GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE RECURSOS HÍDRICOS

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1 GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE RECURSOS HÍDRICOS PRODUTO 04 MANUAL PARA USUÁRIOS OUTORGA DE DIREITO DE USO DE RECURSOS HÍDRICOS Consultoria na área de implantação do instrumento de outorga de direito de uso de recursos hídricos, enfocando a definição dos critérios de análise de processos e de procedimentos operacionais de outorga e a elaboração do manual de outorga para usuários. Belém - PA I

2 MANUAL PARA USUÁRIOS OUTORGA DE DIREITO DE USO DE RECURSOS HÍDRICOS Projeto Pará Rural Aníbal Pessoa Picanço Secretário de Estado de Meio Ambiente SEMA/PA Coordenação do Projeto Paulo Sérgio Altieri dos Santos Diretor de Recursos Hídricos SEMA/PA Carlos Alberto Pacheco Vilhena Coordenador de Regulação Diretoria de Recursos Hídricos - DIREH/SEMA Supervisão do Projeto Luciene Chaves Gerente de Outorga, Cobrança e Compensação Diretoria de Recursos Hídricos - DIREH/SEMA Consultor Fernando Fernandes da Silva Contrato nº 093/2009 SEMA - PA Janeiro de 2010 II

3 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO ALGUMAS DEFINIÇÕES TÉCNICAS O QUE É OUTORGA IMPORTÂNCIA DA OUTORGA ASPECTOS LEGAIS QUEM EMITE A OUTORGA MODALIDADES DE OUTORGA QUEM DEVE PEDIR OUTORGA O QUE É PRECISO PARA OBTER A OUTORGA o Passo: Identificar se a Outorga é Necessária o Passo: Identificar o Corpo Hídrico e o seu Domínio o Passo: Solicitar Outorga para o Uso de Recursos Hídricos o Passo: Pagamento pela Solicitação da Outorga IMPORTANTE SABER OBRIGAÇÕES DO OUTORGADO ENDEREÇOS IMPORTANTES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ROTEIRO BÁSICO DE RELATÓRIO PARA OBRAS HÍDRICAS BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA INFORMAÇÕES SOBRE OS FORMULÁRIOS E DOCUMENTOS FORMULÁRIOS ATORES III

4 1. APRESENTAÇÃO A Secretaria de Estado de Meio Ambiente SEMA é o órgão encarregado de promover a gestão dos recursos hídricos de domínio do Estado do Pará. Com o objetivo de orientar e promover o uso adequado das águas, a SEMA produziu o presente Manual de Outorga para todos os usuários de água do Estado. Aqui serão encontradas as principais informações que o agricultor, o industrial, a prefeitura, o minerador e qualquer outro interessado em fazer captação de água de rios ou poços, lançamento de esgotos, ou construir barragens, por exemplo, precisam saber para regularizarem a sua situação junto ao Governo do Estado. A finalidade do Manual de Outorga é possibilitar que os usuários saibam o que é necessário para a abertura do processo de outorga quanto à documentação exigida, aspectos técnicos e legais e tramitação no Órgão Gestor de Recursos Hídricos, garantindo que estes usuários tenham o suporte necessário à execução de projetos produtivos que façam uso da água (captação e lançamento de efluentes) ou demandem de infra-estrutura complementar à produção (obras hidráulicas), atuando, desta forma, na gestão dos recursos hídricos do Pará. O instrumento utilizado para regularizar o uso da água chama-se: Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos. A Outorga é um dos instrumentos da Política Nacional e Estadual de Recursos Hídricos por meio do qual o Poder Público autoriza o usuário de água, sob determinadas condições, a utilizar ou realizar interferências hidráulicas nos corpos hídricos necessários à sua atividade, garantindo o direito de acesso a esses recursos, dado que a água é um bem de domínio público. Os usuários que não possuem outorga estão sujeitos a notificações, multas e até embargos de sua atividade previstos em Lei. Além disso, esses usuários podem ser os primeiros a sofrerem racionamentos em situações de estiagem. Leia com atenção este Manual, mostre aos seus vizinhos e amigos e tire suas dúvidas pessoalmente na SEMA ou na Agência Nacional de Águas, ou por meio dos sites na Internet (www.sema.pa.gov.br e ou por meio dos telefones: 1

