Quadro I. a) Devido a sua estrutura corrugada e de passos estreitos, possui grande resistência;

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Quadro I. a) Devido a sua estrutura corrugada e de passos estreitos, possui grande resistência;"

Transcrição

1

2 ÍNDICE 1. Introução Vantagens Parões e efinições Tubo Dreno Kananet Tubo Terminal Conexão Tampão Cruzeta Derivação "Y" Conexão "T" Conexão "Y" Cruzeta PVC Reução Instalação Abertura e vala Geotêxtil Envoltório Métoo e execução e emena os tubos renos Kananet com utilização e luva e emena Sugestão e erivação Y para kananet DN100X Recomposição o pavimento Métoo e reparo os tubos reno Kananet Precauções Gerais Estocagem Aplicações Comparativo técnico econômico entre renos Dimensionamento hiráulico Ensaios executaos nos tubos renos Kananet e nos tubos terminais Compressão iametral Impacto NOTAS

3 1. INTRODUÇÃO O Kananet é um tubo reno fabricao em PEAD ( Polietileno e Alta Densiae), e seção circular, corrugao e com excelente raio e curvatura, estinao a coletar e escoar o excesso e líquio infiltrao no solo com a finaliae e proteger obras e engenharia, propiciar melhores conições e uso e uma área com lençol freático alto ou alagaiço, e evitar o contato (acesso) e líquios inesejáveis às áreas a serem protegias. A renagem, em seu sentio mais abrangente, é a remoção e um líquio e um local para outro pela ação a graviae. Possui as seguintes características: - Elevaa resistência a proutos químicos; - Elevaa resistência à compressão iametral; - Alta resistência ao impacto; - Faciliae e curvatura; - Simples manipulação evio a sua maior leveza; - Maior economia na instalação. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS TUBOS DRENOS KANANET Tubo reno Kananet DN 65 DN 80 DN 100 DN 170 DN 230 Raio e curvatura 350,0 400,0 420,0 800,0 1000,0 Resistência à compressão, mínima (Kgf) 20,0 40,0 45,0 30,0 60,0 Resistência ao impacto (J) 15,0 15,0 15,0 30,0 30,0 Área aberta perfuraa (cm 2 /m) 80,0 110,0 130,0 190,0 240,0 Vazão e influxo (cm 3 /s.m) 2730,0 3250,0 5490, , ,0 Coeficiente e rugosiae Manning (n) 0,016 0,016 0,016 0,016 0,016 Quaro I É fornecio nos iâmetros DN 65, 80 e 100 mm em barras e 6,0 (seis) ou rolos e 50,0 (cinqüenta) metros. Nos iâmetros DN 170 e 230 mm são fornecios somente em barras e 6,0 (seis) metros. 2. VANTAGENS A seguir, as principais vantagens a utilização o tubo reno Kananet: a) Devio a sua estrutura corrugaa e e passos estreitos, possui grane resistência; b) Grane área aberta por metro linear, a maior entre os tubos isponíveis no mercao nacional, é a responsável pela captação rápia e uniforme as águas infiltraas com grane capaciae e vazão e influxo (Quaro II). Área aberta perfuraa (cm²/m) nominal Quaro II Número e furos/metro c) A capaciae e escoamento o fluxo hírico (vazão e escoamento) entro os tubos renos está iretamente relacionaa com a rugosiae e sua paree interna. Os tubos renos Kananet possuem coeficiente e rugosiae Manning n igual a 0,016. ) Seu formato corrugao confere-lhe alta resistência à compressão iametral e impacto. e) Possui excelente resistência aos proutos químicos, possibilitano a instalação nos mais iversos tipos e solo (Quaro III). 2

4 PRODUTO RESISTÊNCIA AOS PRODUTOS QUÍMICOS T ( C) T ( C) PRODUTO ACETATO DE CHUMBO E E CLORETO DE SÓDIO E E ACETONA 100% E E,D CLORETO DE ZINCO E E ÁCIDO ACÉTICO GLACIAL E G,D,c,f CLORO (GÁS E LÍQUIDO) F N ÁCIDO BROMÍDRICO 100% E E CLOROBENZENO G F,D,,c ÁCIDO CARBÔNICO E E CLOROFÓRMIO G F,D,,c ÁCIDO CARBOXÍLICO E E DETERGENTES E E,c ÁCIDO CIANÍDRICO E E DICLOROBENZENO F F ÁCIDO CLORÍDRICO E E, DIOCTILFTALATO E G,c ÁCIDO CLOROSULFÔNICO F N DIÓXIDO DE ENXOFRE LÍQUIDO F N ÁCIDO CRÔMICO 80% E F,D ENXOFRE E E ÁCIDO FLUORÍDRICO 1-75% E E ESSÊNCIA DE TEREBENTINA G G ÁCIDO FOSFÓRICO 30-90% E G,D ÉSTERES ALIFÁTICOS E G ÁCIDO GLICÓLICO 55-70% E E ÉTER G F ÁCIDO NÍTRICO 50% G,D F,D,f ÉTER DE PETRÓLEO G,,i F, ÁCIDO NÍTRICO 95% N,F,f N,c FLÚOR GASOSO 100% N N ÁCIDO PERCLÓRICO 70% E F,D GASOLINA E G,c ÁCIDO SALÍCÍLICO E E HIDRÓXIDO DE AMÔNIA 30% E E ÁCIDO SULFOCRÔMICO F F,f HIDRÓXIDO POTÁSSIO CONC. E E,c ÁCIDO SULFÚRICO 50% E E HIDRÓXIDO DE SÓDIO CONC. E E,c ÁCIDO SULFÚRICO 98% G,D F,D,f HIPOCLORITO DE CÁLCIO SAT. E E ÁCIDO SULFUROSO E E HIPOCLORITO DE SÓDIO 15% E E,D, ÁCIDO TARTÁRICO E E ISO-OCTANO G G ÁCIDO TRICLOROACÉTICO 50% E E METILETILCETONA E F ÁCIDO TRICLOROACÉTICO100% E F NAFTA E G ACRILONITRILA E E NITRATO DE AMÔNIA SATURADO E E ÁGUA DO MAR E E NITRATO DE PRATA E E ÁLCOOL BENZÍLICO E E NITRATO DE SÓDIO E E ÁLCOOL BUTÍLICO E E NITROBENZENO F N,c ÁLCOOL ETÍLICO 96% E E ÓLEO COMESTÍVEL E E ÁLCOOL METÍLICO E E ÓLEO DIESEL E G AMÔNIA E,D, E,D, PENTÓXIDO DE FÓSFORO E E ANÍDRICO ACÉTICO E G,D PERMANGANATO DE POTÁSSIO D,E E ANILINA E G PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO 30% E E, BENZENO G, G,,i PETRÓLEO E G BENZOATO DE SÓDIO E E QUEROSENE G G,c BICROMATO DE POTÁSSIO 40% E E,D SAIS DE NÍQUEL E E BORATO DE SÓDIO E E SULFATOS METÁLICOS E E BRANQUEADORES E G,c SULFETO DE SÓDIO E G BROMO LÍQUIDO F N TETRACLORETO DE CARBONO G,,i F,,c CARBONATO DE SÓDIO E E TRICLOROETILENO F,D N,D CLORETO DE AMÔNIA E E XILENO (XILOL) G,,i F,c, LEGENDA D Descoloração. E Exposição urante 30 ias, sem pera e características poeno tolerar o contato por muitos anos. F Alguns sinais e ataque após 07 ias em contato com o prouto. G Ligeira absorção após 30 ias e exposição, sem comprometer as proprieaes mecânicas. N Não recomenao. Detectao sinais e ataque entre minutos a horas, após o início e exposição. c Fenilhamento. Deformação. f Fragilização. i Inchamento. 3

5 MODELO DE INSTALAÇÃO - SISTEMA KANANET Figura 1 PRODUTO FINALIDADE 1 Kananet Tubo reno para coleta e escoamento o líquio 2 Luva e emena Unir tubos reno Kananet e mesmo iâmetro nominal 3 Envoltório Meio renante para facilitar o influxo e água no tubo 4 Geotêxtil Reter os finos e manter a estabiliae o solo 5 Caixa e passagem/inspeção Verificação o fluxo e escoamento 6 Tampão Evitar entraa e elementos estranhos no interior o tubo 3. PADRÕES E DEFINIÇÕES 3.1 Tubo Dreno Kananet Quaro IV O Kananet é um tubo reno corrugao, com excelente raio e curvatura, fabricao em PEAD (Polietileno e Alta Densiae), para coleta e conução a água renaa (Figura 2, Quaro V). D Figura 2 Quaro e meias parão. nominal D 65 67,0 59, ,0 67, ,0 85, ,0 149, ,5 200,0 Quaro V 4

6 3.2 Tubo Terminal Tubo corrugao não perfurao, com excelente raio e curvatura, fabricao em PEAD (Polietileno e Alta Densiae), estinao somente para conução a água renaa. Não possui função e tubo renante (Figura 3, Quaro VI). D Figura 3 Quaro e meias parão nominal D 65 67,0 59, ,0 67, ,0 85, ,0 149, ,0 202,0 Quaro VI 3.3 Conexão Peça em PEAD (Polietileno e Alta Densiae), e seção circular, rosqueável, estinaa a unir tubos renos Kananet e mesmo iâmetro nominal (Figura 4, Quaro VII). L D Figura 4 Quaros e meias parão nominal D L 65 71,0 65,0 mín. 95, ,5 74,0 mín.130, ,0 92,0 mín.135, ,5 160,0 mín.145, ,0 210,0 mín.175,0 Quaro VII 5

