RELATÓRIO SEMESTRAL Nº 08 AGOSTO/2011 GERENCIAMENTO AMBIENTAL DA AVENIDA PERIMETRAL DA MARGEM DIREITA DO PORTO DE SANTOS

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1 RELATÓRIO SEMESTRAL Nº 08 AGOSTO/2011 GERENCIAMENTO AMBIENTAL DA AVENIDA PERIMETRAL DA MARGEM DIREITA DO PORTO DE SANTOS COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO CODESP CONTRATO DP/

2 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO AMBIENTAL DA FASE DE OPERAÇÃO Planejamento do Gerenciamento Ambiental Objetivos Metodologia Adotada Procedimento Executivo Elaboração de Procedimentos Desenvolvimento do Gerenciamento Ambiental Durante a Operação Reuniões de Acompanhamento Monitoramento e Avaliação dos Programas Ambientais PROGRAMA DE PLANTIOS COMPENSATÓRIOS PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS PRAD PROGRAMA DE VERIFICAÇÃO DE RUÍDO E VIBRAÇÃO Considerações e Recomendações Propostas aos resultados obtidos do parâmetro ruído na zona lindeira ao Viaduto Da Santa, Santos SP Considerações e Recomendações propostas aos resultados obtidos do parâmetro ambiental de vibração na zona lindeira ao Viaduto Da Santa, Santos Sp Equipe Técnica Anexos

3 1. INTRODUÇÃO O presente documento refere-se ao 8 Relatório Semestral de Atividades do Gerenciamento Ambiental da Avenida Perimetral da Margem Direita do Porto de Santos (Figura 01), projeto de responsabilidade da Companhia Docas do Estado de São Paulo CODESP, com execução das obras a cargo da Construtora OAS Ltda e Consórcio formado entre a Construtora OAS e a Galvão Engenharia. Compreende o período de 01/03/2009 e 31/08/2011, e foi elaborado em atendimento à condicionante 2.5 da Licença de Instalação nº. 386/2006 emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA. As obras de melhoria do Sistema Viário da Margem Direita do Porto de Santos estão vinculadas à Regularização Ambiental do Porto de Santos, no âmbito de obras a serem licenciadas em conjunto com a Regularização. Em 31/08, foi protocolado o Ofício DI-GD/ (Anexo 01)que informa sobre a entrega do Estudo Ambiental para regularização ambiental do Porto de Santos (processo n / ). Neste ofício é solicitada a autorização para a realização das obras de dragagem de manutenção do canal de navegação, acesso aos berços e berços de atracação; obras de manutenção ou de construção de pequeno porte realizadas pela CODESP e construção da avenida interna entre o Canal 4 e a Praça da Santa. É solicitada também a emissão da Licença de Operação para os trechos já concluídos da Av. Perimetral da Margem Direita (Praça Barão do Rio Branco até o Canal 4). O monitoramento ambiental, no período de implantação das obras do trecho da Avenida Perimetral da Margem Direita, ficou a cargo da empresa CPEA - Consultoria, Planejamento e Estudos Ambientais. Este monitoramento deu-se no período de março de 2007 e fevereiro de 2011, e foi encerrado por meio do Relatório Final Consolidado, protocolado em 19 de maio de 2011 (Anexo 02). 3

4 Figura 01 Localização do trecho objeto do monitoramento. Fonte: Imagem de satélite obtida através do Google Earth (2011). Av. Perimetral Trecho em Monitoramento Viaduto da Santa Canal 4 Apresentar ao IBAMA além do relatório final consolidado, relatórios semestrais referentes às obras contendo as seguintes informações: - atividades executadas nos projetos contemplados no PBA quais sejam: Programa de Controle das Ações de Obras e Subprograma de Controle de Resíduos Sólidos, Programa de Plantios Compensatórios, Programa de Verificação de Ruído e Vibração, Programa de Comunicação, Programa de Gestão Ambiental e Programa de Educação Ambiental. - atividades executadas no PRAD. A Licença de Instalação Nº 386 foi renovada pelo IBAMA em 26 de agosto de 2008, válida pelo período de quatro anos. As atividades de gerenciamento ambiental têm como objetivo acompanhar e fiscalizar a implementação dos Programas Ambientais propostos no Plano 4

