Estabilidade e garantia no emprego. Conceito. Classificação. Estabilidade definitiva

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1 Estabilidade e garantia no emprego Conceito Estabilidade e garantia no emprego não se identificam, embora tenham significados muito próximos. A garantia de emprego é um instituto mais amplo que a estabilidade, a qual institui outras medidas que objetivam a manutenção do emprego. Estabilidade é o direito do trabalhador de permanecer no emprego, mesmo contra a vontade do empregador, enquanto existir uma causa relevante expressa em lei e que não permita a sua dispensa (MARTINS, 2010). A estabilidade se divide em definitiva e provisória e possui características pertinentes, as quais serão estudadas mais adiante. Com a Constituição Federal de 1988 a estabilidade decenal (CLT, art. 492) foi extinta, a chamada estabilidade absoluta, ou seja, é aquela em que o empregado não pode ser dispensado de forma alguma. Esta é, no entendimento de alguns autores, a única estabilidade propriamente dita, juntamente com a dos servidores públicos estatutários. Sendo as demais estabilidades provisórias ou garantia de emprego, termo este criticado por alguns autores, uma vez que o termo estabilidade é contrário ao termo provisório. Classificação Estabilidade definitiva A estabilidade definitiva ou absoluta atribui-se ao empregado decenal, isto é, aquele que tinha mais de 10 anos de serviços prestados para o mesmo empregador e não era optante do sistema de FGTS, tendo sido contratado antes da Constituição Federal de

2 Estabilidade decenal ou por tempo de serviço O artigo 492 da CLT redige que Art O empregado que contar mais de 10 (dez) anos de serviço na mesma empresa não poderá ser despedido senão por motivo de falta grave ou circunstância de força maior, devidamente comprovadas. Esta estabilidade perdurou até 4/10/88. A Constituição Federal, artigo 7.º, incisos II e III, procurou criar um sistema de estabilidade alternativa e dessa forma, criou o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço como um novo sistema de proteção contra a despedida arbitrária ou sem justa causa, extinguindo a antiga indenização ou estabilidade definitiva pela garantia de uma indenização compensatória. A Lei 8.036/90 que rege o FGTS, assegura a opção de retroagir no regime de fundo de garantia (art. 14, 4.º). O empregado que não optou pelo novo regime e contava com menos de 10 anos de serviços prestados ao mesmo empregador, surpreendido pela atual Constituição Federal de 05/10/1988, presume-se assegurada a indenização por tempo de serviço, cujo cálculo é feito na razão de um mês de remuneração para cada ano completo de serviço prestado ou fração igual ou superior a seis meses (CLT, art. 478). Se o contrato de trabalho deu seguimento, depois da Constituição Federal, tem esse contrato o regime denominado sistema híbrido, isto é, indenização por tempo de serviço e pelo regime do FGTS. O empregado protegido pelo instituto da estabilidade decenal, através do direito adquirido até a Constituição de 1988, só pode ser dispensado se praticar falta grave, aquelas elencadas no artigo 482 da CLT, mediante inquérito judicial para apuração da falta, ou ocorrendo força maior. Estabilidade provisória Na estabilidade temporária ou provisória, relativa à garantia de emprego, parte da doutrina costuma versar sobre aqueles trabalhadores protegidos provisoriamente contra despedidas arbitrárias, como ocorrem com gestantes, acidentados, entre outros. Gestante A gestante, dispõe o art. 10, II, b, do ADCT, possui garantia de emprego da confirmação da sua gravidez até cinco meses após o parto. A base de 118

