GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE SERVIÇOS TÉCNICOS CÓDIGO DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

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1 GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE SERVIÇOS TÉCNICOS CÓDIGO DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Porto Velho 2003

2 PREFÁCIO

3 PREÂMBULO

4 SUMÁRIO LEI Nº 853, DE 30 DE NOVEMBRO DE CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Seção I Da Taxa de Fiscalização e Utilização...15 Seção II Do Sujeito Passivo...16 Seção III Das Isenções...16 Seção IV Do Pagamento e Recebimento...17 CAPÍTULO II DAS DISPOSIÇÕES ESPECIAIS Seção I Do Taxamento dos Serviços Especiais...18 Seção II Da Fiscalização...20 Seção III Das Penalidades...20 CAPÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES DIVERSAS Seção I Das Disposições Gerais...23 Seção II Das Disposições Finais...23 ANEXO ÚNICO...25 TAXA DE FISCALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE RONDÔNIA (TFUSBM) Grupo I Taxas Anuais...25 Grupo II Taxa por vez, Hora Técnica Trabalhada, Hora Operacional Trabalhada, Homem Hora Trabalhada...27 LEI 858, DE 16 DE DEZEMBRO DE

5 DECRETO Nº 8985, DE 03 DE FEVEREIRO DE CAPÍTULO I DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO Seção I Da Finalidade, Valor e da Cobrança da Taxa...32 Seção II Da Aplicação dos Recursos Arrecadados...33 Seção III Da Forma de Arrecadação da Taxa...33 Seção IV Da Destinação das Guias de Recolhimento...35 Seção V Do Prazo de Pagamento da Taxa...36 Seção VI Das Isenções...36 CAPÍTULO II DO TAXAMENTO DOS SERVIÇOS Seção I Dos Serviços Especiais não Operacionais...36 Seção II Dos Serviços Preventivos Operacionais...37 CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO E DAS PENALIDADES Seção I Da Fiscalização...37 Seção II Das Penalidades...38 CAPÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Seção I Das Disposições Gerais...40 Seção II Das Disposições Finais...40

6 DECRETO Nº 8987, DE 08 DE FEVEREIRO DE REGULAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DO ESTADO DE RONDÔNIA TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I Da Finalidade...51 CAPÍTULO II Da Aplicação...51 CAPÍTULO III Da Tramitação de Documentação...52 CAPÍTULO IV Das Definições...54 CAPÍTULO V Da Classificação dos Riscos...62 CAPÍTULO VI Das Classes de Incêndios...63 CAPÍTULO VII Da Classificação dos Combustíveis Líquidos...63 TÍTULO II DOS TIPOS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO CAPÍTULO I Da Proteção Estrutural...64 CAPÍTULO II Dos Meios de Fuga...68 CAPÍTULO III Dos Meios de Detecção e Alerta...69 CAPÍTULO IV Dos Meios de Combate a Incêndio...73 Seção I Do Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio...73 Subseção I Dos Extintores Portáteis...73 Subseção II Dos Extintores Sobre Rodas (Carretas)...75 Seção II Do Sistema de Proteção por Hidrantes...77 Subseção I

7 Dos Hidrantes...77 Subseção II Da Canalização para Alimentação de Hidrantes...79 Subseção III Das Mangueiras, dos Abrigos e dos Esguichos...81 Subseção IV Das Vazões e Pressões...82 Subseção V Dos Reservatórios e das Bombas de Recalque...84 Subseção VI Do Sistema de Resfriamento (Tanques e Esferas de Gás)...89 Seção III Do Sistema de Proteção por Espuma...91 Seção IV Do Sistema de Chuveiros Automáticos...94 Seção V Do Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas...96 TÍTULO III DAS EDIFICAÇÕES CAPÍTULO I Das Edificações Quanto a Área e Altura...98 CAPÍTULO II Das Edificações Quanto à Ocupação...98 CAPÍTULO III Das Edificações de Produção de Derivados de Petróleo e/ou Álcool...99 CAPÍTULO IV Das Edificações de Interesse Social CAPÍTULO V Das Edificações Temporárias TÍTULO IV DAS EXIGÊNCIAS DOS TIPOS DE PROTEÇÃO CAPÍTULO I Da Proteção das Edificações Quanto a Área e Altura CAPÍTULO II Da Proteção das Edificações Quanto à Ocupação Seção I Da Proteção das Edificações Residenciais...103

