ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO RESIDENCIAL PARQUE DOS RESEDÁS

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1 ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO RESIDENCIAL PARQUE DOS RESEDÁS MANUAL DE NORMAS DE CONSTRUÇÃO O presente Manual foi elaborado em complementação ao Regulamento Interno da Associação dos Moradores do Residencial Parque dos Resedás AMRPR, e foi aprovado em Assembléia Extraordinária realizada em 16 de dezembro de 2006 e alterado na Assembléia geral extraordinária em 22 de novembro de As especificações do Manual de Normas de Construção, que abrangem a construção e reformas de edifícios, compreendem as disposições assim distribuídas: 1. Generalidades...(Arts. 1 e 2) 2. Procedimentos para Encaminhamento e Aprovação de Projetos...(Arts. 3 e 4) 3. Projetos e Suas Restrições... (Arts. 5 a 28) 4. Serviços Preliminares...(Arts. 29 a 35) 5. Pessoal da Obra...(Arts. 36 e 37) 6. Inicio das Obras...(Art. 38) 7. Interrupção da Obra...(Arts. 39 a 42) 8. Anistia...(Arts. 43 a 46) 9. Fiscalização de Obras...(Arts. 47 e 48) 10. Sanções... (Arts. 49a 56) 11. Disposições Finais...(Arts. 57 e 58) DAS GENERALIDADES CAPITULO 1 Art. 1º. As normas deste manual são supletivas em relação à Legislação Federal, Estadual e Municipal, tanto quanto ao uso do solo quanto à aprovação dos projetos. Art. 2º. As disposições deste manual destinam-se a assegurar o uso apropriado dos lotes e demais áreas que compõem o Loteamento Residencial Parque dos Resedás, dar cumprimento ao Estatuto e Regulamento Interno da Associação e atender os princípios básicos de: I - Proteção aos proprietários contra o uso indevido e danoso dos imóveis que compõem o loteamento, objetivando preservar o seu conceito, destinação e valor; II - Assegurar o adequado e razoável aproveitamento da propriedade dos lotes que compõem o Loteamento; III - Proteger o meio-ambiente e o projeto urbanístico e paisagístico do loteamento. CAPITULO 2 DOS PROCEDIMENTOS - ENCAMINHAMENTOS - APROVAÇÕES Art. 3º. O exame e aprovação da Associação constituirão pré-requisito para a aprovação do projeto por parte do órgão municipal competente de Itupeva. 1

2 Art. 4º. As peças gráficas e demais documentos integrantes do projeto para construção ou reforma deverão ser encaminhados à Associação, ou a quem a Diretoria Executiva indicar, para análise e aprovação, em duas vias, compreendendo: A - planta com curva de nível e implantação das construções; B - plantas baixas; C - fachadas; D - corte longitudinal e transversal; E - memorial descritivo de acabamento; F - locação de poço absorvente e fossa séptica (conforme projeto aprovado pela Sabesp ou sua sucessora); DOS PROJETOS - DAS RESTRIÇÕES CAPITULO 3 Art. 5º. Quando da união ou recomposição de dois ou mais lotes contíguos, todas as obrigações deste Regulamento continuarão a ser aplicadas a esses novos lotes resultantes, além das seguintes especificações para composição e/ou desdobro de lotes contíguos: I - frente mínima: 20,00 metros; II - área mínima de um lote: 840,00 m²; III - para lotes contíguos por divisa lateral, haverá a obrigatoriedade de ser mantida a profundidade padrão da quadra em questão situada, podendo a sua recomposição ser feita unicamente por testada de frente; IV - não será permitida, em hipótese alguma, a abertura de vielas, praças, ruas ou passagem de pedestres, quando da união ou recomposição de lotes. Art. 6º. As taxas máximas de ocupação e aproveitamento dos lotes serão de 50% (cinqüenta por cento) e 100% (cem por cento), respectivamente. A taxa de permeabilidade deverá ser maior que 40% (quarenta por cento). Se eventualmente esta for menor, deverá ser feito poços absorventes nos pontos baixos ou nas saídas de águas pluviais, conforme definido em normas técnicas oficiais (ABNT), não podendo ser inferior a 25%. Art. 7º. A construção e utilização de edículas deverão observar as seguintes regras: A - a área total de construção da edícula não poderá ultrapassar 20% (vinte por cento) da edificação principal e deverá ter um único pavimento; B) - a edícula