Ánalise de Circuitos. 1. Método Intuitivo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ánalise de Circuitos. 1. Método Intuitivo"

Transcrição

1 Ánalise de Circuitos 1. Método Intuitivo Ramo de um circuito: é um componente isolado tal como um resistor ou uma fonte. Este termo também é usado para um grupo de componentes sujeito a mesma corrente. Nó: é um ponto de conexão entre três ou mais ramos (entre 2: junção). Circuito fechado: é qualquer caminho fechado num circuito. Malha: é um circuito fechado que não tem um trajeto fechado em seu interior. a - b - e - d a malha b - c - f - e - b malha a - b - c - f - e - d - a circuito fechado b, e nó a, d, c, f junção b - c - f - e ramo d - a - b ramo

2 2. LCK e LTK 2.1 1ª Lei de Kirchhoff (Lei das Correntes) Em um nó, a soma das correntes elétricas que entram é igual à soma das correntes que saem., sendo a corrente elétrica. Convenção: todas as tensões que estão no sentido da corrente são positivas. Convenção: As correntes que entram em um nó são consideradas como sendo positivas e as que saem são consideradas como sendo negativas ª Lei de Kirchhoff (Lei das Tensões) A soma algébrica da d.d.p (Diferença de Potencial Elétrico) em um percurso fechado é nula. Ou seja, a soma de todas as tensões (forças electromotrizes) no sentido horário é igual à soma de todas as tensões no sentido anti-horário, ocorridas numa malha, é igual a zero. Logo a condutância total de resistores ligados em paralelo é igual a soma das condutâncias individuais. Se for interessante trabalhar com resistências tem-se:

3 Fonte de tensão: Abre o circuito Fonte te corrente: Faz um curto 2.3 Aplicação

4 2.3.1 Ligações Série-Paralelo Divisor de corrente

5 2.3.3 Divisor de tensão

6 3. Análise Nodal Exemplo: 1 Nó de Referência Seleciona-se um nó como referência. O potencial nesse nó será assumido como zero, motivo pelo qual ele também é chamado como nó de terra. Dica: Usar o nó com o maior número de elementos ligados a ele, e onde as fontes de tensão estão conectadas. Em seguida, nomeia-se as tensões nos demais nós, em relação ao nó de referência. (incógnitas primárias) Dica: Por conveniência, usa-se: (como impedância). 2 Aplicação da LCK aos nós Passo 1: escolhido o nó de referência (V=0). Passo 2: nomeadas as tensões e 1 e e 2. (Vo é igual Vo da fonte) Passo 3: LCK em e 1 e e 2: Aplica-se a LCK em todos os nós exceto no nó de referência. Terá N-1 equações. Para se obter as tensões no resistor: Em e 1 assume-se que não entra corrente nenhuma, por isso todos os sinais são positivos. 3 Encontrar as tensões nos nós Em e 2, Existem 3 corrente saindo (sinal positivo) e uma entrando da fonte (sinal negativo) 4 Voltar e encontrar tensões e correntes dos ramos (incógnitas secundárias) Passo 4: Organizar as equações e resolve-las isolando as variáveis, e depois substituindo.

7 3.2 Análise Nodal com Fonte de Tensão (Supernó) Considerando que a fonte de tensão está conectada entre os terminais x e y conforme a Figura 4 observa-se que a corrente da fonte aparecerá nas equações de ambos os nós do circuito onde a fonte está conectada. Como não há uma relação entre a corrente da fonte e a sua tensão pode-se manter a corrente i k da fonte como uma incógnita a ser determinada. Por outro lado, as tensões dos nós x e y estão relacionados da seguinte forma: Caso a fonte de tensão estiver conectada entre o nó x e o nó de terra, significa que a tensão do nó está imposta, podendo-se neste caso desconsiderar a equação deste nó estabelecer o seguinte valor para a tensão do nó: O procedimento delineado corresponde ao tratamento dos dois nós onde a fonte está conectada por como se fossem um único nó e aplicando-se a LCK para este nó composto, também chamado de super-nó. O exemplo mostrado na Figura 5 ilustra o procedimento. Para este circuito as equações de nós são as seguintes: A equação adicional considerando a fonte de tensão é:

8 Substituindo as relações (31) a (34) obtém-se finalmente as equações do circuito. Deve-se notar que a corrente da fonte de tensão aparece como uma incógnita a mais, havendo também uma equação a mais (equação (34)). Multiplicando-se a última equação por (-1), resulta: As equações (34), (35) e (36) são portanto as equações básicas do circuito, sendo as incógnitas v1, v2 e If.

9 3.3 Teorema de Thevenin O teorema de Thévenin afirma que, do ponto de vista de um qualquer par de terminais, um circuito linear pode sempre ser substituído por uma fonte de tensão com resistência interna. Como se verifica na Figura 1.1, quando o objetivo da análise de um circuito se resume a identificar a corrente, a tensão ou a potência a jusante de um par de terminais, então o teorema de Thévenin indica que todo o circuito a montante pode ser reduzido a dois elementos apenas, constituindo globalmente uma fonte de tensão com resistência interna. O conjunto de componentes vth e RTh é designado por equivalente de Thévenin do circuito. O equivalente de Thévenin calcula-se nos seguintes dois passos (para além da identificação dos terminais e do sentido relativamente ao qual se pretende obter o equivalente): (i) obtenção da tensão em aberto (Figura 1.2.b), (ii) e determinação da resistência equivalente vista dos terminais de saída, quando se anulam todas as fontes independentes no circuito.

