Preservação digital de áudios da Rádio Senado

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1 SENADO FEDERAL UNIVERSIDADE DO LEGISLATIVO BRASILEIRO UNILEGIS EDGAR BENÍCIO ROSA Preservação digital de áudios da Rádio Senado Brasília DF 2009

2 EDGAR BENÍCIO ROSA Preservação digital de áudios da Rádio Senado Trabalho final apresentado como requisito para aprovação no curso de pós-graduação lato sensu em Administração Legislativa realizado pela Universidade do Legislativo Brasileiro e Universidade Federal do Mato Grosso do Sul como requisito para obtenção do título de especialista em Administração Legislativa. Orientador: João Alberto de Oliveira Lima Brasília 2009

3 Preservação digital de áudios da Rádio Senado Trabalho de Conclusão do Curso de Especialização em Administração Legislativa promovido pela Universidade do Legislativo Brasileiro e Universidade Federal do Mato Grosso do Sul no 1º semestre de Aluno: Edgar Benício Rosa Banca Examinadora: João Alberto de Oliveira Lima Ernesto Wilhelms Neto Brasília, 04 de agosto de 2009

4 AGRADECIMENTOS Ao amigo e orientador João Alberto de Oliveira Lima pela sua valiosa colaboração. A todos que direta ou indiretamente, colaboraram para a execução deste trabalho.

5 "Para conquistar coisas importantes, devemos não apenas agir mas também sonhar, não apenas planejar mas também acreditar." (Anatole France)

6 RESUMO A preservação de objetos digitais é um problema que as instituições tem se deparado a partir do advento da migração do seu acervo físico para o meio digital e da geração de novas informações no formato digital. O volume crescente das informações digitais que tem necessidade de ser preservadas bem a grande quantidade de informações igualmente armazenadas sem necessidade (lixo eletrônico) tem provocado a pesquisa e a busca por uma solução que garantisse a preservação, recuperação e disponibilização dos acervos digitais com segurança. A Rádio Senado enfrenta este problema, na medida em que, diariamente, são gerados vários produtos digitais em texto e áudio que são armazenados sem a adequada indexação e sem uma política definida de conservação deste acervo. O estudo Preservação Digital de Áudios da Rádio Senado pretende analisar os requisitos necessários para a preservação de objetos digitais a longo prazo, em especial áudio e texto. Analisaremos o modelo Open Archive Information System (OAIS) que tem se destacado como a proposta mais promissora a ser seguida, sendo nele previsto e tratado todas as etapas envolvidas em sistema de preservação digital. Criamos um exemplo, que se aplica à realidade da Rádio Senado, para a etapa inicial do processo de preservação utilizando o esquema Metadata Enconding & Transmission Standard (METS) para os objetos digitais complexos. Palavras-chave: Áudio digital; Preservação digital; Metadados; OAIS; METS.

7 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Diferentes tipos de metadados e suas funções Tabela 2 Atributos e características dos metadados Tabela 3 Agentes envolvidos no processo de preservação Tabela 4 Elementos básicos no Dublin Core Tabela 5 Elementos do esquema de metadados para áudio Tabela 6 Esquema de metadados de direitos autorais... 45

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Mais bits resulta em maior faixa dinâmica Figura 2 Digitalização de um sinal de áudio Figura 3 Layout interno de um arquivo mp3 com ID3v1 e ID3v Figura 4 Tela do software WINAMP mostrando metadados internos ao arquivo de áudio. 24 Figura 5 Tela de edição dos metadados ID3V Figura 6 O ambiente OAIS Figura 7 Obtendo informações a partir dos dados armazenados Figura 8 Relacionamentos e conceitos do pacote de informação Figura 9 Entidades funcionais do OAIS e os pacotes de informação Figura 10 Diagrama funcional do DSPACE Figura 11 Estrutura interna do Fedora Figura 12 Estrutura de um documento METS Figura 13 Raiz de um documento METS Figura 14 Metadados de cabeçalho Figura 15 Metadados descritivos Dublin Core Figura 16 Exemplo de metadados técnicos de um arquivo de áudio no formato MP Figura 17 Exemplo de metadados de direitos autorais Figura 18 Pacote contendo áudio e texto Figura 19 Pacote contendo somente áudio Figura 20 Exemplo de Seção de arquivos Figura 21 Exemplo de Mapa Estrutural Figura 22 Exemplo de Mapa Estrutural com referência a outros objetos METS Figura 23 Relacionamentos existentes no exemplo criado no padrão METS Figura 24 Ligações existentes em um documento METS... 54