7 3.4 Tampão Peça em PEAD (Polietileno e Alta Densiae), e seção circular, rosqueável, estinaa ao tamponamento os tubos renos Kananet, evitano assim a entraa e elementos estranhos para o seu interior no início ou final e linha (Figura 5, Quaro VIII). D Figura 5 Quaro e meias parão nominal D L 65 71,0 64,4 mín.100, ,5 74,0 mín.135, ,0 92,0 mín.140, ,5 160,0 mín.160, ,0 210,0 mín.220,0 L Quaro VIII 3.5 Cruzeta Peça em PEAD (Polietileno e Alta Densiae), em forma e cruz, rosqueável, estinaa à união e tubos renos Kananet (Figura 6,Quaro IX). L L1 Figura 6 Quaro e meias parão nominal L L ,0 247,0 36, ,0 340,0 55,0 Quaro IX 6

8 3.6 Derivação "Y" Peça em PEAD (Polietileno e Alta Densiae), rosqueável, estinaa a unir tubos renos Kananet (Figura 7, Quaro X). 1 L L1 Figura 7 Quaro e meias parão nominal 1 L L1 170 x ,0 101,0 260,0 180,0 Quaro X 3.7 Conexão "T" Peça em PVC (e encaixe), estinaa a unir tubos renos Kananet (Figura 8, Quaro XI). L2 L L1 Figura 8 Quaro e meias parão nominal L L1 L2 100 x ,0 mín. 60,0 mín.250,0 mín.80,0 170 x ,0 mín. 90,0 mín.380,0 mín.110,0 230 x ,5 mín.170,0 mín.600,0 mín.190,0 Quaro XI 7

9 3.8 Conexão "Y" Peça em PVC (e encaixe), estinaa a unir tubos renos Kananet (Figura 9, Quaro XII). 1 L2 L1 Figura 9 Quaro e meias parão nominal 1 L L1 L2 100 x ,0 - x - mín. 60,0 mín.290,0 mín. 170,0 170 x ,0 102,0 - x - mín.400,0 mín. 200,0 Quaro XII L 8

10 3.9 Cruzeta PVC Peça em PVC (e encaixe) na cor branca, estinaa a unir tubos renos Kananet (Figura 10, Quaro XIII). 1 L L2 L1 Figura 10 Quaro e meias parão nominal 1 L L1 L ,0 - x - mín. 90,0 mín. 380,0 - x x ,0 102,0 mín. 90,0 mín. 330,0 mín. 80, ,5 - x - mín. 170,0 mín. 590,0 - x - Quaro XIII 9

11 3.10 Reução Peça em PEAD, rosqueável, estinaa a unir tubos renos Kananet (Figura 11, Quaro XIV). 1 L1 Figura 11 Quaro e meias parão nominal 1 L1 230 x 170 x ,0 212,0 mín.144,0 170 x 100 x 65 65,0 162,0 mín.127,0 Quaro XIV 10

12 4. INSTALAÇÃO DO TUBO DRENO KANANET 4.1 Abertura e vala A largura a vala poe ser eterminaa pelo iâmetro o tubo reno Kananet a ser instalao e a altura e reaterro everá ter em méia 0,20 metro e, em casos one o nível e cargas for muito elevao, esta poerá variar a partir e 0,50 metro. O uso e retro escavaeira ou valetaeira é muito vantajoso, exceto quano tubulações, rochas ou outras interferências impeirem o uso as mesmas. O funo a vala eve ser uniforme, obeeceno a ecliviae prevista no projeto. Para início os trabalhos e acomoação os tubos renos Kananet, certificar-se que estão abrigaos o sol, evitano o amolecimento e conseqüente amassamento urante o manuseio e processo e reaterro. 4.2 Geotêxtil O geotêxtil eve ser colocao encostao sobre o funo e laterais a trincheira, a fim e evitar esforços e tensões elevaas quano o enchimento a vala com o material renante, evitano riscos e perfurações e/ou rasgos. O geotêxtil poe exercer uma ou mais funções na obra. As funções principais são aquelas que justificam a existência o geotêxtil na obra, por exemplo, a função e filtro em uma trincheira renante. As funções complementares são aquelas que o geotêxtil eve exercer para permitir que as funções principais sejam esempenhaas, por exemplo, a função e separaor em uma trincheira renante. 4.3 Envoltório Também chamao e meio renante, é too material que colocao ao reor o tubo reno tem a finaliae e facilitar o fluxo e água o solo para o seu interior e assim evitar a ocorrência e elevao graiente hiráulico na interface solo x envoltório. Normalmente emprega-se seixo rolao, areia grossa lavaa, brita 1 ou 2. O material renante eve ser colocao e tal forma que não prejuique a sobreposição a manta para fechamento o envelope e nem se intercale entre o geotêxtil e a paree a vala. As boras o geotêxtil evem ser rebatias com sobreposições e pelo menos 0,20 metro (casos especiais até 0,50 metro) e a parte superior a trincheira eve ser rapiamente aterraa para evitar entraa e sólios em caso e chuva. 11

13 4.4 Métoo e execução e emena os tubos renos Kananet com utilização a luva e emena Proceimento: a) Cortar as extremiaes os tubos renos a serem emenaos, sem eixar nenhuma rebarba (Figura 12). Figura 12 b) Rosquear totalmente a luva e emena em um os tubos renos (Figura 13). Figura 13 c) Posicionar os tubos renos e topo e retornar a luva e emena até que a mesma sobreponha igualmente os mesmos (Figura 14). Figura 14 12

14 4.5 Sugestão e erivação Y para Kananet DN100X65 a) Materiais necessários: - 3 (três) Reuções KN DN170x100x65-1(uma) Conexão Y DN170x100 b) Proceimento Cortar as Reuções KN e acoro com a bitola a ser utilizaa, ou seja, neste caso uas everão ser 170x100 (retirar o DN65) e a restante 100x65 (retirar o DN170). Os pontos e corte a Reução KN estão inicaos na Figura 15 abaixo. Figura 15 Pontos e corte a Reução KN. Após realizar o corte, rosquear a Reução ao Tubo Dreno Kananet/Kanareno exceeno uas a três voltas. Isto everá ser realizao para que posteriormente a Reução também seja rosqueaa à Conexão Y. Este processo é emonstrao nas Figuras 16 e 17. Figura 16 Colocação a Reução no tubo 13

15 Figura 17 Colocação a Reução na Conexão Y Repetir o processo para toas as extremiaes a Conexão Y. A Figura 18 mostra o resultao final a montagem. Figura 18 Sistema montao 14

16 4.6 Recomposição o pavimento Para execução o reaterro eve-se prever um material e bom suporte lateral (por exemplo: Areia grossa), principalmente em se tratano e casos em que o terreno acima o tubo estiver sujeito ao tráfego e veículos (Figura 19). Ha Ha = Altura o reaterro Hb = Altura a brita B = Largura a vala Hb B Figura Métoo e reparo os tubos reno Kananet Tipos e anos: A) Danos leves - Amassamento e espiras e/ou esgaste na paree externa Reparo: não há necessiae e reparo, uma vez que não compromete a sua utilização. B) Danos méios ou pesaos - Perfuração ou rompimento o tubo reno Reparo: quano e uma avaria maior (perfuração ou rompimento), cortar o trecho anificao e substituí-lo por outro e mesmo comprimento. Rosquear uas luvas e emena, uma em caa extremiae o tubo e reposição, encaixar e topo o mesmo e retornar as luvas até que as mesmas sobreponham igualmente o tubo a ser emenao (Figuras 20 e 21). Figura 20 Figura 21 15

17 5. PRECAUÇÕES GERAIS a) Transporte/Manuseio Durante o transporte e manuseio os tubos renos, eve-se evitar que ocorram choques ou contatos com elementos que possam comprometer a integriae os mesmos, tais como: objetos cortantes ou pontiaguos com arestas vivas, peras, etc. O escarregamento everá ser efetuao cuiaosamente, não eveno permitir que os tubos sejam lançaos iretamente ao solo a fim e evitar amassamentos, rompimento, perfurações os mesmos ou concentração e cargas num único ponto. Ø NOMINAL CAPACIDADE OCUPACIONAL POR CAMINHÃO TOCO GRANELEIRA BAÚ 6 m 50 m 6 m 50 m 6 m 50 m x x x x x x - Quaro XV DIMENSÕES DOS CAMINHÕES Tipo Comprimento (m) Largura (m) Altura (m) TOCO 6,0 2,4 2,8 GRANELEIRA 12,0 2,4 2,8 BAÚ 10,0 2,4 2,8 6. ESTOCAGEM Quaro XVI O armazenamento os tubos renos Kananet everá ser efetuao em locais isentos e quaisquer elementos que possam anificar o material, tais como: superfícies rígias com arestas vivas, objetos cortantes ou pontiaguos, peras, etc. As barras e tubos renos everão ser ispostas na forma horizontal, one a primeira camaa eve ser colocaa sobre tábuas e maeira contínua e 0,10 metro e largura espaçaas a caa 0,20 metro no máximo, colocaas no sentio transversal os tubos. Devem ser colocaas estroncas verticais, espaçaas e metro em metro para apoio lateral as camaas e tubos. Em se tratano e barras, estocar a uma altura e até 2,00 metros a fim e facilitar a colocação e a retiraa os tubos a última camaa ou quano se tratar e rolos, estocar em camaas máximas e 6 (seis) peças, não eveno ficar expostos a céu aberto por um períoo superior a 12 (oze) meses. Caso haja necessiae e se permanecer além o períoo acima estipulao, recomena-se cobrir os tubos com lonas ou serem guaraos sob abrigos para uma proteção mais eficaz. 16

