. Isto reduz o investimento e facilita a manutenção: o material de reposição é colhido na própria fazenda.

33 Tecnologias de construção com Terra Crua O termo Terra Crua caracteriza técnicas que utilizam a terra sem queima, a terra como matéria-prima na elevação de alvenarias, de abóbadas e de outros elementos construtivos tem sido empregada desde o período pré-histórico, existindo um consenso em ter sido o primeiro material de construção da humanidade, desde os abrigos escavados aos primeiros tijolos de terra crua feitos à mão. Na Turquia, na Assíria e em outros lugares no Oriente Médio foram encontradas construções com terra apiloada ou moldada, datando de entre 9000 e 5000 a.c. (Minke, 2001). No Egito antigo os adobes de terra crua, assentados com finas camadas de areia, eram utilizados na edificação de fortificações e residências, e uma espécie de argamassa feita de argila e areia era material de preenchimento de lajes de cobertura estruturadas com troncos roliços. As muralhas da China também foram edificadas com argila apiloada entre alvenarias duplas de pedra. O termo taipa, genericamente empregado, significa a utilização de solo, argila ou terra como matéria-prima básica de construção. A origem, provavelmente árabe do vocábulo, entrou para a língua portuguesa por influência mourisca. As referências do uso das taipas em Portugal são registradas pelos escritores desde a presença romana e traduz sempre o uso da terra como o componente mais importante. A região de Portugal que mais utilizou a taipa é a do Algarve. Na França o processo construtivo que utilizou terra é conhecido como "maçonnerie de pisé" ou "pisé" ou "terre pisé" que se assemelha à taipa de pilão e uma outra técnica que emprega solo e palha seca é denomina de "torchis" e resiste mais a rachaduras por conter uma trama que dá maior resistência contra movimentações.os negros trazidos ao Brasil também conheciam processos construtivos que utilizavam a terra, algumas tribos empregavam estruturas preenchidas com barro, que apresenta similaridades com as técnicas de algumas tribos brasileiras. O adobe também era conhecido dos africanos, portanto, durante o início da colonização brasileira, todas as culturas componentes dominavam técnicas construtivas que utilizavam a terra como matéria-prima. A taipa executada no Brasil Colonial pode ser dividida em dois grandes grupos: a de pilão e a de mão. (PISANI, Maria Augusta Justi. Taipas, Arquitetura da terra)

34 Características da terra empregada em construções São empregados vários termos na língua portuguesa, como argila, barro, terra e solo, mas todos como sinônimos. Como material de construção, comparando-a com os demais, pode-se ressaltar algumas características que todo construtor tem que conhecer antes de iniciar qualquer estudo ou mesmo ensaio, para utilizá-lo. Baseado em Minke (2001), pode-se observar que as construções com a terra como a matéria-prima básica apresenta vantagens e desvantagens em relação a outros materiais clássicos de construção. Vantagens: A terra crua regula a umidade ambiental: o barro possui a capacidade de absorver e perder mais rapidamente a umidade que os demais materiais de construção; A terra armazena calor: como outros materiais densos como as alvenarias de pedra, o barro armazena o calor durante sua exposição aos raios solares e perde-o lentamente quando a temperatura externa estiver baixa; As construções com terra crua economizam muita energia e diminuem a contaminação ambiental. As construções com terra praticamente não contaminam o ambiente, pois para prepará-las necessita-se de 1 a 2% da energia despendida com uma construção similar com concreto armado ou tijolos cozidos; O processo é totalmente reciclável: as construções com solo podem ser demolidas e reaproveitadas múltiplas vezes. Basta fragmentar e voltar ao processo de preparo da massa de terra.

ARQUITETURA DE TERRA TAIPA DE PILÃO PAU A PIQUE ADOBE

ARQUITETURA DE TERRA TAIPA DE PILÃO PAU A PIQUE ADOBE ARQUITETURA DE TERRA TAIPA DE PILÃO PAU A PIQUE ADOBE A Taipa de Pilão: Fonte : ABCTerra - Associação Brasileira de Construções em Terra. A técnica de construção com terra crua mais antiga. Jogamos a mistura

Leia mais

RECEITAS DE BOLOS ARQUITETÔNICOS SUSTENTÁVEIS Arquiteto Francisco Lima Arquiteto Edoardo Aranha

RECEITAS DE BOLOS ARQUITETÔNICOS SUSTENTÁVEIS Arquiteto Francisco Lima Arquiteto Edoardo Aranha RECEITAS DE BOLOS ARQUITETÔNICOS SUSTENTÁVEIS Arquiteto Francisco Lima Arquiteto Edoardo Aranha Lembrando que receitas sempre evoluem com nosso toque pessoal baseado em experimentações e pesquisas, então:

Leia mais

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO CONCEITO A tipologia estrutural composta por bloco, argamassa, graute e eventualmente armações é responsável por um dos sistemas construtivos

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA. Informações sobre a construção de superadobe e pintura do reboco se for em terra crua.

