DIREITO NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO: A CONFIANÇA COMO BASE DE PODER DA GOOGLE * ** LAW OF INFORMATION SOCIETY: THE TRUST AS A BASE OF POWER OF GOOGLE

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1 DIREITO NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO: A CONFIANÇA COMO BASE DE PODER DA GOOGLE * ** LAW OF INFORMATION SOCIETY: THE TRUST AS A BASE OF POWER OF GOOGLE RESUMO Marcos Antonio Madeira de Mattos Martins Karla Cristina da Costa e Silva Matos Ferragi Na medida em que a era da informação avança, as tecnologias que a alimentam se tornam cada vez mais úteis, cada vez mais sofisticadas. Nesse contexto, a Internet é o canal de comunicação mais utilizado para difundir ideias pessoais, atingir um número cada vez mais diferente de universos e de culturas. Para conhecer o mundo, propor mudanças, conhecer a história e interagir com outras pessoas, não há necessidade de sair de casa: basta estar conectado. A busca pelo conhecimento aliado a busca pelo poder de dominação, pluralizou a quantidade de informações disponíveis de tal forma que a incapacidade de gerenciamento e assimilação de todas as informações, exige uma ferramenta que disponibilize ao usuário a informação necessária em menos tempo possível. Num mercado de consumo cada vez mais crescente na Internet, observa-se que as vendas de bens e produtos e a oferta de serviços são oferecidas por empresas e as organizações que, necessariamente, devem estar inseridas nessa rede virtual. A Google oferece um conjunto de ferramentas que liga o consumidor a essas empresas. O site de busca mais famoso do mundo oferece de graça, um serviço de busca aos usuários e recebe em troca, informações que se transformam em controle e poder. PALAVRAS-CHAVES: DIREITO NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO; COMÉRCIO ELETRÔNICO; PODER; GOOGLE ABSTRACT Extent that the information age progresses, the technologies that fuel are becoming more useful, more and more sophisticated. In this context, the Internet is the communication channel used to broadcast more personal ideas, to reach an increasing number of different worlds and cultures. To know the world, proposing changes, the history and interact with other people, there is no need to leave home: you are * Trabalho publicado nos Anais do XVIII Congresso Nacional do CONPEDI, realizado em São Paulo SP nos dias 04, 05, 06 e 07 de novembro de ** Trabalho indicado pelo Programa de Pós-Graduação em Direito das Universidades Metropolitanas Unidas. 8420

2 connected. The search for knowledge coupled with the search for power and domination, pluralize the amount of available information so that the inability to manage and assimilate all the information, requires a tool that offers the User the necessary information in less time is possible. In market consumption as so far increasing at the Internet, it is observed that sales of goods and the provision of services are offered by companies and organizations that necessarily must be included in this virtual network. Google offers a suite of tools that connects consumers to these companies. The most famous site of search of the World is offering of grace, a search service to users and receives in return, information that in turn control and power. KEYWORDS: LAW IN THE INFORMATION SOCIETY, E-COMMERCE, POWER, GOOGLE. Introdução. O desenvolvimento dos microcomputadores introduziu uma linha divisória na história da economia e da sociedade. A tecnologia da informação passou a ser a menina dos olhos dos investidores, uma vez que, quanto menor o tempo despedido para se obter uma resposta ou solucionar um problema, maior o investimento nesses tipos de ferramentas e programas tecnológicos. Na visão de Manuel Castells[1], a revolução da tecnologia da informação contribuiu para a formação de meios de inovação onde as descobertas e as aplicações interagiam e eram testadas em um repetido processo de tentativa a erro: aprendia-se fazendo. Os ambientes de rede de informação, notadamente, aqueles disponibilizados pela Internet, eram cultivados por empresas de tecnologia avançada a fim de auxiliar os fornecedores a buscar alternativas diferentes de produtos, proverem bens e serviços de redes de empresas, estimularem a divulgação de nomes, de marcas, de logomarcas para inserção no mercado virtual anunciado pelos pioneiros da expansão de programas capazes de atingir todos os níveis sociais. Em meados dos anos 70, os empresários norte-americanos começaram a investir em um mercado cujo método de expansão da economia estava fundado na promessa de se atingir um número maior de consumidores com um menor custo. Nessa ocasião, o vale do Silício atraía dezenas de milhares de mentes jovens e brilhantes de todas as partes do mundo, marchando para um novo marco tecnológico. Reuniam-se em clubes para a troca de informações sobre os avanços tecnológicos, sempre em busca da evolução de sistemas e resolução de problemas.[2] 8421