não poderá ser usada como residência no período de construção e também não poderá ser utilizada para a formação de habitações multi familiares ou para o desenvolvimento de atividades não permitidas para a edificação principal. Art. 8º. As construções obedecerão aos seguintes afastamentos e recuos mínimos obrigatórios: I - frente: 5,00 (cinco) metros; II - laterais: 3.00 (três) metros. III - fundos: a) lotes com profundidade até 35,00 (trinta e cinco) metros recuo 4,00 (quatro) metros; b) lotes com profundidade maior que 35,00 (trinta e cinco) metros recuo 5,00 (cinco) metros. Art. 9º. Nos lotes de esquina, a frente escolhida fica a critério do proprietário, ficando a lateral com recuo mínimo de 3,00 (três) metros. 2

3 Art. 10º. No recuo de fundo do lote, serão permitidas construções térreas, de churrasqueiras, quiosques, canis e outros equipamentos destinados ao lazer, não podendo ultrapassar 3,50 (três virgula cinqüenta) metros de altura. Art. 11º. As garagens poderão ser encostadas em uma das divisas, uma vez que não superem 3,50 (três virgula cinqüenta) metros de altura e sua cobertura não sirva de piso para o pavimento superior. Art. 12º. Todos os recuos de construção serão contados a partir da alvenaria da edificação ou da projeção dos balanços ou marquises. Os beirais até 1,00 (hum) metro não serão considerados para efeito de recuo. Porém, quando excederem esta medida, os recuos deverão ser contados a partir de 1,00 (hum) metro da alvenaria. Art. 13º. A construção de grades, muros ou cercas, somente serão permitidos a partir de 5,00 (cinco) metros do recuo frontal do lote. Nos 5,00 (cinco) metros iniciais serão permitidas apenas muretas ou cercas vivas com máximo 0,50 (meio) metro de altura. Art. 14º. Nos lotes de esquina poderão ser executadas grades ou muros somente em 50% (cinqüenta por cento) da extensão que faz frente para a rua. Nas outras divisas segue o exposto no item anterior. Art. 15º. Havendo necessidade da construção de muros de arrimo na área de afastamento frontal, estes poderão ser erguidos até a altura máxima de 1,00 (hum) metro, contado da cota natural do terreno, no trecho onde será edificado. Havendo a necessidade da construção de muros de arrimo em outras áreas de recuo e afastamento, estes só poderão ser erguidos até a altura máxima de 2,00 (dois) metros, contados da cota natural do terreno, onde o mesmo será edificado. Art. 16º. Todos os muros deverão apresentar tratamento arquitetônico interna e externamente. Art. 17º. Nenhuma habitação poderá ter mais de dois pavimentos, exceto nos terrenos em que o desnível em relação do ponto baixo da frente do lote para o fundo seja igual ou superior a 2,50 (dois virgula cinqüenta) metros nos primeiros 10,00 (dez) metros. Art. 18º. As ligações externas de luz, força elétrica, telefone, campainha ou similares, serão obrigatoriamente subterrâneas, entre o poste particular e edificação principal. único. É condição necessária para se efetuar o pedido de ligação de energia elétrica ou de água que o proprietário tenha projeto da residência aprovado pela Associação e na Prefeitura Municipal de Itupeva. Art. 19º. Tão somente nos casos em que o lote esteja à jusante (nível inferior) do lote dominante, todo e qualquer comprador será obrigado a dar servidão para passagem de águas pluviais, na faixa de recuo lateral livre, desde que devidamente canalizado. único. Correrá por conta do usuário da servidão toda e qualquer despesa referente a este serviço e respectiva manutenção. Art. 20º. O passeio deverá ser sempre gramado, permitindo-se apenas rodeiro na entrada das garagens e outra na de pedestres. Art. 21º. Nas instalações de gás (GLP), os botijões deverão ficar do lado externo das edificações, em recinto próprio, desimpedido, ao ar livre, respeitando os recuos e normas oficiais. Art. 22º. Os reservatórios de água potável deverão ser construídos ou instalados no corpo do edifício principal, sendo vedadas construções ou montagens de torres isoladas específicas para esta finalidade. Art. 23º. Todas as edificações deverão estar ligadas obrigatoriamente à rede de distribuição de água do Loteamento. Cada habitação terá um único ramal predial de água potável (cavalete com 3