8 Seção II Da Proteção das Edificações Institucionais e Similares Seção III Da Proteção das Edificações de Escritórios e Similares Seção IV Da Proteção das Edificações de Reunião de Público Seção V Da Proteção das Edificações Hoteleiras e Similares Seção VI Da Proteção das Edificações Industriais e Similares Seção VII Da Proteção das Edificações Comerciais e Similares Seção VIII Da Proteção das Edificações de Depósitos e Similares CAPÍTULO III Da Proteção das Edificações de Produção de Derivados De Petróleo e/ou Álcool CAPÍTULO IV Da Proteção das Edificações de Interesse Social CAPÍTULO V Da Proteção das Edificações Existentes CAPÍTULO VI Da Proteção das Edificações Temporárias TÍTULO V DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS CAPÍTULO I Dos Processos CAPÍTULO II Das Vistorias TÍTULOS VI DAS DISPOSIÇÕES DIVERSAS CAPÍTULO I Das Disposições Gerais CAPÍTULO II Das Disposições Finais...131

9 RESOLUÇÃO Nº 016, DE 17 DE MARÇO DE RESOLUÇÃO Nº 017, DE 17 DE MARÇO DE RESOLUÇÃO Nº 018, DE 17 DE MARÇO DE RESOLUÇÃO Nº 020, DE 25 DE ABRIL DE LEGENDAS LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR...152

10 GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA LEI N.º 853, DE 30 DE NOVEMBRO DE Dispõe sobre a taxa de Fiscalização e Utilização, efetiva ou Potencial de Serviços do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia ou Posto à disposição do contribuinte. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RONDÔNIA, faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte lei: Capítulo I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Seção I DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO Art. 1º. A Taxa de Fiscalização e Utilização dos Serviços do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia TFUSBM é devida em razão do exercício regular do poder de polícia ou utilização, efetiva ou potencial, de serviços específicos e divisíveis, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. 1º. A taxa de que se trata este artigo tem como fatos geradores as atividades do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia, discriminadas na tabela constante do Anexo Único à presente Lei. 2º. O valor da taxa é a quantia correspondente a cada atividade fixada na tabela referida no 1º deste artigo, expressa em Unidade Padrão Fiscal - UPF, seus múltiplos e sub-múltiplos. Art. 2. A cobrança da taxa se dará no âmbito do município que possua unidade do Corpo de Bombeiros Militar instalada em prontidão diurna. 1º. Também se dará a cobrança da taxa no município que, apesar de não preencher as condições deste artigo, se beneficie dos serviços de unidades de Bombeiros, situada em município próximo.

11 2º. Os recursos originados da arrecadação da Taxa de Fiscalização e Utilização dos Serviços do Corpo de Bombeiros Militar, somente poderão ser aplicados nas atividades pertinentes ao órgão e no âmbito do município onde se deu o processo arrecadatório. Art. 3. VETADO Seção II DO SUJEITO PASSIVO Art. 4. O sujeito passivo da Taxa de Fiscalização e Utilização dos Serviços do Corpo de Bombeiros Militar é toda pessoa, física ou jurídica, submetida ao poder de polícia ou que utilize, efetiva ou potencialmente, serviços específicos e divisíveis do Corpo de Bombeiros Militar, a ele prestado ou posto à sua disposição. Art. 5. O funcionário público que realizar uma atividade geradora de taxa, sem o comprovante de seu pagamento pelo sujeito passivo, é responsável solidariamente com ele, pelo pagamento de tributos. Seção III DAS ISENÇÕES Art. 6. São isentos do pagamento da Taxa de Fiscalização e Utilização dos Serviços do Corpo de Bombeiros Militar, os imóveis residenciais unifamiliares que possuam área construída inferior a 50 m 2 (cinqüenta metros quadrados), desde que o proprietário possua apenas um bem imóvel com esta descrição. Seção IV DO PAGAMENTO E RECOLHIMENTO Art. 7. O pagamento da Taxa de Fiscalização e Utilização dos Serviços do Corpo de Bombeiros Militar será efetuado antes da realização da atividade estatal. Parágrafo Único. O pagamento da taxa devida, anualmente, de acordo com a tabela correspondente, será efetuado até o último dia útil do mês de janeiro do exercício em que ocorrer o fato gerador, ressalvada a hipótese do disposto no 1º do art. 8º desta Lei. Art. 8. A taxa a que se refere o Item 1º, Grupo I, do Anexo Único desta lei, devida anualmente em razão da utilização, efetiva ou potencial, de serviços do Corpo de bombeiros Militar do Estado de Rondônia, prestado ou

