PLANO DECENAL MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 2015/2024

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1 PLANO DECENAL MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 2015/2024 Nepomuceno-MG

2 SUMÁRIO 1.0 INTRODUÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO ASPECTOS GERAIS ASPECTOS GEOGRÁFICOS ASPECTOS DEMOGRÁFICOS ASPECTOS SOCIAIS ASPECTOS ECONÔMICOS ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Estrutura da Prefeitura Municipal ORGANOGRAMA Estrutura da Rede municipal de Educação FINANÇAS PLANEJAMENTO PLANOS DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO REDE MUNICIPAL DE ENSINO DIAGNÓSTICO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO Garantia do Direito à Educação Básica com Qualidade Educação Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio Alfabetização Educação em Tempo Integral Aprendizado Adequado na Idade Certa EJA Integrada à Educação Profissional Educação Profissional Superação das Desigualdades e a Valorização das Diferenças Educação Especial / Inclusiva Elevação da escolaridade / diversidade Valorização dos Profissionais da Educação Formação dos Professores Formação Continuada e Pós-Graduação Remuneração do Magistério Plano de Carreira Ensino Superior Gestão Democrática e Participação Social Financiamento

3 META META 2: META META META META META META META 9: META 10: META META META META META META 16: META 17: Meta 18: META 19: META 20:

4 LISTA DE GRÁFICOS GRÁFICO 1 Taxa de crescimento anual 2000 e GRÁFICO 2 População residente no município por faixa etária 2000 e GRÁFICO 3 Evolução dos Cadastros dos Programas Sociais GRÁFICO 4 Participação dos setores econômicos no Produto Interno Bruto do Município GRÁFICO 5 Taxa de crescimento do PIB nominal por setor econômico no Município e no Estado 2005 a GRÁFICO 6 Distribuição das 5 (cinco) principais culturas de rebanho do município GRÁFICO 7 Distribuição das 5 (cinco) principais culturas de agricultura do município, segundo condição permanente/temporária (toneladas) GRÁFICO 8 Taxa de desemprego por área selecionada GRÁFICO 9 Pessoas ocupadas por posição na ocupação GRÁFICO 10 Admitidos e desligados no município 2005 a GRÁFICO 11 Total de servidores da administração municipal segundo tipo de vínculo GRÁFICO 12 Distribuição percentual das 5 (cinco) principais despesas do município GRÁFICO 13 Percentual da população de 0 a 3 anos que frequenta a escola GRÁFICO 14 Percentual da população de 4 e 5 anos que frequenta a escola GRÁFICO 15 Percentual da população de 6 a 14 anos que frequenta a escola GRÁFICO 16 Percentual de pessoas de 16 anos com pelo menos o ensino fundamental concluído GRÁFICO 17 Percentual da população de 15 a 17 anos que frequenta a escola GRÁFICO 18 Taxa de escolarização líquida no ensino médio da população de 15 a 17 anos GRÁFICO 19 Taxa de alfabetização de crianças que concluíram o 3º ano do ensino fundamental GRÁFICO 20 Taxa de alfabetização da população de 15 anos ou mais de idade GRÁFICO 21 Taxa de analfabetismo funcional da população de 15 anos ou mais de idade38 3

5 GRÁFICO 22 Percentual de escolas públicas com alunos que permanecem pelo menos 7h em atividades escolares GRÁFICO 23 Percentual de alunos que permanecem pelo menos 7h em atividades escolares GRÁFICO 24 Percentual de matrículas de educação e jovens e adultos na forma integrada à educação profissional GRÁFICO 25 Percentual da população de 4 a 17 anos com deficiência que frequenta a escola GRÁFICO 26 Escolaridade média da população de 18 a 29 anos GRÁFICO 27 Escolaridade média da população de 18 a 29 anos residente em área rural GRÁFICO 28 Escolaridade média da população de 18 a 29 anos residente entre os 25% mais pobres GRÁFICO 29 Razão entre a escolaridade média da população negra e da população não negra de 18 a 29 anos GRÁFICO 30 Percentual de professores da educação básica com pós-graduação lato sensu ou stricto sensu GRÁFICO 31 - Receita Arrecadada x Receita Própria (R$) GRÁFICO 32 Percentual de Aplicação na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino GRÁFICO 33 Gastos com a Manutenção e Desenvolvimento do Ensino

6 LISTA DE TABELAS TABELA 1 Índice de Desenvolvimento Humano Municipal e seus componentes Nepomuceno TABELA 2 Capacidade técnica da Secretaria Municipal de Educação Nepomuceno...23 TABELA 3 Secretárias Municipais de Educação...31 TABELA 4 Taxa de Distorção Idade-série Ensino Médio TABELA 5 Média de horas-aula diária dos alunos por etapa de ensino TABELA 6 Médias nacionais para o Ideb constantes da meta 7 do PNE TABELA 7 IDEB observado e Meta projetada do 5º ano do Ensino Fundamental da rede pública TABELA 8 IDEB observado e Meta projetada do 9º ano do Ensino Fundamental da rede pública TABELA 9 Matrículas de Educação Profissional Técnica total e por forma de articulação com o Ensino Médio TABELA 10 - Matrículas de Educação Profissional Técnica por rede TABELA 11 - Porcentagem de matrículas de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação por tipo de classe TABELA 12 Porcentagem de professores da Educação Básica com curso superior TABELA 13 Porcentagem de professores da educação básica com pós graduação por tipo de graduação TABELA 14 - Remuneração média dos professores de 2010 a TABELA 15 - Despesas com Pessoal - Poder Executivo e Legislativo

7 LISTA DE FIGURAS MAPA 1 - LOCALIZAÇÃO DO MUNICÍPIO

8 1.0 INTRODUÇÃO Conforme prevê a lei de 25 de junho de 2014, que aprova o PNE Plano Nacional de Educação com vigência de 10 anos, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão elaborar seus correspondentes planos de educação, ou adequar os planos já aprovados em lei, em consonância com as diretrizes, metas e estratégias previstas no PNE, no prazo de 1 (um) ano contado da publicação desta Lei. A necessidade de um processo de planejamento se amplia e se aprofunda no campo das politicas e ações públicas, como é o caso específico da Educação. Quando se pretende desenvolver quaisquer atividades no âmbito de um sistema ou de uma unidade escolar, percebe-se a necessidade do prévio estabelecimento de finalidades, de objetivos, de metas e ações a serem quantificados e qualificados. Os processos de tomada de decisões governamentais têm de se alimentar de determinados instrumentos científicos de realização, de estudo da realidade, a fim de que sejam abandonadas as improvisações causadoras do retrocesso educacional em todos os parâmetros. No caso específico da Educação, a improvisação é um pecado capital, na medida em que, das politicas sociais, ela é a que demanda racionalidade técnico- cientifica e que mais rechaça as intervenções irresponsáveis, por causa de suas dimensões. A melhoria do desempenho de um sistema ou de uma unidade educacional, a fim de atender, com quantidade suficiente e qualidade recomendável o acesso, a permanência e a conclusão de cursos por uma população escolarizável, só pode ser alcançada com rigorosos instrumentos de planejamento. A sondagem, a interpretação e o planejamento realizados, inicialmente, de modo amador, devem ser substituídos por observações e análises sistemáticas e metodológicas. Só assim se pode, conscientemente, agir e buscar melhores resultados. A construção do PDE trata-se de um trabalho que vai além da dimensão pedagógica; busca relacionar o sistema escolar com a comunidade, buscando responder às aspirações e necessidades dos educandos e de seus familiares, sem perder de vista a existência de limitações e escassez de recursos financeiros, 7

9 humanos, legais e tecnológicos, mas, por outro lado, sem abrir mão da ousadia necessária para projetar a educação em um novo patamar de qualidade e equidade. Dentro desta visão, o Plano Decenal Municipal de Educação será trabalhado como processo democrático, baseado no diálogo e na troca de experiências com representantes da sociedade, a partir de dados da realidade. Para elaboração e discussão deste documento foi nomeada uma equipe técnica pelo decreto 685/2014 de 15 de dezembro de 2015, composta por: Darcy Piva Dessimoni (Secretária de Educação) Rosivânia Diniz Araújo ( Chefe de Departamento de Ensino), Marcela Feliciana Pereira de Andrade (Auxiliar de Secretaria) Cátia Cecília dos Santos Romualdo(Supervisora Pedagógica). Também pelo decreto 685/2014 de 15 de dezembro de 2014 ficou instituída a Comissão Representativa da Sociedade assim composta: Titular: Darcy Piva Dessimoni (Secretária de Educação) Suplente: Maria Aparecida Lopes Teixeira (Auxiliar de Secretaria) Titular: Kelly Cristina Teixeira Lazarini (Supervisora E. M. Antônia Garcia Vilela) Suplente: Rosinei Cruz Massom (Vice-diretora E. E. Coronel Joaquim Ribeiro) Titular: Cláudio Manoel de Souza (Conselho Municipal de Defesa da Criança e Adolescente) Suplente: Télvia Maria Rafael Garcia Silveira( Supervisora E. E. Licas de Lima) Titular: João Batista Amaral (Presidente do Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Nepomuceno) Suplente: Sônia Lobo Zacaroni (APAE) Titular: Sandra Helena Eugênio (Diretora do CEMEI São José) Suplente: Washington Alvim (Professor E.E. Dr. Ernane Vilela Lima) Titular: Lívia Souza Tanus Azarias (Coordenadora Pedagógica Instituto Aprova) Suplente:Rosângela de Carvalho Botega (Vice-diretora Escola Abreu Carvalho) Titular: Márcia Martins (Centro de Educação Infantil São José) Suplente: Elissandra Vilas Boas Barbosa (Secretária-Creche Menino Jesus) Cada segmento da sociedade elaborou propostas adequadas à realidade de cada um, as quais foram analisadas por esta comissão técnica e posteriormente compiladas em um único documento que compôs o Plano Decenal Municipal De Educação. 8

10 Este plano será discutido e endossado em duas audiências públicas: a primeira para discussão e elaboração e a segunda para aprovação. Em seguida o projeto será encaminhado a Câmara Municipal de Nepomuceno para devida apreciação e aprovação. Em se tratando de um projeto que envolve o todo social, desta forma estará cumprida a função de criação do mesmo: aprimoramento da educação no município de Nepomuceno. 9

11 2.0 CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 2.1 ASPECTOS GERAIS A colonização do território onde hoje se localiza o município de Nepomuceno teve início no século XVIII na fazenda Congonhal, obtida por sesmaria. O proprietário desta fazenda, o Capitão Mateus Luís Garcia, construiu uma capela em honra a São João Nepomuceno. No dia 6 de março de 1776, foi ali celebrada a primeira missa e realizado primeiro batizado. Segundo Silvestre Ferraz, a fundação de São João Nepomuceno de Lavras do Funil data de fins do século XVIII, sendo fundadores Francisco da Silva Teixeira, José Simões de Aguiar, Manoel Pereira de Carvalho, Cap. Matheus Luiz Garcia, e posteriormente Flávio Antônio de Morais, João Antônio Gomes, Alferes José Antônio de Lima e cap. Manoel Joaquim da Costa. Em torno da capela formou-se o primeiro núcleo que deu origem ao Povoado de São João Nepomuceno, à medida que se fixavam novos agricultores, a região se desenvolvia a ponto de, em 1831, ser elevado a Distrito de paz (11 de setembro de 1831) e freguesia pela Lei Número 209, de 7 de abril de O nome Nepomuceno procede de NepomuK, uma cidade de Boêmia, na Tchecoslováquia. Em 1383 foi São João Nepomuceno ali martirizado, por ordem do Rei Venceslau IV. É que o Santo lhe recusou manifestar os pecados da rainha Joana, sua esposa. "Espraiando-se a fazenda do Congonhal, cruzamento das antigas estradas de passos a Formiga e Lavras, surgiu o Arraial de S. João Nepomuceno, incorporado logo à Paróquia de Lavras do Funil." Em 30 de agosto de 1911, Nepomuceno conseguiu sua emancipação política administrativa, estabelecendo-se como município, através da Lei Estadual, nº 556, de 30 de agosto de 1911, sancionada pelo Exmo. Sr. Presidente do Estado de Minas Gerais, Dr. Júlio Bueno Brandão. Em 20 de abril de 1936 torna-se comarca. 2.2 ASPECTOS GEOGRÁFICOS Nepomuceno, situa-se no sul do Estado de Minas Gerais. Com área territorial é de 583,78 Km2, a 843m de altitude, tem como coordenadas geográficas: 21º, 13'e 50" 10

