PREÇO DE VENDA EM BANCAS: Cr$' 10, ~

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1 EXPEDENE Jrnalista rspnsávl: Walmr Marclin Cnslh d dirça: Rgéri Lustsa Brnard J <ifi]y, livia Rang~ Dilair Aguiar Uma publicaca da Editra Anita Garibaldi Ltda Rdaca: Rua BnficênciaPrtugusa, 44, Cnj 206, S Paula Tl CEPfl1033 N 7, AN DE 10 A 24 DE FEVERER DE 1980 Endrçs: Ri d Janir: Rua J quim Silva 11, sala 3f11, La pai CEP 2024l Minas Grais: R da, An Rdviári, 335 Cntagm, CEP Bahia: Rua PVíira, 5, sala 3f11, Salvadr, CEP Cmpst imprss nas dicias da Cia Ed Jruês, R Gastã da Cunha, 49, Sã Paul - SP PREÇ DE VENDA EM BANCAS: Cr$' 10, ~ brux Dlfim stá faznd "mágicas" cm nunca N fim d 1979 cncntru muits aumnts para, m janir dst an, pdr dizr qu a inflaçã cmçu a cair Tablu s prçs d arrz d fijã, smnt n Ri d Janir, para qu s cálculs da Fundaçã Gtúli Vargas, qu sã válids para td país, rgistrassm índics infrirs as d cust d vida, cm plan dar rajusts mnrs Qurnd dar um sust ns práris para dsstimular as grvs, fala m dsmprg Vja s sus truqus na página 3 Cgstã é cnt-d-vigári ABC ESTÁ PRDUZND UMA GREVE Via na página 5 s 0/Jníris d Sã Bnuml d Camp 01ganizand-s nt~ fábrica n situlicat pam nfrntar s patrõs A última mda n sfrç d avm para nganar s trabalhadrs é a tal cgstãdas mprsas A idéia fi impnada dirtamnt da Almanha cidntal Entru n manifst d PDS pr iniciativa d anral FiRuird Cntu cm aplaus ntusiasmad d ministr Dlfim Ntt ss já bastu para dixar s uabalhadrs cm a pulga atrás da rlha Mas a dscnfiança s transf~ ma m rpúdi quand s scuta s plítics d gvrn xplicand a cgstã para alguns capitalistas d visã mais cuna É um plan para s xplrads aj m s xplradrs a administrar a xplraçã Tm msm sntid d PS-PASEP, qu fi aprsntad cm uma fnna d participaçã d uabalhadr ns lucrs Numa palavra, nã passa d um cnt-d-vigári E dpis diss ainda vm snhr Jarbas Passarinh dizr qu avm aara é anticapitalista! Auréli dfnd unidad ppular Para prári dputad /dral Au:téli Prs, ants d tlul é ncssári a ""idad d Pv a partir das bass d prgmma frmulad na lut dmcníticp/juim Pt:gina J, xis d prblma émudar rgim Muita t~mim tm súl dita publialda m nsj/11 trm, nsts dias d r/rmu/4çõ ptlftidária S1lJ(W Sarny ganmt d públic qu partid d T(')f}(l'!mn( PDS, u Anm4) nii ttrí idlgia Stt tctga Passarinh prmt qu sní um parlid 1111 ti-scialista, mas também antícpitalista E gnnd Figuird, chf suprm d Anmã ds dis/jamts, assgum qu a jjsiçii só xist prqu l dixmt Vind d qum vêm, ssas pa/avnu nii sii d t~)jj'wn~flr PDS é um partid d api a rgim d fm prssã qu' aí stá, qrt abriga as idlgias mais racinárias fascistas, qu d/1ul m tda linha a slvagri4 d C/Jitalism djjn, qu prsgu sufca a psiçã Prlant, pd mstm~s cm ralmnt é Tm d Jl),;rmc~~r dis/tl'lflld, fantasiad, msm qu a ÚfiÍC LJWT'fUJ;JU Psslvl sja a d palhaç Mas, das f01ws qu s alinham flll 0/JSÍçã, xigsridad Nã é hqtrl d brinctw d 0/Jsk:MJ, d psiçã pla /rnt cmpsiç# cm J7Di!Jftlrn plas cstas, d Ptml~s m disputas psu d Panlinha s Prblmas da naçii d sã gmt)s dmais pam iss A bm é d Jazr 0/Jsk:ã pam fjtllr, d ataclw d ri/ xis d prblma, u sja, a lut p~m~ flt:tli~m'l cm rgim Esta ditadum m rfrmas prciss dmlida, sb P~U~ d aguç~~mnt d tds prblmas d país Disaltir parlit/s plítics carstia, liçõs u dsmprg, só /fiz,~,:ra1 quand s clc4 m Primir plan a!m/a mair, dcisivt~pd pôr um pnt jituú fi rgim militar A class /Jrríri4 Pv s apn:hm diss tuitivam11t Nunca fi tã gnmd sntid tigvmista ds mvimnts 1US jábrkas -'RH*- ctlts, 11s bairrs msm 110 camp As inüiati:mrl d uni/ícilçã dstas frças, quand sii bm dtaidas, vi11gam ftwtificam Ai stá, m ptncíú, a alavrmca pdrstj C/JflZ d arrdar d vz ditadum Ai stá nrt captu d rintar s d~ çs d pv m tds as /rnts, inclus# lamntar A ncssúlatl dst qrç d nitlad -~mil fiai ainda mtjis clam qiujd s """' vz, qu aditadum tlâ wi CÍrd CtWCÇ já chirrl ntal, mpsfll tda a NWJJtW!JJ~ d pais mas msm assim la tima m r hip!ftmiltjpf" Cmbina a vilê11cia cm a mntim, maqfiü4gm, cm um hflvsti, mas nii d sllir d cna Vai sr prcis drrubá-la ctm,,,l- Qurm abslvr assassin d Sant Vja a dnúncia da viúw d mtalúr;gic na página 2

2 Librdad para Flávia As Entidads d Anistia runidas m Rcif ns dias d janir dcidiram implmntar, m td pais, a, campanha pla librtaçã imdiata d Wvfa ScbflliDg jvm brasilira prsa dsd 1972 m cárcrs uruguais Cm st bjtiv, lancaram um abaix-assinad qu stá s divulgad m td Brasil, clh assinaturas d ntidads prsnalidads brasiliras pdind libnlad para Flávia Est abaix-assinad é dirigid a prsidnt da Rpública d Uruguai Além dl srã clcads adsisvs cartazs m td pafs srã cnfccinads ~ linhs, cm s qu já vêm snd diwlgads m alguns jrnais da imprnsa altrnativa, pla librtaçã d Flávia Fi ainda prpst qu as ntidads idntificadas cm a dfsa prsrvaçã ds dirits humans utilizm m sua crrspndência wn carimb cm s dizrs: 'Librdad imdiata para ' :~ "S plicial militar qu assas sinu mu marid fr jncntad, a PM vai s sntir livr para fazr cisa pir nas próximas grvs", afirmu rcntmn t Ana Dias, viúva d lídr prári Sant Dias da Silva, ms trand a imprtância dss julgamnt~ para a class p rária " julgamnt é plític, a plícia mt bala m prári para dfndr s dirits da plícia, mas s dirits d patrã Els vã julgar nss sntid" Flévfa SchJing'' Cm a dcisã d Cngrss d Anistia d salvadr, d lvar cm prirl dad a campanha pla librtaçã ds, :prss plitics brasilirs, rrganiza-sé a campanha xigind Flávia d vlta, 1ivr a Brasil x-agnt d D-Cbi Adrúas Gms da Silva, mmbr da quip qu, ;assassinru dirignt da ALN Carls Marighlla, sb cmaixl d trturadr Sérgi Flury, fi prs n dia 26 últim, após tr furtad crca d 200 autmóvis dsd 1978, cntrabandand-s a Paragual A história d Adrúas,d 33 ans, xmplifica a cituj)cã xistnt ntr s ó[gls d sgurança: x-plicial militar, 'Adnias diz tr aprndid a rubar car~ rs ''quand trabalhi n DEC, principahnnt na ~gacia d Furts' d' Autmóvis" Expuls da plicia m 1972, pr xtrsã, Adnias passu a fazr: part d uma quad!ilha d xplicuus, ntr ls Lucfdi Csta; xchf ds invstigadrs d Diadma Pstrirmnt, passu a agir cm su própri grup E Jã Prira, um ds p ráris qu prsnciu a mrt d Sant, cmpltu: " julgamnt nã vai sr da PM Vai sr um jul2amnt da class prária" s trabalhadrs mtalúrgics" Ana também criticu a xistêricia d dis prcsss: "A justica dv sr d td rrwnd S militar cmça a julgar militar, médic passa a julgar médic, nã si nd vams parar''; Manbras da Justiça Mbilizaçã Na Justica Militar, tant Jã Prira cm ''Espanhl" sã cnsidrads cm réus, m uma vidnt manbra para a~lvr PM Hrculan ''Espanhl", cinntand su dpimnt à Justica Militar, diss qu "smpr qu u cmcava a falar, ls crtavam, para caminhar para nd ls quriam: Els stavam tntand ncaminhar s dpimnts para mstrar 'qu nã há prvas, nã há bas para julgar ' &: vms mbilizar a catgria para lutar1 cntra julgamnt da Justià Militar'' "A qustã nã fi d A, B u C, mas d tda a catgria", rssaltu Jã Prira ''Está crt qu, cm réu n prcss da ~ stu dirtamnt nvlvid niss, mas taj:dbéni Stã tds Cm fnna d mbilizr a ppulaca, m spcial, s trabalhadrs mtalúrgics, fi dcidid qu sria fit um bltim para sr distribuid nas prtas d fábricas m ntidads ppulars, para infnnar sbr andamnt d prcss divulgar as iniciativas a srm tmadas para dmnstrar rpúdi a julgamnt da Justiça Militar Também srá dada uma ntrvista cltiva, na qual as tstmunhas rlatarnasp~õs~vêmsdrs tntará btr máxim d api, pis,, cm rcrdu Ana, "a plicia stá faznd wn dssiê, lcalizand s cmpanhirs, s prparam para tmar a fnsiva Dvms ns inbilliar ns prpararms ~" (l)ilair Apjar) mvimnt nascu d wn grup d snhras d ''Lins Club", d Piracicaba, SA Paul, qu cmçu a tlfnar para cnhcidas, prpnd qu ninguém mais cmprass carn-m prtst cntra prç Dpis qu a nticia saiu na tlvisã, ntã, tda a cidad s agitu cm a iniciativa s práris assalariads agrlclas da rgil têm intrss Dã campanha, pis a luta para cmr wn pwc d car- n, nm qu sja d vz m quand, é wna das mais tnazs qu ls travam n dia-a-dia Msm strs rmdiads, cm s qu dsncadaram prtst, têm bns mtivs para participar d wn bict assim, pis prç da carn ating cada, vz mais su bls fat é qu bict da carn tcw mun pnt xtrmamnt s~vl da cnsciência ~r mstrw qu a qustã da carstia é hj um prblma séri para 95% da ppu]acã brasilira AUJTA A nva frma d luta já prduziu rsultads prç d quil d carn baixw dz cruzirs na cidad E wn fat imprtant: crquistu a simpatia inclusiv ds acuguirs snhr f Ãna~,r~~Ad~ Adrúas s rcusa a falar sbr sua atuaçã n D-CD, afirmand qu "é cisa passada" fat d tr sid prs, n ntant, dmnstra qu nã passava d "arraia miuda" - ncarrgada das missõs mais prigsas - pis s mairs trturadrs cntinuam impu- ns S Adnias cnsguiu btr alguns milhõs cm sus rubs, m nada s cmpara às vlumsas vrbas cdidas,pr mprsáris, cm Paul Hnriqu Sawaia Filh, as órgãs d sguranca Além d dinhir qu sss grups rubavam ds mvimnts gurrilhirs, cm s 200 mil dólars ntrgus m 1969 a agnts d CENMAR, nvlvnd p~riministr~marirumaugust Radmakr, d acrd cm dnúncias fitas m marc d an passad até hj nã PSClarcidas Mumctpai", dclaru à Tribuna qu a campanha lia sua piniã stá crta qu ' 'tda campanha para baixar prç d wn prdut é ba" El cnsidra qu d imdiat, bict causa-lli um prjuíz d 40 a 50 mil cruzirs mnsais Mas apóia msm assim, pis a médi praz sairá bnficiad frigrlfic qu abastc já fi brigad a baixar su prç E cm a carn mais barata pv cmpra mais Já wn cnmista da cidad lvantu qu há grands intrsss nvlvids n aumnt d prç d prdut, pis a plltica <iicial d Dlfim cmpanhia incntiva- visand criar xcdnts para xprtaçã DESD9BRAMENTS Dna Maria Ccilia Bnacchlla, iniciadra d mvimnt, stá dispsta a lvá-l adiant Já ntrw m cntact cm Mvimnt Cntra a Carstia m Piracicaba, qu, J'untamnt cm utras ntidads, stá iscuti nvas pssibilidads d mprg dssa fnna d prssã qu stá na pauta agra é prç a qualidad d lit E a prpsta é ralizar um ampl bict a prdut, cm bjtiv d rduzir su prc também d unificar sua qualidad (acabar cm a sparaçã d lit m tip A, B Ç) Paraná Rpórtr Surgiu wn nv jrnal n Estad d Paraná, ''Paraná Rpdrir'' Já n su primir m'lmr nfrntu dificuldads Cm faz psiçã a gvrnadr Ny Braga, qu s imagina d d Estad, jrnal fi impdid d sr imprs- s lá, pr prssã d gvrn Fi imprss na cidad d Srcaba (SP) ~A PRE\ft~ ~inflaçã: A M(NiMA, ~E~sTRADft Nl\ fujdaçã<> GETútf "~~Gf\5, ri VE 7~%! E A Mf\XíMAJ~G1S~ EM AGEAJP ~ s,tvar>i >%, 11!