4 hidrômetro), independentemente de estar localizada em lote resultante da união ou recomposição de dois ou mais lotes contíguos. único. É vedado o suprimento de água por qualquer sistema alternativo a rede, como por exemplo, poços de qualquer espécie. A Associação poderá, a qualquer tempo, fiscalizar as instalações hidráulicas internas e externas da edificação, a fim de verificar a existência de anomalias, bem como proceder à leitura do consumo havido. Art. 24º. É expressamente vedada a utilização pelo proprietário ou terceiros, das áreas verdes para camping, barracões, ou construções provisórias, depósitos de materiais, ainda que em caráter temporário, e qualquer outro que desvirtue o conceito do empreendimento. único. Serão permitidos barracões provisórios, erigidos nos lotes próprios, necessários aos trabalhos acessórios de construção da unidade principal os quais deverão ser desmontados imediatamente opôs a conclusão da obra. Art. 25º. Não será permitida, em hipótese alguma, a utilização dos terrenos vizinhos para depósito de materiais de construção e/ou preparo desses materiais, devendo tais depósitos e preparos serem realizados dentro da área do próprio lote em que está sendo edificada a residência. Art. 26º. É expressamente proibido fazer masseira de concreto no asfalto ou no passeio. Art. 27º. Não serão permitidas construções com coberturas de fibrocimento ou com outro material que as imitem esteticamente, exceto as construções provisórias de obra (barracão para guarda de materiais). Art. 28º. Não será permitida a construção de casas pré-fabricadas. único. Novas tecnologias, que se imponham como avanço na prática de construir, sem comprometer o padrão do empreendimento, poderá ser admitido, mas por deliberação fundamentada do Conselho Deliberativo da Associação, por 2/3 (dois terços) de seus membros empossados. DOS SERVIÇOS PRELIMINARES CAPITULO 4 Art. 29º. Qualquer atividade no terreno, inclusive terraplanagem, só poderá ser executada após apresentação e aprovação do projeto nos termos deste manual. 1º. O proprietário é responsável pelo controle do processo de erosão durante a construção, devendo evitar a perda de solo para a rua ou terrenos vizinhos, tomando medidas para a contenção de taludes, através de aplicação de camada vegetal. Se mesmo assim ocorrer perdas, deverá promover sua limpeza imediatamente. 2º. Durante todo período de execução das obras, e principalmente na movimentação de terra, caso esta venha a sujar as vias públicas, caberá ao proprietário ou responsável técnico providenciar, ao fim de cada dia de trabalho, a incumbência da limpeza dos locais afetados. O não cumprimento desta providência ensejará aplicação de multa pecuniária. Art. 30º. É expressamente proibido fazer uso de fogo para limpeza de terrenos (queimadas), entulhos, madeiras latas e detritos decorrentes de obras, sendo permitida a utilização de caçambas com permanência máxima de uma semana após seu preenchimento total. Art. 31º. O proprietário deverá providenciar fossa provisória no canteiro de obras, para uso dos funcionários da obra enquanto perdurar a construção. A não observância deste item acarretará o imediato embargo da obra. 4

5 I - é obrigatória a instalação, dentro dos limites do lote, de lata de lixo fechada para uso dos empregados da obra (restos de comida e embalagens de marmita e refrigerantes); II - container (caçambas metálicas), para depósito de entulhos, de sobras e de embalagens de matérias de construção. Art. 32º. É proibida a entrada de materiais para depósito em lotes que não tenham projeto aprovado nos termos deste Regulamento. Art. 33. O horário de trabalho das obras e o recebimento de materiais nas construções e reformas serão os seguintes: I - jornada de trabalho dos construtores e operários será de segunda à sexta-feira das 6:30 (seis e trinta) às 18:00 (dezoito) horas. E de sábado das 8:00 (oito) às 13:00 (treze) horas. II para as entregas em dia útil o horário será das 7:30 (sete e trinta) às 17:00 (dezessete) horas e no sábado das 8:00 (oito) às 11:00 (onze) horas. 