3 Thomas L. Friedman[3] ressalta que a propagação de computadores pessoais, aparelhos de fax, programas como Windows e modems conectados a uma rede telefone global se juntou no fim dos anos 1980 e início dos anos 1990 para criar a plataforma básica que deu início à revolução global da informação. O esforço comum, naquela ocasião, era o de combinar todos os aparelhos de comunicação e os programas e sistemas de rede, transformando-os em um único sistema operacional, capaz de atender todos os anseios de seus usuários. Como cada vez mais as pessoas conectavam seus computadores com um programa Windows à plataforma de comunicação global, esse sistema operacional passou a ser paulatinamente traduzidos para 38 idiomas, a fim de que todos os cantos do mundo pudessem a se familiarizar com o computador em sua próprias línguas.[4] Enquanto o Ocidente se preparava para interagir com o resto do mundo, a Europa via cair o Muro de Berlim, fato ontológico ocorrido em 09 de novembro de 1989, reunificando as duas Alemanhas. Despontava, daí, o início do fim da guerra fria emergido após a Segunda Guerra Mundial. Quando o Muro de Berlim caiu e a China e a Índia começaram a se abrir para a economia global, não havia nada capaz de impedir a representação e a interação digital de tudo palavras, música, fotos, dados, vídeo. Em meados de 1990, a era Windows havia alcançado seu ápice. Era maravilhoso que pessoas em todo o mundo pudessem criar seu próprio conteúdo em formato digital.[5] Esperava-se, entretanto, algo que permitisse a cada um gravar conteúdo digital e enviálo a qualquer lugar do mundo a um baixo custo. A ideia era compartilhar arquivos, textos, poesias, fotos, enfim, tudo o que fosse possível por meio de um canal de interação contínua. Aguardava-se, pois, uma nova forma de comunicação e de troca de informações com pessoas, sem fronteiras. O evento marcante que possibilitou a realização desse sonho foi o surgimento da Internet. A World Wide Web[6] nasceu como um instrumento virtual de comunicação. Nela os indivíduos podiam publicar seu conteúdo digital para qualquer pessoa, em qualquer lugar, poder acessar. Com o aprimoramento dessa ferramenta, tornou-se possível a disseminação do comércio virtual. A Internet deixou de ser apenas um instrumento pessoal de comunicação para ingressar, de vez, no mundo dos negócios, movimentando, sobremaneira, com toda a economia mundial. Direcionados a esse cunho econômico, muitas empresas de tecnologia da informação apostaram na criação de programas, sites (locais na Internet representados por um nome de domínio único) e outras ferramentas de interface para aproximar as pessoas. Bens e serviços começaram a ser oferecidos na Internet. Pessoas começaram a se conhecer através da Internet. O mundo ficou achatado, único e onipresente. Em razão do avanço tecnológico, redução dos preços dos computadores, facilitando o acesso de inúmeras pessoas na rede mundial e diante da propagação incontrolável de 8422

4 informações, haveria necessidade de se compilar as centenas de milhares de acesso através de sites que permitissem o usuário a efetivar busca de informações com maior agilidade, eficiência e segurança. Dessa simples necessidade dos usuários, vale notar, a busca de informações, numa garagem localizada no Menlo Park[7], Sergey Brin e Larry Page fundaram a empresa Google e começaram a desenvolver ferramentas e criar sistemas integrados de comunicação, tornando-se uma das maiores organizações da internet. O presente artigo visa discutir o poder exercido pela Google na Sociedade da Informação, a forma pela qual somos conduzidos à buscar informações na rede virtual e o como as ferramentas criadas pelas Google possibilita a criação de valores econômicos em benefício próprio, transformando os recursos disponibilizados na rede para oferta das mesmas informações e conhecimentos a terceiros. 1. O Direito e o abuso do poder econômico. O direito depende da economia, da sociologia e de outras áreas que estudam as condutas humanas. Os fatos sociais e econômicos traduzem-se em textos jurídicos para que tenham influência sobre e controle na sociedade. O direito prescinde, ainda, dos efeitos sociais de certas regras ou instituições jurídicas. Essa dependência do direito à realidade transforma-o como direito vivo, isto é, tal como se desenvolve realmente na vida da comunidade. [8] No final da década de 20, o colapso do capitalismo mercantilista e a grande depressão levaram a economia a mudar num ritmo muito mais acelerado do que a capacidade de se conceber teorias e sistemas econômicos para se identificar, avaliar e processar mudanças tão complexas e heterogêneas que acabam repercutindo nas ciências jurídicas. Orlando Gomes observava que a tese marxista da origem dos institutos jurídicos não esclarece completamente a ligação entre Direito e Economia. Até no particular da criação das leis, tem-se entendido que a conexão entre infra-estrutura e superestrutura não é rigorosamente de causa e efeito. Inaceitável, assim, a explicação simplista de que o Direito é mero subproduto da Economia. [9] A economia e o desenvolvimento social estão, nesse ponto, alinhados a uma ordem jurídica que possa conjugar e regulamentar as relações de trabalho, tendo como valor fundamental o homem que vende sua liberdade em troca de um valor. Adam Smith, ao fazer relação entre a propriedade e trabalho, alertava-nos que a propriedade que cada pessoa tem em sua própria ocupação (...) é o fundamento original de toda e qualquer outra propriedade, e da mesma forma constitui a propriedade mais sagrada e inviolável. [10] 8423

5 Karl Marx pregava que na produção social que os homens contraem relações determinadas, necessárias e independentes de sua vontade, relações de produção estas que correspondem a uma etapa determinada de desenvolvimento das suas forças produtivas materiais. [11] Na relação capital versus trabalho, é notória a concepção de que o poder diretivo de uma empresa, na verdade, transborda, muitas vezes, num poder social, oriundo do capitalismo econômico. A atual sociedade em que se vive revela as condições que provocam o desmoronamento paulatino da modernidade causadora de um contexto de múltiplas falências institucionais, de práticas incoerentes e desumanas, de incongruências sociais e desatinos econômicos geradores de estado de crise, inegável e perceptível, em diversos níveis e sob diversos focos de análise, atributos este inerente ao estado atual da pósmodernidade. [12] Como tentativa de esclarecer a denominação da sociedade pós-moderna, Krishan Kumar ressalta que o pós-modernismo pode ser para a sociedade pós-industrial ou do capitalismo tardio o que o modernismo é para a sociedade industrial em sua fase moderna ou classicamente capitalista. [13] Portoghesi vinculou seu conceito de pós-modernismo à era da informação, tornada possível pela nova tecnologia eletrônica. Segundo o autor, a arquitetura posmodernista refletiria a sociedade de informação no sentido de ser uma arquitetura de comunicação. [14] Com o surgimento da sociedade pós-industrial, a informação começou a transformar as organizações. As informações transformam as pessoas e, quando elas estão no comando das empresas, elas detêm poderes de transformar coisas. Essas transformações modificam todo o complexo exterior do mundo, sendo alvo de estudo e implicações profundas no estudo do Direito. As organizações possuem muito poder social. Elas necessitam do poder para tomar decisões a respeito de pessoas quem contratar, quem demitir, quem promover. Elas necessitam de poder para estabelecer as regras e a disciplina necessárias à produção dos resultados. [15] As decisões pessoais e empresariais, sobretudo na atual conjuntura, são tomadas de acordo com as informações colhidas. As organizações têm sua base na informação, pois tudo o que fizer ou deixar de fazer, acarretará conseqüências positivas ou negativas para elas, transformando-as, nesse novo milênio, em verdadeiras empresas com responsabilidades sociais. Segundo Drucker, a organização baseada no conhecimento requer que cada um assuma responsabilidade pelos objetivos e pelas contribuições desta, bem como por seu comportamento. Isso quer dizer que todos os membros de uma empresa devem definir muito bem seus objetivos e assumir responsabilidade por seus atos. 8424