18 7. APLICAÇÕES Inúmeras são as aplicações os tubos renos Kananet na Engenharia. Descreveremos apenas as mais usuais, apontano os principais benefícios que uma aequaa renagem subterrânea poe proporcionar. Aeroportos Quer sejam suas pistas e pouso e ecolagem constituías e pavimento flexível ou rígio, poerão ocorrer fatalmente infiltrações as águas e chuvas pelas trincas, fissuras ou juntas e ilatação. Uma renagem sub superficial e pavimento para captar essas águas, certamente irá prevenir sobrecargas inâmicas e a eterioração as pistas (Figura 22). material renante capa e rolamento tubo reno filtro base renante Kananet-65 ou 100 mm Figura 22 Corte esquemático e reno e pavimento e aeroporto: para pistas estreitas, apenas ois renos paralelos nas boras o pavimento são suficientes; em pistas largas, utilizam-se uma ou mais espinhas e peixe. Áreas veres Nos jarins, floreiras, canteiros, etc., uma renagem eficiente evitará o encharcamento prolongao o solo e morte as gramíneas/flores. Se a área vere for construía sobre laje, a renagem previnirá também, a sobrecarga nas estruturas e os esforços hiráulicos nas impermeabilizações (Figura 23). terra vegetal grama muretas e laje material renante tubo reno filtro ralo Kananet-65 ou 100 mm Figura 23 Seção esquemática e colchão renante sobre laje, a colocação os tubos renos Kananet permite uma captação mais rápia as águas, iminuição na altura necessária o colchão renante e maior espaçamento entre ralos. 17

19 Aterros Na construção e aterros sobre solos compressíveis aconselha-se a construção e renos entre o aterro e o solo. Depeneno a geografia local, são comuns as execuções e renos e talvegue, colchões renantes e espinhas e peixe. O reno e talvegue, além isso, comunica entre si ambos os laos o aterro evitano o barramento as águas. Os componentes básicos o sistema e renagem e chorume são: camaa e renagem, os utos e coleta e a camaa e filtragem. Outros componentes importantes são os poços e monitoramento, caixas e limpeza, tanques, equipamentos e monitoramento e bombas. Os componentes básicos o sistema e renagem a cobertura final o aterro são as camaas e renagem, e filtragem e o sistema e tubos e renagem. Este sistema tem como função coletar e renar a água superficial no topo a cobertura a fim e prevenir a sua entraa e infiltração no lixo, gerano mais percolaos. Um aterro sanitário eve: a) Ser impermeabilizao em sua base com uma geomembrana para prevenir a contaminação pelos resíuos o lixo no solo, subsolo e no lençol freático ajacentes ao solo. A geomembrana eve ser fabricaa com materiais resistentes a migração os resíuos geraos pelo lixo urante toa a via útil o aterro sanitário. Abaixo esta geomembrana eve-se fazer um reno profuno, evitano que em eterminao momento as águas limpas o lençol freático entrem em contato com o percolao e chorume ou cause sub pressão sobre a manta impermeabilizante. b) Ter um sistema e coleta e retiraa o percolao e chorume entro as células o aterro, imeiatamente acima a geomembrana, seno o tubo recoberto com brita 4, confeccionano uma trincheira. Nos aterros sanitários evemos utilizar filtro e geotêxteis tecios evitano o uso e mantas não tecias. A conição e projeto e operação não permite que o volume e chorume excea a altura e 0,30 metro sobre a base impermeabilizaa o aterro. Kananet-230 mm Figura 24 Corte longituinal e um aterro otao e reno e talvegue, transversal ao seu eixo. 18

20 Barragens e iques Vários ispositivos e renagem interna e barragens e iques são e vital importância para a obra. Drenos chaminés, tapetes renantes, renos e pé e talue, poços e alívio, etc., são sistemas que evitam o esenvolvimento e erosão interna e/ou instabilização as obras pelo esenvolvimento e sub pressões (Figura 25). Kananet-230 mm Figura 25 Seção transversal e barragem e terra, otaa e reno chaminé para interceptar as águas infiltraas pelo talue e montante e e reno e pé e talue para interceptar o fluxo pelas funações. Áreas esportivas O maior problema os campos esportivos é o seu encharcamento pelas águas e chuvas intensas que prejuicam ou impeem sua utilização por horas ou ias. Nestes casos, utilizamse colchões renantes e/ou espinhas e peixe em campos e futebol, futebol society, golfe, quaras e tênis, quaras poliesportivas, campos suspensos sobre lajes, etc. Poe-se incluir também a renagem permanente e construções, situaas em zonas e lençol freático alto one sejam construías epenências a nível e subsolo como garagem, etc. terra vegetal filtro material renante Kananet-65 ou 100 mm Figura 26 Seção transversal e um reno sub-superficial constituinte e uma espinha e peixe em campo e futebol; note-se sua grane largura (a água penetra por cima) e sua pequena profuniae. 19

21 Figura 27 - Exemplo e sistema renante paralelo em campo e futebol. Para se evitar o uso e conexões e o aumento o custo a linha renante, poemos usar o artifício conforme mostrao abaixo (Detalhes a Figura 27). É necessário que o "tubo a espinha esteja pelo menos com um segmento e 1,0 metro e comprimento paralelo ao tubo principal, para que não ocorram peras urante a passagem a água entre eles. Detalhes a figura 27 20

22 Ø 65 Ø 65 Figura 28 - Exemplo e sistema renante em Quaras e Tênis Figura 29- Exemplo e sistema renante em campos e Baseball 21

23 Figura 30 - Exemplo e sistema renante em campos e Golfe Figura 31 - Exemplo e sistema renante em Campos e Atletismo Ferrovias Tanto as águas que afloram o lençol freático quanto aquelas que se infiltram pelo lastro, iminuem a resistência o solo-base one se apóia a estrutura e uma ferrovia. A renagem profuna e/ou sub superficial é e grane valia, nestes casos, pois previne o bombeamento os materiais finos para entro o lastro, pelo fato e manter seca e resistente a interface solo/lastro. São renos instalaos geralmente em trechos e corte ou e baixaa, one haja formação e ascensão o lençol freático a níveis que possam comprometer a capaciae e carga o sistema. Kananet-230 mm Figura 32 Trincheira renante longituinal, para captação as águas e infiltração local, posicionaa na entre vias. 22

24 Obras e contenção Quano os muros e arrimo estão sujeitos à ação as águas infiltraas no solo, a presença e um sistema renante além e aumentar a segurança a obra, conuz a estruturas mais elgaas pois o seu projeto estrutural é aliviao as pressões neutras. Kananet-100 mm Figura 33 Cortina renante interceptora, atrás o muro e arrimo. Pátios e estacionamentos Vários são os tipos e pavimentos utilizaos em pátios e estacionamentos: periscos, brita corria, capa asfáltica, placas e concreto, blocos articulaos, etc. São em geral, áreas bastante planas, com granes volumes e tráfego e sujeitas a um alto grau e infiltração as águas e chuvas. Um rápio escoamento essas águas, captaas logo após sua infiltração pelo pavimento, irá evitar o fenômeno o bombeamento e finos e o esenvolvimento e trilhas e roeiras (Vie Figura 22 no tópico Aeroportos). Roovias As renagens subterrâneas mais comuns em roovias são: DLP: Drenos longituinais profunos, em forma e trincheiras, geralmente projetaos para o rebaixamento o lençol freático. Drenos e pavimentos: Drenos sub superficiais, projetaos para captar as águas infiltraas localmente pelas fissuras e trincas (vie Figura 22 no tópico Aeroportos). O emprego esses ois tipos e renos longituinais garante que tanto o sub leito, a base e a capa e rolamento permaneçam livres a presença água, prolongano a via útil as roovias por muitos anos (vie Figura 22 no tópico Ferrovias). 23

25 Subsolos Em toas as obras escavaas, a mais econômica e eficiente ferramenta e combate às ações as águas profunas é a renagem. Vários são os sistemas possíveis e serem empregaos: para a conição e sub solos isotrópicos (homogêneos), geralmente um sistema em espinha e peixe ou um colchão renante sob o piso já é suficiente. Em solos extratificaos (camaas com grane permeabiliae horizontal), poe ser necessária a construção e cortinas renantes ao longo as parees os subsolos (vie Figura 33 no tópico Obras e Contenção). Drenagem e fossa através e sumiouro horizontal Aqui trata-se e um caso atípico, one e fato há uma renagem e fossa através e um sistema e sumiouro horizontal. Neste caso o sistema e sumiouro por tubos perfuraos instalaos em valas tem função inversa aquela e renagem subterrânea ou seja, tem a função e perer água e não e captar. O sistema é instalao e forma iêntica aos casos anteriores teno no entanto, a finaliae e criar uma grane área e infiltração e assim facilitar o fluxo e água a fossa para o solo. É uma prática e baixo custo e bastante eficiente, principalmente em se tratano e áreas e solo que possuam a camaa impermeável situaa próxima a superfície ou zonas que possuam lençol freático alto. O sistema fornece aina conições favoráveis à realização e sub irrigação e fruteiras, o que é bastante positivo, principalmente, quano instalaos em regiões sujeitas a períoo e secas prolongao. Dreno tipo nº 8. Comparativo técnico econômico entre renos Comparação relativa entre os tipos mais usuais e renos subterrâneos executaos no Brasil, estacano-se seu custo estimativo, sua vazão máxima, a relação custo/benefício e a eficácia relativa entre renos com e sem reno. Obs.: o custo os renos apresentaos foram calculaos apresentano-se as composições a TCPO, Revista Construção/SP e os fabricantes e proutos. Foram aotaos BDI e 30%, ecliviae longituinal e 1% para toos os renos, Brita 2 como material renante e geotêxtil não tecio como elemento filtrante. Tipo e reno - Descrição sumária Vazão máxima (l/s) Custo (R$/m ) Relação custo/benefício (R$ / l / s) Relação e eficácia 1 Dreno e pavimento, sem tubo reno 0,30 7,03 23, Dreno e pavimento, com tubo reno e Ø 65 mm 1,76 9,99 5, Dreno e pavimento, com tubo reno e Ø 100 mm 2,90 10,87 3, Dreno longituinal profuno, sem tubo reno 0,63 15,16 24, Dreno longituinal profuno, com tubo reno eø 100 mm 3,23 19,00 5, Dreno longituinal profuno, com tubo reno eø 170 mm 13,46 22,85 1, Dreno longituinal profuno, com tubo reno e Ø 230 mm 28,63 27,39 0, Dreno e áreas veres ou esportes, sem tubo reno 0,40 9,48 23, Dreno e áreas veres ou esportes, com tubo reno eø 65 mm 1,86 12,44 6, Dreno e áreas veres ou esportes, com tubo reno e Ø 100 mm 3,00 13,32 4,44 7 Quaro XVII 24