1º. é terminantemente proibido o trabalho fora dos horários permitidos bem como aos domingos e feriados, exceto manutenção e serviços emergenciais em residências já habitadas. 2º. excepcionalmente poderão estender-se além do horário indicado serviços que tenham sido iniciados e que não comportem interrupção, tais como concretagem de lajes e outros assemelhados, desde que autorizados pela Diretoria Executiva ou a quem ela credenciar. 3. os recebimentos de materiais devem ser feitos pelo responsável da obra ou outra pessoa indicada pelo proprietário. A Associação não assume, em hipótese alguma, qualquer responsabilidade por recebimento e acondicionamento dos materiais por seus funcionários. 4º. é proibido acondicionar qualquer tipo de material nas calçadas e ruas do loteamento ou nas áreas comuns, ainda que a título provisório. Art. 34º. Nas obras vizinhas a imóveis habitados deverá ser construído tapume em madeira e/ou tela mosquiteiro, em toda à frente do terreno até as divisas com lotes lindeiros, observando o alinhamento do lote. Nas laterais o tapume avançará até 6,00 (seis) metros contados a partir do alinhamento do terreno. Após os 6,00 (seis) metros, o perímetro restante do lote, deverá se fechado totalmente com tela de proteção verde (tipo mosquiteiro) com 1,20 (hum vírgula vinte) metros de altura, evitando assim que resíduos de materiais e sujeira espalhem-se pelos demais lotes do Condomínio. Art. 35º. As instalações provisórias do canteiro de obras deverão estar voltadas para dentro do lote, notadamente as das instalações sanitárias, de tal forma que, de qualquer residência lindeira, não se tenha visão de seus interiores. DO PESSOAL DA OBRA CAPITULO 5 Art. 36º. Toda e qualquer pessoa que preste algum tipo de serviço no canteiro de obras deverá ser obrigatoriamente cadastrado junto à portaria e seguir as normas do serviço de segurança. Art. 37º. Obriga-se o proprietário e o responsável pela obra a retirar, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas da respectiva comunicação da Diretoria Executiva, toda e qualquer pessoa que esteja a seu serviço e que seja considerada nociva à ordem e a segurança da Associação. DO INÍCIO DAS OBRAS CAPITULO 6 Art. 38º. Para o início das obras, o proprietário deverá: 5

6 I - cadastrar previamente todos os profissionais e trabalhadores autorizados a entrar no loteamento com destino à sua propriedade (formulário padrão); II - quando da finalização da demarcação do terreno para construção, estaqueamento e movimentação de terra o proprietário deverá requerer vistoria para aprovação do agente fiscalizador, contratado pela Associação, que, baseado nos detalhes mencionados no capitulo 3 irá aprovar ou não a continuidade da obra. Em casos de irregularidades, poderá o agente fiscal, através da Diretoria Executiva, embargar a obra, além da aplicação de multa pecuniária. DA INTERRRUPÇÃO DA OBRA CAPITULO 7 Art. 39º. Caso haja necessidade de interrupção nos trabalho da obra o proprietário deverá adotar as seguintes providências: I - comunicar o fato à Associação, através de carta protocolada, com antecedência de 2 (duas) semanas, da data da efetiva paralisação; II - colocar tapumes circunscrevendo a obra já edificada e remover quaisquer restos de material, detritos e lixo existente no lote ou que avancem sobre o alinhamento dos logradouros, bem como a demolição do barracão, sanitário e demais instalações provisórias, se a obra não for retomada no prazo de 60 (sessenta) dias da data de comunicação da paralisação; III - reunir todo material remanescente e trancá-lo em um dos cômodos da casa, caso já edificada, ou removê-lo do lote imediatamente; IV - durante todo o período em que a obra estiver paralisada, o proprietário deverá manter o tapume em bom estado de conservação, inclusive sua pintura. único. As obras paralisadas também serão objeto de fiscalização com relação ao cumprimento dos itens acima. Art. 40º. Não será