JOÃO FORTES - RESULTADOS DE 2015

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1 JOÃO FORTES - RESULTADOS DE 2015 Rio de Janeiro, 30 de março de A João Fortes Engenharia S.A (BOVESPA: JFEN3), tradicional construtora e incorporadora do país e pioneira na abertura de capital dentro de seu setor de atuação, divulga os resultados do ano de DESTAQUES OPERACIONAIS E FINANCEIROS 19 empreendimentos entregues, com VGV de R$ milhões e área de 347mil m². Vendas brutas de R$ 429,4 milhões. Receita líquida de R$ 561,6 milhões. Não realizamos lançamentos novos no ano.

2 ÍNDICE MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO... 3 DESTAQUES OPERACIONAIS E FINANCEIROS DO PERÍODO... 4 DESEMPENHO OPERACIONAL... 5 OBRAS... 5 ENTREGA DE EMPREENDIMENTOS... 6 VENDAS CONTRATADAS... 7 VELOCIDADE DE VENDAS... 8 ESTOQUE... 9 BANCO DE TERRENOS DESEMPEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO RECEITA LÍQUIDA DESPESAS COM VENDAS, GERAIS E ADMINISTRATIVAS EBITDA E MARGEM EBITDA LUCRO BRUTO E MARGEM BRUTA OPERACIONAL CONTAS A RECEBER INADIMPLÊNCIA ENDIVIDAMENTO GOVERNANÇA CORPORATIVA RELACIONAMENTO COM AUDITORES COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA PROTEÇÃO FINANCEIRA RESULTADOS FINANCEIROS DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS BALANÇO PATRIMONIAL COMPROMISSO DE INCORPORAÇÃO GLOSSÁRIO DO SETOR NOTAS RELAÇÕES COM INVESTIDORES Página 2

3 MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO Em um ano de ciclo econômico extremamente recessivo, a João Fortes se dedicou à agenda de desalavancagem operacional e financeira, entregando um recorde de 19 empreendimentos e reduzindo significativamente seu endividamento e custos a incorrer. Neste ambiente atuamos em cinco frentes prioritárias, pela ordem (i) conclusão de projetos e entrega das unidades, (ii) venda de estoque, (iii) redução e alongamento do endividamento, (iv) redução dos custos de construção e (v) adequação da estrutura e processos da companhia. Entregamos o volume recorde de 19 empreendimentos no ano, além de finalizarmos mais 3 que aguardam a documentação de término de obra, ao passo que não realizamos novos lançamentos. O foco das equipes e da gestão resultou no recorde histórico de entrega de unidades, superior aos três anos anteriores somados! Com isso reduzimos a praticamente metade os nossos canteiros ativos e os compromissos futuros com custos a incorrer. As vendas de 2015 foram de R$429MM, comparado a R$652MM em Expurgando as vendas de lançamentos, 2015 manteve o patamar de 2014 (R$411MM vs. R$436MM). Apesar do sucesso em manter o nível de vendas em um mercado muito mais recessivo e competitivo, o aumento dos distratos (R$281MM vs. R$204MM) resultou em diminuição da venda líquida e consequentemente impactou a apropriação da receita no período. Os distratos guardam relação direta com o grande volume de entregas neste ano, além, claro, da mudança no contexto do mercado imobiliário que gerou maior pressão pela dissolução de contratos. No ano, o volume de distratos foi de cerca de 20% do VGV entregue. O fluxo de caixa operacional saiu de um gasto de R$512MM em 2014 para um gasto de R$85MM em 2015, que, somado ao caixa proveniente da alienação de ativos, praticamente zerou o consumo de caixa no ano. Adicionalmente, o aporte de capital pelos acionistas e a renegociação do endividamento em 2015, melhorou substancialmente a estrutura de capital da companhia, trazendo a relação dívida liquida/patrimônio líquido de 156% em 2014 para 115% em Como ilustração, em 2014 nossos recebíveis de curto prazo cobriam apenas 81% dos vencimentos de dívida no período, já no final de 2015 os recebíveis de curto prazo cobrem 115% dos vencimentos da dívida no mesmo período. Esperamos que o fluxo operacional continue a reduzir a alavancagem nos próximos dois anos. Em um ano onde a inflação foi acima de 10%, como consequência da continuidade da revisão de processos e estrutura interna, nossas despesas administrativas encerraram o ano 24% abaixo de Se por um lado avançamos na agenda de desalavancagem da companhia, o forte ciclo de finalização de projetos em um cenário recessivo traz como contrapartida a apropriação de resultado abaixo do desejado. No ano, a João Fortes teve prejuízo líquido de R$267,1MM (atribuído aos controladores). Cabe ressaltar que implementamos ajustes em critérios contábeis para melhor refletir os resultados neste ciclo de fortes entregas, como por exemplo a apropriação de despesas de finalização de obra, a revisão das provisões legais, o formato de diferimento de impostos e as provisões para inadimplência. Estas mudanças totalizaram impactos negativos estimados em cerca de R$130MM no resultado do ano, sem nenhum efeito no caixa, mas permitirão melhorar a visualização dos resultados futuros. Encerramos enfatizando a continuidade na agenda de desalavancagem operacional e financeira, para melhor posicionar a João Fortes no mercado. Desta forma, seguimos dedicados à entrega de empreendimentos, vendas de estoque e otimização da estrutura, visando construir futuras oportunidades de geração de valor. Administração da João Fortes Engenharia Página 3

