Exposição de arte contemporânea

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "www.sesc.com.br Exposição de arte contemporânea"

Transcrição

1 Exposição de arte contemporânea

2 Exposição de arte contemporânea

3

4 catálogo Exposição de arte contemporânea Serviço Social do Comércio Rio de Janeiro, 2008

5 SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO Departamento Nacional Presidência do Conselho Nacional Antonio Oliveira Santos Direção-Geral Maron Emile Abi-Abib Divisão Administrativa e Financeira João Carlos Gomes Roldão Divisão de Planejamento e Desenvolvimento Luís Fernando de Mello Costa Divisão de Programas Sociais Álvaro de Melo Salmito Consultoria da Direção-Geral Juvenal Ferreira Fortes Filho PROJETO E Publicação Coordenação Gerência de Cultura / Divisão de Programas Sociais Marcia Leite Técnicas de Artes Plásticas Sandra de Azevedo Fernandes Lúcia Helena Cardoso de Mattos Edição Assessoria de Divulgação e Promoção/Direção-Geral Christiane Caetano Assistência editorial Rosane Carneiro Design Gráfico Gisela Pinheiro Monteiro Ficha catalográfica Fotos Guarim de Lorena Acervo A Gentil Carioca Acervo artistas Revisão de texto Sônia Maria Oliveira Lima Assessoria externa Curadoria educativa Luiz Guilherme Vergara Pesquisa de conteúdo Danielle Amaro e Roberta Condeixa

6 O SESC COMO DIFUSOR DA CULTURA NACIONAL A cultura reflete a diversidade das identidades regionais do Brasil. Música, artes cênicas, cinema, artes plásticas e literatura integram o cotidiano dos brasileiros. O SESC garante a democratização do acesso a essas variadas modalidades, nacionalmente, através de projetos como o ArteSESC, difusor das artes plásticas em exposições itinerantes que percorrem o país. Para a entidade, cultura não significa apenas entretenimento, mas uma nova compreensão da realidade. Em sua postura de articulador, o SESC investe tanto no estímulo à produção artístico-cultural, viabilizando espaço e estrutura para o trabalho do artista, como na qualificação do público, e em sua interação com os produtores culturais, por intermédio de um trabalho educativo que permeia todos os serviços e atividades ofertados pela instituição. Ao longo do tempo, os projetos do SESC tornaram-se referência, conquistaram credibilidade e foram além de seus objetivos iniciais, transformando-se muitas vezes em principal evento cultural e meio de contato do público com as artes. Esta a contribuição permanente do empresariado, por intermédio do Serviço Social do Comércio, à cultura da sociedade brasileira. 5 Antônio Oliveira Santos Presidente do Conselho Nacional do SESC

7

8 ARTESESC EM CONEXÃO COM O CONTEMPORÂNEO O SESC é hoje reconhecido como um dos principais agentes de difusão das Artes Plásticas no país. Desde 1981 o ArteSESC realiza mostras itinerantes em centros urbanos e cidades do interior, tornando mais conhecidos os acervos de instituições culturais e a produção de artistas provenientes de várias partes do país, ao exibi-los nas unidades do SESC ou, eventualmente, em espaços da comunidade. Fazem parte do acervo de exposições do projeto reproduções de obras de artistas como Portinari e Margareth Mee. Com tais atividades, o SESC procura estabelecer as condições do diálogo necessário entre artistas plásticos e o público interessado nesse segmento. Atualmente, a programação busca dar visibilidade à produção artística moderna e contemporânea, marcando uma nova fase do projeto. Ser um artista plástico moderno ou contemporâneo significa estar em conexão com o que acontece em sua época, mostrando em suas obras os avanços das discussões e propostas da arte que se manifestam em diferentes modos no mundo. Diante deste cenário, o ArteSESC escolheu para itinerar em 2008 artistas que proporcionam mudanças nas tendências da arte brasileira e retomam uma postura mais crítica e política sobre a realidade cotidiana do país. Exatamente por surgir de modo singular e marcante na arte do Brasil, a exemplo de variados coletivos atuantes nas grandes cidades do país, o SESC convidou os artistas da Galeria A Gentil Carioca para participar do projeto. Os trabalhos expostos em Uma Gentil Invenção revelam a diversidade artística e plural da arte na atualidade. São objetos, vídeos, esculturas, serigrafias, costumes, desenhos, fotografias, em obras nascidas da apreensão pelos artistas contemporâneos da heterogeneidade do mundo. Uma Gentil Invenção reflete a afinidade do ArteSESC às novas tendências, favorecendo a produção artística em suas diferentes linguagens. Maron Emile Abi Abib Diretor-Geral do Departamento Nacional do SESC

9 Arqueologia da Criação Laura Lima e Marcio Botner sobre A Gentil Carioca

10 Brasil, Rio de Janeiro, Centro, SAARA, Rua Goncalves Ledo 17, sobrado 9

11 A GENTIL CARIOCA A Gentil Carioca é um espaço de arte localizado no Centro Histórico do Rio de Janeiro. Mais especificamente na região denominada Saara, lugar conhecido como o maior mercado aberto da América Latina e fundado no século passado por imigrantes árabes e judeus. Ao seu redor, encontra-se todo tipo de bugigangas e especiarias, atrativo fundamental para muitos artistas e curiosos. É sobre uma destas lojas que a Gentil tem sua presença. Dirigida pelos artistas Laura Lima, Marcio Botner e Ernesto Neto, a Gentil já nasceu misturada para captar e difundir a diversidade da arte no Brasil e no mundo. Crê que cada obra de arte é um cadinho cultural com potência de irradiar cultura e educação. Assim como pensar, fazer, documentar e transformar a história, a Gentil é um lugar para revitalizar contextos, sejam artísticos ou políticos. Seu endereço fixo toma lugar de concentração e irradiação da voz de diferentes artistas e idéias. A Gentil também preconiza a ampliação do campo de ação potencial da arte ao estimular a rede de colecionadores e amantes da arte em geral. Quer potencializar novas formas de convivência com ela e intensificar o debate crítico-artístico, atento às inúmeras delicadezas de seu pensar, sua sagacidade, seu sentido criador e transformador.

12 [Laura] A galeria tem um A na frente. A Gentil Carioca. Como está aqui no centro do Saara 1, ela meio que se mistura com as outras lojas, como A Mala Moderna etc. Paulo Innocêncio [Botner] Além disso, tem a questão do feminino. Eu lembro que a gente ficava pensando que se de alguma maneira pudéssemos pensar na arte enquanto gênero, sem dúvida o grande momento da arte seria feminino. Então juntaram-se essas duas situações. Cenas da Saara 1 Saara Sociedade de Amigos e Adjacências da Rua da Alfândega. Área de comércio popular a céu aberto, localizada no centro da capital do Rio de Janeiro. Onze ruas reúnem estabelecimentos comerciais, em múltiplos ramos, empregando cerca de 70 mil pessoas. [Laura] Um dia eu entrei aqui (onde hoje é o espaço ocupado pela A Gentil Carioca). Isso era o ateliê do Marcio. Ele havia transportado umas pinturas para um trabalho em conjunto com o Pedro Agilson. Ele tem uma pesquisa de fotografia e construções em computador e em vídeo. E quando eu cheguei vi um par de telas guardado nesse lugar maravilhoso, perdido no Saara. Começamos a conversar e eu falei: cara, você que gosta de ouvir, presta atenção, há uma enorme sensibilidade, contatos, trabalha com o Pedro Agilson... Abre uma galeria! [Botner] E, num dado momento, junto com meu trabalho de arte, fui pesquisar um pouco dentro da área de gestão, pensando um pouco sobre política cultural. Cheguei a fazer uma especialização em marketing de cultura. Lembro que depois disso falei para a Laura que queria, de alguma maneira, abrir, reunir, fazer algo mais dentro dessa política cultural, além do meu trabalho enquanto artista. A Laura achou muito interessante, e eu lhe respondi que só se ela estivesse junto. Na época, início do projeto, estava conosco o Flanklin Cassaro, que trouxe o Neto. E quando a gente se deu conta, começava A Gentil Carioca. Que, de alguma forma, veio de uma urgência pela falta de um espaço que desse conta minimamente da diversidade artística, dessa produção tão plural. Enfim, da riqueza 11

