CONSIDERANDO a deliberação à unanimidade dos(as) Conselheiros(as) de Direitos presentes na Reunião Extraordinária de 17 de Março de 2015;

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1 CMDCA Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente BOITUVA ESTADO DE SÃO PAULO Criado pela Lei Municipal 1095/97, de 1º de outubro de 1997 RESOLUÇÃO N.º 03/2015, de 18 de Março de 2015 Aprova o do plano decenal dos direitos humanos da criança e do adolescente, e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, CMDCA-Boituva/SP, usando das atribuições que lhe são conferidas; CONSIDERANDO a deliberação à unanimidade dos(as) Conselheiros(as) de Direitos presentes na Reunião Extraordinária de 17 de Março de 2015; RESOLVE: Art. 1º Fica aprovado o Plano Decenal dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente neste município de Boituva, apreciado e aprovado pela plenária do CMDCA. Art. 2º O Plano Municipal para Infância e Adolescência terá como meios de avaliação e acompanhamento uma comissão, que será regulamentada envolvendo todos os segmentos participantes a cada 2 anos, após a aprovação da lei com ajustes, justificativas e apontamentos relacionados às ações estabelecidas. Art. 3º O Plano seguirá para Câmara Municipal de Boituva, através do Executivo para apreciação dos vereadores e transformação em Lei para nortear as políticas publicas para infância e adolescência. Boituva,SP, 18 de março de 2015 Claudinei Ferreira Soares Presidente do CMDCA Enviado ao Poder Executivo através do Ofício: CMDCA-007/2015 e transformado em Lei Municipal nº 2.499/ publicado no Diário Oficial do Município de 30 de Março de Edição nº 500 pág

2 CMDCA Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente BOITUVA ESTADO DE SÃO PAULO Criado pela Lei Municipal 1095/97, de 1º de outubro de 1997 Boituva,SP, 19 de março de 2015 Ofício: CMDCA-007/2015 Ao Ilmo Sr. Prefeito Municipal de Boituva Dr. Edson José Marcusso Anexo: Plano Municipal Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes.. Considerando o disposto no art. 227, caput e 7º, e no art. 204 da Constituição; Considerando o disposto no art. 4, "d"; nos incisos II e VII do art. 88 da Lei n 8.069, de 13 de julho de Estatuto da Criança e do Adolescente e no art. 2 do Decreto n 5.089, de 20 de maio de 2004; Considerando os princípios e as diretrizes da Política Nacional de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes e os eixos e os objetivos estratégicos do Plano Nacional Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; Encaminho a Vossa Senhoria, o Plano Municipal Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; para que seja enviado à Câmara Municipal de Boituva e seja transformando em Lei Municipal para a eficácia das políticas publicas contida neste documento; Ao ensejo reitero protestos de elevada estima e distinta consideração. CLAUDINEI FERREIRA SOARES Presidente Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente Fone: (15)

3 PREFEITURA MUNICIPAL DE BOITUVA Apoio PLANO MUNICIPAL PARA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA Boituva - SP

4 Quando o homem compreende a sua realidade, pode levantar hipóteses sobre o desafio dessa realidade e procurar soluções. Assim, pode transformá-la e o seu trabalho pode criar um mundo próprio, seu Eu e as suas circunstâncias. Paulo Freire 4

5 PLANO Decenal Municipal Dos Direitos Humanos de Crianças E Adolescentes

6 Prefeito Municipal de Boituva Edson José Marcusso Vice Prefeito Municipal de Boituva José Barbosa Junior Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente Claudinei Ferreira Soares Articuladora do Plano Municipal Decenal Tânia Maria da Silva 6

7 CRÉDITOS ELABORAÇÃO Câmara Municipal de Boituva Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Programa Prefeito Amigo da Criança Secretaria Municipal de Educação e Cultura Secretaria Municipal de Esporte Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assuntos Jurídicos Secretaria e Agricultura e Meio Ambiente Secretaria de Cooperação na Área de Segurança Publica Secretaria de Desenvolvimento Social, Cidadania e Trabalho Secretaria de Planejamento Urbano Conselho Tutelar COORDENAÇÃO Articuladora Municipal do PPAC Tânia Maria da Silva APOIO TÉCNICO - Fundação Abrinq REVISÃO - Bruna Maria Dalmazzo Nogueira 7

8 SISTEMATIZAÇÃO GERAL Bruna Maria Dalmazzo Nogueira Vilma Moraes de Arruda Soares COLABORADOR TÉCNICO Bruno Pissinato COMISSÃO MUNICIPAL DO PLANO DECENAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Representantes do Poder Público: I - Representantes da Secretaria de Educação e Cultura: Titular: Valéria Aparecida de Camargo. Suplente: Leandro Marcos de Meira. II - Representantes da Secretaria do Desenvolvimento Social, Cidadania e Trabalho: Titular: Milene de Fátima Amaro Campos Suplente: Laércio Codato III - Representantes da Secretaria de Saúde: Titular: Alessandra Salmeron Ramos. Suplente: Marinalva Tomaz. IV - Representantes da Secretaria de Esportes Titular: João Alfredo Marques Suplente: Jonas Mateus Cancian V - Representantes da Câmara Municipal de Vereadores: Titular: Hernando Mauro Diógenes de Aquino Suplente: Luis Eustáquio Gianotti VI - Representantes do Conselho Tutelar Titular: Maria Augusta Módolo Suplente: Alzira Aparecida da Silva Beccari Representantes da Sociedade Civil: I Representantes do Conselho Municipal de Educação Titular: Renata Marcondes Suplente: Márcia Rosane da Silva II - Representantes do Conselho Municipal de Alimentação Escolar Titular: Sergio Bettin de Souza Setor: Representante do Rotary Club de Boituva Cargo: Conselheiro do CAE 8

9 b) Suplente: Elisângela Cristina Vanicoli Rocha Setor: Representante dos Pais de Alunos das Escolas Publica Municipais Cargo: Conselheira III - Representantes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE Titular: Samira Gomes Figueiredo Suplente: Cristiane Almeida dos Anjos IV- Representantes do Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação: Titular: Andreia Patrícia Amicci Munhoz Suplente: Romilda Rodrigues V - Representantes do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA: Titular: Claudinei Ferreira Soares Suplente: Antonio Carlos Patrizzi VI - Representantes da Fundação Crescer Criança Titular: Darcy Marin Ramos da Silva Suplente: Luciana Ghizzi Amaral e Silva Boituva - SP

10 COMISSÃO MUNICIPAL PERMANENTE PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL PARA A INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA Secretaria do Desenvolvimento Social, Cidadania e Trabalho. Secretário Laércio Codato - Representante Bruna Maria Dalmazzo Nogueira. Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente Secretário: Amilton de Pádua Serrão - Representante: Carlos Rodolfo Araújo Cruz Secretaria de Cooperação na Área de Segurança Pública Secretário: Benedito Aparecido Lisboa Juvenil - Representante: Marcos Roberto Gomes Secretaria de Planejamento Urbano Secretário Artur Henrique Proença Representante Lisandra Franco Bureta Secretaria de Esporte Secretário Jonas Mateus Cancian Representante Viviane Regina Domingues dos Santos Secretaria da Saúde Secretário Marcos Roberto Robusti Representante Alessandra Salmeron Ramos Secretaria de Educação e Cultura Secretário Celso Fernando Iversen - Representante: Vilma Moraes de Arruda Soares Secretaria de Assuntos Jurídicos Secretário José Carlos Simão Conselho Tutelar Conselheira Maria Augusta Módolo CMDCA Presidente Claudinei Ferreira Soares Boituva - SP

11 AGRADECIMENTOS Queremos agradecer primeiramente a DEUS, pois sem ELE não teríamos forças diante dos desafios do cotidiano e também por nos iluminar na busca de soluções e melhorias para nossas crianças e adolescentes, que esse futuro possa ter a verdadeira dignidade merecida e de oportunidades universais. E por acreditar e almejar um amanhã melhor em uma sociedade mais justa com valores e princípios humanizados é que pensamos, refletimos e elaboramos esse plano. Agradecemos ao prefeito, secretários e aos representantes das secretarias que com empenho e determinação contribuíram na elaboração do presente plano. 11

12 LISTA DE SIGLAS AEE - Atendimento Educacional Especializado APAE - Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais CAENA - Criança Agora, Energia para um Novo Amanhã CEDCA - Conselho Estadual dos Direitos da Criança e Adolescente CEI - Centro de Educação infantil EMEI - Escola Municipal de Educação infantil CMDCA - Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente CAE - Conselho de Alimentação Escolar CONANDA - Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente COMAS - Conselho Municipal de Assistência Social CRAS - Centro de Referência de Assistência Social CREAS - Centro de Referência Especializado de Assistência Social CT - Conselho tutelar D.A Deficiente Auditivo DST - Doenças sexualmente transmissíveis ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente EJA - Educação para Jovens e Adultos IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística OCA - Orçamento Criança e Adolescente ODM Objetivos de Desenvolvimento do Milênio OMS - Organização Mundial de Saúde ONGs - Organização Não Governamental ONU - Organização das Nações Unidas PBF - Programa Bolsa Família PM - Polícia Militar PLANO MUNICIPAL DECENAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES - Plano Municipal para Infância e Adolescência PMB - Prefeitura Municipal de Boituva PNDH - Programa Nacional dos Direitos Humanos PPAC - Programa Prefeito Amigo da Criança PROJOVEM - Programa Nacional de Inclusão de Jovens: educação, qualificação e ação comunitária SIPIA - Sistema de Informação para a Infância e Adolescência SMEC - Secretaria Municipal de Educação e Cultura SME - Secretaria Municipal de Esporte SMS - Secretaria Municipal de Saúde SCASS - Secretaria de Cooperação na Área de Segurança Pública SAMA - Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente SPU - Secretaria do Planejamento Urbano SMDSCT - Secretaria Desenvolvimento Social, Cidadania e Trabalho SUAS - Sistema Único da Assistência Social UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a Infância ODM - Objetivo de Desenvolvimento do Milenio SMF - Secretaria Municipal de Finanças 12

13 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO MARCO LEGAL MARCO CONCEITUAL MARCO SITUACIONAL PLANO DE AÇÃO DADOS SOBRE A EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO INFANTIL ENSINO FUNDAMENTAL ESCOLA DE ENSINO MÉDIO ESCOLA DE ENSINO TÉCNICO ESCOLA DE ENSINO SUPERIOR PRIVADA OFICINA PEDAGOGICA DA REDE MUNICIPAL DE BOITUVA DIVISÃO DE TRANSPORTE DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE CULTURA NUCLEO DE EDUCAÇÃO MUSICAL CORO MUNICIPAL DE BOITUVA BANDA SINFÔNICA MUNICIPAL ZEZINHO FERRIELLO DE BOITUVA PARCERIAS QUE SÃO ATENDIDAS PELAS AÇÕES CULTURAIS AGENDA CULTURAL PROJETO CAENA FUNDAÇÃO CRESCER CRIANÇA INSTITUTO AÇÃO CIDADÃO AVANÇOS DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DESAFIOS DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: DADOS SOBRE A SECRETARIA DA SAÚDE MUNICIPAL - REDE FÍSICA DE ATENDIMENTO EM SAÚDE E RECURSOS HUMANOS DADOS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES DADOS DA SECRETARIA DESENVOLVIMENTO SOCIAL CIDADANIA E TRABALHO DADOS DO DEPARTAMENTO DE ALIMENTAÇÃO DADOS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE COOPERAÇÃO NOS ASSUNTOS DE SEGURANÇA PÚBLICA ORÇAMENTO CRIANÇA E ADOLESCENTE

