CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

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1 MUNICÍPIO DE ORLÂNDIA ESTADO DE SÃO PAULO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA POLÍTICA MUNICIPAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES E O PLANO DECENAL Documento Preliminar para Consulta Pública Dezembro/

2 Prefeita Municipal Flávia Mendes Gomes 2013/2016 Presidente do CMDCA Job Alves Brandão Júnior 2013/2015 COMISSÃO GESTORA Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente Job Alves Brandão Júnior (Sociedade Civil) Luciana Vançolin Nascimento (Poder Público) Conselho Municipal de Assistência Social Natália Orasmo Brissante Mourani (Sociedade Civil) Simone de Freitas Baptista (Poder Público) Conselho Municipal de Educação Miguel Aparecido Barbato (Sociedade Civil) Marli de Oliveira (Poder Público) Conselho Municipal de Saúde Helena Urbinatti (Sociedade Civil) Roberta Borsato (Poder Público) Conselho Tutelar Antônio Leite da Silva Júnior Nilson Miele Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social Roberta Muniz Piotto de Oliveira 2

3 Secretaria Municipal de Educação Ana Paula Rodrigues Câmara Secretaria Municipal da Saúde Juliana Russignoli de Almeida Secretaria Municipal da Fazenda Fábio Segantini Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo Marisa Madalena Caldana Secretaria Municipal de Esportes/Cultura Tiago Cavasini Sociedade Civil: Almir Gabriel Baldini (Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça) Regina Célia Caires Sanino (Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul) Criança/Adolescente: Camila Marcelino Leal Tauane Pereira 3

4 1- APRESENTAÇÃO: O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Orlândia foi criado no ano de 1997 pela Lei Municipal 2948, alterada pela Lei 3928/2013. Ativo desde a sua criação, é reconhecido em sua região pela sua atuação e pela gestão do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, obtendo destaque na Pesquisa Conhecendo a Realidade realizada pela Secretaria Especial de Direitos Humanos, como o segundo maior em captação de recursos de sua região. Passados 24 anos da criação do Estatuto da Criança e do Adolescente, esforços estão sendo empenhados e êxitos têm sido alcançados, cumprindo com o preceito constitucional da proteção integral à criança e ao adolescente. É preciso conhecer a realidade, reconhecendo os avanços e principalmente enfrentando os problemas que afetam a infância e a adolescência, de forma descentralizada, intersetorial, representativa, articulada e contínua, garantindo-se assim a promoção, proteção e defesa dos direitos da criança e do adolescente. Assim que tomaram posse o Presidente do Conselho Municipal dos Direitos e conselheiros, em fevereiro de 2013, nas reuniões que se seguiram, foram identificadas algumas necessidades. Dentre elas, a realização de levantamento de dados que nos fornecesse um diagnóstico da atual situação da criança e adolescente no município. Estabelecer políticas públicas eficientes de atendimento para a infância e adolescência demanda deste diagnóstico e de um plano de ação sólido, considerando as variáveis que constituem a realidade, sua natureza e complexidade, dentro do sistema de garantia de direitos. Seguindo as diretrizes da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, apresentamos o documento preliminar, elaborado de forma intersetorial com todos os integrantes do Sistema de Garantia de Direitos, contendo os objetivos estratégicos e as metas do Plano Decenal, que irão nortear os planos plurianuais para os próximos dez anos, observadas as demandas atuais e as mudanças contemporâneas, cujas metas são alcançáveis de modo a evitar sua inviabilidade. Por esse motivo tornamos público o presente documento, para que todos tomem conhecimento e contribuam com suas sugestões, críticas e observações, participando assim do processo de construção da política pública municipal para infância e adolescência. 4