12 segundos de Latitude Sul, 45º, 10' e 50" de Latitude WGR, da Capital do Estado em linha reta. Seu clima é úmido, de verões brandos, porém sujeito esporadicamente a grandes estiagens. Temperatura média anual de 19 a 21 graus ºC. O inverno as vezes é muito rigoroso. Nepomuceno encontra-se a 11Km da rodovia Fernão Dias, BR 381 que liga os Estados de Minas Gerais e São Paulo. Desta forma possui ligação através de Rodovias pavimentadas com as principais capitais do País e cidades vizinhas. 233Km de Belo Horizonte, 80 Km de Três Corações, 330Km de São Paulo, 81 KM de Varginha, 396Km do Rio de Janeiro, 30 Km de Coqueiral, 302 Km Juiz de Fora, 42Km Carmo da Cachoeira. 54 Km de Três Pontas, A topografia é representada pelas Serras São João, Morembá, do Oriente, Dois Irmãos,do Carrapato, da Paineira. O município é banhado pelos Rios Grande e Cervo. É lindeiro dos Lagos de Furnas. MAPA 1 - LOCALIZAÇÃO DO MUNICÍPIO Fonte: IBGE 11

13 Caracterização do território Área 583,76 km² IDHM ,667 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,600 e 0,699) População (Censo 2010) hab. Densidade demográfica 44,06 hab/km² Ano de instalação 1911 Microrregião Lavras Mesorregião Campo das Vertentes Fonte: Atlas Brasil ASPECTOS DEMOGRÁFICOS A população do município ampliou, entre os Censos Demográficos de 2000 e 2010, à taxa de 0,39% ao ano, passando de para habitantes. Essa taxa foi inferior àquela registrada no Estado, que ficou em 0,93% ao ano e inferior à cifra de 1,06% ao ano da Região Sudeste. A taxa de urbanização apresentou alteração no mesmo período. A população urbana em 2000 representava 72,93% e em 2010 a passou a representar 77,47% do total. A estrutura demográfica também apresentou mudanças no município. Entre 2000 e 2010 foi verificada ampliação da população idosa que cresceu 3,1% em média ao ano. Em 2000, este grupo representava 10,1% da população, já em 2010 detinha 13,2% do total da população municipal. O segmento etário de 0 a 14 anos registrou crescimento negativo entre 2000 e 2010, com média de -1,8% ao ano. Crianças e jovens detinham 28,0% do contingente populacional em 2000, o que correspondia a habitantes. Em 2010, a participação deste grupo reduziu para 22,5% da população, totalizando habitantes. 12

14 GRÁFICO 1 Taxa de crescimento anual 2000 e 2010 Fonte: IBGE Censos Demográficos de 2000 e 2010 A população residente no município na faixa etária de 15 a 59 anos exibiu crescimento populacional (em média 0,73% ao ano), passando de habitantes em 2000 para em Em 2010, este grupo representava 64,4% da população do município. GRÁFICO 2 População residente no município por faixa etária 2000 e 2010 Fonte: IBGE Censos Demográficos de 2000 e

15 2.4 ASPECTOS SOCIAIS Pobreza e Transferência de Renda Conforme dados do último Censo Demográfico, no município, em agosto de 2010, a população total era de residentes, dos quais 859 se encontravam em situação de extrema pobreza, ou seja, com renda domiciliar per capita abaixo de R$ 70,00. Isso significa que 3,3% da população municipal vivia nessa situação. Do total de extremamente pobres, 450 (52,4%) viviam no meio rural e 409 (47,6%) no meio urbano. No acompanhamento do Plano Brasil Sem Miséria, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) utiliza as informações do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Ele provê dados individualizados, atualizados no máximo a cada dois anos, sobre os brasileiros com renda familiar de até meio salário mínimo per capita, permitindo saber quem são, onde moram, o perfil de cada um dos membros das famílias e as características dos seus domicílios. De acordo com os registros de março de 2015 do Cadastro Único e com a folha de pagamentos de abril de 2015 do Programa Bolsa Família, o município conta com famílias registradas no Cadastro Único e famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família (37,71% do total de cadastrados). De junho de 2011 a janeiro de 2013, o município inscreveu no Cadastro Único e incluiu no Programa Bolsa Família 62 famílias em situação de extrema pobreza. O gráfico mostra a evolução desses cadastros para o município: GRÁFICO 3 Evolução dos Cadastros dos Programas Sociais Fonte: Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS) 14

16 Índice de Desenvolvimento Humano O Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) - Nepomuceno é 0,667, em 2010, o que situa esse município na faixa de Desenvolvimento Humano Médio (IDHM entre 0,600 e 0,699). A dimensão que mais contribui para o IDHM do município é Longevidade, com índice de 0,822, seguida de Renda, com índice de 0,658, e de Educação, com índice de 0,549. TABELA 1 Índice de Desenvolvimento Humano Municipal e seus componentes Nepomuceno IDHM e componentes IDHM Educação 0,158 0,375 0,549 % de 18 anos ou mais com ensino fundamental completo 14,23 24,04 36,77 % de 5 a 6 anos frequentando a escola 20,74 64,10 86,39 % de 11 a 13 anos frequentando os anos finais do ensino 24,18 64,08 88,43 fundamental % de 15 a 17 anos com ensino fundamental completo 10,34 44,24 61,00 % de 18 a 20 anos com ensino médio completo 11,16 15,11 32,04 IDHM Longevidade 0,688 0,772 0,822 Esperança de vida ao nascer (em anos) 66,28 71,29 74,30 IDHM Renda 0,597 0,640 0,658 Renda per capita (em R$) 328,85 429,72 480,79 Fonte: PNUD, Ipea e FJP Evolução Entre 2000 e 2010 O IDHM passou de 0,570 em 2000 para 0,667 em uma taxa de crescimento de 17,02%. O hiato de desenvolvimento humano, ou seja, a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 77,44% entre 2000 e Nesse período, a dimensão cujo índice mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,174), seguida por Longevidade e por Renda. Entre 1991 e 2000 O IDHM passou de 0,402 em 1991 para 0,570 em uma taxa de crescimento de 41,79%. O hiato de desenvolvimento humano foi reduzido em 71,91% entre 1991 e Nesse período, a dimensão cujo índice mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,217), seguida por Longevidade e por Renda. Entre 1991 e 2010 De 1991 a 2010, o IDHM do município passou de 0,402, em 1991, para 0,667, em 2010, enquanto o IDHM da Unidade Federativa (UF) passou de 0,493 para 0,

17 Isso implica em uma taxa de crescimento de 65,92% para o município e 47% para a UF; e em uma taxa de redução do hiato de desenvolvimento humano de 55,69% para o município e 53,85% para a UF. No município, a dimensão cujo índice mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,391), seguida por Longevidade e por Renda. Na UF, por sua vez, a dimensão cujo índice mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,358), seguida por Longevidade e por Renda. 2.5 ASPECTOS ECONÔMICOS Entre 2005 e 2010, segundo o IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) do município cresceu 29,8%, passando de R$ 180,0 milhões para R$ 233,7 milhões. O crescimento percentual foi inferior ao verificado no Estado, que foi de 49,0%. A participação do PIB do município na composição do PIB estadual diminuiu de 0,09% para 0,08% no período de 2005 a A cafeicultura é responsável por 70% (setenta por cento) da economia do município. A avicultura também desempenha papel importante no quadro econômico. Encontrase instalado em Nepomuceno um dos maiores aviários do Estado, o AVIÁRIO SANTO ANTÔNIO, sendo um grande exportador de ovos e aves, além de produzir o ovo em pó, utilizado nas grandes indústrias de alimentação. Além do café, o município produz milho, arroz e feijão para o consumo. O rebanho bovino leiteiro e para corte, apresenta valor considerável na economia do município. A produção industrial é representada por micro empresas da área de Confecções. No setor do comércio e da prestação de serviços, as empresas são diversificadas, indo de supermercados, farmácias, papelarias, armarinhos, materiais para construção, móveis e decorações, bares e lanchonetes, postos de gasolina, oficinas mecânicas, cooperativas dos cafeicultores, etc. O município conta com variada rede de agências bancárias: Banco do Brasil S/A, Banco Real S/A, Banco Itaú S/A, Coopersul (SICOOB) e Bradesco além da agência dos correios e telégrafos, CEMIG, duas rádios Rádio Clube de Nepomuceno AM e Radio Liberdade FM, dois jornais locais: Folha Independente e Melhor Opção. 16

18 GRÁFICO 4 Participação dos setores econômicos no Produto Interno Bruto do Município 2010 Fonte: IBGE GRÁFICO 5 Taxa de crescimento do PIB nominal por setor econômico no Município e no Estado 2005 a 2010 Fonte: IBGE A estrutura econômica municipal demonstrava participação expressiva do setor de Serviços, o qual respondia por 47,3% do PIB municipal. Cabe destacar o setor secundário ou industrial, cuja participação no PIB era de 5,5% em 2010, e também 6,0% em Variação essa similar à verificada no Estado, em que a participação industrial cresceu de 6,0% em 2005 para 26,4% em

19 GRÁFICO 6 Distribuição das 5 (cinco) principais culturas de rebanho do município 2011 Fonte: IBGE Pesquisa Produção Pecuária Municipal (PAM) Quando analisamos os aspectos econômicos do município, é importante levar em consideração, dentre outros fatores, a sua capacidade de geração de renda através de atividades nas áreas da pecuária e agricultura. No caso da pecuária, dados coletados da Pesquisa Agrícola Municipal do IBGE, referentes a 2011, apontam que as 5 (cinco) principais culturas de rebanho local são as indicadas no gráfico abaixo: GRÁFICO 7 Distribuição das 5 (cinco) principais culturas de agricultura do município, segundo condição permanente/temporária (toneladas) 2011 Fonte: IBGE Pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM) Além do campo da pecuária, a supracitada pesquisa também fornece dados acerca da área de agricultura local. Neste caso, foram coletados dados acerca das 5 (cinco) principais culturas de agricultura do município, divididas entre aquelas permanentes e aquelas temporárias, conforme demonstrado no gráfico que segue: 18

20 Mercado de Trabalho O mercado de trabalho é sustentado em sua maioria pelo trabalho braçal na cafeicultura, serviços públicos, micro empresas e comércio local. Conforme dados do último Censo Demográfico, o município, em agosto de 2010, possuía pessoas com 10 anos ou mais de idade economicamente ativas, sendo que estavam ocupadas e 795 desocupadas. A taxa de participação ficou em 58,6% e a taxa de desocupação municipal foi de 6,1%. No tocante à taxa de desemprego, o gráfico abaixo fornece indicativos de maneira comparativa: GRÁFICO 8 Taxa de desemprego por área selecionada 2010 Fonte: IBGE Censos Demográficos 2000 e 2010 Das pessoas ocupadas, 3,8% não tinham rendimentos e 60,5% ganhavam até um salário mínimo por mês. O valor do rendimento médio mensal das pessoas ocupadas era de R$ 755,95. Entre os homens, o rendimento era de R$ 867,82 e entre as mulheres de R$ 617,02, apontando uma diferença de 40,65% maior para os homens. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o mercado de trabalho formal do município apresentou, por oito anos, saldo positivo na geração de novas ocupações entre 2005 e O número de vagas criadas neste período foi de 737. No último ano, as admissões registraram contratações, contra demissões. 19

