Prefeitura Municipal de Baixio Secretaria Municipal de Assistência Social PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SOCIOEDUCATIVO

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1 PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SOCIOEDUCATIVO

2 BAIXIO- CEARÁ ABRIL/2015 IDENTIFICAÇÃO PREFEITA: Laura Cristina Ferreira Alencar ENDEREÇO DA PREFEITURA: Praça dos Três Poderes S/N - Centro Administrativo Cícero Henrique Brasileiro. CNPJ: / PORTE DO MUNICÍPIO: Pequeno Porte I NÍVEL DE GESTÃO: Básica SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Maria das Dores Rodrigues PRESIDENTE DO CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Jose Jadson Pereira de Sousa PRESIDENTE DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CMDCA Jose Jadson Pereira de Sousa ESTRUTURA POLÍTICA ADMINISTRATIVA MUNICIPAL: Secretaria de Administração Secretaria de Assistência Social Secretaria de Educação Secretaria de Cultura Secretaria de Finanças Secretaria de Agricultura Secretaria de Políticas para Juventude Secretaria de Esporte Secretaria de Transporte Secretaria de Saúde Secretaria de Infra Estrutura 2

3 Secretaria do Meio Ambiente Prefeitura Municipal de Baixio CONTROLE SOCIAL: Conselho Municipal da Assistência Social- CMAS Conselho Municipal dos Direitos da Criança CMDCA Conselho Municipal dos Direitos do Idoso CMDI Conselho Municipal dos Direitos da Mulher - CMDM Conselho Municipal do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social- FHIS. EQUIPE TÉCNICA DE ELABORAÇÃO: Kalianne Pinheiro Nunes Técnica da Vigilância Socioassistencial Rita Nunes da Silva Assessoria Técnica Karla Isabel Lucas Barbosa Lopes Técnica da Gestão SUAS Jose Jadson Pereira de Sousa Presidente do Conselho Municipal de Assistência Social Valessa Alencar Honorato Coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social Margarida Maria Cruz Silva Assistente Social do Centro de Referência de Assistência Social. Vitoria Christine Lisboa de Andrade Psicologa do Centro de Referência de Assistência Social. João Eder Lins Dos Santos Promotor de Justiça 3

4 SUMARIO APRESENTAÇÃO DIAGNOSTICO SITUACIONAL DIRETRIZES DO PLANO OBJETIVOS PLANO DE AÇÃO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

5 APRESENTAÇÃO O município de Baixio, Ceará lança-se no desenvolvimento de um processo socioeducativo coerente e articulado almejando garantir novas e melhores oportunidades de educação, trabalho, vida e de existência para os socioeducandos e seus familiares. A corresponsabilidade, ainda, implica em fortalecer as redes sociais de apoio, especialmente para a promoção daqueles em situações de vulnerabilidade social, bem como conjugar esforços para garantir o comprometimento da sociedade, sensibilizando, mobilizando e conscientizando a população em geral sobre as questões que envolvem a atenção ao adolescente em risco social e em particular em situações conflituosas,com a lei e, sobretudo, superar práticas que se aproximem de uma cultura predominantemente assistencialista e/ou coercitiva. O Plano Municipal Decenal de Atendimento Socioeducativo é um instrumento de planejamento referente aos serviços de atendimento sócioeducativo em meio aberto no município para crianças e adolescentes de 10 a 18 anos. Como marco temos dispostos no artigo 227 da Constituição Federal e no 4º artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente estabeleceram a corresponsabilidade de família, comunidade, sociedade em geral e poder público em assegurar, por meio de promoção e defesa, os direitos de crianças e adolescentes. Para cada um desses atores sociais existem atribuições distintas, porém o trabalho de conscientização e responsabilização deve ser contínuo e recíproco, ou seja, família, comunidade, sociedade em geral e Estado não podem abdicar de interagir com os outros e de responsabilizar-se. Este plano tem como base as preconizações do Plano Estadual de Atendimento Socioeducativo através da Resolução Nº 278/2014-CEDCA do Ceará e se organiza em consonância com os princípios, diretrizes e orientações de normativas nacionais como: Lei 8.069/1.990-Estatuto da Criança e Adolescente; NOB RH/SUAS, Plano Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes e Plano Decenal dos Direitos Humanos. O Plano Municipal Decenal de Atendimento Socioeducativo de Baixio dá cumprimento às indicações do SINASE (Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo) que reconhece a necessidade de rever a estrutura e a funcionalidade dos serviços de atendimento face à nossa realidade local, bem como a sistematização das ações destinadas aos adolescentes em conflito com a lei no município para uma 5

