Com as seguintes alterações: Portaria CMT G PM nº PM1-006/02/10, de 05NOV10,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Com as seguintes alterações: Portaria CMT G PM nº PM1-006/02/10, de 05NOV10,"

Transcrição

1 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO COMANDO GERAL PORTARIA do CMT G Nº PM1-001/02/10, de 22 de fevereiro de Com as seguintes alterações: Portaria CMT G PM nº PM1-003/02/10, de 08MAI10; Portaria CMT G PM nº PM1-006/02/10, de 05NOV10, Portaria CMT G PM nº PM1-001/02/11, de 04JAN11. Dispõe sobre o registro e o porte de arma de fogo na Polícia Militar e dá outras providências. O Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Considerando que a Lei Federal nº , de 22 de dezembro de 2003, alterada pela Lei Federal nº , de 12 de maio de 2004, pela Lei Federal nº , de 17 de junho de 2004, pela Lei Federal nº , de 11 de julho de 2007, pela Lei Federal nº , de 19 de junho de 2008 e pela Lei Federal nº , de 13 de abril de 2009, estabeleceu condições para o registro, posse e comercialização de armas de fogo e munições, sobre o Sistema Nacional de Armas - SINARM, define crimes e dá outras providências; Considerando que o Decreto Federal nº 5.123, de 1º de julho de 2004, alterado pelo Decreto Federal 6.146, de 03 de julho de 2007, pelo Decreto Federal 6.715, de 29 de dezembro de 2008 e pelo Decreto Federal 6.817, de 07 de abril de 2009, regulamentou a Lei Federal nº /03, e em seu artigo 33, 1º, estabeleceu a competência do Comandante Geral para regular, por meio de norma específica, o porte de armas de fogo por policiais militares; Considerando que o Decreto Estadual nº 7.290, de 15 de dezembro de 1975, que aprovou o Regulamento Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, em seu artigo 19, incisos X e XI, estabelece a competência do Comandante Geral para exercer as atividades previstas na legislação em vigor, bem como para delegá-las; Resolve baixar, para conhecimento geral e devida execução por parte dos militares estaduais, as seguintes normas: TITULO I Das Disposições Preliminares Artigo 1 - Esta Portaria destina-se a regular os procedimentos relativsjjkffos: I - ao registro e cadastro de armas de fogo pertencentes ao patrimônio da PMESP; II - ao registro e cadastro de armas de fogo de uso permitido dos policiais militares, constantes de seus registros próprios;

2 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 01 III - à autorização para aquisição de arma de fogo de uso restrito por policiais militares; IV - à aquisição e transferência de propriedade, por policiais militares, de armas, munições e coletes; V - à carga pessoal de arma de fogo pertencente à PMESP; VI - o porte de arma de fogo dos policiais militares do serviço ativo, da reserva remunerada e reformados. Artigo 2 - Para os efeitos desta Portaria considera-se OPM a Unidade até o nível de Batalhão ou equivalente. CAPÍTULO ÚNICO Da Classificação das Armas de Fogo Artigo 3 - São armas, acessórios, petrechos e munições de uso permitido: I - armas de fogo curtas, de repetição ou semi-automáticas, cuja munição comum tenha, na saída do cano, energia de até 300 (trezentas) libras-pé ou 407 (quatrocentos e sete) Joules e suas munições, como, por exemplo, os calibres.22 LR,.25 Auto,.32 Auto,.32 S&W,.38 SPL e.380 Auto; II - armas de fogo longas raiadas, de repetição ou semi-automáticas, cuja munição comum tenha, na saída do cano, energia de até (mil) libras-pé ou (mil trezentos e cinqüenta e cinco) Joules e suas munições, como, por exemplo, os calibres.22 LR,.32-20, e.44-40; III - armas de fogo de alma lisa, de repetição ou semi-automáticas, calibre 12 ou inferior, com comprimento de cano igual ou maior do que 24 (vinte e quatro) polegadas ou 610 (seiscentos e dez) milímetros, as de menor calibre, com qualquer comprimento de cano, e suas munições de uso permitido; IV - armas de pressão por ação de gás comprimido ou por ação de mola, com calibre igual ou inferior a 6 (seis) milímetros e suas munições de uso permitido; V - armas que tenham por finalidade dar partida em competições desportivas, que utilizem cartuchos contendo exclusivamente pólvora; VI - armas para uso industrial ou que utilizem projéteis anestésicos para uso veterinário; VII - dispositivos óticos de pontaria com aumento menor que 6 (seis) vezes e diâmetro da objetiva menor que 36 (trinta e seis) milímetros; VIII - cartuchos vazios, semi-carregados ou carregados a chumbo granulado, conhecidos como cartuchos-de-caça, destinados a armas de fogo de alma lisa de calibre permitido;

3 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 02 IX - blindagens balísticas para munições de uso permitido; X - equipamentos de proteção balística contra armas de fogo de porte de uso permitido, tais como coletes, escudos, capacetes, etc; XI - veículo de passeio blindado. P a r á g r a f o ú n i c o - Será p e r m i t i d o a u t i l i z a ç ã o d e c o m p e n s a d o r e s d e t i r o o r i g i n a i s, o s q u a i s n ã o a l t e r e m a s c a r a c t e r í s t i c a s d a a r m a, e t e n h a m a f i n a l i d a d e d e r e d u z i r o i m p a c t o d e r e c u o d o d i s p a r o. Artigo 4 - São armas, acessórios, petrechos e munições de uso restrito: I - armas, munições, acessórios e equipamentos iguais ou que possuam alguma semelhança no que diz respeito ao emprego tático, estratégico e técnico, do material bélico utilizado pelas Forças Armadas nacionais; II - armas, munições, acessórios e equipamentos que, não sendo iguais ou similares ao material bélico usado pelas Forças Armadas nacionais, possuam características que só as tornem aptas para emprego militar ou policial; III - armas de fogo curtas, cuja munição comum tenha, na saída do cano, energia superior a 300 (trezentas) libras-pé ou 407 (quatrocentos e sete) Joules e suas munições, como por exemplo, os calibres.357 Magnum, 9 Luger,.38 Super Auto,.40 S&W,.44 SPL,.44 Magnum,.45 Colt e.45 Auto; IV - armas de fogo longas raiadas, cuja munição comum tenha, na saída do cano, energia superior a (mil) libras-pé ou (mil trezentos e cinqüenta e cinco) Joules e suas munições, como por exemplo, os calibres ,.223 Remington,.243 Winchester,.270 Winchester, 7 Mauser, 30-06,.308 Winchester, 7,62 x 39,.357 Magnum,.375 Winchester e.44 Magnum; V - armas de fogo automáticas de qualquer calibre; VI - armas de fogo de alma lisa de calibre 12 ou maior com comprimento de cano menor que 24 (vinte e quatro) polegadas ou 610 (seiscentos e dez) milímetros; VII - armas de fogo de alma lisa de calibre superior ao 12 e suas munições; VIII - armas de pressão por ação de gás comprimido ou por ação de mola, com calibre superior a 6 (seis) milímetros, que disparem projéteis de qualquer natureza; IX - armas de fogo dissimuladas, conceituadas como tais os dispositivos com aparência de objetos inofensivos, mas que escondem uma arma, tais como bengalas-pistola, canetasrevólver, e semelhantes; X- arma a ar comprimido, simulacro do fuzil 7,62mm, M964, FAL;

4 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 03 XI - armas e dispositivos que lancem agentes de guerra química ou gás agressivo e suas munições; XII - dispositivos que constituam acessórios de armas e que tenham por objetivo dificultar a localização da arma, como os silenciadores de tiro, os quebra-chamas e outros, que servem para amortecer o estampido ou a chama do tiro e também os que modificam as condições de emprego, tais como os bocais lança-granadas e outros; XIII - munições ou dispositivos com efeitos pirotécnicos, ou dispositivos similares capazes de provocar incêndios ou explosões; XIV - munições com projéteis que contenham elementos químicos agressivos, cujos efeitos sobre a pessoa atingida sejam de aumentar consideravelmente os danos, tais como projéteis explosivos ou venenosos; XV - espadas e espadins utilizados pelas Forças Armadas e Forças Auxiliares; XVI - equipamentos para visão noturna tais como óculos, periscópios, lunetas, etc; XVII - dispositivos ópticos de pontaria com aumento igual ou maior que 6 (seis) vezes e diâmetro da objetiva igual ou maior que 36 (trinta e seis) milímetros; XVIII - dispositivos de pontaria que empregam luz ou outro meio de marcar o alvo; XIX - blindagens balísticas para munições de uso restrito; XX - equipamentos de proteção balística contra armas de fogo portáteis de uso restrito, tais como coletes, escudos, capacetes, etc; XXI - veículos blindados de emprego civil ou militar. Artigo 5º - Para os fins desta Portaria, a classificação das armas de fogo quanto à portabilidade e ao tipo, são as seguintes: I quanto à portabilidade: a) armas de porte: os revólveres, as pistolas e as garruchas; b) armas portáteis: carabina, escopeta, espingarda, submetralhadora e fuzil. II quanto ao tipo: a) porte (arma curta ou de defesa pessoal): revólver ou pistola; b) longa de alma raiada (para caça ou esporte): carabina ou rifle; c) longa de alma lisa (para caça ou esporte): espingarda ou toda arma congênere de alma lisa de qualquer modelo, calibre ou sistema.

