SERVIÇO SOCIAL UTOPIA E REALIDADE: UMA VISÃO DA HISTÓRIA

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1 SERVIÇO SOCIAL UTOPIA E REALIDADE: UMA VISÃO DA HISTÓRIA Maria Margarida Barbosa* A orientação profissional dos assistentes sociais tem sido estudada a partir de vários critérios, entre os quais a autonomia profissional, os objetivos profissionais, o compromisso com o público ou com a instituição, as referências políticas e ideológicas de grupos profissionais. Mais uma vez este tema é abordado. Contudo, sua abordagem aqui é notória e singular. Trata-se de um estudo localizado, do qual Belo Horizonte é o cenário, e que tem por objetivo compreender a crise de identidade que o grupo profissional mineiro viveu na segunda metade da década de 70. Para isso, procurou-se fazer uma incursão na história da formação profissional desenvolvida na Escola de Belo Horizonte e nos locais onde os profissionais executavam o seu trabalho.' Ao longo das duas últimas décadas, a literatura da produção teórica dos assistentes sociais faz apreender a existência de um distanciamento entre a teoria e a prática do serviço social, chegando mesmo a apontar para "o divórcio entre teoria e prática" (Wisshaupt, 1985, p. 45). E era essa mesma afirmação que começava a circular na Escola de Belo Horizonte entre os anos de 1969 e 1972, período em que a autora vivia ali o seu processo de formação. Porém, essa é uma questão que tem sua razão de ser. O movimento de reconceituação iniciado no contexto da sociedade chilena do final dos anos 60 inaugurava uma nova era para o Serviço Social. A busca de alternativas para uma ação que atendesse aos problemas específicos das sociedades latino-americanas levava os assistentes sociais a uma revisão de seus conceitos e de sua própria forma de interpretar a realidade. Essa busca gerava uma tomada de consciência do papel profissional exercido tradicionalmente, através de suas "metas de assistência e promoção, tipicamente integradas ao sistema dominante". (Santos, 1982, p. 109) * Escola de Serviço Social da PUC-Minas. A Escola de Serviço Social da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC*Minas é a única Escola de Serviço Social existente em Belo Horizonte e na região da Grande BH. Desse modo, o termo utilizado para designar esse estabelecimento de ensino será sempre o mesmo: aescola de Belo Horizonte, ou a Escola de Serviço Smhl de Belo Horizonte. Cad. sem. soe., Belo Horizonte, v. 2, n. 2, p , out. 1997

2 Tal reconhecimento, que mudava a própria visão que os profissionais tinham da sociedade, abria, agora, a perspectiva de novos caminhos para a profissão. Desse modo, o caráter assistencial, assim como o compromisso ideológico com as classes dominantes, questões inerentes à clássica prática profissional, passavam a ser condenados. O questionamento da tradicional prática social e a formação de uma nova visão de mundo e de sociedade levaram a uma redefinição da profissão. O papel de educador político, os objetivos da ação, definidos por conscientização, organização e mobilização das classes populares, conjugados ao novo conjunto teórico que fundamentava a formação e a ação dos novos assistentes sociais eram alguns dos componentes básicos que sustentavam o compromisso ideológico então assumido pela profissão. Naquele momento, partindo do princípio de que as instituições são aparelhos reprodutores do sistema, e como tal cristalizam os interesses das classes dominantes, as comunidades passavam a ser o campo preferencial de exercício da prática. Era como se as comunidades estivessem resguardadas de qualquer influência ideológica. (Santos, 1982, p ) Pautada pela nova concepção de profissão, e fundamentada nesse conjunto teóricoprático, a formação de profissionais comprometidos com uma prática político-ideológica que levasse à transformação da sociedade passava a ser a espinha dorsal dos cursos de Serviço Social. Mas essa formação, apenas política, não encontrava a correspondente demanda da sociedade. Pois a prática profissional continuava a ser exercida no interior das instituições. Nesse contexto, os novos assistentes sociais sentiam-se, no mínimo, traídos. Convictos