5 Básico Ambiental PBA, elaborado pela empresa de consultoria Arcadis Tetraplan, documento que serviu de base para a Licença de Instalação. Os programas ambientais contemplados no âmbito do Gerenciamento Ambiental para a fase de operação do trecho entre o Canal 4 até a Praça da Santa, da Avenida Perimetral da Margem Direita, estão apresentados a seguir : I. Programa de Gerenciamento Ambiental II. III. IV. Programa de Plantios Compensatórios. Programa de Recuperação de Áreas Degradadas voltado ao canteiro de obras (implementação a cargo da Construtora OAS e da CODESP e acompanhamento a cargo da DTA Engenharia). Programa de Verificação de Ruído e Vibração (implementação e acompanhamento a cargo da DTA Engenharia). Este documento foi elaborado pela DTA Engenharia empresa responsável pelo Gerenciamento Ambiental da Fase de Operação em contrato específico estabelecido com a CODESP. 2. PROGRAMA DE GERENCIAMENTO AMBIENTAL DA FASE DE OPERAÇÃO O Programa de Gerenciamento Ambiental responde pelo planejamento integrado e pelo acompanhamento do atendimento aos Programas Ambientais, potencializando os efeitos sócio-ambientais positivos das diversas ações previstas Planejamento do Gerenciamento Ambiental A DTA Engenharia desenvolveu um Plano de Trabalho para o atendimento do Plano Básico Ambiental para a Melhoria do Sistema Viário da Margem Direita do Porto de Santos, o qual contempla os procedimentos de monitoramento da Avenida Perimetral da Margem Direita, no trecho entre a Praça da Santa e a Avenida Siqueira Campos - Canal 4 descrito abaixo. 5

6 2.1.1 Objetivos O trabalho desenvolvido tem a finalidade de implementar, acompanhar e fiscalizar os Programas Ambientais definidos no Plano Básico Ambiental referente à melhoria do Sistema Viário do Porto de Santos que contempla a Avenida Perimetral Portuária da Margem Direita no trecho entre a Praça da Santa e o Canal 4, a fim de mitigar, minimizar e compensar os impactos ambientais causados pela implantação do empreendimento Metodologia Adotada O desenvolvimento dos trabalhos é realizado conforme determina o Termo de Referência da Concorrência nº09/2010 anexo ao contrato DP/15.201, assim como as definições do Plano Básico Ambiental (PBA) que apresenta os Programas Ambientais para as fases de implantação e operação do empreendimento Procedimento Executivo Com o início da desmobilização do Canteiro de Obras da Ponta da Praia, o empreendimento é considerado em Fase de Operação. Em conformidade com o PBA e o Termo de Referência apresentado pela CODESP, o procedimento de execução do gerenciamento dos Programas Ambientais para a Fase de Operação do empreendimento compreende o acompanhamento e fiscalização da implantação dos Programas de Recuperação de Áreas Degradas (voltado ao canteiro de obras) e de Ruído e Vibração. Programa de Verificação de Vibrações e Ruídos: Realização de campanha de monitoramento de ruído e vibrações na área de influência do empreendimento, após sua entrada em operação. Este programa compreende a quantificação e avaliação dos impactos ambientais positivos e negativos devidos a ruído e vibrações causados pelas 6