13 da cena carioca. E, principalmente, de ter o olhar do artista por trás, de ter um espaço de arte no qual a questão de mercado seja pensada por artistas. Já aconteceram espaços significativos neste sentido. O Agora Capacete 2 foi importante, como um começo exemplar para nosso pensamento. Até porque, na época, não sabíamos muito bem como sobreviver, como tocar o dia-a-dia do projeto que estava nascendo. Pensamos, por um rápido momento, numa questão de instituição, em verbas de fora, verbas de empresas. E isso veio da experiência do Agora Capacete. Eles tiveram apoio empresarial, e depois acabaram pela falta do apoio. 2 Reunião da Agência de Organismos Artísticos (Agora) ao Capacete Projects, ambos no Rio de Janeiro. Os dois projetos formaram um núcleo, uma cooperativa aberta a todas as experimentações, em espaços próprios, para dinamizar a arte contemporânea na cidade. 12 [Laura] Para nós, o estreitamento com o artista, a relação próxima, o conversar junto é fundamental. E nós queremos participar disso não só recebendo o artista, mas também visitando os ateliês, convivendo, confraternizando no bar da esquina da A Gentil Carioca. Nós até pensamos, em determinada época, e acho que ainda pode acontecer, de A Gentil ser um lugar de conversas, com um convidado falando de arte ou trazendo uma experiência de fora do Brasil. De A Gentil Carioca ser um lugar que o público chegue e sente para uma conversa tranqüila, à la carioca, fora das instituições, sem o peso das instituições. Curtir o clima brasileiro, pedir uma cervejinha, uma carne seca e conversar com uma pessoa que fala das experiências poéticas num espaço de convivência. A gente gosta desse estar junto, na base da gentileza. Então, começamos a pensar em projetos. Temos o projeto de ocupação da fachada, que começamos a chamar de Parede Gentil. Um de nós veio com a proposta: convidaríamos uns quatro, três artistas por ano e colecionadores, porque eles possuem papel fundamental, uma vez que estão envolvidos diretamente no processo de escolha, seleção, reconhecimento, legitimação. O colecionador constrói também um pensamento de incorporação de obras. Então, ele não só adquiriria como também Colônias por Fernando de La Rocque Parede Gentil apoio de Guilherme Magalhães Pinto Gonçalves 2008 Paulo Innocêncio

14 Paulo Innocêncio Prédio da Galeria participaria, podendo patrocinar uma parede. Ou seja: o colecionador não necessariamente precisa ter o objeto, ser possuidor de um objeto. Mas ele pode, por um momento, se encontrar com o artista e dessa união sair o projeto Parede Gentil. A gente já convidou vários colecionadores, inclusive colecionadores de fora. 13 [Botner] Acho bacana trazer a situação do projeto Parede Gentil que se dá na fachada, na rua. Ele nasceu num momento de virada, quando comple-

15 14 tamos dois anos e fizemos a exposição Educação Olha! 3. É fundamental para a Laura, para o Neto e para mim essa discussão. Temos que falar de educação. Falamos de arte e linkamos isso com educação, caso contrário não conseguimos desenvolver a potência que a arte pode ter, não conseguimos melhorar esse país. Daí a co-relação com o Parede Gentil. No Parede Gentil, a parede ocupada por um artista está numa via pública, na rua. Essa parede pega um imenso fluxo passante, pessoas na maior parte das vezes sem a chance que tivemos de estudar arte, de perceber a importância dela. Esse público vai cruzar com o trabalho de arte na parede e vai querer, de alguma forma, dialogar com ele, com a situação ali proposta, imposta. Foi nesse mesmo momento que começamos o projeto Camisa Educação. A idéia é de que a cada nova inauguração se tenha uma nova Camisa Educação, produzida por um artista diferente. Acho também que é uma outra maneira de trazer os artistas para perto da nossa casa e da discussão que acreditamos como questão de educação. Acho importante tornar público o nosso pensamento, esse nosso desejo de tornar pública a questão da educação discutida pela Galeria. A Laura falou do colecionismo. Percebemos a questão do colecionismo como uma forma de educação. Uma boa coleção de arte tem um recorte no tempo histórico: ela legitima o tempo histórico. Se ela se torna pública, permite que o público em geral aprenda com ela, se eduque com ela, com o recorte que existe nessa coleção. Acho que foi um momento muito interessante... A gente adora o fato de A Gentil estar no Saara, de estar no meio da mistura: judeu, árabe, chinês... Tudo se misturando, tudo se perdendo, todos convivendo em harmonia. Enfim: da possibilidade de falar um pouco da questão da arte como convivência. Esse leque veio para a primeira Abre-Alas 4 - exposição que acontece sempre no começo do ano. Já houve três edições do Abre-Alas. O nome veio por acharmos que A Gentil tem que ser também espaço 3 Exposição que comemorou o segundo aniversário da A Gentil Carioca, apresentando uma reflexão sobre o tema. Participaram com desenhos 64 artistas contemporâneos. 4 A Gentil Carioca realizou a primeira Abre- Alas em O objetivo era abrir o ano trazendo uma exposição voltada principalmente para novos artistas, de vários estados do Brasil. O nome da exposição faz referência ao Carnaval, por ser realizada no início do ano. Abre-Alas é a denominação do carro alegórico que abre um desfile de escola de samba.

16 vitrine, capaz de abrir as portas. E também por adorarmos o carnaval é uma referência. Paulo Innocêncio E o Abre-Alas veio. Na primeira, tentamos fazer um mapeamento, na medida do possível, desse país enorme. Estiveram presentes artistas de vários estados. Foi um barato. Fizemos a segunda e percebemos que era interessante continuar. E fizemos a terceira. Esse é um projeto que continuará tendo a marca Gentil. Centro do Rio de Janeiro, Rua Senhor dos Passos. A Saara enfeitada para o Carnaval. [Laura] Gosto muito de pensar o processo: quando um artista cria uma obra de arte, ela é do mundo. Isso é muito interessante. Ao mesmo tempo em que a obra de arte é do mundo, ela é criada nessas construções ramificadas. Chamamos isso de atravessamento, de circuito de atravessamento, processo de convivência onde você pode ter trabalhos que influenciam outros, construídos conjuntamente, justapostos em exposições em determinados momentos. Nas exposições coletivas ou exposições de duo, mesmo que sejam obras diferentes, uma obra influencia a outra. O atravessamento é um conceito fluido. [Botner] Eu acho que tal situação é uma valorização do público, e onde novamente se levanta a questão da educação. Em mim, isso se intensifica em cada momento em que uma obra de arte é exposta: uma obra de arte não existe sem o olhar do público e sem a cena toda em torno dela. Claro que ela é fruto de um processo e é fundamental essa arqueologia. Mas ela só vai acontecer de fato quando tiver o público. E quando tiver, além do público, o outro artista que vai ver e vai trocar com o artista que expõe. E vai estar o diretor do museu, o crítico, o curador, o galerista, o colecionador, o professor, o estudante... Quer dizer: vejo isso como uma grande rede. Eu não consigo imaginar mais a obra de arte isolada. 15

17 Depoimentos

18 Alexandre Vogler Botner & Pedro Carlos Contente Ducha Fabiano Gonper Guga Ferraz Jarbas Lopes João Modé Laura Lima Maria Nepomuceno Marinho Marssares Paulo Nenflídio Pedro Varela Renata Lucas Ricardo Basbaum Simone Michelin Thiago Rocha Pitta

19 Fumacê 2007 Objeto de alumínio e motor, edição de 5, 40x30x15 cm foto: Guarim de Lorena

20 Alexandre Vogler de Moraes (Rio de Janeiro/RJ, 1973). É graduado em Pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA-UFRJ) ( ) e concluiu mestrado em Linguagens Visuais ( ) pela mesma instituição. Coordenou os projetos Zona Franca de Artes Visuais e Atrocidades Maravilhosas de Intervenção Urbana no Rio de Janeiro. Sua produção caracteriza-se pela diversidade de operações, orientadas por uma reflexão sobre o ideal moderno de ordem e pureza do espaço urbano e artístico. É Professor Assistente do Departamento de Linguagens Artísticas do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Iart/Uerj). Vive e trabalha no Rio de Janeiro. 1 Espécie de cartaz que anuncia apresentações artísticas e musicais, colado nas ruas. A prática da colagem de lambe-lambes está proibida em algumas cidades brasileiras. 2 Um dos processos de impressão da gravura, técnica que permite a produção da obra em muitos exemplares. Na impressão serigráfica (silkscreen) a tinta vaza através de uma tela, pela pressão de um rodo ou puxador. A tela, em seda, náilon ou poliéster, é esticada em um bastidor de madeira, alumínio ou aço, e é gravada por processo de fotossensibilidade. 3 Maior via expressa da cidade do Rio de Janeiro. A Avenida Brasil atravessa 27 bairros, apresentando cinqüenta e oito quilômetros de extensão. Inicialmente, lá pelo começo da década 2000, comecei a produzir trabalhos como cartazes de rua, chamados de cartazes lambe-lambes 1. Gosto dessa linguagem justamente pela rapidez com que é disseminada na cidade e pelo alcance que se consegue produzir, em termos públicos; ainda mais se comparado às expectativas de uma exibição em galeria ou qualquer instituição, por maior que ela seja. A possibilidade de intervir na rotina da cidade, promover um fato novo, construir uma rede de comentários e suposições, para mim, é o grande interesse dessa história. Levar o debate para a esfera comum. Na verdade, fazer da arte só mais um fato na ordem do dia o que já é muito. Os ingleses fazem isso bem. Além disso, adoro o processo de impressão em serigrafia 2 ; recurso que usei nos cartazes O que os detergentes fazem com as mãos de uma mulher, Fé em Deus/Fé em Diabo e 4 Graus. O primeiro, dos detergentes, nasceu por influência dos cartazes colados na Avenida Brasil 3. 19