de seus objetivos profissionais, de um compromisso com as classes populares, e imbuídos do princípio de que as instituições são aparelhos reprodutores da ideologia dominante, não conseguiam, fatalmente, reconhecer a sua própria prática. Daí os questionamentos referentes a uma dicotomia, ou divórcio, entre teoria e prática, persistentemente encontrado no discurso profissional de uma determinada época. Ora, na Escola de Serviço Social de Belo Horizonte, esse era o ponto central dos questionamentos e debates entre alunos e profissionais de campo na segunda metade dos anos 70. E sua razão de ser estava, naturalmente, no modelo de formação profissional ali iniciado a partir de 1970, com a inserção da Escola no Movimento de Reconceituação latino-americano que então começava. Para a Escola de Belo Horizonte, tinha início naquele momento uma fase de intensa busca. Os documentos produzidos pelo grupo chileno que encabeçava o movimento eram sistematicamente estudados, discutidos e tidos como novas fontes teóricas. Nessa busca constante, o corpo de professores decidiu pela avaliação do processo de formação da Escola até então. E, a partir dessa avaliação, elaborou-se uma estrutura curricular que, implantada em 197 1, mudou radicalmente todo o processo de ensino. Nessa reorganização estava, também, a semente que iria produzir o Método BH. E o contexto da Escola se modificava na mesma medida em que avançava a implantação da nova estrutura curricular, e o Método BH era implantado em campo experimental. A estrutura curricular que passava a vigorar então, fundamentada nos princípios e diretrizes do movimento de reconceituação, conduzia o ensino para a formação de profissionais comprometidos com uma única opção político-ideológica: aquela que levaria os novos assistentes sociais a assumirem um compromisso com o processo de educação política das classes populares e a transformação da sociedade. Mas, se essa era aprincipal diretriz da formação profissional, o contexto da práticapermanecia o mesmo. O mundo institucional continuava solicitando assistentes sociais que exe- Cad. serv. soc., Belo Horizonte, v. 2, n. 2, p , out. 1997

3 cutasse, ali, a sua tradicional prática: o caso, o grupo, acomunidade, num processo de adaptação e ajustamento dos indivíduos à sociedade. Permanecia, portanto, aexistência de um compromisso com a ideologia das classes dominantes. Esse quadro torna-se ainda mais complexo quando se observa que durante os anos 70 a sociedade brasileira vivia uma de suas fases mais difíceis, sob as diretrizes do regime militar que então dominava o País. Situação bastante complexa, também, vivia a Escola de Belo Horizonte naquele período. O contexto da formação profissional, de um lado, e, de outro, a realidade da prática profissional, inseridos na conjuntura da sociedade brasileira, acabaram por gerar uma crise que, já no final de 1975, põe termo ao modelo de formação que vinha se desenvolvendo. Daí a nova reestruturação de todo o processo de ensino a partir de Diante da complexidade desse contexto, e sabendo da trajetória histórica vivida pelo coletivo da Escola na década de 70, é que se pretende, neste estudo, buscar as questões manifestas e subjacentes que permitam a compreensão e a explicação dos fatos. Entende-se que só assim serão encontradas as possíveis respostas para os momentos de transformação e crise que viveram essa profissão e os seus profissionais em Belo Horizonte. Para dar conta dessa tarefa é que se fez a opção pelo estudo de casos como método de pesquisa a ser utilizado. Sendo assim, o eixo central deste estudo é o processo de formação profissional da Escola de Serviço Social de Belo Horizonte, num período que vai de 1970 a Sabe-se que nenhum fato ocorre isolado de um determinado contexto. O que se acredita é que todo fato é sempre o resultado de umconjunto de forças influentes e geradoras de todo o movimento da sociedade. Exatamente por isso, é necessário buscar as forças predominantes na conjuntura do País e em Minas Gerais de modo particular. Entende-se que só assim haverá 27 como explicar as situações de crise e as transformações que viveu a profissão em Belo Horizonte. Se Belo