7 obras ou pelo tráfego de veículos na Avenida Perimetral Portuária, bem como avaliação da necessidade de medidas corretivas. Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD): Voltado ao Canteiro de Obras da Ponta da Praia. Este programa compreende procedimentos adotados logo após o término das obras civis: desmobilização das instalações do canteiro de obras, bem como remoção da infra-estrutura instalada para o canteiro de obras, destinação final de materiais diversos, resíduos e equipamentos, limpeza total da área utilizada como canteiro de obras, que é de propriedade da CODESP, para futura utilização. Programa de Plantios Compensatórios: Manutenção do Plantio do Projeto Paisagístico da Avenida Perimetral Portuária e Plantio Compensatório pela interferência em APP do rio Saboó. O Programa de Plantios Compensatórios está sendo gerido pela CODESP, a qual assumiu a responsabilidade técnica do programa. É de responsabilidade, também, a confecção de relatórios técnicos para os órgãos ambientais (IBAMA e SEMAM/Santos). O plantio das mudas e sua manutenção estão sendo realizados pela empresa Comercial Medeiros Elaboração de Procedimentos Foram definidos conjuntamente entre a DTA Engenharia e a CODESP os seguintes procedimentos: Reuniões de Coordenação com a presença de todos os envolvidos nesta etapa do projeto. O registro da reunião é consignado por meio do documento Ata de Reunião AR devidamente numerado e datado; Os registros da comunicação entre a empresa gerenciadora e a CODESP são feitos por meio do documento de Comunicação Interna datado e numerado; 7

8 Os Procedimentos Ambientais - PAs a ser seguidos durante a fase de operação foram estabelecidos por meio do Plano Ambiental Básico PAB; As inspeções semanais realizadas pela equipe de gerenciamento são registradas em documento denominado Relatório de Inspeção Semanal RIS e quando verificado que qualquer procedimento esteja em desacordo com o estabelecido nos Procedimentos Ambientais é emitido um Relatório de Não-Conformidade RNC. Durante o período de monitoramento, não foi constatado nenhuma irregularidade nos procedimentos ambientais e, por tanto, não foi emitido nenhum RNC referente à esse período. Os Relatórios de Inspeção Semanal são compilados de forma a se estruturar os Relatórios Mensais, contendo as informações das atividades e procedimentos do mês decorrente; Os Relatórios Mensais fornecem informações do período de acompanhamento para o desenvolvimento dos Relatórios Semestrais, que são submetidos ao IBAMA, visando à obtenção da Licença de Operação Desenvolvimento do Gerenciamento Ambiental Durante a Operação A DTA Engenharia estabeleceu em conjunto com a Gerência de Meio Ambiente da CODESP (GPM), uma rotina de vistorias e inspeções semanais no trecho em questão, estas documentadas através dos Relatórios de Inspeção Semanal. Os Relatórios Mensais são elaborados com as informações contidas nos Relatórios de Inspeção Semanal. E por fim, as informações contidas no presente relatório foram extraídas dos Relatórios Mensais RM 01, 02, 03, 04 e Reuniões de Acompanhamento Durante este período do gerenciamento ambiental foram realizadas as seguintes reuniões: Reuniões da equipe de Gerenciamento Ambiental, para discussão dos procedimentos, propostas e resultados. 8

9 Reuniões Ordinárias: com representantes da CODESP, e DTA ENGENHARIA, denominadas Reuniões de Coordenação Monitoramento e Avaliação dos Programas Ambientais A. Fiscalização Ambiental No período de 17 de março de 2011 a 31 de agosto de 2011 as atividades de monitoramento desenvolveram-se no Trecho Viaduto da Santa Canal 4, como mencionado acima. A DTA ENGENHARIA realizou inspeções neste período, com emissão de 20 Relatórios de Inspeção Semanal RIS, devidamente consolidados em 05 Relatórios Mensais, visando acompanhar a implementação dos procedimentos de obra previstos no PAB da Construtora OAS. B. Relatório de Não Conformidade (RNC) No período de obras, não foram elaborados RNC específicos, resultantes das inspeções ou relacionados a outros procedimentos complementares do gerenciamento. C. Elaboração de Relatórios de Monitoramento Ambiental Foram entregues quatro Relatórios de Monitoramento Ambiental, referente ao período de 17/03/2011 a 31/08/2011 em atendimento ao item 2.5 da LI n 386/2006 e considerando o início dos trabalhos da DTA ENGENHARIA em 17/03/2011, sendo estes: o Primeiro Relatório Mensal, protocolado e apresentado na CODESP em ; o Segundo Relatório, protocolado na CODESP em ; o Terceiro Relatório, protocolado na CODESP em ; o Quarto Relatório, protocolado na CODESP em ; D. Relatório Semestral Consolidado para o IBAMA 9

