Cultivar Grandes Culturas Ano XII Nº 129 Fevereiro 2010 ISSN X. Nossas Capas. Destaques. Índice. Expediente

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3 Cultivar Grandes Culturas Ano XII Nº 129 Fevereiro 2010 ISSN X Destaques Nossas Capas Escuras e abundantes...18 Surto de lagartas pretas, favorecido pelo clima chuvoso e por altas temperaturas, coloca em alerta produtores e pesquisadores na região central do Rio Grande do Sul Paulo Roberto Pereira/Embrapa Trigo Charles Echer Safrinha consorciada...08 As vantagens da integração de milho com forrageiras, em plantio direto, sem rotação de culturas, no período de fevereiro a março Precoce e agressiva...26 Influenciada pelo El Niño e por descumprimentos do vazio sanitário, ferrugem asiática avança com maior velocidade e intensidade nas lavouras Pesadelo laranja...32 As primeiras estratégias contra a ferrugem laranja, doença de alto potencial destrutivo, que acaba de ser identificada nos canaviais brasileiros Índice Diretas 06 Safrinha de milho consorciada 08 Nematoides em soja 12 Surto de lagartas pretas em soja 18 Doenças em soja 22 Ferrugem asiática em soja 26 Bicheiradaraiz em arroz 30 Ferrugem laranja em cana 32 Eventos Conferência de Plantas Daninhas 34 Coluna ANPII 36 Coluna Agronegócios 37 Mercado Agrícola 38 Expediente Fundadores: Milton Sousa Guerra e Newton Peter REDAÇÃO Editor Gilvan Dutra Quevedo Coordenador de Redação Janice Ebel Design Gráfico e Diagramação Cristiano Ceia Revisão Aline Partzsch de Almeida GRÁFICA Impressão Kunde Indústrias Gráficas Ltda. Grupo Cultivar de Publicações Ltda. Avenida Fernando Osório, 20, sala 27 A Pelotas RS Diretor Newton Peter Secretária Rosimeri Lisboa Alves Assinatura anual (11 edições*): R$ 129,90 (*10 edições mensais 1 edição conjunta em Dez/Jan) MARKETING E PUBLICIDADE Coordenação Charles Ricardo Echer Vendas Pedro Batistin Sedeli Feijó CIRCULAÇÃO Coordenação Simone Lopes Assinaturas Alessandra Willrich Nussbaum Expedição Dianferson Alves Edson Krause Números atrasados: R$ 15,00 Assinatura Internacional: US$ 130,00 Euros 110,00 Nossos Telefones: (53) Geral Assinaturas: Redação: Comercial: Por falta de espaço não publicamos as referências bibliográficas citadas pelos autores dos artigos que integram esta edição. Os interessados podem solicitálas à redação pelo Os artigos em Cultivar não representam nenhum consenso. Não esperamos que todos os leitores simpatizem ou concordem com o que encontrarem aqui. Muitos irão, fatalmente, discordar. Mas todos os colaboradores serão mantidos. Eles foram selecionados entre os melhores do país em cada área. Acreditamos que podemos fazer mais pelo entendimento dos assuntos quando expomos diferentes opiniões, para que o leitor julgue. Não aceitamos a responsabilidade por conceitos emitidos nos artigos. Aceitamos, apenas, a responsabilidade por ter dado aos autores a oportunidade de divulgar seus conhecimentos e expressar suas opiniões.