Horizonte forma o cenário desta pesquisa, sabe-se que esta cidade é o centro administrativo e político do Estado mineiro. Sabe-se, também, que Minas, e Belo Horizonte de modo especial, constitui o centro dos interesses e das necessidades do desenvolvimento e da acumulação da riqueza do País em alguns momentos específicos. Para isso, entretanto, é necessário retornar, mesmo que superficialmente, ao início dos anos 30. Estudos já realizados mostram que a década de 30 marca o primeiro grande surto industrializante do País. O acelerado processo de desenvolvimento que marca a passagem de uma sociedade agrícola para uma sociedade urbano-industrial provoca uma série de mudanças em todos os segmentos da sociedade e a lenta organização da burguesia industrial, enquanto classe dominante, deixa indefinido o pólo hegemônico. Ao mesmo tempo, o acelerado crescimento industrial provoca igual processo de urbanização e, conseqüentemente, o reaparecimento dos movimentos reivindicatórios da classe operária. Nesse contexto era urgente a recomposição dos "padrões de dominação da sociedade'' (Ianni, 1975, p. 1 1). E, entre as estratégias políticas elaboradas para dar conta dessa tarefa, estava o estabelecimento de alianças com as grandes organizações que tivessem condição de controlar os movimentos populares. Entre estas, estava a Igreja, que, necessitando reaver a influência anteriormente perdida sobre a sociedade, vinha reorganizando seu trabalho de ação social. No contexto da sociedade industrial que nascia, crescia substancialmente o número de entidades católicas destinadas a responder às necessidades sociais emergentes. Desse modo, a Igreja passou a reivindicar mais enfaticamente as prerrogativas então perdidas. A conjugação desses fatores proporcionou a reaproximação entre Igrejae Estado, fazendo surgir a correlação de forças necessárias à consolidação da nova sociedade. Cad. sem. soc., Belo Horizonte, v. 2, n. 2, p , out. 1997

4 Dessa aliança vão surgindo as primeiras escolas de Serviço Social no País, a partir de E, entre elas, a de Belo Horizonte. Criadaem 1946 sob os auspícios da Igreja, e fundamentada na sua Doutrina Social, a Escola de Belo Horizonte surge, também, num momento específico da conjuntura do País e, de modo particular, do Estado de Minas Gerais. O surto industrial desenvolvimentista iniciado em 1930 chegou ao final da década necessitando consolidar o poder da nova classe dominante: a burguesia industrial. Entretanto, era necessário sufocar os movimentos populares que cresciam paralelamente. Esses fatos levaram os grupos dominantes a "armarem o Estado de poderes excepcionais" (Carone, 1977, p. 253). Assim, apoiado pelas Forças Armadas, Governadores de Estado e Igreja, um golpe de Estado em 1937 faz iniciar uma nova fase da história do País: o Estado Novo. O novo sistema político que então se instala, fiel ao ideário nacional desenvolvimentista, aciona seus mecanismos de repressão. Desse modo, a ditadura civil recém-iniciada se consolida no poder e põe fim aos movimentos populares, levando à clandestinidade os partidos de oposição. Sabe-se, porém, que a Segunda Grande Guerra, entre 1939 e 1945, deixa suamarca em todos os países do mundo. O Brasil, naturalmente, não está isento dessa influência. E sendo assim, a partir de 1942, quando a nação norte-americana se declara em guerra contra as Nações do Eixo, começam a surgir no Brasil os primeiros movimentos populares do Estado Novo. A União Nacional dos Estudantes - UNE inicia um movimento de protesto que vai, muito lentamente, ganhando as ruas. Sendo o único movimento "tolerado pelo Estado Novo" (Carone, 1977, p. 293), a UNE começa a receber sob as suas asas as forças populares e os grupos de opo- 28 sição na clandestinidade. Desse modo, o movimento cresce, ganhando uma força cada vez maior e se tornando o grande representante dos anseios da nação. Ao mesmo tempo em que cresce o movimento popular, algumas decisões políticas tomadas pelo ditador acabam por provocar a divisão e a deterioração das forças de sustentação do poder. O quadro, que começava a se modificar internamente, começava, também, a sofrer pressões internacionais. Assim, na