5 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 04 TITULO II DAS ARMAS DE FOGO CAPÍTULO I Do Registro e do Cadastro das Armas de Fogo SEÇÃO I Armas Pertencentes ao Patrimônio da PMESP Artigo 6º - As armas de fogo adquiridas pela PMESP serão registradas na Diretoria de Logística (DL), que manterá o controle desses registros em caráter permanente. Parágrafo único - As quantidades e tipos de armamentos, de coletes balísticos e de munições a serem adquiridos pela PMESP, para sua utilização, serão previamente definidos pelo EM/PM. Artigo 7º - As armas de fogo de porte e portáteis pertencentes ao patrimônio da PMESP serão cadastradas no Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (SIGMA), por intermédio da DL, o qual manterá banco de dados visando o controle eficaz de tais armas. Parágrafo único - O banco de dados acima referido será estruturado com as informações exigidas pelo Comando do Exército, independente daquelas definidas pela PMESP, que tenham por finalidade o controle do seu material bélico. SEÇÃO II Armas de Fogo Pertencentes aos Policiais Militares Artigo 8º - As armas de fogo de uso permitido e restrito pertencentes aos policiais militares ativos e inativos serão registradas, nos termos do parágrafo único do artigo 2º da Lei Federal nº /03, na própria Polícia Militar. 1º - O Cmt G, nos termos do artigo 3º do Decreto Federal nº 5.123/04, é a autoridade competente para expedir o registro próprio das armas de fogo de que trata este artigo, ficando delegada esta competência para o Ch CSM/AM. 2º - O CSM/AM manterá banco de dados para os registros próprios das armas particulares dos policiais militares.

6 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 05 3º - O cadastro das armas particulares dos policiais militares será realizado pelo CSM/AM, utilizando-se de banco de dados. 4º - As armas de fogo de uso restrito adquiridas pelos policiais militares, diretamente na Indústria, por intermédio do CSM/AM, serão registradas na própria Polícia Militar, após remessa de dados para Cadastro no SIGMA e autorização do Comando da 2ª Região Militar. 5º - As alterações de características (calibre, comprimento do cano, capacidade e/ou acabamento) das armas de fogo de propriedade de policiais militares, procedidas com a devida autorização da SFPC/2ª RM (a ser obtida pessoalmente pelo interessado), devem ser publicadas em Boletim Interno Reservado. 6º - As OPM deverão remeter cópias das publicações mencionadas no parágrafo anterior ao CSM/AM, no prazo de 30 (trinta) dias da publicação, para fins de controle. Artigo 9º - O policial militar agregado nos termos do artigo 5º do Decreto-lei nº 260/70 permanecerá com o Certificado de Registro de Arma de Fogo e, caso venha a ser excluído da PMESP, aplicar-se-á a ele o disposto na Seção I do Capítulo III desta Portaria. Artigo 10 Os policiais militares, Oficiais e Praças da ativa, da reserva ou reformados que possuírem, em seu nome, arma(s) de uso permitido, registrada(s) em outros órgãos públicos (Polícia Civil, Polícia Federal e outros), deverão registrá-la(s) na PMESP. SEÇÃO III Armas de Fogo Pertencentes aos Policiais Militares Colecionadores, Atiradores ou Caçadores Artigo 11 Os policiais militares colecionadores, atiradores ou caçadores deverão comunicar esta condição ao seu Cmt/Dir/Ch de OPM, mediante Parte. 1º - Os policiais militares atiradores devem estar filiados a um clube de tiro, à federação com jurisdição sobre seu domicílio e à confederação nacional, na modalidade de tiro que praticar, se houver. 2º - a aquisição de armamento seguirá o previsto em norma da Diretoria de Logística do Exército Brasileiro; Artigo 12 - O policial militar colecionador, atirador ou caçador deverá registrar sua arma de fogo particular no Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 2ª Região Militar (SFPC/2ª RM), a qual será cadastrada no SIGMA, devendo o policial encaminhar ao Cmt/Dir/Ch

7 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 06 de sua OPM, cópia do Certificado de Registro e do Mapa de Armamento emitidos pelo Exército Brasileiro, para publicação em Boletim Interno Reservado. Parágrafo Único - As OPM deverão remeter cópia das publicações mencionadas no caput deste artigo ao CSM/AM, no prazo de 30 (trinta) dias da publicação, para fins de controle e inclusão no SICARM. CAPÍTULO II Da Expedição do Certificado de Registro de Arma de Fogo SEÇÃO I Das Armas de Fogo pertencente à PMESP Artigo 13 - O DL será o responsável em expedir o Certificado de Patrimônio de Arma de Fogo das armas pertencentes ao patrimônio da PMESP, conforme o Anexo A, sendo que este certificado deverá ficar na Reserva de Armas da OPM que detém a carga do armamento. Artigo 13 O DL será o responsável pelo controle e cadastro de todas as armas adquiridas pela Corporação, atribuindo um número patrimonial a cada uma delas. (NR) Artigo 14 - O Certificado de Patrimônio de Arma de Fogo será expedido com base no cadastro do SIPL, tão logo seja integrado ao SIGMA, e conterá os seguintes dados: I dos itens gerais do formulário: a) as inscrições Polícia Militar do Estado de São Paulo e Características da Arma ; b) brasão do Estado de São Paulo; c) denominação do documento; d) número do cadastro; e) número do formulário; f) nome da PMESP; g) Número de cadastro da arma no SIGMA; h) logomarca da PMESP; i) as inscrições De acordo com a Legislação Vigente, Válido somente com a apresentação da Identidade Funcional da Polícia Militar ; j) emissão; k) posto, nome e assinatura da autoridade policial militar competente para a expedição.

8 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 07 II - da arma de fogo: a) espécie (tipo); b) marca; c) modelo; d) calibre; e) número; f) número de patrimônio. Artigo 14 O sistema Integrado de Patrimônio e Logística, único aplicativo utilizado para o controle de armamento, conterá os seguintes dados: a) espécie (tipo); b) fabricante; c) modelo; d) calibre; e) número(s) de série; f) acabamento; g) capacidade de cartuchos; h) comprimento do cano; i) número de patrimônio; j) número do termo de inclusão; k) data do termo de inclusão; l) número do documento de autorização do Exército Brasileiro; m) situação da arma. (NR) SEÇÃO II Da Expedição do Certificado de Registro de Arma de Fogo pertencente à Policial Militar Subseção I Das Armas de Fogo de Uso Permitido Artigo 15 - O CSM/AM expedirá o Certificado de Registro de Arma de Fogo (CRAF) referente às armas de fogo de uso permitido pertencentes aos policiais militares ativos e inativos, adquiridas no Comércio ou na Indústria, conforme Anexo B.

9 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 08 Artigo 16 - O Certificado de Registro de Arma de Fogo será expedido com base no cadastro do CSM/AM e conterá os seguintes dados: I dos itens gerais do formulário: a) as inscrições Polícia Militar do Estado de São Paulo e Características da Arma ; b) brasão do Estado de São Paulo; c) denominação do documento; d) número do cadastro; e) número do formulário; f) logomarca da PMESP; g) as inscrições De acordo com a Legislação Vigente, Válido somente com a apresentação da Identidade Funcional da Polícia Militar e Não plastificar este documento ; h) Boletim Interno Reservado que publicou a aquisição; i) emissão; j) validade (três anos da data de emissão); k) posto, nome e assinatura da autoridade policial militar competente para a expedição. II - do policial militar: a) nome; b) posto / graduação, RE e RG. III - da arma de fogo: a) espécie (tipo); b) marca; c) modelo; d) calibre; e) número; f) comprimento do cano; g) capacidade de cartuchos. Parágrafo único O CRAF manterá a sua validade, mesmo que o proprietário da arma tenha seu posto, graduação ou situação alterados, devendo ser atualizado somente na ocasião da próxima renovação.

10 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 09 Subseção II Das Armas de Fogo de Uso Restrito Artigo 17 O CRAF da arma de uso restrito, pertencente à policial militar, adquirida diretamente na indústria por intermédio do CSM/AM, será expedido pela própria PMESP, por delegação do Comando da 2ª Região Militar do Exército. Subseção III Das Armas de Fogo dos Policiais Militares Colecionadores, Atiradores ou Caçadores Artigo 18 O CRAF das armas pertencentes à policial militar colecionador, atirador ou caçador será expedido pelo Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 2ª Região Militar (SFPC/2ª RM). SEÇÃO III Das Pessoas que Ingressam na Carreira Policial-Militar Possuindo Arma de Fogo Artigo 19 - A pessoa admitida na Polícia Militar, proprietária de arma de fogo, deverá, por intermédio da OPM responsável pela realização do respectivo Curso de Formação ou Estágio, cadastrá-la junto ao CSM/AM, que expedirá o CRAF da Polícia Militar, após a devida publicação do cadastro em Boletim Interno Reservado da OPM. Parágrafo único - O CSM/AM enviará os dados da arma da pessoa admitida na PMESP para o devido cadastro no SIGMA, informando ao SINARM sobre a alteração do local de registro. SEÇÃO IV Do Furto, Roubo ou Extravio do Certificado de Registro de Arma de Fogo Artigo 20 - O policial militar proprietário de arma de fogo de uso permitido e restrito comunicará imediatamente à sua OPM o extravio, furto ou roubo do CRAF, bem como a sua recuperação, além de fazer o registro no Distrito Policial ou na Internet (Delegacia Eletrônica), para que o CSM/AM possa expedir a 2ª via desse documento.