10 Em atendimento ao item 2.5 da LI n 386/2006 apresentamos ao IBAMA, através deste, o Oitavo Relatório Semestral consolidado referente à fase de operação. Este relatório abrange os cinco meses de monitoramento elaborados pela DTA Engenharia citados acima, apresentando os aspectos observados nas vistorias (os quais foram apontados nos Relatórios de Inspeção Semanal e Relatórios Mensais) assim como seus possíveis impactos e as respectivas recomendações e ações mitigadoras. A seguir, são apresentados os principais pontos monitorados organizados em ordem cronológica. Pode-se observar que alguns aspectos se repetiram por todo período de monitoramento, e já outros, sofreram ações mitigatórias ou corretivas como demonstrado neste item. Manilhas e peças de concreto (material classificado, de acordo com a Resolução CONAMA nº 307/02, na Classe A - resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados) dispostas inadequadamente conforme as Fotos 01 a 05 resultam na degradação da área, podendo acarretar em impactos como a alteração da qualidade da paisagem e do ambiente local. Em todos os Relatórios Mensais foi recomendada, para a situação diagnosticada, a correta destinação desses materiais. Para aqueles resíduos passíveis de reaproveitamento, foi sugerida a triagem e a definição do uso futuro. 10

11 Foto 01 Manilhas e placa de concreto remanescentes dos serviços de execução do sistema de drenagem junto ao acesso a Av. Siqueira Campos. (Referente ao RM 01-20/04/2011) Foto 02 Manilhas e placa de concreto remanescentes dos serviços de execução do sistema de drenagem junto ao acesso a Av. Siqueira Campos. (Referente ao RM 02-28/05/2011) Foto 03 Manilhas e placa de concreto remanescentes dos serviços de execução do sistema de drenagem junto ao acesso a Av. Siqueira Campos. (Referente ao RM 03-01/07/2011) Foto 04 Manilhas e placa de concreto remanescentes dos serviços de execução do sistema de drenagem junto ao acesso a Av. Siqueira Campos. (Referente ao RM 04-29/07/2011) Foto 05 Manilhas e placa de concreto remanescentes dos serviços de execução do sistema de drenagem junto ao acesso a Av. Siqueira Campos. (Referente ao RM 05-26/08/2011) 11

12 As Fotos 06 a 10 apresentam o trecho de calçamento inacabado na Av. Siqueira Campos. Apesar de se encontrar em fase de operação, ainda há locais onde se encontram solo exposto, sem impermeabilização e sinalização adequada para os pedestres e usuários. Esta situação é propícia ao carreamento do solo exposto para o sistema de drenagem de águas pluviais, podendo causar o assoreamento e entupimento da rede. Além disto, em dias secos e com ocorrência de ventos moderados a fortes, o solo exposto pode sofrer arrasto e suspensão de poeira, alterando a qualidade do ar local. Para esta situação foram recomendadas as seguintes ações mitigatórias: finalização dos calçamentos, implantação provisória de sinalização de obra e isolamento da área e, também, a umidificação do local, caso existam trabalhadores, além de transeuntes, no entorno para evitar a ressuspensão de poeira. 12

13 Foto 06 - Trecho inacabado de calçamento próximo ao acesso a Av. Siqueira Campos. (Referente ao RM 01-20/04/2011) Foto 07 - Trecho inacabado de calçamento próximo ao acesso a Av. Siqueira Campos. (Referente ao RM 02-03/06/2011 Foto 08 - Trecho inacabado de calçamento próximo ao acesso a Av. Siqueira Campos. (Referente ao RM 03-01/07/2011) Foto 09 - Trecho inacabado de calçamento próximo ao acesso a Av. Siqueira Campos. (Referente ao RM 04-29/07/2011) 13