/0trl st111 ntidad Nrdstins d Sã Paul rganizam-s s nrdstins d Sã Paul cmcam a s rganizar Sábad, 26 d janir,fi lancada, numa manifstaçã n stádi d Pacarnbú, a Assciaçã ds Nrdstins Rsidnts m Sã Paul A tard clruvsa nã impdiu qu crca d 800 nrdstins participassm Ants, hwv uma aprsntaçã d vilirs, cantadrs tc Dpis, a litura ds statuts da assciaçã a aprsntaçã da dirtria prvisória Em ntrvista à Tribuna prária há 7 tms Bict da carn m Pira pis, na piniã d juiz, a grv ainda nã tinha sid dclarada ilgal n dia d hmicldi Além diss, juiz cnsidrw qu Jã Prira, acusad d agrssã cntra wn ds PMs, agira m lgitima dfsa s cinc milhõs d nnlstins rsidnts m Sii Paul têm ~trlda Agnt d D-CD ruba 200 h Essas afinnacõs fram fitas durant uma runiã ralizada na capla d Scrr - invadida dprdada pla pllcia n final da grv ds mtalúrgics - na qual fram dnunciadas as prssõs qu as tstmmhas d ambs s atntads stã sfrnd, discutind-s também fnnas d mbilizar a class prária para rpudiar a farsa d julgamnt da Justica Militar Lg dpis da mrt, d Sant as autridads, "lamntand crim, cmprmtram-s publicamnt a "apurarm cm rigr" cas Apnas três mss dpis, Suprm Tribunal Fdral dcidiu qu prcss srá julgad pla Justica Militar Assim, PM Hrculan dvrá sr cndnad a um máxim d 2 ans d prisã, cm dirit a sursis, qu lh pnnitirá cumprir a pna m librdad Fram abrts dis irquérlts, um pla Justica Civil utr pla Militar N primir, Jã Prira ''Espanhl" - qu também prsnciu crim sã cnsidrads cm tstnunhas Flávia: Jsé Rcha, vic-prsidnt da AssG- ciaçã, falu ds bjtivs da ntidad, qu sã: ''prmvr a assistência à cltividad nrdstina m Sã Paul; cngrgar s nrdstins; dar um pnt crt d ncntr api as nrdstins Ajudar s migrants a s dcumn- tarm, sm intrmdiacõs d dspachants qu s xplram nmit Enfim, prstar assistência d carátr scial qu s pdrs públics nglignciam Cnfrm diss, s n~stins "sã E é st dsmpnhar~ pap qu 11~\\J

3 Tribuna da Luta prária- 10 a 24/02/80 3 as, El já stá mtnd a mã n nss bls gvrn stá anunciand qu m jani,r_r últim [ndi c da inflaçã fi d 5 pr cnt E diz qu iss já é uma vitória d sua plitica d cmbat à inflaçã, m dzmbr d an passad lndic tinha sid d 7,2 pr cnt E spalha as quatr vnts: a inflaçã stá caind! Cm pd sr iss, s a cnmia d pais cntinua mrgulhada na mair cris d sua história? ss é rsultad das "mágicas" d ministr Dlfim Ntt Primir l cncntru s grands aumnts d prç m dzmbr d an passad Dpis, vltu a usar vlh truqu ~ manipular s lndics statlstics para rbaixar a inflaçã apnas n papl Vjam qu l fz: mandu tablar prç d arrz d fijã prt prç d arrz tablu apnas n Ri d Janir E d fijã prt, m td pais, mas td mund sab qu fijã prt só é cnsumid m grand scala n Ri Qual é truqu? E au s cálculs d cust d vida d gvrn sã fits pla Fundaçã Gtúli Vargas apnas cm lvantamnts ns suprmrcads d Ri d Janir! Entã, arrz au n rst d nais stá snd vndid a mais d 30 cruzirs quil, n Ri, stá a 1850 E fijã prt fi tablad m 23 cruzirs, mas n rst d Brasil s cnsm utr tip d fijã, cuj prç nã stá ta: blad, chgand até a 40 cruzirs quil Dssa frma, s psquisadrs vã as suprmrcads d Ri ncntram sss prduts tablads as prçs citads sts é qu sã cnsidrads ns cálculs da inflaçã Mas a mair part dgs brasilirs stá pagand muit mais Prém, s lndics qu vã surgir para s cálculs ds rajusts salariais srã aquls ncntrads n Ri, mais baixs Cm ssa "mágica", Dlfim scnd uma part da inflaçã Assim, s lndics d aumnt d cust d vida ficam mnrs, cm já stams vnd m janfr Calculâds sbr lndics d mflaçã mnrs, s rajusts salariais srã mnrs EXuant iss, a inflaçã vrdadira stará bm mais alta E s rajusts qu s trabalhadrs trã nm a mns cmpnsarã a alta d cust d vida Prtant, su salári ral ficará mnr, stará snd arrchad Dlfim até diss: "haja qu huvr, qu si é qu n fim d an vai dar diritinh 45%" Tud igualzinh cm fit n tmp da ditadura d gnral Médici Nós vams agüntar iss utra vz? A grand imprnsa stá assistind ss rub mas stá cm a bca bm fchada, clar Afinal, td dinhir rubad ds trabalhadrs fica para s patrõs, nã é vrdad? Além diss, Dlfim tapu a bca d mi mund cm s dólars da maxidsvalrizaçã d cruzir, rrt dzmbr, lmbram-s? Mas sr Amaury Stábil, ministr da Agricultura, talvz pr ainda sr malandr nv mns sclad, du ntrvista scrrgand: ''Nif - diss l - gvrn nã tv nnhuma intnçã d 'mascarar s ndics d inflaçã a dtrminar um tablamnt apnas n Ri d Janir" Entã, pr qu fi, him? ss l nã xplicu Saláris já arrchads Cnvém sabr, prém, qu arrch ds saláris nã cmça agra Dsd an passad ls já vêm snd bastant arrchads Basta vr qu, nquant s rajusts salariais, m 1979, fram scalnads ntr 56 pr cnt um máxim d 67 pr cnt, aumnt d cust d vida n an chgu a 77 pr cnt, d aérd cm s cálculs ficiais (smpr muit suspits) DEESE - Dpartamnt ntrsindical d Estuds Sóci-Ecnômics - já vm dnunciand, há váris mss, qu s índics para s rajusts salariais, cm bas n NPC - Índic Nacinal d Prçs a Cnsumidr ~ stã snd td mês mnrs qu a ral lvaçã d cust d vida Vm ministr d Trabalh Muril Macd, diz: "prv" El diz iss mas nã xplica cm gvrn faz sus cálculs Entrtant, qum acabu prvand fi a rvista "Cnjuntura Ecnômica", da Fundaçã Gtúli Vargas, qu publicu um artig diznd qu -: d fat s ndics d NPC stã mnrs qu a inflaçã ral Cab as trabalhadrs qu stã m campanha salarial agra, cm s :mtalúrgics d ABC, ncarar ssas manbras d frnt dsmascarar cm sua luta as "mágicas" d "mã lv" D~lfim_ Ntt fantasma d dsmprg Prvnd qu 1980 srá um an d muita luta pr saláris, ministr Dlfim Ntt tratu d tmar a iniciativa arranju um truqu para tntar assustar s trabalhadrs Du grands ntrvistas a jrnais 'Vs diznd qu aumnt d saláris nã tm imprtância qu stá muit pr9cupad é cm dsmprg n pais E clar qu prblma d dsmprg é muit grav Milhõs d trabalhad_rs, xpulss d suas trras, n intrir, viram para as cidads n'las s ncntram marginalizadôs Qurm trabalhar a qualqur prç, assim, fazm cncrrência as cmpanhirs qu stã mprgads Pr iss, sts têm sus salári(l) rbaixads ncntram mairs dificuldads m suas lutas, prqu para as mprsas é fácil dmiti-ls achar substituts Est é um fat qu s trabalhadrs vêm nfrntand lvand sua cnsciência rganizaçã, lutand pr saláris mlnims prfissinais cmbatnd a rtatividad n mprg Mas, s há alguma pssa nst Brasil qu nã pd btar banca d prcupad cm d- smprg, sta é ministr Dlfim N~ t, um ds principais rspnsávis pl sistma cnômic atual qu arrbntru cm a agricultura, cncntru a prpridad rural xpulsu m massa (l) trabalhadrs d camp para cidad E qu dsnvlvu uma indústria altamnt mcanizada, qu _cupa rduzida mãd-bra, rlativamnt D fat, dsmprg é um da; prblmas mais gravs d nss pais Mas l nã aparcu agra E um prblma da própria strutnra da cnmia dminada wls mnpólis ~ latifúndis Para rslvê-l, sã ncssárias nã só a rfrma agrária cm utras transfrmaçõs prfundas na nssa scidad Dlfim nã stá, vidntmn~ dcidid a slucinar ss prblma qu l quis, smnt, fi lvantar fantasma d dsmprg para assustar s trabalhaqrs qu stã ntrand m campanha salarial Cm a rduçã d invstimnts m alguns strs, cm da cnstruçã civil, d fat stá havnd um aumnt d dsmprg Mas s gvrn prtnd msm, cm diz, prduzir mais para aumntar as xprtaçõs lvar m 6,5% Prdut Nacinal st an, sua prvisã d dsmprg chcas cm sus própris plans Mas pja dispsiçã d luta qu s trabalhadrs stã dmnstrand, prcb-s qu ls nã stã nnhum puc assustads cm s spantalhs d "mandraqu" Dlfim Ntt<Carls Azvd) Entrvista cm Auréli Prs: ''ANTES DE TUD~RGANZAR PV'',~ Auréli Prs rafirma sua pçã pla tndência ppular d PMDB Rspnd às críticas malintncinadas da "Hrad Pv" E rpudia também a intrvnçã imprialista sviética n Afganistã T: Cm stá vnd a rfrma parti? dá na AP: Nunca srá dmais rpisar qu sta rfrma partidária fi fita para dividir a psiçã impdir a participaçã da class prária d pv Visa garantir a sbrvivência da ditadura Pr iss, nã pdms acitá-la dvmcis cntinuar lutand pla librdad d rganizaçã partidária s partids qu stã s frmand sb ssa ll dvid às rstricõs a qu stã s submtnd, nã pdrã ftivamnt rprsntar s intrsss d pv Sã ainda, tds ls, 'partids atrlads Dai incnfrmism d vasts strs ppulars, qu s sntm marginalizads Pr iss, ants d tud, é ncssári fazr um grand sfrç d rganizar a class prária tds s strs ppulars pla bas, unind tdas as ntidads - assciaçõs d bairr, ntidads dmcráticas, cm s CBAs, Mvimnts cntra a carstia tc - qu cngrgum práris, trabalhadrs rurais, campnss, intlctuais, studants, hmns nmlhrs, cm parlamntars vrdadiramnt psicinistas u qu qur dizr é qu dvj;l~ n~ unir m trn d prgrama dmcrátic ppular qu vi s fmmland na prática das lutas ppulars, ns últims ans st é, pla anistia ampla, gral irrstrita; pla rvgaçã d tda a lgislaçã antidmcrática; pla assmbléia cnstituint cnvcada pr wn gvrn prvisóri; pla mais ampla librdad d rgaíiizaçã partidária; pls dirits ds trabalhadrs, dirit d grv, autnmia sindical; pr uma rfnna agrária radical; pla indpndência nacinal cntra a xplraçã d capital strangir sbr nss pais ''É PRECS FRTALECER A UNDADE PPULAR -8-MTAR PELA-~'1T LBERDADE PARTDÁUA",r<'~'1 ~n ; a:v E prssgu Auréli: ''Qum stivr hnstamnt cm st prgrama stará na unidad ppular1 nã imprta s tivr ptad pl PMDB, pl PT u pl PT;,\ qu imprta é prmvr a uniã das ópósiçõs m trn dst prgrama N plan parlamntar, nquant nã huvr librdad partidária mais ampla, a unidad ppular atuará unida cm tds s strs vrdadiramnt d psiçã xistnts nsss partids atrlads Quant a mim, sclhi ficar na tndência ppular d PMDB prqu cm mmbr da class prária, qu m rgulh d sr, julg qu é ai qu minha prmanência é mais útil para minha class A dntr prmancri cumprind a tarfa d cntinuar cnstruind a frnt dmcrática cntra a ditadura Rcnhç a PT dirit d s rganizar, mas, sb as rstriçõs da rfrma partidária l nã srá ~ mais wn ''Ficar na tndência PPular é qu mais srv à class Pníria'' partid atrlad, rganizad d cima para baix, cm s utrs Apsar das imnsas dificuldads dntr d PMDB é válid nl prmancr para cnstruir a crrnt qu a tndência ppular rprsnta E pns nja cm uma crrnt rganizada, autônma, qu rprsnt s intrsss ppulars n parlamnt, cm uma platafrma d açã xpllcita, ampla, para agultinar as frcas d pv, qur st,taljl! f~ u dntr d partids, para, unids, alcancarms nsss bjtivs ra tndência ppular é um mvimnt d âmbit nacinal, cm raizs m td pais dntr dla stã s strs d psiçã qu fram s mais dstacads na luta