11 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 10 Parágrafo único Durante o período entre o extravio, furto ou roubo e a emissão da 2ª via pelo CSM/AM a arma deverá ficar depositada na residência ou na Reserva de Armas da OPM de vinculação do interessado. Artigo 21 - Ocorrendo extravio, furto ou roubo do CRAF de arma de fogo pertencente à policial militar atirador, colecionador ou caçador, este fará o registro do fato no Distrito Policial ou na Internet (Delegacia Eletrônica) e confeccionará Parte relatando o ocorrido, anexando cópia do boletim de ocorrência, endereçando-a ao seu Cmt imediato. Parágrafo único - A emissão da 2ª via do CRAF será expedida pelo Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 2ª Região Militar (SFPC/2ª RM) por conta do interessado. Artigo 22 Nas situações em que o CRAF é localizado, e foram praticados os procedimentos constantes nos artigos 20 e 21, o mesmo deverá ser inutilizado e arquivado na PI (Pasta Individual) do interessado. Artigo 23 - O extravio, o furto ou o roubo do CRAF serão publicados em Boletim Interno Reservado, e a OPM deverá remeter cópia do Boletim de Ocorrência e/ou da publicação ao CSM/AM para atualização de seu cadastro. Artigo 24 O policial militar inativo que tiver o seu CRAF roubado, furtado ou extraviado, registrará o fato no Distrito Policial ou pela Internet (Delegacia Eletrônica) e comunicará, por escrito, o Cmt, Dir ou Ch da OPM detentora dos seus Assentamentos Individuais, que remeterá o expediente ao CSM/AM para a emissão de novo Certificado, e desde que não seja colecionador, atirador ou caçador. CAPÍTULO III Da Revogação do Certificado de Registro de Arma de Fogo SEÇÃO I Dos Policiais Militares Exonerados, Demitidos ou Expulsos Artigo 25 - Na hipótese de exoneração, demissão ou expulsão do policial militar, a OPM deverá recolher o CRAF expedido pela Polícia Militar, encaminhando-o ao CSM/AM, juntamente com a respectiva Planilha de Alteração de Cadastro de Arma de Fogo (Anexo C ).

12 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 11 Parágrafo único Caso não seja possível recolher o CRAF, o Cmt, Dir ou Ch deverá fazer essa observação e justificá-la no documento que encaminhar a Planilha de Alteração de Cadastro de Arma de Fogo. Artigo 26 - Ao CSM/AM caberá: I - revogar o CRAF expedido pela PMESP, ato que deverá ser publicado em Boletim Geral Reservado, atualizando, após, o seu cadastro; II - expedir, de ofício, certidão de origem da arma de fogo para fins de regularização junto ao órgão competente da Polícia Federal, mediante apresentação de cópia autenticada pela OPM, de comprovante de residência, do CPF e da cédula de identidade (RG). Artigo 27 - A OPM cientificará, por escrito, o policial militar exonerado, demitido ou expulso, da necessidade de regularização da arma de fogo de que seja proprietário, junto ao órgão competente da Polícia Federal e, até que seja feita tal regularização, referido armamento poderá ficar guardado em sua reserva de armas pelo prazo máximo de 18 (dezoito) meses, quando o mesmo será entregue à Polícia Federal, nos termos do artigo 31 da Lei Federal nº /03. 1º Quando da guarda da arma de fogo de que trata o caput deste artigo, será lavrado o Termo de Recolhimento ( Anexo D ), com as seguintes adaptações: 1. não inserir posto ou graduação; 2. substituir RE por RG; 3. substituir da (o) (OPM) por tendo como última OPM o (a) ; 4. alterar a parte final para ficará guardada na reserva de armas desta Unidade até que seja registrada na Polícia Federal, ou que seja transferida de propriedade, observando-se as formalidades legais, não ultrapassando a data de (indicar dia, mês e ano), quando será encaminhada à Polícia Federal, nos termos do artigo 31 da Lei nº /03. 2º - Caso o policial militar exonerado, demitido ou expulso se recuse a deixar a arma guardada na reserva de armas de sua última OPM, o Cmt, Dir ou Ch da Unidade, após a revogação do CRAF pelo CSM/AM, deverá comunicar a irregularidade (arma sem registro) ao Distrito Policial da respectiva circunscrição. 3º - O Oficial P/4 da OPM responsável pela guarda da (s) arma (s) de fogo particular (es) de policial militar suscetível de entrega à Polícia Federal para destruição nos termos do artigo 32 da Lei Federal , de 23 de dezembro de 2003, em decorrência do prazo previsto no nº 4 do 1º deste artigo ter expirado, deverá notificar, por escrito, antecipadamente o interessado ou seu representante legal, devendo transferir-lhes a eventual indenização prevista no regulamento da citada lei, se houver.

13 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 12 4º - Após a realização da entrega prevista no parágrafo anterior, o ato deverá ser publicado em Boletim Interno Reservado da OPM e no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data de publicação, uma cópia deverá ser remetida ao CSM/AM para a devida atualização do cadastro. SEÇÃO II Dos Policiais Militares Inaptos Artigo 28 O policial militar com proibição ou restrição de uso de arma de fogo que se recusar a entregar sua arma particular à autoridade policial-militar competente terá o seu CRAF revogado, ato que deverá ser publicado em Boletim Geral Reservado. 1º A revogação do CRAF e a consequente publicação em Boletim Geral Reservado serão atos praticados pelo Ch CSM/AM. 2º - As OPM que tiverem policiais militares na situação mencionada no caput deste artigo deverão encaminhar documentação ao CSM/AM, para que seja procedida tal revogação. 3º - Ao ser revogado o CRAF, o Cmt, Dir ou Ch da OPM do policial militar comunicará a irregularidade (arma sem registro) ao Distrito Policial da circunscrição onde o mesmo resida. CAPÍTULO IV Do Porte de Arma de Fogo por Policiais Militares SEÇÃO I Dos Policiais Militares do Serviço Ativo Artigo 29 - O porte da arma de fogo de uso permitido e de uso restrito, é inerente ao policial militar, com validade em todo território nacional, mediante apresentação da Cédula de Identidade Funcional, instituída pelo Decreto Estadual nº , de 21 de novembro de º As armas de fogo a que se refere o caput deverão pertencer ao patrimônio da PMESP ou estarem devidamente registradas em nome do portador, cujo CRAF seja emitido pelo CSM/AM. 2º - O porte de arma também é válido para as armas pertencentes a outros órgãos do Governo estadual, da União, de outros Estados da Federação ou de Municípios, utilizadas em face de contrato ou qualquer outra modalidade de cooperação.

14 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 13 3º - Quando o policial militar estiver de folga, o porte de arma de fogo citado no caput, será válido somente para as armas classificadas como de porte, sendo vedada a sua aplicação para as armas portáteis. Artigo 30 - O Cmt, Dir ou Ch de OPM é a autoridade policial-militar competente para autorizar: I - a carga de arma de fogo pertencente à PMESP; II - a utilização da arma particular em serviço; III - o porte de arma de fogo pertencente ao patrimônio da PMESP em outra unidade federativa. Parágrafo único - As autorizações mencionadas neste artigo podem ser revogadas a qualquer tempo, a juízo da autoridade que as emitiu. Parágrafo único As autorizações mencionadas neste artigo podem ser revogadas a qualquer tempo, a juízo do Cmt, Dir ou Ch da OPM. (NR) Artigo 31 - A autorização para o porte de arma de fogo pertencente ao patrimônio da PMESP (Anexo G ) em outra unidade federativa ocorrerá quando o policial militar estiver no exercício de suas funções institucionais ou em trânsito. 1º - O trânsito compreende todas as situações em que o policial-militar não esteja exercendo funções institucionais. 2º - A autorização de carga de arma de fogo, com validade de até 06 (seis) meses, em outra unidade federativa por motivos de trânsito deverá ser motivada por parte circunstanciada e publicada em Boletim Interno Reservado. Artigo 32 Para portar arma de fogo de uso permitido e de uso restrito, o policial militar deverá observar as seguintes regras: 1. quando de serviço com arma da PMESP, deverá portar somente a Cédula de Identidade Funcional; 2. quando de folga com arma da PMESP, deverá portar a Cédula de Identidade Funcional e a Autorização de Carga de Arma de Fogo (Anexo E ), podendo este último ser substituído pelo Certificado de Patrimônio de Arma de Fogo (Anexo A ); 2. quando de folga com arma de fogo da PMESP deverá portar a Cédula de Identidade Funcional e, se a sua carga não estiver cadastrada no Sistema Integrado de Patrimônio e Logística, necessitará da Autorização de Carga de Arma de Fogo (Anexo E) ou autorização equivalente; (NR)