14 Foto 10 - Trecho inacabado de calçamento próximo ao acesso a Av. Siqueira Campos. (Referente ao RM 05 26/08/2011) Resíduos de asfalto, dispostos de forma inadequada em frente ao Terminal de Passageiros (CONCAIS) conforme as Fotos 11 a 15 são classificados, de acordo com a Resolução CONAMA nº 307/02, na Classe A (resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados). Foi verificada, neste trecho, a presença de solo exposto, sem impermeabilização e sinalização adequada para os pedestres e usuários. Esta situação resulta na degradação da área, alteração da qualidade do meio ambiente local e consequentemente na qualidade de vida da população. Situação propícia, também, para o carreamento do solo exposto ao sistema de drenagem de águas pluviais, o que pode causar o assoreamento e entupimento da rede de drenagem. Além disso, em dias secos e com ocorrência de ventos moderados a fortes, o solo exposto pode sofrer arrasto e suspensão de poeira, alterando a qualidade do ar local. Para a diminuição do impacto diagnosticado, foi recomendada a finalização dos calçamentos em questão, assim como a sinalização indicativa de obra durante todo o processo de execução dos serviços nos locais apresentados. Até que ocorra o reparo, sugere-se a umidificação do solo para evitar a re-suspensão de poeira. 14

15 Foto 11 - Resíduos de asfalto dispostos de forma inadequada em frente ao CONCAIS. (Referente ao RM 01-06/05/2011) Foto 12 - Resíduos de asfalto dispostos de forma inadequada em frente ao CONCAIS. (Referente ao RM 02-28/05/2011) Foto 13 - Resíduos de asfalto dispostos de forma inadequada em frente ao CONCAIS. (Referente ao RM 03-01/07/2011) Foto 14 - Resíduos de asfalto dispostos de forma inadequada em frente ao CONCAIS. (Referente ao RM 04 29/07/2011) Foto 15 - Resíduos de asfalto dispostos de forma inadequada em frente ao CONCAIS. (Referente ao RM 05 26/08/2011) 15

16 As Fotos 16 a 20 apresentam a disposição contínua de postes de metais verificados em todos os Relatórios Mensais. A disposição desses materiais, da forma apresentada, resulta na degradação da área, podendo acarretar em impactos como a alteração da qualidade da paisagem e do ambiente local. Para a situação diagnosticada, foi recomendada a correta destinação desses materiais. Para aqueles resíduos passíveis de reaproveitamento, foi sugerida a triagem e a definição do uso futuro. 16

17 Foto 16 - Postes de concreto dispostos na Praça de Outeirinhos. (Referente ao RM 01-08/04/2011) Foto 17 - Postes de concreto dispostos na Praça de Outeirinhos. (Referente ao RM 02-03/06/2011) Foto 18 - Postes de concreto dispostos na Praça de Outeirinhos. (Referente ao RM 03-24/06/2011) Foto 19 - Postes de concreto dispostos na Praça de Outeirinhos. (Referente ao RM 04-22/07/2011) Foto 20 - Postes de concreto dispostos na Praça de Outeirinhos. (Referente ao RM 05-26/08/2011) 17

18 A sucata metálica (Fotos 21 a 25) é classificada de acordo com a Resolução CONAMA nº 307/02, na Classe B (resíduos recicláveis para outras destinações, tais como: plásticos, papel/papelão, metais, vidros, madeiras e outros). O comprometimento da qualidade do ambiente, da paisagem local e prejuízos às condições de tráfego de pedestres são impactos decorrentes das evidências verificadas. Para a situação verificada, recomendou-se a finalização da demolição dos lastros em questão, a segregação e a destinação final dos entulhos e resíduos. Para aqueles resíduos passíveis de reaproveitamento, sugere-se a triagem e a definição do uso futuro. O Assunto foi abordado pela 1ª vez no RIA nº 436 de 28/01/10 item Gerenciamento de Resíduos sendo apontado desde então nos relatórios subsequentes. As solicitações de providências encaminhadas no RIA supracitado não tiveram respostas gerando o Relatório de Não Conformidade nº 28 de 28/01/2010. Após o passivo detectado e informado, também, nos Relatórios de Inspeção Semanal, os processos de demolição iniciaram com a retirada parte do material ferroso dos lastros. Porém os serviços de demolição foram interrompidos e os lastros ainda permanecem no local. 18