cntra a ditadura ''É UMA MANBRA PARA SLAR S SETRES DA PSÇÃ PPULAR QUE REPRESENT" T: jrnal ''Hra d Pv" acusu d glpism Qual sua piniã sbr ssa critica? A P: Fi uma critica injusta mal intncinadá Ela cmplta tda uma manbra para islar-m as strs d psiçã prária ppular qu rprsnt ss faz part d prjt d gvrn d dividir a psiçã impdir a participaçã plltica da class prária d pv Qurm ns dixar sm vz ss stá crrnd m tda part cm s psitrs mais cnsqünts d rgim Esss snhrs sã falss psicinistas Els sã s msms qu, durant a grv ds mtalúrgics, d nvmbr passad, s aliaram as plgs s clcaram cntra a grv A grv tv muitas dficiências, sfrms prdas, mas fi uma dcisã ds trabalhadrs também btv cnquistas pliticas imprtants A única atitud crrta ra dar-lh api, fazr tud pla sua vitória Mas ls fizram tud para qu la nã fss adiant Cnsidraram-na um atras, ignraram suas cnquistas saltm hm da rganizaçã na ftiijma Jaquim tm qu cair; partids? qu partids? Muita gnt anda faland m nm ds práris Smana passada a Tribuna prária iniciu uma séri d visitas às prtas das fábricas para sabr qu ralmnt s tra~lhadrs stã pnsand Visitams grands fábricas da Zna Sul da capital paulista Na Cattrpilar s práris stavam parads m prtst cntra s hráris d cmpnsaçã para carnaval uvims crca d cinqünta práris sbr saláris, grv, sindicat, partids Algria, quand s sldads s vã primir assunt é a grv d nvmbr passad cmntári gral é qu faltu rganizaçã a rprssã fi muit dura ''Nã pdms mais fazr grv assim" diss um trabalhadr da Rlamnts FAG ''Nã huv rganizaçã dntr da nssa fábrica, s sindicaltzads nã assumiram suas rspnsabilidads muit mns sindicat, qu nunca stv prsnt" Um prári da Wapsa cmntu: "A plicia batu pra valr utra cisa qu nã dá mais é a plicia batr a gnt nã fazr nada" Um prt frt, mais vlh, cm xpriência m lutas d ants d 1964 cncrda balançand a cabça dclama s vrss qu fram pixads na pard da fãbrica durant a cupaçã ''MNHA PSÇÃ plicial: "'Bndits sjam s sldads/ E A FAVR DS PVS Qu algria ls ns dã/ria hra m E CN'RA qu s vã" Cmnta, rind: "ls lqualquer MPERAUSM ram nã gstaram, mandaram apa gar" T: Qual a sua piniã sbr a açã Váris cncrdam qu é" prcis s r: sviética n Afganistã? ganizar dntr da fábrica Mas nã da AP: Pis é D manira nnhuma pmsma frma cm s fz na Cattrdms acitar a intrvnçã SQviética pillar m 1978, quand "a cmissã d naqul pais cm "ajuda" E uma fábrica discutiu abrtamnt cm a magrssã, uma vil~ncia à autdtrprsa, n fim da grv, fi tda la minaçã ds pvs E rsultad da amdmitida" E st an, havrá grv? biçã d cnquista d imprialism rus"nã si - diz um - mas cóm st cuss, d su xpansinism Su favrávl t d vida a gnt cada vz mais apra qu pv afgã'assuma pdr vá tad, ach qu nã vams tr utr ji;até scialism, mas ist tm qu sr t" ;uma cnquista d própri pv nã s A frustraçã cm sindicat é muit chga lá através da intrvnçã d uma grand " Nâ vi ninguém aqui, ajudar suprptência A cntrári s Estads a gnt, nm ants nm durant a grv Unids também têm culpa n cartóri E só piqut, d fra, nã é suficint Em sua disputa cm a Uniã Sviética, Pára, mas n dia sguint pssal, stavam prmynd a subvrsã n dsprparad, vlta" qu fazr, ntã? Afganistã Também su cntra sua açã subvrsiva ab Mas iss ":;u;l;;;;r--::;=-- "E prijiâu ==-J6JU-fll!_~Ja nnhuma nvidad A bas tntaçã d imprialisn qualq r tip é a agrssã a xpl ds Su cntra a agrssã j~w~rut~tfi:"~::m ganistã cm fui ntra /P1~-~MQ Vitnã, a Cambja a a,ll!lll,,"1tl!l:;:lill>c;l cntra rã Assim agrssã d qua}qu Brasil, sja russ ntrt!'=almdl~igillfti Minha psiçã é a fc: r ds pv tra qualqur impria vi paru tdas as fãbricas dst lad<i A grv tria cntinuad s nã fss a plicia batnd daqul jit Pra agu~ tar, s cmpanhirs tinham qu star mais unids~ cm tud planjad dntr da fábrica E prcis mais uniã" E um utr rfrçu: "A uniã nã faz só açúcar Faz a frça" '' sindicat também nã aparcu Essa dirtria ns traiu duas vzs: m 1978 agra", diz utr, qu s cnfssa dsncantad: ''Dsd 1974 u dixi sindicat Eu ia lá só quriam m nrlar Cmci a rclamar, vi qu ia acabar snd prs, sai E nquant Jaquim nã sair d lá u nã vlt" s utrs prtstam: ''S a gnt fizr assim, a f é qu Jaquim nã sai mais d lá" "Sbr partid stu pr fra" '' MDB aéabu? u nã stava sabnd!", cmnta um prári da Wapsa ''Sbr pad;id stu pr fra", diz um utr, da FAG "Mas qu cnfusã!' A gnt nã stá ntndnd nada", dissram váris, runids numa rdinha m frnt à Timkn Uma dmnstraçã maciça d qu sta rfrma partidária rstrita litista nã stá chgand até à class prária Prguntads, nã huv um só qu subss qu qur dizr Pr u PP Só wn, mais vlh, lmbru d PTB qu Brizla stá d vlta nfrmads d qu Pr qur dizr Partid qs Trabalhadrs, um dls diss: "Ah é? Vama;, sprar vams vr qu l faz" Váris s dissram litrs d MDB, " únic qu fz alguma cisa pr nós" nfrmads d qu a mair part d pssal d MDB vai ficar n PMDB, a tndência da mairia é dizr: "Entã, vams ficar cm l também" Mas nã há stusiasm, nm muit mns cnvicçã qu s pd ntar m gral é uma atitud d xpctativa, sinal d qu nã s sntm vinculads a nnhum dsss partids, mbra s idntifiqum mais cm MDB pr tr uma tradiçã psicinista Na Timkn váris lmbram qu muits ds lits pl MDB após as liçõs abandnaram su litrad Smnt um afirmu qu partid m u vtaria a c ' atualmnt ss partid nã xist lgalmnt D tds s partids qu já aparcram fi únic qu dfndu d fat s trabalhadrs" Chga a hra d vltar a batnt Dspdm-s amigavlmnt Um dls ainda cmnta: ''Vams lá, dar mais um lucr r patrã!" ssas n-;"

4 Tribuna da luta prária 10 a 24/02/80 4 GBDL UMA LUTA Para muits brasilirs a flicidad dura apnas s quatr dias d Carnaval, cm diz samba E msm assim ainda é prcis lutar muit /Jr la \ ''Estã acaband cm Carnaval" A fras já virru lugar ciiilm Ralmnt, a grand fsta d pv s<ir uma prssã smagadra, d lllitas lads E é a~ hj, qu la mstra qu é grand msm Vai brigand aqui, gingand ali, cdnd às vzs, rc~uistand trrn quand pd, algrand a vida trist d muita gnt sprand dias mlhrs para pv A flia a vida N Ri d Janir, qum gasta d carnaval mas nã pd sair nas sclas u msm assistir dsfil ainda pd sguir um blc d m bal Há uns 400 na cidad Sã fliõs qu sam às ruas só para sambar, para divrtir-s Su Cards, 60 ans, mra m Ralng, mmca dsfilru numa scla mas já fundru mais d dz blcs Fica brav cm as sclas: ''Dsfil d scla d samba é pur cmérci, igual a futbl Fica td lllnd trcnd trabalhand BS qum ganha sã as bacanas, as cartlas, as granfinas, as cmrciants, A sambista só rsta cansaç a fantasia suja dpis d dsfil" Chama qu nã apaga Su Cards, naturalmnt, é um vtran advrsári dás sclas Mas qum prcurar pl Ri vai achar também nlas gast vrdadir d samba Nas sclas p brs, d sgund d trcir grup, ist d crta frma é mais fácil A fsta d pv stá viva rsist cm unhas dnts, para vncr as dificuldads qu amaçam cada dsfil Mas msm nas grands sclas, sufcadas pl turism jg d influências, carnaval sbrviv Adapta-s, é frçad a fazr cmprmisss às vzs dlrsas, tm qu fantasiar-s para scapar das prssõs Mas stá ali Carnaval n Ri Há intrsss pdrss cnspirand cntra, l rsist msm assim_ grands sclas stã na mã d bichiras: na Prtla é Carlinh Maracanã; na Mcidad, Castr d Andrad; na mpratriz Lpldinns Luisinh; na Vila é Mir; na Bija-Flr, Anisi'' Sua visã nã é nada rmântica El sustnta qu mais tard pd sr até pir, cm uma invasã das m prsas msm E cita fats: a Ptrbrás a C<irlar já stãfinanciand samba-nrd da Manguira st an Mas Martinh nã prd a spu Quilmb u multis rança, nxrga uma salda Diz qu as grands sclas para turista vr Martinh da Vila, nascid criad nã vã dmrar a ntrar m dna scla 'Unidas d Vila sabl", cadência, "cm mpéri Rman, cmplmnta st quadr cm a a Grécia antiga agra as amrivisã d qum stá pr dntr: ~s canas, as russas" Cita vitórias d QULMB Quilmb, n dialt bantn, qur dizr uniã N dia 8 d dzmbr d 19'76, vtran cmpsitr Candia runiu um grup d amigas juntas fundaram Grêmi Rcrativ d Art Ngra Escla d Samba Quilmb Els prpunham um carnaval nv, cm dstaqu para a vrdadira art ppular, "dvlvnd m su standart/a história d suas rigns/a pv m frma d art", cm diz su samba-nrd dst an A Assciaçã das Esclas d ~amba rcbu a fundaçã d Quilmb cm um at d rbldia A Ritur - órgã d gvrn qu cuida d carnaval - também nã gastu Mas a scla s firmru n cncit públic Lg cmçaram a surgir adsõs Candia só viu dis carnavais d Quilmb, mrru m 19'78, mas hj nms famsas d samba participam da scla, ntr utras Eltn Mdirs, Martinh da Vila, Paulinh da Vila A idéia frutificru Trnru-s um xmpl para tdas as sambistas d Brasil Mstru qu carnaval pd sr nvamnt uma fsta ppular uma visã ppular d carnaval dntr da Unidas d Vila sabl cncrtamnt a vitória d su sambanrd, d cntud scial Para l, futur d carnaval carica ainda nã stá dfinid ''u vai sr das lllltis, ru da Quilmb" (vja bx) stttrand a fantasia, Para dfndr a scla samba Sã Paul: a vida d Mrr Em Sã Paul, a Scidad Carnavalsca Mrr da Casa Vrd, ru simplsmnt Mrr, d sgund grup, stá amaçada d prdr sua quadra, dsaprpriada pla Prfitura Um prblma séri, pis a scla luta cm grands dificuldads financiras Mas su Zzinh, prsidnt, apsar das sus 69 ans bm vividas, diz qu vai cntirruar lutand qur mrrr na _ scla qu ajudru a fundar E~uant iss, b MQrr ntra na rta final para dsfil Livi, sapatir d pr<iissã, já stá mntand as algrias Laurint, a sgunda prta-bandira, filha d su Zzinh mã d st filha:;, srv d csturira tsrurira, rclamand da subvnçã da Paulistur, qu ''nã dá pra nada" Carnaval d pbr E~uant iss, pv d mrras d Ri luta para fazr sua fsta Uma luta chia d sacrifici, vitórias drrtas, paciência, malandragm, cntra lllitas inimigas, ntr ls a pbrza Dna Rita sai há várias ans pla Prtla Est an nã irá, nm sua filha Rasa Elas nã têm dinhir pa,rn ~ fantasiél Trabalham cm cas1íira, mas'l ti:tram d~a m casa dinhirà rsrvad fi td mbra Est an uma fantasia custa pr vlta d 4 mil cruzirs N Salguir a fantasia mais barata é a da Vlha Guarda: 3 mil Em Manguira, Dna Numa primira dama d samba - diz qu fazr fantasia é prblma séri prç d tud stá car dinhir, pruc As crianças stã animadas Luis Lps, 13 ans, dsfilru pla Manguira n an passad gastru tant qu pass an vndnd chiclts drps para custar a fantasia Já Rnald, 15 ans, magrinh, nã vai tr prblmas cm a fantasia Ganhará uma da sua scla, S~ guir - um privilégi d qum dsfila na batria A flicidad das quatr dias d carnaval custa mút trabalh nas rutras 362 dias d an Mas tdas as intgrants