5 2- SITUAÇÃO DA NO MUNICÍPIO: Considerando a inexistência de um Diagnóstico preciso da situação da Criança e Adolescente no Município, percebe-se que a tomada de decisões nesse processo necessita de uma base de dados, que por vezes inexiste ou se apresenta de forma não ordenada e não sistematizada, provocando dificuldades na aplicação de recursos em ações eficientes que alcancem seus objetivos. Diante do desafio de garantir efetivamente o direito da criança e do adolescente e, apresentado o retrato da atual situação dos mesmos, através de diagnóstico realizado com a adesão do município ao Programa Prefeito Amigo da Criança, faz-se necessária a elaboração e implementação do PLANO DECENAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES, construído como resultado de um processo participativo e elaboração conjunta, envolvendo representantes de todos os segmentos governamentais do município e da sociedade civil organizada. O Diagnóstico Social da Criança e do Adolescente foi realizado pela primeira vez em Orlândia no ano de 2014, tendo sido levantada a necessidade deste através da nova gestão do Conselho Municipal de Direitos e aproveitando a adesão do município ao Programa Prefeito Amigo da Criança. Com base nas orientações da Resolução 161/2013 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), o plano municipal foi concebido levando em consideração as diretrizes, eixos e metas estabelecidas no Plano Decenal Nacional, sob a ótica de aplicação no município. O objetivo é aproximar o poder público e a sociedade da realidade das comunidades em que as crianças e adolescentes estão inseridos, além de oferecer uma ferramenta de acompanhamento da evolução dos indicadores sociais e ainda direcionar a gestão pública municipal para as prioridades levantadas e alcance das metas estabelecidas. Dessa forma foi realizado um Seminário, que reuniu atores da rede sócio-protetiva (administração pública municipal, instituições e sociedade civil) para levantar dados que posteriormente viessem a permitir a identificação dos problemas e investigação de suas causas. Para levantamento dos dados com a finalidade de construção do diagnóstico, foram promovidas reuniões com setores envolvidos, e ao final destes encontros temos então subsídios para construção das prioridades da criança e adolescente, retratando a atual situação dos mesmos no município. 5

6 3. Política Municipal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes 3.1 Princípios da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes: Universalidade dos direitos com equidade e justiça social Todos os seres humanos são portadores da mesma condição de humanidade; sua igualdade é a base da universalidade dos direitos. Associar à noção de universalidade as de equidade e justiça social significa reconhecer que a universalização de direitos em um contexto de desigualdades sociais e regionais implica foco especial nos grupos mais vulneráveis Igualdade e direito à diversidade Todo ser humano tem direito a ser respeitado e valorizado, sem sofrer discriminação de qualquer espécie. Associar a igualdade ao direito à diversidade significa reconhecer e afirmar a heterogeneidade cultural, religiosa, de gênero e orientação sexual, físico-individual, étnico-racial e de nacionalidade, entre outras Proteção integral para a criança e o adolescente A proteção integral compreende o conjunto de direitos assegurados exclusivamente a crianças e adolescentes, em função de sua condição peculiar de pessoas em desenvolvimento. São direitos específicos que visam assegurar a esses grupos etários plenas condições para o seu desenvolvimento integral Prioridade absoluta para a criança e o adolescente A garantia de prioridade absoluta assegurada a crianças e adolescentes implica a sua primazia em receber socorro, proteção e cuidados, bem como a sua 27precedência no atendimento e preferência na formulação e execução de políticas e ainda na destinação de recursos públicos Reconhecimento de crianças e adolescentes como sujeitos de direitos O reconhecimento de crianças e adolescentes como sujeitos de direitos significa compreendê-los como detentores de todos os direitos da pessoa humana, embora o exercício de alguns seja postergado. A titularidade desses direitos é plenamente compatível com a proteção integral, esta sim devida apenas a eles Descentralização político-administrativo 6

7 A Constituição Federal de 1988 elevou os municípios à condição de entes federados e estabeleceu novo pacto federativo, com base na descentralização político-administrativo e na co responsabilidade entre as três esferas de governo para a gestão e o financiamento das ações Participação e controle social A participação popular organizada na formulação e no controle das políticas públicas de promoção, proteção e defesa dos direitos da criança e do adolescente está prevista na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente; seus espaços preferenciais de atuação são os conselhos dos direitos e o processo de conferências Intersetorialidade e trabalho em rede A organização das políticas públicas por setores ou segmentos impõe a adoção da ótica intersetorial e de trabalho em rede para compreensão e atuação sobre os problemas, o que está previsto no ECA ao estabelecer que a política seja implementada por meio de um conjunto articulado de ações governamentais e não governamentais no âmbito do Município. 3.2 Eixos da Política Municipal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes A Política Municipal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes será estruturada em cinco eixos orientadores, baseados na Política Nacional: 1. Promoção dos Direitos; 2. Proteção e Defesa dos Direitos; 3. Participação de Crianças e Adolescentes; 4. Controle Social da Efetivação dos Direitos; e 5. Gestão da Política. 3.3 Diretrizes da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de crianças e adolescentes no âmbito da família, da sociedade e do Estado, considerada as condições de pessoas com deficiência e as diversidades de gênero, orientação sexual, cultural, étnico-racial, religiosa, geracional, territorial de nacionalidade e de opção política. 7