1 Teorema de Thévenin

1 Teorema de Thévenin 1 Teorema de Thévenin O teorema de Thévenin afirma que, do ponto de vista de um qualquer par de terminais, um circuito linear pode sempre ser substituído por uma fonte de tensão com resistência interna.

Leia mais

Método das Malhas. Abordagem Geral

Método das Malhas. Abordagem Geral Método das Malhas Abordagem Geral Método das Malhas 1. Associe uma corrente no sentido horário a cada malha fechada e independente do circuito. Não é necessário escolher o sentido horário para todas as

Leia mais

Eletrotécnica. Circuitos Elétricos

Eletrotécnica. Circuitos Elétricos Eletrotécnica Circuitos Elétricos Introdução Caracterizamos um circuito elétrico como sendo um conjunto de componentes elétricos / eletrônicos ligados entre si formando pelo menos um caminho para a passagem

Leia mais

Aula 4 Análise Circuitos Elétricos Prof. Marcio Kimpara

Aula 4 Análise Circuitos Elétricos Prof. Marcio Kimpara ELETICIDADE Aula 4 Análise Circuitos Elétricos Prof. Marcio Kimpara Universidade Federal de Mato Grosso do Sul 2 Circuito Elétrico Chamamos de circuito elétrico a um caminho fechado, constituído de condutores,

Leia mais

Teorema da superposição

Teorema da superposição Teorema da superposição Esse teorema é mais uma ferramenta para encontrar solução de problemas que envolvam mais de uma fonte que não estejam em paralelo ou em série. A maior vantagem desse método é a

Leia mais

Capítulo 4. Métodos de Análise

Capítulo 4. Métodos de Análise Capítulo 4 Métodos de Análise 4. Análise Nodal Análise de circuitos mais gerais acarreta na solução de um conjunto de equações. Análise nodal: Tensões são as incógnitas a serem determinadas. Dee-se escolher

Leia mais

Programa de engenharia biomédica

Programa de engenharia biomédica Programa de engenharia biomédica princípios de instrumentação biomédica COB 781 Conteúdo 2 - Elementos básicos de circuito e suas associações...1 2.1 - Resistores lineares e invariantes...1 2.1.1 - Curto

Leia mais

O símbolo usado em diagramas de circuito para fontes de tensão é:

O símbolo usado em diagramas de circuito para fontes de tensão é: Circuitos Elétricos Para fazer passar cargas elétricas por um resistor, precisamos estabelecer uma diferença de potencial entre as extremidades do dispositivo. Para produzir uma corrente estável é preciso

Leia mais

CAPÍTULO 3 ANÁLISE DE CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA

CAPÍTULO 3 ANÁLISE DE CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA CAPÍTULO ANÁLSE DE CCUTOS DE COENTE CONTÍNUA 0 0 eneralidades Neste capítulo vamos apresentar e discutir algumas Leis, Teoremas e procedimentos que governam a análise dos circuitos eléctricos de corrente

Leia mais

Circuitos Resistivos (Parte 1)

Circuitos Resistivos (Parte 1) Capítulo 2 Circuitos Resistivos (Parte 1) Neste Capítulo Relações e x i para Resistências e Fontes Sistemas de Equações Algébricas Evidenciam-se os principais resultados da análise de circuitos sem entrar

Leia mais

Circuitos Elétricos Simples

Circuitos Elétricos Simples Circuitos Elétricos Simples Circuitos elétricos que contém apenas resistores e fontes. A corrente elétrica se move sempre no mesmo sentido, ou seja, são circuitos de corrente contínua. Circuitos com mais

Leia mais

Lista de exercícios - Regra de Kirchhoff

Lista de exercícios - Regra de Kirchhoff Lista de exercícios - Regra de Kirchhoff Circuitos Complexos Regra de Kirchhoff Existem alguns circuitos em que não é possível fazer a separação de partes em série e/ou em paralelo e além disto podem ter

Leia mais

Circuitos Elétricos I EEL420

Circuitos Elétricos I EEL420 Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL420 Conteúdo 2 - Elementos básicos de circuito e suas associações...1 2.1 - Resistores lineares e invariantes...1 2.1.1 - Curto circuito...2

Leia mais

defi departamento de física

defi departamento de física defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Circuito Série Paralelo Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,

Leia mais

Circuitos Elétricos I EEL420

Circuitos Elétricos I EEL420 Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL420 Conteúdo 3 - Teoremas e análise sistemática de redes...1 3.1 - Revisão de definições...1 3.2 - Teoremas de rede e transformações de fontes...1

Leia mais

Painel para análise de circuitos resistivos CC. (Revisão 00) Lei de Kirchhoff

Painel para análise de circuitos resistivos CC. (Revisão 00) Lei de Kirchhoff 1 Painel para análise de circuitos resistivos CC (Revisão 00) Lei de Kirchhoff 1 2 Leis de Kirchhoff As leis de Kirchhoff, chamadas em homenagem ao cientista alemão Gustav Robert Kirchhoff. As duas leis

Leia mais

EXPERIMENTO 3: CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA

EXPERIMENTO 3: CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA EXPERIMENTO 3: CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA 3.1 OBJETIVOS Verificar experimentalmente as Leis de Kirchhoff 3.2 INTRODUÇÃO Para a resolução de um circuito de corrente contínua (cc), com várias malhas,

Leia mais

Modelagem Matemática de Sistemas Eletromecânicos

Modelagem Matemática de Sistemas Eletromecânicos Modelagem Matemática de Sistemas Eletromecânicos Estudos e Analogias de modelos de funções de transferências. Prof. Edgar Brito Introdução Os sistemas elétricos são componentes essenciais de muitos sistemas