21 Alexandre Vogler Fé em Deus / Fé em Diabo serigrafia 250 cartazes 114x87 cm muros e tapumes de São Paulo 2001 Eu estudava no Fundão e, portanto, passava diariamente por aquele corredor de imagens e mensagens publicitárias que compõem aquela via. A decisão de trabalhar com essa mídia deu-se de forma natural, como desejo de compartilhar aquele espaço, a meu ver privilegiado. O fato de estar vendendo nada, ainda que seu resultado se assemelhasse às formas dos cartazes publicitários, tensionava o lugar e a leitura que os pedestres fariam dele e de suas funções. 20 Essas estratégias de uso do espaço antes público e hoje privatizado, chamado de mobiliário urbano ou mídia externa serão recorrentes nos trabalhos seguintes. Em 2001, espalho os cartazes Fé em Deus/Fé em Diabo em São Paulo, durante participação do Atrocidades Maravilhosas na mostra Panorama Aproprio-me de um rótulo das velas Fé em Deus e reproduzo os cartazes nas duas versões que dão título à obra. Sua leitura se dá de forma subliminar, recurso usado em muitas de minhas intervenções. Em meu último trabalho, Base para unhas fracas, trabalho digitalmente a imagem de uma mulher ocultando, com as mãos, suas partes

22 íntimas. Na verdade, o tratamento dado à foto sobrepõe novas partes do corpo onde se encontraria a vagina da modelo, embora mantendo subliminarmente a condição erótica da imagem. Isso contesta o pragmatismo com que é tratada a pornografia no contexto público, baseado na comprovação física de uma determinada parte do corpo, ignorando padrões subjetivos e sugeridos, amplamente utilizados pela publicidade. Não quero assim encampar nenhuma campanha moralizante, muito pelo contrário, apenas atestar o desatino e a incapacidade do poder público de regular as formas de ocupação privada da paisagem na cidade. Alexandre Vogler Na mesma linha, lancei em 2004 outra campanha, chamada 4 Graus. Tratava-se de imagem apropriada de uma revista de comportamento feminino quatro imagens de nádegas femininas em estágios avançados de celulite, acompanhadas de laudos técnicos. Achei aquilo muito curioso, mesmo numa revista de estética feminina, e resolvi transformar esse conjunto de imagens em lambe-lambe, sugerindo, assim, a campanha de um produto de cosméticos. Dessa forma me apropriaria dos mesmos veículos de promoção de tais produtos, apenas alterando a imagem das modelos usadas nessas campanhas. Na verdade inseria, como modelos, aquelas que realmente se beneficiariam do produto em questão, o que seria muito óbvio mas não para a publicidade, atividade questionada no trabalho. Base para unhas fracas impressão digital 100 cartazes 300x180 cm Zona Metropolitana do Rio de Janeiro 2008 Naturalmente, todos os cartazes que vão para as ruas recebem toda sorte de intervenções produzidas por populares depredações, rasgos, novas inscrições, etc. Recebo isso com satisfação; afinal, trata-se do diálogo entre o propositor do trabalho e o público ao qual ele se destina. Pensando nisso realizei, em 2007, o trabalho Fani Dark, em que reproduzi uma centena de cartazes da Playboy da Fani, participante do Big Brother, e dispus em uma parede externa do MAC, acompanhados de canetas hidrocores para que fossem usados pelo público, alterando seu conteúdo original. Sempre observo os cartazes atrás das bancas de jornal com muito interesse, em especial as interferências realizadas sobre eles palavras 21

23 Fani Dark serigrafia e hidrocor x cartazes 100x70 cm 2007 Marcia Baldissara

24 escritas, frases, buracos nos olhos e outras partes do corpo na imagem. Essas informações e códigos eu sempre curti e os vejo como uma possibilidade de pintura, de trabalho de arte. Quando reproduzo o cartaz, e digo Galera, vamos lá!, é como legitimar o procedimento popular como processo real de pintura. Alexandre Vogler O que os deteregentes fazem com as mãos de uma mulher serigrafia 250 cartazes 114x87 cm tapumes da Lapa e Cemitério do Caju (Av. Brasil) 2000 Ao lidar com uma proposição aberta, você torna todo mundo um pouco artista. Eu sou apenas o propositor daquela história; se somente eu estivesse pintando, desenhando e as pessoas apenas assistindo, aquilo não teria o menor interesse, porque a questão que interessava para mim ali não era a contemplação do artista pintando. A questão é justamente o inverso: é tornar, todos, artistas e atestar isso como experiência artística, e não como depredação. É claro que em alguns casos essa participação não se dá de forma tão complementar, assumindo um padrão mais conflituoso. 23 Isso aconteceu num trabalho que realizei em 2006, chamado Tridente de Nova Iguaçu. Na época, fui convidado para realizar uma intervenção na cidade dentro do projeto Redes, da Funarte. Eu escolhi, então, o Morro do Cruzeiro como suporte para a inscrição da imagem de um tridente de 150 metros, a cal, na encosta do morro. O trabalho era também

25 influenciado por outro tipo de intervenção: as inscrições do tipo Jesus Cristo é o Senhor, que normalmente se vê em muros e pedreiras dessa região, realizadas, provavelmente, por evangélicos. Na ocasião, trabalhei com o tridente simplesmente com desdobramento formal da imagem do crucifixo, também localizado no morro; e isso, para mim, naquele momento, era mais importante que as implicações religiosas que poderiam suscitar. O trabalho, na verdade, tratava-se da terceira proposta de intervenção, sendo as duas anteriores inviabilizadas por problemas de produção da Secretaria de Cultura da cidade. Por fim, a intervenção causou bastante polêmica em Nova Iguaçu, provocando a insatisfação dos evangélicos, boa parte da população da cidade, que acreditavam se tratar da inscrição do símbolo do demônio na encosta santa. O trabalho foi acompanhado pela imprensa durante os três dias que se sucederam, noticiando, inclusive, as manifestações do prefeito da cidade, Lindberg Faria, que propôs um culto ecumênico realizado na encosta onde o tridente foi desenhado, contando com a participação de pastores evangélicos, para, segundo ele, espantar todo mal da cidade. 24 Alexandre Vogler 4 Graus serigrafia 120 cartazes 320x200 cm Zona Metropolitana do Rio de Janeiro 2004

26 João Laet Tridente de Nova Iguaçu desenho a cal extensão de 150 m Morro do Cruzeiro, Nova Iguaçu 2006 Gosto quando o trabalho ganha autonomia e toma um contorno imprevisto, nesse caso específico promovendo o debate sobre a questão da liberdade religiosa no Brasil. Digo isso por reconhecer que, em algum momento do processo, o trabalho começou a andar sozinho. Se ele se desviou para o embate religioso, é porque isso já era uma questão latente naquele contexto, naquela cidade. Quando recorro a processos metafísicos, mágicos ou espirituais, é querendo resgatar essa qualidade ancestral da obra de arte: existe uma outra função que passa do debate estético. Como, por exemplo, a instalação 25

27 Paulo Innocêncio Gira e fumacê para interiores instalação arruda e motor apresentada na Gentil, Gira, ou nos trabalhos Fumacê do descarrego 4 e Fumacê para interiores. A instalação consta de três grandes guardachuvas de arruda suspensos, feito com ventiladores de teto e centenas de galhos da erva, visando à construção de um espaço composto de elementos geradores de energia. Os trabalhos fazem uso de materiais usados nas culturas afro-brasileira, indígena e oriental como propagadores de energia vital e popularizados como agentes de alívio e descarrego. As pessoas entram ali dentro e passam o tempo que quiserem. Uma experiência de realidade metafísica, fundada em procedimentos populares e comprovada pela fé de quem os experimenta. 4 Caminhão aberto, onde integrantes do grupo Coletivo Rradial ao qual pertence Alexandre Vogler e artistas voluntários queimam, em cima da caçamba de um caminhão em movimento, cem quilos de defumador (de umbanda), em uma grande chaminé de metal construída sob a forma de um tablete de defumador. A queima é inspirada nos carros-pesticidas usados na erradicação da dengue no Rio de Janeiro. O objetivo é limpar espiritualmente a cidade, através da fumaça da queima das ervas alecrim, benjoim, alfazema e mirra.