15 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl quando de serviço ou de folga com arma particular, deverá portar a Cédula de Identidade Funcional e o CRAF (Anexo B ). 4. quando de folga, sendo colecionador, atirador ou caçador, para a(s) arma(s) particular(es) cujo(s) Certificado(s) de Registro tenha sido emitido pelo Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados (SFPC/2ª RM), deverá portar a Cédula de Identidade Funcional, o CRAF e o Porte de Arma de Fogo ou a Guia de Trafego Especial (GTE) emitidos pelo Exército Brasileiro. Parágrafo único - É facultado ao Detentor Executivo de armamento autorizar, mediante solicitação escrita do policial militar subordinado, por até 90 (noventa) dias, a entrega do Certificado de Patrimônio de Arma de Fogo de arma de porte pertencente à PMESP, de modo que este possa portá-la no horário de folga. (Revogado pela Portaria CMT G PM nº PM1-006/02/10) 1º - É facultado ao Detentor Executivo de armamento, autorizar, mediante solicitação escrita do policial militar subordinado, por até 60 (sessenta) dias, a entrega de arma de fogo de porte pertencente ao patrimônio da PMESP, de modo que este poderá portá-la no horário de folga. 2º - O Detentor Executivo de armamento das OPM que possuem cursos de formação poderá, através de Ordem de Serviço, autorizar que os discentes, em razão dos estágios operacionais, portem arma de fogo da Corporação, inclusive nos horários de folga. 3º - O Detentor Executivo de armamento das OPM poderá, através de Ordem de Serviço, autorizar que os seus subordinados, em razão da participação em operações extraordinárias, portem arma de fogo da PMESP, inclusive nos horários de folga, nos 03 (três) dias que antecedem e sucedem o evento. (AC). Artigo 33 - O policial militar fora de serviço poderá portar arma de fogo em locais onde haja aglomeração de pessoas em virtude de evento de qualquer natureza, obedecidas as seguintes condições: I não conduzir a arma ostensivamente; II cientificar o policiamento no local, se houver, fornecendo nome, posto ou graduação, Unidade e a identificação da arma. Parágrafo único - O policial militar que desejar ingressar em estabelecimentos privados, desde que não seja para o atendimento de ocorrência policial, e caso seja solicitado pela segurança local, deverá fornecer seu nome, posto ou graduação, Unidade e a identificação da arma.

16 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 15 Artigo 34 É vedado o porte de arma de fogo: 1. ao policial militar ao qual foi determinada a proibição ou a restrição, seja judicial ou médica, no tocante ao uso de arma de fogo; 2. a o s S d P M 2 ª C l a s s e, d u r a n t e a f r e q u ê n c i a a o C u r s o d e F o r m a ç ã o d e S o l d a d o P M, e m s e u M ó d u l o B á s i c o, s a l v o q u a n d o e m s e r v i ç o ; 3. aos Al Of PM que e s t i v e r e m f r e q u e n t a n d o o 1 º a n o d o C u r s o d e F o r m a ç ã o d e O f i c i a i s, c o m e x c e ç ã o d a q u e l e s o r i u n d o s d a s f i l e i r a s d a C o r p o r a ç ã o q u e j á t e n h a m c o n c l u í d o o C u r s o d e F o r m a ç ã o d e S o l d a d o P M ; 4. a o s 2 º T e n P M E s t a g i á r i o s q u e e s t i v e r e m f r e q u e n t a n d o o E s t á g i o d e A d a p t a ç ã o d e O f i c i a i s a o Q u a d r o d e O f i c i a i s d e S a ú d e d a P o l í c i a M i l i t a r. Artigo 35 O policial militar agregado em razão de licença sem vencimentos que não possua restrição de uso de arma, poderá portar arma de fogo particular, não sendo necessária a realização da avaliação médica e psicológica prevista no artigo 64 desta Portaria. Artigo 36 O policial militar enquadrado na condição estabelecida no artigo anterior, deverá solicitar ao Cmt, Dir ou Ch da OPM em que estiver lotado, a autorização para Porte de Arma de Fogo para Inativos (Anexo F ), com validade de até 2 (dois) anos a contar da publicação da concessão da licença. Artigo 36 O policial militar enquadrado na condição estabelecida no artigo anterior, deverá solicitar, por escrito, ao Cmt, Dir ou Ch da OPM em que estiver lotado, a possibilidade de portar sua arma de fogo particular durante o período do afastamento, e em sendo autorizado, permanecerá com a sua carteira de identidade funcional que deverá ser portada junto com o Certificado de Registro de Arma de Fogo. (NR) SEÇÃO II Do Porte pelos Policiais Militares Atiradores, Caçadores ou Colecionadores Artigo 37 Os policiais militares atiradores, colecionadores ou caçadores para poderem portar as armas cadastradas e registradas na 2ª Região Militar, deverão solicitar o porte de arma de fogo junto ao Comando do Exército.

17 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 16 SEÇÃO III Da Autorização de Carga Pessoal de Arma de Fogo Artigo 38 - O Cmt, Dir ou Ch de OPM é a autoridade policial-militar competente para autorizar, conforme modelo constante do Anexo E, a carga pessoal de uma arma de fogo de porte pertencente ao patrimônio da PMESP. Parágrafo único O Cmt, Dir ou Ch de OPM deverá solicitar a Autorização de Carga Pessoal de Arma de Fogo ao seu superior imediato. Artigo 39 A autorização constitui ato discricionário do Cmt, Dir ou Ch de OPM, observado os critérios de conveniência e de oportunidade, podendo ser revogada a qualquer tempo. Artigo 40 - A Autorização para Carga Pessoal de Arma de Fogo, referente à arma de porte semi-automática, somente poderá ser expedida ao policial militar habilitado ao uso de pistola semi-automática. A r t i g o 41 - O d e t e n t o r u s u á r i o d e v e s e m p r e t e r a a r m a c o n s i g o, e n a i m p o s s i b i l i d a d e, o u s e n ã o q u i s e r o u n ã o p u d e r p o r t á - l a, d e v e r á g u a r d á - l a e m l o c a l s e g u r o, c o n f o r m e o d i s c i p l i n a d o n o a r t i g o d e s t a P o r t a r i a, o u p o d e r á d e i x á - l a n a Re s e r v a d e Ar m a s d e u m a O P M, r e t i r a n d o - a i m e d i a t a m e n t e d e p o i s d e c e s s a d o o m o t i v o. Parágrafo único - A a r m a d e f o g o recolhida na Reserva de Armas, n a s c o n d i ç õ e s d o ca p u t d e s t e a r t i g o, s o m e n t e s e r á g u a r d a d a p o r 3 0 ( t r i n t a ) d i a s, q u a n d o e n t ã o s e r á c o m u n i c a d a a O P M d e t e n t o r a d o m a t e r i a l. Artigo 42 - É proibida a autorização de carga pessoal de arma de fogo pertencente ao patrimônio da PMESP ao policial militar inativo e ao policial militar agregado nos termos do artigo 5º do Decreto-lei nº 260/70. Artigo 43 O policial militar movimentado deverá devolver a arma da PMESP, que tiver como carga, à OPM detentora, ou seja, a que estava lotado. Artigo 43 O policial militar movimentado levará consigo a arma que tiver como carga e o registro patrimonial do material será diretamente transferido à nova OPM, assim que incluído no estado efetivo da OPM de destino. (NR)

18 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 17 1º - O policial militar, quando da sua movimentação, apresentação em curso ou retorno dele, deverá apresentar a arma que detém como carga, ao Oficial P/4 da OPM de onde está sendo movimentado e da onde está sendo apresentado. 2º - O policial militar, ao passar para a inatividade ou for exonerado, deverá entregar, ao Oficial P/4 da OPM onde estava classificado, a arma a ele disponibilizada como carga, devendo este Oficial encaminhar sua arma ao CSM/AM, a qual após vistoria, será incluída na reserva estratégica da Corporação. (AC) Artigo 44 - O policial militar detentor usuário de arma de fogo pertencente ao patrimônio da PMESP zelará por sua manutenção de primeiro escalão e conservação, responsabilizando-se por sua guarda, nos termos do artigo 179 da norma. Artigo 45 A Autorização de Carga de Arma de Fogo deverá conter os seguintes dados: I do artigo 16 desta Portaria: a) do inciso I, exceto a alínea h e j ; b) as alíneas do inciso II; c) as alíneas do inciso III. II validade (prazo máximo de três anos); (Revogado pela Portaria CMT G PM nº PM1-006/02/10) III indicação do número de patrimônio da arma. 1º Após a expedição da Autorização de Carga de Arma de Fogo, o ato será publicado em Boletim Interno Reservado, sendo transcrito o número do boletim no assentamento individual do policial militar interessado. 2º - No caso de afastamentos superiores a 60 (sessenta) dias, o detentor usuário deverá restituir a arma à reserva de armas da OPM, sendo facultado ao Cmt, Dir, Ch de OPM, autorizar, por igual período, e mediante solicitação escrita do policial militar subordinado, a permanência com a carga durante afastamento regulamentar, de modo que este possa portá-la, com o objetivo de garantir a sua segurança pessoal. 3º - A Autorização para Carga Pessoal de Arma de Fogo, referente à arma de porte semi-automática, somente poderá ser expedida ao policial militar habilitado ao uso de pistola semi-automática. (Revogado pela Portaria CMT G PM nº PM1-006/02/10, de 05NOV10).