Leia mais

Capítulo 4 Ohmímetros

Capítulo 4 Ohmímetros Capítulo 4 Ohmímetros 4.1. Introdução Dá-se o nome de ohmímetro ao instrumento capaz de medir o valor de resistências. O ohmímetro também é construído a partir de um galvanômetro de bobina móvel e pode

Leia mais

Associação de Resistores

Associação de Resistores Exper. 4 Objetivo Associação de esistores dentificar em um circuito resistivo as associações serie, paralela e mista. Determinar a resistência equivalente entre dois pontos de um circuito elétrico resistivo,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7011 Eletricidade Básica

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7011 Eletricidade Básica UNIERSIDDE FEDERL DE SNT CTRIN DEPRTMENTO DE ENGENHRI ELÉTRIC EEL7011 Eletricidade Básica UL 04 EQUILENTE DE THÉENIN, NORTON E MEDIDS DE RESISTÊNCI 1 INTRODUÇÃO E OBJETIOS Nas aulas anteriores teve-se

Leia mais

Circuitos com Cargas em Série e em Paralelo

Circuitos com Cargas em Série e em Paralelo PONTFÍCA UNERSDADE CATÓLCA DE GOÁS DEPARTAMENTO DE ENGENHARA ENG04 Circuitos Elétricos Exper. 3 Circuitos com Cargas em Série e em Paralelo Objetivo dentificar, em um circuito resistivo, as associações

Leia mais

4. Teoremas de circuitos em corrente contínua

4. Teoremas de circuitos em corrente contínua Sumário: Teorema de Thevenin Teorema de Norton Teorema da Sobreposição L FÍSC 1 m qualquer circuito é sempre possível destacar um ramo e substituir o resto por um bloco (c). C elativamente ao ramo destacado,

Leia mais

CIRCUITOS ELÉTRICOS II

CIRCUITOS ELÉTRICOS II CIRCUITOS ELÉTRICOS II Prof.: Helder Roberto de O. Rocha Engenheiro Eletricista Doutorado em Computação Corrente Elétrica Quantidade de carga elétrica deslocada por unidade de tempo As correntes elétricas

Leia mais

ANÁLISE DE CIRCUITOS RESISTIVO DC (03/12/2013)

ANÁLISE DE CIRCUITOS RESISTIVO DC (03/12/2013) Governo do Estado de Pernambuco Secretaria de Educação Secretaria Executiva de Educação Profissional Escola Técnica Estadual Professor Agamemnon Magalhães ETEPAM Aluno: Avaliação do Prof. (N5): ANÁLISE

Leia mais

Temática Circuitos Eléctricos Capítulo Teoria dos Circuitos LEIS DE KIRCHHOFF INTRODUÇÃO

Temática Circuitos Eléctricos Capítulo Teoria dos Circuitos LEIS DE KIRCHHOFF INTRODUÇÃO Temática Circuitos Eléctricos Capítulo Teoria dos Circuitos LEIS DE KIRCHHOFF INTRODUÇÃO Nesta secção, apresenta-se o conceito de nó e malha de um circuito eléctrico. Enunciam-se as duas leis de Kirchhoff,

Leia mais

5) No circuito abaixo, determine a potência gerada pela bateria de 5 V.

5) No circuito abaixo, determine a potência gerada pela bateria de 5 V. ) Determine Vab (i7 é desconhecido). V = 0V ab ) Obtenha os circuitos equivalentes de Thévenin e Norton do seguinte circuito. R.: 3) Determine a resistência equivalente R ab vista dos terminais ab do circuito

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica COB781. Módulo 2

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica COB781. Módulo 2 Universidade Federal do Rio de Janeiro Princípios de Instrumentação Biomédica COB781 Módulo 2 Thévenin Norton Helmholtz Mayer Ohm Galvani Conteúdo 2 - Elementos básicos de circuito e suas associações...1

Leia mais

O que são quadripólos?

O que são quadripólos? O que são quadripólos? Duas portas separadas para entrada e saída; Não há ligações externas. Dois pares de terminais funcionando como ponto de acesso; Utilização: Sistemas de comunição, de controle, de

Leia mais

ELETROTÉCNICA (ENE078)

ELETROTÉCNICA (ENE078) UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA Graduação em Engenharia Civil ELETROTÉCNICA (ENE078) PROF. RICARDO MOTA HENRIQUES E-mail: ricardo.henriques@ufjf.edu.br Aula Número: 06 Revisão Aula Anterior... Revisão

Leia mais

LEIS DE KIRCHHOFF LKC e LKT I = 0

LEIS DE KIRCHHOFF LKC e LKT I = 0 LEIS DE KIRCHHOFF LKC e LKT 1. LKC Comprovação 2. LKT Comprovação 3. Análise das equações As Leis de Kirchhoff são assim denominadas em homenagem ao físico alemão Gustav Kirchhoff 1. Formuladas em 1845,

Leia mais

Capítulo 27: Circuitos

Capítulo 27: Circuitos Capítulo 7: Circuitos Índice Força letromotriz Trabalho, nergia e Força letromotriz Calculo da Corrente de um Circuito de uma Malha Diferença de Potencial entre dois Pontos Circuitos com mais de uma Malha

Leia mais

Me. Leandro B. Holanda,

Me. Leandro B. Holanda, 27-1 O que é física? Estamos cercados de circuitos elétricos. Todos os esses aparelhos e também a rede de distribuição de energia elétrica que os faz funcionar, dependem da engenharia elétrica moderna.

