Análise da Evolução da Densidade Óptica do Pigmento Macular com a Idade

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Análise da Evolução da Densidade Óptica do Pigmento Macular com a Idade"

Transcrição

1 Oftalmologia - Vol. 34: pp Análise da Evolução da Densidade Óptica do Pigmento Macular com a Idade Filipa Gomes Rodrigues 1, Jorge M. Mendes 2, Raquel Leitão 3, Sandra Gouveia 3, José Salgado-Borges 4 1 Interna Complementar de Oftalmologia - CHEDV Unidade de São Sebastião 2 Professor Auxiliar. Centro de Estatística e Gestão de Informação (CEGI) Universidade Nova de Lisboa (UNL) 3 Técnica de Ortóptica do Serviço de Oftalmologia - CHEDV Unidade de São Sebastião 4 Director do Serviço de Oftalmologia - CHEDV Unidade de São Sebastião Serviço de Oftalmologia - Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga (CHEDV) Unidade de São Sebastião Santa Maria da Feira RESUMO Introdução: O pigmento macular é formado pelos carotenóides luteína e zeaxantina. Devido às suas propriedades anti-radicais livres, constitui um factor protector da Degenerescência Macular Relacionada com a Idade (DMRI). A medição da Densidade Óptica do Pigmento Macular (DOPM) na prática clínica diária poderá vir a constituir um método de rastreio precoce dos indivíduos com maior risco de DMRI, sendo importante conhecer a distribuição normal dos valores de DOPM na nossa população e os seus possíveis factores determinantes. Com este trabalho pretende-se analisar a distribuição de medições da DOPM numa amostra de 180 indivíduos de diferentes idades. Material e métodos: A amostra do presente estudo é formada por 180 voluntários com idades compreendidas entre os 20 e os 79 anos de idade. Os indivíduos foram submetidos à medição da DOPM através de uma técnica inovadora, Heterochromatic Flicker Photometry (HFP). A medição foi realizada no olho esquerdo ou no olho direito a cada um dos participantes. Analisaram-se as características da amostra e as medições da DOPM segundo a sua distribuição por sexo, idade e grupo etário decenal. Resultados: A média global de DOPM é de 0,48 +/- 0,15. Não existe diferença estatisticamente significativa entre os valores médios de DOPM por sexo. Os valores médios de DOPM por grupo etário decenal não são estatisticamente diferentes. Contudo, verifica-se uma correlação negativa e uma relação linear decrescente entre os valores de DOPM e a idade. Conclusões: Os resultados deste estudo parecem mostrar uma diminuição da DOPM com a idade. Todavia, existe uma grande variabilidade na DOPM que fica por explicar e que poderá dever-se a erros de medição e/ou outros factores de risco para a DMRI. ABSTRACT Macular Pigment Optical Density evolution with age Introduction: Macular pigment is formed by the carotenoids lutein and zeaxanthin. Due to its anti free-radical properties, it s considered a protective factor from age-related macular degeneration (AMD). Measurement of Macular Pigment Optical Density (MPOD) Trabalho apresentado sob a forma de Comunicação Livre no 52.º Congresso Português de Oftalmologia, Vilamoura (2009). VOL. 34, ABRIL - JUNHO,

2 Filipa Gomes Rodrigues, Jorge M. Mendes, Raquel Leitão, Sandra Gouveia e José Salgado-Borges in daily clinical practice may become an early screening method of individuals at risk for AMD. It is therefore important to know the normal distribution of MPOD values in our population and its potential determinant factors. The scope of this study is the analysis of the distribution of MPOD measurements in a sample of 180 individuals with different ages. Material and methods: The sample consists of 180 volunteers, ranging from 20 to 79 years of age. Individuals were submitted to MPOD measurement through a novel technique, Heterochromatic Flicker Photometry (HFP). MPOD was measured in the left eye or right eye of each subject. Sample characteristics and MPOD values according to sex, age and decennial age group are analyzed. Results: Mean MPOD value is 0,48 +/- 0,15. Mean MPOD values are neither statistically different between males and females nor according to decennial age group. However, a negative correlation between MPOD values and age is observed, as well as a decreasing linear association between the two variables. Conclusions: The results appear to show a decrease in MPOD values with age. However, a considerable amount of MPOD variability remains unexplained, which can be due to measurement errors and/or other AMD risk factors. Palavras-chave: Degenerescência macular relacionada com a idade; Densidade óptica do pigmento macular; Carotenóides; Luteína; Zeaxantina. Key words: Age-related macular degeneration; Macular pigment optical density; Carotenoids; Lutein; Zeaxanthin. Introdução Opigmento macular (PM) é formado pelos carotenóides luteína e zeaxantina 1,2. Visto que estas moléculas não são sintetizados pelo organismo, a sua obtenção é feita exclusivamente através de fontes alimentares, nomeadamente pela ingestão de gema de ovo e de frutos e vegetais de folhas verdes e cores variadas 11. Relativamente à localização, o seu pico situa-se na zona central da retina (1º a 2º centrais da fóvea), sofrendo uma diminuição periférica progressiva, estando ausente a partir dos 8º a 10º de excentricidade foveal 12. Histologicamente, observa-se que o PM está situado em maior concentração nas camadas retinianas plexiforme externa e plexiforme interna, sendo responsável pela coloração amarelada característica da mácula 5. No que diz respeito às suas propriedades, o PM apresenta um pico de absorção situado nos 446 nm, correspondente à luz azul, luz esta que provoca lesões retinianas com maior facilidade devido ao seu menor comprimento de onda e elevada energia. Por outro lado, o PM constitui um eficaz neutralizador das espécies reactivas de oxigénio. Estas duas propriedades conferem- -lhe um efeito anti radicais livres, diminuindo assim a peroxidação lipídica de ácidos gordos, a consequente alteração funcional e morte celular e ainda a formação de produtos resultantes da peroxidação, nomeadamente lipofuscina 1. A lipofuscina, um marcador de envelhecimento retiniano cuja acumulação leva à formação de drusens, é por si só capaz de gerar novos radicais livres quando exposta à luz azul, estimulando ainda a apoptose de células do epitélio pigmentar da retina 2. Tendo em consideração as características do PM e o papel do stress oxidativo na patofisiologia da Degenerescência Macular Relacionada com a Idade (DMRI) 1,2, vários estudos procuraram definir uma relação entre ambos, estando hoje estabelecido um papel protector do PM na DMRI 1,2,3,6. Tendo em conta não só o aumento da prevalência desta patologia inerente ao incremento da esperança média de vida, mas também a frequente ausência de um tratamento adequado, a prevenção surge como uma arma importante no combate à DMRI. Assim, o conhecimento dos factores determinantes da Densidade Óptica do Pigmento Macular 366 OFTALMOLOGIA