6 execução no decanato compreendido no preconizado, do período de 2015 a 2024, com revisão anual, monitoramento das ações, e com o objetivo de disponibilizar ações de caráter socioeducativo no cumprimento do direito protetivo aos adolescentes, por meio da execução de metas e ações nos eixos: - Eixo 1: Gestão; - Eixo 2: Qualificação do Atendimento; - Eixo 3: Participação Social, Cidadania e Autonomia; e - Eixo 4: Sistema de Justiça. Sendo assim, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Baixio, responsável por deliberar sobre a política de atenção à infância e adolescência pautado no princípio da democracia participativa e controle social vem apresenta o Plano Municipal de Atendimento Socioeducativo aos atores envolvidos no sistema de garantias de direitos: conselhos municipais ao Poder Público Municipal, a comunidade a ser implantado no município a partir do segundo semestre do ano de 2015, em consonância com os princípios e diretrizes determinados pelo Sistema Nacional de atendimento Socioeducativo (SINASE). Nesse Sentido, baseado nas motivações conjunturais, nas exigências históricas e nas imposições legais o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, em parceria com a, e demais Secretarias Setoriais, este documento foi elaborado de forma participativa com equipe técnica de gestão, trabalhadores da Proteção Social Básica, representantes da sociedade civil e representantes do Sistema de Garantia de Direitos Humanos como: conselhos municipais da criança e adolescente, assistência social, saúde e educação, ministério público, no âmbito municipal apresenta o presente plano a fim de implementar ações no sistema municipal de atendimento socioeducativo humanizada, participativa e cidadã a partir do estabelecimento de ações e objetivos estratégicos pelas quais se estruturará a política de atendimento no município pelos próximos dez anos. Em reunião conjunta dos conselhos municipais de Assistência Social (CMAS) e de Direitos da Criança e Adolescente (CMDCA), conselheiros tutelares, técnicos da gestão, do CRAS, das secretarias municipais de educação, saúde e sociedade civil participaram da reunião onde após apreciação do Plano deliberaram sobre a aprovação conjuntamente através da resolução Nº 03/2015 pela aprovação do Plano Municipal Decenal de Atendimento Socioeducativo

7 1. DIAGNOSTICO SITUACIONAL No processo de construção do Plano de Atendimento Socioeducativo faz-se necessário conhecer alguns aspectos da realidade municipal que posteriormente servirão de traçado para as demais etapas da concretização do plano. Para tanto é necessário identificar a atual situação de indicadores parâmetros no município: aspectos geográficos, demografia, mercado de trabalho, aspectos sociais, educacionais, de saúde, potencialidades e situações de risco social. Assim o diagnóstico é peça imprescindível para o traçado metodológico do plano, pois permite a compreensão de prioridades e objetivos a serem alcançados. 1- ASPECTOS GEOGRÁFICOS O município de Baixio está localizado na Macroregião Cariri Centro-Sul do Estado, a 415 Km de distância da capital, com uma área de 146,442 km².o Município limita-se ao norte, com Umari, ao Sul, com Ipaumirim, ao Leste, com o Estado da Paraiba e ao Oeste com Lavras da Mangabeira. 2- ASPECTOS DEMOGRÁFICOS De acordo com o Censo Demográfico de 2010, a população do município era igual a habitantes. Com 54,83% das pessoas residentes em área urbana e 45,17% em área rural, deste total, 3055 são do sexo masculino e 2971 são do sexo feminino. Crianças e jovens são 24,2 % da população totalizando habitantes. Vale destacar que o IBGE registrou para 2014 uma estimativa de 6182 habitantes. Com densidade demográfica de 41,15 (hab/km²), 7

