ESTATÍSTICA. Objectivo: recolha, compilação, análise e interpretação de dados. ESTATÍSTICA DESCRITIVA INFERÊNCIA ESTATÍSTICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTATÍSTICA. Objectivo: recolha, compilação, análise e interpretação de dados. ESTATÍSTICA DESCRITIVA INFERÊNCIA ESTATÍSTICA"

Transcrição

1 1 ESTATÍSTICA Objectivo: recolha, compilação, análise e interpretação de dados. ESTATÍSTICA DESCRITIVA INFERÊNCIA ESTATÍSTICA Estatística descritiva : o objectivo é sintetizar e representar de uma forma compreensível a informação contida num conjunto de dados. Este objectivo é particularmente importante quando o volume de dados é significativo. Traduz-se na construção de tabelas, de gráficos ou no cálculo de medidas que representem adequadamente a informação contida nos dados. Inferência estatística : o objectivo é, com base na análise de um conjunto limitado de dados (uma amostra) caracterizar o todo a partir do qual tais dados foram obtidos (a população). Trata-se de um objectivo mais ambicioso do que o da estatística descritiva exigindo naturalmente técnicas mais sofisticadas. Exemplos

2 2 POPULAÇÃO AMOSTRA Para introduzir estes conceitos considere-se uma determinada análise estatística que incide sobre um conjunto de objectos e, em particular, sobre uma característica que sendo comum a esses objectos, difere em quantidade ou qualidade. POPULAÇÃO (UNIVERSO): conjunto dos dados que expressam a característica em causa para todos os objectos sobre os quais a análise incide. AMOSTRA: subconjunto de dados que pertencem à população P A 1 A 2 A 3 Observações: Os termos POPULAÇÃO/AMOSTRA são frequentemente utilizados para se fazer referência, indistintamente, aos objectos sobre os quais incide a análise estatística e aos dados que medem a característica que é analisada. Os conceitos POPULAÇÃO/AMOSTRA são definidos em função de uma dada análise estatística e, em particular do seu objectivo. Se este se modificar, altera-se também a população e o conjunto de amostras que a partir dela se podem obter.

3 3 Os conceitos POPULAÇÃO/AMOSTRA podem ser generalizados CONJUNTAS. apresentados POPULAÇÕES São populações constituídas por vectores ordenados de dados. Surgem quando se analisam simultaneamente várias características dos diferentes objectos em causa bem como, as relações de associação entre elas. Dimensão da população 1. População finita, susceptível de ser tratada como tal 2. População finita, susceptível de ser tratada como infinita. 3. População infinita ANALISAR AMOSTRA POPULAÇÃO População infinita. Custo excessivo do processo de recolha e tratamento dos dados, como resultado da grande dimensão da população ou da complexidade do processo de caracterização de cada elemento da população.

4 Tempo excessivo do processo de recolha e tratamento dos dados podendo conduzir à obtenção de informação desactualizada (porque a população se altera) ou obsoleta (por levar a que se exceda o prazo dentro do qual a informação é útil). Recolha de informação através de métodos destrutivos. Inacessibilidade a alguns elementos da população (por razões de ordem legal, por exemplo). 4 FASES DO MÉTODO DE ANÁLISE ESTATÍSTICA O método de abordagem dos problemas pode ser decomposto em várias etapas, entre as quais existem frequentemente interacções que impedem que o processo global de análise seja puramente sequencial: Estabelecimento do objectivo da análise a efectuar e definição da(s) população(ões) correspondentes. Concepção de um procedimento adequado para a selecção de uma ou mais amostras. Recolha de dados. Análise dos dados. Estabelecimento de inferências acerca da população com base na informação amostral.

5 5 AMOSTRAGEM Processo de selecção de uma amostra a partir de uma população. MÉTODOS DE SELECÇÃO DA AMOSTRA AMOSTRAGEM PROBABILÍSTICA AMOSTRAGEM NÃO-PROBABILÍSTICA AMOSTRAGEM PROBABILÍSTICA: cada um dos elementos da população tem hipóteses de ser incluído na amostra, sendo possível medir com rigor qual a possibilidade de tal suceder, através do cálculo da respectiva probabilidade. Existem diversos processos de amostragem probabilística (amostragem aleatória, amostragem sistemática, amostragem estratificada, amostragem por clusters,...), sendo o mais importante a amostragem aleatória. AMOSTRAGEM ALEATÓRIA: garante que todos os elementos da população têm as mesmas hipóteses de serem integrados na amostra evitando-se qualquer enviesamento da selecção, isto é, qualquer tendência sistemática para subrepresentar ou sobrerepresentar na amostra alguns elementos da população. Exemplos

6 AMOSTRAGEM NÃO-PROBABILÍSTICA: não permitem definir com rigor a probabilidade de inclusão dos diferentes elementos da população na amostra. São mais expeditos e mais económicos que os métodos de amostragem probabilística. São utilizados quando não há preocupação de rigor na representatividade da amostra (realização de estudos piloto ou análises preliminares). 6 Existem também diversos processos de amostragem nãoprobabilística (amostragem por conveniência, amostragem subjectiva, amostragem snowball, amostragem sequencial,...). Entre os mais utilizados temos: AMOSTRAGEM POR CONVENIÊNCIA: o critério que essencialmente preside à escolha dos elementos da amostra é a conveniência para o analista. AMOSTRAGEM SUBJECTIVA: os elementos da amostra são seleccionados pelo analista com base num critério pessoal, eminentemente subjectivo, de representatividade. Exemplos RECOLHA DE DADOS DADOS PRIMÁRIOS: aqueles dados que são obtidos directamente pelo analista ou pela sua organização ( dados incluídos nos sistemas de informação das organizações ou aqueles que são obtidos propositadamente para a análise estatística em causa).