19 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 18 Artigo 45-A - Não acompanharão os Policiais Militares, no caso de movimentação definitiva, as armas daqueles detentores de carga de pistola calibre.40 dos modelos 640 e 940, uma vez que sua destinação está afeta ao serviço desenvolvido na OPM, tal como P/2 e segurança de dignitários. (AC). Subseção I Das Formalidades para a Obtenção da Autorização de Carga de Arma de Fogo Artigo 46 O policial militar ao solicitar a Autorização de Carga de Arma de Fogo preencherá o Formulário de Solicitação de Carga de Arma de Fogo da Corporação (PML-77) e assinará o Termo de Responsabilidade (Anexo H ), caso contrário não terá a carga da referida arma. Artigo 47 - A carga pessoal de arma de fogo será controlada observando-se o que segue: Artigo 47 A carga de arma de fogo será controlada pelo Sistema Integrado de Patrimônio e Logística (banco de dados armazenados em servidor e com redundância). (NR) I registro em sistema eletrônico confiável (banco de dados armazenado em servidor e com redundância), e em livro tipo Ata - modelo PM C-30 que conterá termos de abertura e encerramento, no qual se lançarão, sucessivamente, os dados identificadores do detentor usuário, da arma de fogo e do período que esta ficará sob responsabilidade do policial militar, com as assinaturas do armeiro e do detentor usuário, bem como o número da autorização para carga; II - os registros relativos à carga de arma de fogo da PMESP por policiais militares, serão guardados pela Administração durante o período de 20 (vinte) anos, contados a partir da data do último lançamento. (Incisos I e II revogado pela Portaria CMT G PM nº PM1-006/02/11, de 04JAN11). Subseção II Do Termo de Responsabilidade Artigo 48 O policial militar para ter carga de arma de fogo pertencente ao patrimônio da PMESP deverá assinar o termo de responsabilidade (Anexo H ). Artigo 48 O policial militar para ter carga de arma de fogo pertencente ao patrimônio da PMESP deverá assinar o termo de responsabilidade (Anexo H), o qual será único, mesmo que tenha outros materiais bélicos como carga pessoal, tais como colete de proteção balística, algemas e cassetetes ou tonfas. 1º - Preliminarmente à concessão da autorização para carga pessoal de arma de fogo, a OPM do policial militar interessado deverá consultar o valor do material que será entregue como carga na Lista de Controle de Materiais (LCM) da OPM detentora do armamento. 1º - O valor da arma será inserido no Termo de Responsabilidade diretamente do Sistema Integrado de Patrimônio e Logística.

20 Continuação da Portaria do Cmt G nº PM1-001/02/10 Fl. 19 2º - O valor da arma será inserido no Termo de Responsabilidade e, só então, o policial militar poderá ter a carga de arma de fogo. 2º - Quando da perda da arma de fogo pertencente à PMESP, independentemente do valor consignado no Termo de Responsabilidade, dever-se-á solicitar o laudo de avaliação ao CSM/AM, o qual trará o valor exato da arma, considerando-se a sua depreciação. 3º - Quando da perda da arma de fogo pertencente à PMESP, independentemente do valor estar consignado no Termo de Responsabilidade, dever-se-á solicitar o laudo de avaliação ao CSM/AM, o qual trará o valor exato da arma, considerando-se a sua depreciação. 3º - O Termo de Responsabilidade deverá ser mantido na PI do Policial Militar que obtiver a autorização para a carga de arma de fogo da PMESP, acompanhando-o para todas as OPM que o Policial Militar vier a ser movimentado, sendo encaminhado ao Ofício de apresentação. (NR) Subseção III Dos Casos de Impedimento e Suspensão da Autorização de Carga de Arma de Fogo Artigo 49 - Não será concedida autorização de carga pessoal de arma de fogo ao policial militar que: 1. se encontrar no comportamento Mau ; 2. estiver com qualquer tipo de proibição ou restrição ao uso de arma de fogo; 3. estiver frequentando o 1º ano do Curso de Formação de Oficiais, com exceção daqueles oriundos das fileiras da Corporação que já tenham concluído o Curso de Formação de Soldado PM; 4. estiver frequentando o módulo básico do Curso de Formação de Soldado PM; 5. estiver frequentando o Estágio de Adaptação de Oficiais ao Quadro de Oficiais de Saúde da Polícia Militar. Artigo 50 - Terá suspensa a autorização de carga pessoal de arma de fogo: 1. pelo período em que perdurar a situação, o policial militar ao qual foi prescrita a proibição ou a restrição quanto ao uso de arma de fogo; 2. pelo período em que perdurar a apuração de furto ou extravio da arma de fogo pertencente ao patrimônio da PMESP que se encontrava sob sua responsabilidade; 3. por 180 (cento e oitenta) dias, o policial militar que disparar arma de fogo por descuido ou sem necessidade;

DISPÕE SOBRE O REGISTRO E O PORTE DE ARMA DE FOGO NA POLÍCIA MILITAR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS

DISPÕE SOBRE O REGISTRO E O PORTE DE ARMA DE FOGO NA POLÍCIA MILITAR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS DISPÕE SOBRE O REGISTRO E O PORTE DE ARMA DE FOGO NA POLÍCIA MILITAR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS Portaria do Cmt G PM1-4/02/06, de 05/05/06 O Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Considerando

Leia mais

POLÍCIA MILITAR DA BAHIA GABINETE DO COMANDANTE-GERAL. O Comandante-Geral da Polícia Militar da Bahia,

POLÍCIA MILITAR DA BAHIA GABINETE DO COMANDANTE-GERAL. O Comandante-Geral da Polícia Militar da Bahia, POLÍCIA MILITAR DA BAHIA GABINETE DO COMANDANTE-GERAL PORTARIA n.º 035-CG/2005, de 7 de setembro de 2005. Dispõe sobre o registro e o porte de arma de fogo na Polícia Militar e dá outras providências.

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 01, DE 30 DE MAIO DE 2006 GC. (PUBLICADA NO BCG N 101, DE 30 DE MAIO DE 2006)

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 01, DE 30 DE MAIO DE 2006 GC. (PUBLICADA NO BCG N 101, DE 30 DE MAIO DE 2006) INSTRUÇÃO NORMATIVA N 01, DE 30 DE MAIO DE 2006 GC. (PUBLICADA NO BCG N 101, DE 30 DE MAIO DE 2006) Dispõe sobre a regulamentação da aquisição, registro, cadastro, porte, trânsito e transferência de armas

Leia mais

DECRETO Nº 961, DE 23 DE JANEIRO DE 2012.

DECRETO Nº 961, DE 23 DE JANEIRO DE 2012. DECRETO Nº 961, DE 23 DE JANEIRO DE 2012. Aprova a Diretriz Conjunta nº 003/2011, dos Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso, que regulamenta a aquisição,

Leia mais

Produtos Controlados na Segurança Privada

Produtos Controlados na Segurança Privada Edição 2013 XXV Cobrase Produtos Controlados na Segurança Privada Paulo Grechi de Almeida Sobre o Autor Paulo Grechi de Almeida Oficial R/2 do Exército Brasileiro, 1º Tenente de Material Bélico, Especialista

Leia mais

ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR ESTADO-MAIOR 1ª SEÇÃO

ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR ESTADO-MAIOR 1ª SEÇÃO ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR ESTADO-MAIOR 1ª SEÇÃO PORTARIA DO COMANDO-GERAL Nº 046, DE 21 DE JANEIRO DE 2010 (Alterada pela Portaria CG nº 839/10, publicada no BG nº 243/10) Regula a aquisição, o

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE MATERIAL BÉLICO (Dir G de MB/1952)

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE MATERIAL BÉLICO (Dir G de MB/1952) MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE MATERIAL BÉLICO (Dir G de MB/1952) PORTARIA N o 036-DMB, DE 09 DE DEZEMBRO DE 1999 Aprova as normas que regulam o comércio de armas e munições.

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO CONJUNTA N 4, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2014

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO CONJUNTA N 4, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2014 CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO CONJUNTA N 4, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2014 Regulamenta, no âmbito do Poder Judiciário e do Ministério Público, os arts. 6º, inciso XI, e 7 -A, ambos da

Leia mais

BG Nº. 045 de 08 de Março de 2012 XIII - NORMAS PARA O REGISTRO E O PORTE DE ARMA DE FOGO NA POLÍCIA MILI- TAR

BG Nº. 045 de 08 de Março de 2012 XIII - NORMAS PARA O REGISTRO E O PORTE DE ARMA DE FOGO NA POLÍCIA MILI- TAR BG Nº. 045 de 08 de Março de 2012 XIII - NORMAS PARA O REGISTRO E O PORTE DE ARMA DE FOGO NA POLÍCIA MILI- TAR PORTARIA Nº 018/2012-GCG, DE 05 DE MARÇO DE 2012. Dispõe sobre as Normas para o Registro e

Leia mais

Ministério da Justiça GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.670, DE 20 DE OUTUBRO DE 2010

Ministério da Justiça GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.670, DE 20 DE OUTUBRO DE 2010 Ministério da Justiça GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.670, DE 20 DE OUTUBRO DE 2010 O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 28, inciso IV, do

Leia mais

www.dfpc.eb.mil.br/index.php/legislacao/61

www.dfpc.eb.mil.br/index.php/legislacao/61 PORTARIA N o 004 - D Log, DE 08 DE MARÇO DE 2001. Aprova as Normas que Regulam as Atividades dos Atiradores. O CHEFE DO DEPARTAMENTO LOGÍSTICO, no uso das atribuições previstas no inciso XV do art. 27

Leia mais

CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS

CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas Sinarm, define crimes e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DO

Leia mais

ORDEM INTERNA Nº 003/ COMANDO GERAL / 2015-15 de outubro de 2015

ORDEM INTERNA Nº 003/ COMANDO GERAL / 2015-15 de outubro de 2015 COMANDO GERAL DA GUARDA CIVIL METROPOLITANA ORDEM INTERNA Nº 003/ COMANDO GERAL / 2015-15 de outubro de 2015 Servidores Envolvidos: Todos os integrantes da Guarda Civil Metropolitana nas diversas Unidades

Leia mais

ESTATUTO DO DESARMAMENTO CARTILHA DO CIDADÃO - "MUNIÇÃO LEGAL" PREFÁCIO SEGURANÇA ORIENTE SEUS FILHOS A EVITAREM ACIDENTES.