12 posto à disposição do contribuinte, será recolhida em guia própria de recolhimento, à conta mantida pela Corporação ou através de convênio com os municípios, tomando por base os respectivos cadastros mercantis e imobiliários. 1º. O prazo para pagamento da taxa de que trata o "caput" deste artigo será estabelecido em Decreto específico do Poder Executivo, antes do início do exercício em que ocorreu o fato gerador, atendidas as conveniências da distribuição das guias de recolhimento e as peculiaridades de cada município. 2º. Para efeito deste artigo, o lançamento da taxa se fará em guia única de recolhimento. 3º. VETADO Art. 9. VETADO Art. 10. As empresas individuais e as pessoas jurídicas, sujeitas as taxas anuais, são obrigadas a comprovar sua quitação no ato de inscrição ou renovação do Cadastro de Contribuinte do Estado de Rondônia. Art. 11. Quando a taxa for devida por estabelecimento, a cada um corresponderá um documento de arrecadação, que será nele conservado, com sua respectiva quitação, para efeito de fiscalização. Art. 12. O pagamento da taxa a que se refere o Item 2, Grupo I, do Anexo Único desta lei deverá ser feito mediante solicitação do interessado, no primeiro mês de cada exercício, ao Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia, o qual publicará em Boletim Geral da Corporação, o deferimento do pleito, formalizando o ato, que terá validade de 01 (um) ano. Capítulo II DAS DISPOSIÇÕES ESPECIAIS Seção I DO TAXAMENTO DOS SERVIÇOS ESPECIAIS Art. 13. Os serviços especiais de cunho não operacional e não emergencial de interesse particular são aqueles que não integram as missões específicas do Corpo de Bombeiros Militar, definidas na Lei Complementar Nº 192, de 19 de Novembro de 1997, prestados ao contribuinte.

13 Parágrafo Único. São missões de natureza não operacional e não emergencial os serviços abaixo discriminados: I - banho de neblina; II - corte ou poda de árvore, sem iminente perigo de acidente; III - abastecimento d'água; IV - cursos, estágios, palestras e demonstrações; V - outros serviços a critério do Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia - CBMRO. Art. 14. Os serviços operacionais de incêndio, salvamento e emergência médica, em que os interessados pelo evento tenham fins lucrativos, deverão recolher a Taxa de Fiscalização e Utilização dos Serviços do Corpo de Bombeiros Militar do Rondônia - TFUSBM, de acordo com o item 5, Grupo 2, do Anexo Único desta Lei, quando solicitarem prevenção do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia - CBMRO. 1º. São considerados serviços preventivos operacionais de incêndio, salvamento e emergência médica, as prevenções nos locais ou eventos abaixo discriminados: I - circo; II - estádio de futebol; III - indústria; IV - comércio; V - clube; VI - balneário particular; VII - show artístico; VII - autódromo; IX - quadra esportiva;

14 X - outros locais ou eventos a critério do Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia CBMRO. 2º. O sujeito passivo responsável pelo evento com fins lucrativos, com aglomeração de público superior a (mil) pessoas ou que depender de outras vistorias previstas nesta Lei deverá, obrigatoriamente, requerer ao Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar, com antecedência mínima de 07 (sete) dias úteis, emissão do laudo de exigências e certificado de aprovação do local do evento. Art. 15. Os interessados pelos Serviços Especiais, de conformidade com o disposto no Art. 12 deverão requer ao Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia CBMRO, com antecedência mínima de 02 (dois) dias úteis, cujos pleitos serão deferidos ou indeferidos, dependendo das possibilidades e interesse da Corporação. Seção II DA FISCALIZAÇÃO Art. 16. A fiscalização do cumprimento da presente Lei compete à Secretaria de Estado de Finanças, sem prejuízo da responsabilidade do Órgão da Administração Estadual, vinculado à prática do ato, à realização da atividade ou prestação de serviço, de fiscalização e atendimento às prescrições legais na parte que lhe for atinente. Art. 17. A autoridade fiscalizadora poderá exigir dos contribuintes, quando necessário, todos os documentos relacionados a tributos, bem como prestar informações solicitadas pela fiscalização. Art. 18. A qualquer agente público, inclusive das autarquias, é facultado representar, perante a autoridade arrecadadora ou fiscal, a ocorrência de infração ao disposto nesta Lei. Seção III DAS PENALIDADES Art. 19. Considera-se infração toda a ação ou omissão que importe inobservância dos preceitos estabelecidos nesta Lei ou nos atos administrativos destinados a complementá-la, independente da intenção do agente ou responsável e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato.