14 31. TABELAS DE AÇÕES AVALIAÇÃO REFERÊNCIAS

15 APRESENTAÇÃO No decorrer do tempo, temos constatado que os direitos da criança e do adolescente ganham cada vez mais espaço na sociedade. Cresce a ideia de que é possível construir uma sociedade mais justa e solidária, em detrimento da sociedade individualista e voltada ao capital, existente nos dias de hoje. Nesse sentido, tem-se buscado fazer que os direitos infanto-juvenis tenham efetivo exercício. Inicialmente para a Convenção Internacional dos Direitos da Criança de 1989, criança é todo ser humano menor de dezoito anos. Já o Estatuto da Criança e do Adolescente, instituído pela Lei n de 13 de julho de 1990, no art. 2º, considera que criança é a pessoa que possui idade inferior a 12 anos completos e os adolescentes se enquadram na faixa etária entre 12 e 18 anos de idade. Ressalvando, que no parágrafo único do mesmo dispositivo ele afirma que em casos expressos em Lei, o adolescente pode ser considerado como sendo a pessoa que compreende a idade entre, dezoito e vinte e um anos. Assim sendo, é importante ressaltar que, é a idade que define a condição conceitual infanto-juvenil. Porém, tanto criança quanto adolescente são pessoas que se encontram em desenvolvimento físico e mental, assim, conforme Bitencourt (2009), ambos são indivíduos com condições de receber cuidados pessoais. Mediante o exposto e somadas aos Eixos Prioritários aprovados na 8ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pelo CONANDA e amparados pelo Guia para Ação Passo a Passo PLANO MUNICIPAL DECENAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES, material cedido pela Fundação Abrinq, foi apresentada uma proposta ao Gestor Municipal de elaborar o PLANO MUNICIPAL DECENAL PARA A INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA DE BOITUVA a Para a efetivação do PLANO MUNICIPAL DECENAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES, formou-se uma Comissão Municipal de Acompanhamento e Avaliação do Plano, composta por representantes do Setor Publico e Privado. E para a construção do Plano, foi criada uma Comissão 15

16 Permanente para Elaboração do Plano Municipal para a Infância e Adolescência, objetivando conhecer e discutir mais profundamente as orientações do CONANDA e da Fundação Abrinq para construção do PLANO MUNICIPAL DECENAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES. O Art É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. ( ) A riqueza deste artigo traz muitas possibilidades de reflexão. Ele sinaliza claramente, nessa expressão, que os direitos da criança e do adolescente são de responsabilidade das gerações adultas. A família, a sociedade e o Estado são explicitamente reconhecidos como as três instâncias reais e formais de garantia dos direitos elencados na Constituição e nas leis. As propostas foram elaboradas e idealizadas para que sejam convertidas em políticas públicas de ação específica para crianças e adolescentes do Município de Boituva prevendo em um tempo de 10 (dez) anos. Com vistas na discussão objetiva e equilibrada entre grupos diversos e de sua mobilização em torno do tema, a articuladora do Plano apresentou à Comissão, através do Mapa PPAC, o diagnóstico da infância e da adolescência do município, identificando a nossa realidade atual e suas possíveis soluções. Os debates e estudos foram compartilhados por todos os segmentos representativos da nossa sociedade, trabalho este que terá como responsável o Secretario de cada pasta da Prefeitura Municipal de Boituva, que também caberá a nobre missão de articular e mediar informações, discussões e estudos, referente a ações que tenham o foco na criança e adolescente de Boituva. O marco final deste trabalho, compartilhado por todos os segmentos representativos da nossa Sociedade, deverá ser referendado pelo atual Gestor Público, aprovado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente- CMDCA e encaminhado ao LEGISLATIVO 16

17 MUNICIPAL para sua apreciação e transformação em dispositivo legal, assegurando que o mesmo converta-se em Política Municipal, sob a aprovação e acompanhamento de toda a Sociedade. 1. HISTÓRICO DO MUNICÍPIO A área do município de Boituva era habitada antes do período da evolução progressista alcançada no século XIX, por indígenas da tribo Guaianazes nos arredores de Porto Feliz e pelos índios Carijós por Sorocaba. Os índios chamavam o lugar de M-Boituva, que na língua Tupi Guarani significa "muitas cobras", devido ao grande número de espécies que havia no local. O local considerado lindo, com belas colinas, clima agradável era considerado uma área livre de enchentes. Cultivavam-se tubérculo, milho e algodão e suas colinas não concentravam muitos indígenas devido ao grande número de serpentes que viviam nas proximidades. Era uma região entre duas cidades muito importantes na época e a área pertencia aos dois municípios: Sorocaba e Porto Feliz. A população de Sorocaba nos meados do século XIX já era estimada em 25 mil habitantes. A cidade de Porto Feliz, ponto de partida das famosas monções que a princípio tinham funções administrativas, militares e científicas, se tornou ponto de partida de grandes expedições de aventureiros em busca de ouro. No meio destas duas cidades ficava Boituva, naquele instante oficialmente com sua área reconhecida pelo nome. Mapas da época apontavam os bairros de Corumbá, Pinhal, Sítio Grande e Pau D'alho onde já residiam moradores e pousadas de descanso para viajantes, tropeiros e mascates. Existiam também caminhos para carros de boi com a finalidade de recolhimento das produções da área. Várias sesmarias haviam sido doadas nas áreas próximas, primeiramente a José de Campos Bicudo, em 1726, quando foi oficializado o nome Boituva, e também outra, cedida a João Fernandes Maciel, no ano de

18 Outras terras devolutas foram doadas nas proximidades, mas o boituvense de coração Francisco de Oliveira Filho, em seu livro "Boituva de Ontem", com muita propriedade, valoriza as terras doadas para João Fernandes de Campos Bicudo. Constam vários de seus descendentes na história de nossa cidade, merece citação o Coronel Arruda Botelho que, na penúltima década do século XIX, veio residir em Boituva marcando sua história de vida de forma elogiável. Outros migrantes chegaram em meados do século XIX, entre eles citamos os gaúchos. Tropeiros que foram se fixando na área, entre eles Jerônimo Soares Rosa, que adquiriu uma sesmaria no bairro Pinhal. Vicente Ferreira Prestes, um dos gaúchos vindos em meados do século XIX, teve suas atividades centralizadas em Porto Feliz, e João Rodrigues Leite, adquiriu terras na região já conhecida como Boituva, no bairro Água Branca se estabeleceram diversas famílias, entre elas a família Miranda. O cenário estava montado para o progresso com produção agrícola, pecuária, e também estradas ligando as cidades vizinhas como Tatuí, Tietê e Cerquilho. Outros bairros já começavam a ser povoados e entre eles: Sítio Grande, na época pertencente ao município de Sorocaba, e vários locais de parada de tropeiros já existiam pelas estradas da época. Eram os chamados "bolichos". A produção não era valorizada devido ao alto custo do transporte para os centros consumidores. O grande impulso foi dado pela Sorocabana com projetos de avanço ao interior da província. Nos planos da ferrovia constava uma estação com o nome do lugar já conhecido como Boituva, onde seria instalada uma estação tronco e de onde partiriam ramais para outras regiões da Província de São Paulo. João Leite que tinha terras tomou conhecimento dos planos da Sorocabana e se entendeu com a direção da ferrovia doando as terras para a estação que foi inaugurada em 16 de Julho de Então, se fixaram funcionários da ferrovia e armazém de abastecimento. Foram montados, alguns pequenos hotéis, restaurantes, pensões e outros comércios. A produção agrícola aumentou com a chegada da Maria Fumaça, o que tornou compensador plantar, pois alcançavam os melhores preços, com maior rapidez na chegada do produto ao destino e com 18

19 frete mais econômico. Pessoas com ideia de residir em Boituva foram chegando. Ainda no século XIX, chegaram as famílias Vercellino e Bertoldi que deixaram a Itália e a Áustria para morarem na cidade após breve passagem pelo Rio de Janeiro. No território de Boituva se estabeleceram: os italianos Primo, Moschioni, Sartorelli, Bertoldi, Vercelino, Gianotti e Labronice. Alexandrina Vercelino, matriarca da família, construiu uma capela, tendo como padroeira a Santa Cruz. O Coronel Arruda Botelho usando o seu prestígio político em Porto Feliz instalou o primeiro posto de gasolina e o cemitério. Todos contribuíram e acompanharam seus esforços para o desenvolvimento de Boituva no princípio do século XX, quando chegaram as famílias Mazulquim, Ferrielo, Sartorelli, Franco, Barreto, Teles, Silva, Nogueira, Vitielo, Genaro, Leme, Ruscone, Assis, Prestes, Martins, Ferraz Pacheco, Christo, Mosquioni, Bueno, Gomes, Laureano, Barros. Nesta época também chegaram as famílias de imigrantes que vieram contratadas para trabalharem na cultura do café em municípios vizinhos e de outras regiões. Quando tinham seus contratos vencidos adquiriram terras, como aconteceu com os Tirabassi, Soncim, Candioto, Moretti, Favoretti e tantos outros. Os sírios libaneses, de tantas histórias para contar, como as famílias Issa, Abussanra, Amaro, Thame, Assad, Eid, Agostinho, Tanos, Xocaira, Macruz, Haddad, Thomé, Jorge e outros que juntamente com os que já estavam por aqui, são moradores com muitos créditos pela evolução e progresso da cidade que começou a partir de uma simples estação. Os ciclos produtivos foram se sucedendo através do algodão, a alfafa, o café, a cana e o que mais projetou a cidade foi o abacaxi, que era conhecido internacionalmente. Hoje, a produção de cogumelos e a olericultura têm os maiores destaques. Novas famílias foram chegando com o único objetivo de se estabelecerem para trabalhar e contribuir para o progresso. Chegaram os Luvizotto, Cizotto, Mescolotto, Mondini, Peixoto, Modanez, Sr. Walter da indústria Taunus, Bettiol, Marcon, Rudi, Urso, Oliveira, Serrão, Moro, Melaré, Pico, Galvão, Marcusso, Frizo, Simoneti, Botechia, Bento e tantos outros. 19