19 Foto 21 - Sucata metálica sob o viaduto Lastros de antigos guindastes em processo demolição e segregação. (Referente ao RM 01-06/05/2011) Foto 22 - Sucata metálica sob o viaduto Lastros de antigos guindastes em processo demolição e segregação. (Referente ao RM 02-28/05/2011) Foto 23 - Sucata metálica sob o viaduto Lastros de antigos guindastes em processo demolição e segregação. (Referente ao RM 03-01/07/2011) Foto 24 - Sucata metálica sob o viaduto Lastros de antigos guindastes em processo demolição e segregação. (Referente ao RM 04-29/07/2011) Foto 25 - Sucata metálica sob o viaduto Lastros de antigos guindastes em processo demolição e segregação. (Referente ao RM 05-26/08/2011) 19

20 A situação evidenciada nas Fotos 26 e 27 pode causar o carreamento de solo exposto e assoreamento do sistema de drenagem e/ou do corpo hídrico mais próximo, além de alterar a qualidade do ar devido à ressuspensão de materiais particulados. Foi recomendada a conclusão da execução dos reparos no pavimento no local apontado, mantendo a sinalização indicativa de obra durante todo o processo de execução dos serviços nos locais apresentados. As Fotos 28 e 29 apresentam materiais remanescentes de obras civis e acúmulo de outros resíduos dispostos em área localizada entre o escritório da ALL e a rampa do Acesso 1 do Viaduto da Santa. Esse material é classificado, de acordo com a Resolução CONAMA nº 307/02, na Classe A (resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados), porém o material descartado dentro do tambor que se encontra no local deverá passar por processo de segregação e classificação conforme a verificação da classe do conteúdo e destinado de forma adequada atendendo a resolução citada acima. A situação verificada resulta na alteração da qualidade do ambiente local e consequentemente na qualidade da vida da população, além de se tornar um local propício para o desenvolvimento de pragas urbanas. Para tanto, foi recomendada a destinação adequada desses materiais. 20

21 Foto 26 - Solo remanescente das obras dispostas entre o Escritório da ALL e a rampa de Acesso 1 do Viaduto da Santa. (Referente ao RM 01-20/04/2011) Foto 27 - Solo remanescente das obras dispostas entre o Escritório da ALL e a rampa de Acesso 1 do Viaduto da Santa. (Referente ao RM 05-26/08/2011) Foto 28 - Material remanescente das obras civis ocasionando acúmulo de água e resíduos. (Referente ao RM 01-06/05/2011) Foto 29 - Material remanescente das obras civis ocasionando acúmulo de água e resíduos. (Referente ao RM 05-26/08/2011) 21

22 As Fotos 30 a 34 apresentam peças de concreto dispostas sob o viaduto. O material remanescente compromete a qualidade do ambiente local causando prejuízos a paisagem. Verificou-se a presença de solo exposto, sem impermeabilização e sinalização adequada para os pedestres e usuários. Esta situação é propícia para o carreamento do solo exposto ao o sistema de drenagem de águas pluviais podendo causar o assoreamento e entupimento deste sistema. Foi solicitada a retirada e/ou utilização do material armazenado. Foi recomendado, também, reparos na cobertura do solo exposto com placas de grama. Até a execução deste reparo, sugere-se também a umidificação do solo para evitar a re-suspensão de poeira. Ainda neste trecho (Foto 34), foi verificada a reposição das placas de grama danificadas no processo de execução da ciclovia. 22

