TEMA: PLANO DECENAL DE ESPORTE E LAZER 110 PONTOS EM 110 ANOS PARA PROJETAR O BRASIL ENTRE OS 110 MAIS. CARTILHA DE ORIENTAÇÕES

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1 TEMA: PLANO DECENAL DE ESPORTE E LAZER 110 PONTOS EM 110 ANOS PARA PROJETAR O BRASIL ENTRE OS 110 MAIS. CARTILHA DE ORIENTAÇÕES

2 Organizadora Cássia Damiani Elaboradores Andréa Nascimento Ewerton Alcides dos Anjos Leitão Bianca Alves Silveira Cássia Damiani Cláudia Marins de Souza Gisele da Silva Barbieri Juliana de Oliveira Freire Ricardo Ferreira Garcia Comissões Comissão Executiva Coordenação Executiva Comissão de Operações Comissão de Mobilização Comissão de Sistematização Comissão Organizadora Nacional Associação Nacional de Dirigentes de Instituições de Ensino Superior - ANDIFES Associação Brasileira da Indústria do Esporte ABRIESP Associação Nacional de Secretários Municipais de Esporte e Lazer Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte - CBCE Comissão de Estudos Jurídicos Desportivos - CEJD Comitê Olímpico Brasileiro COB Comitê Paraolímpico Brasileiro Confederação Brasileira de Clubes - CBC Confederação Brasileira de Desporto Escolar - CBDE Confederação Brasileira de Desporto Universitário CBDU Confederação Brasileira de Futebol - CBF Conselho Federal de Educação Física CONFEF Comissão Nacional de Atletas CNA Fórum Nacional de Secretários e Gestores Estaduais de Esporte e Lazer Frente Nacional de Prefeitos FNP Frente Parlamentar do Esporte - Câmara dos Deputados Ministério da Ciência e Tecnologia MCT Ministério da Cultura MinC - Secretaria Executiva Ministério da Educação MEC - Secretaria Executiva Ministério da Saúde MS - Secretaria Executiva Organização Nacional de Entidades do Desporto ONED Rede Esporte pela Mudança Social REMS Secretaria Nacional de Juventude Sistema S (SESC/SESI) União Nacional dos Estudantes UNE

3 Apresentação Hoje, no Brasil considera-se a Política Nacional de Esporte uma questão de Estado. Isso significa tratar o Esporte como dever do estado e direito dos cidadãos brasileiros. O Ministério do Esporte, criado pela Medida Provisória 103, de 1º de janeiro de 2003, tem como missão formular e implementar políticas públicas inclusivas e de afirmação de esporte e lazer como direitos sociais dos cidadãos, colaborando para o desenvolvimento nacional e humano. A Conferência Nacional do Esporte, instituída por decreto presidencial em , tem um papel fundamental para consolidação de esporte e lazer como direitos sociais. Essa é uma tarefa de grandes dimensões, porque passa pelo reconhecimento do papel que a atividade esportiva e de lazer desempenha em nossas vidas. Trata-se de quebrar mitos e preconceitos e de assegurar maior transparência e participação popular no processo de gestão esportiva e de lazer. O esporte e o lazer podem constituir fator de desenvolvimento sociocultural e econômico, gerador de emprego e renda. Criando uma dinâmica econômica em cadeia, com efeitos na indústria que produz material esportivo, no comércio que o distribui, na realização de eventos, no turismo, na promoção comercial, nas empresas prestadoras de serviços, enfim, em todos os setores. Também é um componente fundamental na afirmação da identidade nacional, fator de unidade em nossa diversidade cultural. Em todos os sentidos, é enorme a contribuição que as Conferências Nacionais do Esporte podem dar ao País. Sua finalidade central é democratizar a elaboração de Políticas na área de Esporte e Lazer, envolvendo e valorizando a participação de todos os segmentos da sociedade brasileira, com o fim de avançar na criação de mecanismos de controle e investimentos realmente eficazes e de uma política diferenciada para o desenvolvimento de regiões menos favorecidas. A I Conferência Nacional do Esporte, realizada em junho de 2004, com o tema "Esporte, Lazer e Desenvolvimento Humano", contou com a realização de 60 conferências municipais, 116 conferências regionais e 26 estaduais e do distrito federal, envolvendo cerca de 873 municípios tendo possibilitado a participação de cerca de 83 mil pessoas em todo processo. Teve como resultado a indicação das potencialidades e dificuldades do esporte nacional, a aprovação dos referenciais para uma nova Política Nacional do Esporte, com forte ênfase na inclusão social e da Resolução de criação do Sistema Nacional de Esporte e Lazer. A II Conferência Nacional do Esporte, realizada em maio de 2006, com o tema Construindo o Sistema Nacional de Esporte e Lazer, contou com a realização de 326 conferências municipais e regionais e 27 estaduais e do distrito federal, envolvendo cerca de municípios tendo possibilitado a participação de mais de 44 mil pessoas em todo processo. Buscou abrigar uma discussão aprofundada e uma reflexão avaliativa da implementação da Política de Esporte no Brasil, visando a (re) construção do Sistema Nacional de Esporte e Lazer, tendo em conta as esferas local, municipal, regional, estadual e federal, os poderes, às instâncias e instituições que o constituem, bem como as responsabilidades sociais que lhe competem, procurando avançar na articulação das ações dos agentes que 1 Anexo I Decreto de 21 de Janeiro de 2004 III Conferência Nacional do Esporte