4 DESTAQUES OPERACIONAIS E FINANCEIROS DO PERÍODO DADOS OPERACIONAIS Vendas Contratadas Bruta - parte JFE (R$ Mil) Vendas de Lançamentos - parte JFE (R$ Mil) Vendas de Remanescentes - parte JFE (R$ Mil) Nº de Empreendimentos Entregues 19 7 Nº de Unidades Entregues DADOS FINANCEIROS Receita Líquida (R$ Mil) Lucro Bruto (R$ Mil) Margem Bruta (%) -2,0% 10,7% Lucro Líquido (Atribuido aos Controladores) (R$ Mil) Margem Líquida (%) -47,6% -31,5% Dívida Líquida / Patrimônio Líquido 1,15 1,56 Página 4

5 DESEMPENHO OPERACIONAL OBRAS Ao final de 2015, a João Fortes possuía 27 obras em andamento, o que corresponde a mais de 596 mil m². Dessas, 22 estão no estado do Rio de Janeiro, três no Distrito Federal, uma na Bahia e uma em Minas Gerais. Obras em Andamento por Estado Em Percentual 3,7% 3,7% 11,1% 81,5% RJ DF BA MG Em 2015, foram entregues 19 empreendimentos, com VGV de R$ milhões, totalizando 347,5 mil m². Este número representa um recorde na história da João Fortes. Trimestre Entrega* m² 1T T T T T T T T T T T T T Total Obs.: Entenda-se data de entrega como data de emissão do Habite-se. * Esta relação só considera os empreendimentos que estão com os canteiros de obras ativos Página 5

6 ENTREGA DE EMPREENDIMENTOS De 2008 até o final de 2015, a João Fortes entregou aos seus clientes 50 empreendimentos totalizando unidades. Na tabela e no gráfico abaixo, é possível acompanhar a evolução do número de obras e unidades entregues a partir de Obras Concluídas * Quantidade de Empreendimentos Quantidade de Unidades * Baseado na emissão do habite-se por parte dos orgãos públicos (prefeitura ou administração distrital) Quantidade de Unidades Quantidade de Empreendimentos No quarto trimestre a João Fortes entregou mais 5 empreendimentos, totalizando 19 no ano e fazendo de 2015 o maior ano de entregas da companhia. Página 6

7 VENDAS CONTRATADAS O VGV contratado em 2015 foi de R$ 429,4 MM, representando um decréscimo de 34% em relação ao total de vendas do ano anterior. As vendas de unidades remanescentes apresentaram uma redução de 6% em relação ao ano de 2014 (são consideradas vendas de lançamento as vendas ocorridas até 6 meses após o lançamento do empreendimento e vendas de remanescentes as ocorridas após esse período). Os distratos totalizaram, em 2015, R$ 281,5 milhões, reflexo da concentração de entregas em O volume de distratos equivale a 20% do VGV entregue no ano, que entendemos ser um nível satisfatório dadas as condições de crédito mais restrito aos clientes. Página 7