8 Destacamos que a população residente no município na faixa etária de 15 a 59 anos exibiu crescimento populacional (em média 1,00% ao ano), passando de habitantes em 2000 para em Em 2010, este grupo representava 61,8% da população do município. 3- MERCADO DE TRABALHO Conforme dados do último Censo Demográfico, o município, em agosto de 2010, possuía pessoas com 10 anos ou mais de idade economicamente ativas, sendo que estavam ocupadas e 156 desocupadas. A taxa de participação ficou em 48,5% e a taxa de desocupação municipal foi de 6,3%. No tocante à taxa de desemprego, o gráfico abaixo fornece indicativos de maneira comparativa: 8

9 A distribuição das pessoas ocupadas por posição na ocupação mostra que 21,3% tinham carteira assinada, 50,0% não tinham carteira assinada, 14,8% atuam por conta própria e 2,0% de empregadores. Servidores públicos representavam 0,9% do total ocupado e trabalhadores sem rendimentos e na produção para o próprio consumo representavam 11,1% dos ocupados. Fonte: IBGE- Censo Demográfico2010 9

10 Das pessoas ocupadas, 17,5% não tinham rendimentos e 85,6% ganhavam até um salário mínimo por mês. O valor do rendimento médio mensal das pessoas ocupadas era de R$ 453,36. Entre os homens, o rendimento era de R$ 497,06 e entre as mulheres de R$ 412,56, apontando uma diferença de 20,48% maior para os homens. 4- ASPECTOS SOCIAIS Conforme dados do último Censo Demográfico, no município, em agosto de 2010, a população total era de residentes, dos quais se encontravam em situação de extrema pobreza, ou seja, com renda domiciliar per capita abaixo de R$ 70,00. Isso significa que 17,8% da população municipal vivia nessa situação. Do total de extremamente pobres, 654 (61,1%) viviam no meio rural e 417 (38,9%) no meio urbano. De acordo com os registros de abril de 2015 do Cadastro Único e com a folha de pagamentos de abril de 2015 do Programa Bolsa Família, o município conta com 2000 famílias registradas no Cadastro Único e 1.018famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família. Representando uma cobertura de 119,5 % da estimativa de famílias pobres no município. As famílias recebem benefícios com valor médio de R$194,44 e o valor total transferido pelo governo federal em benefícios às famílias atendidas alcançou R$ ,00 no mês. O gráfico mostra estes dados: Total de famílias cadastradas Famílias cadastradas com renda per capita mensal de R$ 0,00 até R$ 77, Famílias cadastradas com renda per capita mensal entre R$ 77,01 e 154, Famílias cadastradas com renda per capita mensal entre R$ 154,01 e ½ salário mínimo 376 Famílias cadastradas com renda per capita mensal acima de ½ salário mínimo 257 Total de pessoas cadastradas Pessoas cadastradas em famílias com renda per capita mensal de R$ 0,00 até R$ 77, Pessoas cadastradas em famílias com renda per capita mensal entre R$ 77,01 e 154, Pessoas cadastradas em famílias com renda per capita mensal entre R$ 154,01 e ½ salário 10

11 mínimo Pessoas cadastradas em famílias com renda per capita mensal acima de ½ salário mínimo EDUCAÇÃO Fonte: SAGI/ 2015 Conforme dados do último Censo Demográfico, no município, em agosto de 2010, a taxa de analfabetismo das pessoas de 10 anos ou mais era de 22,1%. Na área urbana, a taxa era de 19,6% e na zona rural era de 25,2%. Entre adolescentes de 10 a 14 anos, a taxa de analfabetismo era de 7,5%. No que concerne à taxa de atendimento da rede educacional do município, os dados do Censo foram calculados por faixa etária, conforme se observa no gráfico abaixo: Foram calculadas, também, metas para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), conforme se observa no gráfico abaixo: 11