4 atuam nesse segmento, oferecendo à sociedade serviços de qualidade que garantam o acesso ao esporte e lazer como direitos sociais. Teve como resultado, a definição das bases do Sistema Nacional de Esporte e Lazer, a conquista da Lei de Incentivo ao Esporte, a reestruturação do Conselho Nacional do Esporte, o aperfeiçoamento da gestão dos programas Segundo Tempo, Esporte e Lazer da Cidade e o Bolsa Atleta, o fomento à produção e divulgação do conhecimento de esporte e lazer, a deflagração do processo do Diagnóstico Nacional de Esporte, o fortalecimento do campo institucional do esporte com a criação de órgãos próprios de gestão de esporte e lazer, a revisão de quesitos importantes da legislação do esporte, o impulso ao esporte olímpico e paraolímpico com a realização dos Jogos Pan-americanos e a conquista da sede da Copa do Mundo 2014 e dos Jogos Olímpicos de Buscando dar continuidade às conquistas até agora alcançadas, estamos em pleno processo de organização da III Conferência Nacional do Esporte, com o foco: A Construção do Plano Decenal, que tem como objetivo definir diretrizes, metas e compromissos para o desenvolvimento de esporte e lazer para os próximos dez anos, e o Projeto de lei do SNEL, entendendo esse Plano como necessário para direcionar as ações do conjunto dos atores compreendidos no segmento de esporte e lazer em todo o território nacional. A III Conferência Nacional será organizada em etapas não eletivas (Preparatória e Livre) e eletivas (municipal ou regional; estadual) e por fim a Etapa Nacional. Em todas essas etapas a participação dos governos municipais e estaduais, da sociedade civil e da comunidade de esporte e lazer será fundamental para propiciar um espaço legítimo de participação de todos os brasileiros e brasileiras, sendo marcado pela livre manifestação, o cotejo dos distintos interesses que permeiam a configuração do mundo esportivo, o respeito às diferenças e a busca da nossa integração social e cultural ampla, contemplando diferentes etnias, gêneros e necessidades. Seu objetivo é produzir respostas à sociedade, por meio da proposição de políticas e projetos e a indicação de ações práticas. Esta cartilha visa oferecer subsídios para a realização dessas etapas, apresentando desde os Objetivos da III Conferência Nacional do Esporte (III Temário,esclarecimento sobre as Etapas Estaduais, Municipais (e/ou Regionais), e Nacional; Apresentação e utilização dos Materiais da III CNE; Opções Metodológicas; Diretrizes gerais; Sistematização; Proposta de Fluxograma para realização das Conferências; Fale Conosco para esclarecimento permanente de dúvidas; Trata-se de um guia para orientar a dinâmica dos debates em cada uma de suas etapas, para que a III CNE tenha propostas claras e concisas que facilitem a compreensão dos participantes e contribuam efetivamente para o desenvolvimento do Esporte e Lazer. Bom Trabalho a todos (as) Comissão Organizadora Nacional

5 Sumário 1. Objetivos da Cartilha Proposta Organizativa Temário da III CNE Objetivos da III Conferência Nacional do Esporte Etapas Dúvidas mais freqüentes e respostas Apresentação e utilização dos materiais orientadores da III CNE Diretrizes Gerais de Sistematização e elaboração do Relatório Anexos...19 III Conferência Nacional do Esporte