28 Natália Warth/2004 André Sheik/2006 Fumacê do descarrego Alexandre Vogler / Rr a d i a l defumador de umbanda, chaminé de alumínio e caminhão, megadefumada móvel e performática realizada desde 2002 No caso do Fumacê do descarrego, trabalho realizado desde 2002 pelo coletivo Rradial, promovemos uma megadefumada móvel pela cidade, durante o Carnaval, de posse de um caminhão aberto, uma grande chaminé de 3 metros e 100 quilos de defumador incinerados pelos artistas em cima do caminhão. Tal como os corsos carnavalescos do começo do século XX. A partir daí, desenvolvi o Fumacê para interiores: uma pequena chaminé de alumínio adaptada a uma estrutura de carrinho bate-volta. Funciona como um defumador que fica aceso e em movimento durante vinte e cinco minutos. A idéia é que ele possa defumar a sua casa com total autonomia dentro do espaço que você determina. O objeto tem uma trajetória meio aleatória; anda, bate, volta, vai para outro lugar e assim ele vai incensando a casa. 27

29 Movidos pela ração 2000 Plástico cortado, 35x167 cm foto: Guarim de Lorena

30 Marcio Botner (Rio de Janeiro/RJ, 1970) & Pedro Agilson (São Paulo/SP, 1949). Marcio Botner e Pedro Agilson formaram a dupla Botner & Pedro em A dupla produz filmes através de fotografias, que se desenvolvem em performances e objetos. Foram premiados e participaram de várias mostras: Salão de Arte de Goiás em 2003; Heterodoxia, em 2004, e exposição na EAV, no mesmo ano; exposição Troca Brasil, em 2005, em Portland; Além da Imagem, no Centro Cultural & Telemar, Rio de Janeiro. Em 2006, tiveram seu trabalho exposto na mostra A Gentil Carioca, na Daniel Reich Gallery, Chelsea, Nova Iorque. A dupla tem obras no acervo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, do Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro) e no Museu de Arte de Goiás. Marcio Botner tem experiência de atuação nas várias frentes da cena das artes visuais contemporânea no Brasil e no exterior. É graduado em Marketing Cultural pela Escola Superior de Propaganda e Marketing em Cursou desenho e pintura com Umberto França e Luciano Maurício entre 1985 e Entre 1991 a 1994, fez diversos cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro), entre eles cursos de aprofundamento em Pintura, com Anna Bella Geiger, Beatriz Milhazes, Charles Watson, Daniel Senise, Katie Van Sherpenberg, Luiz Ernesto, Milton Machado e Ronaldo Macedo; Desenho e Gravura em Metal com Gianguido Bonfanti; Teoria da Cor com José Maria Dias da Cruz; Filosofia com Fernando Cocchiarele. É um dos fundadores da galeria A Gentil Carioca com os artistas Ernesto Neto, Franklin Cassaro e Laura Lima, em 2003, onde é um dos sócios e diretores. Professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage a partir de Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Pedro Agilson cursou Arquitetura e Urbanismo no Instituto de Artes e Arquitetura da Universidade de Brasília de 1970 a 1973, sem, no entanto, concluí-lo. Cursou cadeiras relativas às artes visuais com Luis Áquila, Gastão Manoel Henrique, e Aracy Amaral. Cinema e fotografia com Fernando Duarte e Vladimir de Carvalho. Trabalhou como fotógrafo para revistas de informação como Istoé e Senhor, de 1973 a É curador e webdesigner da Galeria Virtual de Fotografia do Oi Futuro, Rio de Janeiro. [Pedro Agilson] Conheci o Marcio quando ele tinha uns 18 anos... E, apesar de já ter 40 anos na época, a nossa conversa era de igual para igual. Ele tinha uma maturidade muito grande em comparação à cabeça de outros jovens da mesma época. Eu não sou de falar muito... Mas o meu começo na área foi aos 15 anos, ao entrar no cinema e ver aquela tela enorme, aquela coisa maluca... A partir daí minha cabeça se voltou para a questão da imagem. Eu fui pra Brasília para estudar Arquitetura em 71. Como lá as cadeiras eram muito misturadas, tive a possibilidade de passear pela música, por cinema, por fotografia... Mas não concluí o curso. Eu também tive uma experiência de viagem: coloquei a mochila nas costas e fui viajar pela América Latina durante seis meses. Foi muito legal, mais ou menos o roteiro do filme Diários de motocicleta, do Waltinho. Isso no início da década de

31 O Glauber Rocha 1 é uma referência forte pra mim, o vivenciei como lançamento. Nem podia entrar no cinema porque não tinha idade! Na universidade me encantei por fotografia e comecei a trabalhar em jornalismo, como fotojornalista. E isso há até cinco anos atrás. Essa foi a minha escola. Atualmente, eu não gosto do que é feito com o fotojornalismo. Eu trabalhava numa revista e de repente sua vida passa a ser correr atrás de celebridades. Chega então um momento em que não dá para segurar. Realmente ficou muito chato. Depois que me afastei da revista, cheguei ainda a trabalhar na área como freelancer. No uso do computador comecei a mexer com internet, fazendo um site ali, outro lá... Até que comecei a trabalhar como curador e webdesigner da Galeria Virtual de Fotografia do Oi Futuro, ainda quando era Telemar. 1 Glauber Rocha, baiano, cineasta. Um dos mais importantes diretores do Cinema Novo, movimento artístico da década de Terra em transe, seu mais famoso filme, ganhou o Prêmio da Crítica do Festival de Cannes e o Prêmio Luis Buñuel, na Espanha, entre outros. Foi exilado entre 1971 e Arquiteto belga, urbanista, que defende uma arquitetura participativa, integrada aos habitantes. Privilegia o aspecto ambiental e a diversidade em seu trabalho. 3 Cineasta norte-americano, diretor de um dos maiores sucessos da história do cinema, E.T., o extraterrestre. [Marcio Botner] Logo depois que formamos a dupla Botner&Pedro, fizemos o nosso primeiro trabalho e enviamos para Salão de Arte de Goiás. Isso em Lembro do dia em que estávamos eu, Neto e Laura brindando a formação d A Gentil Carioca, ainda sem saber direito o que seria a galeria. Exatamente nesse dia, um dia chuvoso, estávamos na Praça Mauá, comendo sardinha, tomando um chope... De repente me ligam de Goiás 30 Botner & Pedro CaixaCor vídeo (d v d/n t s c) 2003

Cao Guimarães: "Não conseguir ficar sozinho é a maior solidão i

Cao Guimarães: Não conseguir ficar sozinho é a maior solidão i Cao Guimarães: "Não conseguir ficar sozinho é a maior solidão i O cineasta mineiro Cao Guimarães, 41, terá seu filme mais recente "Andarilho" (2006) exibido pela primeira vez na Quinzena de Realizadores,

Leia mais

A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL

A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL JOÃO GOULART INTRODUÇÃO A arte apresenta uma forma de

Leia mais

NADJA VLADI - Editora da revista Muito.

NADJA VLADI - Editora da revista Muito. NADJA VLADI - Editora da revista Muito. Jornalista, doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Faculdade de Comunicação da UFBA. Atualmente atua como editora-coordenadora da revista Muito do

Leia mais

No ritmo da criação OPORTUNIDADE

No ritmo da criação OPORTUNIDADE Shutterstock POR BRUNO MORESCHI No ritmo da criação Nosso país ainda caminha a passos lentos quando o assunto é economia criativa. Mas as incubadoras podem ajudar a recuperar o tempo perdido Da música

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

ZECA CAMARGO Jornalista e Apresentador Rede Globo de Televisão

ZECA CAMARGO Jornalista e Apresentador Rede Globo de Televisão ZECA CAMARGO Jornalista e Apresentador Rede Globo de Televisão Zeca Camargo foi o convidado da segunda edição do RBS Debates, dia 23 de Julho, em Florianópolis. O evento reuniu mais de mil estudantes e

Leia mais

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05 QUESTÃO 01 Arte abstrata é uma arte: a) que tem a intenção de representar figuras geométricas. b) que não pretende representar figuras ou objetos como realmente são. c) sequencial, como, por exemplo, a

Leia mais

ESPAÇO DE INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA REGULAMENTO GERAL DO ATELIÊ ABERTO #7 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PARA ARTISTAS E PESQUISADORES EM ARTE.

ESPAÇO DE INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA REGULAMENTO GERAL DO ATELIÊ ABERTO #7 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PARA ARTISTAS E PESQUISADORES EM ARTE. ESPAÇO DE INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA REGULAMENTO GERAL DO ATELIÊ ABERTO #7 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PARA ARTISTAS E PESQUISADORES EM ARTE. A Casa Tomada abre inscrições para a seleção de projetos da residência

Leia mais

Marcos Tolentino revela como se tornou o presidente da Rede Brasil de Televisão - RBTV

Marcos Tolentino revela como se tornou o presidente da Rede Brasil de Televisão - RBTV DINO - Divulgador de Notícias Marcos Tolentino revela como se tornou o presidente da Rede Brasil de Televisão - RBTV Marcos Tolentino conta sua trajetória e revela como o filho de um vendedor de carros

Leia mais

COM TRABALHOS INÉDITOS NO OI FUTURO, PAULO CLIMACHAUSKA ABRE DUAS EXPOSIÇÕES NO RIO

COM TRABALHOS INÉDITOS NO OI FUTURO, PAULO CLIMACHAUSKA ABRE DUAS EXPOSIÇÕES NO RIO COM TRABALHOS INÉDITOS NO OI FUTURO, PAULO CLIMACHAUSKA ABRE DUAS EXPOSIÇÕES NO RIO Artista paulistano inaugura Re-subtrações - Paulo Climachauska, no Oi Futuro no Flamengo dia 14 de janeiro e Fluxo de

Leia mais

Segmentos da Entrevista do Protocolo 5: Alunos do Pré-Escolar

Segmentos da Entrevista do Protocolo 5: Alunos do Pré-Escolar Segmentos da Entrevista do Protocolo 5: Alunos do Pré-Escolar CATEGORIAS OBJECTIVOS ESPECÍFICOS S. C. Sim, porque vou para a beira de um amigo, o Y. P5/E1/UR1 Vou jogar à bola, vou aprender coisas. E,

Leia mais

Como é ser aprovado no vestibular de uma Universidade Pública, em que sabemos da alta concorrência entre os candidatos que disputam uma vaga?