12 6- SAÚDE Os dados do Ministério da Saúde são importantes para diagnosticar a situação da área do município. No tocante à mortalidade infantil, o número de óbitos infantis foi de 1 criança, ao passo que no Estado o número de óbitos infantis foi de crianças e a taxa de mortalidade infantil foi de 13,41 crianças a cada mil nascimentos. 12

13 As consultas de pré-natal são importantes para a saúde da mãe e da criança. No município, 62,96% dos nascidos vivos em 2011 tiveram suas mães com 7 ou mais consultas de pré-natal. No tocante ao acompanhamento da infância no município pelas equipes de saúde da família observamos resultados satisfatórios nas coberturas dos indicadores de: aleitamento materno exclusivo, cobertura vacinal e segurança alimentar, conforme tabela abaixo: Discriminação Crianças acompanhadas pelo Programa Saúde da Família % Município Até 4 meses só mamando 81,82 De 0 a 11 meses com vacina em dia 100,00 De 0 a 11 meses subnutridas (1) 3,03 98,57 De 12 a 23 meses com vacina em dia De 12 a 23 meses subnutridas (1) 7,25 Peso < 2,5 kg ao nascer 12,90 Fonte: Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (SESA) Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) Baixio POTENCIALIDADES Política Municipal de Assistência Social - Crianças e Adolescentes 7.1- Proteção Social Básica A prevenção da ruptura de vínculos familiares deve ser foco de atenção, buscase implementar a mesma por meio das ações do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), que no âmbito municipal vem realizando um trabalho de caráter continuado visando o fortalecimento da função protetiva das famílias, prevenindo a ruptura de laços, promovendo o acesso e usufruto de direitos e 13

14 contribuindo para a melhoria da qualidade de vida. O PAIF tem como público famílias em situação de vulnerabilidade social. EQUIPAMENTOS Quant. Cofinanciados Centro de Referência da 01 GOVERNO FEDERAL E MUNICÍPIO Assistência Social Brinquedoteca 01 MUNICÍPIO SERVIÇOS/ CRAS Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família PAIF- Serviço ofertado com objetivo de fortalecer a função protetiva da família, prevenir ruptura de vínculos e promover melhoria na qualidade de vida desta, através do desenvolvimento de ações socioeducativas e culturais. Serviço de convivência e Fortalecimento de Vínculo para crianças e adolescentes nas zonas urbanas e rurais serviço realizado, organizado em grupos, a fim complementar o trabalho social com as famílias. Desenvolvimento de ações socioeducativas e de lazer. PROGRAMAS Programa Bolsa Família- Atendimento ao público por meio de: recepção, visita domiciliar, entrevista, atualização e novos cadastros; mobilização e articulação intersetorial com saúde, educação e entidades não governamentais. Cadastro Único monitoramento através do sistema, inclusão de novos cadastros, inclusão de beneficiários do BPC, inclusão de beneficiários do PRONATEC, entre outras. Programa BPC na Escola Adesão ao programa, ações intersetoriais, aplicação dos questionários para identificação das barreiras para acesso e permanência na escola de pessoas com deficiência de 0 a 18 anos; Programa Nacional de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho ACESSUAS Adesão ao Programa Desenvolvimento de ações de mobilização social, articulação e encaminhamento, através de palestras e orientações sobre a importância dos cursos ofertados (PRONATEC) pra qualificação profissional e promoção da inclusão no mercado de trabalho. BENEFÍCIOS EVENTUAIS Realização de diagnósticos socioeconômicos, efetivação dos benefícios: kit natalidade, auxílio funeral e cestas básicas. BENEFÍCIOS DE PRESTAÇÃO CONTINUADA Oferta de ações de orientação e encaminhamento para inserção dos beneficiários com perfil socioeconômico 14