9 ABREVIATURAS AIP Archival Information Package CCSDS Consultative Committee for Space Data Systems CD Compact Disc DC Dublin Core DIP Dissemination Information Package FM Modulação em Freqüência HTML Hypertext Markup Language METS Metadata Enconding & Transmission Standard MP3 MPEG-1/2 Audio Layer 3 MPEG Moving Picture Experts Group NASA National Aeronautics and Space Administration OAIS Open Archive Information System OC Ondas Curtas PCM Pulse Code Modulation PDF Portable Document Format SICON - Sistema de Informação do Congresso Nacional. SIP Submission Information Package WAV Waveform audio format XML Extensible Markup Language

10 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS LISTA DE FIGURAS ABREVIATURAS 1 INTRODUÇÃO Objetivo Geral Objetivos Específicos Organização do trabalho PADRÕES DE FORMATOS PARA OBJETOS DIGITAIS FORMATOS PARA ÁUDIOS DIGITAIS FORMATOS PARA TEXTOS DIGITAIS Arquivos TXT Arquivos DOC Arquivos PDF FORMATOS PARA COMPRESSÃO SEM PERDAS METADADOS Tipos de metadados Metadados existentes em arquivos de áudio PRESERVAÇÃO DIGITAL Estratégias da preservação digital Estratégias estruturais Estratégias operacionais Segurança da Informação MODELO OAIS (Open Archive Information System) O ambiente OAIS Os Pacotes de Informação A entidade Produtor Exemplos de sistemas utilizando o modelo OAIS IMPLEMENTAÇÃO DE UM EXEMPLO METS CONCLUSÃO Estudos Futuros REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXO A ANEXO B ANEXO C... 61

11 11 1 INTRODUÇÃO A Rádio Senado foi criada com o objetivo de transmitir o áudio das reuniões das comissões e das sessões plenárias do Senado Federal e do Congresso Nacional. Também divulga as demais atividades do Senado, incluindo as ações de sua Presidência e dos senadores, levando à população todas as discussões e projetos votados na Casa. Além da transmissão ao vivo das principais atividades do Senado Federal, as informações resumidas sobre as decisões, debates, discussões e propostas dos senadores são apresentadas em forma de reportagem pela equipe de jornalismo. Também são produzidas reportagens e entrevistas sobre fatos que não envolvem diretamente a atividade legislativa, mas que merecem análise e debate pelos senadores e interessam à sociedade. Conta ainda com produção própria e de terceiros de programas culturais. A Rádio Senado tem em sua estrutura os setores de produção, arquivo, técnica, operações, redação, locução, administração, além dos núcleos de Ondas Curtas e de RadioAgência. Dispõe ainda de quatro estúdios, sendo dois deles utilizados para as transmissões ao vivo (FM e OC) e os demais para as gravações de programas e matérias jornalísticas. A sua programação gravada em formato digital é veiculada de forma inteiramente automatizada. As matérias jornalísticas são produzidas utilizando-se o software Microsoft Word para a digitação dos textos e, em seguida, elas são lidas ao vivo nas emissoras ou gravadas em computador para irem ao ar posteriormente. As gravações de áudio são realizadas no formato digital (mp3) utilizando-se o software Adobe Audition. Todo o material gerado é armazenado em um servidor com acesso para leitura a todos os funcionários da emissora, com acesso para escrita para a área técnica e acesso total para a área de suporte, sem indexação, sem uma ligação eficiente entre os arquivos de texto e áudio, o que dificulta a sua localização e a proteção dos dados armazenados. O material produzido pela RadioAgência fica também disponível para o público em geral, através da Internet, mas seu acervo é reduzido devido à falta de espaço para armazenamento e não tem um eficiente mecanismo de busca. Todo este material digital produzido necessita ser armazenado e disponibilizado seguindo normas eficientes de segurança de dados de forma a não sofrer qualquer tipo de alteração em seu conteúdo, preservando a história e a veracidade das informações armazenadas. O armazenamento digital observando os requisitos de segurança de informação