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7 1. Objetivos da cartilha 1.1. Geral Esta publicação foi elaborada para facilitar o trabalho das Comissões Organizadoras Estaduais e Municipais e/ou Regionais da III Conferência Nacional de Esporte, trazendo orientações, dicas e sugestões referentes à organização e realização das Conferências nos estados e municípios. Sugere opções e alternativas metodológicas que possibilitem integrar e inter-relacionar os produtos gerados a partir das conferências realizadas. Com o intuito de contribuir na composição dos debates da Conferência Nacional. Portanto, há espaço para inovar, criar e construir outras possibilidades metodológicas que forem mais apropriadas para cada Comissão Organizadora, à luz das suas realidades, potencialidades e desafios, e de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo Regulamento da III Conferência Nacional do Esporte Específicos Esta cartilha está estruturada de forma a atender três questões centrais no trabalho das Comissões Organizadoras: Visualização dos direitos e deveres das Comissões Organizadoras, ou seja, explicitando quais são as responsabilidades de cada parceiro nesta construção coletiva, à luz das diretrizes estabelecidas, sobretudo, pelo Regulamento da III CNE; Opções metodológicas para as Conferências Municipais e/ou Regionais e Estaduais, oferecendo possibilidades de programação para a realização destas conferências-uma sugestão para facilitar o trabalho das Comissões Organizadoras Estaduais e Municipais; Diretrizes para a Sistematização, trazendo orientações importantes para a padronização dos relatórios que serão elaborados a partir de cada conferência, possibilitando sua sistematização para posterior discussão nas etapas seguintes, em especial na Conferência Nacional. Esperamos que as informações aqui organizadas colaborem com o trabalho das Comissões Organizadoras (Estaduais e Municipais). O intuito é tornar as conferências espaços acessíveis de encontro, interação, articulação e formação de pessoas, permitindo, de maneira democrática, debates, priorização de idéias e de propostas; eleição de delegados e o fortalecimento da Política Nacional de Esporte. É fundamental a atuação de todas as Comissões Organizadoras (Nacional, Estaduais e Municipais e/ ou Regionais), em parceria com os Representantes Estaduais, com as Comissões de Organização do Ministério do Esporte: Executiva, Operações, Mobilização e Sistematização. 2. Proposta Organizativa Para a elaboração, organização e execução das Conferências, sugere-se a estruturação do seguinte organograma e suas respectivas atribuições: a. Comissão Organizadora Atribuições: Elaborar, organizar e executar todo o processo da etapa equivalente. b. Comissão Executiva Atribuições: Elaboração do Projeto Executivo, Coordenação Política da III CNE em sua etapa equivalente e articulação das deliberações junto a Comissão Organizadora c. Comissão de Operações Atribuições: Elaboração do planejamento, termos e projetos para contratação de toda a logística, coordenação de comunicação e imprensa, coordenação de site e sistemas de registros de dados, coordenação administrativa. d. Comissão de Mobilização Atribuições: Elaboração, execução e monitoramento do plano de mobilização, mapeamento geográfico 9 III Conferência Nacional do Esporte

8 e por segmento, capacitação de comissões locais e capacitação de delegados. e. Comissão de Sistematização Atribuições: Capacitação de sistematizadores locais, divulgação e orientação a partir dos textos orientadores, registros e sistematização das propostas elaboradas nas conferências, elaboração dos relatórios de propostas para envio a etapa subsequente. 3. Temário da III CNE 3.1. Premissa A Participação Social se traduz cada vez mais em Políticas Públicas inclusivas e ampliadoras da Cidadania, e se consolida como Política de Estado a partir do momento em que chama a sociedade para: Organizar demandas comuns Articular-se com o Estado Divulgar e materializar os avanços do esporte e lazer Participar da elaboração das políticas públicas Ampliar e qualificar o Controle social Apresentando portando dois grandes desafios, que nos demandam ações específicas para alcançá-los: 3.2. Ampliação da participação Aumentar o número de municípios envolvidos Ampliar o número de etapas Diversificar e incluir novos segmentos Organizar os segmentos 3.3. Qualificação do debate Conferências livres temáticas ou segmentos específicos Capacitar os agentes mobilizadores e sistematizadores Fomentar fóruns e debates dos parceiros 3.4. Tema Plano Decenal de Esporte e Lazer- 10 pontos, em 10 anos para projetar o Brasil entre os 10 mais. Linhas Estratégicas O Plano Decenal compõe-se de 10 macro-campos de acumulação que são as linhas estratégicas que estruturam as políticas de esporte e lazer a serem realizadas pelo governo federal e refletidas nos estados e municípios. O conteúdo das linhas estratégicas que deverá ser debatido pelos cidadãos brasileiros é composto por ações e metas. A ação é a proposta contendo uma idéia forte que contemple uma iniciativa a ser materializada, elaborada em até 3 linhas. A meta é o que se espera alcançar qualitativa e quantitativamente, apresentando-se indicador que balize a materialização da ação de maneira clara. As ações do Plano Decenal devem ser contínuas e interligadas, tendo como horizonte estratégico para realização e cumprimento das metas, o prazo de dez anos. Portanto, a definição de prazos mínimos, como pontos de controle para a execução da meta estabelecida, serão apresentados em Planos Estratégicos de Gestão subseqüentes aos desdobramentos do Plano Decenal de Esporte e Lazer. Assim como os responsáveis ou parceiros aos quais compete partilhar os compromissos para efetivar as ações deliberadas na III Conferencia Nacional do Esporte. As informações necessárias para o debate do Plano Decenal de Esporte e Lazer estão contidas no Texto Básico disponibilizado no material de orientações da III CNE. As linhas estratégicas são: 01. Sistema Nacional de Esporte e Lazer 02. Formação e Valorização Profissional 03. Esporte, Lazer e Educação 04. Esporte, Saúde e Qualidade de Vida 05. Ciência, Tecnologia e Inovação 06. Esporte de Alto Rendimento 07. Futebol 08. Financiamento do Esporte 09. Infraestrutura Esportiva 10. Esporte e Economia III Conferência Nacional do Esporte 10