15 7.2 Ações complementares AÇÕES ESTRATÉGICAS Campanhas municipais Capacitação de profissionais Promoção de ações para fortalecimento da Política da Mulher Promoção de Ações para fortalecimento do Controle Social CONTROLE SOCIAL Funcionamento de quatro conselhos Conferências 7.3- Situação de risco social e pessoal TIPIFICAÇÃO DE RISCOS MASCULINO FEMININO Exploração Sexual Abuso Sexual Violência Doméstica Física Violência Doméstica Psicológica Violência Doméstica/ Negligência Ruptura de Vínculos Abandono Assédio Moral Cárcere Privado Uso de Substâncias Psicoativas Situação de Rua Homofobia Situações de Trabalho Infantil Cumprimento de Medidas Socioeducativas FONTE: CEMARIS 2013 SISC 2015 A construção do diagnostico situacional retrata a realidade municipal sendo de suma importância para a análise destes indicadores na área da assistência social é imprescindível para o planejamento de ações e o monitoramento Os dados apresentados anteriormente retratam potencialidades, como também vulnerabilidades vivenciadas pelo segmento criança e adolescente. Dessa forma a dinâmica de pensar estratégias para o monitoramento e avaliação das ações a serem desenvolvidas durante o decanato de aplicabilidade do plano visam fortalecer serviços e superar vulnerabilidades objetivadas. 15

16 Nesse contexto o município deverá adequar os serviços ofertados de acordo com as normativas vigentes, considerando a inexistência da proteção social especial, bem como dificuldades: no referenciamento, porte, estrutura, recursos humanos, metodologias de atendimento e articulação da Rede do Sistema de Garantia de Direitos. Sendo assim, apresenta-se aqui o diagnóstico sobre o Serviço de Atendimento Socioeducativo do Município de Baixio Estado do Ceara, retratando demandas inerentes a esse Serviço. Em síntese, este instrumento trata-se de um importante direcionamento para elaboração de um Plano de Atendimento Socioeducativo que possa atender as demandas identificadas, e nessa perspectiva ofertar um serviço com qualidade, efetivando o direito da proteção integral. 2. DIRETRIZES DO PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SOCIOEDUCATIVO. No âmbito municipal a partir dos estudos diagnosticados, sejam estes na construção do histórico dos indicadores ou nas praticas institucionais dos órgãos de defesa da garantia dos direitos das crianças e adolescentes, identificamos: Fragilidade dos recursos humanos no que se refere ao número insuficiente de profissionais; Problemas na estrutura física e de manutenção, aliados à falta de equipamentos;.ausência de varas especializadas no interior do Estado; Fragilidade na execução da medida em meio aberto; Ausência de cofinanciamento estadual para execução das medidas em meio aberto; Falhas na articulação entre os atores do Sistema de Garantia de Direitos na execução das medidas socioeducativas (Referência e Contra Referência). 16

17 DIRETRIZES DO PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SOCIOEDUCATIVO: a)pleitear financiamento compartilhado das esferas de governo; b) Integração operacional dos órgãos operadores do sistema (art. 8º, da Lei /2012 e Decreto Estadual nº 664, de 21 de fevereiro de 2013); c) Implantação do Serviço de Atendimento Socioeducativo em meio aberto; d) Foco na socioeducação por meio da construção de novos projetos de vida, pactuados com os adolescentes e suas famílias; e) Incentivo ao protagonismo, participação e autonomia dos adolescentes; f) Criação de mecanismos de prevenção, mediação de conflitos e práticas restruturativas; g) Autonomia do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente nas deliberações, controle social e fiscalização do Plano Municipal e do SINASE; h) Primazia da responsabilidade do Município na proteção, promoção e defesa do direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária; i) Centralidade da família nas políticas públicas no desenvolvimento das ações de caráter socioeducativas; 3. OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Sistematizar o atendimento socioeducativo no Município de Baixio, postulando estratégias protetivas, em consonância com o Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, e do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo SINASE, no sentido de proporcionar um atendimento socioeducativo de qualidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Promover ações preventivas de combate a violência em suas diversas formas; Garantir a manutenção e a melhoria da qualidade dos serviços oferecidos pela rede de atendimento socioeducativo; Ampliação do Serviço de atendimento ao adolescente em conflito com a lei; 17