7 DADOS SECUNDÁRIOS: aqueles dados que foram compilados ou publicados por outra organização ( dados obtidos a partir de agências governamentais, associações empresariais ou sindicatos ou empresas especializadas em estudos de mercado). 7 ANÁLISE DOS DADOS Esta análise é efectuada recorrendo às técnicas de estatística descritiva com o objectivo de sintetizar a informação contida nos dados. Verifica-se frequentemente que uma das consequências importantes deste esforço de síntese é a detecção de erros no processo de recolha de dados. INFERÊNCIAS ACERCA DA(S) POPULAÇÃO(ÕES) Esta fase envolve um procedimento do tipo indutivo (com base na informação contida numa ou em mais amostras, pretende-se retirar conclusões relativas a uma ou mais populações). As conclusões obtidas não se podem classificar em verdadeiras ou falsas, apenas se lhe pode atribuir um grau de credibilidade maior ou menor. Dedução População Amostra Indução

8 8 ESTATÍSTICA DESCRITIVA A forma de representar a informação contida numa amostra depende, antes do mais, da escala na qual são expressos os dados que a integram. CLASSIFICAÇÃO DOS DADOS SEGUNDO A ESCALA NA QUAL SÃO EXPRESSOS: NOMINAL ORDINAL DE INTERVALO ABSOLUTA Os dados expressos numa das duas primeiras escalas dizem-se qualitativos enquanto que os que forem expressos numa das duas últimas se dizem quantitativos. DADOS QUALITATIVOS : ESCALA NOMINAL ESCALA ORDINAL Os dados dizem-se expressos numa escala nominal quando cada um deles for identificado apenas pela atribuição de um nome que designa uma classe. As classes devem ser exaustivas (qualquer dado pertence a uma das classes), mutuamente exclusivas (cada dado pertence a uma só classe) e não ordenáveis (não existe nenhum critério relevante que permita estabelecer preferência por qualquer classe relativamente às restantes). Aquilo que distingue a escala ordinal da escala nominal é a possibilidade de se estabelecer uma ordenação das classes nas quais os dados são classificados, segundo algum critério relevante.

9 9 DADOS QUANTITATIVOS : ESCALA DE INTERVALO ESCALA ABSOLUTA Numa escala de intervalo, os dados são diferenciados e ordenados por números expressos numa escala cuja origem é arbitrária. Neste caso pode-se atribuir um significado à diferença entre esses números, mas não à razão entre eles. Contrariamente ao que sucede com a escala de intervalo, a escala absoluta tem uma origem fixa. Nesta escala zero significa nada. Como consequência do facto da origem ser fixa, a razão entre dados expressos numa escala absoluta passa a ter significado, tal como sucede com o intervalo entre tais dados. Entre os dados quantitativos, quer sejam expressos em escalas de intervalo ou absolutas, é conveniente fazer uma distinção relativamente ao conjunto de valores que eles podem tomar: Discretos: diz-se que os dados são discretos, ou que são realizações de uma variável discreta, se o conjunto de valores que os dados amostrais podem tomar é numerável. Contínuos: diz-se que os dados são contínuos, ou que são realizações de uma variável contínua, se o conjunto de valores que os dados amostrais podem tomar é não numerável. Exemplos

I Introdução. 2. Colecção de dados. Amostras 3. Variáveis estatísticas. Tratamento de Dados 2º Semestre

I Introdução. 2. Colecção de dados. Amostras 3. Variáveis estatísticas. Tratamento de Dados 2º Semestre I Introdução 2. Colecção de dados. Amostras 3. Variáveis estatísticas Objectivo Transformar Dados em Informação Definições Universo ou população Conjunto de elementos com uma característica comum susceptível

Leia mais

AULA 1 - CONCEITOS BÁSICOS E APRESENTAÇÃO DE DADOS PARTE 1

AULA 1 - CONCEITOS BÁSICOS E APRESENTAÇÃO DE DADOS PARTE 1 AULA 1 - CONCEITOS BÁSICOS E APRESENTAÇÃO DE DADOS PARTE 1 INFORMAÇÕES Professor: Roberto C. Leoni BLOG: http://aedbest.wordpress.com Apostilas com exercícios e gabaritos Software R http://cran.r-project.org/

Leia mais

Testes t para médias

Testes t para médias Testes t para médias 1-1 Testes t para médias Os testes t aplicam-se tanto a amostras independentes como a amostras emparelhadas. Servem para testar hipóteses sobre médias de uma variável quantitativa

Leia mais

Introdução à Estatística Estatística Descritiva 22

Introdução à Estatística Estatística Descritiva 22 Introdução à Estatística Estatística Descritiva 22 As tabelas de frequências e os gráficos constituem processos de redução de dados, no entanto, é possível resumir de uma forma mais drástica esses dados

Leia mais

Conceitos básicos, probabilidade, distribuição normal e uso de tabelas padronizadas

Conceitos básicos, probabilidade, distribuição normal e uso de tabelas padronizadas Conceitos básicos, probabilidade, distribuição normal e uso de tabelas padronizadas Prof. Marcos Vinicius Pó Métodos Quantitativos para Ciências Sociais Alguns conceitos População: é o conjunto de todos

Leia mais

Medidas e Escalas: Fundamentos e Escalas Comparativas Prentice Hall

Medidas e Escalas: Fundamentos e Escalas Comparativas Prentice Hall Medidas e Escalas: Fundamentos e Escalas Comparativas 1-1 Sumário 1) Visão Geral; 2) Medidas e Escalas; 3) Principais ; i. Escala Nominal ii. Escala Ordinal iii. Escala Intervalar iv. Escala de Razão 1-2

Leia mais

CE Estatística I

CE Estatística I CE 002 - Estatística I Agronomia - Turma B Professor Walmes Marques Zeviani Laboratório de Estatística e Geoinformação Departamento de Estatística Universidade Federal do Paraná 1º semestre de 2012 Zeviani,

Leia mais

Amostragem Objetivos - Identificar as situações em que se deve optar pela amostragem e pelo censo. - Compreender e relacionar AMOSTRA e POPULAÇÃO.