8 Diretriz 02 - Universalização do acesso a políticas públicas de qualidade que garantam os direitos humanos de crianças, adolescentes e suas famílias e contemplem a superação das desigualdades, afirmação da diversidade com promoção da equidade e inclusão social. EIXO 2 - PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS Diretriz 03 Proteção especial a crianças e adolescentes com seus direitos ameaçados ou violados, consideradas as condições de pessoas com deficiência e as diversidades de gênero, orientação, sexual, cultural, étnico-racial, religiosa, geracional, territorial, de nacionalidade e de opção política. Diretriz 04 - Universalização e fortalecimento dos conselhos tutelares, objetivando a sua atuação qualificada. Diretriz 05- Universalização, em igualdade de condições, do acesso de crianças e adolescentes aos sistemas de justiça e segurança pública para efetivação dos seus direitos. EIXO 3 PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 06 Fomento de estratégias e mecanismos que facilitem participação organizada e a expressão livre de crianças e adolescentes, em especial sobre os assuntos a eles, considerando sua condição peculiar de pessoas em desenvolvimento, pessoas com deficiência e as diversidades de gênero, orientação sexual, cultural, étnico-racial, religiosa, geracional, territorial, nacionalidade e opção política. EIXO 4 CONTROLE SOCIAL DA EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS Diretriz 07 Fortalecimento de espaços democráticos de participação e controle social, priorizando os conselhos de direitos da criança e do adolescente e assegurando seu caráter paritário, deliberativo, controlador e a natureza vinculante de suas decisões. EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 08 - Fomento e aprimoramento de estratégias de gestão da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes fundamentadas nos princípios da indivisibilidade dos direitos, descentralização, intersetorialidade, participação, continuidade e co-responsabilidade dos três níveis de governo. 8

9 Diretriz 09 Efetivação da prioridade absoluta no ciclo e na execução orçamentária das três esferas de governo para a Política Nacional e Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, garantindo que não haja cortes orçamentários. Diretriz 10 Qualificação permanente de profissionais para atuarem na rede de promoção, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes. Diretriz 11 Aperfeiçoamento de mecanismos e instrumentos de monitoramento e avaliação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, facilitado pela articulação de sistemas de informação. Diretriz 12 Produção de conhecimentos sobre a infância e a adolescência, aplicada ao processo de formulação de políticas públicas. Diretriz 13 Cooperação internacional e relações multilaterais para implementação das normativas e acordos internacionais de promoção e proteção e defesa dos direitos da criança e do adolescente. 4. Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Tendo como base os princípios, eixos e diretrizes da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, foram adotados os objetivos estratégicos do Plano Decenal Nacional, compatíveis com o diagnóstico da situação da infância e adolescência municipal, e estabelecidas metas em cada um deles. Vale lembrarmos que a Política e o Plano Decenal Nacional consideraram as deliberações da Conferência Nacional, que é precedida das Conferências Estaduais, Regionais e Municipais, portanto é pertinente aproveitarmo-nos dos objetivos estratégicos que nos são propícios. Destarte, os objetivos e metas aqui apresentados constituem as bases para o Plano Decenal e processo de elaboração de cada Plano Plurianual- PPA nesse período, a cargo do Executivo municipal. É importante destacar que a formulação de uma política é uma fase preliminar do processo de planejamento e operacionalização dessa política. Por definições do ECA e considerando a importância de o Plano Decenal estar incorporado no ciclo de planejamento e orçamento da gestão do Prefeito Municipal, o CMDCA elaborou e concluiu o presente plano, uma vez que é de 9