9 4. Objetivos da III Conferência Nacional do Esporte 4.1. Geral Discutir e aprovar o Plano Decenal de Esporte e Lazer com linhas estratégicas e ações, visando ao desenvolvimento de esporte e lazer no país Objetivos Específicos Consolidar as políticas públicas de esporte e lazer como políticas de Estado Consolidar o espaço de diálogo entre o estado e a sociedade Mobilizar estados e municípios para aperfeiçoar a estruturação institucional e política de esporte e lazer; Promover ampla mobilização, articulação e participação popular em torno da construção do Plano Decenal de Esporte e Lazer; Avançar na construção do Sistema Nacional de Esporte e Lazer apontado na II CNE, mediante a concretização de um Plano Decenal de Esporte e Lazer Reforçar a necessidade de ampliar o orçamento do esporte campanha do 1% para o esporte 5. Etapas 5.1. Não-eletivas Preparatórias e Livres 5.2. Eletivas Municipais (e/ou Regionais) Estaduais e do DF Nacional 5.3. Detalhamento das Etapas Etapa Livre: As Conferências Livres não são processos que competem ou concorrem com as etapas municipais e estaduais, muito pelo contrário, elas ampliam e estimulam a participação de novos atores em todo o processo da Conferência Nacional. O nome Livre significa que estas etapas têm maior liberdade para sua construção. Têm caráter mobilizador, consultivo e propositivo, podem ser promovidas sob vários arranjos e âmbitos da sociedade civil e do poder público, não elegem delegados/as e poderão ter suas propostas encaminhadas a Conferência Nacional, com vista a subsidiar os delegados na Etapa Nacional no momento de deliberações das propostas nos grupos de trabalho onde serão debatidas as linhas estratégicas. As Conferências Livres serão consideradas válidas quando reunirem, no mínimo, 10 participantes, se forem cadastradas e validadas no site, bem como realizar o procedimento do envio do relatório no mesmo. Qualquer pessoa ou entidade pode realizar uma Conferência Livre. Não há limite para isso. Dica: quanto mais envolvidos na Conferência Livre, maior será a representatividade das suas propostas. As pessoas que desejam organizar uma Conferência Livre podem estabelecer contato com alguma entidade mais próxima, como por exemplo, uma associação de bairro, grupos culturais, esportivos, etc. Quem sabe isto seja um bom motivo para se aproximar com mais força da temática esporte e lazer? Participantes: Poder Público e Sociedade Civil Etapas Preparatórias: Serão organizadas pelo poder público e/ou representações da sociedade civil, não elegem delegados/as e podem contribuir com proposições às Conferências dos seus respectivos municípios e estados. As Conferências Preparatórias serão consideradas válidas se realizadas de acordo com o calendário estipulado para realização da Municipal ou Estadual de sua localidade. Participantes: Poder Público e Sociedade Civil 11 III Conferência Nacional do Esporte