Leia mais

Conteúdo programático: Quadripolos. Notas de aula e exercícios: 1. Apresentação do Tópico

Conteúdo programático: Quadripolos. Notas de aula e exercícios: 1. Apresentação do Tópico Conteúdo programático: Quadripolos Notas de aula e exercícios: 1. Apresentação do Tópico Um dos principais métodos de análise de circuitos consiste na substituição de blocos complexos em circuitos equivalentes

Leia mais

= = V I R 2 I I 2 V 2 V 1 R 1. Lei das malhas: Lei dos nós: Divisor de tensão. Divisor de corrente. Electromagnetismo e Óptica (EO)

= = V I R 2 I I 2 V 2 V 1 R 1. Lei das malhas: Lei dos nós: Divisor de tensão. Divisor de corrente. Electromagnetismo e Óptica (EO) Electromagnetismo e Óptica LEC Tagus 1ºSem 011/1 Prof. J. C. Fernandes Electromagnetismo e Óptica (EO Corrente contínua. Circuitos Formulário Lei das malhas: Lei dos nós: i i 0 0 1 Divisor de corrente

Leia mais

CAPÍTULO 5 TRANSISTORES BIPOLARES

CAPÍTULO 5 TRANSISTORES BIPOLARES CAPÍTULO 5 TRANSSTORES BPOLARES O transistor é um dispositivo semicondutor de três terminais, formado por três camadas consistindo de duas camadas de material tipo "n", de negativo, e uma de tipo "p",

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E LEIS DE KIRCHHOFF

ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E LEIS DE KIRCHHOFF ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E LEIS DE KIRCHHOFF Introdução Associação de Resistores Em muitas aplicações na engenharia elétrica e eletrônica é muito comum fazer associações de resistores com o objetivo de

Leia mais

R R R. 7. corrente contínua e circuitos os circuitos são constituídos por um gerador e cargas ligadas em: Série. resistências & lei de Ohm R A

R R R. 7. corrente contínua e circuitos os circuitos são constituídos por um gerador e cargas ligadas em: Série. resistências & lei de Ohm R A resistências & lei de Ohm R A V R 7. corrente contínua e circuitos os circuitos são constituídos por um gerador e cargas ligadas em: Série Paralelo corrente Rsérie R R Rparalelo R R2 2 SÉREigual corrente

Leia mais

Circuitos de Corrente Contínua

Circuitos de Corrente Contínua UNVESDDE nstituto de Física de São Carlos Nesta prática estudaremos as leis de Kirchoff para análise de circuitos de corrente contínua. Nos experimentos, investigaremos alguns circuitos simples formados

Leia mais

LEIS DE KIRCHHOFF ANÁLISE DE REDES DC

LEIS DE KIRCHHOFF ANÁLISE DE REDES DC LEIS DE KIRCHHOFF ANÁLISE DE REDES DC 1. Análise de correntes nas malhas 2. Análise de tensão nodal 3. Superposição As Leis de Kirchhoff são assim denominadas em homenagem ao físico alemão Gustav Kirchhoff

Leia mais

Chapter 27 Circuitos. os portadores de carga a uma diferença de potencialε.

Chapter 27 Circuitos. os portadores de carga a uma diferença de potencialε. Chapter 27 Circuitos Para produzir uma corrente estável, precisamos de uma bomba de cargas, um dispositivo que, realizando trabalho sobre os portadores de carga, mantenha uma diferença de potencial entre

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. Eletricidade

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. Eletricidade UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Eletricidade Análise de Circuitos alimentados por fontes constantes Prof. Ilha Solteira,

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES

CADERNO DE ATIVIDADES 0 Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática Área de Concentração: Matemática CADERNO DE ATIVIDADES Utilização de Resolução de Problemas em Fenômenos Físicos da área Eletroeletrônica Mestranda: Vânia

Leia mais

Sumário. CAPÍTULO 1 A Natureza da Eletricidade 13. CAPÍTULO 2 Padronizações e Convenções em Eletricidade 27. CAPÍTULO 3 Lei de Ohm e Potência 51

Sumário. CAPÍTULO 1 A Natureza da Eletricidade 13. CAPÍTULO 2 Padronizações e Convenções em Eletricidade 27. CAPÍTULO 3 Lei de Ohm e Potência 51 Sumário CAPÍTULO 1 A Natureza da Eletricidade 13 Estrutura do átomo 13 Carga elétrica 15 Unidade coulomb 16 Campo eletrostático 16 Diferença de potencial 17 Corrente 17 Fluxo de corrente 18 Fontes de eletricidade

Leia mais

LISTA 4A: Teoremas Básicos de Análise de Circuitos: Superposição, Thevenin, Norton e Máxima Transferência de Potência. Observação

LISTA 4A: Teoremas Básicos de Análise de Circuitos: Superposição, Thevenin, Norton e Máxima Transferência de Potência. Observação Graduação em Engenharia Elétrica Disciplina: Circuitos Elétricos 01 Professor Wesley Peres wesley.peres@ufsj.edu.br LISTA 4A: Teoremas Básicos de Análise de Circuitos: Superposição, Thevenin, Norton e

Leia mais

Linearidade e o Princípio da Superposição; Equivalente Thevenin e a Máxima Transferência de Potência

Linearidade e o Princípio da Superposição; Equivalente Thevenin e a Máxima Transferência de Potência NotasdeAula LabCircuitos1 2011/8/11 13:46 page 17 #25 LINEARIDADE E O PRINCÍPIO DA SUPERPOSIÇÃO; EQUIVALENTE THEVENIN E A MÁXIMA TRANSFERÊNCIA DE POTÊNCIA 17 Linearidade e o Princípio da Superposição;

Leia mais

ATENÇÃO! FORMULÁRIO. a) a corrente elétrica que atravessa esse chuveiro; b) quanto, em reais, é consumido por esse chuveiro durante um mês de 30 dias.