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6 Diretas Pesar O agronegócio perdeu em dezembro o pesquisador Kurt Gottfried Kissmann. Com atuação na Basf, exerceu funções como técnico de campo, responsável pelo desenvolvimento de produtos, gerente da Área Técnica Proteção de Cultivos Brasil e, após 30 anos de serviços prestados à empresa, permaneceu como consultor. Formado pela Escola Superior de Agricultura e Veterinária do Paraná, em 1956, Kissmann concentrou seus estudos na área fitossanitária. Um dos primeiros colaboradores e incentivador da Revista Cultivar, é autor da obra em três volumes Plantas Infestantes e Nocivas, publicação cuja primeira edição data de Também obteve o título de Professor Honoris Causa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) por ter prestado relevantes serviços à comunidade. Kurt Gottfried Kissmann FMC Luis Bianchi e Alexandre Limberger, da FMC, participaram de Dia de Campo promovido pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), em janeiro, em Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul. Os produtores puderam observar na propriedade do orizicultor Pedro Schmidt o desempenho da tecnologia Gamit Star/Permit Star aplicada na variedade Irga 424. Mandato concluído Peter Ahlgrimm, diretor da Bayer, acaba de concluir dois mandatos à frente da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef). Permanece como membro efetivo do Conselho Diretor da entidade. Guilherme Asmus Peter Ahlgrimm Conselho Diretor Eduardo Leduc, diretor de Negócios de Proteção de Cultivos da Basf, assumiu o cargo de vicepresidente da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) para o biênio 2010/2012. A entidade reúne 15 indústrias no país em pesquisa, desenvolvimento, produção e comercialização de defensivos agrícolas. Andef João Sereno Lammel, diretor de Desenvolvimento de Negócios e Portfólio para a América Latina da Dupont, assume a presidência do Conselho Diretor da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) para um mandato de dois anos à frente da entidade. João Sereno Lammel Vicepresidente Na nova composição do Conselho Diretor da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) Laércio Giampani, diretorgeral da Syngenta no Brasil, passa a ocupar o cargo de vicepresidente. Giro Desde o dia 14 de janeiro a FMC promove a 2ª edição do Giro Talstar, rali de regularidade com sete etapas, a serem realizadas em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Maranhão sempre com percurso traçado dentro das fazendas de soja. A proposta é de agregar entretenimento aos dias de campo tradicionais, dedicado à discussão de práticas para manejo de pragas na lavoura. Regina Carneiro e Fátima Muniz Luis Bianchi e Alexandre Limberger Eduardo Leduc Renato Seraphim Laércio Giampani TV Syngenta A Syngenta acaba de colocar em prática a TV Syngenta, uma nova estratégia de comunicação. Com reportagens, participação de produtores e especialistas, apresentação de produtos e soluções para diversas culturas. O objetivo é auxiliar os agricultores a elevar a produtividade por meio da tecnologia, de forma ambientalmente sustentável, e fortalecer a imagem do setor frente à preservação ambiental, afirma Renato Seraphim, gerente de Cultura da Syngenta. 06 Fevereiro 2010

7 Irga O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) realizou em janeiro Roteiro Técnico no município de Santa Vitória do Palmar, no sul do Rio Grande do Sul, em lavouras do Projeto 10. Participaram aproximadamente 120 produtores, que puderam conferir as estratégias que garantiram altas produtividades com o cultivo de arroz juntamente com a pecuária de corte. A proposta leva em conta a adoção das melhores práticas agronômicas em todas as fases do cultivo, como preparo do solo, adubação, combate às ervas daninhas, semeadura e irrigação na época correta, destaca Giuseppe Morroni, agrônomo do Irga que atua no município. Participação A Dow Agrosciences participou do Roteiro Técnico do Arroz realizado em Santa Vitória do Palmar. Possuímos importante posição na cultura do arroz irrigado, com destaque para o Ricer, disse Otavio Torres, agrônomo da empresa. Otavio Torres Presença Eduardo Beccker Soares, agrônomo da Syngenta, juntamente com representantes da Plantécnica, distribuidor da empresa na região, participou do Roteiro Técnico em Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul. Soares afirma que a Syngenta está investindo forte na cultura do arroz. Esses eventos são importantes para estreitar o relacionamento