20 Cidade multirracial, Boituva apresenta grande diversidade étnica. São índios, negros, italianos, austríacos, portugueses, sírios libaneses, alemães e tantas outras gentes que plantaram no solo de Boituva seus sonhos de uma vida melhor. No ano de 1900, a área da estação Boituva também foi atingida por um surto de febre amarela que assolou toda a região e alcançou Boituva, vitimando muitos moradores. A população, liderada por Pereira Inácio e D. Alexandrina Vercellino, fez uma promessa, pedindo proteção a São Roque, santo da Igreja católica Romana, protetor contra a peste e padroeiro dos inválidos e cirurgiões. Com a febre ficando mais fraca e desaparecendo em pouco tempo, o santo foi eleito como padroeiro de Boituva. No início de 1937 Boituva tinha uma imagem muito positiva e era muito conhecida porque o abacaxi aqui produzido levava o nome da cidade. Sua agricultura era forte e os produtos que eram produzidos no distrito eram embarcados via Sorocabana, independentes da cidade sede. A população do distrito era composta por aproximadamente moradores na área rural e na urbana. A cidade não tinha calçamento e em suas ruas principais passavam boiadas e, logicamente, eram poeirentas, mas rica e movimentada. As famílias tradicionais mantinham-se firmes no distrito, enquanto seus filhos estudavam nas cidades vizinhas. A ideia de emancipação amadurecia e os vereadores que representavam Boituva na Câmara Municipal de Porto Feliz, trabalhavam incessantemente para alcançar o objetivo. As providências políticas foram oportunas. Vivia o Brasil uma fase difícil. Movimentos anarquistas, comunistas e integralistas eram constantes. Getulio Vargas pretendia se livrar dessas facções que tinham apoiado na Revolução de 30 e penetrava nos meios operários com medidas trabalhistas, ganhando prestígio, e com rigor livrava-se de seus antagonistas, destacandose seu chefe policial Felinto Muler, pela rudeza de suas medidas e perseguição. São Paulo era do interesse de Vargas devido á concentração operária e sentia-se forte na capital. A administração paulista ainda sofria as consequências das medidas antipaulistas tomadas pelos tenentes, que eram excelentes militares, mas péssimos administradores. A constituição de 34 20

21 ainda enfrentava barreiras jurídicas de adaptação e tratava medidas administrativas. Boituva conquistou sua emancipação político-administrativa, assinada pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, por meio da Lei Estadual número em 06 de setembro de 1937 e suas divisas estão descritas no Artigo 2.º conforme segue: Suas divisas serão as seguintes: começam no rio Sorocaba, no marco que serve de divisa á propriedade de Bento Ribeiro (hoje de Mario Dias); em recta sobem por esta divisa até a espigão, divisor das águas que vertem para os rios Sorocaba e Tietê; dahi. seguem á esquerda por esse espigão até frontear a cabeceira do corrego de Maria Alves: descem por este córrego. Ribeirão do Pau d'alho e Ribeirão do Pinhal até sua barra no Ribeirão do Quilombo; daqui sobem por este ribeirão até a barra de um pequeno córrego, denominado córrego do Benedicto João, que nasce próximo ao bairro da Cruz das Almas; sobem por este córrego até sua cabeceira e em recta seguem até a cabeceira do córrego do Sobradinho; descem por este córrego até o córrego que serve de limite ao município de Tietê; daqui seguem, acompanhando as divisas deste município, até ao rio Sorocaba; desse ponto seguem pelo rio Sorocaba acima, dividindo com o município de Tatuhy e respeitando as divisas actuaes de Campo Largo e Sorocaba, até o marco da fazenda de Mario Dias (outrora de Bento José Ribeiro), onde tiveram começo. o texto está na integra respeitando a ortografia da época. Em 1939, a agricultura foi abalada pela praga que se alastrou para o abacaxi, a broca e a fusariose. Por alguns anos o abatimento foi grande, mas a agricultura reergueu com novas plantações, principalmente a cana. Na década de 40 o Comendador Pereira Inácio, enfrentando problemas, como mão de obra trouxe para Boituva a Tecelagem São João abrindo centenas de oportunidades de trabalho aos boituvenses. 21

22 Brasão Primeiro Campo: simboliza o cão que alimentou São Roque, Padroeiro da cidade Segundo Campo: simboliza o planalto da cidade e os bandeirantes, primeiras famílias que se estabeleceram no bairro Boituva (Sorocaba/Porto Feliz) Terceiro Campo: simboliza as industrias e pelas Muitas Cobras Fides Labor Hospitalitas Fé Trabalho - Hospitalidade HINO DE BOITUVA Lei Municipal nº 726/1991 Composição: Roberto Rosendo de Camargo No antigo bairro "Campo de Boituva", desbravadores chegando aqui, Chamaram-te "MBOI-TUBA" - MUITAS COBRAS, na língua indígena Tupi, A terra abençoada e prometida da Fé que faz a força do Labor Da "Hospitalidade" e o dom de bem servir Ao próximo com muito amor! Boituva, Boituva, terra onde reside a paz... Quem chegou, ficou... Quem partiu, chorou, E não te esquece nunca mais! 22

23 O trem de ferro da "Sorocabana" fez o progresso chegar aqui... Na época a Cidade criou fama com as lavouras de Abacaxi, Depois o Algodão e hoje a Cana, são frutos do teu solo produtor, Uniram-se a Indústria e o Comércio aos ideais do agricultor. "QUE HOJE ÉS GLÓRIA REGIONAL! Refrão As Chácaras, o Camping, as Fazendas, os grandes Haras, tudo isto faz Àqueles que procuram o aconchego, em teu sossego buscar a paz... O Centro do Civil Paraquedismo... O pólo do Turismo e do Lazer... BOITUVA nós sentimos ufanismo: É ÓTIMO TEU FILHO SER! Refrão O povo te dedica uma semana - A "BOITUVANA" que é tradição... A "ÁGUIA DA CASTELO" se engalana e te proclama com emoção. E ao comemorar "SEIS DE SETEMBRO", relembra teu passado triunfal, E faz do teu presente uma certeza: 23

24 1.1. ASPECTOS GEOGRAFICOS, DEMOGRAFICOS, ECONÔMICOS E SOCIAIS. Localização (Mapa) Administração Prefeito: Edson José Marcusso (2013/2016) Vice-prefeito: José Barbosa Junior Presidente da Câmara Municipal: Valdivino Antonio Marcusso (2015/2016) Dados Essenciais A fonte dos dados abaixo é o SEADE Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados, vinculada à Secretaria Estadual de Planejamento e Desenvolvimento Regional do Estado de São Paulo, site: Região Metropolitana de Sorocaba Região de Governo de Itapetininga Aniversário de Emancipação Administrativa: 6 de setembro 24

25 Lei Estadual n 3.045, de 6 de setembro de 1937 Santo Padroeiro: São Roque População estimada População Área da unidade territorial (km²) - 248,954 Densidade demográfica (hab./km²) -194,07 Código do Município Gentílico - boituvense Área da unidade territorial - 248,954 km² Estabelecimentos de Saúde SUS 11 estabelecimentos Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, IDHM ,78. Matrícula - Ensino fundamental matrículas Matrícula - Ensino médio matrículas Número de unidades locais unidades Pessoal ocupado total pessoas PIB per capita a preços correntes ,82 reais População residente pessoas População residente Homens pessoas População residente Mulheres pessoas População residente alfabetizada pessoas População residente que frequentava creche ou escola pessoas Valor do rendimento nominal mediano mensal per capita dos domicílios particulares permanentes Rural reais Valor do rendimento nominal mediano mensal per capita dos domicílios particulares permanentes Urbana 654 reais Valor do rendimento nominal médio mensal dos domicílios particulares permanentes com rendimento domiciliar, por situação do domicílio Rural ,75 reais. Valor do rendimento nominal médio mensal dos domicílios particulares permanentes com rendimento domiciliar, por situação do domicílio Urbana ,18 reais. População hab. 25

26 Área km² Bioma Mata Atlântica Instalado em 01/01/1939 Fonte: IBGE (2010) Densidade Demográfica Ano Densidade Demográfica ,61 hab/km² ,48 hab/km² ,33 hab/km² ,02 hab/km² ,34 hab/km² ,54 hab/km² ,39 hab/km² ,34 hab/km² ,27 hab/km² ,29 hab/km² ,91 hab/km² ,50 hab/km² ,88 hab/km² ,02 hab/km² ,13 hab/km² Fonte: IBGE (2010) 26

27 Evolução Da População Ano Habitantes Evolução Anual em % ,97% ,10% ,22% ,59% ,16% ,08% ,94% ,05% Referência inicial Fonte: Elaborado com base em IBGE (2010) e Datasus (2013). Ranking Municipal Pela População Ano Ranking Nacional Ranking Estadual º 156º º 154º º 152º º 149º º 146º º 146º º 144º º 143º º 136º º 134º º 128º º 126º º 126º º 126º Fonte: Elaborado com base em IBGE (2010) e Datasus (2013). 27

28 Ranking municipal pela densidade demográfica Ano Ranking Nacional Ranking Estadual º 124º º 119º º 118º º 118º º 117º º 117º º 116º º 115º º 115º º 113º º 112º º 109º º 107º º 106º º 104º Fonte: Elaborado com base em IBGE (2010) e Datasus (2013). 28

29 Distribuição da população por sexo, segundo os grupos de idade Boituva (SP) Idade Masculino % Feminino % Mais de 100 anos 0 0,0% 0 0,0% 95 a 99 anos 7 0,0% 4 0,0% 90 a 94 anos 26 0,1% 41 0,0% 85 a 89 anos 52 0,1% 112 0,2% 80 a 84 anos 140 0,3% 176 0,4% 75 a 79 anos 262 0,5% 313 0,6% 70 a 74 anos 429 0,9% 451 0,9% 65 a 69 anos 567 1,2% 598 1,2% 60 a 64 anos 768 1,6% 880 1,8% 55 a 59 anos ,2% ,2% 50 a 54 anos ,6% ,7% 45 a 49 anos ,1% ,1% 40 a 44 anos ,6% ,5% 35 a 39 anos ,0% ,8% 30 a 34 anos ,5% ,4% 25 a 29 anos ,0% ,8% 20 a 24 anos ,9% ,7% 15 a 19 anos ,3% ,1% 10 a 14 anos ,1% ,1% 5 a 9 anos ,7% ,6% 0 a 4 anos % ,4% Fonte: Elaborado com base em IBGE (2010) e Datasus (2013). 29

30 2. MARCO LEGAL O Brasil foi um dos primeiros países a construir um marco legal que seguisse os princípios da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança de O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instituído em 13 de julho de 1990, pela Lei nº 8.069, reforça, organiza e detalha os direitos das crianças e dos adolescentes. Alguns deles já haviam sido antecipados pela Constituição Federal de 1988, como o princípio da proteção integral, que também foi estabelecido na Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, aprovada por unanimidade pela Assembleia Geral da ONU, em 20 de novembro de 1989, foi a principal referência para elaboração do ECA. Além de sistematizar as bases da Doutrina da Proteção Integral da Infância e da Adolescência, ela estabeleceu os princípios proteção aos direitos humanos de crianças e adolescentes e gerais de criou uma série de responsabilidades para os países signatários. Após imensa mobilização nacional, nasce o Estatuto da Criança e do Adolescente / ECA (LEI Nº 8.069, de 13 de julho de 1990) instituindo este público como sujeito de direitos, como pessoas em condições peculiares de desenvolvimento e como prioridade absoluta. O Estatuto garante a todas as crianças e adolescentes os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da sua proteção integral. Com isso, passa a ser prioridade oferecer a esse segmento da população, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades necessárias para proporcionar-lhes o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social,em condições de liberdade e de dignidade ( ECA: artigo 3º). O novo marco legal da infância cria e regulamenta ainda os mecanismos políticos, jurídicos e sociais para que tais direitos sejam cumpridos. O ECA também inaugura uma nova forma de atendimento por meio de articulação de um Sistema de Garantia de Direitos, compreendendo as instâncias legais de exigibilidade de direitos para enfrentar as situações de violações dos direitos humanos de crianças e de adolescentes. 30