10 sua responsabilidade formular e deliberar a respeito das Políticas e Planos em seu âmbito de intervenção. EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de crianças e adolescentes no âmbito da família, da sociedade e do Estado, considerada as condições de pessoas com deficiência e as diversidades de gênero, orientação sexual, cultural, étnico-racial, religiosa, geracional, territorial de nacionalidade e de opção política. Objetivo Estratégico 1.1 Promover o respeito aos direitos da criança e do adolescente na sociedade, de modo a consolidar uma cultura de cidadania. Meta 01: Até 2024, produzir e distribuir a 100% das crianças e adolescentes das escolas municipais, material educativo de divulgação dos direitos da criança e do adolescente. Meta 02: Até 2020, realizar campanhas anuais educativas de prevenção à violência contra crianças e adolescentes. Diretriz 02 - Universalização do acesso a políticas públicas de qualidade que garantam os direitos humanos de crianças, adolescentes e suas famílias e contemplem a superação das desigualdades, afirmação da diversidade com promoção da equidade e inclusão social. Objetivo Estratégico 2.1 Erradicar a fome e assegurar a alimentação adequada de crianças, adolescentes, gestantes e lactantes, por meio da ampliação de políticas de segurança alimentar e nutricional. Meta 03: Até 2016, manter cinco postos de distribuição de leite fluído pasteurizado do Programa Estadual VIVA LEITE; Meta 04: Até 2016, implantar em 10 creches prioritárias a estratégia NutriSus para fortificação da alimentação infantil com micronutrientes em pó. Objetivo Estratégico 2.2: Ampliar o acesso de crianças e adolescentes e suas famílias aos serviços de proteção social básica e especial, por meio da expansão e qualificação da política de assistência social. 10

11 Meta 05: Até 2016, implantar um Centro de Referência de Assistência no Jardim Cidade Alta e bairros adjacentes, em razão do aumento da população em ambos os setores devido à construção de novos conjuntos habitacionais; Meta 06: Até 2016, implantar um projeto social voltado para adolescentes de 14 a 17 anos e 11 meses no Jardim Cidade Alta e bairros adjacentes; Meta 07: Até 2016, Fortalecimento da comunidade local com a revitalização das sociedades de bairro organizadas; Meta 08: Até 2019, ampliar em 50% a oferta de atividades artísticas lúdicas e esportivas no Jardim Cidade Alta e bairros adjacentes, para adolescentes de 14 a 17 anos e 11 meses; Meta 09: Até 2019, implantar um Centro de Referência em Assistência Social para atendimento ao Jardim Parisi e bairros adjacentes; Meta 10: Até 2019, implantar um projeto social voltado para adolescentes de 14 a 17 anos e 11 meses para atendimento ao Jardim Parisi e bairros adjacentes; Meta 11: Até 2016, estimular e incentivar a implantação de pelo menos 25% das Associações de Bairros, naqueles de maior vulnerabilidade social; Meta 12: Até 2019, alcançar 50% da implantação de Associações de Bairros considerando os aqueles de maior vulnerabilidade. Objetivo Estratégico 2.3: Priorizar e articular as ações de proteção integral a crianças de 0 a 6 anos, com base no Plano Nacional pela Primeira Infância. Meta 13: Até 2016, Ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender 50% das crianças de 0 a 3 anos de idade; Meta 14: Até 2016, atingir em 95% a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 a 5 anos de idade; Meta 15: Até 2016, promover as adaptações para acessibilidade de deficientes em todas as creches e pré-escolas municipais que ainda não possuem; Meta 16: Até 2016, Atingir a proporção de 100% de docentes da rede pública municipal de educação infantil com formação de nível superior; Meta 17: Até 2024, Manter em 100% os programas de brinquedos para educação infantil, adequados às faixas etárias e às necessidades do trabalho educacional; Meta 18: Até 2016, Treinar e capacitar 90% dos professores que possuem inclusões nas salas regulares de educação infantil; 11