ESTATUTO DO DESARMAMENTO CARTILHA DO CIDADÃO - MUNIÇÃO LEGAL PREFÁCIO SEGURANÇA ORIENTE SEUS FILHOS A EVITAREM ACIDENTES. ESTATUTO DO DESARMAMENTO CARTILHA DO CIDADÃO - "MUNIÇÃO LEGAL" PREFÁCIO Esta cartilha visa fornecer informação rápida e precisa sobre os principais pontos do Estatuto do Desarmamento e de seu regulamento.

Leia mais

LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS

LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS Senado Federal S u b s e c r e t a r i a d e I n f o r m a ç õ e s LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça Revogado pela Portaria STJ n. 417 de 24 de outubro de 2012 PORTARIA N. 329 DE 19 DE OUTUBRO DE 2011. Dispõe sobre o controle de acesso, circulação e permanência de pessoas no Superior Tribunal de Justiça.

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA Nº 01, DE 12 DE MARÇO DE 2015

INSTRUÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA Nº 01, DE 12 DE MARÇO DE 2015 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DO EXÉRCITO COMANDO LOGÍSTICO DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS CONTROLADOS (DFPC/1982) INSTRUÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA Nº 01, DE 12 DE MARÇO DE 2015 Regula procedimentos

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA N o. 023/2005-DG/DPF, DE 1 o. 2005 DE SETEMBRO DE Estabelece procedimentos visando o cumprimento da Lei 10.826, de 22 de dezembro

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA RESOLUÇÃO Nº 04/2010 Dispõe sobre procedimentos para expedição e uso do

Leia mais

DECRETO Nº 5.123, DE 1º DE JULHO DE 2004.

DECRETO Nº 5.123, DE 1º DE JULHO DE 2004. DECRETO Nº 5.123, DE 1º DE JULHO DE 2004. Regulamenta a Lei n o 10.826, de 22 de dezembro de 2003, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 282, DE 26 DE JUNHO DE 2008

RESOLUÇÃO Nº 282, DE 26 DE JUNHO DE 2008 RESOLUÇÃO Nº 282, DE 26 DE JUNHO DE 2008 Estabelece critérios para a regularização da numeração de motores dos veículos registrados ou a serem registrados no País. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO CONTRAN,

Leia mais

CARTILHA SEGMENTO ARMAS E MUNIÇÕES

CARTILHA SEGMENTO ARMAS E MUNIÇÕES 1 CARTILHA SEGMENTO ARMAS E MUNIÇÕES 2 RECADASTRAMENTO 1) O que é o recadastramento das armas de fogo? A Lei 10.826/03, prevê em seu art. 5º, 3º que o proprietário de arma de fogo com registro de propriedade

Leia mais

Telefone: (31) 3352-1272 contato@apostilasdamasceno.com. Res 4085 Arma de Fogo

Telefone: (31) 3352-1272 contato@apostilasdamasceno.com. Res 4085 Arma de Fogo RESOLUÇÃO N.º 4.085/10- CG, DE 11 DE MAIO DE 2010. Dispõe sobre a aquisição, o registro, o cadastro e o porte de arma de fogo de propriedade do militar; e o porte de arma de fogo pertencente à Polícia

Leia mais

f) especificação da finalidade do pedido ( Licença, Certificado de Vistoria ou Cancelamento);

f) especificação da finalidade do pedido ( Licença, Certificado de Vistoria ou Cancelamento); São Paulo, 118 (122) Diário Oficial Poder Executivo - Seção I quinta-feira 3 de julho de 2008 DEPARTAMENTO DE IDENTIFICAÇÃO E REGISTROS DIVERSOS DIVISÃO DE PRODUTOS CONTROLADOS Portaria DPC - 3, de 2-7-2008

Leia mais

PORTARIA Nº 013 - D LOG, DE 19 DE AGOSTO DE 2002

PORTARIA Nº 013 - D LOG, DE 19 DE AGOSTO DE 2002 PORTARIA Nº 013 - D LOG, DE 19 DE AGOSTO DE 2002 Aprova as Normas Reguladoras dos Procedimentos para a Blindagem de Veículos e demais Atividades Relacionadas com Veículos Blindados (NORBLIND). O CHEFE

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Página 1 de 7 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.978 DE 4 DE DEZEMBRO DE 2006. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 7.102, DE 20 DE JUNHO DE 1983. Dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição

Leia mais

LEI N o 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003.

LEI N o 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. LEI N o 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas Sinarm, define crimes e dá outras providências. O

Leia mais

LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. CAPÍTULO I

LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. CAPÍTULO I LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas Sinarm, define crimes e dá outras providências. O

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema

Leia mais

INSTRUÇÃO CONJUNTA N.º 001 - DRH/DS/DAL, DE 17 DE OUTUBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO CONJUNTA N.º 001 - DRH/DS/DAL, DE 17 DE OUTUBRO DE 2008. INSTRUÇÃO CONJUNTA N.º 001 - DRH/DS/DAL, DE 17 DE OUTUBRO DE 2008. Orienta procedimentos visando à aquisição, à manutenção de porte e à posse de arma de fogo na PMMG. O CORONEL PM DIRETOR DE RECURSOS HUMANOS,

Leia mais

Portaria nº 319 de 29 de julho de 2011. Considerando o disposto no artigo 8º da Lei nº 9.933, de 20 de dezembro de 1999;

Portaria nº 319 de 29 de julho de 2011. Considerando o disposto no artigo 8º da Lei nº 9.933, de 20 de dezembro de 1999; Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO Portaria nº 319 de 29 de julho de 2011

Leia mais

I identificar as características e a propriedade de armas de fogo, mediante cadastro;

I identificar as características e a propriedade de armas de fogo, mediante cadastro; Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI No 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. Texto compilado Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição,

Leia mais

PROTOCOLO PARA AQUISIÇÃO DE ARMAS DE FOGO COM REGISTRO NO SINARM POLÍCIA FEDERAL.

PROTOCOLO PARA AQUISIÇÃO DE ARMAS DE FOGO COM REGISTRO NO SINARM POLÍCIA FEDERAL. PROTOCOLO PARA AQUISIÇÃO DE ARMAS DE FOGO COM REGISTRO NO SINARM POLÍCIA FEDERAL. DE ACORDO COM A NOVA LEGISLAÇÃO, QUE REGULA AS ATIVIDADES DOS ESTANDES DE TIRO, LEI 10826 DE 22/12/2003, DECRETO 5123 DE

Leia mais

DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995

DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995 DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995 O Diretor do Departamento de Polícia Federal, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo ítem III, do Artigo 30 do Regimento

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando das atribuições que lhe confere o artigo 81, inciso III, da Constituição Federal,

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando das atribuições que lhe confere o artigo 81, inciso III, da Constituição Federal, DECRETO Nº 89.056, DE 24 DE NOVEMBRO DE 1983 Regulamenta a Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, que "dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição e funcionamento

Leia mais

CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO APRESENTAÇÃO

CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO APRESENTAÇÃO CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO APRESENTAÇÃO Esta cartilha foi elaborada pelo Serviço de Armamento e Tiro da Academia Nacional de Polícia e pelo Serviço Nacional de Armas, tendo como objetivo principal fornecer

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 89.056, DE 24 DE NOVEMBRO DE 1983 Regulamenta a Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, que "dispõe sobre segurança para estabelecimentos

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/2015 - DIVIS/DESEG APLICAÇÃO DE PENALIDADES

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. Texto compilado Regulamento Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo

Leia mais

LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA DEFESA CIVIL / CBMERJ CONSTITUIÇÃO FEDERAL

LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA DEFESA CIVIL / CBMERJ CONSTITUIÇÃO FEDERAL LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA DEFESA CIVIL / CBMERJ CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art.5º Todos são iguais perante a lei.. XI a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS LEI N o 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas Sinarm, define crimes e dá outras providências. O

Leia mais

DECRETO N.º 3.952, DE 02 DE OUTUBRO DE 2013.

DECRETO N.º 3.952, DE 02 DE OUTUBRO DE 2013. DECRETO N.º 3.952, DE 02 DE OUTUBRO DE 2013. Disciplina a liberação, o cancelamento e a baixa de Alvará de Localização e Funcionamento no município de Erechim. O Prefeito Municipal de Erechim, Estado do

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE MATERIAL BÉLICO (Dir G MB/1952)

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE MATERIAL BÉLICO (Dir G MB/1952) MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE MATERIAL BÉLICO (Dir G MB/1952) PORTARIA n o 029 - DMB, de 28 de outubro de 1999. Aprova as normas para a fiscalização das atividades com produtos

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

DECRETO N. 89.056 DE 24 DE NOVEMBRO DE 1983 Alterado pelo Decreto nº 1.592 de 10/08/95, publicado no D.O.U. de / /.

