MULHERES QUE SEGUEM A VIRGEM MARIA NA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA E MULHERES QUE INCORPORAM A ENTIDADE POMBA-GIRA NOS RITUAIS DE QUIMBANDA.

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1 MULHERES QUE SEGUEM A VIRGEM MARIA NA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA E MULHERES QUE INCORPORAM A ENTIDADE POMBA-GIRA NOS RITUAIS DE QUIMBANDA. Letícia Aparecida Ferreira Lopes Rocha 1. Historicamente, o homem sempre procurou associar sua existência a algo fora de si, enigmático, sagrado, misterioso. Parece haver no recôndito de seu ser o desejo de encontrar o Transcendente, desejo de infinito como coloca Kant, - o destino do homem é o infinito. Talvez, seja este desejo a causa de muitos pensarem que a função da religião é mediar, ligar o homem ao Transcendente, numa possível relação imanente e transcendente, que envolve as seguintes dimensões: psíquica, intelectual, física, afetiva e religiosa. Esta relação imanente (dentro) e transcendente (fora), ao nosso ver compõe e caracteriza o comportamento religioso do ser humano. É esta realidade que torna possível ao homem viver uma experiência mística religiosa no âmbito das religiões. Neste sentido, o homem, desde tempos imemoriais, coloca a responsabilidade da sua própria existência num ser maior, isto é, que o transcende bem como transcende o mundo. Em algumas religiões, faz parte desta relação relacionar-se com personagens do imaginário religioso, ou seja, homens e mulheres que em vida experimentaram a realidade humana na terra, como qualquer outro ser, mas que acreditam os adeptos, após morrerem, se encontram no céu (para o cristianismo) ou mesmo em processo de evolução experimentam reencarnações (religiões mediúnicas como as afrobrasileiras e o Kardecismo). Neste texto vamos ater a atenção a duas personagens populares deste mundo sagrado, a Virgem Maria (no movimento católico, denominado Renovação Carismática Católica e a entidade Pomba-gira (nos rituais de Quimbanda). Percebemos que ambas são bastante cultuadas no meio popular. Para entender esta devoção apresentaremos dois segmentos religiosos para contextualizar a ação das duas personalidades: A Renovação Carismática Católica e a Umbanda. A Renovação Carismática Católica (R.C.C) tem início na década de 1960 nos Estados Unidos e logo é trazida para o Brasil. É um movimento de cunho conservador, que valoriza o milagre, escatologia (céu e inferno), curas divinas, práticas piedosas, curas e libertação da pessoa (traumas de nível psíquico, afetivo-sexual, espiritual), entre outros. É fortemente combatido por alas mais progressistas do meio eclesial (Teologia da Libertação), que defende uma igreja comprometida com os pobres. Em contrapartida, encontra boa aceitação entre a população pobre, carente afetivamente e economicamente, e a classe média que busca alívio para as tensões do dia-a-dia. Os Carismáticos (termo utilizado para chamar os adeptos), são marcados pela conversão de vida, para eles há uma renovação do próprio ser a partir do momento em que aderem ao movimento. Segundo eles, são renovados pelo Espírito Santo para ser um novo homem e uma nova mulher. Neste movimento a figura da virgem Maria é um ícone a ser seguido pelas mulheres, ressaltando que em todo o cristianismo católico ela é importante. Segundo relato bíblico (Lc. 1,26:38), Maria é uma jovem, pobre, virgem, que estava prometida em casamento a José. Disse sim aos desígnios de seu Deus e tornou-se a mãe de seu Filho, por obra do Espírito Santo. Mostrou-se forte, corajosa e fiel (na tradição judaica o adultério era severamente punido, a pessoa que cometesse 1 Acadêmica do 3º período do curso Ciências da Religião- UNIMONTES. Bolsista de iniciação científica PROBIC-Programa Institucional de bolsas de iniciação científica -UNIMONTES/ FAPEMIG-Fundação de Amparo a pesquisa de Minas Gerais.

2 poderia ser condenada a morte em praça pública), ao trazer em seu ventre aquele que seria o Salvador. Foi uma mulher tipicamente de seu tempo, passiva, paciente, mãe, zeladora do lar, submetida à estrutura patriarcal vigente, onde a mulher era mera reprodutora e objeto de prazer. Acreditamos que todas estas funções impostas à mulher judaica perpetuaram bem como configuraram um estilo feminino cristão de ser e atuar na religião (em especial na Renovação Carismática Católica) e na sociedade, o que possivelmente deixou marcas na personalidade a ponto de comprometer a sexualidade feminina. Nesta perspectiva bíblica, a filósofa Marilena Chauí (1984) critica a sexualidade abordada a partir da ótica cristã católica ao chamar atenção para questões como bulas e encíclicas papais proibindo os anticoncepcionais, condenando o aborto, o adultério, a homossexualidade e o divórcio. Percebemos que esta visão rigorosa da sexualidade na Igreja e mais acentuada na R.C.C, procede dessa vivência considerada pura, signo da virgem Maria que viveu num contexto estritamente patriarcal, sem jamais romper com a estrutura dominante. Na cultura judaica era permissível ao homem exercer a supremacia em relação à mulher, pois ele era um ser considerado superior, portanto, cabia a condição feminina ser submissa. O sexo masculino na R.C.C tem um papel que evidencia e ratifica o seu domínio, fruto desta cultura judaico-cristã: viver racionalmente exercendo o poder, cumprindo o dever de ser chefe de casa, contribuindo na procriação. É chamado assim como a mulher, a viver a castidade (abstinência sexual), esta prática é o símbolo da R.C.C.. Viver casto é a lei imposta a toda pessoa adepta. Para eles, a relação sexual só deve acontecer no casamento, com a finalidade de procriar, jamais ela deve ser usada para o prazer. A pessoa que pratica o ato sexual comete um grave pecado, perante Deus e a Igreja. Todavia, o homem, por questões culturais vive com mais liberdade a sua sexualidade, ao passo que a mulher é reprimida. Para Freud (1905), a mulher foi vítima de uma atrofia cultural, que possivelmente a levou a repressão, segundo ele, a mulher em parte por causa da atrofia cultural, também por sua discrição e insinceridade convencionais, permanece envolta numa obscuridade impenetrável. Contrapondo a teoria freudiana, a intelectual e feminista Rose Marie Muraro critica a sexualidade masculina e eleva a feminina por ser mais complexa. De acordo com ela: sexualidade masculina e a feminina, a masculina como sexualidade dominante e a feminina com distinta daquela com elementos muito mais complexos em termos anátomos-fisiológicos, mas que talvez, por isso mesmo, foi também mascarada e obscurecida pela cultura e a sexualidade dominante, mas que em si, detém o controle último sobre os destinos da reprodução da espécie e, portanto do próprio sistema dominante. (Muraro, 1996, p.21). Enfim, as mulheres desse movimento são a reprodução de uma sociedade marcada pelo machismo e que busca na figura da virgem Maria, modelo máximo de castidade e pureza, a força e o consolo para lidar com os infortúnios gerados por esta sociedade. Entretanto, não são todas as religiões que possuem uma visão tão rigorosa da sexualidade feminina. Em oposição a R.C.C, temos as religiões de matriz afro-brasileira, neste texto a umbanda, onde a sexualidade e outras dimensões do ser humano são voltadas para a realização da pessoa, portanto, são religiões que em certa medida possibilitam a liberação dos desejos humanos. Explicitaremos a Umbanda para contextualizar a atuação de Pomba-gira nos ritos e, por conseguinte, na vida de mulheres que a incorporam. A umbanda é uma religião puramente brasileira em sua formação, consolidação e desenvolvimento. Constitui-se de vários elementos das religiões já existentes no Brasil. De acordo com Assunção (2006), as mudanças sócio-econômicas ocorridas na sociedade brasileira a partir da década

3 de 1920, ou seja, período de transição da sociedade agrária, tradicional, para a sociedade moderna, urbana e industrial. Todos esses fatores foram decisivos para a criação da umbanda. Desta forma, ela se desenvolve com seus ritos e práticas próprias, dando ênfase e respaldo a grupos culturais regionais (cablocos, preto-velho, baiano, marinheiros) que foram marginalizados em nossa sociedade. De acordo com Reginaldo Prandi a umbanda se divide em duas linhas distintas, bem e mal. Sobre esta divisão, cita Prandi (1996): a umbanda se divide numa linha de direita, voltada para a prática do bem e que trata com entidades desenvolvidas, e numa linha de esquerda a parte que pode trabalhar para o mal, também chamada quimbanda, e cujas divindades, atrasadas ou demoníacas, sincretizam-se com aquelas do inferno católico. É desse universo de esquerda que a entidade Pomba-gira se faz presente com suas características e preferências que difere de região para região. Sendo assim, é preciso contextualizar a umbanda considerando a região. No sertão nortemineiro, por exemplo, há peculiaridades nos rituais de umbanda e sua linha, a quimbanda que pode ser, inclusive, considerada independente, isto é, uma outra religião. Desta forma, inferimos que na região a quimbanda torna-se dissidência da umbanda, na medida em que esta é trabalhada nos terreiros ganhando forma e um estilo propriamente sertanejo, o que é possível visualizar uma nova religião. Esta especificidade sertaneja foi amplamente discutida por Ângela Cristina Borges em sua dissertação de mestrado, sobre a Umbanda Sertaneja. De acordo com ela: A tríade, umbanda, quimbanda e candomblé acena para institucionalização de uma nova religião. Foi detectado no imaginário religioso dos adeptos onde a tríade é uma realidade, um deslocamento metafísico de caráter espiritual, ou seja, uma nova visão de espiritualidade emergiu da coexistência destas religiões que passaram a ser vistas como energias (Borges, 2007, p.16). Desta forma, encontramos em vários terreiros o toque das três energias, possibilitando-nos a percepção de um novo que está surgindo no espaço sertanejo. E é neste espaço que a entidade Pomba-gira se manifesta e vem trabalhar para aqueles, sobretudo, aquelas que se entregam aos seus cuidados. A personalidade Pomba-gira tem uma história que remonta o século XVIII. Prandi (1996) pontua que, Pomba-gira é o espírito de uma mulher (e não orixá) que em vida teria sido uma prostituta ou cortesã, mulher de baixos princípios morais, capaz de dominar os homens por suas proezas sexuais, amante do luxo, do dinheiro e de toda sorte de prazeres. Neste sentido, Pomba-gira é o símbolo da sensualidade, do prazer, e da alegria extravagante. É uma figura popular na crença e devoção do povo, e muito requisitada para resolver assuntos amorosos e sexuais. A verdade é que ela está ligada aos prazeres almejados pelos seres humanos (poder/ dinheiro), para ela não há limites para os desejos da pessoa, tudo é possível. Por isso, as mulheres que a incorporam, são mulheres intrépidas, audaciosas, vivazes, amantes. Na personalidade Pomba-gira, não há unidade, e sim diversidade. Sobre isso, ainda cita Prandi (1996): Pomba-gira é singular, mas é também plural. Portanto, elas são muitas para acolher e atender as solicitações das pessoas que recorrem a elas.

4 Entendemos que tanto o catolicismo quanto a Umbanda possuem um modelo feminino ideal a ser seguido pelas adeptas. No catolicismo (Renovação Carismática Católica), Maria que é sinônimo de bondade, ingenuidade e pureza, torna-se o modelo e fonte para as mulheres, que buscam em sua conduta de vida o modo certo de agradar seu Deus e possuir assim o reino do céu. Em conversas com mulheres da R.C.C, podemos perceber o que representa seguir a virgem Maria e o que decorre desta adesão em termos de afetividade e sexualidade. Descrevemos alguns relatos: Eu sou escrava de Jesus pelas mãos de Maria. E ao perguntar por que se considera escrava, ela me responde: escravo não pergunta, só obedece, essa é minha atitude todo dia. Outra disse: Com Maria chego mais rápido a Deus... Sem ela teria que fazer muitas mortificações. [...] Esta outra disse: [...] procuro ser como ela, no jeito de ser, andar, falar, comportar, vestir... Diálogo com ela todo dia e ela me fala, eu acredito, ela me fala Uma outra ainda cita: Tento está fora do mundo, para me livrar das tentações. E ao perguntar quais as tentações, responde: da masturbação, fornicação, de todo mau pensamento e ação. Concone (2001), ao relacionar a versão feminina de Exu (Pombagira) com a subalternidade da mulher, pensa num resgate enquanto mulher, ou seja, possível dimensão simbólica como responsável pela sua própria sexualidade. Diante do exposto, Pomba-gira é o modelo digno de mulher que a umbanda estabelece para suas adeptas seguirem e deixarem-se conduzir, para isso, ela vem libertar a mulher de suas amarras e, sobretudo, daquelas que a impede de viver plenamente a sua sexualidade. Conversamos com mulheres nos rituais, que estavam sob a manifestação da entidade Pombagira, e depois conversamos com as mesmas em seu estado normal de consciência. Ao receberem espíritos de Pomba-gira, essas mulheres mostram sensualidade, desejo, coragem, dizem o que pensam (às vezes até de forma vulgar), dançam, gritam, cantam, bebem, fumam. Há uma transgressão e liberação da sexualidade nesses rituais. Após esse ápice sagrado, conversamos com algumas: A moça Maria Molambo me ajuda nos momentos difíceis de minha vida, só tenho a agradecer. Ofereço o que tenho de melhor para minha Pombagira ela merece, to bem no trabalho e no amor, e isto porque tenho a proteção dela. Meu marido me deixou e eu sofri bastante [...], graças a Maria, ela me deu força e superei. Hoje estou morando com outro homem. Aludimos enfim que a ação que a personalidade Pomba-gira exerce sobre as mulheres que a incorporam, imprime uma marca indelével em suas vidas e, em especial, na sua sexualidade. Nos rituais observados de ambos os segmentos, notamos um número considerável de mulheres, de todas as idades e níveis sociais. A maior procura é para resolver problemas na área sentimental e financeira. Neste sentido, as mulheres confiam suas vidas a proteção dessas personalidades. Diante da entrega que fazem, procuram identificar-se com as mesmas. De fato, há muitas diferenças entre essas mulheres, no tocante a vivência da sexualidade e outros aspectos não menos importantes. Enfim, todas essas mulheres são frutos de uma mesma sociedade patriarcal, que não as privilegiaram em termos de igualdade e poder, cabendo a elas o papel de sexo frágil. CONSIDERAÇÕES FINAIS:

5 É interessante observar a relação afetiva (confiança, amizade, reciprocidade, respeito, zelo...) que se estabelece entre tais mulheres e as respectivas personagens sagradas. Uma vez que essa relação ultrapassa o plano das idéias, podendo ser uma experiência indizível. Esta proximidade ao nosso ver, possibilita mudanças subjetivas, particulares e singulares, que trazem como conseqüência, alterações no comportamento social, moral e religioso. As mudanças de comportamento são sentidas pelas adeptas como algo importante e valioso para suas vidas. Estas alterações e identificações (com as personagens expostas) são vistas pelas mulheres como algo positivo, nem o rigor excessivo da Renovação Carismática nem a liberdade que oferece a umbanda é motivo de questionamentos. Para elas, o que importa é estar em harmonia e ser protegida por estas figuras. Destacamos deste estudo que as mulheres de ambos os segmentos buscam, acima de outros fatores, encontrar-se consigo mesmas. Em certa medida, estes locais tornam-se refúgio para as muitas mulheres de nossa sociedade, vítimas do peso do machismo. Muraro(1996), ao contestar o machismo dominante em nossa cultura, aponta caminhos e luzes ao dizer que, a sexualidade feminina carrega em si e detém o controle da reprodução humana. Mas não restringe a sua afirmação a mera reprodução, e sim ao que representa na atualidade o papel da mulher, em termos de atividades profissionais e econômicas, envolvimentos em funções que antes cabia a sexualidade dominante, e toda sua desenvoltura política, social, cultural e também religiosa. Desta forma, as religiões deveriam abrir espaço para um diálogo eficaz ao que concerne à vida afetivo-sexual feminina, que não tenha ares de proibição. Assim como detectou e criticou Chauí (1984), alguns assuntos abordados pela Igreja Católica. Há reducionismos que não expressam e não explicitam essas questões, deixando abertos espaços para que grupos com uma visão conservadora imponham sua lei. Neste caso, a Renovação Carismática Católica, que de um certo modo, silencia sobre estas questões, ou se fecha debaixo do manto sagrado da virgem Maria. Enquanto que a umbanda, em função do transe induzido, conduz as mulheres a estes momentos considerados mágicos e fonte de libertação da sexualidade feminina. Referência ASSUNÇÃO, Luiz Carvalho de. Reino dos mestres: a tradição da Jurema na Umbanda nordestina. Rio de Janeiro: Pallas, BÍBLIA de Jerusalém. São Paulo. Edições Paulinas, BORGES, Ângela Cristina. Umbanda Sertaneja. Cultura e religiosidade no sertão norte mineiro. Dissertação de (Mestrado em Ciências da Religião). PUC. São Paulo, CHAUÍ, Marilena. Repressão Sexual: essa nossa des conhecida. São Paulo; Brasiliense, CONCONE, Maria Vilas Boas. Cablocos e Pretos-Velhos da Umbanda. In: PRANDI, Reginaldo (org). Encantaria brasileira: o livro dos mestres, cablocos e encantados. Rio de Janeiro: Pallas, FREUD, Sigmund. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. Rio de Janeiro: Imago Ed., 2002.

6 MURARO, Rose Marie. Sexualidade da mulher brasileira: corpo e classe social no Brasil- Colaboração de Manuel Barros da Mota...[et.al.]- 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record: Rosa dos Tempos, PRANDI, Reginaldo. Pombagira e as faces inconfessas do Brasil. In:Idem, Herdeiras do Axé. Sociologia das religiões afro-brasileiras. São Paulo: Hucitec, PP REALE, Giovanni, Dario Antiseri. História da Filosofia: Do Humanismo a Kant. São Paulo: Paulus, (Coleção filosofia).

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