31 O Brasil possui uma população de 190 milhões de pessoas, dos quais 60 milhões têm menos de 18 anos de idade, o que equivale a quase um terço de toda a população de crianças e adolescentes da América Latina e do Caribe. São dezenas de milhões de pessoas que possuem direitos e deveres e necessitam de condições para se desenvolverem com plenitude todo o seu potencial. Contudo, as crianças são especialmente vulneráveis às violações de direitos, à pobreza e à iniquidade no País. Por exemplo, 29% da população vive em famílias pobres, mas, entre as crianças, esse número chega a 45,6%. As crianças negras, por exemplo, têm quase 70% mais chance de viver na pobreza do que as brancas; o mesmo pode ser observado para as crianças que vivem em áreas rurais. Na região do Semiárido, onde vivem 13 milhões de crianças, mais de 70% das crianças e dos adolescentes são classificados como pobres. Essas iniquidades são o maior obstáculo para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) por parte do País. O Brasil está no rumo de alcançar o ODM 4, que trata da redução da mortalidade infantil. O País fez grandes avanços a taxa de mortalidade infantil caiu de 47,1/1000, em 1990, para 19/1000, em Contudo, as disparidades continuam: as crianças pobres têm mais do que o dobro de chance de morrer, em comparação às ricas, e as negras, 50% a mais, em relação às brancas. Fonte: A descentralização de políticas e a elaboração de planos e programas municipais significam o cumprimento de um preceito constitucional. Neste contexto é que foi construído o Plano Municipal para Infância e Adolescência no município de Boituva. 31

32 3. MARCO CONCEITUAL O Plano Municipal para a Infância e Adolescência, esta focado no conceito de Plano como um instrumento de planejamento, parte do produto de uma construção social, histórica, participativa e estratégica para nortear a formação da política de promoção, proteção e defesa dos direitos da criança e do adolescente. Um olhar reflexivo para as temporalidades humanas, Infância e Adolescência, fez-se necessário nesta construção. Considerou-se como referência o Estatuto da Criança e do Adolescente que em seu Art.2, para efeito da lei, é considerada criança a pessoa até doze anos de idade incompletos e adolescentes aquela entre doze e dezoito anos de idade. É sabido que a criança ocupa um papel central em nossa sociedade e que podemos conceituá-la como um ser com suas características e necessidades próprias, que tem um modo singular de entender e de ver o mundo. É um conceito variável e que se estabelece nas dimensões psicológica, social e afetiva. É importante ressaltar que a concepção de infância vem se construindo e modificando social e historicamente. Já foi marcada pela visão de criança como adulto em miniatura, não havendo distinção entre o mundo adulto e infantil e que a ideia de infância aparece na sociedade capitalista, urbano-industrial, na medida em que mudam a inserção e o papel social da criança na comunidade. Quanto ao conceito de adolescência, a sua construção também está ligada ao tempo e espaço, tendo seus primeiros pilares no período da idade média, hoje com outro significado. A adolescência é uma fase de transição entre a criança e o adulto marcada por alterações físicas e mentais. Não é uma categoria absoluta, pois nem todos os adolescentes têm uma mesma experiência de vida. Ainda de acordo com o ECA a criança e o adolescente são sujeitos de direitos. A palavra sujeito traduz a concepção da criança e do adolescente como indivíduos autônomos e íntegros, dotados de personalidade e vontade próprias que, na sua relação com o adulto, não 32

33 podem ser tratados como seres passivos, subalternos ou meros objetos, devendo participar das decisões que lhes dizem respeito, sendo ouvidos e considerados em conformidade com suas capacidades e grau de desenvolvimento. O fato de terem direitos significa que são beneficiários de obrigações por parte de terceiros: a família, a sociedade e o Estado. Proteger a criança e o adolescente propiciar-lhes as condições para seu pleno desenvolvimento no seio de uma família e de uma comunidade, é antes de tudo e na sua essência, para além de meros atos de generosidade, caridade ou piedade, o cumprimento de deveres para com a criança e o adolescente e o exercício da responsabilidade da família, da sociedade e do Estado. A compreensão da criança e adolescente como sujeitos de direitos e pessoas em desenvolvimento que significam o mundo dialogando com os elementos da cultura, são fundamentais para este plano. Nesta concepção não existem infância e adolescência no singular, mas diferentes vivências do ser criança e do ser adolescente, no interior da cultura. Ao buscar a mobilização para a garantia dos direitos das crianças e adolescentes e a superação dos desafios, entra em cena o Sistema de Garantia de Direitos. De acordo com a resolução n 113 do CONANDA (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente ) este constituise na articulação e integração das instâncias públicas governamentais e da sociedade civil, na aplicação de instrumentos normativos e no funcionamento dos mecanismos de promoção, defesa e controle para efetivação dos direitos humanos da criança e do adolescente, nos níveis Federal, Estadual, Distrital e Municipal. 33

34 4. MARCO SITUACIONAL É amplamente reconhecida a importância do CONANDA ao estabelecer as Diretrizes Nacionais para a Política de Atenção Integral à Infância e Adolescência. Sabe-se que estas orientações adquirem forma, consistência e corpo orgânico quando observadas cada realidade local e considerando que a municipalidade deve trabalhar para oferecer condições e competências para tecer e organizar a rede de atenção a crianças e adolescentes. Art. 86. A política de atendimento dos direitos da criança e do adolescente far-se-á através de um conjunto articulado de ações governamentais e não governamentais, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios ECA. Em abril de 2011, o CONANDA aprovou os eixos, as diretrizes e as estratégias do Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, fruto de um trabalho iniciado em 2009 com ampla participação do governo e da sociedade. Paralelamente, a Rede Nacional Primeira Infância elaborou proposta de Plano Nacional pela Primeira Infância que propõe ações articuladas de promoção e realização dos direitos da criança de até 6 anos de idade, para um período de 10 anos ( marco final do plano é 2022 ). Tal proposta foi aprovada pelo CONANDA e incorporada ao Plano Decenal como objetivo estratégico. Baseando-se nestas diretrizes orientadoras, o PLANO MUNICIPAL DECENAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES propõe a superação de planos governamentais de curto prazo, limitados a uma gestão, substituindo Políticas de Governo por uma Política de Estado com a intenção máxima de trabalhar numa perspectiva intersetorial, articulada, descentralizada, representativa e continuada. Orientado pela Fundação Abrinq, através de participação no Seminário Nacional Um Município para as crianças: Avanços e Desafios para a Garantia de Direitos, o Plano Decenal recebeu guia para ação passo a passo e se mobilizou para construção do Plano Municipal para Infância e Adolescência de Boituva SP. 34

35 Esta iniciativa partiu de um processo de decisão do CMDCA e foi compartilhada a atual gestão municipal. Uma comissão foi formada no dia 12 de Dezembro de 2013, com diversos representantes dos setores públicos e privados, dando inicio a construção de um plano eficaz condizente com a realidade do município de Boituva. As discussões e seminários aconteceram nos setores de cada segmento, mobilizando ONGs, Famílias, Comercio e a comunidade em seu entorno. Os trabalhos desenvolvidos pelas 09 Secretarias e o Conselho Tutelar, resultaram em planilhas de execução a curto, médio, longo prazo e ações permanentes no prazo de 10 anos. Em 15 de Janeiro de 2015 reuniram-se todas as Secretarias, CMDCA e Conselho Tutelar, para a formação da comissão que juntou todos os documentos até aqui construídos e elaborou e formatou o PLANO MUNICIPAL DECENAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES. A implementação do Plano foge aos limites de governabilidade do Executivo Municipal, já que envolve outros Poderes e organizações. Para que se converta em Política Municipal com perspectiva de continuidade, o Plano será encaminhado ao Legislativo Municipal para apreciação e transformação em dispositivo legal. 35

36 5. PLANO DE AÇÃO As propostas operacionais deste Plano estão organizadas em quatro eixos: Gestão de Espaços para atendimento de qualidade às Crianças e Adolescentes 5.1. EIXO 1 - Gestão de Espaços para atendimento de qualidade às Crianças e Adolescentes. Neste eixo os problemas levantados estão relacionados à infraestrutura. Faz-se necessário melhorar e ampliar os espaços e as ferramentas de trabalho, de forma a assegurar o direito de todas as crianças e adolescentes ao acesso a políticas de qualidade, em ambientes saudáveis, espaços seguros de atenção à educação, saúde e proteção social, contra as diferentes formas de violência que muitas crianças e adolescentes estão submetidos. Investir na gestão de espaços, equipamentos e formação de pessoas garante um atendimento com qualidade, contribuindo para a efetivação dos direitos EIXO 2 - Investimento em Políticas Públicas Neste segundo eixo os problemas levantados apontam para a necessidade de se investir na prevenção, no empoderamento das famílias, na melhoria da qualidade dos atendimentos já existentes, na formação continuada dos atores do SGD e na ampliação da oferta de serviços EIXO 3 - Participação Popular no Controle Social da Efetivação dos Direitos de Crianças e Adolescentes e Protagonismo Juvenil Neste terceiro eixo a ênfase foi dada à participação popular, buscando o apoio da sociedade civil organizada, ao protagonismo juvenil incluindo este público na construção das políticas públicas e ao fortalecimento de espaços democráticos de participação e controle social priorizando os conselhos afins Gestão da Política Municipal para Infância e Adolescência. 36

37 5.4. EIXO 4 - Gestão da Política Municipal para Infância e Adolescência Neste último eixo os problemas levantados se relacionam a desarticulação da rede de atendimento, sendo necessário fomentar e aprimorar as estratégias de gestão trabalhando pela intersetorialidade, corresponsabilidade, continuidade, participação e articulação da rede. Os quadros a seguir são resultados de um esforço para propor ações permanentes e de curto, médio e longo prazo almejando a superação de planos governamentais limitados apenas a uma gestão. Seu marco final será 2021 e nesta perspectiva serão consideradas: Ações permanentes: 2012 a 2021 Curto prazo: 2015 a 2016 Médio prazo: 2016 a 2017 Longo prazo: 2017 a DADOS SOBRE A EDUCAÇÃO A Educação é considerada como ponto fundamental no desenvolvimento da sociedade sendo garantida Constitucionalmente e quando se trata do direito da criança e do adolescente temos como embasamento e marco legal o Estatuto da Criança e do Adolescente Lei no dia 13 de julho de Neste sentido, o município de Boituva dedica grande parte do seu esforço para garantir um de ensino de qualidade para seus munícipes. Para isso, conta com a estrutura de 46 unidades educacionais públicas e privadas com atendimento direcionado a todas as modalidades e segmentos do Ensino. 37