Amostragem Objetivos - Identificar as situações em que se deve optar pela amostragem e pelo censo. - Compreender e relacionar AMOSTRA e POPULAÇÃO. Amostragem Objetivos - Identificar as situações em que se deve optar pela amostragem e pelo censo. - Compreender e relacionar AMOSTRA e POPULAÇÃO. - Que é Amostragem Aleatória Simples. - Métodos para a

Leia mais

PROGRAMA e Metas Curriculares Matemática A. Estatística. António Bivar, Carlos Grosso, Filipe Oliveira, Luísa Loura e Maria Clementina Timóteo

PROGRAMA e Metas Curriculares Matemática A. Estatística. António Bivar, Carlos Grosso, Filipe Oliveira, Luísa Loura e Maria Clementina Timóteo PROGRAMA e Metas Curriculares Matemática A Estatística António Bivar, Carlos Grosso, Filipe Oliveira, Luísa Loura e Maria Clementina Timóteo O tema da Estatística nos Cursos Científico-Humanísticos de

Leia mais

Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos

Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos Olá Gerente de Projeto. Nos artigos anteriores descrevemos um breve histórico sobre a história e contextualização dos riscos, tanto na vida real

Leia mais

AULA 4 OS DESENHOS DE PESQUISA

AULA 4 OS DESENHOS DE PESQUISA AULA 4 OS DESENHOS DE PESQUISA Roteiro da aula 1. Por que planejar a pesquisa? 2. Principais tipos de desenhos de pesquisa - Quantitativos ou qualitativos - Transversais ou longitudinais - Exploratórios,

Leia mais

Pesquisa Operacional II. Professor: Roberto César

Pesquisa Operacional II. Professor: Roberto César Pesquisa Operacional II Professor: Roberto César POPULAÇÃO E AMOSTRA População: refere-se ao grupo total. Amostra: é toda fração obtida de uma população (independente de seu tamanho). Quando usar Amostragem?

Leia mais

Estatística. Professora: Eliana Carvalho Estatística e Probabilidade 1

Estatística. Professora: Eliana Carvalho Estatística e Probabilidade 1 Estatística Fonte bibliográfica: FARIAS, Alberto Alves Introdução a Estatística MEYER, Paul L. Probabilidade: Aplicações à Estatística MONTGOMERY, Douglas C; Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros.

Leia mais

CAPÍTULO 3 POPULAÇÃO E AMOSTRA

CAPÍTULO 3 POPULAÇÃO E AMOSTRA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS GCN 7901 ANÁLISE ESTATÍSTICA EM GEOCIÊNCIAS PROFESSOR: Dr. ALBERTO FRANKE CONTATO: alberto.franke@ufsc.br F: 3721 8595 CAPÍTULO 3 POPULAÇÃO E AMOSTRA As pesquisas de opinião

Leia mais

Teste Qui-quadrado de aderência Rinaldo Artes Insper Instituto de Ensino e Pesquisa 2014

Teste Qui-quadrado de aderência Rinaldo Artes Insper Instituto de Ensino e Pesquisa 2014 Teste Qui-quadrado de aderência Rinaldo Artes Insper Instituto de Ensino e Pesquisa 2014 Objetivo: Decidir se um conjunto de dados segue uma determinada distribuição de probabilidades. Exemplo 1: Uma emissora

Leia mais

LIKERT (EVA Discreta) - mais conhecida versão categórica alternativa à EVA. www.isaia.com.br Porto Alegre/RS

LIKERT (EVA Discreta) - mais conhecida versão categórica alternativa à EVA. www.isaia.com.br Porto Alegre/RS EVA -método comum para rápidas avaliações subjetivas na pesquisa clínica, sobretudo na medição de fenômenos subjetivos como qualificações de dor ou de humor; LIKERT (EVA Discreta) - mais conhecida versão

Leia mais

Distribuição de frequências:

Distribuição de frequências: Distribuição de frequências: Uma distribuição de frequências é uma tabela que reúne o conjunto de dados conforme as frequências ou as repetições de seus valores. Esta tabela pode representar os dados em

Leia mais

Pesquisa, metodologia e métodos (O qué que eu faço...?)

Pesquisa, metodologia e métodos (O qué que eu faço...?) Pesquisa, metodologia e métodos (O qué que eu faço...?) O que é Pesquisa? O que é Metodologia? David González david.epidemio@gmail.com O que é Método? E dai? Pesquisa 1. Indagação; inquirição; busca; investigação;

Leia mais

Data Mining. Rodrigo Leite Durães

Data Mining. Rodrigo Leite Durães Rodrigo Leite Durães rodrigo_l_d@yahoo.com.br Processo de mineração de dados e descoberta de informações relevantes em grandes volumes de dados. "... processo não-trivial de identificar, em dados, padrões

Leia mais

Incertezas nas medidas

Incertezas nas medidas Incertezas nas medidas O objectivo de qualquer medição é avaliar um produto ou o resultado, aceitando ou rejeitando esse produto ou esse teste (e. calibração, inspecção, investigação científica, comércio,

Leia mais

NOÇÃO DE MEDIDA. O ato de medir está sempre associado ao ato de comparar. Utilizamos como base de comparação uma unidade de medida,

NOÇÃO DE MEDIDA. O ato de medir está sempre associado ao ato de comparar. Utilizamos como base de comparação uma unidade de medida, NOÇÃO DE MEDIDA O ato de medir está sempre associado ao ato de comparar. Utilizamos como base de comparação uma unidade de medida, Medir uma dada grandeza consiste em comparar o seu valor com a respetiva

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO TERRITORIAL DE EMPRESAS DE TECNOLO- GIAS DA INFORMAÇÃO E COMU- NICAÇÃO: O CASO DO MINHO E DO NORTE DE PORTUGAL

DISTRIBUIÇÃO TERRITORIAL DE EMPRESAS DE TECNOLO- GIAS DA INFORMAÇÃO E COMU- NICAÇÃO: O CASO DO MINHO E DO NORTE DE PORTUGAL 1. Objectivos e metodologia Em trabalho separado fez-se um inventário das empresas de tecnologias de informação e comunicação (TIC) do Minho e respectiva caracterização, indo até ao nível territorial de

Leia mais

Prova Resolvida Raciocínio Lógico Quantitativo e Estatística (ANAC/2016) Prof. Guilherme Neves

Prova Resolvida Raciocínio Lógico Quantitativo e Estatística (ANAC/2016) Prof. Guilherme Neves Prova Resolvida Raciocínio Lógico Quantitativo e Estatística (ANAC/2016) 31- (ANAC 2016/ESAF) A negação da proposição se choveu, então o voo vai atrasar pode ser logicamente descrita por a) não choveu

Leia mais

1º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 17/2016, de 4 de abril)

1º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 17/2016, de 4 de abril) INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA MATEMÁTICA 2016 Prova 42 2016 1º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 17/2016, de 4 de abril) O presente documento divulga informação relativa à prova de

Leia mais

Sumário. CAPÍTULO 1 Conceitos preliminares 1. CAPÍTULO 2 Descrição de dados: análise monovariada 47

Sumário. CAPÍTULO 1 Conceitos preliminares 1. CAPÍTULO 2 Descrição de dados: análise monovariada 47 CAPÍTULO 1 Conceitos preliminares 1 Introdução........................................................1 O que é estatística?.................................................. 4 Papel dos microcomputadores.........................................