3 Análise da Evolução da Densidade Óptica do Pigmento Macular com a Idade (DOPM) poderá permitir desenvolver medidas preventivas que actuem através da aumento do seu valor. Neste sentido, estudos recentes demonstraram que alguns dos factores que provocam a diminuição da DOPM são também factores de risco para DMRI, nomeadamente o tabagismo, obesidade e história familiar 9,10. No que concerne à influência da idade na DOPM, os resultados têm sido contraditórios 3,10,12. A medição da DOPM na prática clínica diária poderá vir a constituir um método de rastreio precoce dos indivíduos com maior risco de DMRI. Assim, é objectivo deste trabalho conhecer a distribuição dos valores da DOPM na nossa população. Por outro lado, pretende- -se aprofundar os factores que provocam uma variação da DOPM, assim como o estudar a relação entre a DOPM e factores de risco para DMRI, nomeadamente a idade, um factor de risco major para DMRI 8. Desta forma, será possível obter uma melhor compreensão do papel protector do PM na DMRI. Para dar resposta a estas questões, pretende-se analisar a distribuição de medições da DOPM numa amostra de 180 indivíduos. A amostra do presente estudo é formada por 180 voluntários com idades compreendidas entre os 20 e os 79 anos de idade, sendo que a cada grupo etário decenal correspondem 30 voluntários. Os indivíduos foram submetidos à medição da DOPM através do aparelho QuantifEYE (ZeaVision ), baseado na técnica Heterochromatic Flicker Photometry (HFP). Esta técnica é não invasiva, não requer dilatação, é fiável e apresenta resultados reproduzíveis 4,12. O aparelho emite um estímulo composto por luz azul (465nm), absorvida pelo PM, e luz verde (530nm), que não é absorvida pelo PM. O estímulo é emitido inicialmente com uma determinada frequência (flicker do estímulo), a qual vai sendo gradualmente diminuída. Quando o intervalo entre os flashes de luz intermitente é muito longo para permitir a fusão (correspondente ao ponto mínimo de flicker), o indivíduo vê a luz a tremer, sendo dada a indicação de que deverá pressionar um botão nesse momento. São emitidos vários estímulos com diferentes proporções de luz verde e luz azul. É determinado o ponto mínimo de flicker correspondente a cada ratio de luz verde/ luz azul, permitindo a obtenção de uma curva de medição. A medição foi realizada no centro retiniano, onde ocorre absorção de luz azul pelo PM. Na periferia retiniana, devido à ausência de PM, não ocorre absorção de luz azul, sendo a DOPM teoricamente zero. Contudo, visto que os meios ópticos amarelados absorvem luz azul, o aparelho estima automaticamente a medição periférica, tendo em conta a idade do paciente. São então obtidas duas curvas, correspondentes à medição central e periférica (Fig.1). A diferença entre as duas medições deve-se à presença de PM no centro retiniano, permitindo o cálculo do calor da DOPM. Material e Métodos Fig. 1 Exemplificação das medições central e periférica. A cada ponto corresponde o valor mínimo de flicker do indivíduo para um estímulo de determinado ratio verde- -azul. Adaptado de van der Veen RLP et al 12. A medição foi realizada no olho esquerdo ou no olho direito a cada um dos participantes, dado que não parece haver diferença interocular na DOPM medida por HFP 7. VOL. 34, ABRIL - JUNHO,

4 Filipa Gomes Rodrigues, Jorge M. Mendes, Raquel Leitão, Sandra Gouveia e José Salgado-Borges Analisaram-se as características da amostra e as medições da DOPM segundo a sua distribuição por sexo, idade e grupo etário decenal. Na figura 4 está representada a distribuição de frequências de medição por escalão etário decenal, segundo o sexo. Verifica-se que 64% dos indivíduos da amostra pertence ao sexo feminino (n=115). Resultados Relativamente às medições de DOPM segundo o olho, verificou-se que não existe diferença estatisticamente significativa no valor médio e de variância de DOPM entre o olho direito e o olho esquerdo (p<0,05) (Figs. 2 e 3). Assim, a origem da medição não é considerada relevante na restante análise. A média global de DOPM é de 0,48 +/- 0,15. Fig. 4 Gráfico de distribuição de frequências: medição de DOPM por grupo etário decenal, segundo o sexo. Fig. 2 Histograma da distribuição da DOPM, segundo o olho. Relativamente às medições de DOPM segundo o sexo, o valor médio de DOPM é de 0,47 +/- 0,16 e 0,49 +/- 0,16 em homens e mulheres, respectivamente. Esta diferença não é estatisticamente significativa (p=0,6069), tal como a diferença entre as variâncias de DOPM (p=0,1927) (Fig. 5). Fig. 3 Gráfico de caixa-e-bigodes: distribuição da DOPM, segundo o olho. Fig. 5 Gráfico de caixa-e-bigodes: DOPM, segundo o sexo. 368 OFTALMOLOGIA

5 Análise da Evolução da Densidade Óptica do Pigmento Macular com a Idade Relativamente à análise da relação da DOPM com a idade, verifica-se uma correlação negativa entre as duas variáveis (coeficiente de Pearson: -0,1167) (Fig. 6). Contudo esta relação não é estatisticamente significativa (p=0,1196). Os valores médios de DOPM por grupo etário decenal também não são estatisticamente diferentes (Fig. 7). Esta relação não é estatisticamente significativa (p=0,1196), apresentando um coeficiente de determinação associado de 0,0136. Este coeficiente mede, numa escala de 0 a 1, a quantidade de variabilidade explicada pelo parâmetro em estudo. No caso da DOPM, só 1.36% da variabilidade é que pode ser explicada pela idade. Fig. 6 Gráfico de dispersão do valor médio de DOPM, segundo a idade. Fig. 8 Gráfico de dispersão da DOPM segundo a idade, com representação da recta de regressão. Conclusões Fig. 7 Gráfico de dispersão do valor médio de DOPM, segundo o grupo etário decenal. Verificou-se a existência de uma relação linear decrescente entre os valores de DOPM e a idade (Fig. 8), traduzida pela seguinte equação de regressão: DOPM = 0,5346-0, x idade A média global de DOPM encontrada nesta população portuguesa foi de 0,48+/-0,15, um valor semelhante ao encontrado noutro estudo que utiliza a técnica HFP, em indivíduos de idades entre os 22 e os 64 anos 4. Verificou-se que não existe diferença estatisticamente significativa entre os valores médios de DOPM por sexo, tal como já descrito 12. Assim, apesar de o sexo feminino ser frequentemente apresentado como factor de risco para DMRI 1, essa influência não parece derivar de uma relação entre o sexo e os valores de DOPM. Os resultados parecem mostrar uma diminuição da DOPM com a idade. Deste modo, o facto de a idade constituir um factor de risco para DMRI poderá dever-se a uma diminuição da DOPM com o envelhecimento. Dado que a correlação negativa encontrada é consistente com outros estudos 3,10, a falta de significância VOL. 34, ABRIL - JUNHO,