3 início da estabilidade é a confirmação da gravidez e não sua comprovação. A garantia referida independe de ter a empresa ciência do alegado fato (TST, Súmula 244, I). Imperativo que se fique atento para que não se confunda garantia de emprego da gestante com a licença-maternidade. Com a morte do feto ou do bebê, cessa a estabilidade. A garantia de emprego é o lapso temporal em que a gestante está protegida de demissão arbitrária ou sem justa causa, enquanto que a licença-maternidade significa o período em que a gestante é afastada do trabalho para dar à luz, pelo prazo de 120 dias (CF, art. 7.º, XVIII c/c CLT, art. 392), podendo iniciar a contagem a partir do 28.º dia antes do parto, atestado pelo médico e formalizado para o empregador. Na prática, é bom ratificar que a estabilidade da gestante é muito relativa, uma vez que poderá ocorrer dispensa de forma arbitrária ou imotivada, dentro do período de estabilidade. Entretanto, reconhecida a arbitrariedade, fará jus à gestante reintegrar-se no emprego ou reparação com o pagamento de indenização compensatória. Por outro lado, quando há reintegração ao trabalho, por qualquer motivo que gere altíssimo grau de desconforto por causa da rescisão, a indenização deverá ser priorizada. Vale firmar que não cabe garantia no emprego para contratos firmados com tempo certo de duração (contratos por prazo determinado), tais como contratos de experiência, contratos de obra certa e contratos temporários. Para os regidos pela Lei 9.601/98, a garantia é condicionada ao término da vigência do contrato. O TST textualiza, através da Súmula 244, o seguinte entendimento: Súmula 244. Gestante. Estabilidade provisória. I - O desconhecimento do estado gravídico pelo empregador não afasta o direito ao pagamento da indenização decorrente da estabilidade. II - A garantia de emprego à gestante só autoriza a reintegração se esta se der durante o período de estabilidade. Do contrário, a garantia restringe-se aos salários e demais direitos correspondentes ao período de estabilidade. Não há direito da empregada gestante à estabilidade provisória na hipótese de admissão mediante contrato de experiência, visto que a extinção da relação de emprego, em face do término do prazo, não constitui dispensa arbitrária ou sem justa causa. 119

4 De acordo com o artigo 4.º-A da Lei 5.859/72, é garantido o emprego à empregada doméstica desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. A mulher que adota ou obtém guarda judicial para fins de adoção (CLT, art. 392-A), lhe é assegurado também a licença-maternidade. Essa licença-maternidade não se aplica às empregadas domésticas adotantes, pois a atividade é regida por lei específica que não prevê esse direito (Lei 5.859/72). Por fim, cabe ressaltar que o Tribunal do Trabalho tem entendido que ocorrendo aborto involuntário a estabilidade fica prejudicada. Comprovado por atestado médico oficial, a mulher terá um repouso remunerado de duas semanas, assegurado o direito de retornar à função que ocupava antes do seu afastamento (CLT, art. 395). Jurisprudência GESTANTE. ESTABILIDADE PROVISÓRIA. RECUSA NO RETORNO AO TRABALHO. RENÚNCIA. A Constituição Federal ao estabelecer o direito à estabilidade da gestante teve como objetivo proteger a empregada contra despedida arbitrária e a discriminação em virtude da maternidade, o objetivo do legislador foi propiciar a continuidade do contrato de trabalho. Recusando-se a empregada a trabalhar na empresa, sem motivo relevante, quando esta lhe coloca o emprego à disposição renuncia ao direito à garantia de emprego, pois, a Constituição assegura o direito ao emprego e não indenização. (TRT 2.ª Região. 12.ª Turma. RO Relator Marcelo Freire Gonçalves. Data: 02/03/2007). Dirigente sindical Dirigente sindical (CF, art. 8. o, VIII e CLT, art. 543, 3.º), a partir do registro de sua candidatura a cargo de direção ou representação sindical até um ano após o final do seu mandato, salvo se cometer falta grave, é estável nos termos da lei (CLT, art. 853 e e TST, Súmula 379). A estabilidade se estende ao suplente ou vice. Esta disposição estende-se aos trabalhadores rurais, atendidas as condições estabelecidas pelo art. 1.º da Lei 5.889/73. O eleito dirigente sindical só terá direito à estabilidade se exercer, na empresa, atividade pertinente à categoria profissional do sindicato para o qual foi eleito dirigente (Súmula 369, III, do TST). A mesma Súmula (no inciso IV) apregoa que, em caso de extinção da empresa onde situa a base territorial do sindicato, encerra-se também a estabilidade do dirigente sindical, pois sua representação fica prejudicada. 120