Leia mais

Probabilidade. Experiências aleatórias

Probabilidade. Experiências aleatórias Probabilidade Experiências aleatórias 1 Experiências aleatórias Acontecimento: Qualquer colecção de resultados de uma experiência. Acontecimento elementar: Um resultado que não pode ser simplificado ou

Leia mais

2.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 17/2016, de 4 de abril)

2.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 17/2016, de 4 de abril) INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA CIÊNCIAS NATURAIS 2016 Prova 02 / 2016 1ª e 2ª fase 2.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 17/2016, de 4 de abril) O presente documento divulga informação

Leia mais

Introdução à pesquisa clínica. FACIMED Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira

Introdução à pesquisa clínica. FACIMED Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira Introdução à pesquisa clínica FACIMED 2012.1 Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira Questão de pesquisa x relevância Questão PICO FINER Literatura existente Como fazer? Delineamento

Leia mais

3.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto - Lei nº 17/2016, de 4 de abril)

3.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto - Lei nº 17/2016, de 4 de abril) INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA História 2016 Prova 19 / 2016 1ª e 2ª Fase 3.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto - Lei nº 17/2016, de 4 de abril) O presente documento divulga informações relativas

Leia mais

Determinação de medidas de posição a partir de dados agrupados

Determinação de medidas de posição a partir de dados agrupados Determinação de medidas de posição a partir de dados agrupados Rinaldo Artes Em algumas situações, o acesso aos microdados de uma pesquisa é restrito ou tecnicamente difícil. Em seu lugar, são divulgados

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE BENAVENTE

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE BENAVENTE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE BENAVENTE Informação Prova de Equivalência à Frequência 2º Ciclo do Ensino Básico 2014/2015 Alunos com Necessidades Educativas Especiais Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 julho Aprovado

Leia mais

Conceitos Básicos em Estatística

Conceitos Básicos em Estatística Introdução à Estatística Conceitos Básicos em Estatística 1 Conceitos Básicos em Estatística Definição Uma população é uma colecção de unidades individuais, que podem ser pessoas, animais, resultados experimentais,

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prática

Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prática Ano Letivo Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prática (De acordo com o Capítulo III, Artigo 18º do Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário, anexo ao Despacho

Leia mais

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002....

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... 1 Como encaminhar uma Pesquisa? A pesquisa é um projeto racional e sistemático com objetivo de proporcionar respostas

Leia mais

AS SETE FERRAMENTAS DA QUALIDADE. Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira

AS SETE FERRAMENTAS DA QUALIDADE. Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira AS SETE FERRAMENTAS DA QUALIDADE Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira 3º semestre ISHIKAWA: classificou as técnicas de controle estatístico em três grupos de complexidade

Leia mais

Cursos Profissionais de Nível Secundário

Cursos Profissionais de Nível Secundário Cursos Profissionais de Nível Secundário Técnico de Apoio à infância e Técnico de Turismo Ano Letivo: 2014/2015 Matemática (100 horas) 10º Ano PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO A1 Geometria Resolução de problemas

Leia mais

Medidas Territoriais: Bairro, Distrito, Zona, Interdistrital, Intradistrital, Intermunicipal e outros Recortes do Espaço Urbano

Medidas Territoriais: Bairro, Distrito, Zona, Interdistrital, Intradistrital, Intermunicipal e outros Recortes do Espaço Urbano INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS Ministério da Ciência e Tecnologia Medidas Territoriais: Bairro, Distrito, Zona, Interdistrital, Intradistrital, Intermunicipal e outros Recortes do Espaço Urbano

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora, Matosinhos Prova de Equivalência à Frequência do Ensino Básico

Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora, Matosinhos Prova de Equivalência à Frequência do Ensino Básico Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora, Matosinhos Prova de Equivalência à Frequência do Ensino Básico INFORMAÇÃO PROVA DE HISTÓRIA 2016 9º ANO DE ESCOLARIDADE (DECRETO-LEI N.º 139 / 2012, DE 5 DE JULHO)

Leia mais

3. Engenharia dos requisitos de software

3. Engenharia dos requisitos de software Renato Cardoso Mesquita Departamento de Eng. Elétrica da UFMG renato@cpdee.ufmg.br Engenharia de Software 3. Engenharia dos requisitos de software.......... 3.1. Visão Geral O fluxo de Requisitos reúne

Leia mais

Critérios de avaliação Geometria Descritiva A 10º/11º

Critérios de avaliação Geometria Descritiva A 10º/11º 1. Finalidades da Disciplina Segundo o programa da disciplina de Geometria Descritiva: http://sitio.dgidc.minedu.pt/recursos/lists/repositrio%20recursos2/attachments/235/geometria_desc_a_10_11.pd f Desenvolver

Leia mais

INFORMAÇÃO- PROVA COMUM

INFORMAÇÃO- PROVA COMUM INFORMAÇÃO- PROVA COMUM 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova comum, do ensino secundário, da disciplina de, a realizar em 2015, conforme decisão do Conselho Pedagógico

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A TAREFA E ORIENTAÇÃO PARA O EGO: A OPINIÃO DOS ATLETAS DA SELECÇÃO PORTUGUESA DE ANDEBOL SUB-20