d Mrr sã unânims : val sacrifici ' Maria Vitória, qu faz limpza pr dia m casa d farrúlia cmpõ a ala das baianas, diz qu "parc um snh" rvla cm rgulh qu sua filha é a prtabandira da scla Macuc, qu ganha a vida cm funcinári públic é hmm-das-st-instrumntas d Mrr, é rutr ntusiasta dst carnaval s<irid ' ' samba para mim é urna art - diz Na avnida u nã qur aparcr, qur só transmitir algria" Também a pquna Simn, d cinc ans, stará na avnida E uma futura sambista, amand samba dsd mnina E também urna sprança para rutras carnavais Ela vai cntirruar, la vai transmitir samba qu aprnd cm sus pais avái Apsar das psars carnaval vai prssguir pv garant ' Pr td Brasil pv s rganiza luta pr sus dirits hras xtras, adicinal nturn cumprimnt d rutras brigaçõs AJagamar na Parafba vm snd lgais, antrirmnt sngadas nas últimas ans fc d cnstants plas patrõs (D crrspndnt cnflits ntr agricultrs ( 700 m Maci') farrúlias), qu cultivavam a trra n rgim d ''fr'' (algumas, hã Bahia mais d 50 ans) s fazndiras, qu utilizand pistliras pli- acú, a 300 quilômtrs d Salciais, qurm xpulsá-ls para vadr, é uma das rgiõs d mair plantar cana xplrar a ~ria grilagm na Bahia Quas tda a Rcntmnt latifundiári trra é da farrúlia Mdrad ''Pr Waldmir Ribir Crutinh man- aqui - cmnta um campnês - d sus pistliras sltarm únic dcumnt qu ls aprsngad nas r<x:as cltivas qu as tam é rvólvr Els cntratam agricultrs cultivam dsd nvm- as capangas vã nas xpulsar da br d 78, quand brigaram trra" E assim a familia Mdrad Gnral Gisl a dsaprpriar vai aumntand su latifúndi, qu trras, até hj nã dmarcadas já tm pssiras, muits cm pl NCRA mais d 50 ans naqulas trras Nss últim cnflit fram Dia 18 d janir, 800 campprsas agricultrs rligisas A nss cuparam a rua da Estrla, plicia utilizru td tip d vilên- nd fica sindicat rural para cia cntra pv ( 3 bmbas d gás prtstar cntra tud iss Su Zé lacrimgên fram lançadas n da Vrdura fi um das radrs mi d dznas d agricultrs) A mais aplaudidas "A luta aqui tá situaçã só s acalmu dpis qu danada - diss Nái tamas lutand gvrn scrru latifundiári, é nu Ddé, nss prsidnt d cmprand 700 hctars d sua Sindicat, ls squstraram n faznda, qu dvrã ficar sb ad- mi da rua E s a gnt nã sai ministraçã pública, nã cumpri& tmand as cabciras, l stava d, prtant, Estatut da Trra prs até agra A luta tm qu sr Além d Alagamar, utras junt Ants d Sindicat u ra r-giõs da Paraiba s<irm cnflits szinh, hj, smas uma runiã d trra, cm Siti Mwnbaba, d mil tantas psss s fazncaaprã, C(Xluirinh cachr- diras sã uns três u quatr assim fica mais dificil pra ls" E rinh (ATS -Jã P~sa- PB) arrmat : "A librdad é tr um Tm pass n últim dia 7, pdacinh d trra pra plantar'' A m Mació, a rcém-lita dirtria manifstaçã duru até mia nit d Sindicat ds Radialistas d acabru cm fsta cantria Alagas A pass fi um at sm (Caluch Carvalh, Su Bahia) dical plltic, nd as radialistas dram nv ava~ n sntid da s trabalhadrs rurais d campanha salarial (ls ralizam Guanambi, Bahia, cnsguiram acrd m març) s manifs- tmar su sindicat das mãs d taram a favr das mais ãmplas plg cnupt Numa assm 'librdads pllticas, cm a anistia bléia cm a participaçã d 45 sinirrstrita librdad d rgani- dicalizadas, 43 vtaram pla lllzaçã xprssã cm prssups- dança da dirtria nv prsitas dnt, Edvards Mntir, tm s radialistas alagams vêm planas d luta "A briga mair é a cnsguind significativas vitórias ntr campnês latifundiári traballústas, cm pagamnt d - diz l - mas xistm muitas Nrdst assalariadas agrlclas Também tm muit bóia-fria Ninguém tm vincul mprgatlci Pra ls, é crim assinar cartira d trabalhadr" Na msma rgiã d Guanambi, vai havr m mai um ncntr rginal d campnss para discutir as prblmas da trra, da saúd ducaçã Também starã prsnts agricultrs sindicats rurais d Bm Jsus da Lapa_ Riach d Santana, Urani, PindaJ Brumad, Malhada d Pdra, Ri d Antôni, Livramnt D Basfli giram fizram uma hra d alm<x: Palavras d um prári: ''Esta luta é um fat lllit imprtant para nái prárias Mastrru qu spirit d luta ainda xist na fábrica, apsar d clima d trrr das dmissõs das Udranças dsd a grv d nvmbr d 19'78, quand J mqnim, ditadr d Sindicat, s ali\u à Catrpillar a gvrn na rprssã à grv" ''Vcê stá cnvidad a participar da runiã d Mvimnt Cntra a Carstia na rgiã d Pirituba, nd nái, mradrs, discutirms juntas a frma d rslvr as várias prblmas qu nfrntams, cm alt cust d vida, a falta d transprts m nassa5 bairrs as péssimas cndiçõs d mradia" E assim qu jvm Mvimnt Cntra a Carstia da Zna st d Sã Paul s dirig a pv para rganizar-s Qum quisr, aparça dia 10 d fvrir, na Rua RaiiiiJnd Prira Magalhãs 4 720, às 15 hras, assistirá também uma pça d tatr las sfa ficints Tm tarfa prá tdas Junt-s a uma dlas'' - s mradrs d Vila Cispr, Jardim Vrônica, Vila Barrs, Vila Sílvia Pnha Jardim vã vazr uma passata n dia 10 d fvrir (às 15 hras) para ntrga d um abaix-assinad Exigm mais ônibus, pis chgam a sprar uma hra n pnt ainda têm qu andar quilômtrs a pé E rivindicam também clta d lix Ri Grand d Sul gaçã na arrumaçã d sgta:;, ruas E ajudar tda a cmunidad a tr uma vida mlhr Entã, prtndms rganizar a class trabalhadra para qu passams mlhrar, inclusiv, as saláris dstas pssas" Quatn sindicats cinc assciacõs prmissinais gaúchas lançaram um dcumnt as trabalhadrs qu diz : "A squência d ~s pr mprsas na cnstruçã ctvil m Prt Algr as mvimntaçõs m tras catgrias trazm inúmras licõs as cm panhiras qu vã batàlhar nas campanhas salariais qu s aprximam s mtalúrgicas d Prt Algr, às véspras d sua campanha salarial dfrntam-s cm a iminnt dspdida d 1200 prárias da Wallig Sul SÃ, ~ prsa d rst, financiada pl própri gvrn cm dinhir arrancad da ppulaçã assalariada A rprssã plicial indica qu nada lldru A prmanência da intrv~ã n Sindicat das Bancárias d Prt Algr atsta qu a abrtura nã xist para as trabalhadrs A llldança ministrial indica qu stá cada vz mais frt aqul qu sngu as indics d inflaçã, ans atrás, para mais dscarrgar nas castas das trabalhadrs prcss d criss qu própri rgim criru" Na Bahia, gvrnadr Antôni Carls Magalhõs mandru fchar a Rprsntants d 228 Si~ CCC Cmpanhia d Carbns cats Rurais gauchs runiram-s Clidais), sb algaçã d p m Prt Algr, para discutir as luicã Mas nm gvrn nm a prblmas da prvidência scial cmpanhia paga salári ds cm ministr daqula pasta Jair trabalhadrs Srs q ministr stava Já pr s práris da CCC stã dmaggta Mas tv d uvir amaçadas pla fm dsmdurant hras as rivindicaçõs das lidrs sindicais prg Mas stã lutand Já fizram uma assmbléia na prta da Um dls diss a ministr: 'S fábrica Vã ntrar cm açã cé para ficar cm stá, qu acab ltiva na Justiça E cntam cm a d uma vz cm a prvidência para slidaridad d sus cmpanhiras nós, pis la é uma farsa qu só d class, m spcial as ptrsrv para nganar nssas assqulmicas Sindicat da catgria s mtrviáris d Sã Paul s- ciadas" assumiu sta tarfa, tnd afir- tã m campanha salarial "lutann final as sindicalistas nm mad num pànflt:' 'Cmpanhiras, d pr um rajust qu nas dvlva quisram dar piniã sbr um já qu gvrn nã rslvu qu a inflaçã já cmu pr um prjt aprsntad pl ministr prblma das funcinárias da CCC, aumntq ral para qu as nssas Lvantaram a ncssidad d cn Sindiquimica cnclama a tdas a salárias nã fiqum d nv ds- tinuarm unidas na luta, qu, cm cntribuírm para a manutnçã valrizadas m prucas mss" N diss um das prsnts, ''agra é das cmpanhiras suas fam11ias" dia 23 d janir, fizram uma as- pla prvidência mas mais tard (Da Sucursal d Salvadr) vai sr pla rfrma agrária" smbléia cm 300 trabalhadrs as acharam r frca ;;r-,_ A sitnacã da Wallig Sul SA, stã ~~~w dnunciada pls sindicats já du ::::-:=n-:=-:::;-=-sã Paul m várias assmbléias rruina passata até Paláci d Gvrn d Ri Grand d Sul Sã N~ dia 31 d janir a Cat!' prárias atingidas pl lck-rut pillar mtalúrgica d 4 mil pdas patrõs, qu nã rcbram rárias da Zna Sul d Sã Paul, m 3 salári a luta ls par_911 pr mia hra A mprsa, ;:tnwl,lr'l d ui qui~ brigar as trabalhadrs a ncssi d d um st 'cat cmrduzir hrári d alm<x:, d plguism qu uma para mia hra, para cmpntalúrgicas d Prsar carnaval s prárias ra-

5 5 A campanha salarial ds mtalúrgics d ABC cmça a squntar Em Sã Brnard, Expdit, um ds dirtrs- d Sindicat, infrmava n fim da smana passada qu já fram fitas mais d cm runiõs pr mprsas A Tribuna prária stv m Sã Brnard, uvind mtalúrgics d mprsas grands (Vlkswagn, Villars) médias (Tyta, Tshiba) Em pauta, as rivindicaçõs prárias a rganizaçã na fábrica A mprsa é cntr nrvs da luta d classs Qum nã s rganiza dntr dla, prd a parada s patrõs d Sã Brnard sabm dist Estã rganizand suas frças, prparand sus squmas, para nfrntar a batalha d març-abril "Já stã cmçand a aparcr tdas as armas d patrã", cmnta um mtalúrgic A Scânia rcrru à dmaggia Está chamand s filhs ds práris para passis Qur cmprar a cnsciência ds trabalhadrs Já a Vlks intnsificu as hras-xtras pr um tmp (qum ntrava às 16:30 só saía às 5:30 d dia sguint) agra planja suspndê-las até a assinatura d acrd "Vã crtar as hras-xtras para aprtar pssal, dixar a turma sm dinhir", cmnta um prári ''Está também uma prsguiçã trmnda", diz utr ''Estã scand pssal d sindicat" Ds cmpanhirs qu stavam na ''lista ngra" dsd a grv passada, quas nnhum scapu da dmissã ''Mas para cada um qu sai ficam utrs dz qu acrdaram", cmntam E Dvanir, dirtr d Sindicat, xplica qu a mudança d práris cnscints d uma fábrica para utra tnnina ajudand a gnralizar x- priências -ganhar mais csã sindicat é cada um D utr lad d frnt, sã s mtalúrgics qu s prparam E vltam também s lhs para dntr da fábrica Qum participu das rwúõs pr mprsa passa a funcinar cm uma spéci d dlgad sinçlical vluntári Na spra d ônibus, na ntrada, na safda, n intrval para rfiçã, tda hra é hra d trcar piniõs wúr a catgria Nst trabalh, cada mtalúrgic passa a sntir-s rspnsávl pl sindicat pla causa da catgria nd l stá stá também sindicat Fi qu Djalma, também da dirtria xprssu diznd: "Aqui m Sã Brnard tm qu tr 140 mil Lulas" Grv é gurra ''Exist uma xpctativa muit grand: qual vai sr a frma da grv" cntam s mtalúrgics E acrsctam: ''E cm uma xpctativa d gurra: cm s dfndr cm atacar'' Nssa busca d frmas ficazs, a x- priência d Sã Brnard d Brasiljá dixu uma cisa clara: a grv frt é a qu tm rganizaçã frt ns lcais d trabalh A própria disciplina da