6 Filipa Gomes Rodrigues, Jorge M. Mendes, Raquel Leitão, Sandra Gouveia e José Salgado-Borges estatística dos resultados poderá dever-se à baixa dimensão da amostra e a erros de medição. Uma grande variabilidade na DOPM fica também por explicar. Essa variabilidade poderá estar relacionada com os motivos já referidos, assim como com a existência de outros factores determinantes. Futuramente, pretende-se analisar a associação entre a DOPM e factores de risco para a DMRI 1,8, nomeadamente hábitos alimentares, suplementos vitamínicos, tabagismo, antecedentes pessoais e familiares e Índice de Massa Corporal. Apesar de ter sido determinado um valor médio de DOPM nesta população, seria também interessante analisar a partir de que valor do DOPM aumenta o risco de DMRI, assim como qual o limiar para iniciar suplementação com carotenóides. Agradecimentos Os autores agradecem aos voluntários que participaram neste estudo. Agradece-se também a colaboração da Théa Portugal, pelo fornecimento do equipamento utilizado. Bibliografia 1. AHMED SS, LOTT MN, MARCUS DM.: The macular xanthophylls. Surv Ophthalmol 2005; 50: BEATTY S, BOULTON M, HENSON D, KOH H-H, MURRAY IJ.: Macular pigment and age related macular degeneration. Br J Ophthalmol 1999; 83: BEATTY S, MURRAY IJ, HENSON DB, CARDEN D, KOH H, BOULTON ME.: Macular pigment and risk for age-related macular degeneration in subjects from a northern european population. Invest Ophthalmol Vis Sci 2001; 42: BERENDSCHOT T, VAN DER VEEN R, CARDEN D, VAN NORREN D, MURRAY L.: Desktop macular pigment optical density measurement: a new approach based on heterochromatic flicker photometry. Invest Ophthalmol Vis Sci 2007; 48: E-Abstract BONE RA, LANDRUM JT, FERNANDEZ L, TARSIS SL.: Analysis of the macular pigment by HPLC: retinal distribution and age study. Invest Ophthalmol Vis Sci 1988; 29: BONE RA, LANDRUM JT, MAYNE ST, GOMEZ CM, TIBOR SE, TWAROSKA EE.: Macular pigment in donor eyes with and without AMD: a case-control study. Invest Ophthalmol Vis Sci 2001; 42: HAMMOND BR JR, FULD K.: Interocular differences in macular pigment density. Invest Ophthalmol Vis Sci 1992; 33: KLEIN R, PETO T, BIRD A, VANNEWKIRK MR.: The epidemiology of age-related macular degeneration. Am J Ophthalmol 2004; 137: NOLAN J et al.: Macular pigment and percentage of body fat. Invest Ophthalmol Vis Sci. 2004; 45: NOLAN JM, STACK J, O DONOVAN O, LOANE E, BEATTY S.: Risk factors for age-related maculopathy are associated with a relative lack of macular pigment. Exp Eye Res 2007; 84: THURNHAM DI.: Macular zeaxanthins and lutein a review of dietary sources and bioavailability and some relationships with macular pigment optical density and age-related macular disease. Nutr Res Rev 2007; 20: VAN DER VEEN R, BERENDSCHOT TTJM, HENDRIKSE F, CARDEN D, MAKRIDAKI M, MURRAY J.: A new desktop instrument for measuring macular pigment optical density based on a novel technique for setting flicker thresholds. Ophthal Physiol Opt 2009; 29: OFTALMOLOGIA

RESPOSTA RÁPIDA 87/2014 VITALUX na Degeneração Macular Relacionada com a Idade (DMRI) forma atrófica

RESPOSTA RÁPIDA 87/2014 VITALUX na Degeneração Macular Relacionada com a Idade (DMRI) forma atrófica RESPOSTA RÁPIDA 87/2014 VITALUX na Degeneração Macular Relacionada com a Idade (DMRI) forma atrófica SOLICITANTE Dra. Denise Canêdo Pinto Juíza de Direito da Segunda Vara Cível da Comarca de Ponte Nova

Leia mais

Caracterização dos doentes toxicodependentes observados pela equipa de Psiquiatria de Ligação - análise comparativa dos anos de 1997 e 2004

Caracterização dos doentes toxicodependentes observados pela equipa de Psiquiatria de Ligação - análise comparativa dos anos de 1997 e 2004 Caracterização dos doentes toxicodependentes observados pela equipa de Psiquiatria de Ligação - análise comparativa dos anos de 1997 e 2004 Joana Alexandre *, Alice Luís ** Resumo Analisaram-se as características

Leia mais

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima Saúde mais próxima. Por causa de quem mais precisa. Saúde mais Próxima é um programa da

Leia mais

Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios

Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE LETRAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios Sandra Sofia Brito da Silva Dissertação

Leia mais

NÚMERO: 006/2011 DATA: 27/01/2011 Diagnóstico Sistemático e Tratamento da Retinopatia Diabética

NÚMERO: 006/2011 DATA: 27/01/2011 Diagnóstico Sistemático e Tratamento da Retinopatia Diabética ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 006/2011 DATA: 27/01/2011 Diagnóstico Sistemático e Tratamento da Retinopatia Diabética Retinopatia Diabética Conselhos Directivos das Administrações Regionais

Leia mais

REMOÇÃO DE COR EM EFLUENTES INDUSTRIAIS

REMOÇÃO DE COR EM EFLUENTES INDUSTRIAIS REMOÇÃO DE COR EM EFLUENTES INDUSTRIAIS Gandhi Giordano Engenheiro Químico pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Especialização em Engenharia Sanitária e Ambiental pela UERJ, Mestrando

Leia mais

LIMIAR DE FUSÃO BINAURAL MASCARAMENTO

LIMIAR DE FUSÃO BINAURAL MASCARAMENTO 27 Maio de 2011 AUDIOLOGIA LIMIAR DE FUSÃO BINAURAL MASCARAMENTO FUSION AT INFERRED THRESHOLD (FIT) - MASKING Jorge Humberto Martins. Audiologista Mestre em Ciências da Fala e da Audição Correspondência:

Leia mais

Dedico este trabalho às minhas filhas à minha esposa pelo apoio em todos os projetos. iii

Dedico este trabalho às minhas filhas à minha esposa pelo apoio em todos os projetos. iii Dedico este trabalho às minhas filhas à minha esposa pelo apoio em todos os projetos. iii Agradecimentos Um trabalho destes só é possível com a colaboração, participação e esforço conjugado de um elevado

Leia mais

SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE

SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE G.D.x PRINCÍPIO O princípio da polarimetria a laser permite medir a espessura da camada de fibras nervosas, na região peripapilar, devido às propiedades birrefringentes desta camada. BIRREFRINGÊNCIA (Dupla

Leia mais

VARIAÇÃO TEMPORAL DAS ONDAS DE CALOR NA CIDADE DE PELOTAS-RS

VARIAÇÃO TEMPORAL DAS ONDAS DE CALOR NA CIDADE DE PELOTAS-RS Abstract: VARIAÇÃO TEMPORAL DAS ONDAS DE CALOR NA CIDADE DE PELOTAS-RS Bruno Zanetti Ribeiro 1 André Becker Nunes² 1 Faculdade de Meteorologia, Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Campus Universitário

Leia mais

Efeitos da variabilidade de prática e da interferência contextual na aprendizagem de uma

Efeitos da variabilidade de prática e da interferência contextual na aprendizagem de uma Efeitos da variabilidade de prática e da interferência contextual na aprendizagem de uma habilidade motora - o largar e pontapear sem ressalto - em precisão. Nuno Amaro 1,2, Luis Neves 1,2, Rui Matos 1,2,

Leia mais

PROPAGAÇÃO DO RUÍDO DE UM TRATOR AGRÍCOLA DE PNEUS

PROPAGAÇÃO DO RUÍDO DE UM TRATOR AGRÍCOLA DE PNEUS PROPAGAÇÃO DO RUÍDO DE UM TRATOR AGRÍCOLA DE PNEUS Camilla Missio 1 ; Jorge Wilson Cortez 3 ; Wellytton Darci Quequeto 2 ; Leonardo Maldaner 2 ; Anamari Viegas de Araujo Motomiya 3 UFGD/FCA Caixa Postal

Leia mais

Exotropia consecutiva a cirurgia de endotropia

Exotropia consecutiva a cirurgia de endotropia Oftalmologia - Vol. 38: pp.7- Artigo Original Exotropia consecutiva a cirurgia de endotropia Mónica Franco, Cristina Pereira, Luisa Colaço, Raquel Seldon 2, Ana Vide Escada 2, Gabriela Varandas 3, Maria

Leia mais

Autora: Maria dos Anjos Leitão de Campos. Instituto Nacional de Estatística / Departamento de Estatísticas Sociais

Autora: Maria dos Anjos Leitão de Campos. Instituto Nacional de Estatística / Departamento de Estatísticas Sociais Artig tigo 4º_ página 67 A mortalidade por VIH/SIDA em Portugal: alterações da estrutura etária Autora: Maria dos Anjos Leitão de Campos Instituto Nacional de Estatística / Departamento de Estatísticas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MESTRADO EM NUTRIÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MESTRADO EM NUTRIÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MESTRADO EM NUTRIÇÃO GORDURA DIETÉTICA E LIPIDÍOS SÉRICOS ALYNE CRISTINE SOUZA DA SILVA Dissertação apresentada ao colegiado do Programa de