5 Para garantir o direito à estabilidade, é imprescindível que a entidade sindical comunique à empresa, por escrito, no prazo de 24 horas, o dia e a hora do registro da candidatura do empregado e sua eleição e posse, fornecendo comprovante neste sentido (CLT, art. 543, 5.º e Súmula 369, I, do TST). Finalmente, o registro da candidatura do dirigente sindical com aviso prévio em curso, indenizado ou não, não garante o direito à estabilidade (Súmula 369, V, do TST). A OJ 365 da SBDI-1 do TST aduz que o membro de conselho fiscal de sindicato não tem direito à estabilidade do dirigente sindical, porquanto não representa ou atua na defesa de direitos da categoria respectiva, tendo sua competência limitada à fiscalização da gestão financeira do sindicato. O delegado sindical, por não ocupar cargo de direção, não faz jus à garantia de emprego, conforme OJ 369 da SBDI-1 do TST. Jurisprudência ESTABILIDADE DO DIRIGENTE SINDICAL. Não cabe estabilidade provisória nem indenização ao dirigente sindical quando da extinção do setor ou do estabelecimento comercial. O instituto objetiva garantir a atividade sindical na empresa e não empregado como indivíduo. (TRT 2.ª Região. 3.ª Turma. RO Relatora Silvia Regina Pondé Galvão Devonald. Data: 27/10/2006). Diretor de CIPA O diretor de CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), a partir do registro da candidatura até um ano após o mandato (ADCT, art. 10, II, a e CLT, art. 165, caput), não poderá sofrer despedida arbitrária. Entende-se como tal, a que não se fundar em motivo disciplinar, técnico, econômico ou financeiro. Ademais, para formar a CIPA, deve existir no mínimo 20 empregados. A Súmula 339, do TST, argui: Súmula 339. CIPA. Suplente. Garantia de emprego. I - O suplente da CIPA goza da garantia de emprego prevista no art. 10, II, a, do ADCT a partir da promulgação da Constituição Federal de Oportuno comentar que, as CIPAs são formadas tanto por membros eleitos pelos trabalhadores como indicados pela empresa, contudo, regra geral, apenas o representante do empregador da CIPA não tem direito à estabilidade, salvo se eleito para cargo de direção da CIPA. E mais, o único vice que não tem estabilidade, é o vice do diretor de cooperativa. 121

6 A estabilidade atribuída ao cipeiro não se trata de uma garantia pessoal, mas sim de garantir o exercício das atividades de seus membros, projetada para uma proteção coletiva, visto que o cipeiro tem a função de investigar e prevenir acidentes, acusar deficiências de segurança do trabalho e adotar medidas para garantir a segurança dos trabalhadores. A NR5, item 5.2, esclarece que a CIPA é formada para proteger certa coletividade de um estabelecimento, e a extinção deste, cessa o objetivo da CIPA, cessando também o término da estabilidade do cipeiro. A estabilidade provisória do cipeiro não constitui vantagem pessoal, mas garantia para as atividades dos membros da CIPA, que somente tem razão de ser quando em atividade a empresa. Extinto o estabelecimento, não se verifica a despedida arbitrária, sendo impossível a reintegração e indevida a indenização do período estabilitário (Súmula 339, inciso II, do TST). Corrobora com esse entendimento a Súmula 676 do STF, que confere também o direito à estabilidade ao suplente da CIPA. Acidentado do trabalho O empregado que sofreu acidente de trabalho, terá sua estabilidade garantida pelo prazo de 12 meses após a cessação do auxílio-doença acidentário (Lei 8.213/91, art. 118). Quem sofre um acidente e volta ao serviço nos primeiros 15 dias de afastamento é remunerado pela empresa, não é contemplado com a garantia de emprego durante o período acima indicado. Nos termos da lei, o pressuposto da questionada garantia é a percepção do auxílio-doença acidentário, a qual só se efetua a partir do 16.º dia após o acidente. Nota-se portanto, que a garantia de emprego só é assegurada depois do término do auxílio-doença, ou seja, após a percepção de benefício previdenciário. A garantia de estabilidade por um ano começa a ser contada com o fim do auxílio-doença, com a alta médica. Conclui-se assim, que com a não concessão do auxílio-doença acidentário, o empregado não terá direito à garantia de emprego. A Súmula 378, II, do TST reza que Súmula 378. [...] II - São pressupostos para a concessão da estabilidade o afastamento superior a 15 dias e a consequente percepção do auxílio-doença acidentário, salvo se constatada, após a despedida, doença profissional que guarde relação de causalidade com a execução do contrato de emprego. 122