21 GRÁFICO 9 Pessoas ocupadas por posição na ocupação 2010 Fonte: IBGE Censo Demográfico 2010 GRÁFICO 10 Admitidos e desligados no município 2005 a 2010 Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) Cadastro Geral de Empregados e Desempregados 2.6 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Estrutura da Prefeitura Municipal ORGANOGRAMA Prefeito municipal Vice prefeito Chefe de Gabinete Secretarias: Administração e Recursos Humanos Fazenda 20

22 Educação Esportes, cultura, Lazer e Turismo Saúde Desenvolvimento social Agricultura e meio-ambiente Obras e serviços Planejamento Comissão de controle interno presidente Procuradoria geral do município Coordenador estratégia de saúde da família Departamentos: Apoio técnico Gestão e controle Recursos humanos Compras Contabilidade Tributação Finanças Ensino Apoio administrativo educacional Esportes Cultura, promoções de eventos Lazer e turismo Saúde médico odontológica Apoio administrativo à saúde Saúde coletiva Políticas públicas Promoção social Obras públicas Serviços urbanos Agricultura Meio-ambiente Vigilância sanitária Coordenador técnico de Atenção às drogas Assessor contábil 21

23 Gerente de processamento de dados Diretor de escola Vice-diretor de escolas Assessor técnico de atividades culturais Diretor Saae Diretor adjunto- Divisão de serviços- Gerais Almoxarifado e patrimônio Oficina Transportes Assessor de gabinete Estrutura da Rede municipal de Educação A Rede Municipal de Ensino de Nepomuceno é representada por cinco escolas localizadas na zona urbana e doze na zona rural: Zona Urbana: 1556 alunos Escola Municipal Prefeito Ribeiro Neto (517 alunos). Escola Municipal Antônia Garcia Vilela(380 alunos), Escola Municipal São José( 179 alunos), Centro de Educação Infantil Adna Inês Lopes D. Bida( 180 alunos em tempo integral), Núcleo Educacional Curumim D. Henriqueta Rafael de Menezes( 120 alunos). Zona Rural: 195 alunos Escola Municipal Cruz Alta I (Fazenda Cruz Alta- 07 alunos) Escola Municipal Cruz Alta IV (Fazenda do barreiro- 20 alunos) Escola Municipal Cruz Alta III (Fazenda Santa Clara- 30 alunos) Escola Municipal Capoeirinha (Fazenda Capoeirinha- 30 alunos) Escola Municipal Clara Custódio da Veiga (Fazenda Congonhal- 20 alunos) Escola Municipal Sabará (Fazenda Sabará- 11 alunos) Escola Municipal Limeira (Fazenda Limeira- 23 alunos) Escola Municipal São José da Margem Grande (Povoado de São José da Margem Grande- 07 alunos) PEM Chapeuzinho Vermelho (Povoado de Santo Antônio do Cruzeiro- 20 alunos) PEM Vidinha Feliz (Povoado de Nazaré de Minas- 10 alunos) PEM Chico Bento (Fazenda Bela Vista- 17 alunos) 22

24 O município de Nepomuceno atende da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamenta, totalizando aproximadamente 1700 alunos. O atendimento à Educação Infantil em Associações filantrópicas ocorre em regime integral e parcial, todas com convênio Fundeb Centro Social São José: 23 crianças 1º turno, 24 crianças 2º turno, 58 crianças tempo integral. Centro Social Santo Agostinho: 49 crianças em tempo integral Centro de Educação Menino Jesus: 75 crianças no 1º e 2º turnos integral e 20 crianças no 2º turno regime parcial. Tabela 2- Capacidade técnica da Secretaria Municipal de Educação Nepomuceno FUNÇÃO ANO Professores Auxiliar De Serviços Educacionais Supervisores Monitores Auxiliares de Secretaria Chefe de Departamento Diretoras Fiscais do Transporte Escolar Motoristas Fonte: Prefeitura Municipal de Nepomuceno A Administração Municipal conta com 740 servidores, entre os quais 77,7% são estatutários. Entre 2009 e 2010 o município realizou concurso público. 23

25 GRÁFICO 11 Total de servidores da administração municipal segundo tipo de vínculo 2011 Fonte: IBGE Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC) FINANÇAS A receita orçamentária do município passou de R$ 14,6 milhões em 2005 para R$ 22,8 milhões em 2011, o que retrata uma alta de 55,9% no período ou 11,75% ao ano. A proporção das receitas próprias, ou seja, geradas a partir das atividades econômicas do município, em relação à receita orçamentária total, passou de 19,74% em 2005 para 15,13% em 2011, e quando se analisa todos os municípios juntos do estado, a proporção aumentou de 24,48% para 23,71%. A dependência em relação ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) aumentou no município, passando de 38,51% da receita orçamentária em 2005 para 44,05% em Essa dependência foi superior àquela registrada para todos os municípios do Estado, que ficou em 23,76% em GRÁFICO 12 Distribuição percentual das 5 (cinco) principais despesas do município 2011 Fonte: Ministério da Fazenda (MF) Tesouro Nacional 24

26 As despesas com saúde, educação, urbanismo, saneamento e administração foram responsáveis por 76,24% das despesas municipais. Em assistência social, as despesas alcançaram 4,61% do orçamento total, valor esse superior à média de todos os municípios do estado, de 3,20%. 2.9 PLANEJAMENTO - As politicas públicas aplicadas no município são: PPA, LDO, LOA, PAR, Plano Diretor. Perspectivas em termos de expansão: * Econômica: Criação da Casa do Empreendedor, redução de impostos para implantação de indústrias, implantação de cursos ofertados pelo Pronatec de acordo com o diagnostico sócio- econômico do município; * Social: Desenvolvimento e avaliação das ações do CRAS, CREAS, Bolsa Família, Projeto Curumim, Projeto Minas Olímpica, Centros de Educação Infantil Filantrópicos: Creche Menino Jesus, Creche Santo Agostinho, Creche São José, Lar das Meninas, Asilo São Vicente de Paula, Apae, ADONAI, Pastoral da Mulher, ACRA, CDCA, * Cultural: Manutenção da Casa de Cultura Maria Nadir Pimenta Tonelli, incentivo aos grupos folclóricos e artísticos ( Congada, Folia de Reis, Cavalgadas, grupos teatrais, Banda de Música Dona Veiguinha, Escolas de Samba), Centro de Eventos, Projeto Zumba na Praça, Forró da Terceira Idade. *Educacional: Os Municípios devem utilizar recursos do Fundeb na educação infantil e no ensino fundamental e os Estados no ensino fundamental e médio, sendo: - O mínimo de 60% na remuneração dos profissionais do magistério da educação básica pública; - O restante dos recursos em outras despesas de manutenção e desenvolvimento da Educação Básica pública. A Lei n 9.394/96 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB, pressupõe que o sistema educacional coloque o foco da educação na escola e no aluno, daí a necessidade de vinculação necessária dos recursos financeiros a estes objetivos básicos e as competências de cada ente governamental. 25

27 Os investimentos em Manutenção e Desenvolvimento do Ensino MDE devem ser realizadas para todos os níveis da educação básica, na forma prevista no artigo 70 da Lei nº /96 (LDB), observado os seguintes critérios: - Estados: devem atuar prioritariamente no ensino fundamental e médio; - Distrito Federal: deve atuar no âmbito da educação infantil e dos ensinos fundamental e médio; - Municípios: devem atuar prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil. As despesas, conforme o inciso II do 1º do art. 15 da Lei nº 9.424/1996, serão realizadas para financiamento de programas, projetos e ações voltados para o desenvolvimento do ensino básico público. A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, no art. 70 da LDB, enumera as ações consideradas como de manutenção e desenvolvimento do ensino. A Constituição Federal de 05 de outubro de 1988 estabelece no artigo 212 que os Estados, o Distrito Federal e os Municípios aplicarão anualmente no mínimo vinte e cinco por cento da receita resultante de impostos, compreendendo a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino (EC n 14/96 e EC n 53/2006). Ações financiáveis a. Remuneração e aperfeiçoamento do pessoal docente e dos profissionais da educação: Habilitação de professores leigos; Capacitação dos profissionais da educação (magistério e outros servidores em exercício na educação básica), por meio de programas de formação continuada voltada para a atualização, expansão, sistematização e/ou aprofundamento dos conhecimentos, na perspectiva do aperfeiçoamento profissional que, de forma contínua, deve ser promovido pelos estados, df e municípios, mediante programas com esse objetivo, assegurados nos respectivos planos de carreira e remuneração do magistério. Remuneração dos profissionais da educação básica que desenvolvem atividades de natureza técnico-administrativa (com ou sem cargo de direção ou chefia) ou de apoio, como, por exemplo, o auxiliar de serviços gerais, o auxiliar de administração, o(a) secretário(a) da escola, etc., lotados e em 26

28 exercício nas escolas ou órgão/unidade administrativa da educação básica pública. b. Aquisição, manutenção, construção e conservação de instalações e equipamentos necessários ao ensino: Aquisição de imóveis já construídos ou de terrenos para construção de prédios, destinados a escolas ou órgãos do sistema de ensino; Ampliação, conclusão e construção de prédios, poços, muros e quadras de esportes nas escolas e outras instalações físicas de uso exclusivo do sistema de ensino; Aquisição de mobiliário e equipamentos voltados para o atendimento exclusivo das necessidades do sistema da educação básica pública (carteiras e cadeiras, mesas, armários, mimeógrafos, retroprojetores, computadores, televisores, antenas, etc.); Manutenção dos equipamentos existentes (máquinas, móveis, equipamentos eletroeletrônicos, etc.), seja mediante aquisição de produtos/serviços necessários ao funcionamento desses equipamentos (tintas, graxas, óleos, energia elétrica, etc.), seja mediante a realização de consertos diversos (reparos, recuperações, reformas, reposição de peças, revisões, etc.); Reforma, total ou parcial, de instalações físicas (rede elétrica, hidráulica, estrutura interna, pintura, cobertura, pisos, muros, grades, etc.) Do sistema da educação básica. c. Uso e manutenção de bens vinculados ao sistema de ensino: Aluguel de imóveis e de equipamentos; Manutenção de bens e equipamentos (incluindo a realização de consertos ou reparos); Conservação das instalações físicas do sistema de ensino prioritário dos respectivos entes federados; Despesas com serviços de energia elétrica, água e esgoto, serviços de comunicação, etc. d. Levantamentos estatísticos, estudos e pesquisas visando precipuamente ao aprimoramento da qualidade e à expansão do ensino: 27

29 Levantamentos estatísticos (relacionados ao sistema de ensino), objetivando o aprimoramento da qualidade e a expansão do atendimento no ensino prioritário dos respectivos entes federados; Organização de banco de dados, realização de estudos e pesquisas que visam à elaboração de programas, planos e projetos voltados ao ensino prioritário dos respectivos entes federados. e. Realização de atividades meio necessárias ao funcionamento do ensino: Despesas inerentes ao custeio das diversas atividades relacionadas ao adequado funcionamento da educação básica, dentre as quais pode se destacar: serviços diversos (de vigilância, de limpeza e conservação, dentre outros), aquisição do material de consumo utilizado nas escolas e demais órgãos do sistema de ensino (papel, lápis, canetas, grampos, colas, fitas adesivas, gizes, cartolinas, água, produtos de higiene e limpeza, tintas, etc.). f. Concessão de bolsas de estudo a alunos de escolas públicas e privadas: Ainda que na LDB esteja prevista esta despesa (ocorrência comum no ensino superior), ela não poderá ser realizada com recursos do salárioeducação, cuja vinculação é exclusiva à educação básica pública. g. Aquisição de material didático-escolar e manutenção de transporte escolar: Aquisição de materiais didático-escolares diversos, destinados a apoiar o trabalho pedagógico na escola (material desportivo utilizado nas aulas de educação física, acervo da biblioteca da escola - livros, atlas, dicionários, periódicos, etc.; lápis, borrachas, canetas, cadernos, cartolinas, colas, etc.); Aquisição de veículos escolares apropriados ao transporte de alunos da educação básica na zona rural, devidamente equipados e identificados como de uso específico nesse tipo de transporte, em observância ao disposto no código nacional de trânsito (lei nº 9.503, de ). Os tipos de veículos destinados ao transporte de alunos, desde que apropriados ao transporte de pessoas, devem: reunir adequadas condições de utilização, estar licenciados pelos 28

