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3 3.2. Conjunto KKKK, Registro SP, 1996 Figura 243 Conjunto KKKK, após a intervenção. Foto: Nelson Kon Fonte: Acervo do escritório Brasil Arquitetura. A reabilitação do Conjunto KKKK, localizado na cidade de Registro, a 189 Km da cidade de São Paulo (SP, Brasil) é uma experiência paradigmática do escritório Brasil Arquitetura no que diz respeito à conservação do patrimônio cultural tendo como estratégia dar uma nova utilidade ao edifício antigo, permitindo a participação da sociedade, sua integração ao ambiente urbano e o resgate da memória do lugar. A intervenção contemporânea no Conjunto KKKK faz parte de um projeto maior de urbanização da área em torno do leito do rio Ribeira de Iguape, em Registro o Projeto Parque Beira Rio.

4 212 Histórico Segundo Hugo Segawa, a cidade de Registro passou por três momentos de ocupação antes de sua emancipação política em 1944: no século XVI, com um primeiro povoamento motivado pela possível existência de ouro e prata na região; depois, ao longo do século XVIII, com a formação de assentamentos ligados à mineração, localizados junto ao rio, e a instalação de um posto de registro de ouro para controle e cobrança de quintos reais; e por fim, no início do século XX, com a colonização para assentamento de imigrantes japoneses 217. Data dos anos de 1912 o primeiro tratado entre Brasil e a o governo japonês para a vinda de 2000 famílias e seu estabelecimento em uma área de hectares no Vale do Ribeira de Iguape. As terras haviam sido concedidas a partir de contrato firmado em 8 de março de 1912 entre o governo de Albuquerque Lins e o Sindicato de Tóquio 218. No ano seguinte, o contrato foi concedido à empresa Brasil Takushoku Kaisha, uma espécie de representante da empresa KKKK no Brasil. A Companhia Ultramarina de Desenvolvimento KKKK Kagai Kogyo Kabushiki Kaisha 219, filial da Cia. Imperial Japonesa de Imigração foi a responsável pela introdução das famílias japonesas na região de Iguape, dividida em três seções: Colônia Katsura, Colônia de Registro e Colônia de Sete Barras 220. O contrato vingiu até 1937, quando a guerra desestimulou a vinda de japoneses para o Brasil. Findava se assim afirma Segawa mais uma tentativa de ocupação organizada do Vale do Ribeira que, a partir dos anos Cf. SEGAWA, Hugo; FERRAZ, Marcelo Carvalho; FANUCCI, Francisco P. O conjunto KKKK. São Paulo: Takano, 2002, p Idem, ibidem, p Kagai: Ultamarino; Kogyo: Desenvolvimento Industrial; Kabushiki: Anônima; Kaisha: Sociedade. Fonte: MIDORIKAWA, Jorge T. As colônias japonesas na zona do Ribeira do Iguape. São Paulo: Seção de Obras do Estado de São Paulo, MIDORIKAWA, Jorge T, op. cit., p. 06.