DECRETO N. 89.056 DE 24 DE NOVEMBRO DE 1983 Alterado pelo Decreto nº 1.592 de 10/08/95, publicado no D.O.U. de / /. DECRETO N. 89.056 DE 24 DE NOVEMBRO DE 1983 Alterado pelo Decreto nº 1.592 de 10/08/95, publicado no D.O.U. de / /. Regulamenta a Lei n. 7.102 (1), de 20 de junho de 1983, que dispõe sobre segurança para

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.834, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003. Dispõe sobre a Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro -

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO COMANDO LOGÍSTICO DEPARTAMENTO MARECHAL FALCONIERI

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO COMANDO LOGÍSTICO DEPARTAMENTO MARECHAL FALCONIERI MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO COMANDO LOGÍSTICO DEPARTAMENTO MARECHAL FALCONIERI PORTARIA N o 048 COLOG, DE 31 DEZEMBRO DE 2014. Dispõe sobre a regulamentação das atividades de colecionamento,

Leia mais

SISTEMA GUIA DE TRÁFEGO ELETRÔNICA WWW.SGTE.EB.MIL.BR

SISTEMA GUIA DE TRÁFEGO ELETRÔNICA WWW.SGTE.EB.MIL.BR Manual do Usuário SISTEMA GUIA DE TRÁFEGO ELETRÔNICA WWW.SGTE.EB.MIL.BR Página 1 SUMÁRIO 1. ACESSANDO O SISTEMA... 4 2. TELA DE SELEÇÃO... 5 3. SOLICITAR EMISSÃO GUIA DE TRÁFEGO... 6 3.1 TELA DE INFORMAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO UNIFICADO DAS BIBLIOTECAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO UNIFICADO DAS BIBLIOTECAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO DIRETORIA DE GESTÃO E APOIO AO ENSINO REGULAMENTO UNIFICADO DAS BIBLIOTECAS

Leia mais

SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 3.722, DE 2012 (Do Sr. ROGÉRIO PENINHA MENDONÇA) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 3.722, DE 2012 (Do Sr. ROGÉRIO PENINHA MENDONÇA) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 3.722, DE 2012 (Do Sr. ROGÉRIO PENINHA MENDONÇA) Dispõe sobre o Estatuto de Controle de Armas de Fogo. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Leia mais

LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas Sinarm, define crimes e dá outras providências. O

Leia mais

SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL

SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL Edital de Credenciamento de examinadores de trânsito, conforme arts. 148 e 152 do CTB, art. 12 da Resolução nº 168/2004 do CONTRAN, e art. 24 da Resolução nº 358/2010 do CONTRAN para prestação de serviços

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 18, DE 2 DE MARÇO DE 2012

RESOLUÇÃO Nº 18, DE 2 DE MARÇO DE 2012 RESOLUÇÃO Nº 18, DE 2 DE MARÇO DE 2012 Dispõe sobre os registros definitivos e temporários de profissionais no Conselho de Arquitetura e Urbanismo e dá outras providências. O Conselho de Arquitetura e

Leia mais

Curso Resultado Um novo conceito em preparação para concursos

Curso Resultado Um novo conceito em preparação para concursos Lei Ordinária 10.826, de 22 de dezembro de 2003 Publicada no DOU de 23.12.2003 Não foram ressaltadas as alterações anteriores a 2013 Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição,

Leia mais

Legislação Especial. Sumário I ESTATUTO DO DESARMAMENTO. Prática II CRIMES DE TORTURA. Prática III DROGAS. Prática IV ABUSO DE AUTORIDADE.

Legislação Especial. Sumário I ESTATUTO DO DESARMAMENTO. Prática II CRIMES DE TORTURA. Prática III DROGAS. Prática IV ABUSO DE AUTORIDADE. Legislação Especial Sumário 2 I ESTATUTO DO DESARMAMENTO 32 Prática 33 II CRIMES DE TORTURA 35 Prática 36 III DROGAS 49 Prática 50 IV ABUSO DE AUTORIDADE 54 Prática 54 V ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Leia mais

RESOLUÇÃO N º4, DE 16 DE JANEIRO DE 2009

RESOLUÇÃO N º4, DE 16 DE JANEIRO DE 2009 RESOLUÇÃO N º4, DE 16 DE JANEIRO DE 2009 Dispõe sobre a criação da estrutura do Gabinete de Segurança Institucional do TRF da 2ª Região, da Assessoria Técnica de Segurança, do Grupo Especial de Segurança

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DE FORMULÁRIOS DISPONÍVEIS NA INTERNET

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DE FORMULÁRIOS DISPONÍVEIS NA INTERNET 0 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA DIRETORIA DE PESSOAL - DIVISÃO DE SELEÇÃO E ALISTAMENTO CONCURSO PÚBLICO SD PM 2ª CLASSE INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DE FORMULÁRIOS DISPONÍVEIS

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSSUNTOS JURÍDICOS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSSUNTOS JURÍDICOS DECRETO N o 525, DE 11 DE JULHO DE 2013. Regulamenta a utilização de veículos oficiais pela administração direta e indireta do Município de Palmas. O PREFEITO DE PALMAS, no uso de suas atribuições que

Leia mais

Autoridade Certificadora CAIXA Pessoa Jurídica CONTRATO DE ASSINANTE A1

Autoridade Certificadora CAIXA Pessoa Jurídica CONTRATO DE ASSINANTE A1 TERMO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL que entre si fazem, de um lado, como contratada a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, Empresa Pública de Direito Privado, inscrita no CNPJ/MF sob

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS PROCESSO Nº 1544/04 - PROJETO DE LEI Nº 187 INTERESSADO: Vereador Edson Antonio Fermiano ASSUNTO: Dispõe sobre os serviços de transporte coletivo escolar e dá outras providências. -0- Senhor Presidente

Leia mais

REGULAMENTO PARA EMISSÃO, REGISTRO E EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA DE CURSO DE GRADUAÇÃO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO PARA EMISSÃO, REGISTRO E EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA DE CURSO DE GRADUAÇÃO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO PARA EMISSÃO, REGISTRO E EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA DE CURSO DE GRADUAÇÃO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul

Leia mais

RESOLUÇÃO CRP16 Nº 005/2014

RESOLUÇÃO CRP16 Nº 005/2014 RESOLUÇÃO CRP16 Nº 005/2014 Dispõe sobre registro, cadastro, cancelamento e responsabilidade técnica das Pessoas Jurídicas da jurisdição do CRP16 e revoga a Resolução CRP 16 nº 004/2007, de 10 de novembro

Leia mais

A harmonia de procedimentos que deve existir entre os diversos Conselhos Regionais de Nutricionistas; CAPÍTULO I DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO

A harmonia de procedimentos que deve existir entre os diversos Conselhos Regionais de Nutricionistas; CAPÍTULO I DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO Página 1 de 1 RESOLUÇÃO CFN Nº 466/2010 Dispõe sobre a inscrição de Nutricionistas nos Conselhos Regionais de Nutricionistas, e dá outras providências O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), no uso

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 25 DE MARÇO DE 2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 25 DE MARÇO DE 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 25 DE MARÇO DE 2015 Disciplina os procedimentos relativos ao reconhecimento de não-incidência, de isenção e de dispensa de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N o 296, DE 2013.

RESOLUÇÃO CNSP N o 296, DE 2013. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 296, DE 2013. Dispõe sobre as regras e os critérios para operação do seguro de garantia estendida, quando da aquisição de

Leia mais

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I DA FINALIDADE CAPÍTULO II DOS PRINCÍPIOS 1/50

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I DA FINALIDADE CAPÍTULO II DOS PRINCÍPIOS 1/50 MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO COMANDO LOGÍSTICO DEPARTAMENTO MARECHAL FALCONIERI PORTARIA N o 51 - COLOG, DE 08 DE SETEMBRO DE 2015 Dispõe sobre normatização administrativa de atividades de

Leia mais

Ministério da Justiça

Ministério da Justiça Ministério da Justiça Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 47, de 13 de março de 1992 O Presidente do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N o 429, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2012. Dispõe sobre o registro de corretor e de sociedade corretora de seguros, sobre a atividade de corretagem de seguros

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI No 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. Regulamento Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre

Leia mais

Autoridade Certificadora CAIXA Pessoa Física CONTRATO DE ASSINANTE A1

Autoridade Certificadora CAIXA Pessoa Física CONTRATO DE ASSINANTE A1 TERMO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL que entre si fazem, de um lado, como contratada a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, Empresa Pública de Direito Privado, inscrita no CNPJ/MF sob

Leia mais

Fenaspen: Exército normatiza aquisição de armas para agentes e guardas prisionais Seg, 06 de Abril de 2015 12:02

Fenaspen: Exército normatiza aquisição de armas para agentes e guardas prisionais Seg, 06 de Abril de 2015 12:02 O Exército publicou, quinta-feira (02/04), no Diário Oficial da União, normas para aquisição, registro, cadastro e transferência de propriedade de arma de fogo de uso restrito, para uso particular, por

Leia mais

Boletim Informativo do ASP

Boletim Informativo do ASP Procedimento para Concessão de Porte de Arma Agente de Segurança Penitenciária Fase I - Documentação Inscrições nas Unidades Prisionais Encaminhamento às Coordenadorias Regionais de Unidades Prisionais

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 Dispõe sobre a atividade de corretor de seguros, e dá outras providências. O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 199 DE 25 DE AGOSTO DE 2006

RESOLUÇÃO Nº 199 DE 25 DE AGOSTO DE 2006 RESOLUÇÃO Nº 199 DE 25 DE AGOSTO DE 2006 Estabelece critérios para registro ou a regularização da numeração dos motores dos veículos registrados ou a serem registrados no País. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO EDITAL PROGRAD Nº. 023, DE 02 DE MARÇO DE 2015

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO EDITAL PROGRAD Nº. 023, DE 02 DE MARÇO DE 2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO EDITAL PROGRAD Nº. 023, DE 02 DE MARÇO DE 2015 O Pró-Reitor de Graduação da Universidade Federal da

Leia mais

DECRETO Nº 50.446 DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009

DECRETO Nº 50.446 DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009 DECRETO Nº 50.446 DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009 REGULAMENTA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS por veículos de carga nas vias públicas do Município de São Paulo, nos termos da legislação específica. GILBERTO

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015.