grand indústria, cm suas a1as, strs, turns, sua divisã d trabalh facilita a rganizaçã prári~ na fábrica sfrç mair é para arrgimntar s cmpanhirs qu s salintaram nas últimas lutas Um ativista sindical xplica: "Aparcu na grv d 79 muit cara bm, qu na hra d pau sab qu fazr" Bairrs fund d grv ''Est an pd sr qu nã dê para fazr piqut", cmnta-s m Sã Brnard, tirand liçõs d ndurcimnt da rprssã "A cisa pd ficar mais pls bai,rrs" A idéia é mbilizar s bairrs práris m slidaridad à grv garantind ali msm sucss da paralisaçã participant d um mutirã prparatóri prmvid num bairr pl Sindicat rlata: "A agitaçã atingiu umas dz mil pssas E td mund apiava" utra iniciativa imprtant, qu fz' falta nas grvs passadas, é fund d grv Para criá-l, fundu-s uma ''Scidad Bnficnt Cultural ds Mtalúrgics" Cada trabalhadr vai lá, assina um livr dá um dinhir para sustntar a luta Esta mdida mstra dispsiçã d nfrntar wna prva d frça d grand duraçã, s fr ncssári Faba índic Nas rwúõs pr mprsa, a dirtria stá ncaminhand cm prpsta as sguints rivindicaçõs: rduçã das' faixas salariais (só na frramntaria da Mrcds xistm 11 faixas) ; jrnada smanal d 40 hras d trabalh (cntra a jrnada d 56 hras na prática, ~ ta pl atual rgim d hras-xtras) ; garantia d mprg (cntra a alta rtatividad da mã-d-bra) ; plgs dlgads sindicais pr mprsa; pla wúficaçã d tratamnt nas mtalúrgicas (uma rfiçã, pr xmpl, custa 5 cruzirs na Mrcds 12 na Tyta) ; pl dirit ds dirtrs d Sindicat a ntrar nas fábricas a qualqur mmnt A rivindicaçã priritária, d fndic 'd rajust, pr ixluant stá m abr- t Fala-s m 15% além d fndic d NPC, ''mas u stu achand puc", dizm alguns D qualqur frma, prblma só srá dcidid m assmbléia Enquant nã passar para sta fas, dificilmnt a campanha ~nhará impuls Há wna crta unaninudad m favr da grv Um pã qu pôs a idéia m vtaçã n su str rclhu um vt cntra CÍXlÜnta tants a favr Na runiã qu u assisti, Rubns, d Sindicat, fz a prgunta a f~l só tv rspstas afirmativas "Lá na Villars, a turma stá mi dividida"; cnta um mtalúrgic "A última grv valu a briga, mas nã rslvu", diz utr Quand s cava mais fund, dscbr-s um rst ainda d rssntimnt cm "a rcuada d sindicat", qu ~ncrru a grv d an passad "A Vlks já tinha parad", lmbra um "A catgria stava sprand mais uns 15 dias d grv", assgura utr A xpctativa, a grand sprança, é d gu dsta vz a catgria vá para a luta Unida cm um só hmm, junt c~m sindicat, sustnt tranc a~ a vitória (Brnard Jffily) Pr um sindicat d p rtas brt s A Chapa 3, da psiçã, stá agra na dirçã d Sindicat ds Cndutrs d Viculs d Sã Paul Uma imprtant vitória d uma catgria qu sma 80 mil trabalhadrs jga um papl chav na vida da mtrópl A nva dirtria nã tm uma rcita para dsbancar s plgs Tm su xmpl prátic; fazr psiçã cm spirit unitári, d- dicaçã as intrsss da catgria, acima d tud, ligaçã cm a luta ds trabalhadrs Sua vitória nascu da grv d 2 3 d mai A Tribuna prária ntrvistu prsidnt rcém-mpssad, Francisc vam Gutirrz Rdrigus E um ds muits lidrs nvs qu a maré grvista clcu na crista da nda Rvlu-s na grv Frmu-s nas assmbléias, n Cmand, ns piquts, na Cmissã salarial vam cntu sbr as muitas brigas qu fi prcis cmprar, para dvlvr sindicat as trabalhadrs Primira briga: a grv ''NSsa vitória cmçu cm a grv d mai - diss l Cnsguims ntã um primir rmb na strutura sindical atual: wna Cmissã Salarial rcnhcida autrizada a ngciar cm s patrõs" A grv clcu m chqu s intrvntrs s mtristas cbradrs pararam a cidad durant dis dias, cnguind ba part d suas rivindicaçõs Mas qu cnsguiram fi apsar da dirtria Quand ls prcisaram fazr uma assmbléia, n dia 2, ncntraram sindicat fchad a Plicia Militar na prta Tivram d runir-s na rua Pr sua vz, a Cmissã s impôs cm a vrdadira lidrança Sus mmbrs ram gnt nva, sm grand tarimba sindical A mtad dls nm ra sindicalizada Mas tivram pit para assumir a luta ''Crii cragm cnta vam - prqu sntia qu bls dia" Sgunda briga: a liçã "Trminada a grv, td mund sabia qu a Cmissã ia frmar uma chapa", prssgu nv prsidnt Mas a qustã nã ra simpls Havia três u quatr grups d psiçã a intvntr Era prcis smar stas frças Cmissã psiçõs partiram ntã para um trabalh cmum, m cima das rivindicaçõs da catgria, frmand a Chapa 3, ''Unidad psiçã" A prsguiçã mvida pl plg fi implacávl Chgu na ~ vam d vtar Mas a grv nsinara s cndutrs a sparar ji d trig A Chapa 3 rclhu vts A Chapa 1, d intvntr, tv 1760 Trcira Briga: a pss Plg, prém, é smpr plg Quand põ a mãnum_sindicat, agarras a l cm unhas dnts Barbsa usu métds d plicial para tntar impdir a pss da dirtria lita Algu qu a Chapa 3 ra a msma dirtria cassada m 1975 pr tr idéias plitic-idlógicas "subvrsivas" E também qu vam nã prtncia à catgria Cmçu ntã utra luta, m duas frnts: n plan lgal, junt à Justiça d Trabalh; nas bass, através da Cmissã Salarial, qu cntinuu rganizada funcinand Essa nva batalha trminu n dia 24, cm a pss sln da dirtria Vida nva n sindicat ''Pr um sindicat d prtas abrtas" fi lma da Chapa 3 'Quand fizms a grv - lmbra vam - intnvntr fchu as prtas para nós Agra, prém, sindicat stá d prtas abrtas para a catgria Só fcha s s hmns fcharm Mas ai a gnt vai pra rua" vlh stil d plg Barbsa cd lugar a um sindicalism cmbativ Na sala d prsidnt, rtrat d gnral Figuird fi substitufd pl quadr d uma manifstaçã prária Sabtagm n sindicat ''Qurms um sindicalism indpndnt ds patrõs d gvrn", diss vam, n dia da pss Próxima briga: a campanha Agra, trata-s d lvar à prãtica prgrama da chapa lita, qu inclui: ''Saláris digns para a catgria sm,frçar aumnt das tarifas; dirit d ngciaçã dirta cm s patrõs; () wúdad sindical - trabalhadrs m transprts filiads a um só sindicat; criaçã rcnhcimnt da Cntral única ds Trabalhadrs (CU1); anistia a tds s prsguids punids pr atividads pliticas sindicais; dirit d livr rganizaçã m partids plitics pls trabalhadrs; dirit pln a gz das librdads dmcráticas" A prva d fg da nva dirtria virá agra, cm a campanha salarial d 1980 A catgria nfrnta um trabalh stafant mal pag pis hrári é d 37 cruzirs nas mpr part' 44 cruzirs na CMTC s cbradrs, 18,51 cruzirs A jrnada trabalh varia d 9 hra na até 18 hras Em diárias, n trânsit int d f'i:'lri'u,,1jn A campanha tm 0 d data-bas E dsta vz tra d vlant da catraca stil d qu sindicat sta à altura missã E prcis dar nm as bis sr Jaquim ds Sants Andrad, mais Bira, Bigd cmpanhia, mais jnial ''Hra d Pv" stã trabalhand para ntrrar SindÍcat ds Mtalúrgics d Sã Paul E uma campanha sistmática Atacam a grv cm mais rancr d qu s patrõs Usam abusam da fraud até d truqus ftgráfics (vja a ft) Fcharam as subsds Silnciaram quand s cmpanhirs qu s dstacaram na grv fram dmitids Passaram a mprgar a frca bruta, tal qual a plicia, para rslvr divrgências E agra a última: stã pribind, sm mais nm mns, a prsnça d mtalúrgicgs rf prédi d Sindicat As vitimas dssa arbitraridad sã práris ddicads a Sindicat à causa prária Su "crim" fi tr stad à frnt da grv, n Cmand, fazr psiçã a plguism qu rina na dirtria dsd glp d 1964 Pr iss msm, patrnat dmitiu muits dls E pl msm mtiv plg agra s prsgu Mas Jaquim sus cmparsas nã prdm pr sprar A catgria aprndu muit cm as duas últimas campanhas, cm assassinat d Sant tdas as lutas qu andam sacudind pafs Nã vai agra adrir as plgs cnciliadrs Nm vai cair n cnt-dvigári d "sindicalism parall" Vai frtalcr ainda mais a luta,dntr da fábrica d Sindicat E vai limpar st últim da plgada, mais dia mns dia ASSNE Trilmnaflprária Um jmal Pls dirits ds tmbalhadrs, pla librrlad, pla dmcmcia ppular scialism

6 Nssa sçã cntinua a divulgar crrspndências d _td Brasil Escrva vcê também cria~d s práris da Vlkswagn stã rvltads prqu a chfia d str (d frramntaria) rslvu fchar td str cm chapa d aç, tirand tda a visibilidad a vntilaçã Cm iss, qurm vitar a cmunicaçã ntr s práris Para cmpltar, clcaram a gaila da chfia na salda d pssal, mantnd rigrs cntrl As rclamaçõs nã param ai Também há rvlta prqu grand númr d chfs ( 7 n ttan cntrja 30 práris dia intir uma situaçã psiclógica d prssã cnstant A utra r- 'lai)laçà é qnant a hllrit d gamnt s chfs sguram s llrits até s pagadrs s rtirarm d str E sta rclamaçã nã s limita a st str :E: c<r rn'wn a tda a fábrica E ist s xplica pl fat da mã-d-bra sr muit barata para trms um mnt d hmns parads vigiand<rns E (Um gmp d práris d str L387 da Frramntaria da VW d Sã Paul, SP) s mradrs d SappmQa, cansads d sr nganads d sprar pr mlhrias n bairr, rslvram s rganizar frmaram uma Assciaçã d Mradrs, através da qual s trabalhadrs unids stã dand mais uma vz prvas d cmbatividad d capacidad d dirigir a luta Frmaram uma chapa; n próxim dia 24 d fvrir s ralizará a liçã da Dirtria Mais uma Assciaçã qu nasc s un à luta d pv (Mradrs d bairr 'd Sappmba -:-Sã~ Paul, SP) da ditadura Pixaram Sarny: grilir!a Maranhã é um Estad muit atrasad Cm s sab, su pv viv numa situaçã bastaint prcária N ntant, quand s tma cnhcimnt d qu um sujit cm Jsé Sarny é çgitad para s psts mais altas <l "' gvrn, a sprança d qú atual rgim tnha algum cmprmiss cm pv é ttalmnt frustrada Sã Luis amanhcu pixada cm Jsé Sarny é um ds grilirs sguint inscriçã: "Grilir tma mais cnhcids ds lavradrs trra" Mas iss já nã é mais daqui El já s apssu d 5 nú1 nvidad para pv, já qu " 700 hctars d trras até ntã nas rgim militar tm grilir qu mãs ds pssirs E para iss mrc!" Mas ls nã prdm pr Fcbu tda ajuda da rprssã sprarf L'J ',, -,, plicial para rtirar inúmras ""T, famílias da Faznda Maguary (JR, frrir, Sã Luís, Ns últims dias, sua casa m MA) ', _ J ~ A rclhr lix, lv prfit Jamais huv m Juiz d Fra qu stá havnd agra: as ruas sã um mntur, funcináris sm futur, sm pagamnts, sm vz, cm a panla vazia, qu é agra su dia-a-dia, sm grana n fim d mês Cm um pass d mágica m dcisã bm trágica, fi lit Mll Ris, cm plans mirablants, (já nã fala cm ants) cm a grand sidrúrgica, sta praçã cinírgica rslvria tud d vz Muits fram na cnvrsa s fiand na prmssa d candidat falaz Hj, dis ans passads, litrs dsnganads nã lgriam jamais Funcináris Municipais d tdas as catgrias, d dutr as bóias- frias, d scrtári a lixir m chgand fim d mês nã vêm a cr d dinhir mais humild'funcinári, brav, hróic lixir, qu ganha para varrr, sm dinhir, sm cmida, dssprad da vida, nã tnd parc salári na tm bóia pra cmr Grands plans fram fits (aliás cm grands dfits) é prcis qu