5 213 Figura 244 e 245 O Conjunto KKKK na década de Fonte: SEGAWA, 2002, p.18; p

6 214 com o fracasso da colonização, voltaria à estagnação e dispersão que somente encontraria novo alento com a construção da estrada de ligação ao estado do Paraná, a antiga BR 2 e atualmente a BR 116, rodovia Regis Bittencourt 221. Hoje, a cidade pouco guarda de sua origem, restando apenas algumas habitações construídas no início do assentamento dos imigrantes e o conjunto KKKK. Neste sentido, as edificações que formam o conjunto constituem o principal testemunho do período de colonização da área. A construção do conjunto, de responsabilidade da Cia. KKKK fazia parte do contrato, como forma de subsidiar atividades comerciais e produtivas na colônia. Foram construídos quatro armazéns e um engenho de beneficiamento de arroz 222 como suporte para a produção agrícola dos imigrantes. Em 1928, em relatório para a Seção de Obras do Estado de São Paulo, Midorikawa descreve o conjunto: Muito próximo ao porto de Registro, facilitando assim o embarque dos seus productos para exportar, está edificado o monumental armazém K.K.K.K., ao qual está annexo um engenho de beneficiar arroz, onde é beneficiado o arroz K.K.K. Iguape. As suas machinas que, segundo opinião do eminente deputado fluminense Oliveira Botelho, a quem a Colonia deve a honrosa visita, é uma das mais aperfeiçoadas da America do Sul, tem um capacidade mínima de 200 sacos por dia. Esse engenho installou ultimamente um seccador de marca japoneza, cujo resultado mostra se muito satisfactorio, devido á facilidade de manejo e grande capacidade que offerece, além de nada prejudicar a quantidade do arroz SEGAWA, Hugo; FERRAZ, Marcelo Carvalho; FANUCCI, Francisco P, op. cit., p O engenho de beneficiamento de arroz era considerado, na época, o maior da América do Sul tinha capacidade para beneficiar kg (240 sacos) de arroz por dia. Fonte: informações arquivadas no Memorial da Imigração Japonesa de Registro. 223 MIDORIKAWA, op. cit., p. 23. Figuras 246, 247 e 248 Vistas internas do conjunto em funcionamento. Fonte: SEGAWA, 2002, p. 20.

7 215 Segundo Segawa, as obras das edificações começaram por volta de 1920 (depoimento do Sr. Oscar Y. Magario) e certamente tanto o projeto como parte da estrutura vieram importados 224. As edificações, conhecidas genericamente como Conjunto KKKK, funcionaram até , quando as atividades foram paralisadas com o advento da guerra e a empresa foi dissolvida. Há notícias que, entre 1954 e 1989, o engenho foi utilizado para o beneficiamento de arroz para fabricação nacional, com a máquina Zacharia 226. Em 1989, a prefeitura comprou o prédio, na mesma época em que foi tombado pelo Condephaat. Características arquitetônicas do prédio histórico Os quatro armazéns do conjunto KKKK possuem edificações idênticas de planta retangular (12m x 22m), geminados dois a dois, e separados por um corredor de três metros de largura. Construídos em alvenaria portante de tijolos cerâmicos e esteios de ferro, têm cobertura em duas águas, composta por telhas de barro tipo capa e canal apoiadas sobre estrutura de madeira. Possuem pé direito de aproximadamente oito metros no ponto mais alto da cobertura. O sistema estrutural adotado, em arcadas, modela o desenho das fachadas. As fachadas norte e sul de cada galpão possuem empenas divididas por três arcadas, formadas pelos pilares de tijolos e fechamento com panos de alvenaria rebaixadas em relação ao plano da fachada, nas quais localizam se as aberturas uma porta central com fechamento em duas folhas de madeira e bandeira fixa em arco pleno; e duas janelas semicirculares em ferro e vidro, correspondentes às bandeiras. As arcadas também com janelas em semicírculo, em número de seis, repetem se nas fachadas leste e oeste. 224 SEGAWA, Hugo; FERRAZ, Marcelo Carvalho; FANUCCI, Francisco P, op. cit., p Nas informações arquivadas no Memorial da Imigração Japonesa, encontramos a data de 1942 para o encerramento das atividades da empresa KKKK. 226 Informações arquivadas no Memorial da Imigração Japonesa de Registro.