7 O acidentado do trabalho tem direito à estabilidade na empresa e não na função, pelos princípios da dignidade da pessoa humana a reintegração do empregado que sofreu sinistro, resultando sequelas ou redução da capacidade laborativa, poderá ser em outras atividades, sem a consequente redução de salário. Portadores de deficiência física O artigo 93, caput, da Lei 8.213/91, determina à empresa, com 100 ou mais empregados, a obrigação quanto ao preenchimento de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, com a observância da seguinte proporção: de 100 a 200 empregados, 2%; de 201 a 500, 3%; 501 a 1 000, 4%; de ou mais, 5%. Em seu parágrafo 1.º, a lei determina, ainda, que a dispensa imotivada de trabalhador reabilitado ou deficiente habilitado só poderá ocorrer após a contratação de substituto de condição semelhante. Apesar da expressão condição semelhante permitir divergência de interpretações, o colegiado jurisprudencial tem conferido a garantia de emprego ao deficiente ou trabalhador reabilitado até que um novo seja contratado, permitindo inclusive a propositura de reivindicação de indenização compensatória ou reintegração ao cargo, se o referido legal não for observado. Membro do Conselho Curador do FGTS e do Conselho Nacional de Previdência Social Para os empregados nomeados para ocupar estas funções, efetivos ou suplentes, a lei garante a estabilidade de emprego no prazo compreendido desde a nomeação até um ano após o término do mandato (Lei 8.036/90, art. 3.º, 9.º e Lei 8.213/91, art. 3.º, 7.º). Tais empregados, devidamente empossados em plena atividade de suas funções, só podem ser dispensados mediante ocorrência de falta grave e deverá ser comprovada judicialmente. 123

8 Membro da Comissão de Conciliação Prévia (CCP) Reza o artigo 625-A da CLT, que Art. 625-A. As empresas e os sindicatos podem instituir Comissões de Conciliação Prévia (CCP), de composição paritária, com representantes dos empregados e dos empregadores, com a atribuição de tentar conciliar os conflitos individuais do trabalho. Tendo em vista o que preceitua o art. 625-B, 1.º, da CLT, o membro de comissão de conciliação prévia, titular ou suplente, gozará de estabilidade pelo prazo de até um ano após o final do mandato, sendo vedada a dispensa dos representantes dos empregados membros da CCP, titulares e suplentes, pelo prazo acima mencionado, salvo se cometerem falta grave, nos termos da lei. Empregados eleitos diretores de cooperativas A política nacional de cooperativismo, instituindo o regime jurídico das sociedades cooperativas, é regida pela Lei 5.764/71. A legislação procurou garantir ao empregado o retorno ao seu emprego quando, no artigo 55 da citada lei, menciona que os empregados de empresas que sejam eleitos diretores de sociedades cooperativas por eles criadas gozarão das garantias asseguradas aos dirigentes sindicais, sendo vedada dispensa a partir do momento do registro de sua candidatura a cargo de direção ou representação de entidade sindical ou de associação profissional, até um ano após o término do mandato, salvo se cometer falta grave devidamente apurada por meio de inquérito judicial (CLT, art. 543, 3.º). Entretanto, não havendo comprovação da falta grave, o trabalhador poderá ajuizar ação trabalhista. Na mesma esteira da lei, preceitua o caput do artigo 543 da CLT que o empregado eleito para o cargo de administração sindical ou representação profissional, inclusive junto a órgão de deliberação coletiva, não poderá ser impedido do exercício de suas funções, nem transferido para lugar ou mister que lhe dificulte ou torne impossível o desempenho das suas atribuições sindicais. Em lógica decorrência dos fatos alegados, alude a Súmula 378 do TST: Súmula 378. Estabilidade provisória. Acidente de trabalho. Art. 118 da Lei n.º 8.213/1991. Constitucionalidade. Pressupostos. I - É constitucional o artigo 118 da Lei n.º 8.213/1991 que assegura o direito à estabilidade provisória por período de 12 meses após a cessação do auxílio-doença ao empregado acidentado. 124