10 Etapas Municipais / Regionais e Estaduais: A Etapa Municipal poderá ser realizada pelo Município ou, quando for o caso, pelo agrupamento destes em Etapa Regional. É responsabilidade da Etapa Municipal / Regional, eleger os delegados e propostas para a Etapa Estadual. Para a realização de cada Etapa Municipal / Regional, Estadual e do Distrito Federal, deverá ser constituída uma comissão organizadora. Os órgãos governamentais responsáveis pela gestão do esporte no âmbito de cada etapa constituirão as respectivas comissões organizadoras, garantindo pluralidade de segmentos em sua composição, a exemplo da Comissão Organizadora Nacional. Cabe a cada comissão organizadora municipal/ regional e estadual elaborar, aprovar, divulgar e zelar pelo cumprimento do regulamento e regimento da etapa, em harmonia com as normas estabelecidas pelo Regulamento Geral. A III Conferência Nacional do Esporte, em suas etapas municipais e estaduais, será presidida pelos gestores dos órgãos responsáveis pelo esporte nos respectivos municípios ou estados. A realização das Etapas Municipais / Regionais deverá estar de acordo com o regulamento e regimento de seu respectivo estado. É responsabilidade da Etapa Estadual eleger os delegados e propostas para a Etapa Nacional. Todas as conferências devem ser cadastradas e validadas no site, bem como realizar o procedimento de envio do relatório no mesmo. Participantes: Poder Público e Sociedade Civil Etapa Nacional: Espaço consultivo e deliberativo das políticas públicas. Desenvolve o debate a partir do Texto Básico e das contribuições das propostas de resolução aprovadas nas Etapas Estaduais. 6. Dúvidas mais freqüentes e respostas Qual a relação das Comissões Organizadoras Estaduais e Municipais com as Conferências Livres? R: Como o próprio nome diz, o caráter de liberdade é o que caracteriza as Conferências Livres, de caráter mobilizador e propositivo, podem ser promovidas nos mais variados âmbitos da sociedade civil, não PROPOSTA DE FLUXOGRAMA PARA REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS III Conferência Nacional do Esporte 12

11 elegem delegados/as e podem contribuir com as proposições à Conferência Nacional. O Regulamento deixa bem claro que não há qualquer relação de subordinação entre as Conferências Livres e as Conferências Municipais ou regionais e Estaduais e do DF, ou seja, aquelas podem encaminhar as propostas diretamente para a Etapa Nacional. Recomenda-se que cada Comissão Organizadora Municipal procure verificar o andamento das Conferências Livres realizadas na área do seu município, como forma de diálogo para que seus participantes também se integrem nos debates da Conferência Municipal ou regional, Estadual e do DF. Vale lembrar que as Comissões têm à sua disposição o site, que será um espaço de divulgação e articulação virtual das Conferências Livres de todo o país, e que a Comissão Nacional será a responsável pelo recebimento dos relatórios de todas as Conferências Livres que forem realizadas. Qual a relação das Conferências Preparatórias com as Conferências Municipais e Estaduais? E quais são as diferenças e semelhanças entre as Conferências Preparatórias e as Conferências Livres? R: As Conferências Preparatórias ocorrem no âmbito do Poder Público e Sociedade Civil local, têm caráter mobilizador e propositivo, não elegem delegados/as e podem contribuir com proposições às Conferências dos seus respectivos municípios e estados. Neste caso, também se verifica que as proposições das Conferências Preparatórias podem ser debatidas e deliberadas nas Conferências Municipais ou regionais e as Estaduais e do DF subseqüente e só serão encaminhadas a nacional se deliberadas nesses espaços, Quais as principais semelhanças e diferenças entre as Conferências Preparatórias e as Conferências Livres: Semelhança: Ambas não elegem delegados/as; tem caráter mobilizador e consultivo; e podem contribuir com proposições. Diferença: As Preparatórias só podem contribuir com proposições às Conferências dos seus respectivos municípios e estados e as Livres podem ter suas propostas diretamente encaminhadas a Conferência Nacional. O que se espera das Comissões Organizadoras Municipais (e/ou Regionais) e Estaduais I. Seguir o Regulamento Nacional II. Trabalhar de forma articulada a fim de integrar as áreas dos governos relacionadas ao tema esporte e lazer. III. Planejar, organizar e coordenar a Conferência Municipal ou Estadual de forma a garantir pleno acesso a todos (de acordo com o âmbito de atuação da Comissão Organizadora). IV. Responsabilizar-se pela condução democrática do processo de discussão das Conferências, permitindo a mais ampla e diversificada participação. V. Encaminhar com antecedência de 30 dias convite formal ao Ministério do Esporte para participação de autoridades do Governo Federal nas Conferências. VI. Responsabilizar-se pela sistematização da Conferência (preenchimento do relatório em formulário específico no site) VII. Nos casos das Conferências Estaduais, cadastrar no site os delegados eleitos para a Etapa Nacional e seus respectivos suplentes VIII. Utilizar as logomarcas (Brasil um país de todos, Ministério do Esporte e identidade visual da Conferência Nacional) em todos os materiais de divulgação e peças produzidas para as Conferências. IX. Utilizar as ferramentas disponíveis, em especial: Site, formulários apresentações e demais modelos de orientação disponibilizados anexos a essa cartilha e disponibilizados no site. X. Organizar a distribuição dos materiais da Conferência (Cartaz, Folder, Texto-base e Coletâneas) nas Conferências Livres, Municipais e/ou Regionais e Estaduais. XI. Manter atualizado os dados e informações junto a Comissão Organizadora Nacional 7. Apresentação e utilização dos materiais orientadores da III CNE Visando promover auxílio para que os Estados e Municípios disponham de materiais orientadores 13 III Conferência Nacional do Esporte