ORIENTAÇÃO PARA A TAREFA E ORIENTAÇÃO PARA O EGO: A OPINIÃO DOS ATLETAS DA SELECÇÃO PORTUGUESA DE ANDEBOL SUB-20 ORIENTAÇÃO PARA A TAREFA E ORIENTAÇÃO PARA O EGO: A OPINIÃO DOS ATLETAS DA SELECÇÃO PORTUGUESA DE ANDEBOL SUB-20 (2009) Susana Isabel Vicente Ramos Professora na Faculdade de Ciências do Desporto e Educação

Leia mais

1- Objeto de Avaliação

1- Objeto de Avaliação Informação - Prova de Equivalência à Frequência Geografia 3º ciclo do Ensino Básico 2016 1- Objeto de Avaliação As Orientações Curriculares para o 3º ciclo do ensino básico da disciplina de Geografia integram

Leia mais

O relatório em Análise Sensorial Estilo e conteúdo. O relatório em Análise Sensorial. O relatório em Análise Sensorial. Background e objectivos

O relatório em Análise Sensorial Estilo e conteúdo. O relatório em Análise Sensorial. O relatório em Análise Sensorial. Background e objectivos Estilo e conteúdo A quem se destina o relatório? O relatório deve ser claro e facilmente compreendido pelo cliente. Que tipo de relatório é necessário? É conveniente começar com um resumo (sumário) Relatório

Leia mais

À caraterística de um indivíduo ou objeto à qual se pode atribuir um número ou uma categoria,

À caraterística de um indivíduo ou objeto à qual se pode atribuir um número ou uma categoria, MATEMÁTICA 3º CICLO FICHA Organização e Tratamento de Dados 11 População e amostra. Variável estatística. Organização e tratamento de dados Nome: N.ª: Ano: Turma: Data: / / 20 Para a realização desta ficha

Leia mais

7. Testes de Hipóteses

7. Testes de Hipóteses 7. Testes de Hipóteses Suponha que você é o encarregado de regular o engarrafamento automatizado de leite numa determinada agroindústria. Sabe-se que as máquinas foram reguladas para engarrafar em média,

Leia mais

Geometria (X 6 ) Português (X 3 ) Álgebra (X 4 )

Geometria (X 6 ) Português (X 3 ) Álgebra (X 4 ) ROTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DAS COMPONENTES PRINCIPAIS Consideremos o seguinte exemplo (exercício 6): 15 alunos de uma determinada escola foram sujeitos a testes de 6 disciplinas e os resultados obtidos encontram-se

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES No âmbito dos presentes Termos e Condições, as seguintes palavras assumem o significado apresentado:

TERMOS E CONDIÇÕES No âmbito dos presentes Termos e Condições, as seguintes palavras assumem o significado apresentado: TERMOS E CONDIÇÕES A Nanny Agency Portugal desenvolve a sua actividade com base nas condições definidas pelo presente documento. Por forma a proteger os seus interesses, leia atentamente este documento.

Leia mais

Nota Introdutória... IX. Objectivos dos Conteúdos do Livro de Metrologia Industrial... XI. Capítulo 1 A Metrologia em Portugal...

Nota Introdutória... IX. Objectivos dos Conteúdos do Livro de Metrologia Industrial... XI. Capítulo 1 A Metrologia em Portugal... Índice Nota Introdutória... IX Objectivos dos Conteúdos do Livro de Metrologia Industrial... XI Capítulo 1 A Metrologia em Portugal... 1 1.1 CONCEITO DE METROLOGIA... 1 1.2 EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA METROLOGIA

Leia mais

CERTIFICAÇÃO. Sistema de Gestão

CERTIFICAÇÃO. Sistema de Gestão CERTIFICAÇÃO Sistema de Gestão A Sociedade Central de Cervejas e Bebidas (SCC) tem implementados e certificados os Sistemas de Gestão da Qualidade, Segurança Alimentar e Ambiente, em alinhamento com as

Leia mais

Informação Prova de equivalência à frequência

Informação Prova de equivalência à frequência Informação Prova de equivalência à frequência 3.º Ciclo do Ensino Básico 1ª e 2ª fases Ano Letivo 2013/2014 Disciplina: História Duração: 90 minutos Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho 1.INTRODUÇÃO

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4012 EDITAL Nº 005/2010 1. Perfil: TR 007/2010-CGS - CIÊNCIAS SOCIAIS APLICÁVEIS 3. Qualificação educacional: Graduação na área de CIÊNCIAS SOCIAIS

Leia mais

Modelo Relacional Normalização Diagramas E-R e Tabelas Originadas

Modelo Relacional Normalização Diagramas E-R e Tabelas Originadas Informática II Modelo Relacional Normalização Diagramas E-R e Tabelas Originadas (TÓPICOS ABORDADOS NAS AULAS DE INFORMÁTICA II) Por: Artur Sousa / Jorge Loureiro Conceitos de entidade e atributo Tipos

Leia mais

Matemática Maio 2016

Matemática Maio 2016 INFORMAÇÃO Prova Final de Ciclo a Nível de Escola Matemática Maio 2016 Prova 82 2016 3.º Ciclo do Ensino Básico Prova: Escrita O presente documento divulga informação relativa à prova final a nível de

Leia mais

No arquivo Exames e Provas podem ser consultados itens e critérios de classificação de provas e testes intermédios desta disciplina.

No arquivo Exames e Provas podem ser consultados itens e critérios de classificação de provas e testes intermédios desta disciplina. INFORMAÇÃO-PROVA PORTUGUÊS Novembro de 2016 Prova 639 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) O presente documento divulga informação relativa à prova de exame final nacional

Leia mais

Índice. 1. Metodologia e objetivo. 2. Praticantes de skate: penetração nos lares. 3. Perfil da amostra

Índice. 1. Metodologia e objetivo. 2. Praticantes de skate: penetração nos lares. 3. Perfil da amostra 1 Índice 2 1. Metodologia e objetivo 2. Praticantes de skate: penetração nos lares 3. Perfil da amostra Objetivo 3 A pesquisa tem como objetivo medir a penetração e conhecer o perfil de praticantes de

Leia mais

* O que originou a designação Operational Research no Reino Unido, A origem da Investigação Operacional (IO)?