RESPOSTA TÉCNICA. Informações sobre a construção de superadobe e pintura do reboco se for em terra crua. RESPOSTA TÉCNICA Título Sistema construtivo em superadobe Resumo Informações sobre o sistema construtivo Superadobe Palavras-chave Contrução; reboco; superadobe; tinta Assunto Preparação de massa de concreto

Leia mais

ALVENARIA ESTRUTURAL: DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II PROF.: JAQUELINE PÉRTILE

ALVENARIA ESTRUTURAL: DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II PROF.: JAQUELINE PÉRTILE ALVENARIA ESTRUTURAL: BLOCOS DE CONCRETO DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II PROF.: JAQUELINE PÉRTILE O uso de alvenaria como sistema estrutural já vem sendo usado a centenas de anos, desde as grandes

Leia mais

BIOCONSTRUÇÃO: APLICABILIDADE NO MEIO RURAL COMO FORMA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E POSSIBILIDADES DE USO NO AMBIENTE URBANO

BIOCONSTRUÇÃO: APLICABILIDADE NO MEIO RURAL COMO FORMA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E POSSIBILIDADES DE USO NO AMBIENTE URBANO BIOCONSTRUÇÃO: APLICABILIDADE NO MEIO RURAL COMO FORMA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E POSSIBILIDADES DE USO NO AMBIENTE URBANO Maria da Glória de Sousa Brandão 1 Othon José de Castro Silva 2 Elaine Garrido

Leia mais

TÍTULO: SUSTENTABILIDADE: BAMBU NA ARQUITETURA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ARQUITETURA E URBANISMO

TÍTULO: SUSTENTABILIDADE: BAMBU NA ARQUITETURA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ARQUITETURA E URBANISMO TÍTULO: SUSTENTABILIDADE: BAMBU NA ARQUITETURA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ARQUITETURA E URBANISMO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI AUTOR(ES): JULLIANA MEIRA

Leia mais

Uso do solo como material de construção Acervo reunido pelo Grupo Geotemah/Coppe/UFRJ

Uso do solo como material de construção Acervo reunido pelo Grupo Geotemah/Coppe/UFRJ Dólmen de Creu d en Cobertella, Roses/Gerona Dólmen de Chan de Arquiña, Península de Morrazo/Pontevedra Fonte: Enciclopédia Multimídia da Arte Universal Interior de habitação neolítica Skara Brae, Ilhas

Leia mais

Aplicações Xadrez Pigmento em Pó

Aplicações Xadrez Pigmento em Pó Dê asas à sua imaginação nas diversas aplicações do Pó Xadrez. Aplicações Xadrez Pigmento em Pó O PÓ XADREZ é um pigmento concentrado que proporciona efeitos decorativos em diversas aplicações. Mais econômico,

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

Construção. Impermeabilizante liquido para preparo de concreto e argamassa. Descrição do Produto Usos. Características / Vantagens.

Construção. Impermeabilizante liquido para preparo de concreto e argamassa. Descrição do Produto Usos. Características / Vantagens. Ficha do Produto Edição 22/04/2011 Sikacim Impermeabilizante Construção Sikacim Impermeabilizante Impermeabilizante liquido para preparo de concreto e argamassa. Descrição do Produto Usos Características

Leia mais

Técnicas da Construção Civil. Aula 02

Técnicas da Construção Civil. Aula 02 Técnicas da Construção Civil Aula 02 Necessidades do cliente e tipos de Estruturas Taciana Nunes Arquiteta e Urbanista Necessidades do Cliente Função ou tipo de edificação? Como e quanto o cliente quer

Leia mais

UMIDADES E IMPERMEABILIZAÇÕES

UMIDADES E IMPERMEABILIZAÇÕES 200888 Técnicas das Construções I UMIDADES E IMPERMEABILIZAÇÕES Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 5 o Impermeabilização é a proteção das construções contra

Leia mais

PARTE II. Genealogia, Experimentos e Resultados.

PARTE II. Genealogia, Experimentos e Resultados. 137 PARTE II Genealogia, Experimentos e Resultados. 138 6. Genealogia das informações disponibilizadas - no campo e no LILD 6.1 Referências técnicas do campo refletidas no trabalho 6.1.1 Obra Paiol de

Leia mais

Com relação à industrialização e à racionalização das construções, julgue o item subsecutivo.

Com relação à industrialização e à racionalização das construções, julgue o item subsecutivo. Com relação à industrialização e à racionalização das construções, julgue o item subsecutivo. 85.(STM/CESPE/2011) A taipa de mão é, tradicionalmente, fabricada por meio de processos artesanais ou com forte

Leia mais

MOGIBASE IMPERMEABILIZANTE DE CONCRETO E ARGAMASSAS

MOGIBASE IMPERMEABILIZANTE DE CONCRETO E ARGAMASSAS MOGIBASE IMPERMEABILIZANTE DE CONCRETO E ARGAMASSAS COMPOSIÇÃO: Sais inorgânicos e estabilizantes. PROPRIEDADES: Impermeabilizante de concreto e argamassas. MOGIBASE é de fácil aplicação e não altera os

Leia mais

CAPÍTULO IV - ALVENARIA

CAPÍTULO IV - ALVENARIA CAPÍTULO IV - ALVENARIA Alvenaria é a arte ou ofício de pedreiro ou alvanel, ou ainda, obra composta de pedras naturais ou artificiais, ligadas ou não por argamassa. Segundo ZULIAN et al. (2002) também