5 / ANA (Brasília) SEMA (Belém) SEMA (Marabá) SEMA (Santarém) SEMA (Altamira) Conte conosco e seja legal com a água! ANÍBAL PESSOA PICANÇO Secretário de Estado de Meio Ambiente 2

6 2. INTRODUÇÃO A água é um bem natural limitado e insubstituível e que se não for utilizada com cuidado causará conflitos, poluição e a sua escassez. O governo federal e os governos estaduais de todo Brasil já estão se estruturando para orientar sua população sobre como utilizar bem as suas águas. E utilizar bem não é apenas fazer um uso eficiente da água, é ter limites e regras para todo o manancial, para toda a bacia hidrográfica, de modo que o usuário que esteja utilizando as águas rio acima não prejudique aquele que esteja rio abaixo. Dessa forma, a Outorga vem para disciplinar o uso da água em sua região e é fundamental que todos os usuários estejam regularizados e utilizando as águas de que necessita dentro dos limites e das condições dispostas no ato da Outorga. Como se vê, a Outorga exige muitas informações técnicas, desde conhecimento do comportamento natural do rio, lago ou poço, bem como informações sobre a forma com que o usuário faz uso das águas dentro do seu empreendimento (irrigação, indústria, abastecimento urbano, mineração, piscicultura, etc.). De posse dessas informações e seguindo regras preestabelecidas nas normas legais, é possível fazer um balanço hídrico do manancial e dizer se aquele uso da água poderá ou não ser outorgado, se ele trará ou não prejuízos ou causará conflitos com outros usuários da água e até mesmo degradação ambiental. Várias dessas informações são fornecidas pelo usuário, outras são de responsabilidade do Poder Público. Daí a necessidade de preenchimento de formulários para solicitar uma outorga, pois as informações prestadas serão de fundamental importância para que possamos fazer um bom controle do uso da água de sua região, evitando conflitos, poluição, escassez e impacto ambiental. 3

7 3. ALGUMAS DEFINIÇÕES TÉCNICAS 3.1 O QUE É OUTORGA A Outorga é um dos instrumentos da Política Nacional e Estadual de Recursos Hídricos por meio do qual o Poder Público autoriza o usuário, sob condições preestabelecidas, a utilizar ou realizar interferências hidráulicas nos recursos hídricos necessários à sua atividade, garantindo o direito de acesso a esses recursos, dado que a água é um bem de domínio público. 3.2 IMPORTÂNCIA DA OUTORGA Um usuário de água que possui outorga e que segue suas condições de uso e condicionantes tem grandes vantagens sobre os usuários que não a possuem, tais como: Não será embargado e nem pagará multas, desde que seja detentor da outorga preventiva ou da outorga de direito de uso de recursos hídricos; Em situações de estiagem, seu uso será garantido, exceto se houver usos mais nobres como consumo humano e dessedentação de animais; A outorga é pré-requisito para o licenciamento ambiental, certificação ambiental, conseguir empréstimos bancários e, até mesmo, para instalação da rede elétrica de empreendimento que faz usos de recursos hídricos; Em situações de conflito pelo uso da água, o usuário outorgado terá seus direitos preservados. 3.3 ASPECTOS LEGAIS A Outorga está disciplinada na Lei Federal n o 9.433, de 08 de janeiro de 1997, na Lei Estadual n o 6.381, de 25 de julho de 2001, na Resolução do Conselho Estadual de Recursos Hídricos n o 3, de 03 de setembro de 2008, e na Instrução Normativa da SEMA n o 31, de 07 de outubro de Ou seja, é um instrumento com amplo amparo legal e que dá ao outorgado plenas garantias de direito de acesso e de uso de recursos hídricos. 3.4 QUEM EMITE A OUTORGA Os rios e lagos que banham mais de um Estado ou país e, ainda, as águas armazenadas em reservatórios de propriedade de entidades federais, são de domínio da 4