mesma medida em que a situação interna do País se modificava, ia também crescendo a pressão norte-americana sobre o governo brasileiro, exigindo a redemocratização do País e a sua definição frente ao conflito mundial, em favor das Nações Aliadas. É, portanto, enfrentando os conflitos internos e as pressões internacionais que o governo brasileiro chega em 1945, tendo adotado algumas medidas de abertura política, e aceitando o reconhecimento diplomático da União Soviética. Além disso, foram marcadas as eleições presidenciais para dezembro desse mesmo ano. Porém, as questões políticas e sociais são somadas à situação econômica do País naquele período. O processo de industrialização iniciado em 1930 cresce aceleradamente no decorrer da década. Apesar disso, ele não é acompanhado danecessária diversificação setorial e de igual mudança na estrutura de produção. O setor econômico, que conserva as tradicionais formas de produção, chega, assim, ao período da guerra com sérias dificuldades. E, durante a guerra, encontra dificuldades ainda maiores. Porém, contraditoriamente, é o próprio contexto de guerra que vai exigir algumas modificações no quadro econômico do País. A necessidade do minério de ferro para a sustentação do conflito bélico e as pressões internacionais levam o governo brasileiro a acelerar o seu plano siderúrgico e a produção do ferro e do aço. Entretanto, a implantação da siderurgia necessitava de um capital complementar. Por isso, em é assinado um contrato com o governo norte-americano, que dá origem a uma série de acordos então celebrados entre brasileiros, americanos e ingleses. Através desses acor- Cad. serv. soc., Belo Horizonte, v. 2, n. 2, p , out. 1997

5 dos, e com a declaração do estado de guerra do Brasil contra as Nações do Eixo em 1942, o governo "toma conta das jazidas (de ferro) alemãs, e o controle das melhores zonas (de siderurgia) retorna ao Brasil". (Carone, 1977, p. 297) Ora, toda essa riqueza mineral estava situada na região central do Estado de Minas Gerais e, desse modo, "importantes projetos na área de mineração e metalurgia foram definidos para Minas no início dos anos 1940" (Diniz, 1981, p. 55). Em decorrência da implantação das primeiras indústrias de extração mineral começaram a surgir, nessa mesma região, novas empresas de produção do ferro e do aço. Os programas governamentais destinados a Minas Gerais, motivados pelos interesses internacionais de sustentação da guerra, vão não só beneficiar o Estado mas, também, dar um novo alento aos mineiros. Considerando o atraso em que se encontrava a economia do Estado, os mineiros vinham, há anos, elaborando um plano de desenvolvimento industrial que pudesse tirar sua economia da estagnação. A intenção era fazer de Minas um novo pólo industrial no País, tendo Belo Horizonte como centro econômico. Parte desse plano consistia em construir um centro industrial equipado, com a infra-estrutura necessária para a criação de indústrias. E as primeiras iniciativas para a construção desse centro foram tomadas em 1941, com o lançamento da Cidade Industrial de Contagem. A criação de empresas de mineração e metalurgiana região central do Estado e o início da construção da Cidade Industrial geram uma certa movimentação da população mineira. E Belo Horizonte é, naturalmente, o grande centro de atração. Alguns estudos realizados sobre esse período mostram a preocupação dos poderes públicos em desfavelar determinadas áreas urbanas, transferindo favelas inteiras para outros lo- 29 cais. Ao mesmo tempo, novas favelas começam a surgir, em decorrência da migração rural motivada pelas possibilidades de emprego que se abriam. Era esse o contexto da sociedade brasileira e, de modo particular, o que ocorria em Belo Horizonte na fase que precedeu a criação da Escola de Serviço Social em A partir daí, a Escola segue pautada pela Doutrina Social da Igreja e pela literatura específica produzida na sociedade norte-americana. Se a Escola de Belo Horizonte se direciona pelos mesmos fundamentos da profissão nas demais escolas do País, a chegada dos anos 60 traz consigo um novo período para a sociedade brasileira. E a fase que aí se inaugura