com os produtores e uma oportunidade de destacar produtos como Zapp, Priori e Score. Planejamento Durante o Roteiro Técnico realizado no município de Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul, Valmir Menezes, diretortécnico do Irga, destacou que o planejamento das lavouras é fundamental para diminuir a dependência do clima. Também salientou que o manejo correto do solo, antes e após transtornos climáticos, pode ser essencial para reduzir os danos no campo. Produtores devem estar atentos e retirar as ervas daninhas que não eram encontradas nesta área. Citou algumas gramíneas de difícil controle, como o capimpédegalinha e a leptocloa. Valmir Menezes Técnicas de manejo Durante Roteiro Técnico promovido pelo Irga, Pedro Schmidt, da fazenda Parceria Agropecuária Ponta, em Santa Vitória do Palmar, explicou as técnicas de manejo utilizadas em sua lavoura, desde o tratamento de semente, adubação de base, adubação de cobertura até os produtos empregados no controle de invasoras. A cultura do arroz está presente na propriedade há três gerações. Resultados A equipe da Bayer, liderada por Leandro Pasqualli, esteve no Dia de Campo realizado pelo Irga, em Santa Vitória do Palmar. Além de apresentar resultados com o uso dos produtos da empresa, a Bayer mostrou parcelas com o híbrido Arize. Regina Carneiro e Fátima Muniz Novos rumos O engenheiro agrônomo Alexandre Latorre Lopez é o novo gerente de Vendas da Basf, regional Porto Alegre. Há mais de dez anos na empresa, atuava anteriormente no México. Leandro Pasqualli Alexandre Latorre Lopez Fevereiro

8 Milho Safrinha consorciada Os gêneros Brachiaria e Panicum, forrageiras bastante conhecidas em pecuária, passam a ser indicados também em integração com o milho safrinha, em plantio direto sem rotação de culturas. As plantas têm capacidade de reestruturar o solo, através de seu sistema radicular, além de evitar que o solo fique descoberto na entressafra, o que favorece o desenvolvimento de plantas daninhas. O plantio deve acompanhar o período indicado para a semeadura do milho, de fevereiro a meados de março Na maioria das regiões onde se cultiva o milho safrinha, predomina o sistema de plantio direto sem rotação de culturas e o solo fica sem uso no período entre a colheita do milho safrinha e a semeadura da soja, favorecendo o desenvolvimento de plantas invasoras. O consórcio de milho safrinha e plantas forrageiras é um dos meios para aumentar a formação de palha para cobertura do solo e/ou produzir forragens para os animais na entressafra, proporcionando melhorias no manejo do solo e na rentabilidade da área. Podese viabilizar a integração lavourapecuária, com aproveitamento tanto do resíduo da produção do milho safrinha como a planta forrageira, em uma época de escassez de pasto. O consórcio milho safrinha e plantas forrageiras tem sido realizado de duas maneiras, de acordo com o método de distribuição do capim: a lanço ou na entrelinha. A distribuição do capim a lanço é praticada principalmente onde se utiliza o espaçamento reduzido de 50cm ou similar, caso do Mato Grosso e de algumas regiões do Mato Grosso do Sul, porque neste espaçamento não é possível incluir uma linha intercalar para semear os capins. As sementes são distribuídas a lanço antes da semeadura do milho safrinha e o número de sulcos/linhas da semeadora é maior do que no espaçamento convencional, logo, o revolvimento do solo, pela semeadora, auxilia na incorporação das sementes. Como na maioria das regiões produtoras predomina o espaçamento de 0,80m a 0,90m, recomendase semear a forrageira na entrelinha do milho para favorecer a distribuição uniforme das suas plantas. Um aspecto importante é a época de semeadura do consórcio, que deve acompanhar a indicada para o milho safrinha, sendo finalizada, de acordo com a região, em fevereiro ou meados de março. Passado esse período a implantação do consórcio não é indicada, pois pode haver interferências indesejáveis do ambiente no desenvolvimento tanto da cultura como das plantas forrageiras, produzindo pouco milho e palha/pasto. Quando as plantas forrageiras são inseridas apenas na entrelinha do milho safrinha, a competição entre ambos é minimizada. Durante o período de outono, a menor disponibilidade de água e as temperaturas relativamente baixas limitam o desenvolvimento da gramínea, reduzindo seu potencial de competição com a cultura 08 Fevereiro 2010