12 Meta 19: Ate 2019, Treinar e capacitar 100% dos profissionais da rede municipal de educação infantil envolvidos na formação em educação inclusiva; Meta 20: Até 2024, garantir a 100% dos profissionais da rede municipal de educação infantil a capacitação continuada de formação inclusiva. Objetivo Estratégico 2.4: Expandir e qualificar políticas de atenção integral à saúde de crianças, adolescentes e suas famílias. Meta 21: Até 2016, implantar uma equipe de Estratégia Saúde da Família para cobertura da população do conjunto habitacional Minha Casa Minha Vida ; Meta 22: Até 2019, firmar parcerias com a Secretaria Municipal da Saúde, no sentido de disponibilizar um cuidador para crianças com deficiência que necessitem de cuidados especiais, em sala de aula; Meta 23: Até 2016, manter um pediatra no Centro de Testagem e Aconselhamento; Meta 24: Até 2016, aumentar em 10% o número de testes de HIV, Sífilis e Hepatite em adolescentes; Meta 25: Até 2016, garantir em 100% a distribuição aos adolescentes, dos insumos de prevenção à gravidez precoce e DST/AIDS (preservativos masculino e feminino); Meta 26: Até 2016, ampliar em 50% o número de salas de alunos do 8º ano trabalhadas com o Projeto Educação Sexual; Meta 27: Até 2016, manter um EMAD para o Serviço de Atenção Domiciliar atendendo crianças e adolescentes nos domicílios; Meta 28: Até 2016, implantação de um CAPS com equipe completa para assistência na faixa etária até 18 anos; Meta 29: Até 2016, manter cinco unidades de Saúde com programa de Puericultura às crianças de até dois anos de idade; Meta 30: Até 2019, manter dois dentistas nas ações de saúde bucal nas escolas da rede municipal de ensino; Meta 31: Até 2016, manter cobertura vacinal de 95% no esquema básico de vacinação para crianças e adolescentes; Meta 32: Até 2016, manter quatro UBS com assistência ao pré-natal, grupo de gestantes e orientações ao aleitamento materno; Meta 33: Até 2016, manter um comitê municipal de Vigilância à Morte Materna e Infantil. 12

13 Objetivo Estratégico 2.5: Universalizar e assegurar a permanência e o sucesso de crianças e adolescentes na educação básica, expandindo progressivamente a oferta de educação integral, com a ampliação da jornada escolar, dos espaços e oportunidades educacionais. Meta 34: Até 2016, Implantação da educação integral na EMEB Maurício Leite de Moraes, voltada ao desenvolvimento de atividades lúdicas paralelas do ensino regular; Meta 35: Até 2016, oferecer educação integral de forma a atender 50% das escolas municipais de educação básica; Meta 36: Até 2024, alcançar 25% dos alunos da rede municipal inseridos na educação integral. Meta 37: Até 2016, manter e melhorar os serviços do CAEC I; Meta 38: Até 2016, implantação do CAEC II no bairro Jardim Cidade Alta; Meta 39: Até 2019, prover a segurança dos espaços públicos destinados ao desenvolvimento de atividades educacionais, através da implantação de monitoramento, presencial e/ou eletrônico, de modo a inviabilizar a depredação, destruição e o mau uso desses espaços; Meta 40: Até 2016, manter em 100% o ensino fundamental de nove anos para todas as crianças e adolescentes de 0 a 14 anos de idade; Meta 41: Até 2016, garantir que 95% dos alunos com idade de 6 a 14 anos concluam o ensino fundamental; Meta 42: Até 2016, diminuir em 90% a taxa de evasão escolar no Ensino Fundamental; Meta 43: Até 2016, manter em 100% a proporção de docentes da rede municipal de ensino fundamental com formação de nível superior; Meta 44: Até 2016, manter em 100% a proporção de unidades escolares municipais com Conselhos Escolares constituídos; Meta 45: Até 2016, treinar e capacitar 90% dos professores que possuem inclusões nas salas regulares; Meta 46: Até 2019, treinar a capacitar 100% dos profissionais da rede municipal envolvidos na inclusão de crianças e adolescentes com deficiência; Meta 47: Até 2024, garantir a 100% dos profissionais capacitações contínuas de formação em educação inclusiva; Meta 48: Até 2019, conscientizar 50% das famílias com filhos na rede regular de ensino, sobre a importância da educação inclusiva nas escolas; Meta 49: Até 2024, atingir 50% da demanda de atendimentos que chegam ao Centro de Atendimento de Psicopedagogia e Fonoaudiologia da Secretaria Municipal da Educação; 13