30 competentes órgãos encarregados da fiscalização e dispor de todos os equipamentos obrigatórios, principalmente no que tange aos itens de segurança. Podem ser adotados modelos e marcas diferenciadas de veículos, em função da quantidade de pessoas a serem transportadas, das condições das vias de tráfego, dentre outras, podendo, inclusive, ser adotados veículos de transporte hidroviário. Manutenção, reparos e gastos com oficina. Locação de veículos para o transporte de alunos da zona rural, desde que essa solução se mostre mais econômica e o(s) veículo(s) a ser(em) locado(s) reúna(m) as condições necessárias a esse tipo de transporte. h. Amortização e custeio de operações de crédito destinadas a atender ao disposto nos itens acima: Quitação de empréstimos (principal e encargos) destinados a investimentos em educação (financiamento para construção de escola, por exemplo)veículos próprios. i. Os recursos de impostos e transferências vinculados à educação não poderão ser utilizados para: financiar despesas com outros fins que não sejam educacionais. 3.0 PLANOS DE EDUCAÇÃO A Constituição Federal de 1988 estabelece, em seu art.214, que deverá ser elaborado um Plano Nacional de Educação de duração decenal definidor de diretrizes, objetivos, metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis, etapas e modalidades. Como fruto de longa e complexa construção social, foi aprovado o novo Plano Nacional de Educação ( ) por meio da Lei nº /2014, cujas diretrizes, indicadas no art.2º são: I - erradicação do analfabetismo; II - universalização do atendimento escolar; 29

31 III - superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação; IV - melhoria da qualidade da educação; V - formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade; VI - promoção do princípio da gestão democrática da educação pública; VII - promoção humanística, científica, cultural e tecnológica do País; VIII - estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do Produto Interno Bruto - PIB, que assegure atendimento às necessidades de expansão, com padrão de qualidade e equidade; IX - valorização dos (as) profissionais da educação; X - promoção dos princípios do respeito aos direitos humanos, à diversidade e à sustentabilidade socioambiental. Como uma das previsões do atual PNE, estabeleceu-se que os Estados e Municípios deverão elaborar ou adequar seus respectivos planos ao PNE no prazo de um ano a contar da publicação do referido PNE (art.8º, da Lei nº /2014). No que concerne à esfera estadual, a Constituição Mineira afirma que o Plano Estadual de Educação deve visar à articulação, à integração do poder público e à adaptação ao Plano Nacional. No âmbito da legislação estadual, a lei /2011 aprovou o Plano de Educação do Estado (PEE) para o decênio , definindo diretrizes para a elaboração dos Planos de Educação dos Municípios. O PEE está atualmente passando por revisão para sua adequação ao PNE. As metas do Plano Decenal anterior foram alcançadas em 90 %. O acompanhamento do mesmo ocorreu durante três gestões executivas e respectivas equipes da Secretaria Municipal de Educação, alta rotatividade dos diretores da Rede Estadual e municipal de Educação, de prefeitos e secretárias Municipais de Educação. 30

32 TABELA 3 SECRETÁRIAS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO PERÍODO PREFEITO SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO Jan. de 2006 a Fev. de José Sílvio de Cleusa Maria de Carvalho 2010 Carvalho Fev. de 2010 a Março de 2010 José Maria de Oliveira Rosivânia Diniz Araújo Março de 2010 a fev. de 2014 Maria José Soares Marcos Memento Fev. de 2014 até o momento Darcy Piva Dessimoni Fonte: Prefeitura Municipal de Nepomuceno Departamento de Recursos Humanos A sociedade e a classe social que vivencia o cotidiano escolar não participam ou acompanham o cumprimento das metas propostas. O problema imediato que surge em cada estabelecimento de ensino ou comunidade rural e urbana é que impulsiona a participação da sociedade que cobra da Secretaria Municipal de Educação a solução. Mesmo divulgando o Plano Decenal em assembleias escolares e outras abertas à população após ampla divulgação, o comparecimento e interesse é considerado insignificante, cabendo às secretárias de educação, de acordo com os repasses financeiros, promover a realização das ações propostas e, consequentemente, das metas 4.0 EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO 4.1 HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO As escolas do município de Nepomuceno inicialmente foram criadas com o objetivo de atender pequenos núcleos escolares municipais e estaduais próximos às fazendas do município. Na cidade havia uma escola estadual de Fundamental I e um colégio particular que atendia o fundamental II, Ensino médio (científico e o Magistério). No decorrer do tempo, com o desenvolvimento urbano, fez- se necessária a ampliação do atendimento, com a criação de outros núcleos 31

33 educacionais dentro e fora da área urbana. Com a oferta do transporte escolar (PENATE) as redes de ensino estadual e municipal procederam fechamento de grande parte das escolas na zona rural e passaram a ofertar o ensino na zona urbana. Até dois mil e quinze o município conta com o atendimento educacional desde a Educação Infantil ao Ensino Superior, sendo ofertado nas redes municipal, estadual, particular, federal e associações filantrópicas REDE MUNICIPAL DE ENSINO Zona Urbana: Escola Municipal Prefeito Ribeiro Neto (Educação infantil, fundamental I e EJA anos iniciais) Escola Municipal Antônia Garcia Vilela ( Educação infantil, fundamental I e AEE ) Escola Municipal São José (Educação Infantil 1º e 2º Per[iodos ) Centro Municipal de Educação Infantil Adna Inês Lopes D. Bida ( Educação Infantil de 0 a 3 anos e 1º Periodo ) Núcleo Educacional D. Henriqueta Rafael de Menezes - Curumim ( Escola Cidadâatidades complementares extra turno ) Zona Rural: Escola Municipal Cruz Alta I ( Educação Infantil e Fundamental I ) Escola Municipal Cruz Alta IV (Educação Infantil e Fundamental I ) Escola Municipal Cruz Alta III (Educação Infantil e Fundamental I ) Escola Municipal Capoeirinha (Educação Infantil e Fundamental I ) Escola Municipal Clara Custódio da Veiga (Educação Infantil e Fundamental I ) Escola Municipal Sabará ( Educação Infantil e Fundamental I ) Escola Municipal Limeira (Educação Infantil e Fundamental I ) Escola Municipal São José da Margem Grande (Educação Infantil e Fundamental I ) PEM Chapeuzinho Vermelho (Educação Infantil) PEM Vidinha Feliz (Educação Infantil) PEM Chico Bento (Educação Infantil ) Rede Estadual de ensino: Zona Urbana Escola Estadual Licas de Lima Escola Estadual Coronel Joaquim Ribeiro Escola Estadual Doutor Ernane Vilela Lima Zona Rural Escola Estadual da Fazenda Bela Vista 32

34 Escola Estadual Nazaré de Minas Escola Estadual Santo Antônio do Cruzeiro. Rede Federal de Ensino Zona urbana CEFET MG - Campus IX Ensino Técnico presencia l( Mecatrônica, Eletrotécnica, Rede Computadores) Ensino Técnico à Distância ( Informática, Meio Ambiente, Eletrônica) Superior ( Engenharia Elétrica ) Rede de Ensino Particular: Escola Abreu Carvalho (Educação Infantil, Fundamental I e II, Ensino Médio) Instituto Educacional Aprova (Educação Infantil, Fundamental I e II, Ensino Médio) CEDUPE- (cursos profissionalizantes com carga horária de até 600 horas) Associações e Creches Centro de Educação Infantil Santo Agostinho ( Educação Infantil de 0 a 3 anos) Centro de Educação Infantil Menino Jesus ( Educação Infantil de 2 a 5 anos) Centro de Educação Infantil São José ( Educação Infantil de 0 a 5 anos) Apae ( Educação Especial) 4.2 DIAGNÓSTICO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO Garantia do Direito à Educação Básica com Qualidade Educação Infantil Em relação a esse tema, o PNE previu, em sua meta 1: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PNE. Conforme os dados e informações disponíveis, o diagnóstico levantado é: A Educação Infantil no município de Nepomuceno está representado por 03 creches Filantrópicas conveniadas à Prefeitura: Centro de Educação Infantil Santo Agostinho, Centro de Educação Infantil Menino Jesus, Centro de Educação Infantil São José, 01 Centro Municipal de Educação Infantil denominado Adna Inês Lopes- Cemei D. Bida ( Proinfância ), que iniciou seu funcionamento em fevereiro de 2014, com 137 crianças de 0 a 3 anos e 75 alunos de 4 e 5 anos, totalizando 212 crianças 33

35 atendidas em tempo integral, Escola Municipal Antônia Garcia Vilela que atende 56 alunos 2º período, Escola Municipal Prefeito Ribeiro Neto que atende 60 alunos de 2º período, Cemei São José que atende 68 alunos de 1ºperíodo e 101 alunos de 2º período, Escola Abreu Carvalho Particular- que atende 18 alunos de maternal, 15 alunos de 1º período e 28 alunos de 2º período, Instituto Educacional Aprova- particularque atende 15 alunos mini maternal, 20 alunos maternal, 20 alunos 1º período e 20 alunos 2º período. Um segundo CENTRO MUNICIPAL de EDUCAÇÃO INFANTIL (Proinfância II ) já em execução com planilhas aprovadas e funcionamento previsto para 2016, com capacidade de atendimento a 120 crianças em tempo integral. GRÁFICO 13 Percentual da população de 0 a 3 anos que frequenta a escola Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional 2010 GRÁFICO 14 Percentual da população de 4 e 5 anos que frequenta a escola Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional Ensino Fundamental Conforme os dados e informações disponíveis nos gráficos, percebe-se que a população de seis a quatorze anos apresentou uma evasão baixa considerando 96,1 % de alunos que permaneceram frequentes, ao passo que 26,5% dos alunos com 16 anos não concluíram o Ensino Fundamental. A distorção de idade nos anos iniciais do ensino fundamental está dentro dos padrões, considerando o número de escolas e as redes de ensino variadas. 34

36 Nas séries finais do Fundamental II há variação maior na defasagem de idade/ série, oque pressupõe a necessidade de educação em tempo integral. 3,9% da população entre 6 e 14 anos encontra-se fora da escola. 73,5% de pessoas com 16 anos concluíram o Ensino Fundamental. 5,6% dos alunos encontram-se em distorção idade-série nos anos iniciais do Ensino Fundamental. 16,7% dos alunos encontram-se em distorção idade-série nos anos finais do Ensino Fundamental. GRÁFICO 15 Percentual da população de 6 a 14 anos que frequenta a escola Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional 2010 GRÁFICO 16 Percentual de pessoas de 16 anos com pelo menos o ensino fundamental concluído Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional Ensino Médio Conforme os dados e informações disponíveis nos gráficos nº 17, 18 e a tabela 4, o diagnóstico levantado acusa que a evasão de alunos no Ensino Médio é alta em relação ao Fundamental I, II. Este dado confirma o alto índice d e jovens que abandonam o E. Médio sem concluí- lo. 20,9% da população de 15 a 17 anos não frequentam a escola. 44% da população de 15 a 17 anos não concluíram o Ensino Médio. 35

37 GRÁFICO 17 Percentual da população de 15 a 17 anos que frequenta a escola Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional 2010 GRÁFICO 18 Taxa de escolarização líquida no ensino médio da população de 15 a 17 anos Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional 2010 TABELA 4 Taxa de Distorção Idade-série Ensino Médio TAXA DE DISTORÇÃO IDADE - SÉRIE / REDE - ENSINO MÉDIO ANO DISTORÇÃO IDADE - SÉRIE , , , , , , , ,8 Fonte: MEC/Inep/DEED/CSI 36