Leia mais

Módulo 13. Regulação em reprodutores contínuos: a eq. logística

Módulo 13. Regulação em reprodutores contínuos: a eq. logística Módulo 13. Regulação em reprodutores contínuos: a eq. logística Objectivos Suponhamos que se dispõe de observações da densidade populacional ( 1, 2, 3,...) duma população de reprodutores contínuos, na

Leia mais

Fábio da Silva Abrate

Fábio da Silva Abrate Fábio da Silva Abrate Elaboração de um Questionário para Avaliar as Variáveis Determinantes do Endividamento de Estudantes Universitários no Cartão de Crédito: Um Estudo Piloto Adaptado para o Mercado

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DOS DISTÚRBIOS TIREOIDIANOS EM USUÁRIOS DE UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

CLASSIFICAÇÃO DOS DISTÚRBIOS TIREOIDIANOS EM USUÁRIOS DE UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS CLASSIFICAÇÃO DOS DISTÚRBIOS TIREOIDIANOS EM USUÁRIOS DE UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS Kamila Karoliny Ramos de Lima 1, Josimar dos Santos Medeiros 2. Resumo Entre as principais doenças de evolução

Leia mais

Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana

Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana Universidade Técnica de Lisboa Faculdade de Motricidade Humana O Método Pilates e os seus Efeitos em Termos de Autoeficácia na Musculatura do Pavimento Pélvico em Mulheres com Incontinência Urinária de

Leia mais

ESTUDO ACÚSTICO DE BANCOS DE IGREJA

ESTUDO ACÚSTICO DE BANCOS DE IGREJA 42º CONGRESO ESPAÑOL DE ACÚSTICA ENCUENTRO IBÉRICO DE ACÚSTICA EUROPEAN SYMPOSIUM ON ENVIRONMENTAL ACOUSTICS AND ON BUILDINGS ACOUSTICALLY SUSTAINABLE ESTUDO ACÚSTICO DE BANCOS DE IGREJA PACS: 43.55.EV

Leia mais

ATUALIZAÇÃO CONTINUADA

ATUALIZAÇÃO CONTINUADA ATUALIZAÇÃO CONTINUADA Pigmentos maculares Macular pigments Renata Canovas 1 Marcela Cypel 2 Michel Eid Farah 3 Rubens Belfort Jr. 4 RESUMO A luteína e a zeaxantina são pigmentos amarelos que se localizam

Leia mais

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE CRIANÇAS DO ENSINO PRÉ-ESCOLAR DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DA AZAMBUJA

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE CRIANÇAS DO ENSINO PRÉ-ESCOLAR DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DA AZAMBUJA AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE CRIANÇAS DO ENSINO PRÉ-ESCOLAR DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DA AZAMBUJA Clara Monteiro 1, Filipa Franco 2, Ana Santos 2, Sara Neves 2 & Ana Neves 1 1 Departamento de Tecnologia

Leia mais

INDICADORES DE RISCO DA SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO

INDICADORES DE RISCO DA SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO INDICADORES DE RISCO DA SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO DEFINITION OF SAFETY INDICATORS IN CONSTRUCTION Eng.ª Cristina Reis, Assistente Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Quinta dos Prados, Departamento

Leia mais

Diabetes e Hipogonadismo: estamos dando a devida importância?

Diabetes e Hipogonadismo: estamos dando a devida importância? Diabetes e Hipogonadismo: estamos dando a devida importância? por Manuel Neves-e-Castro,M.D. Clinica de Feminologia Holistica Website: http://neves-e-castro.pt Lisboa/Portugal Evento Cientifico Internacional

Leia mais

Tensão Arterial e Obesidade na comunidade assídua do mercado municipal de Portalegre

Tensão Arterial e Obesidade na comunidade assídua do mercado municipal de Portalegre Tensão Arterial e Obesidade na comunidade assídua do mercado municipal de Portalegre Blood Pressure and Obesity in the adult population who goes to the municipal market in Portalegre Andreia Costa António

Leia mais

Medidas com o instrumento homódino

Medidas com o instrumento homódino Medidas com o instrumento homódino 29 de Julho de 2005 1 Esquema O esquema do instrumento homódino está representado na gura 1. O díodo laser utilizado tem um comprimento de onda de 785nm e a modulação

Leia mais

MAUS TRATOS NA POPULAÇÃO IDOSA INSTITUCIONALIZADA

MAUS TRATOS NA POPULAÇÃO IDOSA INSTITUCIONALIZADA Universidade de Lisboa Faculdade de Medicina de Lisboa MAUS TRATOS NA POPULAÇÃO IDOSA INSTITUCIONALIZADA Catarina Isabel Fonseca Paulos Mestrado em Medicina Legal e Ciências Forenses 2005 Esta dissertação

Leia mais

Validação das observações feitas com o pluviômetro de garrafa PET na cidade de Belém-PA.

Validação das observações feitas com o pluviômetro de garrafa PET na cidade de Belém-PA. Validação das observações feitas com o pluviômetro de garrafa PET na cidade de Belém-PA. Silvia Letícia Alves Garcêz¹, Maria Aurora Santos da Mota². ¹Estudante de Graduação da Universidade Federal do Pará,

Leia mais

Í N D I C E G E R A L. v i i A B R E V I A T U R A S E S I G L A S. v i i i L I S T A D E T A B E L A S E F I G U R A S ix

Í N D I C E G E R A L. v i i A B R E V I A T U R A S E S I G L A S. v i i i L I S T A D E T A B E L A S E F I G U R A S ix Í N D I C E : Í N D I C E G E R A L. v i i A B R E V I A T U R A S E S I G L A S. v i i i L I S T A D E T A B E L A S E F I G U R A S ix R E S U M O. x A B S T R A C T... xi I - I N T R O D U Ç Ã O - 1

Leia mais

METODOLOGIAS ESTATÍSTICAS APLICADAS A DADOS DE ANÁLISES QUÍMICAS DA ÁGUA PRODUZIDA EM UM CAMPO MADURO DE PETRÓLEO

METODOLOGIAS ESTATÍSTICAS APLICADAS A DADOS DE ANÁLISES QUÍMICAS DA ÁGUA PRODUZIDA EM UM CAMPO MADURO DE PETRÓLEO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA CT CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA CCET PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE PETRÓLEO - PPGCEP DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Leia mais

ESPAÇAMENTO DAS MUDAS DE CAFÉ NA COVA (*)

ESPAÇAMENTO DAS MUDAS DE CAFÉ NA COVA (*) ESPAÇAMENTO DAS MUDAS DE CAFÉ NA COVA (*) HÉLIO JOSÉ SCARANARI Engenheiro-agrônomo, Divisão de Agronomia, Instituto Agronômico RESUMO Quatro distâncias entre as mudas na mesma cova foram estudadas, com

Leia mais

Karina Pfrimer Pós-graduanda da FMRP-USP Mestre pelo Departamento de Clínica Médica da FMRP-USP

Karina Pfrimer Pós-graduanda da FMRP-USP Mestre pelo Departamento de Clínica Médica da FMRP-USP Biomarcardores Karina Pfrimer Pós-graduanda da FMRP-USP Mestre pelo Departamento de Clínica Médica da FMRP-USP Biomarcadores Os biomarcadores são componentes corporais de fluidos ou tecidos que apresentam

Leia mais

Economia Social e a sua Sustentabilidade como Fator de Inclusão Social (ESSIS) PRINCIPAIS RESULTADOS DO INQUÉRITO ÀS IPSS