12 para tornar o debate da III CNE o mais amplo possível, o Ministério do Esporte buscou alguns subsídios para as discussões e os procedimentos necessários à realização das Etapas Municipais (e/ ou Regionais) e Estaduais e organizou os seguintes instrumentos: Estrutura geral da III CNE Orientações e informações sobre a metodologia e organização Modelos de formulários, relatórios e planejamento das Etapas 7.1. Publicações Coletânea Esporte e Lazer Política de Estado Caderno I: Resoluções da I CNE e Política Nacional do Esporte. Caderno II: Textos preparatórios da II CNE, Resoluções da II CNE, Relatório da Reunião de Especialistas sobre o Sistema Nacional de Esporte e Lazer e Pressupostos da Concepção do Sistema Nacional de Esporte e Lazer Caderno III: Apresentação dos principais programas, projetos e ações das Secretarias Nacionais Texto Básico Plano Decenal de Esporte e Lazer Texto que comitam orientações para eleger prioridades a partir de linhas estratégicas, apresentando dez ações com, no máximo, quatro metas por ação. Cartilha de Orientações Manual de Organização orientações e ferramentas para facilitar o trabalho das Comissões Organizadoras Municipais (e/ou Regionais) e Estaduais. Contendo: Orientação para organização das etapas não eletivas e eletivas Orientação para o debate do tema central da III CNE Propostas de regimento para as etapas eletivas 7.2. Site Este espaço além de ser um instrumento privilegiado de qualificação da comunicação, socializando em tempo real todos os materiais utilizados na realização das Conferências, divulgando os principais acontecimentos é também uma ferramenta de registro de dados e monitoramento das etapas, sendo disponibilizado um sistema de operações com cadastro de etapas, cadastro de delegados, cadastros de relatórios, o que possibilitará uma maior confiabilidade dos dados registrados. Portanto para a compreensão, divulgação e uso dessa ferramenta convidamos todos os parceiros responsáveis pela organização de uma etapa a conhecer nosso site: conferencianacional 1. Início 2. O que é 3. Quem Participa 4. Etapas 5. Etapas não eletivas (preparatória e Livre) 6. Etapas eletivas (municipais e/ou regionais, Estaduais) 7. Etapa Nacional 8. Contatos- espaço que disponibilizará nome, telefone e da equipe responsável pela CNE Comissão Executiva Comissão de Operações Comissão de Mobilização Comissão de Sistematização Comissão Organizadora Nacional Gestores Estaduais e COES (Comissão Organizadora Estadual) 9. Calendário 10. Legislação III Conferência Nacional do Esporte 14

13 Portarias Regulamento Regimento Leis afins ( Estatuto, Lei Pelé, Timemania, entre outras) 11. Documentos Coletânea Esporte e Lazer Política de Estado Apresentações III CNE Cartilha de Orientação Formulários (relatórios de propostas, relatórios de etapas, credenciamento, cadastros de delegados) Texto Básico Caderno de Resolução Guia do Participante Documento Final 12. Divulgação Folder Banner Cartaz Vídeo Institucional Logomarca 13. Histórico II CNE I CNE 14. Cadastro de Etapas Espaço destinado a apresentação de proposta da realização de Etapas Livres, Preparatórias, Municipais e/ou Regionais, Estaduais 15. Cadastro de Relatório Para confirmação da realização da etapa cadastrada, envio de dados de número de participantes e municípios envolvidos. No caso de Etapas Livres e Estaduais esse campo contemplará o envio das propostas de resoluções a serem tratadas pela Equipe de Sistematização, para composição do caderno de resoluções a ser debatido na Etapa Nacional 16. Cadastro de Delegados (Etapa Estadual) Esse espaço só poderá ser preenchido pelo login e senha das COE s, e será transmitido para emissão de passagens e hospedagem e para o credenciamento da Etapa Nacional. 17. Cadastro de Comissão Organizadora (Municipal ou Estadual) 18. Destaques Agenda Fotos Notícias 19. Fale conosco Espaço destinado a receber as reclamações, elogios, sugestões e tirar as dúvidas dos usuários, será organizado por região para agilizar o atendimento (regiões Norte /Nordeste 1 atendente responsável, regiões Centro-oeste e Sul- 1 atendente responsável, região Sudeste- 1 atendente responsável) 20. Área Restrita Espaço desenvolvido para: Acompanhamento das etapas cadastradas, emissão de relatórios contendo número de participantes, de etapas realizadas, de estados e municípios envolvidos e tipo de entidade organizadora. Monitoramento pela comissão de mobilização para subsidiar a tomada de decisões junto aos estados e municípios com vista a garantir a ampliação e capilaridade das etapas. Coleta de propostas de resoluções pela comissão de sistematização, com vista ao registro e elaboração do caderno de resolução a ser votado na Etapa Nacional. Passo a Passo para cadastrar uma Comissão Organizadora: Acesse Clique em cadastrar Comissão Organizadora (obrigatório para etapas municipais ou regionais e Estaduais) Insira dados de cada entidade representada na comissão Clique em incluir até concluir todas as entidades e seus respectivos representantes 15 III Conferência Nacional do Esporte