12 12 aliados à indexação dos dados e à utilização de metadados proporcionará um acesso seguro e eficiente a toda base de dados gerada pela Rádio Senado. Como vantagens do armazenamento digital podemos destacar: - economia de espaço físico; - conservação do material de consulta (uma vez que não há desgaste devido ao manuseio deste material); - sobretudo a facilidade de acesso, possibilitando que o consumidor da informação se encontre em qualquer local com acesso à internet. No Brasil, existem muitas emissoras de rádio, mas há pouca cooperação entre elas para intercâmbio de material produzido. Uma parte significativa de programas produzidos pelas emissoras são muito valiosos para irem ao ar somente uma ou duas vezes. Estes produtos necessitam de maior divulgação de forma a atingir, formar e informar o maior número de pessoas. Uma das causas é a falta de um suporte técnico adequado para facilitar este intercâmbio. Com o advento da Internet, as redes de alta velocidade (banda larga) e principalmente com a possibilidade de compressão sem perda de qualidade dos arquivos de áudios, a transmissão de programas de longa duração (uma hora ou mais) deixou de ser um problema. O problema atual é como disponibilizar e preservar toda esta informação, possibilitando aos usuários um fácil acesso sem comprometer a segurança dos dados. 1.1 Objetivo Geral Este estudo tem por objetivo analisar os problemas relacionados com o armazenamento digital a longo prazo dos arquivos de áudio e texto produzidos pela Rádio Senado e criar um exemplo de como estes arquivos juntamente com seus metadados podem ser preparados para o arquivamento, preservação e recuperação. 1.2 Objetivos Específicos - Analisar os padrões existentes de codificação digital de áudio e sua aplicabilidade. - Identificar métodos que possibilitem que a informação armazenada seja identificada, pesquisada e gerida de forma eficaz. - Analisar os metadados utilizados na preservação de arquivos digitais e sua aplicação no modelo OAIS (Open Archive Information System). Este modelo tem se tornado um padrão a ser seguido visando a preservação a longo prazo de arquivos digitais, não se restringindo somente a áudio, mas a qualquer tipo de informação no formato digital.

13 13 - Elaborar um exemplo utilizando o padrão METS (Metadata Enconding & Transmission Standard) que possa ser utilizado como um pacote de informação a ser submetido ao um sistema OAIS. 1.2 Organização do trabalho O capítulo 1 foi destinado à introdução, descrevendo os setores existentes na Rádio Senado, a situação atual e objetivos a alcançar. No capítulo 2 abordaremos alguns padrões de formatos para áudios e textos digitais. Analisaremos os conceitos básicos de digitalização de áudio para facilitar a compreensão do tipo de arquivo ou informação que será armazenada, suas dimensões e espaço necessário para este armazenamento. O capítulo 3 trata dos metadados necessários para a descrição, manutenção e recuperação a longo prazo de todas as informações armazenadas. A segurança da informação é conceituada no capítulo 4, mostrando a necessidade de termos mecanismos de proteção dos dados. No capítulo 5 estudaremos a preservação digital e as estratégias estruturais e operacionais visando a preparação do ambiente para o processo de preservação e as atividades e medidas concretas para a preservação. O modelo de referência OAIS com seus pacotes de informação é apresentado no capítulo 6, com enfoque no processo relacionado com o produtor da informação, que é o primeiro passo para se proceder ao arquivamento das informações produzidas. No capítulo 7 detalhamos um exemplo para um produto da Rádio Senado, composto por áudio e texto, que criamos com base no padrão METS para transmissão e codificação de metadados.