Economia Social e a sua Sustentabilidade como Fator de Inclusão Social (ESSIS) PRINCIPAIS RESULTADOS DO INQUÉRITO ÀS IPSS Economia Social e a sua Sustentabilidade como Fator de Inclusão Social (ESSIS) Projeto n.º 000350402011 PRINCIPAIS RESULTADOS DO INQUÉRITO ÀS IPSS POAT/FSE: Gerir, Conhecer e Intervir Respostas sociais

Leia mais

Teste da eficiencia da película protetora (insulfilm) em veículos automotores

Teste da eficiencia da película protetora (insulfilm) em veículos automotores F 609A Tópicos de Ensino de Física Teste da eficiencia da película protetora (insulfilm) em veículos automotores Aluno: Bruno Gomes Ribeiro RA: 059341 onurbrj@hotmail.com Orientador: Professor Doutor Flavio

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO SOCIAL DOS AGREGADOS FAMILIARES PORTUGUESES COM MENORES EM IDADE ESCOLAR Alguns resultados

CARACTERIZAÇÃO SOCIAL DOS AGREGADOS FAMILIARES PORTUGUESES COM MENORES EM IDADE ESCOLAR Alguns resultados CARACTERIZAÇÃO SOCIAL DOS AGREGADOS FAMILIARES PORTUGUESES COM MENORES EM IDADE ESCOLAR Alguns resultados Os dados apresentados resultam do estudo: "Caracterização Social dos Agregados Familiares Portugueses

Leia mais

O USO DA ONICOABRASÃO COMO MÉTODO DE AUXÍLIO NA OBTENÇÃO DE AMOSTRAS PARA O DIAGNÓSTICO DA ONICOMICOSE

O USO DA ONICOABRASÃO COMO MÉTODO DE AUXÍLIO NA OBTENÇÃO DE AMOSTRAS PARA O DIAGNÓSTICO DA ONICOMICOSE HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL DE SÃO PAULO O USO DA ONICOABRASÃO COMO MÉTODO DE AUXÍLIO NA OBTENÇÃO DE AMOSTRAS PARA O DIAGNÓSTICO DA ONICOMICOSE ANA FLÁVIA NOGUEIRA SALIBA São Paulo 2012 ANA

Leia mais

ELDER REGIS DEORATO MARQUES

ELDER REGIS DEORATO MARQUES UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Projetos sociais esportivos: um estudo das relações entre o esporte e o autoconceito ELDER REGIS DEORATO MARQUES SÃO PAULO 2012 ELDER REGIS

Leia mais

Rastreio em Saúde Mental a uma amostra de utilizadores da. consulta sem diagnóstico de perturbação mental

Rastreio em Saúde Mental a uma amostra de utilizadores da. consulta sem diagnóstico de perturbação mental Rastreio em Saúde Mental a uma amostra de utilizadores da consulta sem diagnóstico de perturbação mental JOSÉ AUGUSTO RODRIGUES SIMÕES Assistente Graduado de Clínica Geral, no Centro de Saúde de Góis MANUEL

Leia mais

Departamento de Oftalmologia da A

Departamento de Oftalmologia da A Departamento de Oftalmologia da A CBHPM: 3.03.12.12-4 Página 51 Porte 10C, 1 aux, Porte anestésico 5 50 mil crianças cegas no mundo Se não ttar doença limiar: 50% evolui anatomica e funcionalmente mal

Leia mais

Null polymorphism of GSTM1 gene in susceptibility of Breast Cancer: Evidence based on Meta-analysis

Null polymorphism of GSTM1 gene in susceptibility of Breast Cancer: Evidence based on Meta-analysis Null polymorphism of GSTM1 gene in susceptibility of Breast Cancer: Evidence based on Meta-analysis Authors: Daiane de Oliveira Cunha, Paula Lailla Freitas Ribeiro, Xisto Sena Passos, Cesar Augusto Sam

Leia mais

Retinopatia diabética: impacto dos novos hábitos alimentares e do aumento da esperança de vida. Filipe Varandas Carla Costa Lança, PhD

Retinopatia diabética: impacto dos novos hábitos alimentares e do aumento da esperança de vida. Filipe Varandas Carla Costa Lança, PhD Retinopatia diabética: impacto dos novos hábitos alimentares e do aumento da esperança de vida Filipe Varandas Carla Costa Lança, PhD Pertinência do trabalho A RD é a principal causa de deficiência visual

Leia mais

ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS ESPACIAL DA INCIDÊNCIA DE POBREZA NA ILHA DE SANTIAGO DE CABO VERDE

ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS ESPACIAL DA INCIDÊNCIA DE POBREZA NA ILHA DE SANTIAGO DE CABO VERDE ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS ESPACIAL DA INCIDÊNCIA DE POBREZA NA ILHA DE SANTIAGO DE CABO VERDE ANTÓNIO JOSÉ MEDINA DOS SANTOS BAPTISTA; CRISTIANE MÁRCIA SANTOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA

Leia mais

Análise Exploratória de Dados

Análise Exploratória de Dados Análise Exploratória de Dados Profª Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva email: alcione.miranda@gmail.com Introdução O primeiro passo

Leia mais

Medidas de dispersão: os valores estão próximos entre si ou variam muito?

Medidas de dispersão: os valores estão próximos entre si ou variam muito? NOTAS DE EPIDEMIOLOGIA E ESTATÍSTICA Medidas de dispersão: os valores estão próximos entre si ou variam muito? Measures of dispersion: are all values close to each other or do they vary a lot? JOÃO LUIZ

Leia mais

A INTEGRAÇÃO ENTRE ESTATÍSTICA E METROLOGIA

A INTEGRAÇÃO ENTRE ESTATÍSTICA E METROLOGIA A INTEGRAÇÃO ENTRE ESTATÍSTICA E METROLOGIA João Cirilo da Silva Neto jcirilo@araxa.cefetmg.br. CEFET-MG-Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais-Campus IV, Araxá Av. Ministro Olavo Drumonnd,

Leia mais

PREVENÇÃO DA RETINOPATIA DA PREMATURIDADE: João Borges Fortes Filho

PREVENÇÃO DA RETINOPATIA DA PREMATURIDADE: João Borges Fortes Filho FACULDADE DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE PREVENÇÃO DA RETINOPATIA DA PREMATURIDADE: A VISÃO DO OFTALMOLOGISTA João Borges Fortes Filho MESTRE,

Leia mais

ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL DE DADOS HORÁRIOS DE TEMPERATURA EM CURITIBA

ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL DE DADOS HORÁRIOS DE TEMPERATURA EM CURITIBA ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL DE DADOS HORÁRIOS DE TEMPERATURA EM CURITIBA Miriam Pittigliani Instituto Tecnológico Simepar Centro Politécnico da UFPR Cx. Postal 19.1, Curitiba-PR, 81.531-99 e-mail:

Leia mais

Regressão Linear em SPSS

Regressão Linear em SPSS Regressão Linear em SPSS 1. No ficheiro Calor.sav encontram-se os valores do consumo mensal de energia, medido em milhões de unidades termais britânicas, acompanhados de valores de output, em milhões de

Leia mais

Análise Temporal dos Preços da Commodity Cobre Usando o Modelo Box & Jenkins

Análise Temporal dos Preços da Commodity Cobre Usando o Modelo Box & Jenkins Bruno de Paula Baltar Análise Temporal dos Preços da Commodity Cobre Usando o Modelo Box & Jenkins Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação em Administração de Empresas

Leia mais

TECNOLOGIAS NA MENSURAÇÃO DO BEM-ESTAR EM AVES

TECNOLOGIAS NA MENSURAÇÃO DO BEM-ESTAR EM AVES TECNOLOGIAS NA MENSURAÇÃO DO BEM-ESTAR EM AVES Metodologias aplicadas na avaliação de problemas locomotores em frangos de corte e poedeiras têm uma importância cada vez maior dentro da cadeia produtiva.