ATENÇÃO! FORMULÁRIO. a) a corrente elétrica que atravessa esse chuveiro; b) quanto, em reais, é consumido por esse chuveiro durante um mês de 30 dias. FÍSICA AVALIAÇÃO RAFAEL III UNIDADE Aluno(a): COMENTADA Série: 2 a Ensino Médio Turma: A / B / C / D / E Data: 10/09/2016 1. A prova é composta de 05 questões abertas e 02 questões objetivas. 2. Não será

Leia mais

Comecemos escrevendo a forma geral de uma equação diferencial de ordem n, 1 inear e invariante no tempo, , b i

Comecemos escrevendo a forma geral de uma equação diferencial de ordem n, 1 inear e invariante no tempo, , b i 3 6 ADL aula 2 Função de Transferência Comecemos escrevendo a forma geral de uma equação diferencial de ordem n, 1 inear e invariante no tempo, onde c(t) é a saída, r(t) é a entrada e os a i, b i e a forma

Leia mais

Algumas propriedades importantes de circuitos elétricos

Algumas propriedades importantes de circuitos elétricos ág.1 lgumas propriedades importantes de circuitos elétricos 1) Leis de Kirchhoff 1.1) 1ª Lei de Kirchhoff: soma algébrica das correntes em um nó é nula Definições: nó = ligação de dois ou mais componentes

Leia mais

Roteiro-Relatório da Experiência N o 04 TEOREMAS DE THÉVENIN E NORTON

Roteiro-Relatório da Experiência N o 04 TEOREMAS DE THÉVENIN E NORTON Roteiro-Relatório da Experiência o 04 TEOREMS DE ÉVEI E ORTO 1. COMPOETES D EQUIPE: LUOS OT 1 2 3 Data: / / : hs 2. OJETIVOS: 2.1. Determinar experimentalmente os circuitos equivalentes de Thévenin e orton

Leia mais

Circuitos Elétricos I EEL420 16/04/2015

Circuitos Elétricos I EEL420 16/04/2015 Circuitos Elétricos I EE420 16/04/2015 Nome: 1) COOQUE SEU NOME E NUMERE AS FOHAS DOS CADERNOS DE RESPOSTA 2) RESPONDA AS QUESTÕES EM ORDEM UTIIZANDO ATÉ 2 PÁGINAS POR QUESTÃO (NO MÁXIMO 3) 3) REDESENHE

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS INTRODUÇÃO CIRCUITOS SÉRIE DE CORRENTE CONTÍNUA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS INTRODUÇÃO CIRCUITOS SÉRIE DE CORRENTE CONTÍNUA UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS INTRODUÇÃO CIRCUITOS SÉRIE DE CORRENTE CONTÍNUA Um circuito série é aquele que permite somente um percurso para a passagem da corrente. Nos

Leia mais

Aula 3 Circuito paralelo de corrente contínua. marcela@edu.estacio.br

Aula 3 Circuito paralelo de corrente contínua. marcela@edu.estacio.br Aula 3 Circuito paralelo de corrente contínua marcela@edu.estacio.br Elementos em paralelo Resistência total Circuitos em paralelo Lei de Kirchhoff para corrente Regra do divisor de corrente Circuito aberto

Leia mais

CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS ) Dado o circuito da figura, determinar a corrente I, a potência dissipada pelo resistor R 2.

CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS ) Dado o circuito da figura, determinar a corrente I, a potência dissipada pelo resistor R 2. FSP CRCUTOS ELÉTRCOS EXERCÍCOS RESOLVDOS 00 CRCUTOS ELÉTRCOS EXERCÍCOS 00 ) Dado o circuito da figura, determinar a corrente, a potência dissipada pelo resistor R. ssumindo que a corrente flui no sentido

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL 420. Módulo 10

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL 420. Módulo 10 Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL 40 Módulo 10 Drawing of Michael Faraday's 1831 experiment showing electromagnetic induction between coils of wire, using 19th century apparatus,

Leia mais

Lista de Exercícios 3 - Circuitos Elétricos II

Lista de Exercícios 3 - Circuitos Elétricos II Lista de Exercícios 3 - Circuitos Elétricos II Tópicos: Potência instantânea, Potência Média, Valor Médio e Eficaz, Potência Aparente, Potência Ativa, Potência Reativa, Fator de Potência, Potência Complexa.

Leia mais

ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS II

ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS II ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS II Módulo VI CIRCUITOS POLIFÁSICOS Sistema Monofásico a 3 Condutores O sistema possui duas fontes de tensão iguais: 2 Sistema Monofásico a 3 Condutores Considerando o circuito

Leia mais

12/04/2012 a 11/08/2012

12/04/2012 a 11/08/2012 ELETRICIDADE PARTE 1 1º SEMESTRE 2012 12/04/2012 a 11/08/2012 Professor: Júlio César Madureira Silva < jmadureira@ifes.edu.br > 1 EMENTA: 1. Revisão sobre unidades de medida no SI. múltiplos m e submúltiplos

Leia mais

ADL A Representação Geral no Espaço de Estados

ADL A Representação Geral no Espaço de Estados ADL14 3.3 A Representação Geral no Espaço de Estados definições Combinação linear: Uma combinação linear de n variáveis, x i, para r = 1 a n, é dada pela seguinte soma: (3.17) onde cada K i é uma constante.