18 Conscientizar às famílias de sua importância na socialização das crianças e adolescentes; Manutenção e qualificação dos serviços de atendimento socioeducativo garantindo a participação de crianças e adolescentes em cumprimento das medidas socioeducativas; Promover capacitações continuadas com os técnicos e orientadores, sobre execução das medidas socioeducativas, conforme os parâmetros e diretrizes do SINASE; Promover palestras nas escolas municipais e estadual, tendo como público prioritário o corpo docente escolar; Estimular a articulação e interface com as políticas públicas, estabelecendo um fluxo específico para as políticas públicas municipais; Acompanhar as crianças e adolescentes em seu contexto familiar e social durante todo o cumprimento das medidas socioeducativa; Implantar e/ou ampliar programas e serviços de preparação de socioeducandos e seus responsáveis para favorecer a autonomia e empoderar as famílias para participação ativa no processo socioeducativo com mais acesso à informação, a espaços de reflexão, visando maior conscientização sobre os direitos de cidadania, o protagonismo e a participação social. 4. PLANO DE AÇÃO As propostas operacionais deste Plano são organizadas em quatro eixos estratégicos, a seguir descritos: 1) Gestão; 2) Qualificação do atendimento; 3) Participação social, cidadania e autonomia; e 4) Sistema de Justiça. Os referidos eixos estão contemplados nas ações discutidas e pactuadas entre os atores envolvidos na elaboração do plano como: CMDCA, CMAS, profissionais: da Saúde, Educação, conselho Tutelar, do Centro de Referencia da Assistência Social, Ministério Publico e demais parceiros), bem como estabelecidos os prazos, órgãos envolvidos e responsáveis definidos na matriz de execução do Plano de Ação. 18

19 As ações do Plano Municipal de Atendimento Socioeducativo serão implantadas ou implementadas de acordo com as recomendações previstas nas leis, anteriormente descritas na sua elaboração, em caráter decenal ( ), monitoramento mensal e avaliação anual, ficando estabelecidos os seguintes intervalos: - Curto Prazo: ; - Médio Prazo: ; - Longo Prazo: ; - Ações Permanentes: Nos critérios de elaboração e definição do tempo cronológico dos prazos e execução das atividades, foram considerados que no Município de Baixio, classificado como município de Pequeno Porte I, no referido Plano de Atendimento Socieducativo procurará executar suas ações de acordo com a realidade local, de caráter protetivo, uma vez que, não possui um Centro de Referência Especializado de Assistência Social e as ações protetivas e demais ações são demandas para o Centro de Referência de Assistência Social. Em função destas situações, os prazos aqui definidos, para realização das ações, podem e devem ser revisados quando da elaboração e revisão dos PPA s, das Conferências Municipais, Fóruns e reuniões ampliadas, considerando o monitoramento e controle social dos Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente e de Assistência Social. AÇÕES PRAZO RESPONSÁVEIS Promover rodas de conversas nas escolas do município com diretores, professores e coordenadores. Estimular a articulação e interface com as políticas públicas, estabelecendo um fluxo específico. Promover encontros e reuniões com as famílias dos adolescentes em ucumprimento de medida socioeducativa. Permanente Curto Permanente Secretaria Municipal de Educação Secretarias Municipais de Assistência Social, Educação, Saúde, Esporte, Juventude, Cultura e Ministério Público. Equipe técnica 19

20 Proporcionar conhecimentos aos técnicos, sobre execução das medidas socioeducativas conforme os parâmetros e diretrizes do SINASE. Implantação de um CREAS municipal Curto Médio Secretaria Municipal de Assistência Social/CRAS Governo Federal/Prefeitura Municipal Promover ações de prevenção da violência em suas diversas manifestações Manter atualizado o Sistema de Informação para Infância e Adolescência SIPIA Acompanhar o adolescente em seu contexto familiar e social durante o Permanente Permanente Permanente período de cumprimento das medidas socioeducativas, nos programas sociais. Médio Envolver a participação familiar em todo processo socioeducativo, incluindo as famílias em oficinas Fortalecer a parceria Município/Judiciário, para que o CRAS possa receber a demanda para cumprimento das medidas socioeducativas. Implantação de Fórum Municipal para discussão da Política de Atendimento Socioeducativo. Monitorar e Avaliar o Plano Municipal de Atendimento Socioeducativo. Articulação de atividades educativas de lazer e esporte para adolescentes e suas famílias. Oportunizar qualificação profissional e inclusão produtiva aos jovens em cumprimento de medidas socioeducativas. Permanente Curto Permanente Curto Permanente Secretaria Municipal de Assistência Social Conselho Tutelar Centro de Referencia de Assistência Social Secretaria Municipal de Assistência Social/ CRAS Secretaria Municipal de Assistência Social/ CRAS e Ministério Público Secretaria Municipal de Assistência Social e CMDCA Secretaria Municipal de Assistência Social, CMDCA ecmas. Secretaria de Esporte, Secretaria da Juventude e Secretaria de Cultura Governo Federal- PRONATEC, STDS e Governo Municipal 20