permitida a execução de obras por fases ou em módulos, excetuando-se as que se enquadrem no artigo anterior. Art. 41º. Aqueles que já tenham obtido aprovação do projeto pela Associação, anterior à aprovação deste Regulamento, estão dispensados de nova aprovação e da renovação dos procedimentos, mas deverão observar as restrições aqui previstas durante a execução da obra. Art. 42º. A faixa de recuo da frente do lote só poderá ser usada como jardim, com plantio exclusivo de espécies que possuam alguma natureza ornamental, não podendo ter nenhuma outra utilização. DA ANISTIA CAPITULO 8 Art. 43º. Os projetos já aprovados pela Associação antes da entrada em vigor deste manual estão automaticamente anistiados e não deverão submeter-se a nova aprovação ou à anistia. Art. 44º. Não serão anistiadas as obras ou construções: I - cujo proprietário apresente débitos de qualquer natureza para com a Associação, exceção feita àqueles decorrentes da falta cuja anistia se pretende; II - que coloque em risco a saúde, a segurança ou o sossego dos demais Associados; 6

7 III - que estejam em desacordo com as normas de ocupação e uso do loteamento, tais como aquelas que importem em desvio de finalidade ou destinação do imóvel para fins diversos daqueles previstos para o Empreendimento (habitação uni familiar); IV - que não tenham sido iniciadas antes da entrada em vigor deste Manual; V - cuja infração consistir em violação às regras de saneamento do loteamento, tais como ligações clandestinas ou não autorizadas de água, luz, esgoto ou outros melhoramentos, fossas construídas irregularmente ou ausentes, etc.; VI - que a critério da Diretoria Executiva, possam causar prejuízos irremediáveis e desproporcionais ao projeto urbanístico do loteamento, aos demais associados ou ao meio ambiente; VII - que estiverem em desacordo com o projeto do empreendimento e com as restrições constantes dos contratos firmados com o empreendedor. Art. 45º. O pedido de anistia deverá ser formulado no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias contados da entrada em vigor deste manual, sob pena de decadência e deverá ser formulado mediante apresentação de carta protocolada, acompanhada dos seguintes documentos: A - certidão de inexistência de débitos com a Associação; B - demonstração dos requisitos necessários à obtenção da anistia, inclusive com fotos da obra. Art. 46º. Obtida a anistia, será emitido certificado correspondente pela Associação. Negada, o proprietário ficará sujeito às sanções deste manual, do Estatuto e Regulamento da Associação, sem prejuízo de adoção das providências para o desfazimento e embargo das obras e construções irregulares. DA FISCALIZAÇÃO DA OBRA CAPITULO 9 Art. 47º. A Associação contratará os serviços profissionais de um engenheiro civil ou arquiteto, devidamente habilitado que fiscalizará a execução das obras dentro do âmbito do loteamento, de modo a fazer observar as prescrições previstas neste manual em consonância com as Legislações Federais, Estaduais e Municipais vigentes. Art. 48º. Toda obra será acompanhada e vistoriada pelo agente fiscal. Este, mediante identificação, terá acesso ao local dos trabalhos, independentemente de qualquer formalidade, onde verificará se a execução está ou não sendo desenvolvida de acordo com o projeto aprovado. 1º. As ocorrências serão lavradas em livro próprio para este fim e também na planta aprovada, que deve permanecer no local da obra. 2º. Após as diligencias, todas as ocorrências serão encaminhadas para administração da Associação, dentro de 24 (vinte e quatro) horas da sua realização. 3º. Apreciado o termo de ocorrência pela Comissão de Obras, e verificada a existência de irregularidade, será imediatamente expedido pela Diretoria Executiva o auto de infração correspondente, bem como a intimação para regularizar a obra. 4º. O agente fiscal que lavrar o termo de ocorrência é responsável pela eventual inexatidão dos dados consignados, que possam invalidar as medidas conseqüentes. DAS SANÇOES CAPITULO 10 Art. 49º. O desatendimento às disposições deste manual ensejará aplicação das penalidades pecuniárias discriminadas na Tabela de Multas de acordo com o capitulo IX do Regulamento Interno 7