8 Em 2015, a House Vendas registrou R$ 139,2 MM de vendas contratadas, o que representa 32% do total das vendas contratadas neste período na João Fortes e uma redução de 19% em relação ao ano anterior. *Venda Contratada Bruta VELOCIDADE DE VENDAS Ao longo do ano, a velocidade de vendas sobre ofertas (VSO) foi de 31,4%. Esse resultado foi obtido pela razão entre o valor total das vendas contratadas brutas no ano de 2015 e estoque ajustado, que é o estoque a valor de mercado em 31 de dezembro de 2014 reduzido da oscilação de mercado (reavaliação dos preços) e acrescido dos distratos em VSO - Vendas Contratadas (R$ Mil) Estoque - 31/12/ Distratos Oscilação de Mercado (73.729) Estoque Ajustado Vendas Bruta Estoque - 31/12/ VSO ,4% Página 8

9 ESTOQUE A João Fortes encerrou 2015 com unidades em estoque, o que representa VGV de R$ 937,2 milhões, sendo 59,8% localizados no Rio de Janeiro, 20,9% no Distrito Federal, 12,9% na Bahia e 6,4% em Minas Gerais. Estoque por praça VGV% 12,9% 6,4% 20,9% 59,8% RJ DF BA MG Dos R$ 937,2 milhões em estoque, apenas 13% pertencem a empreendimentos entregues antes de 2015, 10% pertencem à empreendimentos entregues em 2015 e os 77% restantes encontramse em empreendimentos que ainda serão entregues. Percentual do Estoque Pronto Em % calculado com base no VGV 13% 10% 77% Pronto antes de 2015 Pronto em 2015 Em construção Cerca de 30% das unidades em empreendimentos com entrega prevista para 2016 estão disponíveis em estoque. Estoque Por Ano de Entrega Em % calculado com base no VGV / Em VGV em R$ MM Vendido Estoque % 30% 311, % 39% 349, % 37% 61,9 Estoque em empreendimentos já entregues: 213,8 Página 9

10 BANCO DE TERRENOS Encerramos 2015 com banco de terrenos equivalente à R$ 2,6 bilhões de VGV potencial de lançamento (participação João Fortes), distribuído em 36 diferentes empreendimentos. Destes, 20 estão localizados no Estado do Rio de Janeiro (RJ), 15 no Distrito Federal (DF) e 1 em Minas Gerais (MG). Banco de Terrenos Por Praça Em número de empreendimentos MG 1 DF 15 RJ 20 O banco de terrenos está direcionado para empreendimentos comerciais (21,9%), residenciais (34,2%) e empreendimentos com perfil misto (43,9%), onde parte é comercial e parte residencial. Perfil Banco de Terrenos Em % do VGV Potencial 21,9% 43,9% 34,2% Misto Residencial Comercial Página 10

11 DESEMPEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO RECEITA LÍQUIDA No ano de 2015, a Companhia contabilizou R$ 561,6 milhões de receita líquida, registrando um decréscimo de 30% em relação ao ano anterior. A redução de receita está associada à queda de lançamentos e ao grande volume de empreendimentos entregues, pois cessa o reconhecimento de receita pelo andamento da obra e também aumenta o volume de distratos, revertendo temporariamente a receita anteriormente reconhecida. Receita Líquida R$ Mil % DESPESAS COM VENDAS, GERAIS E ADMINISTRATIVAS Em 2015, as despesas com vendas totalizaram R$ 49,1 milhões, enquanto as despesas gerais e administrativas alcançaram R$ 75,2 milhões, uma redução de 24% em relação ao ano anterior. Despesas de Vendas R$ Mil % Despesas Gerais e Administrativas R$ Mil % Página 11