14 Clique em finalizar, quando estiver encerrada a composição da Comissão Depois de finalizado, caso seja necessário alteração, envie para com a nova entidade, seu respectivo representante e a justificativa para a alteração. Passo a Passo para cadastrar uma Etapa: Acesse Clique em CADASTRE-SE Selecione o tipo de Etapa: Livre, Preparatória, Municipal ou Regional e Estadual Preencha o cadastro Clique em enviar Se sua Etapa for cadastrada com sucesso, será gerado mensagem de confirmação A Etapa cadastrada será analisada e após validação pela Comissão Executiva, será enviado por senha e login de acesso à área restrita e passará a constar na Agenda Seu acesso para acompanhar a validação de sua etapa e alimentar as informações sobre ela, passa a ser via área restrita, com a senha e login fornecido Caso haja alteração de data de realização da Etapa cadastrada, terá que ser feita a atualização da data com cinco dias de antecedência por meio da área restrita Após sete dias da realização da Etapa deverá ser cadastrado o Relatório para confirmação da realização da mesma e registros das informações Passo a passo para cadastrar um relatório: Acesse Clique em Cadastro de Relatório Digite seu login e senha Selecione a sua etapa cadastrada Preencha com atenção todos os dados solicitados Anexe fotos, lista de participantes e outros documentos de registro dessa realização. Clique em enviar 8. Diretrizes Gerais de Sistematização e elaboração do Relatório. As propostas debatidas em todas as etapas da Conferência Nacional deverão ser sistematizadas para registro e documentação. No caso das Etapas Estaduais essa sistematização serão as resoluções a serem debatidas e deliberadas na Etapa Nacional. O que debater? As Linhas Estratégicas do Plano Decenal de Esporte e Lazer, indicadas no Texto Básico da III CNE, suas respectivas ações e metas a serem realizadas num prazo de dez anos. O que votar? As ações e metas, contidas nas Linhas Estratégicas do Plano Decenal de Esporte e Lazer. Como qualificar o debate? Buscando subsídios nos textos de apoio, denominados Coletânea Esporte e Lazer - Políticas de Estado, que contem os documentos das Conferências anteriores, ampliando conhecimentos sobre o conteúdo das Linhas Estratégicas do Plano Decenal de Esporte e Lazer que representam os principais acúmulos em políticas públicas nesse setor. Essa Coletânea está disponível no site conferencianacional. Como fazer o debate? Devem ser organizados grupos de trabalho para debater todas as Linhas Estratégicas, partindose do Texto Básico, cabendo aprovar, substituir, ou III Conferência Nacional do Esporte 16

15 acrescentar novas ações e metas a serem realizadas no prazo de dez anos. Os grupos poderão ser organizados de acordo com o modelo estabelecido pelo regimento local. Como fazer a sistematização? Sugere-se que seja escolhido um sistematizador para cada grupo de trabalho que, após o debate e a votação do Texto Básico, apresente o relatório a ser encaminhado para a etapa subseqüente com as emendas substitutivas, supressivas ou aditivas conforme estabelecido no Regulamento Geral e no regimento da etapa em realização. Procedimentos para a sistematização do trabalho em grupo : Cada grupo de trabalho deve apresentar as propostas do Texto Básico, abrir o debate com a plenária e encaminhar para a equipe de sistematização. Após o Trabalho em grupo, a equipe de sistematização: Recolhe, confere e organiza os relatórios com as propostas de ação de cada grupo acerca das linhas estratégicas do Plano Decenal; Verifica a ocorrência de propostas semelhantes e sugere a fusão destas em uma única redação, mantendo também, no relatório, as propostas originais; Prepara a apresentação do relatório para a plenária final com auxílio de facilitadores e participantes do grupo. Formato para apresentação do relatório para plenária final das etapas: As emendas devem especificar a linha estratégica e o número da proposta; Indicar o tipo de emenda (supressiva, substitutiva e/ou aditiva); Apresentar o novo texto da proposta. A equipe de sistematização também terá a atribuição de analisar a redação das moções apresentadas pelos participantes no grupo. Como enviar: Após a realização das Etapas deve ser preenchido relatório, conforme formulários que estão disponibilizados pelo Ministério do Esporte, no site contendo, no máximo, dez propostas de ação e suas respectivas metas, no máximo de até quatro metas por ação. As Comissões Organizadoras deverão cadastrar o relatório no site até sete dias, após a realização da Etapa. 17 III Conferência Nacional do Esporte