* O que originou a designação Operational Research no Reino Unido, A origem da Investigação Operacional (IO)? A origem da Investigação Operacional (IO)? A IO surgiu no final da II Guerra Mundial quando os Aliados se viram confrontados com problemas (relativamente aos recursos logísticos e às operações* das forças

Leia mais

PROPOSTA DE FORNECIMENTO DE SERVIÇOS APOIO REMOTO À EXECUÇÃO DA CONTABILIDADE POC-EDUCAÇÃO

PROPOSTA DE FORNECIMENTO DE SERVIÇOS APOIO REMOTO À EXECUÇÃO DA CONTABILIDADE POC-EDUCAÇÃO PROPOSTA DE FORNECIMENTO DE SERVIÇOS (DESIGNAÇÃO DA ESCOLA) dia de mês de ano SNN SERVIÇOS DE GESTÃO APLICADA, LDA ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS... 3 METODOLOGIA E CRONOGRAMA... 5 Metodologia...

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 10 ESCOLHA DE ALTERNATIVAS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 10 ESCOLHA DE ALTERNATIVAS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 10 ESCOLHA DE ALTERNATIVAS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO Índice 1. Escolha de alternativas de...3 2. Previsão de vendas...4 3. Análise de mercado...5 3.1.

Leia mais

Chaves. Acesso a Registros. Chaves Primária e Secundária. Chaves Primária e Secundária

Chaves. Acesso a Registros. Chaves Primária e Secundária. Chaves Primária e Secundária Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof. Ricardo J. G. B. Campello Chaves Acesso a Registros Uma chave (key) está associada a um registro e permite a sua recuperação É uma ferramenta conceitual importante

Leia mais

POSICIONAMENTOS PLANIMÉTRICO E ALTIMÉTRICO UD 1 - INTRODUÇÃO

POSICIONAMENTOS PLANIMÉTRICO E ALTIMÉTRICO UD 1 - INTRODUÇÃO UD 1 - INTRODUÇÃO POSICIONAMENTO PLANIMÉTRICO Conjunto de operações que obtém as coordenadas bidimensionais de determinado conjunto de objetos em um sistema pré-estabelecido. P y P (x,y) x POSICIONAMENTO

Leia mais

PODER DO TESTE. Poder do Teste e Tamanho de Amostra para Testes de Hipóteses

PODER DO TESTE. Poder do Teste e Tamanho de Amostra para Testes de Hipóteses PODER DO TESTE Poder do Teste e Tamanho de Amostra para Testes de Hipóteses 1 Tipos de erro num teste estatístico Realidade (desconhecida) Decisão do teste aceita H rejeita H H verdadeira decisão correta

Leia mais

ISEG - ESTATÍSTICA I - EN, Economia/Finanças - 1 de Junho de 2010 Tópicos de correcção. 1ª Parte. > 0. Justifique a igualdade: P(( A B)

ISEG - ESTATÍSTICA I - EN, Economia/Finanças - 1 de Junho de 2010 Tópicos de correcção. 1ª Parte. > 0. Justifique a igualdade: P(( A B) ISEG - ESTATÍSTICA I - EN, Economia/Finanças - de Junho de 00 Tópicos de correcção ª Parte. Sejam os acontecimentos A, B, C tais que P ( A B) > 0. Justifique a igualdade: ( A B) C) = B A). A). C ( A B)).

Leia mais

Valor médio de avaliação bancária acentuou tendência crescente

Valor médio de avaliação bancária acentuou tendência crescente Dez-14 Jan-15 Fev-15 Mar-15 Abr-15 Mai-15 Jun-15 Jul-15 Ago-15 Set-15 Out-15 Nov-15 Dez-15 Inquérito à Avaliação Bancária na Dezembro de 2015 25 de janeiro de 2016 Valor médio de avaliação bancária acentuou

Leia mais

Decreto Regulamentar n. º 10/2009, de 29 de Maio

Decreto Regulamentar n. º 10/2009, de 29 de Maio Decreto Regulamentar n. º 10/2009, de 29 de Maio 1 Decreto Regulamentar n.º 10/2009, de 29 de Maio Fixa a cartografia a utilizar nos instrumentos de gestão territorial, bem como na representação de quaisquer

Leia mais

APLICAÇÃO DA TÉCNICA DE TERMOGRAFIA ATIVA NA INSPEÇÃO NÃO-DESTRUTIVA DE TAMBORES DE REJEITO NUCLEAR

APLICAÇÃO DA TÉCNICA DE TERMOGRAFIA ATIVA NA INSPEÇÃO NÃO-DESTRUTIVA DE TAMBORES DE REJEITO NUCLEAR APLICAÇÃO DA TÉCNICA DE TERMOGRAFIA ATIVA NA INSPEÇÃO NÃO-DESTRUTIVA DE TAMBORES DE REJEITO NUCLEAR Aluno: Igor Szczerb Orientador: Marcos Venicius Soares Pereira Introdução A termografia ativa é um método

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA DE VARIÁVEIS QUALITATIVAS E QUANTITATIVAS DISCRETAS (TABELAS E GRÁFICOS)

DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA DE VARIÁVEIS QUALITATIVAS E QUANTITATIVAS DISCRETAS (TABELAS E GRÁFICOS) DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA DE VARIÁVEIS QUALITATIVAS E QUANTITATIVAS DISCRETAS (TABELAS E GRÁFICOS) O QUE É ESTATÍSTICA Estatística é a ciência de obter conclusões a partir de dados. Envolve métodos para

Leia mais

Fundamentos de Teste de Software

Fundamentos de Teste de Software Núcleo de Excelência em Testes de Sistemas Fundamentos de Teste de Software Módulo 1- Visão Geral de Testes de Software Aula 2 Estrutura para o Teste de Software SUMÁRIO 1. Introdução... 3 2. Vertentes

Leia mais

Estatística. Apresentação de Dados em Gráficos

Estatística. Apresentação de Dados em Gráficos Estatística Apresentação de Dados em Gráficos Sobre os gráficos... Cada tipo de gráfico tem uma indicação específica Regra: Deve apresentar título e escala Título abaixo da ilustração Escalas Legendas