14 14 2 PADRÕES DE FORMATOS PARA OBJETOS DIGITAIS 2.1 FORMATOS PARA ÁUDIOS DIGITAIS O áudio, assim como toda informação que é percebida pelos nossos sentidos, é analógico. O processo de capturar a informação analógica e transportá-la para o mundo digital é chamado de digitalização. Este processo deve considerar vários fatores de modo a preservar as características do áudio original, sendo que o principal fator é a nossa capacidade de audição, ou as freqüências que nossos ouvidos conseguem captar, que estão na faixa de 20 a 20kHz. A qualidade do áudio digitalizado é determinado basicamente por dois parâmetros: 1. taxa de amostragem: o número de vezes por segundo em que a amplitude da onda sonora é medida; 2. resolução: a quantidade de dígitos usados para armazenar cada medida. A taxa de amostragem, descrita em khz, deve ser no mínimo duas vezes o valor da maior freqüência presente no sinal a ser digitalizado (Teorema de Nyquist). Como nosso ouvido percebe freqüências de no máximo 20kHz, chegou-se a uma freqüência mínima de amostragem de 44.1kHz (seria 40kHz, mas por limitações dos filtros dos circuitos eletrônicos chegou-se a este valor). Ou seja, serão gravados valores numéricos por segundo. A resolução define qual vai ser o maior valor numérico a ser utilizado na amostragem do sinal de áudio. Na linguagem dos computadores, significa a quantidade de bits a utilizar para armazenamento do dado digital. Quanto mais bits mais precisa será a medida a ser realizada. Utilizando-se 16 bits, teremos valores inteiros possíveis, resultando em uma numeração que varia de a Quanto maior a quantidade de bits maior a faixa dinâmica, menor ruído de fundo e maior fidelidade ao sinal original. Como uma posição de memória de um computador utiliza 8 bits (1 byte), duas posições de memória serão utilizadas para armazenar cada amostra, ou seja, 2 bytes. A Figura 1 nos mostra o aumento da faixa dinâmica provocada pelo aumento da quantidade de bits de resolução e a Figura 2 ilustra processo de digitalização de um sinal analógico.

15 15 Figura 1 Mais bits resulta em maior faixa dinâmica (fonte: ADOBE, 2003) Figura 2 Digitalização de um sinal de áudio Um CD de áudio é produzido utilizando-se de uma taxa de amostragem de 44.1kHz e uma resolução de 16 bits, para cada um dos dois canais de áudio (esquerdo e direito), o que resulta em x 2 x 2 = bytes por segundo, totalizando em um minuto bytes (10MB) e em uma hora 600MB. Portanto, é uma quantidade de informação considerável a ser armazenada. Esta forma de armazenamento de áudio em formato digital é conhecida com PCM (Pulse Code Modulation) e não prevê o uso de nenhum tipo de compressão, gerando arquivos de grande tamanho. O ideal seria capturarmos o áudio utilizando altas taxas de amostragens e altas resoluções mas o seu armazenamento ficaria inviável economicamente como também dificultaria enormemente a disponibilização para transmissão ou download deste material.