8 216 A edificação destinada ao engenho de beneficiamento de arroz é constituída por um corpo de três pavimentos de planta quase quadrada (15,00 m x 14,00 m); e, por um corpo menor, térreo, com planta retangular (11,50 m x 5,90 m). Provavelmente, o volume menor era utilizado como área administrativa. Ambos são construídos em alvenaria portante de tijolos e esteios de ferro 227, sendo o telhado em duas águas, com cobertura de telhas cerâmicas sobre estrutura metálica. Os pisos internos do volume maior são de madeira, apoiados sobre perfis metálicos tipo I. A ligação entre os pisos se dá por escada de madeira. Assim como nos galpões, a construção estrutura se por meio de arcos construídos em tijolo de barro. No caso do engenho, há uma sobreposição das arcadas a cada pavimento. No volume maior da edificação do engenho de arroz é possível perceber a distinção dos três pavimentos internos pela composição da fachada em três partes a primeira e a segunda constituídas por arcadas de tijolo; e a terceira, por pilastras de tijolo com fechamentos entre pilastras, de panos retangulares de alvenaria de tijolos de barro, rebaixados em relação ao plano da fachada apenas na fachada norte foram abertos vãos retangulares com caixilhos de ferro e vidro 228. Na fachada sul, as cinco arcadas recebem caixilhos de ferro e vidro fixo, em arco pleno, ao nível do pavimento térreo e do primeiro pavimento. A fachada leste e oeste possuem aberturas semicirculares com venezianas em madeira, seguindo o padrão existente. O prédio do engenho está ligado aos galpões por uma construção térrea em duas águas, como um prolongamento da parte térrea do engenho. Não é possível afirmar se essa construção fazia parte do conjunto original. Em algumas fotos antigas também aparece uma 227 A estrutura de ferro que sustenta o prédio foi importada da Inglaterra. Fonte: Informações arquivadas no Memorial da Imigração Japonesa de Registro. 228 Em algumas fotos antigas publicadas por Segawa havia águas-furtadas na fachada nordeste, sobre as janelas retangulares do segundo pavimento. Nas fotos de levantamento, a cobertura já não apresentava tal elemento arquitetônico. Ver SEGAWA, Hugo; FERRAZ, Marcelo Carvalho; FANUCCI, Francisco P, op. cit. Figuras 249, 250 e 251 Conjunto KKKK na década de Fonte: Acervo do escritório Brasil Arquitetura.

9 217 construção em duas águas encostadas na fachada leste do engenho. Suas características arquitetônicas indicam uma provável construção posterior, mas quando os arquitetos conheceram o conjunto, ela já não existia. As mesmas fotos nos mostram a existência de um avarandado em meia água de telhas cerâmicas, apoiadas em tesouras metálicas sobre esteios de ferro, que fazia a ligação dos galpões no lado sul e abrigavam o veículo sobre trilhos para transportar os produtos entre as edificações. O conjunto original conta ainda com uma chaminé, da caldeiraria, situada em frente ao prédio do engenho, do lado voltado para o rio Ribeira do Iguape. O conjunto foi tombado pelo Condephaat em Figura 252 Engenho de Beneficiamento de Arroz na década de Foto Cícero Ferraz Cruz Fonte: Acervo do escritório Brasil Arquitetura. Figura 253 Conjunto KKKK na década de Foto Marcelo Ferraz Fonte: Acervo do escritório Brasil Arquitetura.

10 218 A intervenção A história da recuperação e readequação do Conjunto KKKK começa, por volta de 1990, quando o arquiteto Marcelo Ferraz aceitou o convite de Lina Bo Bardi para representar Pietro Maria Bardi em um evento realizado exatamente em um dos galpões do KKKK: O evento foi num pedacinho do KKKK que funcionava no galpão 3 e 4, uma espécie de centro para velhos e era um lugar muito triste, azulejado, sem nenhuma janela. Os outros dois galpões estavam meio abandonados e entre eles tinha uma escolinha, uma sala de aula para curso tipo Mobral noturno. Eu fiquei impressionado com o conjunto, que já era tombado, e, quando voltei, falei para Lina a gente precisa fazer alguma coisa, e tal, mas não foi adiante. A Lina não chegou a ir até lá, morreu em Quatro anos depois, o Brasil Arquitetura foi convidado informalmente por Cristina Hirota, da Secretaria de Cultura, para fazer uma proposta de projeto para o KKKK. Com o levantamento fotográfico e arquitetônico do conjunto, os arquitetos montaram um estudo hipotético e, a partir daí, começaram uma peregrinação por órgãos públicos na tentativa de viabilizar o empreendimento. O primeiro estudo era baseado em um programa para um centro de educação e cultura, semelhante ao Sesc Pompéia, mas em escala menor 230. O empresário Emerson Kapaz, cliente dos arquitetos e proprietário da Residência do Muro Azul, na época secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do governo Mário Covas, encaminhou a questão para a Secretaria de Educação, onde seria possível conseguir a verba para a realização do projeto. No órgão desencadeou se a seguir uma série de discussões em torno do programa, ajustado de forma a abrigar um Centro de Capacitação de Professores para o Conjunto KKKK. Após muitos trâmites políticos e Figura 254 Prédio do engenho, após a intervenção. Foto: Patricia Viceconti Nahas. Figura 255 Prédios dos galpões, após a intervenção. Foto: Patricia Viceconti Nahas. 229 Depoimento do arquiteto Marcelo Ferraz em entrevista à autora, dia 07 de abril de Ver depoimento dos arquitetos em entrevista à autora, dia 07 de abril de 2008.