15 Parágrafo único. Respondem solidariamente pela infração, todas as pessoas que concorram, de algum modo, para sua ocorrência ou dela se beneficiem. Art. 20. As infrações dos dispositivos desta Lei sujeitarão o infrator às seguintes penalidades: I multa; II interdição do estabelecimento ou edificação; III embargo da obra. Art. 21. Serão punidos com multa: I de 2% (dois por cento) do valor do tributo, quando o recolhimento não se der em tempo hábil e o contribuinte comparecer espontaneamente para sanar a irregularidade. II de 10% (dez por cento) do valor do tributo, quando o recolhimento não se der em tempo hábil e o débito for apurado através de procedimento fiscal. Parágrafo único. O pagamento da multa não exime o infrator da obrigação de reparar os danos resultantes da infração, nem do cumprimento das demais exigências legais. Art. 22. A adulteração ou falsificação do documento de arrecadação ou ainda declarações falsas nele contidas, que importem redução do tributo, sujeitam o infrator ao pagamento da diferença, além da multa de 10 (dez) vezes o valor da taxa devida, sem prejuízo da ação penal cabível. Art. 23. Sempre que a atividade que depender de vistoria anual ou para habite-se, não dispuser do certificado comprobatório da vistoria, a autoridade competente para autorizá-la determinará a sua interdição, até que a situação seja regularizada. Art. 24. Sempre que a obra em andamento que depender da aprovação do projeto de segurança contra incêndio e pânico não tiver obtido a respectiva aprovação, a autoridade competente determinará o embargo da obra, até que a situação seja regularizada.

16 Art. 25. Nas hipóteses previstas nos Arts. 22 e 23 desta Lei, somente será levantada a interdição ou o embargo, após cumpridas as exigências que deram motivo àqueles procedimentos. Art. 26. A autoridade responsável pela prestação de serviço, ao tomar conhecimento de infração informará no prazo de 24 h (vinte e quatro horas), à Secretaria de Estado de Finanças, para instalação do procedimento fiscal. 1º. A não apresentação do Certificado de Aprovação, por parte do profissional ou empresa vistoriada, motivará a autoridade competente a determinar a interdição do serviço até que se regularize a situação. 2º. Verificada a utilização de documento falso, forjado, falsificado ou com prazo vencido, a autoridade fará a sua apreensão, mediante lavratura de termo próprio, enviando-o à Secretaria de Estado de Finanças na oportunidade da comunicação do fato. Art. 27. Constatada qualquer infração à presente Lei, será lavrado o Auto de Infração e Notificação Fiscal, por autoridade competente do quadro funcional da Secretaria de Estado de Finanças, iniciando-se assim o procedimento administrativo fiscal, na forma da legislação vigente. Art. 28. A taxa não paga, no prazo e na forma devida, ficará sujeita, além da atualização monetária, e acréscimos moratórios de 1% (um por cento) ao mês ou fração do mês, sobre o valor principal, sem prejuízo da multa cabível. Parágrafo único. Na cobrança da correção monetária, serão observados os coeficientes do índice oficial adotado pelo Governo Federal, na forma da legislação em vigor, e terá como termo inicial para fins de cálculo o mês seguinte à lavratura do Auto de Infração ou Notificação Fiscal, cujo critério indicará, também, os cálculos dos juros moratórios. Art. 29. Esgotado o prazo fixado pela Lei, para pagamento da taxa e acréscimos legais, após decisão proferida em processo regular, inscrever-seá débito em dívida ativa, na repartição competente, para efeito de cobrança judicial. Parágrafo único. A fluência de juros de mora não exclui, para os efeitos deste artigo, a liquidez do crédito. Art. 30. As quantias indevidamente recolhidas poderão ser restituídas, toda ou em parte, a requerimento do contribuinte, desde que comprovado o recolhimento indevido.