16 16 Os formatos para áudio digital que abordaremos neste trabalho são os seguintes: a) WAVE (extensão wav) formado por seqüência de valores numéricos que são interpretados pelo computador, possui alta qualidade e facilidade de edição, porém resulta em arquivos volumosos impróprios para transmissão via Internet. É o próprio arquivo PCM sem perdas ou compressão. b) MPEG-1 Layer III (extensão mp3) são arquivos de áudio que sofrem compressão após a digitalização. Ocorrem perdas controladas na compressão, que consiste em retirar do áudio tudo o que o ouvido humano normalmente não perceberia. Os parâmetros de compressão do arquivo de áudio podem ser escolhidos pelo usuário de acordo com a aplicação e a qualidade desejada para o áudio. A taxa de compressão é medida em kbps (kilobits por segundo). Para um sinal estéreo, amostrado a 44.1kHz, resolução de 16 bits, a taxa de bits de 128 kbps produz uma compressão de 11.0:1. Esta taxa é a mínima aceitável para uma emissora em FM e consegue reproduzir freqüências até 16 khz, condizente com a faixa de FM. Do mesmo modo, um sinal mono a uma taxa de 64kbps também sofre uma redução de 11.0:1. A máxima qualidade em MP3 é conseguida a uma taxa de 320 kbps, que resulta em uma compressão de 4.4:1. Em nosso exemplo utilizaremos o formato MP3 para armazenar os arquivos de áudio produzidos pela Rádio Senado. A Rádio Senado utiliza a taxa de 96kbps/mono para arquivos de áudio contendo somente voz tais como matérias, sonoras; 192 kbps/estéreo para os arquivos de áudio contendo programas, especiais e músicas. 2.2 FORMATOS PARA TEXTOS DIGITAIS Arquivos TXT Arquivos com a extensão TXT contém somente caracteres ASCII sem qualquer tipo de informação de formatação e é reconhecido por qualquer editor de texto e pode ser processado por qualquer tipo de software.

17 Arquivos DOC Arquivos com a extensão DOC são usualmente criados por processadores de texto como Microsoft Word. Podem conter textos, imagens, fotos e qualquer outro tipo de informação comumente encontradas em editores de texto. O Microsoft Word utiliza formato proprietário para armazenar seus documentos. O armazenamento a longo prazo deste tipo de arquivo pode trazer problemas de compatibilidades com os novos softwares ou com novas versões do próprio pois no processo de conversão podem ocorrer perdas Arquivos PDF Portable Document Format (PDF) é um formato de arquivo, desenvolvido pela Adobe Systems em 1993, para representar documentos de maneira independente do aplicativo, do hardware e do sistema operacional usados para criá-los. Um arquivo PDF pode descrever documentos que contenham texto, gráficos e imagens num formato independente de dispositivo e resolução. O PDF é um padrão aberto, e qualquer pessoa pode escrever aplicativos que leiam ou escrevam neste padrão. Há aplicativos gratuitos para Linux, Microsoft Windows e Apple Macintosh, alguns deles distribuídos pela própria Adobe (WIKIPEDIA, 2009). O PDF/A (A de Arquive) é uma especificação do formato PDF para armazenamento de longa duração, especificado pela norma ISO , que especifica o formato PDF como padrão universal para arquivamento de documento digital de longa duração. O grande incentivador desta normatização foi o governo dos EUA, principalmente o judiciário e as agências reguladoras, que recebem diariamente uma enorme quantidade de páginas de documentos digitais em PDF e precisam garantir que estes documentos possam ser lidos, pesquisados e impressos daqui a 40, 50 anos ou mais. Baseada na versão 1.4 do PDF da Adobe Systems, a norma nos diz o que pode e o que não pode estar em um PDF para que este esteja no padrão, eliminando dos documentos códigos de programação, elementos externos, fontes não desejadas etc. Com o PDF/A, bibliotecas, centros de documentação, arquivos etc, poderão intercambiar seus conteúdos digitais com muita facilidade, pois o formato possui uma série de recursos que facilita esta tarefa. Entre estes recursos estão o suporte interno a metadados em XML, imagens supercomprimidas, imagens pesquisáveis pelo conteúdo e links de hipertexto (CAVALCANTI, 2006).