Como é ser aprovado no vestibular de uma Universidade Pública, em que sabemos da alta concorrência entre os candidatos que disputam uma vaga? Abdias Aires 2º Ano EM Arthur Marques 2º Ano EM Luiz Gabriel 3º Ano EM Como é ser aprovado no vestibular de uma Universidade Pública, em que sabemos da alta concorrência entre os candidatos que disputam

Leia mais

Rio de Janeiro, 2 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 2 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 2 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é Ivo Barcelos Assumpção, nasci dia 13 do doze de 1954 em Rezende, Estado do Rio de Janeiro. FORMAÇÃO Eu estudei engenharia química na UFRJ, entrei

Leia mais

Como uma onda no mar...

Como uma onda no mar... Como uma onda no mar... A UU L AL A Certa vez a turma passou férias numa pequena cidade do litoral. Maristela costumava ficar horas a fio admirando a imensidão azul do mar, refletindo sobre coisas da vida

Leia mais

A Escola de Artes Visuais, vinculada administrativamente a Secretaria de Estado da Cultura. é livre e aberta. Sem uma obrigatoriedade curricular

A Escola de Artes Visuais, vinculada administrativamente a Secretaria de Estado da Cultura. é livre e aberta. Sem uma obrigatoriedade curricular A i.'ea V - ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA ESCOLA I - OBJETIVO GERAL LIBERDADE E ESTRUTURA A Escola de Artes Visuais, vinculada administrativamente a Secretaria de Estado da Cultura. é livre e aberta. Sem uma

Leia mais

InfoReggae - Edição 32 Inclusão Digital 11 de abril de 2014. Coordenador Executivo José Júnior

InfoReggae - Edição 32 Inclusão Digital 11 de abril de 2014. Coordenador Executivo José Júnior O Grupo Cultural AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte, desperta potencialidades artísticas que elevam a autoestima de jovens das camadas populares.

Leia mais

Exposições Individuais / Solo Exhibitions

Exposições Individuais / Solo Exhibitions Fabiano Gonper Exposições Individuais / Solo Exhibitions 1997 Fabiano Gonper Pinacoteca da Universidade Federal da Paraíba / João Pessoa PB 1998 Desenho-Objeto Centro Cultural São Francisco / João Pessoa

Leia mais

O tema desta edição do EVP em Notícias é: Conexões

O tema desta edição do EVP em Notícias é: Conexões O tema desta edição do EVP em Notícias é: Conexões Nosso entrevistado é o Prof. Dr. Rogério da Costa, da PUC-SP. A partir de um consistente referencial teórico-filosófico, mas em uma linguagem simples,

Leia mais

Freelapro. Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo

Freelapro. Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo Palestrante: Pedro Quintanilha Freelapro Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo Quem sou eu? Eu me tornei um freelancer

Leia mais

Benedicto Silva. Foto 1. Minha mãe e eu, fotografados pelo meu pai (setembro de 1956).

Benedicto Silva. Foto 1. Minha mãe e eu, fotografados pelo meu pai (setembro de 1956). 1. INTRODUÇÃO 1.1. MINHA RELAÇÃO COM A FOTOGRAFIA Meu pai tinha uma câmara fotográfica. Ele não era fotógrafo profissional, apenas gostava de fotografar a família e os amigos (vide Foto 1). Nunca estudou

Leia mais

Qual o Sentido do Natal?

Qual o Sentido do Natal? Qual o Sentido do Natal? Por Sulamita Ricardo Personagens: José- Maria- Rei1- Rei2- Rei3- Pastor 1- Pastor 2- Pastor 3-1ª Cena Uma música de natal toca Os personagens entram. Primeiro entram José e Maria

Leia mais

Fantasmas da noite. Uma peça de Hayaldo Copque

Fantasmas da noite. Uma peça de Hayaldo Copque Fantasmas da noite Uma peça de Hayaldo Copque Peça encenada dentro de um automóvel na Praça Roosevelt, em São Paulo-SP, nos dias 11 e 12 de novembro de 2011, no projeto AutoPeças, das Satyrianas. Direção:

Leia mais

Entrevistado: Data da Entrevista: Entrevista: 1- Como você percebe o processo de criação de marcas?

Entrevistado: Data da Entrevista: Entrevista: 1- Como você percebe o processo de criação de marcas? Entrevistado: Guto Lacaz Data da Entrevista: 19 de Julho de 2011 Entrevista: Pessoalmente Formado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura de São José dos Campos, faculdade onde também realizou cursos

Leia mais

Impressões sobre o Porto. Maria Zaclis Veiga FERREIRA 1

Impressões sobre o Porto. Maria Zaclis Veiga FERREIRA 1 Impressões sobre o Porto Maria Zaclis Veiga FERREIRA 1 Resumo Utilizando alguns preceitos sobre a fotografia como forma de contextualização do tema, o presente artigo trata da imagem fotográfica enquanto

Leia mais

BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR

BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR APRESENTAÇÃO Nosso objetivo é inaugurar um espaço virtual para o encontro, o diálogo e a troca de experiências. Em seis encontros, vamos discutir sobre arte, o ensino da

Leia mais

Projeto do Livro. Paisagens Art Déco, Arquitetura no Rio de Janeiro Virgilio Garbayo. Conteúdo

Projeto do Livro. Paisagens Art Déco, Arquitetura no Rio de Janeiro Virgilio Garbayo. Conteúdo Projeto do Livro Conteúdo Introdução Conceito Art Déco no Rio de Janeiro Cidade Maravilhosa, Urbanismo e humanidade Divulgar a arquitetura Art Déco no Rio de Janeiro Público alvo Análise de Competidores

Leia mais

O mundo como escola Texto Isis Lima Soares, Richele Manoel, Marcílio Ramos e Juliana Rocha Fotos Luciney Martins/Rede Rua Site 5HYLVWD9LUDomR

O mundo como escola Texto Isis Lima Soares, Richele Manoel, Marcílio Ramos e Juliana Rocha Fotos Luciney Martins/Rede Rua Site 5HYLVWD9LUDomR O mundo como escola Texto Isis Lima Soares, Richele Manoel, Marcílio Ramos e Juliana Rocha Fotos Luciney Martins/Rede Rua Site 5HYLVWD9LUDomR Já pensou um bairro inteirinho se transformando em escola a

Leia mais

REPRESENTAÇÕES DE ESTUDANTES E FAMÍLIAS SOBRE UMA ESCOLA POR CICLOS

REPRESENTAÇÕES DE ESTUDANTES E FAMÍLIAS SOBRE UMA ESCOLA POR CICLOS REPRESENTAÇÕES DE ESTUDANTES E FAMÍLIAS SOBRE UMA ESCOLA POR CICLOS FORTES, Gilse Helena Magalhães PUCRS GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora: não contou com financiamento A escola por ciclos,

Leia mais

ROI COMO SABER DEFINITIVAMENTE O RESULTADO DAS AÇÕES DE MARKETING DO SEU E- COMMERCE. Por: Alexandre Maldonado

ROI COMO SABER DEFINITIVAMENTE O RESULTADO DAS AÇÕES DE MARKETING DO SEU E- COMMERCE. Por: Alexandre Maldonado ROI COMO SABER DEFINITIVAMENTE O RESULTADO DAS AÇÕES DE MARKETING DO SEU E- COMMERCE Por: Alexandre Maldonado Autor do site Marketing para E- commerce www.marketingparaecommerce.com.br TERMOS DE RESPONSABILIDADE

Leia mais

Rio e Sagrado: um lugar de todos nós!

Rio e Sagrado: um lugar de todos nós! Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio Rua Tonelero, 56 Copacabana RJ site:www.redesagradorj.com.br / e-mail:cscm@redesagradorj.com.br Rio e Sagrado: um lugar de todos nós!.turma: 1º Período A Professora

Leia mais

p r o j e t o De 27/09 a 21/10/2010

p r o j e t o De 27/09 a 21/10/2010 p r o j e t o Oficinas de Criação Deneir Lúcia Fidalgo Domi Junior Marco Antonio Cândido De 27/09 a 21/10/2010 Escola Municipal Dr. Deoclécio Dias Machado Filho, rua Carlos Frahia, 101, Cosmorama, - RJ

Leia mais

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997.