17 Capítulo III DAS DISPOSIÇÕES DIVERSAS Seção I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 31. Aplica-se à Taxa de Fiscalização e Utilização de Serviços do Corpo de Bombeiros Militar, no que couber e não contrariar o Código Tributário Nacional, a legislação referente ao processo administrativo fiscal. Art. 32. A Prefeitura só concederá licença para a obra que depender de instalação de sergurança contra incêndio e pânico, após a aprovação do respectivo projeto, no Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia. Seção II DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 33. O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data de sua publicação. Art. 34. Fica revogado o Item 26, da Tabela A da Lei nº. 222, de 25 de janeiro de 1989 e suas alterações pelas Leis nºs. 642, de 27 de dezembro de 1995, 701, de 27 de dezembro de 1996 e 766, de 29 de dezembro de Art. 35. Esta Lei entrará em vigor a partir do exercício financeiro do ano seguinte, ao de sua publicação. Palácio do governo do estado de Rondônia, em 30 de novembro de 1999, 111º da República. JOSÉ DE ABREU BIANCO Governador

18 GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA ANEXO ÚNICO Taxa de Fiscalização e Utilização de Serviços do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia TFUSBM 1. Combate a incêndio e serviços de busca e salvamento em edificações (Taxa de incêndio): Item Discriminação UPF 1.1. Imóveis Residenciais de qualquer natureza* Imóveis Comerciais ou serviços de qualquer natureza* Imóveis Industriais de qualquer natureza* 0.6 Obs.: *Os valores são calculados por metro quadrado ou fração de área construída. *Regulamentado pela Resolução 017/SS LEG/BM-1 de 17/03/ Cadastramento de firmas e profissionais: Item Discriminação UPF 2.1. Por Pessoa Jurídica Por Pessoa Física Vistoria em veículos automotores relativo a segurança contra incêndio e pânico, e produtos perigosos e da utilização, efetiva ou potencial dos serviços do CBMRO: Item Discriminação UPF 3.1. Veículos de Passeio Veículos Coletivos Rodoviários e Urbanos* 0.6 Obs.: *Ônibus, caminhões e congêneres. 4. Vistoria técnica anual por edificação 4.1. Edificações residenciais multifamiliares Edificações com área construída: Item Discriminação UPF Até 250 m De m 2 até 500 m 2 0.3

19 De m 2 até 1000 m De m 2 até 2000 m De m 2 até 4000 m Acima de 4000 m Edificações comerciais ou serviços de qualquer natureza Edificações com área construída: Item Discriminação UPF Até 250 m De m 2 até 500 m De m 2 até 1000 m De m 2 até 2000 m De m 2 até 4000 m Acima de 4000 m Obs.: *Para cada m 2 de área construída ou fração Edificações industriais de qualquer natureza Edificações com área construída: Item Discriminação UPF Até 250 m De m 2 até 500 m De m 2 até 1000 m De m 2 até 2000 m De m 2 até 4000 m Acima de 4000 m Obs.: *Para cada m 2 de área construída ou fração. GRUPO II TAXAS POR VEZ, HORA TÉCNICA TRABALHADA, HORA OPERACIONAL TRABALHADA, HOMEM HORA TRABALHADA 1. Perícia de incêndio: Item Discriminação UPF 1.1. Perícia de Incêndio (hora trabalhada) Análise de projeto de segurança contra incêndio: Item Discriminação UPF 2.1. Risco A para cada m 2 ou fração de área construída Risco B para cada m 2 ou fração de área 0.6

20 construída 2.3. Risco C para cada m 2 ou fração de área construída 0.7 Obs.: Os riscos são classificados de acordo com a Tarifa Seguro Incêndio do Brasil (TSIB). 3. Vistoria técnica e teste de prova de equipamentos de combate a incêndio ou instalação de gás canalizado para concessão do habitese : Item Discriminação UPF 3.1. Risco A para cada m 2 ou fração de área construída Risco B para cada m 2 ou fração de área construída Risco C para cada m 2 ou fração de área construída 0.7 Obs.: Os riscos são classificados de acordo com a Tarifa Seguro Incêndio do Brasil (TSIB). 4. Serviços especiais de acordo com o Art. 13 desta Lei Para cursos, estágios, palestras ou demonstrações: Item Discriminação UPF Por Hora Técnica Trabalhada Para outros casos previstos no Art. 13 desta Lei: Item Discriminação UPF Por Hora Operacional Trabalhada Prevenção operacional de incêndio e salvamento de acordo com o Art. 14 desta Lei: Item Discriminação UPF 5.1. Por Homem Hora Trabalhada Laudos e pareceres técnicos: Item Discriminação UPF 6.1 Laudos e Pareceres Técnicos Vistorias: Item Discriminação UPF 7.1. Vistorias relativas a estabilidade de estruturas temporárias* Vistorias relativas a sistemas eletromecânicos de estrutura de elevadores de cargas e de pessoas. 0.6 Obs.: *Arquibancadas, parques de diversões, etc.