é fundamental para entender toda a situação vivida pela Escola e pelos profissionais de Belo Horizonte na primeira metade da década posterior. O contexto de crise política e econôrnica que viveu a sociedade entre e 1964 marca o momento de redefinição do modelo de produção e acumulação da riqueza do País. O período nacional desenvolvimentista esgotara-se ao longo da década anterior e inaugurava uma fase pautada pelas diretrizes financeiras e tecnológicas ditadas pelo grande capital estrangeiro. E o Estado, o grande sustentador da burguesia nacional, começava a agir em benefício dos grupos transnacionais. Ameaçada pelo distanciamento do Estado, a burguesia nacional começara a se organizar, criando suas próprias formas de proteção e de resistência às mudanças políticas e econômicas. Para governar um país que exigia mudanças substanciais, o presidente que assume em João Goulart - levava consigo um plano de governo respaldado pelas diretrizes da política populista que predominava no País desde os anos 30. Uma vez instalado o novo governo, a intenção era conjugar o seu plano de governo com a criação das condições exigidas pela nova fase de expansão. Porém, adificuldade de conjugar planos e interesses antagônicos não só torna inviável a política adotada como, também, faz acelerar o processo inflacionário iniciado no go- Cad. sem. soc., Belo Horizonte, v. 2, n. 2, p , out. 1997

6 verno anterior. Nesse contexto, a grande massa trabalhadora formada por camponeses e operários começa a se organizar em defesa de seus interesses e vai ganhando "força política por sua organização, conscientização e atividade". (Ianni, 198 1, p. 194) O quadro fica ainda mais complicado quando se instala a crise econômica. E, com ela, a crise do Estado burguês. Assim, o poder burguês se deteriora na mesma proporção em que cresce o poder político dos operários e camponeses. Nesse contexto, se organiza então "o novo bloco no poder" (Ianni, 198 1, p. 195), na medida em se que unificam a burguesia nacional e estrangeira, contando com o apoio e a participação "de setores da classe média, da Igreja, latifundiários, militares, policiais e o imperialismo". (Ianni, 1981, p. 195) Desse modo, se organiza o bloco dominante que, sob o comando das forças e das pressões do capital internacional, articula cuidadosamente o golpe de Estado de março de O golpe, que se efetivou pela destituição do Presidente da República "eleito constitucionalmente e governando constitucional mente^' (Ianni, 198 1, p. 146), passa aos militares o poder de dirigir a Nação. O poder militar que se instalou naquele momento chegou com o compromisso de executar "um programa de reformas destinadas aremover os obstáculos àexpansão do capitalismo no País e a viabilizar a plena configuração do modelo de desenvolvimento esboçado na segunda metade da década passada". (Cruz et al., 1983, p. 28) Como forma de assegurar o cumprimento da sua missão, o comando militar que acabava de assumir o poder faz divulgar o ato institucional de 9 de abril de Com apublicação desse ato, fica instalada a ditadura militar e tem início um período de prisão, suspensão de direitos e exílio de um grande número de intelectuais e políticos, além das lideranças estudantis, operárias, camponesas e sindicais. A partir daí, o País passa a ser governado por decretos, emendas, leis complementares e novos atos institucionais. Em 1967, as forças no poder necessitavam de uma reorganização. A movimentação necessária à recomposição do pólo dominante trouxe como conseqüência o aparecimento de grupos de oposição dentro do próprio bloco no poder e criou as condições necessárias para o aparecimento do movimento estudantil logo no início de Esse fato, conjugado comvários outros já existentes, fez eclodir nas principais cidades do País os primeiros movimentos operários de grande vulto do período militar. Para conter a fase de insatisfação e protesto que ameaçava se expandir pelo País, o governo militar editou em dezembro de 1968 o Ato Institucional n. 5. O ato institucional então promulgado conferia poderes excepcionais ao Presidente da República, que passava a ter o controle absoluto do Estado. É, na