s diga, mas, prmssas d prfits nã nchm sua barriga E agra, qu vms? nas ruas só lix tms ninguém para limpar E nã sã subvrsivs, muit mns prssivs, cm a licia diria Ninguém pd é trabalhar cm a barriga vazia s lixirs stã m grv pr um tmp qu dv pr a nu a situaçã, mbra ns caus dó, tda causa é uma só: a má administraçã Vcê, amig lixir, trabalhadr, pacat, rdir, sfrid cm ninguém, pr prazr u pr caprich, u pr dvr d fíci, sm nnhwn sacriffci, a rclhrs lix, lv Prfit também RS Juiz d Fra, MG) Sms 90 nú1 habitants vivnd m cmplt abandn pr part das autridads qu ns primm rprimm Aqui n bairr Nrdst d Amaralina falta tud; água, luz, rd d sgt, transprt, pliciami:mt Principalmnt na Chapada d Ri Vrmlll, nd pv viv m cndiçõs hipr prcárias, m mi a lix, as rats, prcs, tc ; nd acntcm s pirs cass d dnça, cm mningit, paralisia infantil utras Mas pssal stá s rganizand para lutar pr mlhrs cndiçõs d vida Existm n Nrdst grups d mradrs d Santa Cruz, Aral, Val das Pdrinhas, Scidad Amigs d Bairr da Chapada, qu cntam cm api d cntrs spíritas, d candmblé, grjas Prtstant Católica, tc A Scidad Amigs da Chapada mantv n an passad wna, sclinha qu funcinava m dis turns, cada turn cm 60 aluns na faixa d 3 a 17 ans () Já st an a scla nã vai funcinar prqu nã tms cndiçõs d pagar a sd qu alugams Tntams fazr um cnvêni cm a Scrtaria d Educaçã; mas é imps sívl prqu ntr as xigências impstas pla Scrtaria stã pagamnt d alugul da casa _ N Val das Pdrinhas, havrá dsaprpriaçã d 130 famílias; stams lutand para cnsguirms qu s dsaprpriads s mantnham n bairr Nssa luta nã pára ai Um grup d mradrs, através da tndência ppular, stá rganizand wn utr canal d luta; a ULP Uniã da Luta Ppular, cm lançamnt ficial prvist para fim d fvrir A ULP vê qu stá na hra da plítica d p(>v, qu pv trabalhadr prcisa participar discutind a sluçã ds prblmas d nss bairr, da nssa cidad, d nss pais A ULP apiará tdas as lutas rivindicatórias d bairr, dfndrá a participaçã plítica ds mradrs d bairr, d acrd cm a idéia d qu chgu a hra da plítica d pv; chga d plítics qu só prcuram a gnt na hra d vt Cnfiams na 'l'ribwla prária cm wn jtnaj~nsntidd 1 (l!j sgund a ULP só assim marcharms para uma scidad mais justa (WS, Salvadr, Ba) Sapatirs ntra d sla n plg Dia 11 d fvrir d 1980 ha; vrá liçã n Sindicat ds Trabalhadrs na ndústria d Calçads d Frtalza Cm sabms, s trabalhadr dsta catgria, cm tantas utras, vivm mrgulhads nwn mar d injustiças A Chapa 2, psiçã cnscint dssa ralidad, rslvu cncrrr à liçã cm bjtiv d transfrmar nss sindicat numa tribuna d luta pr dia mllirs Quand plg Urban nã tinha mais dúvida quant à frmaçã da chapa d psiçã, fz publicar rrad avis d rgistr da chapa Quand a psiçã rgistru sua chapa, dital fi anulad s patrõs avisad(ls para qu f~ sm dmitids s candidats da Chapa 2 Mais C}_U dprssa, frmams um pjaiíd; n âfâ m qu irlams sr dspdids", nã frns trabalhar sim rgistrar à chapa nvamnt plg prcura ds-- mntar a Chapa 2 frcnd até dinhir para qu s candidats dsistam A Chapa 2 nfrnta também as prsguiçõs ds patrõs, qu dmitm cmpanhirs Mas tms vncid tud Estams faznd rifas, fstas vl)dnd bônus até a vitória final, a liçã Na liçã, vtarã m média pssas Dsts vts, 700 sã d pssas qu ganham salári -mínim A Chapa 2 lutará mbr a mbr cm s assciads pls dirits ds prfissinais téntará cnsguir um pis salarial d 2 saláris para s cmpanhirs das grand~ indústrias A atual dirtória, além d pl~ stá fam~ r dar cbrtura a Í1l" divfdus crmpts A Chapa 2 stá cnfiant na vitória (psiçã Sindical ds Sapatirs _ Frtalza, CE) M rubaram PS m humilharam Qur falar aqui d um prblma chgui n balcã nd rcbm s Dai vlti' para Banc, já cm qu huv cmig; inacrditávl, dcwnnts; funcinári d banc wn puc d md, mas fui m mas é vrdad lhu mus dcumnts falu: frnt Fali qu tinha acntcid Cmpanhirs: n cmç d "su dinhir nã stá aqui nã Vá para l rspnsávl diss : "nã mês d utubr d 1979, passi a até a Caixa Ecnômica nvamnt" tm prblma, vams tirar wn trabalhar na ''Mntc Mntagns Eu fui cmuniqui para rapaz xrx d sua assinatura" () Só Técnicas Ltda", n Cará Eu rspnsávl pl str El fz uma vlti lá n utr dia Fui invstrabalhava na funçã d caldi- psquisa mais rigrsa, diznd tigad cm suspit d tr rtirir Trabalhi uns 30 dias, mas qu dinhir stava n Bràdsc rad dinhir prit pgu ls nã assi~ram minha cartira _Vlti lá, furicinári pr- minha idntidad cmparu as N dia 19 d nvmbr u rslvi curu m tds s cadastrs m pdir minha cartira; pr cinci- diss; "stá duvidand d mim? duas assinaturas, lhu paia mim dência u ia rtirar mu PS Prcur ai!" Eu flhi livr vi diss: ''vcê qur dizr prá mim naqul mês também 14~ sa- nm d minha nã é m s- qu ssa assinatura nã é sua, rapaz?" Cada um dls dizia uma lári guida mu nm () funmas acntc qu um sprta- cinári chamu subgrnt El cisa pir Dai u também dava lhã, n dia 12 d nvmbr, pgu pdiu minha cartira, lliu dis- minhas rspstas wn puc agrsa minha cartira prfissinal, fi s: "lha, rapaz; tu rcbu sivas, sm vacilar Els nã ncna Banc rcbu mu dinhir dinhir agra stá qurnd traram brcha para m prndr, mas nã m pagaram ( ) Cm,nã s sab rcbr nvamnt " Entã u E u, vrdadir dn, só tiv prgunti quand fi pag di- Nssas alturas u nã si qu tmp d ir a Banc n ~ 20 d ' nhir E l rspndu qu n dia s caras d banc stã pnsand nvmbr ( ) Fui na Caixa 12 Dai u diss: "ri dia 12 stava d mim Mas u si qu su mais Ecnômica Chgand lá; m infr- trabalhand pss prvar qu nã um prári injustiçad primid maram qu dinhir stava n sai da firma" Mas chf da pr sta strutura qu stá mnbradsc Eu fui até_ Bra- Sçã d Pssal s rcusu a fazr tada sbr nsss mbrs, qu ns dsc, fiqui numa das 9 a dclaraçã, argumntand qu u marginaliza (RNS prári calliras até às 4 hras da tard Daí, nã tinha cartira assinada dirir, Frtalza, CE) Garis m grv,, pv ap_ 1a N dia 5 d janir tds s garis d Juiz d Fra cruzaram s braçs A ls s juntaram as "frmiguinhas" mtiv fi nã pagamnt d 13" salári mais salári d mês d dzmbr pla Prfitura Municipal Esta, qu stá nvlvida numa grav cris financira pr la msma criada, tnta jgar s fits ns'sus funcináris, atrasand pagamnt ds sus saláris Na última smana d dzmbr s mtristas s atndnts d balcã também tinham cruzad s braçs Cm s garis nã rnunciavam à sua justa causa, a Prfitura lançu mã d su últim rcurs ; dmitiu 54 garis suspndu pr 30 dias utrs 16 Esta mdida arbitrária rvltu ainda mais a p pulaçà, qu apiava a grv Várias assciaçõs plíticas, studantis ppulars uniram-s na dfsa da radmissã ds garis punids A rvlta ppular crscia sua uniã fazja-s sntir tant, qu prfit arnista tv qu admitir uma ngciaçã Finalmnt, n dia 17 d janir prfit Mll Ris, frçad pla fiw Plg tnta divi-dir & flk- ~ : N passad a class pra~ grand mbilizaçã ppular m tr- cmçu a rganizar-s m smn ds garis, tv qu fazr dicats qu nã(} stavam atrlads chamamnt para qu s punids a gvrn Eritã a ditadura d vltassm a trabalh sm a r- Gtúli ( ) achu mlhr munraçã ds 12 dias d grv, lgalizar s sindicats", mas d frdscntads na flha d pagamn- ma a qu tds f8sém Gbrigads a ts prfit arnista, para tr sguir a li qu l fazia cm --!1--! uma saída "hnrsa" afirmu qu ditadr ; sta li fazia cm qu s "a class havia sid incitada a sindicats nã fssm cntra fazr grv pr lmnts prtn- gvrn s patrõs () Cm iscnts a algumas instituiçõs s- s, du vz ~)ara as dirtrias tranhas" nã pla fm qu já plgas, qu m~sm d frma dis,,1~rinava hs lars ds garis dsd farçada svaziam sindicat ( ) Quand nós rdviáris ns mês d nvmbr mbilizams m janir d an Dirtóri Cntral ds Estu- passad, a gry fi puç rgas mradrs d Vidigal (RJ) s- aumntar a, vilência qu las: dants, a Uniã Juiz Frana das nizada, dand assim tds s pscidads d Bairrs Distrits, drs para dirtria d Sbastiã tã rvltads cm a vilência dvm fazr é arranjar mprg Cmitê Brasilir pla Anistia, a Ataid ngciar a nssa grv praticada pla plicia N dia 12 d para qum qur trabalhar m-, Cmissã rganizadra d PMDB, Nssa prpsta ra quiparaçã dzmbr, uma patrulha da PM as- lllrar s saláris Prcisam tajn Mvimnt rganizadr d PT cm s intrstaduais; mas l sassinu las cstas Amauri bé mlhrar a s cndi õs d cm a CTC, Magal -s mradia acabar cm as filas d Dirtóris Acadêmics da Univr vi cm a q ' pjs já stava aa=:::::;::~~t&;;litiml NPS sidad Fdral d Juiz d Fra, qu 1 mair qu s Nã faz muit tmp quriam xdistribuíram uma nta à ppulaçã l vm cmnd n pulsar a gnt d Vidigal, cm crm qu "clcam-s a lad ds rópri Fi tza para fazr casas htéis d garis sumariamnt dspdids u awnnt já pu ma lux para s rics; ainda tms suspnss rafirmam sua disuc d~8t;l~=~~-tlllf::;::;7~i[ji qu aguntar avilência da plicia psiçã d cntinuarm lutand m n bra r, n nada s mradr Vidigal, m cntra tdas as frmas d xpl cha ts; és àr ~ raçã prssã" a um t nn tl un (Grup d di ld pr a a r cm stas injusti~ Amigs da T d Juiz d Fra, dm pv stá xigind MG) (CS (PN - Ri d Janir, RJ)' Llfé A pllcia matu mais um G-