Leia mais

TINTA ECOLÓGICA Aprenda a fazer

TINTA ECOLÓGICA Aprenda a fazer TINTA ECOLÓGICA Aprenda a fazer. Para preparar 18 litros de tinta, você vai precisar de: 8 kg de terra; 4 kg de cola branca; 8 litros de água. Coloque 6 litros de água em uma lata e adicione a terra. Com

Leia mais

COBERTURAS. Treliças Estruturas: Metálica Telha Auto Portante Espacial. Concreto

COBERTURAS. Treliças Estruturas: Metálica Telha Auto Portante Espacial. Concreto COBERTURAS Madeira Tirantes Treliças Estruturas: Metálica Telha Auto Portante Espacial Concreto Em telhas de barro/metálicas/fibrocimento Proteções: Em lajes Concreto Tijolos Domos, etc. Shed Terça Pestana

Leia mais

Bambu. Textos compilados

Bambu. Textos compilados Bambu Textos compilados TÓPICOS 1. O QUE É BAMBU? 2. PRIMÓRDIOS DA UTILIZAÇÃO DO BAMBU 3. TAXONOMIA Bambusa Vulgaris Phyllostachys Áurea Dendrocalamus Asper Guadua Angustifolia 4. MORFOLOGIA As Folhas

Leia mais

Figura 4 Estado do solo em função do seu teor de umidade

Figura 4 Estado do solo em função do seu teor de umidade TEOR DE UMIDADE sólido sem retração sólido com retração plástico líquido Figura 4 Estado do solo em função do seu teor de umidade A plasticidade do solo, ou limites de consistência, é determinada através

Leia mais

Capítulo 5 Materiais, métodos, técnicas e formas na construção do muro do LILD

Capítulo 5 Materiais, métodos, técnicas e formas na construção do muro do LILD 66 Capítulo 5 Materiais, métodos, técnicas e formas na construção do muro do LILD Neste capítulo, descreveremos a pesquisa prática que foi feita ao longo deste mestrado, e que é uma continuidade da reflexão

Leia mais

CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA

CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA 1 CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA I. SISTEMAS ESTRUTURAIS Podemos citar diferentes sistemas estruturais a serem adotados durante a concepção do projeto de uma edificação. A escolha

Leia mais

Blocos e Alicerces CONCEITO

Blocos e Alicerces CONCEITO CONCEITO Os blocos são elementos estruturais de grande rigidez que são ligados pelas vigas baldrame. Sua profundidade varia de 0,5 a 1 metro. São utilizados quando há atuação de pequenas cargas, como em

Leia mais

BAMBU MATÉRIA PRIMA DO SÉCULO 21

BAMBU MATÉRIA PRIMA DO SÉCULO 21 61 BAMBU MATÉRIA PRIMA DO SÉCULO 21 Eloy Fassi Casagrande Jr 1 Em 1882, Thomas Edison usou o bambu Madake carbonizado como filamento de 0,3 mm para o bulbo da primeira lâmpada elétrica. O bulbo ficou aceso

Leia mais

Materiais de Construção Ecológicos e Reciclados. G26 Andreia Costa Daniel Maia Mónica Pacheco

Materiais de Construção Ecológicos e Reciclados. G26 Andreia Costa Daniel Maia Mónica Pacheco Materiais de Construção Ecológicos e Reciclados G26 Andreia Costa Daniel Maia Mónica Pacheco 01 Enquadramento Histórico, Origem e Cronologia O Homem moderno Ocidental tem vindo a contribuir para o aumento

Leia mais

SUPORTE TÉCNICO SOBRE LIGHT STEEL FRAME

SUPORTE TÉCNICO SOBRE LIGHT STEEL FRAME Sistema de ds A SOLUÇÃO INTELIGENTE PARA A SUA OBRA SUPORTE TÉCNICO SOBRE LIGHT STEEL FRAME www.placlux.com.br VOCÊ CONHECE O SISTEMA CONSTRUTIVO LIGHT STEEL FRAME? VANTAGENS LIGHT STEEL FRAME MENOR CARGA

Leia mais

Eco Houses / Casas ecológicas. Juliana Santos Rafaela Castilho Sandra Aparecida Reis Sislene Simões Curso:Tecnologia em Gestão Ambiental

Eco Houses / Casas ecológicas. Juliana Santos Rafaela Castilho Sandra Aparecida Reis Sislene Simões Curso:Tecnologia em Gestão Ambiental Eco Houses / Casas ecológicas Juliana Santos Rafaela Castilho Sandra Aparecida Reis Sislene Simões Curso:Tecnologia em Gestão Ambiental IDHEA - INSTITUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DA HABITAÇÃO ECOLÓGICA Conceito:

Leia mais

MACO II PUC GO Professora Mayara Moraes

MACO II PUC GO Professora Mayara Moraes MACO II PUC GO Professora Mayara Moraes Argamassas NBR13281 Histórico 1º. registro de emprego na construção: Pré-História Piso polido de 180 m² feito com pedras e argamassa cal e areia: ~ 7000 a 9000

Leia mais

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO INTRODUÇÃO As estruturas mistas podem ser constituídas, de um modo geral, de concreto-madeira, concretoaço ou aço-madeira. Um sistema de ligação entre os dois materiais

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. Objeto: Ampliação e Reforma Escola Municipal Maria Cassiano Município: Bom Jesus de Goiás - GO Elaborado em: Junho de 2015