11 219 Figura Primeiro estudo realizado para o Conjunto KKKK. Fonte: Acervo do Escritório Brasil Arquitetura. burocráticos, que envolviam o escritório de arquitetura e as secretarias municipal e estadual, o projeto saiu do papel, com a adesão do então prefeito Samuel Moreira da Silva Junior e o apoio da FDE, através da Secretaria de Educação.

12 220 O memorial do projeto definitivo elaborado pelos arquitetos e divulgado em publicações nacionais e internacionais faz parecer que tudo se encaixou perfeitamente: Um rico programa foi montado, combinando um centro de formação de professores da rede estadual de ensino de São Paulo, em centro de convivência dos habitantes de Registro e o Memorial da Imigração Japonesa do Vale do Ribeira. Nosso estudo estava pronto e se encaixou perfeitamente nesse programa, e vice versa 231. Contudo, trata se de uma visão sintética construída a posteriore, pois na realidade houve uma intensa luta dos arquitetos pelo programa, uma característica marcante na atuação dos arquitetos e que se mostrou fundamental na viabilização dos principais projetos de intervenção em edifícios antigos com valor histórico. Quando o projeto começou, desde o primeiro estudo, um dos prédios seria destinado ao Memorial da Imigração Japonesa. Quando a Secretaria de Educação entrou no processo, eles desejavam que todos os espaços fossem utilizados para o Centro de Capacitação. Mas a cidade já estava envolvida com a idéia do memorial. Durante muito tempo, principalmente nas licitações, o projeto para o Memorial ficou meio adormecido. Foi ao longo das discussões que os arquitetos convenceram as partes envolvidas em aceitar a implantação do Memorial da Imigração. Aquilo é um centro de capacitação de professores, mas já tínhamos envolvido, de uma maneira que quase não tinha mais volta, a comunidade japonesa nessa história com a idéia do Memorial da Imigração Japonesa. Só que não tinha como isso caber dentro do programa do centro de capacitação. Aos poucos, como numa guerrilha, fomos conquistando, ao longo da obra, o espaço para transformá lo em museu. No início, aquele 231 FANUCCI, Francisco; FERRAZ, Marcelo C. Duas linhas sobre um projeto de arquitetura. Memorial do Projeto. Fonte: Acervo do escritório Brasil Arquitetura. Disponível em <www.brasilarq.com.br>. Acesso em 19 mai 2007.

13 221 prédio seria a biblioteca do Centro de Capacitação. Aí reservamos o andar de cima do prédio para a biblioteca, mas isso contaminou um pouco o andar de baixo que era a parte da administração, salas de leitura e um centro de documentação regional como um anexo da biblioteca; e, por último, a exposição de pequenos objetos japoneses 232. O projeto do Conjunto KKKK e muitos outros que passaram pelas mãos do Brasil Arquitetura é um exemplo de como os arquitetos se deparam com o enfrentamento do programa, a discussão e defesa em torno do que é melhor para o projeto. Muito disso aprenderam com Lina Bo Bardi que tinha uma postura bastante impositiva diante das soluções que apresentava e as quais desejava que fossem concretizadas. É o caso do Solar do Unhão, do Sesc Pompéia e do Centro de Convivência LBA. Finalmente o programa foi fechado com atividades distintas mas bem definidas Centro de Formação de Professores da Rede Estadual, Centro de Convivência dos Habitantes de Registro e Memorial da Imigração Japonesa do Vale do Ribeira, que foram distribuídas nos prédios já existentes. O teatro auditório, a ser usado por todas as atividades, mereceu uma edificação nova. Recuperação e readequação dos edifícios históricos A construtora responsável chegou a contratar um consultor para o restauro das edificações, mas foram os próprios arquitetos que conduziram este trabalho específico. O projeto partiu da premissa do saneamento do local. Todos os acréscimos posteriores foram demolidos promovendo a valorização do conjunto original. Mesmo sem se aparecer como intenção declarada, a postura dos arquitetos segue a recomendação da Carta de Veneza, contida no artigo 11º, sobre acréscimos sofridos pela obra ao longo de sua história: 232 Depoimento do arquiteto Francisco Fanucci em entrevista à autora, dia 07 de abril de 2008.