38 ATENDIMENTO EDUCACIONAL UNIDADES EDUCACIONAIS REDE MUNICIPAL 31 REDE ESTADUAL 02 REDE PRIVADA 10 EDUCAÇAO TECNOLOGICA E FORMAÇAO 02 PROFISSIONAL EDUCACAO SUPERIOR 01 TOTAL 46 Fonte: Secretaria Municipal de Educação e Cultura /GDAE/SEE/SP - Censo Escolar (2015). 7. EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil do Município de Boituva apresenta em sua estrutura dez (10) Centros de Educação Infantil, para atendimento de crianças de 04 meses a 04 anos em período integral, 04 Escolas Municipais de Educação Infantil e 05 Escolas municipais de Educação Infantil e Ensino Fundamental, que atendem crianças de 04 e 05 anos em período parcial e integral. A realização desse trabalho é competência dos 320 profissionais de Educação Infantil que atuam brilhantemente contribuindo para a formação do cidadão Boituvense Do Atendimento De Educação Infantil No Município/ Centro De Educação Infantil (CRECHES) UNIDADE ESCOLAR CAPACIDADE DE ATENDIMENTO 1 - CEI Amantina Abussanra Thame CEI Aparecida Rosalina Camargo De Mello

39 3- CEI Elvira Sartorelli Rosa CEI Helena Mouro Nogueira CEI Ida Scott Ferriello CEI Josefina Franco Primo CEI Napoelão Jorge I e II CEI Olga Bonora Schincariol CEI Rodrigo Holtz Filho CEI Sylceia Vera Galvão Mouro 136 TOTAL Fonte: Secretaria Municipal de Educação e Cultura/ GDAE/ Escola De Educação Infantil Rede Municipal UNIDADE ESCOLAR CAPACIDADE DE ATENDIMENTO 1- EMEI Alzira Augusta Ribeiro Vianna EMEI Angelina Ferriello Agostinho EMEI Aparecida Carneiro Barbosa EMEI Professora Célia Lourdes Vercelinno EM Antonio Modolo EMEIEF Profª Luiza Holtz Primo EMEIEF Profª Eney de Oliveira Moraes campos EMEIEF Profº José da Conceição Holtz EMEIEF Profº Olavo Lazaro Munhoz Soares 176 TOTAL Fonte: Secretaria Municipal de Educação e Cultura/ GDAE/

40 7.4. Escola De Educação Infantil - Rede Privada UNIDADE ESCOLAR CAPACIDADE DE ATENDIMENTO 1- Colégio Anglo Infantil Colégio Objetivo Infantil Infantilândia Pee Wee S/C Ltda Escola Terra Mater S/C Ltda Escola Esperança Escola Infantil Arca De Noé Escola Infantil Portinari Escola Infantil Céu De Brigadeiro Escola Infantil Futura Colégio Peres Guimarães 29 TOTAL 418 Fonte: Secretaria Municipal de Educação e Cultura/ GDAE/ ENSINO FUNDAMENTAL Em 1998 foi aprovado o Estatuto do Magistério e o Plano de Carreira. As escolas de 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental foram municipalizadas. Paralelamente, as matrículas da Educação Infantil, responsabilidade do governo municipal, aumentaram consideravelmente. No ano de 2000 o Município de Boituva concluiu a municipalização todo o Ensino Fundamental, sendo um dos pioneiros nesse processo. A Matrícula do Ensino Fundamental está universalizada, pois todas as crianças têm sua matricula e permanência garantidas nas Unidades Escolares Públicas e Privadas do Município, tendo como meta Evasão Zero. 40

41 8.1. Do Atendimento de Ensino Fundamental no Município em Escolas Municipais de Ensino Fundamental de 1º ao 9 º Ano. UNIDADE ESCOLAR CAPACIDADE DE ATENDIMENTO 1- EM Antonio Modolo EMEF Branca Selas Agostinho EMEF Cel José Campos Arruda Botelho EMEF Profª Elisa Ferreira da Silva Mello EMEF Profª Elza Brígida Ferriello Malatrasi EMEIEF Profª Eney de Oliveira Moraes Campos EMEF Esmeralda Bertoli Labronice EMEF Helio Zacharias EMEF Iris de Castro Amadio EMEF João Pastre EMEIEF Profº Jose da Conceição Holtz EMEIEF Luiza Holtz Primo EMEF Maria José Vianna EMEIEF Profº Olavo Lazaro Munhoz Soares EMEF Profª Terezinha Elizabeth S. Sebastianni EMEF Profª Vilma Penatti Galvão EMEF Profº Wanderley Rosa da Silva 442 TOTAL Fonte: Secretaria Municipal de Educação e Cultura/ GDAE/ Escola Estadual de Educação Especial Ensino Fundamental UNIDADE ESCOLAR CAPACIDADE DE ATENDIMENTO EEEEF. REGINA VERONEZZI BETTIOL 60 TOTAL 60 Fonte: Secretaria Municipal de Educação e Cultura/ GDAE/

42 8.4. Escola de Ensino Fundamental/ Médio Rede Privada UNIDADE ESCOLAR CAPACIDADE DE ATENDIMENTO 1- Colégio Anglo Fundamental Unidade I e II Colégio Objetivo Centro Educacional SESI Escola Terra Mater S/C Ltda Escola Peres Guimarães 188 TOTAL Fonte: GDAE/SEE/SP (2015). 9. ESCOLA DE ENSINO MÉDIO 9.1. Escolas da Rede Estadual do Ensino Médio UNIDADE ESCOLAR CAPACIDADE DE ATENDIMENTO 1- E.E Alferes Mário Pedro Vercellino E.E João Moretti 887 TOTAL Fonte: GDAE/SEE/SP (2015). 10. ESCOLA DE ENSINO TÉCNICO UNIDADE ESCOLAR 1- IFSP Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus de Boituva REDE FEDERAL 2- SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial- REDE ESTADUAL CAPACIDADE DE ATENDIMENTO 349 TOTAL 445 Fonte: IFSP / SENAI (2015)

43 11. ESCOLA DE ENSINO SUPERIOR PRIVADA UNIDADE ESCOLAR CAPACIDADE DE ATENDIMENTO 1- UNIESP Instituto de Educação Superior de Boituva Fonte: UNIESP (2015) OFICINA PEDAGOGICA DA REDE MUNICIPAL DE BOITUVA Com o parecer da Lei 2.111/2010, de 09 de Dezembro de 2010, que Dispõe Sobre denominação de Centro de Formação de Professores Municipais que especifica e também a Lei 2.228/2013, de 14 de Fevereiro que Dispõe sobre a Estrutura Administrativa da Prefeitura do Município de Boituva e dá outras providências, torna-se possível a criação e organização da Oficina Pedagógica da Rede Municipal de Boituva, abrangendo todos os segmentos da Educação (Educação Infantil ao Ensino Fundamental) através de seus Professores Coordenadores atuando nos respectivos Núcleos Pedagógicos: Linguagens e Códigos, compreendendo as disciplinas de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna; Ciências da Natureza e Matemática, compreendendo as disciplinas de Ciência Físicas e Biológicas, Física, Química, Biologia e Matemática; Ciências Humanas, compreendendo as disciplinas de História e Geografia; Arte e Movimento; Professor Alfabetizador; Atendimento Educacional Especializado. 43

44 13.1 Objetivo Geral Promover o desenvolvimento de ações e atividades que deem concretude às linhas de ação para melhoria da qualidade do ensino e, consequentemente, da aprendizagem dos alunos nas escolas municipais da área de circunscrição como também a formação continuada dos gestores e docentes Metas Efetivar o cumprimento de todas as atividades e ações programadas em cada Núcleo Pedagógico, conforme Plano de Ação dos Professores Coordenadores e cronogramas específicos a curto, médio e longo prazo. 14. DIVISÃO DE TRANSPORTE DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA. A Divisão de Transporte é responsável pelo cadastramento e monitoramento dos alunos da Rede Municipal e Estadual de Boituva, neste contexto são transportados diariamente dentro do município 3062 alunos da rede municipal, alunos de 04 a 14 anos e EJA e na rede estadual, alunos de 15 a 17 anos e EJA, os alunos são da zona rural e urbana; para esse tipo de transporte são utilizados veículos da frota municipal e também serviço terceirizado de transporte escolar. Para essa modalidade de atendimento a Prefeitura Municipal através da SMEC mantém um convênio com a Secretaria Estadual da Educação para o repasse de recursos para esse transporte, nos termos do Decreto , de 11/05/2004, resolução SE 27, de 09/05/2011 e Resolução SE 28 de 12/05/2011. Além da Educação Básica a Divisão de transporte também é responsável pelo gerenciamento de alunos distribuídos em 128 Cursos de nível Técnico e Superior cadastrados no Reembolso Escolar para transporte intermunicipal, o referido reembolso é oriundo de recurso próprio e legalmente 44

45 amparado pela Lei Municipal 1.641/2005 de 22/03/2005 e Decreto Municipal 1.931/14 de 09 de janeiro de

46 Transporte de alunos em atividades e projetos. No setor de convênio registramos a Instituição INTEGRA na cidade de Sorocaba cujo atendimento é realizado duas vezes na semana com alunos do Ensino Fundamental em um modalidade especializada D.A.; Os alunos de educação especial matriculados na escolas em nosso município são transportados em veículos apropriados; Atende alunos com Projetos Pedagógicos específicos das Unidades Escolares com atividades extraclasses e visitas monitoradas; Atende ao Projeto CAENA, diariamente os alunos são transportados das escolas para o projeto com objetivo de participarem das Oficinas e atividades de enriquecimentos. 15. DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE CULTURA Estruturado em 2013 dentro da pasta da Secretaria de Educação e Cultura, o Departamento de Cultura é subdivido em Divisões de Cultura, que compreende a Oficina Municipal de Artes, o Núcleo de Educação Musical e Bibliotecas. Cabe ao Departamento de Cultura: Promoção e Desenvolvimento Cultural do Município, através de estimulo às artes e outras manifestações culturais, contribuindo com a liberdade de pensamento e criação, investindo, protegendo e integrando as atividades artísticas; Ações, através de colaboração da comunidade, visando proteção ao patrimônio cultural do Município, através de inventários, registros, vigência e outros meios de preservação; Elaboração de estudos, projetos e proposição para o tombamento do patrimônio que venham ser considerados relevantes à preservação cultural; Organizar e providenciar festividades e acontecimentos relacionados com o calendário histórico-cultural do município. 46