Leia mais

PENSAMENTO. A sabedoria consiste em o homem ter a. compreender os seus próprios limites, e, em especial, a sua ignorância.

PENSAMENTO. A sabedoria consiste em o homem ter a. compreender os seus próprios limites, e, em especial, a sua ignorância. PENSAMENTO A sabedoria consiste em o homem ter a noção dos seus limites, em compreender os seus próprios limites, e, em especial, a sua ignorância (Karl Popper) I DEDICATÓRIA Aos meus pais, filhos e netos

Leia mais

ANÁLISE DAS VAZÕES DO RIO SÃO FRANCISCO COM O FILTRO HODRICK-PRESCOTT

ANÁLISE DAS VAZÕES DO RIO SÃO FRANCISCO COM O FILTRO HODRICK-PRESCOTT ANÁLISE DAS VAZÕES DO RIO SÃO FRANCISCO COM O FILTRO HODRICK-PRESCOTT Igor Madson Fernandes dos Santos 1, Bruno dos Santos Guimarães 1, Renato Vieira Costa 1, Luiz Carlos Baldicero Molion² e João Rafael

Leia mais

Seu objetivo é encontrar o valor de T que maximiza o lucro médio por mês. Usando o Crystal Ball Crystal Ball implementa o seu modelo Excel permitindo

Seu objetivo é encontrar o valor de T que maximiza o lucro médio por mês. Usando o Crystal Ball Crystal Ball implementa o seu modelo Excel permitindo Política de Troca de Brocas de Perfuração Autor Crystal Ball Sumário Quando perfurando certos tipos de terrenos, a performance de uma broca de perfuração diminui com o tempo devido ao desgaste. Eventualmente,

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ANÁLISE E TRATAMENTO DE DADOS Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ANÁLISE E TRATAMENTO DE DADOS Ano Lectivo 2015/2016 UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA Programa da Unidade Curricular ANÁLISE E TRATAMENTO DE DADOS Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Psicologia 3. Ciclo

Leia mais

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade Os modelos de Qualidade Total apresentam uma estrutura teórica bem consistente, pois: não há contradições entre as suas afirmações básicas; há uma estrutura bem definida

Leia mais

USO DO SOFTWARE WINDOGRAPHER PARA ESTIMATIVAS DA VELOCIDADE DO VENTO EM ALTITUDE NUMA REGIÃO DO LITORAL CEARENSE

USO DO SOFTWARE WINDOGRAPHER PARA ESTIMATIVAS DA VELOCIDADE DO VENTO EM ALTITUDE NUMA REGIÃO DO LITORAL CEARENSE USO DO SOFTWARE WINDOGRAPHER PARA ESTIMATIVAS DA VELOCIDADE DO VENTO EM ALTITUDE NUMA REGIÃO DO LITORAL CEARENSE Emerson Mariano da Silva 1 ; Flavio José Alexandre Linard 2 1 Universidade Estadual do Ceará

Leia mais

Psicossociologia Do Trabalho

Psicossociologia Do Trabalho Relação de dados biográficos com factores de avaliação do trabalho. Psicossociologia Do Trabalho Resumo Relação de dados biográficos com factores de avaliação do trabalho. Importância de dados biográficos

Leia mais

Qualidade dos alimentos: novas desafios. Braganc;:a, 2012 16-19 Setembro ISBN 978-972-745-141-8

Qualidade dos alimentos: novas desafios. Braganc;:a, 2012 16-19 Setembro ISBN 978-972-745-141-8 Qualidade dos alimentos: novas desafios Braganc;:a, 2012 16-19 Setembro ISBN 978-972-745-141-8 Caracterização nutricional e propriedades bioativas de quatro variedades tradicionais de tomate (Lycopersicon

Leia mais

5º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS

5º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS 5º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS TÍTULO DO TRABALHO: REDES NEURAIS APLICADAS EM INDÚSTRIAS PETROQUÍMICAS DE FABRICAÇÃO DE FIBRAS DE POLIÉSTER. AUTORES: Lívia Maciel

Leia mais

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS. Roberto Esmeraldo R3 CCP

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS. Roberto Esmeraldo R3 CCP ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS Roberto Esmeraldo R3 CCP SENSIBILIDADE capacidade de um teste diagnóstico identificar os verdadeiros positivos, nos indivíduos verdadeiramente doentes. sujeito a falso-positivos

Leia mais

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO?

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? Enelúzia Lavynnya Corsino de Paiva China (1); Lucila Corsino de Paiva (2); Karolina de Moura Manso da Rocha (3); Francisco

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DESTINATÁRIOS

ORGANIZAÇÃO DESTINATÁRIOS APRESENTAÇÃO os módulos de análise de dados em IBM SPSS Statistics, organizados pelo Centro de Investigação em Ciências Sociais da Universidade do Minho (CICS), pretendem contribuir para a difusão da utilização

Leia mais

Colesterol 3. Que tipos de colesterol existem? 3. Que factores afectam os níveis de colesterol? 4. Quando está o colesterol demasiado elevado?

Colesterol 3. Que tipos de colesterol existem? 3. Que factores afectam os níveis de colesterol? 4. Quando está o colesterol demasiado elevado? Colesterol Colesterol 3 Que tipos de colesterol existem? 3 Que factores afectam os níveis de colesterol? 4 Quando está o colesterol demasiado elevado? 4 Como reduzir o colesterol e o risco de doença cardiovascular?

Leia mais

INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis

INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis O objetivo deste texto é apresentar os principais procedimentos

Leia mais

FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CIÊNCIAS. Conteúdo: - Ótica

FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CIÊNCIAS. Conteúdo: - Ótica Conteúdo: - Ótica Habilidades: - Entender a propagação da luz e suas aplicações Dispersão da luz A dispersão da luz consiste em um fenômeno onde a luz branca VERMELHO ALARANJADO AMARELO VERDE AZUL ANIL

Leia mais

Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança

Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança Projecto Mexa-se em Bragança Organização: Pedro Miguel Queirós Pimenta Magalhães E-mail: mexaseembraganca@ipb.pt Web: http://www.mexaseembraganca.ipb.pt

Leia mais

Análise da Governança Corporativa como Determinante das Despesas de Auditoria e Consultoria no Brasil

Análise da Governança Corporativa como Determinante das Despesas de Auditoria e Consultoria no Brasil Rodrigo Telles Pires Hallak Análise da Governança Corporativa como Determinante das Despesas de Auditoria e Consultoria no Brasil Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Administração

Leia mais

6.2 Complementar... 77 6.3 Estatística... 78 7 PROPOSTA DE PESQUISA PARA O DOUTORADO... 78 8 MATERIAL E MÉTODO... 78 8.1 Descrição da população

6.2 Complementar... 77 6.3 Estatística... 78 7 PROPOSTA DE PESQUISA PARA O DOUTORADO... 78 8 MATERIAL E MÉTODO... 78 8.1 Descrição da população iii AGRADECIMENTOS A todos que direta ou indiretamente contribuíram para que fosse possível a realização deste trabalho, o meu muito obrigado, e em particular; Ao Prof. Dr. Antonio Carlos Simões, que por

Leia mais

VARIABILIDADE ESPACIAL DE ATRIBUTOS FÍSICOS EM SOLOS SOB PLANTIO DIRETO. Bolsista PBIC/UEG, graduando do Curso de Engenharia Agrícola, UnU Cet - UEG.