8 União e, nestes casos, a outorga é emitida pela Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília DF. No território do Estado do Pará existem rios de domínio do Estado do Pará e rios de domínio da União. Para os rios de domínio do Estado do Pará, bem como para as águas subterrâneas, a outorga é emitida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA). A SEMA e a ANA poderão informar ao usuário se o corpo hídrico que ele pretende utilizar é de domínio do Estado do Pará ou da União. 3.5 MODALIDADES DE OUTORGA Constituem modalidades de outorga: Outorga Preventiva de Uso dos Recursos Hídricos: confere ao seu titular expectativa de direito de uso de recursos hídricos superficiais ou subterrâneos e são indicadas para empreendimentos não implantados, que estão em fase de planejamento; Outorga de Direito de Uso dos Recursos Hídricos: confere ao seu titular efetivo direito de uso de recursos hídricos superficiais ou subterrâneos e são indicadas para empreendimentos que estão implantados; Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica DRDH: aplicada ao processo de concessão, autorização e permissão do setor elétrico e deverá ser solicitado pela Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL. 3.6 QUEM DEVE PEDIR OUTORGA Agricultores; Pecuaristas; Empresas Agrícolas; Associações; Cooperativas; Aquicultores; Empresas e Indústrias em geral; Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL (para o caso de Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica DRDH); Qualquer outro usuário de água bruta superficial e subterrânea, ou que faz ou pretenda fazer obra hidráulica. 5

9 3.7 O QUE É PRECISO PARA OBTER A OUTORGA Para responder a essa pergunta, foram enumerados os critérios e os procedimentos para a outorga de uso da água, seguidos de um fluxograma ilustrativo o Passo: Identificar se a Outorga é Necessária Para isso, os usuários devem saber de onde vem a água que é utilizada na sua propriedade e para onde vão os efluentes. Todos os pontos de captação e todos os pontos de lançamento de efluentes devem ser analisados, pois a solicitação de outorga é individual para cada ponto. Para isso, é necessário o conhecimento dos usos sujeitos a outorga. Usos Sujeitos a Outorga De acordo com a Política Estadual de Recursos Hídricos, Lei n o 25/07/2001, os usos dos recursos hídricos sujeitos à outorga são: 6.381, de I derivação ou captação de parcela da água existente em um corpo de água para o consumo final, inclusive abastecimento público ou insumo de processo produtivo; II extração de água de aqüífero subterrâneo para consumo final ou insumo de processo produtivo; III lançamento de esgotos e demais resíduos, tratados ou não, em corpo de água, com o fim de sua diluição, transporte ou disposição final; IV aproveitamento de potenciais hidrelétricos; V utilização das hidrovias para o transporte; VI outros usos que alterem o regime, a quantidade ou a qualidade da água existente em um corpo de água. Podem Depender ou não de Outorga As interferências abaixo relacionadas podem depender ou não de outorga e deverão atender aos seguintes requisitos, sujeitando os responsáveis pelo empreendimento às penas da lei pelo seu descumprimento: 6