47 15.1. Biblioteca Municipal A Biblioteca Municipal foi criada pela Lei nº 881 de Atualmente, a Biblioteca Municipal e o Programa Acessa São Paulo são geridos pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura por meio do Departamento Municipal de Cultura. A Lei Municipal n 2.387/2013 denomina a Biblioteca Municipal de Boituva com o nome do Acadêmico José Monteiro Salazar e a Lei n 2.444/2014 dispõe sobre a criação das Bibliotecas Ramais de Boituva. A Biblioteca Municipal está situada na Rua Cel. Arruda Botelho, 311 Centro. A Biblioteca Ramal funciona na Rua João de Camargo, 130 Parque Novo Mundo. A Biblioteca Móvel realiza visitas semanais nas Unidades Escolares de Boituva e em Eventos Culturais com o intuito de Incentivar a Leitura Oficina Municipal De Artes De Boituva O Projeto Oficina Municipal de Artes de Boituva, foi criado em 1991 para oferecer à comunidade boituvense um espaço cultural a fim de desenvolver atividades destinadas a proporcionar o desenvolvimento de habilidades artísticas. Com a Municipalização do Ensino, implantada no Município em 1998, a Secretaria de Educação, Cultura e Esportes, incluiu a partir de 2002, a Oficina de Artes como um de seus Projetos Educacionais. Atualmente, o Projeto Oficina Municipal de Artes de Boituva realiza atendimentos e é gerido pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Educação e Cultura. Objetivos Incentivar a criança e o adolescente das Escolas Municipais de Ensino Fundamental à apreciarem a arte, dando oportunidade àqueles que nunca puderam participar de forma direta do convívio sociocultural da comunidade boituvense, 47

48 Proporcionar à comunidade boituvense um espaço onde a cultura e a descoberta de talentos possam ser incentivadas em benefício da projeção individual e coletiva Unidades Do Projeto Oficina Municipal de Artes Oficina Municipal de Artes de Boituva Centro;. Oficina Municipal de Artes de Boituva Parque Residencial Novo Mundo; Oficina Municipal de Artes de Boituva - Jardim São Paulo; Oficina Municipal de Artes de Boituva Parque Residencial De Lorenzzi; Oficina Municipal de Artes de Boituva Núcleo Música e Vida. Atividades do Projeto Oficina Municipal de Artes de Boituva Artes Plásticas (desenho, pintura em tela, madeira e tecido) Canto Coral; Dança (clássica, moderna e de rua); Música (instrumentos de cordas, sopros madeiras e metais e percussão); Teatro. 16. NUCLEO DE EDUCAÇÃO MUSICAL O núcleo de Educação Musical faz parte do Projeto Oficina Municipal de Artes e é gerido pelo Departamento de Cultura da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, e tem o objetivo de promover o conhecimento musical para a população, além de reestruturar e engrandecer a Banda Sinfônica, o Coro Municipal e Coro Gregoriano do município e desenvolver novos profissionais e talentos na área de música. Cursos Oferecidos: Bateria e Percussão; Canto Coral; 48

49 Cordas dedilhadas (violão, guitarra, baixo, viola caipira e cavaco); Cordas Friccionadas (violinos, viola clássica, violoncelo); Piano e Teclado; Sopro Metais (trompete, trompa, trombone, tuba e eufônio); Sopro Madeiras (flauta, clarinete, saxofone) Teoria Musical. 17. CORO MUNICIPAL DE BOITUVA O Projeto Coro Municipal de Boituva tem como objetivo promover a cultura do Município, bem como, divulgar com excelência a expressão cultural de Canto Coral para toda a comunidade boituvense. 18. BANDA SINFÔNICA MUNICIPAL ZEZINHO FERRIELLO DE BOITUVA O Projeto Banda Sinfônica Municipal tem como objetivos: cooperar com o aperfeiçoamento cultural da população através de apresentações públicas, participar de solenidades cívicas ou festivas e incentivar a formação musical dos alunos e músicos, estimulando o desenvolvimento. Atualmente a Banda é composta por 20m integrantes das mais variadas faixas etárias. 19. PARCERIAS QUE SÃO ATENDIDAS PELAS AÇÕES CULTURAIS: Escolas Municipais; Fundação Crescer Criança; CRAS; APAE; Projeto CAENA; Centro de Convivência do Idoso; 49

50 NUTI; Paróquia São Roque. 20. AGENDA CULTURAL Janeiro: Festival de Verão de Boituva valorizando a música popular. Fevereiro: Carnaval 2014 Apresentação de Escolas de Samba e Blocos com Matinês e bailes Carnavalescos. Abril: Festival de Dança de Boituva Boitudança. Festival de dança de Boituva e Região. Julho: Festival de Inverno evento anual. Agosto: Encontro de Coro de Boituva e Região com o intuito de promover e incentivar o canto coral de Boituva e Região Setembro: Aniversário de Boituva Desfile Cívico (06/09) e Desfile de Cavaleiros (08/09) Novembro: Mês Cultural visa apresentar os trabalhos realizados pelos alunos da Oficina Municipal de Artes de Boituva. Dezembro: Festival de Natal Apresenta atividades de Música, Coros, Teatro de Rua Dança todos com temas natalinos. 50

51 21. PROJETO CAENA - CRIANÇA AGORA, ENERGIA PARA UM NOVO AMANHÃ. Contexto Histórico No ano de 1989 o município de Boituva tinha uma população aproximadamente, habitantes sendo que formavam a população infantil. As escolas infantis não tinham vagas para todas as crianças de 06 anos e as Escolas Estaduais de 1º- Graus encontravam-se superlotadas, pois o espaço físico era insuficiente para atender a demanda de educação de 07 a 14 anos. O Município de Boituva apresentava um grande índice de menores pedintes pelas ruas, em condições de abandono e ou semi abandono, em vias de marginalização. A Prefeitura Municipal atenta aos problemas sociais da comunidade procurou uma possibilidade para resolver a situação, atenuando o problema social na época. Com apoio de uma Equipe de profissionais envolvidos (Assistente Social, Pedagoga, entre outras), e um estudo da situação surgiu a ideia de tirar as crianças da rua através de um Projeto, com atendimento nos horários inversos aos das aulas, cuja faixa etária seria crianças de 07 a 14 anos, quando então através do Decreto Municipal nº 828/89 de 18 de dezembro de 1989, institui oficialmente o Projeto CAENA, para atendimento de menores carentes. O nome do projeto denota o idealismo de seus idealizadores: CAENA= Criança Agora, Energia para um Novo Amanhã. Hoje, este projeto se esmera cada vez mais é considerada uma instituição conhecida e respeitada, não só na comunidade boituvense, mas em toda a região. Características gerais Trata-se de um trabalho social, formativo e preventivo, proporcionando um acolhimento a essas crianças, a Prefeitura de Boituva institui o Projeto CAENA (Criança Agora, Energia para um Novo Amanhã) através de um Decreto e uma Lei Municipal. Durante a permanência nas dependências do CAENA as crianças são assistidas com uma alimentação de 51

52 qualidade, aulas de apoio escolar, atividades culturais, de lazer e desportivas gerenciadas através dos Instrutores e Monitores, em um ambiente acolhedor, que considera a criança como protagonista no seu pleno desenvolvimento e no exercício de sua cidadania com dignidade e competência. Unidades de atendimento CAENA CENTRO: Rua Camilo Cristo nº191- Parque Nossa Senhora das Graças. CAENA NOVO MUNDO: Rua: Carmela Tirabassi Coan, 221 Parque Residencial Novo Mundo. Demanda de Atendimento 2015 CAENA CENTRO Manhã 124 Tarde 164 Total 288 CAENA NOVO MUNDO Manhã 115 Tarde 90 Total FUNDAÇÃO CRESCER CRIANÇA A FUNDAÇÃO CRESCER CRIANÇA - FCC, é uma entidade civil de promoção social, sem fins lucrativos, devidamente reconhecida, que atua no município de Boituva/SP desde 1994, realizando um trabalho educativo com aproximadamente 400 crianças e adolescentes, de 06 à 17 anos, das camadas menos favorecidas da comunidade, a fim de mantê-los fora das ruas e longe das condutas de risco, más companhias e drogas, desenvolvendo atividades de apoio à Escola de Educação Básica, no contra turno escolar. A FCC desenvolve atualmente Programas de Apoio à Escola: Programa Pedagógico; Cultura/ Lazer e Esportes; Qualificação Profissional; Programa para Pais e para Integrantes Egressos; Apoio Técnico e de Parcerias; divididos em diversas atividades, proporcionando aos seus 52

53 assistidos a oportunidade de exercerem sua cidadania de forma digna e participativa. A "FUNDAÇÃO CRESCER CRIANÇA" realiza suas atividades focando a conscientização, promovendo ampla mobilização de valores éticos, morais, sociais, culturais e políticos em favor da infância e da juventude, além do fortalecimento da concepção dos integrantes como sujeito de direitos exigíveis em condição peculiar de desenvolvimento. Promove ainda, sondagem de aptidões, possibilitando descobertas subjetivas de talentos, pouco perceptíveis ao senso comum. Os Gestores da FUNDAÇÃO realizam um trabalho permanente de Captação de Recursos Financeiros e Humanos na busca de parcerias com empresas, pessoas físicas e órgãos públicos que auxiliem a entidade na meta de, não só manter os atendimentos, mas também ampliar e aprimorar o trabalho com crianças e, prioritariamente, adolescentes da comunidade. Ações A FCC tem conseguido resultados significativos na preparação de crianças e adolescentes para a convivência saudável em comunidade, destacando-se na comunidade como uma entidade que realmente investe na juventude das camadas de baixa renda. São alguns dos muitos resultados obtidos pelo trabalho desenvolvido pela FCC: Efetuação do uso da cidadania; Elevação constante da autoestima; Prevenção à gravidez precoce e/ou indesejada; Prevenção ao uso de drogas; Prevenção ao uso de álcool; Consolidação da inclusão escolar; Conquista da Educação Superior; Consolidação da geração de renda nas famílias; Conquista do Selo Prêmio Itaú UNICEF, como entidade semifinalista em 2007 e 2013; Inserção no mercado de trabalho formal todos os integrantes com 17 anos; 53

54 Conquista de Parcerias, como Programa PROJOVEM ADOLESCENTE, que garantem a capacitação técnica aos adolescentes maiores de 14 anos; Conquista do Grupo da Dança da FCC, Arte em Movimento, como um dos Pontos de Cultura do Estado de São Paulo, apoiado pela Secretaria de Estado da Cultura e Ministério da Cultura; Conquista de inúmeros prêmios na categoria dança pelo Ponto de Cultura Arte em Movimento ; Recebimento de Moções de Aplausos pela Câmara Municipal de Boituva pelo reconhecimento do trabalho prestado a comunidade boituvense em 2009, 2010 e 2013; Conquista da Parceria com Instituto HSBC de Solidariedade em 2011e