18 18 Em nosso exemplo utilizaremos o formato PDF/A para armazenar os arquivos de texto produzidos pela Rádio Senado. 2.3 FORMATOS PARA COMPRESSÃO SEM PERDAS A compressão sem perdas permite gerar um arquivo de tamanho menor que o original para fins de transmissão ou armazenamento, possibilitando depois recriar o arquivo exatamente igual ao seu formato original. Como a maioria dos arquivos de computador possui a mesma informação registrada repetidas vezes, o programa de compressão lista esta informação uma vez, fazendo nova referência a ela sempre que voltar a aparecer no arquivo original, eliminando assim as redundâncias e reduzindo significativamente o tamanho do arquivo. Existem vários softwares que trabalham com este algoritmo de compactação tais como: PKZIP, WinRar, Winzip, 7-ZIP e BraZip (nacional). Aqueles arquivos que incluem um conjunto de informações únicas, como gráficos ou arquivos de áudio, não podem ser muito comprimidos com este método porque não repetem muitos modelos de informação, entretanto para arquivos contendo texto estes algoritmos de compressão são muito eficientes. Utilizaremos os arquivos no formato ZIP no nosso exemplo para gerar o Pacote de Submissão de Informação, que conterá os arquivos de texto, áudio e metadados a serem armazenados no sistema de preservação digital.

19 19 3 METADADOS A indexação deve proporcionar a identificação de conceitos mais pertinentes ao conteúdo do documento produzindo uma correspondência precisa com o assunto pesquisado em índices. É a partir da realização desse processo que os resultados da questão de busca do usuário estarão condicionados. Ela é reconhecida como a parte mais importante do sistema porque condiciona os resultados de uma estratégia de busca. Além disso, a indexação pode ser observada em dois momentos distintos dentro do sistema: na entrada - no tratamento temático da informação - e na saída - na busca e recuperação da informação. Para possibilitar a pesquisa de documentos multimídia foi necessário criar e definir padrões que permitissem descrever os conteúdos para que fosse possível que toda esta informação fosse identificada, pesquisada e gerida de uma forma mais eficaz. O ato de pesquisar é essencialmente um processo que iguala os termos da pesquisa a palavras num documento. Então, caso os termos não sejam encontrados, nenhum resultado é apresentado mesmo que se relacione em parte com o termo pesquisado. Neste contexto existe um lugar reservado para o metadado. Metadado pode ser entendido como a informação estruturada que descreve, explica, localiza, ou ainda possibilita que um recurso informacional seja fácil de recuperar, usar ou gerenciar. O termo metadado freqüentemente designa dados sobre dados, ou informação sobre informação. As funções dos metadados compreendem a descoberta de recursos - que permitem que recursos sejam identificados, localizados, selecionados por critérios de relevância e distinguidos por diferenças e similaridades; a organização de recursos; a facilitação da interoperabilidade; a identificação digital; e a preservação digital. 3.1 Tipos de metadados Existem basicamente três tipos de metadados: - Metadados descritivos: são os metadados que descrevem um recurso com o propósito de descoberta e identificação. Eles podem incluir elementos tais como título, autor, resumo e palavras-chave; - Metadados estruturais: são os metadados que indicam como objetos compostos por vários elementos serão recompostos. Por exemplo, como as páginas de um livro, digitalizadas separadamente, são ordenadas para formar um capítulo;

20 20 - Metadados administrativos: fornecem informações que ajudam no gerenciamento de um recurso informacional. Por exemplo: informações sobre como e quando o recurso foi criado, informações técnicas sobre o arquivo e sobre quem possui direito autorais sobre ele. Existem vários subconjuntos de dados administrativos, mas dois deles têm sempre um destaque especial e são listados muitas vezes como tipos específicos de metadados, são eles: metadados para gerenciamento de direitos: fornecem informações sobre os direitos de propriedade intelectual relacionados a um determinado recurso; e metadados para preservação: guardam informações necessárias a gestão da preservação digital de um determinado recurso. Metadados podem descrever recursos informacionais em qualquer nível de agregação uma coleção, um recurso simples, ou um elemento que faz parte de um outro recurso, como, por exemplo, uma fotografia inserida num artigo; pode ainda ser usado para descrever um trabalho, bem como uma manifestação ou uma expressão desse trabalho, por exemplo, um relatório, uma edição particular desse relatório, ou uma cópia específica da edição. Os metadados podem estar embutidos num objeto digital inscritos na sua codificação, como é comum nos documentos HTML (Hypertext Markup Language); ou podem estar armazenados separadamente, estruturados em base de dados e vinculados ao objeto que eles descrevem, facilitando a busca e a recuperação. Gilliland-Swetkland (1998) dividiu os metadados em cinco categorias: Administrativo, Descritivo, Preservação, Técnico e Uso. O quadro da Tabela 1 apresenta as definições e exemplos para cada tipo. Ainda segundo Gilliland-Swetkland (1998), os metadados possuem características diferentes, conforme exemplos mostrados no quadro da Tabela 2.