MEMORIAL DESCRITIVO. Objeto: Ampliação e Reforma Escola Municipal Maria Cassiano Município: Bom Jesus de Goiás - GO Elaborado em: Junho de 2015 MEMORIAL DESCRITIVO Objeto: Ampliação e Reforma Escola Municipal Maria Cassiano Município: Bom Jesus de Goiás - GO Elaborado em: Junho de 2015 1. DESCRIÇÃO DA OBRA As presentes especificações, bem como

Leia mais

Parede de Garrafa Pet

Parede de Garrafa Pet CONCEITO As paredes feitas com garrafas pet são uma possibilidade de gerar casas pré fabricadas através da reciclagem e é uma solução barata e sustentável. As garrafas pet são utilizadas no lugar dos tijolos

Leia mais

Faculdade Sudoeste Paulista Curso de Engenharia Civil Materiais de Construção Civil MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Faculdade Sudoeste Paulista Curso de Engenharia Civil Materiais de Construção Civil MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO A madeira é um material excepcional como material de construção além de ter qualidades muito grandes como matéria prima para outros produtos industrializados, e que

Leia mais

Materiais de Construção Civil. Aula 07. Gesso para Construção Civil

Materiais de Construção Civil. Aula 07. Gesso para Construção Civil Materiais de Construção Civil Aula 07 Gesso para Construção Civil Taciana Nunes Arquiteta e Urbanista Gesso para Construção Civil O gesso é um mineral aglomerante produzido a partir da calcinação da gipsita,

Leia mais

COMPONENTES. Chapa de gesso: 3 tipos

COMPONENTES. Chapa de gesso: 3 tipos Paredes internas Estrutura leve GESSO ACARTONADO Fixado em perfis de chapa de aço galvanizado (esqueleto de guias e montantes) Parede: chapas de gesso em uma ou mais camadas Superfície pronta para o acabamento

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: Tijolos de solo-cimento, rochas ornamentais, absorção de água.

PALAVRAS CHAVE: Tijolos de solo-cimento, rochas ornamentais, absorção de água. ESTUDO DO FATOR ÁGUA/CIMENTO PARA A CONFECÇÃO DE TIJOLOS ECOLÓGICOS DE SOLO-CIMENTO INCORPORADOS COM RESÍDUOS GERADOS NO BENEFICIAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS Natália de Oliveira SANTIAGO 1, Djane de Fátima

Leia mais

Estudo da evolução e aplicação da terra em habitações unifamiliares

Estudo da evolução e aplicação da terra em habitações unifamiliares UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PRPPG Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação IV SIEPE Semana Integrada de Ensino, Pesquisa e Extensão XX EVINCI Outubro de 2012 Estudo da evolução e aplicação da terra

Leia mais

Aula 4 : Desenho de Estruturas

Aula 4 : Desenho de Estruturas Aula 4 : Desenho de Estruturas Índice: UNIDADE 4 DESENHO DE ESTRUTURAS 4.1 Introdução; Fundações: - São elementos estruturais cuja função é a transferência de cargas da estrutura para a camada resistente

Leia mais

ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I SISTEMAS DE VEDAÇÃO VERTICAL SISTEMA DE VEDAÇÃO Um subsistema

Leia mais

DICAS ANTES DA COMPRA

DICAS ANTES DA COMPRA DICAS ANTES DA COMPRA Madeira: É um material natural e variações são consideradas normais, nuances e veios existentes nos pisos são próprios da madeira; imperfeições naturais, nós e variações nas tonalidades

Leia mais

49 Produção de Plântulas

49 Produção de Plântulas 132 Produção de plântulas em latas e caixas de papelão 49 Produção de Plântulas Introdução Plântulas de árvores (mudas) são produzidas com os seguintes métodos: 1. nos viveiros em sacos de polietileno

Leia mais

ARG. COLANTE REVESTIMENTO REJUNTE COMPONENTES DO REVESTIMENTO

ARG. COLANTE REVESTIMENTO REJUNTE COMPONENTES DO REVESTIMENTO TECNOLOGIA DE REVESTIMENTO Componentes do sistema BASE CHAPISCO Base Características importantes: Avidez por água - inicial e continuada Rugosidade EMBOÇO ARG. COLANTE REVESTIMENTO REJUNTE Chapisco Função:

Leia mais

São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que levaria à derrubada de árvores para utilizar a madeira como combustível,

São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que levaria à derrubada de árvores para utilizar a madeira como combustível, TIJOLOS ECOLÓGICOS Casa construída com tijolos ecológicos Fonte: paoeecologia.wordpress.com TIJOLOS ECOLÓGICOS CARACTERÍSTICAS São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que

Leia mais

Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética

Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética REVESTIMENTO DE FACHADA Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética Documentos de referência para a execução do serviço: Projeto arquitetônico Projeto de esquadrias NR 18 20

Leia mais

Internacional SOLUTIONS

Internacional SOLUTIONS Internacional SOLUTIONS SILICONE NEUTRO Silicone neutro Impermeabilizante de uso profissional. Inodoro e com fungicida. ADERE EM: Madeira, concreto, tijolo, vidro, PVC, plástico, alumínio, etc. APLICAÇÃO:

Leia mais

ANEXO I - MEMORIAL DESCRITIVO

ANEXO I - MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I - MEMORIAL DESCRITIVO RAMPA NAÚTICA DE ARAGARÇAS-GO O presente memorial descritivo tem por objetivo fixar normas específicas para CONSTRUÇÃO DE UMA RAMPA NAÚTICA - RIO ARAGUAIA, em área de 3.851,89

Leia mais

MADEIRAS MCC1001 AULA 12

MADEIRAS MCC1001 AULA 12 MADEIRAS MCC1001 AULA 12 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil MADEIRAS É um material

Leia mais

2101 ARGAMASSA MATRIX REVESTIMENTO INTERNO Argamassa para Revestimento Interno de alvenaria

2101 ARGAMASSA MATRIX REVESTIMENTO INTERNO Argamassa para Revestimento Interno de alvenaria FICHA TÉCNICA DE PRODUTO 1. Descrição: A argamassa 2101 MATRIX Revestimento Interno, é uma argamassa indicada para o revestimento de paredes em áreas internas, possui tempo de manuseio de até 2 horas,

Leia mais

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS PARA

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS PARA DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS PARA ES-C01 ESTRUTURAS DE ARRIMO 1 DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA ÍNDICE PÁG. 1. OBJETO E OBJETIVO...3 2. S...3 3. CONSIDERAÇÕES INICIAIS...3 4. MUROS DE CONCRETO ARMADO...4

Leia mais

Como Construir Paredes de Taipa

Como Construir Paredes de Taipa Como Construir Paredes de Taipa INTRODUÇÃO Trazida no período colonial pelos portugueses, a "taipa de pilão" consistia em utilizar uma mistura- de argila, areia e água para formar as paredes através do

Leia mais

1.1 DEFINIÇÕES Concreto é um material de construção proveniente da mistura, em proporção adequada, de: aglomerantes, agregados e água.

1.1 DEFINIÇÕES Concreto é um material de construção proveniente da mistura, em proporção adequada, de: aglomerantes, agregados e água. ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 1 Libânio M. Pinheiro; Cassiane D. Muzardo; Sandro P. Santos Março de 2004 INTRODUÇÃO Este é o capítulo inicial de um curso cujos objetivos são: os fundamentos do concreto;

Leia mais

CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO MCC2001 AULA 6 (parte 1)

CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO MCC2001 AULA 6 (parte 1) CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO MCC2001 AULA 6 (parte 1) Disciplina: Materiais de Construção II Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2015 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia

Leia mais

CONSTRUÇÕES COM TERRA: ALTERNATIVA VOLTADA À SUSTENTABILIDADE

CONSTRUÇÕES COM TERRA: ALTERNATIVA VOLTADA À SUSTENTABILIDADE CONSTRUÇÕES COM TERRA: ALTERNATIVA VOLTADA À SUSTENTABILIDADE Luiara Vidal dos Santos Borges 1 Ciliana Regina Colombo 2 RESUMO: O presente artigo sugere que o uso da terra crua, como material de construção,

Leia mais

Universidade Federal de Viçosa Departamento de Engenharia Agrícola Projeto de Extensão. Fogão a Lenha sem Fumaça

Universidade Federal de Viçosa Departamento de Engenharia Agrícola Projeto de Extensão. Fogão a Lenha sem Fumaça Universidade Federal de Viçosa Departamento de Engenharia Agrícola Projeto de Extensão Fogão a Lenha sem Fumaça Ilda de Fátima Ferreira Tinôco Marcos Oliveira de Paula Viçosa-MG 2001 Introdução Em 1980,

Leia mais

GUIÃO DO PROFESSOR. Os três porquinhos. Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor

GUIÃO DO PROFESSOR. Os três porquinhos. Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor GUIÃO DO PROFESSOR Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor Era uma vez Enquadramento Curricular 3ºCiclo Ciências Naturais 1. Dinâmica externa da Terra 2. Sustentabilidade dos

Leia mais

Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura,

Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura, Infinite Cursos. Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura, em geral caracterizado por possuir um

Leia mais

1. FUNDAMENTOS HISTÓRICOS

1. FUNDAMENTOS HISTÓRICOS 1. FUNDAMENTOS HISTÓRICOS Advento da agricultura: + 10.000 AC Terra, pedra e madeira: materiais que abrigaram a humanidade Desuso Produção industrial de materiais Novos padrões estéticos Grandes concentrações

Leia mais

Construção. Aditivo impermeabilizante de pega normal para argamassa e concreto não armado. Descrição do Produto. Usos. Características/ Vantagens

Construção. Aditivo impermeabilizante de pega normal para argamassa e concreto não armado. Descrição do Produto. Usos. Características/ Vantagens Ficha do Produto Edição 18/5/2010 Sika 1 Construção Sika 1 Aditivo impermeabilizante de pega normal para argamassa e concreto não armado Descrição do Produto Usos Características/ Vantagens Dados do Produto

Leia mais

Durante séculos, em diversos locais ao redor do planeta, as pessoas

Durante séculos, em diversos locais ao redor do planeta, as pessoas Manejo Sustentável da água Conteúdo deste documento: I. Introdução à captação e armazenamento de água da chuva II. Vantagens da utilização de água da chuva III. Considerações sobre a qualidade da água