23 Foto 30 - Peças de concreto sob o viaduto junto ao pilar de sustentação e calçamento inacabado no Viaduto da Santa. (Referente ao RM 01-20/04/2011) Foto 31 - Peças de concreto sob o viaduto junto ao pilar de sustentação e calçamento inacabado no Viaduto da Santa. (Referente ao RM 02-28/05/2011) Foto 32 - Peças de concreto sob o viaduto junto ao pilar de sustentação e calçamento inacabado no Viaduto da Santa. (Referente ao RM 03 24/06/2011) Foto 33 - Peças de concreto sob o viaduto junto ao pilar de sustentação e calçamento inacabado no Viaduto da Santa. (Referente ao RM 04-22/07/2011) Foto 34 - Peças de concreto sob o viaduto junto ao pilar de sustentação e início do plantio de placas de grama em leiva no Viaduto da Santa. (Referente ao RM 05-26/08/2011) 23

24 As Fotos 35 a 39 demonstram a cronologia da execução das obras de construção do trecho inacabado da ciclovia. Este panorama foi monitorado no início das obras, implantação do aterro, início da execução da ciclovia e, por fim, na construção do muro de arrimo. A situação diagnosticada é propícia para o carreamento de solo exposto ao o sistema de drenagem de águas pluviais que pode causar o assoreamento e entupimento deste sistema. Ainda, em dias secos e com ocorrência de ventos moderados a fortes, o solo pode sofrer arrasto e suspensão de poeira, alterando a qualidade do ar local. Foi recomendada a conclusão da execução dos serviços acrescentando a sinalização indicativa de obra durante todo o processo de execução nos locais apresentados. Até que seja finalizada a obra, sugeriu-se também a umidificação do solo para evitar a re-suspensão de poeira. 24

25 Foto 35 Trecho inacabado da ciclovia, junto ao acesso 2 do viaduto da Santa. (Referente ao RM 01-20/04/2011) Foto 36 - Execução de trecho inacabado da ciclovia Preenchimento de rampa com aterro. (Referente ao RM 02-03/06/2011) Foto 37 - Execução de trecho inacabado da ciclovia Preenchimento de rampa com aterro. (Referente ao RM 03-01/07/2011) Foto 38 Trecho da ciclovia e processo de construção. (Referente ao RM 04-29/07/2011) Foto 39 - Muro de arrimo executado em processo de demolição visando realinhamento da ciclovia. (Referente ao RM 05-26/08/2011) 25

26 As Fotos 40 a 44 evidenciam a problemática dos processos erosivos junto a descida do Acesso 2 do viaduto causando a desagregação do canteiro. O processo erosivo, próximo as fundações do Viaduto da Santa, pode acarretar no comprometimento da estrutura deste viaduto e da ciclovia que atravessa esse local. Foi recomendada a compactação do subleito no trecho em questão e o plantio das placas de grama de forma adequada, mantendo a sinalização de segurança durante todo o processo de execução dos serviços nos locais apresentados. 26

27 Foto 40 - Talude sem o devido acabamento em processo de erosão sobre os Poços de Monitoramento de Creosoto. (Referente ao RM 01-06/05/2011) Foto 41 - Talude sem o devido acabamento em processo de erosão sobre os Poços de Monitoramento de Creosoto. (Referente ao RM 02-13/06/2011) Foto 42 - Talude sem o devido acabamento em processo de erosão sobre os Poços de Monitoramento de Creosoto. (Referente ao RM 03-24/06/2011) Foto 43 - Talude sem o devido acabamento em processo de erosão sobre os Poços de Monitoramento de Creosoto. (Referente ao RM 04-29/07/2011) Foto 44 - Talude sem o devido acabamento em processo de erosão próximo aos Poços de Monitoramento de Creosoto. (Referente ao RM 05-26/08/2011) 27

28 As Fotos 45 a 47 e as Fotos 48 a 50 apresentam dois trechos situados em frente ao Terminal de Passageiros CONCAIS em que foram atendidas as recomendações propostas nos Relatórios Mensais, ou seja, houve a aplicação de placas de grama em leiva nos dois canteiros. Esta situação era passível de processos erosivos o que causa a desagregação do solo devido à falta de calçamento. A situação era propícia para o carreamento do solo exposto ao o sistema de drenagem de águas pluviais, o que pode vir a causar o assoreamento e entupimento da rede de drenagem. Em dias secos e com ocorrência de ventos moderados a fortes, o solo exposto pode sofrer arrasto e suspensão de poeira, alterando a qualidade do ar local. 28