9 Figura 1 Produção média da massa seca dos capins em consórcio com o milho safrinha, durante o desenvolvimento do milho safrinha (florescimento e maturidade fisiológica) e na dessecação dos capins antes da semeadura da soja, na região do Médio Paranapanema (SP), em 2008 (média de Brachiaria brizantha cv. Marandu, Brachiaria decumbens cv. Basilisk, Brachiaria ruziziensis cv. Comum e Panicum maximum cv. Tanzânia). Fonte: IAC/APTA Figura 2 Produção média da massa seca dos capins em consórcio com o milho safrinha, durante o desenvolvimento do milho safrinha (florescimento e maturidade fisiológica) e na dessecação dos capins antes da semeadura da soja, em Dourados, MS, em 2008 (média de Brachiaria ruziziensis cv. Comum, Brachiara decumbens cv. Basilisck, Brachiaria brizantha cv. Marandu, Brachiaria brizantha cv. Piatã e Panicum maximum cv. Tanzânia). Fonte: Embrapa Dourados do milho e, portanto, não é necessária a supressão do crescimento dos capins com herbicida (Tabela 1). PRODUÇÃO DE PALHA A eficiência desse sistema de consórcio dependerá de aspectos particulares de cada ambiente, destacandose o clima e a fertilidade do solo, e também da época de semeadura. Na região paulista do Médio Paranapanema, nos resultados obtidos pelo Instituto Agronômico (IAC/Apta) observase que o cultivo dos capins introduziu 1,5 e 2,5 toneladas por hectare de massa seca, promovendo melhorias na cobertura do solo pela palha. Durante o período experimental observouse que a maior produção de massa seca ocorreu após a maturidade fisiológica do milho (Figura 1). Observouse também em Dourados, no estado de Mato Grosso do Sul, que os consór

10 Tabela 1 Uso de herbicidas no consórcio milho safrinha e plantas forrageiras e na dessecação para semear a soja Objetivo Controle de plantas infestantes no milho safrinha Dessecação para semear a soja Capim Brachiaria Panicum Brachiaria Panicum Herbicida Atrazine Nicosulfuron Glifosato Valor cultural % Observações Não interfere no desenvolvimento dos capins nas doses indicadas para o milho safrinha de até 4 L/ha do produto comercial. Não utilizar, pois interfere negativamente nos capins, cujo desenvolvimento deve ser favorecido nas condições de safrinha. Aplicar cerca de 20 dias a 30 dias antes de semear a soja, dependendo da umidade no período da dessecação, com o objetivo de facilitar o controle dos capins e a operação da máquina adubadorasemeadora. Dose: capimruziziensis => usar a mesma da dessecação convencional: cerca de 3L/ha a 5L/ha do produto comercial; Demais capins => aumentar a dose em 50% a 100% Tabela 2 Valor cultural e tipos de escarificações necessárias das sementes dos capins e do disco de semeadura para implantação e consumo de sementes de capins para o consórcio com milho safrinha visando a produção de palha na agricultura e a formação de pastagens na pecuária cios de milho safrinha implantados em 15 de março de 2008 apresentaram maior produção de massa seca dessas plantas forrageiras, o que ocorreu após a maturidade fisiológica do milho (Figura 2). BENEFÍCIOS As plantas forrageiras, principalmente as dos gêneros Brachiaria e Panicum, apresentam capacidade de reestruturar o solo, através de seu sistema radicular, fornecendo condições favoráveis à infiltração e retenção de água e ao arejamento, bem como a de evitar perdas por erosão. A parte aérea das plantas forrageiras, por sua vez, protege o solo das oscilações de temperatura e reduzem as perdas de água por evaporação. Não foram observados problemas na semeadura da soja, com relação à distribuição das sementes, bem como de sua emergência, em razão da presença de massa seca das plantas forrageiras. Em ano com período prolongado de seca, observouse que nas Tipo de Escarificação Disco da semeadora (*) Tipo e Nº de furos Linha intercalar para produção de palha (agricultura) sulfúrica simples 48 a 50 sulfúrica simples 23 a 25 Linha intercalar para pastagem (pecuária) mecânica duplo 96 a 100 mecânica simples 45 a 50 Consumo de Sementes Kg/ha áreas onde os consórcios milho safrinha plantas forrageiras foram implantados, não ocorreram problemas de germinação e desenvolvimento posterior das plantas de soja, ao contrário da testemunha sem consórcio. Um aspecto importante, na região paulista do Médio Paranapanema, é que não houve diferença significativa para a produtividade dos grãos de milho entre os consórcios (milho plantas forrageiras) e o milho solteiro (testemunha), ou seja, as plantas forrageiras não interferem negativamente na produtividade do milho safrinha. Resultados semelhantes foram observados em três locais, do Mato Grosso do Sul, pela Embrapa Agropecuária Oeste, que