12 EBITDA E MARGEM EBITDA Em 2015, a João Fortes apurou EBITDA ajustado de -R$ 99,4 milhões. EBTIDA (R$ Mil) x 2014 Receita Líquida % (-) Custos de Bens e/ou Serviços Vendidos % Lucro Bruto % (-) Despesas/Receitas Operacionais % Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos % Amortização do intangível % Depreciação % Custo de Empréstimo % Venda da ShopInvest % EBITDA Ajustado % Margem EBITDA Ajustado -18% 0% LUCRO BRUTO E MARGEM BRUTA OPERACIONAL No ano de 2015, a Companhia apresentou um prejuízo bruto de R$ 11,0 milhões e uma Margem Bruta de -2%. Lucro Bruto R$ Mil e Margem Bruta % % -2% Cabe lembrar, conforme divulgado no 2T15, que neste ano a companhia alterou alguns critérios de apropriação da receita, incluindo nos custos orçados para efeito de andamento de obra (POC) todos os itens de finalização e decoração das unidades, que antes eram contabilizados no término. No 2T15 o impacto estimado desta mudança foi de redução da margem bruta em R$ 73 milhões. Página 12

13 CONTAS A RECEBER Encerramos 2015 com um montante de R$ 1.152,8 milhões de contas a receber, relativo às receitas já contabilizadas no balanço. Houve um aumento de 20% no contas a receber de curto prazo. Contas a Receber - Total Balanço (R$ Mil) x 2014 Curto prazo % Clientes % Outros Contas a Receber - - Contas a rec p/ venda de investimentos - - Longo prazo % Clientes % Outras Contas a Receber - - Contas a rec p/ venda de investimentos % Total % Abaixo apresentamos o total dos valores a receber das vendas de incorporação, incluindo receitas a reconhecer. Contas a Receber de Clientes (R$ Mil) x 2014 Empreendimentos Concluídos % Empreendimentos Não Concluídos % Total % INADIMPLÊNCIA Encerramos 2015 com um volume de R$ 204,9 milhões de inadimplência. Inadimplência R$ Mil +65% Este valor representa 17,8% dos valores a Receber de Clientes. Página 13

14 ENDIVIDAMENTO Desde 2014, a João Fortes Engenharia tem implementado ações para alongamento do prazo e redução do endividamento. Dentre elas estão o ciclo de aumentos de capital, a redução de custos da Companhia, monetização de ativos e otimização de seus recursos. Essas iniciativas resultaram em uma redução de 41 p.p. na relação entre dívida líquida e patrimônio líquido. ENDIVIDAMENTO (R$ Mil) x 2014 Empréstimos e Financiamentos (CP) % Empréstimos e Financiamentos (LP) % DÍVIDA TOTAL % Disponibilidades % DÍVIDA LÍQUIDA % DÍVIDA LÍQUIDA / PATRIMÔNIO LÍQUIDO 115% 156% - 41 p.p. Dívida Líquida/Patrimônio Líquido 1,6X 1,4X 1,0X 1,1X 1,2X 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 Nossa dívida bruta é composta de 43% de dívida corporativa, 34% SFH e 23% de debêntures. Composição da Dívida Debêntures 23% Dívida Corporativa 43% Dívida SFH 34% Página 14

15 GOVERNANÇA CORPORATIVA RELACIONAMENTO COM AUDITORES A companhia firmou contrato com a KPMG AUDITORES INDEPENDENTES em 2013, com a finalidade da prestação de serviços de auditoria nas suas demonstrações contábeis. A João Fortes Engenharia S.A, durante o ano de 2015, de acordo com o teor da Instrução CVM 381, não contratou e nem teve outros serviços prestados pela KPMG AUDITORES INDEPENDENTES não relacionados à auditoria externa. Vale destacar que a política de atuação da Companhia, bem como das demais empresas do grupo João Fortes, quanto à contratação de serviços nãorelacionados à auditoria junto à empresa de auditoria, se fundamenta nos princípios que preservam a independência do auditor independente, ou seja, o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho, nem exercer funções gerenciais no seu cliente ou promover os interesses deste. COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA A Companhia possuía, em 31 de dezembro de 2015, ações compostas da seguinte maneira: 4,3% 10,9% Fundo de Investimento em Participações da Serra 47,6% Gaster Participações Yukon Fundo de Investimento de Ações 37,2% Demais acionistas Página 15

