Aula 3- Forças Competitivas

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1 Aula 3- Forças Competitivas Professora Bruna Panzarini

2 Michael Porter Autor de teorias e de livros sobre estratégias e competitividade, Michael Eugene Porter nasceu em Michigan em Professor na Harvard Business School. Seus livros são muito utilizados nos cursos de administração, economia e marketing.

3 Michael Porter O autor possui mais de dezoito livros entre eles Vantagem competitiva Estratégia competitiva A vantagem competitiva das nações È considerado uma grande autoridade mundial em estratégia competitiva, seus livros são best-sellers

4 Michael Porter Na mídia impressa recebeu por 4 vezes o McKinsey Award na categoria melhor artigo do ano na Harvard Business Review. Na Harvard Business School lidera o programa de formação para novos presidente de empresas e o Institute for Strategy and Competitiveness. Frase de Michael Porter: Uma empresa sem estratégia faz qualquer negócio.

5 Perspectiva Porter Em 1980 Porter propôs três conceitos básicos para realizar a analise estratégica Atratividade do setor em termos de lucro- baseado 5 forças competitivas Posicionamento Competitivo liderança em custo, diferenciação ou foco Estratégia genérica Análise das vantagens competitivas Cadeia de valor

6 Ambiente de Negócio Perspectiva da Estratégia Competitiva/ Modelo Industrial Estratégia Abordagem dos Recursos da Firma / Modelo de Competência Porter, 1985 Krogh e Ross, 1995

7 Ambiente Negócio Modelo Organização Industrial- Abordagem de fora para dentro (outside-in) Meio externo era o considerado o principal determinante das estratégias a serem selecionadas. Modelo Competência- Abordagem de dentro para fora (inside out) a organização possui um conjunto de recursos e capacidades únicos, que são base para a estratégia.

8 Modelo 5 forças O modelo das 5 forças auxilia na análise de ramo, incorporando também elementos do ambiente externo de negócio. O modelo explica a dinâmica de competição no ramo de negócios. Os players buscam sempre obter vantagens competitivas para crescer no mercado.

9 Modelo das 5 forças Novos Entrantes Poder Fornecedores Competição no setor Poder Compradores Produtos Substitutos Michael Porter, 1980

10 Modelo 5 forças- Competição no setor Competitividade no Mercado Às vezes rivais competem agressivamente, não só em relação ao preço do produto, como também a inovação, marketing, market share, publicidade, diferenciação de produtos, etc. Em situações de elevada concorrência na briga por share de mercado,os pequenos players são esmagados e a atuação dos grandes concentra-sede em diminuição de preço. Ramo - Grandes varejos- Casas Bahia, Ponto frio, Magazine Luiza. Antes Ambev Cervejarias

11 Modelo 5 forças- Novos entrantes Empresas que não estão no ramo, mas que se nele entrarem poderão afetar sua dinâmica e as relações entre os players. Caso o ramo seja fragmentado o efeito de nova concorrência é nulo. Ninguém pode dizer que alterações ocorreriam no ramo de panificação pela abertura de mais uma padaria. Mas se avaliarmos o mercado de maneira global - Padarias do estado de São Paulo. Com criação de barreiras de entradas ( patentes, marcas, diferenciação de produtos e custos,)

12 Modelo 5 forças- Poder dos Fornecedores Confronto entre poder dos fornecedores e poder de quem adquiri insumos. Os fornecedores- ligados diretamente custo empresa. Reduções de insumos sempre são estrategicamente importante para a empresa. Porém fornecedor pode controlar o acesso caso Microsoft em softwares. È o fornecedor quem dita as regras nesse caso. Ramos de montadoras e supermercado nada produzem. Montam e transacionam bens. Seu negócio depende de solida política de relacionamento com fornecedores

13 Modelo 5 forças- Poder dos consumidores/ clientes Relações de poder entre a empresa e a sua clientela. Se o ramo estiver organizado em monopólio o poder do cliente será muito pequeno Ex Postos de Gasolina Se o ramo estiver organizado em monopsônio, ou seja existe apenas um comprador para os produtos da empresa, o poder de barganha do cliente será praticamente absoluto. Ex Pequenas empresas- especializam em produção ou prestação de serviço para determinado fábrica. Atualmente com diferentes poderes, níveis de renda, sexo, classe social de clientes empresas desenvolvem estratégias e esforços de segmentação de mercado.

14 Modelo 5 forças- Ameaça de Produto Substituto A entrada em um ramo de produto/serviço que não vêm daquele ramo, ou seja não são produzidos pela concorrência interna do próprio ramo. A vida de negócios está repleta de produtos/ serviços que são ameaçados por substitutos oriundos de outros ramos. Carburadores- injeção eletrônica Cinema- VCRS- DVDs- Blue Ray Máquina de datilografia- computador pessoal- Notebook- Tablet ( será)? Essa quinta força serve para nos alertar que as ameaças não vem apenas de nossos concorrentes, mas podem vir de todos os lugares, o que inclui ramos de negócios que, aparentemente, não tem a ver conosco.

15 Análise de Clusters Em função de algumas características nacionais, alguns países tem tido vantagem competitiva em alguns setores- Ex Itália- Industria cerâmica Índia Softwares Esses países em função do desenvolvimento de alguns fatores específicos, conquistaram vantagem competitiva nos setores citados. Aglomerados Competitivos- Clusters agrupamento geográfico concentrado de empresas inter-relacionadas e instituições correlatas, vinculadas por elementos comuns e complementares.

16 Análise de Clusters Aglomerados / Clusters podem estar em uma única cidade, em um estado, em pais ou em conjunto de países vizinhos No Brasil : Sul Vinícolas Franca-SP- Calçadista Campinas-SP- Alta tecnologia Nordeste- agricultura frutas

17 Nota sobre Concorrente O esforço para manter e captar clientes é muito comum em empresas porém devemos avaliar que não somos os únicos envolvidos nesse esforço È saudável pressupor que os nossos concorrentes estão fazendo mais e melhor, para atrair e reter clientes. Business Intelligence : coletar, armazenar e interpretar o comportamento e as ações do concorrente tentando antecipar seus movimentos,

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