é pioneira nos trabalhos de consórcio milho safrinha e capins. Em Campos Novos (SP), Florínea (SP) e Assis (SP), observouse incremento de produção na produtividade da soja de 19%, 13% e 23%, respectivamente, nas áreas de consórcio em 9 6 QUALIDADE As sementes das plantas forrageiras utilizadas nos consórcios devem estar livres de impurezas e de misturas com espécies que possam prejudicar a cultura subseqüente. Devem apresentar ao menos, valor cultural entre 70% a 80% e serem tratadas com ácido sulfúrico para o controle de nematóides, evitando assim possível contaminação do solo (Tabela 2). Para as Brachiarias são necessários de 3kg/ha a 4 kg /ha 1 de sementes, sendo indicado o disco universal de sorgo de 5mm com 50 furos. Entretanto, para as sementes de Panicum, por serem menores, indicase 3 kg/ha 1 e o disco de sorgo universal simples de 5mm com 25 furos. relação às áreas de milho safrinha solteiro. O consórcio também foi eficiente no controle de plantas daninhas. Na região de Dourados (MS), o consórcio tem apresentado produtividade de massa variável ao longo dos anos no período de 2005 a 2008, demonstrando, portanto, que os benefícios dependem das condições climáticas de cada ano. A oferta de chuvas durante e após a colheita do milho safrinha possibilita maiores produtividades de massa pelas braquiárias e, dessa forma, melhores condições para a cultura em sucessão e para o plantio direto. C Karina Batista e Aildson Pereira Duarte, IAC/APTA Gessi Ceccon, Embrapa Agropecuária Oeste À esquerda disco de sorgo universal simples com 50 furos, sementes de braquiárias e à direita disco para a semeadura de sementes de panicuns O consórcio melhora o manejo do solo e a rentabilidade da área, afirma Duarte 10 Fevereiro 2010

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12 Soja Entrave invisível A incredibilidade por parte de alguns produtores quanto à ocorrência de fitonematoides na área de cultivo ainda é um dos principais motivos da redução de produtividade das lavouras de soja, devido aos danos que causam ao sistema radicular. A identificação do problema através de monitoramento de sintomas nas plantas é o primeiro passo no manejo das pragas. Além disso, o uso de cultivares resistentes ou tolerantes e a rotação de culturas com plantas não hospedeiras são técnicas importantes para o controle A soja é uma das culturas que mais contribuíram para o desenvolvimento da região CentroOeste do Brasil e também a que mais emprega pessoas direta ou indiretamente, a cultura que cresceu como nenhuma outra no Brasil em termos de área cultivada nos últimos anos. Junto com ela cresceu também o número de pragas e doenças que causam danos econômicos à cultura. Até meados da década de 90 não se ouvia falar em aplicação de fungicida na cultura da soja e hoje, principalmente depois do advento da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi), o agricultor tem perdas significativas se não proteger sua lavoura com fungicida. Pragas que eram consideradas secundárias, tais como mosca branca (Bemisia tabaci), lagarta falsa medideira (Pseudoplusia includens, Trichoplusia ni), lagarta enroladeira (Omiodes indicata), lagarta das vagens (Spodoptera spp.), broca do colo (Elamopalpus lignocellus) e muitas outras lagartas, ácaros, vírus e percevejos, tornaramse mais frequentes a cada ano nas diferentes regiões produtoras e seu manejo tem sido um desafio para os técnicos e produtores. Dentre esses desafios os fitonematoides são os que têm causado perdas incalculáveis para os produtores no Brasil e no mundo. Entendese por perdas incalculáveis aquelas que variam de sutis até valores elevadíssimos dependendo do gênero e população do nematoide presente na lavoura. Muitos produtores não acreditam que tenham nematoides patogênicos em suas áreas e somente depois de anos consecutivos da diminuição gradativa da produtividade, do aparecimento de manchas facilmente visíveis (reboleiras) na área com plantas subdesenvolvidas, amarelecidas (cloróticas) ou com clorose, seguida de necrose internerval (folha carijó no caso de nematoide das galhas) e obviamente da identificação dos nematoides nas raízes, é que se toma conhecimento do fato. Outra situação que dificulta a quantificação de perdas é a de que diferentes cultivares têm diferentes graus de tolerância ou suscetibilidade aos diferentes nematoides (gênero, espécie e raças). Associados a esses fatos, existem também outros fatores como o nível de fertilidade, tipo e manejo do solo e distribuição de chuvas. Entre os nematoides de maior ocorrência na região CentroOeste, os mais importantes são: nematoide de cisto (Heterodera glycines); nematoide das lesões radiculares (Pratylenchus brachyurus) e nematoide de galha (Meloidogyne spp), respectivamente. Entretanto, em algumas microrregiões do CentroOeste o Pratylenchus tem sido encontrado com muito mais frequência que o cisto, além dos níveis populacionais serem muito mais elevados. Quando nos referimos a nematoide na cultura da soja, é comum empiricamente considerarmos somente o nematoide de cisto (NCS) e em alguns casos especificamente a raça 3. No entanto, é muito Dirceu Gassen 12 Fevereiro 2010