16 PROTEÇÃO FINANCEIRA A fim de proteger o balanço da companhia de riscos futuros, a João Fortes adota algumas medidas legais e práticas de mercado. A intenção destas medidas é promover o melhor fluxo financeiro da companhia e reduzir riscos com eventuais pressões externas à companhia. As referidas medidas podem ser assim resumidas: Correção Monetária: A companhia, ao realizar uma venda, celebra contrato com programação de pagamentos futuros. Segundo este contrato, os valores destes pagamentos futuros deverão ser atualizados monetariamente pelo índice inflacionário nacional do mercado de construção civil (INCC). Esta atualização é feita mensalmente até o término da respectiva obra (emissão da certidão de Habite-se). Após a emissão do Habite-se, o índice de correção monetária deve ser alterado para o índice geral de preços (IGP-M). Esta alteração de índice deve-se ao fato do risco inflacionário nos custos de obra cessar após o término da obra. Análise de Crédito: A companhia mantém um fluxo de análise de crédito para 100% de suas vendas com a finalidade de manter seu nível de inadimplência baixo. Esta análise verifica fatores de risco do futuro comprador. Um dos fatores é o comprometimento de renda com as parcelas a serem pagas pela aquisição da unidade imobiliária. 30% é o percentual máximo de renda que poderá ser comprometido com as futuras parcelas de pagamentos. Outro fator é a verificação de restrições cadastrais dos compradores junto às instituições financeiras. Otimização do Fluxo de Caixa: Após o término de obras, a companhia providencia o cadastro do empreendimento junto às principais instituições de crédito. Este procedimento objetiva agilizar o processo de Repasse bancário para quitação dos saldos devedores dos clientes, que não possuem patrimônio suficiente para a quitação com recursos próprios. Esta medida reduz o tempo de recebimento dos saldos devedores dos clientes para aproximadamente 12 meses e cessa o risco de inadimplência destes contratos. Página 16

17 RESULTADOS FINANCEIROS DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DRE (R$ Mil) x 2014 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços % Custos de Bens e/ou Serviços Vendidos % Resultado Bruto % Despesas/Receitas Operacionais % Despesas com Vendas % Despesas Gerais e Administrativas % Outras Receitas/Despesas operacionais % Resultado Antes do Result. Financeiro e dos Tributos % Resultado Financeiro Líquido % Receitas Financeiras % Despesas Financeiras % Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro % Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro % Imposto de renda e contribuição social do exercício % Imposto de renda e contribuição social diferidos % Lucro/Prejuizo Líquido Consolidados do Periodo % Atribuídos a Sócios da empresa Controladora % Atribuídos a Socios Não Controladores % Página 17

18 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO x 2014 Ativo Circulante % Caixa e Equivalente de Caixa % Aplicações financeiras % Contas a receber % Estoques % Tributos a Recuperar % Despesas Antecipadas % Outros Ativos Circulantes e Tributos Diferidos % Ativo Não Circulante % Ativo Realizável a Longo Prazo % Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo e ao Custo Amortizado % Contas a Receber % Estoques % Títulos e Valores Mobiliários - - Tributos Diferidos - - Créditos com Partes Relacionadas % Outros Ativos Não Circulantes % Investimentos % Imobilizado e Intangível % ATIVO TOTAL % PASSIVO x 2014 Passivo Circulante % Obrigações Sociais e Trabalhistas % Fornecedores % Imposto de Renda e Contribuição Social a Pagar % Outras Obrigações federais % Empréstimos e Financiamentos % Débitos com Outras Partes Relacionadas - - Dividendos Mínimos Obrigatórios a Pagar % Obrigações por Aquisição de Imóveis e Part. Societaria % Adiantamento de Clientes % Outras obrigações % Provisões Fiscais Previdenciárias Trabalhistas e Cíveis - - Outras Provisões % Passivo Não Circulante % Empréstimos e financiamentos % Outras Obrigações % Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos % Outras Obrigações federais % Provisões Fiscais Previdenciárias Trabalhistas e Cíveis % Outras Provisões % Patrimônio Líquido consolidado % Capital Social Realizado % Reserva de Capital % Ações em Tesouraria (12.058) (12.058) 0% Reserva de Incentivos Fiscais - - Lucros/Prejuizos Acumulados ( ) ( ) -131% Participação de não Controladores % PASSIVO TOTAL % Página 18