verdade, "uma espécie de segundo golpe de Estado, ou um golpe dentro do golpe" (Ianni, 1983, p. 158). Com esse endurecimento do regime, o Governo põe em recesso o Congresso Nacional e faz abater sobre o País um longo período de repressão. Nesse mesmo período, cresce rapidamente o número de atos institucionais e decretos-lei. Entre estes, o de janeiro de 1969 estava voltado especialmente para os estabelecimentos de ensino: era o 477. A ditadura militar segue, assim, controlando todo e qualquer surgimento da sociedade, ao mesmo tempo em que difundia a ideologia do desenvolvimento e do progresso do País. Nesse contexto de autoritarismo e arbitrariedade, de repressão e policiamento ideológico, a sociedade brasileira faz a sua passagem para os anos 70 e prossegue rumo à década posterior. Se essas são as grandes questões que marcam a conjuntura do País nos anos 60, sabemos que dois eventos importantes para o Serviço Social foram realizados nesse período: o Seminário latino-americano de Porto Alegre, em 1965, e o Seminário de Araxá, em Cad. serv. soc., Belo Horizonte, v. 2, n. 2, p , out. 1997

7 O primeiro reuniu assistentes sociais dos países do cone sul interessados em buscar alternativas próprias para a profissão no continente e o segundo reuniu assistentes sociais brasileiros que elaboravam as principais diretrizes para a profissão no País. Ambos, porém, realizados no Brasil. E, se nesse período as sociedades latino-americanas eram sustentadas pelo ideário desenvolvimentista, a sociedade brasileira vivia um momento muito próprio desse contexto. Essa conjuntura exerce, evidentemente, influência decisiva sobre os eventos e os documentos que ali tiveram sua origem. Desses eventos, sabe-se que o Seminário de Araxá tem um significado especial para a profissão. O documento ali elaborado, publicado e difundido por toda América Latina, representa, segundo alguns autores, um importante momento para o grupo iniciador do movimento que posteriormente recebeu o nome de Reconceituação. Esse mesmo documento (de Araxá) passa, então, a ser adotado pelas escolas de Serviço Social brasileiras. E, entre elas, naturalmente, está a Escola de Belo Horizonte, onde o referido documento passava a ser fundamental para o ensino. É, portanto, sob as diretrizes do documento de Araxá, fundamentado pelo ideário desenvolvimentista da ditadura militar que dominava a sociedade brasileira naquele momento, que a Escola de Belo Horizonte assume, já nos anos 70 e 7 1, as definições teórico-práticas que começavam a ser difundidas pelo Movimento de Reconceituação, assim como vinha acontecendo na sociedade chilena. Inicia-se então um período em que a Escola mineira vive uma situação peculiar. Sob o rígido controle de uma ditadura militar, pautada pelas diretrizes desenvolvimentistas ditadas pelo capital internacional, a Escola assume o referencial de uma formação teórico-prática, elaborado no contexto da democracia cristã que dominava a sociedade chilena naquele momento. A situação, sem dúvida, é bastante complexa por si só. Porém, fica ainda mais complicada, se procuramos saber o que acontecia em Belo Horizonte durante esse mesmo período. O ciclo de desenvolvimento industrial inaugurado com o golpe de 64 chega aos anos 70 exigindo um redirecionamento. Naquele momento, a ampliação de mercado e a incorporação de novos recursos naturais são fatores imprescindíveis para o capital nacional. No nível internacional, o movimento de capitais e o momento que vivia o processo de acumulação da riqueza exigiam mudanças substanciais no processo de expansão e apropriação. A conjugação desses fatores nacionais e internacionais apontava, naquele momento, para uma "certa tendência à alteração da divisão internacional do trabalho em relação à indústria, através da diversificação da estrutura industrial brasileira, com a expansão da indústria de bens de capital e química" (Diniz, 198 1, p. 183). Para atender às exigências dessa fase, era necessário promover a descentralização industrial do País. Mas era imprescindível que isso ocorresse na mesma macrorregião nacional que já possuía a concentração do capital: o centro-sul. Nesse momento, o Estado de Minas