38 4.2.4 Alfabetização Conforme os dados e informações disponíveis, o diagnóstico levantado é o seguinte: 4,7% dos alunos não concluíram o 3º ano do ensino Fundamental. 11,3% da população de 15 anos ou mais não são alfabetizados. 37,2% da população de 15 anos ou mais são analfabetos funcionais. Observa- se que são números elevados que comprometem o desempenho funcional da educação no município. Os analfabetos funcionais apresentaram número elevado considerando a população nepomucenense (menos de trinta mil habitantes) GRÁFICO 19 Taxa de alfabetização de crianças que concluíram o 3º ano do ensino fundamental Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional 2010 GRÁFICO 20 Taxa de alfabetização da população de 15 anos ou mais de idade Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional 37

39 GRÁFICO 21 Taxa de analfabetismo funcional da população de 15 anos ou mais de idade Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional Nota: O objetivo desse indicador é reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional Educação em Tempo Integral Conforme os dados e informações disponíveis, o diagnóstico levantado Aponta que 45% das escolas públicas (incluindo as creches filantrópicas) oferecem pelo menos 7h em atividades escolares, considerando o atendimento a alunos que frequentam as creches de zero a cinco anos e alunos do Fundamental I e II que estão cadastrados nos projetos Minas Olímpica, Mais Educação e Curumim. Portanto, o todo da população discente no município, ainda há muitas escolas atendendo em média quatro a cinco horas de assistência educacional nas redes de ensino municipal e estadual. 10,7% dos alunos permanecem pelo menos 7h horas em atividades escolares. 89,3% dos alunos não permanecem pelo menos 7h horas em atividades escolares. GRÁFICO 22 Percentual de escolas públicas com alunos que permanecem pelo menos 7h em atividades escolares. Fonte: INEP/ Censo Escolar da Educação Básica

40 TABELA 5 Média de horas-aula diária dos alunos por etapa de ensino Ano Creche Pré- escola Ensino fundamental anos iniciais Ensino fundamental Ensino médio anos finais ,3 4,5 4,4 4, ,3 4,7 4,4 4,5 5, ,3 4,4 4,4 4,5 5, ,2 5,1 4,4 4,5 5,6 Fonte: MEC/INEP/DEED/CSI GRÁFICO 23 Percentual de alunos que permanecem pelo menos 7h em atividades escolares Fonte: INEP/ Censo Escolar da Educação Básica Aprendizado Adequado na Idade Certa TABELA 6 Médias nacionais para o Ideb constantes da meta 7 do PNE. IDEB Anos iniciais do ensino fundamental 5,2 5,5 5,7 6,0 Anos finais do ensino fundamental 4,7 5,0 5,2 5,5 Ensino médio 4,3 4,7 5,0 5,2 Fonte: PNE (Lei nº13.005/2014). Conforme os dados e informações disponíveis, o diagnóstico levantado demonstra que as Escolas Municipais, anos iniciais, em 2013 ultrapassaram a média do IDEB previsto para A Escola Estadual Coronel Joaquim Ribeiro alcançou e ultrapassou a meta de 4,7 prevista para os anos finais. No entanto, a Escola Estadual Dr. Ernane Vilela Lima ainda não alcançou a meta de 4,7 prevista para os anos finais, o que prevê a construção através do NEPE (Núcleo de Estudos e Práticas Educacionais) um processo contínuo de auto-avaliação das 39

41 escolas, por meio da constituição de instrumentos de avaliação que orientem as dimensões a serem fortalecidas, destacando-se a elaboração de planejamento estratégico, a melhoria contínua da qualidade educacional, a formação continuada dos (as) profissionais da educação e o aprimoramento da gestão democrática; TABELA 7 IDEB observado e Meta projetada do 5º ano do Ensino Fundamental da rede pública. 4ª SÉRIE IDEB OBSERVADO METAS PROJETADAS / 5º ANO Escola E.M. Antônia 3,9 5,6 5,5 6,0 4,0 4,3 4,7 5,0 5,3 5,6 5,8 6,1 Garcia Vilela E.M. Pref. 4,4 5,3 5,9 5,7 3,9 4,2 4,7 4,9 5,2 5,5 5,8 6,0 Ribeiro Neto Fonte: INEP TABELA 8 IDEB observado e Meta projetada do 9º ano do Ensino Fundamental da rede pública 4ª SÉRIE IDEB OBSERVADO METAS PROJETADAS / 5º ANO Escola E.E Coronel 4,5 5,0 4,7 4,9 4,5 4,7 4,9 5,3 5,7 5,9 6,1 6,4 Joaquim Ribeiro E.E Ernane Vilela Lima 3,0 3,7 3,8 3,5 2,6 2,7 3,0 3,4 3,8 4,0 4,0 4,6 Fonte: INEP EJA Integrada à Educação Profissional GRÁFICO 24 Percentual de matrículas de educação e jovens e adultos na forma integrada à educação profissional Fonte: INEP/ Censo Escolar da Educação Básica Educação Profissional 40

42 De acordo com dados de 2013, 355 alunos estavam matriculados na educação Profissional Técnica de nível médio, sendo 346 destes alunos oriundos de escolas públicas Fundamental II e 9 alunos frequentaram a rede privada. O Cefet Campus IX em Nepomuceno contribui para a assimilação destes alunos. TABELA 9 Matrículas de Educação Profissional Técnica total e por forma de articulação com o Ensino Médio Ano Integrada Concomitante Subsequente Fonte: MEC/Inep/DEED/Censo Escolar / Preparação: Todos Pela Educação TABELA 10 - Matrículas de Educação Profissional Técnica por rede Ano Pública Privada Fonte: MEC/Inep/DEED/Censo Escolar / Preparação: Todos Pela Educação Superação das Desigualdades e a Valorização das Diferenças Nesta seção, serão apresentados dados que caracterizam o município no contexto das metas que dizem respeito à superação das desigualdades e à valorização das diferenças, caminhos imprescindíveis para a equidade Educação Especial / Inclusiva Conforme os dados e informações disponíveis, 22,5% da população de 4 a 17 anos com deficiência ainda não frequentam a escola. 41

43 Em 2013, 69,7% dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação frequentavam classes exclusivas e 30,3% frequentavam o ensino regular. De acordo com a etapa de escolarização, os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação estão assim distribuídos de acordo com os últimos dados de 2013: Educação Infantil: 6 alunos no ensino regular e 11 em classes especializadas. Anos Iniciais: 40 alunos no ensino regular e 76 em classes especializadas. Anos Finais: 6 alunos no ensino regular. Ensino Médio: 6 alunos no ensino regular. A capacitação específica à equipe pedagógica e docente de cada unidade escolar que desempenham suas funções no ensino regular, deve ser prioridade para que a escola seja inclusiva de fato. GRÁFICO 25 Percentual da população de 4 a 17 anos com deficiência que frequenta a escola Fonte: Censo Populacional TABELA 11 - Porcentagem de matrículas de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação por tipo de classe Rede Pública Ano Classes Especiais Escolas Exclusivas Classes comuns % 0 97,2% 211 2,8% % 0 97% 196 3% % 0 93,7% 177 6,3% % 0 76,8% ,2% % 0 78,2% ,8% % 0 70,5% ,5% % 0 69,7% ,3% 61 Fonte: MEC/Inep/DEED/Censo Escolar / Preparação: Todos Pela Educação 42

44 Elevação da escolaridade / diversidade Conforme os dados e informações disponíveis, o diagnóstico levantado é o seguinte: A população de 18 a 29 anos está com defasagem de 3,4 anos de estudo. A população da área rural de 18 a 29 anos está com defasagem de 4,9 anos de estudo.a população mais pobre de 18 a 29 anos está com defasagem de 4,3 anos de estudo. GRÁFICO 26 Escolaridade média da população de 18 a 29 anos Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional GRÁFICO 27 Escolaridade média da população de 18 a 29 anos residente em área rural Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional GRÁFICO 28 Escolaridade média da população de 18 a 29 anos residente entre os 25% mais pobres Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional 43

45 GRÁFICO 29 Razão entre a escolaridade média da população negra e da população não negra de 18 a 29 anos Fonte: Estado e Brasil IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 Município e Mesorregião IBGE/Censo Populacional Valorização dos Profissionais da Educação Nesta seção, serão apresentados dados que caracterizam o município no que diz respeito às metas que cuidam da valorização dos profissionais da educação, consideradas estratégicas para que as demais sejam atingidas Formação dos Professores Em relação a esse tema, o PNE previu, em sua meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 61 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurado que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam. Conforme os dados e informações disponíveis, o diagnóstico levantado de acordo com dados de 2013, 11,6% dos professores da Educação Básica ainda não possuíam curso superior, sendo que 4,1% do total destes professores se encontravam na Rede pública e 28,9% na Rede Privada. Em 2015, 100% dos professores da Rede Municipal de Educação possuem ensino superior completo e 37,2% dos professores dos anos finais do Ensino Fundamental possuem licenciatura na área em que atuam. 44

46 TABELA 12 Porcentagem de professores da Educação Básica com curso superior Ano Com superior Sem licenciatura Com licenciatura ,1% ,6% 39 80,5% ,8% 285 5,5% 17 87,3% ,9% 275 7,8% 23 86% ,6% ,1% 31 79,5% ,5% ,6% 41 77,9% ,5% ,8% 35 78,7% ,4% ,6% 37 76,8% 245 Fonte: MEC/Inep/DEED/Censo Escolar / Preparação: Todos Pela Educação Formação Continuada e Pós-Graduação Conforme os dados e informações disponíveis, em Nepomuceno apenas 0,3% do percentual de professores da Educação Básica ainda não possuem Pós-Graduação lato ou stricto sensu para atingir a meta nacional 50%. GRÁFICO 30 Percentual de professores da educação básica com pósgraduação lato sensu ou stricto sensu Fonte: INEP/Censo Escolar da Educação Básica 2013 TABELA 23 Porcentagem de professores da educação básica com pós graduação por tipo de graduação Ano Especialização Mestrado Doutorado ,8% 140 3,1% 9 0,3% ,7% 174 5,2% 16 2,9% ,2% 153 7,8% 23 3,4% 10 45

47 ,2% 136 7,8% 24 2,6% ,9% 153 8,6% 28 1,5% ,1% 146 8% 26 1,5% ,6% 139 7,5% 24 2,2% 7 Fonte: MEC/Inep/DEED/Censo Escolar / Preparação: Todos Pela Educação Remuneração do Magistério O PNE previu, em sua meta 17 Valorizar os (as) profissionais do magistério das redes públicas da Educação Básica, de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos(as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE. Conforme os dados e informações disponíveis no RH da Prefeitura Municipal de Nepomuceno, o salário inicial do professor é de R$1.022,52 e acrescido com a obtenção de pós graduação passa a R$ 1092,34. Com o Plano de Carreira em vigor, os professores e os Supervisores Pedagógicos adquirem vantagens pela progressão horizontal e vertical por escolaridade e tempo serviço. O Supervisor Pedagógico tem a remuneração no valor de R$ 2570,35 e, com pós graduação,r$2724,55. A diferença entre os salários de Supervisor Pedagógico e Professor de Educação básica equivale a 39,78%. TABELA 14 - Remuneração média dos professores de 2010 a (Em reais) INICIAL COM PÓS GRADUAÇÃO ,71 741,14 858,44 944, ,83 676,77 762,67 916, , ,34 TABELA 15 - Despesas com Pessoal - Poder Executivo e Legislativo Executivo Legislativo Município EXRECÍCIO Índice Despesa (R$) Índice Despesa Índice Despesa (R$) (R$) ,7% ,10 2,29% ,79 50,99% , ,42% ,14 2,17% ,70 48,59% ,84 46