6 Por essa razão, o Direito está totalmente voltado aos passos da economia. Na economia é que o capital mostra sua face, revelando distorções e injustiças que devem ser reguladas por atos cometidos por homens que detém muitas riquezas àqueles que vendem seu trabalho em troca de condições de subsistência. Do mesmo modo, o consumidor que utiliza a Internet está cada vez mais vulnerável diante das incertezas contidas em inúmeras ofertas de produtos e de serviços, de ferramentas de controle e de segurança, carecendo, pois, diante dessas novas relações que surgem diurturnamente, de normas que preservem e tutelem seus interesses, pois ele é, de maneira inexorável, a parte mais frágil da relação econômica. 2. A Sociedade da Informação e a proposta de um Direito Digital. O conceito de Sociedade da Informação adquiriu importância em escala mundial nos últimos anos, fundamentado na crença de que sua consolidação favorece a integração global nos diferentes âmbitos que se desenvolve vida humana, na economia, no conhecimento, na cultura, no comportamento humano e nos valores[16]. O aperfeiçoamento dos meios de produção, a partir da sociedade industrial, possibilitou a montagem e produção de produtos em série, privando o consumidor de ver reconhecido seu direito de reparação por dano ou defeito de produtos e serviços, e até mesmo do direito de restituição do valor pago. A criação de nova tecnologia e a transformação dos processos produtivos acabaram trazendo à sociedade repercussões socioeconômicas de muita grandeza, diferente do que ocorria na sociedade industrial. Os ordenamentos jurídicos, intimamente agregados à evolução da sociedade e buscando solucionar os impasses havidos nas relações sociais, tiveram que interferir nas novas relações exsurgidas com a transnacionalização e o surgimento de blocos econômicos, resultados do movimento socioeconômico de integração mundial, forçando as empresas a focarem na produção de acordo com os interesses econômicos de cada continente e não somente em face das necessidades locais. Segundo Roberto Senise Lisboa[17], essa integração mundial, fomentada pelo avanço tecnológico, acabou criando possibilidades de compra e venda de bens e serviços pelo sistema eletrônico, chamados e-commerce. Esse sistema, a despeito de trazer aos usuários muita economicidade de tempo e dinheiro, possibilitando a transferência eletrônica de dados, ocasionou a criação de sites para comparação de preços e até a discussão de temas de extrema relevância no cenário mundial. No entanto, acabou-se criando novos fatos que deveriam ser investigados pela ordem jurídica, como, por exemplo, problemas da atribuição da autoria de documentos eletrônicos e da assinatura digital, problemas de validade de documento eletrônico original e copiado, proteção dos direitos intelectuais, proteção do consumidor por adesão a contratos celebrados eletronicamente, entre outros. 8425

7 Essa nova era de troca de informações simultâneas fez surgir uma nova sociedade, não de característica industrial, mas pós-industrial, também denominada de sociedade da informação. Para Roberto Senise Lisboa, sociedade da informação (...) é expressão utilizada para identificar o período histórico a partir da preponderância da informação sobre os meios de produção e da distribuição dos bens na sociedade que se estabeleceu a partir da vulgarização das programações de dados utiliza dos meios de comunicação existentes e dos dados obtidos sobre uma pessoa e/ou objeto, para realização de atos e negócios jurídicos. [18] Os meios de informação não são somente aqueles relacionados ao computador ou a um canal eletrônico específico, mas a todo o sistema integrado de comunicação, como por exemplo, meios de comunicação telepresenciais difundidos a cabo, via satélite, por rádio, teleworking, telefones, celulares, enfim, canais conectivos de longo alcance. A economia da sociedade baseada no conhecimento está sedimentada em três pilares, a saber: (a) o conhecimento impregna tudo que se vende, compra e produz; (b) o capital intelectual passa a ser mais valoroso para as empresas que os ativos financeiros e físicos; (c) para prosperar na nova economia e explorar esses novos ativos significa a maior utilização de novas técnicas de gestão, novas tecnologias, preestabelecidas em um planejamento estratégico.[19] José de Oliveira Ascensão observa que a sociedade da informação não vive só de novos produtos. É essencial a disponibilidade de veículos ou meios de comunicação aperfeiçoados. E com isso nos surge o papel decisivo das auto-estradas da informação [20] Dentro desse enfoque, a busca constante pela informação possibilitou a criação de novas empresas com objetos de exploração em nichos de comunicação e de penetração em massa em diversos lugares, representando uma verdadeira mola propulsora da economia em outros segmentos de mercado. O computador foi o grande agente causador de mudança de uma sociedade industrial para uma sociedade pós-industrial. Com ele as pessoas puderem se interconectar a uma rede virtual e nela estabelecer relações de múltiplas faces. Diante dessa nova situação, a sociedade da informação deve ser tratada de um modo bem mais amplo do que simples ambientes de atuação digital de pessoas, em ambientes virtuais, mas com um novo contexto de valorização do conhecimento. Os reflexos do acesso facilitado à informação encontram-se em todos os meios de comunicação, e não apenas no meio virtual. [21] Todos os veículos de comunicação que estão à serviço da sociedade passaram, portanto, a ter relevância jurídica a partir do momento em que se tornaram instrumentos de comunicação de massa, pois foi a massificação do comportamento que exigiu o ingresso do Direito para regulação das regras que estavam em desconformidade com princípios fundamentais de cada cidadão. 8426