9 II - São pressupostos para a concessão da estabilidade o afastamento superior a 15 dias e a consequente percepção do auxílio-doença acidentário, salvo se constatada, após a despedida, doença profissional que guarde relação de causalidade com a execução do contrato de emprego. Jurisprudência MEMBROS DA DIRETORIA OU CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. ESTABILIDADE NO EMPREGO. O artigo 55 da Lei 5.764/71 dispõe que os empregados eleitos diretores de sociedades cooperativas gozarão das garantias asseguradas aos dirigentes sindicais pelo artigo 543 da Consolidação das Leis do Trabalho. O referido artigo 55 está inserido na seção IV do mesmo dispositivo legal, que trata dos membros da diretoria ou conselho de administração. Adotando-se uma interpretação sistemática da lei, é autorizado concluir que os membros da diretoria e do conselho de administração foram agraciados com o direito à estabilidade provisória no emprego. Registre-se que a estabilidade provisória foi conferida a eles tendo em vista as suas maiores responsabilidades junto à sociedade cooperativa, cabendo-lhes praticar os atos de gestão e visando impedir que o empregador exerça pressão sobre os dirigentes, inclusive ameaçando sua permanência no emprego, e que se imiscua na gestão da cooperativa, que é prerrogativa única e exclusiva dos empregados seus associados, por meio da assembleia geral. (TRT 3.ª Região. 5.ª Turma. RO Relatora: Lucilde D Ajuda Lyra de Almeida. Data: 02/02/2008). Servidores públicos celetistas Servidor público é aquele que, mediante concurso público, é empossado para desempenhar atividade pública em nível municipal, estadual ou federal. Dispõe a Lei 9.962/2000, que o pessoal admitido para ocupar cargos públicos na Administração Federal direta, autárquica e fundacional, será regido pela CLT, e seu contrato de trabalho, decorridos três anos de posse (estágio probatório), não poderá ser rescindido por ato unilateral, salvo nas seguintes situações (CF, art. 41, 1.º): prática de falta grave, mediante sentença judicial transitada em julgado; acúmulo ilegal de cargo, emprego ou função pública, mediante processo administrativo em que seja assegurada a ampla defesa; redução do quadro de pessoal, mesmo que necessária, para redução de despesas; insuficiência de desempenho, mediante procedimento de avaliação periódica. Na discussão em que orbita o artigo 41, caput da Constituição Federal encontra-se a expressão são estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de con- 125

10 curso público, o que literalmente não engloba os ocupantes de emprego público (Súmula 390, I, do TST). À luz do artigo 19, caput do ADCT, Art. 19. Os servidores públicos civis da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, da administração direta, autárquica e das fundações públicas, em exercício na data da promulgação da Constituição, há pelo menos cinco anos continuados, e que não tenham sido admitidos na forma regulada no art. 37, da Constituição, são considerados estáveis no serviço público. Esclarece a OJ 364, SBDI-1 do TST que OJ-SDI Estabilidade. Art. 19 do ADCT. Servidor público de fundação regido pela CLT. Fundação instituída por lei e que recebe dotação ou subvenção do Poder Público para realizar atividades de interesse do Estado, ainda que tenha personalidade jurídica de direito privado, ostenta natureza de fundação pública. Assim, seus servidores regidos pela CLT são beneficiários da estabilidade excepcional prevista no art. 19 do ADCT. Por fim, preceitua a Súmula 390, II, do TST que ao empregado de empresa pública ou de sociedade de economia mista, ainda que admitido mediante aprovação em concurso público, não é garantida a estabilidade prevista no artigo 41 da CF. Estabilidade convencional A estabilidade convencional é resultante da negociação da categoria com a empresa ou sindicato patronal, por acordo coletivo ou convenção coletiva de trabalho, ou ainda, mediante aditivo ao contrato original de trabalho, ou seja, atinge somente os empregados representados por determinado sindicato. A garantia provisória prevista nos acordos coletivos ou convenções coletivas de trabalho é muito comum, tais como: empregados em vias de aposentadoria; empregado que retorna de auxílio-doença; empregado que retorna de férias; período concedido após greve geral; dilatação do período de estabilidade legal da gestante; empregado alistado para serviço militar. 126

11 Essas garantias não estão previstas em lei, porém representam um direito conquistado pelas entidades de classe e aportam-se entre os direitos trabalhistas. Nesse caso, ocorrendo desligamento injusto, a obrigação se converte em indenização, semelhante à que já ocorre nos demais casos de estabilidade ou garantia no emprego. Serviço militar Alude o artigo 472 da CLT, que Art O afastamento do empregado em virtude das exigências do serviço militar, ou de outro encargo público, não constituirá motivo para alteração ou rescisão do contrato de trabalho por parte do empregador. Fica, portanto, embora não havendo estabilidade de emprego, assegurado ao empregado, o direito de voltar a exercer o cargo do qual se afastou em virtude de exigências do serviço militar, sendo indispensável que notifique o empregador da sua intenção, por telegrama ou carta registrada, no prazo máximo de 30 dias contados da data da respectiva baixa. Período eleitoral Terá nulidade de pleno direito, nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex officio, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunscrição do pleito, nos três meses que o antecedem e até a posse dos eleitos (Lei 9.504/97, art. 73, V). Extinção da estabilidade O direito de estabilidade no emprego visa a impedir que o empregador denuncie o contrato de trabalho, mesmo pagando ao empregado, a indenização correspondente. O empregado estável não pode ser despedido senão nas hipóteses expressamente previstas em lei, na forma e condições por ela estabelecidas. Se o empregado estável incorrer em falta grave poderá ser demitido, porém deverá a falta ser comprovada perante a Justiça do Trabalho (CLT, arts. 494 e 652, b ). A estabilidade cessa nas seguintes situações: morte do empregado; 127