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. 017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. Acordei hoje como sempre, antes do despertador tocar, já era rotina. Ao levantar pude sentir o peso de meu corpo, parecia uma pedra. Fui andando devagar até o banheiro.

Leia mais

Filmes com muitas vontades

Filmes com muitas vontades Filmes com muitas vontades Clarisse Alvarenga Desde a década de 1970, vêm sendo empreendidas algumas tentativas ainda autorais e incipientes, partindo de cineastas brasileiros, como Andrea Tonacci e Aluysio

Leia mais

CENTRO DE MEMÓRIA DO ESPORTE ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROJETO GARIMPANDO MEMÓRIAS

CENTRO DE MEMÓRIA DO ESPORTE ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROJETO GARIMPANDO MEMÓRIAS CENTRO DE MEMÓRIA DO ESPORTE ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROJETO GARIMPANDO MEMÓRIAS JOÃO DANILO BATISTA DE OLIVEIRA E CARLOS ALEXANDRE ANDRADE DOS SANTOS (depoimento)

Leia mais

Atlas Observe o mundo a sua volta. Como você classificaria os objetos que vê? Por seu uso, cor, forma, tamanho, natureza? A intenção aqui é que toda

Atlas Observe o mundo a sua volta. Como você classificaria os objetos que vê? Por seu uso, cor, forma, tamanho, natureza? A intenção aqui é que toda Atlas Observe o mundo a sua volta. Como você classificaria os objetos que vê? Por seu uso, cor, forma, tamanho, natureza? A intenção aqui é que toda a turma crie categorias de classificação. Grupos então

Leia mais

Conclusão do Curso de Bacharel em Direito - Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte-MG, Brasil

Conclusão do Curso de Bacharel em Direito - Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte-MG, Brasil Nasceu em Paraisópolis-MG, - 1920 Faleceu em Belo Horizonte-MG, - 2002 Formação 1945 Conclusão do Curso de Bacharel em Direito - Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte-MG,

Leia mais

0 21 anos: Fase do amadurecimento biológico 21 42 anos: Fase do amadurecimento psicológico mais de 42 anos: Fase do amadurecimento espiritual

0 21 anos: Fase do amadurecimento biológico 21 42 anos: Fase do amadurecimento psicológico mais de 42 anos: Fase do amadurecimento espiritual Por: Rosana Rodrigues Quando comecei a escrever esse artigo, inevitavelmente fiz uma viagem ao meu passado. Lembrei-me do meu processo de escolha de carreira e me dei conta de que minha trajetória foi

Leia mais

Aprenda a Gerar Renda Utilizando Seus Conhecimentos em Promob e Projetos 3D.ACDEMY.COM.BR COMO GERAR RENDA COM PROJETO VERSÃO 1.0

Aprenda a Gerar Renda Utilizando Seus Conhecimentos em Promob e Projetos 3D.ACDEMY.COM.BR COMO GERAR RENDA COM PROJETO VERSÃO 1.0 Aprenda a Gerar Renda Utilizando Seus Conhecimentos em Promob e Projetos CAIO HENRIQUE TEODORO DOS SANTOS Página 1 Versão 1.0 2013 Esforcei-me ao máximo para transmitir em poucas páginas algumas dicas

Leia mais

Datas das próximas viagens da UFMG. Visitas às casas dos moradores de Lagedo e Riacho

Datas das próximas viagens da UFMG. Visitas às casas dos moradores de Lagedo e Riacho Ano 2 Lagedo, Domingo, 25 de janeiro de 2015 N o 8 Datas das próximas viagens da UFMG Data Casa 8 23 a 25 de janeiro de 2015 Lúcia 9 27 de fevereiro a 1 de março de 2015 Irene/Paulo 10 27 de março a 29

Leia mais

Quadrinistas aproveitam onda favorável do mercado editorial para lançar trabalhos próprios

Quadrinistas aproveitam onda favorável do mercado editorial para lançar trabalhos próprios Quadrinistas aproveitam onda favorável do mercado editorial para lançar trabalhos próprios Impulsionados pelo sucesso do projeto MSP 50, que convidou novos artistas para propor releituras dos personagens

Leia mais

PROJETO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO RELATÓRIO FINAL Aurélio Augusto de Oliveira Araújo Universidade Estadual de Campinas UNICAMP

PROJETO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO RELATÓRIO FINAL Aurélio Augusto de Oliveira Araújo Universidade Estadual de Campinas UNICAMP PROJETO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO RELATÓRIO FINAL Aurélio Augusto de Oliveira Araújo Universidade Estadual de Campinas UNICAMP Proposta de Desenvolvimento de Produto Sob orientação do Prof. José Armando

Leia mais

Trabalhando com gráfico na Educação Infantil momentos em que brincar é coisa séria

Trabalhando com gráfico na Educação Infantil momentos em que brincar é coisa séria Trabalhando com gráfico na Educação Infantil momentos em que brincar é coisa séria Autora: Ana Cristina Fonseca Instituição: PUC-Campinas Fonseca.cris@uol.com.br Co -autor 1: Maria Auxiliadora Bueno Andrade

Leia mais

Entrevista: Tiago Santana. Fernanda Oliveira

Entrevista: Tiago Santana. Fernanda Oliveira 263 Entrevista: Tiago Santana Fernanda Oliveira 264 Fotografia de gente Fernanda Oliveira* Algo se desnuda nas fotografias de Tiago Santana: um olhar sobre gentes, um olhar humano, uma experiência dividida

Leia mais

08. Camilo Alfredo Faigle Vicari

08. Camilo Alfredo Faigle Vicari 08. Camilo Alfredo Faigle Vicari Nascido em São Paulo, em 1976, é biólogo e estudante de mestrado na UNIFESP. Em 26 de agosto de 2010 recebi Camilo numa sala de reuniões da UNIFESP. Ele chegou às 18h e

Leia mais

Bazar das Nações é uma exposição itinerante que tem como objetivo pesquisar, documentar, exibir e divulgar os tradicionais Mercados Centrais,

Bazar das Nações é uma exposição itinerante que tem como objetivo pesquisar, documentar, exibir e divulgar os tradicionais Mercados Centrais, Bazar das Nações é uma exposição itinerante que tem como objetivo pesquisar, documentar, exibir e divulgar os tradicionais Mercados Centrais, oriundos do Brasil Colônia próximos aos portos e alfândegas,

Leia mais

Amelia Peláez & Genaro de Carvalho. Jerusa Pires Ferreira. Para Carlos Venegas. arte

Amelia Peláez & Genaro de Carvalho. Jerusa Pires Ferreira. Para Carlos Venegas. arte arte Painel de Genaro de Carvalho no Hotel Tropical de Salvador, antigo Hotel da Bahia Comparando o comparável: Amelia Peláez & Genaro de Carvalho Jerusa Pires Ferreira Para Carlos Venegas 96 REVISTA USP

Leia mais

O Ponto entrevista Letícia Odorizi, aprovada em 1º lugar para ATRFB!

O Ponto entrevista Letícia Odorizi, aprovada em 1º lugar para ATRFB! O Ponto entrevista Letícia Odorizi, aprovada em 1º lugar para ATRFB! A história da Letícia Odorizi, aprovada em 1º lugar para Analista Tributário da Receita Federal do Brasil, é mais uma das histórias

Leia mais

A arquitetura dos memoriais

A arquitetura dos memoriais PARTE 01: Conteúdo para a prova A arquitetura dos memoriais Você já ouviu falar em memorial ou já visitou um espaço arquitetônico destinado à memória de alguma personalidade, de um povo ou de algum fato

Leia mais

Belo Horizonte 2013 EXPOSIÇÃO. Divulgação

Belo Horizonte 2013 EXPOSIÇÃO. Divulgação NOV Belo Horizonte 2013 Divulgação Amilcar de Castro 13 de novembro a 27 de janeiro de 2014 Divulgação Foto: Anna FERNANDO SABINO 90 ANOS 25 de setembro a 04 de novembro Mostra multimídia em homenagem

Leia mais

Meninas Nhe nhe. Eu Aff Chegando lá. Eu Gente estou com um mau pressentimento

Meninas Nhe nhe. Eu Aff Chegando lá. Eu Gente estou com um mau pressentimento Eu e umas amigas íamos viajar. Um dia antes dessa viagem convidei minhas amigas para dormir na minha casa. Nós íamos para uma floresta que aparentava ser a floresta do Slender-Man mas ninguém acreditava

Leia mais

Assessoria de Comunicação & Marketing Assessoria de Imprensa e Divulgação Científica

Assessoria de Comunicação & Marketing Assessoria de Imprensa e Divulgação Científica Assessoria de Comunicação & Marketing Assessoria de Imprensa e Divulgação Científica Monitoramento das Notícias da UNISUL Dia 18 de abril de 2012 JORNAIS UDESC e ACAFE aquecem os vestibulandos Diário Catarinense

Leia mais

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 Humberto Cordeiro Carvalho admitido pela companhia em 1 de julho de 1981. Eu nasci em 25 de maio de 55 em Campos do Goytacazes. FORMAÇÃO Segundo grau Escola

Leia mais

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira.