8 Na proposta de Patrícia Peck[22], em decorrência da disseminação de inúmeros negócios jurídicos celebrados pela rede virtual, indispensável o surgimento de leis, de normas ligadas a um Direito Digital que possam regular a forma pela qual os usuários, servidores, empresas fornecedoras de bens e serviços, enfim pessoas físicas e jurídicas devem se ajustar. O Direito Digital, então, traria a oportunidade de se aplicar, dentro de uma lógica jurídica uniforme, uma série de princípios e soluções que já vinha sendo aplicadas de modo difuso. Essa idéia levaria, no pensar de Peck, o Estado a alcançar resultados práticos, e preencher lacunas nunca antes resolvidas, tanto no âmbito real quanto no virtual, uma vez que é a manifestação de vontade humana em seus diversos formatos que une estes dois mundos dentro do contexto jurídico.[23] Há de se refletir sobre a necessidade ou não de uma codificação especial, exclusiva às relações virtuais (digitais), posto os conflitos existentes na rede podem ser resolvidos à luz do que dispõe das normas vigentes nos diplomas civil, consumerista, antitruste, além das leis esparsas que buscam garantir a transparência das relações interpessoais, preservar o equilíbrio concorrencial e conservar o preceito da livre concorrência. Para auxiliar nessa reflexão, Ricardo Lorenzetti[24] observa que na economia da informação, não de pode valorizar a informação somente levando em consideração o grau de conhecimento que deve ser posto ao alcance das partes no processo de contratação, mas também como bem comercializável. Ou seja, deve ser levado em conta que existe um mercado em que os sujeitos não são contratantes não informados, mas apenas produtor de informação e adquirente desta. 3. A relativização do consumidor no mercado informacional. O consumo é visto e sentido de forma diferente. A imaginação para se consumir, comprar algo, é bem mais forte na expectativa, tornando-se cada vez mais vazio o uso. Por força da própria evolução da tecnologia e dos inúmeros artefatos colocados à disposição no mercado, a economia de hoje reforça essa espécie de paixão autoconsumptiva, tanto nos shopping centers quanto na política.[25] De fato, a mudança nas burocracias do trabalho demonstra a fragilidade do controle do indivíduo sobre determinado lugar numa instituição reconhecida. Não há como explicar, diante da ausência de controle do ser humano, a razão para tanto consumo sem causa ou sem necessidade. Parece que o próprio consumo ou o ato de consumir aleatoriamente ficou supérfluo. Mas, então, podemos indagar por que o consumidor continua a buscar informações na Internet, por mais supérfluas que elas sejam? É atrás do problema da informação que está o problema da manifestação da vontade. Para que a informação seja compreensível e assimilável pelo receptor da mensagem, ela 8427

9 deve ter um ingrediente de novidade que chame a atenção do receptor e que ao mesmo tempo não se transforme em novidade indecifrável. A válvula propulsora de quem navega na Internet é o despertar a atenção do receptor. Uma novidade desperta a atenção, porém esta novidade não pode ser indecifrável. Uma novidade relativa e absoluta. A mensagem só gera eficiência quando desperta a atenção e se torna compreensível a ponto de proporcionar a mudança de comportamento do receptor. A informação veiculada através de uma mensagem tem que ter uma eficiência pouco importando o meio de comunicação. No comércio virtual se compra mais pelo que se vê do que pelo que se lê. A novidade, então, tem que atingir um nicho em princípio bem maior de pessoas. Ela tem ainda que despertar a atenção dentro de um nível de compreensão do público alvo. A mensagem utilizada pelo emissor é de cativação e nesse sentido o consumidor compra mais pela emoção do que pela razão. Na sociedade pós-moderna o que justifica a obsessão do consumidor é a informação adequada. A informação na Internet está ligada a segurança do meio. O poder passa a ser o poder não focado nos ativos materiais, mas no poder de quem detém a informação. O homem leigo não pode se defender da manipulação da informação. A relativização da segurança no universo virtual. Sempre precisam atualizar os meios de segurança por causa de invasões. Quanto mais sofisticado o meio, mais relativizada a segurança se torna. Mais complexo o meio de segurança mais complexo o meio de segurança e mais indefesa fica a pessoa que recebe a mensagem. Uma dessas ferramentas mais utilizadas no mundo é a desenvolvida pela empresa Google. Justamente sobre as ferramentas de busca e subferramentas que possibilitam a economicidade do tempo e otimização de dados criados pela empresa Google é que o artigo proposto visa discutir sobre a forma pela qual o poder econômico está se ajustando a um novo meio virtual, em uma nova economia que exsurge na rede globalizada. 4. O significado da Google num mundo pós-moderno. Larry Page e Sergey Brin, em janeiro de 1996, iniciaram um projeto chamado BackRub que inicialmente rastreava links [26] na Internet em busca de informações. Os amigos fundaram, em 1998, dentro de uma garagem, o primeiro centro de processamento e armazenamento de dados da Google, que, com o passar do tempo, acabou ganhando popularidade entre os usuários da rede. Após o apoio e suporte de investidores, e em Maio de 2000, após o recebimento de dois prêmios, a Google torna-se o maior portal de buscas da web, ao atingir o surpreendente número de um bilhão de sites em seu índice. Na mesma época, um sistema 8428