21 5. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO O estudo diagnóstico deve incluir uma criteriosa avaliação dos riscos a que estão submetidos à criança ou o adolescente e as condições da família para superação das violações de direitos observadas e o provimento de proteção e cuidados. Assim sendo, devem ser firmados fluxos de responsabilidade e protocolos entre os órgãos envolvidos, levando em consideração a aplicação de outras medidas protetivas posteriores ao atendimento socioeducativo. Outro aspecto relevante é a intersetorialidade entre as políticas públicas, pois verifica-se que esse procedimento ainda está em construção, há necessidade de se considerar a situação de proteção integral em que se encontram a criança e o adolescente, diante disso garantir o pronto atendimento dos encaminhamentos realizados pela equipe do serviço. Observar-se-á nesse monitoramento indicadores de diferentes naturezas, a partir do que propõe o SINASE, o Plano Nacional Socioeducativo e o presente Plano, contemplando aspectos quantitativos e qualitativos nos seguintes grupos: 1) Indicadores de maus tratos fornecidos pelos sistemas de garantia de direitos municipal; 2) Indicadores de tipos de ato infracional e de reincidência fornecidos pelo dados oficiais do ministério publico; 3) Indicadores de fluxo no sistema: tempo de permanência em cada medida/programa, fluxo dos processos, progressão de medidas e saída do sistema; 4)Indicadores de qualidades dos programas: indicadores que permitirão o estabelecimento de padrões mínimos de atendimento nos diferentes programas; 5) Indicadores de resultados e de desempenho: em conformidade com os objetivos traçados em cada entidade e/ou programa de atendimento socioeducativo; 6) Indicadores de financiamento e custos: o custo direto e indireto dos diferentes programas, custo médio por adolescente nos diferentes programas, gastos municipais, estaduais e federais com os adolescentes no SINASE. 21

22 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, Senado Federal, Centro Gráfico, BRASIL. Censo Demográfico Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em: <http://censo2010.ibge.gov.br/en/resultados>. Acesso em 26 de abril de COSTA, Nina Rosa do Amaral & Rossetti-Ferreira, Maria Clotilde. Acolhimento Familiar: Uma Alternativa de Proteção para Crianças e Adolescentes. Psicologia: Reflexão e Crítica, (1), CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CONANDA. Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo SINASE. Brasília: outubro de Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei n /90. Brasília: Senado Federal, GENOFRE, R. M. Família: uma leitura jurídica. In: CARVALHO, Mª do C. B de. (Org.). A Família contemporânea em debate. São Paulo: EDUC/Cortez, Lei Federal Nº de 18 de janeiro de 2012 (SINASE). Ministério da Previdência e Assistência Social. Política Nacional de Assistência Social. Brasília: MPAS, Secretaria de Estado da Assistência Social Plano Nacional de Atendimento Socioeducativo: Diretrizes e eixos operativos para o SINASE. Brasília: Plano nacional de promoção, defesa e garantia do direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária. Brasília: Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº 8069, de 13 de julho de Brasília, DF, CARREIRÃO, U. L. Modalidades de abrigo e a busca pelo direito à convivência familiar e comunitária. In: SILVA, E. R. A. O direito à convivência familiar e comunitária: os abrigos para crianças e adolescentes no Brasil. Brasília: IPEA/CONANDA,

23 ANEXOS 23

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