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 1 PROJETO SETORIAL INTEGRADO BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 2 Introdução O Ministério da Cultura, sugeriu a Fundação

Leia mais

Atira mais em cima! O pessoal está reunido na casa de Gaspar e

Atira mais em cima! O pessoal está reunido na casa de Gaspar e A U A UL LA Atira mais em cima! O pessoal está reunido na casa de Gaspar e Alberta. O almoço acabou e todos conversam em torno da mesa. - Eu soube que você está interessado em ótica - diz Gaspar a Ernesto.

Leia mais

A criança preocupada. Claudia Mascarenhas Fernandes

A criança preocupada. Claudia Mascarenhas Fernandes A criança preocupada Claudia Mascarenhas Fernandes Em sua época Freud se perguntou o que queria uma mulher, devido ao enigma que essa posição subjetiva suscitava. Outras perguntas sempre fizeram da psicanálise

Leia mais

Eu, Você, Todos Pela Educação

Eu, Você, Todos Pela Educação Eu, Você, Todos Pela Educação Um domingo de outono típico em casa: eu, meu marido, nosso filho e meus pais nos visitando para almoçar. Já no final da manhã estava na sala lendo um livro para tentar relaxar

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

15h: UMA AVENTURA PELO SISTEMA SOLAR (infantil - nova!) 17h: PLANETAS DO UNIVERSO 19h: POR DENTRO DO SOL

15h: UMA AVENTURA PELO SISTEMA SOLAR (infantil - nova!) 17h: PLANETAS DO UNIVERSO 19h: POR DENTRO DO SOL PROGRAMAÇÃO AGOSTO 2009 NOVOS HORÁRIOS! SÁBADOS: SESSÕES ÀS 15h, 17h E 19h 15h: UMA AVENTURA PELO SISTEMA SOLAR (infantil - nova!) 17h: PLANETAS DO UNIVERSO 19h: POR DENTRO DO SOL DOMINGOS: SESSÕES ÀS

Leia mais

Projeto Conto de Fadas

Projeto Conto de Fadas Projeto Conto de Fadas 1. Título: Tudo ao contrário 2. Dados de identificação: Nome da Escola: Escola Municipal Santo Antônio Diretora: Ceriana Dall Mollin Tesch Coordenadora do Projeto: Mônica Sirtoli

Leia mais

10 segredos para falar inglês

10 segredos para falar inglês 10 segredos para falar inglês ÍNDICE PREFÁCIO 1. APENAS COMECE 2. ESQUEÇA O TEMPO 3. UM POUCO TODO DIA 4. NÃO PRECISA AMAR 5. NÃO EXISTE MÁGICA 6. TODO MUNDO COMEÇA DO ZERO 7. VIVA A LÍNGUA 8. NÃO TRADUZA

Leia mais

SÉRGIO SIQUEIRA Gerente de criação e produção da Rede Bahia.

SÉRGIO SIQUEIRA Gerente de criação e produção da Rede Bahia. SÉRGIO SIQUEIRA Gerente de criação e produção da Rede Bahia. Formado em administração, é fotógrafo, publicitário, curador e gerente de criação e produção da Rede Bahia, onde dirige o núcleo Bahia Cinema

Leia mais

O PERCURSO ACADÉMICO NA FBAUL E AS PERSPECTIVAS FUTURAS

O PERCURSO ACADÉMICO NA FBAUL E AS PERSPECTIVAS FUTURAS O PERCURSO ACADÉMICO NA FBAUL E AS PERSPECTIVAS FUTURAS QUE OPORTUNIDADES PÓS-LICENCIATURA ESPERAM? EXPECTATIVAS QUE INQUIETAÇÕES TÊM OS ALUNOS DE DC? MADALENA : M QUAL É A TUA PERSPECTIVA DO MERCADO

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo

Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo Autora: Tell Aragão Personagens: Carol (faz só uma participação rápida no começo e no final da peça) Mãe - (só uma voz ela não aparece) Gigi personagem

Leia mais

Perdendo tempo e ganhando a vida

Perdendo tempo e ganhando a vida Perdendo tempo e ganhando a vida Me acordaram as sete e meia da manhã. Era sábado. Quando se mora de favor muitas vezes dormir é um luxo. Fui deitar umas três horas. Fiquei jogando conversa fora e fumando

Leia mais

Educar é ensinar a pensar

Educar é ensinar a pensar Educar é ensinar a pensar Sara Pain A psicopedagoga argentina condena a transmissão mecânica dos conteúdos e conta como trabalha para formar gente capaz de pesquisar e construir seu próprio conhecimento,

Leia mais

DIANA + 3. Roteiro de Henry Grazinoli

DIANA + 3. Roteiro de Henry Grazinoli DIANA + 3 Roteiro de Henry Grazinoli EXT. CALÇADA DO PORTINHO DIA Sombra de Pablo e Dino caminhando pela calçada do portinho de Cabo Frio. A calçada típica da cidade, com suas ondinhas e peixes desenhados.

Leia mais

Obra Limpa III. Nome: Rodrigo Paglieri Cidade: Brasília Tipo de proposta: Intervenção Urbana

Obra Limpa III. Nome: Rodrigo Paglieri Cidade: Brasília Tipo de proposta: Intervenção Urbana Nome: Rodrigo Paglieri Cidade: Brasília Tipo de proposta: Intervenção Urbana Obra Limpa III A intervenção urbana Obra Limpa é construída a partir da limpeza dos muros da cidade. Retirando da superfície

Leia mais

LOURENÇO LOURINHO PRACIANO 1

LOURENÇO LOURINHO PRACIANO 1 LOURENÇO LOURINHO PRACIANO 1 TESOUREIRO 41 ANOS DE TRABALHO Empresa Horizonte Nascido em Itapipoca, Ceará Idade: 76 anos Esposa: Maria Pinto de Oliveira Praciano Filhos: Lucineide Eu entrei na Empresa

Leia mais

A CRIANÇA NA PUBLICIDADE

A CRIANÇA NA PUBLICIDADE A CRIANÇA NA PUBLICIDADE Entrevista com Fábio Basso Montanari Ele estuda na ECA/USP e deu uma entrevista para e seu grupo de colegas para a disciplina Psicologia da Comunicação, sobre sua história de vida

Leia mais

Charles é um ser totalmente atrasado em relação à sociedade em que vive. Veio do interior e fica admirado com a imensidão da cidade grande.

Charles é um ser totalmente atrasado em relação à sociedade em que vive. Veio do interior e fica admirado com a imensidão da cidade grande. TEMPOS MODERNOS UM FILME DE Jeander Cristian, baseado na obra original de Charlie Chaplin. Pessoas apressadas andam pela cidade grande Tempo é dinheiro! Pessoas acessam informações em tempo recorde na

Leia mais

Titulo - VENENO. Ext Capital de São Paulo Noite (Avista-se a cidade de cima, forrada de prédios, algumas luzes ainda acesas).

Titulo - VENENO. Ext Capital de São Paulo Noite (Avista-se a cidade de cima, forrada de prédios, algumas luzes ainda acesas). Titulo - VENENO Ext Capital de São Paulo Noite (Avista-se a cidade de cima, forrada de prédios, algumas luzes ainda acesas). Corta para dentro de um apartamento (O apartamento é bem mobiliado. Estofados

Leia mais

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo Produzindo e divulgando fotos e vídeos Aula 1 Criando um vídeo Objetivos 1 Conhecer um pouco da história dos filmes. 2 Identificar a importância de um planejamento. 3 Entender como criar um roteiro. 4

Leia mais

17º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO. 06.08 a 12.08 Rio de Janeiro 13.08 a 19.08 São Paulo

17º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO. 06.08 a 12.08 Rio de Janeiro 13.08 a 19.08 São Paulo 17º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO 06.08 a 12.08 Rio de Janeiro 13.08 a 19.08 São Paulo APRESENTAÇÃO O 17º Festival Brasileiro de Cinema Universitário acontecerá de 6 a 12 de agosto de 2012,

Leia mais

as coisas já estão aí GRINGO CARDIA [Cenógrafo e designer]

as coisas já estão aí GRINGO CARDIA [Cenógrafo e designer] as coisas já estão aí GRINGO CARDIA [Cenógrafo e designer] colagem, remix narrativa em banco de dados remix de referências de várias áreas novas tecnologias a maneira que eu trabalho Eu acredito, na verdade,

Leia mais

EU SOU UM BONECO! UMA EXPERIÊNCIA EM AUTORRETRATO

EU SOU UM BONECO! UMA EXPERIÊNCIA EM AUTORRETRATO EU SOU UM BONECO! UMA EXPERIÊNCIA EM AUTORRETRATO Adriana D Agostino Relato de experiência Resumo A experiência apresentada foi realizada em 2013 no Colégio Salesiano Santa Teresinha a partir do material

Leia mais

POR QUE BATISMO? PR. ALEJANDRO BULLÓN

POR QUE BATISMO? PR. ALEJANDRO BULLÓN POR QUE BATISMO? PR. ALEJANDRO BULLÓN "Pr. Williams Costa Jr.- Pastor Bullón, por que uma pessoa precisa se batizar? Pr. Alejandro Bullón - O Evangelho de São Marcos 16:16 diz assim: "Quem crer e for batizado,

Leia mais

1. Você conhecia a história do bairro de Pinheiros? sim não 4 19

1. Você conhecia a história do bairro de Pinheiros? sim não 4 19 1. Você conhecia a história do bairro de Pinheiros? sim não 4 19 Você conhecia a história do bairro de Pinheiros? sim 17% não 83% 2. O que achou da transformação do Largo de Pinheiros? Diferente, muito

Leia mais

Manual Bicicleta e Comércio

Manual Bicicleta e Comércio Manual Bicicleta e Comércio 66% dos comerciantes dizem que as vendas aumentaram após a implantação de ciclovias em São Francisco - Estados Unidos 49% de aumento nas vendas em comércios próximos a ciclovias

Leia mais

Paletas. Episódio: Pintado por Eufrônio. Palavras-chave Arte grega, cerâmica, mitologia grega, utensílios.