10 Pontes: permitir a manutenção das condições adequadas ao transporte aquaviário e respeitar as normas de dimensionamento estabelecidas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes DNIT; Obras hidráulicas tais como soleiras de nível, diques, obras de canalização, retificação e de desvio de leito de rio: não alterar o regime de vazões do corpo hídrico e permitir a manutenção das condições adequadas ao transporte aquaviário; Passagens molhadas e travessias aéreas, subaquáticas ou subterrâneas: permitir a manutenção das condições adequadas ao transporte aquaviário; Serviços de limpeza de margem e leito de rio, incluindo dragagem: não obstruir captações de água e pontos de lançamento de efluentes, não comprometer as eventuais obras de utilidades públicas existentes e restringir-se, no caso de dragagem, ao material de assoreamento, cuja disposição final deverá ser adequada. Usos que Independem de Outorga A seguir, estão apresentados os usos que não estão sujeitos à outorga. Se você faz ou pretende fazer alguma dessas interferências nos corpos de água, deverá solicitar a correspondente Declaração de Dispensa de Outorga. Uso da água para atendimento das necessidades de aglomerações de até 51 domicílios ou 400 habitantes. A Declaração de Dispensa de Outorga confere ao seu titular os mesmos direitos e deveres constantes das outorgas de direito de uso de recursos hídricos. Vale ressaltar que os usuários de água com usos considerados insignificantes não precisam solicitar outorga nem pagar pelo uso da água, mas devem fazer o requerimento de Declaração de Dispensa de Outorga na SEMA, em formulário específico. Os usos a seguir independerão de outorga apenas se uma manifestação técnica da SEMA indicar: Derivações, captações e lançamentos destinados a usos temporários de recursos hídricos, tais como atendimento emergencial de atividade de interesse público, realização de testes de equipamentos, os quais não se estabeleçam como uso permanente e que não se enquadram nos uso que independem de outorga; 7

11 Captações e lançamentos de água para atividades de extração de areia, seixo e cascalho em leito de rio e que não se enquadram nos usos que dependam de outorga o Passo: Identificar o Corpo Hídrico e o seu Domínio Verificar se o corpo hídrico é federal ou estadual. O domínio das águas foi definido pela Constituição Federal de 1988 (CF 1988) da seguinte forma: Bens da União: lagos, rios e quaisquer correntes de água em terrenos de seu domínio, ou que banhem mais de um estado, sirvam de limites com outros países, ou se estendam a território estrangeiro ou dele provenham, bem como os terrenos marginais e as praias fluviais. (art. 20 da CF de 1988). Bens dos Estados: as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em depósito, ressalvadas, neste caso, na mesma forma da lei, as decorrentes de obras da União. (art. 26 da CF de 1988). Órgão Responsável pela Outorga Uma vez conhecido o domínio, o usuário deve tratar com o respectivo órgão gestor de recursos hídricos responsável pela outorga. Para as águas de domínio federal, é atribuição da Agência Nacional de Águas (ANA) outorgar por intermédio de autorização, o direito de uso de recursos hídricos (art. 4º, Lei Federal n o 9.984/2000). Abaixo segue uma lista dos principais corpos de água de domínio da União no Estado do Pará, para os quais a correspondente outorga deverá ser solicitada à Agência Nacional de Águas ANA (www.ana.gov.br): Rio Amanã, Rio Monguba, Rio Urupadi, Lago Santo, Rio Muriti, Rio Andirá, Rio Mamuru, Rio Uaicurapá, Lago Uiacurapá, Rio Baracuxi, Rio Nhamundá, Lago do Faro, Paraná Bom Jardim, Rio Jamundá, Rio Amazonas, Rio Tapajós, Rio Juruena, Rio Iquê, Rio Teles Pires ou São Miguel, Rio Nhandu, Ribeirão Rochedo, Rio Cristalino, Igarapé Palmares, Igarapé Muiçu Buiuçu, Rio Xingu, Rio Culuene, Igarapé da Pedra, Igarapé Fontourinha, Córrego Fontoura/Comandante Fontoura, Rio da Liberdade, Córrego Gamela, Rio Iriri, Rio Iriri Novo, entre outros. Se o corpo de água for de domínio do Estado do Pará, a atribuição é da 8