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17 Anexos

18 9.1. Anexo I DECRETO DE 21 DE JANEIRO DE 2004 Institui a Conferência Nacional do Esporte e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea "a", da Constituição, DECRETA: Art. 1º- Fica instituída a Conferência Nacional do Esporte, a se realizar sob a coordenação do Ministério do Esporte. Art. 2º- A Conferência Nacional do Esporte será presidida pelo Ministro de Estado do Esporte e, na sua ausência ou impedimento eventual, pelo Secretário-Executivo desse Ministério. Art. 3º- O Ministro de Estado do Esporte expedirá o regulamento da Conferência Nacional do Esporte, dispondo sobre a organização, funcionamento, periodicidade, etapas de sua realização e escolha dos delegados. Art. 4º- A primeira reunião da Conferência Nacional do Esporte, em sua Etapa Nacional, acontecerá em Brasília, Distrito Federal, no 2º trimestre de 2004, cabendo ao Ministro de Estado do Esporte definir a data de sua realização. Art. 5º- Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 21 de janeiro de 2004; 183º da Independência e 116º da República. Este texto não substitui o publicado no DOU de LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA AGNELO SANTOS QUEIROZ FILHO III Conferência Nacional do Esporte 20

19 9.2. Anexo II PORTARIA Nº 009, DE 14 DE JANEIRO DE Torna pública a realização da III Conferência Nacional do Esporte e dá outras providências. O MINISTRO DO ESPORTE no uso das atribuições que lhe confere o inciso I do parágrafo único do artigo 87 da constituição e tendo em vista o disposto no Decreto de 21 de Janeiro de 2004, resolve: Art 1º- Tornar pública a realização da III Conferência Nacional do Esporte, tendo como objetivo aprovar o Plano Decenal do Esporte com diretrizes, metas e compromissos para o desenvolvimento do esporte e do lazer para os próximos dez anos. Art. 2º - A III Conferência Nacional do Esporte ocorrerá nos seguintes períodos: I- Etapas Não Eletivas Preparatórias e Livres de 02/03/2009 a 30/08/2009, II- Etapas Eletivas Municipais ou Regionais de 01/04/2009 a 31/07/2009, III- Etapas Estaduais e do Distrito Federal de 01/07/2009 a 31/08/2009 IV- Etapa Nacional de 17 a 20/11/2009. Art.3º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. WADSON NATHANIEL RIBEIRO Secretário Executivo/ME 21 III Conferência Nacional do Esporte

20 9.3. Anexo III PORTARIA Nº 13, DE 26 DE JANEIRO DE 2010 Torna pública a realização da III Conferência Nacional do Esporte, aprova o seu regulamento geral e delega a sua presidência ao Secretário Executivo do Ministério do Esporte. O MINISTRO DE ESTADO DO ESPORTE, no uso das atribuições que lhe confere o inciso I do parágrafo único do artigo 87 da Constituição Federal e tendo em vista o disposto no Decreto não numerado, de 21 de janeiro de 2004, resolve: Art 1º- Tornar pública a realização da III Conferência Nacional do Esporte, tendo como objetivo aprovar o Plano Decenal do Esporte e Lazer, estabelecendo linhas estratégicas, ações, metas, responsáveis, para o desenvolvimento do esporte e do lazer para os próximos dez anos. Art. 2º- Delegar ao Secretário Executivo do Ministério do Esporte a competência do artigo 2º do Decreto não numerado, de 21 de janeiro de 2004, para presidir a III Conferência Nacional do Esporte. Art. 3º- Aprovar o Regulamento Geral da III Conferência Nacional do Esporte, na forma do anexo desta Portaria. Art. 4º- As etapas da III Conferência Nacional do Esporte deverão ocorrer nos seguintes períodos: I- etapas não-eletivas: a) preparatórias de 29/01/2010 a 11/04/2010; e b) livres de 29/01/2010 a 05/05/2010. II- etapas eletivas: a) no âmbito municipal e/ou regionais de 01/02/2010 a 11/04/2010; e b) estaduais e do Distrito Federal de 01/03/2010 a 05/05/2010. III- etapa nacional de 03 a 06/06/2010. Art. 5º- Ficam convalidados os atos praticados nas etapas não-eletivas a partir de 25 de Janeiro de Art. 6º- Revoga-se a Portaria n.º 9, de 14 de janeiro de Art. 7º- Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ORLANDO SILVA JUNIOR Ministro do Esporte III Conferência Nacional do Esporte 22

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