12 em decorrência da concessão de aposentadoria espontânea do trabalhador; por motivo de força maior que implique no encerramento das atividades da empresa, como por exemplo, a destruição da empresa em decorrência de um terremoto ou incêndio; pela falta grave cometida pelo empregado, mas lembrando que a sua despedida só se tornará efetiva após o inquérito em que se verifique a procedência da acusação; com a cessação das atividades da empresa, sendo que a falência não é causa de extinção da estabilidade; pedido de demissão do empregado, porém só é valido quando assistido do respectivo sindicato e, se não houver, perante autoridade local competente do Ministério do Trabalho ou da Justiça do Trabalho. Não há estabilidade para o funcionário com contrato de trabalho por tempo determinado, quando uma vez encerrado, inclusive de experiência. O desligamento será possível no último dia do contrato, sem ônus para a empresa, pois trata-se da extinção normal do contrato e não de dispensa. Vale ressaltar que durante a vigência dos contratos com prazo determinado, o empregado que sofrer acidente do trabalho receberá a remuneração dos 15 primeiros dias da empresa contratante, e a partir do 16.º dia serão pagos pelo INSS, até o encerramento do contrato. O empregado contratado por prazo indeterminado, quando à ocorrência do fato gerador da estabilidade no curso do aviso prévio, não é pacífico o entendimento no sentido de ser ou não devido o direito à garantia de emprego, pela inexistência de legislação específica. Porém, o entendimento predominante é que a estabilidade adquirida durante o prazo de aviso prévio, não impossibilita a rescisão do contrato de trabalho, eis que já sujeito a termo. Enfim, nenhum empregado estável poderá ser dispensado sem justificativa comprovada judicialmente, caso contrário o empregado poderá recorrer de medidas cabíveis para determinar sua reintegração ao trabalho, quais sejam: no caso específico dos dirigentes sindicais, a reclamação trabalhista cumulada com pedido de liminar; 128

13 no caso geral de empregados estáveis, caberá reclamação trabalhista cumulada com pedido de tutela antecipada para reintegração ao quadro funcional. Quadro sinótico ESTABILIDADE E GARANTIA NO EMPREGO DEFINITIVA PROVISÓRIA Empregado decenal EXTINÇÃO DA ESTABILIDADE: - Morte do empregado - Aposentadoria - Força maior - Falta grave - Encerramento da empresa - Pedido de demissão - Gestante - Dirigente sindical - Diretor de CIPA - Acidentado do trabalho - Portadores de deficiência física - Membro do Conselho Curador do FGTS e do Conselho Nacional de Previdência Social - Membro da CCP - Diretores de cooperativas - Servidores públicos celetistas - Convencional - Serviço militar - Período eleitoral Atividades de aplicação 1. (FCC) A estabilidade provisória é uma forma de garantia no emprego. Assinale a alternativa que apresenta empregados que detenham tal condição. a) Empregado não aprendiz; empregado em idade de prestação de serviço militar; empregado adoentado; empregada gestante; e diretor de sociedade cooperativa criada por empregados. b) Empregado aprendiz; empregado em idade de prestação de serviço militar; empregado adoentado; empregada gestante; e diretor de sociedade cooperativa criada por empregados. c) Empregado aprendiz; empregado em idade de prestação de serviço militar; empregado eleito para cargo de direção de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes; empregada gestante; e auxiliar financeiro em sociedade cooperativa criada por empregados. d) Empregado aprendiz; empregado em idade de prestação de ser- 129