12 Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) outorgar por intermédio de autorização, o direito de uso de recursos hídricos (art. 15º, Lei Estadual n o 6.381/2001). O usuário deverá fazer seu pedido de outorga mediante apresentação à SEMA de formulário(s) específico(s) e em seu site na Internet (www.sema.pa.gov.br), observando que: Os documentos comprobatórios das informações prestadas nos formulários deverão ser mantidos em poder do requerente e, quando solicitados, deverão ser disponibilizados à SEMA; Estudos e projetos técnicos, quando solicitados, deverão ser executados sob a responsabilidade de profissional legalmente habilitado, com registro no respectivo Conselho de Classe; Os pedidos de outorga deverão incluir todos os usos e intervenções nos recursos hídricos existentes ou previstos no empreendimento o Passo: Solicitar Outorga para o Uso de Recursos Hídricos Uma vez conhecido o domínio do manancial, deve ser encaminhado ao órgão competente o pedido de outorga. Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos de Domínio da União A Resolução ANA n o 707, de 21 de dezembro de 2004, regulamenta a forma de solicitar a outorga. Como passo inicial, deve ser realizado o registro do uso da água no Cadastro Nacional de Usuários de Recursos Hídricos CNARH. A Declaração de Uso gerada pelo sistema CNARH impressa, juntamente com o formulário de requerimento de outorga, devidamente preenchido e documentos adicionais, deverão ser encaminhados à ANA, para o seguinte endereço, sem custo algum para o interessado: Agência Nacional de Águas - Superintendência de Outorga e Fiscalização Setor Policial - Área 5, Quadra 3, Bloco L- CEP: Brasília - DF. Entre no site da ANA (www.ana.gov.br) e obtenha mais detalhes de como solicitar a sua outorga. Outorga de Direito de Uso de recursos Hídricos de Domínio do Estado do Pará No site da SEMA (www.sema.pa.gov.br), o usuário poderá obter os formulários correspondentes a cada tipo de uso e de intervenção. Em observância ao estabelecido no Art. 5º da IN 31, a documentação a ser encaminhada à SEMA para solicitação de 9

13 outorga deverá conter: - Documentos administrativos obrigatórios e condicionantes; - Documentos técnicos obrigatórios. são: Os documentos administrativos obrigatórios em todos os Processos Requerimento Padrão modelo SEMA (original e assinatura reconhecida); DIA Declaração de Informações Ambientais, original; Alvará de Licença da Prefeitura Municipal, atualizado e autenticado; Cópia da Licença Ambiental (se existente) ou protocolo de solicitação de licença; ART Anotação de Responsabilidade Técnica, expedida pelo CREA-PA. Os documentos condicionantes são: Requerente é Pessoa Física - CPF (Cópia autenticada) - RG (Cópia autenticada) Requerente é representado por terceiros - CPF do Procurador (Cópia autenticada) - RG do procurador (Cópia autenticada) - Procuração para o representante (Cópia autenticada) Requerente é Pessoa Jurídica - CNPJ - Inscrição Estadual - RG do Representante Legal (Cópia autenticada) - CPF do Representante Legal (Cópia autenticada) - Contrato Social ou estatuto da empresa (Cópia autenticada) Requerente é Prefeitura - CNPJ - CPF e RG do Prefeito (Cópia autenticada) - Diploma do Prefeito (Cópia autenticada) - ATA da posse do Prefeito 10

14 Os documentos técnicos obrigatórios em todos os Processos são: Relatório Técnico este deve ser elaborado de acordo com o Termo de Referência; Registro Fotográfico; Requerimento de Outorga, de acordo com o tipo de solicitação: - Formulário A - captação de água superficial; - Formulário B - captação de água subterrânea; - Formulário C Obra Hídrica; - Formulário D lançamento de efluentes; - Formulário E - Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica para Geração de Energia Elétrica. - Requerimento de Dispensa de Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos; - Requerimento de Renovação da Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos; - Requerimento de Alteração de Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos; - Comunicação de Desistência de Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos. Para o caso de Renovação de Outorga, a documentação a ser encaminhada à SEMA, com antecedência mínima de 6 meses, deverá conter: Requerimento de renovação de outorga da SEMA; Entrega de documentos listados como condicionantes da outorga. Documentos Administrativos (Obrigatórios e Condicionados); Cópia da Outorga (Autorização) anterior; Documentos solicitados como condicionante na Outorga; Formulários de Outorga preenchidos(s) com os dados do Processo Anterior apresentado à SEMA-PA Cópia atualizada das análises físico-químicas e bacteriológicas. Observação: O usuário dará à SEMA todas as informações sobre o uso da água que faz ou pretende fazer em seu empreendimento. São informações muito importantes para que a SEMA possa instruir bem o processo de outorga. Para isso, é fundamental que o responsável pelo preenchimento dos formulários o faça com atenção, 11