55 22. INSTITUTO AÇÃO CIDADÃO Introdução Para que uma nação progrida de forma consistente e eficaz, é fundamental que os sistemas de ensino sejam pautados em valores éticos e morais elevados, capazes de conduzir os indivíduos rumo à evolução pessoal e social. Analisando os modelos sociais atuais, percebemos que existe uma busca voraz por valores meramente materiais, que desconsideram a essência do ser humano. O cenário é preocupante, pois essa busca faz com que o povo brasileiro veja o trabalho como um mero gerador de renda, direcionando suas pretensões aos bens que poderão adquirir e que supostamente o farão feliz em seu seio familiar e/ou social. Além disso, a supervalorização dos bens materiais induz a busca por prazeres fúteis, reforçando marginalidade e a degradação da vida. Com base nesse cenário, a ONG Instituto Ação Cidadão entende que não seria eficaz desenvolver programas sociais meramente assistencialistas ou outros que tratassem o problema através de uma única vertente. A ONG entende que é preciso interagir com a sociedade desde o momento que seus cidadãos começam a construir seus valores éticos e morais, de preferência antes da pré-adolescência. Assim, foram desenvolvidos dois programas que visam trabalhar desde a semente da sociedade, arraigando valores inquebrantáveis nas crianças e pré-adolescentes a partir dos oito anos de idade, até que estes cheguem aos quatorze anos, momento em que serão conduzidos da maneira mais assertiva possível ao mundo do trabalho como jovens aprendizes, recebendo acompanhamento social e psicológico até fecharem o ciclo de aprendizado, aos vinte e quatro anos de idade. Uma vez assistidos desde cedo, esses jovens terão condições de vivenciar o verdadeiro papel do cidadão, que pensa como cidadão e tem atitudes características do cidadão atuante e consciente de sua importância na 55

56 sociedade. Por fim, esperamos contribuir para a formação de uma geração propulsora de melhorias necessárias para o futuro de nosso país. Nosso lema: Não basta gostar! Tem que cuidar! Com base nos cenários apontados e devidos à urgência em contrapormos a eles, criamos um plano de oficinas diferenciadas, visando correção de alguns conceitos e paradigmas já enraizados. Esse plano tem como objetivo explorar a capacidade de reação das crianças e dos jovens com relação aos temas citados e despertar neles a vontade de aprofundar relacionamentos baseados na verdade, no compromisso, na honestidade e no respeito mútuo. O grande desafio deste projeto é: - Como chamar a atenção das crianças e jovens e mostrar-lhes um mundo mais amplo e interessante, além das telas de celulares e computadores? - Como despertar neles a vontade de relacionar-se com pessoas reais, já que o mundo virtual é tão seguro e atrativo? - Enfim, como fazer com que os seres voltem a ser humanos? Vamos demonstrar, através deste projeto, que tudo isso é possível... Mas tem muito suor Programas Socioeducativos Os programas desenvolvidos pela ONG intitulam-se: Guarda Mirim e Guarda Juvenil. O programa Guarda Mirim tem como público alvo crianças entre 8 a 14 anos incompletos e se baseia em três grandes pilares: a) Fixação de valores éticos e morais, através de atividades que reforçam o respeito, a disciplina e a hierarquia; b) Inclusão social - através de práticas esportivas e culturais - e apoio psicológico e social às famílias; c) Orientações socioeducativas. O programa Guarda Juvenil tem como público alvo, jovens entre 14 a 22 anos e visa encaminhamento ao mundo do trabalho como jovens aprendizes (Lei /2000). O programa se baseia em três grandes pilares; a) A continuidade da formação das crianças atendidas pela Guarda Mirim, com garantia de vagas na Guarda Juvenil ; 56

57 b) A preparação dos jovens para ingresso no mundo do trabalho, com foco nas dificuldades reais dos jovens, detectadas in loc o nas diversas oficinas já ministradas pelo instituto; c) O acompanhamento psicológico e social extensivo à família, evitando abandono do projeto por motivos externos. Os programas não conflitam com as grades dos cursos fundamentais e ensino médio, sendo complementares a estes. Lembramos a LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação, instituída em 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional e traz no seu artigo 1º o seguinte texto: Esta lei trata da abrangência da educação e seus processos forma tivos, os quais se desenvolvem tanto nas instituições de educação formal, como também, no seio familiar, na convivência humana, nas relações de trabalho e nos movimentos sociais. PROGRAMA GUARDA MIRIM: Orientações Socioeducativas; Práticas Artísticas; Práticas Esportivas; Práticas em Interações Humanas; a) Hierarquia e Disciplina. b) Valorização Humana. Práticas Recreativas.; Dinâmicas e Vídeos Educativos. PROGRAMA GUARDA JUVENIL: Orientações Socioeducativas; a) Assistência Social; b) Informática; Inteligência Emocional; c) Leitura e Interpretação de Textos; d) Leitura e Interpretação de Textos - Blogueiros e Teatro; e) Matemática do Cotidiano; f) Mundo do Trabalho; g) Planeta Azul; 57

58 Práticas Artísticas; Práticas Esportivas; Práticas em Interações Humanas; a) Hierarquia e Disciplina. b) Valorização Humana. Práticas Recreativas; Dinâmicas e Vídeos Educativos. ANO 2015 GUARDA MIRIM Manhã 30 Tarde 30 Total 60 GUARDA JUVENIL Manhã 30 Tarde 75 Total

59 23. AVANÇOS DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO No ano de 2000 foi adotado o material didático apostilado, para todos os alunos da rede, o qual permanece até hoje; Em 2008 foi implantado o Projeto Escola em Período Integral 5º Anos, pela Secretaria de Educação em (03) três escolas da zona urbana; No ano de 2013 foi a criação da Oficina Pedagógica, oportunizando todos os profissionais da rede a participarem de capacitações de áreas especificas do conhecimento e na formação de todos os segmentos da educação para aperfeiçoamento no atendimento de crianças com necessidades especiais; No ano de 2013 foi a criação Núcleo de Atendimento Educacional Especializado; Á partir de 2013 Programa ETI-BRASIL foi utilizado como ferramenta de gestão que permite consolidar dados de todos os alunos da rede. Com um diagnóstico de toda a rede, incluindo: indicadores gerais, práticas pedagógicas, turmas e disciplinas críticas, gestão financeira, infraestrutura, demandas de capacitação. Em 2013 continuidade com a elaboração do PAR Programa de Ações Articuladas Plataforma do MEC Em 2013 duas Escolas da zona rural contempladas com o Programa Mais Educação Em 2012 foi feita a adesão do PNAIC Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, que é compromisso de governos Federal, Estadual e Municipal com o objetivo de formar os professores alfabetizadores (1º ao 3º ano do Ensino Fundamental) Em 2013 a formação linguagem e letramento com a participação de professores da Rede Municipal de Ensino; 59

60 Em 2013 foi feita adesão ao PNLD Programa Nacional Do Livro Didático (EJA), com a participação dos professores, coordenadores e diretores para a escolha dos livros; Em 2013 formação especifica para aos profissionais que trabalham nos berçários em parceira com a Secretaria da Saúde; PNATE Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar - Convênio Federal em continuidade; PNBE Programa Nacional da Biblioteca Escolar, as escolas recebem material para os projetos de leituras das Unidades Escolares; Em 2014 a formação foi a retomada da linguagem com ênfase em matemática, com a formação de 75 professores e com continuidade em 2015; Em 2014 foi instituído o CADASTRO ÚNICO, para as vagas nos CEIs, este cadastro é realizado na central de vagas, localizada na Secretaria de Educação; Em 2014 inserção de 03 Unidades Escolares de Tempo Integral na Plataforma MEC Programa Mais Educação garantindo o repasse de verbas do governo Federal; Cadastramento das Unidades Escolares no Programa Escola Acessível - garantindo a adequação dos espaços escolares; Em 2013 inauguração do novo prédio da EMEIEF Maria Aparecida Barbosa atendimento a Educação Infantil; Em 2014 inauguração do novo prédio no parque novo mundo Centro de Educação Infantil CEI Helena Mouro; Em 2014 inauguração da EMEF Prof. Wanderley Rosa da Silva com atendimento do primeiro ao nono ano do Ens. Fundamental; 24. DESAFIOS DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: Capacitar e formar os nossos profissionais para um atendimento de alunos com necessidades especiais; 60

61 Alfabetização de todos os alunos matriculados no 2º ano do Ensino Fundamental; Estruturar o atendimento do AEE, com uma equipe multidisciplinar atendendo os alunos com necessidades especiais. Ampliar vagas para o atendimento de 0 a 03 anos, de forma reduzir nossa demanda reprimida na vigência do Plano; Estabelecer parcerias entre os entes federativos na busca de recursos para construção de novas Unidades de Educação Infantil; Aumentar o atendimento dos alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) de forma a diminuir e/ou zerar taxa de analfabetismo do Município e término do Ens. Fundamental e Médio; Realizar ações Preventivas na área da Saúde, Segurança direcionadas aos alunos da Municipalidade com apoio e participação da comunidade escolar; Implementar a Educação Digital em todas Unidades Escolares, com laboratórios tecnológicos; Aumentar o índice do IDEB com Planos de Ações envolvendo os profissionais da Educação e Comunidade Escolar. Adequação do Plano Municipal de Educação para cumprimento das metas apontadas pelo Plano Nacional de Educação, conforme lei nº DADOS SOBRE A SECRETARIA DA SAÚDE MUNICIPAL - REDE FÍSICA DE ATENDIMENTO EM SAÚDE E RECURSOS HUMANOS As ações e serviços de saúde realizadas no município integram uma rede regionalizada e hierarquizada, constituindo o Sistema Único de Saúde. As Unidades Básicas de Saúde e a Unidade de Puericultura, com exceção da UBS Recanto Maravilha, estão localizadas em áreas urbanas, bem localizadas, com fácil acesso e atendidas por linha de ônibus municipal. Todas 61

62 realizam procedimentos de enfermagem, coleta de Papanicolau, planejamento familiar, vacinas, eletrocardiograma e consultas médicas e possuem, no mínimo: Clinico Geral, Pediatra, Ginecologista e Dentista. O município possui um Centro de Especialidades, localizado em região central que atende a população referenciada pelas UBS municipais para as seguintes especialidades: Otorrinolaringologia, Infectologia, Pequenas Cirurgias, Neurologia, Psiquiatria, Psicologia, Ortopedia, Geriatria, Endocrinologia, Gastroenterologia, Nutricionista, Urologia, Reumatologia, Ultrassonografia, Fonoaudiologia e Fisioterapia. A atenção básica em saúde está organizada no município, através de 6 Unidades Básicas de Saúde, sendo que cada uma delas abriga 01 equipe de Atenção básica com Saúde Bucal. Embora a Estratégia Saúde da Família será implantada a partir do segundo semestre de 2015, o atendimento nas Unidades Básicas de Saúde já se encontra territorializado e a população já está vinculada a estas unidades. Também está prevista a implantação em 2015 de uma unidade do CAPS-AD, uma vez que o município possui 01 CAPS que atende os pacientes de transtorno mental e dependentes de álcool e droga. 62