Leia mais

TECNOLOGIAS E PRODUTOS SUSTENTÁVEIS

TECNOLOGIAS E PRODUTOS SUSTENTÁVEIS TECNOLOGIAS E PRODUTOS SUSTENTÁVEIS ENGº. MARCOS CASADO Gerente Técnico LEED Tópicos a serem abordados: Objetivos Conceitos: ECOPRODUTOS - Produtos recomendados - Produtos corretos - Produtos aceitáveis

Leia mais

Sistemas da edificação Aplicação na prática

Sistemas da edificação Aplicação na prática 1 Vantagens Alta produtividade com equipes otimizadas; Redução de desperdícios e obra limpa; Facilidade de gerenciamento e padronização da obra; Elevada durabilidade; Facilidade de limpeza e conservação;

Leia mais

Curso Aproveitamento de água de chuva em cisternas para o semi-árido 5 a 8 de maio de 2009. Construção de cisternas

Curso Aproveitamento de água de chuva em cisternas para o semi-árido 5 a 8 de maio de 2009. Construção de cisternas Curso Aproveitamento de água de chuva em cisternas para o semi-árido 5 a 8 de maio de 2009 Tema 3: Construção de cisternas Rodolfo Luiz Bezerra Nóbrega Universidade Federal de Campina Grande Financiadores:

Leia mais

TRAÇO Proporções e consumo de materiais

TRAÇO Proporções e consumo de materiais TRAÇO Proporções e consumo de materiais Prof. Marco Pádua Em cada fase da obra usamos diferentes proporções de aglomerantes (cimento e cal), e agregados (areia e pedra) cujo objetivo pode visar: resistência,

Leia mais

Soluções sustentáveis para a vida.

Soluções sustentáveis para a vida. Soluções sustentáveis para a vida. A Ecoservice Uma empresa brasileira que está constantemente em busca de recursos e tecnologias sustentáveis para oferecer aos seus clientes, pessoas que têm como conceito

Leia mais

TEC 159 TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I

TEC 159 TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I TEC 159 TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I Aula 9 Fundações Parte 1 Cristóvão C. C. Cordeiro O que são? São elementos estruturais cuja função é a transferência de cargas da estrutura para a camada resistente

Leia mais

SILVA, Fernando Souza da

SILVA, Fernando Souza da CASTRO, Adriana Petito de Almeida Silva Ano 02 SILVA, Fernando Souza da n. 03 INCENTIVO AO USO DE PRODUTOS DE BAIXO IMPACTO AMBIENTAL ATRAVÉS DA DISCIPLINA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL p.50-57 Instituto

Leia mais

Empresa jovem e 100 % nacional, a Bazze está sediada em PORTÃO RS e é referência na extrusão de perfis em PVC.

Empresa jovem e 100 % nacional, a Bazze está sediada em PORTÃO RS e é referência na extrusão de perfis em PVC. Empresa jovem e 100 % nacional, a Bazze está sediada em PORTÃO RS e é referência na extrusão de perfis em PVC. Comprometida com a qualidade e o desenvolvimento dos nossos produtos investimos continuamente

Leia mais

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Assunto: Tecnologia de Concreto e Argamassas Prof. Ederaldo Azevedo Aula 8 e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br 8. Tecnologia do Concreto e Argamassas 8.1. Concreto: 8.1. Concreto: Concreto é a mistura

Leia mais

A Praxis da Sustentabilidade

A Praxis da Sustentabilidade A Praxis da Sustentabilidade O Ecocentro IPEC Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado O Ecocentro IPEC desenvolve e adapta soluções para o desenvolvimento da sustentabilidade em comunidades rurais

Leia mais

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor 1. CONCEITO: Produto resultante da associação íntima entre um aglomerante mais um agregado miúdo, mais um agregado graúdo e água (+ ferragens). 2. CARACTERÍSTICAS Quanto aos esforços: compressão, tração

Leia mais

MCMV-E CASA SUSTENTÁVEL PROPOSTA DE INTERVENÇÃO ARQUITETÔNICO URBANÍSTICA EM GRANDE ESCALA

MCMV-E CASA SUSTENTÁVEL PROPOSTA DE INTERVENÇÃO ARQUITETÔNICO URBANÍSTICA EM GRANDE ESCALA MCMV-E CASA SUSTENTÁVEL PROPOSTA DE INTERVENÇÃO ARQUITETÔNICO URBANÍSTICA EM GRANDE ESCALA Arq. Mario Fundaro Seminário internacional arquitetura sustentável São Paulo 2014 A CASA SUSTENTÁVEL Conceitos

Leia mais

Arq. Tiago S. Ferrari Royal do Brasil Technologies S.A.

Arq. Tiago S. Ferrari Royal do Brasil Technologies S.A. Concreto PVC A Utilização do Sistema Royal para construção de casas populares. Arq. Tiago S. Ferrari Royal do Brasil Technologies S.A. O Sistema Construtivo O sistema construtivo Royal (Concreto-PVC) nasceu

Leia mais

LEI Nº 1822, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014. Revoga o Anexo I, e altera os Anexos II e III da Lei Municipal n 1.215/2009, e dá outras providências.