14 viço militar; empregado acidentado no trabalho; empregada gestante; e diretor de sociedade cooperativa criada por empregados. e) Empregado não aprendiz; empregado em idade de prestação de serviço militar; empregado adoentado; empregada não gestante; e auxiliar financeiro em sociedade cooperativa criada por empregados. 2. (FCC) O registro da candidatura do empregado a cargo de dirigente sindical durante o período de aviso prévio, ainda que indenizado, a) assegura-lhe a estabilidade até seis meses após o final do mandato. b) garante-lhe a estabilidade até um ano após o final do mandato. c) assegura-lhe a estabilidade até um ano após a realização das eleições. d) garante-lhe a estabilidade até o final do mandato. e) não lhe assegura a estabilidade. 3. (FCC) O empregado eleito para cargo de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes a) alcança proteção contra a dispensa sem justa causa, a partir da posse. b) tem a dispensa vedada a partir do registro da candidatura até um ano após o final do respectivo mandato. c) tem a dispensa condicionada ao pagamento de indenização igual ao triplo do último salário recebido. d) fica protegido contra a dispensa sem justa causa a partir da posse até dois anos após o término do mandato. e) tem estabilidade durante o período de seu mandato. 4. (VUNESP) A estabilidade da empregada gestante está assegurada a) desde a confirmação da gravidez até 05 (cinco) meses após o parto. b) desde a confirmação da gravidez e enquanto perdurar a licença- -maternidade, com duração de 120 (cento e vinte) dias. 130

15 c) desde a confirmação da gravidez até 12 (doze) meses após o parto. d) desde a confirmação da gravidez até 06 (seis) meses após o parto. 5. (FCC) No que se refere à estabilidade, analise: I. A estabilidade provisória do cipeiro constitui, além de uma vantagem pessoal, uma garantia para as atividades dos membros da CIPA. II. O empregado de categoria diferenciada eleito dirigente sindical só goza de estabilidade se exercer na empresa atividade pertinente à categoria profissional do sindicato para o qual foi eleito dirigente. III. Havendo extinção da atividade empresarial no âmbito da base territorial do sindicato, não subsiste a estabilidade do dirigente sindical. IV. O registro da candidatura do empregado a cargo de dirigente sindical durante o período de aviso prévio, ainda que indenizado, não lhe assegura a estabilidade. De acordo com o entendimento Sumulado do Tribunal Superior do Trabalho, está correto o que consta apenas em a) II, III e IV. b) I, II e III. c) II e IV. d) I, II e IV. e) III e IV. 6. (FCC) Com relação à estabilidade da empregada gestante é certo que a) equipara-se à empregada gestante a mãe adotiva que possui garantia de emprego pelo prazo de três meses após a formalização da adoção. b) a garantia de emprego à gestante autoriza a reintegração ao trabalho a qualquer momento, tratando-se de direito inerente à estabilidade existente. c) é vedada, em regra, a dispensa da empregada gestante desde a confirmação da gravidez até seis meses após o parto. 131

16 d) a norma coletiva não poderá estender a garantia de emprego à gestante por expressa vedação legal, tratando-se de norma constitucional que deverá ser respeitada. e) o desconhecimento do estado gravídico pelo empregador não afasta o direito ao pagamento da indenização decorrente da estabilidade. Dicas importantes O único empregado que tem estabilidade (definitiva) é o decenal. São aqueles que adquiriram 10 anos de serviço até 04/10/1988 e não são optantes do regime do FGTS. Não cabe garantia no emprego para contratos firmados por prazo determinado. A base de início da estabilidade para a gestante é a confirmação da gravidez, e não sua comprovação, independe se a empresa tem ou não ciência do estado gravídico da empregada. A garantia de emprego dos acidentados são 12 meses contados de seu retorno, desde que fiquem afastados por mais de 15 dias. A estabilidade do dirigente sindical se estende ao suplente ou vice. Dicas de estudo Anote as exceções à parte, pois você verá que as mesmas geralmente são cobradas em provas. Use todo tempo disponível para estudar, tenha sempre bons materiais para ler no transporte, ao fazer exercícios físicos, ao esperar em filas etc. Referência MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do Trabalho. 26. ed. São Paulo: Atlas,

17 Gabarito 1. d 2. e 3. b 4. a 5. a 6. e 133

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INQUÉRITO PARA APURAÇÃO DE FALTA GRAVE

INQUÉRITO PARA APURAÇÃO DE FALTA GRAVE ESTABILIDADE ESTABILIDADE DEFINITIVA X ESTABILIDADE PROVISÓRIA (GARANTIA DE EMPREGO) DIRIGENTE SINDICAL Art. 8, VIII CF + Art. 543, 3º CLT + Súmula 369 TST Tanto titulares como SUPLENTES (dirigentes sindicais)

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