21 Tabela 1 Diferentes tipos de metadados e suas funções (fonte: Gilliland-Swetland, 1998) 21

22 Tabela 2 Atributos e características dos metadados (fonte: Gilliland-Swetland, 1998) 22

23 Metadados existentes em arquivos de áudio No caso dos arquivos de áudios, o formato MP3 tem embutido metadados chamados de tag ID3v1 e ID3v2 (Figura 3). Após a criação do padrão MP3 surgiu o problema de armazenar dados sobre o arquivo. O ID3 é um sistema de identificação que permite colocar informações relevantes sobre os arquivos de áudio dentro deles mesmos. O ID3v1 adicionou um pequeno bloco de 128 bytes ao fim do arquivo, mantendo a compatibilidade com os players existentes. Este bloco contém informações sobre título, intérprete, álbum e comentários, ano, gênero. O ID3v2 aperfeiçou o ID3v1, tornando os campos de informações maiores e mais flexíveis e colocando estas informações no início do arquivo, possibilitando que elas fossem mostradas imediatamente quando transmitidas no modo streaming. Cada identificador ID3v2 contém um ou mais blocos de informações chamados quadros. Estes quadros podem conter qualquer tipo de informação e dados tais como título, álbum, intérprete, letra da música, imagens, etc. ID3v1 ID3v2 Figura 3 Layout interno de um arquivo mp3 com ID3v1 e ID3v2 (fonte: As Figuras 4 e 5 trazem como exemplo o software reprodutor de áudio WINAMP, mostrando os metadados na tela de reprodução e na tela de edição.

24 24 Figura 4 Tela do software WINAMP mostrando metadados internos ao arquivo de áudio Figura 5 Tela de edição dos metadados ID3V2 É essencial que algumas destas informações sejam preenchidas, tais como título, intérprete, compositores, ano, de forma que no momento em que estes arquivos forem solicitados e disseminados, não sejam perdidas as informações de sua origem e autoria. A maioria dos reprodutores de áudio (carro, internet, software de automação de rádios) utilizamse das informações contidas nas tags ID3V1 e/ou ID3v2, principalmente título/intérprete para mostrar informações sobre a música que está em execução ou que foi executada. Os arquivos no formato WAV não possuem estes identificadores. Seu cabeçalho contém somente informações sobre os parâmetros necessários para a sua correta reprodução tais como taxa de amostragem, resolução, número de canais e tamanho do arquivo. No entanto, para o armazenamento, preservação e recuperação dos arquivos de áudio é necessário que estas informações ou metadados estejam disponíveis nos Banco de Dados de modo a possibilitar o seu gerenciamento. Abordaremos, no próximo capítulo, a preservação digital com seus desafios e estratégias, bem como os requisitos necessários para a segurança das informações.