10 revolucionário de anúncios era criado. Logo viriam os primeiros lucros, por meio do o AdWords. Hoje a Google conta com mais de 25,270,000,000 [27] páginas indexadas. O sistema de buscas AdWords funciona numa forma de leilões de palavras, em que palavras-chaves são vendidas para induzirem a um link de uma determinada empresa. Assim, por exemplo, a palavra-chave Paris após digitada no sistema de busca, pode levar a um link de um site de uma companhia aérea. É um suprimento ilimitado de anunciantes de forma que se em um mês o anunciante comprou determinada palavra de acordo com a previsibilidade de acesso de determinado usuário, no outro mês, o interesse do usuário pode ser por outra palavra e assim por diante, ocasionando uma redução no valor da palavra. A quantificação monetária da palavra-chave depende do comportamento do usuário. Quanto maior o interesse do usuário por uma palavra-chave, mais caro a empresa anunciante pagará para elencar um link de seu site a ela, na página inicial de busca. Isso porque 70% dos usuários que utiliza buscador não passam da terceira página.[28] O objetivo da Google é entender o que as pessoas fazem, do que gostam de saber e com isso oferecer melhores produtos, através da análise dos dados disponibilizados pelos usuários e armazenados em um banco de dados de registros. Para o usuário, apenas a disponibilização de informações, para a Google, a vontade do usuário lhe faz render dinheiro. Mais que isso, segundo o atual presidente da Google, Eric Schmidt[29], a empresa busca manter registros das pesquisas dos clientes para melhorar os serviços disponíveis na rede e, ainda manter segurança na base de dados do sistema. Indagamos, então, até que ponto as informações disponibilizadas na rede, armazenadas num grande cérebro virtual, reproduz um valor econômico homérico capaz de revolucionar a própria economia pós-moderna? A própria empresa, através de seu presidente, está discutindo aos reflexos globais gerados pela ausência de normas de controle de condutas que giram em torno do tema privacidade na esfera globalizacional. A autorregulação com freqüência funciona melhor que a legislação, sobretudo em mercados cada vez mais acirrados nos quais as pessoas podem trocar de serviço simplesmente digitando algumas letras num computador. [30] Diante desse universo cada vez mais virtual e incipiente nas vidas dos seres humanos, a partir da premissa que os excessos devem ser regulados pela ciência jurídica a fim de evitar conflitos de interesses e, nesses casos, em proporções sem limites há necessidade de se questionar o que está por trás de empresas que buscam entregar ao consumidor uma pseudo-confiança em troca de informações. Ao citar Giddens, Stuart Hall[31] fortalece o entendimento de que a globalização implica um movimento de distanciamento da idéia sociológica clássica de sociedade como um sistema bem delimitado e sua substituição por uma perspectiva que se concentra na forma como a vida social está ordenada ao longo do tempo do espaço. 8429

11 Se as identidades nacionais e outras identidades tidas como locais ou particularistas estão sendo reforçadas pela resistência à globalização, temos, em outras localidades, países ou nações, o fato de que as identidades nacionais estão em declínio, posto que novas identidades agora híbridas estão tomando seu lugar.[32] O surgimento de uma nova identidade global tem como uma das bases a diminuição do espaço e do tempo criada por ferramentas na rede virtual que possibilita estar, com todos, mesmo separados, por um canal de comunicação virtual, mas plenamente eficaz. Quando a Google dispõe suas ferramentas para alimentar o sistema virtual, o faz pensando muito mais além do que imaginamos, pois o que ela quer e precisa obter, é a confiança de seus usuários para que esses possam navegar em seus mares da informação virtual, sem qualquer interferência danosa, sem riscos de afogamento. 5. A confiança como base do poder da Google. Na nova economia não há espaço para produtos massificados, mas sim produtos que preenchem o desejo de nichos diferentes de pessoas. Foi-se a época em que se podia comprar um carro Ford desde que o mesmo fosse preto. Nesse sentido, Sennet[33] aborda que o consumidor busca o estímulo da diferença em produtos cada vez mais homogeneizados. A satisfação constante dos desejos dos consumidores permite que se venda mais e que defenda cada vez mais uma marca de determinado produto. Com o advento da internet, a opinião do consumidor sobre o produto circula mundialmente em apenas segundos, fazendo com que a empresa passasse a não determinar um produto ao usuário, mas a ser determinada do que deve fabricar e para quem. O consumidor passou a manifestar seus anseios, seus desejos. A Google simplesmente reflete uma nova era de economia em que a empresa dá confiança ao usuário de forma que este, em troca, lhe dê informação, seja sobre sua vida, seu perfil, seus desejos como consumidor. Quando se confia, perde-se uma parte do controle, e corre-se o risco inerente a materialização do objeto confiado. Nesse sentido, a Google através de sua linguagem passou a dar confiança ao usuário seja na forma de proteção de dados, ou na disponibilização de funcionalidades inovadoras de pesquisa, de forma que o usuário seduzido pelas facilidades, pudesse através de links na pagina inicial de busca, definir seus gostos, anseios, desejos e avenças, sempre contribuindo para reunião de toda essa informação no banco de dados Google. Os usuários deixaram de ter confiança pelas instituições e agora passaram a exigir confiança das novas empresas. A partir do momento em que a confiança foi transferida 8430