14 Meta 50: Até 2019, aumentar em 50% a educação especial na rede municipal em salas regulares em nível de Ensino Fundamental e Educação para Jovens e Adultos. Objetivo Estratégico 2.6: Implementar na educação básica o ensino da cultura afro-brasileira, africana e indígena, em cumprimentos das Leis de nºs / /08. Meta 51: Até 2016, garantir a 90% os alunos o ensino da cultura afro-brasileira, africana e indígena. Objetivo Estratégico 2.7 Fomentar a interação social de crianças e adolescentes com deficiência auditiva, por meio do ensino da língua de sinais na comunidade escolar, garantido sua inclusão no currículo da educação básica. Meta 52: Até 2024, treinar e capacitar 100% dos profissionais da rede municipal de ensino, na Formação Educacional em Libras. Objetivo Estratégico 2.8 Promover o acesso de crianças e adolescentes às Tecnologias de Informação e Comunicação e à navegação segura na Internet, como formas de efetivar seu direito à comunicação, observando sua condição peculiar de pessoas em desenvolvimento. Meta 53: Até 2024, manter em 100% os laboratórios de informáticas nas escolas de educação básica. Objetivo Estratégico Consolidar a oferta de ensino profissionalizante de qualidade, integrado ao ensino médio, com fomento à inserção no mercado de trabalho dos adolescentes a partir dos 16 anos, de acordo com a legislação vigente. Meta 54: Até 2016, garantir a pelo menos 25% dos alunos do ensino médio do município, o ensino profissionalizante integrado. Objetivo Estratégico 2.10: Ampliar o acesso de adolescentes a partir de 14 anos a programas de aprendizagem profissional de acordo com a Lei /00. Meta 55: Até 2016, divulgação ampla à sociedade da Lei do Menor Aprendiz, objetivando a ampliação das empresas aderidas ao programa; Meta 56: Até 2016, promover campanhas de conscientização quanto ao cumprimento efetivo da Lei por parte dos empregadores. 14

15 Objetivo Estratégico 2.11 Universalizar o acesso de crianças e adolescentes a políticas e programas de esporte e lazer, de acordo com sua condição peculiar de desenvolvimento, assegurada a participação e a acessibilidade de pessoas com deficiências. Meta 57: Até 2024, Construção e implementação de espaços esportivos nos bairros; Meta 58: Até 2024, Implantação de centros voltados às crianças e adolescentes, que ofereçam atividades esportivas e de lazer com as quais os mesmos se identifiquem; Meta 59: Até 2019, promover adaptações de acessibilidade em todos os espaços que ainda não possuem. EIXO 2 - PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS Diretriz 03 Proteção especial a crianças e adolescentes com seus direitos ameaçados ou violados, consideradas as condições de pessoas com deficiência e as diversidades de gênero, orientação, sexual, cultural, étnico-racial, religiosa, geracional, territorial, de nacionalidade e de opção política. Objetivo Estratégico 3.1: Ampliar e articular políticas, programas, ações e serviços para a promoção, proteção e defesa do direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária. Meta 60: Até 2016, manter e melhorar os programas desenvolvidos pelo CREAS e CRAS; Meta 61: Até 2019, promover um estudo da viabilidade da implantação do programa Família Acolhedora; Meta 62: Até 2016, buscar estratégias que viabilizem a inserção de crianças e adolescentes no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos; Meta 63: Até 2016, tornar os serviços de fortalecimento de vínculos mais atrativos para as crianças e adolescentes, oferecendo oficinas diversificadas; Meta 64: Até 2016, fortalecer ações de integração entre as crianças e adolescentes e suas famílias; Objetivo Estratégico 3.2: Fomentar a criação de programas educativos de orientação e de atendimento a familiares, responsáveis, cuidadores ou demais envolvidos em situações de negligência, violência psicologia, física e sexual. 15