63 a. Rede Física municipal de atendimento a saúde Tipo de estabelecimento Quantidade Centro de Saúde/Unidade Básica de Saúde 06 CAPS 01 Centro de Especialidades e Diagnósticos 01 Centro de Puericultura 01 Farmácia 02 Secretaria de Saúde 01 Total 12 Fonte: CNES (2015), Situação da base de dados nacional. b. Serviço Hospitalar O município de Boituva possui rede hospitalar administrada, atualmente, pela Sociedade Beneficente São Camilo, bem como, conta com serviços oferecidos por hospitais localizados nos municípios de Sorocaba, Itu, Salto, Jaú que oferecem, de acordo com o nível de complexidade: Plantão permanente de 24 horas para atendimento as Urgências e Emergências; Atendimento ambulatorial; Internações. c. Sistema De Agendamento Os agendamentos nas unidades são realizados de forma territorializada diretamente na unidade de referência, tendo disponível a modalidade de agendamento telefônico para pacientes maiores de 60 anos, gestantes, pessoas com deficiência e para moradores da zona rural. As especialidades disponíveis no município são agendadas com guia de referência pelas unidades básicas. A Secretaria Municipal de Saúde possui também uma Central de Regulação que realiza auditoria, cadastramento e ordenação da fila de espera, avaliação de risco e agendamentos de exames e consultas médicas especializadas em hospitais, centros de referência e prestadores de serviços autorizando a realização de exames laboratoriais e demais procedimentos passiveis de autorização. 63

64 d. Vigilância Em Saúde A vigilância em saúde tem por objetivo a observação e análise permanente da situação de saúde da população, articulando-se em um conjunto de ações destinadas a controlar determinantes, riscos e danos à saúde de populações que vivem em determinados territórios garantindo a integralidade da atenção, o que inclui tanto a abordagem individual como coletiva dos problemas de saúde. e. Vigilância Sanitária A Vigilância Sanitária é um conjunto de ações que visa a proteção da saúde das pessoas. Cabe à Vigilância Sanitária zelar pela qualidade dos serviços direta ou indiretamente relacionados à saúde e pela qualidade dos produtos expostos ao consumo da população. A seguir, as ações desenvolvidas: f. Procedimentos Administrativos Baixa de Responsabilidade Técnica; Expedição de Licença Sanitária; Ingresso da Responsabilidade Técnica; Reclamações Atendidas; Renovação de Licenças de Funcionamento; Saneamento Básico e Ambiental; Procedimento Técnico; Atendimento e Reclamações; Auto Termo; Coleta de água; Conferencia de Estoque; Co Vistoria para Liberação de Licença Sanitária; Conferencia de Livro; Vistoria para Liberação de Licença Sanitária; Atendimento e Reclamações; Auto de Infração; Coleta de Amostra de Alimentos; 64

65 Investi Ofícios Atendidos; Ofícios Atendidos; Termo de Apreensão e Inutilização; Vistoria de Rotina; Vistoria para Licença Sanitária. g. Vigilância Epidemiológica Epidemiologia é um conjunto de atividades que proporciona a obtenção de informações fundamentais para o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança que possa ocorrer nos fatores que determinam e condicionam o processo saúde-doença, em nível individual ou coletivo, com objetivo de se recomendar e adotar de forma oportuna as medidas de prevenção e controle dos agravos. Portanto ela pode ser entendida como a obtenção de informações para a ação. Principais atividades: Programa de Imunizações; Notificações Compulsórias de Doenças; Monitoramento de Doenças Diarreicas; Sistema de Morbimortalidade; Estatística Vital: Óbitos e Nascidos vivos; Programas especiais: MH (Controle da Hanseníase) e TB (Controle da Tuberculose); Leishmaniose. h. Vigilância Ambiental A Divisão de Vigilância Ambiental conta com os Agentes de Endemias e Coordenação da Equipe que atuam na realização de rotinas de controle do vetor transmissor da dengue (aedes aegypti) e outros vetores. A seguir as principais atividades desenvolvidas pela equipe: Visitas domiciliares com entrega de panfletos educativos; Coletas de larvas de mosquito Aedes aegypti para análise; Levantamento de índice predial; Levantamento de índice de infestação; 65

66 Visitas em pontos estratégicos (borracharias, cemitérios, lixões, etc.); Tratamento focal in loco (se necessário); Orientação aos munícipes quanto aos cuidados dos seus terrenos e vasos de plantas, etc.; Palestras ministradas nas escolas municipais; Digitação e execução do programa SISPNCD; Retirada de materiais em desuso, que possam servir de criadouro para o mosquito da dengue, nas matas da zona urbana; PEA-Programa de erradicação do Aedes Aegypti; Epidemiologia e Profilaxia da Leishmaniose Tegumentar. i. Assistência Farmacêutica A Assistência Farmacêutica compreende um conjunto de atividades relacionadas ao acesso e ao uso racional de medicamentos, destinado a complementar e apoiar as ações de atenção básica à saúde. O medicamento é um dos componentes fundamentais da atenção à saúde e sua utilização racional contribui para a qualidade dos serviços de saúde. Em nosso município está organizada no Plano Municipal de Assistência Farmacêutica, que é atualizado periodicamente e traz a relação da farmácia básica e grupos específicos de atuação da assistência farmacêutica municipal. Para os medicamentos que não constam no REMUMI foi criada uma comissão de farmácia composta por equipe multiprofissional que analisa as solicitações e a viabilidade de fornecimento. 66

67 j. Controle Social A lei confere aos Conselhos de Saúde as atribuições de atuar na formulação de estratégias e no controle da execução das políticas de saúde, atribuições estas que são também próprias dos Poderes Executivo e Legislativo. O Conselho Municipal de Saúde tem participado ativamente das discussões e tomada de decisões do setor saúde, reunindo-se mensalmente para acompanhamento e avaliação do sistema de saúde municipal. 26. DADOS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES A SME tornou-se independente em 2013, desvinculou-se da SEC, onde foi designado como Secretário o Sr. Jonas Mateus Cancian e Diretor do Departamento o Sr. João Alfredo Marques. A nova sede da SME, foi inaugurada no mês de Novembro/2013, situada à R: Antonio Galvão Pacheco, 236 Parque Nossa Senhora das Graças. Atualmente contamos com 18 modalidades esportivas atendendo cerca de 2000 crianças e adolescentes, entre 06 à 17 anos nas escolinhas e equipes de treinamento. As modalidades atendidas são: Atletismo; Basquetebol; Ciclismo; Capoeira; Damas; Futebol; Futsal; Ginástica Artística; Ginástica Rítmica; Handebol; Judô; 67

68 Natação; Taekwondo,; Tênis; Tênis de Mesa; Voleibol,; Voleibol de Praia; Xadrez. Parcerias com: Escolas Municipais; Escolas Estaduais; Escolas Particulares; SESI; Fundação Crescer Criança; APAE; CRAS; Instituto Ação Cidadão; Projeto CAENA. Parceiros que cedem locais: SRB - Sociedade Recreativa Boituvense; Tênis Clube; AAB Associação Atlética Boituvense; ECV Esporte Clube Votoran; NUTI Nucleo de Terceira Idade. Todos esses espaços são usados para as atividades esportivas, fornecendo materiais e profissionais capacitados para desenvolver as atividades. Desde o ano de 2014 estamos desenvolvendo uma parceria com o SESI, por meio do Projeto Atleta do Futuro (PAF). 68

69 Equipes de representação participam de competições dentro e fora do município. Dentre as principais competições, Jogos Abertos da Juventude, Jogos Regionais, Jogos Abertos do Interior, Jogos Regionais do Idoso e Jogos Abertos do Idoso, Campeonato Estadual de Futebol, Copa de Voleibol, Copa de Basquetebol, Copa de Ginástica Artística e Festival de Bocha, eventos estes promovidos pela Coordenadoria de Esportes do Estado de São Paulo, além de eventos promovidos por municípios vizinhos, como: Copa TV Tem de Futsal, Copa Record de Futsal, Cruzeirão, Cruzeirinho, Liga de Voleibol de Sorocaba e Região, Liga Desportiva de Basquetebol, Liga de Ginástica Artística, Campeonato Paulista de Tênis de Mesa, Federação Paulista de Voleibol e os da Secretaria, como: Prova Pedestre, Campeonato de Futebol Varzeano, Campeonato Regional de Futebol, Campeonato de Futebol Veterano, Campeonato de Futsal, Jogos Escolares (Parceria com a Secretaria de Educação e Cultura), Festivais de diversas modalidades, entre outros. Nos Jogos Regionais vem se destacando nos últimos anos, permanecendo entre os oito melhores municípios da 1ª divisão, onde há a participação de aproximadamente 80 municípios, contando com a primeira e segunda divisão. Temos como espaços físicos para o desenvolvimento das atividades: Ginásio de Esportes Francisco Batista da Cruz (Lêre); Estádio Municipal Antônio Pereira Gamito (Gamitão); Dez Academias ao ar livre; Uma Academia ao ar livre para deficientes; Uma Piscina Pública no Bairro Novo Mundo; Três Canchas de bocha; Uma Cancha de Malha; Centro Esportivo de Ginástica Artística; Tênis de Mesa; Pista de Skate; CEMEL Arvão ; CEMEL Pé de Ferro; 69

70 Três pistas de caminhada. Estão previstas as reformas: Estádio Municipal Antônio Pereira Gamito (Gamitão), CEMEL Arvão ; CEMEL Pé de Ferro; A construção de um novo Ginásio de Esportes, no Bairro Jardim São Paulo; A construção do Centro de Treinamento de Ginástica Artística, no Parque Nossa Senhora das Graças. 27. DADOS DA SECRETARIA DESENVOLVIMENTO SOCIAL CIDADANIA E TRABALHO A Política Pública de Assistência Social vem se consolidando nos últimos anos através de legislações, decretos, resoluções e normas. Com a promulgação da Lei Orgânica de Assistência Social- Loas e com todas as conquistas posteriores a ela, a Assistência Social vem se fortalecendo. O objetivo da Política Pública de Assistência Social é a autonomia e o empoderamento do cidadão, compreendeu-se que a Assistência Social tem papel fundamental no desenvolvimento dos municípios e consequentemente no desenvolvimento do país. Quando se fala em empoderamento, queremos dizer que os serviços da Assistência Social devem ser pautados na socialização das informações, na conscientização por parte do cidadão de sua realidade, da conjuntura onde está inserido e do seu papel na sociedade. O município de Boituva busca acompanhar essas mudanças aperfeiçoando seus serviços. Um dos avanços importante em 2013 foi a contratação por Concurso Público de profissionais de Serviço Social, Psicologia e Direito compondo o quadro técnico completo. Boituva conta hoje com 01 CRAS, 01 CREAS e tem convênio com entidades sociais que executam serviços para crianças e adolescentes. Os serviços que atendem criança e adolescente no município através da Assistência Social são: 70

71 PAIF- Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família CRAS; SCFV- Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos 0 a 6 anos CREAS; SCFV- Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos 6 a 17 anos (Convênio Fundação Crescer Criança) CRAS; Programa Ação Jovem- Programa de Transferência de Renda que busca promover a inclusão social de jovens de 15 (quinze) a 24 (vinte e quatro)- CRAS; MSE- Serviço de Proteção Social a Adolescentes em Cumprimento de Medida Socioeducativa de Liberdade Assistida (LA) e de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC)- CREAS; Pessoa com Deficiência- Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência e suas Famílias (Convênio APAE); Casa Abrigo- Serviço de Acolhimento Institucional. 28. DADOS DO DEPARTAMENTO DE ALIMENTAÇÃO O Departamento de Alimentação Escolar atende da seguinte forma: Merenda Escolar: Serviço de merenda escolar terceirizado: a merenda do município é terceirizada onde a Empresa COELFER é responsável 71

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