48 ,53% ,55 2,25% ,12 46,78% , ,63% ,55 2,41% ,68 49,04% ,23 Fonte: SIACE/PCA - dados apresentados/auditados Plano de Carreira Em relação a esse tema, o PNE previu, em sua meta 18: Assegurar, no prazo de 2 anos, a existência de planos de Carreira para os(as) profissionais da Educação Básica e Superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de Carreira dos(as) profissionais da Educação Básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal. Conforme os dados e informações disponíveis, o diagnóstico levantado é o seguinte: O Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração estrutura e organiza o Magistério Público Municipal de Nepomuceno, disciplinando a situação jurídica do pessoal docente e demais profissionais da educação, estabelecendo normas especiais sobre os seus direitos e vantagens, deveres e responsabilidades, observando os princípios Constitucionais pertinentes, em consonância com o artigo 206, e Emendas pertinentes da Constituição Federal, Lei Federal n. 9394/1996 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei Federal n de , que dispõe sobre o FUNDEB, Resolução n.º 2 de do Conselho Nacional de Educação, que fixa as Diretrizes para os novos planos de carreira e remuneração para o Magistério dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e demais leis correlatas. Este Plano de Carreira tem por objetivos: I. Reger pelo regime estatutário os profissionais da educação, de que se trata esta lei; II. Incentivar o servidor público da Educação Municipal, mediante a criação de condições que amparem e valorizem a concentração de seus esforços; III. Assegurar que a remuneração do professor e dos especialistas seja condizente com o nível de formação; IV. Garantir a promoção na carreira, dos profissionais da educação de acordo com o crescente aperfeiçoamento profissional e tempo de serviço, independentemente da atividade, área de estudo, disciplina ou grau de ensino em que atuem; 47

49 V. Incentivar, coordenar e orientar o Processo Educacional na Rede Municipal de Ensino de Nepomuceno, objetivando o mais amplo desenvolvimento do educando, preparando-o para o exercício da cidadania, a continuidade de seus estudos e seu futuro engajamento profissional, garantindo-lhe bem estar e condições de desenvolver o seu trabalho Ensino Superior Em relação a esse tema, o PNE previu três metas: a) meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% das novas matrículas, no segmento público ; b) meta 13: Elevar a qualidade da Educação Superior pela ampliação da proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de Educação Superior para 75%, sendo, do total, no mínimo, 35% doutores ; c) meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de (sessenta mil) mestres e (vinte e cinco mil) doutores. No município de Nepomuceno o ensino superior é representado pelo Cefet Campus IX- BH Gestão Democrática e Participação Social Em relação a esse tema, o PNE previu, em sua meta 19: Assegurar condições, no prazo de 2 (dois) anos, para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto. A participação democrática é uma realidade constante nas decisões educacionais e de gestão. As escolas municipais elaboram o regimento interno, o Projeto Político pedagógico que são apreciados em assembleia geral com ampla participação da comunidade escolar. O Colegiado é órgão consultivo e deliberativo cujos membros são eleitos pela maioria e segmento. Os Conselhos Municipais de Educação (CME), Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), de Alimentação Escolar (CAE) têm seus membros escolhidos pela maioria dos pares e desempenham suas funções de forma atuante, 48

50 fiscalizadora e propositiva em todas as questões relacionadas à educação no município. Ênfase para atuação do Conselho Municipal de Educação que, a partir de 2015 passa a ter caráter deliberativo, consultivo, fiscalizador e normativo QUADRO 1 Instrumentos de Gestão Democrática existentes no município EXISTÊNCIA DE INSTRUMENTOS DE GESTÃO DEMOCRÁTICA MUNICÍPIO Ano Conselho do FUNDEB Conselho Escolar Conselho Alimentar Escolar Conselho de Transporte Escolar 2011 Sim Sim Sim Não Fonte: IBGE/Perfil dos Municípios Brasileiros (Munic.) / Preparação: Todos Pela Educação QUADRO 2 Caráter do Conselho Municipal de Educação Ano Deliberativo Fiscalizador Normativo Consultivo 2006 Não aplicável Não aplicável Não aplicável Não aplicável 2009 Sim Sim Sim Sim 2011 Sim Não Não Não Fonte: IBGE/Perfil dos Municípios Brasileiros (Munic) , 2009, 2011 / Preparação: Todos Pela Educação Financiamento Em relação a esse tema, o PNE previu, em sua meta 20: Ampliar o investimento público em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% (sete por cento) do Produto Interno Bruto - PIB do País no 5º (quinto) ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% (dez por cento) do PIB ao final do decênio. O Percentual de Aplicação na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino no município de Nepomuceno está dentro dos padrões legais. 49

51 GRÁFICO 31 - Receita Arrecadada x Receita Própria (R$) Fonte: TCEMG - Sistema Informatizado de Apoio ao Controle Externo - SIACE NOTAS: 1-Excluídas as contribuições previdenciárias e os recursos de convênios 2-Composição da Receita Própria: Receitas Tributária, Patrimonial, Industrial, de Serviços e Outras Receitas Correntes - Dados extraídos do SIACE em outubro/2012. As substituições das prestações de contas enviadas após esta data não estão contempladas nos dados apresentados GRÁFICO 32 Percentual de Aplicação na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fonte: SIACE/PCA - dados apresentados/auditados - SEEMG/SI/SIE/Diretoria de Informações Educacionais: Censo Escolar Nota: Data da Consulta ao SIACE: 13/03/2015. Os dados informados poderão ser alterados em razão de Pedido de Reexame e/ou ação fiscalizatória. 50

52 GRÁFICO 33 Gastos com a Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fonte: SIACE/PCA - dados apresentados/auditados - SEEMG/SI/SIE/Diretoria de Informações Educacionais: Censo Escolar Nota: Data da Consulta ao SIACE: 13/03/2015. Os dados informados poderão ser alterados em razão de Pedido de Reexame e/ou ação fiscalizatória. 51

53 ANEXO I METAS E ESTRATÉGIAS DO PME META 1 Universalizar, até 2016, a Educação Infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de Educação Infantil em creches, de forma a atender, no mínimo, 70% (setenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PDME(Plano Decenal Municipal de Educação). ESTRATÉGIAS: 1.1 Diagnóstico (avaliação constante): definir, em regime de colaboração com a União e o Estado, metas de expansão da Educação Infantil no Município, segundo padrão nacional de qualidade, considerando as peculiaridades locais; 1.2 Ofertar, progressivamente, a Educação Infantil em tempo integral em toda a rede pública municipal; 1.3 Priorizar o acesso à Educação Infantil e fomentar a oferta do atendimento educacional especializado; 1.4 Participar de programa nacional de construção e reestruturação de escolas e aquisição de equipamentos visando à melhoria da rede física e pedagógica das escolas públicas de Educação Infantil, atentos às normas de acessibilidade; 1.5 Priorizar cursos de capacitação, treinamento e oficinas pedagógicas aos funcionários que trabalham em centros de Educação Infantil. 1.6 Desativar, progressivamente, a Educação Infantil das escolas de Ensino Fundamental, inadequadas a este atendimento; 1.7 Aquisição de mobiliário, equipamentos eletroeletrônicos, materiais pedagógicos destinados aos Centros de Educação Infantil em funcionamento; 1.8 Melhoria do espaço físico com construção de salas destinadas à biblioteca, à brinquedoteca, às salas de vídeo, à direção, ao professor, à secretaria e cobertura da área externa na Escola Municipal São José de Educação Infantil, em parceria com o Estado, a União e o Município; 1.9 Ampliação da rede física nas escolas situadas na zona rural, comprovada a existência de demanda superior a 5 (cinco) crianças, em parceria com o Estado, a União e o Município; 1.10 Aquisição de acervo literário, jogos pedagógicos adequados às crianças nesta faixa etária, em Centros Municipais de Educação Infantil; 52

54 1.11 Criação de uma equipe pedagógica para coordenar e elaborar projetos pedagógicos e administrativos visando a qualidade de atendimento às crianças em creches, valorizando o desenvolvimento psíquico-motor e emocional de cada uma delas; 1.12 Elaborar currículos e propostas pedagógicas ligadas ao processo ensinoaprendizagem para crianças de 0 a 5 anos, garantindo o atendimento inclusivo; 1.13 Garantir que nos Centros de Educação Infantil haja atendimento das diretrizes curriculares nacionais nesta modalidade, havendo articulação com a etapa escolar seguinte, sem ocorrer antecipação de conteúdos; 1.14 Desenvolvimento de projetos sociais que valorizem a família, a natureza e ao próximo. META 2: Universalizar o ensino fundamental de 9 (nove) anos para toda a população de 6 (seis) a 14 (quatorze) anos e garantir que pelo menos 95% (noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PDME (Plano Decenal Municipal de Educação). ESTRATÉGIAS: 2.1 Promover junto aos órgãos públicos de assistência social, saúde e proteção na busca ativa de crianças e adolescentes fora da escola; 2.2 Incentivar a participação dos pais ou responsáveis no acompanhamento das atividades escolares dos filhos por meio do estreitamento das relações entre as escolas e as famílias, através de gestão democrática e participativa; 2.3 Promover atividades de desenvolvimento e estímulo a habilidades esportivas, culturais e artísticas nas escolas, interligadas a um plano de disseminação do desporto educacional e de desenvolvimento esportivo nacional; 2.4 Fortalecer o acompanhamento e o monitoramento do acesso, da permanência e do aproveitamento escolar dos beneficiários de programas de transferência de renda, bem como das situações de discriminação, preconceitos e violências na escola, visando ao estabelecimento de condições adequadas para o sucesso escolar dos(as) alunos(as), em colaboração com as famílias e com órgãos públicos de assistência social, saúde e proteção à infância, adolescência e juventude; 2.5 Reduzir, no prazo de 05 (cinco) anos de vigência do PDME (Plano Decenal Municipal de Educação), 70% da evasão e repetência no Ensino Fundamental; 53

55 2.6 Nucleação das escolas rurais próximas às Escolas Estaduais de Nazaré de Minas, Santo Antônio do Cruzeiro e Escola Estadual da Bela Vista, de forma gradativa; 2.7 Aquisição de veículos adequados ao transporte escolar para atendimento satisfatório aos alunos; 2.8 Promover reforma na rede física das escolas do município em regime de colaboração com a União, o Estado e o Município, segundo padrão nacional de qualidade, considerando as peculiaridades locais; 2.9 Desenvolver projetos pedagógicos nas escolas tendo como parâmetro as diretrizes curriculares nacionais; 2.10 Criar ambiente de inclusão nas escolas que valorizem as experiências, habilidades e competências individuais dos alunos; 2.11 Proporcionar vagas suficientes nos três turnos do Ensino Fundamental II. META 3 Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 (quinze) a 17 (dezessete) anos e elevar, até o final do período de vigência deste PMDE (Plano Municipal Decenal de Educação), a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85% (oitenta e cinco por cento). ESTRATÉGIAS: 3.1 Criar uma equipe multidisciplinar que atenda os alunos que não atingiram as competências e habilidades necessárias relativas aos anos finais do Ensino Fundamental / Ensino Médio, com plantão extra turno; 3.2 Promover cursos aos professores para aprimoramento da metodologia com alunos que apresentam déficit de aprendizagem; 3.3 Proporcionar em cada escola, salas de multimídia com amplo espaço para realização de oficinas e pesquisas, com contratação de pessoal técnico responsável pela manutenção e manuseio dos equipamentos; 3.4 Desenvolver bimestralmente pesquisas em todas as disciplinas em cada ano do Ensino Médio envolvendo a comunidade escolar como um todo; 3.5 Ampliar o uso de forma contínua da biblioteca incentivando a realização de projetos de leitura e letramento; 3.6 Aquisição de equipamentos próprios para organização de salas ambientes, laboratório de informática, laboratório de produção textual, de Biologia, de Física, Química e Matemática, em parceria com o Estado, a União e o Município; 54