16 Meta 65: Até 2019, disponibilização de uma equipe mínima, composta de um assistente social e um psicólogo na Delegacia de Polícia, para acolhimento de crianças e adolescentes e demais envolvidos, em caso de violência. Objetivo Estratégico 3.3: Definir diretrizes para as atividades de prevenção ao uso de drogas por crianças e adolescentes conforme a Lei /06, bem como ampliar, articular e qualificar as políticas sociais para prevenção e atenção a crianças e adolescentes usuários e dependente de álcool e drogas. Meta 66: Até 2016, estabelecer estratégias que assegurem atenção singularizada às crianças e adolescentes que apresentem transtornos mentais ou demandas decorrentes do uso de álcool e drogas; Meta 67: Até 2016, incluir os Projetos Terapêuticos (TPS) às crianças e adolescentes nos casos que houver demanda no âmbito da Saúde Mental; Objetivo Estratégico 3.4: Ampliar e articular políticas, programas, ações e serviços para a proteção e defesa de crianças e adolescentes identificadas em situação de trabalho infantil. Meta 68: Até 2019, melhorar os indicadores e o levantamento de dados, de forma a precisar, se de fato a inexistência de notificação corresponde à inexistência de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil. Meta 69: Até 2016, promover campanhas em mídia impressa e falada, no sentido de fomentar o registro de denúncias ao Conselho Tutelar. Objetivo Estratégico 3.6 Ampliar e articular políticas, programas, ações e serviços para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, com base no Plano Nacional temático. Meta 70: Até 2016, manter em 100% a proporção de casos de violência sexual acompanhados, dentre os casos identificados; Meta 71: Até 2016, manter a campanha de conscientização do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes. Objetivo Estratégico Definir e implementar políticas e programas de prevenção e redução da mortalidade de crianças e adolescentes por violências, em especial por homicídio. 16

17 Meta 72: Até 2016, elaborar um fluxograma com definição de protocolos para o atendimento de casos de violência doméstica; Meta 73: Até 2016, elaborar o Plano Municipal de Enfrentamento à Violência contra a Criança e o Adolescente; Meta 74: Até 2024, manter em 100% a proporção dos casos de violência acompanhados, entre os casos identificados; Objetivo Estratégico 3.8: Formular diretrizes para e parâmetros para estruturação de redes integradas de atendimento de crianças e adolescentes em situação de violência, com base nos princípios de celeridade, humanização e continuidade no atendimento. Meta 75: Até 2016, manter nos serviços de atendimento o serviço de atendimento individualizado e humanizado; Meta 76: Até 2016, garantir como público prioritário em todos os serviços envolvidos, crianças e adolescentes em situação de violência. Objetivo Estratégico 3.9 Ampliar e articular políticas, programas, ações e serviços para atendimento a adolescentes autores de ato infracional, a partir da revisão do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo, observadas as responsabilidades do executivo e do sistema de justiça. Meta 78: Até 2024, Oferecer a 90% dos adolescentes autores de ato infracional acompanhados nos serviços de Liberdade Assistida, a oportunidade de participarem de cursos profissionalizantes, programas do Sistema S (SEBRAE, SENAI, SENAC) e oficinas temáticas; Meta 79: Até 2016, estabelecer articulações com o sistema de justiça local, que assegurem o referenciamento aos órgãos envolvidos, das crianças e adolescentes autores de ato infracional, e suas famílias. Objetivo Estratégico Formular diretrizes e parâmetros para estruturação de redes integradas de atendimento de crianças e adolescentes egressos do sistema sócio-educativo e do acolhimento institucional. Meta 80: Até 2024, implantação da casa de acolhimento para atender as crianças e adolescentes do município. 17

18 Diretriz 04 - Universalização e fortalecimento dos conselhos tutelares, objetivando a sua atuação qualificada. Objetivo Estratégico 4.1: Implantar e aprimorar o funcionamento dos Conselhos Tutelares, de acordo com os parâmetros estabelecidos pelo CONANDA. Meta 81: Até 2016, promover capacitação de forma continuada aos Conselheiros Tutelares; Meta 82: Até 2019, promover melhorias na estrutura física da sede do Conselho. Diretriz 05- Universalização, em igualdade de condições, do acesso de crianças e adolescentes aos sistemas de justiça e segurança pública para efetivação dos seus direitos. Meta 83: Até 2024, manter em 100% a participação efetiva de crianças e adolescentes nas Conferências Municipais da Criança e do Adolescente. Objetivo Estratégico 5.1 Articular e aprimorar os mecanismos de denúncia, notificação e investigação de violações dos direitos de crianças e adolescentes. Meta 84: Até 2016, conscientizar os integrantes da rede das atribuições do Conselho Tutelar e dos demais atores envolvidos, no que se refere à notificação, averiguação e investigação dos casos. EIXO 3 PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 06 Fomento de estratégias e mecanismos que facilitem participação organizada e a expressão livre de crianças e adolescentes, em especial sobre os assuntos a eles, considerando sua condição peculiar de pessoas em desenvolvimento, pessoas com deficiência e as diversidades de gênero, orientação sexual, cultural, étnico-racial, religiosa, geracional, territorial, nacionalidade e opção política. Objetivo Estratégico Promover o protagonismo e a participação de crianças e adolescentes nos espaços de convivência e de construção da cidadania, inclusive nos processos de formulação, deliberação, monitoramento e avaliação das políticas públicas. Meta 85: Até 2024, aumentar o número de fóruns e conferências voltadas à criança e ao adolescente, Meta 86: Até 2024, aumentar a representatividade de crianças e adolescentes nos conselhos de escola, associações locais e organizações da sociedade civil que os envolva; 18

19 Meta 87: Até 2016, convidar os adolescentes para participarem das reuniões deliberativas dos conselhos setoriais; Meta 88: Até 2016, garantir o cumprimento das deliberações nas Conferências Municipais e Encontros Lúdicos; Meta 89: Até 2024, garantir a participação de crianças e adolescentes no estudo, formulação e implantação de projetos que os atenda. Objetivo Estratégico Promover oportunidades de escuta de crianças e adolescentes nos serviços de atenção e em todo processo judicial e administrativo que os envolva. Meta 90: Até 2016, divulgar os serviços de atenção existentes no município, sua localização e a forma de acesso; Meta 91: Até 2016, desenvolver atividades que promovam a interação de crianças e adolescentes com os órgãos públicos; Meta 92: Até 2016, manter nos serviços de atenção a escuta qualificada. Objetivos Estratégico 6.3 Ampliar o acesso de crianças e adolescentes, na sua diversidade, aos meios de comunicação para expressão e manifestação de suas opiniões. Meta 93: Até 2024, disponibilizar nos sites das escolas, serviços, secretarias, bem como do Executivo Municipal e Poder Legislativo, um espaço exclusivo destinado à manifestação de suas reclamações, críticas, sugestões e elogios. EIXO 4 CONTROLE SOCIAL DA EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS Diretriz 07 Fortalecimento de espaços democráticos de participação e controle social, priorizando os conselhos de direitos da criança e do adolescente e assegurando seu caráter paritário, deliberativo, controlador e a natureza vinculante de suas decisões. Meta 94: Até 2019, construção de um plano de diretrizes básicas para a Política de Atendimento dos direitos da criança e do adolescente. Objetivo Estratégico 7.1 Universalizar os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente, qualificando suas atribuições de formular, acompanhar e avaliar as políticas públicas para crianças e adolescentes e de mobilizar a sociedade. Meta 195: Até 2019, criar um programa de formação continuada para os Conselheiros do CMDCA. 19

20 EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 08 - Fomento e aprimoramento de estratégias de gestão da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes fundamentadas nos princípios da indivisibilidade dos direitos, descentralização, intersetorialidade, participação, continuidade e coresponsabilidade dos três níveis de governo. Objetivo Estratégico Estabelecer mecanismos e instâncias para a articulação, coordenação e pactuação das responsabilidades de cada esfera de governo na gestão do Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. Meta 96: Em 2015, criar um comitê gestor intersetorial do plano decenal. Diretriz 09 Efetivação da prioridade absoluta no ciclo e na execução orçamentária das três esferas de governo para a Política Nacional e Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, garantindo que não haja cortes orçamentários. Meta 97: Até 2016, encaminhar o plano decenal para incorporação no PPA do executivo municipal. Diretriz 10 Qualificação permanente de profissionais para atuarem na rede de promoção, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes. Objetivo Estratégico 10.1 Formular e Implementar uma política de formação continuada, segundo diretrizes estabelecidas pelo Conanda, para atuação dos operadores do sistema de garantias de direitos, que leve em conta a diversidade regional, cultural e étnico-racial. Meta 98: Até 2024, promover a capacitação continuada a 100% dos conselheiros de direitos e conselheiros tutelares. Diretriz 11 Aperfeiçoamento de mecanismos e instrumentos de monitoramento e avaliação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, facilitado pela articulação de sistemas de informação. Meta 99: Até 2019, atualizar anualmente o diagnóstico da situação da criança e do adolescente no município. 20

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