12 ao usuário, ele transfere a empresa controle. No instante em que há o clique em um link na página de busca da Google, ele associa os dados com os demais usuários, numa forma de banco de informação. Todos os dados gerados pelos usuários são utilizados pela Google de forma que, o mesmo tente antecipar o que se deseja e prefere, criando novas funcionalidades inovadoras, como resultado disso, usuários fiéis. É a representação de dados em vontades, isso faz com que, todas as atitudes do Google sejam justificadas em dados numéricos, gerando um império de informações. Ricardo Lorenzetti[34] reforça esse entendimento quando assim pondera: Os consumidores não têm segurança quanto à utilidade e à qualidade do bem se não o utilizam, em razão disso se diz que estes são bens-de-experiência ou produtos para experimentar porque não se saberá se o livro ou jornal é bom antes de lê-lo. Para neutralizar este aspecto, a marca e o prestígio têm uma grande importância, e, com isso, a proteção da imagem, da marca e da reputação. Neste sentido, já se observou que o ponto central da criação de valor na web é a confiança, uma vez que o usuário não tem meios empíricos ou sensíveis para verificar, mas pode confiar no prestígio de uma marca ou na fiabilidade de um comportamento repetido. Logo, parece-nos que a confiança criada pela Google em seu nicho mercadológico é batizada, dia-a-dia, minuto por minuto, pela proliferação da marca incutida nos sites e pela forma pela qual a Google se apresenta no mercado. 6. A linguagem sublinhar da Google. Ao utilizarmos a ferramenta de buscas da Google, estamos, inconscientemente, criando valores para terceiros. Criamos valores para a Google por meio de informações e, de certa forma, tornamo-nos uma nova classe trabalhadora na sociedade informacional. As informações, de certo modo, são os produtos de comercialização da empresa Google. Através desse imenso banco de informações suprido por cada usuário, ela obtém um universo incomensurável de elementos que a possibilita deter um controle sobre o que pensam, o que procuram as pessoas. Além disso, a Google obtém uma gama de dados sobre o mercado que toda empresa (organização como um todo) gostaria e pagaria para saber. Somente através do desejo do consumidor que uma sociedade empresarial se sobrepõe a outra num mundo capitalista, em que o consumo é a marca latente do pensamento humano, sobretudo na sociedade pós-moderna. Num estudo mais específico sobre o ato de comprar, Sharon Zukin [35] definiu que o consumidor não tem, sobre a produção, o conhecimento que ora dominado por gerações anteriores. Por essa razão, Zukin depreende que a pessoa que quer fazer 8431

13 compras de maneira inteligente precisa conhecer o processo produtivo e a necessidade do produto, alcançar um novo entendimento das realidades físicas. Perguntamos, então, se o consumidor não tem conhecimento sobre a produção e gerenciamento de dados do mundo virtual, e partindo do princípio que uma empresa para sobreviver deve obter ganhos razoáveis para manter-se em um mundo cada vez mais competitivo, como a Google, empresa que teve um crescimento astronômico na última década, conseguiu obter lucros invejáveis com o oferecimento de ferramentas de busca de informações na Internet, sem cobrar algo do usuário? Parece-nos, por consequência, que o consumo movimentou a Internet de tal modo que as ferramentas de buscas (lê-se aqui qualquer tipo de busca, seja loja, endereço, nome, até mesmo palavras antes mesmas desconhecidas) tornaram-se a ponte que liga o usuário à loja ou local aonde ele quer chegar. Zygmunt Bauman alerta para um fato marcante na atual sociedade que ele chama de consumo. Existe um excesso e um desperdício econômico (e também de tempo) no consumismo, transformando a atual economia em um verdadeiro engano. Esse excesso tem origem na irracionalidade dos consumidores, e não em suas estimativas sóbrias e bem informadas; estimula emoções consumistas e não cultiva a razão.[36] O acesso à Internet pelas pessoas tornou-se algo tão comum que é como ligar a televisão para assistir algo. Mas, na verdade, assistir um programa ou ver algo numa emissora de televisão é algo tão corriqueiro que não pensamos que na Internet, o clicar em um link poderá conduzir-nos ao consumo tão rapidamente. A compra de bens e serviços pela Internet já se tornou costume nos países desenvolvidos e emergentes. Enquanto o usuário trabalha na rede virtual exercendo sua profissão, tarefa ou estudo profissional - ele acaba abrindo novas janelas em um mundo cheio de ofertas. Em seguida, muitas vezes de forma inconsciente, ele compra bens e serviços em segundos, ao mesmo tempo em que lê informações e compara preços. A ponte que liga esse consumidor (racional ou irracional) à empresa fornecedora de bens e serviços é base de poder que alimenta as ferramentas de buscas na Internet. Sabendo utilizar essas ferramentas de modo lógico e cada vez mais repleto de opções que envolvem os mais diversos tipos de sentimentos agradáveis ao usuário, a Google conquistou um poder quase que absoluto nessa atmosfera virtual. Esse poder nasce na medida em que a Google tem o controle sobre as informações e sabe como utilizá-lo para seu próprio interesse seja em forma política, seja econômica, seja, simplesmente, ideológica. Há uma questão ainda maior sobre a forma pela qual estamos sendo utilizados pela Google para fomentar sua riqueza. Ao digitarmos uma palavra na aba de busca, gerando, assim, um novo dado a ser preenchido pelo sistema integrado de sua ferramenta, somos tidos como matérias-prima da informação ou meras mercadorias? 8432