56 3.7 Proporcionar vagas suficientes nos três turnos do Ensino Médio; 3.8 Estabelecer parcerias que favoreçam o ingresso no 1º emprego; 3.9 Conscientizar o aluno sobre seu desempenho no ENEM, PROUNI, FIES, SISU, PAS, Processos de Avaliação Seriada, SISUTEC, PRONATEC; 3.10 Ofertar cursinho preparatório para vestibular, semestralmente, na rede estadual de ensino. META 4 Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados. ESTRATÉGIAS 4.1 Prover profissionais habilitados em cada área para atendimento nas salas de recursos, bem como a gestão dos recursos para funcionamento da mesma. 4.2 Firmar convênio e parceria com a APAE (Associação de Pais e Alunos Excepcionais) e outros centros específicos para atendimento especializado. 4.3 Contabilizar e informar, para fins do repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação FUNDEB (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica), as matrículas dos(as) estudantes da educação regular da rede pública que recebem atendimento educacional especializado, complementar e suplementar, sem prejuízo do cômputo dessas matrículas na educação básica regular, e as matrículas efetivas, conforme o censo escolar mais atualizado, na educação especial oferecida em instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos, conveniadas com o poder público e com atuação exclusiva na modalidade, nos termos da Lei nº , de 20 de junho de 2007; 4.4 Manter o atendimento em salas de recursos, apoio à pesquisa e assessoria, integrados por profissionais das áreas de saúde, assistência social, pedagogia e psicologia, apoiando o trabalho dos(as) professores de educação básica com os(as) alunos(as) que apresentam deficiências, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades e ou superdotação; 55

57 4.5 Fortalecer o acompanhamento e o monitoramento do acesso à escola e ao atendimento educacional especializado os beneficiários (as) de programas de transferência de renda, juntamente com o combate às situações de discriminação, preconceito e violência, com vistas ao estabelecimento de condições adequadas para o sucesso educacional, em colaboração com as famílias e com órgãos públicos de assistência social: CREAS(Centro de Referencia Especializado Assistência Social), CRAS (Centro de Referencia de Assistência Social), saúde e proteção à infância, à adolescência e à juventude; 4.6 Criar equipes de profissionais da educação para atender à demanda do processo de escolarização dos(as) estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, garantindo a oferta de professores(as) do atendimento educacional especializado. META 5 Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º (terceiro) ano do Ensino Fundamental. ESTRATÉGIAS 5.1 Manter os processos pedagógicos de Alfabetização realizados através do Núcleo de Alfabetização e Letramento, articulando-os com as estratégias desenvolvidas na pré-escola, com desenvolvimento profissional e valorização dos(as) professores(as), a fim de garantir a alfabetização plena de todas as crianças; 5.2 Fomentar o desenvolvimento de tecnologias educacionais e de práticas pedagógicas inovadoras que assegurem a alfabetização e favoreçam a melhoria do fluxo escolar e a aprendizagem dos(as) alunos(as), consideradas as diversas abordagens metodológicas e sua efetividade; 5.3 Incentivar programas de intervenção pedagógica que atendam às necessidades individuais dos alunos. META 6 Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) dos (as) alunos (as) da educação básica. ESTRATÉGIAS: 56

58 6.1 Ampliar, com o apoio da União, do Estado e Município a oferta de Educação Básica Pública em tempo integral, por meio de atividades de acompanhamento pedagógico e multidisciplinar, inclusive cultural e esportivo, de forma que o tempo de permanência dos(as) alunos(as) na escola, ou sob sua responsabilidade, passe a ser igual ou superior a 7 (sete) horas diárias durante todo o ano letivo; 6.2 Construção de uma praça de esportes em parceria com a União, Estado e Município para este sistema de oferecimento de educação, com salas de multimídia, laboratórios de pesquisa, bibliotecas, quadras poliesportivas cobertas e com vestiários adequados e palco, piscinas, cantina, refeitório, área administrativa. 6.3 Ampliar as escolas municipais em parceria com a União, Estado e Município, em programas de construção de escola com padrão arquitetônico e mobiliário adequados para atendimento em tempo integral, prioritariamente em comunidades pobres ou com crianças em situação de vulnerabilidade social; 6.4 Manter, em regime de colaboração, programa nacional de ampliação e reestruturação das escolas públicas, com acessibilidade, por meio da instalação de quadras poliesportivas, laboratórios, inclusive de informática, espaços para atividades culturais, bibliotecas, auditórios, cozinhas, refeitórios, banheiros e outros equipamentos, bem como da produção de material didático e da formação de recursos humanos para a educação em tempo integral; 6.5 Com o apoio da União, ampliar a oferta de Educação Básica Pública em tempo integral, ao proporcionar subvenções suficientes aos municípios para desenvolvimento desta modalidade de ensino; 6.6 Proporcionar a formação de equipe pedagógica que desenvolva projetos esportivos, socioculturais e de ensino. META 7 Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). 57

59 Fonte: PNE (Lei nº13.005/2014). ESTRATÉGIAS: 7.1 Estabelecer e implantar, mediante pactuação interfederativa, diretrizes pedagógicas para a educação básica e a base nacional comum dos currículos, com direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos(as) alunos(as) para cada ano do ensino fundamental e médio, respeitada a diversidade regional, estadual e local; 7.2 Promover a mobilização escolar entre família e escola, objetivando o incentivo aos estudos e pesquisas que deverão ser realizados em casa; 7.3 Assegurar que, no quinto ano deste PMDE (Plano Decenal Municipal de Educação), pelo menos 70% (setenta por cento) dos alunos do Ensino Fundamental tenham alcançado nível suficiente de aprendizado em relação aos direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento pessoal intitulados no currículo; 7.4 Acompanhar e divulgar bienalmente os resultados pedagógicos dos indicadores do sistema nacional de avaliação da educação básica e do Ideb, relativos às escolas dos Estados e dos Municípios, assegurando a contextualização desses resultados, com relação a indicadores sociais relevantes, como os de nível socioeconômico das famílias dos(as) alunos (as), e a transparência e o acesso público às informações técnicas de concepção e operação do sistema de avaliação; 7.5 Universalizar, até o quinto ano de vigência deste PMDE (Plano Municipal Decenal de Educação), o acesso à rede mundial de computadores em banda larga de alta velocidade e triplicar, até o final da década, a relação computador/aluno (a) nas escolas da rede pública de educação básica, promovendo a utilização pedagógica das tecnologias da informação e da comunicação; 58

60 7.6 Assegurar que todas as escolas públicas de educação básica possam garantir o acesso dos alunos a espaços para a prática esportiva, a bens culturais e artísticos e a equipamentos e laboratórios de ciências e, em cada edifício escolar, garantir a acessibilidade às pessoas com deficiência; 7.7 Buscar, através de parceria com a União e Estado, prover equipamentos e recursos tecnológicos digitais para a utilização pedagógica no ambiente escolar, a todas as escolas públicas da educação básica, criando, inclusive, mecanismos para implementação das condições necessárias para a universalização das bibliotecas nas instituições educacionais, com acesso a redes digitais de computadores, inclusive a internet; 7.8 Garantir políticas de combate à violência na escola, inclusive pelo desenvolvimento de ações destinadas à capacitação de educadores para detecção dos sinais, de suas causas, como a violência doméstica e sexual, favorecendo a adoção das providências adequadas para promover a construção da cultura de paz e um ambiente escolar dotado de segurança para a comunidade; 7.9 Promover, com especial ênfase, em consonância com as diretrizes do Plano Nacional do Livro e da Leitura, a formação de leitores e leitoras e a capacitação de professores e professoras, bibliotecários e bibliotecárias e agentes da comunidade para atuar como mediadores e mediadoras da leitura, de acordo com a especificidade das diferentes etapas do desenvolvimento e da aprendizagem em cada aluno; 7.10 Estabelecer políticas de estímulo às escolas que melhorarem o desempenho no IDEB (índice de Desenvolvimento da Educação Básica), de modo a valorizar o mérito do corpo docente, da direção e da comunidade escolar. META 8 Elevar a escolaridade média da população de 18 (dezoito) a 29 (vinte e nove) anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 (doze) anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no Município e dos 25% (vinte e cinco por cento) mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. ESTRATÉGIAS: 59

61 8.1 Assegurar o pleno funcionamento do ensino fundamental na zona rural, com professores capacitados para atender as especificidades da educação no campo; 8.2 Assegurar o atendimento aos alunos com defasagem no processo de aprendizagem, por meio de programas e/ou medidas de acompanhamento pedagógico PIP (PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA); 8.3 Institucionalizar programas e desenvolver tecnologias para correção de fluxo, para acompanhamento pedagógico individualizado e para recuperação e progressão parcial, bem como priorizar estudantes com rendimento escolar defasado, considerando as especificidades dos segmentos populacionais considerados; 8.4 Promover, em parceria com as áreas de saúde e assistência social, o acompanhamento e o monitoramento do acesso à escola para os segmentos populacionais; 8.5 Identificar motivos da evasão e abandono escolar e colaborar para a garantia de frequência e apoio à aprendizagem, de maneira a estimular a ampliação do atendimento desses(as) estudantes na rede pública regular de ensino; 8.6 Garantir a educação de jovens e adultos para os segmentos populacionais que estejam fora da escola e com defasagem idade-série, garantindo a continuidade da escolarização, após a alfabetização inicial. META 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 (quinze) anos ou mais para 93,5% (noventa e três inteiros e cinco décimos por cento) até 2015 e, até o final da vigência deste PDME(Plano Decenal Municipal de Educação), erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% (cinquenta por cento) a taxa de analfabetismo funcional. ESTRATÉGIAS: 9.1 Assegurar a oferta da educação de jovens e adultos a todos os que não tiveram acesso à educação básica na idade própria; 9.2 Realizar semestralmente diagnóstico dos jovens e adultos com Ensino Fundamental I e II incompletos, para identificar a demanda ativa por vagas; 9.3 Implementar ações de alfabetização de jovens e adultos com garantia de continuidade da escolarização básica; 9.4 Garantir aos(às) alunos(as) da EJA (Educação de Jovens e Adultos) o acesso às tecnologias da informação; 60

62 9.5 Reduzir em, no mínimo 50% a taxa de evasão na EJA (Educação de Jovens e Adultos), até o final de 2018; 9.6 Incentivar continuamente a expressão e preservação das manifestações artísticas e culturais oriundas das comunidades onde estão inseridos os alunos da EJA (Educação de Jovens e Adultos) ; 9.7 Executar ações de atendimento ao(à) estudante da Educação de Jovens e Adultos por meio de programas suplementares de transporte, alimentação e saúde; 9.8 Considerar, nas políticas públicas de jovens e adultos, as necessidades dos idosos, com vistas à promoção de políticas de erradicação do analfabetismo, ao acesso a tecnologias educacionais e atividades recreativas, culturais e esportivas, à implementação de programas de valorização e compartilhamento dos conhecimentos e experiência dos idosos e à inclusão dos temas do envelhecimento e da velhice nas escolas. META 10: Oferecer, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) das matrículas de educação de jovens e adultos, nos ensinos fundamental e médio, na forma integrada à educação profissional. ESTRATÉGIAS: 10.1 Estabelecer parcerias com instituições como o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), SEST-SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) a fim de oferecer cursos de formação profissional aos jovens e adultos do município; 10.2 Manter programa de Educação de Jovens e Adultos voltado à conclusão do Ensino Fundamental e à formação profissional inicial, de forma a estimular a conclusão da educação básica; 10.3 Incentivar a educação profissionalizante como educação continuada, ampliando as oportunidades no ingresso ao mundo do trabalho; 10.4 Incentivar a integração da Educação de Jovens e Adultos com a educação profissional, em cursos planejados, de acordo com as características deste 61