14 222 As contribuições válidas de todas as épocas para a edificação do monumento devem ser respeitadas, visto que a unidade de estilo não é a finalidade a alcançar no curso de uma restauração, a exibição de uma etapa subjacente só se justifica em circunstâncias excepcionais e quando o que se elimina é de pouco interesse e o material que é revelado é de grande valor histórico, arqueológico, ou estético, e seu estado de conservação é considerado satisfatório. O julgamento do valor dos elementos em causa e a decisão quanto ao que pode ser eliminado não podem depender somente do autor do projeto 233. Quanto às demolições, elas não atendem exatamente ao diz o artigo citado acima, pois não revelam nada além do que já era conhecido; contudo, melhoram consideravelmente o aspecto final do conjunto, que surgiu íntegro, limpo e ordenado, além de ter facilitado a circulação ao redor dos prédios. Os elementos não originais que seriam retirados foram identificados através de fotos antigas e prospecção no próprio local. Mas os arquitetos ficaram em dúvida em relação à originalidade da cobertura de ligação entre os galpões e o prédio do engenho: Esse espaço entre os galpões e o prédio do engenho resistiu até o final, incorporado ao conjunto. Mas ficou uma coisa tão triste, tão melancólica, que a gente acabou tirando também [...] nas fotos antigas aparecem esses anexos aí, mais isso não são coisas nem tão antigas assim porque quando você vai olhar as fotos da construção não vê nada disso, por isso a gente demoliu tudo isso Carta de Veneza (1964). In: INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL/ MINISTÉRIO DA CULTURA. Cartas Patrimoniais. 3ª edição revista e ampliada. Rio de Janeiro, Iphan-Minc, 2004, p Disponível em Documento, Portal Vitruvius, São Paulo <www.vitruvius.com.br/documentos/patrimônio/patrimônio05.asp>. Acesso em 11 set Depoimento do arquiteto Francisco Fanucci em entrevista à autora, dia 07 de abril de 2008.

15 223 N Figura257 - Implantação (1. Teatro-Auditório; 2. Museu da Imigração Japonesa; 3. Galpão K1 e K2; 4. Galpão K3 e K4). Fonte: Acervo do escritório Brasil Arquitetura.

16 224 A decisão reitera o argumento anterior em relação a Carta de Veneza e confirma que a decisão pela demolição do espaço foi motivada menos pela controvérsia sobre a originalidade da construção do que a orientação adotada pelos arquitetos para o projeto de intervenção. Não há, portanto, uma obediência programática às diretrizes do documento, mas uma atenção nem sempre absoluta. O reboco, acrescentado posteriormente, ainda existente em todos os prédios foi removido para que as paredes de tijolos voltassem a ficar à vista. Algumas paredes possuíam uma caiação de cor amarela diretamente aplicada sobre os tijolos, que não se sabia se era ou não original. Como as fotos mostravam que o conjunto original era em tijolo à vista, tal premissa amparou a decisão de recuperar as paredes com a limpeza dos tijolos. Para que os espaços internos dos galpões ficassem mais amplos, as paredes internas que os dividiam (estavam agrupados dois a dois) foram demolidas. Os pilares existentes nessas paredes foram mantidos para receber a nova cobertura, com exceção de um deles, entre o K3 e o K4, que foi retirado a distribuição das cargas foi resolvida com a construção de outro pilar posicionado dentro das alvenarias novas. As estruturas de madeira do telhado e as coberturas de telhas cerâmicas são novas e os lambrequins de arremate dos beirais foram refeitos conforme o original. Quanto ao agenciamento do programa, os galpões K1 e K2 foram originalmente pensados como um local de convivência e uso múltiplo e os galpões K3 e K4 foram readequados para receber o Centro de Formação e Gestão de Professores da rede estadual de ensino de São Paulo. Alguns espaços internos fechados foram criados, com paredes divisórias à altura das aberturas semicirculares, para abrigar as funções necessárias a cada um deles. A Figura 258 Planta de demolição (em vermelho). Fonte: Acervo do escritório Brasil Arquitetura.