Gerais aparece, no cenário nacional, como o local que oferecia as melhores condições. Finalmente, o sonho que os mineiros acalentavam há anos começava agora a concretizar-se. A política de incentivos fiscais e a construção de uma completa infra-estrutura industrial em Belo Horizonte, na região central do Estado, ofereciam todas as condições necessárias para a implementação da nova fase industrializante do País. Desse modo, na primeira metade dos anos 70, grande número de projetos industriais são definidos para Minas Gerais, sendo a maioria instalada na sua região central. A partir daí, o Estado de Minas e, de modo especial, sua região central começam a se transformar "no verdadeiro paraíso das multinacionais". (Diniz, 1981, p. 208) Cad. sem. soe., Belo Horizonte, v. 2, n. 2, p , out. 1997

8 32 A primeira vista, parece que o desenvolvimento econômico voltado para Minas Gerais naquele momento nada tem a ver com o Serviço Social e a formação dos assistentes sociais. Porém, o pressuposto é que a conjuntura do País, determinada pela união das forças necessárias ao redirecionamento do capital nacional e internacional, associada aos interesses políticos e econômicos que fariam de Belo Horizonte o novo centro industrial do País, forma um conjunto de forças opostas ao tipo de formação profissional oferecida pela Escola naquele momento. Isso vai, naturalmente, levar ao contexto de crise vivido em Partindo do pressuposto da existência de um antagonismo entre os objetivos da ação apreendidos durante o processo de formação e os objetivos da ação implementada no interior das instituições durante aquele período, este trabalho esteve voltado, inicialmente, para o estudo dos documentos e programas de ensino encontrados nos arquivos da Escola. A partir daí, fizeram-se o levantamento e o estudo da bibliografia de Serviço Social que fundamentava aestrutura curricular que dava sustentação ao processo de formação. Os dados empíricos e a reconstrução dos fatos históricos só foram possíveis a partir das entrevistas realizadas com profissionais de campo, alunos, supervisores e diretores que viveram os vários momentos de construção, crise e reconstrução da Escola naquele período. Sendo este um estudo histórico, sua estrutura geral foi definida a partir dos momentos de transformação que viveu a Escola, e que iam tomando forma à medida que o trabalho avançava e os movimentos, as influências e pressões de cada fase iam ficando claros. Desse modo, sua divisão e subdivisão comportam as diferentes fases, influências e movimentos que viveu, então, o coletivo da Escola. A medida que o estudo avançava, percebia-se a presença constante de uma grande personagem - uma personalidade que, mesmo ausente, estava, também, presente: o professor Paulo Freire. O estudo da literatura específica de Serviço Social, referente ao período do movimento de reconceituação, mostrava que os textos vinham sempre impregnados pelas idéias de Paulo Freire publicadas até então. Se alguns desses textos estavamlimitados acitações e à apropriação de conceitos definidos pelo autor, outros traziam o estudo detalhado do seu método de educação e conscientização, apresentando as formas e as possibilidades de sua aplicação na prática dos assistentes sociais. A questão observada na literatura específica dessa fase foi reforçada com o estudo dos programas de ensino da primeira metade dos anos 70. Todas as disciplinas de Serviço Social, teóricas e práticas, tinham nos textos de Freire o principal suporte bibliográfico. Ora, se tudo apontava para uma grande influência desse educador brasileiro sobre o Serviço Social naquele momento, era necessário buscar as possíveis relações que possibilitaram essa influência. E, para isso, além dos textos publicados nesse período, foi também utilizada uma entrevista exclusiva, onde o próprio Paulo Freire fala dos laços que o prendiam às assistentes sociais brasileiras e chilenas naquele momento, além da mútua influência exercidaentre o educador e aqueles profissionais. É exatamente o que se apresenta no primeiro capítulo: o Movimento de do Serviço Social na América Latina e a influência de Paulo Freire. Este estudo nos permitiu entender o modelo de formação profissional implantado a partir de eixo do debate desenvolvido no segundo capítulo - que culminou com o momento em A crise que exigiu um novo redirecionamento da formação dos assistentes sociais a partir de 1976, tema central do terceiro capítulo que compõe este estudo. Cad. serv. soc., Belo Horizonte, v. 2, n. 2, p , out: 1997