Leia mais

Roteiro-Relatório da Experiência N o 02 LEIS DE KIRCHHOFF

Roteiro-Relatório da Experiência N o 02 LEIS DE KIRCHHOFF COMPONENTES DA EQUPE: Roteiro-Relatório da Experiência N o 02 LES DE KRCHHOFF ALUNOS NOTA 1 2 3 Data: / / : h 1. OBJETVOS: Verificação experimental da Lei de Kirchhoff das Tensões e a Lei de Kirchhoff

Leia mais

Capítulo 26 - Circuitos de Corrente Continua

Capítulo 26 - Circuitos de Corrente Continua RODRIGO ALVES DIAS Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF Livro texto: Física 3 - Eletromagnetismo Autores: Sears e Zemansky Edição: 12 a Editora: Pearson - Addisson and Wesley 10 de maio de 2011

Leia mais

Universidade Federal do Pará Centro de Ciências Exatas e Naturais Departamento de Física Laboratório Básico II

Universidade Federal do Pará Centro de Ciências Exatas e Naturais Departamento de Física Laboratório Básico II Universidade Federal do Pará Centro de Ciências Exatas e Naturais Departamento de Física Laboratório Básico II Experiência 01 SSOCIÇÃO DE RESISTORES E LEIS DE KIRCHHOFF 1. OBJETIVOS a. Estudar as associaçõe

Leia mais

O circuito elétrico em série é um divisor de tensão.

O circuito elétrico em série é um divisor de tensão. 01 O circuito elétrico em série é um divisor de tensão. Como as lâmpadas são idênticas, tem-se: U 1 = U 2 = U 3 = U 4 = U = lâmpada i Assim: U 1 + U 2 + U 3 + U 4 = 220 4U = 220 U = 55 V esposta: A 1 02

Leia mais

A u l a 0 3 : R e p r e s e n t a ç ã o d o S i s t e m a E l é t r i c o d e P o t ê n c i a

A u l a 0 3 : R e p r e s e n t a ç ã o d o S i s t e m a E l é t r i c o d e P o t ê n c i a Análise de Sistemas Elétricos de Potência 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA A u l a 0 3 : R e p r e s e n t a ç ã o d o S i s t e m a E l é t r i c o d e P o t ê n c i a 1. Visão Geral do Sistema

Leia mais

ET720 Sistemas de Energia Elétrica I. Capítulo 4: Transformadores de potência. Exercícios

ET720 Sistemas de Energia Elétrica I. Capítulo 4: Transformadores de potência. Exercícios ET720 Sistemas de Energia Elétrica I Capítulo 4: Transformadores de potência Exercícios 4.1 Um transformador monofásico de dois enrolamentos apresenta os seguintes valores nominais: 20 kva, 480/120 V,

Leia mais

Ensaios em Transformadores

Ensaios em Transformadores O ensaio de curto-circuito é usado para obter a impedância equivalente em série R eq + j X eq. O curto-circuito é aplicado ao secundário do transformador e a tensão reduzida, ao primário. Joaquim Eloir

Leia mais

40.(ASSEMB.LEG-SP/FCC/2010) Um circuito RLC paralelo é alimentado por uma tensão v(t). A expressão da corrente total i(t) no domínio do tempo é: C dt

40.(ASSEMB.LEG-SP/FCC/2010) Um circuito RLC paralelo é alimentado por uma tensão v(t). A expressão da corrente total i(t) no domínio do tempo é: C dt 40.(ASSEMB.LEG-SP/FCC/00) Um circuito RLC paralelo é alimentado por uma tensão. A expressão da corrente total i( no domínio do tempo é: A) i( = R. + L dt + C dt B) i( = R + L + C dt dt dt C ) e( = + L

Leia mais

Circuitos Elétricos Leis Básicas

Circuitos Elétricos Leis Básicas Circuitos Elétricos Leis Básicas Alessandro L. Koerich Engenharia de Computação Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Introdução Como determinar os valores de tensão, corrente e potência em

Leia mais

Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. INTERATIVIDADE FINAL

Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. INTERATIVIDADE FINAL Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. Habilidades: Diferenciar as formas de associação de resistores, bem como determinar

Leia mais

6. CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA

6. CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA 6. CCUTOS DE COENTE CONTÍNUA 6.. Força Electromotriz 6.2. esistências em Série e em Paralelo. 6.3. As egras de Kirchhoff 6.4. Circuitos C 6.5. nstrumentos Eléctricos Análise de circuitos simples que incluem

Leia mais

CIRCUITOS ELÉTRICOS I PROGRAMAÇÃO 02/16

CIRCUITOS ELÉTRICOS I PROGRAMAÇÃO 02/16 CIRCUITOS ELÉTRICOS I PROGRAMAÇÃO 02/16 - Introdução - Método de avaliação - Data das provas: P1: 04/10/16 P2: 08/11/16 P3: 22/11/16 (somente para faltosos) - Suspensão de aulas: 09/08/16, 16/08/16, 15/11/16

Leia mais

Aula 3. Circuitos Complexos via Método das Malhas. Função de transferência múltiplas malhas

Aula 3. Circuitos Complexos via Método das Malhas. Função de transferência múltiplas malhas 2 Aula 3 Circuitos Complexos via Método das Malhas 1. Substituir todos os valores dos elementos passivos por suas impedâncias. 2. Substituir todas as fontes e todas as variáveis no domínio do tempo pelas