17 225 C B D Figura 259 Planta da intervenção nos galpões e engenho: Prédio do engenho: A) Planta do pav, térreo (1. museu; 2. refeitório; 3. cozinha). B) Planta do 1º pav. (4. exposições). C) Planta do 2º pav. (5. biblioteca) Galpões KKKK: A) Planta do pav. térreo (6. coordenadoria de eventos; 7. reuniões; 8. estar; 9. exposições temporárias; 10. jardim; 11. sala de aula; 12. aula prática). B) Planta do 1º pav. (13. informática; 14. multimídia; 15. reuniões). Fonte: Acervo do escritório Brasil Arquitetura. A

18 226 composição interna se dá através de linha disposta transversalmente dividindo o salão em dois espaços de 1/3 e 2/3, utilizando a modulação das arcadas existentes das paredes externas. Em cada um dos galpões o K1+K2 e o K3+K4 foi disposto um volume interno retangular, localizado no meio da linha divisória, destinado a abrigar as áreas molhadas (sanitários, copa). O conjunto K3+K4 tem ainda outra divisão que corresponde às salas do Centro de Capacitação e Gestão de Professores. Os arquitetos conceberam um mezanino que se estrutura por sobre as salas de aula, salas de apoio (informática, multimídia e reuniões). A cozinha localiza se sobre os sanitários, concentrando as áreas molhadas em uma espécie de ilha que, em conjunto com as escadas de acesso ao mezanino, funciona como elemento separador dos espaços de convívio (o Figura 261 Galpões K1 e K2 vista interna após a intervenção. Foto: Patricia Viceconti Nahas. Figura 260 Composição interna dos espaços. Fonte: Desenho da autora a partir de planta do acervo do escritório Brasil Arquitetura. Figura 262 Galpões K3 e K4 vista interna após a intervenção. Foto: Patricia Viceconti Nahas.

19 227 restaurante voltado para a rua) e de estudo (as salas de aula voltadas para o rio). As paredes divisórias construídas no interior dos galpões foram pintadas em branco e azul, marcando a sua posição contemporânea e contrastando com o tom avermelhado dos tijolos. Todas as divisões internas tentam seguir a marcação das arcadas em alvenaria, exceto a parede entre a sala multimídia e de reuniões no K4; e duas das paredes das salas de aula, que chegam nas aberturas. No KKKK podemos perceber que a prática de acoplagem de volumes, muito recorrente na trajetória dos arquitetos, com a distinção significativa de desenvolvê la em um espaço fechado o espaço interno dos galpões. Veremos que externamente também vão agregar pequenos volumes aos prédios antigos. Figura 263 Lareira no galpão K1. Foto: Patricia Viceconti Nahas. Uma pequena lareira foi colocada em um dos cantos do galpão K1, criando ali o espaço de convívio. Foi executada com base de concreto e tijolos refratários, e coifa em chapa metálica. É idêntica a lareira do Sesc, mas em tamanho menor. A incorporação da lareira nos remete a dois outros projetos onde ela surge como um elemento de atração de pessoas, o já citado Sesc Pompéia e o Centro de Convivência LBA. Nesses dois projetos, a arquiteta Lina Bo Bardi utiliza o artifício do fogo como forma de promover a integração e união dos usuários em torno da lareira. Ao serem questionados sobre a lareira, Marcelo Ferraz responde que é só para ter um foguinho, para animação daquele espaço, é sempre legal ter um fogo 235. É possível aqui fazer uma associação entre a presença do fogo e a tradição vernacular luso brasileira, aonde o fogo aparece em uma série de documentos como sinônimo de lar e de casa. 235 Depoimento do arquiteto Marcelo Ferraz em entrevista à autora, dia 07 de abril de 2008.