9 O MOVIMENTO DE RECONCEITUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL As origens Os anos 60 marcaram para a Escola de Belo Horizonte um período de mudanças na formação que oferecia aos assistentes sociais. A segunda metade dessa mesma década é marcada pelo início do Movimento de Reconceituação do Serviço Social, que vai definir novas diretrizes para toda uma categoria de profissionais na América Latina. A conjuntura das sociedades latino-americanas e a relação desses países no contexto da política internacional levamos assistentes sociais a iniciarem um processo de revisão de seus objetivos profissionais. Era um processo que iria desencadear novas perspectivas de trabalho e criar formas de pensar para os futuros profissionais. O Movimento de Reconceituação, que tem suas primeiras idéias gestadas e difundidas pelos assistentes sociais chilenos, brasileiros, argentinos e uruguaios a partir de 1965, vai, nos anos posteriores, expandir-se pelos demais países do continente. Porém, é na conjuntura política da sociedade chilena, no período que vai de 1968 a 1972, que a Reconceituação aparece de forma mais enfática, apontando novas diretrizes para o trabalho dos Assistentes Sociais na América Latina. Para melhor situar historicamente o Movimento de Reconceituação, é necessário buscar no ano de 1965 o Primeiro Seminário Latino-Americano de Serviço Social, realizado na cidade brasileira de Porto Alegre. Com o tema "Serviço Social frente às mudanças sociais na América Latina", o Seminário tinha como eixo central o estudo dos aspectos referentes àrealidade política e social vivida 3 3 pelos países do continente. A conjuntura política e o precário desenvolvimento econômico dessas sociedades se configuravam como as principais causas do seu estado de pobreza, bem como dos problemas vividos por essa população. A força de programas sociais para o desenvolvimento do terceiro mundo era a solução encontrada para tirar da miséria a grande massa dapopulação do continente. E os assistentes sociais eram conclarnados a participarem ativamente do processo de desenvolvimento dessas sociedades. Para isso, entretanto, é necessário que o Serviço Social encontre seu próprio caminho, procurando desvencilhar-se da influência estrangeira - européia e norte-americana - para encontrar as soluções próprias para a realidade continental. Entre as conclusões do evento, uma das principais propostas para os profissionais era a de "atuar sobre as causas dos problemas sociais". (Ander-Egg, 1975, p. 406) A partir de Porto Alegre, foram realizados novos seminários num total de seis eventos até 1972, sempre nos países do sul do continente: Brasil, Uruguai, Argentina, Chile e Bolívia. A preocupação básica era sempre a mesma: a busca de um Serviço Social próprio para os países da América Latina. Os profissionais então envolvidos começavam um processo de busca dentro da realidade específica de seu próprio país. Era a tentativa de encontrar alternativas que pudessem atender à necessidade de uma única proposta de ação para o Serviço Social no continente. E foi como parte do compromisso então assumido que os profissionais brasileiros fizeram realizar o Seminário de Araxá. O encontro realizado em março de 1967, na cidade mineira de Araxá, estava centralizado no empenho dos profissionais brasileiros em formular uma "síntese dos componentes universais, dos elementos de especificidade (do Serviço Social) ao contexto econômico-social da realidade brasileira". (Documento de Araxá, 1967, p. 9) O relatório contendo as conclusões do Seminário de Araxá, publicado e divulgado como Documento de Araxá, teve uma significação especial dentro do Movimento de Reconcei- Cad. sem. soc., Belo Horizonte, v. 2, n. 2, p , out. 1997

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