Paletas. Episódio: Pintado por Eufrônio. Palavras-chave Arte grega, cerâmica, mitologia grega, utensílios. Paletas Episódio: Pintado por Eufrônio Resumo Este episódio, de Paletas, aborda a análise de um antigo utensílio cerâmico grego, produzido e pintado por volta dos anos 515-510 a.c, chamado Cratera de Héracles

Leia mais

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Escola Municipal de Ensino Fundamental David Canabarro Florianópolis, 3892 Mathias Velho/Canoas Fone: 34561876/emef.davidcanabarro@gmail.com DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nome: Stefani do Prado Guimarães Ano

Leia mais

Mais amarelo na sala de jantar, no assento das Side Chairs (1952), de Harry Bertoia, da Knoll, e no cocar indígena, de uma tribo do Amazonas,

Mais amarelo na sala de jantar, no assento das Side Chairs (1952), de Harry Bertoia, da Knoll, e no cocar indígena, de uma tribo do Amazonas, tropical chic Apaixonado pelo Brasil, onde viveu sua infância, e pelo design dos anos 1950 e 1960, o francês Serge Cajfinger, presidente e diretor artístico da grife Paule Ka, mesclou as duas inspirações

Leia mais

PROJETO CRIANÇA Laboratórios de Arte

PROJETO CRIANÇA Laboratórios de Arte Andújar Y Navarro Republica Federativa do Brasil Associação Ritmos, Origens, Desenvolvimento e Aprendizagem PROJETO CRIANÇA Laboratórios de Arte Relatório Final INDICE INDICE...1 1. A RODA ASSOCIAÇÃO RITMOS,

Leia mais

Mestre Jelon Vieira: ... eu colaborei com a panela cultural de Nova York.

Mestre Jelon Vieira: ... eu colaborei com a panela cultural de Nova York. Mestre Jelon Vieira:... eu colaborei com a panela cultural de Nova York. Eu tenho que fazer uma volta muito grande. Eu estava morando na Europa, recebi um convite para participar de um show, em 1975, e

Leia mais

A importância do Conselho de Classe no Estado Entrevista com Karla de Melo - presidente do Ceiconrerp - 10ª Região

A importância do Conselho de Classe no Estado Entrevista com Karla de Melo - presidente do Ceiconrerp - 10ª Região A importância do Conselho de Classe no Estado Entrevista com Karla de Melo - presidente do Ceiconrerp - 10ª Região Marcello Chamusca Graduada em Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas

Leia mais

OMAR SALOMÃO ESTADO DE SÍTIO ARMAZÉM FIDALGO

OMAR SALOMÃO ESTADO DE SÍTIO ARMAZÉM FIDALGO OMAR SALOMÃO ESTADO DE SÍTIO ARMAZÉM FIDALGO Cerca de concertina utilizada como sistema de defesa de propriedade, colocada sobre muros para evitar a entrada de ladrões e presente de forma ostensiva nas

Leia mais

1. Pateo do Collegio conhecia não conhecia não responderam 16 18 0. 1. Pateo do Collegio gostei não gostei não responderam 33 0 1

1. Pateo do Collegio conhecia não conhecia não responderam 16 18 0. 1. Pateo do Collegio gostei não gostei não responderam 33 0 1 1. Pateo do Collegio conhecia conhecia 16 18 0 1. Pateo do Collegio gostei gostei 33 0 1 Pateo do Collegio 3% Pateo do Collegio gostei 0% conhecia 53% conhecia 47% gostei 97% Por quê? Aprendi mais sobre

Leia mais

Pronac Nº 1111032 Você em Cenna é um concurso cultural que irá eleger atores e atrizes amadores de todo o país, que enviarão vídeos de suas performances para votação popular e de júri especializado. Os

Leia mais

www.dinheiroganharja.com

www.dinheiroganharja.com Sumário Introdução...3 Empreendedorismo Digital...4 Trabalhar em casa ou da Onde quiser...5 Liberdade financeira...5 Como criar um blog...7 Domínio...7 Hospedagem...8 WordPress...9 Instalando a Plataforma

Leia mais

USO DE DEDOCHES NO REPASSE DAS RECOMENDAÇÕES DE ATIVIDADES FÍSICAS PARA CRIANÇAS

USO DE DEDOCHES NO REPASSE DAS RECOMENDAÇÕES DE ATIVIDADES FÍSICAS PARA CRIANÇAS UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LABORATÓRIO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE USO DE DEDOCHES NO REPASSE DAS RECOMENDAÇÕES DE

Leia mais

MARIANA: Fátima? Você tem certeza que seu pai vai gostar? Ele é meio careta, apesar de que é uma linda homenagem.

MARIANA: Fátima? Você tem certeza que seu pai vai gostar? Ele é meio careta, apesar de que é uma linda homenagem. Pais e filhos 1º cena: música ambiente (início da música pais e filhos legião urbana - duas pessoas entram com um mural e começam a confeccionar com frases para o aniversário do pai de uma delas (Fátima),

Leia mais

5 Eu vou fazer um horário certo para tomar meus remédios, só assim obterei melhor resultado. A TV poderia gravar algum programa?

5 Eu vou fazer um horário certo para tomar meus remédios, só assim obterei melhor resultado. A TV poderia gravar algum programa? Antigamente, quando não tinha rádio a gente se reunia com os pais e irmãos ao redor do Oratório para rezar o terço, isso era feito todas as noites. Eu gostaria que agora a gente faça isso com os filhos,

Leia mais

Vamos explorar temas como:

Vamos explorar temas como: Esse curso tem o objetivo de aprofundar a prática e o estudo de desenho no formato cartoon para utilização em registros visuais, facilitação gráfica, ilustração e outras aplicações. Ao longo desses 2 meses

Leia mais

RAPHAEL SANTA CRUZ O mágico-

RAPHAEL SANTA CRUZ O mágico- RAPHASANTACRUZ RAPHAEL SANTA CRUZ O mágico- Natural de Caruaru, Pernambuco, Raphael Santa Cruz, atua profissionalmente há dez anos. Em 2008, organizou no SESC Caruaru, o MAGIFEST, evento com palestras,

Leia mais

terça-feira, 21 de janeiro de 14 Mídia Kit 2014

terça-feira, 21 de janeiro de 14 Mídia Kit 2014 Mídia Kit 2014 Nós escrevemos a história da sua empresa Nós escrevemos a história da sua empresa 9 anos de Villa, 40 de Vila Mariana. A Revista Villa Marianna nasceu em uma época onde o conceito da revista

Leia mais

Mídia Kit 2015. Publicidade. Tabela com vigência a partir de janeiro de 2015 Versão I em 26/11/2014

Mídia Kit 2015. Publicidade. Tabela com vigência a partir de janeiro de 2015 Versão I em 26/11/2014 Mídia Kit 2015 Publicidade Tabela com vigência a partir de janeiro de 2015 Versão I em 26/11/2014 Multiplataforma A Prazeres da Mesa é hoje a mais dinâmica produtora de conteúdo de gastronomia em várias

Leia mais

Dinorah Anselmo Nasoni, aos 79 anos tem disposição de dar inveja a muita gente jovem Trabalha desde os 13 anos e não pensa tão cedo em se aposentar.

Dinorah Anselmo Nasoni, aos 79 anos tem disposição de dar inveja a muita gente jovem Trabalha desde os 13 anos e não pensa tão cedo em se aposentar. 16 Entrevista Dinorah Anselmo Nasoni, aos 79 anos tem disposição de dar inveja a muita gente jovem Trabalha desde os 13 anos e não pensa tão cedo em se aposentar. Fotos e texto: Alessandra Anselmi Fotos:

Leia mais

Universidade. Estácio de Sá. Artes, Design e Moda

Universidade. Estácio de Sá. Artes, Design e Moda Universidade Estácio de Sá Artes, Design e Moda A Estácio Hoje reconhecida como a maior instituição particular de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá iniciou suas atividades em 1970,

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais