Local Conference Call BRF - Brasil Foods S.A. Resultados do Primeiro Trimestre de de abril de 2012

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1 Local Conference Call BRF - Brasil Foods S.A. Resultados do Primeiro Trimestre de de abril de 2012 Operadora: Bom dia e bem-vindos à audioconferência do 1º trimestre de 2012 da BRF - Brasil Foods S.A Informamos a todos que esta audioconferência, e os slides estão sendo transmitidos pela Internet através do site A apresentação está também disponível para download, em sua versão completa. Neste momento todos os participantes estão conectados apenas como ouvintes e mais tarde iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando as instruções para os senhores participarem serão fornecidas. Solicitamos que cada participante faça apenas uma pergunta. Caso necessitem de alguma assistência durante a audioconferência, queiram, por favor, solicitar a ajuda de um operador digitando asterisco zero (*0). As declarações contidas nesta audioconferência relativas às perspectivas dos negócios da Empresa, às projeções e resultado e ao potencial de crescimento da Empresa constituem-se em meras previsões e foram baseadas nas expectativas da administração em relação ao futuro da Empresa. Estas expectativas são altamente dependentes de mudanças no mercado, do desempenho econômico geral do país e do setor e dos mercados internacionais, estando sujeitas a mudanças. Cabe lembrar que esta audioconferência está sendo gravada. Estão presentes nesta conferência o Sr. José Antônio Fay, Diretor-Presidente e o Sr. Leopoldo Saboya, Vice-Presidente de Finanças, Administração e Relações com Investidores e o Sr. Elcio Ito, Diretor de Finaças e Relações com Investidores. Gostaria agora de passar a palavra ao Sr. Elcio, por favor, pode prosseguir. Sr. Elcio Ito: Bom dia a todos, boa tarde. Agradecemos a presença de todos nessa conferência, principalmente aqueles do Brasil, véspera de feriado. Somente para ressaltar, além do Diretor-Presidente, Fay, e do Leopoldo, nós também teremos a presença do Antonio Augusto de Toni, nosso Vice- Presidente do Mercado Externo, que ficará conosco para a sessão de perguntas e respostas. Vou passar para o Fay agora para a gente iniciar a conferência. Sr. José Antônio Fay: Bom dia a todos, obrigado pela presença. Vamos começar o call reportando um trimestre que é um trimestre difícil para nós. Foi um trimestre onde os nossos resultados não foram os esperados, basicamente a gente tem que analisar olhando... segmentando algumas coisas. O mercado 1

2 interno teve um desempenho razoável, nós tivemos um aumento de receita na faixa de 11%, o que é bom, o que preocupou um pouco foram os volumes. Os volumes cresceram só 2,5% e de certa forma o mercado de varejo vem mostrando alguma dificuldade com esta questão dos volumes do mercado brasileiro - o mercado brasileiro continua desempenhando bem, mas mostra um pouco de desaceleração nesse primeiro tri. No mercado externo nós tivemos a maior parte dos nossos problemas e do nosso desempenho pior fundamentalmente por excesso de estoque. Eu sempre falo que a minha preocupação não é tanto só o câmbio e etc., existe uma série de variáveis, mas a variável que mais me preocupa sempre é a equação supply demand. No caso a gente vem desde o último tri do ano passado com esta equação desequilibrada, a novidade é que ela é desequilibrada pelos dois lados, normalmente é no lado da oferta que os problemas aparecem porque principalmente o Brasil consegue em momentos em que o dólar dá alguns repiques, como deu em outubro e novembro do ano passado, aumentar o volume para exportação, e a demanda é um pouco mais constante... aliás, ela tem essa característica de ser constante. O que vem acontecendo no oriente médio principalmente, um pouco na Europa por questão de volume, tem também machucado um pouco o lado da demanda. Basicamente o que acontece é isso, esse excesso de estoques termina empurrando para um mix mais pobre de países... a gente sai de países mais rentáveis e vai trabalhar em países menos rentáveis, então existe um empobrecimento do mix não só geográfico, mas também um mix de produtos que a gente vende por descolamento e indo para áreas menos rentáveis tanto que o volume no mercado externo sobre o ano passado subiu 6%, mas a receita caiu 10 fundamentalmente por preços muito piores e os preços ainda impactados por um mix pior. A outra coisa que eu acho que vale a pena falar também, a gente depois vai ter tempo, é a questão dos custos. Na verdade os grãos hoje têm pressionado e principalmente neste momento a soja tem uma visibilidade relativamente baixa. Além disso, eu acho que vale a pena falar um pouco de lácteos também. Lácteos a gente sempre separa a análise por diferentes mercados que têm dinâmicas diferentes, então tem o leite UHT, o refrigerado, os queijos e o pó. Pó eu sempre considero uma questão de estoque. Refrigerados nós fizemos uma série de alterações na maneira de ir a mercado que vem dando resultado, está normalizando o resultado de refrigerados. Queijos está indo muito bem, a nossa estratégia de queijos vai muito bem. Aonde os problemas estão muito concentrados é no UHT, no UHT ainda existe a necessidade de acertar a maneira de chegar lucrativo ao mercado, o UHT tem anos muito bons, os últimos três anos foram ruins na verdade foi o último bom ano de UHT, 2010 foi mais ou menos e 2011 foi muito ruim, 2012 não recuperou ainda. Isso incomoda um pouco o nosso resultado na medida em que o faturamento em UHT é alto e traz margens bastante baixas. 2

3 Então nós vamos passar agora pela apresentação para botar um pouco mais de números nessas coisas que estão falando. Depois nós vamos para perguntas e respostas. Eu vou passar agora para o CFO, Leopoldo Saboya. Sr. Leopoldo Saboya: Muito bom dia a todos. Vamos dar sequência ao nosso call. Eu pediria para vocês seguirem na página 3 onde temos alguns outros destaques do primeiro tri. Nesse trimestre, fora essas questões de resultado que o Fay já deu o destaque, nós gostaríamos de destacar que tivemos também já amplamente anunciado, mas vale o registro, o nosso acordo com a Marfrig para a troca de ativos, depois nós podemos falar mais no final, mas tudo está caminhando de acordo com a expectativa e a tendência é que isso seja um assunto... estamos com relação ao acordo caminhando para um bom desfecho, mas com os impactos importantes a acontecer ao longo deste segundo tri e também do terceiro trimestre de Nós chamamos a atenção para um fato muito importante que nós internamente ficamos muito contentes - foi a ratificação das três principais agências de rating, colocando a Brasil Foods entre o seleto grupo de empresas Investment Grade, e isso aconteceu agora. Também concomitantemente a isso nós acabamos de fechar uma linha de crédito rotativo, ou o chamado revolving credit facilities de US$ 500 milhões por três anos, que vai em linha com uma estrutura cada vez mais inteligente e de resolver a questão da liquidez, sem necessariamente precisar ter caixa elevado. Vamos então na sequencia falar da receita. A receita cresce 5.3 em relação ao ano passado, é um crescimento que nós podemos chamar de um crescimento para os padrões da companhia baixo, como o Fay já falou. Temos uma questão de volume no mercado interno que cresceu um pouco aquém talvez das possibilidades, mas é importante dizer, como eu vou comentar logo à frente, que o crescimento se deveu não por performance da companhia a parte de volumes, mas sim porque os mercados se mostraram um pouco mais retraídos, o consumo no primeiro trimestre, sobretudo de bens de consumo rápido, foi uma questão que apareceu não somente para a nossa companhia, mas conversando com várias outras empresas e com o próprio varejo percebeu-se esse crescimento mais tímido neste primeiro trimestre. Na página 5 nós temos o resultado e aqui eu chamo a atenção para duas questões, no efeito comparativo tudo está pior, é fato. Nós lembramos também que o primeiro trimestre do ano anterior foi um trimestre muito bom para primeiro tri, nós tivemos margem Ebitda de 13.6%, que foi uma margem recorde. Neste voltamos para um nível de rentabilidade um pouco mais parecida com o que é o primeiro trimestre, mas é claro que nós também reconhecemos que é um resultado aquém das nossas possibilidades. Tivemos aqui... só para mostrar a importância deste efeito do mercado externo, se nós pegarmos o Ebit, a diferença absoluta dos dois exercícios é de 257 milhões, somente mercado externo contribuiu para esta queda em 248 milhões no resultado. Se nós fôssemos resumir por geografia, por principal mercado, 3

4 daria para dizer que quase toda a diferença de massa de lucro operacional deveu-se ao mercado externo, nós vamos entrar em mais detalhes para cada mercado para entender também alguns desvios com relação ao ano anterior dos outros mercados. Nós também comentamos aqui nesta página de resultados sobre as nossas despesas pela ROL, elas estão piores em 80 bips, isso também era esperado. Na verdade não é um desempenho ruim de despesas, nós conseguimos contingenciar vários grupos de despesas. Lembrando que o ano passado nós tivemos um crescimento de receita sobre 2010 também muito forte, se não me falha a memória na casa de 16%, 2011 contra 10, então nós estávamos talvez no nosso melhor momento de relação despesas sobre ROL, agora nós estamos em uma relação eu diria perto de uma relação normal, até mesmo histórica da organização. Nós não temos nenhum issue, nenhuma questão de despesas a despeito de nós estarmos, sim, tendo alguns custos do nosso momento desotimizado do fluxo das exportações e também uma maior manobra de volumes para o mercado doméstico. O que a gente pode dizer é que nós temos espaço, sim, para melhoria das despesas em relação a ROL, uma vez que nós voltemos a um patamar de normalidade dos nossos fluxos. Também gostaria de comentar que dentro deste número também está a captura de sinergias líquidas de 176 milhões realizadas e apuradas nesse trimestre. Colocando em perspectiva como foi então esse trimestre, como eu já comentava, o efeito realmente penaliza bastante, mas como já dito, foi um trimestre na nossa visão difícil e com resultados fracos pelo o que a Brasil Foods pode representar. Olhando então a questão da posição financeira nós tivemos no final do ano para agora um aumento da nossa alavancagem de 0.3, indo de 1.7 para 2. Isso se deveu basicamente a investimentos que cresceram, crescem bastante em relação ao primeiro tri do ano anterior, nós vamos ver o número, cresce cerca de 130%, em relação ao quarto tri também cresce. Nós continuamos gerando caixa, mas o principal efeito aqui se deve a troca do Ebitda, ou seja, a troca do denominador que sai um Ebitda muito forte para o primeiro tri do ano passado e entra um Ebitda mais fraco neste trimestre, o que provoca este aumento na margem da alavancagem, mas ficando em níveis absolutamente confortáveis para os nossos padrões. Aqui então nós estamos a questão da sinergia de 176 milhões, como eu já tinha falado. Seguimos para o slide 9 sobre o mix de participação da receita líquida, não temos grandes alterações, apenas que o mercado externo nesse trimestre fica na margem um pouco mais baixo, 37%, lácteos 10%, food service 5.6%, e o mercado interno que nós chamamos na verdade... mercado interno, retail, 47%. Nas categorias também não temos grandes alterações quando comparamos com um ano atrás. 4

5 Vamos entrar então direto na análise por cada um dos mercados. Temos então aqui no slide 10 a visão para o mercado interno, onde apresentamos um crescimento no total de 12.5% de volume e 8.4 de efeito preço e mix. Olhando para o Ebit, de fato, tem uma queda de um trimestre para o outro, mas olhando para a massa de Ebit ela é praticamente a mesma e o número que nós estamos entregando estava absolutamente em linha com o que nós esperávamos, nós já esperávamos um trimestre um pouco mais fraco do que foi o ano anterior, ou seja, olhando somente para a figura do que foi apresentado ele não tem uma questão, nenhum problema de rentabilidade. Teve, sim, uma questão do volume que veio aquém, mas não por questão de performance da empresa, uma vez que olhando os nossos números, ainda que parciais de market share, não mostram mudanças expressivas nessa questão, mas foi, sim, um consumo mais lento, mais travado ao longo desse primeiro trimestre. Eu também chamaria a atenção para este resultado que se nós olharmos e separarmos a categoria de processados, que agora nós consolidamos toda ela, o volume foi um pouco melhor, cresceu 3.6, preço cresce 7.7, e a rentabilidade com relação ao ano anterior também cresce em cerca de 70 bips mais ou menos. Essa queda que a gente observa na margem Ebit se deve exclusivamente a questão do in natura, uma vez que o mercado estava mais ofertado e nós precisamos vender um pouco mais neste mercado interno com um mix pior do que nós havíamos vendido em Esta é basicamente a reflexão que nós fazemos para o mercado interno. Por outro lado nós entramos no segundo tri com um desafio importante, que já é o que eu chamaria da fase pré TCD, onde a companhia tem que preparar e tem que entregar os volumes que foram combinados e também estar pronta para buscar uma posição mais adequada frente ao quadro que vai se apresentar principalmente com a saída da marca Perdigão de algumas categorias. É um trimestre bastante desafiador e que nós estamos cautelosos com relação à performance do mercado interno neste segundo trimestre. Olhando para lácteos e pegando a linha que o Fay já comentou com vocês, olhando primeiro para a direita e vendo o Ebit, dá para dizer que é praticamente o mesmo resultado, ou seja, um resultado ruim em termos de Ebit. Aqui, sim, vale o destaque... eu acho que o destaque positivo é que a rentabilidade do negócio de refrigerados que inclui queijo melhorou bastante em relação ao ano anterior, mas foi praticamente todo consumido pela piora do negócio de UHT basicamente. Este é o resumo, é claro que a gente já vem falando com vocês há algum tempo que a grande estratégia da companhia no negócio de lácteos é reduzir o volume do negócio de UHT e de leite fluido, nós fizemos isso, este volume cai praticamente exclusivamente a divisão que a gente chama de "secos" (que o principal volume é o UHT), nós fizemos isso, mas isso não foi suficiente para segurar preços frente aos custos, por isso a queda da rentabilidade do negócio UHT. 5

6 O grande desafio da companhia é justamente fazer com que o UHT contribua menos nesses momentos difíceis para a rentabilidade geral do negócio. Nós parcialmente conseguimos anular isso com a melhora expressiva do negócio de refrigerados com destaque para a categoria de queijos, porém isso não é fora suficiente para ainda passar a queda que tivemos em UHT. Vamos dar sequencia, falar agora do food service. Food service tivemos um resultado bom, o primeiro tri não é ruim, olhar para 11% de Ebit é um resultado bom, cai em relação ao primeiro tri do ano passado, é fato. Aqui também eu recordo que temos no food service... que, primeiro, estamos crescendo fortemente volumes, até porque este mercado é onde nós pretendemos fazer uma mitigação das questões... dos impactos que teremos com o TCD. Eu chamo a atenção deste mercado que aqui, sim, é onde também se faz sentir de forma talvez mais forte o que nós internamente chamamos de "efeito vasos comunicantes". Quando o mercado externo está fraco, está com problema de performance, de fluxo, uma parte importante desse volume, não somente da Brasil Foods, mas do mercado como um todo é desovado nesse canais que são canais principalmente muito sensíveis a preços, como o canal institucional, neste canal a companhia teve mais dificuldades de repasse de preços, vocês podem ver o preço com efeito de mix que foi 2.2% acima do ano passado apenas, mas nós tivemos uma performance, a despeito desse cenário, na nossa visão ainda positivo. Temos um desafio importante de recuperação de preço ao longo deste segundo trimestre, é crucial que façamos isso para que possamos voltar nos trilhos com o nosso orçamento para a divisão food service - ela acabou ficando abaixo do ano passado e também abaixo das nossas expectativas, não temos aqui nenhuma questão, nenhum problema, é tão somente essa questão conjuntural e o papel que o food service vai exercer nessa transição do TCD, portanto, temos um desafio de volume e, portanto, de rentabilidade neste negócio também importante até o final do ano. Chegando agora no mercado externo, que acho que é onde nós, de fato, temos que parar um pouco mais para analisar, na página 13, depois na sessão de perguntas e respostas estaremos, não somente eu, mas o Fay e o Guto aqui à disposição para as suas perguntas, mas nós já olhamos aqui de cara este efeito bastante importante no Ebit da companhia, como eu disse, é um delta de 248 milhões. Este volume alto também explica parte desse resultado ruim, porque uma vez que nós vendemos muito algumas categorias que precisavam ser desovadas, você acaba afundando ainda mais o resultado nesse trimestre, que foi o que aconteceu. Foi uma decisão da companhia sabendo que precisava reduzir os seus estoques para poder voltar a puxar preços na sequência e que é o que nós já estamos vivendo. A verdade é que nós já sentimos na margem que os principais mercados onde isso aconteceu (Japão e oriente médio) nós já sentimos a inflexão dos preços, 6

7 eles já bateram o fundo do poço e vem subindo de maneira lenta, é verdade, de maneira ainda com necessidade de mais desovas para chegarmos em níveis ideais de estoque, o que nós entendemos é que isso vai acontecer por volta do final deste segundo trimestre. Outra questão é que eu comento, não está aqui nesse chart, mas os preços em dólar caíram dentro desses dois trimestres cerca de 15% em dólar em relação ao ano anterior, só para vocês terem uma ideia da magnitude da queda de preços cuja melhora do câmbio que foi de 6%, não foi suficiente para fazer frente a esta queda do câmbio de um ano para outro. Dando um pouco mais de ênfase a cada um dos principais mercados, agora na página 14. Temos Europa e Eurásia que não contribuíram negativamente para o resultado, na verdade a Europa segue bem, o que é uma coisa até inusitada, mas ela tem explicação na nossa estratégia também do ponto de vista de onde se verifica... se verificou a crise mundial, ou seja, na Europa, e nós estamos conseguindo manter os nossos resultados positivos, com crescimento na margem de receita e uma ligeira queda de volume, mas esta queda é uma queda de depuração de mix, estamos fazendo aquilo que a gente pretende fazer realmente - ter o canal de acesso e o mix cada vez mais ajustado às necessidades da região e, portanto, puxando a rentabilidade. A Eurásia sofre muito com volumes pelo embargo russo, mas no geral o resultado da Eurásia não é um resultado ruim. Na verdade um resultado que a gente consegue ter neste negócio diminuído é bom nas exportações de suínos. A questão é que como este mercado reduziu-se muito, parte deste excesso de oferta teve que ser colocado em mercados que não são os mais rentáveis e voltou muita coisa para o Brasil. Não só a Brasil Foods, acho que isso é importante dizer, é o mercado brasileiro como um todo que acaba transformando a dinâmica não somente das carnes e dos cortes suínos, mas também de alguns produtos derivados de suínos mais simples, como aqueles feitos de massa fina como mortadela, salsicha, como também as linguiças de uma maneira geral, acabaram na margem tendo uma oferta maior no mercado, e também de certa forma prejudicando a nossa estratégia de melhora da rentabilidade no mercado interno, seja no retail, seja no food service, para buscar fazer a mitigação deste efeito no mercado externo. Na verdade eu acho que isso é que fica de mensagem por que em outros momentos... a companhia sempre busca fazer este equilíbrio dos resultados eventualmente não bons do mercado em outro, nesse trimestre isso não foi possível pelos efeitos que eu comentava de efeito vasos comunicantes no mercado interno. Vamos ter um mercado interno igual, praticamente igual ao ano passado, na margem até um pouco pior, não suficiente para fazer qualquer neutralização deste impacto negativo nas exportações. Seguindo adiante, o oriente médio como já dito, vocês percebem que nós subimos 6% no volume para fazer esta desova, mas a receita cai 10%, 7

8 implicitamente o preço aqui caiu muito, se nós fôssemos fazer a conta em dólar o preço cai realmente de uma magnitude maior do que os 15% na média que eu falei, talvez a gente vai estar falando em algo como 20% de queda de preços em dólar em relação ao ano passado, ou seja, é um movimento importante. O extremo oriente sobe volume, e aqui também dentro desses momentos difíceis também a companhia acaba buscando oportunidades que no médio prazo elas viram a favor da empresa. Por conta deste movimento acintoso de queda das importações no Japão e também queda dos preços, nós acabamos derivando muitos produtos para outros mercados, como é o caso da Coréia e da própria China, e de uma certa forma a companhia vai também abrindo novos flancos de operação. Quando o mercado retoma, nós pretendemos crescer fortemente os resultados nessa região, pois a companhia expandiu as suas operações em uma região muito importante, como é o extremo oriente e que não é só o Japão, é isso que a companhia tem que cada vez mais fazer - diversificar seus negócios nas principais regiões de atuação. Aqui o mercado de LATAM, ele cresce muito pelo efeito da inclusão dos volumes de Avex e Dánica. Nós tivemos no primeiro tri um trimestre na empresa, vamos chamar assim, na BRF Argentina ainda alguns efeitos de dissídios do final do ano passado, isto é uma característica na Argentina os dissídios de final do ano que recompõe a inflação... eles trazem um efeito no primeiro trimestre, nós tivemos isso, mas já estamos vislumbrando uma melhoria gradual dos resultados, uma vez que os repasses autorizados vão acontecendo ao longo do ano no mercado interno. Também as exportações da parte da Avex padecem do mesmo problema que nós também enxergamos essa melhoria gradual. No caso da África a questão é aquela que a gente já vem reportando há vários trimestres, um crescimento de volume, crescimento de receita. É um mercado que a gente vem apostando bastante e que já participa de quase 10% do nosso faturamento total. Isto é importante chamar a atenção porque outras regiões vem crescendo acima, já tendo uma fatia bastante expressiva. Por fim, para dar a última mensagem sobre o mercado externo, eu só recordo que nós estamos com alguns outros indicadores, alguns por um lado colocam alguns desafios de curtíssimo prazo, outros trazem eu diria que uma perspectiva positiva de médio e longo prazo... eu diria mais médio prazo. A primeira é a questão dos custos, então este aumento repentino do farelo traz para o setor um desafio adicional de um repasse imediato, além dos repasses que nós já temos aqui para fazer frente aos resultados ruins. A segunda mensagem e a que eu acho que é a mais importante: a equação de oferta está bastante justa e eu diria favorável para esta recuperação de rentabilidade, de preços e assim por diante. Se olharmos para a produção americana e os dados de alojamento, eles mostram nesse sentido, desde setembro/outubro do ano passado, e no Brasil se vocês olharem igualmente, os 8

9 dados de alojamento também mostram nessa linha um ajuste de maneira bastante expressiva da oferta de carnes e, portanto, em linha com o que nós acreditamos que vai acontecer - uma oferta mais ajustada frente a um mercado externo que não mostrou queda (ininteligível X 30:31), eu acho que também isso é importante nós falarmos. Nós não estamos sentindo nos nossos mercados de atuação problema de demanda final. O consumidor final não está retraído, o caso do oriente médio é pelo contrário - os mercados crescem o consumo. O issue aqui foi realmente uma grande questão de sobre oferta de curto prazo, juntamente com uma freada nas importações, uma vez que esses mercados atingiram estoques no trade muito elevados. Portanto esses sinais nos dão uma confiança de que a recuperação vem, mas ela não é imediata. Eu acho que também é isso que temos que deixar claro. Os investimentos totalizaram quase 600 milhões, contra 278 do ano anterior, sendo desses 594 milhões, 117 aproximadamente de ativos biológicos que são as matrizes. Por fim, a companhia continua com o processo de lançamentos. Tivemos aqui na questão de lácteos vários novos SKUs. Vocês devem estar acompanhando no varejo as novas embalagens da Batavo, ela deu uma rejuvenescida, a nossa holandesinha também. Vários produtos no food service, com destaque para o queijo, a gente passa a oferecer agora o queijo Sadia também no food service, ele estava somente no varejo, realmente a performance desse produto com a marca Sadia vem vindo muito bem, é uma feliz junção de qualidade, distribuição e marca, e isso vem realmente respondendo de forma muito expressiva em volume, rentabilidade. Também no mercado interno de uma maneira geral tem novos vários SKUs dentro da estratégia de mitigação dos efeitos que vamos sentir com o TCD. Por fim, eu deixo essa última tela apenas para dizer que as nossas prioridades desde o nosso último call obviamente se mantém intactas, e nós já estamos fazendo o que nós reportamos aqui nessa coluna da direita, o que nós já estamos fazendo. Enfim, está em curso a questão de todos os avanços para a troca de ativos com Marfrig, como eu já havia comentado no início, isso está andando, andando muito bem. Nós temos uma série de projetos ainda de integração, de infraestrutura para colocar a companhia não só em um modelo mais otimizado de sinergização, de homogenização da maneira como operamos juntos, mas também uma plataforma de inovação e lançamento de produtos que vai passar a ser a tônica da vida da companhia. O mercado doméstico nós, de fato, temos este desafio de melhorar continuamente o serviço seja no canal de retail, como no canal de food service. Em lácteos e queijos nós promovemos o aumento da capacidade e tivemos uma ótima recepção do queijo no varejo, mas nós temos esse issue, sim, do turnaround da questão de encontrar o modelo ideal para operar o negócio de UHT. 9

10 Como foi dito, nós reduzimos bastante e essa redução também se deve pelo consumo que passa a fazer o queijo, uma vez que o queijo, vocês se lembram, cada quilo vendido consome quase que 10 quilos de leite, portanto, é uma maneira muito interessante de agregar valor e de absorver o volume expressivo que nós captamos de leite. Da parte de expansão internacional nós comentamos sobre o que já fizemos, na Argentina, nós temos uma questão de curto prazo conjuntural, isso traz um desafio adicional ao que nós estamos fazendo, mas já era sabido e entendido e a nossa crença com o mercado é de longo prazo. Estamos avançando no processo da fábrica de Abu Dhabi, de acordo com o planejado. O bottom line disso é que 2012 nós temos visão e até onde os nossos olhos alcançam de um segundo semestre de muita recuperação, no segundo semestre positivo, porém ainda com um segundo tri difícil pelas questões que nós enfrentamos no primeiro trimestre, nós ainda teremos um segundo tri difícil. Com essas palavras eu então agora retorno para a operadora para a sessão de perguntas e respostas. Sessão de Perguntas e Respostas Operadora: Com licença. Senhoras e senhores, iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Lembramos que cada participante terá direito a uma pergunta. Para fazer uma pergunta, por favor, digitem asterisco um (*1). Para retirar a pergunta lista, digitem asterisco dois (*2). A nossa primeira pergunta vem do Sr. Thiago Duarte, do BTG Pactual. Sr. Thiago Duarte: Olá, bom dia a todos, bom dia Leopoldo, bom dia Fay. A minha primeira pergunta é sobre estoques na verdade, é quando a gente olha a evolução tri contra tri no balanço da empresa tem um salto de 14% nos níveis de estoques e isso em um momento em que mesmo sasionalmente a venda do primeiro contra o quarto tri ela é mais baixa e os custos também. Então eu queria só entender o que está levando a esse aumento, se tem a ver com custos de matéria-prima e quando você marca o mercado o teu estoque você tem esse aumento ou se tem algum outro motivo de mercado? Obrigado. Sr. Leopoldo Saboya: Oi Thiago, obrigado pela pergunta. Na verdade, de fato, o nosso estoque ele é preponderantemente a questão de produtos acabados, a despeito de termos, digamos assim, vendido um pouco mais neste trimestre para promover a inflexão da curva de estoques, o que de fato aconteceu, o nosso nível médio de estoque ainda se mantém elevado. Temos também alguma coisa de matérias-primas e de produtos em transformação que também é uma derivada, eu diria que de segunda ordem desse efeito, sobretudo produtos suínos que precisam, depois do efeito do embargo russo, precisam de um destino e a gente vem dando um destino 10

11 paulatino para não fazer grandes estragos nos nossos mercados mais importantes que são os mercados de processados no mercado interno e acho que esse estoque na nossa mão também reflete um pouco do que nós observamos na indústria. Então os estoques da BRF eventualmente podem ter componentes da nossa decisão, sim, mas refletem um pouco o que nós enxergamos de estoques no próprio mercado brasileiro. Sr. Thiago: Tá ótimo. Não sei se posso fazer mais uma segunda pergunta, mas aproveitando, sobre questão de competição mercado externo, o Fay no inicio da fala dele até comentou que você teve um problema nas duas pontas, um pequeno problema na demanda e principalmente na oferta. Não sei se vocês podem discorrer um pouquinho mais sobre essa competição, ela ocorreu contra outros players no mercado brasileiro, por exemplo, como o Fay tinha comentado, alguns players se aproveitam num momento até mais favorável como você teve no final do ano passado e até alguns momentos desse ano de câmbio mais apetitoso para exportar e o que isso também pode ter a ver com outros países exportadores como, por exemplo, os Estados Unidos que aumentaram bastante a exportação ao longo do ano passado? Sr. José Antonio Fay: É de fato acho que são vários pontos e você toca em alguns. O Brasil ele está perdendo competitividade global, quando a gente olha o conjunto do que nos traz ganho de competitividade, isso vem piorando ao longo do tempo principalmente nos últimos momentos, no último ano, etc. Nós não temos um cenário tão favorável. Ainda somos muito competitivos, o Brasil ainda é um produtor de baixo custo, mas as diferenças que nós tínhamos, as vantagens que nós tínhamos principalmente contra os americanos reduziram, isso é um fato, e os americanos ficaram mais ativos no mercado externo. Mas ainda acho que no nosso caso o principal componente realmente são os brasileiros, que você fala, algum oportunismo que é normal no mercado quando dá esse pico de câmbio que vai e volta etc, aumenta o alojamento, aumenta a oferta, os traders entram no mercado buscando produto no Brasil e oferecendo nessas regiões que normalmente a gente trabalha e isso de certa forma dá uma desregulada principalmente no preço porque começa a referenciar preço baixo e isso faz com que o mercado sinta um pouco de volume muito de preço. Quando a gente olha, o nosso problema fundamental no mercado externo nesse trimestre foi muito perda de preço por um mix pior, por regiões piores como eu falei antes, e também porque os estoques... porque quando somamse os estoques, são os estoques que estão no Brasil, são os estoques que estão na água e os que estão chegando lá. Quando os clientes fazem essa soma toda e percebem que existe uma pressão de oferta e ainda entram os traders na jogada com ofertas opotunistas a partir de frango brasileiro, isso 11

12 realmente causa um dano no preço, fundamentalmente no preço do mercado externo. Eu acho que esses são os principais componentes. Sr. Thiago: Tá ótimo, obrigado. Operadora: Com licença, a próxima pergunta vem do Sr. Fernando Ferreira, Merrill Lynch. Sr. Fernando Ferreira: Bom dia a todos. Queria aproveitar a presença do Augusto de Toni para ele para comentar um pouco como é que foi a tragetória nos principais mercados se a gente olhar janeiro, fevereiro, março e se até poder comentar um pouquinho de abril nos mercados de exportação principalmente Japão, Oriente Médio e China. Sr. Antônio Augusto de Toni: Bom dia a todos. A última vez que eu estive aqui foi em 2008, que a gente teve uma crise e as mesmas peguntas foram feitas, e na oportunidade a gente teve, a gente falou de como os mercados pioraram e quando é que eles vão melhorar e realmente aconteceram da forma como nós falamos lá atrás. Os mercados eles começaram a melhorar agora no início do ano, em janeiro, com a reabertura de algumas plantas da BRF para o mercado russo, a Rússia baniu o Brasil em junho do ano passado, né, e o Brasil é bastante dependente do suíno da Rússia. Agora em março, também nós começamos a reabrir também o mercado do Irã e os países do Oriente Médio de uma forma geral começaram a se recuperar, no árabe spring também, nos excessos de volumes que se acumularam em alguns países como, por exemplo, o Egito porque o Egito teve uma queda do turismo na ordem de 30% e por consequência uma queda do consumo também, né. Ao mesmo tempo os estoques no Japão eles vêm diminuindo, o Brasil está aprendendo bastante a lição especialmente os pequenos exportadores, a BRF dependem muito menos do mercado Japonês do que os outros exportadores brasileiros porque nós vendemos fora do Japão 40% do volume de coxas desossadas que os outros vendem basicamente no mercado japonês e os estoques vêm caindo no mercado japonês, chegaram a uma ordem de praticamente 150 mil toneladas no final de dezembro e hoje está por volta de 110 mil toneladas quando você considera que 80, 90 mil toneladas já é estoque ideal, abaixo de 80 mil já é um estoque baixo. Então nós estamos em vias de baixar os estoques, preços ainda não recuperaram totalmente como deveriam. O segundo trimestre era um trimestre de recuperação que a gente tem uma melhoria, mas ainda não se chega na situação normal do mercado ainda neste segundo trimestre, então, nós esperamos isso só para o terceiro trimestre. Sr. Fernando: Obrigado. E se pudesse fazer um follow-up na questão dos lácteos. Apesar da estratégia de vocês de focar mais nos refrigerados com 12

13 produto de maior valor agregado, a gente vê que o UHT ainda é o principal item da receita, representa 60% da receita. Então eu queria entender se tem alguma coisa estratégica que vocês planejam fazer para melhorar esse business de UHT, talvez diminuir a exposição ao UHT o que vocês acham que pode ser feito para melhorar esse mercado ou talvez a BRF eventualmente sair de UHT? Sr. José Fay: Bom, deixa eu te falar de UHT especificamente. Na verdade também eu acho que nós temos que ver as coisas como elas são. O fato de a gente estar fazendo essa fusão, operando essa grande fusão, nos tirou um pouco o foco do que fazer com o refrigerado, Fernando, refrigerado não, com os lácteos na verdade. Nós tivemos sucesso nas modificações que nós fizemos no go to market para refrigerado, começa a dar resposta, queijo foi uma grande ideia que está indo bem, mas realmente o que dá mais trabalho para consertar, vamos dizer assim, é o UHT e quando eu falo consertar é consertar consistentemente. O UHT... e aí tem essas coisas que você comenta que são reais, quer dizer o faturamento de UHT é muito grande, então, é aonde pesa, e esse ano especificamente o desempenho de UHT está realmente muito ruim, é um dos piores anos dos últimos tempos com UHT. Preços no mercado foram altos e com dificuldade de repasse do preço alto fundamentalmente. O preço ao consumidor se vocês olharem não está muito baixo, na verdade existe hoje uma barreira importante para passar no trade, porque também passa um certo excesso de estoque e muitas companhias estão carregando os estoques. Então o que se está fazendo no UHT é uma reformulação geral de como se acessa o mercado e isso passa por footprint industrial diferente. Nós estamos construindo uma fábrica em Barra do Piraí, uma fábrica do UHT para atender o mercado do Rio de Janeiro e São Paulo. Nós estamos fazendo experiências de go to market próximo da fábrica, etc, estamos tentando fazer com que isso tenha realmente os custos adequados à distribuição de uma commodity. Eu costumo dizer que o UHT é um pouco parecido com a de soja, farinha, etc, que são produtos que são rentáveis, eu mesmo já operei com essas categorias, mas a questão do UHT é que a barreira de produção é muito baixa, então tem muito produtor de UHT o que faz com que a dinâmica comercial não siga a lógica da commodity, embora seja realmente uma commodity pura. Então o trabalho com o UHT, o que eu estou resumindo, assim, é um trabalho mais longo, a gente está trabalhando bastante nele, talvez a gente tenha tido... talvez não, nós tivemos pouco foco nisso nos últimos tempos, porque a Companhia está envolvida hoje muito fortemente em executar esse acordo que fizemos com o CADE, etc e o UHT não é uma pequena mexida, é uma mexida estrutural no negócio para que a gente consiga tornar isso lucrativo. 13

14 Eu pessoalmente ainda acho que vale a pena transformar isso pelo valor envolvido. Agora se me perguntarem se a gente acha eternamente que vale a pena, aí não sei, mas temos muita coisa para fazer ainda antes de chegar e dizer olha, a Brasil Foods vai sair desse mercado. Continuo acreditando que tem oportunidades importantes de ganhos na cadeia como um todo para que se suporte uma dinâmica comercial menos estruturada ou mais voltada para frente sem entender as questões da cadeia produtiva. Então, no fim dia, resumindo tua pergunta, eu acho que nós temos uma lição de casa para fazer, que nós estamos fazendo muito lentmente, já deviamos ter feito isso mais rapidamente, mas pela conjuntura da companhia está demorando para fazer, mas ainda tem coisas que eu acredito pode nos levar a olhar o UHT de uma forma diferente do que a gente vem olhando. Como eu lembrei, 2009 o UHT foi extremamente lucrativo, fepois 2010 não foi nem muito bom nem muito ruim, 2011 já foi ruim e este ano entrou realmente bem ruim. Sr. Fernando: Ok. Obrigado Fay. Operadora: Com licença, lembrando que é apenas uma pergunta por participante. Nossa próxima pergunta vem do Sr. Joseph Giordano, da Raymond James. Sr. Joseph Giordano: Muito bom dia a todos. Eu tenho uma pergunta com relação ao mercado interno; eu queria saber se vocês podem abrir o quanto do aumento de preços foi bem acima da inflação, relacionada a preço e mix? E também queria entender, se durante o ano dada essa desaceleração do primeiro trimestre, a gente deve esperar que o crescimento no mercado doméstico venha mais por questão de preço e mix do que em volume? Obrigado. Sr. José Fay: Olha, tem vários componentes, vamos dizer, existe um impacto de in natura, embora o preço do in natura não tenha sido suficiente, o custo aumentou bastante, então, tem um aumento de preço aí. E tem uma questão de mix também, o mix processado, etc, que está indo bem, o volume de processados melhorou o que de certa forma melhora o preço do mix, esse é o ponto... Sr. Leopoldo Saboya: Só complementando o que o Fay está comentado, Joseph, na verdade dentro da categoria processado/elaborado, é uma categoria grande, se você olhar lá dentro, nós não temos esse detalhe para passar, mas categorias de maior conveniência, de maior valor agregado estão crescendo mais em volume do que as categorias do chamado mercado tradicional ou consolidado, ou seja, tem um efeito, sim, positivo, e isso ajuda a explicar porque que na margem a categoria de processados a despeito de um crescimento volumétrico não tão exubertante, nós tivemos uma rentabilidade melhor do que tivemos o ano passado, o que já foi um ano muito bom o que 14

15 jogou contra no chamado mercado interno retail foi de fato a categoria de in natura. Sr. Joseph: Você pode falar quantos SKUs vocês têm para o ano, como é que vocês estão vendo o reposicionamento da marca Perdigão principalmente o que pode anteceder... Sr. Antônio Fay: É, nós estamos lançando agora uma quantidadde grande de produtos justamente para fechar o gap da Perdigão. Na verdade a nossa estratégia com Perdigão e Sadia ela basicamente não muda, em muitas das categorias nós continuamos tendo Perdigão e Sadia, em algumas nós vamos perder, na verdade se vocês lembrarem antecedendo 14 categorias, e dessas 14 categorias existem suspensões variáveis da marca Perdigão. Mas em muitas a gente continua operando com as duas marcas, e a nossa estratégia é justamente reforçar Perdigão onde ela está presente, porque é uma marca muito importante e que fica presente em categorias muito importantes como empanados, salsichas, mortadelas, enfim, grandes categorias e aí nós vamos estar trabalhando bastante a marca Perdigão. Neste momento a gente está com campanha no ar tanto de Sadia quanto de Perdigão e estamos preparando realmente a execução do TCD, que vai acontecer fundamentalmente a partir de junho, quando nós entregamos as primeiras três fábricas, em julho, no final de julho, a marca Perdigão é suspensa e aí é que a gente começa então com todo esse trabalho de estar preparando para defender nossa posição, mas eu acho que assim, nós temos uma execução complexa de TCD, é realmente complexa, mas a Companhia está preparada para isso. Nós estamos fazendo esse planejamento já há algum tempo, e isso como eu falo, não muda a nossa estratégia, quer dizer por que é temporária. Além da marca Perdigão permanecer no mercado muito forte, ainda assim as suspensões são temporárias, portanto, a nossa estratégia não muda em relação ao consumidor com a marca Perdigão e com a marca Sadia. O que vai acontecer é que esse ano tem mais lançamentos, quer dizer, ano passado, nós lançamos por volta no mercado interno, só nessa área de carnes, uns 50 produtos e esse ano a gente vai manter e até aumentar esse nível de lançamento para fechar gaps que vão surgir a partir do cumprimento do acordo. Sr. Joseph: Ok. Obrigado Fay, obrigado Leopoldo. Operadora: Próxima pergunta vem do Sr. Flávio Barcala, UBS. Sr. Flávio Barcala: Bom dia Fay, bom dia Leopoldo, bom dia a todos. A minha pergunta também em realção ao TCD. Então, desde que vocês acionaram o TCD, vocês já deram para a gente uma ideia de quanto isso poderia afetar os volumes. A minha pergunta é, a gente se aproximando realmente do evento, se vocês já têm alguma uma ideia e poderiam passar para a gente de como isso 15

16 deve afetar na parte de despesas, então, se esses eventos eles trouxeram despesas não recorrentes, por exemplo, de consultoria, transferências de linhas, então, realmente de como pode isso impactar a margem operacional no mercado interno para os próximos trimestres, segundo e terceiro? Obrigado. Sr. José Fay: Eu acho que isso é bem interessante porque de fato quando a gente olha a fusão a gente gosta de olhar as sinergias, as questões culturais, etc, etc, mas é um processo, um processo longo que vai se desdobrando. Na verdade nós estamos em mais um processo fundamental da nossa fusão, ou seja, cumprir as restrições que o CADE nos impôs e isso significa realmente custos, por exemplo, hoje, nós estamos trocando linhas de fábrica porque nós precisamos acertar o nosso footprint. Nós estamos montando linhas de capacidade que nós vamos perder que já estão prontas, que a gente sempre soube, por que a vantagem é que a gente teve tempo de se preparar, mas o fato é que isso realmente gera muito investimento da Companhia que parece um investimento normal, mas não é, são investimentos ligados à fusão. Na parte de marketing nós estamos mais ativos também, porque é importante estar ativo com as marcas neste momento, etc, então é exatamente isso o que acontece agora, quer dizer, nós fizemos um planejamento detalhado de como a gente vai fazer frente a esta restrição, na verdade se vocês lembrarem, nós estamos falando entre vendidos, suspensos e etc, nós estamos falando de 3 bilhões por ano de faturamento, então quer dizer, isso realmente requer um grande foco de execução e requer também uma preparação que envolve investimento, envolve mudança de footprint de distribuição, são dez depósitos que nós estamos também entregando e isso às vezes, às vezes não, mexe nos nossos raios de distribuição, enfim, o fato é que se a gente for olhar friamente, durante um período isso disotimiza a Companhia. Porque a companhia ela está operando dentro de um balanceamento de venda, produção, fluxos e isso desbalança. Cria certo desbalanceamento nessa equação toda e que cria uma certa desotimização, e isso, pressiona o nosso resultado, principalmente no segundo semestre... no segundo trimestre, desculpe, uma das razões que eu acho que ainda faz com que a nossa recuperação venha lenta é porque nós estamos justamente na porta de entrada dessa operação de TCD, que é uma operação bastante complexa. Sr. Flávio: E você pode dar para a gente uma ideia de magnitude? De quanto isso pode afetar a rentabilidade? Sr. Antônio Fay: Não, é difícill, também o que nós temos são os nossos planos de recuperação que certamente a concorrência também ouve o call, não são só os analistas, então, eu não posso adiantar. Eu posso te assegurar que existe um planejamento muito detalhado de como fazer frente a isso. Agora, vamos dizer assim de quanto isso custa em dinheiro é muito difícil de estimar por que isso fica permeado na Companhia desde a área indústrial até as áreas 16

17 de vendas, mas de certa forma a gente já esperava por isso, quer dizer, nós vamos passar por um momento em que a gente desotimiza um pouco os custos. É mais um, eu considero isso mais um custo da fusão, tem que estar embutido num negócio que a gente está montando, que é um negócio brilhante, que tem muita potencialidade, mas que tem que passar por esses... por esses momentos de preparação. Sr. Leopoldo Saboya: Acho que só reforçando o que o Fay disse, isso é importrante a gente ter em mente porque apesar de ser um valor, ou serem valores importantes, que nós temos realmente uma dificuldade, eu diria, quase que uma impossibilidade de mensurá-los de maneira precisa, mas eles se configuram na nossa visão como uma disinergia não quantificada da fusão, então, quando nós apresentamos os números de sinergia, está tudo bem, quantificado baseado naqueles projetos que foram feitos lá há dois anos e pouco atrás. De lá para cá nossa vida mudou bastante, nós nem tinhamos o TCD, e nós temos custos advindos desses efeitos que trazem impactos importantes no nosso resultado. E também impactos não só difíceis de calcular, mas alguns difíceis de prever, uma vez que as mudanças que vão acontecer no nosso footprint fabril comercial eles são importantes. Sr. Flávio: Ótimo. Obrigado. Operadora: Próxima pergunta vem do Sr. Gabriel Lima, Barclays. Sr. Gabriel Lima: Bom dia gente. Queria fazer um follow up com a discussão que estava tendo bastante interessante com o Guto na pergunta anterior. Eu acho importante não só entender o que está acontecendo agora com a empresa, mas também entender como que a gente pode olhar essa volatividade na exportação no futuro da Companhia, com qual frequência a gente pode ver essa conjuntura de estoques altos, enfim, em dois mercados importantes da Brasil Foods? O Guto mencionou o Japão e falou que alguns exportadores, principalmente os menores, aprenderam a lição. Então, eu queria entender melhor o quê que ele quer dizer com... Guto, com aprender a lição, e assim, em outras palavras, eu queria entender, sempre que a gente, olhando para frente, sempre que a gente ver um spike no dólar, a gente vai ver estoque aumentando, a volatividade no mercado doméstico... uma volatividade que fazia tempo que a gente não via? Ou foi uma conjuntura, né, talvez influenciada por um Tsunami ou por algum evento específico ao longo do ano de 2011, enfim, queria entender no contexto olhando para frente da empresa, por favor. Sr. José Fay: Deixe-me começar e depois o Guto completa. Na verdade, o que a minha leitura que é a partir de 2008 os ciclos são muito mais intensos e mais 17

18 frequentes, quer dizer, aumentou a amplitude e a frequência da onda lá, quando você olha a volatividade de preço, câmbio estoque, etc, tudo ficou mais nervoso e fica... a análise fica muito mais complexa também. Porque quando você olha 2008, claramente houve aquela... existe um motivo muito claro, crise econômica, etc, os estoques empacaram, mudança de porto, gente abandonando carga, enfim, uma crise com um motivo muito visível e muito fácil de analisar. Quando a gente olha agora, quer dizer, essa segunda batida, também houve uma série de eventos econômicos que infuênciam, e aí começa com outras coisas que são eventos politicos no Oriente Médio que se junta com excesso de estoque na Ásia, etc, e isso tudo faz com que rapidamente exista uma mudança de cenário e os preços mudem muito rápidamente. Considerando também que o ano passado a pressão do câmbio foi muito forte, o Brasil aumentou muito os preços, quer dizer, e isso era uma coisa brasileira, a valorização do real fez com que o Brasil, que é o maior exportador do mundo, o grande player e de certa forma o grande referenciador de preço, subisse muito a barra de preços. Quando o Brasil sobe a barra de preços, na verdade começa a entrar outros players no mercado que quando você olha no tamanho não são tão relevantes, pelo menos eu falo, olha, a Turquia começou a operar no mercado do Oriente Médio. A Turquia comparada com o Brasil não é relevante, mas ela começa a referenciar preços aqui, ali no Oriente Médio. Na médida em que o Brasil volta a condições mais normais, eles ficam com dificuldades de competir conosco. Mas em determinados momentos essa coisa acontece, e tudo se soma para o mesmo lado. Na verdade a minha leitura do final do ano passado é que houve uma soma toda para o mesmo lado, ou seja, o Brasil operando com preços em dólar muito altos, quer dizer, preços recordes de grid e etc, na relação dólar real, e os estoques se juntando e subindo a partir de, sei lá, agosto, julho, agosto, quando os estoques começaram a se formar. Então essa conjuntura fez com que surgisse essa crise no mercado externo. Qual é a frequência que isso vai acontecer isso é difícil de saber. O fato é o seguinte, a Companhia tem uma estratégia para combater isso. Tem uma estratégia para reduzir essa volatilidade porque no mercado interno nós somos claramente menos empurrados para o cenário do que nós somos no mercado externo. No mercado externo, apesar de a gente vender produtos com marca, nos temos premium sobre boa parte do nosso volume no Oriente Médio e etc, nós não estamos livres dessa volatilidade que você se referia na pergunta, e para isso tem uma estratégia. A nossa fábrica no Oriente Médio ela comeca a operar em abril/maio do ano que vem, é uma fábrica de processados, 60 mil toneladas de processados, ou seja, vai nos tornando local, quer dizer, quando eu vejo uma crise dessas, mais segurança eu tenho na nossa estratégia. Quando eu vejo uma crise no mercado externo e como ela se forma e quais são os principais agentes dessa 18