15 preenchendo todos os campos, e não deixe de prestar nenhum esclarecimento adicional quando for solicitado pela SEMA o Passo: Pagamento pela Solicitação da Outorga Para os rios de domínio do Estado do Pará, os custos administrativos da outorga deverão ser ressarcidos pelo requerente de acordo com a Resolução Estadual de Meio Ambiente n o 44, de 22/08/2006. Ressalta-se que quando o processo é liberado para outorga, o qual é disponibilizado no site (www.sema.pa.gov.br), o responsável pelo processo encaminha-se a Gerência da Central de Atendimento da SEMA (GECAT) e solicita a geração do Documento de Arrecadação Estadual (DAE), que após ser pago, dará direito ao requerente receber o documento de Outorga. O fluxograma passo a passo para a obtenção de outorga de direito de uso de recursos hídricos ocorre conforme a seguir (Figura 1). 1º PASSO: IDENTIFICAR SE A OUTORGA É NECESSÁRIA SIM USOS DEPENDEM DE OUTORGA? NÃO FIM 2º PASSO: IDENTIFICAR O CORPO HÍDRICO E O DOMÍNIO NÃO USOS INSIGNIFICANTES? SIM 3º PASSO: SOLICITAR A OUTORGA DE DIREITO DE USO DE RECURSOS HÍDRICOS EFETUAR O CADASTRO NA ANA OU NA SEMA PARA OBTER O REQUERIMENTO DE DISPENSA DE OUTORGA 4º PASSO: PARA OS RIOS DE DOMÍNIO DA UNIÃO, A OUTORGA NA ANA É TOTALMENTE GRATUITA. PARA OS RIOS DE DOMÍNIO DO ESTADO DO PARÁ, APÓS LIBERAÇÃO DO PROCESSO NA INTERNET, EFETUAR O PAGAMENTO DO DAE PARA TER DIREITO RECEBER O DOCUMENTO DE OUTORGA. Figura 1 Fluxograma passo a passo para obtenção da outorga de direito de recursos hídricos 12

16 3.8 IMPORTANTE SABER A Outorga Preventiva não dá direito de uso da água, garante apenas uma reserva dos volumes de água necessários aos empreendimentos que estão em fase de planejamento. A análise e emissão da outorga obedecerão, no mínimo, às seguintes prioridades: o O interesse público; o A data da protocolização do pedido de outorga. O outorgado poderá: o Renovar a sua outorga, mediante solicitação, com no mínimo 6 (seis) meses de antecedência do seu vencimento; o Alterar a sua outorga, mediante solicitação, a qualquer tempo; o Desistir de sua outorga, mediante comunicação, a qualquer tempo. Sobre a vigência das outorgas: o Outorga Preventiva: até 3 (três) anos; o Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos: até 35 (dez) anos; o Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos para concessionárias e autorizadas de serviços públicos e de geração hidrelétrica: prazos coincidentes com os dos correspondentes contratos de concessão ou atos administrativos de autorização. A outorga de direito de uso de recursos hídricos poderá ser suspensa, parcial ou totalmente, por prazo determinado, revogada ou cassada nas seguintes situações: o Não cumprimento, pelo Outorgado, dos termos da outorga; o Ausência de uso dos recursos hídricos por três anos consecutivos; o Necessidade premente de água para atender a situações de calamidade, inclusive as decorrentes de condições climáticas adversas; o Necessidade de prevenir ou reverter grave degradação ambiental; o Necessidade de atender a usos prioritários, de interesse coletivo, para os quais não se disponha de fontes alternativas; o Necessidade de serem mantidas as características de navegabilidade do corpo hídrico; 13