Leia mais

Matéria. Exemplo de simplificação de circuitos. Simplificação de circuitos. Teresa Mendes de Almeida

Matéria. Exemplo de simplificação de circuitos. Simplificação de circuitos. Teresa Mendes de Almeida Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica nálise de Circuitos Lineares T.M.lmeida STDEEC CElectrónica Teresa Mendes de lmeida TeresaMlmeida@ist.utl.pt DEEC Área Científica de Electrónica Março

Leia mais

Eletrônica Circuitos Complexos

Eletrônica Circuitos Complexos Eletrônica Circuitos Complexos Módulo II . Introdução Qualquer circuito elétrico ou eletrônico consiste de três grandezas relacionadas: voltagem, corrente e resistência. Voltagem é a energia potencial

Leia mais

CIRCUITOS ELÉTRICOS I PROGRAMAÇÃO 02/15

CIRCUITOS ELÉTRICOS I PROGRAMAÇÃO 02/15 CIRCUITOS ELÉTRICOS I PROGRAMAÇÃO 02/15 Aula 1 04/08/15 - Introdução - Método de avaliação - Data das provas: P1: 29/09/15 P2: 03/11/15 P3: 10/11/15 (somente para faltosos) - Suspensão de aulas: Não há

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório AULA 02 VOLTÍMETRO E AMPERÍMETRO DE CORRENTE CONTÍNUA 1 INTRODUÇÃO Na primeira aula

Leia mais

No circuito abaixo determinar as correntes nos ramos, seus verdadeiros sentidos e quais elementos são geradores e receptores.

No circuito abaixo determinar as correntes nos ramos, seus verdadeiros sentidos e quais elementos são geradores e receptores. No circuito abaixo determinar as correntes nos ramos, seus verdadeiros sentidos e quais elementos são geradores e receptores. Dados do problema Resistores: R 1 = 0, Ω; R = 0, Ω; R 3 = 1 Ω; R 4 = 0, Ω;

Leia mais

10 - LEIS DE KIRCHHOFF

10 - LEIS DE KIRCHHOFF 0 - LS KRCHHOFF 0.- FNÇÃO NÓ, RAMO MALHA Quando em um circuito elétrico existe mais do que uma fonte de tensão e mais do que um resistor, geralmente são necessárias outras leis, além da lei de Ohm, para

Leia mais

CAPÍTULO 4 DIODOS COM FINALIDADES ESPECÍFICAS

CAPÍTULO 4 DIODOS COM FINALIDADES ESPECÍFICAS CAPÍTULO 4 DODOS COM FNALDADES ESPECÍFCAS Este capítulo discute a aplicação de alguns diodos especiais, com características específicas. São estes o diodo zener (usado como regulador de tensão) e o diodo

Leia mais

Aula 05. Resistores em Série e em Paralelo Leis de Kirchhoff- Parte I

Aula 05. Resistores em Série e em Paralelo Leis de Kirchhoff- Parte I Aula 05 Resistores em Série e em Paralelo Leis de Kirchhoff- Parte I Circuito Elétrico Básico e suas componentes. \ Resistores em Série Em uma associação de resistores em série, a corrente elétrica ( contínua)

Leia mais

Experimento 4. Resistência interna

Experimento 4. Resistência interna Experimento 4 Resistência interna Objetivos a - Determinar a resistência interna de uma fonte de tensão. b - Obter a curva característica para a fonte de tensão. c - Determinar a resistência da carga para

Leia mais

Universidade Federal de São João del-rei. Material Teórico de Suporte para as Práticas

Universidade Federal de São João del-rei. Material Teórico de Suporte para as Práticas Universidade Federal de São João del-rei Material Teórico de Suporte para as Práticas 1 Amplificador Operacional Um Amplificador Operacional, ou Amp Op, é um amplificador diferencial de ganho muito alto,

Leia mais

Conceitos Básicos de Teoria dos Circuitos

Conceitos Básicos de Teoria dos Circuitos Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica Conceitos Básicos de Teoria dos Circuitos T.M.lmeida ST-DEEC- CElectrónica Teresa Mendes de lmeida TeresaMlmeida@ist.utl.pt DEEC Área Científica de Electrónica

Leia mais

Exp11 - O divisor de tensão

Exp11 - O divisor de tensão p11 - O divisor de tensão 11.1 Fundamentos: Um problema comum que aparece na vida diária é a necessidade de alimentar um dispositivo elétrico a partir de uma fonte de tensão maior que a tensão nominal

Leia mais

CIRCUITOS COM CAPACITORES

CIRCUITOS COM CAPACITORES CIRCUITOS COM CAPACITORES 1. (Ufpr 13) Considerando que todos os capacitores da associação mostrada na figura abaixo têm uma capacitância igual a C, determine a capacitância do capacitor equivalente entre

Leia mais

NOME: N CADERNO DE RECUPERAÇÃO DE FÍSICA I 3º ANO EM TURMA 232 PROFº FABIANO 1º BIMESTRE

NOME: N CADERNO DE RECUPERAÇÃO DE FÍSICA I 3º ANO EM TURMA 232 PROFº FABIANO 1º BIMESTRE 1925 *** COLÉGIO MALLET SOARES *** 2016 91 ANOS DE TRADIÇÃO, RENOVAÇÃO E QUALIDADE DEPARTAMENTO DE ENSINO DATA: / / NOTA: NOME: N CADERNO DE RECUPERAÇÃO DE FÍSICA I 3º ANO EM TURMA 232 PROFº FABIANO 1º