19 COMPROMISSO DE INCORPORAÇÃO Compromisso de Incorporação (R$ Mil) Receitas a apropriar Receita de unidades vendidas Receita apropriada Receita a apropriar Custos orçados de unidades em construção Custo incorrido de unidades dos imóveis a comercializar Custo a incorrer dos imóveis a comercializar Custo orçado das unidades vendidas Custo incorrido das unidades vendidas Custo a incorrer das unidades vendidas Lucros reconhecidos de unidades vendidas Receita apropriada impostos s/venda Receita líquida apropriada Custo incorrido das unidades vendidas Lucro bruto Margem bruta 26% 32% Lucros a apropriar de unidades vendidas Receita a apropriar Impostos s/venda Receita líquida Custo a apropriar de unidades vendidas Lucro bruto Margem bruta 31% 35% Despesas comerciais a apropriar Lucro operacional Página 19

20 GLOSSÁRIO DO SETOR ABL Área Bruta Locável. Área Privativa é a área da superfície do apartamento de uso privativo e exclusivo do proprietário. Data de entrega de empreendimento data da emissão do Habite-se por parte dos órgãos públicos (prefeitura ou administração distrital). Hipoteca é um tipo de garantia fornecida num financiamento de imóvel, pelo devedor ao credor. Nesta modalidade, o financiador detém a propriedade do imóvel adquirido até que a dívida seja totalmente quitada pelo cliente, ou devedor. INCC Índice Nacional da Construção Civil. Trata-se de um indicador elaborado pela Fundação Getúlio Vargas que mede a evolução dos custos de construções habitacionais. É um dos índices que compõe o IGP-M e tem peso de 10% no mesmo. Incorporação Imobiliária atividade exercida com o intuito de promover e realizar a construção, para alienação total ou parcial (antes da conclusão das obras), de edificações ou conjunto de edificações compostas de unidades autônomas. Lançamento Imobiliário trata-se do processo de início das vendas de um empreendimento imobiliário, que ocorre antes do início da obra de construção. Geralmente, a construção do empreendimento se inicia 6 meses após o lançamento. Permuta no setor imobiliário, a permuta é a transação onde a companhia adquire um terreno junto a uma pessoa física ou jurídica mediante comprometimento em conceder algumas unidades prontas ao proprietário do terreno. Nada mais é do que uma troca entre o terreno e as unidades concluídas. Trata-se de um procedimento muito usado neste mercado. Securitização de Recebíveis Imobiliários operação pela qual créditos imobiliários, adquiridos no mercado primário, junto às entidades financiadoras de imóveis, são expressamente vinculados à emissão de uma série de CRI - Certificados de Recebíveis Imobiliários. SFH (Sistema Financeiro de Habitação) sistema financeiro criado para levantar recursos e direcionar aplicações para a construção de casas populares e obras de urbanização e saneamento. SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário) conjunto de normas legais que regula a participação de instituições financeiras (caixas econômicas, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos com carteira de crédito imobiliário, sociedades de crédito imobiliário, associações de poupança e empréstimo e companhias hipotecárias) e não-financeiras (companhias securitizadoras) na realização de operações de financiamento de imóveis residenciais e comerciais, com a efetiva garantia de retorno dos capitais emprestados. SPE (Sociedade de Propósito Especifico) sociedade constituída com um objeto social especifico que permite um isolamento das outras atividades comerciais dos acionistas controladores. Permite que os agentes financiadores tenham um acesso direto e menos burocrático aos ativos e recebíveis do empreendimento no caso de inadimplência da sociedade. Valor de venda estimado preço que o bem pode alcançar no mercado. VGV Valor Geral de Vendas. Página 20

21 NOTAS Os demonstrativos financeiros e as informações operacionais são apresentadas de acordo com as práticas contábeis vigentes em Reais e estão de acordo com as normas estabelecidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM. Os comentários se referem ao desempenho operacional consolidado e as comparações, exceto quando indicado o contrário. Os auditores independentes não revisaram as informações de natureza operacional, estatística ou financeira que não derivam diretamente dos sistemas contábeis tais como: VGV (Valor Geral de Vendas), Banco de terrenos, vendas contratadas, lançamentos, etc. Além disso, as informações que representam medida não contábil (ex: EBITDA e Margem EBITDA) também não foram revisados. RELAÇÕES COM INVESTIDORES Ricardo Pierozzi Diretor Superintendente e de Relações com Investidores Marcos Mello Relações com Investidores Tel: (21) Fax: (21) Site: Página 21

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