17 o Não início da implantação do empreendimento objeto da outorga em até 2 (dois) anos, contados da data de publicação da outorga; o Não conclusão da implantação do empreendimento projetado em até 6 (seis) anos, contados da data de publicação da outorga; o No caso de ser instituído regime de racionamento de uso de recursos hídricos; o Existência de conflito pelo uso da água e conflito com normas supervenientes; o Quando os estudos de planejamento local ou regional, ou celebração de marcos regulatórios e alocações negociadas de água indicar a necessidade de revisão das outorgas emitidas; o Quando necessária adequação aos planos de recursos hídricos e à execução de ações para garantir a prioridade de uso dos recursos hídricos, prevista no art. 13 da Lei nº 9.433, de 1997; o Indeferimento ou cassação da licença ambiental, se for o caso. o Superveniência de caso fortuito ou força maior; A suspensão, ainda que parcial, a revogação e a cassação da outorga não dão direito à indenização ao Outorgado, e implicam corte ou redução dos usos outorgados. Em situações de escassez, os usos prioritários são, nesta ordem: o Consumo humano, dessedentação animal e os usos declarados de utilidade pública e de interesse social; o Usos para fins agrícolas, onde houver sistema coletivo; o Usos para fins agrícolas individuais; o Outros usos permitidos. A outorga de direito de uso de recursos hídricos extingue-se, sem qualquer direito à indenização ao usuário, mediante as seguintes circunstâncias: o Morte do usuário pessoa física; o Liquidação judicial ou extrajudicial do usuário pessoa jurídica; o Término do prazo de validade de outorga sem que tenha havido tempestivo pedido de renovação; No caso de morte do usuário, os herdeiros ou inventariantes do Outorgado, se interessados em prosseguir com a utilização da outorga, deverão solicitar em até cento e oitenta dias da data do 14

18 óbito, a retificação da outorga, que manterá seu prazo e condições originais, quando da definição dos legítimos herdeiros, sendo emitido novo ato de outorga em nome destes. A critério da SEMA, poderá ser solicitado do outorgado a implantação e a manutenção de equipamentos de medição para monitoramento contínuo da vazão captada e lançada. É proibido o lançamento de esgotos e demais resíduos líquidos ou gasosos, tratados ou não, em águas subterrâneas. O usuário poderá contestar as decisões da SEMA mediante recurso administrativo. 3.9 OBRIGAÇÕES DO OUTORGADO Uma vez outorgado, o usuário estará sujeito às seguintes obrigações: Os atos de outorga não dispensam nem substituem a obtenção, pelo Outorgado, de certidões, alvarás ou licenças de qualquer natureza, exigidos pela legislação federal, estadual ou municipal. O Outorgado deve cumprir todas as condições estabelecidas nos atos de outorga, ficando sujeitos às penalidades previstas pelo seu descumprimento e pelos eventuais prejuízos causados a terceiros, decorrentes do uso inadequado que vier a fazer da outorga. Quando a outorga abranger direito de uso múltiplo de recursos hídricos, o Outorgado ficará responsável pela observância concomitante de todos os usos outorgados. Toda documentação a ser apresentada deverá estar no idioma Português, sendo que a documentação técnica, relativa aos projetos, deverá ser apresentada em meio digital, informando o software utilizado. A documentação técnica deverá ser assinada pelo Responsável Técnico (RT) e conter o número do seu registro no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia CREA. O outorgado deverá se responsabilizar pelo padrão de qualidade e de potabilidade da água, a partir da retirada do corpo hídrico, verificando a qualidade exigida para 15

19 cada uso pretendido e providencia, quando couber, junto aos órgãos competentes, as autorizações e certificações necessárias. O Outorgado se sujeita à fiscalização da SEMA, por intermédio de seus agentes e prepostos, devendo franquear-lhes o acesso ao empreendimento e à documentação relativa à outorga, como projetos, contratos, relatórios e registros. Pelo descumprimento das disposições legais regulamentares decorrentes do uso da água, dos termos da outorga e pelo não atendimento das solicitações, recomendações e determinações da fiscalização, o outorgado estará sujeito às penalidades previstas na legislação e regulamentação da SEMA. 16