29 Foto 45 - Calçamento inacabado no inicio da Av. Senador Dantas. (Referente ao RM 01-06/05/2011) Foto 46 - Canteiro recém-implantado no inicio da Av. Senador Dantas. (Referente ao RM 04-29/07/2011) Foto 47 - Canteiro finalizado no inicio da Av. Senador Dantas. (Referente ao RM 05-26/08/2011) 29

30 Foto 48 - Calçamento inacabado no inicio da Av. Senador Dantas. (Referente ao RM 01-06/05/2011) Foto 49 - Canteiro recém-implantado no inicio da Av. Senador Dantas. (Referente ao RM 04-29/07/2011) Foto 50 - Canteiro finalizado no inicio da Av. Senador Dantas. (Referente ao RM 05-26/08/2011) As Fotos 51 e 52 demonstram a reparação realizada na pavimentação junto ao estacionamento de carga e descarga de bagagens da CONCAIS. Essa situação foi diagnosticada no RM 03 e, por tanto, não foi apresentada nos relatórios subsequentes, porém ainda é realizada a vistoria neste trecho. 30

31 Foto 51 - Calçamento danificado junto ao estacionamento de carga e descarga de bagagens da CONCAIS. (Referente ao RM 01-06/05/2011) Foto 52 - Pavimentação reparada junto ao estacionamento de carga e descarga de bagagens da CONCAIS. (Referente ao RM 03-24/06/2011) Calçamento e tampa do poço de visita danificados situados no estacionamento de carga e descarga de bagagens do CONCAIS são apresentados nas Fotos 53 a 55. Trecho em processo de erosão, o que pode ocasionar o carreamento de material e assoreamento do sistema de drenagem, além do comprometimento da integridade do poço de visita. Para esta situação foi recomendado o reparo do calçamento e da tampa. 31

32 Foto 53 - Calçamento e tampa de poço de visita danificados no estacionamento de carga e descarga de bagagens do CONCAIS. (Referente ao RM 01-06/05/2011) Foto 54 - Calçamento e tampa de poço de visita danificados no estacionamento de carga e descarga de bagagens do CONCAIS. (Referente ao RM 04-29/07/2011) Foto 55 - Calçamento e tampa de poço de visita danificados no estacionamento de carga e descarga de bagagens do CONCAIS. (Referente ao RM 05-26/08/2011) Conforme as Fotos 56 a 60, a seguir, foi verificada a conclusão dos serviços de construção do calçamento situado na Rua Cons. João Alfredo. Essa situação era propícia para o carreamento de solo exposto ao sistema de drenagem, o que pode acarretar no assoreamento deste sistema. 32

33 Foto 56 - Trecho inacabado de calçamento no início da Rua Cons. João Alfredo. (Referente ao RM 01-06/05/2011) Foto 57 - Trecho inacabado de calçamento no início da Rua Cons. João Alfredo. (Referente ao RM 02-03/06/2011) Foto 58 - Trecho inacabado de calçamento no início da Rua Cons. João Alfredo. (Referente ao RM 03-01/07/2011) Foto 59 - Trecho de calçamento no início da Rua Cons. João Alfredo em processo de construção. (Referente ao RM 04-29/07/2011) Foto 60 - Trecho de calçamento finalizado no início da Rua Cons. João Alfredo. (Referente ao RM 05-26/08/2011) 33

34 As Fotos 61 a 63 apresentam caminhões utilizando a área sob o Viaduto da Santa como estacionamento. Esta problemática iniciou-se com o remanejamento da linha férrea, e consequentemente a criação de um espaço no local mencionado. Os caminhões estacionados no trecho sem pavimentação comprometem a qualidade do ambiente local, além de resultar no carreamento do solo exposto através da movimentação dos veículos em questão. Também há o risco de vazamento de combustíveis e óleos provenientes dos caminhões que resultam em contaminação do solo e do lençol freático. Foi recomendada a execução da pavimentação, sinalização e controle de acesso e permanência do estacionamento e ou isolamento da área. 34

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