21 8. Testes: Item Discriminação UPF 8.1. Testes em equipamentos ou sistemas de segurança contra incêndio análise de projetos de instalação de gás canalizado em edificação: Item Discriminação UPF 9.1. Para cada m² ou fração de área construída Inscrição em Concurso Público do CBMRO: Item Discriminação UPF de nível fundamental de nível médio de nível superior Utilização de espaços: Item Discriminação UPF utilização de espaços e equipamentos desportivos*¹ hospedagem estabelecimentos próprios do CBMRO*² utilização de imóvel do CBMRO*³ 0.2 Obs.: * 1 Quadras e outros, * 2 por pessoa/dia, * 3 m 2 /mês.

22 GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA Lei nº 858, de 16 de dezembro de Dispõe sobre normas de segurança contra incêndio e evacuação de pessoas e dos seus bens, no Estado de Rondônia, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE Rondônia, faço saber que a assembléia legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei: O GOVERNADOR DO ESTADO DE RONDÔNIA, faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º. Compete ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia, o estudo, a análise, o planejamento, a fiscalização e a execução das normas que disciplinam a segurança contra incêndio, bem como a evacuação de pessoas e dos seus bens, em todo o Estado de Rondônia, na forma do disposto nesta Lei e em sua regulamentação. Parágrafo único. Fica o Poder Executivo autorizado a celebrar, em nome do Estado, convênios com a União, os Estados e os Municípios, ou qualquer outro órgão, visando ao atendimento dos interesses relacionados com a segurança, objeto desta Lei. Art. 2º. Qualquer licença para funcionamento de empresas, a ser expedida no Estado, bem como para ocupação de prédios novos ou a serem construídos, dependerão de Certificado de Aprovação dos sistemas de segurança para evacuação de pessoas e de seus bens, de acordo com as especificações técnicas pertinentes, a serem expedidas pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia. 1º. O regulamento desta Lei definirá as especificações técnicas de segurança contra incêndios e evacuação de pessoas e seus bens. 2º. Terão tratamento especial os edifícios-garagens, os depósitos de inflamáveis, os helioportos, os estabelecimentos de industrialização e de comercialização de fogos de artifícios, os armazéns e

23 paióis de explosivos ou de munições e outros estabelecimentos, cuja atividade ou por sua natureza, envolvam perigo iminente de propagação de fogo. Art. 3º. Para efeito de cumprimento do disposto nesta Lei, o Corpo de Bombeiros Militar poderá vistoriar os imóveis já existentes e todos os estabelecimentos em funcionamento, para verificação de sistemas de segurança contra incêndio e pânico, com vistas à expedição do certificado a que se refere o artigo 2º desta Lei. Art. 4º. O Corpo de Bombeiros Militar, no exercício da fiscalização que lhe compete e na forma do que vier a dispor o regulamento desta Lei, poderá aplicar as seguintes penalidades variáveis: I multa de 10 (dez) a 20 (vinte) UFIR, aos responsáveis por estabelecimentos ou edificações que, a partir de 01 (um) ano após a vigência desta Lei, não possuírem os certificados referidos no Art. 2º desta Lei; II multa de 10 (dez) a 30 (vinte) UFIR, aos responsáveis por estabelecimentos ou edificações que deixarem de cumprir exigências que lhe forem formuladas mediante notificação regular; III multa de 10 (dez) a 30 (vinte) UFIR, àqueles que, de qualquer modo, retirarem ou alterarem o sistema de segurança, sem o consentimento do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia; IV interdição temporária ou definitiva de construção ou estabelecimento que coloque em perigo a vida humana, que possa causar graves danos materiais ou que tenha deixado de atender às exigências previstas nesta Lei e em seu regulamento. Art. 5º. O Corpo de Bombeiros Militar manterá cadastro atualizado, para fins de fiscalização permanente, das empresas instaladoras e das de manutenção e conservação dos sistemas de segurança contra incêndio e evacuação, devidamente autorizadas. Parágrafo único. As empresas referidas neste artigo, além das penalidades previstas em Lei Federal e da suspensão ou cancelamento da respectiva inscrição cadastral, ficarão sujeitas a multa de 25 (vinte e cinco) a 50 (cinqüenta) UFIR, quando responsáveis por dano causado no exercício de suas atividades, sem prejuízo das sanções civis pertinentes.