Leia mais

1. Monitorização. Índice. 1.1 Principais pontos críticos Pontos críticos directos

1. Monitorização. Índice. 1.1 Principais pontos críticos Pontos críticos directos Monitorização e Gestão do Servidor de Email ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Índice 1. Monitorização...1 1.1 Principais

Leia mais

NORMAS PARA A SUBMISSÃO DE TRABALHOS A APRESENTAR NAS II JORNADAS DE EQUITAÇÃO COM FINS TERAPÊUTICOS

NORMAS PARA A SUBMISSÃO DE TRABALHOS A APRESENTAR NAS II JORNADAS DE EQUITAÇÃO COM FINS TERAPÊUTICOS NORMAS PARA A SUBMISSÃO DE TRABALHOS A APRESENTAR NAS II JORNADAS DE EQUITAÇÃO COM FINS TERAPÊUTICOS Data prevista do evento: 19 e 20 de Maio de 2012 Data de entrega dos trabalhos: 29 de Fevereiro de 2012

Leia mais

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 1. Introdução INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA O presente documento visa, conforme previsto no Despacho Normativo n.º 5/2013, de 8 de abril, divulgar as características do exame de equivalência

Leia mais

AULA 07 Distribuições Discretas de Probabilidade

AULA 07 Distribuições Discretas de Probabilidade 1 AULA 07 Distribuições Discretas de Probabilidade Ernesto F. L. Amaral 31 de agosto de 2010 Metodologia de Pesquisa (DCP 854B) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à estatística. 10 ª ed. Rio de Janeiro:

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação UNIDADE VIII Auditoria em Informática Professor : Hiarly Alves www.har-ti.com Fortaleza - 2014 Tópicos Noções gerais de auditoria na empresa em SI Conceito de auditoria Etapas do processo de auditoria

Leia mais

Concurso de Ideias para a Criação de Empresas EIBTnet

Concurso de Ideias para a Criação de Empresas EIBTnet Regulamento Concurso de Ideias para REGULAMENTO a Criação de Empresas EIBTnet 1 Concurso de Ideias para a Criação de Empresas EIBTnet Artigo 1.º Promotor/Fins/Prazo 1. A NET - Novas Empresas e Tecnologias,

Leia mais

Criação do Conhecimento como processo Sintetizador

Criação do Conhecimento como processo Sintetizador Criação do Conhecimento como processo Sintetizador Criação do Conhecimento como Processo Sintetizador Coleta de informações publicadas e não publicadas Coleta de informações externas Coleta de informações

Leia mais

2 Âmbito Esta Instrução de Trabalho aplica-se à Certificação do Controlo da Produção de Cabos, de acordo com a norma NS 9415.

2 Âmbito Esta Instrução de Trabalho aplica-se à Certificação do Controlo da Produção de Cabos, de acordo com a norma NS 9415. 1 Objectivo Esta Instrução de Trabalho define o esquema de certificação do controlo da produção de Cabos, nomeadamente os Planos de Controlo Externo e Interno a efectuar pela EIC e pelo produtor, respectivamente.

Leia mais

1 - Parte Introdutória A Parte Introdutória prepara cognitiva e animicamente o praticante para a realização da sessão e para o esforço físico e de con

1 - Parte Introdutória A Parte Introdutória prepara cognitiva e animicamente o praticante para a realização da sessão e para o esforço físico e de con SESSÃO DE TREINO 1 - Parte Introdutória A Parte Introdutória prepara cognitiva e animicamente o praticante para a realização da sessão e para o esforço físico e de concentração nela envolvidos. Pode ser

Leia mais

Disciplina de Matemática. Critérios de Avaliação do Ensino Secundário

Disciplina de Matemática. Critérios de Avaliação do Ensino Secundário AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE BEJA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I ANO LECTIVO DE 2015-2016 DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Disciplina de Matemática Critérios de Avaliação

Leia mais

Como elaborar um relatório

Como elaborar um relatório Francisco Carrapiço, 2001 Biologia Celular Como elaborar um relatório 1. O que é um relatório? Um relatório de uma actividade prática, é uma exposição escrita de um determinado trabalho ou experiência

Leia mais

NÍVEL DE ENSINO: CARGA HORÁRIA: PROBABILIDADE EST PROFESSOR-AUTOR:

NÍVEL DE ENSINO: CARGA HORÁRIA: PROBABILIDADE EST PROFESSOR-AUTOR: ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE NÍVEL DE ENSINO: Graduação CARGA HORÁRIA: 80h PROFESSOR-AUTOR: Bráulio Roberto Gonçalves Marinho Couto Janaína Giovani Noronha de Oliveira Octávio Alcântara Torres Reinaldo

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE LOUSADA

ESCOLA SECUNDÁRIA DE LOUSADA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LOUSADA 2012 2013 PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA Curso Profissional de Técnico de Multimédia ELENCO MODULAR A7 Probabilidades 28 A6 Taxa de variação 36 A9 Funções de crescimento

Leia mais

Matemática 3º Ciclo. Planificação Anual 7.º ano. N.º de aulas. Objectivos 1.º PERÍODO. Ano Lectivo 2009/2010. Apresentação 1. Teste Diagnóstico 2

Matemática 3º Ciclo. Planificação Anual 7.º ano. N.º de aulas. Objectivos 1.º PERÍODO. Ano Lectivo 2009/2010. Apresentação 1. Teste Diagnóstico 2 i Temas Sub-temas Objectivos 1.º PERÍODO Apresentação 1 Teste Diagnóstico 2 Múltiplos e divisores. Critérios de divisibilidade. Obter números, a partir de outros, por composição e decomposição; Números

Leia mais

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia Mecânica-Aeronáutica. MOQ-13 Probabilidade e Estatística

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia Mecânica-Aeronáutica. MOQ-13 Probabilidade e Estatística Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia Mecânica-Aeronáutica MOQ-13 Probabilidade e Estatística Profa. Denise Beatriz Ferrari www.mec.ita.br/ denise denise@ita.br 16/11/2011 Testes de

Leia mais

MB-210 Probabilidade e Estatística

MB-210 Probabilidade e Estatística Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia Mecânica-Aeronáutica MB-210 Probabilidade e Estatística Profa. Denise Beatriz Ferrari www.mec.ita.br/ denise denise@ita.br 2o. semestre/2013 Testes