20 4. ENDEREÇOS IMPORTANTES AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS ENDEREÇO: Setor Policial Sul, Área 5, Quadra 3, Bloco M - CEP: Brasília Distrito Federal Telefone: / Horário de 08:00h até 18:00h Atendimento Site SEMA - SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE ENDEREÇO: Travessa Lomas Valentinas, 2717, Cep: Belém-PA Telefone: Horário de 09:00h até 17:00h Atendimento Site SEMA- UNIDADE REGIONAL MARABÁ ENDEREÇO: Rua João Pessoa, nº Bairro: Novo Horizonte, CEP: Telefone: Horário de 08:00h até 18:00h Atendimento SEMA - UNIDADE REGIONAL SANTARÉM ENDEREÇO: Rua Rosa Passos, nº 525. Bairro: Prainha, CEP: Perímetro: Av. Borges Leal e Av. Álvaro Adolfo Telefone: Horário de 08:00h até 14:00h Atendimento SEMA - UNIDADE REGIONAL ALTAMIRA ENDEREÇO: Travessa Florianópolis, nº 1226, Bairro: Uirapurú, Altamira-PA. CEP: Telefone: Horário de 08:00h até 14:00h Atendimento 17

21 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS LEGISLAÇÃO FEDERAL Lei n o 9.433, de 8/01/1997. Lei n o 9.984, de 17/07/2000. LEGISLAÇÃO ESTADUAL Lei n o 6.381, de 25/07/2001. Decreto n o 5565, de 11/10/2002. Resolução do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH) n o 3, de 03/09/2008. Resolução do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH) n o 6, de 03/09/2008. Resolução do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH) n o 8, de 17/11/2008. Resolução do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH) n o 9, de 12/02/2009. Instrução Normativa da SEMA n o 31, de 07/10/2009. SITES CONSULTADOS ANA IGAM Sistema FIRJAN SEMA SEMARH SERLA 18

22 6. ROTEIRO BÁSICO DE RELATÓRIO PARA OBRAS HÍDRICAS Com a finalidade de oferecer o suporte necessário para que os usuários façam a execução de projetos produtivos que demandem uso da água (captação) ou de infraestrutura complementar à produção (obras hidráulicas), é descrito a seguir um roteiro básico de relatório que deve ser apresentado à SEMA quando se tratar de obra hidráulica tipo barramento. Este deve ser apresentado com a seguinte estrutura: 1 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO/PROPRIEDADE Nome ou Razão Social / Nome da Propriedade: CPF ou CNPJ do Empreendimento Endereço: Número: Complemento: Bairro: CEP: Município/UF Fone: 2 IDENTIFICAÇÃO DA OBRA a) tipo de barragem (concreto, terra, enrrocamento, etc.); b) localização (coordenadas UTM e descrição do acesso ao local, com croqui); c) bacia hidrográfica principal (local) e nome do curso d água alvo da obra; d) mencionar os critérios utilizados para a escolha da posição do eixo da barragem; 3) INFORMAÇÕES TÉCNICAS a) finalidade da obra, por meio da definição do(s) tipo(s) de uso (ex: irrigação, abastecimento humano, dessedentação animal, usos múltiplos, etc.); b) área da bacia de contribuição (área de drenagem a montante do ponto de interferência no curso d água), km²; c) curva cota-área-volume do reservatório; d) volume de acumulação do reservatório (morto / útil / total), em m³; e) vazão de descarga para jusante (a descarga deverá ser de fundo e deve conter um relato, de forma clara e sucinta, do tipo de descarga, suas dimensões e maneira de operação desta estrutura de descarga); f) vazão máxima de projeto: este tipo de informação é imprescindível para dimensionamento da estrutura extravasora (vertedouro / sangradouro), ou seja, para o 19

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