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14 Detalhe dos danos causados pelo nematoide Meloidogyne spp ao sistema radicular de plantas de soja importante que além da identificação do gênero e espécie, devemos também identificar raças e quantificálas. Em especial para o NCS a identificação de raças é de fundamental importância, porque até pouco tempo a raça que nos preocupava era a 3 e hoje os resultados das análises nos mostram uma frequência muito grande de outras raças como 6, 9 e 14. Segundo dados da Aprosmat num estudo de distribuição de raças para o estado do Mato Grosso, as outras raças que não a 3 somam em conjunto mais de 70% no estado. Este é um fator importante que devemos considerar porque a grande maioria das cultivares resistentes aos NCS são resistentes somente às raças 1 e 3. Os sintomas do NCS na lavoura são clorose, diminuição na quantidade de vagens e pode ou não ocorrer a diminuição no porte das plantas (os sintomas ocorrem inicialmente em reboleiras e pode evoluir para a área toda). Outro nematoide que é um problema crescente para a cultura da soja na região CentroOeste é o nematoide de galha. Seus sintomas são diferenciados do NCS e Pratylenchus pela formação de folha carijó. Também como ocorrem para todos os outros nematoides, os sintomas são evidenciados em situação de estiagens prolongadas. A ocorrência os e tamanhos das galhas nas raízes variam de acordo com a suscetibilidade da cultivar e do nível populacional do nematoide. As galhas, quando em grande quantidade coalescem e impedem a formação de nódulos e de raízes secundárias. Não temos muitas opções de cultivares de Fotos Jose Flávio Silva soja resistentes no mercado indicadas para o CentroOeste. Temos ainda o nematoide das lesões Ataque de Heterodera glycines, o nematoide de cisto (NCS) radiculares (Pratylenchus brachyurus), que é hoje o maior desafio para pesquisa pelo grande número de hospedeiros (dificultando seu controle por rotação de culturas). Além da cultura da soja, são também hospedeiras as culturas arroz, milho, milheto, algodão, uma infinidade de outras culturas e plantas invasoras. Normalmente são encontrados níveis populacionais muito elevados e seus prejuízos são mais evidentes em solos arenosos, de baixa fertilidade, bem como nos casos de estiagens prolongadas. Acreditavase que uma maneira eficiente de manejo seria o revolvimento do solo, no entanto, na prática, podese observar que não é tão eficiente pelo fato da sobrevivência em raízes não decompostas e que o revolvimento acarreta em outros prejuízos relacionados ao manejo do solo. Não há relatos de cultivares resistentes ao Pratylenchus, no entanto, existem cultivares que podem ser consideradas tolerantes, principalmente pela capacidade de emitir novas raízes após o comprometimento das raízes primarias. Essa tolerância está relacionada também às condições climáticas, fertilidade do solo e nível populacional do nematoide. O sistema de adubação a lanço em préplantio ou por cima do sulco de semeadura 14 Fevereiro 2010

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16 Fotos Jose Flávio Silva Pratylenchus brachyurus: à esquerda planta coletada fora da reboleira e à direita planta coletada dentro da reboleira é fator que impede o desenvolvimento das raízes ao longo do perfil do solo, concentrando as raízes na superfície (onde a concentração de nematoides e fungos de solos é grande) e também favorece o aumento da população dos nematoides. Isto faz com que a cultura tolere menos a ocorrência de períodos de estiagens prolongadas e expondo as raízes também à incidência de fungos associados à presença de nematoides. Isso se agrava à medida que os níveis de fertilidade ao longo do perfil do solo forem baixos. Exemplificando, em um solo com os níveis de fertilidade adequados, comparado com um solo de baixa fertilidade, em um mesmo nível populacional de