LEI Nº 1822, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014. Revoga o Anexo I, e altera os Anexos II e III da Lei Municipal n 1.215/2009, e dá outras providências. LEI Nº 1822, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014. Revoga o Anexo I, e altera os Anexos II e III da Lei Municipal n 1.215/2009, e dá outras providências. O Sr. Adriano Xavier Pivetta, Prefeito de Nova Mutum, Estado

Leia mais

Elastron, membrana anticorrosiva e impermeabilizante. Fácil, a frio e sem juntas.

Elastron, membrana anticorrosiva e impermeabilizante. Fácil, a frio e sem juntas. Elastron, membrana anticorrosiva e impermeabilizante. Fácil, a frio e sem juntas. SOMA DE VALORES A JR Tecnologia em Superfícies (nome fantasia) iniciou suas atividades em 1991 com o nome JR Gonçalves

Leia mais

Arquitetura: do repertório à prática

Arquitetura: do repertório à prática Arquitetura: do repertório à prática Arquiteto: - tecton, em grego, designava um artífice ligado à construção de objetos por junção de peças; - arqui, prefixo que indica superioridade. Arquitetura: Aurélio:

Leia mais

2202 ARGAMASSA MATRIX REVESTIMENTO FACHADA Argamassa para uso em revestimento de áreas externas

2202 ARGAMASSA MATRIX REVESTIMENTO FACHADA Argamassa para uso em revestimento de áreas externas É composta por uma mistura homogênea de cimento Portland, cal hidratada e agregados minerais com granulometria controlada e aditivos químicos. O produto é oferecido na cor cinza. 3. Indicação: A argamassa

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Curso Superior de Tecnologia em Construção de Edifícios MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Prof. Leandro Candido de Lemos Pinheiro leandro.pinheiro@riogrande.ifrs.edu.br Porque construir? Necessidade de se

Leia mais

Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas. Alvenaria Estrutural.

Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas. Alvenaria Estrutural. Alvenaria Estrutural Introdução CONCEITO ESTRUTURAL BÁSICO Tensões de compressão Alternativas para execução de vãos Peças em madeira ou pedra Arcos Arco simples Arco contraventado ASPECTOS HISTÓRICOS Sistema

Leia mais

ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais

ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais LA-J ARTEFATOS DE CIMENTO LUCAS LTDA Av. Cônsul Assaf Trad 6977 Em frente ao Shopping Bosque dos Ipês / Campo Grande MS 0800 647 1121 www.lajlucas.com.br

Leia mais

BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL

BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL Indice ALVENARIA ESTRUTURAL MANUAL DE EXECUÇÃO E TREINAMENTO...1 O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL?...1 Seu trabalho fica mais fácil...1 CUIDADOS QUE

Leia mais

DESENHO E ARQUITETURA COBERTURA E NOÇÕES DE ESTRUTURA

DESENHO E ARQUITETURA COBERTURA E NOÇÕES DE ESTRUTURA CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS DESENHO E ARQUITETURA COBERTURA E NOÇÕES DE ESTRUTURA Elisa Furian elisafurian@outlook.com COBERTURAS Constituem estruturas de múltipla função que tem por objetivo:

Leia mais

TAIPAS: A ARQUITETURA. Maria Augusta Justi Pisani

TAIPAS: A ARQUITETURA. Maria Augusta Justi Pisani TAIPAS: A ARQUITETURA DE TERRA Mestre e Doutora pela EPUSP - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Professora do CEFET-SP - Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo, Universidade Presbiteriana

Leia mais

solução de qualidade na arquitetura dos edifícios

solução de qualidade na arquitetura dos edifícios cobre solução de qualidade na arquitetura dos edifícios Copyright 2003 - Todos os direitos reservados e protegidos Será permitido o download gratuito do(s) arquivo(s) eletrônico(s) desta publicação para

Leia mais

Reciclagem de Lixo. 38 Introdução a Reciclagem. Saneamento ecológico. Reciclagem 38 - Introdução a Reciclagem

Reciclagem de Lixo. 38 Introdução a Reciclagem. Saneamento ecológico. Reciclagem 38 - Introdução a Reciclagem Reciclagem 38 - Introdução a Reciclagem 99 5 Reciclagem de Lixo 38 Introdução a Reciclagem Neste capítulo vamos tratar dois tipos de reciclagem: a reciclagem de nutrientes através de saneamento ecológico,

Leia mais

TIPOS DE ESTRUTURAS. Prof. Marco Pádua

TIPOS DE ESTRUTURAS. Prof. Marco Pádua TIPOS DE ESTRUTURAS Prof. Marco Pádua A função da estrutura é transmitir para o solo a carga da edificação. Esta carga compõe-se de: peso próprio da estrutura, cobertura, paredes, esquadrias, revestimentos,

Leia mais

porcelanato interno ficha técnica do produto

porcelanato interno ficha técnica do produto 01 DESCRIÇÃO: votomassa é uma argamassa leve de excelente trabalhabilidade e aderência, formulada especialmente para aplicação de revestimentos cerâmicos e s em áreas internas. 02 CLASSIFICAÇÃO TÉCNICA:

Leia mais

AMPLIAÇÃO ESCOLA DO JARDIM YPE

AMPLIAÇÃO ESCOLA DO JARDIM YPE AMPLIAÇÃO ESCOLA DO JARDIM YPE LUIZA DE LIMA TEIXEIRA PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA SP. PROJETO ESTRUTURAL 1 I - MEMORIAL DESCRITIVO DE CIVIL ESTRUTURAL 1 - Serviços Iniciais: ESPECIFICAÇÕES

Leia mais

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Biomas Brasileiros I Floresta Amazônica Caatinga Cerrado Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Floresta Amazônica Localizada na região norte e parte das regiões centro-oeste e nordeste;

Leia mais

Rua Luiz Antônio Padrão, 395 - Osasco - São Paulo - CEP. 06080-120 - Tel: (11) 3685.1512 - Fax: (11) 3685.9832 Site: www.conteste.com.

Rua Luiz Antônio Padrão, 395 - Osasco - São Paulo - CEP. 06080-120 - Tel: (11) 3685.1512 - Fax: (11) 3685.9832 Site: www.conteste.com. Site: www.conteste.com.br - E-mail: conteste@conteste.com.br 1 ÍNDICE 1 Controle Tecnológico em Pavimentação SOLOS 2 Controle Tecnológico em Pavimentação MATERIAIS BETUMINOSOS 3 Materiais Metálicos Ensaio

Leia mais

PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO IN LOCO COMO SOLUÇÃO PARA EDIFÍCIOS VERTICAIS

PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO IN LOCO COMO SOLUÇÃO PARA EDIFÍCIOS VERTICAIS I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO 18-21 julho 2004, São Paulo. ISBN 85-89478-08-4. PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE CATALÃO SECRETARIA DE 0BRAS 1.0 INTRODUÇÃO 2.0 DISPOSIÇÕES GERAIS

MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE CATALÃO SECRETARIA DE 0BRAS 1.0 INTRODUÇÃO 2.0 DISPOSIÇÕES GERAIS MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: Nova Instalação da SEMMAC LOCAL: Rua Dr. Lamartine Pinto de Avelar, 2338. Setor Ipanema. Catalão GO TIPO DE SERVIÇO: Reforma e Ampliação. 1.0 INTRODUÇÃO A finalidade do presente

Leia mais

SISTEMA CONSTRUTIVO ISOCRET ESTRUTURA /REVESTIMENTO

SISTEMA CONSTRUTIVO ISOCRET ESTRUTURA /REVESTIMENTO Sistema Construtivo Fabricado de acordo com a ISO 9002 Conforto as normas ASTM( EUA) e ABNT (Brasil). Comprovada em testes de desempenho realizados pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo

Leia mais

Planta do pavimento térreo

Planta do pavimento térreo Planta do pavimento térreo Cortes e elevações típicos Acesso principal e praça de eventos Permeabildade do projeto com seu entorno Ecosistema interno com bosque de mata nativa Telhados verdes e praça de

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES PROJETO ARQUITETÔNICO ADEQUAÇÕES NA USINA DE TRIAGEM DE LIXO LINHA ESTRELA MEMORIAL DESCRITIVO 1 MEMORIAL DESCRITIVO 1. OBJETIVO: USINA DE TRIAGEM DE LIXO A presente especificação tem por objetivo estabelecer

Leia mais

AULA 4 FLORESTAS. O desmatamento

AULA 4 FLORESTAS. O desmatamento AULA 4 FLORESTAS As florestas cobriam metade da superfície da Terra antes dos seres humanos começarem a plantar. Hoje, metade das florestas da época em que recebemos os visitantes do Planeta Uno não existem

Leia mais

Principais benefícios. Aplicação. Fachadas, portas, janelas, coberturas e sacadas.

Principais benefícios. Aplicação. Fachadas, portas, janelas, coberturas e sacadas. Produzimos vidros, entregamos soluções. Nova geração O Emerald, vidro verde intenso, permite excelente passagem de luz e controle térmico, sem usar camadas refletivas em sua composição. Excelente passagem

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil. Professora: Mayara Moraes

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil. Professora: Mayara Moraes Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil Professora: Mayara Moraes Consistência; Textura; Trabalhabilidade; Integridade da massa / Segregação Poder de retenção de água / Exsudação Massa

Leia mais

FABRICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO COM TIRAS DE BAMBU

FABRICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO COM TIRAS DE BAMBU UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA FABRICAÇÃO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO COM TIRAS DE BAMBU Alba Pollyana Silva Josiane

Leia mais

ASSOCIAÇÃO TECNOLOGIA VERDE BRASIL - ATVerdeBrasil MINUTA DE PROJETO DE LEI A SER SUGERIDA AOS PODERES PÚBLICOS

ASSOCIAÇÃO TECNOLOGIA VERDE BRASIL - ATVerdeBrasil MINUTA DE PROJETO DE LEI A SER SUGERIDA AOS PODERES PÚBLICOS ASSOCIAÇÃO TECNOLOGIA VERDE BRASIL - ATVerdeBrasil MINUTA DE PROJETO DE LEI A SER SUGERIDA AOS PODERES PÚBLICOS PROJETO DE LEI DO LEGISLATIVO Dispõe sobre a obrigatoriedade da instalação de telhados verdes

Leia mais

CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE

CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE Estúdio de Arquitetura: Sustentabilidade Steel Framing Aluna: Gabriela Carvalho Ávila Maio de 2014 ÍNDICE 1 Introdução... 4 2 Sistema Ligth Steel Framing... 5 2.1

Leia mais