24 Art. 6º. A aplicação das multas previstas nesta Lei serão proporcionais à gravidade da infração. Parágrafo único. Em caso de reincidência, aplicar-se-á multa correspondente ao dobro do valor máximo previsto. no parágrafo único do artigo anterior. Art. 7º. Toda edificação dotada de, no mínimo, Sistema Preventivo Convencional, ou seja, rede de hidrantes e extintores de incêndio, deverá obrigatoriamente apresentar, anualmente, por ocasião da vistoria técnica a que se refere o artigo 2º, certificado de utilização dos meios de combate a incêndio,, expedido por um engenheiro de segurança do trabalho ou de um oficial do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia. Art. 8º. A presente Lei será regulamentada pelo Poder Executivo no prazo de 30 (trinta) dias, a contar a data de sua publicação. Art. 9º. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 10. Revogam-se as disposições em contrário e, em especial a Lei nº 591, de 20 de setembro de 1999, 111º da República. JOSÉ DE ABREU BIANCO Governador [cbmro1] Comentário: Altera r para o governador atual

25 GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA DECRETO Nº 8985, DE 03 DE FEVEREIRO DE 2000 Regulamenta a Lei nº 853, de 30 de novembro de 1999, que dispõe sobre a taxa de fiscalização, efetiva ou potencial, de serviços do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia ou posto à disposição do contribuinte. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RONDÔNIA, no uso das atribuições que lhe confere o Art. 65, inciso V, da Constituição Estadual, DECRETA: Capítulo I DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO Seção I DA FINALIDADE, VALOR E DA COBRANÇA DA TAXA Art. 1º. A taxa de Fiscalização e Utilização dos Serviços do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia (TFUSBM) é devida em razão do exercício regular do poder de polícia ou utilização, efetiva ou potencial, de serviços específicos e divisíveis, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. 1º. A taxa de que trata este artigo tem como fatos geradores as atividades do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia, discriminadas na tabela constante do Anexo Único da Lei nº 853, de 30 de novembro de 1999.

26 2º. O valor da taxa é a quantia correspondente a cada atividade, fixada na tabela referida no 1º deste artigo, expressa em Unidade Padrão Fiscal UPF, seus múltiplos e submúltiplos. Art. 2º. A cobrança da taxa se dará no âmbito do Município que possua unidade do Corpo de Bombeiros Militar instalada e em prontidão diuturna. Parágrafo único. Também se dará a cobrança da taxa no Município que, apesar de não preencher as condições deste artigo, se beneficie dos serviços de unidade de Bombeiros, situada em município próximo. Seção II DA APLICAÇÃO DOS RECURSOS ARRECADADOS Art. 3º. Os recursos originados da arrecadação da taxa de fiscalização e utilização de serviços do Corpo de Bombeiros Militar serão aplicados nas atividades pertinentes ao órgão., no âmbito do Município onde se deu o processo arrecadatório. Seção III DA FORMA DE ARRECADAÇÃO A TAXA Art. 4º. A Taxa de Fiscalização e Utilização de Serviços do Corpo de Bombeiros Militar deverá ser paga mediante preenchimento dos documentos de arrecadação denominados Guia de Recolhimento, em agência do Banco do Brasil, em conta do Poder Executivo Estadual, conforme estabelece a legislação. 1º. Para efeito deste artigo, será expedida guia de recolhimento própria para os seguintes itens do Anexo Único da Lei Nº 853, de 30 de novembro de 1999: I combate a incêndio e serviços de busca e salvamento em edificações (taxa de incêndio); II cadastramento de firmas e profissionais; III vistoria técnica anual por edificação, conforme subitens 4.1, 4.2, 4.3 e seus seguimentos, tudo do referido Anexo Único da Lei 853 de 30 de novembro de 1999; IV perícia de incêndio;

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