14 Bauman[37] entende que o consumo, da forma imposta em nossa economia pósmoderna, torna os homens as próprias mercadorias no mercado de informação. A velocidade e o ritmo acelerados dos processos virtuais e a forma pela qual ocorreu a formação de uma sociedade de consumidores, levaram a formação de uma nova sociedade virtual, cuja linguagem está centrada no medo de ficar só. A Google oferece ajuda ao usuário da rede, pois sabe que ele necessita de algo que preencha essa solidão. Os usuários potenciais são estimulados a migrar para os serviços de Internet como uma opção mais segura e controlada ; que lhes permite evitar o risco e a imprevisibilidade dos encontros face a face.[38] O que o usuário parece não compreender é que essa ajuda leva a Google a se tornar, no mundo capitalista, não somente uma das empresas mais ricas do mundo, mas uma das mais promissoras para deter o poder, de forma quase monopolizada, em um mundo globalizado e repleto de conflitos sociais, culturas e econômicos. Conclusão. Os usuários da Internet passaram a ser de simples operadores de um terminal de um computador para verdadeiros consumidores de produtos. Como consumidores, são mimados pelo mercado, que sempre se apresenta amigável ao usuário, prometendo tornar segura qualquer transação que ele faça na rede virtual, com baixos custos transacionais. Para o consumidor, no comércio eletrônico, poupa-se tempo, há maior opção de compra bem como meios e ferramentas ágeis de pesquisa de preços e de mercado. A Google captou um nicho do mercado virtual e especializou-se, de tal forma, a vincular o usuário a um sistema de ferramentas de buscas capaz de criar e emoldurar novos signos, sinais, imagens e culturas em troca de uma fidelização inconsciente. Essa fidelização de buscas no site da Google, ou por meio de suas ferramentas, nutriu a empresa de recursos financeiros e de conhecimento de tal montante que sua dimensão, parece-nos, não pode ser medida nem por seus diretores e nem por seus gestores. A sociedade da informação pode ter uma nova organização com poderes jamais refletidos, e poucos sabem o quanto isso pode significar para o mundo dos negócios. Os protagonistas dessa ebulição no comércio on-line e nas redes de relacionamento são os próprios usuários, consumidores de produtos e serviços criados para alimentar o poder da informação, do conhecimento. Não existe mais a conotação de um simples clicar ou abrir telas, mas sim de gerar valores, pois quem detiver mais informação e souber utilizá-la, obterá poder na sociedade. 8433

15 Pergunta-se, então, como o Direito na Sociedade da Informação poderá regular essa linguagem sublinhar imposta aos nossos consumidores, a fim de evitar que a concentração do poder recaia somente em algumas mãos e de forma quase invisível? Será que o uso inconsciente da rede virtual e a ausência de uma identidade cultural na pós-modernidade poderão ser regulados por uma única ordem jurídica mundial, capaz de equilibrar o consumo, a economia e o poder? BIBLIOGRAFIA. ARIDA, Pérsio. A pesquisa em Direito e em Economia: em torno da historicidade da norma. Direito e Economia. Coordenadores ZYLBERSZTAJN, Décio e SZTAJN, Rachel. Rio de Janeiro: Elsevier, ASCENSÃO, José de Oliveira. O direito: introdução e teoria geral. 2 ed. RJ: Renovar, BARROS, Alice Monteiro. Curso de Direito do Trabalho, São Paulo: LTr, BAUMAN, Zygmunt. Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadorias. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., BOBBIO, Norberto. Direito e Poder. Tradução Nilson Moulin. São Paulo: Editora UNESP, BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional. 18 ed., São Paulo: Malheiros Editores, CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Tradução: Roneide Venâncio Majer. 11. edição. São Paulo: Paz e Terra, DRUCKER, Peter. Sociedade pós-capitalista. Tradução de Nivaldo Montingelli Jr. São Paulo: Pioneira: Publifolha, FARIA, José Eduardo. O direito na economia globalizada. São Paulo: Malheiros Editores, FRIEDMAN, THOMAS L. O mundo é plano. Rio de Janeiro: Ed. Objetiva, GOMES, Orlando. Direito Econômico. São Paulo: Saraiva, Revista LTr nº 38, janeiro de HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução Tomaz Tadeu da Silva, Guaracira Lopes Louro, 11. ed. Rio de Janeiro: DP&A,

16 KUMAR, Krishan. Da sociedade pós-industrial à pós- moderna: novas teorias sobre o mundo contemporâneo. Traduzido por Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora LISBOA, Roberto Senise. A livre iniciativa e os direitos do consumidor. Direito Empresarial Contemporâneo. Coordenação de Adalberto Simão Filho e Newton de Lucca. 2 ed. São Paulo: Editora Juarez de Oliveira, Direito da Sociedade da Informação. Revista dos Tribunais, ano 95, vol. 847, maio de São Paulo: 2006, p. 85 LORENZETTI, Ricardo L. Comércio Eletrônico. Tradução de Fabiano Menke com notas de Cláudia Lima Marques. São Paulo: Revista dos Tribunais, MARX, Karl. Para a crítica da economia política. Tradução de Edgard Malagodi. São Paulo: Nova Cultura, PARETO, Vilfredo. Sociologia. Organizador: José Albertino Rodrigues. Coordenador: Florestan Fernandes. Tradução Ruy R. Cunha. São Paulo: Ática, PECK, Patrícia. Direito Digital. São Paulo: Saraiva, ROSS, Alf. Direito e Justiça. Tradução Edson Bini. Bauru/SP: EDIPRO, SENETT, Richard. A cultura do novo capitalismo: a política do consumo. Traduzido por Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Ed. Record SCHMIDT, Eric. O desafio de criar novas regras. São Paulo: Revista Veja. Editora Abril, edição 21215, ano 42, 12 de agosto de SILVA, José Afonso da. Comentário contextual à Constituição Federal de São Paulo: Malheiros, SMITH, Adam. A riqueza das nações. Tradução de Luiz João Baraúna, vol. I, 3.ed. São Paulo: Nova Cultural, SOUZA, Sérgio Iglesias Nunes de. Lesão nos contratos eletrônicos na sociedade da informação. São Paulo: Saraiva, SZTAJN, Rachel. Direito e economia. Revista de Direito Mercantil nº 144. São Paulo: Malheiros Editores, TELLES, André. Geração digital. São Paulo: Editora Landscape, VILLEY, Michel. Filosofia do direito: definições e fins do direito: os meios do direito. São Paulo: Martins Fontes, ZYLBERSZTAJN, Décio e SZTAJN, Rachel. Direito e Economia. Rio de Janeiro: Elsevier,