7 s primirs n trabalh, s últims na A snhra (crdnadra da sçã Fala Pv) nã sab cm m snti cntnt satisfit quand m vi cm wn xmplar da Tribuna prária nas mãs Eu cmpri ss xmplar n dia 21 d :dzmbr últim, quand pa_rticipava d uma passata rgamzada pl Mvimnt Cntra a Carstia Eu li jrnal gsti muitíssim Era d wn jrnal cm ss qu nós prcisávama;; wn jrnal qu f~ s prta- vcyl da class trabalhatlra Eu vnh aqui aprvitar a pr: tunidad qu vcês n dã, a nós litrs, d dizr alguma cisa através da sçã Fala Pv Essa é a primira carta, mas u mandari mais, uma atrás da utra Prqu u tnh muita cisa qu dizr, s nã abrir a bca mrr sufcad Ai vai pqun artig qu gstaria d vr publicad na ~çã Fala Pv: Nós, tràbalhadrs d nwnd td, sms qum, pl nss trabalh, tud cria, tud cnstrói, dsd as grands máquinas até s brinquds das crianças Nós s<r ma; a frça mtra qu nutr divrt burguss d nwnd intir ~X~uant qu nós, pr uma vida pnasa, chia d dificuldads humilhaçõs, mrrms atrás das l}áquinas Nós sms smpr s primir n trabalh, nquant n atiram para últims lugars na vida Nã tms abrtura para participanns das qustõs pllticas sciais cnilmicas d nss Em Aramari, prar1, scrav Cinc minuts da V parn~nch, Sms práris qurms cntar alguns fats clcar algumas idéias Sms xplrads pl patrã m tds s sntids : tant n salári quant n cumprimnt da lgislaçã trabalhista As multinacinais, pr xmpl, sã fabricants d vilência nã d prgrss d nss pv Pr<r duzm às custas d prári brasilir a mair part da riquza vai nchr s blss, m dólar, d patrã strangir Enquant iss prári, qu du dur mês intir, a rcbr su salári, s snt rubad, para muits, diant da falta d prspctiva, só rsta a vilência Em muitas qustõs patrã tnta nganar prssinar prári para prsrvar sus intrsss Na Fábrica d BriiXluds ''Estrla" stã tntand implantar a cmpnsacã ds dias próxims a friads pl dming, para s qu trabalham m turns Sabms qu n dming tms dirit d rcbr m dbr Para scapar à li, patrã prssina trabalhadr prparand m nm dl t>did d cmpnsacã faznd tds assinarm, pagand dpis dming cm dia nrmal Na "Atlas Equipamnts d tlógics" patrã só dá cinc minuts para lanch Na ''Guilhrm GiQrgi", n hrári nturn (22:00 às 6:~ nã há intrval nnhum E n príd diurn trabalha-s it hras crridas cm quim minuts para pais Da msma frma, nã tmaj abrtura para dirigir nss dstin Nã mandams m n~ msms; sã s rics pdr'3<s qu mandam m n~ qu n<s dirigm, qu crdnam nssas atividads mldam a nssa cabça Tiram-ns dirit d dcidir sbr s dstins da naçã Tiramns tud, até dirit d falar As máquinas s alimntam d nss sangu, d nss sur E ls, qu sã s dns das máquinas, sugam a nssa librdad, s nsss dirits Els, s hmns qu mandam m nós, ns ncarcram, ns batm até ns matam, quand nã ns mandam para fra d pais, ns sparand d nsss nts qurids, d nssa gnt, nfim Príbm-ns d falar, d xpr nssas idéias Só a ls é dad dirit d falar, a librdad da palavra Enchm nssa cabça d mntiras ns tiram dirit d prtstar Durant milhars d ans, m td nwnd trabalhams cm animais irracinais, dstituids d intligência, ~X~uant só as rics ra dad dirit d pnsar, cm s só ls fssm hmns nós nã Mas agra iss acabu Hj s trabalhadrs pnsam ninguém pd privá-l<s dss dirit s pnsamnts vam livrs cm s pássars; ninguém s pd cntrfar, ncarcrar nm matar s pnsamnts nwlca m~m; ls nascm tds s dw tas s dias s cmpltam (CA _ J~ dln, SP) almç pd? A ficina da Rd Frrviária Fdral SA (a antiga Viaçã Férra Fdral Lst Brasilir), qu fi mair parqu frrviári d Nrt Nrdst, fi fchada há alguns ans dpis d tr transfrid grand part ds práris para Alaginhas alguns para cidads mais distants, culminand cm a dmissã m massa d mais d 300 práris da mpritira Crria Ribir ndústria Cmérci S/A Na épca, nm uma vz ds parlamntars d partid d gvrn rprsntnts d municípi s lvantu m dfsa ds trabalhadrs Nssa épca, Aramari nã tinha psiçã rganizada; só fi fundad núcl da psiçã m Hfl7, xtint MDB, qu através d sus rprsntants fz várias dnúncias sbr dscas a qu stavam snd rlgads s práris d Aramari; sugrims pr, _ várias vzs qu a RFFSA fss rativa da Finalmnt, rnascm as spranças d cntnas d práris d Para acabar cm iss é prcis mà-dbra spcializada qu smuita frça Essa frça só vm tã dsmprgads m Aramari Já cm a rganizaçã indpndnt d stá snd rativada a Rd Frprári Dand frça a sindi- rviária Fdral através da cmcats autêntics Lutand pr panhia mpritira "Cardan SA drrubar plgs Trabalhand ndústria Cmérci" Mas as spara fnnar frtalcr as cmis- pranças sã ngras smbrias, sõs d fábrica pis s trabalhadrs sairam dsszinhs sm fracs Unids tad d xplraçã a qu ram sms frts, prqu sms muits submtids n Pl Ptrquimic Sms a mairia Sms futur d Camaçari para d supr(um grup d práris d Sã xplraçã aqui m Aramari Em Paul, SP) Camaçari, wn prfissinal ganha m média CrS 40,00 u CrS 45,00 pr hra Em Aramari a ''Cardan" s- Tribuna ds, prar1s d pvã Dvastaçã da mata: só lucram as multinacinais, s capitalistas latifundiáris Amazônia: chga d dvastaçã! Estiv lnd um nticiári n númr 6 dss jrnal, diznd qu prsidnt Figuird prtnd msm ntrgar a nssa Lvari a Trib-una para td cant Flrsta Amazôrúca Dvms mais d qu nunca lutar cntra ss acrd s lidrs brasilirs tri qu uvir a vz d pvã Chga d dvastaçã! (SRP studant d Bl Hriznt, MG) ~LDMJ ME DA' UM QUL DE_ARRZ E UM PA SBJ A Assciaçã Nacinal d Médics Rsidnts tm acmpanhad t: participad das lutas ppulars dmais manifstaçõs Em funçã dist, tms acmpanhad cm viv intrss s jrnais da imprnsa indpndnt, a chamada "imprnsa nanica" Vims cm bastant intrss a criaçã d mais um dsts, a Tribuna prária Após cinc númrs: a T ns cnfirmu a imprssã inicial d sr ralmnt uma tribuna m dfsa d intrsss d prári d pvã, cntra a prssã a miséria Cumprind dst md wn imprtant~ papl na divulgaçã das idéias mbilizaçõs ppulars d nrt a sul d Brasil Td api à Tribuna prária as órgãs qu a divulgum (Assciaçã Nacinal d Médics Rsidnt _ Prt Algr, RS) Tribuna põ prá qubrar Cmpanhira; m discupa n prtuguês qu vu falar qu até hj na minha idad nunca ncntri wn jrná Parabéns cmpnnts da Triprária Finalmnt vms wn jrnal dign d nm qu lva Um jrnal livr, atuant, indpndnt acima d tud dispst a lutar pr aquls qu mais ncssitam d auxili, mas inflizmnt qu mns ajuda rcbm A década d 70 fi sm dú\;da a mais ngra épca qu Brasil já vivu Ninguém sabia u tinha crtza d cisa alguma; a incrtza Eu prcis cntar cm a 1V d star livr n próxim dia pairava sbr tda;, a; dsapa- Glb cmpru prsidnt d rcimnt trnaram-s cmuns Tribunal, Dr Bandira Stampa falava nada, tds aciquand s artistas cnsguiram abaixavam a cabça A na justiça uma mdida liminar qu imprnsa crrupta cvard tud suspndia s prgramas das tmitia, cm pss citar ntr lvisõs d Ri, a 1V Glb du a váris assunts a gurrilha d Prsidnt d Tribunal 30 milhõs Araguaia Hj stams mudand d cruzirs para l anular a d cnári, palc é utr, s jr- dcisã d juiz, para nã pagar s nais stã s rmdland, cm dirits autrais xmpl viv tms vcês A 1V Glb prparu wn mancint d prblmas qu stã nfrntand, u crtamnt nfrn- dad d sgurança para scapar da tarã, nviari a vcês máxim rdm d Juiz ( ) Dpis d d artigs qu pudr uma quantia muita crrria la cnsguiu um mnsal d CrS 200,00, nquant aqui ncntr cm Dr Bandira Stamm Curitiba prpagari a T pr pa, qu sssgu advgads tds s lads, sclas fábricas fchu ngóci Espr, assim, pdr dar-lhs als 30 milhõs nã fram pags gwn api nsta fas critica, qu é d uma só vz ( ) Armu-s wn príd inicial, até s frtal- squma d trca 'd chqus cm suficint para s trans- uns agnts intnndiáris, para fnnarm n principal prta-vcyl mudar a rigm d dinhir a prsnalidad da; chqus das massas brasiliras A 1V Glb faz iss smpr (CZA Curitiba, PR) Para dsfazr prvas na trca d qu falass bm d pv nsinass wn caminh prá librdad cnquistar ficar livr d capitalista scialism alcançar "A TV Glb cmpru prsidnt d Tribuna'' chqus la s aprvita das sguints vantagns: l) a mprsa tm umas subsidiárias cm Glbtc, Sm Livr, tc, para vndr s prduts da tlvisã; 2) a mprsa mantém cntas m su nm das subsidiárias, spalhadas m muits Banc, algumas cm rcmndaçõs d sigll, xatamnt para facilitar transaçõs financiras d ngócis dsnst ; 3) agnts intrmdiáris sã advgads crrtrs d publicidad cm muits ngócis nas mprsas d grup Eu também prcis cntar iss prqu uvi umas cnvrsas ntr ls, d qu stã armand wn acidnt para dirtr da Ass<r ciaçà ds Artistas Crrmpr, a mprsa crrõmp smpr, mas trama d vilência quand a própria mprsa faz CamPanha cntra, é dmais E muit njnt Tm qu tr wn castig para sss hmns ( ) (HS Ri d Janir, RJ) Tds falam qu é fim d mund pis até parc sr nquant ric sbanja dmais pbr fica sm cmr Quand li Tribuna prária fiqui td ntusiasmad prqu m td lad n Brasil pv stá rvltad luta pl sus dirits nfrnta até a plicia annada Td brasilir qur vida justa mas prá iss tm qu lutar muits jrnais nã falam nada mas Tribuna põ prá qubrar Eu acnslh as cmpanhira; a lr Tribuna prária, pd até scrvr prá l qu sua carta é publicada tá pagand CrS 20,00 pr hra, (salári d wn ajudant m Camaçari) apsar d prári lvantar as 3 hras da madrugada, viajar m cima d caminhõs cm s fss bagagm, sm nnhuma sgurança, só rtrnand para casa ~s it hras da nit Sã ssas as cndiçõs d vida da class prária d Aramari A ppulaçã tmu cnhcimnt d qu salári da "Cardan" sria d CrS 38,00 pr hra; mas as aut<r ridads, s gvrnants da cidad intrviram pinaram qu pr Crs 20,00 s práris s sujitariam a trabalhar A xplraçã m Aramari chgu a tal pnt qu na épca da Crria Ribir wn ncarrgad d sçã ganhava mns qu wn ajudant m Camaçari E ssa plítica d arrch salarial qu stã implantand na Cardan, sm falar n rgim d scravidã na Crria Ribir s práris tmm qu acntça msm na Cardan, pis já stã trabalhand alguns antigs tirans da Crria Ribir A única sprança d prariad é a psiçã d Aramari, qu cnvca s práris a tmarm cnsciência, lutarm cntra a xplraçã, cntra arrch salarial s rganizarm através d sindicats livrs d plgs para rivindicarm mlhrs saláris, para trm cndiçõs dignas d sbrvivr, para prssinar s patrõs xrcnd mais lmntar dirit ds trabalhadrs, dirit d grv (GCD _ prári d Aramari, Ba) Rsistims a gril à ditadura Em primir lugar qurma; dar td nss api à Tribuna prária, qu muit vm cntribuind para a luta da class prária d td pv brasilir N nss cas la tm sivid muit, qu ns faz acrditar cada vz mais n jrnal N Maranhã, cm gl~ d 1964 as lutas d pv diminwram d intnsidad N ntant, d uns tmps para cá qu s vê é pv muit rvltad s manifstandu d divrsas maniras Td sts ans difícis qu passam ns truxram muitas dificuldads, mas também aprndizad Aqui m Esprantinóplis, nd mrams, a rsistência à grilagm à vilência plicial tm sid uma cnstant ; nsta luta tms s<r frid drrtas, cm a prda das psss, mrts, balamnts, tc Prém, acima d tud iss tm aumntad a cnsciência plítica a rganizaçã Pis vjam: - a cnsctncta d qu qu acntc aqui é igual a qu acntc m utrs lugars culpad é wn só: rgim militar Cnta ma; aqui cm um pv qu já manifstu pr várias vzs su rpúdi a st rgim (maaifstaçõs d 6 mil pssas várias mnrs) - tms um sindicat qu nunca s dbru nm s apaziguu prcura ajudar a luta ds lavradrs - cntams cm um partid plític (PMDB) qu já tm rganizaçõs m váris lugars é cmpst principalmnt d pssirs, tc A nssa algria m falar nss jrnal sbr stas cisas vm d ntndimnt nss d qu nssa luta faz part d uma luta mair cntra rgim militar (Um grup d lavradrs d Esprantinóplis, MA) E just apnas uma minria studar? Cm prva d qu prmancm unids dispsts a lutar, grand númr d studants univrsitáris, scundaristas vstibulanda; cmparcu à manifstaçã studantil crrida nas scadarias da Univrsidad Fdral d Paraná m 9 d janir, pr<r mvida pl UPES - DCE - Livr da UFPr Univrsidads" ''Ensin Públicõ Gratuit para Tds!" Srá just qu 85% ds studants pnnançam fra ds bancs univrsitáris? Srá just qu apnas wna pquna minria atinja a mta? ( ) Srá just qu gvrn invista m prjts qu stã xtrminand a naturza cm é cas d ''prjt Jari" u qu abalam prfundamnt nsss já misrávis cfrs públics, cm vms nas usinas atômicas dix d invstir naquil qu ralmnt lhs prvrá lucrs, qu sã s stu an s j? ( ) As vrbas para Educaçã djminum a cada an D cada mil studants qu ntram n 1" grau, apnas um cnsgu atingir a Univrsidad Enquant iss, as Frças Annadas rcbm 38% d rçamnt nacinal 8 vzs mais a,,,,, tá, angl 'ada justiça dmcrágvrnantcs'? r1 ibã, PR)