63 público, em parceria com o PRONATEC (Programa Nacional de Educação Técnica), considerando as especificidades da população local; 10.5 Ampliar as oportunidades profissionais dos jovens e adultos com deficiência e baixo nível de escolaridade, por meio do acesso à Educação de Jovens e Adultos articulado à educação profissional; 10.6 Estimular a diversificação curricular da educação de jovens e adultos, articulando a formação básica e a preparação para o mundo do trabalho e estabelecendo inter-relações entre teoria e prática nos eixos da ciência, do trabalho, da tecnologia e da cultura e cidadania, de forma a organizar o tempo e o espaço pedagógicos adequados às características desses alunos e alunas; META 11 Triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% (cinquenta por cento) da expansão no segmento público. ESTRATÉGIAS: 11.1 Incentivar a expansão da oferta de Educação Profissional técnica de nível médio nas redes públicas estaduais e federais; 11.2 Colaborar na divulgação dos cursos técnicos públicos e privados no município como objetivo de esclarecer e motivar alunos dos anos finais do Fundamental II e Ensino Médio Garantir aos educandos condições ao acesso e à permanência na escola Ofertar a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, nas modalidades Integrada, Concomitância Externa, Subsequente e Ensino à Distância Definir parâmetros de aferição da qualidade da Educação Profissional Técnica de Nível Médio (EPTNM); 11.6 Concluir o processo de definição de marcos regulatórios da EPTNM (Educação Profissional Técnica de Nível Médio) e submetê-los à avaliação continuada. META 12 Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e 62

64 expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas, no segmento público. ESTRATÉGIAS 12.1 Democratizar o acesso dos segmentos menos favorecidos da sociedade aos cursos de graduação presencial e EAD( Educação à Distância ), nas IES (Instituições de Ensino Superior ) públicas prevendo a construção de novos campus universitários públicos e ampliação da oferta de cursos nos já existentes Ampliar o número de cursos superiores no CEFET Campus IX-MG Fomentar a oferta de educação superior pública e gratuita prioritariamente, através da Universidade Aberta do Brasil, para a formação de professores e professoras para a educação básica, bem como para atender ao déficit de profissionais em áreas específicas; 12.4 Consolidar o desenvolvimento e a diversidade da graduação, com aproveitamento sustentável dos recursos na criação de novos cursos Reforçar a integração entre Ensino e Extensão em Educação Profissionalizante Técnica e na Graduação Consolidar para os próximos cincos anos a inclusão de mais dez turmas (aproximadamente quatrocentos alunos) em função da carga plena no Curso Superior de Engenharia Elétrica do CEFET MG Campus IX Nepomuceno. META 13 Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior. ESTRATÉGIAS 13.1 Ampliar vagas nas IES ( Instituições de Ensino Superior ) públicas para os professores nos cursos de pós-graduação, garantindo a superação do ensino compartimentando, seja na forma presencial ou na EAD ( Educação à Distância); 13.2 Elevar a qualidade da Graduação, incluindo a conclusão da definição de marcos regulatórios e sua avaliação continuada Aprimorar continuamente os Projetos Político Pedagógicos dos cursos. 63

65 13.4 Aprimorar e expandir a Pesquisa e a Inovação Tecnológica Fortalecer a visibilidade científico- tecnológica do CEFET-MG, no âmbito nacional Consolidar e ampliar as atividades de extensão em sua relação com o ensino e a pesquisa, com contexto da interação com a sociedade. META 14 Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual suficiente nas redes diferenciadas de ensino, de mestres e doutores. ESTRATÉGIAS 14.1 Ampliar e democratizar a distribuição de bolsas para professores da rede pública em nível de mestrado e doutorado, garantindo a licença remunerada durante o período do curso, sem prejuízo funcional e com o estabelecimento de critérios contidos no plano de cargos, carreiras e salários; 14.2 Implantação de políticas de formação continuada de pós-graduação e doutorado; META 15 Garantir, em regime de colaboração entre a União, Estados e o Município, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PDME (Plano Decenal Municipal de Educação), a implementação da política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 61 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurado que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam. ESTRATÉGIAS: 15.1 Ampliar e fortalecer a formação dos profissionais da educação, nas IES (Instituições de Ensino Superior) públicas, avaliando sistematicamente a qualidade dessa formação e seu impacto na prática docente; 64

66 15.2 Criar mecanismos de fortalecimento do papel das IES (Instituições de Ensino Superior) públicas nos processos de formação continuada de professores, reconstruindo a organização e a estrutura dos cursos de licenciatura; META 16: Formar, em nível de pós-graduação, 50% (cinquenta por cento) dos professores da educação básica, até o último ano de vigência deste PDME (Plano Decenal Municipal de Educação), e garantir a todos(as) os(as) profissionais da educação básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino. ESTRATÉGIAS: 16.1 Fortalecer as parcerias do MEC ( Ministério de Educação e Cultura ) e SEE ( Secretaria Estadual de Educação ) com as IES ( Instituições de Ensino Superior ) públicas para que ofertem cursos de educação continuada, programas de pesquisa e extensão para os professores da rede pública, em todos os níveis e modalidades de ensino; 16.2 Estabelecer regime de colaboração entre União, Estados e Municípios no sentido de articular as ações de formação continuada para os professores da rede pública, definindo responsabilidades. META 17: Valorizar os (as) profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento ao valor estipulado pela lei do piso Lei 11738/08 e suas particularidades, até o final do terceiro ano de vigência deste PDME (Plano Decenal Municipal de Educação). ESTRATÉGIAS 17.1 Adequar os Planos de Carreira com critérios justos e claros para a ascensão e dignidade do exercício profissional, equiparando os rendimentos médios dos profissionais da educação aos dos demais profissionais com escolaridade equivalente. 65

67 Meta 18: Assegurar, no prazo de 2 (dois) anos, a existência de Planos de Carreira para os (as) profissionais da educação básica e superior públicas de todos os sistemas de ensino e, para o Plano de Carreira dos (as) profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal. ESTRATÉGIAS 18.1 Reformular o Plano de Carreira Municipal, com a implantação do Piso salarial nacional, de acordo com a Lei nº /08, assegurando condições dignas de trabalho e definição de um número máximo de estudantes por turma; 18.2 Avançar na perspectiva de uma carga horária máxima semanal de trabalho, com salários proporcionais ao nível de formação do profissional da educação, promovendo uma revisão na lei nº /08 e desvinculando os gastos com os salários da área da educação do cômputo geral de gastos com salários dos profissionais das demais áreas, para que a Lei de responsabilidade Fiscal não impeça os aumentos salariais dos profissionais da educação. META 19: Assegurar condições, no prazo de 2 (dois) anos, para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico interfederativos para tanto. ESTRATÉGIAS: 19.1 Assegurar, para a nomeação dos diretores e diretoras de escola, critérios técnicos de mérito e desempenho, bem como a participação da comunidade escolar; 19.2 Ampliar os programas de apoio e formação aos(às) conselheiros(as) dos conselhos de acompanhamento e controle social do FUNDEB (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica), dos Conselhos de Alimentação Escolar, dos Conselhos Municipais De Educação e de outros e aos(às) representantes educacionais em demais conselhos de acompanhamento de políticas públicas, 66

68 garantindo a esses colegiados recursos financeiros, espaço físico adequado, equipamentos e meios de transporte para visitas à rede escolar, com vistas ao bom desempenho de suas funções; 19.3 Mobilizar Ministério Público, entidades da sociedade civil organizada, representantes da educação, entre outros setores sociais, para fiscalização e acompanhamento da implementação deste PDME ( Plano Decenal Municipal de Educação ); 19.4 Estimular a constituição e o fortalecimento de grêmios estudantis e associações de pais, assegurando-lhes, inclusive, espaços adequados e condições de funcionamento nas escolas e fomentando a sua articulação orgânica com os conselhos escolares, por meio das respectivas representações; 19.5 Estimular a participação e a consulta de profissionais da educação, alunos(as) e seus familiares na formulação dos projetos político-pedagógicos, currículos escolares, planos de gestão escolar e regimentos escolares, assegurando a participação dos pais na avaliação de docentes e gestores escolares; 19.6 Desenvolver programas de formação de diretores e gestores escolares; 19.7 Fortalecer os Conselhos Escolares. META 20: Ampliar o investimento público em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país no quinto ano de vigência desta lei e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB ao final do decênio. ESTRATÉGIAS: 20.1 Assegurar recursos para a implantação do PDME (Plano Decenal Municipal de Educação) nos Planos Plurianuais do Município; 20.2 Aperfeiçoar e ampliar os mecanismos de acompanhamento da arrecadação da contribuição social do salário-educação; 20.3 Viabilizar a divulgação das prestações de contas públicas relacionadas a repasses vinculados à educação, em linguagem acessível para a população, a partir da aprovação deste PDME ( Plano Decenal Municipal de Educação); 20.4 Proporcionar condições para a participação dos diversos segmentos que compõem o processo educativo na definição dos rumos da Instituição de ensino; 67

69 20.5 Dar condições para que as escolas desempenhem projetos pedagógicos abordando temas relacionados aos valores éticos, à cidadania, ao convívio social, à expansão da cultura, Lazer e turismo, à pesquisa, à elevação do conhecimento em cada área de estudo, com autonomia pedagógica, administrativa e financeira, dentro dos limites legais. 68

70 ANEXO II - INDICADORES PARA MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA EVOLUÇÃO DAS METAS DO PME Meta 1: Educação Infantil Indicador 1A Percentual da população de 4 e 5 anos que frequenta a escola. Informações necessárias: População de 4 e 5 anos que frequenta a escola. População de 4 e 5 anos de idade. Fonte oficial: IBGE/Censo Populacional (Abrangência Municipal) Cálculo: Indicador 1B Percentual da população de 0 a 3 anos que frequenta a escola Informações necessárias: População de 0 a 3 anos de idade que frequenta a escola. População de 0 a 3 anos de idade. Fonte oficial: IBGE/Censo Populacional (Abrangência Municipal) Cálculo: Meta 2: Ensino Fundamental Indicador 2A Percentual da população de 6 a 14 anos que frequenta a escola. Informações necessárias: População de 6 a 14 anos de idade que frequenta a escola. População de 6 a 14 anos de idade. 69

71 Fonte oficial: IBGE/Censo Populacional (Abrangência Municipal) Cálculo: Indicador 2B Percentual de pessoas de 16 anos com pelo menos o ensino fundamental concluído. Informações necessárias: População de 16 anos de idade com 9 anos ou mais anos de estudos. População com 16 anos de idade. Fonte oficial: IBGE/Censo Populacional (Abrangência Municipal) Cálculo: Meta 3: Ensino Médio Indicador 3A Percentual da população de 15 a 17 anos que frequenta a escola. Informações necessárias: População de 15 a 17 anos de idade que frequenta a escola. População de 15 a 17 anos de idade. Fonte oficial: IBGE/Censo Populacional (Abrangência Municipal) Cálculo: Indicador 3B Taxa líquida de matrícula no ensino médio. Informações necessárias: População de 15 a 17 anos de idade que frequenta o ensino médio. População de 15 a 17 anos de idade. 70

72 Fonte oficial: IBGE/Censo Populacional (Abrangência Municipal) Cálculo: Meta 4: Inclusão Indicador 4 Percentual da população de 4 a 17 anos com deficiência que frequenta a escola. Informações necessárias: População de 04 a 17 anos de idade que declarou ter alguma dificuldade permanente de enxergar, ouvir, caminhar ou subir degraus ou apresenta deficiência mental/intelectual permanente e que frequenta a escola. População de 04 a 17 anos de idade que declarou ter alguma dificuldade permanente de enxergar, ouvir, caminhar ou subir degraus ou apresenta deficiência mental/intelectual. Fonte oficial: IBGE/Censo Populacional (Abrangência Municipal) Cálculo: Meta 5: Alfabetização Infantil Indicador 5 Taxa de alfabetização de crianças que concluíram o 3º Ano do ensino fundamental. Informações necessárias: Crianças do 3º Ano do Ensino Fundamental consideradas alfabetizadas de acordo com a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) Crianças do 3º Ano do Ensino Fundamental avaliadas pela ANA 71

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