17 [1] CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Tradução: Roneide Venâncio Majer. 11. edição. São Paulo: Paz e Terra, 2008, p [2] Idem. Idibem, p [3] FRIEDMAN, THOMAS L. O mundo é plano. Rio de Janeiro: Ed. Objetiva, 2007, p. 73 [4] FRIEDMAN, Thomas L. op. cit., pp [5] Idem, p. 76 [6] World Wide Web significa "rede de alcance mundial", em inglês; também conhecida como Web e WWW) é um sistema de documentos em hipermídia que são interligados e executados na Internet. Os documentos podem estar na forma de vídeos, sons, hipertextos e figuras. Para visualizar a informação, pode-se usar um programa de computador chamado navegador para descarregar informações (chamadas "documentos" ou "páginas") de servidores web (ou "sítios") e mostrá-los na tela do usuário. O usuário pode então seguir as hiperligações na página para outros documentos ou mesmo enviar informações de volta para o servidor para interagir com ele. O ato de seguir hiperligações é comumente chamado de "navegar" ou "surfar" na Web. Disponível no Dicionário Babylon, in Acesso em 12/set/2009. [7] Menlo Park é uma cidade localizada no Estado americano da Califórnia, no Condado de San Mateo. [8] ROSS, Alf. Direito e Justiça. Tradução Edson Bini. Bauru, SP: EDIPRO, 2003, p. 26. [9] GOMES, Orlando. Direito Econômico. São Paulo: Saraiva, 1977, pp [10] SMITH, Adam. A riqueza das nações. Tradução de Luiz João Baraúna, vol. I, 3.ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p [11] MARX, Karl. Para a crítica da economia política. Tradução de Edgard Malagodi. São Paulo: Nova Cultura, 1999, p.52. [12] Idem, ibidem. 8436

18 [13] KUMAR, Krishan. Da sociedade pós-industrial à pós- moderna: novas teorias sobre o mundo contemporâneo. Traduzido por Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora. 1997, p [14] Apud KUMAR, Krishan, op. cit., p [15] DRUCKER, Peter. Sociedade pós-capitalista. Tradução de Nivaldo Montingelli Jr. SãoPaulo: Pioneira: Publifolha, 1990, p. 93. [16] SOUZA, Sérgio Iglesias Nunes de. Lesão nos contratos eletrônicos na sociedade da informação. São Paulo: Saraiva, 2009, p. 17 [17] LISBOA, Roberto Senise. Direito da Sociedade da Informação. Revista dos Tribunais, ano 95, vol. 847, maio de São Paulo: 2006, p. 85 [18] Idem, p. 85. [19] Texto retirado do Livro Verde da Sociedade da Informação no Brasil, obra elaborado pelo Ministério de Estado da Ciência e Tecnologia, oficialmente lançado pelo governo federal em 15/12/1999. Disponível em Acesso em 15/ set/ [20] Apud LISBOA, Roberto Senise. Direito da Sociedade da Informação. Revista dos Tribunais, ano 95, vol. 847, maio de São Paulo: 2006, pp p. 87. [21] LISBOA, Roberto Senise. Direito da Sociedade da Informação. Revista dos Tribunais, ano 95, vol. 847, maio de São Paulo: 2006, p.89. [22] PECK, Patrícia. Direito Digital. São Paulo: Saraiva, 2002, p. 27. [23] Idem. op.cit. p. 27. [24] LORENZETTI, Ricardo L. Comércio Eletrônico. Tradução de Fabiano Menke com notas de Cláudia Lima Marques. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004, p.55. [25] SENETT, Richard. A cultura do novo capitalismo: a política do consumo. Traduzido por Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Ed. Record. 2006, pp [26] Link significa uma hiperligação, uma referência em formato de texto que direciona a outro documento, ou quando combinada com uma rede de dados, pode se ter acesso a outros site ou conteúdos. [27] Disponível em Acesso em 14/ set/2009. [28] TELLES, André. Geração digital. São Paulo: Editora Landscape, 2009, p. 48. [29] SCHMIDT, Eric. O desafio de criar novas regras. São Paulo: Revista Veja. Editora Abril, edição 21215, ano 42, 12 de agosto de 2009, p

19 [30] Idem, p. 84. [31] HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução Tomaz Tadeu da Silva, Guaracira Lopes Louro, 11. ed. Rio de Janeiro: DP&A, p. 68 [32] Idem, p. 69. [33] SENETT, Richard. Op. cit., p [34] LORENZETTI, Op. cit., pp [35] Apud LORENZETTI, Ricardo L. Comércio Eletrônico. Tradução de Fabiano Menke com notas de Cláudia Lima Marques. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004, p [36] BAUMAN, Zygmunt. Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadorias. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., p. 65 [37] BAUMAN, Zygmunt. Op. cit. p. 13 [38] Idem, p

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