20 228 Todo piso interno dos galpões foi executado em argamassa de alta resistência, e conforme projeto, ele estaria 50,00 cm acima no nível externo, em função das cheias do rio. Durante as obras de acerto da topografia esse desnível desapareceu. As portas de madeira cabriúva dos quatro K s não são originais, mas foram desenhadas conforme as antigas. Duas delas, na fachada nordeste do galpão K3 e K4 possuem bandeira fixa em função de estarem posicionadas onde está a laje do mezanino. As portas funcionam como painéis deslizantes pendurados em trilho metálico superior. Parte dos caixilhos em ferro e vidro foi refeita conforme desenho original. Alguns puderam ser recuperados. As lajes do mezanino foram executadas em concreto aparente com a utilização de formas de tábuas de pinho, de modo a criar uma superfície ripada no concreto. Não possuem vigas. As lajes que cobrem os sanitários do K1+K2 também são em concreto. Toda a cobertura foi deixada com telhas vãs. Uma faixa de telhas cerâmicas do conjunto K3+K4 foi trocada por telhas de vidro transparente de forma a melhorar a iluminação interna, uma vez que esse espaço encontra se mais fragmentado do que nos galpões 1 e 2. Um dos pilares existente entre o galpão K3 e K4 foi retirado por estar localizado na passarela do mezanino, e um outro, para substituí lo, foi executado na parede dos sanitários. Todos os pilares de concreto executados para apoio da laje do mezanino do galpão K3+K4, localizados encostados nas paredes originais, possuem juntas de neoprene entre a estrutura nova e a alvenaria existente. Nas paredes norte e sul dos galpões, pilares foram incorporados às alvenarias existentes para apoiarem a nova estrutura de madeira da cobertura. Esses pilares foram executados na parte que corresponde as pilastras das arcadas; tomou se o cuidado de revesti los com fechamentos de tijolos de barro seguindo o assentamento existente. Aqui é mais adequado esconder a intervenção contemporânea. Figura 264 Detalhe da cobertura dos galpões KKKK, após a intervenção. Foto: Patricia Viceconti Nahas.

21 229 As paredes de tijolos aparentes foram tratadas com hidrófugo à base de silicone. As alvenarias novas receberam pintura a base de cal sobre massa grossa. As fachadas permanecerem praticamente tal como foram edificadas, salvo algumas interferências contemporâneas. Na fachada leste do K1, dois panos que fechavam as arcadas de tijolo foram retirados para se tornarem portas de acessos. O intervalo entre dos galpões K1 K2 e K3 K4 foi transformado em um pequeno jardim interno. Os panos de alvenaria que fecham as arcadas voltadas para o corredor entre os galpões foram retirados e substituídos por painéis de muxarabi fixos executados em réguas de cabriúva de 2,00 x1,00 cm espaçadas no intervalo de 2 cm. Apenas um painel de cada galpão (K2 e K3) foi adotado sistema deslizante em duas folhas para permitir a ligação entre os galpões através do jardim. Os muxarabis também estão presentes nos fechamentos fixos das extremidades desse corredor jardim. Figura 265 Jardim de ligação entre os galpões K1/K2 e K3/K4, após a intervenção. Foto: Patricia Viceconti Nahas. Figura 266 Galpões KKKK, após a intervenção. Foto: Patricia Viceconti Nahas.

22 230 O prédio do engenho foi reformado para que pudesse receber o Memorial da Imigração Japonesa. Esse espaço foi conquistado duramente, durante as discussões do programa e revela a presente participação dos descendentes dos imigrantes. Passado o período de desconfiança da população local, à espera da concretização de promessas para recuperação do conjunto, as famílias nipo brasileiras acabaram participando do empreendimento, doando objetos de uso pessoal, domésticos, religiosos, ferramentas e máquinas, documentos, etc. objetos que representam o passado e a identidade dessa comunidade e seus antecedentes, formando um enorme acervo para o Memorial. No térreo foi disposto todo o acervo que conta a história dos imigrantes japoneses; são peças como arados, panelas de ferro japonesas, lamparinas, objetos de uso pessoal, ferramentas, fotografias. O primeiro pavimento, fixadas em painéis suspensos por tirantes presos à estrutura do forro, destina se a abrigar as obras de artistas plásticos japoneses. O segundo pavimento foi pensado para se tornar uma biblioteca e centro de documentação, algo que não se concretizou. Em visita ao local 236, constatou se que a pequena biblioteca existente funciona no pavimento térreo, em uma pequena mesa ao lado do balcão da recepção. O museu acabou crescendo e absorveu o espaço do segundo pavimento. Essa forma de disposição revela se ineficiente do ponto de vista museográfico, pois os dois pavimentos destinados ao museu térreo e segundo pavimento; estão separados pelo pavimento das obras de arte. Internamente, os pavimentos são ligados por escadas de madeira, recuperadas conforme modelo existente. Para adequar se às legislações de acessibilidade, um elevador foi colocado do lado externo, junto à fachada leste do prédio. Mais uma vez, os arquitetos deixam a marca da contraposição, ao executar o elevador como um corpo novo anexo ao Figura 267 Vista interna do pavimento térreo do Memorial da Imigração Japonesa, após a intervenção. Foto: Patricia Viceconti Nahas. Figura 268 Vista interna do 1º pavimento do Memorial da Imigração Japonesa, após a intervenção. Foto: Patricia Viceconti Nahas. 236 Visita realizada pela autora em 28 de fevereiro de 2008.

23 231 edifício antigo uma caixa com fechamento metálico pintada de vermelho. Na mesma parede que se encontra o elevador, havia a previsão de anexar um outro volume, com as mesmas características da caixa de elevador, mas com a função de abrigar sanitários, copa e casa de máquinas. Por falta de verba, esses elementos não foram executados. Por fim, um pequeno vazio central promove a integração entre o térreo e o primeiro pavimento. Figura 269 Vista interna do 2º pavimento do Memorial da Imigração Japonesa, após a intervenção. Foto: Patricia Viceconti Nahas. Ainda no térreo, no volume menor em anexo, funciona (ou deveria funcionar), uma cozinha e sanitários para uso do público. Junto a esse anexo, disposto perpendicularmente a ele, os arquitetos criaram um refeitório, com fechamentos leves em painéis de muxarabi e cobertura em laje de concreto. Os painéis podem ser abertos e integrados ao espaço sob a marquise o refeitório é inexistente. Os sanitários são utilizados pelos seguranças e funcionários do local, o que gera um problema para o prédio do museu, que acabou ficando sem sanitários de uso público. Todas as intervenções construtivas do prédio do engenho seguem os mesmos princípios presentes nos galpões: recuperação de caixilhos, substituição de portas de madeira, tratamento das alvenarias de tijolos aparentes. O assoalho de madeira foi recomposto conforme o existente, e todo o telhado foi refeito com telhas de barro tipo capa e canal. A estrutura metálica interna original foi recuperada e reforçada seguindo as recomendações do engenheiro Jaime Jorge Bechara: Figura 270 Vista externa do Memorial da Imigração Japonesa, após a intervenção. Foto: Patricia Viceconti Nahas. a estrutura interna do edifício do museu está apoiada nas vigas e pilares metálicos que se apóiam na fundação. Porém, todo o perímetro está apoiado diretamente nas alvenarias de tijolo maciço de barro das paredes. Isso confina a estrutura e trava, fazendo com que qualquer carga horizontal seja absorvida pelas alvenarias externas. Isso explica o fato de pilares esbeltos como do 1º ao 2º pavimento, assim como ligações entre vigas e pilares resistam, pois só prendem os pilares na posição. O problema

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