8 da Associação. Nos casos de reincidência, o valor da nova multa será cobrado em dobro em relação à anterior. 1. As multas serão aplicadas ao proprietário em 100% (cem por cento) do valor correspondente ao da infração cometida da Tabela de Multas; 2. Ao responsável técnico da obra caberá 80% (oitenta por cento) do valor correspondente ao da infração cometida da Tabela de Multas. Art. 50º. Os danos causados a equipamentos, instalações, ruas, guias, sarjetas, etc. provocadas pelos funcionários e fornecedores da obra são de responsabilidade do proprietário e deverão ser reparados imediatamente. Art. 51º. As placas e avisos de afixação obrigatória, tais como aquelas de indicação do alvará de construção e responsabilidade técnica, somente serão afixadas mediante o cumprimento do inciso II art. 38º, i.é., após a aprovação da continuidade da obra pelo agente fiscalizador. Art. 52º. O proprietário responderá civil e criminalmente perante a Associação e terceiros, por eventuais danos causados pela utilização de veículos de entrega de materiais, betoneira, escavadeira, guindaste, bate-estaca, equipamentos de esteira e etc., por si ou por seus prepostos, empreiteiros, prestadores de serviço e quaisquer outras pessoas ligadas direta ou indiretamente à obra. Art. 53º. Durante o período de tempo dos trabalhos de construção, na frente da obra e em local visível, deverá ser afixada placa obrigatória indicando o Responsável Técnico pela mesma, com respectivo nº. de registro no CREA, nº. do Alvará de Construção e o nº. correspondente à futura residência. Art. 54º. Terminado o período de tempo dos trabalhos de construção, o agente fiscalizador dará baixa da obra em questão no roteiro de fiscalização, i. é., deixará de fiscalizá-la. Concomitantemente, o proprietário promoverá a remoção de qualquer placa, de afixação obrigatória ou não. Art. 55º. A obra será embargada quando: I - forem encontradas pela fiscalização, irregularidades, notadamente o descumprimento das regras previstas neste manual, no Estatuto e Regulamento Interno da Associação, no projeto do Empreendimento e nos contratos firmados como Empreendedor; II - houver descumprimento da Legislação Federal, Estadual ou Municipal, inclusive quanto a questões ambientais e de saneamento. 1º. Até que as obras sejam regularizadas, só será permitida a execução de trabalhos indispensáveis ao restabelecimento das disposições violadas. O embargo será levantado tão logo seja constatado pelo agente fiscalizador que a irregularidade tenha sido sanada e pagamento das multas impostas. 2. É de responsabilidade da Diretoria Executiva, adotar todas as providências judiciais e administrativas para o embargo e desfazimento das obras, construções e instalações irregulares. 3º. O embargo ou desfazimento da obra não afasta a incidência das demais sanções previstas no Estatuto e Regulamento Interno e tampouco a responsabilidade pelo ressarcimento dos danos causados à Associação, aos demais associados ou terceiros. 4º. Não sendo no mesmo dia obedecido ao embargo, será aplicada multa diária, cuja incidência só cessará na data em que for comunicada, e verificada in loco pelo agente fiscalizador, a regularização da obra: 5º. O agente fiscal manterá vigilância sobre a obra embargada e comunicará por escrito à Associação qualquer irregularidade. 8

9 6º. Durante o período necessário para execução das medidas legais cabíveis tomadas pela Prefeitura Municipal de Itupeva, o processo interno ficará sem prejuízo da incidência de multas. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS CAPITULO 11 Art. 56º. Os casos omissos destas restrições construtivas aos usos do imóvel serão tratados individualmente pela Diretoria Executiva da Associação. Art. 57º. O presente Regulamento entrará em vigor imediatamente após aprovação da Assembléia. Itupeva, 22 de novembro de JOÃO CARLOS DOS SANTOS PRESIDENTE 9

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