VARIABILIDADE ESPACIAL DE ATRIBUTOS FÍSICOS EM SOLOS SOB PLANTIO DIRETO. Bolsista PBIC/UEG, graduando do Curso de Engenharia Agrícola, UnU Cet - UEG. VARIABILIDADE ESPACIAL DE ATRIBUTOS FÍSICOS EM SOLOS SOB PLANTIO DIRETO Ródney Ferreira Couto 1 ; Cássio Rodrigues Moreira 1 ; Elton Fialho dos Reis 2 1 Bolsista PBIC/UEG, graduando do Curso de Engenharia

Leia mais

Caça à Minhoca: A selecção natural em acção

Caça à Minhoca: A selecção natural em acção Caça à Minhoca: A selecção natural em acção Ana Rita Ferrito; Margarida Marques da Costa Departamento Biologia, Colégio Valsassina Continuo a compilar todo o tipo de provas que possam ajudar a compreender

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

CAPÍTULO 4. O ESTUDO DE CARACTERES QUALITATIVOS EM GÊMEOS

CAPÍTULO 4. O ESTUDO DE CARACTERES QUALITATIVOS EM GÊMEOS CAPÍTULO 4. O ESTUDO DE CARACTERES QUALITATIVOS EM GÊMEOS A investigação de um caráter qualitativo em gêmeos baseia-se na análise da proporção de gêmeos MZ e nos quais apenas um dos elementos de cada par

Leia mais

DIAGNÓSTICO DE DERMATOPATIAS EM EQUINOS ATRAVÉS DO MÉTODO DE TRICOGRAMA

DIAGNÓSTICO DE DERMATOPATIAS EM EQUINOS ATRAVÉS DO MÉTODO DE TRICOGRAMA 1 DIAGNÓSTICO DE DERMATOPATIAS EM EQUINOS ATRAVÉS DO MÉTODO DE TRICOGRAMA Victor Fernando Santana LIMA 1 ; Gabriela da Cruz PIEDADE 2 ; Taynar Lima BEZERRA 2 ; Anderson de Jesus SANTOS 2 ; Luana Regina

Leia mais

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO TEMPORAL DA TEMPERATURA DO AR NA CIDADE DE PORTO ALEGRE NO PERÍODO DE 1960-2008

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO TEMPORAL DA TEMPERATURA DO AR NA CIDADE DE PORTO ALEGRE NO PERÍODO DE 1960-2008 ANÁLISE DO COMPORTAMENTO TEMPORAL DA TEMPERATURA DO AR NA CIDADE DE PORTO ALEGRE NO PERÍODO DE 1960-2008 William César de Freitas da Cruz¹ Ricardo Antônio Mollmann Jr. 2 André Becker Nunes 3 1 willcesarcruz@gmail.com

Leia mais

UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS ECONÓMICAS E EMPRESARIAIS

UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS ECONÓMICAS E EMPRESARIAIS UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS ECONÓMICAS E EMPRESARIAIS A ACESSIBILIDADE E UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE NA ILHA DE SÃO MIGUEL Ana Rosa

Leia mais

Rua Guadalajara, nº 175, Barra (Morro do Gato). Salvador - Bahia. CEP: 40.140-460

Rua Guadalajara, nº 175, Barra (Morro do Gato). Salvador - Bahia. CEP: 40.140-460 PARECER CREMEB 11/11 (Aprovado em Sessão da 2ª Câmara em 03/06/2011) Expediente Consulta Nº 176.964/11 Assunto: Tratamento de Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) Relatora: Consª. Nedy Maria

Leia mais

Taxa de ocupação e. no consumo per capita. As cidades representam demandas. Conexão

Taxa de ocupação e. no consumo per capita. As cidades representam demandas. Conexão 46 Hydro Janeiro 2013 Conexão Taxa de ocupação e o consumo per capita O crescimento da população urbana, o aumento do consumo per capita e a perspectiva de redução da oferta de água impõem a necessidade

Leia mais

Daros, K A C e Medeiros, R B

Daros, K A C e Medeiros, R B 1 ESTUDO DAS FONTES DE RUÍDO DA IMAGEM PARA FINS DE OTIMIZAÇÃO DAS DOSES NA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO E ABDOME ADULTO Daros, K A C e Medeiros, R B Universidade Federal de São Paulo São Paulo

Leia mais

Dedicatória. À memória do meu querido avô Amaro, nunca te esquecerei. Aos meus filhos António e Cecília, pelos momentos ausentes.

Dedicatória. À memória do meu querido avô Amaro, nunca te esquecerei. Aos meus filhos António e Cecília, pelos momentos ausentes. ii Dedicatória À memória do meu querido avô Amaro, nunca te esquecerei. Aos meus filhos António e Cecília, pelos momentos ausentes. iii iv Agradecimentos Uma investigação desta tipologia envolve, directa

Leia mais

TUTORIA INTERCULTURAL NUM CLUBE DE PORTUGUÊS

TUTORIA INTERCULTURAL NUM CLUBE DE PORTUGUÊS UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE PSICOLOGIA E DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO TUTORIA INTERCULTURAL NUM CLUBE DE PORTUGUÊS SANDRA MARIA MORAIS VALENTE DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO Área de

Leia mais

NORMA DE BOA PRÁTICA CLÍNICA

NORMA DE BOA PRÁTICA CLÍNICA NÚMERO: 001/2010 DATA: 30/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: Prescrição da Osteodensitometria na Osteoporose do Adulto Osteodensitometria Médicos do Serviço Nacional de Saúde Departamento

Leia mais

FSP/USP. HEP5800 Bioestatística_2011 Denise Pimentel Bergamaschi

FSP/USP. HEP5800 Bioestatística_2011 Denise Pimentel Bergamaschi Aula 1 - Excel Assuntos que serão vistos no Excel 1- Cálculo de porcentagem simples e acumulada; construção de tabelas 2- Construção de gráficos 2.1 Diagrama de barras (uma variável) 2.2 Diagrama linear

Leia mais

INFLUÊNCIAS DA KINESIOTAPING NO DESEMPENHO DO SALTO EM DISTÂNCIA, EM INDIVÍDUOS SADIOS JOVENS

INFLUÊNCIAS DA KINESIOTAPING NO DESEMPENHO DO SALTO EM DISTÂNCIA, EM INDIVÍDUOS SADIOS JOVENS 1 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA-UnB FACULDADE DE CEILÂNDIA-FCE CURSO DE FISIOTERAPIA JOÃO RAFAEL FREITAS DA SILVA INFLUÊNCIAS DA KINESIOTAPING NO DESEMPENHO DO SALTO EM DISTÂNCIA, EM INDIVÍDUOS SADIOS JOVENS

Leia mais

EXCEL 2013. Público Alvo: Arquitetos Engenheiros Civis Técnicos em Edificações Projetistas Estudantes das áreas de Arquitetura, Decoração e Engenharia

EXCEL 2013. Público Alvo: Arquitetos Engenheiros Civis Técnicos em Edificações Projetistas Estudantes das áreas de Arquitetura, Decoração e Engenharia EXCEL 2013 Este curso traz a vocês o que há de melhor na versão 2013 do Excel, apresentando seu ambiente de trabalho, formas de formatação de planilhas, utilização de fórmulas e funções e a criação e formatação

Leia mais

AVALIAÇÃO DO USO DA FOTOGRAMETRIA NO POSICIONAMENTO DOS VÉRTICES DE IMÓVEIS RURAIS PARA FINS CADASTRAIS CONFORME PRECISÃO DETERMINADA PELO INCRA

AVALIAÇÃO DO USO DA FOTOGRAMETRIA NO POSICIONAMENTO DOS VÉRTICES DE IMÓVEIS RURAIS PARA FINS CADASTRAIS CONFORME PRECISÃO DETERMINADA PELO INCRA AVALIAÇÃO DO USO DA FOTOGRAMETRIA NO POSICIONAMENTO DOS VÉRTICES DE IMÓVEIS RURAIS PARA FINS CADASTRAIS CONFORME PRECISÃO DETERMINADA PELO INCRA Ronaldo Aparecido de Oliveira, MSc. ENGEFOTO Engenharia