nematoides, os efeitos dos nematoides são menores. Porém, é importante salientar que à medida que os níveis populacionais forem aumentando, até mesmo nos solos de fertilidade adequada, os nematoides começam a causar perdas. As dificuldades de manejo desses nematoides se tornam ainda maiores se considerarmos que em uma mesma lavoura podemos encontrar diferentes gêneros, espécies e raças, visto que não existe ainda uma cultivar resistente ao nematoide das lesões, galha e as diferentes raças de cisto. Dessa forma, aumenta a importância da associação de cultivares resistentes ou tolerantes, rotação de culturas, utilização de espécies de plantas (Crotalaria spectabilis) e produtos químicos que controlam nematoides. O aspecto positivo que deve ser considerado pelos sojicultores brasileiros e principalmente aqueles da região Centro Oeste que enfrentam os maiores problemas com a incidência de nematoides, é o direcionamento constante de trabalhos de pesquisa que objetivam principalmente o desenvolvimento de cultivares resistentes e/ ou com bons níveis de tolerância e também Folha carijó: sintoma típico de nematoide das galhas Os fitonematoides têm causado perdas incalculáveis para os produtores, alerta José Flávio Silva químicos que possam auxiliar no controle. Essa combinação, associada ao manejo adequado, poderá sem dúvida reduzir significativamente as perdas causadas pelos nematoides. C José Flávio Silva, Melhoramento Genético Syngenta 16 Fevereiro 2010

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18 Soja Escuras e abundantes Clima chuvoso e com altas temperaturas favorece surtos de lagartas pretas em lavouras de soja da região central do Rio Grande do Sul. Com grande capacidade de desfolhamento, insetos têm sobrevivido a aplicações de inseticidas e exigido esforços redobrados de produtores e pesquisadores A safra atual de soja tem apresentado inúmeros problemas na região Central do Rio Grande do Sul, devido, principalmente, aos fatores meteorológicos, com temperaturas elevadas e muita chuva. Esta situação climática tem dificultado os tratos culturais usuais na cultura e permitido o surgimento de situações de ataques de pragas com elevadas infestações e desconhecidas da maioria dos produtores. A partir de dezembro de 2009, consultas sobre a incidência de lagartas pretas desfolhando soja nova (desde unifoliadas até V5) foram frequentes. A queixa mais comum consistiu, durante a avaliação de infestação, na constatação de duas ou três lagartas pretas e plantas totalmente desfolhadas em menos de dois ou três dias. Os tratamentos com os inseticidas indicados para o controle da lagarta da soja, nas suas respectivas doses, não apresentavam eficácia aceitável e a aplicação tinha de ser refeita entre três e quatro dias depois. A maioria dos sojicultores não trazia material para análise e por isso houve inicialmente dificuldade de se saber o que estava acontecendo realmente. A partir Paulo Roberto Pereira/Embrapa Trigo do final de dezembro e em janeiro, nas consultas telefônicas se solicitava material para identificação, pois cada produtor descrevia as lagartas encontradas de forma diferente. Visitas feitas a lavouras (em diferentes estágios de desenvolvimento) e o material trazido por produtores e profissionais da Assistência Técnica, permitiram constatar mais de dez espécies de lagartas de colorações escuras, sendo que a maioria delas pode eventualmente danificar a soja, (mas que normalmente se alimentam de outras plantas, especialmente ervas daninhas que 18 Fevereiro 2010

19 Matheus Zanella ocorrem na cultura da soja). A maioria destas espécies são lagartas de hábitos noturnos, passando o dia escondidas sob a palhada, torrões ou embaixo das ervas daninhas dessecadas. Em algumas lavouras, onde o produtor alegou não achar lagartas e as plantas apresentavam alto desfolhamento (mais de 50%), a aplicação de glifosato havia sido realizada entre três e quatro dias antes da avaliação. Ao ser examinado o material dessecado se encontrou pelo menos três espécies de Spodoptera (a mais comum foi a lagarta do cartucho do milho, Spodoptera frugiperda, mas também ocorreram a lagarta da batatadoce, Spodoptera eridania e a lagarta marrom, Spodoptera cosmioides), as duas espécies de lagartas do trigo, Pseudaletia sequax e P. adultera, pelo menos duas espécies de lagarta rosca, Agrotis ipsilon e Peridroma saucia, outras espécies de Noctuidae, como a lagarta da erva de bicho, Trachaea anguliplaga, a lagarta do pé de gato, Perigea sutor, e a lagarta verde