Leia mais

Amplificadores de Estágio Simples (2) Aula 6 Prof. Nobuo Oki

Amplificadores de Estágio Simples (2) Aula 6 Prof. Nobuo Oki Amplificadores de Estágio Simples (2) Aula 6 Prof. Nobuo Oki Cálculos das Impedâncias de Entrada e de Saída a Pequenos Sinais (1) Como calcular as impedâncias (ou admitâncias) de entrada e de saída de

Leia mais

FÍSICA 3 Circuitos Elétricos em Corrente Contínua. Circuitos Elétricos em Corrente Contínua

FÍSICA 3 Circuitos Elétricos em Corrente Contínua. Circuitos Elétricos em Corrente Contínua FÍSICA 3 Circuitos Elétricos em Corrente Contínua Prof. Alexandre A. P. Pohl, DAELN, Câmpus Curitiba EMENTA Carga Elétrica Campo Elétrico Lei de Gauss Potencial Elétrico Capacitância Corrente e resistência

Leia mais

Aula 3 MODELO ELÉTRICO DO DIODO SEMICONDUTOR

Aula 3 MODELO ELÉTRICO DO DIODO SEMICONDUTOR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA 1 ET74C Prof.ª Elisabete Nakoneczny Moraes Aula 3 MODELO ELÉTRICO DO DIODO SEMICONDUTOR Em 17 Agosto de 2016

Leia mais

CORRENTE CONTÍNUA 1. RESISTORES EM SÉRIE E EM. Resistores em série: V = I.R1 + I.R2 = I.(R1 + R2) = I.Req, com Req = Ri

CORRENTE CONTÍNUA 1. RESISTORES EM SÉRIE E EM. Resistores em série: V = I.R1 + I.R2 = I.(R1 + R2) = I.Req, com Req = Ri 25 - CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA 1. RESISTORES EM SÉRIE E EM PARALELO: Resistores em série: V = I.R1 + I.R2 = I.(R1 + R2) = I.Req, com Req = Ri 1 Solução: Primeiro se calcula a resistência equivalente

Leia mais

Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica. Teresa Mendes de Almeida. DEEC Área Científica de Electrónica

Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica. Teresa Mendes de Almeida. DEEC Área Científica de Electrónica Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica 1 Método dos Nós Teresa Mendes de Almeida TeresaMAlmeida@ist.utl.pt DEEC Área Científica de Electrónica T.M.Almeida IST-DEEC- ACElectrónica Matéria 2 Análise

Leia mais

Modelagem no Domínio da Frequência. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello 1

Modelagem no Domínio da Frequência. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello 1 Modelagem no Domínio da Frequência Carlos Alexandre Mello 1 Transformada de Laplace O que são Transformadas? Quais as mais comuns: Laplace Fourier Cosseno Wavelet... 2 Transformada de Laplace A transf.

Leia mais

CIRCUITOS DE DUAS PORTAS QUADRIPOLOS

CIRCUITOS DE DUAS PORTAS QUADRIPOLOS CRCUTOS DE DUAS PORTAS QUADRPOOS NOTAS DE AUA (CAP. 9 RO DO NSON) 0. CONSDERAÇÕES NCAS HPÓTESES BÁSCAS Porta de Entrada () i a c v Quadripolo v i b d Fiura i i Porta de Saída () ) Não pode haver nenhuma

Leia mais

Sendo assim a diferença de potencial entre os pontos inicial e final do circuito é igual à:

Sendo assim a diferença de potencial entre os pontos inicial e final do circuito é igual à: SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR SARGENTO NADER ALVES DOS SANTOS SÉRIE/ANO: 3º TURMA(S):

Leia mais

TELE - VENDAS: (0xx41) FAX GRÁTIS:

TELE - VENDAS: (0xx41) FAX GRÁTIS: TELE - ENDAS: (0xx41) 2102-1100 - FAX GRÁTIS: 0800-704 2080 PROA DE LÂMPADAS Testando a Lâmpada Com a lâmpada fora do soquete, encoste uma ponta de prova no encaixe e a outra ponta no pólo como é mostrado

Leia mais

CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA

CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T5 Física Experimental I - 2007/08 CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA 1. Objectivo Verificar as leis fundamentais de conservação da

Leia mais

ELETRÔNICA II CAPÍTULO 3

ELETRÔNICA II CAPÍTULO 3 ELETRÔNICA II CAPÍTULO 3 SUPERPOSIÇÃO DE AMPLIFICADORES O fato do sinal de áudio apresentar-se em corrente alternada (c.a.), a qual difere daquela que polariza o transistor (que é c.c., neste caso), nos

Leia mais

Conceitos básicos. Sistema Internacional. Carga Eléctrica

Conceitos básicos. Sistema Internacional. Carga Eléctrica Conceitos básicos Sistema Internacional O Sistema Internacional de Unidades (SI), possui nove unidades básicas indicadas na tabela seguinte. As unidades das outras grandezas físicas são derivadas a partir

Leia mais

PSI.3212 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELETRICOS

PSI.3212 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELETRICOS ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI.3212 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELETRICOS INTRODUÇÃO TEÓRICA Edição 2016 MEDIDA DA CONSTANTE

Leia mais

Figura Circuito para determinação da seqüência de fases

Figura Circuito para determinação da seqüência de fases A C B R N C R N Figura 4.1 - Circuito para determinação da seqüência de fases Exercício 4.2 No circuito da Figura 4.2, quando ocorre um defeito fase-terra franco na barra P, pede-se determinar: a) a corrente

Leia mais