26 9. Dimensionamento hiráulico O imensionamento hiráulico os tubos renos Kananet, resume-se na eterminação a vazão e escoamento, em função a ecliviae méia longituinal, para toa a extensão o reno e/ou segmentos efinios. Tais ecliviaes evem ser efinias no projeto e renagem. Mesmo quano o projeto já especifica o iâmetro o tubo a ser utilizao, é aconselhável conferi-lo com os aos fornecios pelo ábaco (Página 26) ou pelo Quaro XIX (Página 27). Às vezes não ispomos e tubos renos e vários iâmetros no canteiro e obras, ou queremos aproveitar um salo e tubo reno e iâmetro iferente ao inicao no projeto. Diâmetro especificao Tabela e equivalência e iâmetros Número e tubos renos Kananet paralelos que conuzem a mesma vazão, para uma aa ecliviae Quaro XVIII - Quantiaes e tubos renos paralelos e menor iâmetro, que equivalem a um único tubo e maior iâmetro. 25

27 TUBO DRENO Exemplo: um tubo especificao e Ø 170 mm poe ser substituío por 3 tubos e Ø 100 mm Ábaco 1: Vazões e velociaes e fluxo para tubos renos Kananet (n= 0,016), em função a ecliviae longituinal 26

28 Tubos renos Kananet - Vazões e velociaes e fluxo I Kananet - 65 Kananet - 80 Kananet Kananet Kananet (%) V (m/s) Q (l/s) V (m/s) Q (l/s) V (m/s) Q (l/s) V (m/s) Q (l/s) V (m/s) Q (l/s) 5,0 0,92 2,47 0,98 3,26 1,14 5,83 1,70 28,70 2,07 62,56 4,0 0,82 2,21 0,88 2,92 1,00 5,21 1,52 25,67 1,85 55,96 3,0 0,71 1,92 0,76 2,53 0,88 4,51 1,32 22,23 1,60 48,46 2,0 0,58 1,56 0,62 2,01 0,72 3,68 1,07 18,15 1,31 39,57 1,0 0,41 1,11 0,44 1,46 0,51 2,60 0,76 12,83 0,92 27,98 0,5 0,29 0,78 0,31 1,03 0,36 1,84 0,54 9,07 0,65 19,78 0,4 0,26 0,70 0,28 0,92 0,32 1,65 0,48 8,12 0,58 17,69 0,3 0,22 0,61 0,24 0,80 0,28 1,43 0,42 7,03 0,51 15,32 0,2 0,18 0,49 0,20 0,65 0,23 1,17 0,34 5,74 0,49 12,51 0,1 0,13 0,35 0,14 0,46 0,16 0,82 0,24 4,06 0,29 8,85 Parâmetros: Fórmulas Básicas: Q = Vazão e escoamento (m 3 /s) V = Velociae méia e escoamento (m/s) Q = 20,7. D 2,67. I 0,50 (m 3 /s) I = Decliviae méia o reno (m/m) D = Diâmetro interno o tubo reno (m) V = 27,2. D 0,67. I 0,50 (m/s) Quaro XIX Vazões e velociaes e fluxo para os tubos renos Kananet (n = 0,016), em função a ecliviae méia longituinal. 10. Ensaios executaos nos tubos renos Kananet e nos tubos terminais 10.1 Compressão iametral Um corpo e prova meino 323 mm e comprimento é submetio a uma força e compressão F para causar eformação iametral e 5% em relação ao seu iâmetro externo, e esta não poerá ser inferior conforme mostrao no Quaro XX. Este ensaio everá ser realizao a uma temperatura e 20 à 25 0 C. Figura 34 Tabela e meias Nominal F mínimo (Kgf) (N) 65 20,0 196, ,0 392, ,0 441, ,0 294, ,0 588,0 Quaro XX 27

29 10.2 Impacto Um cilinro rígio e massa igual a 5,0 Kg, com face e impacto plana e iâmetro (D) e 90 mm, cai em quea livre e alturas pré-eterminaas sobre um corpo e prova meino 500 mm e comprimento. Para caa altura H é usao um novo corpo e prova. Imeiatamente após o impacto, é eterminaa a variação o iâmetro externo o tubo reno Kananet ou tubo terminal, calculaa como segue: One: i - f VDE = x 100 i VDE = Variação o iâmetro externo (%) i = Diâmetro inicial o tubo reno Kananet ou tubo terminal meio no ponto e impacto f = Diâmetro final o tubo reno Kananet ou tubo terminal meio no ponto e impacto D H Figura 35 Tubo reno ou tubo terminal Tabela e meias nominal Altura H (m) Carga (J) 65 0,3 15,0 80 0,3 15, ,3 15, ,3 30, ,6 30,0 Quaro XXI 28

30 NOTAS 1) A Kanaflex S.A. Inústria e Plásticos possui como princípio o melhoramento contínuo os proutos e sua fabricação. Eventuais alterações, correções e aições poerão ser feitas na sua especificação sem prévio aviso objetivano sempre o seu aperfeiçoamento. 2) Este proceimento tem o intuito e colaborar com os usuários os tubos renos Kananet, nos trabalhos e renagem subterrânea. Caso ocorra em suas obras particulariaes ou úvias não contemplaas neste proceimento, favor contatar nosso Departamento e Assistência Técnica. 3) A Kanaflex isponibiliza os serviços e assistência técnica nas obras. Este serviço tem o objetivo e orientar os instalaores quanto ao proceimento correto a instalação o tubo, e não poe ser consieraa uma fiscalização. Nossos técnicos são orientaos a não interferirem nos proceimentos e engenharia e projetos que são e responsabiliae as empreiteiras e instalaoras. Dúvias? Ligue para (11) ou iretamente para nossa Assistência Técnica no (11) Escritório Comercial Roovia Raposo Tavares, km 22,5 - Bloco F - Conj. 14 The Square Open Mall - Bairro Granja Vianna Cotia - SP CEP ISO ª Eição - setembro/

MANUAL TÉCNICO DRENO CORRUGADO CIMFLEX

MANUAL TÉCNICO DRENO CORRUGADO CIMFLEX 1. INTRODUÇÃO O DRENO CIMFLEX é um tubo dreno corrugado fabricado em PEAD (Polietileno de Alta Densidade), de seção circular e com excelente raio de curvatura, destinado a coletar e escoar o excesso de

Leia mais

DUTO PARA PROTEÇÃO DE CABOS SUBTERRÂNEOS ÍNDICE

DUTO PARA PROTEÇÃO DE CABOS SUBTERRÂNEOS ÍNDICE ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 2 2. VANTAGENS... 2 3. DIMENSÕES E DEFINIÇÕES... 6 3.1. DUTO CORRUGADO... 6 3.2. TAMPÃO / TERMINAL... 6 3.3. CONEXÃO I... 7 3.4. CONEXÃO II - CP... 8 3.5. LUVA DE TRANSIÇÃO I KANALEX

Leia mais

DUTO PARA PROTEÇÃO DE CABOS SUBTERRÂNEOS ÍNDICE

DUTO PARA PROTEÇÃO DE CABOS SUBTERRÂNEOS ÍNDICE ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 2 2. VANTAGENS... 2 3. PADRÕES E DEFINIÇÕES... 7 3.1 DUTO CORRUGADO... 7 3.2 TAMPÃO / TERMINAL... 7 3.3 CONEXÃO I... 8 3.4 CONEXÃO II CP... 9 3.5 SUBIDA LATERAL... 9 3.6 CONE...

Leia mais

PROGRAMA DE PALESTRAS TÉCNICAS ENCONTRO TECNICO DER PARANÁ FOZ DO IGUAÇU-PR 1/7//2010

PROGRAMA DE PALESTRAS TÉCNICAS ENCONTRO TECNICO DER PARANÁ FOZ DO IGUAÇU-PR 1/7//2010 PROGRAMA DE PALESTRAS TÉCNICAS ENCONTRO TECNICO DER PARANÁ FOZ DO IGUAÇU-PR 1/7//2010 REDES DE DRENAGEM SUBTERRÂNEA DRENOS CEGOS X DRENOS TUBULARES Osvaldo Barbosa, eng APRESENTAÇÃO DA EMPRESA KANAFLEX

Leia mais

TUBO COLETOR DE ESGOTO INDICE

TUBO COLETOR DE ESGOTO INDICE INDICE 1. INTRODUÇÃO... 2 2. VANTAGENS... 2 3. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO... 4 4. PADRÕES E DEFINIÇÕES... 4 4.1 Tubo Coletor de Esgoto Kanasan Ocre... 4 4.2 Anel de vedação Ocre... 5 4.3 Anel Kanasan para

Leia mais

TUBO LISO PARA ÁGUA / ESGOTO PRESSURIZADO INDICE

TUBO LISO PARA ÁGUA / ESGOTO PRESSURIZADO INDICE INDICE 1. INTRODUÇÃO... 2 2. VANTAGENS... 2 3. MATÉRIA-PRIMA... 4 4. TERMOS E DEFINIÇÕES... 4 5. CLASSIFICAÇÃO E DESIGNAÇÃO DOS TUBOS DE POLIETILENO... 4 6. DIMENSIONAMENTO DA REDE... 4 7. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

Leia mais

1. Introdução... 2. 2.2. Duto/Subduto... 6

1. Introdução... 2. 2.2. Duto/Subduto... 6 1. Introdução... 2 2. Características Técnicas 2.1. Matéria-prima 2.1.1. Polietileno... 2 2.1.2. Tipos de PE em função da densidade... 3 2.1.3. Resistência Química do PE... 3 2.1.4. Resistência à Abrasão

Leia mais

ANEXO IV. II- um armário para armazenagem de solventes, com construção resistente ao fogo.