19 volatilidade, mais segurança eu tenho que a estratégia que nós traçamos para a Companhia, para os próximos anos está correta, e a que a gente está perseguindo tem feito uma série de coisas, JV na China, fábrica no Oriente Médio e compramos a Argentina, enfim, estamos seguindo na nossa estratégia justamente nessa direção. Por que eu acho que esses ciclos eles tendem, mas é muito... é uma observação ainda de curto prazo, nós estamos falando de 1 ano, 2 anos 3 anos é pouco para entender tudo isso. Eu acho que esses ciclos eles vão ficar mais rápidos e eventualmente mais nervosos, ou seja, com amplitudes maiores na leitura principalmente de preço no mercado externo em relação ao real. Não sei se o Guto quer complementar... Sr. Augusto de Toni: Só complementando sobre o Japão, especificamente o Japão o que aconteceu foi que logo após o Tsunami, algumas pequenas tradings sairam comprando volumes muito grandes no Brasil, e, os contratos no Japão são de três meses ou seis meses. Imaginando que a produção local tivesse sido atingida pelo Tsunami, e não foi assim, eles recuperaram em dias já estavam com a produção normal. Esses volumes acabaram acumulando. Os japoneses normalmente eles cumprem os contratos, então eles acabaram honrando esses contratos de seis mêses, e todo esse volume acabou virando na realidade o inverso em relação aquilo que o mercado precisava para zerar normalmente. Até por que o mercado japonês é um mercado maduro que cresce muitos poucos volumes anualmente. Então, basicamente o que aconteceu é isso. E da mesma forma a atratividade do mercado aumentou porque os preços foram muito bons, a partir de agora com os preços caindo também, a atratividade do mercado se reduziu e os volumes, por consequência das exportações para o Japão também estão se reduzindo. Sr. Gabriel: Tá ótimo. Muito Claro. E a mesma leitura pode ser feita, Guto, no Oriente Médio em relação à primavera árabe, talvez uma compra em excesso por conta do evento? Sr. Augusto de Toni: O problema lá foi de demanda na realidade porque os volumes se mantiveram basicamente os mesmos volumes exportados a partir do Brasil para o Oriente Médio. Mas nós tivemos problemas de consumo em alguns mercados como, por exemplo, o Egito, o caso do Iêmen, o caso da Jordânia, alguns paises do Golfo, o Iraque começou com algumas exigências específicas, nós ficamos 60 dias sem exportar para o Iraque. No caso do Irã, ele também fechou o mercado em função de proteger alguns produtores locais e voltou a liberar licenças de importação só agora em março, então, foi isso que aconteceu e agora no segundo semestre a gente vai 19

20 colocando também os estoques em dia e também nós seguramos um pouco os nossos estoques aqui para vender no momento mais adequado. Sr. Antônio Fay: Só complementado o que o Guto está falando. Você vê que no oriente, quando você olha os grandes compradores, o Egito é o maior de todos, e o Egito com problema, o Irã fechado também com esses problemas de banimento, com dificuldade de recolher dinheiro lá, o Iraque criando exigências, etc, então são países importantes e grandes que juntos entraram numa certa conjuntura, o que força muito o volume para a Arábia Saudita. No fim do dia, isso força, empurra, o volume para a Arábia Saudita, onde nós temos mais proteção porque lá é onde nós temos a nossa operação de vendedores, merchandise e etc, e mantemos rumo à parte importante do nosso volume, um prémio sobre o mercado significativo. Agora, tem uma outra parte de quase 60% do consumo de frango na Arábia Saudita é o food service, aonde a marca não tem toda essa importância. Então, por um lado nós temos fortalezas e como nós estamos no varejo e etc, temos uma distribuição importante própria, usamos distribuidores que são os melhores distribuidores para o food service, mas a pressão de volume ela é mais sensível, você sente mais. Então, eu acho que o Oriente Médio é uma conjuntura que se formou, e se formou nos grandes países, nos países que realmente mexem o ponteiro, e por isso é que aconteceu essa desregulação nos estoques, acho que um pouquinho mais afetado por demanda efetivamente ou por barreiras de entrada tentando o desenvolvimento de algumas coisas que é mais o caso do Irã, que vira e mexe tenta lá desenvolver um pouco mais. Sr. Gabriel: Tá ótimo. Desculpe por me estender um pouco, mas a questão dos Estados Unidos que você mencionou, Fay, lá no começo, na competividades contra o Brasil, quando a gente abre as exportações dos Estados Unidos a grande maioria do produto que eles exportam é leg quarters, né, e é um produto diferente do produto brasileiro, o griller, (ininteligível X 1:10:13) enfim, em quais mercados os Estados Unidos têm incomodado o Brasil em exportação de frango? Sr. Antônio: Não mudou muito o panorama no sentido de onde eles agem. Os americanos eles são fortes na África e a China também, embora este ano eles estejam com mais dificuldade, lá na Ásia eles fazem... mas de fato nós temos partidos diferentes, quer dizer, o Brasil há muitos anos investe na construção das suas exportações no mercado de frango e não exporta sobras. Os americanos exportam mais sobras efetivamente. O que mudou é isso, eles ficam muito mais competitivos então eles atacam muito o mercado do norte da África, e tem um pouco de vaso comunicante com o Oriente Médio, tem um pouco de, enfim, mas não mudou muito até aonde os americanos atuam. Sr. Gabriel: ok. Muito obrigado. Operadora: Próxima pergunta vem do Sr. Alexandre Miguel, Itaú BBA. 20

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