Leia mais

ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO É um plano administrativo que cobre todas as operações da empresa, para um período de

Leia mais

Tipos de investigação educacional diferenciados por:

Tipos de investigação educacional diferenciados por: Bento Março 09 Tipos de investigação educacional diferenciados por: Praticalidade Básica Aplicada Método Qualitativo Quantitativo Experimental Não experimental Questões Etnográfica Histórica Descritiva

Leia mais

Controlo de Qualidade

Controlo de Qualidade Controlo de Qualidade Definição: toda a acção sistemática necessária para dar confiança ao resultados laboratoriais, satisfazendo a necessidades dos clínicos para melhor ajudar os utentes Visa reconhecer

Leia mais

Probabilidade e Estatística I Antonio Roque Aula 2. Tabelas e Diagramas de Freqüência

Probabilidade e Estatística I Antonio Roque Aula 2. Tabelas e Diagramas de Freqüência Tabelas e Diagramas de Freqüência Probabilidade e Estatística I Antonio Roque Aula 2 O primeiro passo na análise e interpretação dos dados de uma amostra consiste na descrição (apresentação) dos dados

Leia mais

Aula I -Introdução à Instrumentação Industrial

Aula I -Introdução à Instrumentação Industrial Aula I -Introdução à Instrumentação Industrial UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DISCIPLINA: INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL I (ENGF99) PROFESSOR: EDUARDO SIMAS (EDUARDO.SIMAS@UFBA.BR)

Leia mais

DISTRIBUIÇÕES ESPECIAIS DE PROBABILIDADE DISCRETAS

DISTRIBUIÇÕES ESPECIAIS DE PROBABILIDADE DISCRETAS VARIÁVEIS ALEATÓRIAS E DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADES 1 1. VARIÁVEIS ALEATÓRIAS Muitas situações cotidianas podem ser usadas como experimento que dão resultados correspondentes a algum valor, e tais situações

Leia mais

Planificação a médio e longo prazo. Matemática B. 11º Ano de escolaridade. Total de aulas previstas: 193. Ano letivo 2015/2016

Planificação a médio e longo prazo. Matemática B. 11º Ano de escolaridade. Total de aulas previstas: 193. Ano letivo 2015/2016 Planificação a médio e longo prazo Matemática B 11º Ano de escolaridade. Total de aulas previstas: 193 Ano letivo 2015/2016 Professor responsável: Paulo Sousa I O programa Matemática B do 11º Ano - Página

Leia mais

ANÁLISE DOS RESÍDUOS. Na análise de regressão linear, assumimos que os erros E 1, E 2,, E n satisfazem os seguintes pressupostos:

ANÁLISE DOS RESÍDUOS. Na análise de regressão linear, assumimos que os erros E 1, E 2,, E n satisfazem os seguintes pressupostos: ANÁLISE DOS RESÍDUOS Na análise de regressão linear, assumimos que os erros E 1, E 2,, E n satisfazem os seguintes pressupostos: seguem uma distribuição normal; têm média zero; têm variância σ 2 constante

Leia mais

Prova de Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário de:

Prova de Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário de: Matriz da Prova de Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário de COLÉGIO LICEAL DE SANTA MARIA DE LAMAS Prova de Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário de: Prova 358 2013

Leia mais

Formas de organizar os conteúdos CONTEÚDOS ESCOLARES

Formas de organizar os conteúdos CONTEÚDOS ESCOLARES Formas de organizar os conteúdos CONTEÚDOS ESCOLARES Multidisciplinaridade: é a organização de conteúdos mais tradicional. Os conteúdos escolares são apresentados por matérias independentes umas das outras.

Leia mais

CONTRATO DE LICENÇA DO UTILIZADOR PARA PRODUTOS DE SOFTWARE DA STONERIDGE ELECTRONICS LTD

CONTRATO DE LICENÇA DO UTILIZADOR PARA PRODUTOS DE SOFTWARE DA STONERIDGE ELECTRONICS LTD CONTRATO DE LICENÇA DO UTILIZADOR PARA PRODUTOS DE SOFTWARE DA STONERIDGE ELECTRONICS LTD AO OBTER UM CÓDIGO DE ACTIVAÇÃO E AO INTRODUZIR O MESMO PARA ACTIVAR A LICENÇA DO PROGRAMA DE SOFTWARE E AO INSTALAR

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE CONFLITOS DE INTERESSE DO BANCO ESPIRITO SANTO NO ÂMBITO DAS ACTIVIDADES DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

POLÍTICA DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE CONFLITOS DE INTERESSE DO BANCO ESPIRITO SANTO NO ÂMBITO DAS ACTIVIDADES DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA POLÍTICA DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE CONFLITOS DE INTERESSE DO BANCO ESPIRITO SANTO NO ÂMBITO DAS ACTIVIDADES DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 1. Introdução O Banco Espírito Santo, S.A. (o Banco) desenvolve diversas

Leia mais

Aula 08. Aquisição da Informação. Investigação de Sistemas 10/10/2012

Aula 08. Aquisição da Informação. Investigação de Sistemas 10/10/2012 Aula 08 Aquisição de Informação Métodos de aquisição de informação Coleta de informações sobre usuários Sistemas de Informação TADS 4. Semestre Prof. André Luís 1 2 Aquisição da Informação Essa é a primeira

Leia mais

RARU 13 ANEXO II Metodologia e Pressupostos

RARU 13 ANEXO II Metodologia e Pressupostos O Decreto-Lei nº 178/2006, de 5 de setembro, com a nova redação do Decreto-Lei n.º 73/2011, de 17 de junho, veio criar um Sistema Integrado de Registo Eletrónico de Resíduos (SIRER), suportado pelo Sistema

Leia mais

Inteligência Artificial - IA. Agentes Inteligentes Cont.

Inteligência Artificial - IA. Agentes Inteligentes Cont. Agentes Inteligentes Cont. 1 Caracterização de agente - M. A. A. S. (P.E.A.S) Medida desempenho Ambiente Atuadores Sensores Agente filtro de e-mail Minimizar carga de leitura usuário mensagens do usuário

Leia mais