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015. SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015. Dispõe sobre o registro de corretor de seguros, de capitalização e de previdência, pessoa física e pessoa jurídica,

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012 Altera a Resolução Normativa - RN nº 48, de 19 de setembro de 2003, que dispõe sobre o

Leia mais

PLANO DE BENEFÍCIOS CARRO RESERVA 1.0 DO OBJETIVO DO PLANO:

PLANO DE BENEFÍCIOS CARRO RESERVA 1.0 DO OBJETIVO DO PLANO: PLANO DE BENEFÍCIOS CARRO RESERVA 1.0 DO OBJETIVO DO PLANO: 1.1 A destinação deste plano de benefício é disponibilizar, ora contratado, diárias de veículo econômico com ar para as pessoas físicas ou jurídicas

Leia mais

CAPES COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR Anexo I Portaria nº 028, de 27 de janeiro de 2010. Anexo I

CAPES COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR Anexo I Portaria nº 028, de 27 de janeiro de 2010. Anexo I Anexo I REGULAMENTO DA CONCESSÃO DO AUXÍLIO FINANCEIRO A PROJETO EDUCACIONAL E DE PESQUISA - AUXPE 1. Da Concessão e Aceitação 1.1 A solicitação e concessão de recursos financeiros dar-se-á mediante celebração

Leia mais

ATO DA MESA Nº 63, DE 1997

ATO DA MESA Nº 63, DE 1997 CÂMARA DOS DEPUTADOS Centro de Documentação e Informação ATO DA MESA Nº 63, DE 1997 Aprova o Regulamento de Controle Patrimonial da Câmara dos Deputados. A MESA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, no uso de suas

Leia mais

Circular 429/2012 - Revogada CIRCULAR 510/2015 IMPACTOS

Circular 429/2012 - Revogada CIRCULAR 510/2015 IMPACTOS Circular 429/2012 - Revogada CIRCULAR 510/2015 IMPACTOS Art. 1o O registro e as atividades de corretagem de seguros realizadas no país ficam subordinadas às disposições desta Circular. Parágrafo único.

Leia mais

Portaria CAT - 54, de 15-7-2002

Portaria CAT - 54, de 15-7-2002 Portaria CAT - 54, de 15-7-2002 Altera dispositivos das Portarias CAT-55/98, de 14/07/98, e CAT-86/01, de 13/11/01, que dispõem sobre o uso, credenciamento e demais procedimentos relativos a equipamento

Leia mais

PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS

PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS - Ver o Ato-PGJ n. 17-2004. - Alterado o art. 19 pelo Ato-PGJ n. 44-2013, art. 1º. - Alterado o art. 2º, parágrafo único, acrescentando letra g, pelo Ato-PGJ n. 22-2014. ATO PGJ nº 13/ 2013 Dispõe sobre

Leia mais

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 80, DE 05 DE NOVEMBRO DE 2013.

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 80, DE 05 DE NOVEMBRO DE 2013. INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 80, DE 05 DE NOVEMBRO DE 2013. A DIRETORA EM EXERCÍCIO DO CÂMPUS DE PARANAÍBA da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 311. DE 25 DE JUNHO DE 1997 (Alterada pela Resolução nº 375/02 e Revogada pela Resolução nº 464/07)

RESOLUÇÃO Nº 311. DE 25 DE JUNHO DE 1997 (Alterada pela Resolução nº 375/02 e Revogada pela Resolução nº 464/07) RESOLUÇÃO Nº 311 DE 25 DE JUNHO DE 1997 (Alterada pela Resolução nº 375/02 e Revogada pela Resolução nº 464/07) 758 Ementa: Dispõe sobre a Inscrição, Averbação e Âmbito Profissional do Auxiliar Técnico

Leia mais

Anexo I - Plano de Classificação de Documentos 33.01.01.01

Anexo I - Plano de Classificação de Documentos 33.01.01.01 Anexo I - Plano de Classificação de Documentos Secretaria de Estado de Segurança - SESEG Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro - PMERJ 33 - Competência: Exercer a polícia ostensiva e a preservação

Leia mais

ASSISTÊNCIA MILITAR DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR

ASSISTÊNCIA MILITAR DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR ASSISTÊNCIA MILITAR DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Subordinação: Finalidade: ASSISTÊNCIA MILITAR DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR - ADMINISTRAÇÃO DIRETA AO PREFEITO

Leia mais

Portaria nº 147/2011/GP/DETRAN-MT

Portaria nº 147/2011/GP/DETRAN-MT Portaria nº 147/2011/GP/DETRAN-MT Disciplina a tramitação dos processos de habilitação, a ordem de apresentação dos documentos obrigatórios e da outras providencias. O PRESIDENTE DO DEPARTAMENTO ESTADUAL

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 3.722, DE 2012 (Do Sr. Rogério Peninha Mendonça)

PROJETO DE LEI N.º 3.722, DE 2012 (Do Sr. Rogério Peninha Mendonça) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 3.722, DE 2012 (Do Sr. Rogério Peninha Mendonça) Disciplina as normas sobre aquisição, posse, porte e circulação de armas de fogo e munições, cominando penalidades

Leia mais

AVALIAÇÃO DE FATORES PSICOSSOCIAIS: QUEM DEVE FAZER, COMO DEVE SER FEITO E SUAS INFLUÊNCIAS SOBRE O TRABALHO. Dra. Ana Cláudia Fávero CRMSP 121.

AVALIAÇÃO DE FATORES PSICOSSOCIAIS: QUEM DEVE FAZER, COMO DEVE SER FEITO E SUAS INFLUÊNCIAS SOBRE O TRABALHO. Dra. Ana Cláudia Fávero CRMSP 121. : QUEM DEVE FAZER, COMO DEVE SER FEITO E SUAS INFLUÊNCIAS SOBRE O TRABALHO Dra. Ana Cláudia Fávero CRMSP 121.186 ESTATÍSTICA PREVIDÊNCIA SOCIAL AUXÍLIO DOENÇA PREVIDENCIÁRIO: JAN A ABRIL/ 2014: Acompanhamento

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados

MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N o 376, de 25 de novembro de 2008. Regula a operacionalização, a emissão de autorizações e a fiscalização das operações de distribuição

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA imprimir Norma: RESOLUÇÃO Órgão: Conselho Federal de Medicina Número: 1980 Data Emissão: 07-12-2011 Ementa: Fixa regras para cadastro, registro, responsabilidade técnica e cancelamento para as pessoas

Leia mais

CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES NORMAS ADMINISTRATIVAS PARA REGISTRO DE TÍTULOS, CONCESSÃO DE INSCRIÇÃO, TRANSFERÊNCIA, SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DE INSCRIÇÃO, CANCELAMENTO E REINSCRIÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM E SUBSTITUIÇÃO DA CARTEIRA

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA OBTENÇÃO DE PASSAPORTE. Siga os seguintes passos para retirar seu Passaporte

PROCEDIMENTO PARA OBTENÇÃO DE PASSAPORTE. Siga os seguintes passos para retirar seu Passaporte PROCEDIMENTO PARA OBTENÇÃO DE PASSAPORTE Siga os seguintes passos para retirar seu Passaporte Verifique a documentação necessária. Atenção: Não há renovação nem prorrogação de passaporte, se o seu está

Leia mais

ORESTES QUÉRCIA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, Decreta:

ORESTES QUÉRCIA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, Decreta: Decreto Nº 30.374, de 12 de setembro de 1989 12/09/1989. Aprova o regulamento de autorização de acesso pelas rodovias estaduais aos terrenos lindeiros às suas faixas de domínio, onde se instalem estabelecimentos

Leia mais

E S T A D O D O M A T O G R O S S O Prefeitura Municipal de Jaciara

E S T A D O D O M A T O G R O S S O Prefeitura Municipal de Jaciara INSTRUÇÃO NORMATIVA SJU SISTEMA JURÍDICO N.º 001/2011 Versão: 001/2011 Aprovação em: 28/11/2011 Ato de aprovação: Decreto nº. 2995/2011. Unidade Responsável: Sistema Jurídico I - FINALIDADE: Representar

Leia mais