dos capins, Dargida meridionalis; além de algumas lagartas peludas de cor marromescura e mesmo completamente pretas (da subfamília Arctiinae) com alguma atividade urticante, com ocorrência em baixadas e em lavouras de várzeas. Hábito noturno é a principal característica das lagartas que estão atacando a safra de soja no Rio Grande do Sul Houve infestações superiores a 50 lagartas grandes, (>2cm), por metro quadrado de terreno, o que explica os grandes desfolhamentos em pequeno espaço de tempo, conforme as queixas recebidas de técnicos e de produtores. A ocorrência destas elevadas densidades de lagartas possivelmente se explique pela decorrência do inverno passado que foi mais rigoroso em relação a anos ante

20 riores, associada às elevadas precipitações que têm causado inúmeros problemas aos produtores. As baixas temperaturas (inferiores a 10ºC por vários dias) afetaram a população dos inimigos naturais, o que permitiu que a maioria das lagartas de pastos nativos, na primavera, completasse seu ciclo, o que teve como resultado a explosão populacional destas espécies na entrada do verão. Avaliações de infestação de lagartas em pastos nativos, nos meses de outubro e novembro, permitiram a constatação de uma população elevada destas lagartas. Exemplares trazidos do campo para completar seu desenvolvimento em laboratório apresentaram incidência de parasitismo inferior a 1%, indicando efeito negativo do frio do inverno de 2009 sobre estes agentes de controle biológico. Em anos de inverno ameno, o nível de parasitismo destas lagartas tem variado entre 30% e 60% no material amostrado. Estas lagartas, que se abrigam ao nível do solo ou ficam levemente enterradas durante o dia, não são amostradas pelo pano de coleta e raramente são constatadas pelo exame das plantas, sistema habitualmente Fotos Silas Zanella adotado pela maioria dos sojicultores. Quase todas estas espécies, devido ao seu comportamento, necessitam quantidades maiores dos inseticidas indicados para o controle das lagartas que atacam a soja, Anticarsia gemmatalis ou Pseudoplusia includens. Isto explica, em parte, a queixa da ineficácia do controle químico. Como controlar A utilização de inseticidas fisiológicos pode até controlar estas infestações, mas como a ação letal é um pouco mais demorada (cerca de três dias a cinco dias), o desfolhamento será elevado ou mesmo total. Recomendase a associação de um produto com ação de choque (geralmente um piretroide ou um organofosforado) na dose cheia com um fisiológico, também com dose cheia. Nas avaliações, onde forem constatadas mais de 20 lagartas grandes por metro quadrado, além de aumentar a dose do produto de choque, utilizar, no mínimo, 150 litros de calda/ha para molhar a palhada e atingir as lagartas nos seus abrigos. Até o momento, não se dispõe de informações sobre a eficácia de aplicação aérea, pois todos os valores reunidos foram de aplicações terrestres. O aumento de doses tem como justificativa as elevadas densidades de lagartas e a quantidade de chuva que tem caído (que facilmente retira o inseticida das plantas, diminuindo o efeito residual dos produtos aplicados). A adição de um espalhante adesivo é fundamental nestes casos. Ciclo O ciclo da maioria destas lagartas que, no momento, estão atacando as lavouras de soja, nesta fase vegetativa, varia de 18 dias a 25 dias, sendo a fase de ovo de dois dias a três dias, lagartas de dez dias a 14 dias e de pupa entre seis dias e oito dias, nas condições meteorológicas que estão ocorrendo (elevadas temperaturas e chuvas em quantidade). A cultura da soja é favorecida por estas condições climáticas. Por outro lado, as pragas também são beneficiadas, fazendo com que o produtor tenha que monitorar com maior precisão e gastar mais para o controle destes agentes nocivos. Importância de monitorar Para adequar custos, o monitoramento é fundamental na avaliação da infestação. Nestas situações recomendase o exame direto do solo sob as plantas de soja. É um processo trabalhoso e lento, mas é a única maneira para se poder adequar a dose de inseticida para controlar com eficiência as pragas que estão atacando a lavoura. C Dionísio Link, UFSM A baixa incidência de parasitismo por inimigos biológicos pode ter sido a causa da alta infestação de lagartas pretas na cultura da soja nesta safra. No detallhe: Spodoptera cosmioides Situação climática na safra pode ser a causa das altas infestações por lagarta preta, afirma Link 20 Fevereiro 2010

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