25 25 4 PRESERVAÇÃO DIGITAL Da revisão da literatura pode-se extrair duas definições básicas de preservação digital ou arquivamento digital: - Planejamento, alocação de recursos e aplicação de métodos de preservação e tecnologias necessárias para que a informação digital de valor contínuo permaneça acessível e utilizável por longo prazo, considerando-se neste caso longo prazo, o tempo suficiente para preocupar-se com os impactos de mudanças tecnológicas. A preservação digital aplica-se tanto a documentos "nato-digitais" quanto a documentos convertidos do formato convencional para o formato digital (HEDSTROM, 1998). - Capacidade de manter a integridade e a acessibilidade da informação digital por longo prazo. Esta preservação da integridade e acessibilidade não se limita, apenas, a proteger a informação digital contra o acesso não autorizado mas, também, contra o uso inadequado resultante da má interpretação ou má representação da informação por parte dos sistemas computacionais. Percebe-se, aqui, o aspecto da inseparabilidade entre as atividades de preservação e acesso do mundo digital (TASK FORCE ON ARCHIVING OF DIGITAL INFORMATION, 1996). Com a informatização acentuada de todas as atividades e conseqüentemente da forma como as informações são criadas e armazenadas, é grande o receio de que, dada a vulnerabilidade do ambiente digital, toda a informação gerada venha a ser perder ou se danificar ou corromper com o passar do tempo. Isto pode ocorrer devido a vários fatores: - com a rápida evolução da tecnologia, a mídia onde está armazenada a informação torna-se obsoleta e não existem mais equipamentos compatíveis que façam a leitura dos dados armazenados; - do mesmo modo, a informação pode estar em um formato não mais utilizado e não existem mais softwares compatíveis. Estes são problemas muito comuns e ocorreram com várias tecnologias anteriores (fitas de rolo, cassete, fitas DAT, minidisc ) e posteriores à era da informática (disquetes, zip-drive, videodisco). O problema é que agora as mudanças estão ocorrendo em um espaço de tempo muito curto. Algumas tecnologias quando amadurecem já tem seu lugar ameaçado por outras melhores e de menor custo (HD-DVD x Blue Ray).

26 26 - A integração mundial através da internet tornou as bases de dados das instituições vulneráveis a ataques de hackers que podem destruir todo um acervo digital que esteja desprovido da segurança adequada. O acesso ao longo do tempo aos recursos digitais tem que ser assegurado pela existência de sistemas de hardware e software compatíveis com os mesmos. Da mesma forma, sem um conjunto de metadados documentando toda a informação existente torna-se praticamente impossível a recuperação destes recursos. A quantidade de informação gerada pelos sistemas informatizados é muito grande, e uma grande parte destas informações podemos considerar como sendo inútil ou lixo, o que cria a longo prazo uma série de dificuldades de armazenamento e de definição do que é necessário preservar. Na dúvida, armazena-se tudo, gerando conseqüentemente gastos desnecessários. Um sistema de preservação digital para ser completo deve abranger todas as etapas pelas quais a informação percorre ao longo de sua existência. Desde a sua criação, passando pela manutenção, transformação e finalmente acesso pelo usuário final, os procedimentos adequados para a preservação da informação devem ser claramente definidos e seguidos. As fases do ciclo de vida de um objeto de informação são (GILLILAND- SWETLAND, 1998): - Criação de múltiplas versões: os objetos entram no sistema de informação digital criados na forma digital ou convertidos para a forma digital. Múltiplas versões do mesmo objeto podem ser criadas para preservação, pesquisa, disseminação ou até para desenvolvimento de produtos. Alguns metadados administrativos e descritivos podem ser incluídos pelo criador; - Organização: os objetos são automaticamente criados ou manualmente organizados na estrutura de um sistema de informação digital e metadados adicionais podem ser criados através dos processos de registro, catalogação e indexação; - Busca e recuperação: objetos armazenados e distribuídos são passíveis de busca e recuperação pelos usuários. Um sistema de computador cria metadados que rastreiam algoritmos de recuperação, transações de usuário e a eficácia dos sistema no armazenamento e recuperação; - Utilização: objetos recuperados são utilizados, reproduzidos e modificados. Metadados referentes às anotações do usuário, mapeamentos dos direitos autorais e controle de versões podem ser criados; - Preservação e disponibilização: os objetos de informação sofrem processos como revigoração, migração e checagem da integridade para assegurar sua contínua

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