8 8 "Uma plítica prigsamnt xplsiva" Fi assim qu jrnal "Nw Yrk Tim-s" dfiniu úmnsagm sbr Estad da Uniã", d Jimmy Cartr E nã, é para mns prsidnt amrican falu na mais pura linguagm d suprptência: "'Qualqur iniciativa, pr part d qualqur frça xtr na, d assumir cntrl da rgiã d Glf Pérsic srá cnsidrada pls Estads Unids cm uma agrssã as sus intrsss vitais st;á rchaçada pl rcurs as mis ncssáris, inclusiv a frça militar" Est rcad agrssiv tm ndrr; crt: a Uniã Sviética, rival ds Estads Unids qu acaba d invadir Afganistã Mas a amaça d us ' da frça militar psa ants d mais nada sbr s trabal~a,drs s _Pvs A gurra qu as suprptências stã prparand tm caratr tmprtahsta s trabalhadrs d rint Médi d mund nã têm mtiv para s mat-arm ntr si, sb a bandira d imprialism amrican, sviétic u utr Sua gurra é utra, pla ma~cipaçã scial nacinal a A ''Mnsagm sbr Estad da Uniã" é um discurs aprsntad tradicinalmnt, tds s ans, ~l prsidnt amrican Esta última fi cnsidrada a ~ imprtant - a' mais agrssiva - d gvrn atual D lh n Ptról Cartr partiu para as amaças Diss "A Uniã Sviética dv ntndr qu sua d,cisã d rcrrr à fr:~a militar n Afganistã custará car ' Mas prmtu também cbrar "um prç muit alt" d rã rvluclpári Ns dis cass, a prcupaçã é cm a ''livr circulaçã d ptról d rint Médi" s EUA prcisam d cmbustivl Nã qurm sabr d prdr ~u psiçõs, nm para cncrrnts (cm a nm para s pvs (cm iranian) Para garantir a ''livr circulaçã", u mlhr, cntrl d ptról, numa rgiã m disputa, s Estads Unids prparam a gurra Mas s prparativs d gurra nã sã só psiclógics Além ds discurss inflamads, d us da imprnsa, da campanha pl bict às limpfadas d Mscu, s Estads Unids trabalham a td vapr ns plans diplmátic, cnômic, militar URSS) Agrssiv pr naturza Harld Brwn fi à Chiria Clark Cliffrd stv na ndia Brzzinski acaba qu l vifazrn Bmsil? gnml Gtlpamw El é gnral Andrw JacksnGdpastr, nviad spcial d gvrn nrt-amrican, qu visitu a Argtina Brasil para discutir a cris na rgiã d Glf Pérsic A grand imprnsa du grand dstaqu à rcusa d Brasil m adrir a bict à vnda d crais às limpfadas d MscL Mas gnral nã parcia abqrrcid dpis d suas cvrsas a prtas fchadas cm Figuird Diss qu ncntru "grand rcptividad", qu as discussõs ''fram d grand valr'' qu su pajs "cmprnd" a psiçã brasilira qu fi discutid? A piniã pública nã licu sabnd Gdpastr limitu-s a infnnar vagamnt qu ''fram analisadas as rprcusslls táticas da invasã sviética a Afganistã, inclusiv as implicaçõs militars, tnd m visja as dclaraçõs d Cartr d qu s Estads Un!d~ pdriam dsnvlvr qualqur açã 'ncssária, inclusiv militar'' st nã pd dixar d trazr à mémória wn pisódi vrgnhs da história r:cnt d Brasil: a participaçã d trpas brasiliras, sb cmand amrican, na agrssã à Rpública Dminicana m 1965 E wn vlh hábit d imprialism amrican, st d usar a ppulaçã ds satélits cm carn d canhã d passar pl Paquistã Até Brasil fi visitad pr um missári da Casa Branca, gnral Gdpastr (vja bx) E, além d mbarg das vndas d crais tcnlgia à URSS, s Estads Unids tmam mdidas visand dirtamnt a gurra: rfrç d sua prsnça naval n can ndic; plan d instalaçã d mais nússis nuclars na Eurpa; pact militar cm a China; prpar d_ uma ''frça d ráp_ig d~ lcamntp'' para agrssõs-rlãmpag i nvlvimnt militar n cnflit afgãsviétic; agra a prpsta, fita pl Pntágn, d rtmada da prducã da bmba d nêutrns Acntua-s - prig d gurra Ficam assim dsmntidas tant -a ts sviética da ''distnsã" cm a tria chinsa ds "três rmnds" Pis Mscu ainda há puc prclamava qu as drrtas nrt-amricanas s "êxits" d "camp scialista" criavam uma tndência ''irrsistivl" para a "distnsã :nnmdial" Qu s dstins da paz stavam m bas mãs Já para Pquim, s Estads Unids haviam passad para a dfnsiva sriam até aliads ds pvs cntra a URSS Vjam tip d aliad qu l é: crca rã, submt AfganistA E fat qu a suprptência nrtamricana tm sfrid rvzs Vitnã, m spcial, vibru-lh uma str~ dsa drrta militar, plitica mral Durant algum tmp s EUA tivram d pôr as barbas d mlh Mas a agrssividad amricana nã dpnd diss Ela vm da naturza imprialista ds EUA Nasc das nmltinacinais amricanas, qu vivm para a 'xpansã, a hgmnia, a «!xplracã crscnt ds trabalhadrs m td mund A URSS nã fica atrás A prva ai stâ s Estads Unids arrganham s dnts utra vz Sus gasts militars m 1981 subirã para 158 bilhõs d 'dólars ( quivalnt a tud qu Brasil rduz m 8 mss) Nã só s Estads Unids stã aclrand s prparativs d gurra Nada indica qu s sldads russs (mais d 80 mil) sairã tã cd -d Afganistã E Mscu rspndu cm uma amaça abrta à dcisã d Lndrs, d abrigar niissis amricans Tmabawk jrnal sviétic ''Pravda" diss qu gvrn inglês "squcu 4üvz tamanh a psiçã 'ggráfica d su própri t>ais" E acrscntu: 'Qum tm tlhad d vidr nã jga pdras na casa d vizinh" ss sã sintmas d qu a Uniã Sviética stâ n pár cm s Estads Unids- Em matéria d dispsiçã agrssiva, rçamnt militar bilinári sd d cnquistas, la nã fica atrás d su rival A China n msm rum A psiçã chinsa é d alinhamnt ttal cm Cartr Ela até incntiva a blicsidad amricana Jga lnha na fgliira N fund, snh d Pquim é vr as duas suprptências ngalfinhadas mi'litannnt, d prfrência na Eurpa, para qu xpansinism imprialista clúnês cnsiga também wn lugar a sl Su rum é msm d Washingtn Mscu Briga d urubus Nã s nta difrnças d fund ntr s dis blcs cncrrnts, amrican!lviétic Cada wn acusa utr ds pir~ crims, nquant pratica utrs tants Ambs aspiram a dnúni llm'diál s dis psam d dfnsrs da paz prparam a gurra Muits bsrvadrs intrnacinais gstam d spcular qum sriam as "pmbas" s ''falcõs, nsss cnflits A imagm nã é ba Sria mlhr falar d avs carniciras: abutrs, cr vs, urubús Tds s alimntam d trabalh ds xplrads Els dividiram mmd ntr si Huv qum pnsass qu ist traria um "quillbri stratégic", cnsqüntmnt, a paz Mas ra ilusã Uma ptência imprialista prcisa xpair smpr sus dmlnis para vivr E cm só pd xpandir--s tmand áras d influência das cncrrnts, sa invitávis s chqus ntr las pla rdivisã d planta A briga ntr ós Cartr,Brjnv, Tng Hsiaping cmpanhia tm st carátr A gurra qu ls prparam também Sria uma gurra 'd rapina s pvs, as vitimas Psiçã indpndnt Na gurra imprialista, s trabalhadrs sã brigads a matar-s ntr s~ cm s fssm inimigs, nquant s inimigs d vrdad ficam pr trás atiçand a carnificina Nã f87 sntid, prtant, sclhr ntr s blcs bligrants A vitória d wn u d utr significaria da msma fnna prssguimnt da scravidã scial naci- nal Mas a msma ralidad qu prvca as gurras d rapina também clca na rdm d dia a rvluçã, a luta da class prária pl scialism a luta ds pvs primids pla librtaçã nacinal E stas sim, valm a pna Empurram a humanidad rum a prgrss Aprximam fim da ra imprialista m qu s armamnts virarl pças d nmsu El Salvadr: pv m armas Grups gurrilhirs ftuam ataqus diáris m cidads pvads d~ El Salvadr A junta militar dgvrn nfrnta dificuldads cada vz mairs para xcutar su planá d rfrmas, snd atacada tant pla dirita cm pla squrda s mvimnts ppttlars Prtstam avançam para a drrubada ds prssrs E xmpl da Nicarágua stá prsnt 1111 mnt d tds _ das classs dminants d pv salva drnh Dsd dia 22 d janir, quand mais d 20 pssas fram mrtas 100 fridas pr trrristas d dirita durant uma manifstaçã d 100 mil pssas cnvcada ~)as principais rganizaçõs d squrda d El Salvadr, pais a~ ça aclradamnt para uma gurra civil, através d ac(ls cada vz mais nérgicas pr part d pv das rganizaçõs armadas salvadrnhas, qu nfrntam pr sua vz Uill8 slvagm rprssã pr part das fi-ças armadas d grups dir~flstas cm a rdm N dia 30, crca a 5 gurrilhirs da Liga Ppular 28 d Fvrir cuparam a sd d Partid Dmcrata Cristã, mantnd 18 pssas cm r-féns, nquant um grup annád da; Exércit Rvlucinári d Pv (ERP) cupava st d cmunicaçõs d San Frnand ruziland su grnt, lldr da rdm nssa cidàd Em váris pnts d pais, nvs chqus vêm s r~ cm m Tnancing, nd militante's das Frças Ppulars d Librtaçã nfrntaram frças d xércit, cm váris mrts frids Em dfsa da pátria palstina Uma palstra d rprsntant_ da ~çãparaaurtaçãdap&s Pm climll d guna Tds sss incidnts nã cnsti_tum fats islads Rprstam sald d uma lnga luta_ ds salvadrnhs para pôr fim à xplracã d wn pqun grup d latinfundiáris, chamad d "as 14 fanúlias", qu cntrla a cnmia d pais junt as grups multinacinais, qu nã s mstra dispst a fazr a mnr cncssã frnt às xigências ppulars Dssa frma, s mvimnts ppulars fram lvads a rspndr à vilência da class dminant cm sua própria vilência frtalcimnt das frças PQpulars, cm a unificaçã d váris grups rvlucináris a adsã d alguns strs vacilants cm a grja, tm sid mtiv d drs d cabça para gvrn salvadrnh imprialism nrt-amrican, lvand-s a tntarm manbras para impdir uma mair nulicalizaçã das massas tina (LP), Farid Sawan, m Sã Paul, quas trminu m tumult dvid às prvcaçõs d um grup sinista Sawan falu a 500 pssas, ntr trabalhadrs, studants, plltics mmbrs da clônia árab n Brasil Rfriu-s h luta d pv palstin pr um trritóri livr sbran Rfutand acusaçõs d trrrism, afinnu qu "a LP usa das armas para dfndr a nssa pátria" E mstru qum sã s vrdirs' trrristas n rint Médi: '"'Pl mns um mmbr d cada famflia palstina da trra cupada pr sra j i " s fa pli d ds d "éti chgaram duas hra~ dpis Durant a cnfrência qm grup tntu ainda criar tunmlt, fndnd a LP até agrdind pssas prsnts, GREVE GERAL N PANAMA Panamá é um pqun pafs da América Cntral, qu nfrnta dsd 1903 uma luta nacinal QU ainda nã chgu a_fim::rcuprar a plna sbrania n canal qu figa s cans Atlântic Pacific, cntrlad pls Estads Unids Mas a lad da luta antiimprialista dsnvlv-s tambêm cmbat d class, ds xplrads pl capital l s dias janir pais ó paralisad pr uma grv gral, c~ vcada pls sindicats, cm adsã maciça ds trabalhadrs mvimdt mbilizu sbrtud s trabalhadrs das fazndas bananiras, muitas dlas m mãs d capital strangir vltadas para a xprtaçã As indústrias s rt m~ ra nsidrada ''muit psitiva" li ~~M~":D:S arrchará s traba-

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