ANEXO IV. II- um armário para armazenagem de solventes, com construção resistente ao fogo. ANEXO IV ARMAZENAMENTO DE PRODUTOS QUÍMICOS. No laboratório, almoxarifado e em locais em que se tenha que armazenar ou manipular substâncias químicas, deve-se ter em conta sua composição, pois muitas delas

Leia mais

1. Introdução... 2. 2.2. Tubo... 9

1. Introdução... 2. 2.2. Tubo... 9 1. Introdução... 2 2. Características Técnicas 2.1. Matéria-prima 2.1.1. Polietileno... 5 2.1.2. Tipos de PE em função da densidade... 5 2.1.3. Resistência Química do PE... 5 2.1.4. Resistência à Abrasão

Leia mais

CAPÍTULO 11 ENGETUBO

CAPÍTULO 11 ENGETUBO 138 CAPÍTULO 11 ENGETUBO 1. Generalidades Os geotubos são tubos fabricados a partir de materiais poliméricos e são classificados como flexíveis. No caso do Engetubo da Engepol o polímero é o PEAD polietileno

Leia mais

DRENAGEM DO PAVIMENTO. Prof. Ricardo Melo 1. INTRODUÇÃO 2. TIPOS DE DISPOSITIVOS SEÇÃO TRANSVERSAL DE UM PAVIMENTO

DRENAGEM DO PAVIMENTO. Prof. Ricardo Melo 1. INTRODUÇÃO 2. TIPOS DE DISPOSITIVOS SEÇÃO TRANSVERSAL DE UM PAVIMENTO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Departamento de Engenharia Civil e Ambiental Disciplina: Estradas e Transportes II Laboratório de Geotecnia e Pavimentação SEÇÃO TRANSVERSAL DE UM PAVIMENTO DRENAGEM DO

Leia mais

Média tensão Uso Geral

Média tensão Uso Geral Dimensionamento Os valores e capaciae e conução e correntes constantes as tabelas a seguir foram retiraos a NBR 14039/2003. No caso e cabos iretamente enterraos foi aotao uma resistiviae térmica o terreno

Leia mais

PINOS DE ANCORAGENS SOB CARGAS DE TRAÇÃO

PINOS DE ANCORAGENS SOB CARGAS DE TRAÇÃO PINOS DE ANCORAGENS SOB CARGAS DE TRAÇÃO Luiz Flávio Vaz Silva, Prof. Ronalo Barros Gomes UFG, 74605-220, Brasil luizgo@hotmail.com, rbggomes@gmail.com PALAVRAS-CHAVE: Ancoragem, Armaura e Flexão, Posicionamento

Leia mais

Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31

Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31 Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31 Tópicos Abordados: 1. Porta Paletes Seletivo (convencional): 2. Drive-in / Drive-thru Objetivo: Esta apostila tem como principal objetivo ampliar o conhecimento

Leia mais

vartos setores Versati idade do equipamento o torna ideal para 11I Engenharia GUINDASTE, -'.

vartos setores Versati idade do equipamento o torna ideal para 11I Engenharia GUINDASTE, -'. ". GUINDASTE, -'. Versati iae o equipamento o torna ieal para,. vartos setores Por Fábio lauonio Altos e imponentes, os guinastes têm um papel funamental na elevação e movimentação e cargas e materiais

Leia mais

ESTRADAS E AEROPORTOS DRENAGEM DE VIAS

ESTRADAS E AEROPORTOS DRENAGEM DE VIAS ESTRADAS E AEROPORTOS DRENAGEM DE VIAS Prof. Vinícius C. Patrizzi 2 DRENAGEM PROFUNDA 3 DRENAGEM PROFUNDA 4 DRENAGEM PROFUNDA DRENAGEM PROFUNDA OBJETIVOS INTERCEPTAR AS ÁGUAS QUE POSSAM ATINGIR O SUBLEITO;

Leia mais

Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro

Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro Introdução Este manual destina a fornecer informações sobre a construção e dimensionamento do sistema individual de tratamento de esgotos, especialmente

Leia mais

SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA

SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA EETROMAGNETSMO 105 1 SOENÓDE E NDUTÂNCA 1.1 - O SOENÓDE Campos magnéticos prouzios por simples conutores ou por uma única espira são bastante fracos para efeitos práticos. Assim, uma forma e se conseguir

Leia mais

RESUMO 02: SEÇÃO TÊ FALSA E VERDADEIRA ARMADURA SIMPLES

RESUMO 02: SEÇÃO TÊ FALSA E VERDADEIRA ARMADURA SIMPLES 0851 CONSTRUÇÕES DE CONCRETO RDO II PROF. IBERÊ 1 / 5 0851 CONSTRUÇÕES DE CONCRETO RDO II RESUO 0: SEÇÃO TÊ FLS E VERDDEIR RDUR SIPLES ES COLBORNTE ação conjunta e lajes e vigas poe ser consieraa meiante

Leia mais

ABASTECIMENTO DE ÁGUA SOLUÇÕES ALTERNATIVAS

ABASTECIMENTO DE ÁGUA SOLUÇÕES ALTERNATIVAS UFPR Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saude Comunitária ABASTECIMENTO DE ÁGUA Profª. Eliane Carneiro Gomes Departamento de Saúde Comunitária

Leia mais

APLICAÇÃO DE TUBOS CERÂMICOS NA COLETA E TRANSPORTE DE ESGOTOS SANITÁRIOS"

APLICAÇÃO DE TUBOS CERÂMICOS NA COLETA E TRANSPORTE DE ESGOTOS SANITÁRIOS APLICAÇÃO DE TUBOS CERÂMICOS NA COLETA E TRANSPORTE DE ESGOTOS SANITÁRIOS" PALESTRANTE: Eng o Civil Antonio Livio Abraços Jorge 28 de Março de 2008 Marcos na História do Saneamento Tubos cerâmicos são

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Questões e rovas e Testes (Deformações na Flexão) UNIVERSIDDE FEDERL FLUMINENSE DERTMENTO DE ENGENHRI IVIL RESISTÊNI DOS MTERIIS XI - Engenharia Mecânica rof. amplona 2004-01 e L w (1) 1 a. Questão - ara

Leia mais

ESTRUTURAS DE MADEIRA

ESTRUTURAS DE MADEIRA UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA - UNISUL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE MADEIRA PROFESSOR: ROBERTO MOTTA BEZ ACADÊMICOS: ESTRUTURAS DE MADEIRA Palhoça, 014. DEFINIÇÕES E PRÉ-REQUISITOS

Leia mais

III-102 - REFORÇO DA DRENAGEM DE GASES NO ATERRO SANITÁRIO DA EXTREMA - ESTUDO DE CASO

III-102 - REFORÇO DA DRENAGEM DE GASES NO ATERRO SANITÁRIO DA EXTREMA - ESTUDO DE CASO III-102 - REFORÇO DA DRENAGEM DE GASES NO ATERRO SANITÁRIO DA EXTREMA - ESTUDO DE CASO Sérgio Luis da Silva Cotrim (1) Engenheiro Civil pela Universidade Federal do Rio do Sul - UFRGS em 1993. Mestre em

Leia mais

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO PROCESSO DE EXTRAÇÃO DE OURO POR LIXIVIAÇÃO PARA MINERAÇÃO PITANGUI LTDA CONCEIÇÃO DO PARÁ MINAS GERAIS

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO PROCESSO DE EXTRAÇÃO DE OURO POR LIXIVIAÇÃO PARA MINERAÇÃO PITANGUI LTDA CONCEIÇÃO DO PARÁ MINAS GERAIS APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO POCESSO DE EXTAÇÃO DE OUO PO LIXIVIAÇÃO PAA MINEAÇÃO PITANGUI LTDA CONCEIÇÃO DO PAÁ MINAS GEAIS Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração: Eng. Leonardo

Leia mais

ESTRADAS E AEROPORTOS DRENAGEM SUPERFICIAL. Prof. Vinícius C. Patrizzi

ESTRADAS E AEROPORTOS DRENAGEM SUPERFICIAL. Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS DRENAGEM SUPERFICIAL Prof. Vinícius C. Patrizzi 2 DRENAGEM SUPERFICIAL DRENAGEM SUPERFICIAL OBJETIVOS INTERCEPTAR AS ÁGUAS QUE POSSAM ATINGIR A PLATAFORMA VIÁRIA E CONDUZI-LAS PARA

Leia mais

Exercícios Segunda Lei OHM

Exercícios Segunda Lei OHM Prof. Fernano Buglia Exercícios Seguna Lei OHM. (Ufpr) Um engenheiro eletricista, ao projetar a instalação elétrica e uma eificação, eve levar em conta vários fatores, e moo a garantir principalmente a

Leia mais

Caixas SB, SAI e STM. www.fcm.ind.br VE-001-SB. Copyright FCM 2001

Caixas SB, SAI e STM. www.fcm.ind.br VE-001-SB. Copyright FCM 2001 Catálogo Eletrônico VE-001-SB www.fcm.in.br Caixas SB, SI e STM Copyright FCM 2001 O conteúo este catálogo é e proprieae a empresa FCM - Fábrica e Mancais Curitiba Lta., seno proibia a reproução parcial

Leia mais

Rua Luiz Antônio Padrão, 395 - Osasco - São Paulo - CEP. 06080-120 - Tel: (11) 3685.1512 - Fax: (11) 3685.9832 Site: www.conteste.com.

Rua Luiz Antônio Padrão, 395 - Osasco - São Paulo - CEP. 06080-120 - Tel: (11) 3685.1512 - Fax: (11) 3685.9832 Site: www.conteste.com. Site: www.conteste.com.br - E-mail: conteste@conteste.com.br 1 ÍNDICE 1 Controle Tecnológico em Pavimentação SOLOS 2 Controle Tecnológico em Pavimentação MATERIAIS BETUMINOSOS 3 Materiais Metálicos Ensaio

Leia mais

POLIETILENO ANTI-CHAMA

POLIETILENO ANTI-CHAMA POLIETILENO ANTI-CHAMA TUBO DE POLIETILENO ANTI-CHAMA MATERIAL Polietileno de baixa densidade auto-extinguível APLICAÇÕES Linhas para condução de gases e líquidos. Linhas que necessitam de materiais que

Leia mais

10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA

10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA 10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA 10.1 INTRODUÇÃO A armaura posicionaa na região comprimia e uma viga poe ser imensionaa a fim e se reuzir a altura e uma viga, caso seja necessário.

Leia mais

INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO

INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO INTALAÇÕE AT E MT. UBETAÇÕE DE DITRIBUIÇÃO Barramentos e ligaores AT e MT Características e ensaios Elaboração: GTRPT Homologação: conforme espacho o CA e 007-0-3 Eição: ª Emissão: EDP Distribuição Energia,.A.

Leia mais

Soluções Amanco. Linha Amanco Novafort

Soluções Amanco. Linha Amanco Novafort Linha Amanco Novafort Linha Amanco Novafort s o l u ç õ e s a m a n c o i n f r a e s t r u t u r a Linha Amanco Novafort para Redes Coletoras de Esgotos e Águas Pluviais para Infraestrutura A linha Amanco

Leia mais

IVPU-Z IBIRÁ é fabricada em poliuretano com reforço de espiral em aço zincado. Possui alta flexibilidade, ótima resistância à abrasão.

IVPU-Z IBIRÁ é fabricada em poliuretano com reforço de espiral em aço zincado. Possui alta flexibilidade, ótima resistância à abrasão. VU-Z vácuo-ar 100% U Ficha Técnica Edição 00-08/05/015 VU-Z BRÁ VU-Z BRÁ Mangueira 100% U Descrição dos produtos Campos de Aplicação Dados do produto Metodologias Utilizadas: VU-Z BRÁ é fabricada em poliuretano

Leia mais

MATERIAIS EMPREGADOS NAS REDES DE ESGOTOS SANITÁRIOS

MATERIAIS EMPREGADOS NAS REDES DE ESGOTOS SANITÁRIOS MATERIAIS EMPREGADOS NAS REDES DE ESGOTOS SANITÁRIOS 1 - INTRODUÇÃO. A escolha do material a empregar (tipo de tubulação) nas redes coletoras de esgotos sanitários é função das características dos esgotos,

Leia mais

FS-06. Fossa séptica. Componentes. Código de listagem. Atenção. FS-06-01 (L=3,00m) FS-06-02 (L=3,80m) FS-06-03 (L=5,40m) 01 27/12/10

FS-06. Fossa séptica. Componentes. Código de listagem. Atenção. FS-06-01 (L=3,00m) FS-06-02 (L=3,80m) FS-06-03 (L=5,40m) 01 27/12/10 - -03 1/5 - -03 2/5 - -03 3/5 - -03 4/5 DESCRIÇÃO Constituintes Lastro de concreto magro, traço 1:4:8, cimento, areia e brita. Fundo e vigas de concreto armado, moldados in loco: - Fôrmas de tábuas de

Leia mais

RESOLUÇÃO ATIVIDADE ESPECIAL

RESOLUÇÃO ATIVIDADE ESPECIAL RESOLUÇÃO ATIVIDADE ESPECIAL Física Prof. Rawlinson SOLUÇÃO AE. 1 Através a figura, observa-se que a relação entre os períoos as coras A, B e C: TC TB T A = = E a relação entre as frequências: f =. f =

Leia mais

Sistemas de dre- nagem Tabela de Preços Válida desde 1 de Abril de 2015

Sistemas de dre- nagem Tabela de Preços Válida desde 1 de Abril de 2015 Sistemas e renagem Tabela e Preços Vália ese 1 e Abril e 2015 Silent PP Página 2 Conições gerais e vena Página 36 Ínice Remissivo Página 40 Sistemas e renagem 2015 1 Conteúo Programa completo - - - -

Leia mais

Check list e Avaliação. Orientações para preenchimento do Formulário de Inspeção/Vistoria e Subsídios para Avaliação do Sistema

Check list e Avaliação. Orientações para preenchimento do Formulário de Inspeção/Vistoria e Subsídios para Avaliação do Sistema SISTEMA DE ESGOTO ESTÁTICO Check list e Avaliação Orientações para preenchimento do Formulário de Inspeção/Vistoria e Subsídios para Avaliação do Sistema Belo Horizonte, Outubro de 2008 SISTEMA DE ESGOTO

Leia mais

Caixa de Inspeção e Interligação

Caixa de Inspeção e Interligação Caixa de Inspeção e Interligação Localização no website Tigre: Obra predial Esgoto CAIXA DE INSPEÇÃO e/ou Obra predial Águas Pluviais CAIXA DE INTERLIGAÇÃO Função/Aplicação: Caixa de Inspeção: destinada

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO ELEMENTO FILTRANTE NA ESCADA DE DISSIPAÇÃO EM GABIÃO

UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO ELEMENTO FILTRANTE NA ESCADA DE DISSIPAÇÃO EM GABIÃO UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO ELEMENTO FILTRANTE NA ESCADA DE DISSIPAÇÃO EM GABIÃO Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração: Ivo Corrêa Meyer Neto AGOSTO 1991 Revisado JANEIRO 2011-

Leia mais

Mancais bipartidos 644 645 645 646 647 648 648 660

Mancais bipartidos 644 645 645 646 647 648 648 660 Mancais bipartios Definição e aptiões 644 Séries 645 Variantes 645 Elementos e cálculo: cargas e torques 646 Elementos e montagem: seleção as juntas 647 Características 648 Mancal para rolamentos com bucha

Leia mais

Módulo III Carga Elétrica, Força e Campo Elétrico

Módulo III Carga Elétrica, Força e Campo Elétrico Móulo III Clauia Regina Campos e Carvalho Móulo III Carga létrica, orça e Campo létrico Carga létrica: Denomina-se carga elétrica a proprieae inerente a eterminaas partículas elementares, que proporciona

Leia mais

SOLUÇÃO FORTLEV PARA ENGENHARIA

SOLUÇÃO FORTLEV PARA ENGENHARIA CATÁLOGO TÉCNICO SOLUÇÃO FORTLEV PARA ENGENHARIA TANQUES ESPECIAIS MUITO MAIS TECNOLOGIA E VERSATILIDADE PARA ARMAZENAR PRODUTOS ESPECIAIS. A FORTLEV é a maior empresa produtora de soluções para armazenamento

Leia mais

- As caixas somente com a especificação do tamanho, é fornecida em Ferro Fundido Cinzento. EX: DPSA 17

- As caixas somente com a especificação do tamanho, é fornecida em Ferro Fundido Cinzento. EX: DPSA 17 Mancais Inustriais Lta érie D Mancal e grane capaciae e resistência mecânica. Desenvolvio para substituir a série e mancais. série inclinaa a graus proporciona arranjos e montagem muito mais eficiente

Leia mais

Força Elétrica. 6,0 C, conforme descreve a figura (Obs.: Q 4 é negativo)

Força Elétrica. 6,0 C, conforme descreve a figura (Obs.: Q 4 é negativo) Força Elétrica 1. (Ueg 01) Duas partículas e massas m 1 e m estăo presas a uma haste retilínea que, por sua vez, está presa, a partir e seu ponto méio, a um fio inextensível, formano uma balança em equilíbrio.

Leia mais

Aula 1- Distâncias Astronômicas

Aula 1- Distâncias Astronômicas Aula - Distâncias Astronômicas Área 2, Aula Alexei Machao Müller, Maria e Fátima Oliveira Saraiva & Kepler e Souza Oliveira Filho Ilustração e uma meição e istância a Terra (à ireita) à Lua (à esquera),

Leia mais

Processo de Retificação Aspectos Gerais Análise

Processo de Retificação Aspectos Gerais Análise SEM0534 Processos e Fabricação Mecânica Processo e Retificação Prof. Assoc. Renato Goulart Jasinevicius SEM0534 Processos e Fabricação Mecânica Processo e Retificação Aspectos Gerais Análise SEM0534 Processos

Leia mais

FUVEST Prova A 10/janeiro/2012

FUVEST Prova A 10/janeiro/2012 Seu Pé Direito nas Melhores Faculaes FUVEST Prova A 10/janeiro/2012 física 01. A energia que um atleta gasta poe ser eterminaa pelo volume e oxigênio por ele consumio na respiração. Abaixo está apresentao

Leia mais

MANUAL TÉCNICO Amanco Ramalfort

MANUAL TÉCNICO Amanco Ramalfort Amanco Ramalfort Desenho e Dimensões Os tubos Amanco Ramalfort foram desenvolvidos para condução de água no trecho compreendido entre o ponto de derivação da rede de distribuição de água e o kit cavalete

Leia mais

GeoTigre. Características Técnicas. Função e Aplicação. Benefícios. Irrigação GeoTigre

GeoTigre. Características Técnicas. Função e Aplicação. Benefícios. Irrigação GeoTigre Seguindo sua tradição de suprir os setores de recursos hídricos e saneamento com soluções técnicas e econômicas, a TIGRE disponibiliza no mercado a linha, filtros e tubos de revestimento para poços tubulares

Leia mais

Observa-se ainda que, para pequenos giros, os pontos de uma seção transversal não sofrem deslocamento na direção longitudinal.

Observa-se ainda que, para pequenos giros, os pontos de uma seção transversal não sofrem deslocamento na direção longitudinal. Universiae Feeral e Alagoas Centro e ecnologia Curso e Engenharia Civil Disciplina: Mecânica os Sólios Cóigo: ECIV030 Professor: Euaro Nobre ages orção em Barras e Seção ransversal Circular Cheia ou Vazaa

Leia mais

EDITORIAL MODULO - WLADIMIR

EDITORIAL MODULO - WLADIMIR 1. Um os granes problemas ambientais ecorrentes o aumento a proução inustrial munial é o aumento a poluição atmosférica. A fumaça, resultante a queima e combustíveis fósseis como carvão ou óleo, carrega

Leia mais

Tanques Sépticos e Disposição de Efluentes de Tanques Sépticos

Tanques Sépticos e Disposição de Efluentes de Tanques Sépticos UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO DECIV DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Tanques Sépticos e Disposição de Efluentes de Tanques Sépticos DISCIPLINA: SANEAMENTO PROF. CARLOS EDUARDO F MELLO e-mail: cefmello@gmail.com

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE BOMBINHAS PROJETO PAVIMENTAÇÃO COM LAJOTAS SEXTAVADAS E DRENAGEM PLUVIAL RUA CANGERANA

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE BOMBINHAS PROJETO PAVIMENTAÇÃO COM LAJOTAS SEXTAVADAS E DRENAGEM PLUVIAL RUA CANGERANA - 1 - PROJETO PAVIMENTAÇÃO COM LAJOTAS SEXTAVADAS E DRENAGEM PLUVIAL RUA CANGERANA MUNICÍPIO DE BOMBINHAS - SC PROJETO: AMFRI Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí Carlos Alberto Bley

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO REDE DISTRIBUIÇÃO D ÁGUA

MEMORIAL DESCRITIVO REDE DISTRIBUIÇÃO D ÁGUA MEMORIAL DESCRITIVO REDE DISTRIBUIÇÃO D ÁGUA 1.OBJETIVO: O presente memorial visa descrever os serviços e materiais a serem empregados para a execução de abastecimento de água potável a ser implantado

Leia mais

Área: UTE - Pampa Subsistema:

Área: UTE - Pampa Subsistema: Carregamento Pequeno vazamento de diesel em conexões, tubo e mangote. -Vazamento em mangote, conexões, flanges, válvulas, instrumentos. A II RM A I RB A I RB tubulação - Atender as exigências da requisição

Leia mais

Reabilitação de barragens de aterro. Barragem do Roxo. Anomalias, Diagnóstico e Reabilitação

Reabilitação de barragens de aterro. Barragem do Roxo. Anomalias, Diagnóstico e Reabilitação Reabilitação de barragens de aterro Barragem do Roxo Anomalias, Diagnóstico e Reabilitação Caraterísticas Gerais da Barragem do Roxo > Vale assimétrico Forte inclinação na margem esquerda Suave na margem

Leia mais

IP-06/2004 DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS COM BLOCOS INTERTRAVADOS DE CONCRETO

IP-06/2004 DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS COM BLOCOS INTERTRAVADOS DE CONCRETO 1. OBJETIVO O objetivo deste documento é fornecer os subsídios de projeto para pavimentos com peças pré-moldadas de concreto no Município de São Paulo, orientando e padronizando os procedimentos de caráter

Leia mais

Universidade de São Paulo Escola Politécnica - Engenharia Civil PEF - Departamento de Engenharia de Estruturas e Fundações

Universidade de São Paulo Escola Politécnica - Engenharia Civil PEF - Departamento de Engenharia de Estruturas e Fundações Universiae e São Paulo Escola Politécnica - Engenharia Civil PEF - Departamento e Engenharia e Estruturas e Funações - Conceitos Funamentais e Dimensionamento e Estruturas e Concreto: Vigas, Lajes e Pilares

Leia mais

Sistemas de dre- nagem Tabela de Preços Válida desde 1 de Abril de 2015

Sistemas de dre- nagem Tabela de Preços Válida desde 1 de Abril de 2015 Sistemas e renagem Tabela e Preços Vália ese 1 e Abril e 2015 Silent PP Página 2 Conições gerais e vena Página 36 Ínice Remissivo Página 40 Sistemas e renagem 2015 1 Conteúo Programa completo - - - - -

Leia mais

Execução e Manutenção de Pavimento Intertravado. MSc. Eng. Cláudio Oliveira Silva

Execução e Manutenção de Pavimento Intertravado. MSc. Eng. Cláudio Oliveira Silva Execução e Manutenção de MSc. Eng. Cláudio Oliveira Silva Norma de Execução e Manutenção NBR 15953 com peças de concreto - Execução NBR 15953 Escopo Se aplica à pavimentação intertravada com peças de concreto

Leia mais

Orientações para Instalação Domiliciar do Sistema de Fossa e Sumidouro.

Orientações para Instalação Domiliciar do Sistema de Fossa e Sumidouro. Orientações para Instalação Domiliciar do Sistema de Fossa e Sumidouro. INTRODUÇÃO Este manual destina a fornecer informações sobre a construção e dimensionamento do sistema individual de tratamento de

Leia mais

Tubo PA Advanced Uma excelente alternativa para o Poliamida Semi-Rigida

Tubo PA Advanced Uma excelente alternativa para o Poliamida Semi-Rigida Tubo PA Advanced Uma excelente alternativa para o Poliamida Semi-Rigida aerospace climate control electromechanical filtration fluid & gas handling hydraulics pneumatics process control sealing & shielding

Leia mais

NOTA TÉCNICA DE AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO MURO DE ARRIMO EM PORTO GRANDE

NOTA TÉCNICA DE AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO MURO DE ARRIMO EM PORTO GRANDE PLANO BÁSICO AMBIENTAL DA AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO NOTA TÉCNICA DE AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO MURO DE ARRIMO EM PORTO GRANDE Licença Prévia 0112/2012 Condicionante Específica Nº 2.26 Elaborar um estudo específico

Leia mais

PORTARIA DNC Nº 27, DE 16.9.1996 - DOU 17.9.1996

PORTARIA DNC Nº 27, DE 16.9.1996 - DOU 17.9.1996 PORTARIA DNC Nº 27, DE 16.9.1996 - DOU 17.9.1996 Estabelece condições mínimas de segurança das instalações de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE COMBUSTÍVEIS,

Leia mais

Sistemas de Fixação. Fixadores para Flat Cable PFC 39 FCC25 39 TY8-H1S 39

Sistemas de Fixação. Fixadores para Flat Cable PFC 39 FCC25 39 TY8-H1S 39 Sistemas e Fixação Página Fixaores e lips utoaesivos Fixaores utoaesivos 36 lips utoaesivo R 36 Fixaores utoaesivo SF 38 Fixaores para Flat able PF 39 F25 39 TY8H1S 39 Fixaores NX/NXR e lips para fixação

Leia mais

Equilíbrio Químico. Prof. Alex Fabiano C. Campos

Equilíbrio Químico. Prof. Alex Fabiano C. Campos 6/09/010 Equilíbrio Químico rof. Alex Fabiano C. Campos rocessos Reversíveis e Irreversíveis Algumas reações são irreversíveis, ou seja, uma vez obtios os proutos não há previsão espontânea e regeneração

Leia mais

guia de instalação cisterna vertical

guia de instalação cisterna vertical guia de instalação cisterna vertical FORTLEV CARACTERÍSTICAS FUNÇÃO Armazenar água pluvial ou água potável à temperatura ambiente. APLICAÇÃO Residências, instalações comerciais, fazendas, escolas ou qualquer

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II ESGOTO SANITÁRIO 1 Conjunto de tubulações, conexões e

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES PROJETO ARQUITETÔNICO ADEQUAÇÕES NA USINA DE TRIAGEM DE LIXO LINHA ESTRELA MEMORIAL DESCRITIVO 1 MEMORIAL DESCRITIVO 1. OBJETIVO: USINA DE TRIAGEM DE LIXO A presente especificação tem por objetivo estabelecer

Leia mais

Anexo - IV. Manual de Contratação de Serviços de Construção de Infra-estrutura de Redes de Fibras Ópticas

Anexo - IV. Manual de Contratação de Serviços de Construção de Infra-estrutura de Redes de Fibras Ópticas Anexo - IV Manual de Contratação de Serviços de Construção de Infra-estrutura de Redes de Fibras Ópticas Elaborado por: Data : 30/06/2005 Revisado por: Data: / / Fanton & Fanton Unidade Administrativa:

Leia mais

Por efeito da interação gravitacional, a partícula 2 exerce uma força F sobre a partícula 1 e a partícula 1 exerce uma força F sobre a partícula 2.

Por efeito da interação gravitacional, a partícula 2 exerce uma força F sobre a partícula 1 e a partícula 1 exerce uma força F sobre a partícula 2. Interação Gravitacional Vimos que a mola é esticaa quano um corpo é suspenso na sua extremiae livre. A força que estica a mola é e origem eletromagnética e tem móulo igual ao móulo o peso o corpo. O peso

Leia mais

Parte V ANÁLISE DIMENSIONAL

Parte V ANÁLISE DIMENSIONAL 78 PARTE V ANÁISE DIMENSIONA Parte V ANÁISE DIMENSIONA [R] [p] [V] [n] [τ] l 3 θ [R] θ Resposta: [R] θ Uma as principais equações a Mecânica quântica permite calcular a energia E associaa a um fóton e

Leia mais

PLASTEEL CERÂMICO PINTÁVEL BRANCO

PLASTEEL CERÂMICO PINTÁVEL BRANCO PLASTEEL CERÂMICO PINTÁVEL BRANCO PLASTEEL CERÂMICO PINTÁVEL BRANCO é um revestimento cerâmico bicomponente, na cor branca, ideal para promover proteção pintável às superfícies contra corrosão, abrasão

Leia mais

Redes especiais para abastecimento de água Sistema de tubagens PP-R. Garantir a fiabilidade

Redes especiais para abastecimento de água Sistema de tubagens PP-R. Garantir a fiabilidade Rees especiais para abastecimento e água Sistema e tubagens PP-R Garantir a fiabiliae Rees especiais para abastecimento e água Proteger a fonte A água é fonte e via e conforto. Criar um sistema e tubagens

Leia mais

Matemática. Aula: 07 e 08/10. Prof. Pedro Souza. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.

Matemática. Aula: 07 e 08/10. Prof. Pedro Souza. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM. Matemática Aula: 07 e 08/10 Prof. Pero Souza UMA PARCERIA Visite o Portal os Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.BR Visite a loja virtual www.conquistaeconcurso.com.br MATERIAL DIDÁTICO EXCLUSIVO

Leia mais

Vinilfort 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS: 2. BENEFÍCIOS: Função: Transporte de esgoto sanitário em redes coletoras;

Vinilfort 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS: 2. BENEFÍCIOS: Função: Transporte de esgoto sanitário em redes coletoras; Vinilfort Localização no Website Tigre: Obra Infra-estrutura Saneamento Esgoto VINILFORT Função: Transporte de esgoto sanitário em redes coletoras; Aplicações: Ligações prediais, redes coletoras, interceptores

Leia mais

Construção Civil. Impermeabilização e Injeção

Construção Civil. Impermeabilização e Injeção Construção Civil Impermeabilização e Injeção Membranas moldadas in loco Vantagens da aplicação moldada in loco Agilidade na aplicação Requer cota mínima Aplicado a frio Molda-se perfeitamente ao substrato

Leia mais

IMPERMEABILIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO DE ÁGUA PARA COMBATE A INCÊNDIO, IRRIGAÇÃO E LAVAGEM COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC AZUL JACUTINGA - MG

IMPERMEABILIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO DE ÁGUA PARA COMBATE A INCÊNDIO, IRRIGAÇÃO E LAVAGEM COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC AZUL JACUTINGA - MG IMPERMEABILIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO DE ÁGUA PARA COMBATE A INCÊNDIO, IRRIGAÇÃO E LAVAGEM COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC AZUL JACUTINGA - MG AUTOR: Departamento Técnico de Geomembrana NeoPlastic Eng Daniel

Leia mais

EXECUÇÃO DE REBAIXAMENTO DO NÍVEL D ÁGUA ATRAVÉS DE POÇOS COM INJETORES

EXECUÇÃO DE REBAIXAMENTO DO NÍVEL D ÁGUA ATRAVÉS DE POÇOS COM INJETORES pág.1 EXECUÇÃO DE REBAIXAMENTO DO NÍVEL D ÁGUA ATRAVÉS DE POÇOS COM INJETORES O presente trabalho vem apresentar metodologia básica a serem empregadas na instalação e operação de sistema de rebaixamento

Leia mais

Sumário. BAG TÊINER OXIGEN Dispositivo de prevenção para contêiner. BERMS OXIGEN Bacia de contenção para ações rápidas

Sumário. BAG TÊINER OXIGEN Dispositivo de prevenção para contêiner. BERMS OXIGEN Bacia de contenção para ações rápidas Sumário BCP OXIGEN Bacia de contenção de papelão 03 ECOTÊINER DE INTERIOR OXIGEN Dispositivo de prevenção de vazamentos para transporte em contêineres marítimos BAG TÊINER OXIGEN Dispositivo de prevenção

Leia mais

MEDIÇÃO DE VAZÃO DE AR (Notas de Aula)

MEDIÇÃO DE VAZÃO DE AR (Notas de Aula) UIVERSIDAD FEDERAL DE VIÇOSA CETRO DE CIECIAS AGRARIAS DEPARTAMETO DE IGEIERIA AGRÍCOLA Tel. (03)3899-79 Fax (03)3899-735 e-mail: ea@ufv.br 3657-000 VIÇOSA-MG BRASIL MEDIÇÃO DE VAZÃO DE AR (otas e Aula)

Leia mais

Descrição geral. Vantagens. Aplicações BOLETIM TÉCNICO. Autonivelante Saturado Flexível. www.miaki.com.br Página 1

Descrição geral. Vantagens. Aplicações BOLETIM TÉCNICO. Autonivelante Saturado Flexível. www.miaki.com.br Página 1 BOLETIM TÉCNICO Pisos em MMA Áreas internas e externas Autonivelante Saturado Flexível Revisão: fevereiro/2011. Descrição geral Resina metacrílica de cura rápida usada para formular revestimentos de pisos,

Leia mais

MOS - Comunicado de Alteração Nº007

MOS - Comunicado de Alteração Nº007 MOS - Comunicado de Alteração Nº007. Novas orientações para os itens abaixo relacionados visando a melhoria da qualidade das obras. TUBO DE INSPEÇÃO E LIMPEZA (TIL) TERMINAL DE LIMPEZA (TL) TUBO DE QUEDA

Leia mais

Sistemas Prediais de Águas Pluviais (SPAP)

Sistemas Prediais de Águas Pluviais (SPAP) Escola de Engenharia Civil - UFG SISTEMAS PREDIAIS Sistemas Prediais de Águas Pluviais (SPAP) Concepção de projeto Métodos de dimensionamento dos componentes e sistemas Prof. Ricardo Prado Abreu Reis Goiânia

Leia mais

RESOLUÇÃO CONAMA nº 465, de 5 de Dezembro de 2014 Publicada no DOU n o 237, de 08 de dezembro de 2014, Seção 1, páginas 110-111

RESOLUÇÃO CONAMA nº 465, de 5 de Dezembro de 2014 Publicada no DOU n o 237, de 08 de dezembro de 2014, Seção 1, páginas 110-111 RESOLUÇÃO CONAMA nº 465, de 5 de Dezembro de 2014 Publicada no DOU n o 237, de 08 de dezembro de 2014, Seção 1, páginas 110-111 Correlação: Revoga a Resolução CONAMA nº 334/2003 Dispõe sobre os requisitos

Leia mais

Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás.

Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás. Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás. USO DE GÁS NATURAL CANALIZADO NORMAS E LEGISLAÇÃO: ABNT NBR 14570 ABNT NBR 13103 COSCIP código de segurança - decreto estadual nº

Leia mais

6As áreas de abastecimento representam uma possível fonte de poluição ao meio

6As áreas de abastecimento representam uma possível fonte de poluição ao meio ÁREA DE ABASTECIMENTO E ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEL 6As áreas de abastecimento representam uma possível fonte de poluição ao meio ambiente e seu manuseio e armazenagem também apresentam considerável grau

Leia mais

GB ECO Solutions. especialista em soluções ambientais para um PLANETA SUSTENTÁVEL. Reuso e Aproveitamento de Água da Chuva

GB ECO Solutions. especialista em soluções ambientais para um PLANETA SUSTENTÁVEL. Reuso e Aproveitamento de Água da Chuva GB ECO Solutions especialista em soluções ambientais para um PLANETA SUSTENTÁVEL GB ECO Solutions www.gb-ecosolutions.com.br info@gb-ecosolutions.com.br + 55 11 4702-4619 Cotia/SP Sistemas de Remediação

Leia mais

SUMIDOUROS E VALAS DE INFILTRAÇÃO

SUMIDOUROS E VALAS DE INFILTRAÇÃO SUMIDOUROS E VALAS DE INFILTRAÇÃO Projeto Permanente de Educação Ambiental PPEA 1-Generalidades Sumário 2-O que é o sumidouro e como funciona? 3-Aspectos Construtivos 4-Prescrições Normativas e Critérios

Leia mais

Recomendações para o Projeto e Dimensionamento. Profª Gersina N.R.C. Junior

Recomendações para o Projeto e Dimensionamento. Profª Gersina N.R.C. Junior Recomendações para o Projeto e Dimensionamento Profª Gersina N.R.C. Junior Vazão; Recomendações Para Projeto Principais recomendações que o projetista deve observar: Diâmetro mínimo; Lâmina d água máxima;

Leia mais

Caixa Múltipla de Esgoto CAIXA DE GORDURA, CAIXA DE INSPEÇÃO E COMPLEMENTOS

Caixa Múltipla de Esgoto CAIXA DE GORDURA, CAIXA DE INSPEÇÃO E COMPLEMENTOS Caixa Múltipla de Esgoto CAIXA DE GORDURA, CAIXA DE INSPEÇÃO E COMPLEMENTOS Localização no Website Tigre: Obra Predial Esgoto CAIXA MÚLTIPLA ESGOTO Função: A linha Caixa Múltipla Esgoto completa a solução

Leia mais

APOSTILA DE PEE (PROJETO DE ESTRUTURAS DE EDIFÍCIOS)

APOSTILA DE PEE (PROJETO DE ESTRUTURAS DE EDIFÍCIOS) UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CCT CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL APOSTILA DE PEE (PROJETO DE ESTRUTURAS DE EDIFÍCIOS) 1º SEMESTRE DE 2014 PROFa. SANDRA

Leia mais

CAPÍTULO 12 OBRAS ESPECIAIS REVESTIDAS COM GEOMEMBRANA

CAPÍTULO 12 OBRAS ESPECIAIS REVESTIDAS COM GEOMEMBRANA 147 CAPÍTULO 12 OBRAS ESPECIAIS REVESTIDAS COM GEOMEMBRANA Revestimento de Túneis e Galerias 1. Generalidades A construção de túneis é uma das áreas mais complexas da engenharia civil, devido a exigência

Leia mais

A) tecido nervoso substância cinzenta. B) tecido nervoso substância branca. C) hemácias. D) tecido conjuntivo. E) tecido adiposo.

A) tecido nervoso substância cinzenta. B) tecido nervoso substância branca. C) hemácias. D) tecido conjuntivo. E) tecido adiposo. 1. No gráfico abaixo, mostra-se como variou o valor o ólar, em relação ao real, entre o final e 2001 e o início e 2005. Por exemplo, em janeiro e 2002, um ólar valia cerca e R$2,40. Durante esse períoo,

Leia mais

READEQUAÇÃO DO SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL DO ATERRO SANITÁRIO DE SÃO GIÁCOMO

READEQUAÇÃO DO SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL DO ATERRO SANITÁRIO DE SÃO GIÁCOMO READEQUAÇÃO DO SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL DO ATERRO SANITÁRIO DE SÃO GIÁCOMO Autores Rafael Rivoire Godoi Navajas, Engenheiro Civil graduado pela UFRGS (Universisade Federal do Rio Grande do Sul) 1998.

Leia mais

ESPELHO PLANO C centro de curvatura V vértice do espelho R raio de curvatura

ESPELHO PLANO C centro de curvatura V vértice do espelho R raio de curvatura Óptica Princípios a Óptica Geométrica ) Princípio a propagação retilínea a luz: nos meios homogêneos e transparentes a luz se propaga em linha reta. Natureza e Velociae a Luz A luz apresenta comportamento

Leia mais