Leia mais

AS ATITUDES DOS EMPRESÁRIOS ALGARVIOS FACE AO EMPREGO DE PESSOAS SOCIALMENTE DISCRIMINADAS: Um estudo empírico

AS ATITUDES DOS EMPRESÁRIOS ALGARVIOS FACE AO EMPREGO DE PESSOAS SOCIALMENTE DISCRIMINADAS: Um estudo empírico AS ATITUDES DOS EMPRESÁRIOS ALGARVIOS FACE AO EMPREGO DE PESSOAS SOCIALMENTE DISCRIMINADAS: Um estudo empírico Ileana Monteiro Docente da Escola de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve

Leia mais

Compensação. de Factor de Potência

Compensação. de Factor de Potência Compensação de Factor de Potência oje em dia, praticamente todas as instalações eléctricas têm associadas aparelhos indutivos, nomeadamente, motores e transformadores. Este equipamentos necessitam de energia

Leia mais

Em 2013 perderam-se 4 683 anos potenciais de vida devido à diabetes mellitus

Em 2013 perderam-se 4 683 anos potenciais de vida devido à diabetes mellitus Dia Mundial da diabetes 14 de novembro 1983-2013 EMBARGO ATTÉ 13 DE NOVEMBRO DE 2014,, ÀS 11 HORAS Em 2013 perderam-se 4 683 anos potenciais de vida devido à diabetes mellitus Em 2013, as doenças endócrinas,

Leia mais

5º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS

5º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS 5º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS TÍTULO DO TRABALHO: DETERMINAÇÃO DA POROSIDADE EFETIVA E DO VOLUME POROSO DE ROCHAS SEDIMENTARES DA BACIA DO PARANÁ ATRAVÉS DE ANÁLISE

Leia mais

ASPECTOS METEOROLÓGICOS ASSOCIADOS A EVENTOS EXTREMOS DE CHEIAS NO RIO ACRE RESUMO

ASPECTOS METEOROLÓGICOS ASSOCIADOS A EVENTOS EXTREMOS DE CHEIAS NO RIO ACRE RESUMO ASPECTOS METEOROLÓGICOS ASSOCIADOS A EVENTOS EXTREMOS DE CHEIAS NO RIO ACRE Victor Azevedo Godoi 1, André Felipe de Matos Lopes 1, Audálio Rebelo Torres Jr. 1, Caroline R. Mazzoli da Rocha 2, Mariana Palagano

Leia mais

TEMA: Neovite Luteim para tratamento de descolamento de retina congênito

TEMA: Neovite Luteim para tratamento de descolamento de retina congênito NT 142/2014 Solicitante: Dra. Patrícia Bitencourt Moreira Juizado Especial da Comarca de Manhuaçu Data: 20/07/2014 Medicamento X Material Procedimento Cobertura Número do processo: 0052611-84.2014.8.13.0394

Leia mais

ENSAIO DE COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL PARA ANÁLISE GRANULOMÉTRICA : Uma Aplicação Prática

ENSAIO DE COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL PARA ANÁLISE GRANULOMÉTRICA : Uma Aplicação Prática ENSAIO DE COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL PARA ANÁLISE GRANULOMÉTRICA : Uma Aplicação Prática 1 Conceição Fonseca, Alice Oliveira, Rui Lucas - CTCV FÓRUM SPQ EXPO EXPONOR 26 de Setembro de 2013 1. RESUMO

Leia mais

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP (1 a 3 de dezembro de 2010) Objetivos da Pesquisa: 1) Gerais: Conhecer mais profundamente a saúde e condições de trabalho

Leia mais

EC330 Tratamento da Informação

EC330 Tratamento da Informação EC330 Tratamento da Informação Prof. Dr. Maurício U. Kleinke PECIM PPG em Ensino de Ciências e Matemática Grupo de Ensino e Avaliação DFA/IFGW/Unicamp Visão além do alcance: uma introdução à análise fatorial

Leia mais

In ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NA DETERMINAÇÃO DA RAZÃO DA MISTURA ÁLCOOL-GASOLINA POR SENSORIAMENTO ÓPTICO

In ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NA DETERMINAÇÃO DA RAZÃO DA MISTURA ÁLCOOL-GASOLINA POR SENSORIAMENTO ÓPTICO 4 o PDPETRO, Campinas, SP 4.4.0464 1 In ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NA DETERMINAÇÃO DA RAZÃO DA MISTURA ÁLCOOL-GASOLINA POR SENSORIAMENTO ÓPTICO Rafael T. Takeishi 1, Edmilton Gusken, Henrique

Leia mais

Medição do fluxo de calor sensível com anemômetro sônico e de hélice Cristhiane Michiko Passos Okawa 1 Nelson Luís Dias 2

Medição do fluxo de calor sensível com anemômetro sônico e de hélice Cristhiane Michiko Passos Okawa 1 Nelson Luís Dias 2 Medição do fluxo de calor sensível com anemômetro sônico e de hélice Cristhiane Michiko Passos Okawa 1 Nelson Luís Dias 2 1 Abstract Sensible heat flux has been measured with two eddy-correlation (EC)

Leia mais

ESTUDO DO CRESCIMENTO DE GOTÍCULAS E GOTAS NO CCNC-DSCC. PARTE ΙI: TEMPO DE CRESCIMENTO

ESTUDO DO CRESCIMENTO DE GOTÍCULAS E GOTAS NO CCNC-DSCC. PARTE ΙI: TEMPO DE CRESCIMENTO ESTUDO DO CRESCIMENTO DE GOTÍCULAS E GOTAS NO CCNC-DSCC. PARTE ΙI: TEMPO DE CRESCIMENTO Ednardo Moreira Rodrigues 1, Carlos Jacinto de Oliveira 2, Francisco Geraldo de Melo Pinheiro 2, Jonathan Alencar

Leia mais

Comparação entre Variáveis Meteorológicas das Cidades de Fortaleza (CE) e Patos (PB)

Comparação entre Variáveis Meteorológicas das Cidades de Fortaleza (CE) e Patos (PB) Comparação entre Variáveis Meteorológicas das Cidades de Fortaleza (CE) e Patos (PB) F. D. A. Lima 1, C. H. C. da Silva 2, J. R. Bezerra³, I. J. M. Moura 4, D. F. dos Santos 4, F. G. M. Pinheiro 5, C.

Leia mais

Teoria física sobre a luz, a cor e a visão

Teoria física sobre a luz, a cor e a visão Teoria física sobre a luz, a cor e a visão No século XVII, Newton aproveitou um feixe de luz do Sol, que atravessava uma sala escura, fazendo-o incidir sobre um prisma de vidro. Verificou que o feixe se

Leia mais

ESTUDO VISCOSIMÉTRICO DE COPOLÍMEROS EM BLOCOS À BASE DE POLI (GLICOL PROPILÊNICO) E POLI (GLICOL ETILÊNICO)

ESTUDO VISCOSIMÉTRICO DE COPOLÍMEROS EM BLOCOS À BASE DE POLI (GLICOL PROPILÊNICO) E POLI (GLICOL ETILÊNICO) ESTUDO VISCOSIMÉTRICO DE COPOLÍMEROS EM BLOCOS À BASE DE POLI (GLICOL PROPILÊNICO) E POLI (GLICOL ETILÊNICO) R.T. da Costa, M.C. Delpech, F.M.B. Coutinho Instituto de Química da Universidade do Estado

Leia mais